SONHOS OBSCENOS
quarta-feira, 22 de maio de 2013
CONVERSAS
Aconteceu depois de uma noitada com os amigos. Tínhamos ficado num bar perto da facul até tarde. O pessoal começou a ir embora, ficamos só eu e um amigo de um amigo. Já o tinha visto algumas vezes, cara boa gente. Não sou muito forte pra bebida, acabei passando um pouco do ponto, já tava pensando em como voltar pra casa. Ele disse que eu não precisava me preocupar, a casa dele era pertinho, eu poderia dormir por lá. Boa idéia, pensei, eu poderia deixar o carro por lá mesmo, dia seguinte voltava pra pegar. Pedimos a saideira, uma rápida caminhada, fazia muito calor aquele dia, seu apartamento era a duas quadras do bar. Chegamos lá, conversamos mais um pouco, relaxei um pouco enquanto ele foi tomar um banho. Quando saiu, pedi pra tomar também, com o calor que fazia era uma ótima idéia. Tomei um banho rápido, mais pra refrescar mesmo, sai, ele tava arrumando a cama. Ele morava nim kit, percebi que ele só tinha uma cama, e não tinha sofá. Ele disse tranquilo, a cama era de casal, dava pra caber os dois. Dei risada, ele riu também, só falou pra eu não chegar muito perto. Não tinha outro jeito, e já um pouco tonto da bebida, fui pro meu lado e deitei. Ele tirou a roupa, ficou só de cueca e se deitou. Achei um pouco estranho, mas tava muito quente, fazia sentido. Falou que eu poderia ficar à vontade também, nao tinha problema. Não curti muito a idéia, mas o calor acabou me convencendo, tirei a calça, acabei ficando de cueca também. Percebi que ele tava tentando dormir com as pernas meio abertas, o que achei estranho é que dava pra se notar um certo volume. Achei que eu devia estar viajando. Acabei olhando de novo. Dava pra notar mesmo. Achei uma situação meio estranha, ele não estaria curtindo a situação, não é? Sei lá, devia ser imaginação, pensei até em esquecer do sono e ir até meu carro. Mas podia ser só besteira minha. Ele estava de olhos fechados, parecia dormir. Tentei relaxar, era besteira minha. Só que dava pra notar o volume mesmo. Achei graça. Situação estranha. E parecia ser grande. Achei graça, se ele me visse encucado assim sei lá o que ia pensar. Relaxei. Acabei olhando de novo. O estranho é que o volume não parecia estar descansando. Chamava a atenção, sei lá. Ele deu uma acariciadinha. Percebi que não estava dormindo, desviei logo o olhar. Sem abrir os olhos ele disse que estava difícil de dormir. Acariciou um pouco mais. Dei uma olhada rápida. Pareceu ficar ainda maior. Desviei o olhar. Sem perceber acabei olhando de novo. Deu pra ver que ficou duro com as acariciadinhas. Era grande mesmo. Chamava a atenção. E pior que dava pra ver a cabecinha delineada na cueca. Ele acariciou um pouco mais, depois pôs as mãos atrás da cabeça e ficou com as pernas meio abertas. O volume ficava claro na cueca. Era grande. A cabecinha bem delineada. Parecia estar olhando pra mim. Ele se desculpou. Disse que pelo visto seu "amigo" tinha acordado. Eu não queria olhar, mas chamava muito a atenção. Ele pediu desculpas de novo sorrindo, disse que fazia tempo que seu "amigo" nao brincava, por isso às vezes ele ficava assim. Sorri meio sem jeito, tentei disfarçar, disse que pelo visto ele adorava quando podia fazer novas amizades. Meu amigo riu e disse que sim, que seu amigo ficava todo contente toda vez que conhecia alguem. Não sei se foi impressão, mas ao dizer isso o volume pareceu aumentar. Ele continuou dizendo que seu amigo adorava carinho. Daí lançou uma piscadela e disse que mais que carinho, ele adorava uma boa conversa. Sorri sem graça, era um papo estranho. O volume parecia aumentar ainda mais, eu devia estar imaginando, mas dava pra ver que era grande, e ele não fazia nenhuma questão de esconder. Disse que quando fazia uma nova amizade, ele poderia conversar por horas. Sorri sem graça, a cueca parecia estar quase rasgando. Ele alisou um pouco seu amigo, deixou o contorno bem delineado. Dava pra ver que era grosso tambem. Sei la, chamava a atenção. Ele se aproximou um pouco, perguntou, vocês ainda não se conheceram, né? Ri sem graça, disse que claro que não. A situação toda era muito estranha, disfarcei o olhar, acabei olhando de novo, parecia estar enorme. Ele sorriu, disse "acho que depois de se conhecer vocês vão acabar se tornando bons amigos". Fiquei muito sem graça, disse que não, claro, não era o que ele estava pensando. Ele me disse pra não me preocupar, disse "olha como ele ficou contente com a idéia de ter um novo amigo". Olhei involuntariamente, estava enorme, grosso. Ele disse "viu como ele ficou feliz? vou apresentar vocês". Vi aquele volume se aproximando um pouco mais, fiz que não com a cabeça um pouco assustado. Ele sorriu, acariciou minha mão, disse "não se preocupa, vocês só vão se conhecer". Estava pra dizer alguma coisa, "mas..." quando senti minha mão sendo conduzida, ele dizia "ninguém vai saber que vocês se conheceram", e senti seu volume duro em minha mão. Automaticamente tentei retrair a mão, ele segurou um pouco, parecia ser tão grosso, acho que não percebi que ele passou a acariciar a minha mão. Disse com um sussurro "seja educado, cumprimenta ele". Fiz não com a cabeça. Senti o calor de seu volume. "Ninguém vai saber". Era grande. Dei uma apertadinha. Ele sorriu, "isso, agora vocês são amigos." Senti ficando mais duro ainda, queria afastar a mão, acabei dando outra apertadinha. Senti uma pulsada. Ouvi meu amigo sussurrando de novo "ele adora carinho". Queria afastar a mão, isso estava indo longe demais. Ninguem ia saber. Dei uma acariciadinha de leve. Ouvi um gemido. Parecia ficar cada vez mais duro. Maior. Outra acariciadinha. Deslizando a mão lentamente. Era enorme. Meu amigo estava com a respiração pesada, "ele adorou te conhecer". Acariciava sem pensar, sem entender direito a situação. Era grosso. Vi que ele ia deslizar a cueca pra baixo, fiz não com a cabeça, logo senti seu mastro duro, quente na minha mão. Uma apertadinha. Uma acariciadinha. Subindo lentamente a mão, descendo. Subindo, descendo. Duro como pedra, quente, enorme. Não tinha como negar, era bonito. Rosado, liso. Meu