quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

@tiaoneto24 tomando banho com o pau duro

PUNHETA NA RUA MOTOQUEIRO VOLTOU PRA VER

Meu vizinho vacilão

MLke Locão de maconha já

Vizinho batendo punheta pra mim

Moreno da favela pego no flagra

Novinho espia padrasto dormindo e leva rola no cu

Diego personal da smart fitness

Mc pkdelas de sunga recheada ✊💦😋

Chupando o irmão do amigo

Olá, tudo bem? Aí vai mais um conto que ocorreu um tempinho atrás... Era noite de uma dia da semana e eu estava pra ir na casa de um amigo. Fui. Cheguei lá estava maior sonzão alto e fiquei no portão chamando. A casa é pequena, logo ele escutaria. Gritei, bati palma e nada. Quando estava quase desistindo, a porta se abre e era o gostoso do irmão desse meu amigo. O cara não é lá essas coisas, mas tem aquele charme de hetero safado, se é que me entendem. Corpo em forma, tatuagem no peito, branquinho, cara sínica haha enfim. Perguntei pelo meu amigo e ele disse que o mesmo tinha saído e só chegaria em determinado momento. Visto que minha casa era longe, resolvi entrar e esperar. Juro que sem malícia nenhuma. Entrei e sentei no sofá onde ele tbm estava, no outro, claro. Percebi que ele tava meio bêbado. Ele tira a camisa e eu já começo a imaginar coisas. Pergunto: - Bebendo dia de hoje? Ele: - E tem dia pra beber agora? Haha rimos e continuo, dessa vez arriscando mais além... - E essa mala aí...? Vai pra onde? Ele: - Que mala? Nessa hora eu levanto e meto a mão na rola dele e o caralho só ri e diz: mama. Foi tudo muito rápido. Prontamente estava de joelhos na frente daquele macho, coloquei o rolão dele pra fora e chupei bastante. Ele gemia. O som tava alto e poderia chegar gente a qualquer momento. Tava um puta tesão aquilo. Eu tava com meu pau bem duro e resolvi colocar pra fora pra bater uma. Ele viu e pegou nele. Gemi. Sentei no sofá ao lado dele e ele continuou pegando no meu pau, dessa vez batendo uma muito gostosa. Fiquei de pé na frente dele e sem dizer nenhuma palavra, peguei a cabeça dele e fui apontando pro meu pau. Sem esforço ele colocou tudo na boca. Mamou gostoso. Puta que pariu. Aquele macho hetero comedor do caralho tava ali bêbado e chupando meu pau... Fiquei bombando na boca dele por alguns minutos. Quis comer aquele cuzinho, mas não rolou. Ele ficou me punhetando e chupando até eu gozar. Chupei ele mais um pouco e ele também gozou. Fui me limpar no banheiro e ele também. Concordamos que "nada aconteceu" e fiquei de boas esperando meu amigo no sofá que em poucos minutos apareceu e de nada desconfia. Hahah Houve outras coisas depois disso que conto noutra oportunidade. Vlw.

Meu sobrinho tem excesso de prepúcio

O prepúcio não é um simples adorno do pica. Se está lá, pode ter certeza que tem uma função importante, como a de proteger a cabeça da pica, porém a pica fica muito bonita em gostosa, pois a sensação de chupar uma piroca que tem o prepúcio maior, é delicioso. Tenho um sobrinho que sempre teve esse "problema", eu sabia disso, até por ter visto desde pequeno, só que agora cresceu, virou um rapagão, moreno, tem 1:80, prática futebol, natação, faz academia. No meio do ano, ele perguntou se poderia passar uns dias em minha casa, não vi impedimento, muito pelo contrário, seria uma companhia. Num fim de semana, fiz um churrasquinho, comprei umas cervejas, tenho sempre guardado em casa um litro de pinguinha da boa, estávamos na piscina, saboreavamos uma picanha quando minha mulher disse que teria que ir na casa da mãe dela, e como estávamos bebendo, resolvemos continuar ali. Eu até adorei, a oportunidade de ficar sozinho com aquele pedaço de mal caminho de sunga perto de mim, pedi a ele para pegar a pinga no armário, engatamos no papo, brincadeiras, adoro inflar o ego desses garotões, eles são facilmente influenciáveis, E quando instigados se revelam e se tornam cúmplices. Testei inicialmente a possibilidade dele ter algum bloqueio quanto ao fato de ter o prepúcio maior, e perguntei-lhe se aquele detalhe o prejudicava com as meninas, fui eu que não deixei minha irmã, seguir a cabeça de um pediatra e operar quando pequeno, e ele sabia disso, pois minha irmã havia falado com ele. Ele disse que não atrapalhava em nada, muito pelo contrário, tinha " pessoas " que adoravam aquele detalhe, a afirmação de "pessoas" já me deu a certeza de que ele fazia sexo com homens também. Nosso papo fluiu para o tema sexo, eu comecei a dar uma forçada na intimidade, até que notando certo desconforto com a sunga apertada e ele se excitando, disse que se quisesse, poderia ficar pelado, eu já estava acostumado a vê lo assim, e estávamos sozinhos alí mesmo. Ele não se fez de rogado, na mesma hora tirou a sunga , expondo um pau maravilhoso, não excessivamente grande, porém com aquela pele toda cobrindo a cabeçorra, estava a meia engorda, mas já tinha uma noção, da maravilha que era. Meu intuito era fazê-lo ficar mais excitado ainda, entre mergulhos, pinguinhas e cervejas, insisti com teor em nosso papo sobre quem ele já tinha comido, até ele confidenciar que tinha comido um primo também, e eu conhecia, apesar de ser por parte de pai, eu já tinha visto esse seu primo. Confessei também, inicialmente "ter feito " sexo com travesti, homens, concordarmos que homem chupa melhor que mulher, e sem neura de nojinhos, quando um homem chupa uma pica, ele a trata como se fosse parte de seu corpo, sabe o de tem que ir. Mesmo por dentro d'água, via com clareza sua excitação, vez e outra ele se tocava, com desculpa de mergulhar, fiquei próximo a ele tomando uma cerveja na beira da piscina. Perguntei se ele estava no jejum, pois seu pau estava muito grande, que ele estava parecendo que precisaria de uma punhetinha. Emendei dizendo que estava me deixando louco de tesão aquela situação, ele riu e falou que se quisesse eu poderia brincar também. Sutilmente, eu esbarrei a mão na sua piroca tesa, deixando ficar encostando. Passava levemente as costas das mãos, segurei, toquei uma suave punheta, meu sobrinho encostou mais próximo, tirei minha sunga, ficando pelado também e dando a oportunidade dele ficar brincando de me encoxar, sentia aquela pica tesa passar entre as coxas, na bundinha, reguinho, até tocar no cuzinho. Saí da piscina, com ele me seguindo, segui direto para meu quarto, lá sentado na cama, saboreei aquela pirocona, chupando, uma delícia, adoro aquela pele se afastando da cabeçorra da pica, havia um frasco de creme hidratante de pele, que usei para minha bundinha ficar macia e lubrificada, meu sobrinho lubrificou também seu pau, me posicionei de quatro sobre a cama, oferecendo lhe e pedindo para comer o titio. Sua piroca não encontrou resistência, entrava e saía me fazendo babar de tanto prazer. Culminamos com um gozo , caindo relaxados, e meu sobrinho dentro de mim.

