segunda-feira, 25 de maio de 2015

PRAIA DE NUDISMO

MC BELLOT PUNHETANDO NA CAM

MC BRISOLA BATENDO PUNHETA NA CAM

O DIA EM QUE DEI PARA MEU TIO

Bom galera, o conto que eu venho falar para vocês é real é me assombra um pouco. Eu namoro com uma menina, a 9 meses, e temos um relacionamento sexual ativo, ela além de ser linda, é super gostosa, e gosto muito dela. Eu não sou gay, pois nunca senti paixão ou amor por outro cara, porém, sempre senti tesão por alguns tipos de cara. Aquele que tem aquela leve barriguinha, meio gordinhos, peludinhos, sempre foi meu tesão maior. Eu tinha um tio, Luis é o nome dele, que tinha esse perfil de gostoso que citei acima. Careca, ele tinha uns 40 e poucos anos, eu morava na casa ao lado da dele, e sempre ficava observando ele da janela do meu quarto, sem camisa, só de cueca, e ficava bastante excitado, me masturbava muito pensando nele, porém, sentimento apenas sexual. Me mudei de casa, e vim morar em outro bairro, um pouco longe, e via ele apenas na igreja, e bem comportado, de roupa social e tudo mais. Até que então, minha mãe começou a frequentar a casa dele, porque a minha tia tinha tido um bebê, e eu quase sempre ia junto com ela. E lá estava ele, quase sempre sem camisa, eu ficava doido. Esse meu tio, ele é um cara que faz de tudo, marceneneiro, eletricista, e minha mãe pediu pra que ele fosse la em casa arrumar a janela da cozinha, que tinha estragado um negócio no trinco, e eu estaria em casa na hora que ele fosse lá pra ajudar ele. Nessa época tinha 17 anos, eu sempre fui meio gordinho, mas tinha um bundão top, ainda tenho na verdade haha. Então ele chegou lá, e começou a arrumar a janela, e era em fevereiro, e estava bem calor, ele perguntou se eu me importaria que ele tirasse a camisa, falei que poderia (imagina a alegria do moleque). Quando ele terminou, sentamos na mesa da cozinha, e servi uma coca pra ele, e começamos a conversar sobre relacionamentos, a primeira namorada dele, como ele perdeu a virgindade, até que ele tocou no assunto que a mulher dele estava de resguardo, e ele estava a mais de 5 meses sem sexo, e que não aguentava mais se masturbar, aí eu perguntei pra ele porque ele não ia em alguma casa de prostituição e tal, daí ele revelou, que ele foi uma vez, em uma boate gay na cidade vizinha, por curiosidade, experimentou, e gostou. Aí ele começou a ficar meio vermelho sabe, e eu vi um volume crescer na calça dele, fiquei muito assustado. Logo ele começou a alisar a calça, que era de tactel, ficou bem saliente e aparente, daí eu transpareci que estava gostando, meu pau começou a ficar duro, daí ele simplesmente nao falou nada, só me agarrou. Me afastei empurrando ele, mas ele veio de novo, e me rendi. Nos beijamos por bastante tempo, e comecei a lamber ele por inteiro, saco, coxa, peito, mamilos, sovaco, e era tudo muito gostoso, até que comecei a chupar o pau dele, e nossa, de todos os sabores que experimentei até hoje, aquele era o melhor. Era um sabor extraordinário, muito gostoso. Depois de fazer sexo oral por muito tempo, nos beijamos mais, até que ele pergunto se eu queria dar o cú pra ele. Falei que queria experimentar, caso doesse muito, era pra parar. Fiquei de quatro em cima da cama, e ele em pé, começou a enfiar, senti muita dor nos primeiros segundos, mas depois ficou tão gostoso, que fizemos por muito tempo. Depois desse episódio, transamos mais 2 vezes, uma vez no carro, quando minha mãe pediu pra que ele fosse me buscar na faculdade, e transamos na casa dele, porém foi uma rapidinha, então nem contou. Paramos de transar porque ele mudou de cidade. Lembrei disso, e decidi contar, porque amanha ele chega aqui, e vai passar uns dias aqui em casa, ele a esposa e dois filhos. Será que rola alguma coisa?

CLIENTE SAFADINHO

Olá, sou viny, tenho 27 anos e essa história aconteceu há alguns anos atrás. estava na minha loja em um bairro de Porto Seguro (Uma Lan Hause) acessando alguns sites pornôs e vendo alguns videos bem escrotos, quando um dos clientes que sempre acessavam na lan veio até o balcão e ficou olhando para o que eu acessava, seu nome: Fabrício - fictício - eu devia ter uns 24 anos e ele 13, ele ficou assistindo o vídeo sem piscar, logo depois abri uma pagina de fotos de mulheres nuas e o perguntei se ele gostava de vê-las ele disse que preferia ver o que entrava nelas, foi quando percebi que ele era gay! Ele era bonito, corpo magro e bem definido, estatura mediana para a idade, olhos negros, pardo, bom nem preciso dizer que meus 23 cm de pica ficaram como uma estaca pronta para ser enterrada em um buraco, ele sentou-se do meu lada não dissemos nada um ao outro, começamos a nos alisar e sem muita delonga ele se agaixou arriou minha bermuda e começou a mamar meu pau gostosamente, nunca tinha sentido uma boca como aquela eu fiquei tão excitado que não demorou muito para eu gozar, logo após ele se foi tbm já estava quase na hora de fechar a loja. os dias que se seguiram foram quase que rituais, pois todos os dias ele vinha pagava um boquete que que me fazia delirar e despejar um banho de gala em sua boca e ele engolia tudo sem reclamar, não via a hora de comer aquele cuzinho, parecia muito gostoso. Estavamos em época de eleição e naquele dia haveria um comício de uma candidata em frente a loja o que para os negocios da lan era ruim porque o barulho era muito, ele aproveitando o acontecido, disse que queria ser comido ali naquele momento, não esperei ele pedir de novo, abaixei as portas da loja, estendi um colchonete no chão, tiramos a camisa, comecei a beijar seu corpo, abaixei sua bermuda e comecei a chupar sua pica que era extremamente fina para a idade, mas nem me importei muito, estava tão excitado que a principio não notei, ele começou a beijar meu corpo e começou a chupar meu pau desesperadamente, acariciava minhas bolas com a língua, eu estava em êxtase quando ele pediu o que já estava desejando a tempos, disse que queria que eu comece o seu cu. Eu o coloquei de quatro e comecei a meter de leve naque rabinho apertado -nem tanto - e ele gemia de dor e prazer, o que me fazia ficar com mais tesão ainda, comecei a bombear mais forte e mais rápido ele gemia alucinadamente e pedia mais, trocamos de posição eu o coloquei deitado de frente para mim e continuei a meter, agora seu cu já tinha se moldado à minha pica e a penetração já não estava forçada como no começo, ele alucinado só pedia mais e gemia a cada socada, nós nos beijamos muito durante a transa e eu estava gostando cada vez mais de fodê-lo, ele pediu para sentar na minha pica e foi fascinante, por ele ser magrinho, facilitou para que eu pudesse levantá-lo e abaixá-lo no meu cacete, ele gemia muito e gozou sentado no meu pau, depois pediu para que eu gozasse em sua garganta eu atendi o seu pedido e depois eu o comi mais uma vez naquela noite e em outras noites, a partir dai não paramos de fuder sempre que podíamos, mas isso fica para outros contos

