terça-feira, 28 de março de 2017

Iniciação Com 2 Amigos Safados

Éramos amigos, eu o mais novo deles, e me interessava muito por sexo, mas nunca cogitei um homosexual. Nunca fui afeminado até hoje não sou. Naquele dia, em um campinho bem isolado, fomos nós 4. Tínhamos uma revista erótica trazida pelo mais velho do grupo e estávamos loucos para ver. Quando aberto e follheado eles ficaram todo loucos, excitados, e não raro ficavam segurando seus pênis pela a bermuda. Certa hora percebi que estava mais interessado no pau deles do que na revista pornográfica onde tinha uma mulher e alguns homens transando. Eles ficaram ali tocando, e se masturando sem cerimônia. Com o passar da revista um fica olhando para outro, com cara de pidão: - Ei rapaz, não olha para mim não?! Sou macho. Um deles retrucou: - também, é que comeria uma bundinha agora, se tivesse uma mina aqui...! Eu era o mais novo, e tinha uma bunda grande, apesar de magro, e isso logo virou assunto: - O Yuri tem a bunda boa para gente comer, bunda branca e grande, faria igual a isso daqui - mostrava a cena na revista da mulher de 4 com o cara por trás. Falou rindo e eu não falei nada, fiquei com vergonha, mas ao mesmo tempo estava disposto a ceder, fiquei curioso, e com vontade, para falar verdade. Eles ficaram falando só de sexo, até próximo da noite, quando estávamos para sair um disse: - Yuri, vamos rapaz, você fui o único que não foi contra e não falou nada, já está de noite, ninguém vai ficar sabendo, enquando um já me pegava por trás, e eu saía. Eu falei: - Isso é estranho, vocês vão enfiar o pau na minha bunda, to com medo de doer. Aí eles ficaram olhando um para o outro e o mais velho disse: - Beleza, eu vou primeiro, sou mais velho, vou tomar cuidado, se doer a gente para, não faz mais nada, eu também nunca fiz isso também. A gente foi para o meio do mato e os outros dois ficaram lá esperando. Eu abaixei a minha bermuda e ele a sua e fiquei de 4 para ele. Falei para ele ir devagar. Ele cuspiu no dedo e falou se podia colocar o dedo antes, porque tinha lido que era melhor assim. Pensei eu: - Que safado, já tava pensando isso a um tempão, pqp. Ele enfiou o dedo cuspido no meu ânus, coisa que sinceramente não curti muito. - Ah, até que não tá sujo não! disse depois - Dá para colocar meu pau ai tranquilo. Eu olhei o pau dele, meio rosa, duro, e senti um tesão imenso, gostei muito da cena. Ele cuspiu de novo e colocou no pau. Ele tinha dito que nos filmes faziam isso para dar uma lubrificada, ai não ia doer. Achei meio nojento, mas deixei, tava um pouco receoso de doer. Ele veio para cima de mim e começou a tentar forçar e foi um desastre, foi difícil. Reclamei que estava doendo que queria parar, mas ele insistiu que iria conseguir, ai fui deixando. Derrepende ele conseguiu engrenar a cabeça do pau no meu ânus, senti uma pressão estranha, dóia, mas era bom, não sei especificar. Ele me pegou pela cintura e começou a colocar mais fundo. Senti dor quando ele colocou tudo, mas sentir o pau quente assim, foi de certa forma bom. Pouco se movimentou, mas parecia ficar melhor, eu suava mais, quando ele forçava para dentro. Pouco tempo, muito pouco senti uma pressão grande dentro e uma ardência de líquido que ele tava jogando para dentro, e senti bater bem fundo com um jato. Ele tinha gozado naquela hora. Foi muito, muito rápido. Rapidamente ele tirou o pau de mim, e ficou ali me olhando: - Gozei cara, bunda gostosa, caralho bom demais. Posso chamar o "fulano"? Eu pensei, tava querendo mesmo, achava que poderia ser melhor com o segundo. Eu disse: - Chama, se ele quiser....Veio ele todo sem graça, e esfregando o pinto sobre a calça. Não falei nada, apenas virei a bunda para ele e fiquei esperando. Ele entendeu o recado, tirou a bermuda e botou o pau para fora. Quando chegou perto e colocou a cabeça na minha bunda falou: - Po, aqui tá melado. Eu disse: - Você quer ou não? Depois do silêncio sinto a vara dele entra bem fácil, e foi muito melhor. Ele vai rápido também, mas bomba mas fácil, por estar lubrificado e também, rápido acaba gozando, e eu sinto a mesma coisa que senti no primeiro. Quando chamaram o 3 ele ficou meio com medo talvez e não foi. Ai, eu como se nada tivesse acontecido fui caminhando com eles para casa e não falamos mas aquele dia. Nunca fui e até hoje não sou afeminado, mas nesse dia passei a gostar de dar para caras e aprontar no sigilo com caras de curtem essa diversão.

Meu amigo hétero agradeceu o presente

Olá, há um bom tempo venho querendo escrever sobre as minhas aventuras então vamos lá, primeiro vou me apresentar: me chamo Diego, tenho 22 anos, sou branco, cabelo liso, malho desde os 16 anos por isso tenho um corpo bem sarado, peito definido, coxas grossas e uma bunda enorme gracas a genetica (rs) e com uma ajuda da academia. Desde adolescente minha bunda sempre chamou a atenção, desde meninas, a gays, inclusive muitos heteros sempre elogiaram. Essa historia que vou contar hoje, aconteceu em dezembro de 2015. Tenho um amigo hétero chamado Henrique, nos conhecemos em 2014 durante a copa e viramos bons amigos desde entao, mesmo ele sabendo que sou gay nunca se mostrou incomodado, inclusive com um tempo comecou a tirar brincadeiras comigo, elogiando minha bunda, dizendo que ele fosse gay eu tava fudido, sempre que alguem tirava sarro da nossa amizade ele dizia que eu era a namoradinha dele, mas sempre foi num tom de brincadeira. Certo dia, estávamos conversando quando uma morena passou e ele ficou admirando ela, nesse momento ele olhou pra mim e disse: "to com um tesão do caralho, só de ver essa morena olha como meu pau ficou!". Quando vi aquilo levei um susto, e fiquei rindo e ele continuou a pegar naquele pau por cima da calca jeans, perguntei num tom de brincadeira se poderia pegar mas nao achei q ele iria deixar, me surpreendi com ele dizendo que sim mas que so uma pegada porque ele nao curtia essas coisas, nao me fiz de bobo e logo dei uma pegada naquela mala recheada, ele riu e logo tirou a minha mao. Fui embora e bati uma punheta gostosa pensando no que poderia rolar dali em diante. O tempo passou, as brincadeiras continuaram, mas nada demais aconteceu. Ate que um dia ele me ligou de madrugada bebado, me pedindo pra pegar ele num bar la no centro da cidade, troquei de roupa e fui ao seu encontro. Ele estava com uma bermudinha deixando suas pernas peludas a mostra, e de chinelo e camiseta, reparei nele e comecei a sentir muito tesao no meu amigo, e pensei logo que aquelee dia seria a minha chance. Ele entao pediu para irmos a outro bar ali perto, eu nao estava muito a vontade mas fui com a intencao de que ele ficasse um pouco mais bebado, chegando la para a minha surpresa era um bar gay, ele disse q gostava de ir ali por causa da musica e que sempre tinha uma coroa que ele conseguia arrastar pra casa no final da noite. Ficamos ali mais um tempo, ele tomou algumas cervejas e logo pediu pra ir embora, chamei ele pra irmos fazer um lanche no caminho de casa. Ele estava ali, sentado no banco do passageiro, descalco e eu nao conseguiria parar de olhar pro seu pé de macho, comecei a passar a mao na sua perna e desci pro pé, ele achou estranho mas nao se incomodou, parei o carro num estacionamento ali perto e perguntei se podia fazer uma coisa, ele estava meio desconfortavel mas disse que sim, me aproximei e comecei a chupar o pé dele, lambi todo, os dedos, a sola, nunca tinha sentido tesao em pé ate aquele momento, ele comecou a soltar uns gemidos e quando comecei a subir pelas suas coxas ele mandou eu parar e pediu pra que eu o deixasse em casa, pois ele era macho e nao curtia essas coisas, ate tentei insistir mas ele estava decidido. Os dias se passaram, nao tocamos mais no assunto, ate que perto do natal ele comentou que estava precisando de um tenis para malhar, eu entendi a deixa e no mesmo dia comprei um de presente. O convidei ate a minha casa e disse que tinha uma surpresa pra ele, quando ele chegou eu o chamei ao meu quarto e enteguei o presente. Ele ficou muito feliz e me abracou num abraco muito apertado, pude senitr o cheiro daquele homem, sentir seu oeito no meu, entao por um instinto eu virei de costas pra ele, fazendo com que minha bunda ficasse no pau dele, ele deixou, continuei com os bracos dele em volta de mim quando sinto um volume crescendo, ele me afastou e disse: "eu n sei oq ta acontecendo cmg, eu sou hetero, mas gosto muito de voce, mas nao sei como, é mais de que amizade, mas nao sei oq eh", eu disse pra ele que nao tinha problema, que isso nao ia fazer ele ser gay mas que realmente tinhamos uma relecao muito bacana, ele entao disse "e eu nao vou mentir, sinto muito tesao no seu rabinho, é melhor do que muita mulher por ai". Nessa hora eu virei de costas e comecei a me exibir pra ele, ele comecou a passar a mao, alisou, entao abaixei minha bermuda e fiquei de 4 na cama, ele abaixou a minha cueca e comecou a brincar com o meu cuzinho, comecou a me encoxar, passou o dedinho no meu buraquinho, abriu bem as bandas da minha bunda. Pedi pra ele mostrar como ele fodia as vadias que ele comia, ele comecou a simular, fazendo movimentos como se estivesse me comendo, ele me deu uns tapas, perguntsndo se eu era a vadia dele, fiquei louco de tesao e pedi pra ele me comer, ouvi o barulho do ziper dele abrindo, de repente ele comeca a bater no meu rabinho com seu pau. Pedi novamente pra ele me comer, ele disse baixinho no meu ouvido "hoje nao, mas vem mamar o meu macho". Na mesma hora virei e pude conferir aquele monumento de perto, 20cm de rola, durasso, por minha causa ali na frente, nao pude acreditar, abocanhei como se tivesse a 10 anos na seca, chupei como nunca tinha chupado ngm, brinquei com as bolas, passei a lingua na cabecona, ele tava muito excitado, pouco mais de 10 min chupando ele anuncia que vai gozar e manda eu continuar chupando, logo sinto varios jatos quente na minha boca, eu tava no paraiso, engoli tudinho. Ele ainda falou no final "gostou do leitinho?". Fui no banheiro me limpar, quando eu voltei ele estava morto de vergonha, dizendo que precisava ir embora... Falei pra ele se acalmar, que aquilo nao tinha sido nada demais, ele disse que era macho e que nao devia fazer essas coisas. Ele ja estava chegando na porta, quando olhou pra mim e disse: "antes de ir, eu posso me despedir desse rabinho?..." Se voces gostarem eu continuo essa historia no proximo conto, desculpa qualquer erro, é a minha primeira vez escrevendo, aceito dicas e criticas, espero que voces gostem. Bjss

segunda-feira, 13 de março de 2017

Pagando a conta. ..

