segunda-feira, 24 de novembro de 2014

TRADICAO DE FAMILIA

Olá leitores, meu nome é Tiago, tenho 15 anos. Moro no Rio de Janeiro, com meus pais e meu irmão Roco, que tem 16 anos, com quem eu divido o quarto, eu e ele sempre nos damos muito bem, acho que é por sermos tão semelhantes, gostamos das mesmas coisas, e também somos fisicamente muito parecidos, ambos brancos, mas com pele morena, cabelos pretos e ondulados, corpos magros mas definidos pelos esportes, mas claro, ele é um pouco mais alto do que eu. Puxamos estas caracteristicas do meu pai, Marcos, ele tem 40 anos, é alto, também moreno e com alguns fios grisalhos, o que lhe deixa muito charmoso, alem de um físico bacana, tem ombros largos e um corpo forte. Dia desses ele bateu na nossa porta, era de manhã, eu e meu irmão estavamos vestindo o uniforme. -Bom dia garotos. -Bom dia pai. -é o seguinte, seu avô me ligou ontem, perguntando se a gente queria ir pra casa dele nesse fim de semana, vocês querem ir? Eu e o Roco nos animamos na hora, vovô tem uma casa na serra, na verdade um casarão, enorme, com piscina e local de lazer. -Claro pai! -Que bom, então a gente vai no sábado de manhã, mas é o seguinte a mãe de vocês não vai, ela disse que está querendo organizar umas coisas do trabalho, então será um fim de semana só de homens. Não tivemos objeção, mamãe sempre se sentiu um tanto desconfortável nos nossos finais de semana na casa do vovô porque ele e vovô se divorciaram a muitos anos, quando papai ainda era adolescente e ele nunca se casou de novo, então mamãe ficava sem jeito de ficar sozinha no meio de tantos homens. No sábado de manhãzinha eu e Roco arrumamos nossas mochilas com roupas. é muito quente na serra, por isso já fomos de tênis, bermuda e camiseta. Nos despedimos de mamãe e encontramos papai na garagem, ele estava de short, chinelo e regata. Entramos no carro e pegamos a estrada, na cidade antes da serra, papai parou num mercado, desceu e voltou com vários fardos de cerveja, até ai nenhuma novidade, ele e vovô sempre bebiam umas cervejinhas, enquanto eu e Roco ficavamos no refrigerante. -Já que a mãe de vocês não veio junto dessa vez, eu vou deixar vocês beberem comigo e com o vovô, mas isso tem que ser segredo nosso em? Nos animamos na hora, nunca bebiamos cerveja, e aquela oportunidade de beber com papai e o vovô era como se eles estivessem dizendo que agora sim eramos homens e podíamos beber com eles. -Claro pai, segredo nosso. Finalmente chegamos a casa do vovô, ele estava nos esperando na mesa da piscina, descemos do carro e ele veio nos abraçar, nosso avô se chama Paulo, tem 60 anos e é um senhor muito bonito, é alto, também tem pele morena, cabelo grisalho mas mantem a cabeça raspada, ele e papai tem corpos muito parecidos, ombros largos, braços fortes, vovô sempre se manteve muito em forma, depois que se aposentou focou muito de seu tempo nos exercícios na academia, então tem um corpo bem conservado. naquele momento usava camiseta e bermuda, estava descalço. Abraçou, eu, Roco e meu pai, vovô é muito simpático e querido. -Chegaram bem na hora, a carne tá quase pronta. -Eu trouxe a cerveja pai, e dessa vez é pra gente e pros garotos. -É, agora os dois podem beber já estão crescidos, subam e deixem a mochila de vocês no quarto, troquem de roupa pra entrarem na piscina. Eu e meu irmão entramos na casa, deixamos a mala de roupas do papai no quarto que ele sempre fica e depois fomos até o quarto onde sempre ficamos, já fomos tirando a roupa e vestindo shorts para entrar na piscina. Descemos e papai e vovô já haviam tirado as camisetas devido ao calor, os dois eram bem fortes, com peitorais largos e os dois são peludos. Papai abriu 4 latinhas e deu uma pra cada um de nós. Começamos a beber, eu e o Roco entramos na piscina, ficamos nadando, enquanto papai e vovô ficavam cuidando da carne pro almoço, rindo e bebendo, estavam tendo aquele papo de machos, provavelmente vovô estava contando sobre alguma de suas namoradas, o coroa era pegador, estava sempre enrabixado com alguma mulher, sempre muito bonita e algumas décadas mais nova que ele, não dá pra culpar ninguém, afinal vovô era um homem charmoso, e papai também, modéstia a parte eu e Roco também herdamos esse charme e beleza que parecem ser de família. Finalmente a carne estava pronta, sentamos a mesa a beira da piscina e comemos uma deliciosa picanha com arroz. Depois do almoço eu sugeri. -Vocês dois vão entrar na piscina com a gente? -é uma boa ideia, só piscina e cerveja pra refrescar nesse calor. Vou subir e pegar minha sunga. Disse papai.