O Urologista

Olá me chamo José sou do Rio de Janeiro, sou negro, casado tenho 53 anos bem vividos Essa é a história de como comecei a me relacionar com outros homens . Quando completei 45 anos resolvi fazer minha primeira consulta a um urologista , não sentia nada é nem acho que tinha necessidade mais ouvindo falar da importância, resolvi que iria. Procurei pelo plano de saúde um profissional e encontrei um em um bairro da zona sul do Rio. Marquei a consulta e no dia e hora marcados lá estava eu, nervoso na sala de espera. Vários senhores aguardavam sua vez, comecei ler uma revista pra distrair a mente e passar o tempo enquanto aguardava . Depois de uma hora a atendente muito gostosa por sinal me chamou e pediu que entrasse no consultório. Ao abrir a porta um senhor branco, alto e grisalho Com um sorriso encantador me cumprimentou e pediu que sentasse, me perguntou qual o motivo da consulta eu disse que queria fazer o exame de próstata , ele me falou que na verdade o primeiro exame é de sangue, se desse alguma anormalidade aí sim daria o de toque. Me fez outras perguntas sobre alimentação, noite de sono etc. Até que chegou no assunto sexo, quantas vezes , se a ereção era satisfatória disse ele que as vezes me sentia cansado e não ficava feliz com a relação sexual. Me pediu pra me examinar então, fomos pra um reservado onde tinha uma maca, pediu que me deitasse e abaixase a calça e cueca deixando meu pau exposto me tranquilizou dizendo que aquilo era normal e que se não me sentisse bem era só falar. Começou examinando minhas bolas uma após outra lentamente, depois começou. A.examinar minha rola , apaupava, decia e subia a mão procurando algo, quase tocando uma punheta, puxava a pele.da cabeça e abria o orifício examinando detalhadamente. Em determinado momento olhei pra ele de relance e reparei que mordia é lambia os lábios , ele viu que notei é ficou sem graça mais não parou de me examinar aquilo me deu um tesão incrível e não ficando com a vara dura em sua mão. Ele parecia hipnotizado, com os olhos arregalados, com a respiração ofegante, intensificando os movimentos até que não resisti mais e gozei em sua mão, respondendo em seu jaleco. Pedi desculpa que foram aceitas, me disse Que era normal acontecer e que minha ereção era sastifatoria para minha idade. Me recompus, voltando a mesa me receitou apenas vitaminas e o pedido de PSA , já marcando meu retorno para a próxima semana, sai dela com a certeza que o doutor queria fuder comigo, no outro dia consegui fazer o exame , e não me aguentava de ansiedade para que chegasse logo a próxima quinta feira. Peguei o resultado é liguei pra confirmar o retorno. Pra minha surpresa a atendente jme informou que ja estava confirmado e seria na quinta as 18: 30, pois tinha sido agendado pelo doutor Roberto. No dia cheguei por volta de 18 horas e fiquei aguardando minha vez, 40 minutos depois o paciente saiu e fui chamado, so ai notei que eu era o último a ser consultado, não tinha mais ninguém além da secretária, entrei na sala e já me deparei com aquele sorriso contagiante, depois de um aperto de mão maldoso e um abraço sentei e perguntou como estava, me sentindo bem com a vitamina etc e me pediu pra ver como está a ereção , nisso a secretaria bateu na porta entrou e avisou que iria embora pois não havia mais paciente. Se despediu e fomos para o reservado ,dessa vez pra provocar tirei toda a roupa enquanto ele estava de costa, ao virar seu olhar foi direto na minha rola que ja estava a meia bomba.Sentei na maca com as pernas abertas o provocando, ele se aproximou puxou uma cadeira e iniciou o "exame" masssageava minhas bolas demoradamente, subia e decia com as mãos na minha rola como que procurasse algo. Não resisti e aproximei a pica do seu rosto, ele meio sem graça mais cheio de tesão eu roçando a vara nos seus lábios forcei e ele abriu a boca engolindo ela toda. Se soltou de vez, mamava como um faminto, lambia a cabeça, voltava a engolir ela toda, sua respiração estava acelerada, eu gemia de prazer com aquele homem me chupando loucamente. De repente começou a descrever a língua pra debaixo das bolas me forçando a levantar a bunda procurando com a boca a entrada do meu brioco, lambeu a portinha do meu cu me deixando louco de tesão eu gemia alto tentando segurar o gozo e prolongar o máximo esse momento. Ele parou ficou de pé e se despiu ,pude ver seu corpo escultural, um peitoral cheio de pelos grisalhos, vi sua rola branca de um 18 cm dura como uma rocha, um bunda redonda com alguns pelos, me pois de pé, ms abraçou e me beijou cheio de tesão, não falávamos nada , apenas gemidos e a nossa respiração ofegante. Me virou de costas e beijou minha nuca lambendo meu pescoço, fez com que eu apoiasse na maca e descendo com a língua até achar meu cuzinho que piscava, lamber e chupou meu cu por um tempo me virou e voltou a mamar minha rola com vontade. Resolvi retribui e o deitei de bruços e enfiei a língua no seu rabo branco e cabeludo, por um bom tempo chupei e linguei seu cu, com lambidas e beijos fui escalando suas Costa até chegar em seu pescoço o virei e beijei sua boca. Me interrompeu e pediu um momento, foi a uma gaveta e trouxe preservativos. Vi que queria ser possuído por completo colou a camisinha em mim e se colocou de quatro, lambi de novo seu rabo e coloquei a cabeça da pica na porta do seu rabo, era quente e mordia minha rola, fui enfiando até encostar na sua bunda. Nesse momento ele soltou a vadia que tinha em si, rebolava e gritava pedindo pra socar , eu atendia , ficava com vontade dando tapas na sua bunda deixando vermelha, ele pedia mais eu puxava seu cabelo e ele gemia. Deitamos na maca eu por cima dele sem parar de socar , Até que me pediu pra fuder ele de frango assado. Enquanto socava no seu cu tocava uma punheta nele . Senti que ia gozar e o avisei tirei a pica do rabo dele e tirei a camisinha dando pra ele mamar deitado , tipo 69 enquanto tocava uma pra ele, gozamos juntos lambuzei todo seu rosto de porta e ele jorrou leite grosso em cima da maca. Ficamos um tempo agarrados recuperando o fôlego. Nos recompomos e saimos juntos do consultório. Durante muito tempo nos encontramos ou em seu consultório ou em hotel, mas infelizmente ele foi pra outro estado e do conversamos por telefone ou email me disse que vem ao rio no fim de ano, não vejo a hora.Hoje procuro alguém maduro, casado como eu que queira e goste de uma putaria gostosa, com discrição, sigilo e segurança.

