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sexta-feira, 15 de janeiro de 2021
sábado, 28 de março de 2020
VI MEU AMIGO MIJAR E ELE ME OFERECEU LEITE
Fui a um show com um grupo de amigos. Local arrebentando de gente. O show era à tarde e foi até a noite. Bebemos um bocado e o local para mijar era longe e cheio, e eram essas cabines. Alguns caras mijavam até fora do local reservado e por isso o cheiro não era dos melhores. Já noite o Robson, um amigo de longa data, me chamou para ir comprar mais cerveja e eu fui. Antes ele pediu para irmos ao banheiro. Local cheio e ficamos um tempo esperando um vagar e ele disse:
- você também quer só mijar? Eu disse que sim e ele falou então para irmos os dois no mesmo para ser mais rápido. Ele é hetero e sabe que sou gay. Entramos em uma cabine, os dois bem bêbados e ficamos um ao lado do outro, foram os dois mijando bem forte. E ele com aquela típica brincadeira de macho:
- tá com a mão limpinha? E eu respondi: a mão não sei, mas a boca esta limpinha. Ele só deu uma risada e me chamou de sacana, me deu um beijo na boca e disse:
- engole minha rola que vou te dar leite. Não perdi tempo e comecei a chupar seu saco depilado, apertava a cabeça do pau, macio, grosso e uns 18 cm. Ele gemia baixo e eu passava a língua por toda a extensão do cacete. O chupei por uns 10 minutos e ele sem avisar encheu minha boca de sua porra gente, sabor doce e abundante. Engoli toda a sua porra, subi e ele ainda me puxou para mais um beijo. Resolvemos sair dali e voltar ao grupo, antes compramos nossas cervejas e ele ainda comprou halls preto.
Chegamos o pessoal nem falou nada e continuamos a dançar, e ele ainda deu uns beijos em uma menina e eu lhe perguntei no ouvido: ela aprovou o sabor do leite? Ele só riu. Mais tarde ele me mandou uma mensagem no whats e disse:
- tenho mais um halls tá afim de usa-lo na minha rola? Eu disse: só se o ultimo jato de mijo eu puder tomar. Ele respondeu:
- me faz gozar aqui não cara. E completou: diz que vais comprar mais cerveja e eu vou pedir para trazer para mim e que eu vou ao banheiro. Nisso ele já havia dispensado a menina e executamos nosso plano.
Fizemos da mesma forma, entramos para o mesmo box e mijamos, ele realmente me deu uma mijada pouca e continuei chupando com o halls e ele ficou doido, e eu para atiça-lo soprava no seu pau babado e depois engolia tudo, e como não podíamos demorar logo ele gozou, só que desta fez tirou o pau antes de gozar e gozou em minha boca porém um pouco nos lábios e começou a beijar-me com sua porra. Foi delicioso.
Fomos embora e ele ficou a noite ainda me mandando mensagem e dizendo que minha mamada era espetacular, e perguntou se eu dava o cuzinho e eu disse: não sei se você merece, e ele:
- poxa cara, somos amigos, faz isso não. Não sou de negar nada aos amigos, e na outra noite ele já me comeu, e que comida boa, e finalmente pude ver a beleza de sua rola. Ele ainda me comeu outras vezes, e em uma das vezes ele me disse que uma amiga que ele comia às vezes tinha vontade de vê-lo comer um homem e ele perguntou se eu topava. Aceitei. Não transei com ela, ela apenas nos chupou, ele a chupou, ele comeu a nós dois, ela com capa e eu sem camisinha, enquanto eu sentei em seu pau ela chupou o meu pau. Essa noite ele gozou 04 vezes, todas socando em mim, e só tirei a porra toda ao final. Essa noite foi diferente, mas gostosa. Saímos mais outras vezes os 03, e algumas com um outro amigo do Robson.
É isso... beijos e boas gozadas
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
Rebolando na rola do meu tio torto
Já contei aqui que meu primo me comeu e que seu tio (que não é meu) soube que ele me comia e me comeu também. Bem, eu também o chamo de tio pois desde criança o conheço. Tio Pedro é divorciado, é mecânico, uns 40 anos, branco, careca e usa sempre barba muito bem cuidada e é bem machão, muito educado e culto. Em um churrasco de final de ano, estava toda a família reunida e meu primo e eu sempre juntos, e teve uma hora em que tio Pedro o pegou me encochando, mas tentamos disfarçar e ele só deu uma risada. Teve uma hora em que tio Pedro saiu pra comprar alguma coisa na rua e me chamou para o acompanhar, e como era normal eu fui, e no caminho ele me pergunta se meu primo já tinha me comido, e nessa hora eu levei um susto e pensei logo que ele iria contar para todo mundo e lhe disse que o que ele tinha visto era só brincadeira entre primos, e ele me disse: para te mentir, o Raul disse que você chupa uma rola com maestria, e mesmo assim eu ainda tentei manter a minha mentira e disse que os dois estavam doidos e logo chegamos ao mercado. Na volta para casa, em uma área mais afastada ele parou o carro e disse que precisava mijar e ficou em uma posição que dava para eu ver toda a sua rola, pois ele estava sem camiseta e apenas de short, destes de jogador que apenas os machos usam, pois quando apertam a rola a visão fica uma delícia, de dentro do carro eu ouvia seu mijo forte e me maravilhava com sua rola meia bomba, bonita, grossa e grande, e ele balançava e me olhava e quando viu que eu quase morria de desejo ele virou-se e não me deixou ve-lo balançar a rola e apenas disse: você disse que não gosta. Eu tinha medo por ele estar apenas bêbado e me testando e por isso eu tentei ao máximo disfarçar, pois assim como cu de bêbado não tem dono, a boca poderia falar coisas para os outros. Dentro do carro ele não parava de apertar o pau e dizia que bêbado ele tinha dois desejos: mijar e meter a rola em cu guloso, e eu ri, afinal ele era sempre muito engraçado, e eu peguntei: e será que seu pau fica duro? E ele perguntou? Você quer pegar e ter sua resposta? Eu disse que não e sai do carro e voltamos para a festa. Na festa a todo momento ele apertava o pau e meu desejo em ser fêmea daquele macho estava me deixando doido, em dado momento ele estava indo buscar uma cerveja e eu pedi para ele pegar uma para mim, e quando ele me entregou ele perguntou disse que queria me dar outra coisa e eu perguntei o que, e ele disse: quero te dar algo que cresce na mão, e eu entrando no jogo dele, tomei um gole da cerveja e disse que ele poderia me dar ali mesmo junto com a cerveja, ele disse que ali não pois as pessoas iriam querer também. Eu perguntei se era de comer, e ele me disse que “é para comer”, mas você poderá chupar e se gostar de creme também consigo para você, e eu conseguia ver toda a forma de sua rola que já estava bem dura, e então um parente chegou e mudamos de assunto. E durante o dia, a todo momento trocávamos insinuações porém eu sempre tentando manter a distância porém adorando aqueles ataques do meu tio. E teve uma hora que cheguei perto dele enquanto estava conversando com outros parentes e disse: pô tio, esta ficando tarde e o senhor ainda não me deu o presente de natal que tinha me prometido, e ele quase morre de vergonha, porém disse que iria me comprar algo. Quando todos já se arrumavam para ir embora, fui ao vestiário para tomar banho e sarar um pouco da e ressaca e depois de já tomar banho, saio enrolado na toalha e meu tio entra e diz que também irá tomar banho e tira o calção ali no meio do vestiário vem até mim e me dá uma encochada e me diz ao pé do ouvido: eita menino mal, você tá querendo levar uma taca do tio tá? E eu dou uma rebolada no pau dele e digo que não, que apenas quero meu presente que cresce na mão, e ele diz que basta eu pegar, e eu digo que não estou vendo o embrulho, e ele então me vira e me dá um beijo bem gostoso, se afasta um pouco, e vejo aquele pauzão bem duro, grosso da cabeça rosada e ele me diz: pode pegar seu presente pois ele é todo seu, e eu aperto aquela rola e ele me dá outro beijo e ouvimos vozes e ele corre para o banheiro. Então entra um amigo e vai para a ducha e logo meu tio sai e quanto estou já saindo do banheiro ele me puxa pelo braço e me encochando novamente diz ao meu ouvido: quero seu cuzinho hoje, a noite toda, vá lá para a oficina ser minha fêmea, pois quero você rebolando e gritando e eu disse que iria pensar, entretanto aquela pegada que dei no seu pau não me saia da cabeça, tampouco as sacanagens que ele falou para mim, e logo que cheguei em casa, tomei novamente um banho, passei creme de deixei o cuzinho pronto para recebe-lo e lhe mandei mensagem dizendo que estava a caminho. Quando estava chegando eu liguei e ele já deixou o portão aberto e eu guardei o carro lá, e pelo caminho fui tirando a roupa e cheguei na oficina já estava nu e quando eu sai do carro ele disse que eu era muito safado e que iria levar rolada para aprender a me comportar. Ele então me colocou contra o carro e baixou o meu calção e já começou a beijar minha bunda e logo meteu a língua no meu cuzinho e me fazendo gemer e arrepiar todo, eu então apertava a cabeça dele contra a minha bunda e sentia sua língua no fundo do meu cuzinho e sua barba roçar no meu rabo e aquilo me matava de tesão e ele então levanta uma das minhas pernas e chupa meu saco e eu me arrependo de não ter dado antes para aquele macho. Ele sobe e encosta a rola na entrada do meu cuzinho e fica me beijando, um beijo gostoso, de desejo e tesão puro e eu então me viro e me abaixo para poder chupar aquela rola deliciosa e começo pelo cabeção dele enquanto aperto suas bolas e olhando para ele começo a passar a língua em todo o pau e começa a gemer e como ele estava apenas de chinelo ele fica metendo o dedo do pé no meu cuzinho e dizia que era para e me preparar, e depois de chupar muito eu subi e pedi para ele meter no meu cuzinho e ele perguntou se eu queria rola, e eu disse que sim, e ele me virou e disse no meu ouvido que me daria rola sempre e que estava doido para experimentar meu cuzinho e eu então passei bastante gel na rola dele e pedi para ele entrar, no que ele atendeu depois que eu guiei o pauzão dele até a entrada do meu cuzinho e eu arrebitava e rebolava na sua rola e ele entrava calmamente e isso me fazia gemer e contrair o cuzim com seu pau todo dentro ele me apertava contra o seu corpo e me pedia para relaxar que ele iria me encher de prazer, e ficava dizendo que estava adorando meu cuzinho quente e guloso e mordia milha orelha e apertava meus mamilos, apertando mais ainda o seu corpo contra o meu, até que ele para e sinto que já esta com a rola toda dentro e sinto ele pulsando a rola, sem qualquer movimento do corpo, só mexia a rola e depois de um tempo assim ele vira meu rosto e me dá um beijo bem gostoso e começa a socar, e ele era mestre em socar, e sua rola já entrava e saia por completo, tirando de mim gemidos de prazer e muito desejo por aquele macho e quanto mais eu rebolava e gemia mais cheio de tesão ele ficava e não parava de meter, eu então levantei uma das pernas e apoiei sobre um dos pneus e ele adorou essa posição e veio mais para baixo encaixado e me fazia subir e descer de encontro ao seu kcte, e então ficamos uns 30 minutos engatados e eu com meu rabo arrebitado e pedindo rola e leite, e esse acho que esse macho devia estar há muito tempo sem cuzinho, pois ele me devorava com muito desejo, e então ele socando goza muita porra no meu cuzinho, e senta no capô do carro e ainda de pau duro bate e diz que quer me ver gozar na mão dele com a rola ainda dentro que pulsava ainda e enquanto ele batia uma punheta para mim eu rebolava e sinto que ele de pau duro começou a mijar dentro do meu cuzinho, fazendo seu porra e mijo escorrer entre nossas pernas e então gozei bem gostoso e esperei até que ele mijasse tudo. Depois disso fomos tomar banho ali mesmo em um banheiro dos funcionários, e ele novamente me comeu e eu tomei seu leite e ele disse que ninguém nunca havia tomado o leite dele e que agora eu teria mamadeira sempre. Até hoje ele me dá mamadeira e já fizemos muitas loucuras nessa vida.
sábado, 5 de maio de 2018
Ganhei o dia com o boy favelado.
