sábado, 5 de maio de 2018

Dani. O evangélico novinho e fudedor.

Eu já expus em outro conto as razões pelas quais vim morar com meu pai. É um bairro da periferia distante uns 15 minutos do centro, um bairro bom de se morar. Aqui em menos de um mês já me senti como se tivesse morado a vida inteira nele, haja visto que conheci quase todos da rua, quando adolescente eu sempre passava uns dias na casa de meu pai. Vamos ao conto. Uma das vizinhas é a Cleide, tem a minha idade, eu a conheço desde adolescente, mora na mesma casa que era de sua mãe. Tem um casal de filhos e o menino Daniel tem 1.... anos e adolescente bem novinho. Daniel é o tipo comportado e educado, não tem ninguém que não goste do menino. Sua vida se resume em casa/escola/igreja, ele toca violão e faz parte do ministério musical da igreja. Sempre conversamos de boa, o menino sempre que pode toma tereré em frente de casa. É um mulatinho de rosto lindo deve ter mais ou menos 170 de altura e de corpo proporcional, não faz academia mas é saradinho por natureza e tem cabelos nas pernas. Aconteceu que, certo dia eu estava sentado na frente de casa e o dani passou como de costume com seu violão, foi até sua casa mexeu no portão, mexeu na mochila, demorou um pouco no celular e veio até mim. Perguntou se eu vi a mãe dele saindo, respondi que sim e ela disse que ia resolver um problema é demorari. Ele falou que havia esquecido sua chave no quarto e não conseguia falar com sua mãe. Eu falei que podia esperar em casa de boa, já estava anoitecendo falei para ele entrar. Entramos e ficamos na varanda conversando e tomando suco. Até que eu disse que ia tomar banho e enquanto isso ele poderia tentar falar com a mãe dele do meu celular pois o dele havia acabado a bateria. Ficou na varanda e fui tomar banho. Voltei pra varanda com a toalha para estender e o dani me avisa que conseguiu falar com a cleide, ela ia demorar ainda é falou para ele ir para casa de sua avó, mas ele disse que estava na minha casa e que esperaria ali, ela concordou e pronto. Após isso o menino me pergunta : - Cara, você está namorando? Achei um pouco estranho ele perguntar isso mas respondi que não. Então ele fala: Bem, seu pai eu sei que não trás mulher aqui e se você não tem namorada nem pegueti, de quem é esse fio dental vermelho ali? Na hora eu corei, gaguejei. Eu aproveito os dias que fico sozinho em casa e lavo as langeris, sempre com cuidado pra ninguém ver, mas naquele dia dia vacilei. O dani vendo meu embaraço, deu uma risadinha marota e disse : - é sua né cara, você curte né? Eu tentando explicar : - Po, dani não é isso que você está pensando. ... - Cara fica tranquilo, não sou fofoqueiro, não conto prá ninguém . E acrescentou : - Você dá gostoso com ela? Falou de um jeito bem safado. Eu só disse, que isso muleke, olha o palavreado e atirei a langeri nele, ele pegou rindo olhou pra mim e cheirou o fio dental e depois apertou em seu pau simulando movimentos de uma foda. Fiquei meio com tesão meio confuso quando ele me pediu para colocar pra ele ver, eu disse que não ele insistiu em eu falei que não acrescentando que ele nem devia saber fuder direito. - olha sua idade garoto. Nem deve saber fuder. Ele respondeu, abrindo o zíper da bermuda e apertanto a pica dentro da cueca : - Cara, veste a calcinha que te mostro se sei ou não fuder, veste lá na moral, vai.! Passou mil coisas pela minha cabeça, aquele garoto daquela idade me intimando daquele jeito. Ele, sempre com um sorriso sacana, acrescentou que ficaria só entre nós. Olhei pra ele e perguntei se ele falava sério mesmo e ele respondeu : - Claro que é Alex. Olha a pica duraça aqui. Vai, veste. Peguei o fio dental da mão dele e ele falou baixinho: - Se quiser vestir algo mais veste. Depois você me diz se o garoto aqui é inexperiente e sabe ou não fuder. Fui ao quarto, confuso e com tesão. A idade do garoto me incomodava. Mas pensei e Decidi ir até o fim com o garoto. Vesti o fio dental, um par de elástico nas coxas, uma cinta de rendinha vermelha para prender as ligas até o elástico rendado nas coxas e uma um baby doll rosa com bojo vermelho de seda. Voltei a varanda e o dani estava lá todo largado na cadeira de fio. Quando me viu apertou a rola e sorrindo disse apenas: - Nossa! Alex.... Sentei ao seu lado e dei um beijo em seu pescoço enquanto uma de minhas mãos já alisava seu cacete dentro da cueca. O dani retribuiu o beijo no pescoço dizendo : - Bom hem! Perfume de mulher. Ficou dando chupadas em meu pescoço e suas mãos alcançaram meu peito que ele apalpou, apertou depois abaixou o bojo do baby doll e abocanhou, chupava meu peito como um bezerro, mamava os dois, meu tesão aumentava com o garoto sugando meus mamilos, parou e comentou que era como as tetinhas das gurias de 14 anos. Aproveitando a parada dele sai do lado e me coloquei de frente tirei sua camiseta, era lindo seu corpo, axilas com poucos pelos, tórax e abdômen lisinhos e uma penugem bem rala na cintura. Literalmente lambi ele o que pude, fui lambendo e descendo até sua cueca que tirei e sem pestanejar abocanhei aquela pica duraça toda babada, Chupei como nunca aquela rola, era a primeira vez que mamava um garoto assim e a pica era fenomenal, apesar de sua pouca idade tinha uma rola bem desenvolvida, uns 20cm ou mais, grossa, reta e um cogumelo delicioso. Caprichei no boquete, engolia o que podia, lambia as bolas e passa a língua na cabeçona da vara. Assim fique por uns vinte minutos . O garoto era só risinho maroto sinal de quem tá curtindo. Em dado momento ele me diz : - Alex! Cara tá dando um talento hem! Boquete gostoso do carai! Me levantei e disse para irmos para o quarto. Fomos, o colchão já estava no chão e com o dani em pé me ajoelhei e dei mais uma sessão de boquete nele que afastando minha cabeça de seu pau pede para eu pegar a camisinha e colocar nele. Coloquei a camisinha dei mais umas chupadas, com a rola tinindo de dura o Dani me fala : - Ajoelha no sofá e empina esse cú que o " inexperiente " aqui vai fincar a madeira. E pode gemer se quiser. Me ajoelhei, empinei a bunda. Dani pegou o gel e passou na cabeça da pica dura e tirando o fio dental do meu rabo, puxou de lado, passou um pouco de gelzinho na porta de entrada. Encostando a pica no meu cusinho me diz : - Quer minha rola nesse cu? Quer? Até o talo? Quer? Respondo que sim. E ele já empurrando a cabeça dilatando meu anel anal, prossegue : - Fala, o que eu sou seu agora? Fala. Sou seu garoto fudedor? Eu, gemendo com metade da pica no meu cusinho respondo : - Sim, você é meu garoto fudedor. E ele tirando a pica do meu cu deixando só a cabeça finca com força até o talo de uma vez só. Dizendo : - Resposta errada. Sou é seu boy macho comedor de cú. Entendeu? Com a fincada forte dei um grito abafado de dor e ia puxar a bunda da pica mas ele com as mãos em meu quadril começou a fincar com força sua vara no meu rabo. Sem dó, as estocadas faziam barulho das bolas batendo em minha bunda. Eu urrava e gemia com o garoto me rasgando o rabo. Cada medida era acompanhada de um palavrão. O garoto meteu firme sem parar por vários minutos até parar de novo tirar até a cabeça e dizer : - Você não responde o sou seu. Responde pra levar mais rola nesse cú, responde, carai! E novamente caprichou na estocada que apesar de doer e eu gemer a cada fincada eu já havia assimilado a dor e era agora só prazer sentir a pica me arrombando o cú. Parou com a pica socada até as bolas e falou: - vou madeirar seu cú até arder. Responde o que sou seu agora? E reiniciou a deliciosa sessão de arrombamento. Gemendo respondi que ele era meu boy macho comedor de cú. Ele sem parar de meter falou que agora sim eu tinha acertado a resposta mas: - Vai sofrer um pouco o mais na minha vara por ter demora a responder. E empina essa bunda. Empinei o que pude pra receber sua rola. Daquele jeito, ele estava mesmo possuído. Kkkkkk. Metia e perguntava se eu estava gostando da pica dele em meu cu e eu balbuciando dizia que sim. Então ele falava: - Isso, tem que gostar sem reclamar, tem que dar esse cú pro seu boy macho fuder sem dó. Depois de muito pirocar meu cusinho, dito muito mesmo, quase uns 35 minutos de fincadas, eu já estava de rabo ardendo. Esses novinhos tem um fôlego e tanto. Dani parou, tirou a rola do meu rabo e pediu para eu deitar no colchão ficando de frango assado. Sem demora veio pra cima de mim, abriu minhas pernas ajeitou a pica pulsando fincou de novo em mim dizendo : -Quero ver sua cara quando seu comedor mete nesse cú. E fincou a rola. Dessa vez deu umas quinze medidas e segurando a pica até as bolas dentro de mim, deu um suspiro longo e gozou. Eu a essa altura já havia gozado duas vezes. Depois de gozar gostoso ficou algum tempo com a rola engatada em mim até que ficando meio mole tirou do meu cusinho que ardia. Retirou a camisinha me mostrando a quantidade de porra. E dizendo: - Carai! Que cú delícia, não pensei que eu podia gozar tanto. Sentou extenuado no sofá. Eu fiquei deitado me recuperando também. Nos recuperarmos colocamos nossas roupas e voltamos para a varanda. Dani ficou em pé olhando para o nada e eu ia fazer mais suco porém cheguei perto dele que se virou e me deu um selinho e encostando a cabeça em minha orelha falou baixinho : - Eae! Fala se não curtiu o inexperiente. Fala agora que não sei fuder. Abracei ele pela primeira vez nos beijamos de língua. Paramos o beijo e disse sorrindo pra ele: - Safado.! Ele riu e me beijou novamente. Então eu disse que só tinha faltado eu tomar leite então ele me faz sentar na cadeira e fala : - Sem problema. Tá com bastante porra ainda prá você. E abrindo a tirando a pica prá fora se coloca na minha frente. A rola apesar de ter gozado a poucos minutos estava duraça novamente. Não perdi tempo comecei a mamar o garoto alternando entre chupar a pica e parando prá chupar as bolas enquanto eu chupava as bolas ele batia punheta eu voltava com a boca na rola chupando e ele segurando minha cabeça fodia minha boca cansando eu voltava para as bolas, dessa vez não demorou muito pra ele gozar. Segurou minha cabeça colocou a pica até minha garganta eu com as mãos em sua cintura senti seus músculos enriquecerem e culminou esguinxando leite na minha boca que a cada jato ele ia tirando a rola devagar até gozar tudo. - CARAI! Bebe toda minha porra. Bebe. Bebi tudo. Era deliciosa, grossa, perolada com gosto de rola de garoto e exuberante. Depois disso se sentou e eu fui preparar mais suco. Ficamos conversando e tomando suco. Perguntei como ele que era o menino certinho da rua, o evangélico puro que só ia da casa prá escola e da escola pra casa e igreja, como ele tinha experiência em fuder. Sorriu e respondeu que eu sabia melhor que ele que sempre tem um jeito de dar uma escapada, de dar um perdido e que se eu tivesse curtido e ficasse no sigilo dava pra nós darmos umas escapadas sempre. Nisso chegou a mãe dele. Entrou tomou suco e agradeceu por ter deixado o dani ter ficado ali. Respondi que tinha SIDO UM PRAZER. O dani deu um risinho maroto de quem entendeu a expressão. Nos despedimos e fui dormir pensando no garoto que me deixou de cú ardendo