-Não quer uma minha emprestada filho? Disse vovô apontando para o varal do quintal onde várias de suas roupas estavam secando. Entre elas algumas sungas. Os dois foram até o varal. -Ainda bem, assim eu não preciso subir as escadas pra pegar a minha. Papai foi desamarrando o cordão do short e vovô também foi desabotoando a bermuda que usava , não dava pra acreditar que eles trocariam de roupa na nossa frente, claro que já haviamos visto papai pelado, mas já fazia algum tempo e a nudez de vovô seria a primeira vez,não dá pra esconder que eu e meu irmão estávamos curiosos, queriamos saber como seria nosso corpo quando fossemos homens feitos. -Será que sua sunga vai caber em mim pai? Eu não tenho essa sua malona. Disse papai rindo enquanto tirava o short, eu e Roco nos entreolhamos na hora que ouvimos aquele comentário do papai sobre os dotes do pai dele. Papai não usava cueca então já ficou completamente nu, vovô abaixou a bermuda junto com a cueca, seus paus eram muito parecidos e bem grandes, mas de fato o pau de vovô era maior, os dois tinham bolas grandes e pelos aparados na virilha, alêm de coxas grossas e pernas peludas. Era incrível ver aqueles dois homens nus, pai e filho, nosso pai e nosso avô, fico me perguntando quantos garotos tem a oportunidade de ver a nudez do pai ou do avô, ou mesmo dos dois juntos. Vovô pegou uma sunga azul e papai uma vermelha, vestiram elas, os dois tinham pacotões enormes dentro das sungas, era algo que eu não tinha reparado até então, mas naquele momento era impossível não olhar. Os dois entraram na água com a gente mas não ficaram muito, logo sairam e continuaram sentados nas cadeiras a beira da piscina bebendo.Vovô e papai estavam bebendo mais do que o normal, talvez é porque estavam livres do olhar controlador da minha mãe e de qualquer outra presença feminina. Eu e Roco que não somos acostumados a beber já estávamos um pouco altos. Saimos um pouco da piscina, nos secamos e sentamos na frente do papai e do vovô. Vovô disse: -Porra garotos, vocês tão grandes em. Aproveitem essa fase da adolescência, é muito boa, pra descobrir as coisas, paquerar as meninas, é ótimo nessa idade. -Porra pai, até parece que é bom só na idade do Tiago e do Roco, o senhor até hoje fode um monte de buceta por aí. Disse papai. Os dois riam, eu e meu irmão estavamos muito animados em podermos ouvir aquela conversa de adulto, aquela conversa de macho da qual até então sempre fomos privados. -Mas o papai tá certo, essa idade é boa pra caralho, a libido em fúria, aquela delícia que é bater punheta o tempo todo, e eu sei muito bem que vocês dois batem muita punheta, esse cheiro de porra de adolescente fica impregnado pelo quarto de vocês todinho. Disse papai rindo. Nunca pensamos que ele sabia sobre isso, mas achei bacana ele falar daquilo de um jeito tão descontraído, ele e o vovô alias, naquele momento falavam sobre esses assuntos rindo, num papo de homem pra homem, muito bacana da parte deles esta cumplicidade. Vovô perguntou: -E ai, vocês dois já fizeram mão amiga? Sabiamos o que era aquilo, ambos ficamos corados com a pergunta. -Tudo bem se fizeram garotos, relaxem, todos os homens já fizeram isso um dia, é coisa da idade, eu mesmo já fiz. Disse vovô rindo. Aquela notícia fez meu coração bater mais forte, vovô contando sobre suas descobertas sexuais da nossa idade. Admirei aquela sinceridade por isso decidi contar. -Bom vô, a alguns meses eu e o Roco estavamos assistindo um filme, e um cara falou sobre isso, nós dois estavamos sozinhos em casa, então não vimos mal em fazer aquilo, desde então acho que a gente fez isso umas 3 vezes só. Papai ao ouvi sobre aquilo disse. -Não precisam criar caso com essas coisas, é natural, saudável, pega mal se for com algum amigo, mas vocês tem sorte, são irmãos e podem fazer essa brincadeira sempre que quiserem, eu não tive a sorte de ter um irmão(papai é