Meu amigo tem uma empresa de reestruturação. Dessas que se contrata para reerguer outras empresas, geralmente a beira da falência. A empresa dele reorganiza financias, fecha acordos, realoca os recursos humanos isto é, contratam ele para tirar empresas do buraco.
Estava eu de férias e passei para tomar um café com ele. Aquele dia ele disse que eu havia caído do céu, pois o funcionário que fazia a correria dos acordos e pagamentos, um tipo de ofice boy, havia pegando dengue e ele não tinha ninguém para substitu-lo.
Como estava prestando serviço para uma empresa havia alguns acordos de demitidos a pagar. Era só ir a casa do sujeito pagar e trazer os papéis assinados.
Como era de manhã eu disse que poderia fazer isso pois estava de férias mesmo. Meu amigo me passou os pacotes com endereços e valores. Eram cinco no total.
Até o fim da tarde eu havia feito quatro. Meu amigo me liga perguntando como estava indo. Informo que tudo bem e faltava um, então ele disse que se eu quisesse poderia levar para casa e ir direto no outro dia, isso se eu não tivesse compromisso. Respondi que, tudo bem.
No outro dia levantei cedo foi um daqueles dias que a gente acorda com tesão. Tomei um banho frio, fiz a chuca, verifiquei o rabinho se estava liso. Vesti um fio dental ver pra acalmar meu tesão. Me vesti normalmente por cima, cueca boxer, calça e camisa. O fio dental bem socado no cusinho sem ninguém imaginar.
Peguei o pacote que faltava entregar e li o endereço, não conhecia o bairro. Então liguei para meu amigo e ele me disse que era uma favela e tinha uns anos de existência dessa favela. Me disse onde era e desliguei.
Favela! Pensei.
Bom ficava atrás de um bairro que eu conheço, próximo de uma mata.
Peguei os pacotes e parti. No caminho, ainda com tesão sentido o fio dental roçar meu cusinho me acalmava.
Cheguei na favela .depois de algum tempo procurando consegui encontrar a rua e o tal joilson - nome fictício - só encontrei o sujeito devido ao apelido que havia no papel. Broca.
A casa ou barraco era típico de favela. Uma edicula sem reboco com cerca de arame. Bati palmas chamei. Demorou um pouco para alguém atender.
Ao abrir a porta perguntei se era o joilson. Disse que sim. Me apresentei e ele me fez entrar no barraco.
Tinha acabado de acordar embora fosse quase 9:30 da manhã. Cara de sono, cabelo revolto, só de bermuda. Típico morador de favela, pensei comigo. E não pude deixar de perceber que estava de baraca armada, pau duro. Como todo homem ao acordar.
Ele me tratou super bem, muito espontâneo. Sentamos numa mesa de madeira e com os papéis na mão explicava sobre o assunto.
Joilson pediu para parar um pouco pois não aguentava de vontade de mijar. Pediu um tempo para ir ao banheiro. O banheiro ficava entre a peça que estávamos e o quarto. Não tinha porta e ele não fez questão de fechar a cortina improvisada.
Continuamos a conversar com a maior naturalidade. Ele mijando e eu na porta. Perguntei, brincando porque o apelido de broca e ele disse que era zoação do pessoal.
Terminou de mijar pegou um pedaço de papel higiênico e secou a cabeça da pica bem na minha frente.
Ao ver aquele rapaz de 24 anos, cafuçu, corpo em forma, mais ou menos da minha altura e com aquela pica enorme não me contive e brinquei:
- Rapaz! Isso tudo é seu mesmo? !
Ele, na maior naturalidade diz :
- Cara, meu não. É de que quiser e guentar. Se você curte pode brincar com ele.
Eu não esperava aquela resposta tão direta.
Perguntei se era sério e ele respondeu que sim, se eu curtia que ficasse a vontade.
Me ajoelhei e dei uma lambida na cabeça da rola, olhei pra ele que disse apenas :
- Engole tudo.
Comecei a chupar aquela rola bem desenvolvida que de meio bomba ficou dura feito ferro na minha boca. Muito bom o cheiro e sabor da pica com gosto de suor da noite.
Caprichei no boquete, engolia o que conseguia e lambia como se fosse um picolé de nervos delicioso, descia e engolia as bolas do jeito que curto, com pelos. Chupei até o joilson se afasta e perguntar se eu também dava o cu. Ele era muito direto e espontâneo.
Respondi que sim e perguntei se ele Curtia e novamente foi direto.
- Cara eu é que curto comer cu. Você vai aguentar até o fim?
Olhei a rola tamanho cavalar e fiz que sim com a cabeça.
- Então fica de quatro no sofá. Ordenou ele.Abaixe minha calça jeans tirei a camisa e fiquei de joelhos no sofá com o fio dental no rabo. Ele vendo isso falou :
- Cara! Legal hem! Safado já sai preparado pra fuder hem!
E se colocou atrás de mim sarrando minha bunda, subia esfregando sua pica dura em meu rabo me deixando louco de tesão ,colocou a rola por debaixo do meu fio dental e no meio do meu rego começou a roçar como se tivesse metendo.
Puxou o fio de lado e começou a esfregar a cabeçona da vara em toda extensão do meu rego parando na porta do meu cu e fazendo movimentos circulares abria minha bunda pedia para eu piscar o cu e alojada a cabeça fazendo círculos.
Parou foi ao quarto pegar o que pensei ser camisinha e lubrificante. Voltou passou um pouco de um creme no meu cusinho e em sua pica dura e continuou a roçada deliciosa.
Colocando sua pica na minha entrada pedindo para eu piscar ele força firme e enterra parte do cacete. Eu ia pedir para colocar camisinha mas era tarde agora com 4 dedos de sua vara dentro do meu rabo só me restava gemer e guentar aquela trolha.
Joilson puxou a pica para trás e devagar porém, sem parar deslizou inteira dentro de mim, com suas mãos abriu minhas nádegas e repetiu o movimento umas 4 vezes até enterrar a pica duraça até as bolas. A mim restava gemer de dor e prazer com o favelado me alargando o rabo.
Joilson mexeu ou pelo menos tentou mexer sua vara dentro de mim e falou:
- Cara se guenta mesmo até o fim hem! Cusão apertado cara. Agora se vai saber porque o apelido de broca.
Dito isso começou a "brocar " meu rabo que por momentos doeu mas a dor deu lugar ao prazer e joilson estava com fome mesmo de cú. Só pedia para eu aguentar a brocada e que eu podia gemer a vontade pois só ia parar depois de encher meu rabo de porra.
Foram pra mais de 20 minutos de medidas de rola em meu cusinho ali de joelhos no sofá até ele parar e mandar eu sentar em sua broca grossa. Me ajeitou em seu colo e mandou vara pra dentro. Se eu tinha umas últimas pregas no meu cusinho elas se foram naquele momento, segurou minha bunda um pouco afastada e metia de baixo para cima na mesma intensidade que de joelhos, meteu até o momento que me puxou para sua cintura e disse :
- Mexe a bunda cara.
Agora eu já conseguia rebolar e assim fiz. Joilson deu uma esguinxada de pora em meu cu levantou minha bunda e reiniciou o batidão enquanto gozava. Aquilo era fantástico, nunca antes alguém gozou metendo em mim.
O favelado se satisfez. Gozou gostoso e eu também. Levantei de seu colo ouvindo ele dizer :
- Cara! Cu gostoso do carai, porra! Faz uma cara que não meto assim e gozo desse jeito.
E se levantou foi ao banheiro deu uma lavada na pica. Falou prá eu também limpar o cú pois estava escorrendo porra. Fiz isso e,como se nada tivesse acontecido,voltamos à mesa para terminar o que tinha vindo fazer.
Passei os papéis e pagamento. Fechamos o acordo. Me despedi passando meu número dizendo que podia ligar caso tivesse dúvida sobre o acordo ou pra outro assunto, e ele me disse com riso safado que ligaria sim para " outro assunto ", com certeza.
Fui para o escritório feliz tinha ganhado o dia.
Até o próximo conto caro leitor!
quinta-feira, 22 de março de 2018
Na casa do amigo de Ribeirão Preto
Olá, vou relatar mais uma fantasia.
Meu nome é Raphael, sou casado, costumo viajar muito, certo dia tive que ir até a cidade de Ribeirão Preto e fiquei hospedado na casa de um amigo, o nome dele é Luís.
Liguei antecipadamente para o Luís, para que me arrumasse um hotel mais em conta, meu orçamento estava apertado, prontamente ele falou que eu ficaria na casa dele. Ele mora em um apartamento de um quarto, e falou que ficaria no sofá cama da sala, assim, não teria muitas despesas.
Cheguei a Ribeirão, fui fazer o que precisava, e a tarde fui para o apartamento do Luís, me recebeu muito bem, comemos uns sanduiches, tomamos umas cervejas, fazia muito calor, depois falei que iria tomar um banho para me refrescar, o banheiro é pequeno, não tem Box, e deixei a porta destrancada, é um costume, passaram vários minutos, o Luís bate na porta, e me diz que estava apertado, precisaria usar o vaso para urinar, falei tudo bem.
Tomando banho para não o constranger, fiquei de costas, ouvindo cair àquela urina no vaso, fiquei excitado, meu pênis ficou duro, Luís percebeu, e perguntou se já tinha visto um macho mijar na minha frente, respondi que não, mas fiquei curioso pelo tamanho, tem 17 centímetros e é bem grosso.
Luís me disse se eu queria pegar na rola dele para ver como ela era sem muita cerimonia peguei no pênis dele já estava endurecido, e comecei a fazer os movimentos de vai e vem, e rola ficou bem empinada, e a cabeça rosada, apareceu, cai de boca mamando, senti o pau babando e latejando com muita vontade de gozar.
Luís muito safado me disse para sair do Box e irmos para a cama, me deitou de bruços, e começou a chupar minha rosquinha, fiquei gemendo e rebolando para ele. Depois de vários minutos, se deitou sobre minhas costas, e começou a roçar o pau sobre minhas costas, até por a pica entre minhas pernas, começou uma seção de vai e vem, até conseguir abrir a portinha, e colocar a cabeça, doeu muito, ele ficou parado, senti aquela dor com prazer, e foi pondo de vagar até o saco dele bater na minha bunda, cavalgava muito sobre mim, até sentir seu pau inchar e despejar o seu leite dentro de mim....
Depois, liguei para casa e avisei que precisava ficar mais dois dias em Ribeirão Preto....
