sexta-feira, 26 de maio de 2017

Rafael dormiu e eu enrabei.

Oi. Sou eu Gustavo de novo. Pra quem não me conhece, eu sou moreno, tenho olhos e cabelos castanhos. Sou alto, um pouco mais de 1.80 e tenho um corpo definido. Como eu digo no começo de cada conto, eu sou tarado por bundas, e adoro foder um cuzinho. O que vou contar é algo que aconteceu comigo na minha adolescência e foi maravilhoso! Eu era moleque, tinha acabado de completar 16 anos e estava cursando o 2° ano do ensino médio. No começo do ano letivo conheci o Rafael. Rafael era um pouco mais baixo que eu, branco com a pele bronzeada, cabelo castanho um pouco claro, olhos da mesma cor que o cabelo. Jogava futebol num clube local e isso o deixava com uma bunda e umas coxas maravilhosas. Uma bunda bem durinha, grande, empinada, e umas coxas grossas e durinha. Sua bunda foi a primeira coisa que eu bati o olho, mas Rafael era um cara legal e logo viramos amigos. Eu estava na seca, ainda era virgem de buceta, só havia comido o cuzinho do meu primo e esse relato eu já compartilhei com vocês. Estava mais tranquilo, não vivia batendo punheta o tempo todo como antes mas precisava foder, precisava gozar dentro de um buraquinho apertado, de preferência um cuzinho. Conforme o tempo foi passando, eu passei a frequentar a casa do Rafael e ele a minha. A gente já até tinha batido umas punhetas juntos assistindo a um filme. Depois Rafael começou a namorar e aí nos afastamos um pouco. O namoro não durou muito, ele reclamou que a mina não queria dar pra ele e aí voltamos a parceria de sempre. Solteiro de novo Rafael começou a sair e sempre me chamava pra ir junto. Diferente de mim, Rafael sempre pegava muitas mulheres nas festas, as levava para algum canto e fodia elas. Foi até assim que comi uma bucetinha pela primeira vez, mas isso é história para um outro conto. Numa certa vez em que saímos Rafael bebeu muito, eu que nunca fui de beber estava sóbrio e me encarreguei de levar ele pra sua casa. Chegando lá fomos atendidos por sua mãe, Dona Luiza, que me agradeceu e não me deixou ir embora por está muito tarde, eu agradeci e fiquei. Fiquei por alguns minutos na cozinha conversado com a mãe de meu amigo até que ela me deu boa noite e se recolheu em seu quarto. Como ia dormir no quarto de Rafael fui para o próprio. Assim que abri a porta me deparei com uma cena maravilhosa: Rafael estava deitado, de bruços, vestindo uma cueca branca que apertava a sua bunda arrebitada. Respirei fundo, tentei me distrair naquele momento pensando em alguma coisa aleatória. Aliás, sabia que Rafael era hétero e não era um menino inocente como meu primo. De deitei ao seu lado já que a cama era de casal e não tinha outro colchão para por no chão. Antes tirei minha roupa ficando apenas de samba canção e me acomodei. Em determinado momento Rafael se deita de lado e joga seu corpo, principalmente a sua bunda, pro meu lado, me deixando sem espaço na beira da cama. Pra não cair eu fui me virando de lado e sem querer, juro que dessa vez foi sem querer, encostei meu pau na bunda do meu amigo. Eu suspirei, respirei fundo. Não queria contato porque sabia que não ia poder fazer nada, mas se eu chegasse pra trás ia cair. Então comecei a balançar Rafael e a chamar ele, pedindo pra que ele chegasse um pouco mais pra frente. Conforme o corpo dele balançava a sua bunda automaticamente se esfregava em meu pau. Percebendo que ele não acordava, passei a dar tapas no rosto dele, a empurra-lo com mais brutalidade e nada, Rafael estava apagado num sono profundo. Foi aí que eu decidi aproveitar... Aliás, cú de bêbado não tem dono, não é mesmo? Por alguns minutos fiquei ali com a cintura colada naquela bunda gostosa do meu amigo, pressionando o meu caralho cada vez mais forte contra seue rabo. Coloquei meu pau pra fora da samba canção e fiquei esfregando nele. De vez em quando ele se mexia e eu ficava com medo dele está acordando. Mas voltava bater no rosto dele e nada. Nessa hora eu já estava com meu caralho duro feito pedra, estourando de tanto tesão. Levantei pra trancar a porta, não queria que a mãe do meu amigo me pegasse no flagra, né. Aproveitei e procurei por um creme que pudesse usar como lubrificante e encontrei um pote de creme de cabelo. Quando voltei a cama Rafael já estava de bruços novamente. Perfeito! Me aproximei, segurei na cueca dele e desci lentamente, exibindo uma bunda branca, grande, bem dura e com poucos pêlos amarelados. Meu pau pulsou assim que vi. Abri sua bunda cuidadosamente e vi um anelzinho rosado, pequeno, bem fechadinho, cheio de pregas. Ah... Que delícia! Mais um cuzinho virgem pra enrabar, pra deflorar e arrombar todinho. Peguei o creme e lambuzei aquele anelzinho, comecei a massagear a portinha, meu amigo na hora se mexeu e eu me tremi achando que ele estava acordando. Esperei e ele continuou dormindo. Lambuzei meu dedo de creme e aos poucos fui enfiando no cuzinho no meu amigo. Era tão apertadinho que chegava a empurrar o meu dedo pra fora. Preparei o cuzinho do meu amigo cuidadosamente, consegui enfiar um segundo dedo e meu amigo resmungava bastante durante seu sono pesado. Fiquei com meus dedos parados dentro de seu buraquinho, sentindo seu esfíncter apertando meus dedos, até o próprio se acostumar com os invasores. - Sabe aquilo você faz com as suas putas? Agora eu que vou fazer com você. Agora você vai virar a minha puta. - Sussurrava no ouvido do meu amigo. - Pena que você não tá acordado pra aprender a foder de verdade! Depois de preparar aquele cuzinho me deitei em cima do meu amigo com todo cuidado, encaixei a cabeça do meu caralho na portinha do seu buraquinho e fiquei esfregando a cabeça do meu pau alí, melando seu reguinho com o meu pré gozo. Aos poucos comecei a forçar a cabeça do meu pau no cuzinho apertadinho do meu amigo. Minha vontade era empurrar tudo de uma vez só, mas não dava, tinha medo do meu amigo acordar com a dor então fiz tudo minuciosamente. Fui empurrando meu pau aos poucos naquele cuzinho. Por muitas vezes seu buraquinho empurrou meu caralho pra fora, mas depois de muita insistência a cabeça do meu pau entrou. Podia sentir seu cuzinho apertando a cabeça do meu pau com tanta força que até doía, mas era uma dor gostosa. - Que cuzinho apertado você tem, Rafinha... É tão gostoso! Pena que amanhã não vai ser mais tão apertadinho assim... - Sussurrava e ria no ouvido do meu amigo que dormia num sono pesado. Continuei empurrando, forçando meu pau pra dentro daquele buraquinho. Meu amigo resmungava cada vez mais, coisas que eu não conseguia entender. Estava com medo dele acordar mas nessas horas a gente só pensa com a cabeça de baixo. rs. A gente perde completamente a razão. Finalmente senti meu pau todo dentro do seu buraquinho, demorou tanto que eu achei que fosse gozar antes mesmo do meu pau todo entrar, mas me segurei. Comecei a fazer vai e vem bem devagar. Era tão devagar que eu sentia seu esfíncter apertando cada centímetro do meu pau toda vez que entrava e saía. Ah! E era uma delícia, era tão gostoso sentir aquele cuzinho tão apertadinho no meu pau. Era mais gostoso ainda saber que aquele cuzinho era de um machão, que se gabava por comer geral e agora estava ali sendo enrabado. Comecei a socar meu pau naquele cuzinho com mais rapidez, mas tomava muito cuidado e tentava me controlar. Em determinado momento meu amigo gemeu enquanto resmungava algo e eu quase gozei ao ouvir aquele gemido do meu amigo. Era uma sensação maravilhosa está deflorando o cuzinho de um macho quando ele pode acordar a qualquer momento e me pegar. Percebi que meu amigo estava de pau duro e isso me deixou triunfante! Mas já não estava aguentando mais, queria socar forte naquele cu e rasgar ele todinho. Sentia meu pau dolorido e inchado de tesão dentro daquele buraquinho apertado e quente que abraçava todo o meu caralho. - Tá vendo? Essa bunda nasceu pra ser enrabada. Olha como seu pau tá duro com o meu caralho no seu cu... - Sussurrava com tesão, triunfante por está dominando aquele macho. - Você é um viadinho, uma putinha, depois de hoje não vai querer outra coisa a não ser pica, sua vadia! Socava cada vez mais forte, eu já não estava mais ligando se ele ia acordar ou não, eu queria gozar. Queria foder aquele cu com força, deixar ele viciado em rola, a minha rola. E bombava com força, rápido, cada vez mais agressivo. Meu amigo estava inquieto e isso só aumentava o meu tesão. Vez ou outra ele soltava um gemido de dor e resmungava qualquer coisa. Até que senti todo meu corpo tremer, um arrepio gelado percorrer minha espinha, além dos espasmos por meu corpo. Me esforcei pra não gemer alto e tentei tirar meu pau do cuzinho do meu amigo, mas já era tarde, enchi aquele cu de porra e ainda o sujei por fora. Puta merda! Mas em compensação foi o melhor orgasmo da minha vida e acho que nunca gozei como naquele dia. Depois disso eu não consegui dormir, ficava o tempo todo limpando o cu do meu amigo e mesmo assim não parava de sair porra. Até percebi que ele gozou, pois a frente da sua cueca estava bem molhada e ri porque aquele machão gozou sem nem tocar no pau enquanto eu fodia o seu rabo. Assim que o dia amanheceu eu fui embora, não queria estar ali pra explicar a porra e a ardência no seu cu quando meu amigo acordasse. E na verdade eu nunca precisei explicar, ele nunca comentou nada comigo, mas foi se afastando aos poucos e depois de um tempo eu descobri que ele virou a putinha do clube onde jogava, não havia piroca que a saciava e por isso dava pra todos. Desconfio que consegui fazer aquele rabo viciar na minha pica e só a minha consiga sacia-lo. rs. Bom, até a próxima, pessoal!

