quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

chupando o pau de 2 homens que estavam no bar

Olá,sou casado , tenho 41 anos, aparento ser mais novo. Apesar de ser casado, adoro admirar um bom macho. Adoro frequentar bares , destes de bairro. Sempre peço uma cerveja e fico reparando os machos frequentadores...volume da mala, corpo, coxas, mãos, enfim...tudo...adoro esse ambiente , porque eles sempre ficam mais soltos. Confesso que o banheiro é um lugar que sempre frequento. É o velho truque de parar e fingir que está mijando só para ficar reparando nas ferramentas . Alguns percebem e fazem questão de demorar mais que o comum e ficar balançando e mostrando o pau com um sorrisinho de canto de boca. A história que vou narrar aqui, aconteceu ontem. Fui num boteco e como de costume pedi uma cerveja e fiquei ali. era um bar frequentado só por homens e então fiquei ali só manjando os homens que por ali estavam. Uns me arrancavam suspiros, outros nem tanto! Me sentei em uma mesa próxima ao banheiro para ficar de olho no movimento. Um homem me chamou a atenção. Ele usava uma boina cinza e uma bermuda branca com camisa semi aberta, mostrando o peito peludo(adoro peludos). O volume na bermuda era espetacular. Apesar de ter uma estatura baixa, carregava uma bela mala. Não tirava o olho daquele macho e acho que ele percebeu e ficava dando uns apertões no pau.....ele passou por mim para ir até o banheiro. Fixei os olhos nele , subindo e descendo no corpo e parando no volume do pau. Queria que ele percebesse minha fome. Ele olhou sem demonstrar nenhuma expressão e entrou no banheiro. Esperei um pouco e fui atrás. Quando cheguei os últimos jatos de mijo já estavam sendo liberados por uma grossa mangueira de uns 17 cm. Chamava a atenção pela grossura e pelos pêlos , Estava meia bomba . Criei coragem e parei bem ao lado e fiquei olhando , sem piscar. Assim que ele terminou, balançou aquele pauzão e algumas gotas de sua urina quente respingaram na minha mão. A minha primeira reação foi levar na boca e lamber. Tenho tara em receber urina quente de um macho ...è uma fantasia que ainda quero realizar. Ele saiu, fingindo que não tinha percebido nada. saí logo em seguida . ele se sentou numa mesa próxima com mais um amigo . Tomaram muitas cervejas. Sempre digo que a cerveja (ou bebida em geral) é minha aliada(risos). Homens bêbados sempre se soltam mais. Em uma das vezes em que ele voltou ao banheiro, fui atrás, cheguei lá , ele estava com o pau meia bomba , balançando e olhando pra mim. Não falei nada, como bom viadinho, me ajoelhei próximo , sentindo o cheiro daquele pau de macho, grosso e babão , abocanhei...Ele também não disse nada, simplesmente deixou que eu desse umas 4 ou 5 chupadas. Era realmente delicioso. Senti endurecendo na minha boca. Num gesto brusco ele tirou da minha boca e guardou e saiu. Fui ao céu e voltei. Aquele macho não iria resistir...tinha certeza que nas outras vezes que ele fosse ao banheiro , me deixaria concluir o que eu havia começado. Ele voltou pra mesa e falou algo para o amigo dele(que diga-se de passagem , apesar de não ser bonito, tinha um corpo delicioso, másculo) olharam para mesa onde eu estava , riram e voltaram a conversar. Será que ele tinha falado pro amigo.? Aquilo me instigou mais. Eu , senti vontade ir ao banheiro, me levantei e fui. Quando me virei para sair, o amigo estava vindo, resolvi esperar e realmente eles falaram sobre o que eu tinha feito no amigo. Ele acabou d mijar , sem dizer nada se virou pra mim e fez um gesto pra eu que eu o chupasse....obedeci e ele ficou bombando uns minutos...até que apareceu gente e tivemos que parar.....saí e s dois me chamaram pra sentar com eles...fui....e a conversa só girou em torno do acontecido...os dois de pau duro na mesa, dizendo que queriam me comer...de todas as aventuras, essa foi a mais louca....dois amigos tarados pra me comer.......me chamaram pra sair dali e ir até uma quadra abandonada próximo onde estávamos....mas fiquei com medo, confesso.....me deu medo e respeitei meu sentimento e não fui. Eles disseram que se eu não fosse, não queriam que eu fosse mais atrás deles no banheiro, porque eram casados e conhecidos ali nas redondezas. Não resisti e quando o do pau grosso saiu pra ir ao banheiro....disfarcei e fui atrás...o outro percebeu e também foi. Me ajoelhei e pedi pra mamar e eles me deram um tapa na cara e disse que não queriam mais, mas também não colocavam a rola pra dentro. Me chamavam de viado e falaram que iam judiar de mim, caso eu continuasse. Não me importei e aquela situação de submissão e subjulgação me deixava mais excitado. O moreno me mandou mostrar a bunda e enfiou os dois dedos no meu cu de uma só vez.(dedos grossos)....soltei um gritinho e agarrei no pau grosso do amigo...a partir daí começaram a me xingar . O hálito de cerveja dos dois falando perto de mim, me deu vontade socar-lhes um beijo, mas a situação começou ficar perigosa porque eles ficaram bravos porque rejeitei o convite e começaram a me dar tapas no rosto e a me bater . Achei melhor sair dali. Peguei meu carro e saí , mas tentado a voltar. Estava tendo jogo do Palmeiras...passei em frente a um outro boteco e fui abordado por um rapaz me pedindo para levá-lo até seu carro, porque estava longe e ele estava descalço, sem camisa, só com um shorts de nylon ....uauuuuu....um gato...mineirinho...todo gostoso.......aquilo era quase um sonho ...tudo isso no mesmo dia...mas esse assunto é pra o próximo.... se você curtiu e é da região de Campinas, é macho, policial(tenho fetiche...rsrs) deixe um comentário e seu contato...quem sabe posso satisfazer seus desejos...com sigilo e muita discrição, mas muita sacanagem.......adoro dar prazer....

Os meninos do bairro

Fui dar uma volta no meu bairro. Fui numa praça próximo a minha casa, parei e me depararei com um grupo de garotos jogando futebol. Conhecia alguns outros não, sentei num banco e começei a assistir a partida. Muitos meninos sem camisa suando, correndo. Aquelas pegadas no Pau, palavrões me deixando louco. Pouco tempo depois Vitor um dos garotos faz um golaço, é aquela euforia gritos, abraços e eu louco pra agarrar ele tb. Lindo olhos verdes, barriga Tanquinho, branco do jeito que gosto. Ele olha pra mim acena e sorri, meu pau já duro feito pedra. Eu dou um sorriso e fico olhando ele enxuga, o suor do corpo e eu louco pra limpar com a língua. Não demora pra outro gol, e mais um ele perde e sai da quadra. Amei pois pude me aproximar, ele com raiva sentou na grama com mais 2 colegas. Falei -Poxa perderam né. Ele olhou pra mim é disse -tá cego num viu não? Caralho que braveza mais amo isso! Disse -blz xau. Ele olhou pro meninos e levantou na minha direção e disse: -Tais com frescura e meu irmão? eu disse: -Não tu que tá arretado. Ele disse: -Tô mesmo e tô affim de comer um cu pra tirar a raiva. E ainda vou levar meu parceiros vai? Nem precisa dizer qual foi minha resposta! Seguimos os quatro pro meu carro e lá fomos pra minha casa. Já dentro do carro começou a putaria, que visão linda aquela pica sem pelos do meu lado super dura. E olhando pra trás mais duas lindas e perfeitas. Peguei na de Vitor e coloquei a mão no nariz pra sentir o cheiro, e que delícia a de denis e de Matheus não estavam a meu alcance. Mais não demorou pra chegar em casa, minutos após estávamos dentro de casa. E segundo depois todos no meu quarto, aquelas delícias sem roupa na minha cama, deitei e começei a chupar todos um a um, senti o cheiro o sabor de cada pica deliciosa. Vitor veio e mandou ficar de quatro, começou a passar a cabeça da rola no meu cuzinho. Passei lubrificante e ele enfiou toda, pude sentir suas bolas roçando na minha bunda. Continuei a chupar denis e Matheus, ele bombando gostoso, rebolando e abrindo bem minha bunda pra enfiar tudo. Ele gemendo dizendo que meu cu era bem apertado e quente. Eu olhei pra trás e fiquei olhando aqueles olhos verdes, e sua cara de tesão. Mordendo os lábios e fodendo gostoso e rápido, não demorou pra ele apertar os olhos, segurar forte minha bunda e gozar forte no meu cu. Juro senti os jatos quente e forte, nunca senti uma gozadas tão forte quanto desse garoto. Ele tirou o pau e foi tomar um banho. Deitei de ladinho e denis começou o segundo tempo de rola no meu cu. Ele de joelhos enfiou a pica de uma vez, caralho que delícia fui no céu e voltei. Enquanto isso eu chupando Matheus, ele bombando e rebolando, chupei com tanta vontade que o pobre do Matheus, não aguentou e encheu minha boca de porra. Ele deu um gemido e estremeceu o corpo. Denis me colocou de frango assado e me fudeu feito um louco, forte olhando nos meus olhos pouco tempo senti ele gozando dentro de mim, gemendo e mordendo meu pescoço. Caralho gozei junto com ele. Ele caiu sobre mim, mais não demorou muito pois Matheus logo tomou seu lugar, metendo em mim de quatro Vitor veio molhado do banho. Deitou na minha frente e mandou chupar ele. Fiz feito uma puta obediente, pouco tempo depois deite de bruços e Matheus continuou bombando . Enfiando todinha não demorou muito, e senti ele gozando no meu rabo, segundos depois Tava eu me esvaindo e porra. Com a rola de Vitor pulsando na minha boca. E eu tentando engolir tudo quase que impossível. Levantei fui pro banho. Convidei eles pra uma pizza pra retomada de forças, na pizzaria notei Vitor com um pau hiper duro denovo. Olhei pra ele e disse :-hoje mais não lindo meu cu não aguenta. Levantei e fui no banheiro do restaurante mijar. Ele me seguiu, me empurrou pra dentro do box e tive que chupar ele ali mesmo. Sorte não sei se por tesão ele gozou rápido. Paguei a conta e levei ela próximo a suas casas. Cheguei em casa e recebi uma ligação era Vitor, dizendo que tinha me deixado um presente embaixo do travesseiro. Olhei era sua cueca suada com seu cheiro, bati mais duas antes de adormecer com aquela cueca no nariz

A pica do meu irmao novinho dormindo

Oi gente prazer em compartilhar momentos delicioso com vocês Aqui vou me chamar de Oliver quem quiser meus dados verdadeiros manda mensagem Moro em Brasília com minha familia tenho 19 anos 54 kilos e 1'62 de altura O que eu vou contar agora não é muito longo mais foi muito gostoso que aconteceu esta madrugada 01/12/2016 e creio que vai continuar.... Ontem a noite eu estava deitado no meu quarto , tenho um irmao que é novinho e é uma dlcia , eu sempre reparei no corpo dele e sempre imaginei nas minhas punhetas tocando no pau dele pois vejo diretamente ele de cueca e o pau mesmo mole se forma um volume enorme pra idade dele , acho que ele esta começando a desconfiar o que eu quero , pois ontem ele queria assistir um filme no meu quarto e eu fiquei mechendo no celular enquanto ele assistia , por volta das 1hrs da madrugada ele desligou a TV e que ia durmi ali comigo , ai eu continuei mechendo no celular ate descarregar , quando descarregou por volta das 2horas e poucos minutos , eu senti que ele ainda estava acordado, meu coração estava quase saindo pela boca fiquei um tempão criando coragem pra tocar no corpo dele pois eu estava com o tesão em alta demorou poucos minutos ele começou a ronca , não sei se era fingindo, ai do nada ele jogou uma perna por cima de mim , gente eu entendi isso como um sinal verde pra prosseguir , com o coração quase saindo pela boca fui procurando seu corpo , toquei em sua linda barriga e não estava acreditando naquilo , não acreditei mais ainda quando coloquei a mão no local onde fica o seu pau e mi assustei pos pensei que estivesse pegando no seu braço na altura do pulso então rapidamente tirei a mão, voltei a procurar novamente só ai me dei conta que aquela grossura que pensei que fosse seu braço era o seu pau que era muito grosso , procurei a base e fui até a ponta do mesmo por cima da roupa ainda , e sentir ele pulsando , aos poucos criei coragem e coloquei a mão por dentro da roupa , nossa que delicia a cabeça estava meladinha fiquei pegando ali na rola do meu próprio irmao e viajava de loucura não sei quantos Cm o Cris tem mas o pau dele é enorme pra idade q tem, de repente sinto o seu pau pulsar muito achei que ele fosse gozar então tirei a mão, e me virei por lado ... Com menos de 1 minuto ele se levanta e vai no banheiro ai eu fui devagarinho e me dei conta que ele foi gozar... Me deu uma vontade de entrar lá e chupar tudo mas voltei pro quarto.. Depois ele foi beber agua voltou pro quarto e ele durmiu , e eu ainda não sei se ele estava durmindo ou acordado mas sei que vou repetir isso mais vezes ate consegui o que eu quero . Se gostaram do conto comentem e me falem o que acharam que se meu sonho se realizar eu compartilho com vocês rsrs bjs

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Dando mamadeira pro marido da prima