amigo gemia, acariciava minha mão. Se aproximou do meu ouvido, sussurrou "ele tá louquinho pra conversar com você". Arregalei os olhos, sussurrei que não. Tudo estava indo longe demais. "Ninguem vai saber. Olha bem pra ele". Olhei. Enorme. "Ele é bom de conversa". Era bonito mesmo. "Olha mais de perto, olha". Era bonito. Lindo. Vi ele se aproximando. Grosso, enorme. Queria dizer algo. Aquilo não tava certo. Era lindo. Olhando pra mim. Se aproximando. Tocando meus lábios. Quente. *smack*. Só um beijinho. Ninguém vai saber. Só mais um. *smack*. Senti uma caricia em meus cabelos. Senti meu novo amigo ficando ainda mais duro. Gostava de beijinho tambem. *smack*. Lindo. O sabor dele. Ouvi a respiração pesada e um susurro. "Conversa com ele". Hummm... Toquei os labios. Senti meu novo amigo deslizando pra dentro. Duro. Quente. Enorme. Não deu pra resistir ao sabor. Comecei a conversar. Subindo e descendo os labios. Conversando. Dialogando. Mamando, chupando. Senti suas maos suavemente segurando minha cabeça. Meu novo amigo saindo. So a cabecinha na boca. Mamando a cabecinha. Senti saindo um pouco mais, até sair completamente. Tentei beijar. Suas mãos me seguraram. Estiquei a língua. Toquei por baixo da cabecinha com a ponta da língua. Afastou um pouco mais, estiquei mais a língua. Não alcançava. Era lindo, grosso, enorme, nenhum pelo. Tentava esticar a língua. Sentir o sabor. Via meu novo amigo a dois centímetros de mim. Suas mãos me soltaram. Caí de boca, mamando, chupando, sorvendo, saboreando. Apertava os lábios, descia com força, sentia o mastro na garganta, subia, apertava os lábios na cabecinha, descia. Meu amigo gemia forte de tesão. Acariciava meu rosto, meus cabelos, minha nuca. Comecei a punhetar enquanto mamava. Sentia seu corpo tremendo a cada mamada. Tirei da boca. Dei um longo beijo de língua na cabecinha. Meu amigo se levantou um pouco, ficou de joelhos. Segurou bem minha cabeça, apontou a vara. Disse que hoje eu ia aprender a conversar como um profissional. Senti a vara pressionando, invadindo minha boca, tocando minha garganta. Arregalei os olhos, ele só fez "shhh" e sinal pra eu ficar quietinho. Senti a vara entrando mais. Assustei. Ele me olhava com tesão, segurou firme, entrou um pouco mais. Senti a vara fundo na minha garganta. Difícil respirar. Seu olhar me disse que ele não ia parar, tentei me preparar. Forçou mais. Senti minha boquinha sendo impalada. Era grande demais, grosso demais. Engasguei. Ele tirou lentamente, esperou, quando viu minha respiração voltando ao normal, segurou firme e começou a bombar. Tirava até ficar so a cabecinha, enfiava até a metade. Comia minha boquinha como se fosse uma bucetinha. Eu tentava respirar, acostumar, era grosso, entrava e saia, era lindo, delicioso. Apertei os lábios. Sentia a vara entrando e saindo. Até que ele tirou, colou a vara no meu rosto, acariciando meus cabelos. Disse que ainda faltava uma conversa muito importante. Não entendi o que ele quis dizer. Ainda dei um beijinho na lateral da vara. Ele afastou, deitou ao meu lado, beijou meu rosto e disse que ele estava louco pra conhecer meu amigo. Perguntei o que, ele me abraçou, rolou por cima de mim, senti seu peso. Arregalei os olhos de novo. Comecei a entender sua intenção. Ele se ajeitou entre minhas pernas. Disse que não, tentei fechar. Ele beijou meu rosto. Se ajeitou melhor. Tentei dizer de novo que não. Beijou meu pescoço. Isso não podia estar acontecendo. Beijou, lambeu meu pescoço. Arrepiei. Tentei disfarçar. Disse que não. Mordiscou minha orelha. Ui. Disse não, por favor. Se ajeitou mais. Senti o mastro procurando. Caçando. Fechei os olhos. Disse não baixinho. Caçando. Encontrando. Senti um calafrio. Disse não não não não não... Beijinhos no pescoço, um beijo molhado no rosto. Senti meu novo amigo forçando minha cueca. Queria dizer algo, fugir. As palavras não saiam. Ele sussurrou. "Eles vão adorar se conhecer". Uma lambidinha no meu rosto. Uma pressionadinha. Fiz não com a cabeça. Senti minhas pernas amolecendo. Ele se ajeitou melhor. Mordiscou minha orelha. Sussurrou. "Shh, eles tem muito o que conversar, vamos deixar os dois sozinhos". Senti minha cueca sendo afastada. Gelei. O mastro procurando. Encostando. Meu anelzinho se retraindo. Beijinhos no rosto. Pescoço. Uma piscadinha. Uma pressionadinha. Apavorado. Beijinho nos lábios. Pressionadinha. Ui. Não tinha mais volta. Me preparei para o abate. Beijinho na boca. Sua língua entrando em minha boca. Hummm... Uma pressionadinha mais forte. Ai. Entrando. Dor. Língua na minha. Abraço apertado. Meu anelzinho dilatando. A cabecinha passando. Dor. Enorme. Grosso demais. Entrando centímetro a centímetro. Muita dor. Cravando as unhas em suas costas. Sentindo cada preguinha rasgando. Lacrimejando de dor. Enorme. Entrando mais. Cada vez mais fundo. Gemendo de dor baixinho. Envergonhado. Entrando mais. Suas bolas tocando minha bundinha. Sussurro. "O pior já passou, relaxa, agora você vai gostar". Beijinhos. Ele parado, pulsando, meu cuzinho ardendo. Grande demais. Grosso demais. Beijinhos, um longo beijo de língua e sinto meu novo amigo começando a se mexer dentro de mim. Gigantesco. Saindo um pouquinho. Entrando um pouquinho. Dominador. Saindo. Entrando. Beijo de língua. Saindo. Entrando. Dor. Dor deliciosa. Tentando não gemer. Com vergonha de gemer. Saíndo. Entrando. Hummmmmm... Ouvindo um sussurro. "Isso, solta seu lado mocinha, se transforma na minha menina". Fiquei vermelho de vergonha. Saindo. Entrando. Uuuu... Não consegui conter um gemido. Ele amou. "Vira menina, vira". Saindo. Entrando. Saindo. Entrando. Comendo meu cuzinho com maestria. Gemendo. Uivando. Gemendo na vara. Vara deliciosa. Gigantesca. Linda. Abraçando. Meu amigo acelerando as estocadas. Me comendo com gosto. Uivando. Gemendo sem medo. Dominado, submisso, gemendo na vara, sendo enrabado, adorando. Dizendo baixinho para ele me comer. Me enrabar, acabar com meu cuzinho. A vara entrando e saíndo com força, sem parar. Meu amigo urrando de prazer, amando desvirginar meu cuzinho. "Fazia tempo que eu queria te transformar, menina deliciosa". Puto. Puto