O Filho Novinho de Ana

Me chamo Ricardo, tenho 30 anos. Sou moreno, tenho 1,82 de altura, acho que um pouco mais. Corpo definido, em forma, não faço academia mas tenho uma genética boa. Bom, o que vou contar aqui é algo que aconteceu recentemente, peço a vocês que não me julguem, por favor! Eu já estou me julgando e me culpando o suficiente, mas não posso negar que é excitante a lembrança e por isso que vou compartilhar com você. Bom, estou a quase um ano desempregado, pois com a crise a empresa onde eu trabalhava teve que fazer cortes e eu saí nessa. Por meses corri atrás de emprego, mandei currículos por e-mail e pessoalmente mas nada de me chamarem. Até que eu resolvi abrir um pequeno restaurante. Tenho um salão nos fundos da minha casa, com saída para uma outra rua, fiz uma pequena reforma, comprei algumas coisas e montei um restaurante simples, nada demais. Como não tenho grana, faço quase tudo sozinho, sou faxineiro no local, garçom, caixa, tudo... Mas não podia ser cozinheiro, pois nunca me dei bem na cozinha, então tive que contratar uma cozinheira e assim fiz. Ana, tem 26 anos, é uma mulher bonita, seu sonho era fazer faculdade de gastronomia, mas sua vida desandou quando engravidou aos 17 anos e teve que começar a trabalhar pra sustentar seu filho Lucas. Sua comida é muito boa e confesso que sua chupeta e sua bucetinha também, não posso negar que em menos de um mês a gente já estava se pegando. Pelo o que eu sabia, Lucas ficava sempre com a avó depois do colégio até Ana chegar, mas depois que sua avó, infelizmente, faleceu, Lucas não tinha mais onde ficar então Ana o trazia para o trabalho com ela. Não via problemas nisso desde que o moleque ficasse quieto e não atrapalhasse o trabalho da mãe. Com grana entrando eu contratei uma ajudante pra Ana e mais um rapaz pra atender a crientela, o movimento tava alto, mas dava pra ele se virar sozinho, mas em dia de muito movimento eu botava a mão na massa. Com isso eu comecei a passar mais tempo na minha casa ao lado e mais tempo com o Lucas, o que me deixava super irritado, porque Lucas era uma criança super hiperativa e não ficava quieto e nem me deixava quieto. Um dia, já estava cansado de Lucas e fui para o restaurante e o deixei dentro de casa, quando voltei e me aproximava da sala ouvi uns sons abafados, parecidos com gemidos. Quando finalmente entrei na sala, Lucas estava assistindo a um filme pornô gay no meu computador. Era uma cena onde um negão pegava um branquelo bem magrinho mas bem rabudo de quatro e metia sem dó no cu dele. O menino olhava entretido, tanto que não me ouviu chegar, estava curioso, quase não piscava e percebi que seu pauzinho estava duro e ele estava com as pernas cruzadas, meio que se contraindo, como se estivesse contraindo o cu, sabe? Na hora eu fiquei meio enojado com a cena, não é meu tipo de filme prefeito, mas por algum motivo ver Lucas naquele estado me deixou excitado. - Oi, Luquinhas! - Falei já bem próximo dele, ele nem me percebeu chegar... O menino se assustou e levantou rápido da cadeira, com medo, parecia que ia se mijar a qualquer momento. - Calma, eu não vou brigar com você... Sua mãe sabe disso? - Ele negou com a cabeça, calado e tremendo de medo, eu acho. - Tudo bem... Mas você tem que tomar cuidado ao assistir essas coisas, eu cheguei e você nem me viu, estou aqui já tem um tempo... Quem te ensinou a mexer nesses sites? Creio que uma criança da sua idade sozinho não ia achar... - Falei manso pra não asusta-lo e fazer ele se abrir comigo. - O ex namorado da minha mãe, tio. Ele sempre colocava pra gente ver... - Ele disse relutante, estava mais tranquilo, mas dava pra perceber que estava com medo de falar. - Hm, entendi. E ele fazia alguma coisa com você? - Perguntei sério e preocupado. - Ele me fazia sentar no colo dele, tio. E aí me fazia mexer muito... - Ele demorou pra responder e quando terminou a frase pude sentir que tinha algo mais. - Mais o que, Lucas? Pode confiar em mim, tá? - Tentei fazer um carinho no cabelo e no rosto dele para conforta-lo, mas estava um pouco incomodado e com medo de assustar o menino. Ele não disse nada, estava pensativo. - Pode falar, Lucas! Eu não vou contar pra sua mãe, tá bom? - Ele mandava eu colocar o pinto dele na minha boca e lamber até sair leite, aí ele fazia eu engolir... Ele também enfiava os dedos no meu bumbum, e já tentou enfiar o pinto dele, mas doía muito e ele deixava só a pontinha vermelha. - Ele falou e começou a chorar na hora. Eu instintivamente me ajoelhei na frente dele e o abracei. Eu não sabia o que falar, nunca me imaginei naquela situação, tendo aquele tipo de conversa. Eu estava com raiva do cara, como ele pode fazer isso com uma criança? Mas pra minha surpresa eu também estava com tesão, meu pau nunca tinha ficado tão duro como estava naquela hora, nem mesmo na minha adolescência. Então eu perguntei se ele gostava do que o rapaz fazia e do que ele gostava. - Gostava um pouco, tio... Gostava quando ele enfiava​ os dedos na minha bunda, ele sempre me elogiava e dizia que minha bunda parecia de menina e era melhor do que a da minha mãe. Também gostava de chupar o pinto dele, só não gostava do leite que saía, e de ver filme no colo dele, ele sempre fazia carinho no meu pinto. - Ele respondeu, no começo estava envergonhado, com medo, mas depois foi falando cada vez mais animado. - E você sente falta, Luquinhas? - Ele fez que sim com a cabeça e não disse mais nada, e eu também não. Fiquei o abraçando por mais alguns minutos até que ele decidiu sair do meu abraço. Não sabia o que falar, então deixei ele lá no computador, o filme já até tinha acabado, e fui para o banheiro. Meu pau estava rígido, duro, latejando de tanto tesão, eu coloquei pra fora me esquecendo de fechar a porta do banheiro e mal comecei a punheta e já gozei. Gozei pensando na história que Luquinhas me contou, mas imaginando que era eu no lugar do ex namorado de sua mãe. Quando abri os olhos e voltei a mim, Lucas estava na porta do banheiro olhando fixamente para o meu pau. Eu fechei a porta, por mais que estivesse excitado e me imaginando com ele, aquilo tudo ali era muito estranho e constrangedor pra mim. Me limpei e depois saí sem nem olhar onde ele estava e voltei ao restaurante. Fiquei por horas e dias pensando em como falar isso para Ana, ela precisava saber e tomar uma​ providencia, mas eu não conseguia contar, além de ser um assunto muito delicado e eu não saber como contar, também tinha algo que não me deixava falar. Os dias foram passando e Lucas foi ficando cada vez mais a vontade comigo, não se importava mais de ver seus filmes na minha frente, só pedi pra ele usar fones porque eu não queria ouvir macho gemendo. Até cheguei a mostrar alguns filmes héteros para ele, mas ele dizia que preferia o filmes com dois homens e eu o deixava a vontade para o ver o que quisesse. Um certo dia eu estava fazendo umas compras para o meu restaurante pela internet e aí ele vem e se senta no meu colo, nas minhas coxas para ser mais exato, pedindo pra eu colocar um filme pra ele. Eu disse que ia sair e ele poderia ver o filme mas ele insistiu pra eu ver o filme com ele, então assim fiz. Coloquei num site gay, ele escolheu o filme e eu dei play. Com poucos minutos de filme Luquinhas foi chegando para trás e se acomodou no meu colo, sentando bem cima cima do meu caralho. Eu que em casa só uso samba canção sem cueca, pude sentir perfeitamente aquela bunda macia, redonda e grande sobre meu cacete e logo o próprio deu sinal de vida. Eu já tinha reparado, mas nunca olhado com outros olhos, o menino realmente tem uma bunda muito gostosa. Ele não é magro e nem gordo, é grande pra idade dele, branquinho, cabelo castanho todo cacheado, um rostinho angelical que vive corado por causa do sol, uma bunda tão grande que é quase desproporcional para o seu corpo. Lucas percebendo minha ereção começou a se mexer o tempo todo em meu colo, eu já soltava gemidos em cada movimento que ele fazia, pois era muito gostoso sentir aquela bunda grande e virgem no meu cacete. Meu pau cutucava aquela bunda macia, quanto mais ele se mexia mais o meu cacete se encaixava no meio de sua bunda. Eu aproximei minha boca do ouvido dele e mandei ele mostrar como fazia para o outro tio. - É pra fazer igual, titio? Tudo o que eu fazia pra ele? Eu posso? - Ele perguntava entusiasmado, todo alegre, parecia que tinha ganhado um presente. Eu estava receoso mas dizia que se ele quisesse fazer tudo ele podia fazer. O menino estava eufórico e começou a rebolar com vontade no meu cacete, ele se mexia para trás e para frente, para um lado e para o outro, dava pulinhos no meu colo, fazendo sua bunda bater no meu caralho. Era uma delícia, que sensação gostosa, era medo e tesão misturado. Uma sensação de que estava fazendo algo errado, algo proibido, misturado com o tesão enorme que eu estava sentindo naquela hora. Eu segurava na cintura pequena daquele menino e o fazia rebolar ainda mais. Meu pau estava latejando, pulsando de tesão, duro feito pedra. Se antes eu achava que não dava para ficar mais rígido de como ficou no dia que Lucas contou a história, agora eu já sabia que estava enganado. Meu pau doía, babava, eu não aguentava mais... Tirei o menino do meu colo e abaixei a samba canção fazendo meu pau saltar pra fora. O menino olhava extasiado, parecia hipnotizado com a minha piroca. A cabeça do meu pau brilhava com o pré-gozo que estava intenso e escorria um pouco para a extensão, meu cacete estava colado na minha barriga de tão duro e pulsava descontroladamente. O menino segurou no meu pau e estava tão quente que ele se assustou e tirou a mão rapidamente. Eu peguei nas mãos dele e puxei devagarinho de volta para o meu pau, ele pegou de novo, apertou, começou a fazer carinho punhetando bem devagar. Eu quase gozei com as mãos pequenas e macias daquele menino no meu cacete, era gostoso demais. E quando ele se familiarizou com meu caralho, ele aproximou sua boquinha, pequena e carnuda, e abocanhou a cabeça do meu pau com vontade. Ahhhh, que delícia! Comentem se gostar pra mim poder continuar

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Meu pai Homofobico me expulsou e se arrependeu

Bom meu nome é Pietro, filho unico, meu pai Cristiano, era chamado de Chris, era moreno, tinha 45 anos, mais muito bem conservado cabelo cortado tipo militar, musculoso, ele era dono de uma academia, por isso era bem malhadão, mais ele era policial, minha mãe morreu quando eu tinha 2 anos, ela não podia ter filhos, mesmo assim conseguiu ter 1, mais no o corpo dela rejeitou o bebê, e ela ficou com o bebê morto dentro dela por 2 semanas, foi o suficiente para mata-la, meu pai me criou sozinho. Eu tenho 15 anos, sou moreno claro, cabelo preto, olhos verdes, cabelo liso no ombro, e magrinho, mais tenho uma bundinha arrebitada e até grandinha, chamava atenção aonde eu passava,eu era mais parecido com minha mãe, eu era gay, sabia disso, e até me orgulhava disso, só tinha um problema, meu pai odiava gays, não sei porque, me lembro de um caso que ele espancou um cara que olhou para ele, tinha muito medo de me assumir, não levava meus amigos em casa, morria de medo de me assumir para ele. Sempre fomos muito abertos um com o outro, meu pai sempre me deixou a vontade, e eu amava isso nele, ele para as pessoas parecia ser um Ogro, mais só eu conhecia ele do jeito que ele era, ele não era um ogro, quer dizer não 100%, era meigo e carinhoso, muito preocupado, era meu melhor amigo, só que o meu segredo mais importante eu não contei para ele, mais estava decidido, esperei ele chegar em casa, com aquela farda de policial que deixava ele tão sexy -Pai podemos conversar? -Agora filhão, to morto de cansado! -Pode ir tomar banho. Quando sair eu converso com o senhor Ele colocou a arma e o cacetete em cima da mesa, tirou o cinto, e a camisa, e saiu largando pela casa, e eu ia atrás catando as coisas para guardar no cabide dele, ele tirou a calça e entrou de cueca no banheiro, fui guardar a calça dele e percebi uma calcinha fio dental no bolso dele, estava toda melada, parecia recente aquele liquido. Fui para o quarto dele guardei tudo e coloquei a calcinha no bolso dele de volta, me deitei em sua cama e logo ele saiu, estava de samba-canção, sem camisa, o abdomen todo definido a mostra, as pernas grossas e definidas, com uns pelos lisos, o peitoral lisinho e gostoso, aquele bração tinha uma tatuagem tribal que ia do pulso até o peitoral, e nas costas dele tinha meu nome PIETRO bem grande que ia de um ombro até o outro, ele tinha varias outras tatuagens, no total 7. -Pai tem uma coisa que quero te falar -Pode falar filhão! Ele veio e deitou do meu lado -Pai me responde uma coisa, porque vc não gosta do tio Lucious? Tio Lucious era um tio meu irmão da minha mãe que era gay, meu pai odiava que falasse com ele, ou até que ficassemos no mesmo ambiente, eles ja brigaram varias vezes -Porque ele é viado! -Só por isso? -Sim Pietro, esse tipo de gente não presta -Que tipo de gente? -As bichas, as Sapatonas! -Se fala Gays e Lesbicas -Tanto faz, são tudo aberrações mesmo Começo a chorar -Filho ta tudo bem, porque ta chorando? -To com medo do que vc vai fazer! -Porque eu faria algo para te deixar com medo, que merda vc fez? -Pai... Fiquei um tempo tentando falar mais não conseguia -Fala Pietro! -Eu... -Você... -Eu quero te contar, mais não consigo -Respira filho, seja lá oq for não vou ficar bravo com vc, prometo -Promete que não vai me bater! -Logico que prometo -Então ta la vaI... Pai, Eu sou gay Meu pai começou a rir -Fala logo Pietro e para de palhaçada Começo a chorar mais ainda -Não estou brincando pai -Como assim? -Eu sou gay pai! -Você não é! -Sou sim pai -CALA A BOCA, VOCÊ NÃO É -Pai eu... Sou empurrado da cama e caio no chão -Quem ta fazendo isso com vc? Ele dizia com odio -Fazendo oq? -Colocando isso na sua cabeça porra, é mentira -Pai eu sou gay, me aceita por favor Implorava chorando, me sentando no chão -Você não é assim Pietro Chorava rios -Pai por favor me aceita -Você é hetero PORRA -Não sou -Se arruma agora porra -Para onde vamos? -Num puteiro, vc gosta de buceta, só precisa conhecer uma -Não -Então saia da minha casa -Pai por favor não -SAI DA MINHA CASA DESGRAÇA, eu não criei filho para ele virar um viadinho não -Pai não faz isso comigo por favor -Você tem 15 minutos para sair da minha casa Ele me pega pelo braço, e me aperta forte -E se eu te ver na rua, eu vou te bater mais tanto mais tanto, até vc dá o ultimo suspiro e morrer Ele abre a porta do quarto e me joga para fora, caio no chão -15 MINUTOS Ele bate a porta. Rastejo até meu quarto abro a porta e entro, começo a pegar as coisas mais importantes, roupa, umas merendas, meu celular e outras coisas, coloco na mochila, e saio da casa. Vou andando pelas ruas chorando, era tarde a rua estava deserta e eu só chorava, parei em uma construção abandonada, entrei, estava vazia, e cheia de mato, era isolado, e eu conhecia lá, porque era onde eu ia brincar na infancia, coloquei meu cochonete e deitei, passei a noite em claro, e isso se repetiu por 3 dias, onde eu não sai de lá para nada, até que as merendas que eu tinha levado, acabaram todas, e a agua tb estava acabando, derrepente meu celular toca -Alô! -Pietro! Gelei, era meu pai -Filho graças a deus te encontrei filho, volta para casa filho, por favor volta para casa Comecei a chorar pelo telefone e desliguei a ligação, fiquei deitado na construção chorando até que ouvi o barulho de alguem entrando, me escondi rapido, e logo vi era o theofilo, um velho mendigo da rua, ele vivia cheio de panos e todo. Theofilo tirou a manta e vi um homem musculoso, ele usava apenas uma cueca branca, ele começou a lavar o rosto, e percebi ele era lindo, ele se sentou puxou um baseado e acendeu, me aproximei para ver e acabei fazendo um pouquinho de barulho, ele se assustou e veio até mim -Pietro? -Theofilo, vc fala Ele se dizia mudo -É.... -Vc fala theofilo, desde quando? -Desde sempre na verdade Ele começou a me contar sua vida, e que ele foi expulso de casa por usar drogas, e que ele não era velho, tinha 23 anos, só que era melhor se disfaçar de velho e de mudo para ganhar dinheiro, pois se ele quisesse ir para algum lugar chique tipo os restaurantes onde ele almoçava, e as lojas ele podia virar o Andre, que era o verdadeiro nome dele, ficamos conversando e ele me disse que morava ali na construção, ficamos conversando até que fomos dormir, ele tinha um colchão inflavel de casal, onde dormimos. Meu celular tocava sem parar, mais eu não atendi uma ligação. Deitei mais Andre. Acordo sentindo uma mão na minha bunda, deixei, estava acariciando, até que ele percebeu que eu tava acordado -Foi mal Pietro, tem muito tempo que eu não transo sabe -Tudo bem, eu tava até gostando Ele sorrio para mim e me puxou para ele me envolvendo num beijo tão bom, mais logo parei -Não desculpa não posso! -Porque? -Tenho que voltar para casa Peguei minhas coisas e sai correndo sem olhar para trás, deixei ele lá, ja era 2 da manhã, cheguei na porta de casa, e encontrei meu pai jogado no jardim deitado na grama, bebado com a cara inchada -Pai? -Pietro! Ele se levantou correndo e me abraçou, estava fedendo -Filho me desculpa, eu te amo, não importa oq vc seja eu te amo filho Ele chorava e eu tambem. Ficamos abraçados um bom tempo e ele me levantou -Vou tomar um banho que eu to fedendo -E bebado! -Tambem Rimos e ele foi pro banheiro, deu uns 10 minutos ele saiu pelado e de pau duro -Pai oq é isso -Filho vc ja transou? -Pai pq isso agora? -Responde! -Não pai! -Quer transar -Pai para! Ele vem para cima de mim e me emprenssa no sofá, e me beija, em nenhum momento eu tento sair do beijo, muito pelo contrario, eu tava amando, aquele beijo quente, eu começo a apalpar seu membro, ele se senta e eu inicio um boquete nele, chupava, sugava, lambia aquele membro enorme de 20cm, estava bom demais -Quero comer seu cuzinho Me levanto e fico de quatro, ele começa a me linguar e eu gemo de tesão, ele chupava meu cu, e eu pensava que a uns dias ele tinha me colocado para fora por eu ser gay, e agora caia de boca no meu cu. Ele colocou um dedo, dois, tres, me deixou louco, até que chegou a hora, ele colocou seu membro e foi empurrando, senti cada centimetro da sua pica invadindo meu cu, e doia, quando ele estava todo atolado, começou a penetração, metia devagar -AHHHHHHH, PAI mete todo no meu cu vai Ele acelerou e começou a meter com força e eu gritava -Isso pai mete no meu cu cacete Ele me comeu em varias posições, meteu bem forte no meu rabo -Vou gozar cacete Ele sai de dentro de mim e atola o pau na minha garganta me fazendo beber cada gotinha do seu leite delicioso. Hoje eu e meu pai e eu somos amigos e quase sempre transamos... Fim... Pois bem galera, espero que gostem desse novo formato de contos que estou escrevendo, de contos rapidos, um aviso rapido, A serie de contos "Ricardinho Surfistinho" foi cancelada, infelizmente eu não tava sentindo tesão escrevendo aquele conto, demorei semanas tentando escrever a parte 3 e não consegui, então achei melhor cancelar aquela serie, ou pelo menos está suspensa, por tempo indeterminado

Um primo para não se botar defeito.