filho único). -Então com quem você fazia mão amiga pai? -Com seu avô ué. Ficamos boquiabertos com aquilo, papai e vovô, bateram punheta juntos. -Sério pai? -Sim, qual o problema nisso? Devo admitir que não via problema algum, mas era algo que eu jamais imaginaria que tivesse acontecido dado o jeito de machão rústico dos dois. -Tem até uma regra pra essa mão amiga em família, alias, mais que uma regra, uma tradição de família. Vocês querem brincar? Completou vovô. Eu e Roco nos olhamos e dissemos que queriamos, curiosos com a tal tradição. Papai disse: -Acho que vocês já tem idade pra descobrir sobre a nossa tradição. é o seguinte, os mais velhos batem para os mais novos, e ai, vamos brincar nós quatro? Meu coração estava disparado, não acreditava no que estava acontecendo, mas confesso queria experimentar aquilo, era uma oportunidade única. -Ta bom. Disse. Roco, como eu também não acreditava no que estava acontecendo, mas decidiu me acompanhar. -Eu topo também. Papai e vovô ainda sentados nas cadeiras a nossa frente, abriram as pernas nos oferecendo suas malonas dentro da sunga. Eu estava de frente pro papai e Roco de frente pro vovô, estiquei minha mão tremendo e de leve toquei a mala do meu pai que sorriu consentindo, meu irmão fez o mesmo e pegou na mala do nosso avô. Sentir aquele pau do meu pai mesmo dentro da sunga e ainda mole me deixou eufórico, não que eu tivesse atração por homens, mas aquela sensação de estar fazendo algo proibido, algo impensado, era excitante sim! Eu e meu irmão apalpavamos as malas daqueles dois machões. Dava pra ver o volume na sunga do papai e do vovô, sentia o pau do meu pai endurecendo nas minhas mãos devido aos carinhos, logo as sungas dos dois já estavam estufadas devido a ereção. Papai foi baixando a sunga, vovô fez o mesmo, aquelas duas varas pularam pra fora das sungas, ficamos surpresos com o tamanho daqueles mastros, eram enormes, o de papai devia ter uns 20 cm e o de vovô uns 22 cm sem exageros! -Pai, já que a gente tá ganhando esse carinhos dos garotos, acho melhor a gente retribuir. Sugeriu papai. De repente ele calmamente foi pondo a mão por dentro do meu short, senti a mão grande, quente e forte dele apalpando meu pau e meu saco, quando vi, vovô estava fazendo o mesmo dentro do short do meu irmão. Logo estava de pau duro, pelo volume do short do Roco ele também estava muito excitado pelas pegadas das mãozonas do nosso vô. -Podem tirar o short garotos, fiquem mais confortáveis. Disse vovô. Tiramos os shorts, eu e Roco também temos paus grandes, eu tenho uns 17 cm de pau e meu irmão tem 18 cm. Aquilo era uma visão que eu jamais imaginei ver, muito menos viver, eu masturbando meu pai e ele batendo uma pra mim, meu irmão mais velho batendo uma pro meu avô e meu avô batendo uma pra ele. Devo admitir, estava gostoso, afinal, homens crescem batendo punheta e aprendendo sobre seus corpos, a dar prazer a si mesmo, a brincadeira da mão amiga é deliciosa por isso, nós sabemos como a punheta é gostosa, como um pau de ser tocado e masturbado. -Vamos ficar numa posição mais confortável. Disse papai batendo na própria coxa, obedeci e sentei na perna dele, sentia o calor, os músculos e os pelos da coxona dele na minha bunda, Roco também sentou na coxa de vovô, que era como a de papai. -Porra, esse carinho tá gostoso em pai. Disse nosso pai. -Tá sim garoto, mas eles não fizeram uma coisa que você fazia. Respondeu vovô. -E o que era? Perguntou Roco, curioso. -Boquete! Quando papai disse aquilo estremecemos, como assim papai chupou vovô? Não conseguia conceber aquilo, não estava desconfiando da sexualidade dos dois, longe disso, sei que os dois se amarram em buceta, nota-se só pelo jeito que olham pra bunda das mulheres na rua, tanto papai quanto vovô, mas não imaginava que eles eram assim tão liberais. -O que foi? Disse papai contestando nossa surpresa. Vovô interferiu. -Garotos, não tem nada de mal isso acontecer, estamos entre homens, isso é segredo nosso, estamos confiando em vocês entenderam? Acenamos positivamente com a cabeça mostrando a papai e ao vovô que não contariamos este segredo deles. Roco então surpreendeu a todos com uma pergunta. -Já que estamos só nós aqui, e vocês já fizeram isso, o que