PEGANDO OS FILHOS NO FLAGRA

Eu cheguei mais cedo em casa naquele dia e encontrei meus filhos entregarem-se ao pecado. Eu era um bom homem de meia-idade, trabalhava honestamente na minha firma, divorciado por ser traído por minha ex-mulher. Minha vida andava mais entediante do que o normal. Talvez tenha sido por isso que eu não os parei. Naquele dia eu abri a porta de casa silenciosamente. Ainda esperava que estivessem dormindo. Um tinha vinte anos e o outro, dezesseis. Ambos preguiçosos. Sete horas da manhã, na minha cabeça, era certamente um horário que eles estariam dormindo. Estava errado. Barein era o mais novo, um moleque ativo e esportista, tinha um ar de descolado, sempre andava com amigos e nunca tinha tempo para o pai. Vinha para a minha casa porque eu tinha metade da guarda. Nunca faltava a academia. Estava sem camisa naquele dia, na cozinha, como sempre ficava. Tinha um chapéu virado para trás, para permitir que fizesse aquilo que estava prestes a fazer. Os ombros eram largos e bem musculosos. Entre ele e o irmão mais velho havia um contraste. Poliver era o mais velho, de vinte anos. Se formando em física numa faculdade federal. Barbudo e intelectual, era a pessoa mais inteligente que eu conhecia. Mas naquele dia, não estava sendo muito inteligente. Meu filho mais novo estava ajoelhado atrás dele, enquanto ele apoiava as mãos na mesa, e empinava o corpo. Eu cheguei na hora em que Barein tirou a bermuda dele e começou a passar a língua no corpo do irmão mais velho. Vendo os meus filhos naquele ato tão sujo foi como levar um tiro no peito. Eu queria cair no chão, mas a única coisa que fiz foi continuar em pé e olhando, enquanto o mais novo lambia e chupava. Os sons eram altos e promíscuos. E se eu ainda não acreditava, os gemidos foram o suficiente para me fazer acreditar que aquilo estava mesmo acontecendo. Usei minha mão trêmula para me apoiar na parede e continuar escondido, observando. Estava enojado e com vergonha dos meus filhos. No entanto, sentia ainda mais vergonha de mim, que não conseguia parar de olhar, com um estranho e errado interesse. As unhas de Barein estavam enfiadas nas coxas brancas de Poliver, deixando a pele vermelha. O corpo do mais velho tremia, quando o outro empurrava o rosto fundo entre suas pernas e deixava o rastro de saliva. - Você sabe usar a língua - disse Poliver. Nesse momento, Barein afastou a cabeça da bunda dele e olhou para cima. - Amo passar minha língua em você. - Ele usou a mão para segurar na prova viva de que o maior estava adorando aquilo. Espremeu e fez movimentos de vai e vem. - Amo como fica duro pro seu irmãozinho, como fica empinado assim, e como geme gostoso. - Então ele o colocou na boca, enquanto Poliver arquejava e gemia. Minha situação era de total desespero. Passei a mão pelos meus cabelos e encostei de dorso na parede. Ainda escondido. Só podia escutar o som nojento da boca de um dos meus filhos chupando qualquer coisa. De repente, eu próprio estava desconfortável naquela cueca. Minha excitação deixou o espaço muito apertado e eu quis colocar para fora. Meu interior implorava para que eu saísse dali, e voltasse uma outra hora. Fingisse que nada tinha acontecido. Em vez disso, eu assisti mais. Barein, ainda ajoelhado, deixou marca de dentes por toda uma banda de Poliver. A outra ele abria e apertava com uma mão. Após um momento, ele abriu as duas e jogou seu rosto mais uma vez, claramente achando divertido a reação do irmão mais velho, a qual foi empurrar o corpo para trás e intensificar o efeito. - Me deixe colocar na sua boca. Fique de joelhos para mim. Mostre como você fez com os seus amigos ontem. - o mais novo disse, e o maior obedeceu. Então Barein também ficou sem roupa, trocando a cueca pela boca do irmão. O som de engasgo foi promíscuo o suficiente para me fazer tremer. - Eu poderia mamar você a minha vida inteira, Barein. É tão gostoso. Olhei para baixo e percebi que minha mão estava sobre a calça, apertando, sentindo. Eu coloquei para fora de uma vez e continuei observando a relação dos dois, sem ligar para os pensamentos de que era errado. Eu podia sentir as veias pulsando na minha mão, enquanto eu me dava prazer com aquela visão. - Você me prefere ao seus amigos? - quando não recebeu resposta, ele se retirou da boca do mais velho e segurou em seus cabelos. - Me prefere? - Você. Mil vezes você. Irmão, eu te amo. - Barein alisou a sua barba, e o mais velho deitou o rosto na mão do irmão. Claramente tomando um conforto muito grande do toque. Ver isso me fez tremer de prazer. - Eu também te amo. - Ele voltou a colocá-lo na boca e então se entregaram ao prazer. Assisti de camarote às expressões de perdidos no rosto do mais jovem, enquanto era devorado. - Vê como eu estou duro? É porque eu te amo. Seja um bom irmão e coloque tudo para dentro. Minha mão estava melada e grudando, o líquido saía sem parar enquanto eu estava movimentando o meu membro. Respirava fundo e devagar, o mais silencioso possível. Poliver, o mais velho e ajoelhado, estava com o cabelo negro assanhado para todos os lados, resultado das garras de Barein sobre ele. A mão agarrava nos cabelos e puxava-os para trás e para frente, controlando o movimento sexual enquanto investia na boca com a cintura. Era incrível o nível de possessividade que possuía, assim como o nível de passividade que o mais velho tinha ao seu respeito. Como eles chegaram a essa relação? Uma profunda curiosidade me atingiu. Minha mão começou a movimentar-se mais rápido. - Coloca para dentro, inteiro para dentro, Poliver. Desse jeito. Oh. - mandava o mais jovem. Assim fazia o mais velho. Peguei-me pensando como seria colocar o meu ali dentro. Era quente e úmido como a boca de uma mulher? Iria eu adorar tanto quanto? Barein levantou a mão do irmão, que estava na perna, colocando-a sobre a sua bunda. O outro não recusou e ainda apertou. Pensamentos perturbadores. Ainda assim, eu me encontrava perdido nas visões. Barein exaltou sua voz e saiu de dentro de Poliver, segurando em seu cabelo para deixá-lo próximo o suficiente, então explodiu no rosto do irmão, fazendo-o provar da sua semente. Espalhou com o próprio membro o líquido pela face, bochechas vermelhas e fofas e o nariz alongado do irmão. O outro deixava sem nenhuma objeção. Então foi a vez do mais velho começar a gemer alto, sua voz abaixando, à medida que os tremores do corpo diminuíam. Eles se abraçaram. Os corpos brilhando do suor. Eu não alcancei o clímax. Saí dali no mesmo momento e fingi que estava chegando naquela hora, batendo na porta forte. Esperei que um viesse abrir a porta com a desculpa de que eu tinha perdido a minha chave. Poliver não parecia nem um pouco culpado. Agiu normalmente, com sua postura de homem crescido. Eu só conseguia enxergar o membro do meu filho mais novo em sua boca. Os dois agiram como se odiassem um ao outro. Aquilo era normal... ou deveria ser. Mesmo que eles não soubessem, eu podia sentir o cheiro de sexo. E infelizmente já tinha ido longe demais para ignorar. Minha consciência já havia se perdido alguns minutos atrás. Poderia então me afundar ainda mais.