Olá caros leitores,esse é meu primeiro conto aqui na Casa, espero que gostem. :) Obs: Esse conto e totalmente verídico em sua história é detalhes. Enfim,vou me apresentar... Meu nome é Lukas, atualmente tenho 18 anos, sou branco, levemente bronzeado. Tenho olhos castanhos, cabelos​ lisos e conforme a moda, 1,77 de altura, corpo bonito e definido devido a acadêmia e jogos, é uma bunda de tal tamanho, que faz ativos sedentos perderem a cabeça. Mas bom, vamos lá. Na minha pré adolescência, fui muito "levadinho" em questões sexuais. Praticamente eu que fiz o primeiro oral de todos os garotos do meu bairro é bairros vizinhos. Meus pais saiam para trabalhar e eu ficava sozinho desde depois da escola na parte da manhã, até 22:00 PM. Ou seja, aprontava muito, minha casa era um movimento tremendo de entra e sai de garotos, todos querendo uma " mamadinha " e eu querendo chupar kkkkk Sempre pediam para ver e pegar minha bunda, e como de previsto, tentar me " comer ". Mas nunca liberei para eles, pois a notícia espalharia entre eles é eu seria um escravo sexual, se é que me entendem. Foi assim um bom tempo, até que decidi não me submeter mais, pois estava vindo garotos do outro lado da cidade para minha casa, é meu maxilar estava derrotado de tanto chupar kkkkk Precisava de descanso! É esse descanso durou muito tempo, até semana passada em meu aniversário. Como era 18 anos, era uma data especial, e veio toda a família para a comemoração, até os mais distantes possíveis. Chegaram alguns primos que sabiam do nosso segredo, e já vieram me sarrando, passando a mão na minha bunda e tudo mais. Nisso, um primo que eu nunca tinha conhecido estava observando tudo isso, logo arrumei alguém para me passar informações dele. Para se ter noção, ele é uma cópia do cantor Maluma, da Colômbia, e idêntico. Seu nome é Roger e tem 25 anos, corpo perfeito em definição, e os demais detalhes, e só olhar uma foto do Maluma. Resultado: me apaixonei a primeira vista kkkk Ele foi se aproximando de mim, conversando sobre coisas aleatórias, e volta e meia saia uma indireta sobre sexualidade. De indiretas em indiretas, eu já estava cansado. E logo falei: — Você pode ser mais específico? Ele respondeu: — Posso, "cê" que me chupa ? Eu engoli seco, e fiquei um pouco sem reação, mas logo falei: — Achei que não ia perguntar. Entramos na casa e fomos para o meu quarto, dei a desculpa de que ele ia me ajudar com lições de casa, pois ele é inteligente e acabando a faculdade de engenharia civil. Tranquei a porta, e já que estávamos no segundo andar da casa, ninguém atrapalharia nossa diversão. Ele me mandou sentar na cama, e foi o que fiz, logo ele sentou atrás, já sentindo algo me cutucando nas costas. Já imaginei, um pau monstro... Bom, eu estava certo, 22 centímetros de um pau delicioso. Ele veio mordiscando minha orelha e beijando minha nunca, eu sentia a respiração quente dele em minha nuca, e confesso que fui a loucura. Senti um calafrio na espinha, é um arrepio no corpo... Quando me dei por perceber, eu já estava submisso a ele, totalmente entregue. Ele tirou minha camisa e a dele, mandou que eu passasse a língua em seu peitoral, não tinha um pelo, o que ficava ainda mais gostoso de lamber. Fiz com muita dedicação, e ele me mandou que tirasse a calça dele, dito e feito. Quando abaixei e vi o volume na cueca, até fiquei com água na boca. E não perdi tempo, fui a luta, lambi cada centímetro daquele pau delicioso, até leves e carinhosas mordidas o que fez ele ficar bastante satisfeito. E comecei um chupão naquela oitava maravilha do mundo, com o qual nunca tinha feito com tanto vigor e vontade. Logicamente não cabia tudo em minha boca, mas o máximo que consegui colocar, foi com vontade, como o convite era apenas um boquete, eu estava caprichando pra valer, pra ele querer replay, e me procurar de novo. Até que ele ordenou que eu parasse, e disse: — Você tem uma boca abençoada com esses lábios de algodão, mas não vai me fazer gozar com ela. Quero essa bunda maravilhosa rebolando em mim. Logo disse, eu nunca liberei para ninguém, sou virgem. Essas palavras foram o suficiente para a tara é tesão dele ir ao extremo e querer ainda mais me comer. Alegando que não iria me machucar, e que iria devagar comigo, e com alguma insistência dele, acabei aceitando. Pois olhar aquele Deus grego tristezinho, estava de partir o coração. Como não tinha gel lubrificante, ele caprichou no cuspe, junto com lambidas e até chupões no meu ânus. Quase desmaiei de tesão com aquilo é logo pensei: — Se com a língua ele faz isso, com o pau dele ser loucuras... Porque não aceitar!? Ele me colocou de quatro na cama e pegou seu membro, forçando levemente e pincelando ele em mim. Forçou um pouco, e perguntou se doeu; eu disse que não, que estava tudo bem. Ele continuou, e colocou a cabeça dentro, perguntou de novo se estava tudo ok. Eu disse que sim, mas aquilo estava me rasgando por dentro, eu estava achando bom e ruim, pois eu queria engolir tudo aquilo​ na minha bunda, mas estava doendo. Para não contrariar ele é talvez até desistir, me recusei a dizer que estava doendo. Ele me mandou abaixar a cabeça no travesseiro e ficar com a bunda mais empinada. Logo ele me mandou relaxar, que soltasse o corpo para facilitar, pois eu estava " trancando " o cu, pois estava doendo demais. O fiz, como mandou, ajudou um pouco, mas logo fiquei tenso de novo, com a cabeça do pau enterrada, dor e prazer junto, ele soltou um tremendo tapa na minha bunda, o que me fez assustar e relaxar por breves segundos, o que foi suficiente para em uma estocada, ele colocar metade de seu membro para dentro. Nem reclamei do susto, pois a dor não deixava; pedi uns segundos, e respirei fundo e tentei apenas curtir o momento. Funcionou, e nesse entra e vai, senti suas bolas na minha bunda, quase agradeci aos céus por ter acabado, e assim um vai e vem lento e tremendamente gostoso de sentir foi começado. Relaxado, eu sentia cada entrada e saída quase até na cabeça e tudo novamente, assim acelerando os movimentos e ficando menos dolorido e mais delicioso, ele foi a loucura, gemia de um jeito que parecia que queira​ me dilacerar com o pau, mas estava se contendo. Ele se deitou contra minhas costas e em um golpe super rápido, ele me fez deitar sobre ele, me puchando para trás, chegou bem próximo a meu ouvido e me mandou cavalgar sobre ele. Fiquei em posição, é assim comecei o sobe e desce, eu sentia cada estocada e já bem mais acostumado com aquele intruso super bem-vindo, eu já estava arriscando sentadas mais fortes que estava fazendo até um "sploft, sploft" com as batidas corporais. Ficamos assim uns 5 minutos até que ele me mandou deitar de lado, assim feito, ele veio, cuspiu mais na estrada e colocou de uma vez. Fui no céu e voltei, o tesão estava tanto que eu estava virando os olhos já, eu gemendo baixinho, ele resolveu a me xingar: " Puto gostoso da porra ", " que bunda de vadia maravilhosa", " isso viadinho delicioso", " você é meu sua safada ", coisas assim. Mais alguns minutos ali e ele me deitou de abdômen para cima e levantou minhas pernas contra meu corpo, o que deixou meu cuzinho totalmente a mercê dele. Já me sentindo bem melhor, estava sorrindo enquanto seu pau entrava, o que quando visto por ele, ficou ainda mais excitado. Disse: — A vadiazinha e forte, aguenta sorrindo. Eu fechei os olhos e sentia glorificado cada estocada dele em mim, um prazer jamais sentido antes, que eu não queria que acabasse. Logo uns 40 minutos depois, várias posições e xingamentos, ele anunciou que ia gozar. Prontamente levantei rapidamente da posição em que estava e fui me preparar para receber... Ele me mandou abrir a boca, que queria gozar nela. Fiquei com receio, mas ele pegou em meu pescoço e mandou abrir a boca, não tive escolha​, mal abrindo, os jatos e jatos de porra se adrentaram em minha boca, depois de terminado, ele mandou fechar, me dando um beijo ainda com o esperma na boca. Chegou no meu ouvido e disse: — Engoli que tô mandando. Só obedeci, nunca tinha engolido antes... Mas confesso, eu adorei. Nós vestimos, e fomos meio ao povo, ambos sorridentes de alegria. Mais tarde descobri que ele era sadomasoquista, e que era frequente a prática. Logo ao entardecer, as pessoas que iriam para cada quarto foram escolhidas, e ele se pôs pronto em ir pró meu. Depois chegou no meu ouvido, e disse. — A noite te mostro algumas coisas que sei fazer. Mas bom, isso é outra história que vou contar. Espero que tenham gostado da minha experiência em forma de conto, erros de digitação... Peço desculpas se haver algum é bjo prá vocês ;*