delicioso. Empinei, abri mais as pernas, comecei a rebolar. Pedia vara. Meu amigo amava e me comia com mais vontade. Comecei a tremer. Tremer e uivar. Não conseguia me controlar. Uivando forte de tesão. Tremendo. Meu amigo bombando e me olhando nos olhos. Tremendo mais. Meu cuzinho contraindo. Meu amigo bombando mais forte, me olhando com satisfação. Meu cuzinho contraindo. Uivando. Gemendo. Gritando. Rebolando. ... AAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhhhh... Relaxando, gozando, gozando com o cuzinho, sem nem tocar no pau. AAAAAAaaaaaaaaahhhhhhhhh... Quase desmaiando. Desfalecido. Sentindo a vara entrando e saíndo sem parar. Meu amigo, meu macho urrando cada vez mais. Seu mastro ficando mais grosso dentro de mim, entrando mais forte, mais rápido, um grito... Sentindo a porra inundando meu cuzinho. Meu macho parado, olhos fechados, urrando e gozando forte no meu rabinho. Maluquice. Situação maluca. Sem acreditar no que estava acontecendo. As respirações acalmando aos poucos, ele saíndo, deitando ao meu lado. Beijando suavemente meu rosto. "Você é uma menina deliciosa". Sorri. Me senti uma femea realizada. Capaz de fazer gozar seu macho. Me aninhei em seus braços, recebendo beijinhos no rosto, e acabei pegando no sono. mar.fontan@hotmail.com
AMIGO DE TRABALHO IRRESISTIVEL
Minha vida parecia perfeita porem tudo mudou de repente. Meu nome é Italo trabalhava em uma agência de publicidade estava com 30 anos e a cinco estava em um relacionamento estável dividindo o mesmo apartamento com Cristian dentista de 31 anos. Na agência trabalhava Ivan de 28 anos, há 2 havia terminado um relacionamento que o abalou muito, tirou férias e após isso fez um curso no exterior e continuou trabalhando de lá e enviando por meios eletrônicos sua parte. Após a volta de Ivan começamos um projeto juntos, logo de cara muitas reuniões e pude ver como ele estava bem, a academia estava fazendo muito bem a ele e pude perceber que ele ainda não tinha pegado a mania de raspar o peito que a maioria dos freqüentadores tem, percebi pois em algumas reuniões onde ele vestia camisa social que começava toda abotoada ia se desabotoando aos poucos ate o terceiro deixando a mostra aquela bela visão que me forçava para desviar o olhar e não ser percebido. Por falar em roupa, estava se vestindo muito bem com bom gosto, os perfumes que trouxe um mais cheiroso que o outro não pude deixar de notar por chegar perto dele. Devido ao trabalho mais intensificado eu e Cristian estávamos um pouco afastados, chegava tarde em casa e a moiria das vezes ele já estava dormindo, em uma sexta feira porem ele ficou me esperando o que achei muito bom pois eu já estava subindo pelas paredes. Eu estava no banho quando Cristian entrou e me beijou, acariciou minhas costas, beijava meu pescoço, seu pau duro brincava de espada com o meu, desceu e abocanhou meu pau, que delicia, aquela água quente caindo sobre mim e eu sendo acariciado pela boca gostosa de meu companheiro em meu pau. Ele levantou e agora era minha vez beijei seu peito e pela primeira vez algo estranho aconteceu, enquanto eu beijava Cristian eu lembrava do peito de Ivan era como fleches, chupava seu mamilo, e aparecia o do meu colega de trabalho passava a língua no peito do meu companheiro e era como se estivesse lambendo meu amigo, aquilo me confundia, me dava mais tesão, mas me deixava mal ao mesmo tempo, fui descendo beijando e deslizando meus lábios na barriga do meu companheiro ate chegar em seu cacete o qual eu mamei como a muito não fazia, chupei com gosto com vontade, Cristian gemia e pedia mais, me dizia que estava gostando que estava valendo a pena a saudade. Fomos para a cama fiquei de quatro e pedi para que Cristian lambesse meu cu, algo que ele fez com gosto, após enfiar varias vezes a língua bem fundo foi a vez de seus dedos com um bom lubrificante e depois seu cacete que eu conhecia tão bem mas desta vez estava mais gostoso, com mais vontade alem da imagem de Ivan ficar me aparecendo a todo momento, gozei fartamente, com as estocadas fortes e rápidas de Cristian e dormimos abraçados. Na segunda feira ver Ivan foi complicado ficava lembrando da transa e me desconcentrei por diversas vezes, claro que foi percebido e no final da reunião Ivan veio falar comigo com seu jeito carinhoso de falar, me perguntou se estava acontecendo algo de errado ou era apenas cansaço mesmo, respondi que era cansaço que apesar do fim de semana o trabalho estava puxado era a terceira campanha grande em seguida estava precisando de uma pausa umas férias. Ivan me perguntou se não poderia me auxiliar e me ofereceu uma massagem quase recusei mas aceitei. Trancamos a minha sala, e Ivan começou comigo de camisa mesmo, mas pediu para que eu tirasse, o que foi atendido suas mãos quentes tocando minhas costas e ombros, seu perfume invadindo minha narina foi impossível não me excitar, começou da minha nuca e foi descendo ate minha cintura chegando perto da bunda me arrepiei por inteiro quando chegou no final das costas, subiu as mãos e por traz de mim mesmo deslizou suas mãos sobre eu peito ate o fim da barriga quase entrando nas calças e perguntou em meu ouvido: _ Relaxou? Meu pau deu um pulo de imediato disse que sim, mas que tinha me lembrado que tinha que responder alguns email’s importantes, quando ele saiu bati uma punheta furiosa no banheiro me lembrando de suas mãos no meu corpo. A semana passou e de vez enquanto Ivan me fazia uma massagem destas geralmente pedia que fosse no fim do expediente ia voando para casa para transar com Cristian, nem tomava banho, chegava arrancava sua roupa, colocava ele de quatro ou frango assando e metia com fúria ate gozar, beijava e o abraçava forte. Aquilo estava ficando insustentável, mas o que fazer eu não podia sair do meu emprego naquele momento, eu ia me separar de um cara depois de cinco anos por algo que nem real era? Estava confuso e não podia contar a ninguém ate cheguei a comentar com uma amiga como se fosse um caso de outra pessoa, mas a resposta dela não me agradou. Após um longo dia cheio de reuniões já estava