VIADO É MEU CU, CUNHADO! 1/2

Sou o Rinaldo, mas todos me chamam de Rino. Tenho 21 anos, sou branco, baixinho, fortinho, uma pistola de tamanho razoável. Mas em se tratando de rabo, modéstia a parte tenho uma bunda, mas uma buuuunda de deixar o queixo de muita gente no chão. Sou gay desde que me entendo por gente, adoro dar o cu o dou muito, mas como sou muito discreto e reservado sobre minha sexualidade, escondo muito bem esse meu lado, principalmente em casa. Também sou mais do que atrevido e não deixo ninguém sem ter o que merece quando sou desafiado, zoado, afrontado ou quando ouço algo que me desagrada. Pra mim, quem fala o que quer, sempre corre o risco de ouvir o que não quer”. E como meu lema é “olho por olho, dente por dente” é o que sempre acontece com os (as) engraçadinhos(as). Tenho uma irmã dois anos mais velha que eu, chamada Ana, que por ser muito linda e gostosa, troca de homens, mais do que troca de roupas e só pega machos bonitos e gostosos, que sempre alimentam minhas inúmeras punhetas diárias. Mas com o “gato da vez”, Bruno, ela se superou e muito. Além do cara ser de longe um dos homens mais lindos e tesudos que já vi em minha curta mas intensa vida, desta vez parece que ela até está levando o relacionamento a sério, até apresentar o gostosão para mim e para meus pais, há uns dois meses atrás ela apresentou. O problema foi que quando eu fiquei cara a cara com meu aspirante a “cunhadinho” nesse tal dia, eu não só perdi completamente a voz, como acabei dando a maior bandeira de tão nervoso e tesado que fiquei na frente do Deus Grego. - Maninho! Deixe-me apresenta-lo ao meu namorado. Bruninho, Naldo! Naldo, Bruninho! Imediatamente Bruno estendeu a mão para me cumprimentar e eu de tão catatônico que fiquei, além de trêmulo, só estendi a minha depois que o gostosão já estava a um bom tempo com a dele leventada no vácuo e depois de minha irmão me repreender: - ALÔÔÔO! Planeta terra, chamando Naldo! Está passando bem, mano? Você está mais branco que papel e mais trêmulo que vara verde. Quer que eu chame a mãe? - HÃÃÃ? Oooooiiii? Como? Passando beeem? Braaanco e trêmulo? Impressão sua, maninha. Para o seu governos, nunca me senti melhor em toda minha vida. Só estava um pouco distraído. - Então, você quer fazer o favor de deixar de ser mal educado, cara! Não vai cumprimentar meu amor, não? Tem mais ou menos meia hora que o Bruninho está esperando para apertar sua mão e você não moveu um só musculo sequer, para fazer o mesmo. Eeeuuuu heeeimm... - Desculpe, é... é... Bruno seu nome, né (tentei consertar as coisas me fazendo de besta)? Muito prazer! Rinaldo! Naldo para os íntimos! E sussurrando o macho balbuciou: - Para os íntimos, né? Seeeiiii ... Já entendi direitinho qual é a sua cunhadinh... - Disse alguma coisa, amor? - Eeeuuuu, amor? Ahhhh! Sim, Ana! Disse muito prazer “NALDO”, Bruno! Bruninho para sua irmã e Brunão para os mais chegados. - Naldinho! O Bruninho está louco pra fumar e quer ir comprar cigarros, mas como não conhece nada por aqui, será que você pode acompanhá-lo até a padaria, mano? - Ihhhh! Isso não vai prestar. Sussurrou novamente o gostosão. - Falou mais alguma coisa, “mozão”? - Sim! Disse, “Bora” então, Naldo? Melhor irmos de carro ou caminhando? -“Bora”, BRUNÃO! Mas não precisamos de carro, porque a padaria é logo ali... Vamos? Alguns poucos minutos depois, assim que compramos o cigarro e que saímos da padaria, o safado começou a me provocar ... - Parece que tu gostou pra caramba do seu futuro cunhado, né Naldo? - Como? Gostar? Ahhh sim! De cara tu até parece ser gente boa, cara. - Gente boa? Pare de fazer cena barata, Naldo! Sabe muito bem que não foi isso que eu te , camarada. Disse que tu parou na minha como macho e foi pra “caraí”! Farejo viado de longe. Todos eles reagem exatamente como tu reagiu quando bateu seus olhos em mim. Tenho certeza que me achou bem gostosão e machão do jeito que tu gosta, não achou? - Qualê, “véi”? Ficou doido? Ficou? Como é que tu pode afirmar um absurdo desses? Fique sabendo que VIADO É MEU CU, CUNHADO! - Viu só, como eu tinha razão? Já está até me oferecendo teu cu, cunhadinho! Deu sorte, viu? Vou aceitar de bom grado. Se tem uma coisa que não dispenso de jeito nenhum é uma bunda, viu mano? Ainda mais uma bundona da hora como a tua, tá ligado? Seguinte, cara... Vou quebrar teu galho hoje ainda, valeu? Vou ficar mais um pouco com sua irmã, para ela não desconfiar de nada e assim que eu sair de sua casa vou ficar te esperando na esquina de baixo, pra te levar pra um motelzinho maneraço que conheço, ok? Mas não vá me atrasar pra não ficar sem rola, heim? Detesto esperar e não espero mais que cinco minutos, certo? - Mas tu é muito sonso, folgado e iludido, né não cara? Pois fique o senhor sabendo, que vai esperar na tal esquina pro resto da sua vida, viu seu metido de merda. E vou repetir pra não deixar dúvida nenhuma. Nããããooo sou viado. VIADO É MEU CU, CUNHADO! - OK! Então estamos combinados, né? Não vá atrasar, pra não ficar sem dar, heim? Antes que eu pudesse responder, Ana foi se aproximando e quem acabou dando a última palavra foi o safado metido. - Obrigado pela companhia e não vá esquecer do nosso combinado, viu cunhadinho? nem precisa ficar curiosa porque é papo de meninos, viu Ana? - E adianta eu ficar curiosa, por acaso? Sei que os meninos tanto quanto as meninas nunca contam seus ti-ti-tis, para o sexo oposto mesmo. O melhor que faço é fingir que nada ouvi, não é mesmo garotos? Agora ... mudando de assunto, vamos entrar, amor? Mamãe está nos esperando com um belo lanche. Você vem conosco, Naldo? Bufando de raiva de ter que ficar com minha resposta entalada na goela, e ao mesmo tempo morrendo de tesão e bastante ansioso pela hora de reencontrar o macho, respondi à minha irmã de prontidão, antes de sair correndo para esperar o tesudo na esquina do combinado, a fim de não ficar sem pau no cu: - NÂO! Obrigado! Acabo de me lembrar que tenho uma coisa muito importante para fazer na rua... FUUUUIIIII .... Algum tempo depois, Bruno chegou, me viu sentado no meio fio a sua espera e com o sorriso mais safado do mundo, me disse: - Vai ser viado e gostar de pica na bunda assim lá longe, heim cunhadinho? Poooorraaaa ... !!! Aposto que está me esperando todo ansioso desde a hora que entrei com sua mana para tomar café, só pra não correr nenhum risco de ficar sem meu cacete na bunda, né não cunhadinho? - Já falei que VIADO É MEU CU, não já falei? Não é nada disso que está pensando. Eeeeuuuu..., eeeuuuu..., eu só estou aqui para lhe dize... - Cala a boca e entra logo nesse carro, cara! Pra que essa palhaçada toda, viado? Quer ou não quer me dar o cu? Se quer a hora é essa. Eu estou super afim e não vejo a hora de te passar o ferro na bunda, fresquinho. Anda! Entra logo nessa porra desse carro, boiola... - Só vou entrar porque preciso de dizer umas boas verdades, tá ligado otário? - Claro que o otário aqui, está ligadíssimo. Prometo que quando chegarmos no motel se tu ainda quiser falar suas boas verdades pro seu macho ele será todo ouvidos, certo? Mas como vai ter que usar MUUUUIIIIITOOOO essa sua boquinha no Motel, até lá ficará com ela bem fechadinha. Mas não se preocupe porque como o mesmo fica bem perto daqui, já, já tu vai entrar na rola, viu cunhadinho? Pouco tempo depois, já dentro de uma pequena mas aconchegante suíte, antes que eu pudesse abrir a boca o safado foi logo perguntando: - Você chupa bem, né Nildo? Chupa com a toca toda, e engole a “guasca” toda, com vontade? Não! Porque de viado que mama mal, eu tô fora, tá ligado? - Em primeiro lugar, vou repetir, VIADO É MEU CU, CUNHADO! Em segundo lugar, o que te interessa saber o que faço ou deixo de fazer com as rolas dos meus macho....? OPS! Quero dizer...., digo..., é..... tipo assim.... Continua ....