O LOIRINHO MAIS GOSTOSO DA UNIVERSIDADE

Olá tenho 39 anos e sempre tive queda por garotos mais novos, não crianças, repudio isso. Me atrai garotos com jeitão de homem e sério. Todos os dias pego o ônibus para ir para o trabalho e no caminho tem uma universidade o que entra vários estudantes. Um em especial um sempre me chamou atenção. Loiro, cabelos lisos nos ombros, olhos claros e sério, aparentava uns 19 anos, sorriso, nossa!!! lindo, verdadeiramente um deus. Passou o ano todo sempre entrando no ônibus em grupo, mas, era o menos que conversava. Quando coincidia dele pegar o mesmo ônibus, eu sempre, de forma bastante discreta, apreciava e fantasiava mentalmente aquele garoto. Eu nunca teria coragem de chegar, aliás nunca tive, sou bastante tímido e apesar dessa minha atração nunca tive coragem sempre administrei esse lado. No mês de dezembro, certo dia fui mais tarde ao trabalho, o ônibus tinha pouca gente, eu estava de cabeça baixa, e quando subi a cabeça lá estava ele, numa rara situação, sozinho e sentado virado pra mim bem na minha frente. Meu corpo logo ficou tremulo, como se pressentisse algo. Discretamente notei que ele me olhava muito e eu ficava tapeando. Quando ele ia descendo pegou no meu ombro e me entregou um papel, era uma apostila, o ônibus arrastou, olhei e tinha o número do telefone, certamente dele. Não tive coragem de ligar, passou uma semana e mais uma vez ele entrou no ônibus sozinho. Sentou ao meu lado e como se já me conhecesse indagou porque não tinha ligado para ele, não acreditei naquilo... fomos papeando, soube que ele foi o último da turma a fazer umas recuperações e no ano seguinte ia morar no exterior. Nossa era tudo que eu precisava, sair minha primeira vez com alguém e que depois ia embora, não correria nenhum risco. Dessa vez, quando ele ia descendo, tomando o cuidado para que ninguém ouvisse, falei que dessa vez ligaria para combinar uma despedida. Ele piscou o olho e sorriu. Nossa!!!! pra mim era mentira, não estava acreditando. Nesse dia, não fui trabalhar, voltei para casa e peguei o carro. Parei no estacionamento da universidade e fiquei de vigília, sabe lá se não era a única oportunidade? De longe vi ele saindo com umas colegas, fiz esforço e me fiz ser visto por ele, acenei a mão. Ele se despediu das colegas e veio ao meu encontro. Perguntei se toparia almoçar comigo bem intimamente, ele apenas sorriu, era o que eu queria, entramos no carro e fui direto para um motel. Mal chegamos na porta já estamos grudados no beijo e ele apertando minha bunda, que gostoso. Entramos e ele me jogou contra a parede e começou a beijar meu pescoço e meus peitos, nossa!!! minha primeira vez tava bem quente... fui abrindo a calça dele e sem muito esforço aquele pau de cabeça rosada, certamente de pouco uso, saltou para fora, não resisti e pela primeira vez cai de boca num pau. O que mais tava gostoso era os urros que ele dava a cada mamada e apertava minha cabeça para que eu engolisse todo aquele pau. Tiramos a roupa e caímos na cama, ficamos nos esfregando ora eu chupava ele, ora ele me chupava... nos beijávamos. Quando tava bem quente eu disse a ele que nunca tinha dado, que meu cuzinho era virgem, ele disse que não gostava de comer e nem de dar. Eu achei ótimo. Fomos para a banheira, chupei ele até ele gozar na minha boca e encher minha cara de porra. Fomos tomar banho e ele pegou no meu pau e bateu uma pra mim, sempre com muitos beijos e caricias. Vestimos o roupão e pedi o almoço no quarto, parecíamos um casalzinho em lua de mel. Ficamos a tarde toda ali, entre descanso e uma boa pegação Foi minha primeira vez com chave de ouro. Bom! foi de fato a primeira vez e a despedida. Ele foi embora e até hoje não achei seu substituto... orlan.argor@gmail.com

O CARA DA IGREJA...

Era um domingo e eu acordei tarde. Mal tomei o café da manhã a campainha toca. Fui atender e um rapaz magro, branco, de seus 30 anos, de gravata, me saúda e me pergunta se poderia conversar um pouco comigo. Perguntei do que se tratava e ele me falou que era de determinada igreja evangélica e queria me passar umas palavras. Sabia que ele não era estranho, mas neste momento clareou minha mente o fato de já tê-lo visto tocando campainha na vizinhança e até mesmo na porta de sua igreja. Mesmo já tendo meus princípios religiosos, autorizei-o a entrar, até mesmo pelo seu trabalho nobre. Marcos deu suas explicações e me fez o convite. Disse-lhe que já tinha 50 anos e opinião formada sobre religião e que sabia cuidar mais do meu espiritual do que meu próprio físico, já que estava com 5 quilos a mais e então precisava encerrar a conversa para ir fazer minha caminhada. Sim Sou branco, 1,70, 75kg, um pouco calvo. Ele insistiu e talvez por eu ser discreto, disse a ele que poderia até não ter notado, mas eu era homossexual, ou seja, um pecador irreparável para sua igreja. Marcos insistia e eu tive que ser mais rude. Disse que gostava de homens e que sua igreja jamais aceitaria isto, então pedi que ele se retirasse. Quando ele se levantou quase desmaiei pelo que vi. Ele estava com um volume duríssimo sob a calça de tergal! Foi minha vez de falar: "Como pode isto?" disse olhando para suas calças. Ele segurou o pau e disse que a conversa o excitou, mas em nome da religião ele não podia fazer o que desejava. Comecei então minha "pregação" e só calei quando já estava com a boca entupida com sua rola de 15cm, até um pouco grossa para meus padrões. Marcos gemia coisas inexplicáveis, mas entendi quando ele falou que como aquilo era gostoso. Disse-lhe que o gostoso ainda viria. Coloquei camisinha, gel lubrificante e ainda assim ele passou sua saliva e, ali no chão da sala mesmo, deitei, empinei minha bundinha e ele abriu meu cuzinho piscante, penetrando-me e me ordenando rebolar para que entrasse melhor. Quando seu saco já batia em minha bunda virei a cabeça pra trás e ele me beijou ardentemente, sempre gemendo. Anunciou seu gozo e logo em seguida ejaculou dentro de mim. Pedi para que não tirasse até que eu gozasse também. Perguntei porque não se liberar e encontrar a felicidade e ele disse que no fundo a igreja o ajudava muito financeiramente. Disse que eu poderia fazer o mesmo. Dei-lhe uma grana e passei meu e-mail (ninorj@bol.com.br) e disse que sempre que desejasse ou precisasse me mandasse uma mensagem e combinaríamos mais uma. Infelizmente ele sumiu da minha área. Arrependimento? Vergonha? Se você também quiser me converter, venha!

O MONTADOR ....

Comprei um conjunto de quarto novo e após vários dias finalmente me ligaram agendando para a montagem do mesmo. Na data marcada me chega um rapaz de uns 25 anos, moreno, barba, cavanhaque e bigode estilo bad boy, cabelos arrepiados pelo gel e clareados para o reflexo; o físico era normal, era até magro, mas com braços musculosos que ostentavam tatuagens. Identificou-se como Marcelo e, sinceramente, não levei fé e achei que ele,sozinho, levaria dias para fazer aquele trabalho. Deixei-o trabalhando e como teria que perder o dia em casa, fui para a TV assistir uns filmes pornôs. E quando estava numa cena literalmente picante Marcelo aparece e pergunta se poderia usar o banheiro. Meio constrangido mostrei onde era e autorizei. Na volta notei-o apertando seu volume sob a calça azul do uniforme, equanto ele, em tom de brincadeira me dizia que aquele (personagem do filme) sabia como aguentar. Passado mais um tempo ele me chama para mostrar que a cama estava pronta e onde deveria colocá-la. O pau dele parecia que ia furar sua roupa. Mostrei o local e ele me convidou a experimentar a cama para ver que ela estava realmente resistente. Eu disse que sim e ele falou que o teste deveria ser feito com duas pessoas, para garantir. Lógico que a este ponto não me restava mais que convidá-lo. Marcelo se sentou e me puxou para deitarmos. Eu, de charminho, disse que tinha o dobro de sua idade e a reposta foi que o vinho quanto mais velho, mais saboroso. Enquanto isto pegou minha mão e colocou-a sobre seu volume, dizendo que era todo pra mim. Libertei-o da roupa e da cuequinha charmosa, mas prendi-o com muinha boca quentinha. Marcelo dizia "Isso, chupa e baba tudinho pra escorregar sem você senti dor quando em te enfiar. O pau era de uns 14 cm, não muito groso e eu não via a hora de ser enrabado por ele. Marcelo me pediu pra tirar a roupa e ficar de quatro, enquanto ele ficou em pé para me penetrar. Que delícia de mastro. Ele não era violento e só passou a dar estocadas quando estava para gozar. Dizia o tempo todo "toma, meu coroinha". Quando eu falei que queria gozar ele pediu pra esperar e os movimentos passaram a ser mais bruscos, até ele ordenar que eu gozasse, o que fiz, enquanto sentia seu pau latejar dentro de mim. Depois de uma ducha ele voltou a sua tarefa para montar o guarda-roupas. Quando se foi deixei meu e-mail (ninorj@bol.com.br) para marcarmos nova saída, mas até hoje estou a espera do "montador". Será você?