tarde, estava sem carro havia ficado apenas eu e Ivan por ultimo no escritorio, Ivan me pergunta se eu gostaria de uma massagem respondo que seria ótimo, pois estava precisando mesmo, me oferece um vinho que tinha comparado e que realmente estava ótimo desabotoou alguns botões de sua camisa arregaçou as mangas e desta vez trouxe ate um óleo de massagem muito cheiroso por sinal. A massagem começou e já estávamos na segunda taça de vinho, suas mãos estavam com movimentos fortes, mas delicados tornando a massagem mais gostosa e excitante, Ivan me pergunta: _ Desta vez vai querer uma massagem completa? Fico olhando o com uma cara meio de espanto e ele completa _ Sim completa ate nas pernas geralmente faço apenas nas costas. _ Há sim claro, mas terei que tirar as calças não é? _ Claro ficara mais fácil kkkk. Deito em um sofá na minha sala apenas de cueca e Ivan recomeça a massagem, desta vez quando ele desce ate o final das costa da uma entradinha em minha cueca, mas nada falo finjo nem perceber, vai para as pernas e quando sobe nas cochas após algumas vezes de massagem normal, repete dando uma entradinha com seus dedos em minha cueca, pede para que eu vire de frente e o faço meio constrangido pois meu cacete esta feito uma rocha de duro, Ivan finge não notar e começa a fazer a massagem em meu peito, há como gosto de ser massageado assim em meu tórax, vai descendo descendo faz a massagem lateral desce na barriga e quase entra na cueca mas passa para o pe, dou ate uma respirada forte. Que delicia de massagem nos pés e vem subindo nas pernas e passa um bom tempo nas cochas. Ivan me pergunta se estou gostando e se pode continuar digo que sim sem perceber que estou dando a resposta que ele queria ele então coloca a mão dentro da minha cueca e começa a massagear meu pau na hora penso em pedir para parar mas não consigo falar nada, principalmente quando ele abocanha meu pau, quase gozo de imediato, Ivan me chupa me suga massageando minhas bolas , vem passa uma mão em meu peito e continua a me chupar, passa para meu saco, que delicia de boca quente em minhas bolas, desliza sua língua entre meu saco e meu cu, me viro e fico de quatro Ivan vem e começa um cunete maravilhoso me levando a loucura, meu pau já baba e pulsa, enfia o maximo que consegue sua língua e tira repete varias vezes , tira seu pau para fora e eu o chupo que delicia de cacete! Faço um boquete com vontade enquanto sou dedado por Ivan, rebolo em seus dedos e mamo gostoso em seu cacete. Chupo seus mamilos beijo seu peito, subo beijo sua boca e seu pescoço, Ivan me retribui e me coloca de quatro e com uma perna dobrada no sofá e a outra como apoio no chão começa a bombar, como e gostoso seu pau no meu rabo, segura forte em minha cintura e mete com vontade por alguns minutos me viro e deito de barriga para cima colocando minha bunda no braço do sofá e Ivan recomeça a meter. De repente a porta se abre, pois como estávamos apenas nos no escritorio não achamos necessário tranca la, escuto uma voz familiar gritando: _ O que esta acontecendo aqui? Olho para a porta e vejo Cristian, levanto e tento procurar minhas roupas e ir de encontro a meu companheiro que sai pela porta furioso. Vou atrás de Cristian vestindo minhas roupas pelo caminho pedindo para esperar mas ele entra no carro e vai embora. Ivan diz que e melhor deixar ele ir e me oferece seu apartamento para que eu passe a noite e resolva tudo no outro dia com a cabeça mais fria. Nos três dias seguintes tento contato com Cristian, mas não consigo falar com ele, não me atende nem por telefone, pessoalmente ou mensagem, ate que consigo falar com ele e exponho toda a situação, Cristian diz que e melhor dar um tempo e ficarmos separados e depois de um mês conversamos, concordo por achar que ele foi muito civilizado. Neste tempo tento evitar Ivan, mas e impossível, sinto muitas saudades de Cristian, porem o desejo por Ivan e maior então após o prazo determinado por Cristian conversamos e resolvemos terminar nossa relação de vez. Ficamos um tempo sem nos falar ate que após um ano e alguns relacionamentos de Cristian voltamos a nos falar mais naturalmente afinal foram cinco anos de um relacionamento muito bom e ele e uma excelente pessoa ficar sem ao menos sua amizade seria uma grande perda alem disso somos adultos e sabíamos que um dia isso poderia acontecer. Ivan e eu assumimos nosso relacionamento três meses depois, comprei um novo apartamento, pois vendemos o antigo e dividimos meu ex e eu, desta vez quis fazer diferente, comprei um apartamento só meu e convidei Ivan para morar comigo no começo relutou um pouco, mas já fazem três anos que estamos morando juntos. Fizemos no ultimo mês uma viajem maravilhosa, onde transamos em vários lugares diferentes , na praia deserta, em um beco, e em todos os cantos do quarto dos hotéis que ficamos, Ivan e delicioso alem de inteligente, bonito, gentil e amável um furacão na cama, no começo apenas ativo, mas hoje por mais que eu seja mais passivo já posso ter meus dias de ativo. Estou super feliz e que este relacionamento seja eterno e intenso enquanto dure.
A PRIMEIRA VEZ DE FABINHO....
Minha infância era bastante agitada, pois o bairro onde morava era bastante populoso.
Eu morava com minha avó desde os 7 anos quando meus pais me levaram pra morar com ela na cidade.
Como eles residiam em um sitio um pouco distante pra estudar ficaria mais fácil.
Só em alguns finais de semana eu ia visitar meus pais no sitio. A vida na roça não era fácil pra eles, eu tinha uma irmã mais nova de 6 anos que também teve que fazer o mesmo quando começou a estudar.
Como minha avó era aposentada, apesar de não ter muitos recursos procurava cuidar muito bem de nós.
Meus pais ajudavam do jeito que podiam e apesar de uma vida de pouco conforto, nos divertíamos muito principalmente por sermos criados bem soltos.
Vovó só pegava no pé da gente se tivesse alguma nota ruim ou reclamação por parte dos professores. Eu vivia sendo sacaneado pelos meus colegas de futebol...principalmente pelos mais fortes...viviam passando a mão na minha bunda dizendo que parecia de garota.