A putinha do titio parte 1

Este é meu primeiro relato aqui no site Espero que gostem , não sou muito bom com as palavras mais enfim... Me chamo Jonas e hoje tenho 44 anos de idade Sou moreno claro , 1,77 de altura , sou magro , calmo e muito trabalhador Tenho uma rola acho que de bom tamanho Porém sei usar para o prazer total de ambos Na cama sou muito safado e amo sexo Fui casado por 16 anos e me separei em 2009 Tinha 35 anos de idade e fui morar sozinho Vivia na punheta nos últimos meses Catava uma mulher casada de meu trabalho até quando deu pra mim Depois que ela inventou em querer separar do marido e querer algo sério comigo Resolvi que era hora de cair fora Não sou de balada e muito de rua Prefiro o aconchego de minha casa Renato meu sobrinho é filho de meu irmão chamado Bruno Bruno igual eu tem 4 filhos A diferença é que ele é pai de 3 meninas e um menino Eu é o contrário dele , tenho 3 meninos e uma menina Tirava os finais de semana para ficar com os meus filhos Vinham a cada 15 dias passar o sábado e domingo em minha casa Quando eles não podiam vir , eu enchia a geladeira de cervejas e ficava de boa Em uma sexta-feira meu sobrinho Renato perguntou se eu estaria em casa no final de semana Respondi que sim acrescentando que os primos não viriam neste final de semana Foi quando ele me perguntou se podia passar o dia em minha casa Pois os pais iriam passar o dia na casa de uns amigos evangélicos e ele não estava afim de ir Respondi que sim claro que poderia aí me faria companhia Meu irmão depois confirmou se ele poderia mesmo ficar comigo Se não atrapalharia em nada o meu dia Reafirmei que sim que poderia vim No sábado meu irmão veio trazer meu sobrinho logo pela manhã Mal deixou o moleque no portão de casa e teve de se retirar Estava atrasado para o encontro que teria Nunca havia prestado muito atenção em meu sobrinho Olhava mais para as gostosas das minhas três sobrinhas As garotas estavam crescendo e virando uns mulherão Já me imaginava metendo a rola em uma delas ao menos Mais quis o destino que tudo fosse de maneira diferente Renato é mais solto e comunicativo do que as irmãs Me complimentou do mesmo jeito que faz com o pai dele Ou seja com um beijinho no rosto Fui dizendo : Já está moço para dar beijo no rosto de outro homem Ele me olhando disse : A o senhor é o meu tio preferido , sempre vou te complimentou deste jeito Nós rimos da situação até eu sério lhe dizer : Mais não precisa me chamar de senhor Afinal , estou tão velho assim ? Ele sorrindo respondeu : Não tio , claro que não Você está jovem ainda Agradeci e ficamos ali conversando Perguntei se queria tomar café Mais Renato pediu foi uma cerveja Disse que café havia tomado fazia algumas horas Falei que não queria problemas com o seu pai Ele disse que ficaria tranquilo pois só tomaria umas 3 latinhas Concordei e peguei duas latas na geladeira Fomos até a sala assistir televisão Passava os canal e nada que presta Parei com a tv num canal que só tem filme pornô Olhei para o meu sobrinho e perguntei : Gosta de assistir filmes assim ? Falou que por ele sem problemas Porra quando me dei conta era um filme gay O cara pauzudo metendo a rola no cu do amigo Passou uns 10 minutos quando eu disse para o Renato : Posso mudar de canal ? Ou você está gostando deste filme ? Ele disse que eu poderia mudar Mais acrescentou que estava gostando Pela primeira vez olhei direito para o meu sobrinho Branquinho , magro , faixa de 1,70 de altura Bonito , pensei que cataria várias meninas por aí Olhava na tela e o cara berrando na pica do comedor Sentia minha rola latejando de tão dura que estava Para piorar estava usando um short fino que deixou a mostra o volume do cacete Renato não desgrudava o olhar da televisão Fiquei meio cabulado e resolvi ver sua atitude Fui até a cozinha , voltando com mais duas geladas Meu sobrinho disse estar meio que zonzo já Eu perguntei se era pelo efeito da bebida Ou se era tesão pelo filme que estávamos vendo Ele titubeou e falou : É pelos dois tio Olha só o jeito que o cara fode o cu do rapaz Sentei bem próximo de meu sobrinho e disse : Vc está com tesão né ? Ele confirmou que sim com a cabeça Passei a mão em minha rola chamando a atenção do moleque Pela primeira vez notei seu olhar desviando da tela Ele perguntou se eu também estava gostando Minha resposta foi mostrada ao vivo Baixei um pouco o short e a tora saltou pra fora Renato me olhou com os olhos arregalados e falou : Nossa tio , que pau grande vc tem Pedi para que me mostrasse o seu também Me olhava acanhado e com vergonha Fui acalmando ele dizendo : Não tem nada , nós somos homens Ninguém precisa saber do que estamos fazendo Insisti tanto e ele acabou cedendo Me mostrou seu pau pequeno e fino Estava constrangido por ter a pica pequena talvez Como vi que não desviou o olhar de meu cacete Perguntei se queria pegar Nada respondeu quando eu pensei comigo Vou comer o cusinho deste meu sobrinho hoje Para o azar dele , fazia 15 dias que não fodia ninguém Catei uma mão de Renato e levei até meu pau Como não fez menção alguma em querer tirar resolvi continuar Sempre dizendo que tudo ficaria ali em 4 paredes Tive certeza que seu cusinho seria meu quando me levantei e fiz sinal de que levaria meu cacete até seu rosto Poucas palavras depois e meu sobrinho já abocanhava minha pica Com a boca pequena mal conseguia engolir a cabeça da vara Fui ordenando que chupasse direito minha rola Dizia que não era viado Que estava fazendo aquilo devido estar bêbado Fui calar sua boca tentando fazer ele engolir a vara Quase levei o garoto a engasgar com o que fiz Sentia um tesão da porra e não parava de gemer Renato na verdade estava gostando de ser tratado como uma putinha A putinha do titio Anunciei que iria encher sua garganta de leite quente Tentou tirar a boca da pica mais foi em vão Soltei vários jatos de porra em sua boca O que não bebeu , caiu em seu rosto ! CONTINUA

Chupando meu melhor amigo na casa da praia

Olá, eu sou o Rafael. Sou branco, loiro, olhos azuis, 1,70 m e uns 60 kg. No meu primeiro conto, relatei como perdi a virgindade inesperadamente na praia. Depois daquele dia, eu só conseguia pensar em sexo ainda mais do que já costumava pensar. Fiquei pensando o que eu podia fazer para transar de novo, mas sem depender da sorte. Eu ainda estava na praia com meus pais e nós tivemos que voltar para nossa cidade natal, alguma coisa com uns exames que eles tinham que fazer e não quiseram me deixar sozinho lá. Uma pena, porque meu plano inicial era passar todas as noites que estivesse sozinho caçando outras pessoas que quisessem comer meu cuzinho... De volta em casa, arquitetei um plano para transar de novo. Perguntei aos meus pais se poderia levar um amigo com a gente para a praia. Na época, o meu melhor amigo era o Sérgio, um japinha gostoso um ou dois anos mais novo que eu. A gente andava juntos pra cima e pra baixo, já que eu não tinha muitos amigos da minha idade, e eu sempre ficava imaginando coisas quando o via passar na minha casa depois das aulas na escola de futebol, todo suado e com aquele shortinho marcando as coxas grossas. Meus pais topara, convidei o Sérgio e alguns dias depois estávamos voltando para a praia. Logo que chegamos, já fomos aproveitar o mar e o fim da tarde. Eu estava de sunga e ele de bermuda. Até tentei fazer uma daquelas brincadeiras de puxar a bermuda dele, mas ele recusou. Como eu não queria estrgar a semana que teríamos pela frente, deixei por isso mesmo. À noite, quando chegou a hora de dormirmos, eu teria outra chance. O quarto em que nós dormiríamos era pequeno, por isso tinha dois sofás-camas daqueles pretos e moles, bem desconfortáveis. Pelo tamanho do quarto, nossas camas ficavam a menos de trinta centímetros uma da outra, então Sérgio dormiria pertinho de mim por pelo menos uma semana. Eu sempre demorei a dormir, então aproveitei isso e fiquei esperando que Sérgio adormecesse. Quando achei que ele estava dormindo, cutuquei-o no braço uma vez, depois mais outra, e nada dele responder. Passei a mão devagar na perna dele e deixei-a parada uns instantes, tentando verificar se ele se mexeria. Nada. Fui aos poucos chegando mais perto do pau dele e o acariciei por cima da cueca e da bermudinha fina que ele usava para dormir. Como ele não reagia, enfiei meus dedos por dentro da bermuda e da cueca e comecei a brincar com seu pinto. Estava mole e pequeno – e certamente menor do que o pau do cara que havia me comido na semana passada –, mas era o pau de um outro macho ali ao meu alcance. Sérgio então se mexeu e eu rapidamente voltei para a minha cama, o coração batendo a mil. Acho que ele não acordou, mas não consegui voltar a tocá-lo naquela noite. Fiquei na minha cama apenas cheirando e lambendo meu dedo... O dia seguinte passou tranquilo, mas à noite o Sérgio não estava com sono, então ficamos conversando durante a noite no quarto com a luz apagada. Eu queria que ele dormisse logo para ter mais uma chance de brincar com seu pau, mas isso mudou quando ele começou a falar de sexo, perguntar se eu já tinha feito e tal. Respondi que sim, mas disfarcei quando ele pediu detalhes porque não queria contar que minha única experiência sexual tinha sido dar para um cara na praia. Embora eu soubesse que gostava de homens, não queria que ninguém soubesse que era gay, coisas de adolescente medroso. Como o Sérgio ficou insistindo para que eu contasse alguma coisa, resolvi brincar dizendo que ele certamente não tinha transado ainda. Quando ele respondeu que já, eu brinquei fazendo uma pinça com a mão, uns 10 cm entre o polegar e o indicar, dizendo que o pinto dele não devia ter nem aquele tamanho. Ficamos naquela coisa de é maior, não é, é sim, até que ele me lançou um desafio que eu não estava esperando: – Se for maior, então, você chupa meu pau? Óbvio que eu fui à loucura e fiquei pensando o que responder para não dar na cara que eu estava louco pra me acabar chupando ele. Respondi que que era óbvio que era menor, então que eu nem precisava me preocupar. Nessa hora, fiquei com medo que ele desistisse, mas não, ele tirou o lençol, baixou a bermuda e a cueca e começou a mexer no pau, punhetando-o meio rápido, como que com pressa de provar que o pau era mesmo maior do que eu estava indicando. Logo o Sérgio estava com o pau duro apontando para o teto. Olhando de onde eu estava, não dava bem para ter certeza de que era maior do que a distância que eu havia indicado, então aproveitei que ele estava encarando o próprio pau e fiz uma pinça com os dedos levemente menor. – Aqui, ó, tá vendo? – ele apontou. Eu aproximei minha mão do pau dele. Com a pinça diminuída, o pau dele havia ficado uns dois ou três centímetros maior. Ele abriu um sorriso travesso e eu fiz o máximo para fingir uma cara de espanto. Com o mão na base do pau, Sérgio o apontou para mim e disse: – Chupa. Não hesitei mais e me abaixei perto do pau dele, lambendo primeiro a cabecinha, depois o corpo e a base. Era um pau pequeno e fino, mas muito gostoso de chupar. Engoli-o inteiro e fiquei sugando. Enquanto chupava, ouvia os gemidos de Sérgio. Ele tentava se controlar, já que meus pais estavam no quarto ao lado e nós não podíamos fazer barulho, mas quanto mais eu chupava, mais difícil ficava para ele fazer silêncio. Depois de alguns minutos, ele colocou as duas mãos na minha cabeça e começou a foder minha boca e minha garganta, acelerando o movimento com a cintura. Ele jorrou vários jatos de porra na minha boca. Era a primeira vez que eu sentia porra na língua, então voltei para minha cama e fiquei saboreando, enquanto Sérgio se vestia de novo e se virava para o lado para dormir. Naquela noite eu quase não dormi, ora imaginando o que seria da nossa amizade dali pra frente, ora sentindo aquela textura viscosa e diferente que era a porra do meu melhor amigo...

Ganhei o dia com o boy favelado.