Tenho um tio, Carlos (irmão da minha mãe) que não é muito certinho, volte e meia faz alguma bobagem. Era uma terça tarde noite, eu sozinho em casa assistia tv, recebi uma mensagem da minha mãe, dizendo que meu tio estava em um bar ali próximo, bêbado e não tinha como pagar a conta, me disse para pegar o dinheiro e ir busca-lo. Carlos esse meu tio, é irmão de minha mãe, um cara problemático. Quando eu me aproximava do bar, vi meu tio largado numa cadeira e um senhor negro com ele, me aproximei me apresentei e o senhor disse que havia ligado para minha mãe, não tanto pelo dinheiro, mas para ver o que fazer com meu tio. Então sem saber o que fazer também eu disse: - o problema é que não vou conseguir leva-lo até em casa assim. Então Mário, o negro disse: - quer colocar ele ali dentro, até ele recuperar para ir embora? - mas não vai atrapalhar? O senhor já fechou o bar. - não, não tem problema não, a gente coloca ele ali e deixa ele recuperar um pouco. O bar era muito simples, mas extremamente limpo, Mário abriu a porta de ferro, levamos meu tio até uma espécie de escritório e o colocamos em uma poltrona. Então Mário disse que iria fechar a porta novamente para evitar que alguém entre. Então fui surpreendido com a simpatia em que o senhor Mário me tratava, conversador e alegre, me deixava cada vez mais relaxado. Durante nossa conversa, ficou claro que ele sabia da minha preferencia sexual e até certo interesse e curiosidade. Quanto mais o tempo passava e o papo fluía, minha vontade de conhecer aquele cacete negro aumentava. Pouco depois me lembrei da divida de meu tio e pegando o dinheiro disse ao Mário: - nossa já ia me esquecendo. - deixa isso pra depois, não precisa pagar agora não. - não, o correto é isso. - depois você me paga. - mas como? Depois quando? Pagar com o que? Aproveita que o dinheiro esta aqui. - depois paga. - nossa tô ficando confuso, como vou pagar. E depois de um tempinho em silencio resolvi dar uma arriscadinha e disse: - então se não quer o dinheiro, vai ter de pedir outra coisa. Depois de mais silencio e eu com certeza de que ele queira me comer continuei: - pede, pode pedir, qualquer coisa, se não pedir vou ter de oferecer outra coisa. - que tipo de coisa? Então já sem perder mais tempo fui direto e disse: - na verdade eu podia deixar tudo certo, fazendo uma boquete ou outra coisa em você, pode ser? E como ele não me respondeu fui em sua direção, estávamos na parte de frente do bar, onde há uma pia, um balcão refrigerando, geladeira, freezer e as cadeiras e mesas de armar, empilhadas num canto. Parei bem na sua frente e sem dize mais nada, comecei a desabotoar sua calça, então enfiei a mão por dentro da cueca e encontrei aquele pau indescritível, que mesmo mole enxia minha mão. Abaixei-me de cócoras, puxei a calça e a cueca até os joelhos e fique de cara com aquele pau delicioso, enorme, negro e brilhante. Arregacei a pele e enfiei aquele cabeção ainda mole na boca, que enquanto chupava crescia dentro dela. Eu mamava e ia me impressionando cada vez mais com o tamanho daquele pau e meu tesão em sentir ele em meu cuzinho era cada vez maior. Percebi que Mário não tinha iniciativa alguma, então com a cabeça do seu pau encostada em meus lábios eu disse a ele: - pode pedir o que quiser tá? Então me levantei, virei minha bundinha branquinha para ele. Com a mão eu esfregava seu pau em mina bunda sobre o short, até que ele me disse: - lá no fundo tem uma caminha. Imediatamente comecei a ir para o fundo do bar o puxando pelo braço, até que chegamos em um quarto que tinha realmente uma cama e mais um monte de coisa. Ele parou ali aos pés da cama com a calça arriada e eu então tirei toda minha roupa e comecei a subir engatinhando na cama, fui em sua direção, dei mais uma deliciosa chupada naquele pauzão, me virei e fiquei de 4, Mário então me puxou pela cintura até a beirada da cama, encostei o peito no colhão e escancarei meu cuzinho para ele. Com as duas mãos e minha bunda, a cabeça encostada na portinha, eu sentia ele cuspindo em meu rabo, depois espalhou com o pau e mais uma vez encostou na portinha e começou a enfiar. Senti milímetro por milímetro daquele pauzão negro entrando em meu cuzinho, meu pau parecia que explodiria de tesão e Mário com delicadeza, enterrou aquela pica inteira em meu cu, começou a estocar de vagar e foi aumentando a velocidade e a cada estoca seu saco batia no meu saquinho, eu estava alucinado de tesão com aquele pau entrando, saindo e arrombando meu cuzinho e aquele sensação me deixava cada vez com mais tesão, depois de um tempo me comendo assim, eu me virei escancarei as pernas para o ar e ele socou aquele cacetão em meu cu novamente, então ouvi um barulho estranho que vinha da frente do bar. Só subindo as calças, Mário tirou o pau da minha bunda e foi ver o que era, curioso, mesmo nu fui atrás. Assim que chegamos na frente da porta do tal escritório, enterrei com o corpo por baixo de Mário e vimos que o barulho era apenas meu tio que fazia uns sons estranhos enquanto dormia, enquanto olhávamos meu tio ali, coloquei a mão no pau de Mário, levantei o pé e coloquei sobre uma caixa de bebidas e disse: - vem me come de novo. Então Mário se livrou da calça e rapidamente eu já sentia aquela delicia de pau entrando em mim novamente, enquanto Mário me comia, eu olhava para meu tio ali esparramado, dormindo e de pau me parecendo duro. Curti Mário me comendo mais um tempinho, eu disse: - pode gozar dentro, depois eu vou ao banheiro. E me segurando pela cintura, Mário começou a me encher de porra, eu sentia que a cada pulsada que aquele pauzão negro dava dentro de mim, despejava um monte de porra. Quando vi que ele havia acabado, tirei seu pau da minha bunda, me abaixei de cócoras e dei mais uma bela chupada e fui ao banheiro. Ainda de pau duro, com tesão, sentado no vaso deixando a porra escorrer do rabo, comecei a me punhetar. E no exato momento em que eu gozava, meu tio entra no banheiro, já segurando o pau na mão, quando me viu e disse: - nossa tá batendo umazinha ai, hummm também quero. E enquanto ele se aproximava de mim, vendo ele ainda bêbado mas com um belo pau ali na minha frente, não tive duvidas, agarrei seu pau e abocanhei. Mamei bem pouco e ele disse que ia gozar, então deixei ele gozar em meu rosto. Depois de alguns minutos, recomposto e vendo meu tio parcialmente recuperado, agradeci ao Mário e eu e meu tio voltamos para casa.

O tio ogro.

Tenho um tio que consegue ser insuportável, preconceituoso e gostoso, um coroa gato. Acho até que essa tara é meio que uma fantasia de submissão que tenho, em ser comido por ele. Porem ele nunca facilitou, alias sempre me comportou como um ogro, gostoso, mas um ogro. Mantive essa fantasia até o dia do aniversário da minha avó. A família alugou uma chácara enorme à festa e então no sábado da festa, minha fantasia aconteceu e foi com o ogro gostoso. Chico é o irmão mais novo da minha mãe, tem seus 35 anos e solteiro. Depois de um tempo de festa, eu estava na piscina quando ele entrou, ficou em um canto tomando cerveja e então se aproximando, meu coraçãozinho disparou e meus pensamentos eram só putaria com ele. Então sendo ele mesmo, ou seja, um ogro apertou forte minha bunda por baixo da água e disse: - vai lá pegar outra cerva pro tio vai. A contra gosto, porém já sendo obediente, fui, voltei, entreguei a ele e entrei na água, de vez em quando, ele se virava para mim e fazia um comentário da festa, se aproximava, pegava em minha bunda e pedia para buscar cerveja. Depois de já ter ido umas 6 vezes, notei que ele estava um pouco alterado, então ele se aproximou de mim, ficou ao meu lado dentro da água e com uma mão tomava a cerveja e a outra começava a acariciar minha bunda. Em um determinado momento ele já com a mão enfiada por dentro da sunga e o dedo pressionando a portinha do meu cu, ele disse: - nossa queria outra cerveja, mas tá tão gostosinho aqui né? E eu adorando já aquela situação, dei um sorrisinho e concordei com a cabeça. Ele então, deu um salto, saiu da piscina, correu até o quiosque, pegou outra cerveja, voltou correndo para a piscina e pulou, voltou ao meu lado, abriu a latinha e já no primeiro gole, sua mão entrava pela minha sunga, ao mesmo tempo em que falava baixinho uma putarias, então estiquei o braço e por cima da bermuda peguei em seu pau e conforme eu apalpava ele disse: - nossa, tô muito a fim, mas aqui não dá, saia da piscina e vai lá pro fundo dessa chácara, já já eu te encontro lá. Sai me enrolei numa toalha e fui lentamente para o fundo da chácara, passei por um campo de futebol e cheguei a um pomar, onde havia um tipo de deposito, fiquei ali por mais uns 5 minutos e então vi meu tio vindo, mal chegou, olhou para todos os lados, me pegou pelo braço e me puxando para a parte de trás do deposito disse já apertando minha bunda: - não podemos perder tempo, vai chupa. E com a mão em meu ombro e empurrou pra baixo, ajoelhei em cima da toalha, ele então botou para fora da bermuda um belo pau já endurecendo e repetiu: - vai chupa. Obediente e morrendo de vontade, segurei seu pau em minha mão e fui aproximando a boca até enfiar a cabeça dentro e começar a mamar. Meu tio só dava uns gemidinho enquanto eu me deliciava naquela pica, ele me fez chupar seu saco, brincar com a bolas, enfim me acabei na boquete. E mais uma vez me puxando, ele me levantou, me virou de costas para ele, me mandou baixar a sunga, começou então a enfiar o dedo em meu cuzinho e disse: - tá gostando tá, quer um pau de verdade na bunda, quer, vai responde? - tô? - tô o que? Tá gostando do dedo? - tô. - então não quer o pau? E mesmo sendo submisso ao máximo eu disse: - enfia logo essa pau em mim, porque daqui onde estamos tô vendo o povo lá na churrasqueira. E estupidamente, ele mal encostou a cabeça na portinha do meu cuzinho e socou tudo de uma só vez para dentro, confesso que me arrepiei todo com aquela estocada e então enquanto ele me comia, perguntava: - vai putinha, diz se vier alguém pra cá? - tá. Eu inclinei o corpo ao máximo, arrebitando meu rabo para ele e relaxei ouvindo os estalos em minha bunda. Tá eu também dava uns gemidinhos. E ele me comia deliciosamente, socava todo aquele pau em mim e tirava tudo, deixando meu cuzinho piscando, então socava tudo novamente, meteu mais um pouco e então começou a gozar sobre meu cuzinho piscando, enfiava e tirava, sempre gozando, uma parte fora e outra dentro, eu estava indo a loucura, então ele me disse: - vai limpa aqui putinha. Me abaixei de cócoras em sua frente, comecei a me masturbar, peguei seu pau com a outra mão e comecei a mamar, enfiava tudo na boca até a garganta, lambi e chupei aquela pau gostoso até que comecei a gozar e mal eu havia terminado de gozar, meu tio já voltava, me limpei com a toalha (que deixei lá mesmo) coloquei a sunga novamente, esperei um pouco e também voltei, porem com o cuzinho todo arreganhadinho.

Irmãos.