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
MEU CUNHADO SAFADINHO
Bem acho que todos conhecem o meu perfil eu desde cedo gostei de fazer uma brincadeirinha com outro homem, a história que vou contar faz muito tempo quando ainda era de novinho uma certa época fui morar com minha irmã casada, meu cunhado trabalhava a noite e dormia durante o dia minha irmã trabalhava durante o dia, tudo começou certo dia que eu cheguei da escola como estava apertado entrei no banheiro apressado sem perceber que meu cunhado tomava banho como nosso banheiro não tinha box dei de cara com ele ali pelado todo ensaboado sem perceber fique alguns segundos admirando seu pau pois era primeira vez que eu via um ao vivo ele me chamou oi Toninho que ouve cara ?eu voltei a mim e disse tô apertado baixei as calça e sentei no vaso sanitário e fiquei olhando ele se enxaguar ele alisava o pau com sabão quando terminou disse depois toma um banho lava bem essa bundinha foi o que fiz mais minha imaginação era agarra aquele pau quando sai do banheiro ele me chamou no quarto eu mais que pronto já estava lá, que vc quer perguntei, vem deitar um pouco com cunhadinho não precisou pedir outra vez já deitei de costas pra ele me acheguei bem nele,ele fez eu deitar no seu braço forte e musculoso com a outra mão puxou bem minha bundinha contra seu pau que já estava bem duro, ele bem abrasadinho em mim falou no meu ouvido que gostoso teu corpinho deixa o cunhadinho acariciar tua bundinha eu balancei a cabeça afirmativo nossa uma delícia e uma tesão sentir aquela mão passeando na minha bunda na minhas coxas em poucos minutos eu já estava completamente sem roupa todo peladinho e logo senti aquele pau quente nas minhas coxas e aqueles pentelhos na minha bunda ele beijava meu pescoço e pedia aperta as coxinha no pau do cunhadinho eu não saberia descrever a sensação que sentia sentir o pau dele num vai e vem roçando minha bundinha meu anelzinho enquanto ele me segurava forte e fazia um vai e vem lentamente perguntava tu já Mamou um pau eu balancei a cabeça negativamente quer aprender a mamar ? Sim quero ele sentou na cama escorando uns travesseiros me fez deitar a cabeça na sua barriga eu fui devagarinho botando aquela chapeleta na minha boca ele cordenava e pelo espelho do guarda roupa ele via eu mamando seu pau isso meu gurizinho mama o cunhadinho vai assim que delícia quer leitinho na boca eu sem saber direito concordei não demorou muito pra ele segurar minha cabeça pra não tirar o pau da boca o pau dele inchou e recebi uns trez jatos de porra na boca enquanto ele gemia e extremecia fui obrigado a engolir porque ele não deixou eu tirar o pau da boca me elogiava e dizia que delícia vc garoto pegou um vidro de óleo de cima da cômoda despejou um pouco no meu pinto e na minha bunda pediu que eu continuasse a mamar aquele pau já meio mole enquanto ele me masturbava e foi aí que levei o primeiro dedo no cuzinho gemi alto mais tive a sensação de gozar e uns espasmos que fez meu corpo tremer o pau dele endureceu na minha boca mamei com mais avidez ele louco de tesão me botou de ladinho e fudeu minhas coxas até gozar novamente meu cunhado fez muitas sacanagem comigo mais nunca comeu meu cuzinho o máximo era um dedo no cuzinho que me levava as nuvens mais adiante conto mais sobre meu cunhadinho se gostaram votem deixe seus comentários obrigado e logo tem mais contos
terça-feira, 19 de dezembro de 2017
O amigo bêbado e mijado
Todo final de ano sempre aparece aquela turma que quer confraternizar e arranjar motivo pra encher a cara. Comigo não é diferente e muitas das vezes enrolo e acabo nem indo, mas dessa vez inventaram um encontro numa praia aqui perto de casa e como o sábado estava paradão resolvi sair e me divertir com os amigos, afinal nem sempre é dia bom pra uma boa foda.
A festinha ia começar às 19h00 e como agitaram um amigo secreto que eu não quis participar resolvi que chegaria mais tarde. Por volta das 21h00 peguei meu fardo de cerveja gelada e parti pra festa. Chegando lá fui cumprimentando o pessoal que conhecia, sendo apresentado a alguns namorados e namoradas de amigos e me enturmando com quem tinha mais intimidade. Um verdadeiro encontro entre heteros. De repente olho pra uma turma que estava batendo uma bola e vejo alguém acenando pra mim e logo vem caminhando na minha direção. O cara era bem branquinho, baixinho e parrudo, estava descalço, usando uma bermuda meio rosa e uma camiseta regata branca. Só reconheci quando ele chegou bem perto pois fazia mais de um ano que não o via. Me abraçou todo feliz de ter me reencontrado e pelo jeito enrolado de falar logo percebi que ele já tinha tomado umas a mais, mas até que tava divertido e eu bem me aproveitei dos abraços daquele parrudinho.
A festa seguiu até perto da meia noite e alguns amigos estavam agitando de ir pra um quiosque seguir bebendo, outros pra suas casas curtir seus parceiros e parceiras. Eu estava bem sossegado e tinha ido realmente pra me divertir com os amigos. Foi quando vi meu amigo parrudinho discutindo com um outro cara e pra não aumentar a confusão logo me aproximei dele falando que era melhor ir embora, que já tinha bebido demais e perguntei com quem ele tinha ido. Foi então que ele me contou que tinha vindo de moto de São Paulo onde estava morando recentemente. Vi que ia dar merda deixa-lo sozinho, procurei por algum amigo que sabia que ele tinha mais intimidade e não encontrei ninguém e como ele já estava bem bêbado disse que o levaria pra casa e que no dia seguinte ele voltaria pra casa. Ele logo concordou, agradecendo, dizendo que eu era um bom amigo e mais abraços vieram (pior que eu tinha bebido quase nada e estava bem sóbrio, mas... o que a gente não faz por um amigo gostosinho, não é mesmo? rsrsrs). O ajudei a calçar o tênis e apesar de baixinho ele tinha um pezão, me despedi de quem ainda estava por lá e fui ajudando ele a seguir pela rua. Quando estávamos a uma quadra de casa ele disse “preciso mijar” e então parou de andar e antes mesmo de dizer que estávamos chegando vi sua bermuda ficando molhada e o mijo escorrendo por sua perna e ele de olho fechado com aquela cara de alívio que ficamos quando mijamos. A cena estava hilária, mas ao mesmo tempo excitante. Pude reparar melhorar em suas pernas, as coxas eram grossas com a bermuda bem justa e a batata da perna bem definida. Peguei seu braço, passei pelo meu pescoço e o carreguei até em casa antes de acontecer mais uma surpresa.
Chegando em casa o levei direto pro banheiro e ele continuava viajando na bebedeira (tenho certeza que aquilo não era só bebida não), e como vi que ia ter trabalho resolvi que ao menos ia me aproveitar daquele corpo gostoso. Primeiro tirei sua camiseta bem devagar e com meus dedos na direção dos seus mamilos e quando vi seu peitoral me deu uma vontade grande de lamber ele todinho, ele tinha poucos pelos e parecia até mais novo do que realmente era. Quando cheguei na bermuda o meu tesão já estava a mil e como não estava fácil de tirar me abaixei e enfeitiçado por aquela imagem e cheiro fui abrindo e descendo ela passando a mão pela sua bunda. Estava na esperança da cueca ser branca, mas era amarela já meio surrada, tipo sungão, daquela marca que todo mundo que é tarado por cueca sabe qual é. Ela estava bem molhada, mas também deu pra notar uma marca que parecia porra e não aguentei e tive que chegar bem perto pra cheirar aquela delícia. Tirei sua cueca e vi um pau mole e com poucos pentelhos e quando o carregava pra debaixo do chuveiro vi sua bunda que também tinha poucos pelos e era bem carnuda. Arranquei minha roupa o mais rápido que pude ficando só de cueca (slip branca e com meu pau de 19cm apertado dentro dela) e ligando o chuveiro o enfiei debaixo da água e ele meio que reclamando mas sem muita resistência. Ensaboei seu peitoral descendo até a barriga e chegando em seu pau, o saco dele tinha bolas grandes e enchia minha mão. Virei ele de costas e com as mãos apoiadas na parede eu passei a ensaboar suas costas e sua bunda. Aquela bunda merecia muito ser acariciada e sempre abusando do sabonete fui dedilhando o seu cuzinho. Ele começou a gemer e então passei a outra mão pelas suas coxas e cheguei no seu pau que a esse momento já estava meia bomba. Comecei uma punheta de leve e senti ele aumentando de tamanho e meu corpo já estava bem próximo do seu e meu pau roçando naquela bunda. Tirei a cueca e comecei a roçar o pau no reguinho dele e forcei um pouco naquele cuzinho, mas percebi que era bem apertado. Decidi não forçar e seria sacanagem fazer algo com ele naquele estado então passei a punheta-lo e ao mesmo tempo me punhetando e roçando o pau naquela bunda. Ele gemia e em alguns momentos até parecia empurrar a bunda na direção do meu pau, mas logo ele gozou esporrando na parede e então eu acelerei a punheta e gozei em sua bunda. Acho que por ter gozado ele ficou mais relaxado e suas pernas bambearam e tive que segura-lo pra não cair no chão. Coloquei ele debaixo do chuveiro e bati em seu rosto chamando seu nome. Ele abriu o olho e falou “cara, acho que não tô bem”, eu disse pra ele que estava na minha casa e estava dando um banho pra ver se ele melhorava (sorte que ele não notou que meu pau ainda estava meia bomba e que a bunda estava esporrada). Ele me agradeceu e me deu um abraço e eu aproveitei pra passar uma água em sua bunda e terminar logo esse banho.
Terminei levando ele pra dormir no sofá e fui pra cama. De manhã arranjei uma roupa pra ele dizendo que por acidente a bermuda estava molhada, mas que ele poderia ficar com aquela minha roupa. Entreguei sua roupa numa sacola e meio sem graça por toda a situação, ele se despediu e agradeceu por tudo dizendo que depois voltava pra devolver a roupa... mas a roupa que eu queria já estava bem escondida, a cueca mijada dele
terça-feira, 29 de agosto de 2017
Meu Tio me comeu na mesma noite que me conheceu.
Olá, mais uma vez voltei pra compartilhar esse contos verídicos como todos os que postarei com o tempo, pra resumir tenho 1,70, branquinho, cabelos pretos e olhos castanhos, pesando 63kg.
Bom hoje vou relatar uma história de um tio Casado e muito sacana. Isso aconteceu a muito tempo, ainda era adolescente na fase dos 17 anos, tinha 1,65, um pouco mais cheinho, mas não gordinho. Meu tio na época que vou chama-lo de Willian tinha na faixa de uns 49 anos, 1,80, magro com uma barriga pequena pelas cervas que ele toma, ele era/é casado e tem dois filhos.
Era uma sexta feira e meu pai estava chegando do trabalho e eu da escola, como sempre eu chegava muito cansado devido a tantos livros pesados. Quando cheguei em casa minha mãe avisou que iríamos pra casa da minha avó, mãe de meu pai e que lá estava rolando um jantar pra recepcionar esses parentes distante lá do fim do estado. Tentei dizer que não queria ir, mas minha mãe rainha dos dramas não deu chance. Meu pai chegou e lembro que estava me arrumando. Fui bem simples, casa de vó eu sou o neto prodígio, depois de todos arrumados partimos pra casa da minha avó, chegando lá estava uma parentada que não acabava mais, não sou a simpatia em pessoa, mas fui educado, então meu pai me chama.
Pai: Ei filho, corre aqui no pai, deixa eu te apresentar teu tio Willian, o corno mais valente kkk
Eu: Opa, ele é meu tio pai?
Pai: É seu tio rapaz.
Eu: Oi Tio? Bênção tio?
Tio willian: Deus te faça feliz.
Nisso ele me puxou e me abraçou de lado apertando meu ombro e batendo no meu peito, fiquei quase bêbado com aquele bafo, e agoniado com aquele suor dele. Ele era bem simpático e legal até demais.
Tio Willian: Eita que tá um rapaz bonitão, tá grande, quando te vi você era uma criança ainda, ainda chupava dedo kkkk.
Forcei um pouco o sorriso. Queria era ir pro computador e falar com meus amigos.
Pai: E essa é sua tia Lúcia.
Eu: bencão tia?
Tia Lúcia : Deus te abençoe.
Logo me despedi deles e comprimentei pirmos e tios, naquele momento fui pro computador, Mas meu primo estava jogando e ai fui pro quintal onde tinha muitas mesas e luminárias pelas árvores do quintal. De repente eu escuro um grito do meu pai.
Pai: FilhóÓ, chega aqui.
Eu: Oi pai...
Pai: pega a chaves e abre o portão da garagem da tua avó e vai com teu tio comprar mais carnes e umas cervejas.
Eu: E quem vai dirigir? Ele? Vou nada pai, ele tá só a pinga.
Pai: rapaz ele não conhece nada, vamos só fazer uns churrasco aqui só pra beliscar.
Eu: Uma hora dessa?
Pai: Vá logo não discuta não.
Eu: Afs, ok pai.
Pai: Eii Willian o Felipe vai com tu. Ele vai abrir lá a garagem e vai contigo no marcado.
Tio Willian: Opa tudo bem, vou lá no carro.
Então fui me arrastando até o portão com uma preguiça daquelas, logo meu tio tira o carro e e tranco o portão. Quando entro no carro ele desliga e fala que vamos a pé. Pq ele estava meio legal e que ele tinha visto um mercado na outra rua. Eu até achei melhor. Então ele foi puxando assunto.
Tio Willian: E ai Netin o que vc anda fazendo?
Eu: Só estudando mesmo e as vezes saindo.