acham se a gente participar dessa vez? Papai e vovô riram.Vovô perguntou -Você e o Tiago topariam chupar a gente? Roco respondeu por nós dois. -Pra quem já masturbou vocês, chupar não é tanto assim. Tinha que concordar, naquele momento, não cabia ser resguardado. Concordei com um sorriso. -Então pode cair de boca. Disse papai rindo e apontando sua rolona pra cima. Eu e meu irmão nos ajoelhamos entre as coxas de papai e vovô, respectivamente. Respirei fundo e abocanhei aquela rolona de papai, um mastro quente e pulsante de cabeça rosada, sentia o gosto de macho dele na minha lingua. Olhei para o lado e Roco fazia o mesmo no pau de vovô, ele e papai gemiam de tesão pelas nossas chupadas. Tiramos a sunga dos dois de uma vez, agora sim, estavamos os 4 nus, as 3 gerações da mesma família. -Isso mama gostoso. Dizia papai. -Porra vamo revezar ai. Sugeriu vovô. Eu e meu irmão consentimos e torcamos de lugar, cai de boca na picona do vovô. -Cacete que pauzão em vô. Disse eu rindo. -Nem me fale Tiago, o pau dele qusase não cabia na minha boca. Disse meu irmão. Eu chupava o mais fundo que conseguia. -Chupem as bolas também. Pediu vovô. Eu acatei o pedido e fui lambendo as bolas do vovô, Roco fez o mesmo no saco de papai. Pelos gemidos dos dois, estava delicioso. Ai eu disse: -Ainda não acredito que você já chupou o vovô pai. -Na verdade não foi só isso que eu fiz. Disse papai Pegando na minha bunda, estremeci naquele momento, não estava acreditando no que papai estava insinuando. Nisso vovô põe a mão na bunda do meu irmão dizendo: -E acho que não devemos quebrar tradições de família. Vovô e papai sorriram um pro outro, levantaram e nos levantaram, nos colocaram apoiados contra a mureta do palcão da cozinha. Papai me abraçou por trás, vovô fez o mesmo com meu irmão. Sentia a rola quente de papai prensada na minha bunda. Meu coração estava disparado, pensando no que poderia acontecer em seguida. -Acho melhor a gente dar uma lubrificada neles, se não esses dois não vão aguentar pai. -é mesmo filho. Papai e vovô se ajoelaram atrás da gente, abriram nossa bunda e deram uma cusparada, senti a saliva de papai lambuzando meu reguinho, rosado e apertado, eu e meu irmão temos bundas lindas, grandes, redondas e empinadas. De repente sinto a língua quente de meu pai alisando meu cuzinho virgem, vovô também lambia a bunda do meu irmão. -Peraí que eu tenho um creminho, vamos passar neles, se não eles não vão aguentar. Disse vovô, que foi até o armário perto da churasqueira, pegou um frasco de lubrificante que estava escondido lá. Imaginava o tanto de garotas que vovõ traçava na piscina para ter lubrificante escondido ali. Lambuzou o rego do Roco com o lubrificante, depois alcançou o frasco para o meu pai que misturou o produto a sua saliva no meu reguinho. Papai segurou a minha cintura com uma mão, e com a outra direcionou seu pau para o meu cu, forçou a entrada, doeu muito, sentir aquela varona me penetrando, gritei alto de dor, com jeito pra me machucar o menos possível papai foi me descabaçando, sentia aquele mastro quente entrando em mim urrava de dor, eu e Roco, mas os dois machões urravam de prazer tirando a virgindade dos nossos rabos. Demorou, mas finalmente meu traseiro cedeu espaço para o cacetão do meu pai. Ele parou um pouco, deixou minha bunda lacenado naquela vara, se estava sofrido aguentar aquele pau, imaginava a dificuldade de Roco em agunetar a rola do vovõ que era ainda maior. Logo papai começou a estocar, sentia minhas pregas se descolando a cada metida dele, ele foi metendo cada vez mais forte, num ritmo lento e firme. Me comeu daquele jeito por muito tempo. -Vamos revezar Filho. Sugeriu Vovô. -Claro pai. Meu pai tirou seu mastro de dentro de mim, parecia que arrancou um pedaço de mim junto. Vovô segurou minha nuca com uma mão e meu ombro com a outra e enfiou sua tora pra dentro da minha bunda, começou a me comer num ritmo rápido, doeu sentir aquela jiboia entrando em mim, era mais grossa que a de papai. E assim, papai e vovô revezaram metendo na minha bunda e na do meu irmão. Sentia os pentelhos deles roçando no meu rego, sua virilha batendo na minha bunda a cada metida, suas pernas entrelaçadas nas minhas. Papai e vovô nos comeram por