O celular despertou, seis horas da manhã, mais cedo do que de costume. Enrolei um pouco na cama, tomado por preguiça. Levantei, vestindo só um samba-canção, sem cueca embaixo e fui até o banheiro com o pau meio-bomba, aquele efeito matinal que logo vai embora após uma mijada. Moramos eu, meu irmão mais novo e minha mãe. Ao chegar em frente à porta do banheiro, ela se abre e meu irmão sai, quase esbarrando em mim. Notei o olhar descendo meu corpo, fitando meu pau, mas disfarçando logo em seguida. "- Mamãe já foi?" questionei, no que ele respondeu que ela estava terminando o café. Mijei, o pau deu uma aliviada e desci. Quando cheguei na cozinha minha mãe estava pegando a bolsa pra sair, me deu um beijo na testa e se despedida. Sentei-me a mesa, ainda posta e meu irmão estava na pia lavando a louça do dia anterior. Um shortzinho tectel e uma blusa azul florida, regata. Ele, Fabrício, tem dezessete anos, é magrinho, pele branca que dificilmente vê sol, cabelo curto ruivo que puxou da mãe. Eu, nos meus vinte e cinco, sou bem mais moreno e tenho mais porte, muito porque costumava frequentar academia, e tenho o cabelo castanho herdado do pai. Mas fora essas diferenças, até que nos parecemos bastante. Enfim... coloquei meu pão e comi calado, lendo algumas notícias aleatórias do jornal que estava sobre a mesa. Enquanto eu comia, Fabrício terminava de lavar a louça. Por que diabos ele estava lavando a louça aquela hora? Você deve se perguntar. Diz ele que prefere, já que sempre acorda pra fazer o café pra mãe, depois da janta ele prefere ir dormir e deixa pra lavar tudo no dia seguinte. Essas coisas ele toma como responsabilidade dele porque ele só estuda, eu e a nossa mão trabalhamos. Eu estava no segundo pão quando ele terminou de lavar a louça, secou as mãos e se preparou pra voltar a dormir. O acompanhei com os olhos enquanto ele passava à minha frente, com passos apressados, rumo as escadas. "- Onde é que você vai?" perguntei, e ele parou e respondeu; "- Voltar a dormir, por quê?" fiquei alguns segundos apenas o encarando, até que repliquei; "- Ainda não terminei de comer." ele se fez de desentendido, olhou pra mesa e disse que haviam mais pães. Mantive a face séria, o fitando nos olhos. "- Você sabe do que eu estou falando. Tira a mesa, por favor." Larguei o pão que estava comendo sobre o prato e fiquei o encarando. Por alguns segundos ele não reagiu, até que foi até a mesa e retirou meu prato e as demais coisas, deixando-a totalmente livre. Arrastei a cadeira um pouco pra trás e sinalizei pra mesa. Ele já sabia do que se tratava. Se pôs entre mim e a mesa, de pé e de costas. Levei minha mão até seus shorts e abaixei, revelando sua bundinha branca, redondinha e com uma pinta do lado esquerdo. "- Tomou banho?" perguntei, ele respondeu com um "uhum". "- Lavou direitinho?" perguntei de novo, e novamente o "uhum". Afastei suas pernas e pus a mão em suas costas, forçando-o pra frente. No que ele se debruçou sobre a mesa, deitando-se, com a bunda virada pra mim. Eu ainda sentado a cadeira, me aproximei de novo. Seu saco pendurado, seu pau já um pouco duro preso contra a mesa, o cu rosado sem qualquer pelo. Pus minhas mãos sobre suas nádegas e as afastei. Ele se empinou. Cuspi no meio do seu cu e em seguida lambi, subindo do períneo até acima das suas pregas, com a pontinha da língua. Apertava sua bunda com as mãos enquanto o fazia, logo forcei minha língua contra seu cu, como que tentando invadi-lo. O ouvi gemer. Minha cara já molhada de tanta baba. Ficava dando linguadas nas suas pregas, mordiscando sua bunda e o ouvindo gemer levemente. Chupava as pregas de seu cu como se aquilo de fato fosse me alimentar. Fabrício, por sua vez, arranha a mesa. Eu escutava os dedos de seu pé estalarem. Fiquei naquilo alguns segundos, meu pau já formava uma barraca armada no samba-canção. Levantei da cadeira e dei um tapa forte na sua bunda, deixando uma marca vermelha. Ele gemeu. Logo se levantou e virou, olhando para mim esperando que eu dissesse o que fazer. Mandei que se deitasse sobre a mesa, de barriga pra cima e abrisse a boca. Ele já conhecia a posição. Obedeceu. Se deitou conforme mandei e deixou a cabeça pendurada - era um pouco desconfortável, mas ele já estava acostumado - e se punhetava com as pernas abertas. Fui até sua cabeça e esfreguei a mão em seu peito, por baixo da regata, e fui até o pescoço, depois queixo. Ele já estava de boca aberta. Segurei meu pau e direcionei. A língua recepcionou a cabeça o meu caralho, esfregando sua aspereza sobre a glande enquanto acomodava meu pênis. Os lábios deslizando vagarosamente até engolir grande parte. Comecei a foder sua boca naquela posição, mas ia devagar, sem enfiar muito. Dessa vez era meu pau que ficava todo babado com sua saliva. Até que questionei; "- Posso?" e ele respondeu, novamente, com um "uhum", mas dessa vez abafado já que estava com meu pau na boca. Foi quando comecei a enfiar, devagar, o caralho todo, a tão famosa garganta-profunda. Vi quando meu pau entrou mais do que o costume e então comecei a prestar atenção em seu pescoço. Senti a cabecinha deslizar sobre sua língua e, por fora, enquanto entrava, via o volume do meu pau forçando contra sua garganta. Enfiei até o talo, meu saco encostou no nariz dele e eu pus a mão sobre seu pescoço. Mexi meu pau pra sentir o movimento sobre sua pele. Fiquei só alguns segundos e tirei. Fabrício ficava vermelho sempre que fazia aquilo. Ele voltou a respirar normal e enxugava a baba que escorria da sua boca. Mas eu queria mais e eu queria foder. Perguntei se podia. Ele ponderou. Eu insisti. Ele cedeu. Abriu a boca faminta e eu enfiei o pau de novo, a mão ainda sobre seu pescoço, senti meu caralho invadindo sua garganta, deixei um pouquinho e tirei, enfiei de novo, meu saco bateu contra seu nariz, senti o dente dele encostar de leve no talo do meu pau, pus pra fora de novo e dei uma nova estocada, mais forte. Ele tossiu e eu tirei o pau. Se virou tentando recobrar o ar, parecia haver engasgado e eu pedi desculpa. Ele desceu da mesa, tossindo e tentando normalizar a respiração e eu fiquei observando. Mas estava demorando demais e eu não tinha tanto tempo disponível. Enquanto ele dava inspiradas de ar forte, distraído, me aproximei dele por trás e o encochei contra a a pia. Meu peito contra suas costas, meu pau contra sua bunda. Mordi seu pescoço e sua cabeça pendeu pro lado, pedindo mais. Sua bunda se empinou contra o meu pau. Segurei em sua cintura com uma mão, com a outra segurei em meu pau e direcionei contra sua bunda. Ele se apoiava sobre a pia enquanto, com a mão livre, abria as próprias nádegas me indicando o caminho. A cabecinha do meu pau encontrou seu cuzinho quente e eu forcei contra. Ele se manteve firme e logo sua bunda envolveu meu pau, que varou pra dentro sem grandes dificuldades. Atolei meu pau até o fim e forcei, ele se empinou mais, ficando na ponta dos pés e gemeu alto apoiando-se na pia. Segurei em sua cintura com as duas mãos e comecei a foder com força, seu corpo resistindo ao impacto das estocadas que eu dava. Meu pau açoitava suas pregas com rapidez enquanto eu me movimentava. Sentia meu pau ser massageando pelo seu cu apertado. Fabrício gemia sem se conter. Apertava tanto sua cintura que tinha a certeza que as marcas permaneceriam depois. Seus braços cederam e ele se debruçou totalmente sobre a pia, sua bunda ainda empinada, na ponta dos pés. Corri minha mão sobre suas costas, com força, queria que ele sentisse minha palma áspera, a levei até o seu pescoço, subi seu cabelo e puxei pela parte de cima. Ele gemeu. Continuava fodendo seu cu como se o castigasse. Ele gemia mais ainda. O suor já escorria, sobretudo da minha virilha e nas minhas costas e da bunda de Fabrício. A sensação de comer o cu do meu irmão era maravilhosa. Fazia valer a pena acordar mais cedo de vez em quando. Era a certeza de um dia de trabalho produtivo. Tanto gostava que, nas vezes que a mãe saia de noite, eu tinha que ignorar o cansaço do trabalho, só para dar prazer ao cu do meu irmão. Era nossa vida secreta. Ele detestava que eu o chamasse de bichinha, putinha, ou o menosprezasse de alguma forma. Mas gostava de ser fodido com força, gostava da agressividade. Demorei um pouco pra me adaptar. Às vezes ele pedia pra dormir no meu quarto, ficava chupando meu pau como uma chupeta enquanto assistíamos qualquer coisa, e depois inevitavelmente dormíamos de conchinha. Inicialmente eu fui contra, achava ruim essa coisa de parecer 'casal'. Mas depois de acordar várias vezes de madrugada com uma bunda suculenta se esfregando contra o meu pau, deixei de pensar assim. Infelizmente apesar de tudo, nada disso rolava tanto quanto eu gostaria, a maioria das vezes ficava pro café-da-manhã. E nesse café da manhã em específico, já estava passando da hora. Enquanto o fodia, meus olhos pararam sobre o relógio da cozinha e vi que precisava ir me arrumar logo. Mas não poderia sair dali sem o serviço completo. Comecei a foder a bunda de Fabrícia com ainda mais gana. Tanto, que ele se ergueu e olhou pra trás de boca aberta e olhos delirantes. Seu cu pegava fogo e inflamava meu caralho todo. Apoiei as mãos sobre a pia e estocava meu pau em seu cu com tanta velocidade e força, que comecei a sentir câimbra no abdome e nos músculos das costas. Mas resisti e continuei, fechando os olhos e me focando. Até que comecei a sentir o cu piscar, aquela sensaçãozinha peculiar surgir da próstata e explodir como uma tsunami pelo pau. Enchi o cu do meu irmão de porra. Ele gemeu quando sentiu e gozou contra o armário a pia, logo abaixo. Deixei meu pau atolado em seu cu até terminar de esporrar tudo. Ele ficou aguardando, extasiado. Por fim, tirei meu pau e vi porra respingando no chão, caindo de seu cu. Reclamei comigo mesmo, no que Fabrício disse; "- Deixa que eu limpo, pode ir se arrumar." Sorri agradecido e dei um tapa na sua bunda. Ele me sorriu um sorriso safado. Me arrumei e quando saí pra trabalhar ele já havia limpado tudo, tomado banho e voltado à dormir. Quando cheguei em casa ele me confessou que de manhã foi tudo tão intenso que ele estava ansioso pela próxima e que, por isso, quando a mãe fosse dormir, ele iria no meu quarto, independente de eu ter que trabalhar no dia seguinte e o cu dele ainda estar ardendo. É meu irmão, né? Eu tenho que ajudar.