Tio Willian: Quando eu era da tua idade eu vivia curtindo lá no interior.
Ele falava e parecia que tinha a necessidade de sempre tocar nas minhas costas ou no ombro, até então nada estranhei, meu tio, hetero, casado e bêbado jamais que eu pensaria maldade. Entramos em uma rua que é uma subida e era meio escura. Ele continuava falando do tempo dele.
Tio Willian: Tu é doido macho, da tua idade eu metia na buceta das meninas e ainda gozava em cima da buceta dela.
Eu: Humm que legal, eu sou mais tranquilo.
Tio Willian: Pois comi muito priquito. Depois que casei foi que fiquei quieto. Tinha uma família pra tocar. Mas as vezes me arrependo de ter casado, não pelos meu filhos, mas pela minha mulher que tem muita frescura, eu sou do tipo que ama uma sacanagem Netin, minha esposa só chupou meu pau umas poucas vezes. Ela não gosta.
Eu: Que coisa tio, mas pq não fala pra ela?
Nisso já estávamos andando pq pelo horário estava tudo fechado. Com tantos roubos nos bairros melhores tudo fecha cedo.
Tio Willian: Sabe a quanto tempo eu queria uma mamada? No duro msm, muito tempo.
Nisso ele dava umas pegadas no volume, Mas nada muito frequente tão na cara.
Tio Willian: Sua tia só sabe o papai e mamãe. Do jeito que eu tô eu comeria até um viadinho se aparecesse aqui nessa rua.
Quando ouvi isso subiu um nó doido na espinha muito doido. Não acreditava no que acabei de ouvir.
Eu: kkkkk nossa tio a situação não tá fácil.
Tio Willian: Conhece alguém não que mame o tio? Preciso gozar numa boca quentinha
Eu: kkkk não conheço ninguém daqui tio. Eu só venho pra vó e fico na vó.
Percebia que o volume estava enorme.
Tio Willian: preciso gozar Netin.
Meu tio e eu estava passando em frente a um terreno com algumas paredes levantadas. Logo ele fala.
Tio Willian: pois vou dar uma mijada aqui.
Eu: ok tio.
Nisso eu acompanhei ele mas só por ir mesmo, tinha um desejo aflorando, Mas o medo era maior. Uma coisa é um cara normal, outra é MEU TIO. Fiquei olhando ele de costas e ai ele começou a mijar e aquele cheiro de urina forte pairava já no ar. Era um mijo forte daqueles de fazer barulho. Nisso comecei a rir pq parecia n ter fim
Tio Willian: Tá rindo de que Netin?
Eu: É uma pessoa ou um jumento minando tio?
Tio Willian: kkkkk tava apertado e eu acho que o jumento perde ne não?
Ele vira assim de lado e balança aquela piroca mole e com um saco pentelhuldos. Ele balança e rir.
Eu: É tio é quase um
Tio Willian: Já é assim mole imagina duro.
Fiquei meio sem graça
Tio Willian: Quer sentir ele duro?
Eu: Como? Eu não sei... melhor não.
Tio Willian: Vai Netin quebra esse galho pro teu tio. Desde que eu te vi já olhei essa bunda empinadinha. Vai o tio tá pedindo. Bota na boca só um pouquinho
Fiquei ali parado tentando saber se iria ou se dali eu seria o depósito de leite do meu tio que estava acumulado.
Tio Willian: Vem, eu sei que vc quer, sua boca não nega.
Ele pegou minha mão e me puxou devagar pra ele, botou a mão sobre meu cabelo e forçou meu corpo pra baixo. Meus joelhos estava na areia daquele terreno. Segurei aquela JEBA MOLE na mão e olhava ele olhando pra mim.
Tio Willian: Vai chupa o titio?
Eu sentia aquele cheiro forte do pau dele misturado com suor e os pentelhos. Aquele cheiro de macho de pau de hetero casado bêbado. Como estava mole a rola foi entrando meio em curvas. Mas assim que passei a língua na glande o pau dele foi mostrando pq ele era um jumento. Eu chupava ele é aquele pau mole vai crescendo na minha boquinha. Ele estava com tanto tesão que o pau dele babaca demais na minha boca.
Tio Willian: nossa Netin onde vc aprendeu a mamar um caralho tão profissionalmente? Orrrr forte caralho.
Já que estava ali e já tinha pecado então era tarde pra frescura e negar o tesão que ele despertou. Eu chupava ele e levava tapa na cara.
Tio Willian: Que gostoso, isso orrrr orrr porra Netin. Boquinha de veludo kcta.
Eu: Vai tio me dar leitinho, tá demorando.
Tio Willian: teus pais capricharam na putinha enrustida que vc é. Engole a pica toda.
Titio começou a forçar aquela rola. Era grande e não conseguia engolir toda. Eu engasgava e babaca meu peito quando aquele pau parava de fuder minha garganta. Eu estava vermelho. Titio me tratava como se minha boca fosse uma bucetinha. Eu estava com a boca melada de tanta pré porra que saia daquele pau. Ele passava aquele pau melado no meu rosto e me cuspia na cara e dava nela.
Tio Willian: putinha do titio vai saber o problema que arranjou pra mais tarde. Chupa, melhor do que as putas que como por ai.
Titio estava louco e não sei como n nos pegaram ali entre aquelas paredes meia caídas. Minha boca já estava dormente e meu pau melado. Titio segura minha cabeça com as duas mais e ai veio a sequência de estocadas dele. Meus olhos era só lágrimas e humilhava a esposa dizendo que deixava ela no chinelo só com a boca. Nisso ele xingando ele prende minha cabeça e só sinto na guela abaixo aquele líquido quente e com jatos na garganta e eu tossindo e ele prendendo e a porra saindo pela boca a cada tosse. Sentei naquele chão e ali estava com a boca fodida e dormente e com gosto de porra, bati uma e gozei muito tbm.
Tio Willian: bora bora macho faz bem 30 min que saímos.
Eu: ok tio, o que vamos dizer? Não temos nada
Tio Willian: vou dizer a verdade, que vc ajudou seu tio a botar tudo pra fora, mas no sentido de vomitar kkkk
Eu: Ok tio.
Eu estava com uma espécie de culpa pq depois do tesão a gente fica naquela pensativo. Me ajeitei e voltamos pra casa da vó, a gente estava preocupado pensando que o povo tinha dado falta, Mas família grande ne sempre é aquela reunião. Meu tio explicou que não foi de carro e tals por isso, meu pai saiu e foi comprar as cervejas e a carne kkk.
Bom espero que tenham gostando dessa experiência que ainda não acabou. Eu decidi contar pq me rende altas punheta. Fui tratado como um putinho e amei. Se curtiu deixa seu voto se quiser. Pois assim vou saber se querem saber mais dessa noite. Tenho outro conto verídico. Vou fazer diferente. Escolhe um desses temas se vcs quiserem saber das outras história.
1. O Namorado da minha amiga.
2. O Técnico da Sky namorado da minha amiga.
3. O Moreno drogado da Beira Mar.
terça-feira, 7 de março de 2017
Parado e revistado pelo seu polícia
A história é a mesma. Boladão, esquentei a cabeça dentro de casa com a mulher e saí puto pra dar um role, precisava espairecer. Moro num morrinho, mas não via graça em baile, então só peguei meu long e fui dar uma circulada pela Lapa, sexta-feira à noite. Fazia um intenso calor de verão, daqueles pré-temporal, e eu tinha uns trocados no bolso, acabei pegando o metrô até a General Osório e parei na Pedra do Arpoador. Ali perto tinha uma galera animada fazendo um luau. Pedi um copo de vodka pura e perguntei se queriam trocar por maconha, que era só o que faltava na festinha deles. Troca feita, começamos a fumar e beber, mas ainda assim fiquei afastado no meu canto, só observando as ondas indo e vindo no oceano, batendo contra as pedras. Era assim que gostava de relaxar.
Fiquei ali até umas três da manhã e, quando o sono começou a bater, voltei à longas remadas de long, demorando um pouco pra realizar o percurso de 12 Km de volta. Já ia beirando a comunidade quando acendi um último baseado pra chegar e dormir no grau, mas dei de cara com uma viatura na esquina da rua. Pelo ritmo que estava, passei direto e disfarcei pra me livrar do beck, porém os canas sentiram o cheiro e vieram me parando.
- De cara pro muro, amigo, por gentileza.
Detestava policial, mas vacilei feio.
- Boa noite, Seu Policia.
Tentei ser educado. Enquanto um continuou no volante, o que me mandou virar já foi saindo da viatura e apontando a arma pra mim. Usava um colete e o uniforme padrão por baixo, truculento como todos os outros. Obedeci e fiquei de cara pro muro, somente pisando sobre o skate.
- Solta a mochila no chão e tira o pé do skate.
Soltei a mochila, mas mantive o pé parado, porque onde estava era a parte inclinada da via e ele ia descer.
- Solta! - insistiu.
Suspendi o pé e não deu outra, o long derrapou e, em menos de 1 segundo, pegou velocidade.
- Eu falei, Seu Polícia!
Meio puto, fiz que ia começar a correr atrás dele, mas o pm gritou com o outro que tava no carro.
- Busca essa porra lá, ô Neves!
O tal Neves tinha aparência de mais novo e só obedeceu sem reclamar, nos deixando ali quase na porta do morrinho, com um carro ou outro passando pela Avenida. Com o rosto virado, pude ver o sobrenome do filho da puta na farda. "Leite".
- Tá pensando que tá em casa, viciado?
Seu tom era ríspido, meio cuspido.
- Onde tu escondeu o baseado? Fala logo que se eu achar vai ser pior!
- Que isso, Seu Polícia! Sou trabalhador!
Ele começou a me revistar, mas eu realmente tava limpo. A maconha que tava fumando havia jogado no chão. Ele passou as mãos brancas por cima dos meus tênis, foi subindo os pelos da minha perna, revistou os bolsos, camiseta e nada. Abriu toda a mochila e encontro um pacote de seda, mas nenhuma droga.
- E pra que isso aqui?
- Pra fumar tabaco, Seu Polícia.
Não acreditou. Dei um sorriso escroto por conta de seu fracasso em me dar um flagrante.
- Descalço naquela parede ali, meu amigo!
- Que isso, Seu Polícia, o senhor já viu que eu tô limpo..
- Descalço na parede, meu amigo! - repetiu.
Não teve jeito. Tirei os sapatos e novamente o pilantra veio me revistando, dessa vez sendo mais cauteloso.
- Eu sei que viciado esconde maconha em qualquer lugar.
Começou a olhar dentro dos sapatos, até nas meias mexeu. Por alguns segundos tive a impressão de que o puto as cheirou, mas ignorei. Voltou a mexer na minha bermuda, só que com mais ousadia, alisando minha bunda, a parte de baixo entre as pernas e virilha. Não se dando por vencido, encheu o mãozão no meu caralho e o segurou firme, junto com o saco na cueca. Na posição em que estava, só deixei que continuasse me alisando, mas agora havia entendido tudo. O viado não tava atrás de droga, por isso despistou o amigo. Ele tava era atrás de macho, veio tirar aquela onda comigo e agora tava com meu pau enchendo a mão dele.
- Se for mais devagar eu apaixono, Seu Polícia.
Falei bem sacana.
- Tá maluco, viciado? Te levo lá pra baixo, ein maconheiro de merda!
A cara de cu e agora mais rápido pra não ficar sem graça, o otário foi subindo as mãos pela minha blusa, passando pelos suvacos e outra vez desistindo.
- Continua procurando que o senhor acha, Seu Polícia.
Pra infelicidade dele, o Neves voltou na viatura e trouxe meu skate. Mais puto que tudo, ele me algemou e me levou pra viatura.
- Vamo levar esse viciado pra dar um passeio, Neves.
Nem protestei, só entrei na dança.
Seguimos até a parte baixa da via, onde ficava a cabina policial. Era até jeitosinha, parecia um escritório com banheiro, ar condicionado e até microondas. O polícia desceu e me tirou ainda algemado da viatura. O tal Neves continuou no carro, com uma expressão de dúvida sobre o que fazer.
- Tem certeza, chefe?
- Vai dar um rolé, Neves. Vinte minutos tu volta.