Cresci muito amigo de uma prima por termos a mesma idade e morarmos perto. Ela se casou aos 21 anos e me chamou para ser padrinho do seu casamento. Com o passar do tempo e visitando de vez em quando sua casa, fiz uma certa amizade com seu marido. Um cara de 1,94 de altura, largo, barriguinha saliente, pernas grossas, bundão, corpo brancão e todo lisinho. Em nossas idas ao clube eu notava como sua bunda era durinha e redonda. De vez em quando o via andando de cueca ou toalha pela casa e sempre brincando com o fato de ser mais alto que eu (que tenho 1,78), mas nunca senti uma conotação sexual por parte dele, apesar de eu imaginar sempre aquele macho quicando na minha pica.
Me mudei de cidade e perdi um pouco do contato que tinha com eles. Só os visitava mesmo em época de festas e fim de ano, mas há pouco tempo atrás eu estava conversando com um cara no whatsapp que tem o mesmo nome dele e num descuido da minha parte (sério, foi totalmente sem querer) acabei enviando pro marido da minha prima uma foto do meu pau duro dentro da cueca com a legenda "pra quando você quiser tirar com a boca". Quando eu recebi a resposta "o que é isso, primo? tá me estranhando?" eu gelei! Liguei pra ele na hora e pedi mil desculpas e que eu enviei a foto pra pessoa errada. Disse que era pra uma mulher que estava logo abaixo do nome dele na minha lista de contatos e que eu cliquei errado por um descuido. Fiquei muito sem graça e, depois de vários pedidos de desculpas, desliguei a ligação.
Uns minutos mais tarde recebi a seguinte mensagem dele: "Kkkkkkkk, relaxa, primo. Vc é um cara bonitão, solteiro, tem mais é que partir pra putaria mesmo. Só não esquece de me avisar quando mandar outra dessas 'enganado' porque sua prima pode ver. Aí ela vai querer me trocar por você e com razão! Com uma rolona dessas, até eu fico balançado! Hahahahaha".
Eu fiquei branco na hora e me perguntando se ele estava realmente brincando ou se aquilo viraria um "segredo de família".
Uns dois meses depois minha outra prima, irmã dessa que eu falei no começo do conto, também iria casar. As casas dos nossos parentes estavam abarrotadas de gente e, como minha prima mais próxima mora numa casa menor e sem condições de receber muita gente, chamou eu e meu irmão para dormirmos na casa dela. Só que no dia do casamento meu irmão recebeu uma ligação do patrão dele e ele precisaria ir na mesma noite pra casa pra poder trabalhar no dia seguinte. Então apenas eu fui dormir na casa deles.
Chegamos exaustos da festa de casamento e fui tomar um banho pra dormir. A casa deles tinha 2 quartos, mas só na sala tinha ventilador de teto e, como estava quente, decidi colocar um colchão por lá mesmo. Saí do banho e eles entraram pra tomar o banho deles. Vesti um short largo e fui me deitar. Logo depois eles saíram do banho e foram se deitar também. Minha prima passou por mim com um remédio e disse que só conseguiria dormir se tomasse ele por causa de uma dor de cabeça muito forte. Ela tinha passado o dia todo correndo atrás dos fornecedores pra ver se tudo estava conforme combinado e tinha acordado muito cedo. Enquanto mexia no celular, notei a luz do quarto deles sendo apagada. Fiquei conversando um pouco com um peguete, vendo as fotos da festa que o pessoal tinha postado na internet e, depois de um tempo, decidi acessar umas putarias.
Enfiei a mão no calção e comecei a dar umas apalpadas. Como estava muito quente, eu estava sem camisa e sem nada me cobrindo. Deitado de barriga pra cima, me patolando e vendo putaria no celular.
Uns minutinhos depois sinto uma mão no meu ombro e uma voz me perguntando "tá bom o negócio aí?". Eu dei um pulo e fui parar do outro lado do colchão, ofegante e pálido. Era meu primo, que eu não tinha percebido que tinha chegado porque eu estava deitado com a cabeça pro lado do corredor onde fica a porta do quarto deles. Como não ouvi barulho de porta se abrindo, não fazia ideia de que poderia ser flagrado. Mas aconteceu. Quando consegui recuperar o ar, pedi desculpas a ele e disse que iria dormir, mas quando eu reparei melhor, vi meu primão agachado só de cueca e com um volumão gostoso ali dentro. Perguntei se ele viu o que eu fazia no celular e ele disse que sim. Fiquei sem graça e pedi pra ele não contar pra ninguém porque eu não queria que ninguém da família soubesse que eu curtia putaria gay. Ele disse que eu poderia ficar tranquilo, mas que teria que fazer um favor pra ele. Eu perguntei o que era e ele disse: "eu quero ver seu pau. Quero ver se é tudo aquilo mesmo que você mostrou na foto". Eu disse que tava sem graça e nervoso com a situação e que meu pau tava mole. Aí ele disse: "então deixa eu fazer ele ficar duro de novo". Eu perguntei: "você tá louco? Minha prima pode acordar a qualquer momento. Nunca que eu ia fazer alguma coisa com você, sabendo que ela poderia nos flagrar a qualquer momento". Aí ele disse: "Esse remédio que ela tomou é muito forte. Às vezes ela toma e eu bato uma na cama mesmo porque eu sei que ela não acorda. Já liguei até a televisão pra assistir putaria, mexi no celular dela, assisti vídeo no notebook do lado dela e nada. Ouve só, ela tá até roncando". E era verdade. Vinha um som de uma respiração forte de dentro do quarto deles e eu me levantei pra ver. Quando voltei, ele estava em pé, apalpando o pau por cima da cueca e pediu pra pegar no meu pau. Aí eu deixei. Ele começou a me punhetar por cima do short e quando viu que meu pau tava endurecendo, tirou a cueca e pediu pra eu tirar o meu short. Em seguida ele se ajoelhou e abocanhou meu pau enquanto batia uma punheta. Disse que ficou louco pra experimentar um pau quando viu minha foto e não tinha ideia de como poderia chegar em mim e me pedir isso, mas quando me viu assistindo putaria gay no celular, era a oportunidade que ele precisava. Ele me empurrou pro sofá, sentou num puf e começou a me mamar de novo. O corpo todo jogado pra frente, com o rabão empinado no puf e mamando meu pau. Pedi pra ele parar e me levantei. Fui pra trás dele e caí de boca naquele rabo. O cuzinho dele, como eu imaginava, era bem rosinha e lisinho. Ele delirou de prazer. Disse que sempre teve curiosidade de dar o rabo, mas aquela não era a hora. Só podia mamar meu pau mesmo e prometeu que me daria aquele cuzinho outro dia. Voltou a me mamar e, não demorou muito, eu anunciei que queria gozar. Ele se virou e disse: "goza em cima da minha bunda". Soltei uns jatos fortes de porra nele e ia escorrendo por aquele rego gostoso, lisinho, branquinho. Ele gozou logo depois na própria mão e foi pro banheiro se limpar. Fui logo depois dele e, quando saí, ele estava no corredor me esperando pra dizer que eu teria que realizar todas as fantasias e curiosidades que ele tem com um macho, porque a partir daquele dia, ele só confiaria em mim.
Fui dormir em êxtase e aliviado por ter um cúmplice ao invés de um dedo duro

Amigo do meu pai


oi gente, esse é meu primeiro conto aqui então vou falar das minhas características,me chamo joao sou moreno claro, corpo fortinho de academia, 176 de altura e uma bunda empinada e lisinha, entao vamos ao conto.
Meu pai estava preparando uma viagem ao Rio de Janeiro nas ferias do ano passado, confesso que estava muito animado pois tenho um grande tesão por cariocas [voltando], estava indo tudo bem na viagem, sempre ia para a praia com uma sunguinha que deixava minha bunda ainda maior,ate que um dia meu pai teve a ideia de visitar um velho amigo seu e me levar para conhece-lo como queria deixar meu pai feliz eu acabei indo, chegando la fiquei impressionado com seu amigo ele se chamava jorge ele tinha 1,90 de altura corpo definido e um pacote de deixar qualquer passivo animado, jorge trabalhava em uma "escola"de surf e meu pai deu a ideia deu ir junto com ele pra dar uma olhada eu imediatamente disse que sim e meu pai acabou falando pra mim dormir na casa de jorge e ir direto no outro dia de manha, concordei logo depois disso meu pai foi embora ficando apenas eu eu jorge, como eu estava cansado do dia perguntei para jorge se podia tomar banho ele disse que sim e me mostrou o banheiro e me deu uma roupa sua que ficou extremamente grande em mim, fui tomar meu banho e por estrategia decidir deixar a porta encostada e fui tirando a roupa depois de um tempo percebo que ele estava na porta me observando, decidi não fazer nada e deixar ele vir logo deixei o sabonete cair no chão e abaixei pra pegar acho que ele percebeu e saiu da porta fiquei bastante frustado mas não perdi a esperança vesti a camisa que ele me deu e fiquei pronto para dormir quando percebi que havia só uma cama de casal e voltei a me animar ele entrou no quarto e falou que ele poderia dormir no sofá eu imediatamente respondi que não havia necessidade então fomos dormir na cama virei de costas pra ele para poder ir para o ataque de novo estava muito calor naquela noite então resolvi tirar a camisa e ele acabou tirando também empinei muito minha bunda pra ele e nada acabei dormindo e acordo com algo duro rocando na minha bunda resolvo continuar imóvel quando sinto uma voz grossa no meu ouvido "eu sei que você quer"quando viro pra ele sou surpreendido por um beijo longo e demorado e uma serie de beijos vieram juntos ate que eu me jogo em cima dele e começo a beijar seu corpo todo ate aquela entrada para a felicidade olho pra ele e ele esta com os olhos fechados percebi que era o momento pra mamar ele direitinho sugava tudo ele gemia alto e me xingava de putinha e que eu seria a vadiazinha dele oque me deixou com muito tesao então ele levanta e me joga na parede e começa a beijar meu pescoço e descendo para os meus mamilos e chupando eles quando ele percebeu que estava com muito tesao ele me vira de costa e vai no meu rabinho ele fazia uma coisa com a linguá que era inexplicável depois de me linguar muito ele me coloca de quatro na cama e vai colocando seu pau (que mais tarde descobri que tinha 20cm) acho que estava tao relaxado que quase não senti dor ele começou devagar e depois ficou selvagem bombava como um animal oque me deixou louco me fazendo gozar sem me tocar logo depois que eu gozei ele gozou com tudo no meu cuzinho e caiu em cima de mim descansamos um pouco e fomos tomar banho onde fiz outro boquete e fomos dormir. Tivemos outras fodas nos próximos contos eu relato para vocês.

Moleque morador de rua I



Olá vou relatar a vocês mais um episódio de uma vida de tesão. Li diversos relatos de sexo com moradores de rua, drogados e tudo mais e que me inspirou ir atrás de um para saber como seria realmente. Irei fazer um resumo desse período colocando as partes mais importantes, não imaginei que um garoto dessa idade poderia me fazer sentir tão realizado na cama, espero que a escrita transmita ao máximo o tesão que fui proporcionado e que vocês sinta um pouco desse tesão. Na realidade queria apenas um sexo casual, como muitos relatos, porém comecei a observar esse cainha com outros olhos por isso um resumo das situações vivenciadas.
Conheci o Rodrigo pouco mais de 8 meses, rapaz de 23 anos, moreno claro, 1,75 em torno de 77 quilos, olhos verdes, dono de uma boca muito carnuda e gostosa, bunda média e empinada, não digo que o cara é musculoso, mas tem um corpo legal e o mais impressionante morador de rua, digo isso porque olhando você não imagina que ele esteja nessa situação. Sempre ficava próximo do trabalho cuidando dos veículos. Apesar de estar na rua, havia algo que chamava a atenção, um mix de menino com jeito de homem, além de outras características peculiares que fui descobrindo ao longo do tempo. Normalmente arrumado (de vez em quando o via meio molecao de tactel ou moletom e boné e outras de calça jeans e camiseta), cabelos com gel na maioria das vezes e aos poucos fomos trocando ideia curtas de manhã sempre pedia para pagar o café para ele. Falava pouco sobre a vida dele mesmo fazendo perguntas, já era de práxis, quando entrava nesse assunto ele se despedia fácil, deixei de questionar sobre o assunto e fui ganhando confiança do moleque. Não vou negar que o jeito dele sempre me chamava a atenção contundo, ficava na minha, queria ver qual era a dele pois as minhas intenções já tinha. Não tinha qualquer estereótipo que curtisse homens, resolvi ser como mineiro ir comendo pelas beiradas. Algo que sempre afirmava era “um dia saio dessa vida.” Se usava drogas acredito que sim, mas sempre estava de boa, já o vi a noite em outro ponto muito louco por causa da bebida, então pensei, ponto fraco I.
Em uma de nossas conversas, meio que na inocência, perguntei como ele fazia com relação a sexo na rua, como acontecia ele desconversou e apenas contou que já tinha morado junto com uma mulher mais velha e relatou algumas situações que me deixaram com a pulga atrás da orelha do tipo que fazia e acontecia entre quatro paredes, já havia me ligado que o cara curtia dar uma valorizada em si (ponto fraco II). Enquanto falava pensei será que é a deixa, resolvi arriscar e o convidei para ir em casa, sua feição mudou, uma mistura de espanto e alegria tomou conta na lata ouvi, para que? Respondi para nada demais, apenas, para tomar um banho, ver um filme algo e conversávamos mais a vontade, desconfiado da situação apenas fez sinal com a cabeça e falou que iria quando desse, levantou-se e saiu.
Marcamos diversas vezes e ele nunca aparecia sempre dava uma desculpa qualquer. Numa sexta, sai do trabalho e fui ao encontro dele novamente, mas em vão o moleque tinha desaparecido, então a noite resolvi sair com uns amigos e quando estou saindo com o carro de um barzinho quem encontro encostado num carro no final da rua? Rodrigo, parei em fila dupla o carro e quando me viu se assustou abriu um sorriso maroto o cumprimentei e perguntei faz o que perdido por aí? observando o movimento respondeu. Aquele convite tá de pé? eu preciso fazer meus corres replicou. Pensei em perguntar qual era o valor que ele tiraria ali que pagaria para ele, mas achei melhor não. Tentei a última vez, topa então ir comer alguma coisa ali no Mc ele ficou meio assim, olhou para a rua e decidiu ir, abriu a porta e entrou no carro, sentia o cheiro de álcool misturado com suor exalando de seu corpo. Passamos no drive do Mc pedi um lanche e parei no estacionamento ele comia ferozmente o lanche até brinquei maldosamente que apetite. Ele sorriu, me encarou e completou não somente disso tenho fome e abaixou a cabeça! Fomos para casa, no caminho respostas curtas tipo envergonhado, vi algumas vezes ele segurando o pau por cima do shorts me olhando de canto de olho. Chegamos, disse para ficar a vontade abrir o vinho e trouxe a ele e que ia tomar um banho ao passar na frente dele fui surpreendido por um puxão me virando bruscamente contra a parede seguido de um abraço por trás que me envolveu por inteiro ficando todo vulnerável a ele senti sua boca encostar em meu ouvido e perguntou em tom forte - tem certeza que é só isso que tá afim? Sentia o cheiro daquele macho uma mistura de suor com perfume, respondi com cara de safado o que posso mais querer de você? Isso foi a largada para agarrar pelas costas, me envolveu com os dois braços, um em cima de meus peitos outro em minha cintura, esfregava o pau meia bomba em minha bunda com força, sentia seu corpo quente me envolvendo com seus braços, sua boca me mordia, beijava o pescoço forte, suas mãos deslizava sobre minha bunda. Mordia os lábios de tesão sentindo ser a fêmea daquele moleque, até que ouvi com a respiração ofegante - cuidado puta! vou te pegar e te comer gostoso! Vou apagar hoje teu fogo! Ao ouvir isso soltei a a cabeça para trás e um gemido de tesão saia de minha boca, sentia suas mãos em minhas cintura, roçando o pau na minha buda latejando, senti um tapão em minha bunda e um safado em meu ouvido quase que como um sussurro.
Virei e enfiei minhas mãos por baixo de sua camiseta enquanto minha boca percorria seu pescoço e toquei suas costas com as unhas, sua respiração ficava inconstante com meu toque. Ele soltou um gemido mais alto, caralho que tesão da porra, eu estava totalmente enlouquecido de tesão, não sabia o que fazia mais estava totalmente entregue aquele macho que tanto "desejei", num desejo incontrolado rasguei sua camiseta tirando um gemido de tesão e susto, ele sussurrou, tá fogoso!! retruquei você não viu nada ainda. Com as mãos trêmulas deslizei por cima de seu abdômen liso, aproximei a boca e comecei a descer por seu corpo explorando cada pedaço daquele tórax liso, mordiscava seu mamilo, brincava com a língua neles, com a mão apertava-os depois o esquerdo, descia por sua barriga, sentia seu pau vibrar, o abracei mas forte, minhas mãos desciam por seu corpo, segurei o pau por cima da bermuda, rapidamente abri o velcro e enfiei a mão por dentro ouvi um hummm e uma mordida em meu pescoço sentia o calor de seu corpo, comecei a punheta-lo por cima da bermuda, e ele viu que meu pau endurecia e se volumava por baixo da calça que usava, apalpou a minha bunda, resolvi arriscar um beijo porém ficamos somente no selinho.
Nos olhávamos com safadeza me encostou contra a parede e abri sua bermuda, desci novamente com a boca sobre seu tórax e senti aquele pau pulsando, em seguida me ajoelhei e resolvi brincar um pouco mais por cima da cueca deslizei minha mão por sobre ele e encontrei um pouquinho melada pelo seu pré gozo. Meu corpo estremecia de tanto tesão, coloquei a cabeça entre as suas pernas, dei de cara com um mastro retinho, perfeito e muito cheiroso, Rodrigo começou a ficar com a respiração ofegante e abocanhei seu pau por cima da cueca e dizia que estava louco para experimentar aquele moleque Continua...