O PAI DA MINHA AMIGA

Meu nome é José tenho 19 anos e essa história aconteceu no ano passado, pouco depois deu me assumir gay para minha melhor amiga, a Bruna. Bom, tinhamos acabado de nos formar e a minha amiga sempre soube que eu era gay, mas durante as férias resolvi dizer a ela com minhas próprias palavras. Ela riu e disse "Miga, isso eu sempre soube". A partir de então ficámos ainda mais próximos e ela me convidou para passar uma semana em sua casa em Angra dos Reis. Assim fomos, a princípio ela havia dito que seu pai estaria la, mas quase nunca encontraria conosco já que ele trabalha muito mesmo quando descansa em Angra. Eu não conhecia seu pai, somente sua mãe pois eram separados, mas por mim tudo bem, mesmo que ele estivesse lá a casa era enorme e não haveria problema. Quando chegamos passamos 3 a 4 dias curtindo muito, andando de lancha, indo a várias praias, até que na quinta feira começou a chover muito e esqueci de tirar minha mochila da varanda,e acabei por perder todas as minhas roupas porque a mochila caiu no mato atrás da casa. Como seu pai era muito grande eu não poderia pegar suas roupas emprestadas e Bruna olhou para mim rindo bastante e disse "Ainda bem que você tem um corpo bem feminino, vou te emprestar umas roupinhas, amiga!" . Ela estava adorando a ideia e falou que me deixaria muito bonita, e que eu teria que deixá-la me transformar. Ela me emprestou uma calcinha preta de renda, uma calça jeans apertadinha, e uma blusa meio decotada branca. Além disso, fez minhas unhas e mexas de um loiro claro no meu cabelo, que naturalmente tenho um tom de castanho bem claro, mel. E por fim passou um rímel, um batom num tom de cor de pele um pouco mais rosado. Eu não disse nada, mas amei! Parecia uma linda garota. Ela me olhou e disse "Você ficou um arraso bicha, muito hetero te pegaria mesmo sabendo que você é homem!" . Depois disso fomos para a sala aonde estava seu pai e ele me olhou de forma estranha, já haviámos sido apresentados. Seu nome era Paulo, devia ter uns 50 anos, super conservado, alto, magro mas musculo, um pouco bronzeado de praia, cabelos numa mistura de loiro e grisalho, muito charmoso. Ele me deu uma olhada como se estivesse me devorando com os olhos. "Não é verdade" pensei. E ignorei sua olhada. Ficamos vendo televisão na sala quando Bruna disse que iria sair rápido para encontrar com o namorado e já voltaria, mas que eu podia ficar á vontade na casa. Continuei assistindo TV e ouvi "Vamos jantar?", me perguntou Paulo. Concordei e fomos a mesa na varanda que estava muito pouco iluminada pois contava apenas com a luz do interior da casa e a luz da lua. Sentei e o esperei voltar da cozinha com a comida. Sempre muito educado ele me serviu e trouxe um vinho para acompanhar a comida. Bebemos um pouco, rimos muito e sua olhada se tornou frequente. Quando se fez silêncio ele se aproximou de mim e disse "Você ficou muito bem nessas roupas. Está linda.", eu fiquei vermelho e super envergonhado, agradeci e ele continuou "Quero aproveitar e te fazer menina por completo" e me agarrou. Começou passando a mão na minha coxa e beijando meu pescoço. Eu estava entregue. Foi me pressionando contra seu corpo me levantando pela coxa e depois me segurando no colo pela bunda e me levou para o quarto. Ao chegar próximo me pressionou contra a porta me beijando no ombro, no decote, no pescoço, me dando chupões e percorrendo sua mão por meu bumbum. Me jogou na cama. Tirou a camisa lentamente e foi tirando minha roupa toda. Ao me ver de calcinha ficou ainda mais excitado "Hoje eu te faço minha menininha, vo te comer por inteiro, lamber seu corpo todo e te fuder até que você peça colo pro papai aqui!". Ao tirar minha calça foi beijando meu pé, joelho, coxas e foi subindo. Barriga, peito, tudo. E me virou de costas "Coloca as mãos no colchão e empina essa bundinha Juju!". Obedecia tudo o que ele pedia, nossa estava completamente submissa, uma moça, uma putinha no cio. Ele abaixou minha calcinha super devagar e começou a beijar meu bumbum, e foi entrando para o meu buraquinho e foi lambendo. Lambeu todo o meu cuzinho. Eu estava louca! Ele me virou de frente e disse " Vem mamar, jujuzinha! Papai vai te dar leitinho." Fui com tudo lambi a cabecinha, e a fiquei beijando e chupando, depois segui pro resto, beijei suas bolas e as lambi e ele dizia "Mama! Mama juju! Isso! Minha putinha!". Depois ele me disse pra parar e deitar de bruços. Beijou minha nuca, me arrepiei toda e foi beijando minhas costas até o cóx. Aí levantou minha cintura, fiquei de quatro de novo. "Agora se acalma minha menina, papai ta aqui" Começou a penetrar bem devagar e sem entrar muito, aí eu pedi mais "Entra com tudo! Me come toda! Me faz sua!" E ele respondeu "Então papai vai ter ensinar. Vou te dar umas palmadas" e foi com tudo. Me bateu na bunda, me deu várias palmadas e me fodeu até o talo. Gozamos juntinhos. Depois nos deitamos e ficamos de conchinha até ouvir a batida da porta. Era a Bruna e eu deveria sair daquele quarto. Eu me vesti correndo e tentei correr pelo corredor, mas estava amassada e cheia de chupões no pescoço, mas consegui chegar ao quarto, me deitei e fingi dormir. Ela me acordou e me contou os detalhes da noite com o namorado, sem saber que eu também estava louca para contar os meus, mas não podia. Ela não percebeu os chupões até acordarmos no dia seguinte, mas fingiu não ter visto e após o café voltamos para o Rio. Até hoje não me esqueço daquela viagem e daquela noite...