Ele obedeceu, aparentemente mais aliviado. Entramos na unidade e o puto sentou à mesa, anotando algumas coisas nuns papéis.
- E agora, Seu Polícia?
- Senta e espera.
Pedi pra ser solto e ele me encarou, rindo em seguida. Sorri e aí ele ficou sério.
- Pode rir, viciado!
Retornou ao papel.
- Cê não pode me deixar aqui preso se eu não fiz nada. - comecei.
Ele parou de escrever e voltou a me olhar.
- Mas se me soltar eu te falo onde escondi a erva.
Detestou a chantagem, vindo pra cima de mim e me rendendo novamente, agora contra a parede de dentro da unidade.
- Tá pensando que eu tô brincando contigo, seu merda? Abre logo a boca!
Mesmo com a truculência, continuei rindo e menti.
- Tá na cueca.
O puto nem hesitou, meteu a mão por dentro da minha bermuda e a encheu novamente com meu pau, vasculhando por baixo do saco, entre a virilha e até nos pentelhos. Aquilo tudo foi me deixando muito excitado e logo o caralho ficou meia bomba com tanta mãozada do pm safado. Ri e o deixei ainda mais irritado, mas ainda assim não parava de me patolar. Como tenho a piroca babona, acho que ele sentiu o pré-gozo na pele e aí sim parou com a revista, voltando a si.
- Cê acha que eu sou bobo, Seu Polícia?
O puto recuou um pouco.
- Cheirou minha meia, alisou minha perna, meteu a mão na minha piroca.. Um policial desse procurando macho na rua? Solta aqui, vai.
Fiz a maior cara de safado e cínico que pude. Era um mulato meio malandro, não tinha erro.
- Solta aqui que eu te dou piru.
Ele deve ter se lembrado da autoridade e me deu um tapa na cara, talvez achando que eu não falasse sério. Voltei a rir e debochei.
- Até teu sobrenome é Leite!
De frente pra ele, olhei pra baixo e mirei meu próprio pau duraço, marcado no tecido da bermuda. Ele percebeu e eu o pulsei, evidenciando ainda mais minha ereção.
- Solta aqui, Seu Polícia.
O safado soltou as algemas e eu nem dei tempo que se assustasse, pois desde o começo seu despreparo era claro. Tranquei suas mãos pra trás nas correntes e o prendi. Eu era capoeirista e rendê-lo foi fácil, só que o puto ficou muito nervoso, achando que eu ia machucá-lo, algo assim. Sarrei a piroca na parte de trás da farda dele, na bunda mesmo e falei em seu ouvido para acalmá-lo.
- Veio atrás de rola, né?
O levei pro banheiro e fechei a porta sanfonada, colocand-o no vaso e com a boca mordendo meu pau pelo tecido. Em pouco tempo o viado mostrou do que era feito, babando meu short todo e a rola junto. Eu roçava de todos os jeitos possíveis na cara suada dele, enquanto o piranho punha a língua pra fora e absorvia o gosto do meu pré-leite, com as mãos algemadas pra trás. Puxei pelo curto cabelo que usei pra conduzir os movimentos e fiquei impressionado com a imagem de um policial, que eu tanto não suporto, salivando pelo meu caralho.
- Tu quer piru, Seu Policia?
Dei-lhe um tapa na cara e o puxei pelo topetinho, dando uma cuspida em seguida.
- Quero! Me dá piru!
- Como é que pode, né?
Eu ria e o safado nem tava aí. Tentava diminuí-lo, mas não adiantava. Eu sabia que o fato dele estar ali fazendo aquilo também era proveitoso pra ele, mas minha raiva acumulada por aquela profissão estava toda ali presente, sendo meio redimida.
Botei o pau pra fora e bati muito na cara dele, mais do que havia batido com as mãos. Fiz questão de botá-lo pra mamar meus ovos até ficar com o cheiro deles. Queria sair dali sabendo que o puto do policial truculento ia ter que trabalhar com a cara cheirando a saco de homem da rua, que era o que ele também queria desde o começo. Pus a língua dele pra fora e a arrastei várias vezes contra os pelos suados das minhas pernas e também os pentelhos, desejando que o filho da puta não tivesse trazido escova de dentes pra poder dar plantão com o gosto do meu suor na boca, fluído do meu corpo.
- Tá gostando, tá?
- Tô!
Num determinado momento, minha devassidão foi tanta que fiz várias coisas ao mesmo tempo: enchi a cara do viado de tapa, de pirocada e de saco, descontrolado pelo poder que passei a ter por causa do desejo sexual e da putaria repentina. Botei o rosto dele de lado, puxando pelo topete que mais parecia um ganchinho de boquete. O encarei e fui batendo com a cabeça na língua de fora.
- Por que tu não falou logo de cara que queria piru?
Sentia o arrastar da glande na parte áspera da boca e isso me dava um puta tesão, mas ele não respondia.
- Agora vai ter que pedir pica.
O forcei. Ignorou outra vez e tentou me chupar, mas não permiti, deixando a rola balançando dura no ar e só batendo com a ponta no queixo dele.
- Só se pedir, viadinho. Pede pica, pede!
- Me dá!
- Não, tem que pedir direitinho.
Lasquei um tapa na cara do filho da puta, que já tava vermelha, suada e babada.
- Pede que nem uma cadelinha, vai.
- Eu quero essa pica!
Outra tapa na fuça. Dessa vez permaneci com o mãozão no rosto dele, dando tapinhas com os dedos.
- Direitinho, amor!
- Que delícia, me dá essa piroca, vai? Bota ela na minha garganta.
Era a única ordem que eu queria aceitar de um cana. Larguei-lhe pica no fundo da goela, do jeitinho que o puto pediu. Senti a compressão das amígdalas quentes na cabeça e enlouqueci, acelerando o ritmo das estocadas que dava por inteiras na boquinha umedecida.
- Ssssss! - gemia alto, sem medo.
Parava só quando sentia que tava perto de gozar e aí voltava a encher o rosto de baba, tapa, cuspe, etc. No auge do tesão, botei o filho da puta pra chupar meu pé e ele adorou. Me sentia completo vendo metade do pezão sumindo dentro da goela do policial marrento, que tava ajoelhado na minha frente e algemado, ao meu controle.
- Tá gostando?
Tirei tudo da boca e pedi que falasse comigo pra poder continuar.
- Quer sentir o gosto da sola?
- Eu quero, me dá!
Outra ordem aceita, esfreguei todo o comprimento da sola na língua áspera dele, gemendo mais e mais pelo tesão e submissão do cana ante a mim. Incrível!
- Prefere o pau ou o pé, viado?
- Eu quero os dois!
Ah, não botei fé. Sentei no vaso e forcei a entrada dos dois ao mesmo tempo, arregaçando a boca do puto. Ele não se fez de rogado e começou a chupar mesmo, indo e vindo aceleradamente como se precisasse daquilo pra permanecer vivo. Comecei a suar e senti outra vez que ia gozar, voltando à posição anterior pra finalizar o serviço.
- Quer tomar leitinho, Seu Polícia?
Ele parou de responder, só sugando mais e mais meu pau. Dei a última estocada goela a dentro e o ouvi engasgando e tossindo, começando a afogar a garganta com as galadas que eu tava despejando. Meu corpo ficou todo quente e aliviado, relaxado, como se pudesse dormir ali mesmo.
- Engole tudinho que eu gosto de viado obediente.
Obedeceu. Tirei o pau e trouxe um pouco de porra que veio escorrendo pelo canto do lábio dele.
- Não pode deixar cair.
Vesti novamente a bermuda e o deixei ali sozinho, indo tomar um pouco de ar do lado de fora. Fumei um cigarro que alguém deixou sobre a mesa e ainda tomei uma água no bebedouro que tinha na unidade, voltando lá pra dentro e preparado pro segundo round de submissão do PM viado que tinha me deixado encaralhado. Era muito bom em gozar duas vezes em pouco tempo, mas agora precisava ser rápido por causa do tal Neves.
- Vem aqui!
Botei o safado pra chupar só a cabeça, do jeito que eu gosto, enquanto batia uma punheta gostosa e alisava o sacão. Vira e mexe parava pra bater sozinho, afoito, doido pra jogar mais leite fora. Fiquei revezando entre essa afobação e a boca do PM, sentindo outra vez o gozo chegando.
- Vira aqui pra mim!
Puxei seu rosto e senti os curtos jatos de leite saindo e atingindo seu rosto.
- Sssssss! - gemia aflito.
Agora sim estava leve. Limpei e espremi o restante na língua, sentindo uma absurda vontade de mijar logo em seguida. Foi aí que tive a ideia final de como terminaria aquela noite de ditadura e não hesitei. Abri o vaso e comecei a despejar a urina quente e firme dentro d'água.
- Se tu fosse um viado de verdade..
Aticei o PM submisso, queria que ele sentisse a vontade de receber meu mijo de macho sem que precisasse pedir de verdade. E logo ele se enfiou de baixo, enchendo a cara de felicidade.
- Eu sabia!
Ri e me senti apaixonado por tudo que aquele safado me deixou fazer com ele. Não o soltei e nem ajudei a se limpar, só peguei minhas coisas e meti o pé, me sentindo parcialmente vingado pelos anos de truculência e abusos e me sentindo mega relaxado e leve.
A mulher não levou fé, o enteado levou ferro
Sou o Bruno, um maluco responsa de 30 e poucos anos, moreno, alto, careca, algumas tatuagens e barbudo. Fiz academia até os 20 e tanto, mas com o avanço da idade fiquei mais acomodado. Nunca fui de esquentar muito a cabeça com muita coisa, sempre fui muito tranquilão e sem neurose com nada. Comecei a trabalhar desde cedo, mas aproveitei a juventude ao máximo, enchendo as novinhas de pica e de vez em quando jogando um leite na boca dos amigos viados que pediam rola, estávamos aí pra isso. Como sempre, a rotina da vida vai modificando nossos rumos e, já na casa dos trinta, acabei conhecendo a Stela, uma mulher um pouco mais velha, mas muito fogosa e com um corpo espetacular. Começamos um relacionamento até que maneiro e bastante duradouro, que me fez parar com toda a vida de safadeza que tinha pela rua. Minha única preocupação real foi que a intimidade cresceu e ela sugeriu de morarmos juntos, trazendo consigo um moleque na porta dos 18 anos que era seu filho. A história começa daí.
No início da vida em casal, quase não via seu filho em casa. Eu saía de manhã pra trabalhar antes dele acordar e voltava no fim da tarde. Nesse tempo, o Lucas ia pro colégio e lá passava a maior parte do dia fazendo curso preparatório, retornando só pela noite quando eu já descansava pro dia seguinte. Era até bom assim, porque a Stela chegava praticamente junto comigo e podíamos transar sem nos preocupar com quem pudesse ouvir. Além disso, como morava sozinho até sua chegada, tinha o hábito de estar sempre peladão dentro de casa, com a rola balançando de um lado pro outro mesmo, e sem o moleque ali pra ver não tinha problema. Com a chegada das férias, a imagem do Lucas finalmente se fez presente e aí fomos tendo mais contato, de forma controlada e segura da minha parte.
- Bom dia.
- Bom dia, Bruno. Tudo bem contigo?
- Tudo indo, garoto. Estudando bastante?
- Ah, normal..
Em pouco tempo percebi se tratar de alguém bastante estudioso e focado. Por conta da minha experiência de vida e por ter vivido a juventude no meio onde tinha muito viado, cogitei seu comportamento como meio duvidoso, mas deixei passar porque Lucas ainda era jovem e fazia mais o tipo nerd reservado do que viado incubado. Além do mais, eu era apenas seu padrasto, não tinha filho daquela idade pra precisar de ter essas conversas. No geral, nosso contato era bastante respeitoso e foi melhorando conforme Stela viajava em seus seminários pelo país e nos deixava a sós durante dois ou três dias seguidos. Vez ou outra juntávamos na sala pra beber uma cerva e aí até assistíamos algum filme bom que tivesse passando.
Numa das vezes em que Stela viajou no fim de semana e nos deixou a sós, peguei o moleque saindo do nosso quarto na encolha. Ele ficou visivelmente constrangido com a minha chegada repentina no exato momento em que parecia armar alguma coisa, mas não dei muita bola pra ele não achar que eu tava puto ou algo do tipo, tentei até descontrair.