Instrutor de moto na auto escola

Olá, meu nome é João. Tenho 19 anos, 1,78 de altura, corpo legal, 19 cm de pau e uma bunda bem gostosa e grande. Esse é meu primeiro conto que aconteceu nesta segunda feira (28/11) Eu estou terminando a auto escola e as aulas de moto acabaram segunda feira (infelizmente) o meu instrutor desde quando eu fui fazer a inscrição pra começar as aulas já me chamou muita atenção, um moreno de mais ou menos 1,80 de altura, corpo gostoso, lindo e aquela voz de macho! Enfim, como de costume fui lá as 15:00 pra fazer minha aula, e como era a última eu não podia perder as esperanças. Fui com um shorts bem curto desses de academia que deixava minha bunda bem empinada, e uma camiseta regata. Chegando lá avisto ele que já vem falando que como eu já estava dirigindo bem, nem precisava pegar firme naquele dia, e perguntou se eu queria ir chupar um sorvete, pois ele fazia isso com a maioria dos alunos que estavam indo bem. Eu olhei bem pra ele e saiu do nada um : "eu quero chupar outra coisa" e olhei fixamente pra mala dele que parecia ser enorme. Ele sem demonstrar nada se virou e foi lá pra fora, disse que já voltava, escutei um barulho e era ele fechando o portão, voltou pra dentro e apertou o pau, nessa hora eu já estava explodindo de tesão. Passou do meu lado e foi ligar para os outros alunos cancelando as aulas da tarde. Após cancelar, se virou para mim e disse " eu sabia que você curtia, sempre me olhando, olhando pro meu pau e empinando essa bunda aí na moto" . Eu estava quieto, então ele chegou perto de mim e me deu um beijo (o melhor da minha vida), já conseguia sentir sua rola roçando na minha. Ele então puxa meu cabelo é fala "hoje você vai se fuder sua putinha" eu tava com muito tesão, ele em seguida tirou aquele cacete de 22cm e super grosso pra fora e mandou eu chupar, forçava a entrada, estava fazendo minha boca parecer uma bucetinha ele fodia com vontade e me dava tapas na cara, confesso que eu estava adorando. Forçava minha boca contra seu pau me fazendo engasgar, me xingando de vários nomes. Como ele descansa lá na hora do almoço e tem um colchão, pegou esse colchão jogou no chão e me jogou em cima, bem bruto. Rasgou minha camiseta e abaixou meu shorts.. falou "nossa que cuzinho gostoso bem fechadinho, hoje é o último dia que ele será assim". Deu um tapa na minha bunda e me jogou de 4 e enfiou com tudo sem dó senti cada centímetro rasgando as minhas pregas e sem camisinha pois estávamos sem. Eu dei um berro e tentei me afastar, ele me segurou pelos ombros e disse "pode gritar sua vadia hoje você vai ter o que desejava" começou a bombar, depois de um tempo começou a ficar bem gostoso e eu já estava gemendo e delirando de tesão. Ele tirou aquela tora de dentro de mim deitou e mandou eu sentar, eu como boa putinha obedeci, mas fui tentando sentar bem devagar, ele descontente me puxou com tudo até o talo do pau dele,eu quase chorei mas daí já comecei a quicar naquela delicia, ele me puxava pra beijar, depois me ergueu e segurando minhas pernas me prendeu na parede e começou a bombar com mais força, aqueles gemidos de macho, me xingando de puta, vadia, cachorra e tudo mais... anunciou o gozo, e tirou o pau do meu cu, mandou eu chupar comecei a mamar como se fosse o último pau da terra, até que ele gozou na minha garganta e no meu rosto, voou um pouco até no cabelo. Logo já gozei também. Deitamos um do lado do outro e ele estava rindo, eu não tava nem acreditando que tinha dado pra ele. Fomos tomar um banho, e mamei ele mais uma vez no chuveiro... vim embora com o cu arrombado e sem conseguir sentar direito, mas já combinamos de amanhã eu ir lá de novo na hora do almoço dele. Espero que tenham gostado, não sei muito bem escrever os contos pois é meu primeiro mas prometo melhora.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Chupei o cu do padrinho

Olá, meu nome é André. Vou relatar para vcs uma das vezes que chupei o cuzinho do meu padrinho. Hoje tenho 36 anos e ele 53, mas super em forma, corpo todo durinho.Comecei a transar com meu padrinho na minha juventude, logo depois que perdi a minha virgindade com uma garota. Falei para padrinho como foi e notei o quanto ele ficou excitado. A gente tinha muita liberdade, mais do que o normal. Brincamos e ele passou a mão no meu pau de zoação mas eu instiguei a fazer mais coisas. Coloquei meu pau todo babado para fora da cueca e pedi para ele pôr o dele tbm. Acabei pondo eu mesmo o pau dele p fora. Comecei a bater uma punheta mesmo ele se afastando. Depois consegui vencer e masturbei gostoso o pau torto do meu padrinho, ainda coloquei um dedo no seu cuzinho. Infelizmente fomos interrompido. Fui para casa, tranquei a porta do meu quarto e comecei a bater uma punheta gostosa e a cheirar o dedo que enfiei no rabo do meu padrinho, gostei de sentir o cheiro do cu suado e qdo vi já estava chupando o dedo com o gosto do cu de padrinho. Passando dois dias fiquei sozinho com ele novamente, contei o que fiz, que senti o gosto do cu dele. Ele tentava mas não disfarçava que sentia tesão, pedi para a gente repetir mas ele tentava me convencer do contrário, foi aí que fiquei de joelho, coloquei o pau dele p fora e chupei gostoso, enfiei o dedo no rabo dele e de vez em quando parava de chupar o pau torto de padrinho e chupava o dedo que comia aquele rabo, me deixava louco a cara de tesão que ele fazia qdo eu chupava o dedo com gosto e suor daquele buraco, depois ele mesmo se virou e colocou o aquele cuzão na minha boca, passei vários minutos chupando aquele cu que parecia que se dilatava com a minha lingua. Meti o pau naquele cu sem dificuldade, acho que ele já tinha dado muito, mesmo sendo casado. Comia com tanta força e violência que não sei como ele aguentava. Gozei dentro daquele rabo e pude ver a porra escorrendo, fique com vontade de chupar aquele buraco bem aberto e cheio de porra quente mas fiquei com vergonha, mas em outras vezes matei a vontade. Essa foi só uma transa, pois fiquei viciado naquele cu e posteriormente na porra e no mijo de padrinho.

sábado, 19 de novembro de 2016

Putinho dos guris no posto de lavaçao

Tenho 14 anos e, isso aconteceu a uns dois anos atrás. Meus pais trabalhavam em outra cidade e, à tarde, depois da escola, eu vivia brincando com a molecada na rua. Meu primo André, um pouco mais velho do que eu, conseguiu um bico em um posto de lavação de carros e, por isso, nos finais de semana sempre tinha grana. Eu, pedi pra ele arrumar uma vaga pra mim lá, mas o dono, Lucas, de cerca de 34 anos, disse que eu não podia ser contratado por ser muito novinho. Mesmo assim, eu ia lá, passava a tarde com os guris, eram cerca de cinco, todos na mesma faixa etária. Ás vezes eu os ajudava a limpar os carros, espontaneamente e, eles me retribuíam pagando coca-cola e pastéis no final da tarde. Eu adorava ficar entre eles, ouvindo as asneiras que falavam. Em uma das tardes, com forte calor, fiquei por lá, entre eles, quando fechou um forte temporal na cidade. Logo, acabou o trampo deles, pois ninguém iria lavar o carro com tempo chuvoso. Lucas, o dono, embarcou no carro e foi embora, encarregando os guris de fecharem o galpão quando terminassem de arrumar as coisas. Em instantes, estávamos lá eu e mais cinco moleques. Bebiamos coca-cola sentados em um canto, em bancos velhos de carro. Marcos era o mais velho, tinha 17 anos, puxou um cigarro e ficou lá, ralaxando. Entre os papos, rolou o assunto de sexo e tamanho de pica. Marcos só de olho em Felipe e o Zé, que debatiam quem dos dois tinha o pinto maior. O papo esquentou tanto, que os dois foram pro banheiro pra tirar a dúvida, sob forte zuação dos demais. Pronto, o pinto do Zé era maior, mas o do Felipe era mais grosso. O papo sobre cú e buceta continuou, alguns relatavam as punhetas que tocavam vendo as primas no banho. Nisso, percebi o volumão que ser formou no jeans do Marcos. Alguém percebeu e ele mesmo, passava a mão por cima do jeans sujo e surrado, enquanto tragava seu cigarro. Ele dizia, ceis são uns bananinha guris, pau é isso que tenho aqui. Foi falando como tinha metido a vara em uma prima mais velha, casada. Todos pararam e ficavam vidrados no volume do Marcos, ele, sem cerimônia, abriu o zíper e libertou um gigantesco pau, era quase da grossura do meu pulso. Aí ele desafiou todos: quem tivesse o pinto menor de todos, teria que tocar uma punhetinha pra ele e, em contrapartida, ele arranjava a prima puta pra tirar o cabaço do moleque. Todos toparam, arriando seus shorts. Eu estava muito tímido e, por azar, meu pintinho era muito pequeno, ainda sem pelos, nem gozava. Diferente dos outros guris, todos com tufos de pelo e forte cheiro de porra gozada na cueca. Confesso que eu táva sentindo muito tesão com aquelas brincadeiras e, logo estendi a mão, que nem fechava, em torno daquele cavalo de pau. Quando toquei, senti a pele macia no pau, contrastando com a temperatura quente e a rigidez daquela vara. Me entreguei ao comando de Marcos, que foi ordenando como fazer. Os outros guris nos cercaram, já se punhetando. Como Marcos viu que eu parecia gostar, me mandou mamar. Eu disse que não e, levei um peteleco. Fiz cara de choro, mas percebi que se não fizesse o que eles queriam poderiam me machucar. Abri minha boca e fui mamando na cabeça, macia e morena, que mal cabia na minha boca. O Marcos deu um gemido de tesão. Em pouco tempo eu já estava mamando deliciosamente. Os guris perceberam que eu estava gostando e, arriaram meu short. Acariciavam minha bunda enquanto eu mamava, de quatro, o Marcos, que permanecia sentado na poltrona de carro, fumando seu cigarro. Os meninos, abriram minha bunda, senti alguém cuspindo. Tentei impedir, mas Marcos afundou a tora dele na minha garganta, quase me afogando. Senti o olhinho do meu cú queimar. Era um dos moleques que estava me comendo. Era o zé, que apesar do pinto não ser muito grande, era safadinho. O pinto dele era um pouco mais grosso que meu dedo médio. Deslisou fácil. O guri meteu um pouco e, em poucas bombadas, tremeu todinho, senti o jato de porra dentro de mim. Eu continuava mamando o Marcos. De repente, senti que alguém tomou o lugar dele, era o Filipe. Ao posicionar o pau dele no meu rabo, senti um pouco de dor, pois o pau dele era mais grosso. O guri estava decidido. O moreno foi metendo do meu rabo, que entrou sem resistência. Eu suava bicas, Marcos adorando a putinha mamando e dando o rabinho para os demais guris. Filipe, foi metendo em ritmo mais acelerado que o zé, me fazendo suar. Meu cuzinho começara a duer, quando sinto ele pressionar meu rabinho e lançar porra nele. Assim que saiu de trás de mim, foi a vez do Cristiano. Era um guri magro, mas com um pau que me assustou, não era tão grande e grosso como o do Marcos, mas era comprido e fino. Ele abriu minha bunda, cuspiu dele e foi introduzindo. No começo até senti prazer, mas depois que passou da metade, comecei a sentir dor, pois sentia ele cutucando meus intestinos. O guri ficou enlouquecido, pois a cada remetida eu dava um gritinho. Não demorou para ele gozar. Pois bem, ainda faltava o Paulo e o Marcos. O Paulo era grandão, negro, gordo. Quando ele se posicionou atrás de mim pensei que seria moleza. Que nada, ele tinha um pau grosso, quando a cabeça passou no olho do meu cú gemi forte, sentindo muita dor. Tentei me esquivar e levei outro peteleco do Marcos. O Paulo me segurou forte pelas ancas e foi metendo cadenciado. O suor dele pingava nas minhas costas. Sentia meu cú queimar. Ele metia lento e forte. Dava fortes tapas na minha bunda, me fazendo contrair o cú. Na terceira vez que contraí o cú, ele deu um gemido como um urso, gozando no meu rabo. Eu estava exausto, mas ainda faltava o Marcos. Eu estava com medo, pois não ia aguentar aquele pauzão. Ele me colocou de quatro no banco. Alguns dos guris já estavam de pau duro de novo, tocando punheta em torno de mim. Marcos cuspiu no pau e no meu cú, ao abrir minha bunda, escorreu um pouco de porra dos otros moleques. Ele tapou meu cú com aquela pistola enorme e foi metendo. Eu quase desmaiei de dor. O fato era que o Marcos era o único que tinha pau de adulto alí, pois os outros, apesar de já gozarem, ainda eram moleques. Fui contraindo e relaxando o cú como ele me mandava fazer. Cada fisgada dele era um gemido meu. Um dos guris pegou a cueca no Marcos e enfiou na minha boca, eu aceitei, pois mordia para sanar a dor, aquela cueca suada e fedendo a mijo. Marcos segurou forte minha bunda e mais um pouco, eu sentia as bolas dele no meu rabo. Começou a bombar, me fazendo sentir forte vontade de cagar, quando eu disse isso, ele acelerou as metidas, e eu, com muita dor, quase comi a cueca. Senti meu cú inchar mais ainda e ele, derramar fortes jatos de porra nos meus intestinos. Quando tirou aquela jeba de mim, muita porra escorreu nas minhas pernas. Ouvimos barulho de carro chegando o galpão, era o Lucas, o dono, que voltou buscar o celular que havia esquecido. Nos vestimos rapidamente e ficamos como se nada tivesse acontecido. Marcos me mandou ficar de bico calado ou então eu iria apanhar de todos eles. Bom, nem preciso dizer que virei a putinha oficial deles, inclusive dando pro Lucas.