COMIDO PELO AMIGO, O IRMÃO E O PAI

Apesar de ser considerado por muitos como cdf sempre me dei muito bem com toda a turma da escola, talvez por ser também bom em esportes. Dava bem com todos, mas não tinha grande intimidade com ninguém. Não era machão como os carinhas do fundo que só sabiam falar de pegar essa ou aquela, mas também não era da turma dos certinhos da frente. Outra pessoa também que não se encaixava em nenhuma turma era o Leandro. Ele passava um jeito de experiente, de alguém que já tinha visto e feito muito mais coisas que todos ali na sala. Não se encaixava com os baderneiros do fundo que mais falavam do que faziam e ao mesmo tempo não passava a imagem de cdf. Sempre na dele, com um jeito de homem que sabe o que faz. O porte físico dele também ajudava a passar essa imagem: moreno claro, bem mais encorpado que os garotos da mesma idade e uma cara de poucos amigos. Vez ou outra sobrávamos para fazer trabalho um com o outro, mas não passávamos muito disso. Tudo que sabia dele nas poucas vezes que puxei assunto foi que morava apenas com um irmão mais velho e o pai. A história começa mesmo na época que o pessoal da turma resolveu organizar uma festa junina na casa de uma das meninas da classe para fechar o semestre. Curti a idéia no início, mas quando fiquei sabendo onde ela morava sabia que meus pais não deixariam eu voltar a noite sozinho daquela distância. Leandro perguntou se eu ia a festa e eu contei que não e o motivo. Ele na mesma hora ofereceu para eu dormir na casa dele, pois ele morava próximo do local e assim no outro dia o pai dele me levava em casa de carro. Achei estranho visto que não éramos tão íntimos assim e argumentei que não queria dar trabalho o pai dele. Mas ele me cortou falando que o pai dele não se importaria...podia até gostar... – ele falou aquilo rindo e voltou a atenção pro trabalho como dando o assunto por encerrado. A semana transcorreu normal e no sábado a tarde estava chegando na casa da minha colega para a festa. Leandro já estava lá e assim que me viu veio puxando assunto. Ficamos por ali pouco mais de uma hora quando Leandro chamou pra irmos embora. - Mas acabamos de chegar? – falei não entendendo - Mas tá chato pra caralho isso aqui...não curto essa galera...vamos lá pra casa...a gente fica jogando game, vÊ filme... Bem, na verdade a festa estava bem parada mesmo. E naquela uma hora que fiquei ali conversei basicamente só com o Leandro mesmo, então concordei em ir embora. Chegamos na casa dele e apenas o irmão estava lá. O nome dele era Caio e parecia uma versão maior do Leandro: moreno, alto, malhado de academia e pela regata dava para ver uma tatuagem linda que cobria todo o ombro direito dele. Tinha 23 anos. Nos apresentamos rapidamente e Leandro me chamou para deixar minhas coisas no quarto dele e trocar de roupa para ficarmos mais a vontade. Fomos entrando e ele já foi tirando a roupa ficando apenas de cueca. Deu até um pouco de vergonha tirar a roupa vendo aquele garoto praticamente da minha idade com aquele corpão todo. Ele se abaixou pra pegar uma bermuda na gaveta e eu fui acompanhando os movimentos vendo aquelas coxas grossas. - Então, vai ficar assistindo ou trocar também – ele falou sorrindo deixando o clima mais leve. Tirei minha roupa e me abaixei para pegar minha roupa na mochila e observei agora Leandro me olhando enquanto vestia a bermuda. Voltamos para sala e ficamos jogando vídeo game um bom tempo. Caio se juntou a nós e foi nos ajudando a avançar as fases. Ele tinha tirado a camisa reclamando do calor e agora ele e Leandro se sentavam um de cada lado apenas de bermuda. Era inevitável não olhar de relance para Caio. Ele tinha um peitoral muito bonito e vez ou outra ele me pegava olhando ao que eu desviava o olhar. - Gostou da tatuagem? – ele falou enquanto Leandro jogava – to vendo que olha toda hora...pode olhar direito – Ele falou se virando e me mostrando a tatuagem direito. Era realmente linda e dava um ar de mais gostoso ainda nele. - Pronto, fase vencida – Leandro falou passando o controle pro Caio. - Acho que já deu desse jogo né, vamos passar pra outro – Ele falou sorrindo e Leandro também sorriu - Que jogo – perguntei ansioso e inocente. Caio se levantou e ligou o DVD, que para meu espanto se tratava de um pornô. Assustei mais ainda ao perceber que era um pornô gay de um branquinho dando para um cara moreno avantajado. Ele veio e se sentou ao meu lado de novo já massageando a rola por cima do short e ao me virar para Leandro já identifiquei ele de pau para fora do short batendo punheta. O pau dele, assim como todo resto do corpo, era bem avantajado para idade... já devia ter uns 17cm e grossinho. - Relaxa cara e curte – ele falou piscando para mim...mas meu pau continuava mole devido o susto. Logo vi movimento do lado de Caio e vi que ele também tinha tirado o pau pra fora e estava batendo também. Fiquei hipnotizado olhando. - E aí, gostou? – ele falou me vendo admirar sua rola. - Cara, nunca vi um pau tão grande – falei admirado - Isso é porque vocÊ não viu o papai – ele falou rindo – mas são 20cm todo pra você - Como assim? – falei tentando raciocinar com aquela imagem. - Ah pega vai..eu sei que você quer – ele falou puxando minha mão e já colocando na rola dele. Sentir aquela rola grossa pulsando na minha mão foi fazendo meu medo passar e logo já estava masturbando ele, enquanto minha rola pulsava dura dentro do meu short denunciando meu tesão. Logo senti Leandro puxando minha outra mão e colocando sobre a rola dele e fiquei ali entre os dois batendo punheta para eles. Caio se levantou para tirar o short e Leandro aproveitou para me puxar para ele forçando minha cabeça em direção a sua rola. Um clarão de razão me veio a cabeça e recusei. - Mama vai...eu sei que você quer – ele falou sem soltar minha cabeça - Não...mas você.. não vai contar - É claro que não vou contar...sou macho, não moleque – ele falou aquilo de um jeito tão másculo apesar de ser quase da minha idade que não resisti mais e caí de boca na rola dele. Engolia a rola quase toda e tirava da boca sugando com vontade Leandro até que senti Caio tirando minha roupa me deixando pelado da cintura pra baixo enquanto eu ainda de olhos fechados mamava Leandro. Ele então me puxou forçando tirar a rola da boca e tirou minha camisa deixando completamente nu sentado no sofá. A visão daquele macho todo pelado com a rola dura bem na minha frente me deixou cheio de tesão e agarrando o cacete dele fui enfiando na boca enquanto sua mão já me segurava de leve pelo cabelo. Hora eu mamava ele hora ele me segurava pelo cabelo e comia minha boca até me fazer engasgar. - Porra...delicia de boca... vem provar mano – ele falou se afastando um pouco pro lado dando espaço para Leandro. Não me fiz de rogado e batendo punheta pro Caio comecei a mamar Leandro enfiando a rola dele até na garganta e tirando. Um tempo depois Caio saiu da minha frente e foi para trás admirando minha bunda enquanto eu mamava Leandro. Senti um tapinha na bunda e uma gemida grossa de tesão de caio apertando minha bunda e abrindo as bandas para ver meu cuzinho. - Delícia de rabinho...quer dar pra gente, quer? – ele falou batendo com a rola dura na minha nádega. - Quero – falei sem pensar no tamanho dos cacetes que iriam me comer. Leandro, então, me levantou pela mão e foi me levando pro banheiro falando que ia preparar meu cuzinho para tomar rola. Entramos debaixo do chuveiro e ele enfiou água no meu cuzinho e me mandou soltar no vaso para limpar. Repetimos isso quatro vezes até estar totalmente seguro enquanto Caio da porta do banheiro apenas batia punheta assistindo. - Toma, abre o cuzinho dele com sua rola primeiro – Caio falou tacando um vidro de lubrificante pro irmão. Logo senti um dedo de Leandro entrando no meu cuzinho e espalhando gel la dentro enquanto ele pedia para eu empinar mais a bunda. Depois de espalhar bastante ele espalhou na própria rola e foi posicionando na portinha e pressionando. Ele ia me pressionando e dando orientações para eu relaxar, pra ficar mais empinado e senti depois de alguma insistência a cabeça entrando no meu anel. Ele claramente tinha experiência no que fazia e a rola foi entrando sem me machucar bem devagar. Quando vi já estava tudo dentro e Leandro já começava um vai e vém me arrancando gemidos. Olhei para porta e vi Caio ainda ali, os olhos brilhando de tesão e a rola babando. Sorri pra ele que sorriu de volta e veio andando até a porta do box. Ele puxou-me pelo cabelo de leve conduzindo até sua rola e comecei a mamar cheio de vontade enquanto Leandro me segurando pela cintura bombava no meu cuzinho, fazendo barulho que ecoava pelo banheiro. Ficamos nessa posição até que Caio me tirando da rola do irmão falou que agora era vez dele. Ele foi me levando de volta para sala e me colocou de quatro no sofá. Ficou um tempo admirando meu cuzinho, pedindo para abrir pra ele enquanto batia punheta. Ele, então, espalhou gel pela rola e já foi posicionando atrás de mim forçando entrada. Apesar das bombadas que Leandro já tinha dado a rola de Caio era mais grossa e foi entrando arrombando mais ainda meu cuzinho me fazendo gemer. Ele socou de uma vez, devagar e sem parar até que senti suas bolas na porta do meu cuzinho. - ahhh que delicia de cuzinho – Caio falou gemendo grosso e me segurando pela cintura começou a entrar e sair de mim cadenciado, saboreando meu cuzinho. Logo o ritmo cadenciado foi aumentando e Caio já estava bombando meu cuzinho com tudo, fazendo meu corpo balançar todo e me arrancando gemidos. Leandro batia punheta assistindo e, então, se sentou no encosto do sofá de frente pra mim me oferecendo a rola pra mamar. Nunca imaginei ao sair de casa aquela tarde que estaria naquela situação pouco tempo depois. Uma rola grossa atolada no meu cuzinho enquanto eu mamava meu colega de escola. A situação só ficou mais surreal quando a porta da sala se abriu e o pai deles entrou . Fiquei paralisado com o flagra. O pai, sr Marcos, era um quarentão com tudo em cima. Maior ainda que Caio, o corpo aparentemente com mais pelos mas sem exageros. Usava uma roupa social e estava tirando a gravata quando entrou e deu de cara com a cena dos dois filhos dele me pegando no sofá. No tempo que fiquei paralisado sem saber o que fazer ele se aproximou sorrindo e falou. - Oi...vocÊ deve ser o Daniel – ele falou com a maior naturalidade do mundo – vou tomar um banho e já volto para conversar. – ele falou e saiu pro quarto. - O que é isso? – tirei a rola de Leandro da boca e falei sem entender - Ahh...o papai sabe das nossas aventuras... e participa também...vocÊ agüenta mais uma rola? – Leandro falou fazendo cafuné na minha cabeça - Participa? – caio falou rindo sem parar de me comer- ele é o mais safado dos trÊs isso sim - Agora tá na minha vez de comer né Caio – Leandro falou saindo de frente e vindo atrás de mim. Caio veio para frente e agarrei a rola dele enfiando na boca sentindo o gosto de pau misturado com cu. Ele urrou de tesão com minha mamada enquanto Leandro começava a socar gostoso no meu cu. Estava ali com duas rolas me satisfazendo, mas não conseguia parar de pensar no pai deles. Ele era um maduro muito gostoso, jeito de macho alfa e todo grandão. Meu cuzinho piscava na rola do Leandro e minha boca sugava com vontade a rola de Caio. Pouco depois sr Marcos apareceu na sala só de cueca e quase tive um treco com a visão. Sem condição como aquela família só tinha machos gostosos. - Então, posso participar da brincadeira também – ele falou me olhando quando tirei a rola de Caio da boca para encará-lo e eu só movimentei a cabeça assentindo. Ele, então, tirou uma rola monstruosa da cueca que percebia-se ser grande até mole como estava. Vinha um cheiro delicioso da rola dele e sem esperar segurei ela na mão e comecei a mamar fazendo endurecer na minha boca. Ele elogiava minha boca e ia acariciando minha cabeça me fazendo ter confiança e mamar cada vez mais até deixar ela totalmente dura. Atrás de mim, Leandro e Caio se revezavam me comendo enquanto Marcos tomava conta da minha boca. - Delicia de boca, garoto... vamos nos divertir muito essa noite...você quer? – ele falou se abaixando e dando um selinho na minha boca. - Quero - Ótimo – ele falou dando o sorriso mais charmoso do mundo e guardando a rola na cueca. – Vou tomar um banho e comer algo enquanto vocês terminam e depois ele é só meu, entenderam? – ele falou com Caio e Leandro que assentiram Marcio saiu da sala me deixando suspirando de tesão por ele e Caio me virou me colocando de frango no sofá. Ele já revirava os olhos de tesão enquanto Leandro batia do seu lado até que começou a ficar mais ofegante e senti jatos de porra inundando meu cuzinho. Ele saiu de mim e logo Leandro foi enfiando a rola, bombando com vontade até começar a gemer e encher meu cu de leite também. Bati punheta e logo enchi meu próprio peito de leite gemendo. ... Tomamos banho juntos mas sem agarramento, na maior naturalidade. Já tinha gozado, mas não conseguia tirar sr Marcio da cabeça e o que viria a seguir. Saímos do banho, vesti a roupa e fomos para a cozinha onde o sr Marcio estava sentado só de cueca comendo um misto. - Quer que arrume um pra você? – ele falou todo solicito. - Quero sim - Deixa que eu arrumo pai- Caio falou arrumando o lanche pra nós. Ficamos conversando trivialidades depois e Marcio contou um pouco da vida dele. Ele era advogado e tinha separado da mulher quando os meninos eram bem novos ainda. Logo Caio se levantou falando que ia se arrumar e passar a noite fora e pra minha surpresa Leandro também anunciou, me perguntando se eu importava. - Não.. tudo bem – falei meio sem graça – é que não pensei que ia ficar sozinho aqui - e eu não conto? – Marcio falou dando novamente aquele sorriso sedutor que me fazia derreter. - Ah sim...blz Logo os meninos saíram e ficamos apenas nós dois na cozinha ainda conversando sobre diversos assuntos até que o assunto voltou para situação presente. - Vocês já fizeram isso muitas vezes? - Já...mas tinha tempo que não fazíamos - Então já estava tudo combinado pra eu vir pra cá? - Sim... mas não vá pensar que somos más pessoas. Eu falei com os meninos que não era pra forçar nada se você não quisesse... não sabia se eu ia chegar e rolar mesmo algo. - Não...eu gostei...eles foram bem de boa - Ainda bem senão eles iam se ver comigo – ele falou sorrindo e segurando minha mão sobre a mesa- vem aqui vem – ele falou me puxando para sentar no seu colo - Eu achei você uma gracinha sabia? – ele falou já alisando minha bunda com uma mão enquanto mordiscava meu mamilo, me fazendo gemer. Estava totalmente entregue sentado nas coxas grossas daquele macho enquanto suas mãos deslizavam pelo meu corpo e sua boca pelo meu peito. Ele foi subindo beijando meu pescoço até minha boca e sua língua sugava a minha com vontade e carinho ao mesmo tempo enquanto suas mãos me alisavam. Não agüentei a ansiedade e logo minha mão deslizou pelas coxas dele indo agarrar o pau duro que estufava a cueca. Dei uma apertadinha fazendo ele suspirar enquanto me beijava. Ele me virou me fazendo sentar de frente bem encaixado na sua rola com nossos peitos colados e continuou a me beijar ávido enquanto suas mãos já iam abaixando minha cueca até metade das nádegas e me apalpando. Marcio se levantou comigo no colo andando até seu quarto me beijando. Ele me colocou na cama e veio se deitando sobre mim, o corpo grande dele pressionando o meu contra a cama enquanto sua língua sugava a minha me deixando sem ar. Ele desceu lambendo meu pescoço, peito e se demorou nos meus mamilos, lambendo e dando mordidinhas. Eu até segurava o lençol de tesão enquanto a língua dele me levava a loucura. Ele foi descendo e levantou minhas pernas alcançando meu cuzinho e enfiando a língua com tudo fundo. A umidade, o calor e a textura no meu cuzinho já sensível da foda anterior fez eu gemer alto de um jeito que nunca tinha gemido. Meu pau chegou a pular de tesão enquanto a língua dele passeava por dentro de mim. Ele veio subindo e se deitou ao meu lado e entendi o recado, passando por cima dele e beijando sua boca, descendo pelo seu peitoral. Demorei bastante naquele peito com pelos bem distribuídos e ele levantou os braços colocando atrás da cabeça. Subi lambendo os braços, axilas dele que gemeu de tesão e não resisti e beijei sua boca novamente. Ele me pegou firme pela bunda e falou no meu ouvido pra eu lamber mais. Voltei e lambi bastante seu braço e axilas de novo, descendo pelo peito, barriga até chegar na cueca que já estava com uma mancha de baba. Dei uma mordida de leve por cima fazendo ele gemer e puxei a cueca libertando aquela rola grossa. Lambi a barriga e vim rodeando pela virilha até chegar as bolas que suguei com vontade fazendo Marcio gemer. Passei a língua da base até a cabeça e engoli a rola saboreando cm a cm, mas só consegui enfiar até pouco mais da metade. Comecei a mamar com vontade a rola dele que com as mãos ainda atrás da cabeça me observava com os olhos brilhando de tesão. - Pai, já estamos indo – ouvi Leandro falando da porta e eu levantei pra olhar. - Não precisa parar delicia...continua – Marcio falou puxando minha boca pra sua rola de novo – Ta bom filho...você volta hoje? –putz era muito sacana aquela situação eu de quatro mamando a rola gigante do pai do meu amigo com ele ali olhando. - Não sei... talvez não, então não preocupe – Ele falou e se despediu de mim. Dei um tchau e voltei a trabalhar na rola do Marcio que me segurou pelo cabelo e forçou a rola fundo na minha boca me fazendo engasgar. Tirei da boca e ele sem dar descanso se posicionou mais sentado e voltou a enfiar a rola comendo minha boca e forçando até na garganta me sufocando e prendendo minha cabeça com a pica entalada na minha garganta. Consegui me soltar deixando a rola bem babada e um fio que ia da minha boca até ela. Olhei bem aquela pica enorme e caí de boa novamente louco de tesão. Ele segurava minha boca e comia e eu mamava com mais vontade ainda. Ele então falou para eu deitar na cama e se deitou por cima em um 69 socando a pica na minha boca e atolando fundo na minha garganta me sufocando. Senti ele levantando minhas pernas e a língua alcançando meu cuzinho de novo. Comecei a gemer com a pica atolada na garganta enquanto sentia o corpão todo daquele macho me prendendo contra a cama. Minha boca já estava até doendo de tanto mamar quando ele tirou a rola e se virou deitando por cima de mim, abrindo minhas pernas e me beijando. Senti a rola dele cutucando meu cuzinho enquanto ele me beijava e logo senti meu cu se abrindo um pouco ardido com a pica grossa me arrombando. Ele não parava de me beijar, enquanto eu gemia em sua boca e sua pica ia deslizando pra dentro de mim. Marcio parou de me beijar e se apoiou com os braços na cama enquanto ia atolando mais pica dentro de mim. Parecia que não ia acabar nunca e eu gemia sem desviar os olhos dos dele. Senti o saco dele na entrada do meu cuzinho e nem acreditei que tinha agüentado aquela pica toda. Ele ficou parado assim um pouco me deixando acostumar e saboreando meu cuzinho até que começou a se movimentar devagar entrando e saindo de mim. Aquela rola parecia ir fundo dentro de mim e a cada cravada eu gemia segurando com força os braços forte dele. - Ahhh tesãoo.... geme na rola do seu macho, geme delicia que eu adoro – ele falou entre dentres cheio de tesão. Eu gemia cada vez mais a medida que ele ia aumentando o ritmo. Meu cuzinho parecia estar no limite e eu já apertava o peito dele com força tentando segurar as suas investidas. Ele parecia não ligar só metia cada vez mais forte e logo o som de corpos chocando ecoava pelo quarto sendo acompanhado pelos meus gemidos de prazer e dor sentindo aquela rola me arrombando. Ele se abaixou e começou a lamber e beijar meu pescoço sem parar de meter e não agüentei de tesão gemendo mais ainda. - Ahh delicia...mete – pedi louco de tesão passando as mãos pelas costas dele. - é delicia? Quer rola? Então toma – ele falou se apoiando com as mãos na cama e socando com força me fazendo soltar um gemido até choroso. - ahhh geme assim – ele falou se abaixando, dando uma mordida no meu ombro de leve e voltando a socar com força enquanto eu gemia choroso. O homem era um touro, já estávamo a uns dez minutos naquela posição até que ele saiu de mim e se deitou com as costas na cabeceira me mandando sentar nele. Sentei de frente e fui devagar até atolar tudo dentro. Apoiei no peitoral dele e comecei a subir e descer na rola bem devagar até deixar só a cabecinha e voltando de novo. Ele então me segurou pela cintura e passou a conduzir os movimentos me fazendo cavalgar com vontade até minha bunda se chocar contra suas bolas. Eu gemia feito louco cavalgando nele os braços apoiados no peito dele que me olhava cheio de tesão. Olhei para trás e vi que tinha um espelho bem na parede oposta e dali eu via toda aquela cena tesuda. As coxas grossas dele meio arquedas enquanto minha bunda subia e descia entre elas engolindo toda rola. Ele me percebeu olhando pra trás e eu comentei. - Delicia ver minha bunda entre suas coxas grossas no espelho– falei explicando - Safado - ele falou rindo e foi me tirando de cima me colocando de quatro de frente pro espelho – Olha lá no espelho agora o macho te comendo de quatro, olha – ele falou e já foi socando a pica em mim com tudo Gemi de dor e prazer, mas não conseguia tirar os olhos daquela cena tesuda. Aquele coroa tesudo todo grandão montando em mim de quatro. Ele socava com força e eu gemia enquanto nos olhávamos nos olhos. - Tá gostando, tá – ele falou passando as mãos pelas minhas costas até chegar a minha cabeça me segurando pelo cabelo - Muitoo...mete gostoso – falei gemendo. Marcio bombava feito louco gemendo grosso e eu sentia o gozo se aproximando cada vez mais. - Ahh...acho que vou gozar- falei me controlando para não punhetar e gozar. - Eu também tesão...vem cá – ele falou me virando e deitando de frango Ele retomou o mesmo ritmo metendo com força e falou para eu bater punheta. Comecei a bater e logo explodi num gozo tomando pirocada forte do sr Marcio. Ele louco de tesão tirou a rola do meu cuzinho e chegou ela bem no meu rosto me puxando pra mamar. O cheiro de cu com rola me deixou louco e mamei com vontade fazendo ele dar gemidos grossos. Foram vários jatos de porra farta. Os dois primeiros na minha garganta e os 4 seguintes ele tirou da minha boca batendo punheta e lambuzando todo meu rosto. - Delicia de gozada, garoto...gostou do leite? - Muito...é uma delicia - Então toma- ele falou recolhendo do meu rosto e me dando na boca. Chupei tudo nos dedos dele e ainda peguei a rola dele e terminei de limpar os resquícios – não faz assim que eu fico duro de novo – ele falou vendo meu tesão no seu leite. - Você é muito gostoso – falei rindo. Tomamos banho juntos com direito a muito sarro e beijos. Márcio era o macho perfeito, me fazendo sentir protegido e desejado. Dormimos juntinhos na cama com ele passando um braço e uma perna por cima de mim me puxando pra si. Nunca me senti tão abrigado na vida. Acordei de madrugada com a rola dura dele procurando meu cuzinho. Foram mais duas vezes até ele me levar embora na manhã seguinte. Os meninos ainda não tinham voltado. Ele me levou de carro até em casa e o safado ainda teve a cara de entrar pra cumprimentar meus pais e na hora pedir se eu podia viajar com eles no fim de semana seguinte pra um acampamento