- Te peguei, né!?
- Bruno!!
- E aí, o que tá aprontando?
- Não, é que eu vi a porta aberta e..
- Relaxa, cara!
Ele ficou bem nervoso e eu pensativo, mas entrei no quarto e fechei a porta, dando a oportunidade necessária pra que se mandasse. Enquanto estive ali, pensei em várias possibilidades do que Lucas poderia ter ido fazer ali, até vasculhei algumas gavetas, mas não percebi nada fora do lugar. Dei um tempo e saí. Cheguei a comentar esse fato com a Stela, mas sem intenção de levantar qualquer suspeitas, e sim como se fosse uma curiosidade só pra ver o que ela pensava a respeito. Eu tinha minhas suspeitas, porém precisava saber o quão transparente ela pensava que fosse o filho.
- Acho que vou conversar com o Lucas, amor. Hoje ele tava sozinho aqui no quarto, de repente tá precisando de um amigo.
- Sério, o Luquinhas? Duvido! HAHAHAHAHAHA
Sua reação era cômica e surreal. Sem dúvidas não conhecia o garoto. Taquei-lhe piroca nessa noite pra matar as saudades que tava dela. Como hábito, fazia ela gozar e a safada dormia, satisfeita. Não sei porque não conseguia leitar quando passamos a morar juntos, tendo sempre que finalizar na mãozada. De repente era o receio de exagerar no barulho e o moleque acabar escutando o que fazia com a mãe dele, não sei dizer bem. Finalizei minha parte no trabalho dela e levantei no sapatinho até o banheiro.
Andei pelo corredor escuro e entrei pela porta com a piroca dura de tesão. A casa estava silenciosa, então não me preocupei em fechá-la, só botei o rolão mirado no vaso e comecei a largar o mijo que veio com certa dificuldade por conta da ereção. Mijar de pau duro é uma porra. Levei algum tempo e terminei, começando um movimento lento de punheta, sem nem chegar a cobrir a cabeça do pau com o prepúcio, só rapidinho. A caralha enrijeceu ainda mais, sem qualquer sinal de brincadeira, e em pouco tempo já tava babando toda, mal educada. Fechei os olhos e levantei a cabeça, esquecendo do mundo e pensando somente em mulheres que achava excitante. A mente deu aquela escorregada inevitável pro que eu mais queria esquecer: o Lucas, meu enteado. Seu corpo liso, fino, porém com as curvas certas, nos lugares certos, ficou preso na minha consciência e pesava tanto que o pau ficava daquele jeito, doido pra dar uma entrada no rabinho do filho da puta. Em todas as possibilidades eu só me perdia de desejo, lembrando do que fazia com os viadinhos quando mais novo, querendo a todo custo qualquer sinal de que meu enteado tava a fim de levar uma boa duma pirocada naquela raba grande que tinha, sentando com o cu em mim. Senti o gozo vindo de longe quando abri os olhos de relance e me assustei com o próprio Lucas na minha frente, observando atentamente o que eu fazia.
- Garoto!?
- Oi, Bruno..
Meu tom o deixou sem graça, sem saber o que dizer, talvez até mais do que eu mesmo.
- A porta tava aberta, eu..
- Relaxa, Lucas.
Só aí lembrei de tentar esconder a piroca dura entre as mãos, o que de nada adiantava por conta do tesão da punheta interrompida. A todo momento o moleque me manjava, dando cada vez mais o gostinho do que tanto pensava enquanto me masturbava, saciando até uma parte do meu desejo, por mais que não fosse fazer nada com ele ali assim de cara.
- Boa noite.
Quebrei o silêncio. Virei as costas pra sair, mas ele voltou a falar.
- Foi mal, Bruno. Por favor, não conta pra minha mãe.
- Fica tranquilo, garoto. Amanhã a gente conversa.
Esperei que saísse do banheiro e voltei pra terminar o punhetão que bati, pensando só na carinha de bobo e inocente do meu enteado me manjando, doido pra afundar a cabeça do moleque no meu pau e deixar só os pentelhos e as bolas de fora. Pensava em deixá-lo de joelhos na minha frente, pra servir o homem que comia a mãe dele da melhor maneira sexual possível, pra que depois fosse dormir com o cheiro do meu pau e saco na boca e na cara. O meu cheiro de homem impregnado por dentro do corpo de um moleque era agora o motivo da minha masturbação. Explodi em tesão e em leite, sujando o vaso todo de porra e chegando a abafar os gemidos que dava, mas com a sensação de missão cumprida ao menos por enquanto.
No dia seguinte, Stela viajou logo cedo e eu folguei na firma por conta das suspeitas de greve que estavam rolando na época. O sindicato estava em reunião nas outras empresas e nós, funcionários, fomos liberados pra acompanhar os andamentos. Sendo assim, a levei até o aeroporto cedo e voltei pra casa pra dormir mais, acordando novamente pouco antes do almoço. O Lucas apareceu um pouco depois.
- Bom dia, Bruno!
- E aí, Luquinhas? Dormiu bem?
Perguntei e sorri, talvez dando uma sensação de ameaça a ele. Esperou, pensou e respondeu.
- Sim e você?
- Ah, tudo normal..
Outra pausa.
- Minha mãe já foi?
- Foi sim, bem cedo.
Continuamos na cozinha, eu ajeitando o almoço e ele me observando, eu ainda naquela posição de "poder" por conta da situação na noite anterior.
- Olha, Bruno, eu queria conversar contigo.
O moleque não resistiu em ficar quieto e, pelo visto, precisava de se explicar.
- Fala aí, garoto.
Abri uma cerveja e servi em dois copos, entregando-lhe um e ficando com outro. Comecei a beber e o safado virou tudo de uma vez, me deixando impressionado.
- E eu nem sabia que tu bebia, viu moleque?
Rimos e a partir dai a conversa foi se tornando menos intensa e mais fluída.
- Manda.
- Olha, sobre ontem.. é que sei lá, eu não sou tão bom com as garotas, sabe?
Seu tom era baixo e sincero, estava na cara que tudo que dizia era verdade.
- E eu também não tive um pai pra conversar essas coisas, então não tenho muita alternativa.
Fomos da cozinha à sala e continuamos bebendo e conversando, eu no sofá e ele sentado no tapete. Sentei de forma que a mala acumulou na bermuda sem cueca que usava, mas o garoto agora não dava um mole sequer de me manjar.
- Não sei bem como contar isso, mas.. eu escuto o barulho de vocês à noite, sabe?
Começamos a rir e eu dei a primeira apertada na rola. Adorava saber que alguém ouvia o que fazia com a Stela, ainda mais sendo o próprio filho da coroa gostosa que eu tava doido pra comer. A cerveja foi fazendo efeito e foi a vez deu não disfarçar enquanto manjava o cuzão do viado gostoso. Não sei se o safado não percebia ou se fazia de despercebido, talvez não fosse tão forte pra bebida, mas que agora existia uma nova tensão no ar era fato.
- Tu deve ser bom no que tu faz, por isso queria umas dicas, Bruno.
Foi com essa frase que o moleque me ganhou de vez, mesmo que isso significasse que pegava garotas. Desde o começo queria estar mais próximo dele, conhecê-lo, e agora finalmente começava a ter a oportunidade, independente de não ser da forma sexual como desejava que fosse.
- Cê é virgem, Lucas?
- Sim.
Ele ficou visivelmente vermelho por ter revelado sua inocência pra mim, mas era algo que pelo visto queria mesmo fazer, porque respondeu rápido e firme.
- Mas tem uma garota que eu tenho curtido, só que ela não percebe. - continuou.
Nós ficamos nessa troca de conversa durante um bom tempo. Tive acesso a um Lucas frágil e inocente que ainda não conhecia, tão imerso em seu mundo nerd que não sabia como se portar quando o assunto era sexo, putaria e outras safadezas no geral. Conforme bebíamos e continuávamos o bom papo, ambos iam se soltando e ficando mais à vontade.
- Eu já queria te perguntar várias coisas antes, aí ontem te encontrei no banheiro daquele jeito e não soube o que dizer.
- Daquele jeito?
Ele tornou a ficar sem graça e voltei a rir, cruzando os braços e só descruzando pra tomar mais cerveja.
- É, cê tava lá todo excitado e tal.
Por mais que falasse do meu corpo, sentia seu tom seguro de aluno que aprende algo com um professor pelo meio das perguntas. Não me acho professor em nada, mas naquela situação era como se fosse, falando de juventude, comportamento, mulheres, etc.
- Normalmente eu não sou de bater punheta, moleque. É que ultimamente tem sido diferente, sabe?
- Coisas da vida de casal?
- Também, mas nada de mais.
Fez algumas perguntas sobre exercícios e academia, às vezes dando umas olhadas pro meu corpo, mas logo tirava o olhar, como se temesse alguma reação.
- Pode olhar, Lucas!
E ri, pra deixá-lo tranquilo. Ele começou a olhar mais consciente de si e agora sem medo, enquanto eu tentava forçar os músculos do braço pra mostrar. Por conta de todo o papo, não parávamos de beber cerveja e logo bateu a vontade de ir mijar.
- Vou dar um mijão, garoto.
- Também vou.
Levantei já com a mão por dentro do short, sentindo a pica meia bomba por causa do mijo acumulado, e o danado manjou. Cheguei ao vaso e despejei a água, sendo que o safado do meu enteado veio pouco depois que comecei, botando o cacete também pra fora da bermuda e mijando ali junto comigo, só que do lado oposto do sanitário.
- Muito bom mijar, né?
Suspendi a cabeça, relaxando o corpo por completo com a sensação de estar me aliviando. Lucas não respondeu, só continuou mijando e olhando pro meu pau, como se ainda quisesse perguntar alguma coisa.
- Desembucha!
- Será que depois que eu entrar na academia meu pau vai crescer também?
Comecei a rir e terminei de mijar, dando aquela balançada na benga, mas ainda sem guardá-la de volta no short. Ele riu junto e continuou.
- É sério, Bruno! Meu pau podia crescer e ficar que nem o teu.
- Tu achou grande?
Alisei os pentelhos e desci a mão na rola mole, subindo o prepúcio por entre os dedos e botando a cabeça pra tomar um ar. O cheiro de pica subiu forte entre nós, deixando a situação tensa outra vez.
- Eu achei! É por isso que minha mãe grita, né?
Gargalhamos, mas permanecemos ali, ambos com os caralhos pra fora e o meu enteado enchendo minha bola, dizendo o que todo homem adoraria escutar. O ego estava sendo afagado safadamente pelo bobo do Lucas.
Retornamos à sala e voltamos a conversar sobre suas questões. O Lucas disse estar apaixonado por uma garota que na verdade estava interessada no amigo dele, tudo por conta de seu jeito sem malícias, por isso queria alguém pra conversar e pedir conselhos. A garota preferia caras com jeito de homem mais velho, sendo que meu enteado parecia completamente inexperiente nessas coisas.
- Já teve alguma namoradinha?
- Não, Bruno.
Bebíamos mais e mais, porém o safado não me manjava mais. Ou de repente não quando eu estava prestando atenção, pelo menos. Nós comemos alguma coisa, conversamos e bebemos até o anoitecer e demos umas boas risadas. A bebida pesou com o sono e logo tomei um banho frio pra dormir. Pra contrariar minha mente que tentava se convencer de que meu enteado era só um nerd inexperiente, sonhei que o molecote me ordenhava como se precisasse muito do meu leite. Podia sentir a cabeça da pica arrastando contra a parte áspera da língua dele, ao ponto de me fazer contorcer os dedos dos pés e sentir um arrepio subindo pela coluna, algo que nem mesmo Stela havia feito em vida real. Me mexi diversas vezes nesta madrugada, tendo as mesmas visões embriagadas de que Lucas extraia meu gozo com a boca, com total maestria nisso.
Acordei pela manhã seguinte e tava todo gozado, com a piroca ainda latejando de tesão, pronta pra outro sonho daqueles. Apesar de tudo que bebi no dia anterior, só a cabeça de baixo que pulsava firme, doida pra ser engolida. Tive a ligeira impressão de ter sentido um cheiro de boca saindo do pau e pensei durante um tempo. Botei o short e desci procurando pelo meu enteado, precisava saber onde o safado tava.