Quando minha sexualidade após meus 16 anos começou a se manifestar com intensidade percebi que nos meus banhos quando lavava meu cuzinho o sentia dar umas piscadas mordendo os meus dedinhos...o tesão na bundinha era forte e aumentava de intensidade a cada dia. Mas as brincadeiras safadas que os rapazes viviam tentando fazer comigo eu não gostava muito, principalmente por causa do falatório maldoso.
Foi então que por ter ficado com uma gripe muito forte tive que tomar duas injeções.
Vovó comprou e pediu ao homem que trabalhava no posto de saúde, conhecido dela, que fosse em casa aplicar em mim.
Minha avó era muito querida, todos gostavam dela e a tardezinha ele apareceu em casa pra me dar a injeção.
Eu estava deitado na minha cama, vovó conversava com uma vizinha no portão e ela disse para o homem entrar que Fabinho já estava esperando.
Roberto era o nome do homem, devia ter uns 25 anos e todo sorridente disse:
-então...pronto pra levar uma espetadinha....pro garotão sarar rapidinho?
Senti confiança no jeito dele e ele continuou dizendo:
-teu nome é Fabinho né...deixa eu te falar uma coisa...esta injeção se vc tomar no braço vai doer bastante...acho que devia tomar no bumbum...a gente faz uma massagem e logo a dor some...o que vc acha?
O sorriso no rosto dele me transmitiu tranquilidade e eu disse um pouco sem jeito:
-eu...bem...vamos fazer do jeito que o Sr. ta falando...como quer que fique...que jeito?
Ele se levantou foi até a porta do quarto, fechou-a e voltou dizendo:
-pronto...ninguém vai ver vc com a bunda de fora...só eu! Abaixa o short e vira de bruços...prometo que vai doer bem pouquinho...vou ser bem cuidadoso...ta...bom!
Abaixei o short até o meio das pernas...minha bunda redonda ficou completamente a mostra e Roberto enquanto preparava a injeção continuou a conversa, procurando me deixar à vontade.
-que bunda bonita que vc tem Fabinho...redondinha...acho que nem vai doer...aproveita põe aquela almofada por baixo...é melhor...ja já acaba...o sofrimento!
Apesar da gripe...os elogios dele pra minha bunda...pela primeira vez senti que gostei e quando ele passou o álcool fazendo ficar gelado no lugar onde iria enfiar a agulha...fez com que me arrepiasse e disse todo dengoso:
-aiii...que gelado...fiquei arrepiado...aiii...
Ele nem esperou eu dizer mais nada e enfiou a agulha na minha bundinha...aplicando a injeção...e continuei a reclamar dizendo todo meloso:
-aiii...tá doendo...sim...vc disse que não ia doer...aiii...como dói...
Ele todo compreensivo disse bem carinhoso:
-Calma...Fabinho...vou fazer uma massagem...com uma pomadinha...ja vai passar a dor...eu prometo!
Ele passou gel anestesiante e começou a fazer movimentos circulares onde a injeção tinha sido aplicada...e eu todo fresco reclamava dizendo:
-aiii...como dói...meu bumbum...vai ficar doendo....vou ter que dormir de bruços...a noite inteirinha...aiii...
Percebi que disfarçadamente de vez em quando ele deslizava um dedo por entre as minhas nádegas...enquanto massageava meu bumbum...arrepiei-me por inteiro só que agora era de safadeza...ele sentiu isso e bem safado deslizou um dedo pelo reguinho quase tocando meu cuzinho...eu até empinei minha bunda...mas minha avó bateu na porta perguntando se estava tudo bem e ele parou a “massagem” e mandou colocar meu short.
Nunca havia sentido aquelas sensações antes...meu corpo estava em chamas...meu cuzinho piscava que nem louco...e então tive certeza que desejava que aquele homem continuasse a me tocar daquela maneira.
Ele abriu a porta e saiu dizendo pra minha avó que no outro dia mais ou menos no mesmo horário voltava pra me dar à segunda injeção.
A partir daquele instante comecei a contar os minutos que faltavam pra que ele voltar. Rss.
No outro dia acordei bem melhor, até fui na escola, e vovó ainda comentou se eu queria desistir da outra injeção...mas...discordei rapidinho dizendo que era melhor tomar pra não voltar a gripe.
Perto do horário que Roberto iria vir pra aplicar a outra injeção tomei um banho demorado...lavei meu cuzinho com carinho e torcia para que minha avó não estivesse em casa quando ele chegasse.
Infelizmente isso não aconteceu...mas...o importante é que fiquei todo contente quando ele apareceu todo sorridente dizendo:
-que bom...pelo aspecto que o garotào está hj....ja vi que tá quase bom...até já tomou banho...cabelinho molhado mas...vamos tomar a injeção pra sarar de uma vez...né?
Minha avó estava conversando com a vizinha do lado...sorriu e mandou-o entrar...e rapidamente fomos pro meu quarto e então ele disse:
-vc já sabe como fazer...né...vc é um garoto esperto...tenho certeza que hj vai doer bem menos!
Em segundos abaixei o short e me deitei com a almofada por baixo...minha bundinha toda a mostra...mas desta vez tudo foi mais rápido...a injeção foi aplicada...gemi de dor...e logo começou a massagem...só que desta vez...a safadeza foi explicita...em instantes senti um dedo deslizar pra dentro do meu cuzinho...gemi de prazer e Roberto disse todo safado:
-hj a massagem vai ser do jeito que vc quer...e também quero que vc faça uma massagem em mim...tenho certeza que vc também ta querendo!
Ele dedava meu cuzinho com maestria...eu rebolava sem parar...foi quando surgiu diante de meus olhos o pau super duro do Roberto, ele o tinha colocado pra fora dizendo:
-Chupa meu pau...chupa...viadinho...rápido...quero gozar na tua boquinha...mama no meu pau!
Obedeci cegamente...enfiei aquele pau duro na minha boca....não era grande...e mamei naquela vara com vontade...ele enfiava fundo da minha garganta...fazendo-me engasgar...mas continuava sem parar....ele tava com uns dois dedos enterrados no meu cuzinho me fazendo delirar...ele deu um gemido e segurando minha nuca começou a gozar na minha garganta...era muita porra...mas engoli tudo...pra não escapar nada...meu pintinho gozava só se esfregando na almofada.
Ele se levantou guardou o pau...e me disse todo safado:
-hj não dá...é perigoso...mas to doido pra comer teu cuzinho...vc é um viadinho...muito gostoso...que bunda gostosa vc tem...ainda vou te comer...ah se vou!
Ele saiu me deixando um pouco frustrado...achei que ele ia enfiar o pau dele no meu cuzinho...até tinha sonhado com isso. Mas o gosto da porra dele na minha boca era uma loucura...eu sabia que agora tinha descoberto o que realmente me dava prazer...um pau de macho. Adorei ser chamado de viadinho...e iria gostar de ser tratado como um. Todo meu corpo desejava viver novas experiências sexuais.