terça-feira, 23 de maio de 2017

Fui tomar umas cervejas com meu TIO e acabei é tomando no Cu.

Sempre fui assumido para minha família. Sou Matheus tenho 1,85 de altura, branco e magro, tenho olhos pretos e apesar deles saberem sou discreto... Meu tio Roberto é daqueles coroas com cara de safado, é alto com barba rala e uma leve barriga de cerveja, é o tio comédia da família, todo cheio de piadas e tal... minha relação com ele sempre foi de boa, as vezes vou na casa dele e por diversas vezes o via de samba canção, mas nunca senti nenhuma atração, era algo mais familiar. Mas naquela sexta-feira foi diferente... Ao chegar ele estava na varanda, ouvindo música e tomando uma gelada, me convidou e ficamos colocando o papo em dia, já estávamos na quarta garrafa quando notei ele acariciar sua geba ao falar. Roberto) – Faz horas que não arrombo uma buceta hemmmm Dei uma risada discreta porque jamais pensei que havia algum intensão até o ouvir. Roberto) – Oh sobrinho, seria bom tu liberar né? Na hora fiquei envergonhado e tomei mais uma golada, rimos da situação e notei ele se afogar em mais uma garrafa enquanto minha mente tentava entender o que ele havia dito. Roberto) – A cerveja acabou, pega mais na geladeira? Fui a cozinha e abri a geladeira, era uma cozinha americana, espaço pequeno, enquanto pego ele vem por trás e me dá uma encoxada me fazendo sentir aquela geba dura. Roberto) – Adoraria sentir uma mamada sua... Sinto ele apalpar minha bunda “esse cuzinho deve ser delicioso” soprava no meu ouvido fazendo ficar arrepiado na hora. Ele vira meu rosto e sem nenhum pudor começamos a nos beijar, era estranho, eu era tomado pelo prazer e então já tinha sua pica dura na minha mão que explodia por fora daquele short de futebol.... Batia uma para ele enquanto sentia o gosto do seu beijo, sua pegada carinhosa e seu cacete que pulsava de tanto tesão, nos arrastamos até o quarto. Roberto) – Hoje você vai ser minha putinha! Abaixo seu short e me deparo com aquele pau médio, moreno e com uma cabeça grande, começo passando a língua na cabeça e vou saboreando cada parte, então ele segura meu cabelo com força e atola aquela rola na minha garganta sem dó – me engasgo e tento sair, ele retira e mete de novo. Roberto) – Hoje vai provar um macho de verdade Sem terminar de dizer eu apenas sentia ele fuder minha boca, ia fundo e eu babava, mas gostava daquela pegada de homem, aquele jeito dele começava a me atrair, era um tesão louco e uma vontade que fazia meu cuzinho piscar, socadas e mais socadas, tentava as vezes respirar continuamente... em vão... sua forma de meter era mais rápida, ouvia ele falar palavrões, e eu ali... curtia aquela situação com meu tio. Me puxava e ficava de frente a ele, em beijos ele apalpava minha bunda e me ordenava ficar de quatro, meu corpo agradecia, não via a hora de ver ele em ação e sentir aquela pegada gostosa me fudendo, mas aí que ele me surpreendia, eu de bunda empinada e ele metia agora sua língua. Que delicia!!!!!!! Meu corpo na hora respondia aquele ato, eu gemia sem me importar com o volume, era gostoso demais sentir a língua dele caminhar no meu cuzinho, meu pau parecia explodir e sair baba sem ao menos eu tocar nele... eu me agarrava nos lenções e me contorcia pois era prazeroso demais. Agora sentia a cabeça da sua rola encostar no meu cu, ele tampava minha boca e sussurrava no meu ouvindo. Roberto) – Agora vai ver o que um macho de verdade... Na mesma hora sinto ele socar sem dó, tudo de uma vez só. Grito de dor pois parecia que estava sendo rasgado, ele urrava palavrões atrás de mim enquanto metia ritmado, e eu respirava fundo, acostumava com a dor e aquilo começava a ser prazeroso, agora além de tomar no cu literalmente eu também senti suas palmadas na minha bunda, deliciosamente ele urrava meu nome enquanto eu rebolava e dava gostoso. Roberto) – Ah sua vadia, se fizer assim eu vou acabar gozando... Meu cu recebia a quentura daquele mastro gostoso, o lençol da cama já estava todo sujo com meu gozo e eu não me continha em mandar ele socar mais e mais, eu gritava. Mete!!! Mete!!! Mete!!!! Meu pau despejava porra na cama se se quer eu tocar, era o prazer de dar para o meu tio. Então sinto uma estocada funda, sua força sobre meu corpo e então jatos e mais jatos de porra dentro de mim... que viagem.. Seu gozo quente estava todo despejado, ele calmamente tirava seu cacete e deitando ao meu lado dizia. – Que foda gostosaaaaaaaaaaaaa!!! Ele respirava fundo diante do cansado, me puxava até seu peitoral e ali fiquei. Pegamos no sono. Acordei umas três da manhã e a porta apenas encostada, tomei uma água e sai, fui rapa casa tentando entender tudo, ou revivendo tudo na minha mente. #Fim História REAL do leitor Matheus – Da Bahia. APENAS FOI ACRESCENTADO DETALHES NA HISTORIA, BUSCANDO MANTER FIEL A NARRATIVA DO ACONTECIDO. Escrita por - Daniel Deixe seu comentário, Dê seu Voto - Me ajude a melhorar

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Punheta no sofá da sala com meu filho

23 anos eu deixei de morar com meus pais para trabalhar e cursar a faculdade de Educação Física em outra cidade. Depois de formado, comecei a trabalhar como preparador físico, em pequenos clubes de futebol. Tive algumas namoradas, mas nenhuma conseguiu me amarrar. Minha felicidade estava nas noitadas com os amigos e em curtir a vida de solteiro que eu tanto amava. Mas a vida de solteiro não me impediu de realizar meu sonho de ser pai. Tenho um filho, Iago, de 17 anos . Eu o adotei quando era criança, desde então ele é a razão da minha vida. Mesmo não tendo o meu sangue ele acabou adquirindo algumas das minhas manias, acho que pela convivência. As vezes ele sai do banho sem se enrolar na toalha, balançando o pinto pela casa enquanto anda. Vergonha é uma palavra que nós desconhecemos aqui. Para algumas pessoas pode parecer depravação, falta de respeito ou pudor, mas para nós é natural. Nunca tive vergonha do meu corpo, nem mesmo quando era um pirralho magrelo. Depois de adulto gostava de exibir o corpo sarado adquirido durante anos de musculação na adolescência. Procurei criar meu filho da mesma maneira, tendo orgulho de seus corpo, independente de estar em forma ou não. E assim ele cresceu, andando só de cueca pela casa, tomando banho de mangueira no quintal ou banhando junto comigo no banheiro. Certo dia, depois que ele foi dormir, eu liguei a TV e comecei a procurar um filme para assistir, pois estava sem sono. Mudando os canais da TV, acabei encontrando um canal pornô, que eu nem sabia que estava no pacote. O filme me pareceu interessante, diminui o volume, para não acordar o garoto e comecei a apreciar a cena. Uma morena espetacular, com uma lingerie preta super provocante, desabotoava os botões da camisa de um cara branco, sarado e careca. Após tirar a camisa ela começou a apalpar o volume na calça dele, deixando-o ainda mais excitado. Ela tirou o cinto, desabotoou a calça e foi abrindo o zíper aos pouquinhos enquanto beijava o volume imenso por cima do jeans. Naquela altura do campeonato eu já estava em ponto de bala, com o pau duro feito pedra, quase estourando a cueca. Como o Iago já estava dormindo achei que não faria mal tocar uma punheta ali mesmo, no sofá da sala. Tirei a cueca e deixei o pau livre, reto como uma lança, ele apontava pro teto deixando a grande cabeça rosada a mostra. Na cena, a morena começava um belo boquete, enfiando o pau do cara todinho na boca e tirando bem devagar. A cada vez que ela repetia movimento a velocidade aumentava. Como um verdadeiro macho, o cara juntou os longos cabelos pretos dela e segurou em forma de rabo de cavalo, enquanto forçava a cabeça dela. Ele começou a socar. O pau entrava e saía todo babado da boca da vadia. Lubrifiquei meu cacete com algumas cuspidas e já estava começando a acelerar a punheta, quando ouvi um barulho de alguma coisa caindo na cozinha. Pelado e com a tromba lá em cima, fui ver o que era. Para minha surpresa, vi o Iago juntando um copo de plástico do chão. Ele estava só de samba canção e com um volume imenso guardado nela. - Porra Iago, que susto. Você quase mata o pai do coração. - Desculpa pai. Eu vim só beber água. Já tô voltando pro quarto. Ele tentou esconder a ereção de mim, mas já era tarde demais. - Você tava me espiando né? - Tava - disse ele. Eu só queria voltar pro meu filme e pra minha punheta. O Iago não ia conseguir dormir de pau duro e com certeza ia tocar uma também, no banheiro ou até mesmo no quarto. - Quer assistir o filme comigo? Ele pareceu surpreso. - Eu posso? - Claro que pode. Vem logo. Voltamos os dois para a sala, antes de sentar no sofá o Iago foi logo tirando a samba canção, deixando o pau duro a mostra. A pica dele media uns 17 centímetros, era quase tão grossa quanto a minha, meio curvada para baixo e cercada por pentelhos lisos e finos. Ele lubrificou a piroca com uma cuspida na cabeça e iniciamos uma bela punheta juntos. No filme, a morena gemia loucamente enquanto o cara chupava e beijava sua buceta lisinha. Ele passava a língua bem devagar entre os lábios, enfiava um ou dois dedinhos de leve. Chupava e mordia o clitóris enquanto ela enlouquecia de tesão. Nossa punheta já estava em ritmo acelerado. O Iago revesava as mãos, uma hora batia com a direita, outra hora batia com a esquerda. A habilidade do moleque me deixou impressionado. Ele soltava gemidos leves e começava a suar. A morena agora estava de quatro, enquanto o cara penetrava de leve seu cuzinho. Ela gemia e rebolava pedindo rola. Ele começou a bombar com mais força enquanto puxava o cabelo dela e dava tapas em sua bunda enorme. Quanto mais rápidas as bombadas, mais alto ela gemia. Eu e meu filho, ambos suados e acelerados na punheta, gemiamos vendo aquela puta gostosa tomando rola no cu. - Pai, acho que eu vou gozar - disse ele, ofegante. - Eu também filhão. Conforme o momento do gozo se aproximava nós aceleravamos ainda mais, gemendo, ofegando e suando juntos. Um dos lado do outro. Gozamos. O Iago soltou várias jatadas de gala em cima da barriga e do peito, mas uma delas acabou atingindo a boca dele enquanto ela estava aberta. Para minha surpresa ele engoliu e ainda lambeu um pouquinho que tinha ficado nos dedos. Ficamos algum tempo ali, sentados lado a lado, sem falar nada. Os dois pelados e melados. Desliguei a TV. Tomamos banho juntos e fomos dormir, cada um em seu quarto. Mesmo com toda a intimidade que eu já tinha com meu filho, aquela punheta transformou nossa relação. Foi a primeira de muitas outras experiências sexualmente prazerosas que tivemos juntos.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Me ajuda a limpar.