muito tempo naquela posição. Depois de muito tempo vovô sugeriu, vamos continuar nossa putaria em outra posição. Ele guiou a gente para as cadeiras de praia, ele e papai deitaram nelas com as pernas abertas, -Senta na minha vara filhão. Disse papai para mim, eu me posicionei subindo no seu colo, de frente pra ele, peguei no seu pau e pus encostado no meu buraquinho, fui sentando devagar naquele pauzão, ele nem se mexia, só gemia de tesão permitindo que eu estabelece o ritmo daquela penetração. Fui sentando e rebolando devagar naquela tora dando o máximo de tesão que conseguia a papai, meu irmão dazia o mesmo no pau do meu avô. Depois trocamos e eu cavalguei na rola do meu avô e meu irmão no pau do nosso pai. Antes que alguém diga que foi abuso, que fomos forçados ou coisa assim, se enganam foi de livre e espontânea vontade, eu e meu irmão estavamos excitados com aquela situação, com aquela descoberta do sexo, com aquela ideia do incesto, do proibido, de ser um segredo entre nós, os homens da família. Estava fazendo muito calor e toda aquela putaria fez com que suassemos muito, o suor dos nossos corpos se misturavam. -Gente, tá muito quente aqui, vamos para o meu quarto, lá tem ar condicionado. Disse vovô. Ele foi indo na frente, eu, papai e meu irmão fomos junto, todos de pau duro, entramos no quarto do vovô que ligou o ar condicionado, o quarto do vovô era grande, com uma sacada enorme, banheiro amplo e uma cama king size enorme. Papai e vovô já foram nos pondo de frango assado na cama e voltando a meter na gente. A putaria rolou a noite toda, alias o fim de semana todo, dormimos todos juntos no quarto do vovô, andavamos pelados pela casa, parecia que eu e meu irmão estavamos descobrindo nossa própria libido e estavamos impressionados com a libido constante de papai e de vovô, acho que aquele tesão todo era genético, todos nós, os machos da família queriamos fuder o tempo todo, não sabia como vovô não ficava cansado, metia a noite inteira sem cansar. Um dos meus momentos preferidos era quando eles gozavam, vovô e papai deitavam a gente na cama e batiam uma punheta até gozarem e lançarem jatos de porra branca que saiam com força e aos montes de seus paus, não acreditava que um pau pudesse soltar tanto leite, lambuzavam nos dois com tanta porra que se misturava nos nossos corpos. Aquele final de semana foi incrível, surpreendente e delicioso, mas tinhamos que ir embora infelizmente, nos despedimos do vovô. -Tchau garotos, agora vocês sabem nosso segredo de família, guardem bem ele em. -Claro vô. Era surpreendente como papai e vovô lidavam com o incesto, para eles aquilo era simplesmente uma brincadeira que tomou outra forma, já que era gostoso e que ninguém ficaria sabendo, não viram mal em continuar, ou mesmo em nos incluir nessa deliciosa brincadeira. No carro de volta pra casa, eu e Roco mal conseguiamos sentar, nossos traseiros estavam arrombados e assados de tanto que papai e vovô nos traçaram, mesmo assim, estávamos loucos pra voltar para a casa do vovô em outro dos nossos finais de semana só de machos. Papai nos contou como começou seu segredo com vovô, cada detalhe. Se você quiser ler esse relato ou mesmo como nossa tradiçaõ de familia continuou em casa, por favor comentem. Espero que tenham gostado, beijos e até a próxima.

FOI COMPRAR PAO,SE DEMOROU E DEI PRO MARIDAO

Domingo a tarde. Pessoal em casa e o computador resolve dar pau. Hora de chamar um técnico para resolver os problemas. Recebi a ligação meio contrariado porque estava descansando e a visita era num outro bairro. Resolvi ir mesmo assim já que dinheiro não cai do céu. Arrumei as coisas e ganhei o caminho da rua. Chegando no endereço marcado fui recebido pela esposa. O rapaz estava lá dentro tentando por todos os meios fuçar no que não sabia no micro. Cumprimentei a mulher, ganhei a porta de entrada e vi o problema logo de cara. Era software pirata. O marido dela surgiu e cumprimentei também. Fui perguntando se havia muita coisa importante porque a tela ficou totalmente negra e só mediante backup para salvar. Disse que não e poderia formatar se fosse preciso. Fiz os procedimentos necessários e reformatei a máquina. Coloquei em rede e tudo mais. Nesse meio tempo a