Tudo seguiu sem novidades...fiquei só nas punhetinhas gozando com os dedinhos enterrados no meu cuzinho até depois que completei 17 anos.
Foi então que durante o recreio das aulas eu estava no banheiro do ginasio e escutei uma conversa entre dois rapazes falando sobre o Sr. Marcelão dono da uma loja de revistas e gibis novos e usados e que também vendia todos os tipos de doces. Eles diziam que ele era muito tarado que tentava alisar os garotos e garotas que iam lá na loja dele. Como não tinha dinheiro sobrando nunca tinha ido naquele lugar comprar nada, e nem sabia direito como era o tal do seu Marcelão, mas ter escutado aquela conversa tinha me deixado curioso e pensei em fazer uma visitinha até lá.
Depois de alguns dias numa tardezinha sem nada pra fazer resolvi ir até a loja do seu Marcelão dar uma sapeada...coloquei um shortinho justo de malha que realçava meu bumbum grande...uma camisetinha bem folgada e fui.
Quando cheguei em frente da loja já vi o tal do Marcelão...era um homem de uns 40 anos...moreno...bem forte...parecia ser um homem simpático...pois conversava animadamente com um amigo dando gargalhadas.
Como era verão estava com uma bermuda bem folgada e camiseta sem mangas...entrei e vi que loja era cheia de prateleiras, ficava até dificil de andar lá dentro...era pequeno...ao lado tinha um balcão expositor cheio de doces, balas e guloseimas. Tinha uma cortina parcialmente aberta, que separava uma pequena sala nos fundos onde havia uma escrivaninha com muitas revistas e uma poltrona de sofá em frente...no canto um pequeno banheiro e uma porta que saia para os fundos. Com certeza devia morar nos fundos do estabelecimento.
Fiquei folheando algumas revistas e olhando disfarçadamente pro Marcelão, gostei do jeito dele, e dali a instantes o amigo que conversava com ele foi embora e logo perguntou sorrindo:
-e ai rapaz...o que tá procurando...quer ajuda?
Eu já tinha pensado em uma desculpa pra estar ali e respondi todo sorridente:
-não...só to dando uma olhada...eu vim na casa de um amigo aqui perto...ele não tá em casa...eu sai pra dar uma volta...e achei legal aqui...mas hj não tenho dinheiro...so queria ficar olhando um pouquinho...pode?
Percebi que ele deu uma medida em meu corpo...principalmente na minha bunda arrebitada e sorrindo disse:
-Pode sim...claro que pode...ainda mais sendo um rapaz tão educado...quer uma bala pra chupar?
-sim...claro que quero...adoro chupar...bala...adoro doce!
Peguei a bala e voltei a dar uma folheada nos gibis...ficando sempre com minha bunda virada pra ele...percebi que tinha se sentado na poltrona e estava me observando...peguei-o dando umas alisadas no pau por cima da bermuda e então fui um pouco mais perto dele e disse todo encabulado:
-seu Marcelão né...escutei teu amigo que foi embora te chamar assim...o Sr. podia me arrumar água...to com uma sede danada...desculpa ficar te perturbando...mas!
-claro que não rapaz...vou pegar...bem gelada pra vc...alias vc já sabe meu nome mas ainda não sei o seu.
-é Fabio...mas gosto que me chamem de Fabinho...acho mais bonito!
-pronto Fabinho...aqui está sua água...se quiser mais é só pedir...se quiser mais bala...pra chupar...é só pedir!
Eu olhei entre as pernas dele e percebia um volume enorme ali que balançava pra lá e pra cá quando ele andava.
Novamente ele se sentou na poltrona em frente à escrivaninha e agora ele alisava o pau sem disfarçar...meu cuzinho já piscava todo ouriçado com a situação que estava rolando...e bem safado fui até onde estava e me curvei sobre a escrivaninha fingindo ver os gibis que estavam em cima dela...pequei um que me parecia legal e comecei a folhear...esta foi à dica que ele precisava pra me assediar legal dizendo:
-Fabinho...vc não quer se sentar pra ler o gibi...ficar assim de pé...vc vai ficar cansado...quer senta no colo do Tio Marcelão...vai ficar mais confortável!
Ele deu uma puxada na cortina pra esconder um pouco se alguém entrasse...e respondi todo dengoso:
-Não...vai incomodar o Sr...alem de não comprar nada...ainda fico dando trabalho...é chato...seu Marcelão...eu...
Ele me pegou pelos quadris me levantou e me colocou no colo dele...parecia que eu era tão leve!
Quando minha bundinha arrebitada se encaixou no colo dele...parecia que tinha levado um choque...um negocio bem grande, duro e muito quente pulsava entre minhas nádegas, e todo safado ele disse:
-vc não tá dando trabalho Fabinho...pra mim é um prazer...ter um rapaz tão bonzinho quanto vc no colo do tio...e pode ler quantos gibis quiser...acho que vc vai gostar de ficar no meu colo!
-Eu...claro que sim....o Sr...é muito legal...tio Marcelão...gosto do teu nome...porque Marcelão...não é Marcelo?
-Sim...mas meus amigos sempre me chamaram de Marcelão....depois eu te explico o porque...eu também gosto do teu nome...Fabinho é muito bonito...parece com vc...todo delicado...mas aproveita e leia o gibi!
Me enclinei...o gibi em cima da escrivaninha...e eu fingia estar todo interessado na historia....a todo momento eu me mexia no colo dele...o pau enorme dele...espetava minha bunda...e as mãos dele acariciavam levemente minhas pernas pelo lado de fora...meu pintinho estava durinho...eu estava entregue no colo daquele homem.
Eu queria mais...e ai o telefone tocou... ele precisou levantar pra atender...mas logo dispensou quem estava do outro lado da linha...eu ficara sentado na beiradinha da poltrona...e quando ele voltou...disse todo sensual:
-Fabinho...meu querido...não vou mais atender o telefone hj...este povo chato fica atrapalhando meu garoto...ler os gibis dele...no colo do titio...eu gosto de rapazes como vc...sentados no meu colo...quer continuar sentado...no colo do tio...Fabinho?
-muito...o Sr...é muito bonzinho...tio Marcelão...eu to adorando...é muito gostoso...quero ficar mais...um pouco...
-então tá...levanta da poltrona...vou fazer uma coisa que acho que vai ficar mais gostoso...não olha ainda...isso....agora sim...senta no meu colo de novo Fabinho...senta no colo do tio Marcelão!