Era festa e um amigo na chácara de seu pai e tudo aconteceu muito bem, entretanto dava para se notar que ele já estava um pouco bêbado, mas tudo transcorreu bem. No finalzinho da festa, quando todos já iam embora, ele se virou pra mim e pediu: - me ajuda a limpar? - o que? - me ajuda a dar um trato aqui, por favor. Vendo que ele já meio que não se aguentava em pé, porem não abandonava o copo, disse a seus familiares que ficaria para ajuda-lo e depois o levaria em sua casa, então seu pai me disse: - faz companhia a ele, que amanhã a faxineira vem. Então pouco tempo depois estávamos só eu e ele ali. Por mais que eu dissesse qualquer coisa ele não parava de beber e assim ele foi até que apagou. De inicio fiquei puto com aquilo, praticamente o arrastei até o vestiário da piscina e disse a ele que seria melhor ele tomar um banho, mas ele nem me respondia. Vendo seu estado abri a ducha e dizia: - vai, entra embaixo da água que você melhora. E ele nada. Então com muito sacrifício tirei sua camisa e ele ainda meio morto, com ele sentado no chão, comecei a tirar sua bermuda, com o intuito de enfia-lo debaixo da água, porem assim que a tirei, não consegui mais tirar os olhos de seu pau, que era um espetáculo, mole, caído sobre um saco peludo, me fazia imaginar a delicia que seria se estivesse duro. Como ele não reagia a nada, “sem querer” passei a mão sobre seu pau, ele ainda nada e depois de pensar em um plano, disse a ele: - vai Arthur, entra na ducha, se não vou ter de ficar de cueca para não me molhar. Nada, ele se quer me respondia. Já só de cueca, com cuidado arrastei-o para debaixo da ducha, sempre falando com ele para ver alguma reação, eu ia me aproveitando também. Enchi a mão em seu pau e ele nada, aproveitei e resolvi matar minha vontade, já todo respingado de água, me sentei ao seu lado e ao mesmo tempo em que falava com ele, comecei a arregaçar aquele pau delicia, eu já brincava a um tempo e como ele não reagia, fui me ajeitando e entrando embaixo da água, fui aproximando cada vez mais o rosto de seu pau, quando eu estava bem próximo, arregacei a cabeça e coloquei seu pau mole na boca, comecei então a chupar, mas atento a suas reações, conforme o tempo ia se passando, seu pau ia endurecendo mas ele ainda nada e comigo mamando, o cacete ficou uma pedra, dura, linda, grossa e muito gostosa. Já de pau duro também, eu estava me acabando na boquete, quando senti uma mão começar a deslizar por minha bunda, era a primeira reação que Arthur tinha, ainda com seu pau em minha mão, parei de chupar e com o dedo enfiado na lateral da minha cueca, ele também parou. Durante alguns segundos ficamos assim e eu então voltei a chupar aquela delicia de pau, ao mesmo tempo, com o dedo já preparado, ele começou a puxar minha cueca, levantei um pouco o corpo e ele a puxou até as coxas, com a outra mão, terminei seu serviço e me livrei da cueca. Voltei a me concentrar na mamada, quando sua mão começou a explorar meu rego e quando seus dedos chegaram ao meu cuzinho, eu quase tive um troço. Quando senti seu primeiro dedo entrar em meu cu, tive a certeza de que aquele pauzão delicioso também entraria e então para minha surpresa ele diz: - demorou para acontecer né? Eu já estava afim dessa bundinha a muito tempo. Ouvindo aquilo não pensei em mais nada, me coloquei de 4 ao lado dele, abaixei o peito até o chão, arreganhei o cu para ele e disse: - então vem e soca essa delicia de pica em meu rabo. Ele então se ajoelhou atrás de mim, pegou o pau na mão e começou a esfrega-lo em meu rego, parava com a cabeça encostada na portinha, ameaçava enfiar e voltava a esfregar por todo meu rego, não aguentando mais de tesão, pedi a ele: - vai, para de judiar e enfia ele logo em mim, vai, por favor. Senti então um tapa da bunda e ele encostou a cabeça na portinha, enquanto eu sentia aquele pau entrando em meu rabo, me rasgando e me enchendo de alegria, ele dizia: - vai eu quero que você diga putaria, afinal agora você é minha puta e quero que fique pedindo pica. Obediente e sendo mesmo sua putinha eu dizia: - vai meu macho me fode, mete esse pau gostoso em mim. E ele socava cada vez mais forte, me dava tapas na bunda e eu continuava: - isso gostoso, mete forte, soca até esse sacão em meu cuzinho, vai me arromba, me regaça. E ele safado me mandava gemer e me comia deliciosamente. Aquele macho gostoso me comeu um tempão e então quando me viu gozando disse: - ah! A putinha tá gozando né? Tá gostando da rola no cuzinho, então toma. Começou a tira a pica por inteiro da minha bunda e socava tudo dentro novamente do uma só vez, meteu assim um tempo e voltou a dizer: - vai, agora vem aqui que vou gozar nessa sua boca enquanto você pede mais, vem vou matar sua sedinha. Apenas me virei e ainda de 4, abri o bocão para ele. Enquanto ele seu punhetava encostando o pau em minha boca eu dizia: - vai me dá esse leitinho gostoso, vai enche minha boca de porra quente. Um, dois, três e mais vários jatos de porra acertavam em todo meu rosto, porem a maior parte foi dentro da boca e ele esfregando o pau em meu rosto e espalhando a porra por tudo disse: - vai putinha bebe. Safado, engoli tudo e em seguida agarrei seu pau e enquanto chupava desesperadamente disse: - que delicia, adorei essa surra de pau, adorei. Ele então me levantou, me abraçou, apertando aquele pau duro e delicioso contra meu corpo e disse: - também adorei cara e espero que essa trepada seja a primeira de muitas. Tomamos um belo banho relaxante e fomos embora.