Meu amigo tem uma empresa de reestruturação. Dessas que se contrata para reerguer outras empresas, geralmente a beira da falência. A empresa dele reorganiza financias, fecha acordos, realoca os recursos humanos isto é, contratam ele para tirar empresas do buraco. Estava eu de férias e passei para tomar um café com ele. Aquele dia ele disse que eu havia caído do céu, pois o funcionário que fazia a correria dos acordos e pagamentos, um tipo de ofice boy, havia pegando dengue e ele não tinha ninguém para substitu-lo. Como estava prestando serviço para uma empresa havia alguns acordos de demitidos a pagar. Era só ir a casa do sujeito pagar e trazer os papéis assinados. Como era de manhã eu disse que poderia fazer isso pois estava de férias mesmo. Meu amigo me passou os pacotes com endereços e valores. Eram cinco no total. Até o fim da tarde eu havia feito quatro. Meu amigo me liga perguntando como estava indo. Informo que tudo bem e faltava um, então ele disse que se eu quisesse poderia levar para casa e ir direto no outro dia, isso se eu não tivesse compromisso. Respondi que, tudo bem. No outro dia levantei cedo foi um daqueles dias que a gente acorda com tesão. Tomei um banho frio, fiz a chuca, verifiquei o rabinho se estava liso. Vesti um fio dental ver pra acalmar meu tesão. Me vesti normalmente por cima, cueca boxer, calça e camisa. O fio dental bem socado no cusinho sem ninguém imaginar. Peguei o pacote que faltava entregar e li o endereço, não conhecia o bairro. Então liguei para meu amigo e ele me disse que era uma favela e tinha uns anos de existência dessa favela. Me disse onde era e desliguei. Favela! Pensei. Bom ficava atrás de um bairro que eu conheço, próximo de uma mata. Peguei os pacotes e parti. No caminho, ainda com tesão sentido o fio dental roçar meu cusinho me acalmava. Cheguei na favela .depois de algum tempo procurando consegui encontrar a rua e o tal joilson - nome fictício - só encontrei o sujeito devido ao apelido que havia no papel. Broca. A casa ou barraco era típico de favela. Uma edicula sem reboco com cerca de arame. Bati palmas chamei. Demorou um pouco para alguém atender. Ao abrir a porta perguntei se era o joilson. Disse que sim. Me apresentei e ele me fez entrar no barraco. Tinha acabado de acordar embora fosse quase 9:30 da manhã. Cara de sono, cabelo revolto, só de bermuda. Típico morador de favela, pensei comigo. E não pude deixar de perceber que estava de baraca armada, pau duro. Como todo homem ao acordar. Ele me tratou super bem, muito espontâneo. Sentamos numa mesa de madeira e com os papéis na mão explicava sobre o assunto. Joilson pediu para parar um pouco pois não aguentava de vontade de mijar. Pediu um tempo para ir ao banheiro. O banheiro ficava entre a peça que estávamos e o quarto. Não tinha porta e ele não fez questão de fechar a cortina improvisada. Continuamos a conversar com a maior naturalidade. Ele mijando e eu na porta. Perguntei, brincando porque o apelido de broca e ele disse que era zoação do pessoal. Terminou de mijar pegou um pedaço de papel higiênico e secou a cabeça da pica bem na minha frente. Ao ver aquele rapaz de 24 anos, cafuçu, corpo em forma, mais ou menos da minha altura e com aquela pica enorme não me contive e brinquei: - Rapaz! Isso tudo é seu mesmo? ! Ele, na maior naturalidade diz : - Cara, meu não. É de que quiser e guentar. Se você curte pode brincar com ele. Eu não esperava aquela resposta tão direta. Perguntei se era sério e ele respondeu que sim, se eu curtia que ficasse a vontade. Me ajoelhei e dei uma lambida na cabeça da rola, olhei pra ele que disse apenas : - Engole tudo. Comecei a chupar aquela rola bem desenvolvida que de meio bomba ficou dura feito ferro na minha boca. Muito bom o cheiro e sabor da pica com gosto de suor da noite. Caprichei no boquete, engolia o que conseguia e lambia como se fosse um picolé de nervos delicioso, descia e engolia as bolas do jeito que curto, com pelos. Chupei até o joilson se afasta e perguntar se eu também dava o cu. Ele era muito direto e espontâneo. Respondi que sim e perguntei se ele Curtia e novamente foi direto. - Cara eu é que curto comer cu. Você vai aguentar até o fim? Olhei a rola tamanho cavalar e fiz que sim com a cabeça. - Então fica de quatro no sofá. Ordenou ele.Abaixe minha calça jeans tirei a camisa e fiquei de joelhos no sofá com o fio dental no rabo. Ele vendo isso falou : - Cara! Legal hem! Safado já sai preparado pra fuder hem! E se colocou atrás de mim sarrando minha bunda, subia esfregando sua pica dura em meu rabo me deixando louco de tesão ,colocou a rola por debaixo do meu fio dental e no meio do meu rego começou a roçar como se tivesse metendo. Puxou o fio de lado e começou a esfregar a cabeçona da vara em toda extensão do meu rego parando na porta do meu cu e fazendo movimentos circulares abria minha bunda pedia para eu piscar o cu e alojada a cabeça fazendo círculos. Parou foi ao quarto pegar o que pensei ser camisinha e lubrificante. Voltou passou um pouco de um creme no meu cusinho e em sua pica dura e continuou a roçada deliciosa. Colocando sua pica na minha entrada pedindo para eu piscar ele força firme e enterra parte do cacete. Eu ia pedir para colocar camisinha mas era tarde agora com 4 dedos de sua vara dentro do meu rabo só me restava gemer e guentar aquela trolha. Joilson puxou a pica para trás e devagar porém, sem parar deslizou inteira dentro de mim, com suas mãos abriu minhas nádegas e repetiu o movimento umas 4 vezes até enterrar a pica duraça até as bolas. A mim restava gemer de dor e prazer com o favelado me alargando o rabo. Joilson mexeu ou pelo menos tentou mexer sua vara dentro de mim e falou: - Cara se guenta mesmo até o fim hem! Cusão apertado cara. Agora se vai saber porque o apelido de broca. Dito isso começou a "brocar " meu rabo que por momentos doeu mas a dor deu lugar ao prazer e joilson estava com fome mesmo de cú. Só pedia para eu aguentar a brocada e que eu podia gemer a vontade pois só ia parar depois de encher meu rabo de porra. Foram pra mais de 20 minutos de medidas de rola em meu cusinho ali de joelhos no sofá até ele parar e mandar eu sentar em sua broca grossa. Me ajeitou em seu colo e mandou vara pra dentro. Se eu tinha umas últimas pregas no meu cusinho elas se foram naquele momento, segurou minha bunda um pouco afastada e metia de baixo para cima na mesma intensidade que de joelhos, meteu até o momento que me puxou para sua cintura e disse : - Mexe a bunda cara. Agora eu já conseguia rebolar e assim fiz. Joilson deu uma esguinxada de pora em meu cu levantou minha bunda e reiniciou o batidão enquanto gozava. Aquilo era fantástico, nunca antes alguém gozou metendo em mim. O favelado se satisfez. Gozou gostoso e eu também. Levantei de seu colo ouvindo ele dizer : - Cara! Cu gostoso do carai, porra! Faz uma cara que não meto assim e gozo desse jeito. E se levantou foi ao banheiro deu uma lavada na pica. Falou prá eu também limpar o cú pois estava escorrendo porra. Fiz isso e,como se nada tivesse acontecido,voltamos à mesa para terminar o que tinha vindo fazer. Passei os papéis e pagamento. Fechamos o acordo. Me despedi passando meu número dizendo que podia ligar caso tivesse dúvida sobre o acordo ou pra outro assunto, e ele me disse com riso safado que ligaria sim para " outro assunto ", com certeza. Fui para o escritório feliz tinha ganhado o dia. Até o próximo conto caro leitor!

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Usando um masturbador, fodi meu amigo

Fala galera, eu sou o leknegro, hoje tenho 22 anos, 180alt, 70kg e 18cm grosso. Vou contar hoje sobre como comi meu colega da faculdade. Aconteceu ano passado 2017. Acontece que o pessoal da faculdade principalmente em particular e que estuda a noite, se não for filhinho de papai, tem que ralar muito pra pagar as contas e tudo mais. Nisso, tinha uma menina da minha turma que além de trabalhar ela vendia por fora produtos de sex shop, ia com uma revistinha com os produtos que tinha e oferecia pra geral, os meninos tudo com vergonha, as meninas eram as que mais compravam (fiquei sabendo em off por ela) e ai resolvi que queria melhorar minha punheta e pedi uma revista. Esse meu amigo que vou chamar de João (fictício), viu que eu tinha pedido a revista, mas nem zoou nem nada. Levei pra casa, escolhi o masturbador que queria e pedi pelo o whatsapp pra menina. Combinamos tudo direitinho, demora pra chegar e tals, depois de duas semanas chegou o produto, ela me entregou em uma sacola preta, dentro de uma caixinha, super discreto e eu levei pra casa. Mano, esse negócio é muito bom! Pqp! Ás vezes gozava com 5min usando, passava bastante lubrificante e usava, chegava a ficar sensível. Acho que já cheguei a gozar 3x seguidas usando de tão bom que era. João tinha a mesma idade que eu, era meio saradinho, por volta de uns 1,70alt, branquinho, jogava vôlei e tinha a bunda empinadinha, o pau dele devia ter uns 16cm, era um pouco fino. Eu depois que entrei pra faculdade comecei a morar sozinho em uma kitnet e por ser pequeno, não costumo levar pessoas pra cá, a não ser pra fuder. Na faculdade a professora passou uma atividade que podíamos fazer separados ou em dupla, mas quem escolhesse dupla tinha tipo que fazer o dobro do trabalho de quem fizesse sozinho. Eu já estava decidido em fazer sozinho, quando o João perguntou se podíamos fazer junto. Como ele é todo gostosinho, vi uma oportunidade, mas nem dei bandeira, pq ele não sabia de mim. Concordei com ele e ele perguntou se podia ser na minha casa e falei que não tinha problema nenhum, só que era pequeno. Marcamos de se encontrar no outro dia a tarde na minha casa. Por eu ter ganho bolsa na faculdade, eu não precisava trabalhar integralmente, então eu estagiava pela manhã e tinha a tarde livre, meus pais me ajudavam com as despesas tbm. Quando voltei do estágio, dei uma arrumada mais ou menos no lugar, jogando os papeis sujo de porra no lixo, guardando as roupas ou colocando no cesto, só pra da uma enganada mesmo. Almocei e quando deu umas 15hrs +-, ele chegou. Eu usava uma camiseta preta e um short desses de jogador de futebol sem cueca, ele tava com uma bermuda jeans e uma camisa branca com chinelo. Eu já tinha deixado a mesa livre, sentamos e começamos a fazer. Dentro da kitnet eu tinha aquelas prateleiras de plástico preta que dá pra montar fácil e ocupa pouco espaço e nela tinha várias coisas, sendo uma delas o masturbador, só que tipo ele era preto no estilo “fleshlight”, então parecia uma lanterna, nem esquentei de esconder. Quando terminamos a atividade que foi até rápido, acho que gastamos no máximo 1:30 pra fazer, ele pediu água e eu fui pegar, nisso ele comenta: -João: Iah que massa! Você tem uma lanterna, mas pra que vc tem uma? Hoje em dia geral usa o flash do celular e pegou na mão. Nisso eu ri e respondi que aquilo não era uma laterna, era um masturbador no formato de cuzinho que comprei da menina lá da sala. Ele ficou meio vermelho, e ai eu falei pra ele puxar a tampa e quando ele puxou, ele viu um cuzinho de silicone. Ri, entreguei a água pra ele, peguei o masturbador e botei na mesa de lado, mas sem colocar a tampa de novo. Passado esse primeiro momento de constrangimento pra ele, ele começou a fazer um monte de pergunta, se era bom, se era apertadinho, se era igual a um cú de verdade. Aí eu comecei a falar que era massa, que não era melhor que o de verdade, mas que quebrava um galho, que meladinho deslizava fácil e é bom pq da pra socar fundo sem medo... E nesso papo chulo, carregado de putaria, começamos nós dois a ficar excitados e perguntei se ele queria usar. Aí ele falou que não, que a parada já tava marcada já com meu pau, na qual confirmei, dizendo que gozava direto dentro, que curto muito, mas que se ele quisesse usar era só por uma camisinha. Ele ficou pensando e nisso resolvi aproveitar, peguei o note, sentamos na cama e comecei pesquisar algum pornô onde os caras usavam um masturbador pra ele vê. Do modo que ele estava curioso, parecia mesmo que nunca tinha visto ou usado um. Passado um tempo estava nós dois excitado olhando pra TV na parede onde eu tinha conectado o notebook. Meu pau por ser maior e mais grosso que o dele e por eu estar sem cueca estava bem marcadão, eu ficava com as mãos em cima apertando, dando umas patoladas e percebi que tinha hora ele olhava. Nisso o vídeo acabou eu levantei da cama, botei um vídeo de um negão fudendo uma loirinha, passei na frente da TV e vi que ele ficou meio sem graça, mas ficou filmando minha barraca. Peguei o masturbador na mesa, um potinho na estante que era um lubrificante e me sentei novamente na cama. Na maior naturalidade (ou cara de pau), peguei o lubrificante, botei meu pau pra fora e comecei a passar nele todo bem devagar, alisando deixando bem melado e coloquei no masturbador, perguntei pra ele se ele ligava de usar ali na hora, mas é pq tava com mto tesão. Ele falou de boa, que a casa era minha. Ai fiquei batendo um pouco com a mão mesmo e ele hipnotizado pelo meu pau, olhando todos os detalhes quando deixei bem exposta a cabeça e fui empurrando pra dentro do cuzinho de silicone. Nessa hora olhei pra cara dele que desviou o rosto do meu pau pro vídeo e eu comecei a fuder segurando com as duas mãos, fazendo comentários que era apertadinho, que tava muito bom e ás vezes eu gemia tbm dizendo delicia. Nisso vi que tava pra gozar, então parei e perguntei se ele realmente não queria tentar, então ele cedeu falando que queria, mas que não tinha camisinha com ele, ai eu entreguei o masturbador pra ele que nessa tava quentinha e babada com meu pré gozo, me levantei e peguei uma camisinha na mochila. Eu gosto de me exibir e vi que ele tava filmando minha vara preta brilhando balançando pra cima e pra baixo rsrs. Joguei a camisinha no colo dele e falei pra ele se divertir. Tirou a roupa toda, encapou o pau, passou o lubrificante e começou a socar. Foi só elogios, que realmente era bom, que iria comprar um tbm, que tava quentinho, uma delicia, que a parada engolia tudo, enfim, o mlk se divertiu. Resolvi começar a atacar e propus o seguinte. -leknegro: João, só tem nós dois aqui, pq não tentamos colocar no meio da coxa do outro e tipo simular que estamos fudendo? Ele ficou espantado na hora. -João: Cara num sei... como seria isso?... -leknegro: Então é simples, tipo um fica de bruço e coloca o masturbador no meio das coxas, enquanto o outro fica em cima e começa a fuder o masturbador. Ele ficou pensativo. -João: Tá. Eu topo, mas eu vou primeiro. Apesar de eu ser só ativo, não vi problema nenhum, pq meu objetivo era comer ele e se pra isso eu tivesse que ficar de bruço, de boas haha Ai eu concordei, me deitei de bruços, coloquei o masturbador no meio das coxas só que um pouco mais pra baixo, ele se posicionou e começou a fuder a parada, hora olhando pro vídeo, hora olhando pra minha bunda. Ele não aguentou muito e acabou gozando logo. Aí foi minha vez, dei a ele uma toalha dessas de rosto pra ele se limpar e peguei um travesseiro pra por embaixo dele e ficar mais alto, peguei a toalha que ele se limpou, botei em cima e quando ele foi se deitar pra ficar de bruço eu falei que era pra ele ficar com os joelhos dobrado em cima do travesseiro e apoiar as próprias mãos nas coxas, ai coloquei o masturbador debaixo da bunda dele como se tivesse dois cús um em cima do outro, só que deixando a bunda dele mais pra fora do que o masturbador, com a intenção de que quando eu fosse por meu pau no brinquedo, ele sentisse primeiro minha vara sarrando no cú. Ele não gostou muito de ficar nessa posição não, mas eu falei que ia ser rápido, que gozaria até mais rápido. Então chegou a hora, ele com aquela bunda empinadinha pra mim, com o cú aparecendo que não me parecia ser mais virgem. Peguei o lubrificante, poli a vara e fui empurrar no brinquedo, mas de propósito dei uma passada bem generosa com a cabeça do meu pau no cu dele, fazendo com que o mesmo se contraísse. Ele deu um gemido bem baixinho e ai eu comecei a fuder o brinquedo. Empurrava e tirava devagar pq queria aproveitar o máximo possível e com isso ele sentia o talo do meu sarrando o cuzinho dele que nesse momento além de está todo lubrificado, piscava muito. Percebi que ele começou a gostar pq o pau dele voltou a ficar duro e começou a tocar uma. Ficamos nisso uns 10min, o vídeo já tinha acabado. Aí comecei atiçar mais ainda, agora tirava meu pau todo do brinquedo e colocava dentro de novo, mas todas as vezes fazendo com que meu pau cutucasse primeiro o cu dele. Resolvi fazer agora sem direcionar com o mão e ao invés de empurrar mais pra baixo pra encontrar com o brinquedo agora ficava era cutucando direto o cu dele, que não reclamou nem nada, estava lá todo submisso, batendo punheta e gemendo baixinho, com o cuzinho piscando sem parar. Quando percebi que tinha bandeira verde comecei empurrar com mais força pra dentro do cu dele, só que ele tava trancando, não deixando entrar, mas todo lubrificado não ia demorar mto até a pregas cederem. Ai pedi pra ele deixar entrar, e ele gemendo falou que não, que eu estava sem camisinha... Usei o velho truque do “ah mais deixa eu por só a cabecinha...” e cara, é incrível como as pessoas “caem” nessa! Ele “tá bom, mas sério, só a cabeça”. Foi quando ele parou de trancar o cuzinho e meu pau finalmente começou a entrar. Acho que dei umas 5 bombadas só com a cabeça, tirando e colocando, aproveitei pra tirar o brinquedo debaixo dele, permitindo que ele tbm pudesse empurrar mais a bunda pra baixo. Aí a cada encaixe que eu dava eu enfiava mais um pouco e ele começou a retribuir empurrando pra trás tbm. Já era tarde demais, meu pau tava todo dentro dele. Fiquei parado e falei que tava todo dentro. Ele me chamou de puto e com a voz fininha falou “vai meu macho, me fode, leita esse cuzinho”. Nem precisou falar duas vezes, comecei a bombar mais rápido e mais forte e ele gemendo, pedindo rola, se transformou legal em outra pessoa, foi tipo como se o teatrinho tivesse acabado e ele tivesse liberado a verdadeira puta interior. Bombei durante uns 10min, fiz ele ficar de 4 e soquei mais fundo ainda. Quando vi que ia gozar, tirei meu pau, me deitei e falei pra ele cavalgar e foi o que fez, com a bunda virada pra mim sentou e começou a quicar freneticamente. Aí não teve mais jeito e anunciei que ia gozar já gozando dentro... rsrs ele começou a gemer tbm, pegou o masturbador e com meu pau ainda dentro dele, encaixou o brinquedo no pau e gozou. Nós dois suados e cansados fomos tomar banho, aproveitei pra lavar o brinquedo no chuveiro e ganhei mais uma mamada dele lá. Perdemos a primeira aula da faculdade a noite, mas valeu muito a pena. Ficamos transando durante um tempo tipo uns 3 meses, mas aí ele começou a querer namorar e falei que não rolava, ai ele ficou com raiva e parou de me dar. Ainda nos falamos, mas agora ele tá namorando sério com outro cara