mulher muito solícita resolveu oferecer um café. Aceitei. O marido pediu para ela comprar pão para fazer um lanche. Ele estava com fome e ela pegou um dinheiro e se mandou de carro. Não havia ali padaria aberta essa hora. Conversávamos eu e o marido quando ele pediu para fazer um teste de vídeo para ver se rodava algumas coisas que ele queria ver. Gostava de entrar em diversos sites e naturalmente tinha gostos bem particulares. Fui no YouTube mas ele queria ver vídeos eróticos. Perguntei qual era o endereço da página e logicamente era o famoso X. Acessei. Notei que a pica do rapaz havia ganhado volume por debaixo da bermuda. Já estava possante. Voltei a perguntar sobre os gosto pessoal dele sobre vídeos nessa área. Ele curtia vídeos gays! Sem qualquer problema, acessei. O pau dele deu um bom sinal de vida e ficou querendo estourar a bermuda. Escolheu um vídeo e deixei rolar. Era demorado. Tinha uns trinta minutos. Ele começou a assistir e perguntou o que eu achava daquilo. Disse que não havia problema nenhum em relação as opções sexuais e naturalmente respeitava todos os posicionamentos. Passei a entender o que ele queria. Teria que resolver o assunto de forma prática. Começou a passar a mão no pau de acordo que o vídeo seguia o que me excitou também. Não demorou muito e a excitação dele era intensa. Eu para tentar quebrar o pudor dele falei que aquilo estava gostoso. Imediatamente ele não aguentando tirou a pica para fora e passou a se masturbar! Deixei a coisa rolar por uns instantes trocando olhares com ele. Indicou se eu queria chupar o que cai de boca por completo naquela piroca. Fiquei receoso de não ser pego pela mulher dele e estava esperto com qualquer barulho. Ele começou um vai e vem forte em minha boca segurando a cabeça. Era uma cabeça bem delineada e um pau relativamente comprido mas fino que já fez pensar loucuras! Procurei lubrificar bem a cabeça e não demorou muito já estava babando quando ele a retirava. Continuei aquele exercício de tesão trabalhando bem a língua e levando boas cabeçadas no céu da boca, na garganta e nas bochechas. Engoli por inteiro e segurei. Estava em êxtase e meu corpo muito quente. Percebia que as pernas dele bambeavam. Voltei a retirar por completo e uma nova baba salivante surgiu. A esposa não chegava e resolvemos então aproveitar bem. Pediu para eu baixar as calças e ficar de quatro no sofá. Fiz conforme o recomendado enquanto ele foi buscar um lubrificante. Passou em torno do meu anel e deixando-o completamente melado e colocando uma parte do dedo médio para abri-lo. Uma delícia! Pegou uma porção e lubrificou o pau. Meu cuzinho já piscava para ser devorado por aquela piroca que pulsava. Empinei meu rabo e ele deu uma entrada com a cabeça abrindo de vez meu buraquinho. Segurando minha bunda ele forçou e a pica chegou até a metade. A dor era forte mas procurei entender. Facilitei rebolando no que ele enterrou de vez e senti a cabeça bater no fundo. Preocupado em não sermos flagrados ele começou a bombar forte e certeiro. Meu cuzinho aceitava aquele pau com volúpia. O lubrificante ajudou e muito fazendo-o deslizar com energia. Aquilo era tudo que eu queria. Meu anelzinho estava empapado. O vai e vem era bem feito com tesão. Escorregava o pau até o talo e depois voltada deixando um vazio e sem retirar enterrava de novo. Eu tive um espasmo ao receber uma enterrada. Completamente entregue passei a ajudá-lo com boas reboladas e nem sentia mais qualquer dor e sim um extremo prazer. Acelerou a velocidade e notei que ele iria gozar. Passou a bombar com mais força e travou colando meu corpo ao dele soltando o líquido dos prazeres. Jateou forte e duas vezes. Senti aquele líquido me preenchendo como se fosse uma verdadeira mulher. Ouvimos um carro estacionando e era preciso agirmos rápido para nos recompormos. Não havia muito tempo. Levantei cueca, calça e apertei o cinto. A porta se abriu enquanto ele já estava pronto. Virei de costas e levantei o zíper. Rapidamente ele correu para o computador e fechou a aba do navegador quando ela surge. Deu um aviso que havia chegado e foi preparar um café. Tomei o café, recebi pelo serviço e caí fora. Saí dali pensando: “Ela fez o café mas quem tomou o leite fui eu!”