terça-feira, 7 de março de 2017

Ordenhando Meu Priminho Novinho

Olá, me chamo Vitório, tenho vinte e dois anos, sou professor, recém formado em pedagogia. Não vou me descrever fisicamente para que possam imaginar da forma que quiserem, prefiro assim, mas se quiserem que haja a descrição, posso fazê-la num próximo conto. Vamos lá... Com poucas exceções, minha família tem uma relação muito próxima, talvez porque moramos quase todos na mesma cidade. Só no meu bairro por exemplo, além da minha avó no mesmo quintal que eu, moram também umas irmãs dela, algumas sobrinhas e, numa casa em frente a minha a irmã mais nova da minha mãe. Essa minha tia tem dois filhos, a Gabriela de dezenove anos e o Danilo de quatorze, sempre me dei muito bem com os dois, fui criado junto com Gabi e, mesmo adolescente, brincava com meu primo durante sua infância. Na verdade, ainda brincávamos – videogames, jogos de tabuleiro quando todos os primos se reuniam... Porém Gabi e eu acabamos nos tornando grandes amigos e por isso, fui o primeiro a saber que estava grávida. No começo a notícia abalou e deu o que falar – afinal ela tinha acabado de voltar a estudar, depois de ter largado o colégio, seu namorado nada responsável ainda estudava também, então nenhum dos dois trabalhava e era obvio que tudo cairia sobre as costas da minha tia –, mas a esta altura – nove meses depois – todo mundo já estava feliz, pronto para receber nossa bebe. Só que por algum motivo o parto normal não aconteceu e já passado alguns dias dos nove meses, acabou sendo marcada uma operação, então numa sexta qualquer de daquele mês, minha prima saíra para o hospital pela manhã e lá ficou acompanhada por sua mãe. Quando foi mais ou menos às dez horas da manhã daquele dia, meu celular tocou, ainda estava na escola, então pedi licença aos meus alunos e atendi pensando que podia ser a notícia do nascimento, mas ainda não era. Tia Lia me contou que meu primo não estava se sentindo bem, desde a noite anterior, que estava preocupada e como eu era a única pessoa da família que estaria em casa pela tarde, perguntou se poderia passar em sua casa para ver se ainda estava ruim, dar-lhe remédio e o almoço. Concordei, ela me passou todas as instruções e pediu para comunicá-la qualquer coisa. Voltei para a aula, terminei-a às onze e meio, como toda manhã, e fui para casa. Por causa do calor dessa época aqui no Rio, depois do banho coloquei apenas um short tactel, e então, assim que terminei de preparar o almoço – na verdade só a salada, o restante minha mãe havia deixado pronto –, atravessei a rua e logo entrava portão adentro e para abrir a porta usei a chave reserva que ficava lá em casa. Estava tudo escuro, cortinas fechadas, nenhum barulho ao redor, deduzi que meu primo estivesse no quarto e fui até lá. Bati na porta dizendo quem era e ele me mandou entrar. Ele estava deitado na cama, coberto por um edredom – seu quarto, diferente do resto do Rio de Janeiro, estava superfrio, já que seu potente ar-condicionado estava ligado no máximo –, assistindo TV. - Sua mãe pediu para eu ver se tu tá melhor. Vai dar defeito agora eu vai virar titio, criatura? – brinquei depois de cumprimentá-lo. - É, ela falou que ia te ligar. – contou – Falei para não te incomodar, mas sabe como ela é exagerada, né?! Só estou tossindo um pouco e tava com febre, mas já passou – riu. Ri também, sua mãe, assim como a minha, era bem superprotetora e o entendia perfeitamente, mas exatamente por ser tão zelosa, não ousaria desobedece-la e mesmo notando que ele realmente estava bem resolvi dar o remédio. Questionei sobre onde estava e ele insistiu que não precisava, rebati e mais uma vez ele disse que não tomaria. - Já tô melhor, cara. Não precisa dessa desgraça ruim não. – disse fazendo uma cara bem engraçada. Zombei dele, dizendo que já estava bem grandinho para não querer tomar remédio por causa do gosto. – Exatamente porque sou grandinho sei que não preciso mais tomar isso. – disse derrubando meu argumento. - É, né?! Mas tia Lia mandou e eu não vou desobedecer ela. Pega o remédio, vou pegar colher. – fui até a cozinha e rapidamente voltei. Ele encarava a TV, mas segurava uma risada, estranhei. – Cadê o remédio, Dan? – ele me olhou e gargalhou. - Acha, ué. Você que quer aquela coisa, eu tô de boa. – riu novamente. Ele tinha escondido, claro. Costumávamos brincar de esconder as coisas e o outro ter que procurar. - Fala logo onde está, Danilo. – pedi. Ele fingiu que não escutou e voltou a olhar para a TV. Ri da situação, era costumeiro brincarmos assim. – Não me faça ter que obrigar você a falar, Danilo Braga. – ameacei-o em tom de brincadeira. Fui até ele, o descobri, notando que só vestia uma blusa hiperlarga e cueca, e como de costume comecei as cocegas. Só que naquela posição ele escapava muito fácil, tentei puxa-lo, mas não consegui, então, como já havia feito com ele e como faria com qualquer primo(a) meu, subi em cima dele prendendo-o entre minhas pernas. Pus suas mãos sobre a barriga e sentei nelas para que não me impedisse de obriga-lo a falar. Continuei as cocegas perguntando onde estava o remédio, ele resistiu um pouco, mas em alguns minutos me implorou para parar e concordou em me dizer onde estava, então parei, mas não sai de cima dele nem de suas mãos. - Tá embaixo do meu travesseiro, mano, deixa eu pegar. – disse ainda rindo. Tentou tirar as mãos de baixo de mim, mas não deixei. Eu mesmo alcancei o frasco sob seu travesseiro, abri o remédio, e coloquei em sua boca, como punição por ter escondido. Ao tomar sua careta me fez rir e só então liberei suas mãos, saindo de cima delas e me sentando um pouco abaixo, na região de seu pau, mas sem maldade nenhuma. Não foi proposital e nem pensei nisso no momento, mas relaxei ali rindo apenas porque, como estávamos na cama, não o machucaria com meu peso, só me liguei quando ele parou de rir junto comigo e vi seu semblante meio envergonhado me olhar e em seguida senti algo endurecendo na minha bunda, era seu pau, claro. De início fiquei sem reação e continuei sentado, olhando para o rosto do meu primo que não me encarava mais, aquilo nunca tinha acontecido antes, ia me levantar e tirar um sarro dele para descontrair, mas quando acabei mexendo minha bunda para levantar percebi seus olhos fechando e seu suspiro de satisfação – o safado estava gostando! Como não gostaria, naquela idade... –, o que fez a situação começar a ficar gostosa para mim também, já que meu short e sua cueca igualmente finos tornavam nosso contato bem... excitante. Comecei a me movimentar lentamente e sem parar ali, rebolava, agora propositalmente e certifiquei-me que sim, ele estava adorando, seu suspiro foi maior do que o anterior. Parei meus movimentos, ele abriu os olhos e quando perguntei se estava bom, ele quase enterrou o rosto no travesseiro. - Hã?! O que?! – gaguejou assustado, desviando o olhar. - O remédio! Estava gostoso? – expliquei – Aposto que não estava tão ruim para ter fugido tanto dele. – ele riu, ainda meio sem graça e voltou a me olhar vendo que não falaria do que estava acontecendo. – Ah, tenho que mandar uma mensagem para sua mãe pra avisar que já tomou e ver se tem que fazer mais alguma coisa. – disse, arranjando um pretexto para não sair de cima dele ainda, ele assentiu. Voltei a me movimentar com a desculpa de alcançar meu celular em meu bolso da frente, só que não parei depois que o peguei. Mandei a mensagem em menos de um minuto depois minha tia me ligou me agradecendo e fazendo perguntas pra saber se estava tudo bem com Danilo, logo a tranquilizei. Quando estava prestes a desligar, ela ouviu Dan tossir, então pediu para que se ele estivesse tossindo muito eu pegasse um gel de alguma erva que não me lembro mais em seu quarto e mandasse ele passar no peito, nos despedimos e desliguei já pensando em como poderia continuar aquela brincadeira. Novamente me mexi no pau dele que se mantinha duro, dessa vez para colocar o celular de volta no bolso e assim que o coloquei desci da cama. Sua expressão ficou meio confusa e decepcionada, mas o tranquilizei com um “já volto”. Fui até o quarto da minha tia e peguei o gel no lugar indicado, quando voltei vi ele passando a mão na rola por cima da cueca, provavelmente depois de troca-la de posição, já que antes estava de lado e ele agora alisava em direção ao umbigo, mas assim que me viu voltando ele parou. Voltei a sentar em seu pau, tentando encaixa-lo melhor no meu rego dessa vez, sua nova posição ajudou, e ele apesar de ter gostado estranhou. Estranhou também o tubo de gel na minha mão. - Tia Lia me pediu para passar em você. – disse e levantei a camisa dele, ele permaneceu deitado me encarando, talvez ainda sem reconhecer o gel (sua expressão tão fofa e tão sexy ao mesmo tempo hahaha) então não consegui tira-la. – Levanta o corpo, moleque! – rimos e ele obedeceu. Pude então ver sua barriga, o que não era difícil, mas nunca tinha o observado da forma que o via naquela hora. Não era magrelo, mas também não era definido, não fazia esporte nenhum, era meio termo. Seus mamilos eram em um tom de marrom bem escuro e só tinha pelos abaixo do umbigo, os que formavam uma fileirinha em direção ao cós de sua cueca. Depois de repará-lo com segundas e terceiras intenções, coloquei um pouco do gel nos dedos e toquei sua pele, espalhei o gel e comecei a esfregar. - Tá gelado, cara! – reclamou, rimos. - Já vou terminar. Parei de esfregar e comecei a passar dois de meus dedos em volta de um de seus mamilos e ele acompanhava meus movimentos com os olhos. Algum tempo rodeando um, depois outro, sem parar de arranjar um jeito de mexer a bunda, começaram a ficar enrijecidos e ele a sentir prazer com meu toque naquela área, principalmente no biquinho. O olhei e ele estava com a cabeça jogada para trás e de olhos fechados, aproveitei então para surpreende-lo. Devagar para que não me olhasse no momento, abaixei meu tronco, sem tirar minha bunda de seu encaixe perfeito, e passei a língua em um de seus biquinhos, ele se assustou e me olhou de relance, mas sem dar tempo a ele para pensar ou recuar passei a suga-lo logo em seguida o fazendo gemer, o que me deu enorme satisfação. Tomei cuidado para não marcá-lo e quando cansei daquilo, desci minha língua de forma lenta. Ele abriu os olhos e me encarou atento aos meus próximos movimentos que foram os de descer até a fileira de pelos abaixo do umbigo e lamber ali, como em seu mamilo. Ainda de lentamente, desci ainda mais minhas lambidas, passando agora para sua cueca que tinha uma mancha molhada próxima ao local onde estava a cabeça do pau, lambi ali primeiro e senti o pau dele pulsar, o que foi repetido durante todo momento que me dediquei a lamber o contorno de seu pau por cima do tecido, deixando ele molhado. Danilo permanecia de olho fechado até que parei o que fazia, pus minhas mãos no cós de sua cueca e o encarei. - Posso? – perguntei antes de libertar sua rola. Ele apenas afirmou com a cabeça e ergueu seu bumbum da cama, facilitando para que eu o deixasse pelado. Assim o fiz e sua rola se armou na hora. Seu pau era de um tamanho normal para um garoto da idade dele, devia ter uns quinze, dezesseis centímetros no máximo, de espessura era até que grosso e a cabeça se destacava por ser maior que o corpo, seus pentelhos eram curtos, cercavam seu pau e seu saco indo para o cú, e também era interessante que mesmo estando ereto estava totalmente coberta pelo prepúcio que ainda sobrava, era bastante pele e eu amei isso, tanto que fui direto nesta concentração de pele lamber a babinha que saia dali, fazendo ele gemer. Envolvi seu pau com a minha mão e puxei sua pele para baixo, exibindo sua glande avermelhada, a beijei, cheirei e logo a pus na boca, sugando como se estivesse realmente mamando e sentindo o gosto de seu pau novinho. Chupei-o por poucos minutos, logo seus gemidos aumentaram, seu pau pulsou, então o engoli inteiro e em segundos senti os jatos de sua gozada na garganta, tirei seu pau da boca e o punhetei recebendo mais um último jato de sua porra rala no rosto. Tratei de limpar os respingos pelos seus pentelhos, para que nada do seu delicioso produto fosse desperdiçado. Foi meio frustrante a rapidez com que aconteceu, mas entendi por se tratar de um novinho cem por cento virgem – já havíamos conversado sobre isso antes numa rodinha de primos – como ele. Subi com a língua por seu corpinho, parei um tempo em seu pescoço – meu pau duro ainda dentro do short apoiou-se sobre o dele nessa hora –, subi mais parei com o rosto frente ao dele. - Bota a língua pra fora! – sem pestanejar ele pôs e eu chupei-a. Depois lambi de seu queixo até a ponta de seu nariz e por fim, o beijei. O sabor de sua boca era tão delicioso quanto todo o resto de seu corpo, por isso foi meio demorado, estava aproveitando aquela língua e sua timidez ao retribuir meu beijo. Quando paramos o encarei por um tempo, sai de cima dele. – Põe uma roupa. Vamos lá em casa almoçar. – pedi. Sentei em sua cama em seguida e aguardei, aproveitando para me concentrar para fazer meu pau abaixar, já que não dava para atravessar a rua com a barraca armada daquele jeito. Ele se vestiu, perguntei qualquer coisa a ele sobre outro assunto e seguimos até minha casa. Como demorei mais do que esperava na casa de minha tia, tive que esquentar o almoço para ele novamente. Perguntei se queria comer na mesa ou na sala e ele optou pela sala, para terminar de ver a maratona do desenho que assistia em seu quarto quando cheguei lá. Agíamos como se não houvesse acontecido nada em sua casa e isso me excitava demais, era uma brincadeira interessante que eu estava gostando e se ele consentisse levaríamos pra frente. Ele se serviu e foi para a sala, e enquanto fazia o meu prato, vendo-o ali, pensei em um fetiche que sempre quis realizar e agora com a oportunidade perfeita não a perderia, então me servi apenas de salada e o segui. Chegando na sala, ele já estava sentado almoçando, pus meu prato no lugar ao seu lado no sofá, me abaixei em sua frente e minha mãos trataram de abrir sua bermuda. Ele pareceu um pouco surpreso por estar fazendo aquilo naquele momento, mas apenas observava meus movimentos. Como se nada estivesse acontecendo, continuei puxando assunto, conversando sobre o desenho que passava e ajoelhado comecei a punhetá-lo enquanto lhe fazia perguntas que eram rapidamente respondidas. Ele nem comia mais, só me respondia e gemia baixinho enquanto olhava a TV. Passei a língua na glande e senti suas pulsadas seguidas acompanhando o aumento dos seus gemidos, logo peguei meu prato e posicionei de forma que sua leitada, menor dessa vez, fosse toda parar em cima de minha salada. Voltei a chupar sua glande para limpá-la e logo guardei sua piroca, perguntando-o antes de levantar o que achava sobre determinada teoria ainda sobre o desenho que assistíamos. Ele já estava entendendo a situação de apenas gozar sem falar sobre o que fazíamos e me respondeu normalmente voltando a comer sua comida. Me sentei ao seu lado e fiz o mesmo com minha salada, ele me olhou dar a primeira garfada e sorriu ao me ver comendo alface esporrado, sorri de volta comentando o quão bem temperada ela estava e ele gargalhou, entendendo que falava de sua gala. Durante o resto daquela tarde me alimentei de seu leitinho mais algumas vezes – inclusive para comemorar a notícia do nascimento do bebê – e já estava natural ordenhá-lo quando quisesse sem nem comentarmos o que acontecia. Suas gozadas ficavam menores e mais demoradas a cada uma dessa vezes. Por fim, já faltando pouco para que meus pais chegassem do trabalho, não me aguentei e após mais uma gozada dele em minha garganta – dessa vez enquanto jogava em meu videogame –, gozei absurdamente em minha bermuda. O mostrei como tinha ficado, ele riu e fui tomar banho, também porque dali a pouco daria aula novamente a noite. Quando estava saindo do banheiro, já vestido, escuto o falatório no quintal, meus pais e minha avó haviam chegado, os cumprimentei. - Ah, Vitório, tava aqui falando com Dan que Lia mandou ele dormir aqui. Ele preferiu ficar no seu quarto com você, tudo bem? – Danilo me olhou e sorriu. Eu concordei sem nem pensar e sorri de volta para ele. – Ótimo, mais tarde vá lá pegar sua coisas.