Sou meio viado,mas so pro meu pai

Na separação dos meus pais, acabei que fui morar com meu pai e minha irmã com minha mãe. Meu pai arrumou uma nova companheira e vivemos juntos numa boa por praticamente três anos. Por meu pai ser um coroa pintoso e charmoso, ela assim como minha mãe demonstrava ter um ciúme doentio por ele... Acabou que também se separaram. Voltamos a morar novamente sozinhos, e depois de uns 2 meses e eu de férias, meu pai resolveu que tinha que dar um jeito (limpeza e pintura) na casa do sítio para usarmos mais vezes, já que ele estava pra se aposentar. Abarrotamos o carro com mantimentos pra pelo menos uns 20 dias, roupas, tintas, e partimos pro sítio. Eu com meus dezessete anos, mesmo sendo muito paquerado, só tinha tido contatos com meninas em abraços, beijos e alguns abusos de passar a mão nas partes íntimas. Eu e meu pai nunca tivemos muita intimidade um com o outro, até quando o vi tomando banho com a porta do banheiro totalmente aberta. Fiquei parado com o olhar fixo naquele homem pelado que tinha uma piroca enorme e grossa. - Entra aqui Hugo; quer tomar banho também? Como um robô obediente fui entrando sem conseguir tirar os olhos daquele objeto roliço. - Não pai... Tomo depois!... - Se quiser pode entrar que eu te ajudo no seu banho!... Nunca tinha ficado nu na frente do meu pai. Mas pra mim era normal ficar pelado na frente dos meus amigos quando íamos jogar futebol na quadra do colégio. Fiquei curioso pra saber que tipo de ajuda no meu banho, que ele insinuou... Mas naquele dia só fiquei olhando meu pai tomar seu banho, sair do box e se enxugar balançando seu pinto pra lá e pra cá na minha frente. Foi três dias depois, já anoitecia, quando avisei que ia tomar meu banho. - Deixa a porta aberta Hugo, que daqui a pouco eu vou lá! Fiquei curioso, mas nem podia imaginar o que viria acontecer. Ia começar a me ensaboar quando ele entrou e me vendo pelado. - Caramba Hugo, tu tá um belo rapaz, hein?... Em seguida ele começou a tirar suas roupas dizendo que ia tomar banho junto comigo... Não tive como impedir. Ele entrou e pegando a esponja e o sabonete da minha mão começou a lavar minhas costas. Pulou minha bunda pra passar a esponja nas minhas pernas. Ficando de frente foi passando nos meus peitos e sem nenhuma cerimônia lavou meu pinto. Foi quando percebi que seu pinto estava crescendo... Também comecei a ficar excitado e tentei despistar ficando de costas pra ele. - Posso lavar sua bunda, filho? - Pode!... Primeiro ele passou com a esponja e depois largando-a começou a passar a mão direto nas minhas nádegas. - Porra Hugo; você tem uma bundinha bem lisinha, né?... Instintivamente reclinei meu corpo me apoiando na parede e ele apalpando minha bunda perguntou. - Você teria coragem de masturbar seu pai?... Meu coração começou a bater forte. - Mas pai; não sou viado não!... - Eu sei filho, mas é só pra me ajudar. Caramba; faz um tempão que estou sem mulher, e estou subindo pelas paredes! - Não sei pai... Nunca fiz isso!... - É só segurar e ficar movimentando a mão!... Era claro que eu sabia o que era tocar uma punheta... Mas até então só tinha feito comigo mesmo. E ele insistiu frisando que aquilo ia ficar somente entre nós dois. Muito sem jeito botei a mão naquela jamanta e comecei a punhetar levemente. Eu do seu lado, ele continuou apalpando minha bunda. - Isso Hugo, vai! Vai! Mais rápido! Iiiiiissso! Iiiiiiissso!... Eu estava vivendo uma situação totalmente diferente pra mim, mas aos poucos fui me acalmando e só voltei a ficar novamente nervoso quando ele após gozar muito ajoelhou na minha frente a abocanhou meu pau e começou a mamar. - Que isso pai???? Ele tirando a boca e olhando pra cima e sorrindo. - Sempre tive a curiosidade de saber por que muitas mulheres gostam de chupar um pinto. E voltou a mamar que rapidamente comecei a gozar dentro da sua boca e ele foi engolindo até a última gota. Depois ele lavando a boca com a própria água que caia do chuveiro. - Gostou filho? - Pô! Nunca imaginei fazer essas coisas!... Mas gostei sim!... Ele voltando a me abraçar de frente e passando a mão na minha bunda. - Nós dois podemos fazer isso sempre; o que você acha? - Não sei!... Meu pai acabou confessando que quando até um pouco mais novo do que eu, ele tinha mais dois colegas que gostavam de fazer sexo entre eles; e que isso nunca prejudicou dele gostar também de mulheres. Acabei que resolvi também abraçá-lo e ficar com meu rosto apoiado no seu peito por vários minutos com ele continuando a alisar minha bunda. Naquela noite custei a dormir analisando todas as possibilidades de maiores intimidades com meu pai... De repente me vi com vontade de também chupar o seu pau pra saber como ia ser. No fim do outro dia, após ajudar meu pai o tempo todo a pintar a parte externa da casa, fiquei ansioso pra chegar a hora de tomar banho... Torcia pra que fossemos juntos. Avisei que ia tomar banho e de propósito deixei a porta aberta. Quando ele entrou, tirou a roupa e entrou no box, eu já estava excitado e de pau duro. Ele sorriu e me abraçando fui sentindo seu pau também crescendo e ficando duro. Assim que ele levou a mão na minha bunda, segurei seu pau e comecei a fazer carinho... E ele passando a ponta do dedo no meu cuzinho. - Quer deixar o pai comer seu rabinho? - Vai doer pai... O seu é muito grande e grosso!... Ele já com a metade de dedo dentro do meu cú. - Enfio só a metade, e se doer eu tiro!... - Tá bom pai; mas eu também queria chupar ele pra ver como é!... - É mesmo? Então chupa vai!... Fiquei de joelhos no chão do box e custei a conseguir parar com praticamente a cabeça dentro da minha boca. Logo comecei a sentir um gostinho salgado e fui procurando fazer igual quando ele chupou o meu... - Puta que pariu Hugo, que delícia... Chupa mais! chuuupa!... Fiquei mamando por uns cinco minutos até receber uma golfada de porra na boca... Soltei, engoli o que estava na minha boca e continuei segurando e vendo ele soltar o restante no piso do box. Em seguida, meu pai virando o rabo pra mim. - Mete no meu cú filho, mete!... - Eu nunca fiz isso pai!... Ele mesmo foi me orientando e logo eu estava enfiando meu pau no rabo do meu pai... Adorei sentir meu pai piscando o cú enquanto eu ficava parado com tudo dentro... Dei algumas socadas e comecei a gozar... Muito gostoso gozar com o pau enfiado em um cú. Depois ele voltando a me abraçar. - Depois você vai deixar eu também te comer? - Vou sim pai... A hora que você quiser!... Fizemos um lanche e fomos assistir um pouco de TV (parabólica). Ficamos sentados um do lado do outro e assim que acabou o jornal ele me chamou pra irmos pro seu quarto... Tinha chegado a hora. Ficamos pelados, e ao me pedir pra ficar de quatro sobre a cama ele veio com um pote de creme para o corpo e foi passando em volta do meu buraquinho e até introduzindo a ponta do dedo. Lambuzou também a ponta do seu pau e veio se posicionando atrás de mim. Quando senti encostando o seu trabuco no meu cú fiquei todo arrepiado e tenso. Ele forçou e o creme ajudou aquela tora escorregar pra dentro. Dei um grito e ele ficou parado fazendo carinho na minha bunda. - Desculpa! Desculpa!... Agora vou mais devagar!... E ele empurrou mais um pouco que eu vi estrelas me sentindo um pouco tonto. Gemi muito, mas aguentei meu pai enfiar aquela jamanta toda do meu rabo e logo começar a puxar bem devagar até só ficar a cabeça pelo lado de dentro e voltar a enfiar até no fundo... Cada vez que ele puxava e enfiava novamente ia aumentando o ritmo do vai e vem. Apesar de ter doido para caralho, adorei sentir aquela coisa grande e dura no meu cú. Depois de alguns minutos ele já socava com força segurando-me pela cintura pra puxar e socar... - Oooooh! Ooooooh! vou gozar filho! voooouuuuuu goooooooozarrrrrrrrr!!!!!! Senti cada jato de porra sendo cuspido lá no fundo do meu ardido cuzinho. Durante todo o tempo que ficamos no sítio, eu e meu pai fomos juntos para cama todos os dias: ele me chupava, eu chupava seu pau, ele comia meu rabo e eu metia no seu cú cabeludo. Quando voltamos pra casa, logo no início das aulas, me senti encorajado em levar pela primeira vez pra cama a menina que estava namorando (ficando)... Virei um garanhão comedor. Mas apesar disso adoro chegar em casa e meu pai pedir pra me comer.

Meu pai descobriu que eu dava a bunda

Eu e mais três colegas, sempre saíamos juntos pra andar mais de cinco quilômetros pela mata só pra tomarmos banho em uma cachoeira que ficava dentro de uma fazenda. No início tomávamos banho de calção, até que foi sugerido ficarmos os quatro pelados. Eu era o menor da turma e também o mais bobinho, e normalmente era em mim que ficavam passando a mão na bunda... Eu fingia que ficava bravo, mas acabava aceitando a brincadeira. Na verdade eu adorava ficar vendo os pintos dos meus amigos ficarem duros; principalmente o do Jorge que era o maior deles. Um dia na volta pra casa, estava somente eu e o Jorge no meio do matagal quando ele parando pra urinar, pediu se eu podia segurar seu pinto. Sabendo que ninguém ia ver, segurei e Jorge começou a urinar e ao mesmo tempo seu pinto foi ficando duro e crescendo... Mesmo depois que ele terminou, continuei segurando e movimentando minha mão, quando Jorge arriando mais ainda a calça. - Dá uma chupadinha Nelson, dá! - Eu chupar, tá doido Jorge? - Ninguém tá vendo Nelson, chupa só um pouquinho, chupa!... Acabei que fiquei de joelhos esperando Jorge chegar seu pinto duro na minha boca, e, rapidamente fui pegando o jeito e mamando bem gostoso até que ele despejou quase toda sua porra me obrigando a engolir. No dia seguinte, Jorge foi até minha casa e me chamou pra ir com ele até o mato. Fui, e quando estávamos longe da vista de qualquer pessoa Jorge pediu que eu descesse minha bermuda e foi arriando a dele também. Ficamos pelados na cintura pra baixo, e olhando pro pinto duro do Jorge automaticamente fui me apoiando em uma árvore, empinando minha bundinha e abrindo minhas pernas esperando pela pica do Jorge... Era aquilo que andava desejando fazia tempo. Jorge molhando bastante a ponta do seu pinto com saliva, encostou no meu cuzinho e foi empurrando. - Ai Jorge... Ai... Ai... Aaaaiiiiii! Meu cuzinho foi alargando e aceitando todo aquele pau duro que logo começou um fazer vai-e-vem por vários minutos até começar a gozar dentro da minha bunda... Adorei dar a bunda. Na semana seguinte, quando fomos novamente na cachoeira, e lá, Mateus e Elias começaram a brincar de passar a mão na minha bunda, chamei os dois pra trás das bananeiras e ofereci minha bundinha pra eles... Além do Mateus e do Elias encherem meu rabo de porra, Jorge também meteu no meu cuzinho já todo ardido e também gozou muito no meu rabo. Passei a ser o viadinho dos três, mamando e dando a bunda quase todos os dias. Mas fomos crescendo e logo só sobrou minha amizade com Jorge que perdurou por muitos anos. Com dezesseis, pra não ficar atrás dos amigos nas festinhas comecei a namorar uma menina e rapidamente começamos a fazer algumas sacanagens: gostava de beija-la na boca, botar a mão nos seus peitinhos, e acabava que ficava excitado... Quando ela ofereceu sua bundinha pra mim, cheguei a ficar com medo de não conseguir meter; mas, depois de uma boa chupada que ela me deu consegui penetrá-la e bombar bastante antes de gozar. Além de gostar de dar pro Jorge, passei a gostar de fazer sacanagens com a Debora e até de comer sua bundinha de vez em quando. Jorge ficava com ciúmes do meu namoro com Debora, e quando estava me comendo gostava de falar que eu era sua mulherzinha. Veio as férias escolares e Jorge acabou viajando com seus pais, mas me mandando todos os dias mensagens pelo whatsapp. Sempre que acabava de ler as mensagens do Jorge e da Debora logo procurava apagar, pois normalmente escrevíamos coisas muito intimas. Estava na sala batendo papo com o Jorge pelo whatsapp por vários minutos, quando larguei o celular sobre a sofá (ainda aberto na conversa) e fui atender o telefone fixo... Era justamente a Debora me chamando pra encontra-la no shopping. Fui pro meu quarto me arrumar, e quando estava saindo peguei meu pai olhando meu celular... Ele me devolvendo. - Bela conversa entre você e o Jorge, hein? Fiquei gelado na mesma hora, pois sabia exatamente o que meu pai devia ter lido: Jorge: - Estou sentindo sua falta meu amor. Eu: - Eu também. Jorge: - Mais uma semana só, e vamos poder matar a saudade. Eu: - Não vejo a hora de ter você nos meus braços. Jorge: - Tô sentindo falta da sua bundinha também. Rsrsrsrs. Eu: - Você sabe que ela é só sua. E escrevemos muitas outras coisas bastante comprometedoras: - “tô sentindo falta do seu pau na minha boca” – “sou louco pelo seu pau duro” – “adoro você minha putinha” – etc. Apaguei todas as mensagens, e quando cheguei no shopping acabei que fiquei somente alguns minutos com a Debora, dando uma desculpa de que estava com muita dor de cabeça e que precisa descansar um pouco. Mesmo assim, custei a votar pra casa, sabendo que eu ia acabar tendo que dar uma satisfação pro meu pai. E não deu outra... Ele me chamou lá pro fundo do quintal e foi logo perguntando. - Você anda dando a bunda Nelson? - Aquilo foi só uma brincadeira. - Eu sei que você tem uma namorada. Mas não minta pra mim; você tá dando pro Jorge, né? Tentei mentir, mas meu pai dizendo que ia procurar entender se realmente eu estivesse transando com um homem. Acabei que tive que confirmar meu caso com o Jorge, e, expliquei que também gostava da minha namorada e que até fazia sexo anal com ela. Meu pai apenas me deu um puxão de orelha na brincadeira. - Tá tudo bem filho... Mas cuidado pra que outras pessoas não descubram, tá? Principalmente a sua namorada. E o tempo foi passando e parecia que tudo tinha voltado ao normal. Eu continuava namorando a Debora e dando a bunda pro Jorge. Minha mãe tinha ido pra casa da minha avó, e meu pai foi até meu quarto me convidando pra tomar um banho com ele. Achei estranho aquele convite, mas devido a insistência acabei aceitando... Quando cheguei no banheiro já dei de cara com meu pai peladão me esperando. Ele me ajudou a tirar minha camisa e minha bermuda me deixando só de cueca, e me abraçando já com seu pinto meio duro. - Você sabe que eu gosto muito de você, não é? - Sei pai... Eu também gosto muito de você. Me fez segurar seu pinto que continuou crescendo e ficando duro na minha mão... Fui ficando desconfiado de que meu pai ia querer fazer comigo... Seu pau era muito maior do que do Jorge. Não larguei seu pau mesmo quando ele teve que reclinar pra tirar minha cueca... Ele voltando a me abraçar, segurou-me pela nuca e mandou um beijo na minha boca que me deixou sem saber o que fazer. Sem abrir o chuveiro, me fez entrar com ele dentro do box e foi me mandando abaixar encostando seu pinto na minha bunda. - Vai filho, abaixa mais um pouco; deixa provar dessa sua bundinha. Meu pai teve que tentar várias vezes, tirando pra passar mais saliva, até que fazendo bastante força fez seu pau entrar no meu cú... Que delicia sentir aquele pauzão duro ir abrindo caminho no meu rabo até entrar tudo, só sobrando o saco do lado de fora. Meu pai meteu na minha bunda por mais de dez minutos socando cada vez mais forte. - Vou gozar filho... Vooouuuu gooooozarrrrr.... Hummmmmm... Hummmmmm!!!!!! Senti a piroca do meu pai pulsando dentro do meu cú e despejando todo seu liquido. Antes de terminarmos nosso banho, ganhei muitos beijos na boca. A noite, no sofá, meu pai voltou a me beijar e tirando seu pau pra fora. - Você chupa o Jorge, não chupa? Era o que ele tinha lido nas mensagens do Whatsapp. - Chupo sim, pai!... Sem esperar que ele me pedisse, fui reclinando e botando a boca naquele pau duro. - Caralho filho... Isso é muito gostoso... Chupa... Chuuuupa!... Eu chupava, punhetava, voltava a chupar e a punhetar até que senti a porra caindo na minha boca. - Vai filho... continua... chupa mais... Maaaiiiissss... Cada jato que eu recebia na boca ia engolindo... Só parei de chupar quando ele parou de gozar. Jorge nunca ficou sabendo que eu andava dando também pro meu pai. Mas o problema foi que, ao irmos fazer faculdade, cada um em um cidade, fomos aos poucos nos separando... Até nossas mensagens pelo celular foram diminuindo até parar de vez... Continuei sendo viadinho só pro meu pai, até praticamente me formar. Hoje estou com 27 anos, formado em engenharia civil, e tenho um companheiro (marido) que vive comigo.