Para de frescura!", me disse o filho da empregada

Desde mais novo, fui criado dentro de casa. Era da escola pra casa e de casa pra escola, ou seja, quase não tinha amigos e passava a maior parte do tempo sozinho. Mesmo que fosse chato ficar sem companhia, a vida não era nada demais e só tinha que brincar e estudar pra ocupar o tempo. Ainda assim, esse ócio durou até o dia em que minha mãe contratou uma antiga amiga dela pra trabalhar na nossa casa como doméstica. Nas primeira semanas a gente começou a conversar e ela se mostrou muito simpática, revelando ser ótima pessoa. No mês seguinte, num dos dias em que ela foi trabalhar, chegou com um filho da minha idade e perguntou à minha mãe se tinha problema dele ficar até ela terminar, já que não tinha ninguém com quem pudesse deixá-lo. - Claro que pode! É bom que o Erick faz companhia pro Frederico. Foi assim que eu e Erick nos aproximamos e nos tornamos bons amigos, ao ponto em que já fazíamos tudo praticamente juntos, desde os trabalhos de casa até os banhos de borracha, pedaladas de bicicleta e tudo mais. O principal hábito que desenvolvemos juntos foi o de passar o começo da noite observando as estrelas, deitados na laje que tinha em cima da minha casa. A gente estendia duas toalhas, deitávamos lado a lado e conversávamos sobre qualquer besteira, até pegar no sono. Seguíamos cochilando até um de nós acordar e chamar o outro pra entrar. Isso só era possível porque, como ele e a mãe moravam distante, às vezes acabavam dormindo lá em casa pra não ter que sair no meio da madrugada. Compartilhamos bastante tempo e, cada vez mais, um sentimento crescia dentro de mim. Quanto mais eu tinha a certeza de que estava me apaixonando, mais me sentia inseguro de contar tudo ao Erick, com medo de sua reação e de como nossa amizade poderia acabar sendo afetada por isso. Outra coisa que mexia muito comigo era como eu ficava diferente quando estava perto dele. Normalmente, eu era o mais medroso da dupla, mas sempre era convencido por ele de que não existia perigo. Exemplo disso foi quando sua mãe permitiu que viajasse conosco e fomos até um sítio de uma tia do interior. Lá, o danado inventou de se pendurar num cipó que ficava sobre um riacho, balançando de um lado pro outro no maior estilo Tarzan. - Vem logo, Fred! Para de frescura! Acreditando nele, como sempre, eu esquecia o restante das preocupações e só metia a cara no que quer que fosse, talvez por isso ia me envolvendo mais num clima que imaginava existir entre nós. - Bora pular a fogueira? - Tá maluco, Erick? O pessoal tá todo em volta dela. - E daí? Para de frescura, só vamos! Diferente de mim, ele tinha mais amigos e era criado um pouco mais solto, por isso era tão corajoso e audacioso, e isso me influenciava diretamente. A gente pulou a fogueira e se queimou, mas tudo virou risada só pelo desafio em dupla. Ainda que tudo terminasse em diversão, acabou que, de uma hora pra outra, a mãe dele teve que se mudar da casa onde moravam e foram parar ainda mais longe de onde a gente morava. Assim, ela não voltou a trabalhar lá em casa e eu não voltei a ver mais meu primeiro amor. No nosso último encontro, porém, durante a rápida despedida, eu fiz o que achava certo. - Eu amo você, Erick. - Também gosto de você, meu amigo. Ele estendeu a mão, mas dei-lhe um abraço. Os olhos encheram d'água, mas não chorei, ainda assim ele percebeu. - Para de frescura, Fred! A gente vai ser amigo pra sempre! E aí me abraçou. O momento pareceu durar pra sempre, mas o que durou mesmo foi o tempo em que permanecemos afastados. A vida segue. Muitos anos foram passando e a imagem do filho da empregada cada vez mais se tornou instável nos meus pensamentos. Alguns detalhes sumiram, o contato não aconteceu e a vontade só cresceu, mas mesmo assim não parei minha vida por causa disso. Eu havia terminado o ensino médio, então já eram mais de 8 anos que não tinha qualquer notícia do Erick e da mãe dele. Num dia desses qualquer, estava eu de bobeira no facebook quando, sem mais nem menos, encontro uma mulher que muito me lembrou a mãe do Erick, e ainda por cima com o mesmo sobrenome. Intrigado e tomado pela curiosidade, comecei a vasculhar pelo perfil, só pra acabar confirmando que se tratava de alguém da família deles. Passei pelos álbuns e fiquei em choque ao dar de cara com o meu melhor amigo e primeiro amor de infância, mas agora crescido e bem diferente do que havia conhecido. Erick estava visivelmente maior e com um jeito de homem em formação. Uma bem leve marca de barba no rosto rústico, o corpo moreno e meio rígido, como se já trabalhasse e em algum serviço braçal. Um semblante mal encarado que não existia antes. Por mais que o choque tenha ocorrido na minha mente, mais aflito eu fiquei quando percebi que aquelas fotos eram de 4, 5 anos atrás, ou seja, ainda não estavam perto da realidade, ele devia estar com uns 17, 18 anos, igual a mim. Descendo, comecei a ler os comentários, mas nenhum deles se tratava do Erick. - #CKFAZ18 - tmj ckzãoooo! - É nóis, cria! mt mídia essa galera!! Fui passando pelas imagens e ficando cada vez mais impressionado por seu desenvolvimento, ainda que não representassem o momento atual. Numa das fotos, ele segurava um copão de cerveja, algo que muito criticava quando menor. Estava alegre e cercado por uma porção de pessoas também parecidas com ele, como se fosse uma comemoração ou celebração, num churrasco. A bermuda de algodão da Hollister estava meio caída e deixava o elástico da cueca da Calvin Klein de fora. Sem blusa, ele tinha um peitoral em formação e alguns pêlos descendo pelo umbigo, continuando pelas pernas morenas. Chinelos da adidas no pé e os braços pra cima, fazendo um X junto com o restante da galera e revelando duas axilas peludinhas. Pra completar, ainda tinha um bigodinho de safado nascendo bem escuro no rosto. Apesar de ver aquelas imagens, não encontrei o perfil do Erick no facebook. Uma mistura de calor, temor e saudades bateu forte dentro de mim e preferi não mais ver aquilo durante um tempo, seja lá por quais motivos. Havia vivido bastante tempo sem me remoer e martelar a mente nesse garoto, pra chegar agora e começar a me descontrolar. Outra vez deixei que algumas semanas passassem, mas não me agüentei. Acabei comentando com minha mãe sobre a descoberta que havia feito, aí que o bicho pegou. - Tem certeza que são eles, Fred? - Absoluta. Olha! Mostrei algumas das imagens e ela nem hesitou, ficou toda alegre e sorridente. - Adiciona logo eles, então! Vamos ver se a gente faz uma visita, arma alguma festa, um reencontro. Que tal? - Sério!? - Ué, por que não? Eu já ficava eufórico só de pensar em encontrar novamente com a primeira referência masculina que tive perto de mim, ainda mais agora, com tanto tempo passado. Por outro lado, lembrava de nossa despedida e da forma como não fui compreendido no meu discurso de "eu te amo" e sentia um certo frio na barriga, pensando que talvez não fosse ser bem recebido. Óbvio que adicionei aquela pessoa, mesmo não a conhecendo, e logo fui aceito. Expliquei por mensagens quem eu era e fui reconhecido sem quaisquer problemas. - Caraca, como você tá grande!!! Como se fosse uma armação do destino, antes mesmo deu sugerir um reencontro, a tia do Erick já se antecipou. - Vem no aniversário da minha irmã, ela vai ficar feliz de ver vocês depois de tanto tempo! - Quando é? - Semana que vem, vou passar o endereço!! Mas não conta nada a ela, é surpresa! De uma hora pra outra o encontro foi marcado. No sábado seguinte, iríamos eu e minha mãe encontrar sua antiga amiga e filho. Pra não falar de mim, que ia rever quem tanto queria depois de anos. As pernas só faltavam tremer de nervosismo, mas não ia perder a oportunidade. A cabeça tomada pelos seguintes pensamentos: e quando chegar lá? E quando nos virmos? Será que ele vai lembrar de mim? Fomos de carro, ela dirigindo e eu me controlando pra não dar um grito ou abrir a porta e me jogar pra fora. - Sossega o facho, Frederico! Como você vai falar com o menino assim? - Não me pede pra ficar calmo que eu já te contei essa história. Minha relação com minha mãe sempre foi boa, então ainda durante a adolescência eu optei por sair do armário e foi a melhor coisa que fiz. Mais que isso, decidi contar que eu gostava do Erick assim que ela demonstrou interesse em ir ao evento. E me apoiava que fizesse algo quanto a isso, minha mãe sempre foi maravilhosa. A gente levou um tempo na estrada e acabou atrasando um pouco, mas finalmente chegamos no sítio. Antes mesmo de estacionar o carro, a mãe do Erick e sua irmã já vieram nos receber. Pelo que eu lembrava de ambas na infância, parecia que não havia envelhecido um dia sequer, não fosse por alguns fios brancos de cabelo. - Meu deeeeeeeeeeus! Eu não acredito!! - Não te falei, menina? Eles vieram! Ela veio com as mãos no rosto e chorou de felicidade. O abraço delas durou uns minutos e logo ela parou pra me olhar. - Menino, olha pra você! Agora já tá um homem, Frederico! - Ah, que isso tia Dora! Nos abraçamos apertado e logo ela foi nos levando pra dentro, sem soltar de nossos braços. Era muito gentil e ótima pessoa, eu sabia que suas saudades eram sinceras e que ela estava realmente feliz com a surpresa. Fomos andando em direção às mesas onde estava o restante da família e o meu coração começou a acelerar, doido pra sair pela boca. Os olhos percorreram por todos os lados do ambiente e o tempo pareceu acelerar instantaneamente. Em pouquíssimos segundos, identifiquei alguns tios do Erick, um grupo de pagode mais atrás, dois cachorros correndo no gramado de um lado e algumas garotas dançando funk do outro. O que estava faltando? Exatamente, estavam todos ali, menos o Erick. Tia Dora, a mãe dele, colocou eu e minha mãe sentados numa mesa onde estavam algumas primas e primos que conhecíamos da época em que ela ainda trabalhava na nossa casa. Em seguida entrou pra buscar alguma coisa e sumiu. Por ser uma pessoa simpática, mamãe logo entrosou e engatou uma conversa com elas, enquanto eu permaneci meio que em alerta por qualquer sinal do homem que havia vindo ver. Tia Dora retornou e veio na minha direção, puxando minhas bochechas e sorrindo novamente. - Menino, ainda não consigo acreditar que cê já tá até de barba! Tá que nem o Erick! Aliás, não sei quem tá maior. - É sério, tia? E ele, tá por aqui? Ela fez um movimento com o rosto, como se me indicasse a porta pela qual saiu há poucos minutos. Eu virei e vi uma silhueta enorme saindo das sombras do que parecia ser uma sala, vindo na direção onde estava. O primeiro pé pisou na varanda e recebeu a luz do sol de forma quase que divina. A cor morena brilhou intensa, de forma que nunca havia visto antes. Os negros pêlos da perna foram banhados naqueles fracos feixes luminosos de fim de tarde. O restante do corpo veio rápido e o tempo agora preferiu parar. Eu sabia que aquele homem era o Erick, porque ainda sentia nele alguma coisa que me lembrava a época antiga, talvez fosse o sorrisinho bobo, de moleque, ou então o par de sobrancelhas fortes, que agora mais me intimidavam do que atraiam. O bobo agora era eu, porque a intimidação virou justamente atração. Seu corpo parecia ter completado o processo de desenvolvimento que eu vi nas imagens do facebook da tia dele. Aparentava uns 24 anos de idade, usava uma bermuda dessas molinhas, que parece de jogar bola, visivelmente sem cueca e com um volume de pau balançando sem pudor entre as pernas grossas. Os mesmos pêlos sob o umbigo, porém agora não somente desciam, também subiam por uma fina linha bem no meio do tórax. Um bigode de safado, a barba escura marcada, várias tatuagens pelo corpo e um cordãozão de prata espalhado pelo pescoço e pelo trapézio iminente. Os olhos negros me fitaram e eu me desconcertei todo. Foi aí que veio a pior de todas as sensações: ele simplesmente passou por mim, sem nem falar nada. Continuei olhando pra porta de onde o Erick veio, completamente incrédulo pelo que havia acabado de acontecer. Por um lado fiquei eufórico com a cena de macho que presenciei, mas fui completamente tomado por um sentimento horrível de vergonha e arrependimento. A tia Dora o puxou pelo braço e o fez dar a volta pra falar comigo, o que me deixou ainda pior. - Olha o Frederico aqui, Erick! Ele parou na minha frente, forçou um sorrisinho qualquer e estendeu a mão forte, um relojão num dos pulsos. Suas tatuagens se estendiam, quase que fechando o braço por inteiro. - E aí, Fred? Até a voz estava completamente diferente da que eu conhecia. Queria acabar logo com aquilo, então o cumprimentei e tentei sair, mas o puto apertou firme. - Vocês viviam juntos quando eram pequenos, lembram? Não respondi, ele respondeu. - Ah, é, né!? Bons tempos. Percebi que talvez ele nem se lembrasse e forcei um sorriso. O aperto de mão acabou e alguém chamou tia Dora do lado de dentro. Ela saiu e nos deixou, eu fiquei sem graça e sentei na cadeira que estava mais perto de mim. O Erick me deu uma olhada como se me conhecesse e lembrasse claramente de mim, mas como se nada daquilo ainda realmente importasse. Tirou um maço de cigarros do bolso, acendeu um com o isqueiro e, ainda me olhando, jogou a fumaça no ar. Cada segundo ali só assassinava nossa história e nossos momentos compartilhados, porque contrastava tempestuosamente com tudo que eu conhecia por Erick até então. No passado, ele falava o quanto beber devia ser ruim e como queria que todos os cigarros do mundo fossem destruídos. Afinal de contas, fora essa mistura que levou embora seu pai antes hora. Hoje estava ali na minha frente, um homem, fazendo tudo aquilo que dizia que não ia fazer. Mas por pouco tempo, logo ele foi na direção do pessoal dançando funk e encontrou a própria turma. Fiquei ali onde estava só observando sua nova maneira de se divertir, sem mim. Ele dançava todo solto, sarrava nas garotas, fazia uns passinhos de baile e todo mundo gargalhava. Quando vi que uma das garotas o agarrou e tacou um beijo, desisti de continuar. Peguei algumas latinhas de cerveja e fui dar uma volta pela parte afastada do sítio, longe de toda a barulheira e daquelas pessoas. Encontrei uma espécie de vestiário vazio, com uma escadinha que levava até uma laje de onde podia observar o restante do sítio e onde estava um silêncio salvador. Estendi uma toalha que trouxe na mochila e sentei, observando as estrelas. Ali, completamente sozinho e acompanhado somente dos ruídos da natureza, deixei que a mente se libertasse de todos os fardos e correntes e comecei a chorar. Não era um choro por ter sido idiota, mas sim pela libertação. Por saber que todo o nervosismo foi medíocre e que não ia conseguir nada, o Erick não fazia essa questão. Fiquei ali por mais de uma hora até a noite cair e quase que peguei no sono. Tirei o celular do bolso e mandei mensagem pra minha mãe. - Cadê você? Vamos? Ela demorou uns minutos. - Já fui pra casa, ué. - O QUE? E EU? - Falaram que você ia dormir aí hoje e você até levou roupa. Aí eu voltei kkkkkk - É SÉRIO? VOCÊ AINDA RI? QUEM DISSE ISSO!? Mais alguns minutos. - Teu amigo. E ficou offline. Mandei mais algumas mensagens pra mostrar que estava muito puto, mas ela sequer as recebeu. Comecei a me ajeitar pra sair, foi aí que ouvi alguém subindo pelas escadas. Virei pra trás e o coração saltou. - Qual foi, moleque? Não respondi, só fiquei nervoso e me sentindo idiota outra vez. Por que? Porque estava me permitindo ficar daquele jeito, mesmo sabendo que não ia rolar. Virei de costas pra ele e voltei a guardar as coisas na mochila. Ele veio calmamente até minha direção e passou por trás de mim com aquele corpo largado, parecia que deslizava com os pés descalços de homem sobre o chão cimentado da laje. - Tu se importa deu fumar aqui de cima? - A casa é sua. Terminei de arrumar tudo e fiz que ia sair. - Ah, mas vai que tu não curte o cheiro da erva. Travei o corpo. Outra facada. Álcool, cigarro e agora maconha. Virei preparado pra dar um fim, responder alguma coisa em vez de só fugir e me sentir idiota, mas antes mesmo de falar ele já sabia o que fazer. Sentado de costas pra mim, me interrompeu. - A minha coroa sabe, Fred. Agora o que travou foi minha voz. Não pela tia Dora saber e permitir, mas sim por ele ter me chamado pelo apelido. Virou só o rosto pra trás e sorriu pra mim, com cara de menino que foge de casa pra fumar escondido. Ainda de pé, não sabia mais o que fazer. Ele tava com a mesma bermuda de antes, só que agora usava um boné pra trás que o deixava com jeito de malandro, as pernas abertas no chão, sentado. Agora sem virar, ele só deu outra tragada no baseado e fez um sinal de "vem aqui" com a mão, sem se importar se eu vi ou não. Meu corpo obedeceu, mesmo eu estando puto. Parei de pé ao seu lado e ele me olhou de baixo, com aqueles olhos negros de