VIZINHO BOM DE ROLA

Sou Renato e tenho 18 anos, nasci aqui no interior de São Paulo e moro atualmente com minha tia Sueli que considero como uma verdadeira mãe pra mim; sou um garoto de corpo normal, pele branca e olhos e cabelos castanhos 1,70 de altura e estilo magro e simples. Desde meus 16 anos aprendi e gostar de meninos e meninas mais nunca entendi isso como um sentimento mais sim mais como uma aventura, aprendi nos braços de um colega de escola o quanto beijar e curtir garotos é bom e meninas também é algo comum, pra mim nada de tão diferente apenas orientação. Chegando em casa depois de mais um dia de trabalho me deparo com um movimento diferente na casa ao lado da minha, era um carro de mudança e cheio de gente diferente, noto que tem um jovem rapaz de bermudão cheio de tatuagem, estilo garoto e jeitão de homem que naquela situação me chamava a atenção, geralmente deixo as coisas acontecer e não me importo com sentimento e muito menos confundo sexo com amor. Aquele visual me passava a pensar e jeito e estilo na forma de ser, por este motivo entrei em casa e comentei com minha tia que teríamos vizinhos novos e ela com sorriso dizia que era muito bom ter pessoas diferente nova na vizinhança. No outro dia ao sair para meu trabalho vejo aquele mesmo rapaz ali arrumando algumas coisas na frente da casa, caminho pela calçada e ouço alguém chamar... olhando noto que era o rapaz, o novo vizinho me perguntando onde achava uma loja de material de construção. - Ohhh cara sou novo aqui e necessito de uns pregos! Afirmava ele com jeitão grotesco e interessante. - Desculpe ai cara!!! Sou Danilo prazer... Apertei sua mão e respondi com meu sorriso e noto também a força daquele boy que então além de interessante tinha pegada; dei a localização da loja do seu Pereira que era bem sortida deste tipo de produto e ele agradecendo dizia. - De boa como seremos vizinhos convido você pra tomar um tereré aqui em casa. - Tereré? Que isso? Pergunto eu surpreso. O belo garoto dizia que era de Mato Grosso do Sul e que era uma bebida típica do seu estado e que um dia me mostraria como faz e por sinal o papo fluía muito bem. Como disse ao leitor entendo a vida como algo sexual e não um romance por si e me interessei bastante pelo estilo interior dele, queria eu diversificar o cardápio. Passados algumas semanas e chegava um bom feriado e eu poderia dormir até mais tarde e também curtir minha casa e meus momentos, minha tia iria para a chácara de uns parentes que não gosto muito, então na mesma noite fiquei assistindo filme até tarde da noite e no outro dia sou acordado por um barulho infernal; aff fiquei puto da cara e olhando pela janela noto Danilo derrubando uma arvore em plena seis da manhã, me levanto meio dormindo e saiu na porta e ouço um belo BOM DIA como se nada estivesse acontecendo. Confesso ao leitor que fiquei com muita raiva, fechei a porta e fui para cozinha e então escuto ele me chamando retorno a porta e lá está todo simpático me oferecendo o tal tereré rsrrss tentava ser simpático ao mesmo tempo com ódio daquilo tudo o chamo pra entrar. Conversamos por um tempo e ele me explicando como era feita aquela bebida; me dizia ser com erva especial pra tereré e também tomado com água gelada, quase igual ao mate que os gaúchos tomam mais é na forma gelada e bem saborosa; pra descontrair o garotão meio suado, de bermudão e sem camiseta soltava uma pra fazer minha manhã bem melhor. - E ai curte da uma chupada? Eu rindo da situação dizia que depende do que seria oferecido, jóquei um olhar e fiquei ali experimentando o tal tereré e observando o jeito lindo do cara, suas tatuagens e o quanto era estranho estar eu ali de manhã falando com o estranho vizinho bom de prosa. Ele meio que liberal encosta numa parede entre um corredor e fica ali, as vezes dava uma pegada no cacete e tipo eu admirando, já entendia o que poderia rolar, até que me pedindo pra ir ao banheiro e ao levar passamos por um corredor estreito, meio que se esbarramos até que pegando em meu braço o cara me deixa sem opção, encosto no seu corpo e juntos tivemos o mesmo pensamento, era dois caras agora se beijando, momento este que para o leitor pode parecer muito cedo pra dois desconhecidos, mas que em determinado momento me surpreendia e também me fazia se auto desafiar. Um delicioso beijo e um corpo que me fazia se desmanchar, era um homem com pegada e ainda másculo, jeitão que curtia ainda mais algo real e gostoso, nos dirigimos até meu quarto, curtimos mais beijos e ainda me deparo com a cena; o vizinho gostoso tirando da sua bermuda um delicioso cacete grosso e cheio de veias, um lindo pau que logo era totalmente engolido e eu curtia, sugava com vontade e fazia daquela geba meu prazer da manhã. Aquele belo cacete e seu jeitão macho comedor de cu me fazia sentir a fantasia se tornar real, chupando cada centímetro descia e subia, lambia suas bolas enquanto tinha minhas mãos o acariciando, subo lambendo cada centímetro daquela barriguinha linda ao seu mamilo e logo sua boca era o alvo, beijo de língua e pegada de machos. Danilo então apertava minha bunda e fazia dela seu ponto forte; beijava e acariciava seu pau, sentia sua pegada e meu cuzinho piscar com a vontade de dar gostoso, era uma sensação de prazer, vontades que nunca antes tive, afinal estava prestes a levar uma bela rola e acima de tudo curtir um desconhecido, um novo vizinho. Me deitei na cama, via ele retirar cada peça de roupa do meu corpo e deixar exposta meu rabinho; minha bunda grande e suas mãos batendo, pegada de homem que deixava meu rabo exposto ao seu desejo. Me dava calafrios com aquilo; nunca tinha feito um sexo tão gostoso e tão ousado, era o vizinho dos sonhos pois sabia conduzir um sexo e ousava na forma de transar e dar carinho, sua língua já estava ali molhando a entrada do meu cuzinho e eu tremendo, gemia e me expressava, meu próprio cacete parecia explodir de tão duro, meu anelzinho piscava de tesão e eu queria mesmo é ser atolado. Aquele cacete lindo já estava posicionado na entrada do meu buraquinho que assim o recebia, cada centímetro, aquele macho gostoso em cima de mim com seu pau atolado dentro do meu rego, movimentos leve e beijo doce, assim fazíamos daquele sexo prazeroso entre dois homens, o mexer de cada centímetro do seu pau me fazia ter a sensação de dor misturada ao gosto de um sexo, seu jeito carinhoso e ao mesmo tempo rustico com a forma de me enrabar fazia meu corpo responder com arrepios. Ali deitado me sujeitava a situação de sentir prazer diante de um gostoso cacete, via meu comedor gostoso acelerar e estocar ainda com mais força e eu não aguentar de tanto prazer, gemia alto e curtia, suava enquanto era enrabado, gostoso, prazer e o sexo gostoso. Danilo sabia realmente fazer gostoso e tinha pegada, me beijava e deixa meu cuzinho todo judiado, em momentos noto ele me beijando e saindo de cima de mim com cacete explodindo de tesão, me mandava se virar e eu ali na cama de frente pra ele sendo agora posto a engolir sua geba, mamava feito um escravo sexual e não demorava muito pra encher minha boca de porra, gozava muito e ao mesmo tempo forçava sua pica ainda mais me fazendo não perder nenhuma gota, me engasguei com seu leite e curtia seu jeitão, era engolindo gostosamente a porra de um estranho e novo vizinho. O que pela manhã era raiva virou uma gostosa descoberta entre dois machos e quem diria eu curtindo tudo aquilo, pois seu jeito de ser meio interior fazia um charme à parte, mas pegada era única, depois deste dia começamos a se entrosar mais e mais, saímos juntos e cada um no seu canto, porem as transas e o aprendizado se tornou único, o que pra virar um sentimento novo não ficou diferente pois agora ele além de me atrair sexualmente me fazia sentir algo que nunca antes senti por homem algum, era o tal amor que me contagiava e nele via a mesma situação, porem de uma forma disfarçada afinal ele sempre tinha seus conceitos, mas na cama éramos um somente e isto me motivava investir ainda mais. Ao leitor deixo a mensagem de SE DESAFIE e que independente das dificuldades, das transas a parte um dia a gente acha a dita “tampa da Panela” e quando isto chegar não faça do sexo um julgamento mais sim uma ação. Corra e busque a sua felicidade. Fim