Chupeta no provador

Agora de noite depois que sai do trabalho peguei minha mulher em casa e fomos no shopping comprar nossa roupa pra um casamento que nos convidaram e lá na loja fiquei esperando Suzana escolher o que ela queria porque minha esposa quando inventa de comprar roupa a loja fecha e ela não sai do provador. Enquanto eu esperava ela me liguei que tinha um cara que não tirava o olho de mim então me levantei de onde eu tava e fui escolher meu terno. Lá no departamento masculino esse cara continuou me encarando e foi quando ele chegou perto de mim e me perguntou se eu queria ajuda e eu disse que tava tranquilo. Peguei umas peças de roupa e fui pro provador experimentar e quando vejo o cara tava lá na minha cola de novo então me liguei na dele e abaixei minha cabeça e só fiz rir enquanto experimentava os ternos. Ele lá paradão me vendo trocar de roupa e eu nem aí pra ele então ele me diz: -Aproveita e leva umas cuecas também. Eu só calado na minha e de repente esse cara me vem cheio de cueca pra eu experimentar e eu disse pra ele: -Valeu vou dar uma olhada. Ele me perguntou se eu queria que ele saísse ou se ele podia ver eu experimentando as cuecas e eu disse pra ele: -Cara se tu quer me ver pelado vem aqui e tira logo a porra da minha cueca. O sacana não pensou duas vezes e se trancou comigo no provador e abaixou minha cueca e começou a mamar minha rola enquanto eu experimentava as gravatas hehe. Ele enchia a boca dele com meu pau e o bezerrinho conseguiu me fazer encher a boca dele de porra com pouco tempo. Depois ele se levantou e quis cheirar o meu pescoço e pegar na minha bunda mas eu disse pra ele parar por ali. Com aquela putinha já saciada com meu Leitinho escolhi meu terno, peguei minha mulher e fui embora e ele me deu o telefone dele porque ele quer que eu volte lá quando chegar a nova coleção de cuecas kkkkkk. FUI

Começando a mamar meu primo e seus amigos

Olá galera!! Me perguntaram por mensagem porque minha tara por mamar, pensando na resposta achei que dava um conto, entao vamos lá... Minha primeira mamada aconteceu quando eu era mais jovem e compretamente inexperiente em relaçao a sexo, logicamente com um primo... Meu primo era mais velho que eu alguns anos, ele tinha um grupo de amigos da mesma idade dele e alguns um pouco mais velhos, vou narrar como me lembro faz muito tempo... Eu morava em uma casa nos fundos da casa da minha avó com meus pais, e meu primo morava na frente com minha avó e minha tia, mae dele, meus pais e a minha tia trabalhavam o dia todo e nós ficavamos em casa, bem, eu ficava, ele tava sempre batendo perna, aprontava muito na rua, a mae dele sempre brigava com ele, hoje lembrando ele era meio revoltado, enfim... Assim passavamos os dias... Nessa época ele brigava muito comigo, eu queria estar com ele, nao tinha outras amizades, ele era o mais próximo da minha idade, vivia atras dele, ele por ser maior fisicamente sempre me batia, me chingava, mandava embora... Eu sofria, queria a atençao dele... Nao lembro como começou, mas aos pouco ele foi começando a mudar comigo, começou a conversar mais comigo, as vezes me alisava, passava a mao no meu cabelo, até entao nada de mais, quando os amigos dele chegavam ele dizia pra eu ir pra casa, que no outro dia a gente se se encontrava de novo... Passando o tempo, as coisas foram ficando mais interessantes, ele esquecia a toalha quando ia tomar banho, quando eu chegava ele tava de pau duro, me mostrava, mostrava os pelos do saco dele, eu realmente gostava, achava o corpo dele bonito, ele sempre me perguntava o que eu achava, eu dizia, achava bonito mesmo, um dia ele me pediu pra pegar no pau dele, disse que todos os guris faziam isso, eu peguei, e ele foi me explicando como mexer, eu fazia na maior inocencia, em poucos minutos tava batendo uma punheta pra ele no banheiro, via que ele tava gostando, dae ele me pediu pra por na boca, disse que nao, achei que ele ia fazer xixi na minha boca, era bem inexperiente mesmo em relaçao a sexo, ele me disse que nao, que eu ia curtir e que se eu nao gostasse eu podia parar, mas se eu gostasse podia fazer todo dia, e foi me convencendo me dizendo que todos os meninos faziam e tal e eu fui aceitando... Quando eu coloquei o pau dele na minha boca vi que ele se arrepiou todo, tava de pé no canto do banheiro, porta trancada, mas a minha avó nao tava em casa, se ela chegasse, ele provavelmente entraria no banho e eu sairia, era normal eu entrar no banheiro com ele, pois quando eu e ele eramos mais novos até banho tomavamos juntos, quando coloquei aquela cabecinha na boca eu adorei, era dura e macia ao mesmo tempo, tinha um gosto bom, ele me explicava para cuidar com os dentes e levemente segurando minha cabeça me mostrava como fazer, e eu fui aprendendo, era como chupar um pirulito, ele me elogiava muito, sempre perguntando se eu tava gostando, eu realmente estava, assim eu fiquei uns minutos, chuparia uns 10 mais ou menos, até que ele me perguntou se eu tomaria o leitinho dele, eu inocente nunca tinha ouvido aquilo, leite em homem, perguntei, ele me explicou que era igual ao da vaca, achei estranho, mas aceitei, ele entao bateu uma punheta rápida pedindo pra eu deixar a boca bem aberta que ele me daria leitinho, eu obedeci, logo ele gozou na minha boca, eu vi os jatinhos saindo, era branco e parecia leite, o sabor era forte, mas eu realmente tinha gostado... tomei tudo, ele me perguntou se havia gostado, disse que sim, dae ele me pediu pra nao falar pra ninguém, senao ele ia apanhar da mae dele e que podiamos fazer todos os dias, eu topei... Daquele dia em diante quase todo dia ele me dava leitinho e me ensinava a mama-lo, eu adorava, estava tendo um tempo com ele e ainda ganhava leitinho, realmente nao entendia, mas gostava, ele me explicava que nao podia contar pra ninguém, que as pessoas iam entender errado e iamos ter que parar, eu concordava, a minha hora mais feliz do dia era tomar o leitinho do primo, e ele tmb adorava... Passou um tempo e um dia ele me chamou para o local dele com os amigos, a casa da minha avó era de dois pisos, ela morava em cima com meu primo e a minha tia como já disse e embaixo tinha um enorme porao, metade desse porao era uma casa que minha avó alugava, mas nunca tava alugada pois minha avó era muito exigente, e na outra parte ele tinha uma espécie de QG, onde eles se encontravam, ouviam música, bebiam, fumavam, nem minha avó entrava lá, era uma forma de fazer ele ficar em casa... Voltando, um dia ele me chamou e me convidou pra ficar com eles, aceitei, tudo que eu queria era ficar lá, fiquei lá com eles, era bem divertido, nao entendia nada, mas era bacana, eles me tratavam bem e tal, até que meu primo me chamou numa outra peça, era dividido em duas com parede e porta, disse que tava na hora do leitinho, estranhei, nunca tinha feito aquilo perto de ninguém, ele percebeu e me disse que podia confiar neles e que se eu quizesse eles me davam leitinho tmb, que eles tinham gostado de mim e me queriam no grupo, aceitei... Primeiro mamei meu primo, sempre era mais ou menos o mesmo tempo, em torno de dez minutos, no final ele sempra batia uma rapidinha e me dava leitinho, saiu me perguntando se podia mandar um amigo dele, disse que sim, logo entrou um amigo, conhecia por Duda, devia ter a mesma idade do meu primo, bem bonito tmb, moreno, alto, barbinha adolescente, ele chegou rindo e conversando, disse que eu era bonitinho e foi elogiando, ate que tirou a bermuda e me deu o pau pra mamar, era diferente do pau do meu primo, maior e mais grosso, coloquei na boca e gostei mais que o do meu primo, mais carnudo, bem buro e macio, mamei ele bem pouco e logo ele gozou, jatos fortes, o leitinho dele tmb era mais gostoso que do meu primo, engoli tudo, ele perguntou se eu tinha gostado, disse que sim, ele saiu e chamou mais um, conhecia ele por Clau, ele tmb tinha a idade do meu primo, loirinho, alto, bem bonito tmb, lembro que quando ele entrou tirou a camiseta, se escorou na parede de pé e tirou a bermuda, tinha um pau maior do o ultimo que tinha chupado e mais grosso, ele era diferente dos outros, mais safado, coloquei o pau dele na boca e adorei, era grosso, tinha um saco grande, era bonito ver, comecei a mamar e ele começou a fuder minha boca, claro só entendi bem mais tarde, de leve, nao me machucava, mas era com vontade que ele fazia, ele me olhava e eu olhava pra ele, fiquei um tempo mamando ele, até que alguém bateu na porta, ele tirou o pau da minha boca e bateu uma punheta rapida e gozou, adorei o leitinho dele, ele se arrumou e antes de sair me deu um beijo no rosto, saiu e entrou mais um, nao lembro o nome dele, era moreno meio mulato, alto, tirou a bermuda e tinha um pau pequeno, esquisito, mamei ele uns 5 minutos e gozou, seu leitinho era ruim, saiu sem falar nada e entrou o último, ele tinha o mesmo nome que eu, era bonito, mais baixinho de todos, tirou a camiseta tmb e ficou de pé, tinha o pau parecido com o do meu primo só que mais grosso, era cheio de veias, coloquei na boca e gostei pelas veias, sentia nos meus lábios, ele falava uma coisas que na época nao enendia, hoje entendo, no final ele disse pra eu pedir leitinho, eu pedi, adorando aquilo, ele bateu uma punheta e gozou forte, pegou um jato no meu rosto, ele passou o dedo e colocou na minha boca, o gosto era forte, mas bem bom, terminei de tomar o leite dele, ele saiu, fiquei ali nao sabia o que fazer, logo meu primo me chamou de volta, como se nada tivesse acontecido continuamos ouvindo música e conversando... Quando eles foram embora meu primo perguntou se eu havia gostado, disse a ele que tinha gostado bastante, só nao tinha gostado do moreno, ele me disse que ele era legal e que tinha me elogiado bastante, que todos tinham elogiado bastante, mas se eu nao quisesse nao precisava mais tomar o leitinho dele, eu disse que queria, lembrou que nao falasse pra ninguém e nunca falei!! Depois desse dia continuava mamando meu primo quase todo dia e eles mais ou menos uma vez por semana, fazia parte do grupo, me traziam balas, chocolate, brincavam comigo, e adorava tomar leitinho, as vezes eu pedia...Ficamos assim mais de 1 anos, mas nunca passou disso, nunca quiseram me comer!! Entao meus pais compraram uma casa em outra cidade e acabou... anos depois num Reveillon meu primo me chamou pra conversar, e fomos caminhando pela praia, ele já era casado, tinha um filho, quando vi ele tava chorando, me pedindo desculpas, nao tava entendendo nada, ele me falou daquela época, disse a ele que nao tinha nada pra desculpar, que eu nao entendia mais gostava, dae ele me disse que me vendia, que os amigos davam dinheiro pra ele, ou outras coisas, fiquei meio chocado com aquilo, mas enfim, pra que guardar rancor, disse que tinha passado, e que eu realmente gostava, dae ele me disse que pensava se eu fosse o filho dele, fiquei quieto!! Antes de eu ir embora naquele feriado ele me chamou e me deu uma carta, pediu pra eu ler em casa, peguei me despedi e como tinha prometido li em casa, tinha uma carta bem emotiva pedindo desculpas e um cheque nun valor bemmmm alto, dizendo que era a minha parte como forma de talvez compensar... nao sabia se respondia ele chingando ou se depositava na conta... depositei... Sempre nos vemos, ele tem uma puta casa na praia, sempre vou pra lá, o filho dele hoje mais velho, por um carma ironico do destino é bem viadinho, daquele que nem tentando consegue esconder, ta sempre no meio das mulheres, e me adora, meu primo sabe, já me disse, e apoia o filho, só espera o momento dele sair do armário!! Espero que gostem, comentem e curtam!! Bjus

domingo, 13 de novembro de 2016

Sobrinho safado

Havia me separado da 2ª. Mulher e um sobrinho pediu para dormir em minha casa pois eu tinha computador preparado para games e ele adorava essas coisas e eu também (tinha monitor grande, placas de vídeo potente e ótimos jogos). A mãe dele deixou (o pai havia morrido há alguns anos) e fomos pra minha casa. Como estava muito calor, fui para o banho enquanto ele iniciava suas sessões de games. Ao sair do banho só de toalha me deitei na cama (o micro ficava em meu quarto) e liguei a tv apagando a luz e colocando o fone de ouvido sem fio da TV passei a assistir um filme não sem antes arrumar a cama pra ele no quarto ao lado. Acabei pegando no sono e nos movimentos que eu fazia ressonando acabaram por me deixar descoberto (nú) ao que deve ter instigado meu sobrinho. Tenho uma jeba de 19 cm por 6 que faz a admiração de muita mulher. Ainda sonolento senti uma mão passando em meu pau e para não assustar meu sobrinho fiquei na minha como se estivesse dormindo ainda, fiquei ressabiado, pois o menino era muito novo e o bicho ia acabar pegando. O garoto percebendo que meu pau começava a ficar duro passou a segurá-lo por inteiro, dando a volta com a mão mais que podia (e mesmo assim não conseguia dar a volta toda) e começando movimentos carinhosos que foram me deixando cada vez mais louco de vontade de comer o moleque começou a aproximar o rosto do meu pau, acho que para observar melhor pois a luz do quarto estava apagada e somente a iluminação da tevê que variava é que fazia com que ele pudesse observar melhor meu pau. Não sei se por tesão guardado mas certamente pelo prelúdio do que viria, a baba transparente começou a minar de meu pau e o fedelho mais que depressa colocou a boca na cabeça do meu pau para lamber o líquido. Aquilo estava me deixando louco, eu não podia assustar o menino e fiquei me fazendo de morto. O garoto começou a chupar meu pau e com a mão foi masturbando (acho que ele já se punhetava) mostrando certa qualidade no ato apesar de desajeitado e provavelmente já tendo feito com algum amigo pois não se assustou com o gosto, chupando mais afoitamente a medida que saia mais e mais líquido. O inusitado do fato estava me levando a uma excitação desmedida e sentia que iria gozar a qualquer momento. Fiquei tentando segurar, mas não deu jeito, gozei pra cacete na boca do moleque e ele tentando segurar tudo foi empurrando meu pau pra dentro da boca acho que com medo de que eu pudesse acordar (se é que ele achava que eu ainda estaria dormindo pois eu não fazia menção de abrir os olhos a não ser aquela aberturazinha bem cerrada de olhos para que pensasse que eu ainda dormia) e eu gozando na sua boca nem acreditava que o moleque era tão escolado nesse assunto. Ele continuou a lamber meu pau e inclusive o leitinho que caiu no lençol ele limpou com a língua, até que meu pau diminuísse um pouco sua rigidez. Soltou meu pau e foi para o banheiro (acho que para se masturbar) e eu fiquei meio que paralisado só esperando o desenrolar dos acontecimentos. Ato contínuo ele voltou do banheiro e se deitou do meu lado colocando o lençol sobre nós dois e se fazendo de conchinha foi se aproximando do meu corpo encostando sua bundinha no meu pau que imediatamente deu sinal de vida, se virou e deu mais uma chupada nele (molhando bem com saliva) e eu não acreditando no que estava acontecendo, virou-se novamente e foi colocando meu pau na direção de seu buraquinho. Eu sabia que o moleque não ia aguentar meu cacete inteiro pois era grande para ele, mas mesmo assim o moleque foi empurrando sua bunda na direção do meu pau, até que a cabeça entrasse no seu anel. Ache que ele se assustou com a dor porque ele tirou a bunda num repente segurando meu pau com a mão e parando um pouco com a respiração ofegante. Quando se acalmou colocou novamente sua bunda de encontro a meu pau e com movimentos mais leves foi empurrando bem devagar a bunda para trás e eu me segurando pra não agarrar o moleque e enterrar o pau na sua bunda, fui ficando com o corpo mais rígido ajudando na intenção do garoto de agasalhar meu pau. Nessa brincadeira pra frente e pra trás de pouquinho a cabeça foi alargando o anel do sobrinho e ao entrar a cabeça ele parou por um bom tempo só mexendo de ladinho (me deixando louco) e massageando a cabeça do meu pau com seu anelzinho. Quando a dor cedeu ele foi empurrando mais e mais seu corpo pra trás e de vez em quando parava um pouco mexendo de lado, para acomodar a cobra, e empurrando mais pra trás e pra frente foi engolindo com a bunda toda minha jeba. Não acreditava na determinação do moleque e comecei a fazer movimentos bem suaves de vai e vem e ele percebeu que eu já estava acordado e falou “Tio....enfia esse negócio todo em mim que eu não estou aguentando de tesão”. Frase dada, ordem acatada e comecei a empurrar o pau no moleque, mas agora segurando seu quadril para firmar a posição e numa loucura de macho empurrava e tirava até que o moleque gozasse. Ele Saiu da posição e me pedindo para ficar deitado com a barriga pra cima segurou meu pau e começou a sentar nele, agasalhando quase que a metade até que soltasse a mão e num movimento de sobe e desce foi enterrando minha pissa no rabo até que ela estivesse totalmente guardada em seu rabinho, mostrando um suspiro de satisfação e prazer que me deixava louco de tesão a satisfação de ter conseguido agasalhar todo meu pau. Num sobe e desce que qualquer mulher teria inveja o garoto me levou a um novo orgasmo, parando o movimento depois do 3º. Jato em seu rabinho e rebolando de forma circular, mostrando que já havia feito isso com alguém mesmo, sem dúvida. Com o pau enterrado na bunda ele começou a se masturbar e eu segurando seu pau fiz o serviço completo, levando-o a um novo orgasmo, que as apertadas do seu anel no meu pau indicavam o prazer que ele estava sentindo, fazendo-o pular sobre meu pau num movimento muito louco, fazendo com que eu largasse de seu pau e pulando até que a última gota deixasse seu pau. Levantamos e fomos para o banho e eu ensaboando todo o garoto dei-lhe um banho de tio, o que fez com que seu pau ficasse duro de novo. Ele se ajoelhou no box e começou e me chupar novamente, mas isso é outra história que em outra oportunidade eu conto....tenho que ir.....não dá mais pra escrever agora, estou indo pra uma punheta......(isto são histórias verídicas que aconteceram comigo....não pensem que são invenções, pois não tenho essa fertilidade toda de imaginação......aos que já tiveram experiências iguais sabem o que eu estou falando...)