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

GOZANDO COM O PRIMO POSTIÇO

Me chamo Guilherme, mas, neste relato me chamam de Gui. Faz muito tempo que não posto nada. A umas duas semanas atrás, eu viajei para a casa de um tio postiço, amigo de meu pai. Ele sempre gostou de mim, e de meus irmãos. Mas se eu dissesse que gostava de ir a casa dele, estaria mentindo. Quando era novo, eu ficava em casa enquanto a família ia passar uns dias de verão lá. Eu só me decidi a ir, porque meu primo: também postiço: filho dele, André, me mandou convite no facebook. Eu não falava com ele á anos. Éramos amigos de infância, mas nunca fiz nada, ou me insinuei para ele. Era só um boa amizade mesmo. Não que ele não fosse lindo, na verdade ele era bonito até demais. André tinha ombros largos de natação e malhação, pernas fortes, torneadas, mas não tão grossas, 1,89m, rosto magro e definido, cabelos castanho-claro lindo, tinha tudo para ser modelo, mas para mim ele lembrava aquelas belezas sem sensualidade, sabe? sem tesão? tem tantos ai assim. Depois de quase um mês dele mandando mensagens pelo Wattsapp, sempre, ou lembrando o passado, em que ele, e o irmão mais novo, passavam dias lá em casa, ou de como eu estava em forma;pelas fotos que via; que me mandou ir naquele ano. Mesmo não indo ninguém da minha família lá. a muito tempo. Lá fui eu para Tocantins, perto da ilha da Bananeira; em um sitio que tinha mudado muito pouco. Meu tio foi me buscar de carro, quando estamos passando de carro pela entrada, na porteira, vejo Pablo, irmão de André. Eu me lembrava dele só de quando ele era criança, e nós tínhamos que cuidar, e levar ele junto com a gente. Pablo é cinco anos mais novo que eu. Alto. 1.79m. Magro e fortinho. deve pesar uns 74kg. Ele tinha um rosto lindo também, muito másculo. Ele estava capinando só com um shortinho vermelho, bem pequeno e sem-vergonha, já meio puído, e com a cueca cinza; daquelas tipo antigas, cavada ;mais aparecendo que tudo, sem camisa, lisinho. Eu fui olhando para ele até perder ele de vista. Cheguei na casa antiga, com varandas imensas, e jardim para todos os lados, e depois que todos me cumprimentaram, Andre me levou para o quarto que eu ia dividir com Pablo, já que André tinha trazido a namorada. Eram dois colchões no chão e um armário. André estava falando comigo, enquanto eu ia tirando a roupa para colocar algo mais leve, quando Pablo entra e me abraça, rindo e me jogando no chão, em cima do colchão. Eu estava com a calça nos joelhos, ele á puxou, ficando de pé, me zoando com o irmão, eu levantando, meio com vergonha, meio constrangido, meio puto, Puxei ele e dei um abraço. Eu estava só de cueca preta cavada, ele sentiu minha pica encostar na dele, que estava só na cueca praticamente, Me soltei dele antes que armasse uma barraca e coloquei uma bermuda tactél. Logo depois saímos para passear pela fazenda. Os três sem camisa, um calor infernal. A noite eu fui tomar banho, e ao entrar no banheiro, Pablo já estava, com a toalha na cintura, recém tomado banho, fazendo um milhão de coisas no rosto, incluindo cremes. Disse que ia depois, mas ele falou que não tinha nada a ver, e que eu podia tomar banho, que ele não ia mais entrar no chuveiro. Eu fiquei sem graça mas tirei a bermuda e a cueca, entrei no box, que não tinha vidro, nem separação nenhuma; já que era um banheiro que ficava entre quartos que só eram usados em visitas, e nesse era só nós que usaríamos. Enquanto eu tomava banho ele falava sobre varias coisas, num espaço muito curto de tempo. Ele nem parecia se dá conta de mim ali, pelado perto dele. Ele pegou um barbeador e começou a passar na barriga, enquanto falava um monte de putaria que acontecia ali nos arredores. Ele deixou a toalha cair, descendo o barbeador pela virilha, até a base do pau, que estava meia bomba. eu tive de ficar de costas para ele, porque meu pau já tava pulando de tesão. Ele percebeu. - Ai Gui tá tomando banho de costas pra mim, tô vendo a sua bunda daqui. Cuidado! se você abaixar vou acaba vendo seu cu. Eu olhei pra ele e ele tava rindo e olhando para mim, com a carinha de safado filho da puta. Enquanto isso ele estava passando sabonete na cintura toda, alisando bem o pau, que eu tinha certeza que estava duro, mas era um desses que se inclina para frente e abaixo. Ele parou de olhar para mim e se concentrou em passar o barbeador na virilha, mas não tinha muita coisa pra tirar. Eu continuava de costas, e ele falava. Quando decidi que podia me virar sem ter uma ereção indecente, mas meia bomba, ele estava jogando a cintura para frente e tentando tirar embaixo do saco. Ele jogou o barbeador na pia e veio para o chuveiro, me empurrando com seu corpo. Seu passou em minha coxa, durissímo, mas sai enquanto dava para colocar a toalha sem ele ver minha ereção. fui para o quarto e fiquei jogando no celular.André veio falar comigo, e logo depois chegou Pablo, tirando a toalha para vestir uma cueca box armani cinza-claro, e me exitei com André dando um puxão gratuito no pau de Pablo, assustando até ele, que se jogou de cueca em cima do irmão e começaram a brigar. Eu fingia só me importar com o celular. Eu disse que ia dormir. Fiquei deitado com tapa-olho de dormir, mas que dava uma visão discreta por baixo da viseira. Eu estava de barriga para cima, só de shorts de dormir, com uma cueca branca cavada. Pablo e André tinham ido para a sala, e eu cheguei a escutar eles conversando com os pais, e a mãe dele reclamando que ele não devia ficar andando de cueca dentro de casa, com a namorada de André ali, mas ela já tinha ido dormir também. Eu acabei pegando no sono. Quando acordei de novo vi, por baixo da viseira, que Pablo estava mexendo no celular sentado no colchão, com um lençol branco por cima, dava para saber que ele tava com a mão direita dentro da cueca, mexendo no pau devagar, depois tirando a mão e teclando. Ele ficou nisso por uma hora. Volta e meia ele tirava o lençol de cima das pernas e cintura e ficava olhando o pau duro pulsando dentro da cueca, ou tirava o pau pra fora, esticando para ver o tamanho da benga dura; batia uma punheta rápida, coisa de segundos, e guardava o pau de novo, apalpando o volume na cueca; olhava na minha direção: que visto da perspectiva dele, parecia que não tinha como eu está olhando: e se cobria de novo, teclando por vários minutos. As vezes ele deixava a cabeça ficar para fora da cintura da cueca e ficava brincando com a gosma elástica que saia, puxando com o dedo, limpando a mão no lençol. Seu rosto as vezes ficava sério vendo o vídeo, e ele mordia discretamente o lábio, ou ficava abrindo e fechando a boca, fechando e abrando os olhos. Teve uma hora que ele esticou as pernas, e seus pés tocaram meu colchonete. Ele sentiu que meu colchão deu uma leve escorregada, e ele virou a tela do celular na direção, para ver. Eu estava de barriga para cima, e como estava de pau duro a horas, ele logo percebeu. Ele olhou, de lá onde estava, parecia que não entendeu, e se esticou até ficar de joelhos em seu colchão, e iluminou minha cintura, olhando meu pau, dentro da cueca e shorts, e depois olhando para minha cara; em um momento, enquanto olhava mirando a luz do celular; deu uns puxões, em sua própria pica, dentro de sua cueca. O lençol no chão, e eu vendo que sua cueca estava muito molhado, tomo um susto, e quase que me