CHUPANDO O AMIGO NA PISCINA

Meu nome é lucas, tenho 18 anos, namorada, sou loiro, magro, pele branca, 1,78 de altura, e sou bi. Vou contar o que aconteceu quando tinha 16 anos. Teve um fim de semana que meus pais iam viajar e eu ia ficar o fim de semana sozinho, ai eles disseram que eu podia convidar um amigo para dormir aqui e me fazer companhia, na hora eu já pensei em chamar meu amigo Junior, que conhecia fazia anos, e sempre freqüentamos a casa um do outro, jogávamos vídeo game, futebol, enfim, amizade normal, liguei pra ele e ele topou na hora, chegaria no sábado depois do almoço. Meus pais saíram cedo no sábado, e fiquei sozinho de manhã, sabem como é adolescente de 16 anos né, já fui logo ver um pornô e bater umazinha, no dia resolvi colocar um pornô bisexual, nem vi o tempo passar, eu estava la me divertindo quando toca a campanhinha, era o Junior, tentei disfarçar e atende-lo, mas acho que ele percebeu e já perguntou: - tava vendo pornô né? Eu dei risada e disfarcei, e então ele disse que tava com calor, e que a gente devia ir na piscina, Junior era um ano mais velho que eu, tinha um corpo bonito, fazia academia há dois anos e tinha trazido umas bebidas pra gente. Coloquei um som, pegamos as bebidas, as sungas e fomos relaxar na água, papo vai, papo vem, começamos a falar de sexo, ele disse que tava saindo com uma mina, e tava louco de tesão aqueles dias, porque ela era muito gostosa, mas não queria transar logo de cara, eu só na minha ouvindo o que ele falava, bebendo e dando umas olhadinhas no corpo dele, que parecia estar maior. Depois de um tempo começou a ficar frio, ai veio a idéia de apostarmos uma corrida, apostamos e ele ganhou, ai falei: -ah, ganhou na sorte, aposto que não fica mais tempo que eu debaixo d’agua - fico sim, quer apostar o que? - qualquer coisa, vou ganhar. Falei com confiança Ele deu um sorriso e disse em tom de brincadeira: -Se eu ganhar você me da o cú Dei risada achando que era zueira dele e apostei que se eu ganhasse, ele que ia dar, e fomos, contamos até 3 e mergulhamos, passou um tempinho, eu já não agüentava mais, e subi pra respirar, ele ganhou! Falei que ele deu sorte, demos risada, mas quando tava voltando pra sentar na escada, ele me abraça por trás, eu sinto um volume grande na minha bunda, um arrepio e ele disse: -eu ganhei, e agora? Falei: - sai cara, que isso? - Foi a aposta ué Respondeu enquanto me encoxava e segurava com força. Eu até tentei me soltar, mas ele tava determinado, então senti sua mão acariciando minha bunda, e ele disse no meu ouvido: -vai, eu sei que você gosta, já vi que tem vários pornô gay no seu PC Depois de escutar isso começou a me dar um tesão, ele pegou no meu pau enquanto me encoxava, eu gostando falei: -Eu nunca fiz nada com homem antes, só gosto de ver o pornô Nisso ele pegou minha mão e levou até seu pau, e eu comecei a punheta-lo por cima da sunga, eu já nem pensava em nada, só lembrava dos pornô que eu via e no tesão, me virei de frente pra ele, abaixei sua sunga, peguei aquele pauzão e punhetei de verdade, até que ele se sentou na beira da piscina e disse: - Vai, chupa ai gostoso Nem pensei em nada, entrei no meio de suas pernas e caí de boca naquele pauzão com cabeça vermelha, era grande, devia ter uns 18, 19cm e um pouco grosso, comecei meio tímido, mas logo me soltei e chupei igual uma putinha, eu tirava, chupava suas bolas, depois subia passando a língua até a cabeça, depois abocanhava e chupava com força, tentando engolir o máximo que dava, ele gemia e empurrava minha cabeça, enquanto me chamava de putinha, boqueteira e safada. Comecei a chupar mais forte, ele gemia muito, até que disse que ia gozar, tirei aquele pauzão da boca e bati uma punheta até ele gozar jatos gostosos na minha cara, que gozada gostosa, fiquei todo melado, mas como tava na piscina, só mergulhei e tirei aquela porra toda. Ele me olhou com uma cara de safado, parecia querer mais e disse pra irmos pro quarto, nos secamos e subimos... Mas a segunda parte fica pra depois! Espero que tenham gostado, comentem e curtam!