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Bilhete para um policial

Havia um rapaz muito branco fazendo exercícios naquela manhã. Ele deu algumas voltas no estádio andando e investiu numa corrida mole assim que passou em frente a nós. Nossa viatura estava estacionada numa área sombreada por uma grande árvore. Eu e Sebastião fazíamos o patrulhamento daquele lado durante três dias consecutivos antes de ir para outra área. Como era verão, sofríamos. O calor era quase insuportável, mas a sombra da árvore chegava a ser agradável quando havia vento. Era um oásis, eu pensava. Tínhamos sorte por aquele lugar ser tranquilo, movimentado por pessoas que tentavam levar uma vida saudável. Cheiro de protetor solar, sorvete, e grama esturricada por vezes, vinham na nossa direção. Tudo estava normal, portas da viatura abertas, Sebastião sentado no assento do carona mexendo no celular e eu andando pra lá e pra cá do lado esquerdo do carro. Muitas mulheres bonitas enfrentavam o calor, alguns jovens de skates e bicicletas passaram e uma lacuna de pedestres se fez. Foi quando eu percebi que o rapaz mole se aproximava novamente, com um ar de quem estava prestes a desmaiar. O jovem parou de correr e cambaleou na direção da nossa sombra. Estava muito suado, e parecia, apesar do ombro e testa vermelhos, que ele estava pálido e sem forças. lançou um olhar de desdém para mim, mas percebi que se tratava de uma busca por compartilhar a sombra sem ser incomodado, ou tentava não demonstrar impertinência enquanto trabalhávamos. No entanto o que se passou a partir de então demonstrou sua personalidade. Era um rapaz muito natural, mas um pouco dramático e ligeiramente sem vergonha. Imaginei que devia ter entre 25 e 30 anos, mas com o corpo ainda por se desenvolver. Certamente, de banho tomado e sem o aspecto enfermo daquele momento, ele era um rapaz formidável, belo e atraente. Deitou-se no chão do lado direito do carro, a cerca de 3 metros de meu parceiro, e retirou algumas coisas do bolso da bermuda - um lápis e um minúsculo livro - pelo que pude ver. Ficou olhando para a copa da árvore e disse alto para que eu e Sebastião escutássemos: - Senhores, me perdoem, mas acho que vou morrer aqui, tá bem agradável agora. O corpulento Sebastião era um jovem policial muito dedicado. Todas as oportunidades de ajudar alguém ele agarrava para dar o melhor de si. Era uma pessoa incrível, e minha parceria com ele despertava em mim um sentimento de proteção. Eu queria protegê-lo. Prontamente, eu fui até o rapaz e também o fez Sebastião. - Qual o problema, jovem? - Perguntei. Sebastião o observou por inteiro. - O calor! Tá difícil. Acho que eu vou morrer por espontânea vontade. Demos risada então. Me afastei um pouco e recostei no carro. Não se tratava de um enfermo, mas de alguém que não tinha noção do perigo que o calor traz. O rapaz parecia bem humorado. Mas Sebastião estava um pouco incomodado: - Não pode ficar correndo por muito tempo viu! E tem que beber muita água! - Sebastião se agachou pra ajudar o menino a sentar. É difícil ver por aí um policial tão gentil como este. Notei que ambos finalmente trocaram um olhar de reconhecimento. Sebastião se levantou e repousou as mão na cintura, olhando para baixo, ao lado do rapaz que o observou de baixo para cima e disfarçou o que me pareceu ser um ligeiro interesse em Sebastião. - Puxa, não quero mais morrer, não. - Disse o jovem. - Tá melhor? - Perguntou Sebastião ainda na sua pose inquisidora. - Tô sim. Só preciso recuperar a força. - Ta certo! - Sebastião veio pra junto do carro ao meu lado. Colocou o calcanhar no pneu de trás, dobrando a perna direita, fazendo a calça subir pelas coxas muito grossas, marcando seus volumes. Retirou do bolso o celular e continuou mexendo nele. Ficamos assim por um tempo. Tentei entender a situação. O Jovem sentado com os braços apoiados no chão olhando para frente de repente, torna a deitar ficando totalmente solto no chão. Sebastião largava o celular de vez enquanto e olhava para frente também, por cima do garoto, com um ar de seriedade admirável. Eu, um policial não tão corpulento como meu parceiro, mas forte e mais velho, sempre observador, notei que o momento estava suspenso. Não acabaria assim. Eles queriam dizer alguma coisa, mas não sabiam o quê. Estive, nesse momento, experimentando uma mistura de sentimentos, do ciúmes à curiosidade, afinal o homem ao meu lado era para mim muito mais do que um amigo. Sebastião era relativamente novo na policia, e estava se destacando como atirador. Eu o incentivava sempre a continuar, já que via o potencial dele. Mira precisa e olhos focados, ele só não era bom com palavras, ou melhor dizendo, não sabia se expressar. Era muito tímido e sua vida particular era uma incógnita. Eu quase casei há alguns anos, mas percebi que não era o que eu queria. Eu sou tido por todos como um policial bonitão que arrasa o coração de muitas mulheres. Tenho propensões bastante nobres com relação à relacionamento e amor. Sou protetor, dedicado e quando alguém consegue me encantar eu amo com facilidade. Mas o que havia em Sebastião era algo que eu não conseguia explicar. Eu via toda a sua beleza quando não via a de mais ninguém nos últimos anos. Ele era contraditório para um policial, muito contraditório. Éramos amigos no trabalho, e ainda mais próximos fora dele. Eu sempre expressava minha profunda amizade. Até pouco tempo atrás, eu não sabia se ele um dia se libertaria de sua timidez para que pelo menos me desse um fora a fim de esclarecer que entendia a minha intenção. Algumas poucas vezes eu pude perceber que ele tentava se abrir comigo, mas eu não insistia e ele logo deixava de lado. Há alguns meses, uma situação atípica e sem graça nos fez encarar um momento muito gay com outros homens. Eu soube, finalmente quais eram os gostos de Sebastião, e ele, os meus, mas nada mudou desde então. Apenas vivi ao lado dele tentando deixá-lo sempre confortável o bastante para que se quisesse falar algo, o fizesse sem medo. O rapaz sentou e olhou para mim, vagarosamente mirou então o Sebastião e pegou seu livrinho e o lápis, e recostou-se junto ao muro que havia atrás dele, deixando as pernas dobradas para apoiar seus objetos. Ficou assim alguns instantes, concentrado talvez numa leitura. Contornei o carro para conferir o rádio, sentei ao volante e fiquei. Então o garoto se levantou dizendo algo somente para Sebastião, mas pude ouvir: - Cara, obrigado pela ajuda, acho que vou indo já. Sebastião ainda apoiado no carro respondeu: - Ta certo campeão, beba bastante água! - Vou beber quando chegar em casa. A minha água acabou. Notei pela janela de trás que o olhar do rapaz era de desapontamento, como se ele não quisesse ir embora. Sorri levemente quando vi isso, não por maldade, mas porque achei o garoto muito expressivo nos olhos, enquanto Sebastião provavelmente disfarçava exatamente o mesmo sentimento. Talvez eu pudesse depois comentar isso e perguntar se Sebastião fora capaz de identificar esse olhar no garoto. Tentei imaginar a expressão de Sebastião nesse momento. Ele sempre fazia muito bem a barba que era muito bem preenchida por pêlos pretos. Seus olhos castanhos brilhavam sob as sobrancelhas espessas e macias que estavam quase sempre frisando uma dobra no cenho, o que combinava muito bem com o formato do topo da testa, com uma pontinha onde a franja se projetava para além do resto do cabelo raspado. O corpo, grande, de fácil crescimento anabólico, preenchia todo seu uniforme com ideal tamanho, sem deixar dobras ou sobras. Tudo nele ainda se encontrava na mesma posição, com o celular na mão, mas sem digitar nada. Provavelmente ele observava o rapaz a limpar a bunda das folhas e sujeira do chão. Era típico de Sebastião, quando ele queria algo com o qual ele não sabia lidar, como acreditei que era o caso, ele simplesmente travava, por isso me surpreendeu quando veio para o seu assento dizendo ao rapaz: - Espera um pouco! - Pegou uma garrafinha com quase nada de água que ele havia comprado antes e ofereceu ao rapaz. Aquilo me deixou ainda mais atento. - Não é muito mas já ajuda, você tá pálido ainda, bebe esse restinho aí! - Disse Sebastião passando a garrafa. - Poxa, valeu, não é quase nada mesmo (risos) mas eu agradeço muito… É bom saber que tem policiais legais como você por aqui. Deu alguns goles terminando o conteúdo, e tornou a agradecer. Notei que ele estava nervoso quando falou… colocou a mão direita no bolso e ficou assim por alguns segundos. -Quer que eu jogue fora pra você? - Bom, você que sabe. pode levar! - disse Sebastião. O rapaz ainda não parecia em boas condições, mas aprontou sua despedida, tirando a mão do bolso para apertar a mão de Sebastião. Num movimento errado e ligeiramente teatral, um pequeno pedaço de papel caiu no chão. Eu vi tudo do assento em que eu estava. O rapaz notou que percebi o papel, e com sagacidade bem humorada, o-recolheu do chão: - Opa, acho que deixou cair isso… ou talvez eu, sei lá…. Calma, sem pânico… - Colocou o papel na mão do Sebastião de maneira bem clara e se afastou alguns passos, nitidamente nervoso. Notei Sebastião abrindo o papel rapidamente: - Ah beleza! - Disse com algumas risadinhas em seguida. Abaixando a mão com o papel. O rapaz se curvou levemente se dirigindo a mim: - Obrigado, policial! - Tranquilo, jovem! Se cuida aí, hein! Não vá correndo! - Respondi com um sinal de positivo. - Pode deixar! valeu! - Disse o rapaz se afastando da sombra da árvore. Alguns metros à frente ele olhou para trás e notou Sebastião observando o papel. Um diminuto bilhete com texto não tão breve, pude perceber pelo tempo que Sebastião levou para ler. Altamente curioso, fiquei observando o rapaz se afastar e pelo que parecia, Sebastião também. Já bem longe, vi ele parando de caminhar. Passava a mão na nuca, e olhava pra baixo, recurvando as costas. Ficou nisso alguns segundos e então começou a se agachar com as mão para baixo, como se fosse se proteger de uma queda, Sebastião se endireitou ao lado do carro, com o corpo virado na direção do rapaz que nesse instante, sentou bruscamente no chão quente. Sebastião fechou a porta do carona dizendo eufórico: - Marcelo! - E correu na direção do rapaz. Fechei minha porta e liguei a viatura. A conduzi pelo calçadão seguindo Sebastião que disparou na frente se afastando bem. Chegando próximo ao rapaz, estacionei e corri para socorrê-lo juntamente com Sebastião que logo o segurou pelas costas, perguntando-lhe se estava bem. O rapaz estava totalmente mole. Sem forças, mas assenava com a mão tentando sinalizar um positivo pra gente. A outra mão segurava firme a garrafa vazia. - Talvez seja pressão baixa, Sebastião! - Eu disse mantendo a calma. - Hei, campeão, tá me ouvindo? - Mais ou menos… Acho que minha pressão… Não tô vendo nada! - Sebastião, senta ele no carro, temos que fazer o sangue ir pra cabeça rápido… - Sebastião entendeu o que eu estava tentando e prontamente posicionou o rapaz no assento dele com o corpo todo voltado pra fora, a cabeça baixa. Sebastião colocou suas mãos acima da nuca dele. - Nossa, acho que vou falecer mesmo! - Tornou a dramatizar o rapaz. - Vai nada, isso vai passar, olha só, o Sebastião está com a mão na sua cabeça, quero que você faça força pra levantar a cabeça e me ver, está bem? - Conduzi o rapaz. - Tá! O rapaz fez força com uma cara bem esquisita. Se esforçou bastante, e Sebastião o impedia de subir. Aos poucos ele foi recobrando a visão: - To começando a ver você… É! Você tá aqui! - Disse o rapaz colocando fracamente a mão no meu ombro. Notei de perto seus detalhes que agora me soavam graciosos. Barba por fazer, cabelo caído na testa e olhos estreitos e muito pretos, que contrastavam com a brancura de sua pele. Me tranquilizei e levantei. Sebastião não tirou uma das mãos da cabeça do rapaz. Observei ao redor e tudo estava ainda normal, algumas pessoas ao longe nos observavam. Minha atenção voltou-se para Sebastião. Ele estava tão próximo do rapaz que sua cintura quase tocava a orelha dele. Sebastião o observava com a mão ainda na sua cabeça, enquanto o rapaz limpava a mão, olhava para o chão e respirava profunda e ruidosamente. - Melhor? - Perguntou Sebastião. - To sim, nem sei como agradecer. - Respondeu cabisbaixo o rapaz. Parecia constrangido agora. Segurando a nuca do rapaz, Sebastião o perguntou se ele morava perto. - Moro sim, no final daquela segunda rua, e apontou para uma das ruas depois de um semáforo. - Podemos deixar ele lá, Marcos? - Sebastião me perguntou. - Claro que sim. Não podemos deixar ele aqui. - Não precisa, eu vou caminhando! Retrucou o rapaz. - Não, a gente te deixa em casa, e você, assim que chegar, vai comer alguma coisa salgada, ok? Afirmou sebastião recolhendo com cautela o rapaz do assento. O Rapaz resmungou algumas coisas e agradeceu pela carona, se levantando e indo para o banco de trás. Segui para a rua indicada trocando olhares de cumplicidade com Sebastião, que olhou para trás algumas vezes para ver o rapaz. - Acha que está melhorando? - Perguntou Sebastião. - To sim. De carro é bem melhor! - Brincou o jovem. - É mas pode ser bem pior se você estiver sendo preso. Já entrou num camburão? - Continuou Sebastião com um sorriso, olhando pelo vão entre os nossos assentos. - Não não! Eu sou um cara certinho… Notei pelo retrovisor que ambos se olhavam muito. Logo o rapaz começou a indicar o caminho e rapidamente chegamos em frente ao prédio em que ele morava. Um prédio pequeno e sem portaria. Ele desceu do carro com a chave numa mão e a garrafa na outra. E tentou uma nova investida a seu modo: - Agora são vocês que podem tomar água! Aceitam? - Não, agora não podemos. - Respondeu meu parceiro, que olhou para mim com um sorriso safado. Ele estava finalmente demonstrando suas intenções a mim sem vergonha nenhuma, e isso me deixou feliz. - Temos que fazer o patrulhamento. O jovem olhou fixamente o Sebastião. Foi um brevíssimo momento cheio de sentimento. Eu, com a viatura ligada, ao lado do homem a quem eu desejava a maior felicidade do mundo, vibrei com aquela conexão que parecia querer pegar fogo ali mesmo. Para minha surpresa, já que só me ocorria a idéia de trocarem um telefone ou coisa do tipo, Sebastião retirou levemente da camisa do uniforme o bilhete, e o enfiou novamente para dentro. Apertando os lábios, o jovem exprimiu um sorriso bem masculino, cerrando bastante os olhos que se mantiveram em Sebastião até o último momento possível enquanto seu corpo virava na direção da porta. Seguimos para o estádio. A conversa que se fez mudou tudo. Eu e Sebastião