Perdi as pregas na senzala

Meu nome é Roberto, filho do capataz da fazenda do seu Joaquim, falecido no ano passado devido a picada de cobra. É o ano de 1800 e a fazenda fica no interior de São Paulo. Depois que meu pai morreu eu passei a ficar isolado e não mais tinha muito interesse pelas coisas que fazia. Seu Joaquim queria que eu continuasse na escola e assim eu ia mas sem muito interesse e ele gostava de fazer o Beto, negro forte e parrudo descabaçar as escravas jovens na sua frente, pois o cacete do Beto era de fama na região toda e quando tinha menina para ser descabaçada todo munda sabia que ela estava sendo deflorada pois era uma gritaria louca e no outro dia a menina andava com as pernas abertas. Tinha 12 anos e fui me distanciando da casa grande e seu Joaquim foi me esquecendo o que não fazia diferença para mim naquela época, pois o que um mateiro precisa saber de ler e escrever – nada, precisa saber laçar e conduzir boiada. Tentei me aproximar dos vaqueiros, mas meu pai não havia sido muito legal com eles e assim passei dois anos sendo colocado nos piores serviços e sendo gozado, pois eu não tinha um corpo atlético de boiadeiro e não tinha força para segurar um bezerro. Quando tinha sessão de descabaçamento todos iam ver escondido, mas não deixavam os meninos menores como eu ver. Nós apenas escutávamos os gemidos e choros das meninas. Um dia eu já com meus 15 anos consegui burlar a vigilância dos mais velhos e fui olhar pela fresta da senzala. A menina já tinha berrado muito quando consegui o lugar para ver e pude observar que ela estava em pé com as pernas entre abertas e sangrando, mas logo fiquei admirado ao ver o Betão deitado no chão e uma enorme e grossa caceta que a menina não queria sentar, mas foi sendo colocada e com choros e gritos a enorme vara foi sumindo dentro dela. Fiquei de pau duro e batinha uma vigorosa punheta que despejei uma enxurrada de porra. No outro dia vi a menina andando de perna aberta e entendi o porque, mas o que mais me chamava a atenção era ver o Betão andar com suas tangas presas na cintura e o enorme volume balançando no meio das pernas que agora eu sabia o que era. Não conseguia tirar os olhos do volume e fiquei de pau duro. Achei estranho e procurei sair do pátio e ir para a cocheira. Estava trabalhando colocando os cavalos nas baias e o Betão entrou para colocar o milho para eles comerem e vi que logo que ele entrou, fechou a porta e foi fazendo o seu serviço. Eu fiquei meio paralisado e ele perguntou o que era e eu não disse nada, mas meu olhar foi para o meio das pernas dele onde o volume estava sempre marcado. Ele não falou nada mas deu um sorrisinho safado. Pediu que o ajudasse a colocar o garanhão pra cruzar com a égua e logo estava eu auxiliando segurando a égua para o garanhão montar. Ele pediu que eu pegasse o pinto do cavalo e dirigisse na vagina da égua e eu fiz e fiquei impressionado com a facilidade com que entrou. A essa altura eu estava excitado e como não tenho um pênis muito pequeno dava para perceber e o Betão também estava excitado e o pau dele estava estourando a tanga. Ele foi tirando pra fora e disse não dá pra aguentar, bate uma punheta pra mim. Fiquei sem saber o que fazer, mas ele foi se aproximando com aquele naco de carne balançando, com as veias saltadas no corpo do pênis e a cabeça saindo para fora do prepúcio também de cor escura. Me pegou pelo ombro e me aproximou e falou com voz firme e forte – bate uma punheta pro negão. Segurei o pênis dele de ficou mais duro ainda e percebi que minha mão não conseguia fechar ao seu redor e comecei devagar e ele falou – bate com as duas mãos e eu obedeci, mas mesmo com as duas mãos sobrava muito pinto ainda. Ele falou – tá gostoso mas vai mais rápido que daqui a pouco chega gente e vai nos pegar nessa situação e não vai ser bom pra você. Acelerei o mais que pude mas ele demorou um pouco para gozar e quando o fez foram três jatos grandes grossos e jogados longe. Ele meteu a mão por dentro do meu shorts e colocou o dedo no meu cu mesmo eu querendo evitar e falou – a punheta foi boa e o cuzinho já vi que ainda é virgem. Tirou a mão de dentro do shorts e foi embora, Eu fiquei confuso, pois estava com muito medo do que havia ocorrido mas ao mesmo tempo com muito tesão. Fui dormir e não aguentei e bati uma punheta pensando no cacete do Betão. Acordei com os galos cantando e de pau duro como sempre, fui mijar atrás da moita que sempre usava e quando estava urinando, Betão me agarra por trás, coloca seu pinto entre as minhas pernas e mija muito, fiquei sem saber o que fazer, mas morri de medo de tudo – de ter gostado da situação, de alguém ver, do Betão perceber que gostei. Ele me abraçou chacoalhou o pênis e me falou no ouvido - você é uma graça e me largou. Deu alguns passos para voltar para o alojamento e voltou e me falou – vou colocar você pra dormir no meu quarto dizendo que é pra te ensinar a vida de mateiro e você confirma, pois senão vou comer o seu cu na cachoeira na frente dos peões e dai vai todo mundo querer te comer. Mas se eu for dormir no seu quarto você vai querer me comer – eu disse assustado, ao que ele falou – isso vai acontecer mais ou menos dia e no quarto eu vou fazer bem devagarinho. Eu me arrepiei e disse: não, eu não quero. Todo mundo vai ficar sabendo porque no outro dia não vou conseguir andar de pernas fechadas e o seu cacete não cabe no cu de ninguém. Ele se aproximou de mim e falou: fica tranquilo que o cuzinho dos meninos eu faço bem devagarinho e ninguém percebe. O dia de trabalho foi muito conturbado e ansioso para mim. Mil dúvidas pairavam na minha cabeça. O que iria acontecer, porque estava querendo ficar com ele sabendo que não teria volta, como eu iria me explicar com a minha mãe? Final do dia e seu Joaquim se aproxima de mim e fala: o Betão disse que você quer ser mateiro e que ele irá te instruir e que passara a dormir no quarto dele, pra mim tudo bem, mas seu pai queria que você estudasse. Eu fiquei quieto e abaixei a cabeça, pois nunca fui de falar muito mesmo. Ele terminou a conversa com um: ta bom, se é o que você quer. Jantamos e o Betão se aproximou de mim e mandou eu pegar minhas coisas e ir para o quarto dele. Era uma noite clara e quente e logo que entrei no quarto dele ele fechou a porte e deixou cair a tanga. Era um mulato de 1,80cm, cintura fina e coxas torneadas, braços fortes e dentes muito brancos, peitoral forte e poucos pelos no pubes enfeitando uma tora descomunal entre as pernas, que já começava a dar sinal de vida. Me puxou para perto dele, me lentou no ar, pois sou baixinho de 1,60cm, pernas roliças, bundinha arrebitada, braços finos e peitoral não desenvolvido, tirou meu shorts e camisa. Estávamos os dois nus. Ele me levou até o canto do quarto onde tinha uma bacia com agua e mandou eu me sentar e pegou um pedaço de pano e começou a dar um banho em mim. Passou no meu ombro, peito, barriga e pênis e mandou eu me virar. Fiquei de pé na bacia e ele me lavou as costas, as pernas e por fim minha bunda. Ai começou com o pano passando forte e depois mais devagar e por fim estava passando a mão grossa de trabalhador manual. Meu cu era visitado toda hora, quer com pano, quer com a mão, quer com o dedo, depois mandou eu sair da bacia e se banhou. Mandou eu lavar o pênis dele e eu fiquei somente lavando o pênis enquanto ele lavava o resto do corpo. Seu pau já pulsava de tão duro que estava. Saiu da bacia e se enxugou num outro pano. A lamparina era fraca e dava um colorido muito bonito para a pele molhada dele. Ele pegou um pote e colocou ao lado da cama e começou a me abraçar e colocar o dedo no meu cú, que estava piscando mas eu morria de medo ao sentir o tamanho do cacete dele encostado em mim. Ficou dando batidinhas no meu cuzinho e depois enfiou o dedo no pote e uma coisa gosmenta foi colocada no meu cuzinho. O dedo continuou a bater, mas agora ele começava a forçar a entrada e eu não conseguia deixar, mas não adiantou eu pedir para ele não fazer, dizer que estava com medo, falar que iria berrar, mas nada parava o ritual e eu me dei conta de que ele estava me preparando para descabaçar meu cuzinho como fazia com todas as meninas e que não adiantava elas berrarem e tudo o mais que só excitava todos da fazenda. Ele pegou um pano, fez um rolinho e mandou eu colocar na boca e morder. Quando fiz isso o dedo ficou mais insistente e entrou no meu cú. Eu berrei mas ele não se alterou em nada. Aquele dedo grande e grosso, rustico tinha entrado dentro de mim e começava a entrar e sair. Eu comecei a chorar e a querer encontrar um jeito de sair dali, mas a diferença de força, experiência e determinação era tudo favorável a ele. Mais substancia gosmenta no meu cuzinho e percebo que agora são dois dedos querendo entrar. Tento resistir, mas é em vão. Em pouco tempo já estava com os dois dedos atolados no meu cu. Eu já chorava e pedi para ele parar. Sabia que não iria acontecer, mas era o que eu queria que ocorresse. Saíram os dois dedos e mais substância gosmenta e não poderia ser verdade, mas era, ele estava enfiando três dedos dentro de mim. Eu chorava mais ainda, mas ele ficou bastante tempo com os três dedos dentro de mim. Se levantou e foi até o armário e pegou dois reios de couro e amarrou minhas mãos em dois troncos, colocou um arreio de cavalo embaixo de mim, que fez minha bundinha picar empina e amarrou os meus tornozelos também. Eu estava apavorado, pois percebi que não teria como me safar. Pegou novamente a substancia gosmenta mas não senti passar no meu cu, mas logo compreendi, pois a ponta do cacete dele estava encostando no meu anelzinho toda molhadinha e começava a pressão. Quis espernear, reclamar. Ele pegou o rolinho de pano pos na minha boca e mandou eu morder. Não tinha mais jeito. Tinha chegado a hora. A pressão da cabeça do pau foi aumentando e eu sentindo cada preguinha minha estourando para dar passagem ao naco de carne dura, quente, grossa cheia de veias ganhar espaço. Senti cada milímetro entrando. Até que berrei. Meu cu não resistiu mais a pressão e entrou a cabeça. Chorei e berrei não tinha como não fazer isso. Estou até zonzo pela dor que sentia e quando abro os olhos vejo seu Joaquim sentado na minha frente e com um bom cacete também duro me ordenando – chupa. Não sabia o que fazer e seu Joaquim dirigiu minha boca para o cacete dele e comecei a chupar. O Betão começou a movimentar bem devagarinho num entra e sai e de repente o seu Joaquim enche minha boca de porra. E quanta porra o português fez eu engolir. Ele se levantou e falou pro Betão: termina o serviço e da folga para ele amanha. Mal a porta bateu atrás de nos e o pintão voltou a entrar, devagar como ele havia falado mas estava entrando e nem por isso estava deixando de estourar todo o meu cú. Eu berrava no rolinho de pano, mexia o que podia a bunda na tentativa de não deixar entrar, mas não adiantava nada e depois soube que é como o Betão mais gosta. Foi muito tempo mas de repente os pelos do púbis do Betão bateram na minha bunda. Não podia acreditar que tudo aquilo estava dentro de mim. Ele me abraçou e falou doce no meu ouvido: eu disse que cabia tudo nesse rabinho. Agora morde outra vez o rolinho porque vou arrombar esse cu. Começou no vai e vem e eu vendo estrela do meu cu sendo todo esfolado e assim foi por mais um bom tempo e de repente ele urra e sinto um calor dentro de mim. Era a primeira gozada de Betão dentro de mim. Ele foi tirando aos poucos e quando terminou de tirar foi se lavar, pois seu cacete estava sujo de fezes, pois foi ele tinha colocado mais de 20 cm dentro de mim, sangue também escorria pelas minhas pernas e dai entendi porque a menina chorou quando sentou no cacete do betão. Me lavei e o Betão me colocou para dormir na cama com ele e nós dois pelados. Seu mega pênis ele alojou entre as minhas pernas encostado na minha bundinha. Pensei que seria somente isso comigo, mas estava enganado. Foi o ritual todo de descabaçamento, ou seja uma semana eu levando rola do Betão, chupando seu Joaquim ou o filho dele, mas isso fica para uma outra estória.