COMENDO O FILHO MAIS VELHO

Meu filho passou por mim coçando a barba. Mantinha ela bem aparada e grande por tanto tempo que já fazia parte dele, dava-o um ar mais másculo e viril, e embora ele não tivesse o corpo musculoso do irmão mais novo, ainda era grande e cheio de carne. Uma pessoa diria que ele tinha o corpo ideal para qualquer mulher. Concordava com isso. Depois de dar um trato no mais novo, era hora de ensinar a lição para esse aqui. Eu estava sentado na sala, vendo-o andar para lá e para cá, parecendo sem muita paciência. Era a faculdade. Seu humor estava irritadiço, muito impaciente. Ele gritava porque alguém estava falando muito alto, mandando calar a boca; colocava avisos na porta do quarto para que não o atrapalhassem; quando saía do quarto, não dava uma palavra sequer. "Preciso falar com você" eu disse. Ele estava voltando da cozinha. "Tô ocupado." "Olhe como fala comigo" falei. "Já disse que quero falar com você, eu sou seu pai, me obedeça." Seus olhos grandes e castanhos brilharam enquanto ele lutava para encontrar palavras para o meu súbito choque de humor. "Preciso estudar, pai." Foi uma explicação que ele achou suficiente para eu deixá-lo em paz. "Não ligo. Preciso falar sobre algo muito sério sobre você e seu irmão" falei. Meu filho mais velho coçou a barba e encarou meus olhos por longos segundos, antes de colocar a xícara de café no meio da sala, o cheiro forte invadindo minhas narinas. Após isso, sentou-se ao meu lado. "Seja rápido" falou ele. "Como é?" Virei meu rosto para ele. "Quis dizer que se pudesse ser rápido, eu acharia muito bom, só isso. Preciso mesmo estudar, pai." Com o meu demorado encarar, ele recuou e fitou a fumaça do café dançando enquanto flutuava para o teto. Pude ver a pele vermelha da sua bochecha perto da barba, provavelmente provocada pelas suas insistentes coceiras. "Eu deixo tu morar aqui comigo, não é?" eu disse. "Dou tudo que posso, sempre faço tudo por você e seu irmão. Eu amo vocês dois." "Aconteceu algo?" seu olhar parecia preocupado, mas seu corpo denunciava que estava era nervoso. Havia suor na sua camisa azul de super homem, e sua perna balançava insistentemente. "Estou" falei. Com isso, aproximei-me mais de seu corpo, até que pudesse trocar calor com o meu. Ele observou o meu movimento, com uma face de óbvia surpresa. Ele não pode ser tão inocente, eu pensava, para que não perceba a minha intenção. Continuei a falar. "Estou preocupado com a falta de comunicação entre a gente. Trabalho por tanto tempo, você estuda por tanto tempo. Os únicos que ficam muito tempo juntos são vocês dois, eu fico de fora, perco toda a diversão de pai e filhos." "Dificilmente me divirto. Você trabalha e eu estudo. Não tenho tempo para brincar com o meu irmão. Agora, se me dá licença, tenho que voltar a estudar, pai. Depois das finais, a gente pode conversar mais sobre a sua solidão" disse ele. Levantou-se e alisou a minha cabeça, como se eu fosse um animal digno de pena. Pegou a xícara, olhou-me mais uma vez e deu um sorriso afiado. Encostei-me no sofá e assisti ao seu corpo andar para o quarto. Olhei para a sua bermuda, suas pernas. Nada mal, pensei, com um sorriso dez vezes mais afiado. Dei de ombros e fui cuidar da minha vida. Foi difícil encontrar um dia sozinho naquela casa com o meu filho mais velho. O outro estava sempre agindo e quando estava na escola, eu estava no trabalho, e Poli estava na faculdade. Era uma onda de desencontros. No entanto, sempre que havia a oportunidade, eu alisava suas costas. Passava por ele e segurava na sua cintura, passei a ser mais carnal e abraçava-o mais, beijava-o na bochecha. Ele, depois de um tempo, aceitou esses carinhos e os tratou como normais. Um dia, quando saía para a faculdade, eu dei o beijo que comecei a dar sempre que estava prestes a partir, na bochecha, claro. Ele esperou e depois me beijou de volta. Eu segurei na sua cintura nesse momento, puxando-o para perto para que o beijo fosse mais demorado. Ele saiu de casa com um sorriso no rosto. Foi então que eu decidi ser mais intrusivo. Na hora de dormir, eu fui ao seu quarto. Ele já estava dormindo àquela hora e por isso eu tive que fingir ter o acordado sem querer. Ficou assustado com o beijo na bochecha, "desculpa, tropecei e fiz barulho, só vim dar boa noite" e saí do quarto sorrindo. No outro dia, ele ainda mexia no celular quando entrei. "Já vou dormir" disse ele. Jogou o celular para o lado e me olhou com um brilho de esperança. Dei o seu beijo, alisei o seu cabelo e dei outro beijo. "Você tá bem? Parece muito cansado ultimamente" cochichei. "Qualquer coisa é só me pedir. Sabe que eu te amo." "Também te amo, pai." "Pode me chamar de papai" falei. Dei outro beijo na sua bochecha e depois passei um dedo por cima, ele não tirou os olhos do meu rosto. Nesse momento, saí de perto e desliguei a luz, sem deixá-lo perceber o meu jeito estranho de andar. Ajeitei a minha cueca do lado de fora do seu quarto, dei um longo suspiro, e fui dormir. No próximo sábado, eu tive um dia de folga. Acordei cedo pelo costume. Fui assistir televisão. Meu filho mais novo ainda dormia quando o mais velho entrou na sala e parou para se espreguiçar, enquanto sorria para mim um sorriso malandro. A reação do meu corpo foi automática e eu cruzei as pernas para esconder a súbita ereção. Quanto mais difícil fosse tê-lo, mais deliciosa e quente se transformava a fantasia. "Não tem aula hoje não?" "Não" disse ele,"ainda bem." "Senta aqui." Bati no espaço do sofá ao meu lado. Bem do meu lado mesmo. Poli veio com o seu jeito desengonçado e sentou-se perto, mas não o essencial. "Ainda bem? Pensei que gostava de estudar. Tá sempre falando para eu não incomodar." Nossa relação nos últimos dias evoluiu bastante. Agora a gente conversava como verdadeiros pais e filhos. O que era estranho, porque isso só acontecia por causa da minha vontade louca de tê-los para mim, gemendo e gozando nos meus braços. "Desculpa" falou. Pareceu genuíno a dor nos seus olhos e a vergonha. "Eu só precisava mesmo estudar, papai." "Vem cá" falei, abrindo os braços. Encostou a cabeça no meu ombro e deixou que eu acariciasse sua bochecha. "Você é tão dedicado e inteligente. Me deixa muito orgulhoso." Ele sorriu. "Mas os estudos tão me matando." "Deixe o papai ajudar você a relaxar" falei, puxando-o mais para perto e alisando a sua barriga, por cima da camisa. Ele suspirou e olhou para mim, surpreso. "Sou seu pai, não sou? Isso fica entre nós. A gente pode ajudar um ao outro nesses momentos e não tem problema nenhum." Acariciei a ponta da sua bermuda e vi que já estava bem duro. "Tá vendo." "Ben pode acordar" falou ele. "Shhhhhh. Não. Não. Assim, bebê. Me deixe cuidar de você." Meu filho ficou calado enquanto eu dava beijos na sua bochecha. Veio com facilidade quando puxei seu corpo para cima das minhas pernas, de modo que ele ficou deitado por cima de mim. Pude usar as mãos para percorrer sua barriga, enquanto sentia seu corpo se contorcer sobre o meu. Sua bunda escorregava por cima de mim. Ele se remexia e se contorcia. Seu cheiro viril e familiar percorria minhas narinas. "Se ele acordar?" disse ele. Segurou numa das minhas mãos e tentou parar as minhas carícias no momento em que descia para percorrer dentro da sua bermuda. "Tá com medo? Eu sou seu pai. Tomo conta da situação." "Você é meu pai" falou. "Não devíamos." "Parece que quer convencer a si mesmo." Levantei sua camisa e ele deixou. Beijei sua costa inteira, passando a língua por seus sinais de nascença, cada um deles ficou úmido com a minha saliva. Com os dedos, apertei as pontas dos seus mamilos e o escutei gemer baixinho 'papai'. Aquilo me deixou ainda mais maluco. Então enfiei a mão por dentro da sua cueca e coloquei para fora o membro quente que encaixava tão bem nos meus dedos. Ele se entregou e deitou-se por cima de mim, contorcendo-se e fazendo pequenos movimentos automáticos de reações para as minhas ações. Lambia suas costas, colocando cada centímetro de gosto da pele do meu filho para dentro. Tão lindo, tão delicioso. Sem querer esperar mais, eu fui pegar o que precisava no quarto e voltei rapidamente. Ele me olhou com grandes olhos brilhantes de antecipação. Coloquei-o de costas e o tomei ali mesmo. O sofá era confortável para que nós dois ficássemos de joelhos por cima. Minha mão estava envolta da sua dureza enquanto entrava no seu buraquinho apertado. Foi a melhor sensação da minha vida. Ver o meu filho mais velho se entregar de uma forma tão passiva para mim, eu o amava mais que tudo. "Sem gritar" cochichei no seu ouvido. "Sem fazer muito barulho. Tome tudo como um homem, mostre para mim que pode, seu papai inteirinho." "Fode mais rápido" pediu. Seu pedido é uma ordem, pensei. Não sabia como o mais novo não acordara com o barulho que nossos corpos fizeram chocando-se um no outro. Não me controlei, deixei várias marcas de mordidas no pescoço dele, puxei no seu cabelo para lamber sua nuca e seu rosto e sua boca. Ele me recebeu como o filho comportado que era. No final ele se ajoelhou e me chupou até que eu não aguentei mais, então ele tomou tudo e não deixou cair nenhuma gota sequer. "Amo você" falei, beijando sua boca. Ele deitou a cabeça no meu joelho, esfregando a bochecha devagar e com os olhos fechados.

FERIAS NA FAZENDA COM MEU TIO.