Quando ele me puxou pro colo dele...percebi o que ele tinha feito...ele tinha abaixado a bermuda...um pau enorme e grosso se encaixou entre minhas nádegas, que eram protegidas apenas por aquele shortinho fino que eu usava. Adorei sentir o calor que emanava daquele mastro...minha bunda parecia queimar. Achei que seria mais gostoso deixar a coisa continuar daquela forma...uma safadeza disfarçada...eu me mexia todo em cima dele e devagar fui percebendo que tinha dois dedos pelos lados de meu shortinho...devagarzinho ele ia puxando pra baixo...eu fingia não perceber o que acontecia...e pra facilitar ainda mais aquilo...dei uma levantada do colo para pegar o um pouquinho d’água do copo que estava em cima da escrivaninha...e quando voltei ele aproveitou e puxou meu short até os meus joelhos...o pau enorme e grosso estava todo melado e escorregou no meu reguinho e quando tocou no meu cuzinho...gemi me entregando...rebolei timidamente e então ele disse todo sensual:
-Que bundinha gostosa...vc tem Fabinho...minha pica tá adorando este rabo...assim....rebola na pica do tio Marcelão...viadinho gostoso...vou adorar meter nesse cuzinho...meu viadinho safado....pega com a mão minha pica...viadinho...pra vc saber porque meu nome é Marcelão!
Eu estava completamente entregue aos prazeres daquele macho e enfiando minha mão entre pernas encontrei uma pica enorme e muito grossa...praticamente era o dobro de tamanho do Roberto que eu tinha só chupado... aquilo não iria caber dentro de meu cuzinho virgem....mas Marcelão me deitou em cima da escrivaninha e enfiou o rosto entre minhas nádegas e começou a lamber e enfiar a língua no meu cuzinho...eu rebolei como uma putinha...e ele dizia todo safado :
-que cuzinho gostoso...morde a ponta da minha língua com seu cuzinho...viadinho safado...rebola na minha língua viadinho...quero sentir vc gozar na minha língua...goza viadinho...goza bichinha!
Eu tremi todo...do meu pintinho durinho saiu bastante sêmen...eu rebolava sem parar...ele então colocou a cabeçona da pica na porta do meu cuzinho virgem completamente molhado pela saliva dele...e sussurrou todo tesudo:
-que cuzinho guloso...delicioso...rebola na cabeça da minha pica viadinho...mostra pro Marcelão que vc é uma bichinha bem putinha...faz o que teu macho ta mandando...brinca com minha pica na portinha do teu cuzinho...viadinho delicioso...faz eu gozar...assim...vc vai gostar...vc me deixou tarado...com esta bundinha gostosa...rebola...quero gozar....rebola...putinha...rebola viadinho...faz teu macho gozar...faz...
Eu delirava com a voz dele me conduzindo...sentia a cabeça daquela vara enorme bem encaixadinha no meu cuzinho...doía só um pouquinho...estava uma delicia aquela safadeza...eu achei que ele ia gozar assim...só brincando...ele segurava meus quadris...me fazendo rebolar do jeito que gostava...o tesão me deixava sem pudor...e me entreguei dizendo:
-assim...tá tão gostoso....que delicia...seu Marcelão...to adorando...sentir vc assim...eu to adorando ser seu viadinho...é minha primeira vez...que sinto o pau de um homem...assim no meu cuzinho...que delicia...goza...eu quero sentir...tua porra...
Ele então deu um urro...e senti o primeiro jato de porra fervente inundando por completo a porta do meu cuzinho...quando percebi...Marcelão...começou a enfiar aquela pica enorme no meu cuzinho...os jatos de porra ajudavam a lubrificar o caminho...gritei de dor perdendo o cabaço....ele nem se importou...foi enfiando e gozando dentro de mim...lagrimas escorriam de meus olhos...meu quadril...eram seguro firme por aquelas mãos fortes...parecia que eu estava sendo partido ao meio...ele enfiou tudo...na minha bundinha...praticamente desmaiei...meu cuzinho tinha sido arrombado...me senti totalmente empalado...e cheio de porra daquele macho....ele me puxou e me fez sentar em seu colo...seus pelos colaram na minha bunda...eu sentia por inteiro aquele homem dentro de mim...e ele sussurrou sensual em meus ouvidos:
-fica quietinho...assim....meu viadinho...gostoso...que cuzinho mais delicioso que vc tem...fica assim...até minha pica amolecer dentro de vc....vc vai ser meu viadinho agora...machuquei vc um pouquinho...mas logo a dor vai desaparecer...e vc vai poder dar este cuzinho...de novo pro Marcelão...este cuzinho vai ser só meu...daqui pra frente...vc vai viciar na minha pica...meu viadinho gostoso.
As lagrimas continuavam a escorrer pelo meu rosto de dor e de prazer...tudo ao mesmo tempo...quando depois de alguns minutos sentado no colo dele com aquele pauzão enterrado no meu cuzinho...senti que ele começava a amolecer e escapar de dentro de mim...quando ele saiu...senti que escorria porra do meu cuzinho arrombado...mas ele me acariciava com as mãos...todo pelado no colo daquele macho...sentia-me aninhado e protegido...e depois de alguns minutos ele me levou pro banheiro e me deu um banho demorado...e depois passou uma pomadinha no meu cuzinho...tinha saído um filete de sangue...disse que aquele remédio ia fazer o cuzinho sarar rapidinho e logo poderia voltar ali pra ele me comer gostoso de novo. Rss.
Certamente eu ia voltar...mesmo todo dolorido...já desejava aquela pica enorme novamente.
crisnuber@outlook.com 22/05/2013
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terça-feira, 21 de maio de 2013
MINHA PRIMEIRA VEZ FOI NO TRABALHO
Olá vou contar agora minha primeira experiencia homessual passiva.
Meu nome é Caio tenho 26 anos moro no Rio de Janeiro.
Aos 15 anos, não aguentava mais pedir dinheiro para meus pais, então decidi arrumar um emprego, depois de muito tempo procurando (quase ninguem dá trabalho pra menor de idade), achei um emprego em uma loja de utensilios domesticos aki no Rio.
Comecei a trabalhar, e lá conheci Renato, um cara mais velho, divorciado e com dois filhos, tinha uns 27 anos na época e era filho do dono da loja.
Branco, alto, olhos claro e dono de um belo corpo (bem definido).
Nessa época, eu ja sentia uma curiosidade imensa em dar o cu, já tinha chupado um pau, mas na ocasiao não tive coragem de dar, e essa vontade estava me consumindo.
Enfim, depois de alguns meses trabalhando na loja, fiz amizade com quase todos os funcionarios, em especial com Renato.