Parado e revistado pelo seu polícia

A história é a mesma. Boladão, esquentei a cabeça dentro de casa com a mulher e saí puto pra dar um role, precisava espairecer. Moro num morrinho, mas não via graça em baile, então só peguei meu long e fui dar uma circulada pela Lapa, sexta-feira à noite. Fazia um intenso calor de verão, daqueles pré-temporal, e eu tinha uns trocados no bolso, acabei pegando o metrô até a General Osório e parei na Pedra do Arpoador. Ali perto tinha uma galera animada fazendo um luau. Pedi um copo de vodka pura e perguntei se queriam trocar por maconha, que era só o que faltava na festinha deles. Troca feita, começamos a fumar e beber, mas ainda assim fiquei afastado no meu canto, só observando as ondas indo e vindo no oceano, batendo contra as pedras. Era assim que gostava de relaxar. Fiquei ali até umas três da manhã e, quando o sono começou a bater, voltei à longas remadas de long, demorando um pouco pra realizar o percurso de 12 Km de volta. Já ia beirando a comunidade quando acendi um último baseado pra chegar e dormir no grau, mas dei de cara com uma viatura na esquina da rua. Pelo ritmo que estava, passei direto e disfarcei pra me livrar do beck, porém os canas sentiram o cheiro e vieram me parando. - De cara pro muro, amigo, por gentileza. Detestava policial, mas vacilei feio. - Boa noite, Seu Policia. Tentei ser educado. Enquanto um continuou no volante, o que me mandou virar já foi saindo da viatura e apontando a arma pra mim. Usava um colete e o uniforme padrão por baixo, truculento como todos os outros. Obedeci e fiquei de cara pro muro, somente pisando sobre o skate. - Solta a mochila no chão e tira o pé do skate. Soltei a mochila, mas mantive o pé parado, porque onde estava era a parte inclinada da via e ele ia descer. - Solta! - insistiu. Suspendi o pé e não deu outra, o long derrapou e, em menos de 1 segundo, pegou velocidade. - Eu falei, Seu Polícia! Meio puto, fiz que ia começar a correr atrás dele, mas o pm gritou com o outro que tava no carro. - Busca essa porra lá, ô Neves! O tal Neves tinha aparência de mais novo e só obedeceu sem reclamar, nos deixando ali quase na porta do morrinho, com um carro ou outro passando pela Avenida. Com o rosto virado, pude ver o sobrenome do filho da puta na farda. "Leite". - Tá pensando que tá em casa, viciado? Seu tom era ríspido, meio cuspido. - Onde tu escondeu o baseado? Fala logo que se eu achar vai ser pior! - Que isso, Seu Polícia! Sou trabalhador! Ele começou a me revistar, mas eu realmente tava limpo. A maconha que tava fumando havia jogado no chão. Ele passou as mãos brancas por cima dos meus tênis, foi subindo os pelos da minha perna, revistou os bolsos, camiseta e nada. Abriu toda a mochila e encontro um pacote de seda, mas nenhuma droga. - E pra que isso aqui? - Pra fumar tabaco, Seu Polícia. Não acreditou. Dei um sorriso escroto por conta de seu fracasso em me dar um flagrante. - Descalço naquela parede ali, meu amigo! - Que isso, Seu Polícia, o senhor já viu que eu tô limpo.. - Descalço na parede, meu amigo! - repetiu. Não teve jeito. Tirei os sapatos e novamente o pilantra veio me revistando, dessa vez sendo mais cauteloso. - Eu sei que viciado esconde maconha em qualquer lugar. Começou a olhar dentro dos sapatos, até nas meias mexeu. Por alguns segundos tive a impressão de que o puto as cheirou, mas ignorei. Voltou a mexer na minha bermuda, só que com mais ousadia, alisando minha bunda, a parte de baixo entre as pernas e virilha. Não se dando por vencido, encheu o mãozão no meu caralho e o segurou firme, junto com o saco na cueca. Na posição em que estava, só deixei que continuasse me alisando, mas agora havia entendido tudo. O viado não tava atrás de droga, por isso despistou o amigo. Ele tava era atrás de macho, veio tirar aquela onda comigo e agora tava com meu pau enchendo a mão dele. - Se for mais devagar eu apaixono, Seu Polícia. Falei bem sacana. - Tá maluco, viciado? Te levo lá pra baixo, ein maconheiro de merda! A cara de cu e agora mais rápido pra não ficar sem graça, o otário foi subindo as mãos pela minha blusa, passando pelos suvacos e outra vez desistindo. - Continua procurando que o senhor acha, Seu Polícia. Pra infelicidade dele, o Neves voltou na viatura e trouxe meu skate. Mais puto que tudo, ele me algemou e me levou pra viatura. - Vamo levar esse viciado pra dar um passeio, Neves. Nem protestei, só entrei na dança. Seguimos até a parte baixa da via, onde ficava a cabina policial. Era até jeitosinha, parecia um escritório com banheiro, ar condicionado e até microondas. O polícia desceu e me tirou ainda algemado da viatura. O tal Neves continuou no carro, com uma expressão de dúvida sobre o que fazer. - Tem certeza, chefe? - Vai dar um rolé, Neves. Vinte minutos tu volta. Ele obedeceu, aparentemente mais aliviado. Entramos na unidade e o puto sentou à mesa, anotando algumas coisas nuns papéis. - E agora, Seu Polícia? - Senta e espera. Pedi pra ser solto e ele me encarou, rindo em seguida. Sorri e aí ele ficou sério. - Pode rir, viciado! Retornou ao papel. - Cê não pode me deixar aqui preso se eu não fiz nada. - comecei. Ele parou de escrever e voltou a me olhar. - Mas se me soltar eu te falo onde escondi a erva. Detestou a chantagem, vindo pra cima de mim e me rendendo novamente, agora contra a parede de dentro da unidade. - Tá pensando que eu tô brincando contigo, seu merda? Abre logo a boca! Mesmo com a truculência, continuei rindo e menti. - Tá na cueca. O puto nem hesitou, meteu a mão por dentro da minha bermuda e a encheu novamente com meu pau, vasculhando por baixo do saco, entre a virilha e até nos pentelhos. Aquilo tudo foi me deixando muito excitado e logo o caralho ficou meia bomba com tanta mãozada do pm safado. Ri e o deixei ainda mais irritado, mas ainda assim não parava de me patolar. Como tenho a piroca babona, acho que ele sentiu o pré-gozo na pele e aí sim parou com a revista, voltando a si. - Cê acha que eu sou bobo, Seu Polícia? O puto recuou um pouco. - Cheirou minha meia, alisou minha perna, meteu a mão na minha piroca.. Um policial desse procurando macho na rua? Solta aqui, vai. Fiz a maior cara de safado e cínico que pude. Era um mulato meio malandro, não tinha erro. - Solta aqui que eu te dou piru. Ele deve ter se lembrado da autoridade e me deu um tapa na cara, talvez achando que eu não falasse sério. Voltei a rir e debochei. - Até teu sobrenome é Leite! De frente pra ele, olhei pra baixo e mirei meu próprio pau duraço, marcado no tecido da bermuda. Ele percebeu e eu o pulsei, evidenciando ainda mais minha ereção. - Solta aqui, Seu Polícia. O safado soltou as algemas e eu nem dei tempo que se assustasse, pois desde o começo seu despreparo era claro. Tranquei suas mãos pra trás nas correntes e o prendi. Eu era capoeirista e rendê-lo foi fácil, só que o puto ficou muito nervoso, achando que eu ia machucá-lo, algo assim. Sarrei a piroca na parte de trás da farda dele, na bunda mesmo e falei em seu ouvido para acalmá-lo. - Veio atrás de rola, né? O levei pro banheiro e fechei a porta sanfonada, colocand-o no vaso e com a boca mordendo meu pau pelo tecido. Em pouco tempo o viado mostrou do que era feito, babando meu short todo e a rola junto. Eu roçava de todos os jeitos possíveis na cara suada dele, enquanto o piranho punha a língua pra fora e absorvia o gosto do meu pré-leite, com as mãos algemadas pra trás. Puxei pelo curto cabelo que usei pra conduzir os movimentos e fiquei impressionado com a imagem de um policial, que eu tanto não suporto, salivando pelo meu caralho. - Tu quer piru, Seu Policia? Dei-lhe um tapa na cara e o puxei pelo topetinho, dando uma cuspida em seguida. - Quero! Me dá piru! - Como é que pode, né? Eu ria e o safado nem tava aí. Tentava diminuí-lo, mas não adiantava. Eu sabia que o fato dele estar ali fazendo aquilo também era proveitoso pra ele, mas minha raiva acumulada por aquela profissão estava toda ali presente, sendo meio redimida. Botei o pau pra fora e bati muito na cara dele, mais do que havia batido com as mãos. Fiz questão de botá-lo pra mamar meus ovos até ficar com o cheiro deles. Queria sair dali sabendo que o puto do policial truculento ia ter que trabalhar com a cara cheirando a saco de homem da rua, que era o que ele também queria desde o começo. Pus a língua dele pra fora e a arrastei várias vezes contra os pelos suados das minhas pernas e também os pentelhos, desejando que o filho da puta não tivesse trazido escova de dentes pra poder dar plantão com o gosto do meu suor na boca, fluído do meu corpo. - Tá gostando, tá? - Tô! Num determinado momento, minha devassidão foi tanta que fiz várias coisas ao mesmo tempo: enchi a cara do viado de tapa, de pirocada e de saco, descontrolado pelo poder que passei a ter por causa do desejo sexual e da putaria repentina. Botei o rosto dele de lado, puxando pelo topete que mais parecia um ganchinho de boquete. O encarei e fui batendo com a cabeça na língua de fora. - Por que tu não falou logo de cara que queria piru? Sentia o arrastar da glande na parte áspera da boca e isso me dava um puta tesão, mas ele não respondia. - Agora vai ter que pedir pica. O forcei. Ignorou outra vez e tentou me chupar, mas não permiti, deixando a rola balançando dura no ar e só batendo com a ponta no queixo dele. - Só se pedir, viadinho. Pede pica, pede! - Me dá! - Não, tem que pedir direitinho. Lasquei um tapa na cara do filho da puta, que já tava vermelha, suada e babada. - Pede que nem uma cadelinha, vai. - Eu quero essa pica! Outra tapa na fuça. Dessa vez permaneci com o mãozão no rosto dele, dando tapinhas com os dedos. - Direitinho, amor! - Que delícia, me dá essa piroca, vai? Bota ela na minha garganta. Era a única ordem que eu queria aceitar de um cana. Larguei-lhe pica no fundo da goela, do jeitinho que o puto pediu. Senti a compressão das amígdalas quentes na cabeça e enlouqueci, acelerando o ritmo das estocadas que dava por inteiras na boquinha umedecida. - Ssssss! - gemia alto, sem medo. Parava só quando sentia que tava perto de gozar e aí voltava a encher o rosto de baba, tapa, cuspe, etc. No auge do tesão, botei o filho da puta pra chupar meu pé e ele adorou. Me sentia completo vendo metade do pezão sumindo dentro da goela do policial marrento, que tava ajoelhado na minha frente e algemado, ao meu controle. - Tá gostando? Tirei tudo da boca e pedi que falasse comigo pra poder continuar. - Quer sentir o gosto da sola? - Eu quero, me dá! Outra ordem aceita, esfreguei todo o comprimento da sola na língua áspera dele, gemendo mais e mais pelo tesão e submissão do cana ante a mim. Incrível! - Prefere o pau ou o pé, viado? - Eu quero os dois! Ah, não botei fé. Sentei no vaso e forcei a entrada dos dois ao mesmo tempo, arregaçando a boca do puto. Ele não se fez de rogado e começou a chupar mesmo, indo e vindo aceleradamente como se precisasse daquilo pra permanecer vivo. Comecei a suar e senti outra vez que ia gozar, voltando à posição anterior pra finalizar o serviço. - Quer tomar leitinho, Seu Polícia? Ele parou de responder, só sugando mais e mais meu pau. Dei a última estocada goela a dentro e o ouvi engasgando e tossindo, começando a afogar a garganta com as galadas que eu tava despejando. Meu corpo ficou todo quente e aliviado, relaxado, como se pudesse dormir ali mesmo. - Engole tudinho que eu gosto de viado obediente. Obedeceu. Tirei o pau e trouxe um pouco de porra que veio escorrendo pelo canto do lábio dele. - Não pode deixar cair. Vesti novamente a bermuda e o deixei ali sozinho, indo tomar um pouco de ar do lado de fora. Fumei um cigarro que alguém deixou sobre a mesa e ainda tomei uma água no bebedouro que tinha na unidade, voltando lá pra dentro e preparado pro segundo round de submissão do PM viado que tinha me deixado encaralhado. Era muito bom em gozar duas vezes em pouco tempo, mas agora precisava ser rápido por causa do tal Neves. - Vem aqui! Botei o safado pra chupar só a cabeça, do jeito que eu gosto, enquanto batia uma punheta gostosa e alisava o sacão. Vira e mexe parava pra bater sozinho, afoito, doido pra jogar mais leite fora. Fiquei revezando entre essa afobação e a boca do PM, sentindo outra vez o gozo chegando. - Vira aqui pra mim! Puxei seu rosto e senti os curtos jatos de leite saindo e atingindo seu rosto. - Sssssss! - gemia aflito. Agora sim estava leve. Limpei e espremi o restante na língua, sentindo uma absurda vontade de mijar logo em seguida. Foi aí que tive a ideia final de como terminaria aquela noite de ditadura e não hesitei. Abri o vaso e comecei a despejar a urina quente e firme dentro d'água. - Se tu fosse um viado de verdade.. Aticei o PM submisso, queria que ele sentisse a vontade de receber meu mijo de macho sem que precisasse pedir de verdade. E logo ele se enfiou de baixo, enchendo a cara de felicidade. - Eu sabia! Ri e me senti apaixonado por tudo que aquele safado me deixou fazer com ele. Não o soltei e nem ajudei a se limpar, só peguei minhas coisas e meti o pé, me sentindo parcialmente vingado pelos anos de truculência e abusos e me sentindo mega relaxado e leve.