mexo, quando ele acende a lanterna do celular e fica passando em volta de minha cintura, ficando com o rosto bem perto do meu pau. Ele segura a ponta de meu shorts tão suavemente que eu nem senti, mesmo vendo ele fazer isso, e levanta o suficiente para ele ver a cabeça do meu pau saindo para fora da cueca, com uma linha de porra escorrendo pela cintura e caindo no colchão. Eu não me controlo e deixo meu pau dá uma pulada de tesão, levantando a cueca e soltando um pouquinho se sêmen junto. Ele olhava vidrado e sério. Com o dedo indicador livre ele passa em um pouco de minha porra, deixa a cintura do meu shorts descer, o soltando e esfrega a porra nos dedos depois leva até o nariz e cheira. Depois disso ele volta a se sentar em seu colchão, com as pernas esticadas, tocando meu colchão, e tira o pau para fora da cueca. Seu para era lindo, o mais bonito que eu já tinha visto. Era branco com a cabeça rosada e de tamanho proporcional ao resto. Devia ter uns 18 cm fácil, mas não era grosso demais, era liso, sem aqueles montes de veias que ficam saltando, mas a veia principal, a que vem da base até a cabeça, essa era muito grossa, e dava para ver sua direção até bem abaixo das bolas, e seu pau ficava imóvel para cima, as vezes balançando de um lado para o outro, quando ele tremia. Ele fico com o pau de fora sem tocar nele, só teclando no celular, por quase meia hora, e em todo esse tempo o pau não amoleceu nunca. As vezes ele ia na cabeça e puxava um filete de gozo, ou cheirava e limpava no lençol, ou passava na língua. Depois de um tempo ele se cobriu, o tempo todo olhando a tela do celular, e começou a bater uma punheta embaixo do lençol, fazendo barulho no lençol e tremendo meu colchão um pouco com os pés. Mas ele parava e ficava mexendo uma eternidade no celular. Quando já eram quase umas 03hs da manhã, o celular de começa a descarregar e ele se levanta e acende a luz. Sua cueca tava muito babada de porra, seu pau duro nem se mexia, inclinado para frente e para baixo fazendo a cueca se esticar até ficar visível a base do pênis. Dá uns apertões enquanto procura o carregador dentro do armário. Olha para o volume do meu pau, mas eu estava mais tranquilo naquele momento, e ele acabou passando com o carregador e chutou meu colchão sem querer. Eu aproveitei a deixa e fingi acordar. Na hora, eu me estiquei, dei umas boas apertadas no pau e tirei a viseira. -Ai mano desculpa ai!- Pablo falou, agachado perto da minha cabeça, que era aonde tinha uma tomada, conectando o celular, que descarregou de vez. -Tudo bem Pablo! que horas são?- falei começando a me levantar, passando a mão pelos braços, marcados de picadas de mosquitos. -Vai dá três horas ainda.- ele falou ainda agachado perto do celular, seu cofrinho aparecendo. Sorrindo com malícia para mim. -Já vai bater punheta?- ele me perguntou, enquanto se sentava na beirada do meu colchão, sem soltar o celular. -Não! porquê?- eu já tinha levantado e agora estava brigando com o fio do fone de ouvido, me soltando dele no meu braço. -Se tava ai de pau durão, direto. Eu até achei que você tava sonhando com uma foda direto!- Pablo riu, e cobriu a virilha com a mão quando eu fiquei de pé perto dele. Meu celular estava perto da bunda dele. Por isso eu me agachei na frente dele, cheguei perto dele, e passei a mão pela sua cintura, descendo até sua bunda e peguei o meu celular. Ele não reagiu em nada, parecia que nem ligou. Eu acendi a tela e puxei para cima e parei a musica. Pablo olhando para mim e para meu celular. -Não tem senha de tela não? -Ah não! eu não ligo para isso! Eu deixei meu celular em cima da cama e fui no banheiro mijar, Eu estava doido para isso, e também estava a muito tempo acordado na mesma posição, me deixou com dores. Tirei o shorts e a cueca, e quando estava passando papel higiênico na cabeça, para tirar o excesso de secreção e mijo, Pablo entra de toalha e a tira na minha frente, coloca a toalha na pia e começa a mijar no vaso, ao meu lado. Eu finjo nada acontecendo e visto só o shorts. Saio do banheiro e abro o armário para colocar a cueca molhada em um canto, e vejo a cueca dele jogada num lado vazio do armário. Rápido eu a pego e sinto o cheiro forte de virilha com pré-gozo, e fico ligadaço dá porra. Jogo a cueca de volta e jogo a minha em cima da dele. Me deito coloco a viseira e coloco um travesseiro em cima do meu rosto, de modo que não tinha como ele saber que eu estava vendo, mas eu tinha uma visão boa da linha do chão, aonde estávamos, agora deitado meio de lado, e já fingindo roncar. Pablo logo voltou e deu para ver que ainda tava de pau duro de novo. Ele olhou para ter certeza que eu estava dormindo de novo; chegou a sacudir minha perna, mas não me mexi. Tirou a toalha e ficou andando pelado no quarto ajeitando um lençol em seu colchão, depois abriu o armário e viu a minha cueca, olhou na minha direção e se voltou, pegando a cueca e cheirando ela, virando e colocando no rosto na direção da onde fica a bunda, deu uma leve punhetada no pau, enquanto se inclinava um pouco para frente, mas parou por ali. Guardou ela de volta e vestiu uma calça de pijama, dessas bem levinhas, quase transparentes, listrada-branca. Saiu do quarto e voltou com um ventilador tufão e ligou na nossa direção. Que alivio. Depois começou a chover forte. Pablo não apagou a luz logo de cara. ele abriu a janela, que dava para o jardim e entrou uma luz da lampada do poste do quintal, iluminando, fraco mas bem a sua cama. Ele apagou as luzes e se deitou de bruços; ficou assim uns segundos e depois se virou procurando o celular; olhou a tela, mas não tinha energia ainda para ligar. Ele então olhou para mim e pegou meu celular. Não tinha eu ver o que ele estava fazendo, mas eu tinha deixado um vídeo porno amador de dois caras sarrando as picas até gozar, numa aba do Chrome. Ele se ajeitou no travesseiro se cobriu com o lençol e continuou a mexer, até que eu vi ele vidrado em alguma coisa, ele olhou na minha direção e voltou para ver. Ficou um tempão vendo o vídeo, acho que viu todo, pois tinha 26 minutos. Ele colocava a mão dentro da calça e se masturbava devagar. Pegou seu fone e colocou no meu celular e nessa hora eu ouvi o som saindo dos fones, pois ele deve ter tirado do mudo para o ultimo volume, era o vídeo mesmo. Quando ele terminou de ver ele para e olhou para mim. Eu vi seus olhos descendo até meu shorts, vendo que estava armado agora, mais visível que antes. Ele se levantou, a calça marcada com o pau duro, que nem com ele andando balançava. Colocou o celular perto da minha cabeça e se abaixou perto do meu rosto, ouvindo meu roncar baixo. Pablo se sentou perto a minha cintura, e eu senti ele puxar de novo meu shorts, dessa vez ele deixou a cintura do shorts preso embaixo do meu saco. Sem tocar ele começou a se punhetar, com a mão dentro da calça, fazendo barulho de tecido, parava, chegava o rosto perto da cabeça da minha pica brilhando de umidade, sentia o cheiro, e sem parar de olhar pro meu pau, continuava com a mão dentro do shorts, se punhetando. Depois de um tempo ele parou e recolocou meu shorts direito, e foi se deitar. Ele pegou seu celular e viu que estava já com uma carga boa, e ligou em um vídeo. Dessa vez ele, tirou o lençol desceu a calça de pijama, seu pau apontou para o teto, e começou a bater uma sem parar, por uns vinte minutos, levantando