- Lucas?
Bati na porta do quarto e ela abriu um pouco, revelando que ele dormia tranquilo na própria cama. Fiquei mais calmo e fui mijar pra poder aliviar o tesão matinal que estava, já que não pensava em outra coisa senão no meu enteado. Queria muito que ele fosse viado pra eu poder comer aquele cu sem pena, mas o Lucas era só nerdão, então tinha que me controlar. Fui no mercado comprar algumas coisas pro almoço de chegada da Stela e não demorei. Quando voltei pra casa, dei de cara com o danado tomando sol peladão. Estava deitado de bruços numa esteira reclinável na beira da piscina, com o rabão empinado pro alto e aparentemente cochilando, sem perceber minha presença. Sua cintura era fina, mas tinha coxas grossas que pareciam se enfiar pra dentro de um cuzinho apertado na altura da bunda, com muita carne pra bater, morder e rasgar de tesão. Fiquei de boca aberta e, quando me dei conta de que tava ali parado manjando o cuzão do meu enteado na cara de pau e com a piroca começando a dar as primeiras pulsadas, voltei ao que fazia em silêncio. Fiquei muito desconsertado com a situação e com a ousadia daquele rapaz que outrora parecia tímido e inocente, mas mais que isso, fiquei foi de pau duro pra caralho e tive que tomar um banho de água fria pra eliminar a imagem que vi da cabeça. Soquei um punhetão, mas o caralho voltou a subir. Esperei a mulher chegar aquela noite e fodi tanto a cadela que ela pediu arrego e caiu morta de cansaço após gozar. Eu, por outro lado, não tinha jogado leite pra fora.
- Deixa eu gozar no cuzinho? - tentei.
- Não, amor. Tô cansada.
Fui pra varanda fumar, ainda com a cena do rabo do garoto borbulhando na cabeça. Pra completar, tinha visto umas cuecas que ele deixou secando no varal e me perguntava como era possível caber tanta raba ali dentro, porque mais pareciam calcinhas. Depois de um bom tempo, conversei com Stela.
- Amor, cê já pensou se..
- Se.. ?
- Não sei como dizer isso.
- Pode falar.
- Eu acho que talvez o Lucas seja gay..
Ela começou a rir alto.
- Sério, o Luquinhas? Duvido! HAHAHAHAHAHA
Era só isso que a gostosa da mãe dele sabia dizer quando o assunto era o filhão.
- É sério, Stela!
- Só você, Bruno!
Riu ainda mais alto, me ignorando por completo. Minha mulher não tava levando fé no papo que eu tava dando sobre a sexualidade do garoto e isso tinha tudo pra dar errado. Primeiro porque até eu mesmo achei que o cara era só um cdfzinho dedicado, mas agora já estava completamente desconfiado das últimas ousadias que presenciei dele, que se dizia tão tímido e inseguro de si, mas que, parando pra pensar agora, já tinha visto meu caralho, minha punheta, meu mijo e tudo na base da conversinha boba. Segundo porque eu já tinha botado muito viado pra me mamar ao longo da vida, mas nunca havia comido um ainda e a Stela tava sempre fazendo a porra do cu doce pro meu pau. Péssima combinação pra alguém como eu. E por último, mas não menos importante, não importa se ela ia escutar ou não, o garotão tava com o cu pro alto, de bobeira, pedindo pra levar rola. Todos esses pensamentos me deixaram monstruosamente excitado de novo.
- Tá animado, ein?
- Só de pensar nesse cu, Stela.
Mostrei a ela o caralho marcado no lençol, mas a vaca ignorou. Virou pro lado e dormiu. Pra dar o ponto final em tudo, ainda saiu às pressas na manhã seguinte, dizendo que tinha uma viagem marcada não sei pra onde e havia esquecido. Era tudo que faltava.
Voltei do aeroporto, onde a deixei, e troquei de roupa, ficando outra vez só de short. Não sabia do moleque e queria distância dele a todo custo, porque tava a ponto de bala e doido pra arrumar uma putaria pesada com qualquer um que fosse. Foram tantas imagens e visões de cu nos últimos dias, que deitei pelo sofá mesmo e fiquei viajando entre o sono e o cansaço físico, de olhos fechados e relaxado, porém sem dormir. Estava com uma das pernas jogadas pra parte de cima do sofá, por cima do encosto, quando escutei o barulho de alguém entrando pela porta e me mantive estático, fingindo que dormia. Ainda incrementei uma espécie de ronco pra soar ainda mais convincente, não queria ser incomodado, ainda mais se fosse meu enteado. Ouvi passos se aproximarem e logo afastarem, subindo pela escada. Abri o olho pela lateral e identifiquei o Lucas, mas antes mesmo de fazer qualquer coisa, ouvi os passos do safado retornando à sala e bem próximo a mim.
- Bruno?
Não respondi. Ele me deu um tapa fraco na coxa e chamou novamente.
- Brunooo?
Continuei roncando, como se estivesse imerso em um sono profundo, e foi aí que veio a confirmação. O putinho foi escorregando a mão bem devagar pela minha perna peluda, até chegar ao elástico da bermuda e passar pra parte de dentro. Bem devagar pra eu não "acordar", o piranho do Lucas não hesitou em encher a mão no meu caralho meia bomba, dando uma boa de uma segurada que suspendeu até meu saco. Que viado safado! Mas deixei que se fizesse. Às vezes ameaçava me mexer e o malandrinho tirava as mãos como se fosse morrer, mas não resistia a voltar e continuar. Não tive como não ficar muito excitado com a situação e logo a piroca já tava em ponto de bala na mão do garoto por dentro da roupa. Ele segurava bem na base, tentando agarrar a grossura por completa. Eu, sentindo a mão quente envolta no meu membro mais do que ereto, contraía ainda mais forte pra que o puto pudesse sentir meu calor e o fluxo de sangue pelas veias do meu caralho. Abri os olhos, mas ele não me olhava, só focava em tentar me punhetar, sem muito sucesso dentro do short. Quando finalmente me viu e percebeu que o olhava, se assustou e tirou as mãos.
- Bruno!?
- Pára não que tá gostoso, moleque.
Ele continuou parado, até que peguei sua mão e levei de volta até meu caralho por fora da roupa. Cruzei minhas mãos por trás da cabeça e só relaxei o corpo, sentindo a punheta começar meio tímida. Olhei pro Lucas e ele ainda tava incrédulo, me olhando.
- Bate essa porra, moleque!
Tornou a tocar, mas seu nervosismo era claro.
- Bruno, por favor! Não conta pra minh-
Antes que pudesse terminar, arriei sua cabeça pela nuca e atolei a vara na goela.
- Tá falando pra caralho, ein moleque! Engole essa vara.
Sentia a língua do viado tentar passar por debaixo da vara, mas do jeito que fazia pressão contra, não tinha chance. Ele ia mamar e ia mamar tudo bem ali, debaixo do meu nariz e comigo acordado, vendo. Chega de gracinhas.
- Sai!
O puto conseguiu se soltar, mas o segurei pelo rosto com as duas mãos e o encarei.
- Vai falar que tu não queria chupar essa pica?
- A minha mãe, cara!
- Pode ficar tranquilo que enquanto ela não levar fé que tu é viado, tu vai levar ferro. Era o que tu queria, né?
Ele não respondeu. Tentava entrar novamente na boquinha do safado, mas ele não deixava, se fazendo de difícil.
- Vai falar que não, seu moleque? Tava procurando o que no quarto aquele dia, cueca minha pra cheirar? Eu não uso, mas agora tu pode cheirar direto daqui, ó.
Comecei a cutucar suas narinas com a glande ainda babada.
- Abre a boquinha, abre? Abre que eu sei que tu já andou mamando esse caralho de madrugada, não se faz de difícil agora não.
O bobo me encarou de baixo, ainda de joelhos ao lado do sofá, e abriu o sorriso mais devasso que já vi num viado. Parecia que finalmente alguém o tinha exposto e que não tinha problema nisso, pelo contrário. O semblante de piranho nunca pareceu tão dele como naquele instante. O putinho alisou meus pentelhos e subiu as duas mãos pelo meu corpo, até alcançar os mamilos.
- Seu safado! Cafajeste!
- Eu, né? Chupa logo essa porra!
- Vai falar que tu não tá doido pra me comer?
- Te comer? Eu vou é te rasgar, moleque!
Riu e engoliu meu pau como se há poucos segundos não estivesse relutando pra fazê-lo. Agora eu provavelmente ia ter que usar de força bruta pra não deixar o viado me sugar por inteiro, porque com aquele puto todo dia vivendo sob o mesmo teto que eu, tarado num cuzinho, não ia dar certo. Além de ser bom no que fazia, o safado ainda era abusado e não parada de me encarar, mesmo com a cabeça do pau tocando o céu de sua garganta insistentemente, ao ponto de arrancar uma ou outra lágrima de seu rosto por causa do nervoso e concentração.
- Cê gosta, né?
Ele só fazia que sim com a cabeça, porque tava de boca bem cheia. Só meus sacos ficavam pra fora, e nesses momentos eu usava e abusava de suas orelhas, fazendo-as de alças que puxava pra chegar bem lá no fundo da traquéia. Quando dava certo e o safado não engasgava ou tossia, seu nariz era tampado somente pelos meus pentelhos e pele do corpo. Nunca havia recebido uma garganta profunda dessas na vida, tampouco imaginei que quem me faria ir ao céu assim seria o filho da minha mulher.
- Caralho, Luquinhas! Que isssss!
Só tirava o pau da boca pra chupar os ovos e batê-la na língua, como se tivesse se punindo de uma forma deliciosa.
- Gosta mesmo de uma rola, né?
- Posso nem ver, Brunão!
- Então fica com essa pra você, pode fazer o que quiser com ela.
Acarinhava seus cabelos e nem forçava mais a cabeça do moleque pra ir fundo, ele mesmo já tinha aprendido como eu gostava e queria, até o talo e forçando a saída da uretra. Já sentado no sofá, só joguei os braços pra trás no encosto e virava os olhos de tanto tesão que o viado me proporcionava ali, de joelhos aos meus pés e com minha pica atravessada na boca como se precisasse muito dela. Isso sim que chamava de amor.
Quando achei que não tinha como ficar melhor, o Lucas me vem com essa.
- Tá gostando?
Não respondi, só dei uns tapas no rosto.
- Tô melhor que ela, Brunão?
Não acreditei naquela piranhagem toda e dei ainda mais tapas na cara do viado, dessa vez mordendo os beiços à cada mãozada no rosto. Numa dessas, o puto abriu a boca e começou a chupar meu dedo, colocando o pau de volta em seguida e sugando ambos ao mesmo tempo, tudo isso me olhando com cara de menino pidão.
- Tua mãe não curte chupar.
Ele arregalou os olhos e foi outra vez até o talo, me fazendo curvar a cabeça pra trás de tanto êxtase. Às vezes tirava da boca pra falar.
- Não acredito que ela deixou um macho desses sem uma mamada tanto tempo!
- Pois é, ainda bem que o filhão dela é um bezerrão doido pra tomar leite.
Estava adorando o jogo de cintura do filho da puta do Lucas. Depois de tanto tempo fingindo e se esgueirando, não é que o viado agora tava me mamando e prestes a liberar o cuzinho pra mim? Pensando nisso, virei seu corpo pra cima de mim e removi sua bermuda, dando de cara com uma calcinha fio dental que o piranho tava usando.
- Aaah, seu viado, tu não fez isso!
- Fiz pra você, Brunão!
Afastei a alça do tecido e fiquei cara a cara com o cuzão do moleque, que deu a primeira piscada pra respirar, jogando o cheiro de cu virgem na minha cara.
- Que nostálgico, moleque!
- Fala..
No meio da putaria, começamos a trocar uma ideia, eu lingüando o buraco e ele com a boca envarada.
- Já botei bastante viadinho pra me mamar quando era mais novo, sabe Lucas? Nunca achei que um dia voltaria a ter essa tara, muito menos com meu enteado.