A mulher não levou fé, o enteado levou ferro

Sou o Bruno, um maluco responsa de 30 e poucos anos, moreno, alto, careca, algumas tatuagens e barbudo. Fiz academia até os 20 e tanto, mas com o avanço da idade fiquei mais acomodado. Nunca fui de esquentar muito a cabeça com muita coisa, sempre fui muito tranquilão e sem neurose com nada. Comecei a trabalhar desde cedo, mas aproveitei a juventude ao máximo, enchendo as novinhas de pica e de vez em quando jogando um leite na boca dos amigos viados que pediam rola, estávamos aí pra isso. Como sempre, a rotina da vida vai modificando nossos rumos e, já na casa dos trinta, acabei conhecendo a Stela, uma mulher um pouco mais velha, mas muito fogosa e com um corpo espetacular. Começamos um relacionamento até que maneiro e bastante duradouro, que me fez parar com toda a vida de safadeza que tinha pela rua. Minha única preocupação real foi que a intimidade cresceu e ela sugeriu de morarmos juntos, trazendo consigo um moleque na porta dos 18 anos que era seu filho. A história começa daí. No início da vida em casal, quase não via seu filho em casa. Eu saía de manhã pra trabalhar antes dele acordar e voltava no fim da tarde. Nesse tempo, o Lucas ia pro colégio e lá passava a maior parte do dia fazendo curso preparatório, retornando só pela noite quando eu já descansava pro dia seguinte. Era até bom assim, porque a Stela chegava praticamente junto comigo e podíamos transar sem nos preocupar com quem pudesse ouvir. Além disso, como morava sozinho até sua chegada, tinha o hábito de estar sempre peladão dentro de casa, com a rola balançando de um lado pro outro mesmo, e sem o moleque ali pra ver não tinha problema. Com a chegada das férias, a imagem do Lucas finalmente se fez presente e aí fomos tendo mais contato, de forma controlada e segura da minha parte. - Bom dia. - Bom dia, Bruno. Tudo bem contigo? - Tudo indo, garoto. Estudando bastante? - Ah, normal.. Em pouco tempo percebi se tratar de alguém bastante estudioso e focado. Por conta da minha experiência de vida e por ter vivido a juventude no meio onde tinha muito viado, cogitei seu comportamento como meio duvidoso, mas deixei passar porque Lucas ainda era jovem e fazia mais o tipo nerd reservado do que viado incubado. Além do mais, eu era apenas seu padrasto, não tinha filho daquela idade pra precisar de ter essas conversas. No geral, nosso contato era bastante respeitoso e foi melhorando conforme Stela viajava em seus seminários pelo país e nos deixava a sós durante dois ou três dias seguidos. Vez ou outra juntávamos na sala pra beber uma cerva e aí até assistíamos algum filme bom que tivesse passando. Numa das vezes em que Stela viajou no fim de semana e nos deixou a sós, peguei o moleque saindo do nosso quarto na encolha. Ele ficou visivelmente constrangido com a minha chegada repentina no exato momento em que parecia armar alguma coisa, mas não dei muita bola pra ele não achar que eu tava puto ou algo do tipo, tentei até descontrair. - Te peguei, né!? - Bruno!! - E aí, o que tá aprontando? - Não, é que eu vi a porta aberta e.. - Relaxa, cara! Ele ficou bem nervoso e eu pensativo, mas entrei no quarto e fechei a porta, dando a oportunidade necessária pra que se mandasse. Enquanto estive ali, pensei em várias possibilidades do que Lucas poderia ter ido fazer ali, até vasculhei algumas gavetas, mas não percebi nada fora do lugar. Dei um tempo e saí. Cheguei a comentar esse fato com a Stela, mas sem intenção de levantar qualquer suspeitas, e sim como se fosse uma curiosidade só pra ver o que ela pensava a respeito. Eu tinha minhas suspeitas, porém precisava saber o quão transparente ela pensava que fosse o filho. - Acho que vou conversar com o Lucas, amor. Hoje ele tava sozinho aqui no quarto, de repente tá precisando de um amigo. - Sério, o Luquinhas? Duvido! HAHAHAHAHAHA Sua reação era cômica e surreal. Sem dúvidas não conhecia o garoto. Taquei-lhe piroca nessa noite pra matar as saudades que tava dela. Como hábito, fazia ela gozar e a safada dormia, satisfeita. Não sei porque não conseguia leitar quando passamos a morar juntos, tendo sempre que finalizar na mãozada. De repente era o receio de exagerar no barulho e o moleque acabar escutando o que fazia com a mãe dele, não sei dizer bem. Finalizei minha parte no trabalho dela e levantei no sapatinho até o banheiro. Andei pelo corredor escuro e entrei pela porta com a piroca dura de tesão. A casa estava silenciosa, então não me preocupei em fechá-la, só botei o rolão mirado no vaso e comecei a largar o mijo que veio com certa dificuldade por conta da ereção. Mijar de pau duro é uma porra. Levei algum tempo e terminei, começando um movimento lento de punheta, sem nem chegar a cobrir a cabeça do pau com o prepúcio, só rapidinho. A caralha enrijeceu ainda mais, sem qualquer sinal de brincadeira, e em pouco tempo já tava babando toda, mal educada. Fechei os olhos e levantei a cabeça, esquecendo do mundo e pensando somente em mulheres que achava excitante. A mente deu aquela escorregada inevitável pro que eu mais queria esquecer: o Lucas, meu enteado. Seu corpo liso, fino, porém com as curvas certas, nos lugares certos, ficou preso na minha consciência e pesava tanto que o pau ficava daquele jeito, doido pra dar uma entrada no rabinho do filho da puta. Em todas as possibilidades eu só me perdia de desejo, lembrando do que fazia com os viadinhos quando mais novo, querendo a todo custo qualquer sinal de que meu enteado tava a fim de levar uma boa duma pirocada naquela raba grande que tinha, sentando com o cu em mim. Senti o gozo vindo de longe quando abri os olhos de relance e me assustei com o próprio Lucas na minha frente, observando atentamente o que eu fazia. - Garoto!? - Oi, Bruno.. Meu tom o deixou sem graça, sem saber o que dizer, talvez até mais do que eu mesmo. - A porta tava aberta, eu.. - Relaxa, Lucas. Só aí lembrei de tentar esconder a piroca dura entre as mãos, o que de nada adiantava por conta do tesão da punheta interrompida. A todo momento o moleque me manjava, dando cada vez mais o gostinho do que tanto pensava enquanto me masturbava, saciando até uma parte do meu desejo, por mais que não fosse fazer nada com ele ali assim de cara. - Boa noite. Quebrei o silêncio. Virei as costas pra sair, mas ele voltou a falar. - Foi mal, Bruno. Por favor, não conta pra minha mãe. - Fica tranquilo, garoto. Amanhã a gente conversa. Esperei que saísse do banheiro e voltei pra terminar o punhetão que bati, pensando só na carinha de bobo e inocente do meu enteado me manjando, doido pra afundar a cabeça do moleque no meu pau e deixar só os pentelhos e as bolas de fora. Pensava em deixá-lo de joelhos na minha frente, pra servir o homem que comia a mãe dele da melhor maneira sexual possível, pra que depois fosse dormir com o cheiro do meu pau e saco na boca e na cara. O meu cheiro de homem impregnado por dentro do corpo de um moleque era agora o motivo da minha masturbação. Explodi em tesão e em leite, sujando o vaso todo de porra e chegando a abafar os gemidos que dava, mas com a sensação de missão cumprida ao menos por enquanto. No dia seguinte, Stela viajou logo cedo e eu folguei na firma por conta das suspeitas de greve que estavam rolando na época. O sindicato estava em reunião nas outras empresas e nós, funcionários, fomos liberados pra acompanhar os andamentos. Sendo assim, a levei até o aeroporto cedo e voltei pra casa pra dormir mais, acordando novamente pouco antes do almoço. O Lucas apareceu um pouco depois. - Bom dia, Bruno! - E aí, Luquinhas? Dormiu bem? Perguntei e sorri, talvez dando uma sensação de ameaça a ele. Esperou, pensou e respondeu. - Sim e você? - Ah, tudo normal.. Outra pausa. - Minha mãe já foi? - Foi sim, bem cedo. Continuamos na cozinha, eu ajeitando o almoço e ele me observando, eu ainda naquela posição de "poder" por conta da situação na noite anterior. - Olha, Bruno, eu queria conversar contigo. O moleque não resistiu em ficar quieto e, pelo visto, precisava de se explicar. - Fala aí, garoto. Abri uma cerveja e servi em dois copos, entregando-lhe um e ficando com outro. Comecei a beber e o safado virou tudo de uma vez, me deixando impressionado. - E eu nem sabia que tu bebia, viu moleque? Rimos e a partir dai a conversa foi se tornando menos intensa e mais fluída. - Manda. - Olha, sobre ontem.. é que sei lá, eu não sou tão bom com as garotas, sabe? Seu tom era baixo e sincero, estava na cara que tudo que dizia era verdade. - E eu também não tive um pai pra conversar essas coisas, então não tenho muita alternativa. Fomos da cozinha à sala e continuamos bebendo e conversando, eu no sofá e ele sentado no tapete. Sentei de forma que a mala acumulou na bermuda sem cueca que usava, mas o garoto agora não dava um mole sequer de me manjar. - Não sei bem como contar isso, mas.. eu escuto o barulho de vocês à noite, sabe? Começamos a rir e eu dei a primeira apertada na rola. Adorava saber que alguém ouvia o que fazia com a Stela, ainda mais sendo o próprio filho da coroa gostosa que eu tava doido pra comer. A cerveja foi fazendo efeito e foi a vez deu não disfarçar enquanto manjava o cuzão do viado gostoso. Não sei se o safado não percebia ou se fazia de despercebido, talvez não fosse tão forte pra bebida, mas que agora existia uma nova tensão no ar era fato. - Tu deve ser bom no que tu faz, por isso queria umas dicas, Bruno. Foi com essa frase que o moleque me ganhou de vez, mesmo que isso significasse que pegava garotas. Desde o começo queria estar mais próximo dele, conhecê-lo, e agora finalmente começava a ter a oportunidade, independente de não ser da forma sexual como desejava que fosse. - Cê é virgem, Lucas? - Sim. Ele ficou visivelmente vermelho por ter revelado sua inocência pra mim, mas era algo que pelo visto queria mesmo fazer, porque respondeu rápido e firme. - Mas tem uma garota que eu tenho curtido, só que ela não percebe. - continuou. Nós ficamos nessa troca de conversa durante um bom tempo. Tive acesso a um Lucas frágil e inocente que ainda não conhecia, tão imerso em seu mundo nerd que não sabia como se portar quando o assunto era sexo, putaria e outras safadezas no geral. Conforme bebíamos e continuávamos o bom papo, ambos iam se soltando e ficando mais à vontade. - Eu já queria te perguntar várias coisas antes, aí ontem te encontrei no banheiro daquele jeito e não soube o que dizer. - Daquele jeito? Ele tornou a ficar sem graça e voltei a rir, cruzando os braços e só descruzando pra tomar mais cerveja. - É, cê tava lá todo excitado e tal. Por mais que falasse do meu corpo, sentia seu tom seguro de aluno que aprende algo com um professor pelo meio das perguntas. Não me acho professor em nada, mas naquela situação era como se fosse, falando de juventude, comportamento, mulheres, etc. - Normalmente eu não sou de bater punheta, moleque. É que ultimamente tem sido diferente, sabe? - Coisas da vida de casal? - Também, mas nada de mais. Fez algumas perguntas sobre exercícios e academia, às vezes dando umas olhadas pro meu corpo, mas logo tirava o olhar, como se temesse alguma reação. - Pode olhar, Lucas! E ri, pra deixá-lo tranquilo. Ele começou a olhar mais consciente de si e agora sem medo, enquanto eu tentava forçar os músculos do braço pra mostrar. Por conta de todo o papo, não parávamos de beber cerveja e logo bateu a vontade de ir mijar. - Vou dar um mijão, garoto. - Também vou. Levantei já com a mão por dentro do short, sentindo a pica meia bomba por causa do mijo acumulado, e o danado manjou. Cheguei ao vaso e despejei a água, sendo que o safado do meu enteado veio pouco depois que comecei, botando o cacete também pra fora da bermuda e mijando ali junto comigo, só que do lado oposto do sanitário. - Muito bom mijar, né? Suspendi a cabeça, relaxando o corpo por completo com a sensação de estar me aliviando. Lucas não respondeu, só continuou mijando e olhando pro meu pau, como se ainda quisesse perguntar alguma coisa. - Desembucha! - Será que depois que eu entrar na academia meu pau vai crescer também? Comecei a rir e terminei de mijar, dando aquela balançada na benga, mas ainda sem guardá-la de volta no short. Ele riu junto e continuou. - É sério, Bruno! Meu pau podia crescer e ficar que nem o teu. - Tu achou grande? Alisei os pentelhos e desci a mão na rola mole, subindo o prepúcio por entre os dedos e botando a cabeça pra tomar um ar. O cheiro de pica subiu forte entre nós, deixando a situação tensa outra vez. - Eu achei! É por isso que minha mãe grita, né? Gargalhamos, mas permanecemos ali, ambos com os caralhos pra fora e o meu enteado enchendo minha bola, dizendo o que todo homem adoraria escutar. O ego estava sendo afagado safadamente pelo bobo do Lucas. Retornamos à sala e voltamos a conversar sobre suas questões. O Lucas disse estar apaixonado por uma garota que na verdade estava interessada no amigo dele, tudo por conta de seu jeito sem malícias, por isso queria alguém pra conversar e pedir conselhos. A garota preferia caras com jeito de homem mais velho, sendo que meu enteado parecia completamente inexperiente nessas coisas. - Já teve alguma namoradinha? - Não, Bruno. Bebíamos mais e mais, porém o safado não me manjava mais. Ou de repente não quando eu estava prestando atenção, pelo menos. Nós comemos alguma coisa, conversamos e bebemos até o anoitecer e demos umas boas risadas. A bebida pesou com o sono e logo tomei um banho frio pra dormir. Pra contrariar minha mente que tentava se convencer de que meu enteado era só um nerd inexperiente, sonhei que o molecote me ordenhava como se precisasse muito do meu leite. Podia sentir a cabeça da pica arrastando contra a parte áspera da língua dele, ao ponto de me fazer contorcer os dedos dos pés e sentir um arrepio subindo pela coluna, algo que nem mesmo Stela havia feito em vida real. Me mexi diversas vezes nesta madrugada, tendo as mesmas visões embriagadas de que Lucas extraia meu gozo com a boca, com total maestria nisso. Acordei pela manhã seguinte e tava todo gozado, com a piroca ainda latejando de tesão, pronta pra outro sonho daqueles. Apesar de tudo que bebi no dia anterior, só a cabeça de baixo que pulsava firme, doida pra ser engolida. Tive a ligeira impressão de ter sentido um cheiro de boca saindo do pau e pensei durante um tempo. Botei o short e desci procurando pelo meu enteado, precisava saber onde o safado tava. - Lucas? Bati na porta do quarto e ela abriu um pouco, revelando que ele dormia tranquilo na própria cama. Fiquei mais calmo e fui mijar pra poder aliviar o tesão matinal que estava, já que não pensava em outra coisa senão no meu enteado. Queria muito que ele fosse viado pra eu poder comer aquele cu sem pena, mas o Lucas era só nerdão, então tinha que me controlar. Fui no mercado comprar algumas coisas pro almoço de chegada da Stela e não demorei. Quando voltei pra casa, dei de cara com o danado tomando sol peladão. Estava deitado de bruços numa esteira reclinável na beira da piscina, com o rabão empinado pro alto e aparentemente cochilando, sem perceber minha presença. Sua cintura era fina, mas tinha coxas grossas que pareciam se enfiar pra dentro de um cuzinho apertado na altura da bunda, com muita carne pra bater, morder e rasgar de tesão. Fiquei de boca aberta e, quando me dei conta de que tava ali parado manjando o cuzão do meu enteado na cara de pau e com a piroca começando a dar as primeiras pulsadas, voltei ao que fazia em silêncio. Fiquei muito desconsertado com a situação e com a ousadia daquele rapaz que outrora parecia tímido e inocente, mas mais que isso, fiquei foi de pau duro pra caralho e tive que tomar um banho de água fria pra eliminar a imagem que vi da cabeça. Soquei um punhetão, mas o caralho voltou a subir. Esperei a mulher chegar aquela noite e fodi tanto a cadela que ela pediu arrego e caiu morta de cansaço após gozar. Eu, por outro lado, não tinha jogado leite pra fora. - Deixa eu gozar no cuzinho? - tentei. - Não, amor. Tô cansada. Fui pra varanda fumar, ainda com a cena do rabo do garoto borbulhando na cabeça. Pra completar, tinha visto umas cuecas que ele deixou secando no varal e me perguntava como era possível caber tanta raba ali dentro, porque mais pareciam calcinhas. Depois de um bom tempo, conversei com Stela. - Amor, cê já pensou se.. - Se.. ? - Não sei como dizer isso. - Pode falar. - Eu acho que talvez o Lucas seja gay.. Ela começou a rir alto. - Sério, o Luquinhas? Duvido! HAHAHAHAHAHA Era só isso