Bom dia, boa tarde, boa noite seja qual for a hora e o local que você esteja! Meu nome é Tião tenho 23 anos, mas o que vou contar aconteceu quando eu tinha 18 anos. Eu ate meus 7 anos cresci em uma fazenda no interior de Goiás mas por conta de meus estudos e uma melhor renda para meus pais decidiram vir morar na capital Goiânia. Preferia continuar na fazenda gostava de olhar pela janela aquela imensidão coberta pelo verde, as vacas no pasto, os cavalos amo andar de cavalo, nadar no rio, mas era necessário continuávamos indo na fazenda cada vez menos ate que passamos alguns anos sem ir trabalho, falta de tempo, cansaço dos meus pais. Já estava com 18 anos quando em minhas férias de fim de ano ficaria um pouco mais de tempo, meus pais permitiram, pois alem de já estar maior de idade um dos meus tios estaria no sitio. Pedro, 25 anos formado em veterinária estava usando o sitio como moradia a um ano depois de formado foi contratado pela cooperativa local e como a fazenda era de meus avos ele estava morando la e eu fui para minhas férias. Tio Pedro me recebeu muito bem disse que seria ótimo uma companhia que fora eu só ficava o caseiro e sua esposa que faziam suas tarefas e voltavam para sua casa. Tio Pedro era o tipo de cara que eu me espelhava fisicamente de pelos nos braços e no peito sempre de camisa geralmente xadrez ou listrada aberta deixando seus pelos, ao menos em casa sempre antes de sair do carro ele fechava os botões quando ia a cidade ou no trabalho, sua pele clara dava contraste com seus pelos castanhos, cabelo liso escorrido ate o pescoço, sempre comum chapeu estiloso, eu amo chapéu, mas na cidade se usar fora de uma festa é zuado. Meu tio tinha um corpo normal nem muito magro nem gordo, tinha um belo peitoral, um volume tanto na frente quanto atrás avantajados bem definidos pelas calças justas, eu me parecia muito com ele, mas era mais magro e meu volume era menos, ainda não tinha tantos pelos nem uma barba tão bonita como a dele. Estava na sala da fazenda vendo tv so de cueca, pois a casa estava vazia a caseira já tinha arrumado e deixado o almoço pronto eu já almoçado todo esparramado quando meu tio diz na porta. _ Eita que o negocio aqui esta largado mesmo kkkk _ Desculpa tio a Dna Nena so volta amanha e achei que o Sr. so voltaria a noite, vou por um calção. _ Nada disso Tião vou ate te acompanhar. O trabalho no Sitio do Sr Almir acabou mais cedo so umas ultimas vacas para vacinar as outras tinha feito ontem so não acabei porque a vacina tinha acabado e ele so iria comprar o resto hoje cedo. Disse e já foi arrancando a roupa ficando só de cueca. _ Devo te confessar que eu só ficava de cueca aqui também é muito quente aqui, mas fiquei um pouco sem jeito de você não gostar. _ Por mim pode ficar a vontade tio. Fiquei vendo meu tio todo relaxado, uma mão no encosto do sofá, a outra alisando os pelos do peito, so de cueca aquele volumão entre suas pernas fui me excitando. _ Quer me perguntar algo? _ Nada tio é que... o Sr é novo devia ter varias namoradas na capital na faculdade e aqui a maioria das mulheres daqui ou são meninas, velhas , casadas enfim não tem muitas moças disponíveis como o senhor faz? _ Depois de uma gargalhada ele me olhou serio e disse já viu o tanto de vaca no pasto? _ Mentira que o sr mete nas vacas? Disse eu espantado. kkkkk novamente ele caiu na risada, _ Não, mas não podia perder a oportunidade de ver sua cara de espanto kkkk. Realmente minha vida sexual na capital era bem mais agitada, mas aqui e mais trabalho as vezes dou um pulo na cidade e reencontro algum rolo meu antigo, por isso isto estou assim Alisou o pau por cima da cueca mostrando estar duro e caímos na risada. _Tive uma idéia que tal irmos nos refrescarmos no rio afinal tv na cidade tem um rio bonito e de águas cristalinas como aqui la não tem. _ Verdade vou trocar de roupa. _ Nada só poe um calção e trás a toalha, mas se quiser pegar uns pedaços de bolo da Dona Nena ai sim eu quero. Quando voltei meu tio estava na porta da casa só de calça sem camisa montado no cavalo. _ Vem monta aqui que quero chegar logo naquele rio e tenho um caminho mais curto, mas mais perigoso. _ Sei montar muito bem. _ Acredito! E ainda quero montar muito com você e fazer disputas, mas hoje quero outra coisa _ me olhou com uma cara de safado, mas continuou após uma breve pausa – relaxar no rio vem vamos sem reclamar. Apesar de querer ir no meu próprio cava ate que ir sentindo o cheiro do meu tio sentindo suas costas esfregar nas minhas e seu volume me cutucar a bunda não estava nada mal só me deixava mais excitado. O caminho realmente era bem acidentado cheio de buracos, mas meu tio cavalgava muito bem e rápido o que só me deixava mais orgulhoso de te lo como espelho. Chegando no rio meu tio foi amarrar o cavalo eu só de cueca entrei no rio. _ Você trouxe outra cueca? _ Não. _ Vai molhado para casa? _ Nossa é mesmo, nem pensei nisso, eu vou nadar pelado mesmo, tira essa cueca e deixa aqui no sol para secar ate terminarmos já secou. _ Tenho vergonha. _ De quem de mim ou do cavalo kkk? Larga de bobagem moleque! Tirei a cueca e coloquei para secar. _ Eita você também ta como eu precisando de uma água fria kkkk Disse meu tio quando me virei, eu estava de pau duro. Nadamos, competimos, jogamos um água no outro ate que meu tio foi tomar sol em uma pedra e eu continuei no rio de repente ele me pega o observando. _ E ai gostando da visão? _ Kkk bobo _ Precisa ficar vermelho não é normal, já te vi me observando outras vezes deve estar me comparando com seus amigos, pai e você mesmo sei que é complicado conversar com isso com alguém podem entender mal, mas comigo pode ficar sossegado, sou de boa. _ Realmente acho o sr muito bonito gostos destes pelos assim acho bem masculino quero ser assim como o sr. _ E vai ser já esta crescendo olha ai e vamos combinar uma coisa quando estivermos só nos pode me chamar só de Pedro afinal so tenho 25 anos não sou um velhinho kkkk _ Certo, certo Tio so o chamo assim por ser meu tio não te acho velho. _ Você já teve muitas namoradas? _ Não la na cidade elas não curtem muito este meu estilo me chamam de peão. _ kkkk é assim mesmo, mas sempre vai achar umas que curtem e rapazes também _ Rapazes? O sr quem dizer você pega homens tio? _ Já peguei vários qual o problema ao um cuzinho de macho e são os que chupão mais gostoso e amo uma bela mamada já te chuparam? _ Sim uma vez um... _ Um rapaz? _ Sim mas foi so uma vez _ Foi bom? _ Nossa muito _ vem aqui, não precisa se envergonhar de gostar de garotos o que interessa e você ser honesto, responsável, digno e lembrar que você é homem acho isso muito importante ser macho mesmo de baixo ou por cima de outro macho kkk. _ Com as duas mãos em meu rosto olhando no fundo dos meus olhos meu tio me beijou desceu da pedra e continuamos a nos beijar de varias formas, chupando os lábios, sugando as línguas um do outro, com carinho, mais suave mais intenso, meu tio me subiu na pedra arreganhou minhas pernas e me fez um boquete maravilhoso mamando em meu pau, aquele macho de barba chupando meu cacete lambendo da base a cabeça, passando a língua na cabecinha colocando tudo na boca voltou a mamar tirando e colocando tudo rápido da boca não aguentei muito percebendo as veias do meu pau engrossando meu tio enfiou tudo na boa e em meio a meus gemidos gozei como nunca antes dentro de sua boca ele tomou tudo. _ Nossa que delicia Tião, você é muito gostoso. Afim de me chupar? Respondi que sim meu tio se deitou em uma pedra e eu fui retribuir seu agrado fiz como ele, mas ele nem sinal de que iria gozar apenas gemia me dizendo que eu tinha uma boca maravilhosa que eu era um peão macho, puto, sobrinho gostoso o que me fazia chupa lo cada vez mais, novamente com as duas mãos em meu rosto me beijou e me perguntou se ele podia me comer disse que nunca tinha feito isso ele me respondeu que ele seria carinhoso poderia doer um pouquinho no inicio, mas logo sentiria muito prazer e me perguntou se eu confiava nele disse que sim, antes ele me virou de quatro e me fez um cunete quase eu gozei só com sua linha me penetrando o cuzinho, depois de bem babado e relaxado meu tio colocou o pau na minha abertura não entrou de pronto ele forçava parava brincava um pouco e voltava ate que entrou doeu um pouco, mas eu aguentei aos poucos voltei a relaxar meu tio mexia muito gostoso lentinho me puxou o corpo para cima eu ia sentindo seu peito nas minhas costas seus pelos roçando em mim nossa meu tesão foi aumentando ele me colocou para cavalga lo segurou em minha bunda e socava depois foi a minha vez de subir e descer, Tio Pedro me colocou de frango assando e disse que iria acelerar e bombou bem rápido nossa que delicia vi estrelas serio estava muito bom ainda mais vendo aquela cara de macho fazendo caretas kkk ate que senti seu pau crescendo dentro de mim e jorrar porra quentinha ele ainda deu umas estocadas e me perguntou se foi bom eu disse que sim e ele me respondeu que também gostou muito. Voltamos para o rio nos lavamos descansamos e voltamos para a fazenda. Nem preciso dizer que fudi muito com meu tio ate o fim das férias transamos ate em cima do cavalo montando nossa foi demais nem mais de cueca ficávamos agora andávamos pelados assim de Dona Nena ia embora e o caseiro Zé não estava por perto, mas as férias já estavam no termino e eu tinha que voltar este seria meu ultimo ano e mal poderia esperar pelas férias do meio do ano. Autor: Mrpr2