lobo, tornando a abrir as pernas. - Senta aí, pô. Tomei coragem, respirei fundo e comecei. - Cara, você tem problemas? Ele não respondeu, só me olhou e riu debochado. - É sério! Primeiro tu finge que nem me conhece, agora me chama pra conversar? - Fred! - Fred nada, Erick! Tu virou outra pessoa, eu que não te conheço mais. Eu que devia ter te ignorado. Você não é mais nada do que era naquela época, não faz mais nada daquela época, como a gente vai conversar se parecemos dois estranhos? Ele deu outra tragada e riu ainda mais alto, soltando parte da fumaça. Puto por sua reação, comecei a andar na direção da escada, preparado pra ir embora logo. - Eu tô te chamando pra olhar as estrelas comigo e tu que tá indo embora, seu puto! Parei outra vez. - Tá vendo? E aí, vai falar o que agora? Não tinha o que dizer. Ele realmente estava certo. Outra vez eu voltei ao seu lado, mas agora sentei no chão, um pouco afastado, destinado a conhecer de uma vez por todas aquela nova pessoa que era o Erick. - Vai, cria? Me ofereceu o baseado, mas recusei. - A gente fazia muito isso quando era menorzão, né? - Ah, você lembra? - Claro, moleque! Um puxão no beck, a tragada e o soltar da fumaça. Seus olhos ficaram vermelhos em pouquíssimo tempo e cada vez mais ele se soltava pra ficar à vontade de verdade. Eu certamente estava ficando na brisa, mesmo sem fumar, só por estar exposto à fumaça da maconha e estar ali respirando. Mesmo que ainda houvesse um certo rancor por tudo que tinha acontecido, fui me deixando fluir por aquela onda e por aquele papo. Precisava transformar os sentimentos ruins em algo que pudesse florescer novamente, não importa como ou no quê. Sentados ali, o novo Erick conseguiu nos trazer à antiga vibe que possuíamos quando mais novos. E isso foi uma mistura surreal e incoerente de elementos, porque naquela época tínhamos outras mentalidades, éramos outras pessoas, mas ali ele tava fumando e conversando comigo, contrastando imensamente com todo o resto ao redor, no passado e no presente. Pra tentar explicar sem usar metáforas, é como se eu visse o Erick pintando um novo quadro, porém por cima de um antigo. E detalhe: ele pintava a mesma cena, a mesma imagem, só que de um jeito completamente diferente, com outras cores, novos pincéis e maneiras. Eu tinha medo de como seria o resultado final dessa pintura, mas já tinha deixado ele jogar a primeira mão de tinta, então agora iríamos até o final. Na minha mente, tentava encontrar um sentido pra tudo que ele fazia atualmente. - Você lembra do que falava sobre bebida, cigarro? - Lembro. - E por que hoje você fuma até isso aí? - A vida dá muitas voltas, Fred. - Não dá não, Erick. Isso é desculpa de quem sabe que tá errado e não tem explicação. Por mais que eu fosse taxativo e julgador, ele sempre reagia da melhor maneira, sorria com aquele olhar de ruim e isso me deixava numa gostosa sensação de falso perigo. Me sentia conversando com um cara fantasiado de monstro, não sei explicar. - Pô, Fred.. não dá mesmo pra te passar essa visão. Tu ia ter que viver tudo que eu vivi pra dizer. - E você acha que eu não vivi? - Não sei, tu viveu? A minha vida deu várias voltas, meu parceiro. Se a tua não deu, é porque tu parou em algum ponto. - .. Não sabia o que dizer ou o que pensar. Me sentia perdido, porque nunca havia visto por essa maneira e pra ele isso era possível. Estava ali me dando explicações que nem precisava dar, poderia ter me ignorado e deixado por isso, mas não, ele se abria, ainda por cima enquanto fazíamos algo que já tínhamos o hábito: olhando as estrelas. - O que você quer dizer? - perguntei. - Tu que tem que se perguntar, Fred. Quantas coisas tu já desistiu de fazer por medo? Ele deu uma coçada na mala e distraiu minha atenção. Chapado de leve, demorei um tempo vendo aquilo, mas ele nem se importou, então eu também não. - Eu acho que nenhuma. - Então fuma essa porra aqui. E me deu o baseado. - Qu- - Não, sem conversinha! Só fuma, seu moleque. Desafiado, tomei o beck e puxei a densa fumaça, mas não sabia tragar e comecei a tossir, porque tentei engolir a fumaça. Ele riu à beça e devolvi o cigarro de maconha. - Tu tem que entender o seguinte, Fred: eu falava aqueles bagulhos por causa do meu pai, mas ainda não sabia o que era a vida. Meu coroa viveu como quis, a vida foi dele e ninguém teve nada com isso. A vida de geral é assim. - E hoje.. você sabe, né? O que é viver e tal.. Ainda me recuperava da péssima experiência em tragar, ele deu um puxão e tornou a meter a mão na mala, desviando meu foco. Deu uma pegada tão perfeita que eu vi certinho o piru todo marcado no tecido. - Eu não sei, ninguém sabe. Mas tamo sempre aprendendo, né não? Mais próximos, observava sob a clara luz da lua seu corpo escultural e desenvolvido de forma desgraçada para aquele exato momento. Cada detalhe era uma forte ameaça convidativa a tocá-lo, senti-lo. E o que mais fomentava a situação era justamente o fato de estarmos nos redescobrindo a partir de um hábito antigo. Eu notei a tatuagem escrita "DORALICE" em seu ante-braço e também a pulseira com as cores da África no tornozelo e não pude não querê-lo ainda mais. Em sua pintura, o resultado já estava pronto, o quadro estava feito. Eu podia não entender tudo completamente, mas sabia que já havia superado todas aquelas diferenças, pra não dizer que até experimentei a maconha dele, só pra me adaptar à sua sintonia mais uma vez. Travei quando mirei seus olhos entre a fumaça densa que saía do baseado enquanto ele fumava e também a soltava lentamente pela boca. - Toma. Passou-me o cigarro. - Puxa um pouco de fumaça pra boca e deixa. - Hmm.. - Agora respira fundo pelo nariz e segura. Obedeci e o corpo esquentou imediatamente. - Solta, Fred. Liberei a fumaça e já dei a primeira tonteada, sentindo o ar ao meu redor como se estivesse dividido em camadas. - E aí? - Cacete! - É isso! HAHAAH Ficou rindo da minha onda e eu rindo junto. Ficamos mais um tempo só nos olhando, ele com aquele semblante de ruindade, desconfiança, mas eu sem qualquer medo, sabia que meu amigo nunca esteve tão mais vivo. - Tá olhando o que, seu bosta? E me deu um soco de leve no ombro. - Eu te quebro, garoto! - Tenta a sorte! E lá estávamos como antigamente, se estapeando de verdade, mas na brincadeira. Trocamos uns socos, tapas, até chutes, mas nada sério como sempre. Suados e já ofegantes pelo fato de estarmos fumando, tornamos a sentar na toalha e novamente o encontro de olhares foi inevitável. -Vô ter que te bater de novo, Fred? E levantou pra me bater, mas dessa vez não rolou. Sentamos de costas, um apoiado no outro. - Tô aqui pensando.. tá faltando alguma coisa em você.. Ele riu. - É sério, sem brincadeira! E ri. Ele não respondeu. Esperou um pouco e virou-se pro meu lado. Ficou me olhando de rabo de olho e eu sorri. Ele não resistiu e deu uma risadinha sacana, tornando a mexer no pau. Eu o manjei e aí ele simplesmente tirou um pau mole e cumpridinho pra fora, uma grossura média. Deu duas batidas nos pentelhos que vinham daquele umbigo safado e chegou mais pra perto de mim. - Vem cá, Fred. Meu coração disparou. Eu tava com a boca seca por ter fumado e não esperei aquilo, por mais idiota que fosse reagir. Mas, além disso, estávamos num espaço aberto, ainda que sozinhos. - Aqui? Tá maluco!? Ele botou a mão na minha nuca e foi aí que encontrei a resposta do meu último questionamento. Mais um elemento que conectou nossas diferenças de vida. - Para de frescura, Fred! E me olhou com cara de quem havia sacado a própria referência. Isso foi a chave certeira na fechadura. - Mama esse pau, anda! Foi me forçando lentamente e não resisti, caí de boca naquele pauzão mole, preparado pra descontar tudo que havia acumulado desde sempre. Ali estavam todas as melhores oportunidades das quais precisava: de estar intimamente com Erick, de saciar minhas vontades em relação a ele, de saciar as vontades dele em relação ao sexo, de compartilharmos mais um hábito novo, e por aí vai. Sentia um leve gostinho de mijo, mas nada que me impedisse de continuar da melhor maneira possível. Ele mantinha a mão sobre minha cabeça, com as pernas dobradas pra cima e meio que forçando o quadril na minha cara, me afogando em pica e também em pentelho. - Hmmmm.. desde quando tu tá chupando piroca, ein Fred? De boca cheia, nem respondia. Aquele caralho foi ganhando tamanho e volume, ficando completamente ereto na minha garganta. Ele não era do tipo grossão, era mais cumprido, então entrava fácil, mas também chegava ainda mais fácil ao fundo, dando aquela leve vontade de tossir, só que eu resistia em prol da qualidade da mamada. - Caralho, que delícia! Hmmmm. Em pouco tempo entramos num ritmo deu só ter a boca fodida, o safado do Erick mantendo minha cabeça travada. Ali mesmo, no chão de cimento da laje. Ele chegava a levantar, inclusive, só pra meter o mais lá em cima possível, e eu tentava me equilibrar pra não fazer feio. - Porra, se eu soubesse antes que tu tava um viadinho desse! E deu um tapão no meu rabo, apertando-o em seguida e o suspendendo, como se puxasse pra si. Isso foi me despertando de uma maneira tão intensa que não sei explicar ao certo. Mas, pra tentar, era como se ele me pintasse do jeito dele num outro quadro, à sua maneira. Estava me moldando do jeito que queria. Tirei a pica da boca. - Ia fazer o que? - Ia lá te comer no terraço da tua casa. E me deu um tapinha de leve em cada lado do rosto. Enfiou dois dedos dentro da minha boca e a alargou de leve, deixando-me ajoelhado. Levantou tranquilo e só encaixou o cacete babado no lugar dos dedos, tornado a foder. Ainda de bermuda, com o pau atravessado pela saída da perna. - Isso! Ssssssss E tornava a estocar velozmente, acabando com a minha garganta, mas eu nem tinha tempo de tossir. - SSSSSSSS! Filha da puta! Brincava de me usar, revezando tapas em cada canto do meu rosto, às vezes batendo no próprio pau que marcava minha bochecha, como se escovasse minha boca. Quando cansou dessa zoação, abaixou-se por trás de mim sem interromper o boquetão e alcançou outra vez meu rabo, puxando-o novamente pra si. Removeu minha bermuda junto com a cueca e já foi alisando meu cuzinho, que piscou em resposta a seu toque. Ele lambeu o dedão médio e brincou na portinha, botando só um pouquinho. De nervoso, contraí e relaxei outra vez, perdendo logo o controle das minhas pregas e dando a passagem necessária para que o dedo ganhasse mais espaço. - Isso, viado! Empina aqui, vai! E mama essa porra! Eu só obedecia. Ele entrou todo e ficou me dedando, indo e vindo, forçando as pregas pelos lados. - Esse cuzinho tá limpinho, tu já veio preparado, né? E o pior que não, mas me cuidava. Ele lambeu outra vez os dedos e colocou dois. Brincou mais um instante e logo veio o terceiro. Eu já não agüentava mais, tanto pelo caralho cutucando minha garganta incansavelmente quanto pelo tesão que sentia com o Erick brincando de usar meu cuzinho. - Posso pegar esse rabão emprestado? - Claro! - Pode deixar que não vou devolver escangalhado, tá? A gente riu. Erick nem se preocupou em me apoiar na pilastra que tinha próximo de onde estávamos, ele me colocou ajoelhado ali no chão mesmo, posicionou um pézão de um lado do meu rosto e ajoelhou a outra perna. Abriu minha bunda, botou a cabeça do pau na porta do meu cu e foi entrando. Eu senti cada centímetro atravessar o anel elástico das pregas, que por sinal pegava fogo como se fosse dilacerado, mas numa forma deliciosa de luxúria. Quando ganhou direção, o danado só pôs as mãos na lateral das minhas coxas e foi entrando. - Primeiro eu vou te preparar, moleque. - É uma boa ideia. Deu uma risada e bateu com a virilha na pele da minha bunda. Mexeu o quadril pra um lado, pro outro, ganhou espaço suficiente na primeira atolada e ficou cutucando de leve. Eu sentia cada engrossada que aquela piroca paciente dava, como se a gente se comunicasse sem precisar de falar. - Se prepara, Fred. Foi saindo lentamente e entrou novamente, mas sem ir ao fundo. Repetiu o movimento e foi aumentando o ritmo, eu só tomando tapa na bunda e tentando me empinar ao máximo. Uma hora tirou o pau todo. - Tá sentindo esse vazio? - Tô. - É o oco que eu vou deixar nesse cu, seu viado. Cuspiu na cabeça da vara preta, ficou agachado sobre meu corpo e dessa vez fincou com gosto dentro de mim, chegando fundo no meu interior. Eu dei uma trancada feroz e o corpo automaticamente foi pra frente, mas o safado foi mais esperto e me travou com as mãos nos ombros, trazendo-me de volta pra si. Como eu havia dado um impulso brusco, acabou que me dobrei pra trás, quase que levantando de tanto tesão. Foi aí que o impensável aconteceu. - Vem aqui. Ainda me comendo, ele puxou meu rosto pro lado com as mãos e tacou o línguão pra dentro da minha boca, sugando que nem um bicho cheio de vontade de foder. Largou o quadril rápido em cima de mim e foi vasculhando minha boca de maneira nervosa, só aí comecei a responder aquele beijão intenso do caralho. Nossas línguas se encontraram e pareceram guerrear, ao mesmo tempo que meu cu não parava de trancar em sua vara que entrava e saía de dentro de mim. A gente suava, minhas pernas tremiam, mas nada daquela putaria ter fim. Pra completar, comecei a ficar de pau duro, a ponto de pulsá-lo violento no ar, e isso acabava me fazendo trancar ainda mais o cuzinho em seu cacetão. A conseqüência disso? Ele ficava mais rígido e maior ali dentro, tomando mais espaço. - Isso, prende mais, viado!! Paramos o beijo e ele começou a dar estocadas mais rápidas, como se estivesse perto de gozar. Nossos corpos ficaram separados, unidos apenas por meu rabo e sua piroca e também pelas mãos dele nos meus ombros. - SSSSSSS! - Hmmmm! Isso!!! Ofegar e gemer alto já era impossível de não fazer. O Erick não parava nem na hora de me bater de todos os lados da bunda, deixando cada vez mais marcado o que era seu. - Vou gozar nesse cu, Fred! - Faz o que você achar melhor, CK! Ele deu o mais safado de todos os tapas que já levei no meio da raba e sorriu, mordendo firme a própria boca. - Então vira aqui pra mim, vira! Virou meu rosto e ficou me encarando com o semblante de ruim, os olhos de macho perto do ápice. Foi aí que percebi que meu interior havia se desfeito em prazer e eu comecei a gozar intensamente, outra vez piscando na vara dele e a apertando. Foi aí que ele travou todo, pegou impulso e deu a último estocada, abraçado comigo, os braços passando por baixo do meu peito, quase na barriga. O cu encheu de leite quente, em muita quantidade, me dando uma espécie de calor que foi subindo pela espinha e, ao chegar à cabeça, sumiu com a minha visão e com todos os outros sentidos. Não sei quanto tempo se passou. Acordei com o Erick me chamando. Eu tava deitado de lado sobre a toalha que trouxe, e ele deitado por trás de mim, encaixado comigo. - Cara.. - Qual foi? - Onde a gente tá? - No terraço. - E quando? Ele riu da minha pergunta e me abraçou. - Me belisca, por favor. Deu-me um beslicão firme e eu lhe dei um tapa na mão. - Ai! - Tu que pediu! Senti a piroca amolecendo e escapulindo pra fora do rabo, seguido de parte do leite que ele havia injetado lá no fundo. As pregas estavam calmas, mas ainda pegavam fogo. Ele me deu um beijão e ficamos ali, só nesse clima gostoso. Pegamos no sono e acordamos antes do amanhecer por causa do frio que fazia, aí fomos pra dentro de casa. Sem o menor problema, o Erick fez questão que eu dormisse na cama com ele, mas até dormir outra vez a gente ficou um bom tempo brincando de se tocar, um explorando o corpo do outro, agora com mais calma. Não sei se tia Dora percebeu ou se mais alguém notou, mas passamos o dia seguinte todo enfiados no meio do mato, explorando os lugares e nos explorando ao mesmo tempo. Pulamos outra vez de cipó por cima de um rio, que nem antigamente, e depois nos jogamos. Tomamos banho, brincamos de luta, jogamos bola e, obviamente, transamos uma porrada de vezes entre todas essas coisas. Eu só fui embora no terceiro dia e porque minha mãe veio me buscar. O Erick fez questão de nos levar até à saída do sítio, eu, ele e minha mãe no carro. Na hora de se despedir, um beijo sem vergonha que me deixou sem graça. E ainda falou no meu ouvido. - A vida é permissão, moleque. Piscou o olho e deu tchau pra minha mãe. Saímos dali e ela não resistiu em perguntar sobre todas as coisas que aconteceram, até porque tinha visto o beijo. Mas nem eu ainda havia pensado sobre tudo aquilo, não tinha como respondê-la. Estava imerso em pensamentos e sensações e permaneci assim por um bom tempo.. até convidar o Erick pra ir lá pra casa. __________________________________________________________ Tem o blog e o twitter, tô sempre postando novidades sobre os próximos contos e coletâneas por lá! https://twitter.com/andmarvin_ https://andmarvin.blogspot.com.br/