Gozei na boca do meu amigo na brincadeira

Fala galera, eu sou o leknegro, hoje tenho 22 anos, 180alt, 70kg e 18cm grosso. Isso aconteceu comigo quando estava no 3º ano do ensino médio. Bom o 3 º ano é o ano da neura, que vc fica preocupado com pré-vestibular, empregos e etc. Minha turma tava toda tensa por causa disso e uma menina da turma estava fazendo aniversário, me convidou e chamou só algumas pessoas da sala pra ir também. Acho que da sala foram cerca de 10 a 12 alunos. No dia da festa dela, eu combinei com esse meu amigo que vou chamar de Vitor (fictício) de irmos juntos. Vitor era bem parecido comigo, alto, magro, branco e a bunda dela era mediana. Não era muito bonito não, mas conseguia pegar uma mina ou outra. Quando estávamos na festa, uma das meninas deu a ideia de fazer o jogo de vendar os olhos de duas pessoas, fazendo duas equipes e ai eles tinham que adivinhar o que estava sendo colocado na boca, podia ser comida ou objeto, mas combinamos que não seria nada sujo ou algo estragado/amargo. Nos divertimos, bebemos e fomos embora. O Vitor era meio fraco pra bebida e com medo dos pais brigarem com eles por está meio alto, perguntou se podia dormir lá em casa, na qual respondi que não haveria problema nenhum já que meus pais não ligavam de meus amigos dormirem lá. Chegando em casa, tomamos um banho, emprestei um short pra ele e fomos dormir. No outro dia, meus pais já tinham saído pra trabalhar, era umas 10 da manhã, eu com aquele tesão matinal de pica de dura e ele deitado no colchão, com a bundinha virada pra mim dormindo de boa. Eu resolvi ir no banheiro mijar pra ver se amolecia. Eu tinha dormido sem camisa com aqueles pijamas que são bem soltinhos, com tecido mole. Passei por ele e vi que ele já estava acordado, mas tava deitado parado, ele viu minha mala dura, fazendo uma barraca legal, deu um risinho e eu fui no banheiro sem da moral pra ele. É como disse galera, ele não era bonito, nem sentia nada por ele, tesão nem nada. Mijei, fui pra sala, montei mais ou menos a mesa pra lanchar e nesse momento ele já tava saindo do banheiro, nessa hora meu pau nem tava mais duro, tava meia bomba pra mole já. Sentamos na mesa começamos a comer e falar da festa, das meninas, quem tava gostosa, quem comeria, meu pau até chegou da sinal de vida e quando levantei pra guardar as coisas na geladeira, vi que ele deu mais uma vez uma manjada. Como tava com tesão, comecei a pensar em alguma maneira de fazer ele me chupar e foi quando eu lembrei da festa ontem da brincadeira de vendar e por algo na boca do outro. Eu com meu pau meia bomba, perguntei pra ele se ele queria jogar aquele jogo da festa e pra minha surpresa ele topou. Falei pra sentar no chão da sala e fui pegar uma meia daquelas social que estica pra fazer como venda. Ele sentado e eu pé na frente com meu pau na altura do rosto dele me inclinei e tampei os olhos deles e fui na cozinha pegar molho, comida pra fazer a brincadeira... Nisso já comecei patolar bem meu pau pra ficar duro e quando voltei perguntei se ele conseguia ver algo e ele dizia que não, então eu botei meu pau pra fora e cheguei perto do rosto dele e perguntei de novo se ele conseguia ver e novamente ele respondeu não naturalmente, bom como não demonstrou surpresa, acredito que não estava vendo mesmo. Primeiro eu peguei uma colher botei um pouco de mel e falei pra ele abrir a boca, feito isso, perguntei o que era e ele respondeu certo, eu patolava mais um pouco meu pau e peguei uma geleia que tinha lá, acho que era de goiaba, botei um pouco na colher de novo e ele respondeu certo. Ai resolvi pegar um pedaço de pão, ele meio que deu pra trás, tipo no susto, sei lá deve ter pensado que era outra coisa, riu, mastigou e respondeu o que era. Com o polegar enfiei dentro da maionese e levei pra ele, ele chupou um pouquinho e tirou a boca, falei pra relaxar que era meu dedo, pois as colheres já estavam sujas e era mais fácil de limpar, ai ele riu, levei meu dedo de novo, ele chupou e eu até zoei fazendo meu dedo entrar e sai como se ele tivesse pagando o boquete pro meu dedo, aí ele riu e respondeu certo, Aí resolvi arriscar, botei bastante leite condesado na cabeça do meu pau que nessa hora além de duro estava babando e falei que ia ser alguma coisa doce, mandei abrir a boca, puxei bem a pele pra trás deixando só a cabeça exposta e levei meu pau pra boca dele. Bicho, ele deu uma chupada com tudo na cabeça, chegou o dente bater e me incomodar, ai eu tirei, reclamei e falei pra ele tomar cuidado, pois ia machucar meu “dedo”. Não sei se nessa hora ele já tinha sacado que era meu pau, mas nada falou de reclamar, só pediu desculpa e disse que ia tomar mais cuidado, ai levei meu pau de novo pq ainda tava com leite condesado e ele deu umas duas mamadas na cabeça e falou que era leite condesado. Aí abri um potezinho de Danoninho, enfiei meu pau dentro fazendo que ficasse não só a cabeça, mas uma parte do pau lambuzado e levei de novo, ele abriu a boca e chupou tudinho, eu ainda cheguei a fazer um vai e vem na boca dele como se tivesse fudendo, ai ele tirou a boca, respondeu o que era e perguntou no que eu tava colocando pq era grosso pra ser meu polegar, ai pensei na primeira besteira que veio na cabeça e disse que era o cabo de uma dessas colheres de pau. Lógico que não colou, mas ele não falou nada, então peguei leite condesado de novo e passei só que agora até a metade do meu pau e botei pra ele mamar e fiquei fudendo a boca dele enfiando a metade e tirando e ele chupando sem reclamar, ai quando eu puxei meu pau pra trás pra enfiar de novo, ele tirou a boca, disse que tava cansando, porra eu já tava quase gozando, perguntou se tinha mais alguma, ai eu disse que sim, comecei bater mais rápido e quando estava perto de gozar parei, peguei mais um pouco do iogurte e botei pra ele mamar de novo, só que aí foda-se, com uma mão segurei a cabeça dele e puxei pra ele engolir todo, nisso não tinha nem como ele fingir que não sabia que era meu pau, eu enfiava fazendo ele levar umas boladas no queixo e sem avisar enfiei no fundo da garganta e gozei, gemi alto. Tenho certeza que foi umas 4 gofadas direto na garganta e mais algumas na língua e um pouco nos lábios. Aí tirei a venda dele e botei meu pau pra ele limpar com a língua, coisa que fez sem reclamar. Levantei meu pijama e fui no banheiro mijar de novo, ele aproveitou e colocou a roupa dele e falou que tinha que ir embora, agradeceu pela comida, pelo leite rs e partiu.

domingo, 15 de abril de 2018

Pegando o vizinho casado.