que a gostosa da mãe dele sabia dizer quando o assunto era o filhão. - É sério, Stela! - Só você, Bruno! Riu ainda mais alto, me ignorando por completo. Minha mulher não tava levando fé no papo que eu tava dando sobre a sexualidade do garoto e isso tinha tudo pra dar errado. Primeiro porque até eu mesmo achei que o cara era só um cdfzinho dedicado, mas agora já estava completamente desconfiado das últimas ousadias que presenciei dele, que se dizia tão tímido e inseguro de si, mas que, parando pra pensar agora, já tinha visto meu caralho, minha punheta, meu mijo e tudo na base da conversinha boba. Segundo porque eu já tinha botado muito viado pra me mamar ao longo da vida, mas nunca havia comido um ainda e a Stela tava sempre fazendo a porra do cu doce pro meu pau. Péssima combinação pra alguém como eu. E por último, mas não menos importante, não importa se ela ia escutar ou não, o garotão tava com o cu pro alto, de bobeira, pedindo pra levar rola. Todos esses pensamentos me deixaram monstruosamente excitado de novo. - Tá animado, ein? - Só de pensar nesse cu, Stela. Mostrei a ela o caralho marcado no lençol, mas a vaca ignorou. Virou pro lado e dormiu. Pra dar o ponto final em tudo, ainda saiu às pressas na manhã seguinte, dizendo que tinha uma viagem marcada não sei pra onde e havia esquecido. Era tudo que faltava. Voltei do aeroporto, onde a deixei, e troquei de roupa, ficando outra vez só de short. Não sabia do moleque e queria distância dele a todo custo, porque tava a ponto de bala e doido pra arrumar uma putaria pesada com qualquer um que fosse. Foram tantas imagens e visões de cu nos últimos dias, que deitei pelo sofá mesmo e fiquei viajando entre o sono e o cansaço físico, de olhos fechados e relaxado, porém sem dormir. Estava com uma das pernas jogadas pra parte de cima do sofá, por cima do encosto, quando escutei o barulho de alguém entrando pela porta e me mantive estático, fingindo que dormia. Ainda incrementei uma espécie de ronco pra soar ainda mais convincente, não queria ser incomodado, ainda mais se fosse meu enteado. Ouvi passos se aproximarem e logo afastarem, subindo pela escada. Abri o olho pela lateral e identifiquei o Lucas, mas antes mesmo de fazer qualquer coisa, ouvi os passos do safado retornando à sala e bem próximo a mim. - Bruno? Não respondi. Ele me deu um tapa fraco na coxa e chamou novamente. - Brunooo? Continuei roncando, como se estivesse imerso em um sono profundo, e foi aí que veio a confirmação. O putinho foi escorregando a mão bem devagar pela minha perna peluda, até chegar ao elástico da bermuda e passar pra parte de dentro. Bem devagar pra eu não "acordar", o piranho do Lucas não hesitou em encher a mão no meu caralho meia bomba, dando uma boa de uma segurada que suspendeu até meu saco. Que viado safado! Mas deixei que se fizesse. Às vezes ameaçava me mexer e o malandrinho tirava as mãos como se fosse morrer, mas não resistia a voltar e continuar. Não tive como não ficar muito excitado com a situação e logo a piroca já tava em ponto de bala na mão do garoto por dentro da roupa. Ele segurava bem na base, tentando agarrar a grossura por completa. Eu, sentindo a mão quente envolta no meu membro mais do que ereto, contraía ainda mais forte pra que o puto pudesse sentir meu calor e o fluxo de sangue pelas veias do meu caralho. Abri os olhos, mas ele não me olhava, só focava em tentar me punhetar, sem muito sucesso dentro do short. Quando finalmente me viu e percebeu que o olhava, se assustou e tirou as mãos. - Bruno!? - Pára não que tá gostoso, moleque. Ele continuou parado, até que peguei sua mão e levei de volta até meu caralho por fora da roupa. Cruzei minhas mãos por trás da cabeça e só relaxei o corpo, sentindo a punheta começar meio tímida. Olhei pro Lucas e ele ainda tava incrédulo, me olhando. - Bate essa porra, moleque! Tornou a tocar, mas seu nervosismo era claro. - Bruno, por favor! Não conta pra minh- Antes que pudesse terminar, arriei sua cabeça pela nuca e atolei a vara na goela. - Tá falando pra caralho, ein moleque! Engole essa vara. Sentia a língua do viado tentar passar por debaixo da vara, mas do jeito que fazia pressão contra, não tinha chance. Ele ia mamar e ia mamar tudo bem ali, debaixo do meu nariz e comigo acordado, vendo. Chega de gracinhas. - Sai! O puto conseguiu se soltar, mas o segurei pelo rosto com as duas mãos e o encarei. - Vai falar que tu não queria chupar essa pica? - A minha mãe, cara! - Pode ficar tranquilo que enquanto ela não levar fé que tu é viado, tu vai levar ferro. Era o que tu queria, né? Ele não respondeu. Tentava entrar novamente na boquinha do safado, mas ele não deixava, se fazendo de difícil. - Vai falar que não, seu moleque? Tava procurando o que no quarto aquele dia, cueca minha pra cheirar? Eu não uso, mas agora tu pode cheirar direto daqui, ó. Comecei a cutucar suas narinas com a glande ainda babada. - Abre a boquinha, abre? Abre que eu sei que tu já andou mamando esse caralho de madrugada, não se faz de difícil agora não. O bobo me encarou de baixo, ainda de joelhos ao lado do sofá, e abriu o sorriso mais devasso que já vi num viado. Parecia que finalmente alguém o tinha exposto e que não tinha problema nisso, pelo contrário. O semblante de piranho nunca pareceu tão dele como naquele instante. O putinho alisou meus pentelhos e subiu as duas mãos pelo meu corpo, até alcançar os mamilos. - Seu safado! Cafajeste! - Eu, né? Chupa logo essa porra! - Vai falar que tu não tá doido pra me comer? - Te comer? Eu vou é te rasgar, moleque! Riu e engoliu meu pau como se há poucos segundos não estivesse relutando pra fazê-lo. Agora eu provavelmente ia ter que usar de força bruta pra não deixar o viado me sugar por inteiro, porque com aquele puto todo dia vivendo sob o mesmo teto que eu, tarado num cuzinho, não ia dar certo. Além de ser bom no que fazia, o safado ainda era abusado e não parada de me encarar, mesmo com a cabeça do pau tocando o céu de sua garganta insistentemente, ao ponto de arrancar uma ou outra lágrima de seu rosto por causa do nervoso e concentração. - Cê gosta, né? Ele só fazia que sim com a cabeça, porque tava de boca bem cheia. Só meus sacos ficavam pra fora, e nesses momentos eu usava e abusava de suas orelhas, fazendo-as de alças que puxava pra chegar bem lá no fundo da traquéia. Quando dava certo e o safado não engasgava ou tossia, seu nariz era tampado somente pelos meus pentelhos e pele do corpo. Nunca havia recebido uma garganta profunda dessas na vida, tampouco imaginei que quem me faria ir ao céu assim seria o filho da minha mulher. - Caralho, Luquinhas! Que isssss! Só tirava o pau da boca pra chupar os ovos e batê-la na língua, como se tivesse se punindo de uma forma deliciosa. - Gosta mesmo de uma rola, né? - Posso nem ver, Brunão! - Então fica com essa pra você, pode fazer o que quiser com ela. Acarinhava seus cabelos e nem forçava mais a cabeça do moleque pra ir fundo, ele mesmo já tinha aprendido como eu gostava e queria, até o talo e forçando a saída da uretra. Já sentado no sofá, só joguei os braços pra trás no encosto e virava os olhos de tanto tesão que o viado me proporcionava ali, de joelhos aos meus pés e com minha pica atravessada na boca como se precisasse muito dela. Isso sim que chamava de amor. Quando achei que não tinha como ficar melhor, o Lucas me vem com essa. - Tá gostando? Não respondi, só dei uns tapas no rosto. - Tô melhor que ela, Brunão? Não acreditei naquela piranhagem toda e dei ainda mais tapas na cara do viado, dessa vez mordendo os beiços à cada mãozada no rosto. Numa dessas, o puto abriu a boca e começou a chupar meu dedo, colocando o pau de volta em seguida e sugando ambos ao mesmo tempo, tudo isso me olhando com cara de menino pidão. - Tua mãe não curte chupar. Ele arregalou os olhos e foi outra vez até o talo, me fazendo curvar a cabeça pra trás de tanto êxtase. Às vezes tirava da boca pra falar. - Não acredito que ela deixou um macho desses sem uma mamada tanto tempo! - Pois é, ainda bem que o filhão dela é um bezerrão doido pra tomar leite. Estava adorando o jogo de cintura do filho da puta do Lucas. Depois de tanto tempo fingindo e se esgueirando, não é que o viado agora tava me mamando e prestes a liberar o cuzinho pra mim? Pensando nisso, virei seu corpo pra cima de mim e removi sua bermuda, dando de cara com uma calcinha fio dental que o piranho tava usando. - Aaah, seu viado, tu não fez isso! - Fiz pra você, Brunão! Afastei a alça do tecido e fiquei cara a cara com o cuzão do moleque, que deu a primeira piscada pra respirar, jogando o cheiro de cu virgem na minha cara. - Que nostálgico, moleque! - Fala.. No meio da putaria, começamos a trocar uma ideia, eu lingüando o buraco e ele com a boca envarada. - Já botei bastante viadinho pra me mamar quando era mais novo, sabe Lucas? Nunca achei que um dia voltaria a ter essa tara, muito menos com meu enteado. - Ah, mas pelo menos você teve a quem comer esse tempo todo, né? Comecei a rir. - Tua mãe não libera o cuzinho não. Ele virou pra mim completamente assustado. - MENTIRA!? - É sério! O viado relaxou por completo e o cu abriu facilmente na minha língua, me dando ainda mais espaço dentro dele e fazendo com que se contorcesse de tesão com aquela invasão quente e úmida por baixo. Afastava sua bunda com as mãos ao mesmo tempo que enfiava um ou dois dedos cuspidos cu a dentro, sentindo a reação das pregas contra minha presença. O rosto suava muito pela tensão. - Por que um macho como você ainda tá com ela, então? Que moleque devasso, não tava nem aí que era a mãe dele que tava sendo falada. - Tá falando muito, chupa essa porra aí! Quando consegui aplicar o terceiro dedo e deslizar pra dentro sem muitas dificuldades, decidi que era hora. Olhei pra cara dele e o semblante de piranho ainda era presente. - Tá preparado pra aliviar o padrasto, moleque? - É minha obrigação, já que minha mãe não faz isso. Um pecado deixar um homem desses sem cu. Botei o puto de quatro no sofá, sem tirar a calcinha, só com a alça puxada pelo lado. Mandei que abrisse a bunda e coloquei a cabeça na porta do cu, que já contraiu logo só pelo contato da pele na pele. - Tu toma anticonceptional, né? Brinquei e nós rimos. O trouxe pra trás pelos ombros e arqueei seu corpo, facilitando o impulso. Fui chegando pra frente à medida que entrava, até o ponto em que pude sentir o anelzinho dele pegando foto ao redor do meu caralho rígido. A sensação era de total corrupção e prazer, principalmente pela quentura da coisa, mas ainda não era suficiente, queria sentir todo o cu dele latejando na minha vara por completa, agasalhando-a por inteira. - Tá gostoso, Lucas? - Não pára, pode ir! Fui atolando e cada vez mais as pregas contraíam, me rejeitando, mas de nada adiantava. Em poucos minutos senti o fundo do cu do Lucas alisando a cabeça da piroca, garantindo uma sensação gostosa, só aí fiquei satisfeito. Senti também o anel contraindo na base do pau, repuxando até a pele do saco de tão próximos. A pica sendo coberta e pressionada por carne quente e apertada por todos os lados. Na pele então, chegava a contorcer os dedos dos pés de tanto tesão naquela fricção. - Entrei, Luquinhas. Tô todo dentro de você, tá me sentindo? Fazia questão de dançar e pulsar a rola dentro dele, pra ter certeza de que alargara cada preguinha do cu. - Que delícia! Afastei um pouco o corpo e tornei a entrar, repetindo em movimentos lentos e aumentando o ritmo das estocadas num curto período de tempo. Suávamos bastante e o safado começou a gemer alto, me deixando ainda mais afoito pra acabar com aquele rabo empinado do viado. Estocava com as dedos fincados em suas coxas, deixando mais marcas no corpo dele, enquanto o puto só sabia arfar e gemer. Joguei o corpo sobre ele e o imobilizei, tendo total controle da situação, investindo somente com o quadril sobre sua bunda na cama. Parecíamos um único sistema de funcionamento sexual, colados e já compartilhando do mesmo suor que escorria de um pro outro. Botei o piranho de franguinho e comi o cu dele de um lado pro outro, explorando cada canto da bunda que ainda não tinha ido. - Cuzinho apertado da porra, ein Lucas? - Deixa ele larguinho, Bruno! Me fode, vai! Eu só obedecia, enchendo o rabo dele de pica, às vezes segurando pela nuca, às vezes pela cintura pra que não corresse das investidas fortes que dava. Pra minha surpresa, o Lucas gozou sem nem tocar no próprio pau e logo eu também senti o gozo vindo. - Vou lotar esse cuzinho de leite, ein! - falei no pé do ouvido. - Pode encher! Dei a última estocada bem no fundo e o orgasmo pareceu uma explosão ali dentro. Nem sei quantas jatadas de gala foram, mas foi suficiente pra transbordar o rabo do meu enteado e escorrer pelo forro do sofá. Bem na hora que comecei, o safado contraiu tudo e apertou mais ainda minha vara, dando uma sensação maravilhosa que ainda não tinha experimentado antes. - Caralho, cachorra! - Me bate! Dei-lhe muitos tapas e lambidas na cara, sorvendo o suor de quem agüentara minha vara por completa e sem reclamar. O puxei pelos braços e o coloquei deitado sobre meu peitoral. - Descansa pra mais tarde, ein. - avisei. Ele riu. Depois dessa foda, eu e Lucas viramos bons parceiros de putaria. Nosso tesão era tão grande que até mesmo com a Stela em casa eu acabava o comendo, mesmo sem querer. Tudo era motivo pra uma boa foda entre a gente, mas isso não afetou em nada meu relacionamento com minha mulher, porque ainda conseguia segurar o tesão pra comer ela quantas vezes quisesse. Saía morto desse seqüência, mas completamente leve de tanto leite extraído. Numa das várias vezes em que jantamos todos juntos à mesa da cozinha, o piranho me alisou com a perna sem que a mãe visse, me deixando de pau duro ali mesmo. Quando Stela levantou pra lavar a louça, o vadio do Lucas veio e sentou no meu colo, nem aí que ela pudesse simplesmente virar e dar de cara com aquela cena. - Tá maluco, viado? - Ela vai ficar um tempo na cozinha, dá pra tu me comer aqui. - Sobe agora! Ele obedeceu e fui na cozinha, a benga repuxando o short. - Amor, viu minha toalha? - Ué, não botou pra lavar? Vê se o Lucas pegou sem querer. Sai lentamente e, assim que saí de seu campo de visão, meti o pé pro quarto do moleque. Reparei que ela ainda estava no começo da limpeza, então teríamos tempo, mesmo que breve. Ainda tava na escada quando já comecei a socar um punhetão com o caralho pra fora, só entrei no quarto do viado, mas não vi ninguém. Fui até meu quarto, ainda escutando o barulho de pratos e talheres lá em baixo, e encontrei o devasso do meu enteado de quadro na cama de casal onde eu comia a mãe dele. - Se não for na frente dele, vai ser aqui. Arrebitou o rabinho e me chamou com o dedo, afastando em seguida a bunda com a mão. - Tu não vale nada, seu viadinho! Apliquei o caralho certeiro no cu que eu mesmo alarguei e dessa vez comecei a foder sem dificuldades. Como precisava acabar com tudo bem rápido e já tava no pique da punheta, fiquei sobre ele como se fosse um sapo, torando o cu da maneira mais veloz que podia. Travava nossos corpos na cama pra poder tomar impulso mais facilmente, ainda focando no barulho da cozinha. O safado soltou um gemido baixo, mas dessa vez não podíamos abusar mesmo. - Hoje não, Lucas. Enfiei-lhe o pé na boca, todo torto sobre si, mas o puto não se deu por vencido e ficou chupando meus dedos, passando a língua entre cada um deles. A cama rangia baixinho, me deixando ainda mais nervoso, mas o tesão é foda. Quando o barulho lá em baixo parou, senti o gozo vindo e escutei passos na escada. O pau outra vez só faltou explodir completamente o cu do viado, mas nem tivemos tempo, ele só vestiu a calça e eu guardei a rola dura. Avistei minha toalha sobre a cômoda e joguei em cima dele, que ficou me olhando como se não entendesse. Assim que a mulher apareceu na porta, peguei a toalha que acabei de lhe entregar. - Valeu, cara! - Achou? - Stela entrou. - Sim! Lucas virou pra sair e ainda pude ver a calça toda molhada na parte de trás, por conta do meu leite que saia do cu dele. Antes de meter o pé do quarto, ele ainda virou e deu uma piscada pra mim, enquanto me abraçava com Stela e já segurava a bunda dela, o caralho sem descer. - Tem alguém animado hoje? - Tô doido pra comer esse cu! Ela fechou a porta e riu, já me negando de cara o pedido, mas liberando a bucetinha de boa. A rotina sexual deu uma girada total por causa dessas putarias que comecei a aprontar com meu enteado.