- Ah, mas pelo menos você teve a quem comer esse tempo todo, né?
Comecei a rir.
- Tua mãe não libera o cuzinho não.
Ele virou pra mim completamente assustado.
- MENTIRA!?
- É sério!
O viado relaxou por completo e o cu abriu facilmente na minha língua, me dando ainda mais espaço dentro dele e fazendo com que se contorcesse de tesão com aquela invasão quente e úmida por baixo. Afastava sua bunda com as mãos ao mesmo tempo que enfiava um ou dois dedos cuspidos cu a dentro, sentindo a reação das pregas contra minha presença. O rosto suava muito pela tensão.
- Por que um macho como você ainda tá com ela, então?
Que moleque devasso, não tava nem aí que era a mãe dele que tava sendo falada.
- Tá falando muito, chupa essa porra aí!
Quando consegui aplicar o terceiro dedo e deslizar pra dentro sem muitas dificuldades, decidi que era hora. Olhei pra cara dele e o semblante de piranho ainda era presente.
- Tá preparado pra aliviar o padrasto, moleque?
- É minha obrigação, já que minha mãe não faz isso. Um pecado deixar um homem desses sem cu.
Botei o puto de quatro no sofá, sem tirar a calcinha, só com a alça puxada pelo lado. Mandei que abrisse a bunda e coloquei a cabeça na porta do cu, que já contraiu logo só pelo contato da pele na pele.
- Tu toma anticonceptional, né?
Brinquei e nós rimos. O trouxe pra trás pelos ombros e arqueei seu corpo, facilitando o impulso. Fui chegando pra frente à medida que entrava, até o ponto em que pude sentir o anelzinho dele pegando foto ao redor do meu caralho rígido. A sensação era de total corrupção e prazer, principalmente pela quentura da coisa, mas ainda não era suficiente, queria sentir todo o cu dele latejando na minha vara por completa, agasalhando-a por inteira.
- Tá gostoso, Lucas?
- Não pára, pode ir!
Fui atolando e cada vez mais as pregas contraíam, me rejeitando, mas de nada adiantava. Em poucos minutos senti o fundo do cu do Lucas alisando a cabeça da piroca, garantindo uma sensação gostosa, só aí fiquei satisfeito. Senti também o anel contraindo na base do pau, repuxando até a pele do saco de tão próximos. A pica sendo coberta e pressionada por carne quente e apertada por todos os lados. Na pele então, chegava a contorcer os dedos dos pés de tanto tesão naquela fricção.
- Entrei, Luquinhas. Tô todo dentro de você, tá me sentindo?
Fazia questão de dançar e pulsar a rola dentro dele, pra ter certeza de que alargara cada preguinha do cu.
- Que delícia!
Afastei um pouco o corpo e tornei a entrar, repetindo em movimentos lentos e aumentando o ritmo das estocadas num curto período de tempo. Suávamos bastante e o safado começou a gemer alto, me deixando ainda mais afoito pra acabar com aquele rabo empinado do viado. Estocava com as dedos fincados em suas coxas, deixando mais marcas no corpo dele, enquanto o puto só sabia arfar e gemer. Joguei o corpo sobre ele e o imobilizei, tendo total controle da situação, investindo somente com o quadril sobre sua bunda na cama. Parecíamos um único sistema de funcionamento sexual, colados e já compartilhando do mesmo suor que escorria de um pro outro. Botei o piranho de franguinho e comi o cu dele de um lado pro outro, explorando cada canto da bunda que ainda não tinha ido.
- Cuzinho apertado da porra, ein Lucas?
- Deixa ele larguinho, Bruno! Me fode, vai!
Eu só obedecia, enchendo o rabo dele de pica, às vezes segurando pela nuca, às vezes pela cintura pra que não corresse das investidas fortes que dava. Pra minha surpresa, o Lucas gozou sem nem tocar no próprio pau e logo eu também senti o gozo vindo.
- Vou lotar esse cuzinho de leite, ein! - falei no pé do ouvido.
- Pode encher!
Dei a última estocada bem no fundo e o orgasmo pareceu uma explosão ali dentro. Nem sei quantas jatadas de gala foram, mas foi suficiente pra transbordar o rabo do meu enteado e escorrer pelo forro do sofá. Bem na hora que comecei, o safado contraiu tudo e apertou mais ainda minha vara, dando uma sensação maravilhosa que ainda não tinha experimentado antes.
- Caralho, cachorra!
- Me bate!
Dei-lhe muitos tapas e lambidas na cara, sorvendo o suor de quem agüentara minha vara por completa e sem reclamar. O puxei pelos braços e o coloquei deitado sobre meu peitoral.
- Descansa pra mais tarde, ein. - avisei.
Ele riu.
Depois dessa foda, eu e Lucas viramos bons parceiros de putaria. Nosso tesão era tão grande que até mesmo com a Stela em casa eu acabava o comendo, mesmo sem querer. Tudo era motivo pra uma boa foda entre a gente, mas isso não afetou em nada meu relacionamento com minha mulher, porque ainda conseguia segurar o tesão pra comer ela quantas vezes quisesse. Saía morto desse seqüência, mas completamente leve de tanto leite extraído. Numa das várias vezes em que jantamos todos juntos à mesa da cozinha, o piranho me alisou com a perna sem que a mãe visse, me deixando de pau duro ali mesmo. Quando Stela levantou pra lavar a louça, o vadio do Lucas veio e sentou no meu colo, nem aí que ela pudesse simplesmente virar e dar de cara com aquela cena.
- Tá maluco, viado?
- Ela vai ficar um tempo na cozinha, dá pra tu me comer aqui.
- Sobe agora!
Ele obedeceu e fui na cozinha, a benga repuxando o short.
- Amor, viu minha toalha?
- Ué, não botou pra lavar? Vê se o Lucas pegou sem querer.
Sai lentamente e, assim que saí de seu campo de visão, meti o pé pro quarto do moleque. Reparei que ela ainda estava no começo da limpeza, então teríamos tempo, mesmo que breve. Ainda tava na escada quando já comecei a socar um punhetão com o caralho pra fora, só entrei no quarto do viado, mas não vi ninguém. Fui até meu quarto, ainda escutando o barulho de pratos e talheres lá em baixo, e encontrei o devasso do meu enteado de quadro na cama de casal onde eu comia a mãe dele.
- Se não for na frente dele, vai ser aqui.
Arrebitou o rabinho e me chamou com o dedo, afastando em seguida a bunda com a mão.
- Tu não vale nada, seu viadinho!
Apliquei o caralho certeiro no cu que eu mesmo alarguei e dessa vez comecei a foder sem dificuldades. Como precisava acabar com tudo bem rápido e já tava no pique da punheta, fiquei sobre ele como se fosse um sapo, torando o cu da maneira mais veloz que podia. Travava nossos corpos na cama pra poder tomar impulso mais facilmente, ainda focando no barulho da cozinha. O safado soltou um gemido baixo, mas dessa vez não podíamos abusar mesmo.
- Hoje não, Lucas.
Enfiei-lhe o pé na boca, todo torto sobre si, mas o puto não se deu por vencido e ficou chupando meus dedos, passando a língua entre cada um deles. A cama rangia baixinho, me deixando ainda mais nervoso, mas o tesão é foda. Quando o barulho lá em baixo parou, senti o gozo vindo e escutei passos na escada. O pau outra vez só faltou explodir completamente o cu do viado, mas nem tivemos tempo, ele só vestiu a calça e eu guardei a rola dura. Avistei minha toalha sobre a cômoda e joguei em cima dele, que ficou me olhando como se não entendesse. Assim que a mulher apareceu na porta, peguei a toalha que acabei de lhe entregar.
- Valeu, cara!
- Achou? - Stela entrou.
- Sim!
Lucas virou pra sair e ainda pude ver a calça toda molhada na parte de trás, por conta do meu leite que saia do cu dele. Antes de meter o pé do quarto, ele ainda virou e deu uma piscada pra mim, enquanto me abraçava com Stela e já segurava a bunda dela, o caralho sem descer.
- Tem alguém animado hoje?
- Tô doido pra comer esse cu!
Ela fechou a porta e riu, já me negando de cara o pedido, mas liberando a bucetinha de boa. A rotina sexual deu uma girada total por causa dessas putarias que comecei a aprontar com meu enteado.
quarta-feira, 24 de junho de 2015
TRANSANDO COM MEU PRIMO NO CARNAVAL
Todos os anos costumo ir pra uma casa de praia do primo Thiago em Búzios pra curtir o carnaval, certo dia meu primo me perguntou se eu estava animado pro carnaval e pra surpresa dele eu disse que esse carnaval seria diferente e que eu ia curtir o carnaval com uns amigos, senti que ele pensou sobre esse fato.
No dia seguinte ouvi por alto meu primo dizendo pra minha tia que decidiu não ir pra Búzios... (Fiquei pensando sobre isso).
Eu... Já com meus amigos no carnaval, me sentindo meio bêbado decidi ir embora, do taxi percebi que estava rolando um bloco as proximidades da minha casa e loucamente pedi o taxista pra parar ali mesmo, não sei o que deu em mim...Queria curtir a noite e foi o que aconteceu...rs
Caminhando por aquele bloco de rua eu com meus olhos de tandera avistei meu primo Thiago bebendo com uns amigos .
Obs: Eu tinha 18 anos e meu primo 19, meu primo tem cara de alemão e nesse período ele fazia natação , tinha um corpo incrível e uma bunda deliciosa!
Resolvi falar com ele e seus amigos, fiquei de boa com eles e depois de uns minutos decidi ir embora .
No meio do caminho pra casa meu celular começou a vibrar, era Thiago, dizendo que não queria dormir sozinho e me perguntando se eu queria dormir em sua casa!
Achei a ideia interessante e fui pra casa dele!
Já na casa do meu primo, pedi uma toalha pra tomar um banho, no banho ouvi ele batendo na porta, perguntei o que ele queria e ele disse que queria dar um mijao e eu disse ok!
Observei que ele urinava e ficava me observando no banho, gostei daquilo!
Perguntei em que quarto eu poderia dormir e ele disse que íamos dormir juntos no quarto da minha tia já que todos estavam em búzios, já deitados conversamos durante uns 40 min sobre punheta e outras coisas bobas e fomos dormir!
No meio da madrugada algo me fez acordar, era meu primo e ele estava esfregando a perna no meu pau que estava super duro.
Com muito prazer comecei a bater punheta e ele simplesmente apertou o foda- se e começou a me chupar, tenho uns 17 cm grosso!
Ainda me lembro daquele momento e só de pensar fico logo de pau duro!
Thiago continuava me chupando e sentia ele passando a língua na cabeça do meu pau, depois de uns minutos eu mandei ele deitar de bruços, não demorei muito e comecei a esfregar meu pau na portinha do cuzinho dele, que delicia, não demorei muito e forcei a entrada do meu pau, mais não entrava!
Vou ser franco, coloquei um creme de qualquer coisa na minha mão e passei no meu pau que já estava babando de tão excitado, comecei a tentar meter e quando entrou pra minha surpresa ele sentiu dor e deu um soco na minha perna dizendo: Esta doendo, está doendo!
Eu estava muito loko e exitado, não demorei muito a socar o cuzinho gostoso dele e ele gemia gostoso!
O pau dele era tipo uns 18cm e ao mesmo tempo que eu socava seu cuzinho observava sua punheta, ele me olhou dizendo : Continua ,estou quase gozando Lipe !
Comecei a socar com força ,soca, socar...
Olhei pra ele e disse : Thiago vou gozar cara!
Ele disse: também estou quase !
Senti meu gozo vindo como uma explosão , senti meu gozo jorrando dentro dele e vi ele gozando!
Depois de uns segundos tirei meu pau do cuzinho dele e algo me deixou tenso, meu pau estava sujo de sangue!
Perguntei se estava tudo bem, ele disse que estava e fomos tomar banho juntos !!!
O conjunto da obra foi muito gostoso , tomamos banho juntos e fomos dormir !
Depois desse dia fudemos varias outra vezes !!! (enviado pelo leitor do blog felippe)
sexta-feira, 27 de março de 2015
sábado, 14 de março de 2015
sábado, 7 de junho de 2014
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