To eu aqui de novo. Fiquei um tempo parado com a putaria porque meu bofe tava de licença medica. Mas ele logo voltou pro trabalho e eu já comecei a ativa. Então, meu bofe está em casa desde o começo do mês. Então fiz a linha de dona de casa cuidando dele. Mas o cuzinho piscando pros machos aqui da favela, mas so piscando, porque não tava rolando nada nada. Nem o moreno eu tava podendo ver. Mas a males que vem para o bem. Durante o tempo que meu bofe ficou em casa, ele pediu um carrinho de mão emprestado pra poder mexer em algumas coisas em casa. Só que ele esqueceu de entregar e o o vizinho veio até a porta buscar. Aqui na favela todo mundo se conhece e todo mundo sabe da vida de todo mundo, mas você não fala com todos. Ele sabia da minha vida, que eu era gay, sabia que eu tinha ido morar com o ex namorado da minha mãe e talvez sabia que eu dava minhas escapulidas com os machos da favela. Da mesma forma que eu sabia que ele e a esposa dele não se davam bem, brigavam o tempo todo e que tanto ela como ele botava um par de chifre um no outro. Mas tambem ninguem comenta nada.. Quando bateu na porta meu bofe tava dormindo e eu fui atender. Quando abri a porta dei de cara com meu vizinho, um rapaz de uns 27 anos, negro, cabelinho enroladinho e um sorriso branco. Perguntei o que ele queria e ele me disse que precisava do carrinho de mão que meu bofe pediu emprestado. Falei que tava no quintal e que ia pegar, ele disse que so mostrasse onde estava que ele mesmo pegava. O quintal é nos fundos, então atravessamos o barraco pra ir até lá. Eu na frente e ele atrás. Quando avistei o carrinho mostrei a ele. Só que tava cheio de coisas em cima e ele se dispos a tirar. Passou por mim pela a porta esbarrando em mim e senti um calafrio na hora. Enquanto ele tirava as coisas em cima do carrinho vi que ele tambem tinha um corpo bem malhadinho e era uma delicia e comecei a imaginar como seria a piroca dele. Geral sempre falou que pica de negro é grande e fiquei curiosa. Fiquei ali olhando pra ele e ele olhou do nada e me pegou encarando. Nós dois ficamos sem graça e ele pra desfaçar falou: " Desculpa as brigas entre eu e minha mulher, ela fala muito alto e a favela toda escuta". realmente a mulher dele era uma barraqueira, mas não comentei nada e so disse que era normal brigar, desde que depois o casal se acertasse. Mas ele falou que com ela não tinha mais jeito e que qualquer dia ia sumir no mundo. Eu doida pra dar umas atiradas pra cima dele, mas tava com medo do meu bofe dormindo e dele me dar uma patada. Então enquanto ele ali tentando tirar as coisas do carrinho, eu fui dar uma olhada no meu bofe pra ver se ele tava realmente dormindo e vi que tava sim. Chegava a roncar. Voltei para porta dos fundos e resolvi dar uma de ousada. Falei que muito tempo juntos as vezes atrapalha o casal. Ai mandei a letra pra ver se colava dizendo que o meu bofe tava de licença, que homem dentro de casa só atrapalha, que ainda bem que ele tava voltando pro trabalho no outro dia. Falei que ele trabalhava a noite e isso me dava a liberdade de ficar um tempo sozinha com meus pensamentos. Esperei a a reação dele. Dai ele falou que não adiantava muito, porque a mulher dele trabalhava no shopping, so saia 11 da noite, mas quando ela chegava o inferno vinha com ela. Rimos bastante e saiu puxando o carrinho até o portão. Antes de sair ele me perguntou se eu não tinha medo de ficar sozinha em casa. Respondi que nada, ficava ali bebendo uma cervejinha, no zap e no facebook até o sono chegar. Ele sorriu e foi embora levando o carrinho embora. A noite chegou e eu fiquei ali pensando naquele homem delicioso. O dia amanheceu e continuei pensando naquele homem. No dia seguinte acordei era quase 2 da tarde, fiz as coisa de casa e fui olhar meu facebook e tinha uma solicitação de mensagem e uma mensagem. Abri e vi que era um perfil com foto de um cachorrinho, então fui na mensagem e vi que era do meu vizinho. Na mensagem ele dizia que para adiciona-lo naquele perfil, pois a mulher dele era o diabo, se descobrisse que ele tinha uma vizinho gay no facebook podia matar ele. Como eu já disse em outro contos, encaro tudo pelo lado positivo. Se ele tava me adicionando no perfil escondido dele é que alguma coisa tinha pra sair dali e pra mim era melhor, quanto mais escondido mais certo.. Tambem vi que ele tinha 25 amigos neste perfil. Entre eles, piranhas e 2 travesti. Isso ja me animou. Então respondi: EU: tudo bem e vc ta bem? ELE: tranquilo e seu bofe, volta pro trabalho hoje mesmo? EU: graças a Deus, vai a noite trabalhar, agora vou ter minhas noites sozinha e tranquila de novo. ELE: Não sei como consegue ficar sozinha, deve ser muito ruim e perigoso. EU: na favela não tem perigo e alem do mais eu tomo uma cervejinha e fico levinha. ELE: tomar cerveja sozinho é muito chato. EU: Fazer o que? não tem ninguem pra beber comigo. ELE: Como eu disse, minha mulher chega as 11 da noite, não é muito tempo, mas se quiser a gente pode tomar umas e trocar uma ideia. EU: Nossa, seria bom, pelo menos uma companhia pra animar. ELE: Que horas ele sai? EU: às 6 da tarde Ele: então a gente se fala mais tarde Olhei o relogio e era 4 da tarde, daqui a pouco meu bofe saia. O tempo passou, meu bofe me deu uma esfolada gostosa e se arrumou pra ir pro trabalho. Quando foi 6:15 olhei pra ver se tinha mensagem e tinha. Era o vizinho perguntando se a cerveja ainda tava de pé. Falei que sim e ele falou que ele tava indo la beber comigo. Me produzi toda, como sempre bem piriguete e vi quando o vizinho chegou com 5 cervejas, pediu licença, entrou e sentou no sofá enquanto eu guardava no freezer e abri uma pra gente. Enquanto estava na cozinha guardando a cerveja, imaginei alguns truques pra chamar a atenção do vizinho. A velha abaixada mostrando o rabetão, mas não foi necessário. Quando voltei, ele ja estava todo cheio de ousadia. Ja foi logo dizendo: Seu bofe tem sorte heim. kkkkkk, eu ri e disse que tinha mesmo. Encontrar alguem como eu era dificil. Dai ele respondeu: mas vc não é tão dificil, é? Ja que a sacanagem tinha começado entrei nela e disse: Depende, as vezes sou as vezes não, dependia da pessoa. Ele respondeu: Mas um neguinho desse não é pra jogar fora, é? fala a verdade. Já foi dizendo isso e me puxando, me alisando e esfregando a piroca em mim. Eu nunca tinha recebido uma cantada tão rapida assim. Então fui cedendo e me entreguei completamente. Ele foi tirando a minha roupa e me mordendo e me esfregando contra ele. Quando tirou a caceta pra fora ai tive certeza que eu ia me esbaldar muito aquela noite. Pedi pra tirar uma foto, ele ficou na duvida na hora, mas depois falou que se não mostrasse o corpo inteiro podia tirar. Dai tirei da da piroca mesma. Voltamos em ação e ele era meio violento, me puxava contra ele, me segurava pelos cabelos e botava pra mamar quase me engasgando. Nisso tudo ele ficava dizendo: "Quer ser minha putinha quer? Vai mamar gostoso? mostra esse rabão pra mim. Que coisa linda, deliciosa. Vou te mostrar como comer um cuzinho" Quando ele colocou aquela piroca no meu cuzinho, não quis nem saber se eu ia aguentar, empurrou de vez. Dei uma reclamada da força e ele me disse: "Você não queria piroca, safada, ficou me secando com os olhos quando vim aqui ontem, agora aguenta, vai tomar peru até não aguentar. Vou esfolar este cu. Teu bofe não te da um trato maneiro, mas teu neguinho aqui vai dar." E da-lhe piroca. O neguinho era muito safado, não parava não. Me virava de frente, de costas, de lado. Me botou deitada no sofá com a cabeça pra baixo e fodeu gostoso a minha boca. Depois me levantou, me encostou na parede e mandou ver no meu cuzinho, batendo forte e minha cabeça batendo na parede. Me puxou de novo e me colocou de 4 no sofá e atolou aquela berinjela toda em mim e gozou dando uns urros baixinho. Ficou ali esperando eu gozar e quando gozei cai no sofá e senti aquela tora saindo do meu cuzinho ja todo arrombado. Ele pediu pra tomar banho, vestiu a roupa, olhou no relogio e disse que tinha que ir embora. Falei e a cerveja? ele disse que a gente tomava depois. Abriu a porta e se mandou. O filha da puta so queria me fuder. Que foda gostosa. Mais uma pra coleção.

Meu primo comprou meu cabaço por 10,00R$

Olá estou de volta! Bom creio que não preciso me apresentar, pois vocês já me conhecem do outro conto! Como já havia dito, depois do do meu primo malandrão ter me feito de putinha boqueteira, este outro primo cuja o nome é Paulo, foi pro RJ de bem novo e quando voltou, veio bem diferente e já comecei a olhar com um olhar de putinha pra ele, pois já estava bem assanhado depois de ter minha boca arrombada mas, continuava bem normativo!, ele chegou forte com uma voz grave e um pouco mais alto que eu, eu sempre gostei muito dele mas na irmandade pois ele sempre foi muito protetor comigo quando éramos crianças e lembrava bem disso, mas esse gostar de irmandade desapareceu quando vi aquele homem maravilhoso em minha frente. Quando me viu ficou bem entusiasmado e feliz e disse: -iai rapaz, como cresceu -oi porque demorou tanto pra voltar? - sabe que nem eu sei? -ata, senti tua falta - eu também senti a tua. E continuamos conversando, passando-se os dias o nosso vínculo de amizade vai aumentando, e ele me convida pra ir pra casa da nossa tia e eu vou de boas, então ele me pede uma massagem reclamando-se do cansaço. Eu digo: - ah se tu me pagar eu faço -ok, quer quanto? -10,00 R$ -faz então Aí eu comecei e ele começa a gemer dizendo que a massagem estava maravilhosa, aí logo depois eu paro reclamando também do cansaço. É ai que ele fala: -ah, esses 10 reais foram muito mal gastos, tu não fez nem 5min de massagem mano como pode querer meus 10 reais? Assim eu não pago não!. (Falou em um to. Autoritário). -sim, e tu quer mais oq? E ele sem rodeios diz na minha lata - ah, pelo menos uma chupadinha -cara eu sou homem!, Não gosto de homem não ( eu fazendo o difícil) - cara eu também sou, e sei que tu é isso vai afetar tua masculinidade em que? -.... Cara vou fazer isso mesmo só parque quero que tu me pague -nada mais que justo, agora chupa meu pauzão. Pessoal a rola grande eu constatei que é de família porque a rola dele era muito grande e grossa igual a do meu outro primo. Quando eu botei a boca na rola, dei umas duas chupadas: - vira de costas. -pra quê?. - deixa eu comer teu cuzinho?. Eu não retruquei, dei minha resposta dando as costa como ele havia me pedido porém disse: -cara será se vai entrar? Eu nunca dei. - É grande mas é macio, te acalma e tu sabe que eu jamais iria te machucar. Ele mela a cabeça do pau com cuspe e começa a meter. -aiiiii caralho tira tá me machucando primo, por favor, tá doendo muito Ele foi muito inteligente de ter me posto em uma posição que me deixava totalmente imóvel, eu estava de costas e ele em cima de mim, como sairia? -calma, que agora que eu botei só tiro depois que gozar. E continuou empurrando sem nem respeitar meu buraquinho contraído ele metia meami assim. -tu prometeu que não me machucaria, tá doendo muito tira porfavor. - eu não sabia que era tão fechadinho assim, tá muito gostoso eu não consigo me controlar. E nessa altura a rola já estava toda dentro do meu rabo, ele começou a fazer movimentos um vai e vem bem lento mas, estava doendo muito e assim eu comecei a chorar pedindo pra ele tirar e eu não sei o porquê eu fui chorar ( porque tava doendo muito, lógico) mas, isso fez com que ele ficasse louco e metesse com mais força dizendo: - chora na pica do primo vai viadinho safado eu sei que tá gostandoz tá chorando e de prazer safado, grita vai pra todo mundo saber que tu é viadinho e eu tô te comendo vai, gritaa. Eu estava louco pra que alguém batesse na porta mas pra minha tristeza e depois felicidade ninguém bateu. A dor estava abrindo espaço pro prazer e eu comecei a gostar e rebolar naquele rola imensa, e ele sentiu isso e saiu de cima e deitou e eu fui com tudo em cima dele parecia que eu era um profissional pulava igual uma cadela no cio tremia minha bunda com o pau dele dentro apertava minha bunda e ele ficava louco até que anunciou que ia gozar - deixa eu gozar na tua boca? - não eu quero leite no meu cu porra, tu foi o primeiro e quero que fique tua marca nesse buraco agora. - sim, senhor. E ele da um urra de prazer dizendo que vai ficar indo sempre me visitar pra comer meu cuzinho apertado, só que não mais tão apertado kkkkk. Entretanto ele me enganou pois o filha da puta voltou pro RJ dizendo que havia recebido uma proposta de emprego irrecusável. Então é isso pessoal espero que tenham gostado e se quiserem eu conto mais histórias da minha vida a vocês..