Ele tinha umas brincadeiras um pouco bobas mais ao mesmos tempo maliciosas,
Começou me chamando de boneca, dizendo que eu tinha traços femininos, boca pequena e tal . Depois disso, começou a dar tapinhas na minha bunda (Isso tudo no meio da loja ou no estoque), e passou a dar descaradas apertadas na minha bunda, eu fazia que nao gostava mais adorava.
Certo dia, estavamos na frente da loja, quando ele veio com uma foto na mão e disse :
- Olha meu garoto ae.
Eu inoscentemente olhei a foto,
na verdade era a foto de um pau extremamente duro e grande (Não havia rosto na foto)
Ele ria.
O tesão foi instantaneo, meu pau logo ficou duro e senti meu cu umedecer (eu transpiro muito quando estou com tesão).
Disconversei, dizendo que não acreditava que era dele.
ele perguntou :
- Quer ver? e deu uma risada
Eu nada respondi, apenas deu um sorriso sem graça.
Passado uma semana ele avançou nas brincadeiras, não podia me ver sozinho no estoque que vinha me sarrar, eu adorava maas me fazia de inoscente.
Numa sexta feira, estavamos em horario de almoço, todo mundo junto, brincando e tal,
quando anunciei que ia ao banheiro.
Chegando lá me dei conta que Renato tinha me seguido,
fui até o mictorio (que é coletivo), e comecei a mijar.
Renato por tras de mim disse :
- Naquele dia você duvidou que aquela piroca era minha néh?!
Fingi que não entendi, mas já entendendo suas intenções,disse :
- O que?
Ele nada falou, apenas chegou do meu lado no mictorio e me mostrou akele enorme penis que acho que devia ter quase uns 20 centimetros, arregaçou o bicho e falou :
- Pega nele vai putinha, eu sei que voce quer.
- Tá maluco Renato? Eu gosto de buceta.
E ele retrucou :
- Eu tambem, mas adoro comer um cuzinho de garotinho.
Já não estava me aguentando de tesão, meu pau estava babando de vontade, o cu então nem se fala.
Mas ainda me fazia de dificil.
- Tomaar no cu pra lá rapaz.
Mas ele insistia:
- Só sai daqui se der uma pegada.
Eu suava, tremia, não sei se de tesão ou de medo.
- Só pegar? Perguntei
E ele confirmou.
Então peguei no bichão, era tão grosso que mal conseguia dar a volta com a mão,
estava quente de vontade, pulsava, dava pra ver as veias saltando, começava a cuspir um liquido tranparente e viscoso que fiz questão de espalhar naquela cabeça rosada.
Me deixei levar e acabei pensando alto :
- Imagina essa porra socada no meu cuzinho!
- Eu sabia que tu queria putinha. Disse Renato
Fiquei todo sem graça, porque acabara de relevar minha vontade.
Saimos do banheiro e voltamos para o trabalho.
Renato pediu para que eu cobrisse o setor de Mauricio, um rapaz que era repositor do setor de cozinha que estava doente a dias, fiquei a tarde quase toda repondo o setor e me sobrecarreguei, ainda tinha que arrumar o meu estoque.
A hora foi passando, a noite foi caindo, todo mundo terminando o trabalho e indo embora, mas pra mim ainda faltava muito.
Por volta das 7 da noite só tinha eu no estoque,
quando do nada me surge Renato puxando assunto:
- E ai, gostou do que viu lá no banheiro putinha?
- É, era voce mesmo na foto.
- Mas para de me chamar assim cara, se alguem escuta isso.
- Só tem agente na loja e o zelador lá fora. Disse ele
Continuei fazendo meu trabalho quando fui surpreendido com Renato sentado batendo uma punheta me olhando.
O tesão começou a bater, o pau ficou duro, comecei a tremer e pensei :
"É hoje que vo perder as pregas"
E decidi ousar :
- Quer ajuda ai? Perguntei
- Claro.
Comecei a punhetar aquele membro enorme bem devagarzinho, pra cima e pra baixo.
Renato fechou os olhos e começou a murmurar :
- Aaaaah .. Isso putinha, vai .. Toca gostoso essa piroca!
Num piscar de olhos eu já estava de joelhos mamando aquele tremendo caralho.
- Tira a roupa vai! Disse eu (O tesão já tava me comandando)
- Calma, continua mamando gostoso.
Foi o que continuei fazendo com vontade.
- Voce já deu esse cuzinho? Perguntou Renato
- Não
- Huuum, vo tiraar teu cabacinho?!
-Que delicia putinha!
Renato então mandou que eu tirasse a roupa enquanto ele ia no banheiro pegar sabonete.
Quando voltou eu já estava nu me masturbando.
Mandou que eu me levantasse e virasse de costas pra ele, e me inclinasse sobre umas caixas e abrisse a bunda, ele melou beem meu anelzinho com o sabonete e fez o mesmo com seu pau.
começou então a me dedar e me bater uma deliciosa punheta, não resisti muito tempo com o estimulo na prostata e gozei como um louco, minhas pernas tremiam de tesão.
Renato rapidamente começou a pincelar meu cuzinho com aquele cabeção, e foi enfiando bem devagar, depois que a cabeça entrou dei um grito de dor,
e ele impiedosamente continuava a introduzir seu trabuco em mim.
- Para, para! Ta me rasgando todo! Aaaaaah
Tentei sair, mais Renato pegou meus braços e segurou frente se enclinando sobre mim e empurrando todo aquele caralho imenso em minhas carnes.
Minhas pernas estavam bambas, eu já não tinha mais firmeza alguma.
A dor era insuportavel, eu gemia, gritava de dor, chorei feito criança, pedia pra ele parar mais meus apelos pareciam exita-lo mais ainda.
Depois de quase 10 minutos de foda, eu já estava dominado e me acostumando com a dor, que aos poucos foi se transformando em prazer.
Eu já tinha gozado duas vezes sem me encostar (pois ele estava segurando meus braços),
Sentia alguma coisa escorrendo pela perna, mas não sabia o que era.
Renato então anunciou que ia gozar, e me soltou
sem firmeza nas pernas cai sentado no chão, mandou que eu abrisse a boca que viria leite.
- Aaaaaah, aaaaaaah, caraaalhoooo!
- TOMAA LEITE PUTINHAA!
- Aaaaaah
Me deu um banho de porra, sujou boca, nariz, cabelo.
percebi que tinha sangue na coxa de Renato, quando consegui me levantar ainda com muita dor, meu cuzinho todo esfolado, queimando havia sangrado como uma virgem que perde o hímen.
Me limpei na pia do banheiro e fui pra casa.
Pouco tempo depois, fui mandado embora e nunca mais encontrei com Renato.
Espero que tenham gostado!
Deixem comentarios.
Valeu ate a proxima!
domingo, 19 de maio de 2013
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