a virilha, socando o ar, balançando as pernas, e fazendo aquela cara de tesão e gozo. Quando começou a gemer discretamente, seu pau já estava soltando uma longa gozada de porra escorrendo em sua mão e molhando sua virilha. Pablo pegou a ponta no lençol e limpou o pau. Depois ficou no facebook, mas logo colocou outro vídeo e dessa vez desceu a calça até os tornozelos com as pernas bem abertas e os joelhos dobrados, fodendo a própria mão e gozou em menos de dez minutos, soltando um gritinho baixo de orgasmo, limpando a barriga da porra, secando a cabeça do pau. Eu, Que estava já me cansando de ficar na mesma posição, me virei de bruços, para dormir de vez, já que Pablo tinha se coberto e deitado de bruços para o outro lado. Mas quando eu estava já quase dormindo, sinto o pé dele bater no meu, eu continuo fingindo. Ele vem, deitado mesmo, pelo chão e fica perto de mim. Eu sinto sua mão passando na minha coxa, e tive de fazer um esforço grande, para não me entregar. Ele vai passando até chegar bem na beirada do meu cu, e passa o dedo de leve, e como eu não tenho pelos no cu, foi fácil ele sentir minha umidade pequena da excitação daquela noite. Ele tirou a mão e levou até o nariz, cheirando; Tirou a calça toda e se inclinou, passando a cabeça do pau, por dentro do meu shorts, indo direto na entrada do meu cu. Nessa hora não teve como fazer mais nada, meu cu respondeu piscando na cabeça do pau molhado dele. Ele não pareceu ter percebido, porque continuou esfregando a cabeça no meu cu, sem forçar, mas sem parar também. Sua respiração era pesada e ele fazia muito esforço para não fazer barulho. Depois de um tempo nisso, ele levantou a perna no ar, que começou a tremer, enfiou a cara no meu colchão enfiou o pau dentro do meu shorts, esfregando o pau todo, em meu rego, sem fazer força, e gozou na minha bunda, mas não molhou muito. depois disso ele se vestiu e saiu para o banheiro. No outro dia era sábado. Eu estava dormindo quando André me acordou, eram 06.30 da manhã, eu estava morrendo de sono mas levantei, porque não tinha como eu explicar o por que de está com sono, já que fui o primeiro a ir deitar. o dia foi bem interessante, passeamos muito, mas no fim da tarde viemos embora de uma lagoa aqui de perto, por que morreu um senhor afogado na lagoa, trágico. Nós tínhamos feito um churrasco na beira da lagoa, e estávamos bebendo desde cedo. Pablo chegou depois e foi logo bebendo e indo para água. Chegamos em casa e demos a notícia aos meus tios, eles conheciam. Pablo e eu fomos limpar as coisa do churrasco e guardar no depósito, e logo anoiteceu. Tomei banho com André e Pablo dentro do banheiro conversando comigo sobre tudo isso, falando baixo. Eu sai do chuveiro para me secar, e enquanto Pablo tirava a sunga perto de mim, André deu um tapa na minha bunda, elogiando ela, e eu mandei ele ver se meu pau também não era bonito, mas o filho da puta de um tapa no meu pau. Jantamos 20.00hs, e os tios foram para o velório, nós iríamos no outro dia pro enterro, que ia ser a tarde. Ficamos na sala vendo netflix e youtube na tv. Começou a chover forte dessa vez, e a temperatura caiu. A namorada de André e ele, já estavam se pegando no sofá em frente a tv, com um cobertor por cima, mas Pablo estava na cozinha jogando no celular e eu estava na poltrona do tio. O casal logo saiu para o quarto. André se virou para mim, se a namorada ver, e apertou o pau por cima da bermuda, mostrando como estava duro, riu e foi para o quarto, que ficava do outro lado da casa. Eu me sentei no sofá e me cobri com o cobertor que deixaram, Logo Pablo também veio e se sentou ao meu lado, se cobrindo também. Nós dois estávamos de pijama e shorts sem cuecas. Pablo fica do meu lado e começa a jogar. Eu vendo um filme, ele dá uma olhada desinteressado no filme, e se deita, deixando seu pés em cima de minhas pernas, e ficamos assim por um bom tempo. -Ôhh gui! eu tô com uma câimbra fodida, na perna direita.- Sem ele pedir, eu começo a passar minha mão em sua perna, massageando. Ele faz varias caras de dor quando eu aperto demais alguma parte. eu descubro um pouco a perna dele e vejo seu pau escapando pelo shorts de pijama. Ele fingiu ficar com vergonha e puxou para dentro da perna do shorts. eu fiquei nessa massagem e depois parei cobrindo ele de novo. -Você tá jogando o quê? que precisa ficar de pau duro assim!- Eu estiquei meu braço e dei um apertão mo pau dele, por cima do cobertor. ele deu uma tremida de susto, mas depois riu. Ele ficou jogando. Depois de um tempo eu coloquei minha mão por dentro do cobertor, e aos poucos fui descendo minha mão. Pablo não fazia nada, ficava só olhando a tela do celular e teclando. eu sentia seus pelos crescendo e quando cheguei no meio da virilha, senti o toco áspero, de seu saco duro junto com a pica. Fui subindo a mão, e ele soltou um suspiro, sem tirar os olhos do celular. Apertei o pau todo em minha mão mas não peguei tudo de vez. Passei o dedão na cabeça e senti o molhando escorrendo. Comecei uma punheta lenta, apertando bem o pau dele. Pablo ficava olhando o celular e soltando vários gemidos sem querer. Ele melou minha mão toda. Eu segurava seu saco apertava, subia minha mão apertando com força e ele logo deixou o celular cair no sofá e encostou a cabeça no braço do sofá, fechando os olhos. Eu tirei o coberto de cima dele, e tirei seu pau pela lateral da perna do shorts, e punhetei ele, enquanto ele fodia devagar minha mão. Ele não conseguia mais parar de gemer baixinho. De longe eu conseguia escutar André e a namorada fodendo no quarto. Pablo tira a minha mão e joga o cobertor no chão, tira o shorts e senta no braço do sofá, e a tv passando séries. Ele abre as pernas e seu pau aponta pra mim. Eu me arrasto até ficar no meio das pernas dele, e logo caio de boca chupando, mas não consegui colocar muita coisa na boca. Pablo logo estava tremendo e gemendo, falando umas putarias tão baixinho e suspirando que eu não entendia nada. lambi seu saco e ele quase caiu do sofá esticando as pernas e soltando um gemido muito alto. eu parei e fiz ele deitar no sofá e coloquei o cobertor nas pernas dele, e voltei a chupar seu pau. Pablo segurou minha cabeça, sem fazer esforço, e gozou dentro de minha boca, ele tinha pedido para eu para antes, mas fui até ele gozar. Depois que ele gozou eu sai e fui no banheiro cuspir, quando voltei ele não estava mais lá. Desliguei a televisão e fui para o quarto. Ele já estava deitado e coberto, mas quando eu entrei, ele pediu para fechar a porta, e colocou o colchão dele perto do meu. Ele tava pelado embaixo do coberto. Eu deitei junto dele, passei a mão no pau dele, duro de novo e comecei a punheta. Pablo se virou de costas para mim e pegou meu pau no shorts, tirando para fora, passou lubrificante nele, encostando a cabeça no seu cu. -Tem certeza?-perguntei no ouvido dele. -Eu já dei pro meu irmão! mete devagar, vai! Meti devagar até sentir as bolas na bunda dele, depois acelerei, aproveitando que o barulho da chuva encobria tudo, e soquei com força, mordendo seu pescoço e orelhas. segurando firme sua cintura, gozando dentro dele, sem ele reclamar. Depois ele sarrou meu rego até gozar. E eu fiz ele gozar num boquete de mais de 01.00hs. No final estávamos suados e fedidos, mas cansados de tanto gozar.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Papai Bêbado