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Voyeur de incesto

Olá, estou aqui para contar à vocês sobre o dia que me tornei um voyeur de um caso nada comum. Bem, meu nome é Henrique e estou com 21 anos agora, para contar essa história, vamos voltar dois anos atrás. Com os meus 19 anos, eu ainda morava com meus pais e meu irmão. Estava juntando dinheiro, procurando emprego e tentando passar no vestibular. Agora irei introduzir os protagonistas desse relato, meu pai Roberto e meu irmão mais novo Junior. Agora algumas características, meu pai tinha 43 anos, estatura média, corpo médio, sem barriga mas sem definição, cabelos castanhos e olhos da mesma cor. Um cara comum. Meu irmão tinha acabado de fazer 18, ele é um pouco alto, fortinho, cabelos pretos, olhos escuros, meio tímido. Um rapaz normal. Tudo normal até agora. Minha madrasta, da qual é quase uma mãe para mim, da aulas de manhã e de tarde chegando em casa 7 ou 8 horas da noite. Era uma terça normal, meu pai não trabalhava neste dia, ele é vigilante, e meu irmão ficava fazendo nada como sempre. Eu iria sair depois do almoço para entregar currículos, então me arrumei como sempre, avisei que iria sair e voltava mais tarde e sai porta fora. Eu já estava quase saindo do condomínio, quando percebi que havia esquecido a pasta com os currículos. Voltei. Estava tranquilo, mas antes de colocar a mão na maçaneta eu escuto risadas. Vou até a janela e observo com cautela, meu irmão sentado no sofá com as pernas esticadas até o colo do meu pai. Meu pai estava sem camisa, meu irmão apenas com uma boxer preta, que estava um pouco apertada nele e que parecia um short, esses de piriguete. Eu olhei melhor, os pés do meu querido irmão estavam massageando o pacote de meu pai, enquanto o mesmo acariciava as pernas de meu irmão. Se estava achando estranho? Com certeza. Estava achando gostoso? Também. Porra, nunca pensei que curtiria incesto. Voltando ao acontecimento, meu pai acabou puxando Junior pelas pernas, o fazendo sentar em seu colo. Eles se encaravam, enquanto meu pai apertava a bunda um pouco grande de seu segundo filho, e o mesmo rebolava devagar. Eu quase gritei quando os dois se beijaram, tipo se beijaram. Não sei como descrever, mas tinha algo mais do que apenas desejo. Eles pararam de se beijar, foi quando meu pai falou um pouco baixo. -Papai vai te ensinar algumas coisas novas. Então meu irmão respondeu. -Me ensine pai, eu quero aprender. Os dois levantaram e seguiram para o quarto do meu pai. Do lado de fora eu não poderia ver nada, então, cautelosamente abri a porta e entrei sem barulho. Eu ouvi a cama ranger, então provavelmente eles já haviam deitado. Por minha sorte, eles deixaram uma fresta na porta, o que me permitiu ver sem que eles me vissem. Encontrei meu irmão deitado e meu pai por cima, os dois se beijavam com aquela mesma intensidade. Não pensei duas vezes, peguei meu celular e comecei a gravar. Um ótimo conteúdo incestuoso real oficial, claro que eu não perderia isso já que havia admitido naquele momento que já gostava. Onde se acha um site de vídeos incestuosos real oficial? Ainda mais de um pai e um filho? Exatamente, não tem. Assim que apertei o botão de gravar, meu pai começou a descer seus beijos até o pescoço e não perdeu tempo para tirar a blusa de meu irmão. Ele desceu e começou a beijar, chupar e morder as pernas e coxas. Junior estava para gritar de prazer, por algum motivo ele estava segurando seus gemidos e isso lhe dava muitas expressões de prazer. -Bebê, pode gemer. Geme bem gostoso, papai quer ouvir você . Meu pai disse e logo voltou ao sei trabalho nas pernas, então meu irmão não se segurou mais. Soltou um gemido alto, porém era bem manhoso que o normal. Foi quando a minha ficha caiu, meu irmão era super sensível e manhoso. Com apenas alguns chupões, sua pele ficava vermelha e ele sentia muito prazer. Em meio a um chupão, meu pai levantou sua cabeça e puxou as pernas do meu irmão, igual fez no sofá, mas dessa vez suas virilhas se encontraram. Eles voltaram a se beijar, mas não durou muito. Meu pai pegou na mão do meu irmão e fez ele levantar da cama e ficar em pé. Ele se sentou de pernas abertas na borda da cama, olhou para seu filho mais novo e falou. -Fica de joelhos filho, chupa o papai. Consegui ver que meu irmão engoliu em seco, mas ele se ajoelhou. Ele olhou o que estava a sua frente, com timidez, retirou o short de meu pai o deixando de boxer vermelha. Ele começou acariciando de leve com as mãos, logo depois começou a lamber por cima do tecido da peça intima, não demorou muito para colocar para fora e começar a masturba-lo. Aos poucos, meu irmão foi se aproximando até que deu um beijo tímido na cabeça do pau dele, logo em seguida abocanhando. Seus movimentos de sucção eram constante, além de que toda vez que colocava todo na boca, meu pai gemia com um urro. O pau de meu pai deveria medir uns 17 centímetros e um pouco grosso. Depois de minutos de um oral, meu pai segurou a cabeça de seu filho mais novo e começou a fode-la devagar e constante. Não demorou muito para ele parar, ele se levantou da cama e terminou de descer a cueca e o short. Ele segurou o rosto de meu irmão, lhe beijou e depois perguntou. -Onde aprendeu a chupar assim bebê? -Eu vi em um pornô pai. -Você nunca transou ninguém? -Não, eu sou virgem. Eu fiquei surpreso nessa parte. -Então o papai vai tirar essa virgindade, você quer? -Quero papai. Quando meu irmão falou papai, o pau do meu pai pulsou. Quanta palavra com a letra p. Meu pai deitou meu irmão de novo, tirou a cueca dele e deitou por cima o beijando novamente. Logo em seguida, virou ele de bruços e sem cerimônia, começou a lamber o cuzinho do meu irmão. Ele parecia que queria entrar ali dentro, pois ele lambia e chupava quase igual um loco. Não demorou para soltar um “que cuzinho delicioso bebê”, enquanto meu irmão só gemia manhosamente. Meu pai esticou e colocou, os dois dedos na boca do meu irmão, o fazendo chupar. Depois de minutos, meu pai se cansou de lamber e chupar o cu do meu irmão. Eu achava. Então ele tira os dedos da boca do meu irmão, e começa a introduzi-lo no cu do mesmo. O gemido dessa vez estava mais alto. -Relaxa bebê, só relaxa. Ele começou a colocar o outro, o que acarretou em outro gemido alto. Depois de algum tempo o fodendo com os dedos, ele se posicionou. Se esticou até a cabeceira para pegar a camisinha, quando meu irmão o impediu e falou. -Papai, sem camisinha. Eu quero sentir você gozar dentro de mim. Por favor?! Meu pai balançou a cabeça e deu um risinho de lado, voltou e beijou ele novamente. Se posicionou e começou a penetrar devagar, dessa vez meu irmão segurou o gemido. Meu pai foi indo devagar, até que entrou tudo e ele foi voltando um pouco e depois entrou de novo. Ele estava indo devagar, até meu irmão soltar o gemido baixo e manhoso de sempre. Depois disso, ele começou a aumentar a velocidade, arrancando gemidos cada vez mais de prazer. Meu pai acabou virando ele de frente, colocou suas pernas em seu ombro e voltou a fode-lo com vontade. Ele fazia movimentos em uma velocidade considerável, enquanto beijava meu irmão com aquele desejo. Até que, meu irmão corta o beijo e pede para cavalgar. Meu pai deu um sorriso e o colocou em seu colo, quase que de imediato. Meu irmão passou a cavalgar de devagar, em um rebolado rítmico. Momentos depois ele estava quase pulando no pau dele, os dois gemiam juntos, até meu irmão gozar primeiro. Foi quando meu pai o colocou de quatro, e fodeu com um pouco de força e rápido até gozar dentro dele. Os dois caíram exaustos. Quando olhei o celular, ele estava com um aviso de memória cheia. Eu apenas bloqueei e sai devagar dali, provavelmente eles iriam sair do quarto. Eu andei no condomínio até uma pequena praça que tem ali no centro, fiquei lá digerindo tudo. Quando deu algum tempo, eu voltei. Quando entrei eles pareciam assustados, acho que pensaram que eu podia ter pegado eles na boca na botija. Eles já estavam banhados e com outra roupa. Eu simplesmente entrei em meu quarto, peguei meus fones e fui rever o vídeo. Depois desse dia, eu fiquei cauteloso e passei a observar quando os dois ficam sozinhos. Em resultado, todas as vezes eles transam. Passei um ano, sendo voyeur do meu pai e do meu irmão. Hoje moro sozinho, mas, eu sei que eles ainda transam. Ainda mais que, os dois ficam sozinhos de segunda a sexta, das 6 da manhã até de noite. Sem falar que meu pai instalou câmeras de seguranças, que salvam os vídeos na nuvem. Meu irmão edita todos, mas eu descobri a senha e salvo antes dele editar. Ele edita, mesmo sabendo que a mãe dele nem sabe que tem câmeras. Enfim, esse foi meu relato. O voyeur do pai e do irmão. PS: Quem souber de um site de incestos, eu agradeço

Comemorando o título levando vara

O conto aconteceu ontem e ainda estou sentindo o cheiro do cara em mim... Eu tenho 30 anos, 1,80m, 78 kg, branco e corpo normal! Vamos ao conto. Estou de férias na cidade que meus pais moram, pequena, e no interior de MG. Ontem foi jogo final do campeonato mineiro e fui com uns amigos em um bar assistir ao jogo, como nosso time ganhou, fomos na carreata e depois paramos na praça para comemorar e continuar bebendo. Como estou de férias fui ficando e no fim fiquei lá sozinho, tinha uns conhecidos, mas como ainda estava cheia a praça resolvi ficar mais afinal não sou assumido, mas estava meio tonto já e tinha vários caras sem camisa lá! Já estava ficando excitado. Foi ai que observando os homens parei olhando para um moreno, um pouco mais baixo que eu, olhos puxados, meio índio, cabelos curtos, uma barriguinha de cerveja, mas com uma cara de puto que me deixou bem tarado... Ele estava sozinho também então cheguei um pouco mais perto e puxei assunto sobre o jogo e começamos a conversar e ele, que parecia estar bem tonto já, me pediu um gole, perguntei por que ele não tava bebendo e ele disse que tava sem grana. Peguei 2 fichas do bar e falei para ele pegar umas latinhas para nós, o cara foi e voltou e ficamos conversando e bebendo mais até que o bar fechou e o pessoal começou a ir embora, nessa hora ele disse que precisava ir embora, mas, eu não queria perder essa oportunidade... - Vamos tomar a saideira em algum lugar? Topa? -Pô eu topo, mas será que tem algum lugar aberto? -Vamos dar uma volta e achamos algum lugar... Ele topou e fomos até meu carro, entramos e demos algumas voltas onde tinham bares conhecidos, mas nenhum lugar aberto, tava tonto e muito tarado, resolvi arriscar. -Então, ta tudo fechado. Agora acho que só motel pra ter cerveja uma hora dessas, topa ir tomar uma lá? Na amizade... -Uai cara, vc ta pagando, não tem problema por mim não! Chegamos e entramos no quarto, peguei 2 latinhas e começamos a beber, liguei a TV e já tava rolando um pornozão, deixei rolar... Já tinha levado o cara La pra dentro, agora tinha que rolar! - Ta mto quente NE cara? To achando que vou tomar uma ducha rápida ali, bom que melhoro um pouco também... Fui para o banheiro e tirei a roupa, deixei a porta aberta, não demorou e o cara veio. Já tava sem camisa - Ta quente mesmo, essa água ta boa ai? -Ta sim, chega ai se quiser refrescar. -Não, pode terminar ai que depois eu vou. Nessa hora achei que ia dar errado, mas já fui saindo e falando para ele que poderia entrar. Enquanto ele ia tirando a roupa, eu não conseguia olhar para outro lugar e o cara dava uma risadinha de quem sabia o que tava rolando. Ele tirou a roupa e veio para o chuveiro, nessa hora me virei e esfregamos o corpo, mas foi tipo sua perna na minha bunda, já me deu um choque, mas queria ter esfregado na pica, que nesse momento ainda tava mole... eu ia me secando conversando com ele, depois fui para o quarto e sentei na cama, fiquei pelado lá batendo uma punheta e vendo o filme, quando ele veio enrolado na toalha e me viu fez uma cara de espanto. - A cara foi mal, ta muito quente e não agüentei vendo esse filme, senta ai também. Bate uma ai também kkkkkkk Ficamos os dois sentados na cama olhando o filme e batendo punheta, nessa hora eu já nem via a TV, só ele pelado se punhetando. Ele olhou para mim e deu uma risada. - Ta rindo de que vei? -De vc ué, não tira o olho do meu pau kkkkkkkk - E vc ta achando bom NE? Se quiser posso te ajudar ai, topa? Segredo nosso. Ele só se recostou para trás e deixando o caminho livre para eu avançar, foi direto pegando naquele pau escuro, com a cabeça avermelhada e cheio de veias, quando peguei a carne, ela tava quente e dura já, comecei batendo uma punheta e fui chupando seu mamilo pretinho, seu corpo era mais para liso mesmo, mas poucos pelos em volta do umbigo descendo até o pau que não era depilado, seu peitoral não tinha pelos, chupei seus peitos e mordia o mamilo e o cara soltou um gemido gostoso... subi para seu pescoço e orelha mas ele forçou minha cabeça para descer para seu pau, fui lambendo sua barriga, mordiscando até chegar na sua virilha, lambi um pouco seu pau e desci para o saco, negro, poucos pelos e com um cheiro leve devido ao banho, voltei para o mastro e enfiei tudo na boca, foi até minha garganta e o cara soltou um gemido de tesão! Fiquei punhetando com a cabeça na boca brincando com a língua, depois engolia tudo e ele forçava sua mão comendo minha boca até eu engasgar bastante, foi ficando de lado na cama e ele começou a buscar meu cuzinho, começou a esfregar os dedos e tentar enfiar, mas estava a seco, peguei um pouco da baba que já estava no seu pau e passei na minha bunda, ele enfiava um dedo, brincava La dentro e depois dava uns tapas da minha bunda que me davam mais tesão... Depois de brincar nessa ele quis me comer! -deixa eu enfiar nesse rabo vai? Quero ver se seu cu é gostoso igual essa boquinha safada... - Pode, mas, vai devagar porque não tenho muito costume de dar! -Deixa que vou fazer vc ficar arrombada e com vontade de me dar mais! Ele me pôs de 4 na ponta da cama e ficou em pé atrás, deu umas chupadas no meu cu e uns tapas, eu rebolava com a cara dele enfiada no meu cu e ele começou a falar putaria para me deixar mais louco... - É vara que você gosta NE viado? Fez isso tudo para ganhar pica nesse rabo NE? Pede minha rola vai... - Mete, come esse cuzinho doido para ganhar rola de macho! Me come vai... Ele foi enfiando devagar, não era muito grande, mas era grossa, no começo entrou rasgando, estava gostoso e fui agüentando até que senti seus pentelhos na minha bunda, ele deu mais um tapa forte na bunda! - Isso puta, to todo dentro de você agora... Ele começou o vai e vem lento e foi acelerando, estava doendo muito, eu gemia de tesão e de dor, ele acabou subindo em cima de mim, sentia seu saco batendo no meu e seu pau me rasgar ao meio... Ele firmava no meu ombro, dava uns tapas na minha cara e me xingava de puta, vagabunda, mulher dele, isso me deixava com mais tesão, depois ele pegou meus peitos e apertava como se fosse de mulher, apertava forte meus mamilos. De repente ele saiu de dentro de mim e na hora senti até um vazio, mas era momentâneo, ele me virou, pôs de frango assado segurando meus calcanhares e enfiou tudo de uma vez, na hora doeu muito e dei um grito mais alto! Ele me deu um tapa na cara forte... -Geme puta, viadinho do caralho não era isso que queria, agora agüenta minha rola nesse cu! Ele metia forte e rápido, segurava meu pescoço enforcando um pouco sem machucar, colocava seus dedos na minha boca para chupar como se fosse um pau! Sua mão era calejada de trabalho manual, me dava tesão sentir aquela mão na minha boca e pelo meu corpo... Seu corpo quente suava bastante e eu passava a mão por ele sentindo cada pedaço daquele mulato safado e tarado, o cara metia com maestria... Passou mais um tempo nessa foda frenética até que ele anunciou que ia gozar. -Vem viado, senta aqui que vou gozar na sua cara puta! Ele tirou a camisinha e nem precisou punhetar para jorrar aquele jato forte de porra grossa e com cheiro forte, foram alguns jatos no meu rosto e peito, sua porra escorria pelo pescoço até meu peitoral também gozado, ele passou o pau ainda melado pelo meu rosto espalhando sua porra, ainda enfiou na minha boca, me levantou e me jogou na cama, peguei a toalha e fui me limpar, ele deitou ao meu lado na cama com uma cara de exausto! - Ganhou o que queria NE putao? Viado safado do caralho... Eu não conseguia tirar do rosto o sorriso de realização, meu pau ainda tava duro e ele notou! - Ta rindo NE safado, e de pau duro ainda? Quer mais é? Bate uma ai, goza lembrando da minha rola na sua boca e cuceta... Eu fui batendo uma passando pelo corpo dele e ele se levantou e colocou o pau mole na minha boca, rapidinho gozei bastante também... Tomamos um banho para limpar o suor e porra, rolou uns sarros no banho mas já era tarde. Deixei ele na praça e vim embora. Estou até agora com o cú em chamas, mas super realizado de ter tido um cafuçu pirocudo e safado dentro de mim...