FINGI QUE ESTAVA BEBADO E FATUREI O HETERO GARANHAO

Sou branco, cabelo castanhos, altura média, magro, sem músculos e meio delicado. Sempre tive consciência que era gay, mas nunca dei bandeira. Saia para as baladas com os amigos. Um deles era o Marquinhos. Ele era meu vizinho, um morenão alto e corpulento. Tinha esse apelido, por sarro, porque desde novinho era muito maior que o resto da turma. Com um pouco mais de 1,90m de altura, sorriso cativante e corpo muito peludo, logo se tornou o garanhão da rua, papava todas e não perdoava nenhuma. Comia novinha, quarentona, bonita, feinha, solteira, casada, rica, pobre, magra, gorda. Se tinha buceta e dava mole, ele comia mesmo. Eu é claro babava por ele, mas como ele num dava nem um sinal de curtir viado, eu ficava na minha. Na verdade ele era até meio homofóbico, então eu ficava ainda mais retraído, disfarçando ao máximo. A turma toda foi a uma festa junina perto daqui do meu bairro. Fomos a pé mesmo, já que num era muito longe. Logo a turma se dispersou, cada um pro seu lado. Percebi que alguns se deram bem, outros nem tanto. Eu mesmo consegui puxar assunto com um moreninho que logo arrastei pra um matagal e fizemos um sarro legal. Mas ficou só no sarro, ele chegou até a gozar, mas só se esfregando em mim, por cima da roupa mesmo. Uma brincadeira legal, mas que fez com que eu ficasse pra lá de aceso. Quando voltei pra festa já num tinha muita gente. Fiquei meio puto, pois estava com o cu piscando e sem muitas alternativas. Ainda dei uma voltinha e acabei decidindo beber alguma coisa. Na barraquinha de bebidas encontrei o Marquinhos tomando cerveja. Como achei que num teria como conseguir um macho pra me fuder, puxei conversa com ele, para ver se me distraía, já gostava bastante do papo dele. Ele muito falante, logo foi destrinchando a conversa, enquanto bebíamos. Logo engatamos no assunto putaria e ele me contou que tinha pego uma gatinha logo no começo da festa. Falou que tinha tentado comer o cu dela mas ela não aguentou mais que a cabecinha e ele teve que tirar. Ele tinha gozado, mas tinha ficado tesudo por um cuzinho. Claro que meus devaneios foram longe imaginando ele matando seu tesão no meu rabinho, mas sabia que ficaria só no sonho. Como nós dois estávamos meio altos pela bebida, fui instigando e cada vez mais ele falava de putaria. O tempo passou e logo fomos convidados pelo dono da barraquinha a ir embora, pois ele precisava fechar. Na verdade eu estava até bem inteirão, mas o Marquinhos estava literalmente trançando as pernas. No entanto a sua mala estava bem marcada nas calças. O cara estava tesudo pra burro. A ideia me surgiu, de repente e acho que foi pela bebida, que decidi pô-la em prática, mesmo sendo arriscado levar uma boa sova. Comecei a fingir que estava para lá de bêbado. E falei para o Marquinhos para irmos embora juntos, para um ajudar o outro. Ele aceitou, pois num conseguia dar um passo sem tropeçar. Saímos dali apoiados um no outro. Pegamos o caminho de casa, pelo acostamento da rodovia escura. Eu praticamente carregava o Marquinhos que estava travadão. Fomos andando devagar até que passamos perto do matagal. Num perdi tempo e falei que estava mijando nas calças, que precisava aliviar. Ele falou que eu podia ir mijar que ele esperava. Fiquei meio chateado porque achei que ele fosse falar que também queria mijar. Achei que seria uma boa oportunidade para poder ver de perto a ferramenta dele, mas num colou. Quando sai do abraço, ele tontinho do jeito que estava, quase foi de boca no chão. Segurei-o e falei que ele num ia conseguir ficar em pé sem apoio. Ele disse para eu ajudar ele sentar no chão que ele esperava eu ir mijar. Comecei toda uma ladainha que ele ia sujar a roupa, que se ele se sentasse no chão, eu num ia conseguir levantá-lo depois e mais mil e uma desculpas para ele ter que continuar abraçado comigo. Por fim ele falou para eu tirar o pau para fora de uma vez e mijar logo. Comecei uma nova ladainha dizendo que ia pegar mal nós dois abraçados com o pinto de fora, coisa e tal. Acabei convencendo-o a entrar comigo por um trilho no matagal. Chegando a um ponto onde não dava para ninguém da pista ver alguma coisa. Abri minha bermuda e comecei a mijar, pois realmente a cerveja tinha feito efeito e eu estava apertado. Fui segurando para o mijo sair bem devagar e demorar bastante. Enquanto isso fui instigando o cara a mijar também. Ele desconversou um pouco, mas acabou por confidenciar: — Cara, tô de pau duro. Num vô conseguir mijar.... Bem que tô apertado.... Mas num tem meio de o pau baixar.... Desde lá da festa que ele tá durão. Num perdi tempo e mandei ele tirar para fora, bater uma e se aliviar. Ele foi negando, mas com a boa lábia que tenho, convenci que o melhor era ele bater uma ali