Meu nome é Eduardo, tenho 19 anos, 1,83 de altura, 78kg, Pardo e um dote de 18cm e estou aqui para contar o dia em que transei com o meu pai que se chama Fábio, é um homem parrudo que tem uma barriguinha de chopp que deixa um charme, tem seus 43 anos, 1,85 e 20cm de pica, um homem muito fechado e bruto as vezes. Ele só conversou comigo sobre sexo e sobre punheta e esses assuntos apenas uma vez e nesse dia fiquei com muita vergonha, eu não sou muito próximo com ele, por mais que a gente vivesse apenas nós dois no mesmo teto, ele só conversava o básico comigo. Bom tudo começou há dois anos atrás, sempre tive um tesão no meu pai, ainda mais quando ele ficava de cueca pela casa, pois se sentia mais a vontade. Eu ficava olhando aquele volume enorme dele e pensando em altas putarias com ele, e ele gostava de ser desejado desse jeito de certo modo, pois percebia que ele ficava se exibindo. Em uma certa madrugada de uma sexta-feira, eu fui beber água e ouvi uns gemidos do meu pai vindo do quarto dele, logo pensei que ele tinha levado mais umas das putas que trás da rua, mas eu estava enganado, percebi que a porta estava entreaberta e fui dar uma olhada e vi uma cena maravilhoso do meu pai batendo uma bela de uma punheta e eu cheguei na melhor hora, ele jorrando porra pra tudo que é lado, e ver toda aquela gala e não poder engolir tudo aquilo me deixava um pouco frustrado, então fiquei ali só observando e com o meu pau que endureceu na hora no short de futebol que eu estava usando. Quando ele se levantou para ir se limpar saí voado dali, entrei no meu quarto e fiquei pensando na cena que eu tinha acabado de ver, bati várias punhetas pensando naquela rola e gozei feito louco, peguei uma roupa suja que estava no chão do meu quarto e me limpei. Na manhã seguinte acordei já pensando na cena dele batendo punheta e aquilo ficou na minha cabeça o dia todo, olhei no meu celular e vi que era quase meio dia, me levantei fui ao banheiro e fiz minha higiene rotineira, fui para cozinha e não encontrei o papai, fui no seu quarto e ele também não estava, olhei na casa toda e em nenhum canto se encontrava Seu Fábio, então peguei meu celular e liguei para ele, atendendo perguntei onde estava o mesmo me respondeu com um pouco de pressa dizendo que tinha saído para resolver umas coisas e que ia voltar tarde para casa, me disse que tinha comida de ontem ainda na geladeira e mandou esquentar e comer, desligando o celular fui almoçar e fiquei pensando todas as formas que eu poderia fazer para cair de boca na pica suculenta daquele homem gostoso que é meu pai, até mesmo pensei em diluir todos os remédios que ele usa para dormir, mas fiquei com medo de acabar matando o velhote e deixei essa ideia de lado. mas não precisei me esforçar, pois naquela madrugada meu pai chegou por volta das 2hrs da manhã morto de bêbado, derrubando algumas coisas na sala fui ajudar o coroa a ir para o seu quarto, chegando perto dele senti aquela cheiro forte de álcool, até aquele momento eu não tinha pensado em maldade nenhuma, chegando ao seu quarto ele me disse meio enrolado que queria ajuda para tirar suas roupas, assim fiz, tirei seus sapatos, sua camisa e na hora que fui tirar sua calça ele disse que não precisava que ele mesmo tiraria, fiquei só olhando aquela marmota dele tentando desabotoar o botão. - Pai, deixa que eu tiro, você está nem tendo forças para tirar isso Ele ficou resmungando até que desistiu e ficou em pé parada falando nada com nada, me aproximei e tirei sua calça deixando-o apenas de cueca, mandei ele ir tomar um banho, pois estava fedendo e como sempre foi resmungando coisa inaudíveis, fui acompanhando ele até o banheiro, para ajudar a se limpar, até ali eu não estava pensado em nada de putaria, botei ele de baixo do chuveiro e comecei a me molhar, tirei a minha camisa e bermuda e fiquei apenas de cueca também, vendo aquele homem um pouco peludo que eu tanto desejo apenas de cueca e a mercê na minha frente, comecei a pensar em várias sacanagens que poderia fazer com ele naquela situação, acabei ficando de pau duro, mas tive que fazer a linha de ajudante e comecei a ensaboar ele, chegando na parte do meu desejo perguntei-lhe se poderia tirar sua cueca para continuar limpando, meu pai não fala mais um A ficava apenas me olhando com aquela cara de bêbado que não sabe muito bem onde está ou o que tá acontecendo, e como não disse nada tirei bem devagar para ver aquela rola, que estava meia bomba, saindo lentamente daquele cueca vermelha, tirando de vez fiquei admirando aquela rola fenomenal que me