Enrabado Pelo Amigo Gostoso

Sou estudante universitário e moro em Campinas. Tenho 25 anos, sou branco, dizem que sou bem bonito, hoje tenho o corpo sarado, os cabelos encaracolados e 1.70m. O fato que vou relatar ocorreu quando eu estava no início da faculdade, quando tinha 19 anos. Eu sempre fui muito CDF, o melhor aluno da turma. Nessa época era magrinho e usava uns óculos enormes. Um dos caras que estudavam comigo, o Maycon, tinha um físico super bem desenvolvido para a idade. Com 19 anos, já tinha os músculos desenvolvidos. Ele era um pouco mais alto que eu, branco, tinha os cabelos castanhos espetados. Um belo dia, voltei mais cedo para a sala de aula após um intervalo entre as aulas, Maycon havia jogado futebol durante a aula e no intervalo ele entrou na sala. Estava sem camiseta e suado. Ele reparou que eu o olhava, deu uma passada de mão pelo peitoral e perguntou: “gostou?”. Ele tava de pau duro sob a bermuda e perguntou se eu queria pegar. Fiquei sem reação e fingi que nada havia acontecido. Nossa! Como me masturbei pensando naquele dia. Estudávamos na mesma classe. Maycon sempre foi meio burrinho, sempre passava raspando. Passei a ir na casa dele às tardes para ajudá-lo com algumas matérias e a mãe dele me pagava uma grana pelo reforço. Ele estava sempre sem camiseta, mostrando o corpo ainda mais malhado. E sempre zoava comigo, dizendo que eu era muito magro. Num desses dias, após a aula, Maycon e eu começamos a falar sobre sacanagens. Ele me perguntou se já tinha comigo alguma menina e eu disse que não (morria de medo de alguém saber que eu era gay). Ele disse que já tinha comido uma menina do bairro, “mas só no cuzinho, pois ela tinha medo de tomar na buceta e engravidar”. Comecei a ficar com tesão. Ele estava com um short verde, de jogador de futebol, sem camiseta e com uma havaianas preta. Eu comecei a suar frio notando que ele estava de pau duro, sentado na cadeira de frente para o micro. Ele comentou: “Olha como estou”, e deu uma pegada no pau, rindo. Perguntou se eu queria ver algum filme pornô e eu disse que sim. Então ele se levantou, trancou a porta do quarto e disse “chega aí”. Sentamos de frente para o micro, ele na cadeira e eu num pufe. Minha cabeça estava bem à altura do sovaco dele, cheio de pêlos, que pude observar enquanto ele abria os filmes. Ele começou a me mostrar uns filmes do Rocco fodendo as bundas de umas mulheres. Passou um tempo e ele perguntou: “vamo socar uma?”. Não respondi. Estava tremendo. Então, ele começou a socar punheta com a mão dentro do short. Não resisti vendo aquela cena, ele gostoso, seminu, com aqueles pézões à mostra, retesados enquanto batia uma. Tirei os tênis, abaixei a calça até os tornozelos e comecei a mexer no meu pau. Não aguentei mais e disse “eu quero”. Ele parou e perguntou: “o que?”. Eu respondi meio gaguejando que queria fazer o que não tinha tido coragem de fazer antes. Ele se fez de desentendido e eu pedi: “deixa eu pegar no seu pau?”. Maycon então botou o pau para fora e pela primeira vez pude ver aquela rola grossa, de 18 cm, branquinha, cheia de veias, com um sacão peludo e os ovos pendurados. A cabeçona roxa saía da pele, já com uma gota na ponta. Ele pegou minha mão e botou no seu pau. Comecei a apertar. Maycon jogou os braços atrás da nuca, esticando-se para trás. Não resisti e caí de boca no seu suvaco, o fazendo gemer. Cheirei aquele sovaco gostoso e fui descendo. Ele me pediu para chupar. Eu falei “bota o pé na minha boca”. Ele virou a cadeira na minha direção, tirou o short que estava nos tornozelos e levantou a perna direita. Tirei o chinelo dele com os dentes, enquanto ele continuava a se masturbar. Comecei a cheirar e lamber seus dedões e fui subindo pela perna peluda, até chegar no saco. Botei um ovo dele na boca e ele gemia. Não aguentei mais e abocanhei aquela pica. Ele segurou minha cabeça e começou a foder minha boca como se fosse uma boceta. Fiquei uns cinco minutos sugando, sentindo ele arfar e suar. Ele disse que estava quase gozando e eu parei de mamar. Em 5 segundos, tirei a calça e, num gesto de loucura, subi em cima das pernas dele, de costas, encostando o cu no seu caralho. Ele não esperava que eu fizesse isso, achou que ia ficar só na chupeta. Eu nunca tinha dado o cu, mas já tinha brincado enfiando os dedos no meu anelzinho. Ele me chamava de viadinho e dizia “senta aí que vou comer esse rabo”. Cuspi na mão, deixei o botão molhadinho e sentei. O tesão era tanto que deslizou tudo de uma vez só, nem senti dor. Maycon me segurou, passando os braços por baixo do meu suvaco, me segurando pelos ombros. Eu estava com as pernas para cima, sentindo o suor dele nas minhas costas. Comecei a bater punheta, enquanto ele socava com força e mordia minha nuca. Parecíamos dois animais. Não demorou nem cinco minutos e comecei a contrair o cu, prestes a gozar. No momento em que gozei, senti a rola dele inchando e esguichando porra dentro de mim. Ficamos um tempo parados. Parecia que o mundo tinha parado por uns instantes. O pau dele saiu e eu levantei. Ele segurou a pica e mandou “agora limpa”. Agachei na sua frente e comecei a lamber aquela rola com gosto de porra e do meu próprio cu. A pica dele endureceu de novo e continuei mamando por mais um tempo, até que ele, com as mãos atrás da própria nuca, gozou de novo na minha boca.

Depois do Flagrante

Depois do dia em que eu flagrei o filho do meu amigo, algumas coisas mudaram entre nós. No dia seguinte retornei a casa do João Gabriel como combinado para ver como ele estava e para jantarmos juntos. Ao entrar ele estava usando apenas uma cueca boxer preta bem justa que deixava o contorno do seu membro bem amostra, ele estava deitado no chão da sala no tapete com seu livro da escola e um cadernos fazendo uma tarefa de casa de matemática. Em volta ainda tinha uns papeis sujos de suas punhetas do dia. Peguei juntei os papeis e falei para ele que não vacila-se, vai que alguém aparecesse por lá sem avisar, demos uma risadinha e ele disse mas isso foi agora porque não estou conseguindo fazer estes exercícios e bati uma para relaxar. - Deixe-me dar uma olhada nestes exercícios. Sentei no sofá e ele me passou o caderno e o livro, sentou no meu colo, meu Deus como meu pau babou nesta hora, mas me concentrei apenas na matemática, expliquei ali para ele resolvemos os outros exercícios ele agradeceu e disse que havia entendido agora a matéria, mandei ele ir pro banho que iriamos jantar ele foi, fiquei ali na sala dando umas arrumadas nas coisas quando Joãozinho me chama, fui até o banheiro ele estava dentro do box e com seu pau apontando para cima, mais uma vez pude reparar naquele membro lindo. Ele começou a me contar sobre o seu dia na escola enquanto tomava seu banho. - Estou pronto, pode pegar minha toalha que eu esqueci no meu quarto? (Acho que foi de propósito) Levei a toalha ele saiu se secando na minha frente, ele se virou de costas para secar a bunda e me deixou aquela visão de uma bunda carnuda e lisinha com seu buraquinho fechadinho, fomos pro seu quarto aonde ele se arrumou, colocou uma outra cueca boxer preta, ainda brinquei com ele dizendo que ele só tinha daquelas e ele disse eu não e me mostrou outras, depois colocou uma bermuda e uma camiseta e fomos pra lanchonete fazer um lanche, recebi uma mensagem do Carlos dizendo que estava indo para outra cidade com sua mãe pois um de seus parentes tinha passado mal, inclusive emprestei meu carro para ele e peguei o do meu amigo, liguei e expliquei para ele que prontamente me concedeu. Por ser uma sexta Joãozinho perguntou se eu não poderia passar a noite lá com ele para jogarmos vídeo game e fazer companhia um para o outro, disse que poderia ser, então depois do lanche passamos na minha casa, aonde tomei um banho e ele ficou dentro do banheiro comigo batendo papo e dizendo que ia acabar comigo no jogo, saí me sequei, sem pudor na frente dele, estávamos muito íntimos, me arrumei e fomos para casa dele. ele arrumou o vídeo game no quarto dele e começamos então a jogar, ele já foi me dizendo que iria ficar a vontade, tirou sua roupa fiando apenas de cueca, como estava calor tirei minha camiseta e ficamos ali jogando por um tempo. Depois de um tempo jogando ele soltou uma para mim: - Lembra que você me pediu para te ensinar a toar aquela punheta? - Fiquei sem graça e sem reação naquele momento e falei que era só brincadeira, que era para descontrair o momento.. - Não, vamos lá, só estamos nós dois aqui mesmo, eu não conto pra ninguém e você também não. Não consegui falar nada e ele já foi desligando o video game e tirando sua cueca e falando para que eu fizesse o mesmo, ele começou a tocar uma punheta ali do meu lado e disse aquela que você gostou é assim. com suas duas mãos enqunato uma vai a outra vem se encontrando no meio do caminho, deixa o pau doido. vai experimenta. Meu pau já estava duro, latejando e babando, não resisti e tirei minha bermuda e cueca e comecei a imitá-lo realmente ainda não tinha feito daquela maneira. Ficamos alí um tempão um ao lado do outro, meus olhos iam direto para o pau delicioso dele equanto Joõzinho olhava para o meu também, até que de repente veio aquea vontade de gozar, e falei para ele vou gozar, gozei fartamente, e ele paoru e ficou olhando minha gozada e disse que agora era a vez dele, ele soltou um jato longe de porra bem farta e outros dois curtos, rimos e fomos nos limpar, limpei o chão aonde os dois tinham sujado, e foms dormir, pois já passavam das quatro da manhã. deitei na cama com ele e pegamos no sono, se ele me tocou eu não posso dizer por que eu realmente dormi. Hoje somos mais próximos, seus pais voltaram de viagem mas nos encotramos algumas vezes já, e ele sempre me manda mensagem querendo saber como estou. Não irá acontecer nada entre nós, apenas um carinho que surgiu, meio fraternal, tocamos mais umas duas punhetas juntos depois e quem sabe não poderá acontecer novamente!