elogiávamos a beleza do jovem com certo machismo sem vergonha. Sebastião ria timidamente ainda, mas falou que receber um bilhete daquela forma era inusitado demais para deixar de lado. - Percebi esse bilhetinho aí! - Eu disse, querendo saber exatamente o que estava escrito nele. Sebastião hesitou bastante, começou a falar e logo ficou novamente retraído. Talvez tenha preferido manter o caráter sigiloso do bilhete, então só mencionou que no papel havia um número de telefone. - Só isso? você ficou um tempinho lendo! eu vi! - Eu disse pegando no joelho do meu parceiro. Sebastião segurou minha mão brevemente, com força, enquanto olhava pela janela. Quando soltou, eu retirei minha mão e fiquei em silêncio. - Vou ligar. - concluiu Sebastião, olhando para o seu coturno. Trabalhei cheio de ansiedade aquele dia. No dia seguinte, Ao encontrar Sebastião tratamos apenas de assuntos sobre o trabalho. Não demonstrei nada, nem falei sobre o dia anterior. Foi quando estávamos num momento monótono no final da manhã que Sebastião puxou o assunto que eu tanto queria ouvir. - Liguei pro cara de ontem. - Sério? Como foi? - Ele me chamou pra ir na casa dele. - Fique surpreso, e excitado com a conversa. Incentivei meu parceiro a ir, e o-confortei para que não se preocupasse com nada. Mas Sebastião revelou algo pelo qual eu não esperada. A conversa era tão excitante que tive que permanecer sentado no carro com a porta um pouco mais fechada. - Ele quer que você vá também… Pra assistir! Fiquei muito eufórico com aquilo. Pensei que eu não sabia se eu gostaria de ver Sebastião transando com outro cara, mas ao mesmo tempo eu queria muito vê-lo em ação. Eu não queria, afinal, impossibilitar meu parceiro de ter o que era obvio que ele queria ter. Então continuei: - Mas e você? O que disse pra ele sobre isso? - Perguntei certamente sem preparo para a resposta que Sebastião deu: - Eu disse que tudo bem. Fiquei um tanto chocado com aquilo. Vibrei de emoção, meu coração batia como seu eu fosse um adolescente. Aceitei o convite, dizendo me importar com o que ele preferia, e claro, definitivamente, tive que mudar de assunto para o caso de eu precisar sair do carro já que minha farda agora quase não segurava minha mala no lugar. Para minha surpresa, não tive que esperar muito para ver meu parceiro fodendo. Ao final do patrulhamento daquele mesmo dia, seguíamos para o prédio do rapaz. Sebastião estava risonho e fazendo piadinhas eróticas, mas eu percebia seu nervosismo. Fingimos estar averiguando uma situação e adentramos no prédio. O rapaz desceu para abrir a porta. Nos recebeu com um sorriso bonito e se apresentou para mim. Renan. Estava mais corado, e de cabelos molhados. Puxou assunto sem demonstrar a intenção que movia todos nós ali, e nos conduziu para seu apartamento calmamente. Ofereceu bebidas de todos os tipos se dizendo capaz de fazer coquetéis incríveis. Mas recusamos isso, infelizmente. Sebastião aceitou o cafezinho que o rapaz ofereceu e depois água gelada. Ficamos por alguns instantes conhecendo mais sobre Renan, seu ambiente, suas fotos. Em seguida, Sebastião seguiu o rapaz quando ele abriu a porta do quarto que, exceto por algumas pequenas bagunças, não tinha mais nadas a não ser a cama e um puff alto. Era um apartamento interessante, e bem masculino. Havia um cheiro de perfume que vinha das roupas jogadas numa cadeira na sala. - Eu nunca pensei que isso seria possível - Disse Renan. - O que? - Perguntou Sebastião. - Bom, primeiro, eu nunca fui tão assanhado assim pra fazer um convite desses. Ainda mais para dois policiais - Continuou o rapaz enquanto eu sentava no puff ajeitando a minha calça - Eu tô meio nervoso. Sebastião se posicionou com aquela pose inquisidora novamente, em frente ao rapaz, enquanto eu incitei ambos para melhorar o clima - Não precisa ficar nervoso, se não você desmaia e a gente vai ter que te salvar outra vez - sorri - Pode ficar a vontade vocês dois, eu não tô aqui. - Relaxa aí! - Disse Sebastião calma e suavemente olhando para Renan enquanto o conduzia com a mão sobre seu ombro para que ele se ajoelhasse de costas para a cama. Sebastião esfregou o rosto com a mão livre, olhou para o teto, esticou a coluna e ofegou… Eu reconhecia seu nervosismo. Mas era nítido que as safadezas que ele estava prestes a cometer eram de sua vontade, e talvez ele realmente não estava se importando comigo os observando. Renan estava abobalhado, não atendendo muito bem o que Sebastião disse, e observava suas reações como se fosse uma criança vendo um magico se preparando para um truque. Começou a se aproximar da cintura do policial. Nervoso mas sem hesitar, passou a mão sobre o pau de Sebastião. Eu não pude ver como estava o volume, mas fui informado logo em seguida. Renan arregalou os olhos ao tocar o cacete do meu parceiro e lançou um olhar risonho para mim, com a boca escancarada - A coisa aqui é bem avantajada! - disse com espasmos de tesão despontando pelo seu corpo. Olhou para Sebastião e o cheirou. Ajeitando-se no chão, começou a abrir o zíper da farda. Retirou o cacete de Sebastião e o masturbou momentaneamente, revolvendo-o em seguida com sua boca. Sebastião tornou a esticar a coluna e levantar a cabeça. Eu me inclinei no puff para ver melhor a cena, e abri mais as minhas pernas para dar espaço pro meu pau. Renan apertou seu rosto lentamente contra Sebastião. Estava colocando todo o pau dele em sua boca. Eu estava curioso para ver. Com os cabelos molhados sobre a testa, e a sua cor quase branca destacando-se do punho peludo de Sebastião, Renan permaneceu um longo momento saboreando, sua mandíbula estava muito aberta, e então afastou-se vagarosamente, enxugando a própria saliva, revelando um cacete não muito longo, mas excessivamente grosso e cabeçudo que se manteve estático em direção à sua boca. Sebastião olhou para Renan e segurou a cabeça dele com a palma de suas mãos, conduzido-o para chupá-lo novamente. Sebastião iniciou um movimento suave com o quadril, estocando carinhosamente a boca do rapaz. Renan apertava com força a farda nas coxas do meu parceiro, pareciam compartilhar de um tesão igual e extremo. Após alguns minutos, com o movimento aumentado, Sebastião estremeceu, e começou a gemer baixo, um som rouco e contido. Abriu um pouco as pernas e aliviou a pressão das mão sobre Renan, que o olhou diretamente nos olhos, ávido por seu esperma. O cacete, latejando e com as veias saltadas, esguichou a porra sobre o rosto de Renan enquanto Sebastião arfava em silencio, emitindo uma vibração grave pelo quarto. Renan saboreou todo o conteúdo que conseguiu, mas não viu os filetes de porra pendurados em seu queixo, bem como os filetes viscosos que iam desde suas têmporas até o entorno de sua boca, completamente lambuzada com porções densas de esperma bem branco. Meu cacete pulava em minha farda com o mesmo ímpeto. Sebastião e Renan permaneceram em suas posições, Mas meu parceiro tirou a camisa e recolheu seu pênis. ambos trocavam olhares extasiados. - Ainda estou com sede Renan, pode trazer água pra gente? - perguntou Sebastião levantando o rapaz pelas axilas. Renan passou a mão no peito de Sebastião e contemplou seus pêlos e apertou com fervor seu músculo grande dorsal. Estava impressionado com a beleza de meu parceiro. - Vou buscar, fique à vontade! Ao retornar, Renan estava com o rosto limpo. Fizeram uma pausa, bebemos água e nos distraímos um pouco, Sebastião, terminando seu copo, aproximou-se de Renan pelas costas e o segurou pela nuca, do mesmo modo como fizera na viatura. começou a tirar a bermuda do rapaz que completou o movimento, ficando somente de camiseta. O rapaz estava muito excitado. Sebastião o masturbou levemente, e o prendeu com seu braço grande, aproximando-o de seu peito. Beijaram-se. Renan tirou a camisa e em seguida começou a abrir a fivela do cinto de meu parceiro, que colocou novamente a mão na nuca de Renan e o guiou para que ficasse de quatro na cama, com a bunda na nossa direção. Sebastião abriu aquelas nádegas como se fossem as de uma garota virgem, ele fazia tudo com extremo carinho. Ajoelhou-se numa das pernas e começou a lamber o cu rosado de Renan. Sebastião segurou a mão de Renan e a puxou, dobrando o corpo do rapaz na minha direção: - Olha pro Marcos, Renan, quero que você fique olhando pra ele. Renan, com o rosto solto sobre o colchão, resmungou um "tá" baixo e gemido, com os olhos apertados e as sobrancelhas erguidas, revelando seu prazer. Minha excitação foi multiplicada. Sebastião estava quase estuprando o rapaz com a língua quando se levantou e retirou o resto da farda por sobre o coturno. Pausa para contemplá-lo com atenção. Sua bunda chamou demasiadamente minha atenção: Bem redonda e ligeiramente proeminente, justificando o acabamento de suas coxas grossas, de pêlos uniformes, tudo isso em um tom mais claro que a pele de suas costas e panturrilhas. Aproximou-se do quadril de Renan e olhou para mim. Compartilhamos um sentimento eufórico. Posicionou seu cacete entre aquelas nádegas e forçou lentamente. Renan me olhava mordendo o lábio inferior, e então abriu a boca em formato de "oh", fechando os olhos quando o pau começou a entranhá-lo, virou o rosto para o outro lado. Sebastião repetiu sua conduta anterior e puxou Renan pelo punho. Mantendo-se firme enquanto segurava Renan, repousou a outra mão nas costas dele e o afagou na linha da coluna. - Caralho! - Reclamou Renan com a respiração ofegante. Estava tentando não demonstrar, mas ser penetrado pelo cacete do meu parceiro, com tamanho calibre, parecia doer. Sebastião percebeu isso e retirou lentamente seu pau e pôs-se novamente a umedecer o cu de Renan. Mordeu suas nádegas, apertou suas coxas e seus pés. Levantou-se e voltou a penetrá-lo ainda com carinho. Renan usou as mãos para abrir sua bunda e esticou-se mais para permitir a penetração. Ele estava se esforçando. Aos poucos, a virilha de Sebastião aproximou-se daquelas nádegas brancas cujos pêlos estavam penteados com saliva. Começou a movimentar-se para tirar a tensão no ânus de Renan, que logo parecia relaxar. Seu anel rosado estava esticado num diâmetro excitante, e movimentava-se conforme o cacete reto de Sebastião entrava e saía, acompanhando o para fora, úmido e macio. Os pêlos deslizando sobre as grossas veias na lateral do cacete. Meu parceiro começou a aumentar sua força nas estocadas. Renan agora gemia com ardor, mas mantinha suas mãos segurando as nádegas abertas. Nesse momento, senti com mais atenção o cheiro que emanava daqueles dois. Era só perfume. Um aroma intenso de pênis e ânus, misturados à hormônios corporais inebriantes. A conexão no sexo foi novamente interrompida. Sebastião tirou seu coturno e subiu na cama, conduzindo Renan para que deitasse, e levantou suas pernas pelos calcanhares. Seu pau reto procurava sozinho o cu de rapaz. Renan me olhava como se quisesse chorar de tanto prazer, conferia-me. Observava meu volume e eu, atendendo ao seu olhar, por vezes ajeitava meu cacete na farda. Sebastião continuou a penetração com força. Inclinou-se sobre Renan apoiando-se com as mão na cama enquanto o rapaz segurava firme seus antebraços. O saco de Sebastião era rosado, estava inflado e redondo, batendo freneticamente na bunda de Renan. Deitaram na cama, e continuaram o sexo de lado. Ficaram de frente para mim, olhando-me fixamente. Renan não tinha outra expressão a não ser aquela da primeira penetração. Sebastião, agora que segurava a perna do rapaz levantada pela parte de trás do joelho, me olhava com um sorriso aberto. Retribuí sutilmente, somente o bastante para comunicar secretamente ao meu parceiro o meu êxtase em vê-lo em ação, e o quanto era admirável tal imagem. Eu e meu parceiro tínhamos nossos olhos conectados, enquanto minha visão periférica me trazia a imagem daquele cacete que mais parecia um braço arrombando fervoroso aquele rapaz tão fogoso. Renan, de súbito, levantou seu braço e estendeu sua mão na minha direção. Estava me chamando. Eu sorri para ele. - Não tenho permissão! - Indaguei . Então Sebastião começou a reduzir sua força, lentamente. Sorriu para mim e piscou. Levantei do puff e me aproximei pela lateral da cama. Em pé, apertei os lábios de Renan, afastei os cabelos caídos nos olhos, e puxei seu queixo para cima. Renan colocou logo suas duas mão em minha farda. Queria mais um cacete. Abriu o zíper, apertou minhas pernas. Então retirou meu pau forte e o abocanhou. Sebastião manteve as estocadas bem lentas e calmas para não desviar a atenção de Renan de mim. Apertou a cabeça do rapaz contra meu pau usando seu ombro e soltou suavemente sua perna, deixando-o encolhido de lado. Inclinou-se sobre a orelha de Renan sussurrando para deixá-lo ainda mais excitado. - Isso aí, campeão! chupa essa pistola de policial. Que gatinho lindo pedindo leite. Está gostando? Sebastião estava tão próximo da boca de Renan, e olhava tanto para o meu pau, que achei que ele iria me chupar também. Renan resmungava com a boca cheia e gemia longamente. Eu delirei de prazer, estava prestes a gozar. Renan soltou meu pau: - Que delicia, senhores! Nunca mais quero morrer. Quero vocês! Quero leite! Que delícia… Que delícia! Eu contemplei aquele momento vendo de cima aqueles corpos deitados e ligados. Sebastião puxou o queixo de Renan com a mão que estava por debaixo, segurou seu rosto e o beijou profundamente. Enquanto fez isso, ambos mantiveram seus olhos fechados, e nisso, com a outra mão, Sebastião finalmente pegou meu pau e o apertou com força, revolveu-o calorosamente. Em seguida, num só movimento, lento e progressivo, pressionou sua mão contra o meu corpo, esfregando-a da virilha até o centro do meu peito, parando ali. Sentiu as explosões do meu coração. Aproveitei esse instante para retribuir um cafuné no seu cabelo. Para mim aquele foi o ápice da noite. Parecia impossível ficar melhor. Terminando o longo beijo em Renan, Sebastião levantou-se e puxou o rapaz, colocando-o de quatro novamente. Renan avidamente voltou a me chupar, enquanto meu parceiro penetrou novamente em seu cu largueado. Olhou-me fixamente nos olhos - agora demonstrava uma expressão que eu não conhecia, misto de pudor e cumplicidade - eu não soube o que comunicar, então pisquei para ele, como ele havia feito quando Renan me chamou, ele deu um sorriso pequeno, e começou a estocar aquela bunda branca com toda sua energia. Renan me chupava e gemia alto. Agora era sua vez. Estava contorcendo-se de tesão. Sequer tocou seu pau e anunciou com dificuldade que estava gozando enquanto tentava se segurar em meu cinto. Coincidentemente, eu e meu