fez, peguei ela com a mão esquerda e com a direita fiquei ensaboando fazendo uns movimentos de punheta e aquela pica cresceu na minha mão, dei um trato fazendo uns movimentos que eu vi em um filme pornô na internet e vi que coroa estava gostando, pois gemia bem baixinho, olhei para ele e vi que estava me olhando fixamente e aquilo me deu mais tesão e fiquei batendo uma punheta com mais força e olhando pra ele, até que eu resolvi parar pois queria fazer mais coisas com ele, tirei todo o sabão e fui passando a toalha nele e nada falava, passei bem no pau dele e fiz mais alguns movimentos de punheta com a toalha na mão e nenhum movimentos ele fazia e eu como não sou besta acaba me aproveitando e meu pau já estava doendo dentro da minha cueca. Levando ele para o quarto com um pouco de dificuldade, já que ele estava com o peso todo em cima de mim, coloquei ele na cama, pelado mesmo, e fiquei ali olhando aquele corpo delicioso que estava ali todinho para eu me saciar. Vendo que ele ainda estava de pau duro, sentei no canto a cama, olhei para a cara dele e ele parecia que estava dormindo, então levei minha mão para aquela jeba novamente, bati uma rapidinho e cai de boca, mamava feito um bezerro, tentando colocar aquele pau todo na boca e acaba me engasgando, ouvi ele gemer baixinho de novo e isso me deu mais tesão e fiquei chupando só a cabecinha, não estava nem ligando mais para nada, só queria me acabar de chupar aquele pau delicioso, fiquei chupando por uns 10 minutos e ele não gozava, ainda bem, pois queira quicar muito naquela pica, quando parei de mamar me levantei e tirei a minha cueca e eu estava com um pau duro feito pedra, subi em cima da cama e sentei em cima do seu pau, olhei para ele e estava de olhos fechados, e lógico que eu não sou besta sabia que não estava dormindo, mas me aproveitei mesmo assim, peguei seu pau e direcionei ele pro meu cu, senti a cabecinha da rola na entradinha e fui forçando, por eu seu virgem ainda estava com muita dificuldade para entrar, mas quando entrou a cabeça foi uma dorzinha, que de certa força, estava era me dando prazer, fiquei parado um pouquinho e fui colocando pouco a pouco e a cada entrada ardia mais e mais e eu ficava com mais tesão, sentindo aquele pau me rasgando todo, até que quando eu estava acabando senti uma estocada violenta fazendo entrar todo o resto, dei um gemido de dor e tesão alto e olhei para a cara do meu pai e vi ele me olhando com um puta sorrisinho maldoso. Ele não esperou muito e começou a fazer os movimentos de vai e vem devagar, gemendo igual uma putinha ele aumentava as metidas, até que estava em um ritmo super rápido e dando umas estofadas fortes e isso me dava um puta tesão e gemia mais alto, pedia para ele ir mais rápido e mais forte e assim ele ia, mudamos várias vezes de posição e acabei gozando com ele me comendo de frango assado e enquanto eu gozava ficava pisando o meu cu, o que fez meu pai gozar fartamente dentro do meu cuzinho que já estava largo, gozou gemendo muito e foi tanta porra que estava começando a vazar um pouco dos lados, ele ficou dentro de mim até o pau dele amolecer e sair de vez do meu cu esfolado, ele caiu pro lado e me levantei para ir ao banheiro despejar toda aquela porra, que já estava escorrendo pela minha perna, todinha dentro do vazo, me limpei e quando voltei para o quarto dele vi que estava dormindo, fiquei olhando um pouco mais aquele homem gostoso e dei meia volta e fui para o meu quarto. No dia seguinte acordei tarde e fiquei um pouco no quarto pensando na merda que eu tinha feito, pensei se estaria algum climão ou se ele não lembrava ou se lembrava ia fingir que nada aconteceu, me levantei receoso e fui direto para a cozinha e vi meu pai mexendo nas panelas que estavam no fogão, estava fazendo ovos mexidos e achei estranho, percebendo a minha chegada ele deu um sorriso e me deu bom dia mandou eu sentar na mesa, achando tudo aquilo estranho perguntei o porque ele estava fazendo o café da manhã. - Ah, filhão, tive a melhor noite de sono em toda a minha vida, mas também se eu não tivesse com aquele boquete e com o sexo que você me deu nessa madruga, era impossível não dormir bem. – Disse isso dando um pelo de um sorriso para mim e eu, lógico, fiquei com uma mistura de tesão e vergonha. Depois disso a gente transou durante esses dois belos anos e a cada transa ele me dava mais tesão, até que chegou um dia em que outro entrou na jogada, o irmão do meu pai, que veio passar uma temporada aqui em casa e acabou participando das nossas transas, mas isso fica para o próximo conto.