mesmo, que num tinha nada demais, pois nós dois éramos parceiros. Ele meio sem jeito acabou tirando o pau para fora. Quase desmaio com a imagem. Um pauzão de 22cm, grosso e durão mesmo. Ele começou a punheta meio acanhado, mas logo estava descascando aquela banana! Bem que eu tentei me segurar, mas mesmo com o risco que tinha, num resisti e agarrei aquele pauzão. Ele na hora segurou minha mão, tentando tirá-la dali. Mas eu tinha pego firme e num soltei. Ficamos um tempo assim, até que ele num fez mais força comigo e acabou soltando minha mão, que automaticamente começou a punhetá-lo. Ele num falava nada. Ficava me olhando com cara de espantado, mas também num fazia mais nada para me impedir. Mais um tempinho e ele fechou os olhos e começou a gemer baixinho. O cara estava gostando. Já tinha chegado até ali mesmo, quis arriscar mais. Cheguei perto de seu ouvido e perguntei: —Tudo isso é tesão de vontade de comer um cu? Ele arregalou os olhos me encarando. Não confirmou, mas também num negou. Então eu agi. Abaixei a parte de trás de minha bermuda e aos poucos fui me posicionando a sua frente. Ele ainda estava tonto pela bebida, então tive que tomar cuidado para ele num cair. Posicionei minha bundinha bem na frente de sua vara e fui empurrando meu rabinho para trás. Até que seu pau encostou na minha regada. Ele continuou imóvel, mas seu pau pulsou, ainda mais duro. Até pensei em dar uma chupada, para lubrificar aquele pauzão, mas fiquei com medo dele desistir. Então só encaixei a cabecinha na portinha e forcei meu rabinho para trás, decidido. Gemi alto, sentindo o pau entrar a seco, arrebentando minhas preguinhas. Meu olhos até lacrimejaram pela dorzinha aguda no meu cu, mas me contive, num queria dar a mínima chance para que ele desistisse. Então nem pensei na dor e forcei mais uma vez meu quadril para trás. Mais uma pontada aguda e mais um gemido sofrido meu. Chegou a escurecer minha vista, mas resisti bravamente a dor de já ter mais da metade daquele caralhão no meu rabo. A recompensa veio rápido. Senti as mãos de Marquinhos agarrrarem minhas ancas, enquanto ele falava um “ai caralho” mais tesudo que já escutei na minha vida. Ele me puxou contra seu corpo, enquanto forçava seu próprio corpo contra o meu. Senti o que faltava de seu pau entrar de uma vez. Mais uma pontada de dor, mas agora o tesão já me dominava, então gemi adorando aquilo, estava sendo enrabado por aquele macho autêntico. Senti o peso do Marquinhos sobre minhas costas. Ele ainda muito bêbado, então num se equilibrava direito, jogando seu peso sobre mim. Tive que me segurar em uma árvore que estava ali perto pra num cair. Foi até melhor, porque assim consegui arquear um pouco o corpo e empinar mais minha bundinha, que já começou a sentir os movimentos de vai e vem, em umas bombadas fortes e vigorosas. Ainda tinha um pouco de dor, mas eu nem ligava, estava alucinado com o tesão de ser possuído pelo Marquinhos. Nossos gemidos se misturavam e podiam ser escutados a distância, mas eu não estava nem aí só queria aproveitar aquele momento. O Marquinhos também parecia nem se preocupar, pois gemia alto, ora acelerava as estocadas, ora fazia um vai e vem muito lento e compassado. O cara estava curtindo comer meu cuzinho e aproveitando o máximo que podia. Tentei falar para ele para mudarmos de posição, mas ele não me entendeu, apenas respondendo: - Aguenta só mais um pouquinho, vai.... tô quase gozando, cara.... vai cara, só mais um pouquinho, aguenta vai.... Ele acelerou as estocadas, ouvi os estalos de seu corpo batendo contra minha bundinha. Logo depois ele jogou seu corpo todo contra o meu, enquanto puxava meu quadril com força para trás. Ele soltou um urro forte, seguido de vários palavrões. Ele estava gozando como um cavalo, inundando minha bundinha. Sentia seu pau pulsar e seu corpo todo tremer. Ele continuou assim, agarradinho em mim e gemendo por um bom tempo. Depois rapidamente, puxou seu pau ainda muito duro de dentro de mim e soltou suas mãos de meu quadril. Virando-me ainda, pude vê-lo, todo suado, cambaleando pela trilha e arrumando suas roupas. Num olhou para trás e seguiu em frente, logo alcançando a pista e indo embora o mais rápido que suas pernas permitiam, ainda meio bambas pela bebida e pela gozada, é claro. Num tive pressa, agarrei meu pau e ainda sentindo meu cuzinho aberto e escorrendo porra, mal me punhetei e jorrei numa gozada deliciosa em homenagem ao Marquinhos. Me recompus e tranquilamente tomei o caminho de casa. Não consegui alcançar o Marquinhos, mas sabia que teria oportunidade de falar com ele, afinal, ele morava do lado de casa. E pela quantia de que ele havia gozado, tinha certeza que aquela não seria a única vez que transaríamos.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014