parceiro gozamos logo em seguida. Preenchi a boca do rapaz com meu sêmen, e Sebastião preencheu seu canal retal. Pude ouvir o som mais intensamente molhado do sexo oral e anal que se seguiu por alguns segundos, e sentir o forte cheiro de esperma. Renan ficou em pé entre nós dois, com dificuldade, pedindo auxílio de nossas mãos para equilibrar-se. Foi ao banheiro para buscar uma toalha. quando fez isso, eu e meu parceiro nos conectamos novamente, um olhar longo e poderosamente desconcertante. Fiz questão de demonstrá-lo que meus olhos o admiravam por inteiro, que meu tesão viera dele, e não de Renan. Ele parecia tímido, não falou nada. Renan retornou rapidamente, e deitou-se. Convidou-nos a relaxar junto dele. Sentei-me ao seu lado, e Sebastião ainda assanhado, afagou as pernas e a bunda de Renan. Conversamos e rimos juntos, fizeram promessas de outros encontros. Não prometi nada, mas indiquei que talvez eu estaria presente, caso me chamassem. Dependeria deles. Logo nos vestimos e nos despedimos de Renan, que dedicou-se a enfatizar sua atração por Sebastião. Apesar de sentir-me apreensivo sobre o que Sebastião queria, não demonstrei mais nada a não ser satisfação. Assim que saímos do prédio, Sebastião parecia ainda eufórico pelo sexo e só comentou obscenamente seu feito. Passamos no estacionamento da delegacia para deixar a viatura e pegamos meu carro. Ofereci uma carona a Sebastião. Ele aceitou mas pediu que o aguardasse um pouco pois tinha que deixar algumas coisas no prédio. No caminho, como aquelas imagens ainda surtiam efeitos em meus níveis de adrenalina continuei o papo. - Lindo demais vocês dois juntos! Especialmente você, a forma como você fez tudo. - Obrigado! …Você olhando deixou o cara muito cheio de tesão, impressionante como apertava meu pau quando te via. - Ele gostou mesmo de você! - Completei. - Sebastião me olhou sem dizer nada. Não soube responder isso. Instantes depois suspirou e olhou pela janela. - Ta tudo bem? - Perguntei, atento à ele mais que ao volante. - Ta sim. Tô só pensando, se isso vai continuar acontecendo… - Isso o que? Renan dar loucamente pra você? - É… Com você junto. Olhando. - Acho que não, Sebastião. Ele gosta de você. O que aconteceu foi por causa do tesão daquele momento. Não quero planejar isso de novo. Vocês se conheceram agora. Deixa rolar cara… É assim que a gente descobre as coisas. Silencio novamente. - Confesso que acho que em parte foi bom por que você estava lá. - Disse Sebastião. Estava ligeiramente nervoso, e olhava somente para a rua. - Acho que vocês formam um casal bem completo. Na próxima vez não farei falta... - Não quero ser casal de menininho! - Interrompeu-me. Sebastião mudou desde que saímos do prédio. Estava mergulhando em pensamentos que eu não pude decifrar e demonstrava em sua voz um nervosismo claro, e um olhar errante. Chegando perto da casa dele, onde eu o deixaria para seguir embora, aproveitei o último semáforo para dizer algo que estava começando a doer em minha garganta. - Olha Sebastião, eu não sei qual é a tua vontade, nunca soube. Mas acho que você sempre soube qual é a minha. Eu quero te dizer uma coisa: Você precisa parar de dragar toda essa gentileza que você tem pelos outros para fora e deixar um pouco pra si mesmo. Você parece que não se esforça nem um pouquinho pra atender as tuas próprias vontades. Esse negocio de dizer que não quer ser casal de menininho, e ficar fugindo desse tipo de correspondência pode te deixar pra baixo, pode atrasar a vida maravilhosa que você nem sabe que poderia ter. Tem que experimentar os teus medos cara. Sebastião olhava para o próprio coturno, e consentia com a cabeça. - Eu vou te apoiar, sabe disso. Você não é só meu parceiro de trabalho! - Afirmei. Coloquei a mão em sua nuca e me aproximei dele, esperei que ele me olhasse nesse momento, mas tive somente um breve balanço de cabeça como resposta. Nos dias seguintes, trabalhamos normalmente. Não havia comentários, nem brincadeiras. Tive medo de ter estragado alguma coisa. Fiquei apreensivo a respeito da relação que Sebastião tinha comigo. Eu continuava a amá-lo, mas me foquei no que eu julgava importante, deixando os furtivos pensamentos de trabalho tomarem conta de mim. Tivemos ocorrências complicadas, conflitos da rotina, e nossa pouca cumplicidade verbal de antes minguou de vez, e transformou-se em algo que me chateou por muitos dias. Como Sebastião demonstrava certo esforço por omitir seus desejos, eu quase não pude notar que por alguns momentos eu o pegava me observando com um olhar entristecido. Eu tomaria uma atitude sobre aquilo em breve, conversando com ele, mas estávamos inexplicavelmente sem clima. Então, certa noite, eu estava em casa assistindo TV quando uma mensagem chegou em meu celular. - “Oi Marcelo, paramos de nos divertir juntos e isso tá me chateando muito. Seria bom poder aproveitar o pouco tempo que resta. Vou ser transferido. Um abraço!” A mensagem de Sebastião fez meu coração acelerar. Rapidamente eu escrevi para ele, e iniciamos uma conversa. Havia de fato pouco tempo junto com ele caso ele aceitasse a transferencia junto com os cursos que ele queria fazer. Disse que não iria para longe, mas me pareceu certo que aquilo era o prenuncio de que nossa relação encontraria mais dificuldades e talvez até acabasse. Senti-me mal por não estar com ele. A saudade já começava a fazer meu coração doer naquele momento, e eu tive necessidade de ser absolutamente sincero com ele. Revelando minha tristeza em perder a companhia dele, tive como resposta algo que havia passado completamente despercebido. - Marcelo, você viu o que eu deixei pra você, na sua carteira? - Não… - Respondi, indo pegar minha carteira. - Que pena… Eu achei que você veria… Ao abrir a carteira, percebi que uma limpeza era necessária. No meio de alguns comprovantes havia um papel dobrado. Foi estranho ver aquilo, um bilhete de Sebastião. Dizia: Não quero namorar menininho, quero um homem, como você. Desculpe por contar dessa forma… Fiquei perplexo. - Quando você fez isso? - Perguntei. - Faz um tempo já, uns dias depois do lance lá com o Renan. - Nem sei o que dizer… E como você mexe na minha carteira assim? Como fez isso? - Eu sei, me desculpe… achei que eu poderia, foi lá na delegacia. - Onde você está agora? - Na cabeceira da ponte. comendo um lanche. Levantei e vesti uma calça. - To indo aí! Sofrendo com o turbilhão de ideias, eu não conseguia pensar direito. As coisas vinham em minha mente e a aturdiam junto com a pressão no meu peito. Como pude deixar isso acontecer? Era tão raro uma declaração assim de Sebastião e eu simplesmente não vi. “Quero um homem como você!”. Essa frase martelava minha cabeça. Lembrei da frase de Sebastião quando saímos da casa de Renan: “Confesso que acho que em parte foi bom por que você estava lá.” Tudo foi se confirmando, e a demora em chegar na ponte me deixou tão nervoso que até comecei a dirigir com imprudência. O medo de chegar lá e não ver Sebastião era indescritível. Sebastião estava me esperando. Eu sempre fiquei nervoso ao vê-lo e dessa vez não foi diferente. Me aproximei calmamente. Tentei relaxar antes de dizer qualquer coisa. Meu futuro ex parceiro estava ali, diante de mim, sentado, com os cotovelos apoiados na mesinha de um Food Truck. Ele me olhou apreensivo. Demorou um pouco até falarmos. Apenas ficamos nos olhando, eu não conseguia sorrir. - Me desculpa por mexer na sua carteira? Me inclinei para falar mais baixo, mas a resposta que começou a se formar na minha cabeça se desfez quando abri a boca. Fiquei em silencio e o contemplei. - Vamos dar uma volta? - Perguntei. Sebastião pagou sua conta e saímos. Caminhamos pela orla da estrada e paramos quando chegamos no meu carro, as luzes da cidade cintilavam ao fundo, A noite estava estranhamente fria e quase nenhum carro passava naquela hora. O bilhete dele estava em meu bolso. Então o li novamente. O primeiro sorriso veio e o lancei para Sebastião. Estávamos sem falas. O único som era da brisa suave do vento fresco que estava começando a me deixar com frio, enquanto estávamos apoiados no peitoril da estrada que dava acesso à ponte. Então incitei uma crítica leve, pois no fundo eu estava incomodado com aquela situação. - Você vai ter que melhorar sua comunicação… O bilhete te faz parecer um adolescente perdido. - Eu sei. Eu sabia que seria meio cafona, mas foi a melhor forma que eu vi de te dizer que… Sebastião hesitou. - Dizer? Perguntei, olhando diretamente pra ele. Suas feições eram tão masculinas, que me distraíram momentaneamente, apesar da curiosidade pela resposta. À luz laranja de um poste velho, ele era ainda mais lindo e arrasador para mim. O bigode estava ligeiramente crescido, E seus olhos tremiam na minha direção junto com o brilho da cidade refletida neles. Sebastião se aproximou, estendeu um braço sobre meu ombro e soltou-se num abraço hesitante. Eu me ergui e o envolvi completamente. Rapidamente percebi que esta era a primeira vez que nos abraçávamos com certa tristeza. Foi um abraço forte, longo, e quente. Ao afastar vagaroso, ele roçou seu rosto no meu e me beijou. Eu estava aturdido… Não iria conseguir me segurar, mas me envolver ainda mais seria um problema daqui pra frente. Então terminei o beijo rapidamente. - Para onde será sua transferencia? E por que motivo? Sebastião esfregou o rosto com a palmas das mãos. - Me leva pra sua casa? - Perguntou. - Me fala! Pra onde você vai? Sebastião não me deu ouvidos, e insistiu. - Por favor, me leva pra sua casa? Contrariado, eu ofeguei e dei a volta no carro. Minha sala estava bagunçada, a TV ligada, e muitas luzes acesas. - Posso ficar aqui com você hoje? - Perguntou Sebastião. - Só se você me prometer que vai falar tudo o que eu perguntar. - Respondi incisivo. - Ta, mas podemos conversar só amanha? - Por que? - Porque eu to com saudade de você, Marcelo. Não tô com saco pra conversa… Por favor? Apesar do medo de ficar a primeira e última vez com Sebastião eu acabei fraquejando. Teria uma boa lembrança caso eu não o visse mais, afinal. Só teria que conviver com a saudade, então era melhor nem pensar nisso nesse momento. Sebastião me abraçou novamente. Mostrava-me sua força física ao fazer isso. Colocou suas mão em meu corpo, e notou minha ereção. Nos beijamos frenética e brutamente, enquanto adentrávamos meu quarto. Sebastião se ajoelhou, esfregou sua mão sobre minha calça e segurou todo o volume do meu pau que estava duro e estendido para o lado, e retirou sua camisa. Eu perdi a cabeça. Arranquei toda minha roupa, agarrei a nuca de Sebastião firme entre meus dedos e o puxei para junto do meu cacete saltado. A sua boca fez meu corpo estremecer. Sebastião cheirava meu pau como se estivesse fazendo um reconhecimento. O analisava e massageada, ora com a mão, ora com a boca. Chupou-me por um longo período. Sem retirar a boca do meu pau, ele se ergueu e abaixou sua calça. Então o puxei e o deitei na cama. Prendi seu corpo sob meus braços esticados e o chupei. Seu cheiro inesquecível era delicioso. E contemplei de perto aquele cacete excepcionalmente grosso. Apesar de sua vigorosa ereção, sua glande era macia. De fato, eu nunca iria esquecer isso. Sebastião me puxou pelo pescoço. Ante os beijos quentes e ásperos que quase geravam faíscas, ele abriu suas pernas sob o meu corpo, de modo que meu cacete encontrasse suas nádegas. Nos esfregamos com muita força. Nossos pêlos tornaram-se abrasivos. Puxei Sebastião e o coloquei de costas para mim. Meus olhos estavam vendo fantasmas, como se o cheiro dele me embriagasse. Abracei seu quadril e passei meu peito em suas nádegas. Beijei suas costas e mordisquei os músculos destacados pela postura dele. Sebastião se entregou excitante a mim quando lambi seu anus. Enfiou seu rosto em meus travesseiros para abafar seu gemido rouco e grave. Era delicioso demais. Levantei Sebastião e o virei para mim. Beijei sua nuca, seu ombro, sua boca… Então soltei-o suavemente sem interromper o beijo, e deitei-me sobre seu peito. Ajeitamos nossos corpos. Segurei seu pescoço com minhas duas mãos enquanto ele segurava minha nuca e minhas costas. A penetração foi quase sem querer. Ele me envolveu com as pernas, e nos concentramos no momento em que meu pau tocou seu delicioso cu. A expressão de Sebastião me atraía para o sexo. Ele estava entregue a mim. Agora, com o rosto dele junto ao meu, nossa conexão não era de modo algum problemática. Olhando fixamente seus olhos, senti o calor do seu reto acometer não só meu pênis, mas todo o meu corpo. Estávamos irremediavelmente grudados, e impossibilitados de soltar um ao outro. Estoquei Sebastião conforme ele me pedia com os olhos. Sem conversa, sem hesitação, sem medo. O tesão tomou conta de mim e logo comecei a sentir a iminência de um orgasmo. Eu suava diante de Sebastião. Com todo meu corpo explodindo em tremores prévios, Sebastião me segurou mais firme, e fez um sinal de positivo com a cabeça. Me convidando a deixar meu sêmen dentro dele. Seu nariz quase tocava o meu, num esforço contínuo para manter seu rosto próximo. Então comecei a gozar. Sebastião gemeu atento a mim. Senti a vazão da porra deixando meu corpo em estampidos quase dolorosos. Fiquei quente, e me ergui para respirar. Voltei a olhar Sebastião. Mantínhamos a mesma postura. Ofegantes, nós respirávamos o mesmo ar. Então, para minha total surpresa, Sebastião sussurrou de olhos fechados: - É mentira! Sem entender nada perguntei: - O que é mentira? - Não existe transferência nenhuma! Pasmei! Não houve a menor possibilidade de segurar meu choro. Eu me debulhei, fiquei até constrangido. Soltei-me em seu peito. Sebastião começou a ficar abalado com minha reação. Eu simplesmente não consegui lidar direito com aquele momento. Meu peito vibrava com um misto de raiva, alívio e alegria. Mas as lagrimas me desfiguraram e não me deixaram apto a dizer qualquer coisa. Sebastião segurava meu rosto, seus dedos preferiram enxugar minhas lágrimas e não as suas. Ele tentava me equilibrar entre os sorrisos fugazes e o choro que ainda vinha. Eu não sabia o que estava para acontecer. Não podia sequer imaginar que ao amanhecer do dia seguinte, eu contemplaria o corpo que me acompanharia todos os dias seguintes, que me protegeria para sempre. Eu não pude naquele momento realizar em minha mente bagunçada a diminuta idéia de que Sebastião veio a mim e me escolheu, mesmo que com dificuldade, para ser o homem dele. O beijei, com meu queixo trêmulo. Conectados, molhados, quentes e tão próximos um do outro, nós rimos pela graça sublime do nosso primeiro momento juntos.