Peguei meu primo 1 - Mas ele acordou e o que isso pode gerar?

Bom, Sou Terapeuta do sexo, me intitulo assim aqui, tenho 35 anos, sou hoje parrudo, com cara séria, faço a linha malvado as vezes, tenho 1,80 alt, olhos esverdeados, rola 17 cm grossa, bunda carnuda e sou pardo. Essa história se passou há 15 anos atrás e nos dois tínhamos 20 anos. Tenho um primo chamado Paulo, ele costuma vir e dormir aqui em casa, ele é moreno da minha altura mas já notei que ele tem uma piroca enorme e tenho uma loucura por ela mas não sabia o que deveria fazer para brincar com ela. No sábado ele veio à minha casa para fazer uma visita e ia ficar por aqui essa noite, saímos rimos muito e voltamos por volta de umas 23 horas, ele tomou um banho, minha mãe foi dormir no quarto dela que também tem uma porta virada para a sala, e meu primo colocou um colchão próximo da tv na sala e deita e eu fui pro meu quarto que dava para ver ele deitado normalmente, as horas passavam e eu apaguei mas o desejo era tanto que por volta das 04:00 eu acordei e o vi lá e o desejo me enlouquecia. Me levantei fui a cozinha, observei o movimento, se tinha alguém acordado, todos dormiam, me aproximei e comecei a alisar sua rola por cima do short que ele usava e ela foi crescendo e meu tesão me deixava doido e com medo da reação se ele acordasse, mas eu não conseguia parar, fui liberando sua rola aos poucos, era linda, grande, uns 21 cm, grossa, toda escultural, fui me aproximando lentamente, senti seu cheiro, e devagar comecei a cobri-la com minha boca húmida e quente, percebia que sua respiração tinha se alterado um pouco desde o início da mamada, mas ele ainda parecia dormindo e eu me deleitando, sua rola ia no fundo da minha garganta, e eu voltava, brincava com sua cabeça, subia e descia loucamente, mas ele ainda dormia, mas eu estava mais ousado e desci para sua bolas, e fui deixando elas molhadas, adoro uma bolas grandes, e me distrai nas lambidas, quando me dou conta ele me pega pelo cabelo com força, mas não disse uma palavra, puxou sua rola e começou a enfiar fundo e com força em minha garganta, naquele momento uma lagrima escorreu dos meus olhos um misto de medo dele falar qualquer coisa e acordar minha mãe e eu passar uma vergonha imensa, e das estocadas na minha garganta que chegavam muito fundo e eu chegava a engasgar e ter de ficar silencioso para não dar problema, ele intensificou a estocada e gozou na minha garganta, fui inundado de porra e sem direito de falar nada, ele segurou minha boca, me fez engolir e fez um gesto para que eu saísse. Fui para minha cama apreensivo, não tinha ideia real do que viria após aquele momento, mas algo eu sabia, ele havia gozado em mim, demorei a dormir mas aquele dia gerou muitas coisas, será que foram boas ou ruins? Conto nos próximos capítulos.

quinta-feira, 22 de março de 2018

BRINCANDO DE "PICA" ESCONDE COM O MACONHEIRO NOIADO DOTADO

Final de semana, como de costume, a molecada toda reunida lá na rua, já era tarde da noite por voltas 22h, estávamos brincando de pique esconde e era minha vez de procurar meus colegas. Sempre brincávamos lá perto do barreirão, pq era mais tranquilo, tinha umas casas abandonadas porém era ponto de consumo e tráfico de drogas de alguns caras da comunidade. Mas como eles ja nos conheciam, era seguro. Achei todo mundo e só estava faltando um amigo meu. Fiquei mais 10 min procurando. Foi quando eu vi que ANAKONDA (Um maconheiro traficante que tinha se soltado da prisão há um mês) estava meio que segurando o braço do meu amigo e falando algo no ouvido dele enquanto pegava no pau com a outra mao. Fiquei vendo aquilo e bateu um tesão que nem quis ir lá. Fiquei só vendo. Meu amigo conseguiu se soltar e assim q e ele entrou na rua eu apontei pra ele e dei a “batida”. Ele seria o próximo a procurar todos. Eu que nunca perdia uma oportunidade boa dessas de mamar um bom caralho, assim que ele começou a contar, a primeira coisa que fiz foi correr pra me esconder perto de onde ANAKONDA estava Fiquei agachado no fundo da casa abandonada perto do muro, não demorou muito e logo vi, no escuro, alguem se aproximando. Era ANAKONDA, todo malandrão, tatuado de cadeia, negão mal encarado, colarzão de prata com um cigarro de maconha aceso. Veio e se encostou no muro perto de mim. E ae meu pirraia, tá brincando ae com os moleques? E entao! To ligado, to a fim de brincar tbm ta ligado? De que? PICA ESCONDE? Já brincasse? - ele falou e deu uma patolada no pau Como assim? - eu me fazia de desentendido, é claro kk PICA ESCONDE POW. Boto minha pica pra fora e tu esconde ele com a boca, ea a pica é grande. É ANAKONDA. Mas aqui os meninos vão ver…. Vão nada pow, relaxa, sempre faço as putaria aqui e é de boa, chega aee. Pulei o murinho da casa. Isso, fica abaixado ae e faz teu serviço. Anakonda botou o cacete pra fora da bermuda. Ele nao parava de fumar a maconha dele . Tua vez de brincar agora pirraia, esconde essa pica ai na tua garganta. Quero ver se tu se garante mesmo. Meu tesão foi a mil. Abocanhei aquele cacete preto com gosto. Mamava com vontade, sentindo cada centimentro daquela pica descendo pela garganta. Pelo jeito Anakonda nunca tinha levado uma mamada daqueles que quando olhei pra cima ele tava com uma cara de espantado, apesar de lombrado CARALHO PIRRAIA.tu é guloso hein? Chupada co carai. Com uma mao ele fumava e com a outra ele forçava minha cabeça pra engolir aquele cacete. De vez em quando eu olhava em volta pra ver se alguns dos meninos estavam vendo mas Anakonda dizia pra eu relaxar q ele tava vigiando. Naquela situação. Mamando um maconheiro ex presidiario enquanto meus amigos estavam por perto meu tesão estava nas alturas. Anakonda enfiava a pica toda garganta a dentro. ISSO PIRRAIA, ENGASGA, ENGASGA NA PICA DO MALANDRO - Todo som que saia da minha boca era GAG GAG GAG e a baba escorrendo pelos cantos. Depois de uns 15 minutos de mamada ele disse que queria comer meu cuzinho. Eu relutei pq pra aguentar aquele pica no cu era mais 500. VAI FAZER CU DOCE PRO MALANDRO AQUI É PIRRAIA? - Ele falava meio com raiva, quase ameaçando que eu me tremi todo, tanto de tesão quanto de medo e cedi. Fiquei com as mãos apoiadas no murinho e empinei pra ele. Deu uma cuspida na mao e enfiou de uma vez 3 dedos no meu cu pra abrir q eu vi estrela, me contorci todo. RELAXA PIRRAIA KKKKK Sem nem avisar ele atolou o cacete inteiro no meu cu, e deixou lá dentro parado, mandando eu me acostumar. Ficou 1 min assim e depois começou a bombar. TOMA PICA PIRRAIA, TOMA PICA NO CU A dor já tinha passado e sentir aquela pica de ANAKONDA no cu tava uma delicia. Ele bombava com força, parecia q nao comia um cu faz tempo. Mas nao durou muito tempo, ele foi bombando mais forte e mais forte…. E quase que grita - TOMA PORRA PELA CU PIRRAIAAAA SSSSSSSSSSSSSS PORRRRAAAAAAAAAAAAAAA. Gozou dentro do meu cuzinho. Ele foi levantando a bermuda e eu limpando o esperma q escorria. Ainda provei um pouco. Era amargo como eu imaginava. E ae pirraia, aprendeu a brincar de PICA ESCONDE? Ô se aprendi kkk MASSA DOIDO. QUISER MAIS SÓ É DAR UM PULO POR AQUI QUE TEM MAIS PICA PRA TU. Eu saí de lá sentindo a porra dele escorrer ainda, Os meninos já tinham ido pra casa e claro que eu voltei mais vezes

DANDO PARA O COLEGA HOMOFOBICO

Lembrando que todos os meus contos são verídicos, não seguem uma ordem lógica, mas realmente ocorreram... Na minha faculdade nunca fiz muito questão em esconder minha sexualidade, embora seja passivo, não sou efeminado e curto caras machos, safados e ativassos. Bem, um dia um professor resolve passar um trabalho em grupo de 3 e sortear aleatoriamente os nomes do participantes, e sai no meu grupo uma menina que estava fazendo curso por fazer e o outro homofóbico porém mega estudioso. Essa menina de cara disse que iria fazer e nos mandaria o resumo e quando mandou era todo descartável e fomos então para a biblioteca, eu e meu outro colega (1.90, cabeça raspada, branco, uma rola de 22 cm rosa e grossa – uma delícia). O trabalho para par P1 e então extenso, e então tivemos alguns encontros, e não sei porque ficamos mais próximos e em uma destas reuniões ele me perguntou se eu era mesmo gay, como “começou”, o que eu fazia com os outros caras, coisas assim e eu fui percebendo grande interesse daquele macho, mas não tão macho assim. Eu então fui dando corda e mais corda, e lhe perguntei se ele tinha vontade de experimentar e qual o motivo da sua curiosidade em sexo gay, já que ele era tão homofóbico, e ele então me disse que não tinha vontade de comer cu pois achava nojento e deveria sair c.... no pau dele. Eu só ri, e ele me perguntou o motivo e eu disse que depois responderia. Naquele dia não falamos mais sobre o assunto. Na sala de aula então ele começou a sentar do meu lado e sempre puxar assunto, no início sobre o trabalho e depois sobre assuntos diversos, até insistir sobre sexo anal. Um dia eu filmei um cara me comendo e pedi para ele filmar bem próximo quando o seu pau tivesse saindo do meu cuzinho, e como estou sempre limpinho, o kcte dele entrava e saia limpinho e em um próximo encontro para o trabalho, esse meu colega tocou novamente no assunto de sexo e eu lhe mostrei o vídeo e dava para ver que eram dois homens transnado, mas não disse que era eu. Ele olhava atento e percebi um volume em sua calça, e ele sempre usava calças largas, mas havia ali alguém acordando e ele ficava abrindo e fechando as pernas, como se quisesse esconder sua excitação. Eu então, sacana, fechei o vídeo e disse que era só para mostrar e que ele poderia ver mais no xvideos, e ele então disse que deveria ser só esse que saia limpo, eu então disse que não, se muitos gays se cuidavam, e ele disse que não teria coragem de comer gay, mas disse que o cara do vídeo tinha uma bela bunda mas que deveria ser de filme pornô e deveriam limpar o pau e parar o vídeo, eu disse que o filme não foi parado, e ele olhou-me e perguntou como eu tinha certeza e eu disse que uma dos caras do vídeo era eu, e ele perguntou quem e chegou gente e eu não o respondi. Não nos falávamos em particular pelo whatsAPP, mas na sala de aula ele me mandou uma mensagem privada e perguntou-me quem eu era no vídeo, eu não abri a mensagem nem respondi, dai ele me cutuca e diz que me mandou uma mensagem, eu só digo que daqui a pouco eu vejo e percebo que ele só fica olhando no celular e para mim.... naquele dia só respondi em casa, puramente para deixa-lo louco. Depois de chegar em casa eu mando que eu era eu o dono da bunda que ele tinha gostado e ele visualizou logo a mensagem, e ele apenas respondeu: hummmmmmmmm, legal. E eu perguntei: gostou? E ele disse: não sei, mas é redondinha, durinha, e os caras devem gostar de meter. Gostam sim, pois muito voltam, eu respondi. Ele então me pergunta se eu gostava de pau grande ou pequeno, e eu disse que adorava os grandes e grossos, e estava doido para saber o tamanho do pau dele, e então perguntei logo: ou seu pau é grande? E ele disse: sim, bem grande e grossão, o chato é que muitas meninas não aguentam e eu tenho de ficar na punheta, e eu disse isso é chato e não se faz, pois bom mesmo é deixar o pauzudo gozar socando, e ele então disse que era o sonho dele, e eu então disse que talvez um dia ele conseguisse gozar socando e que já iria dormir. No sábado, fomos finalizar o trabalho, e ele disse que poderíamos fazer em sua casa, pois estava calor e lá podíamos ficar mais a vontade, e eu já percebendo suas intenções fiz meio cu doce, dizendo que não sabia se seria uma boa, e ele disse logo que seria melhor, a casa estaria vazia e poderíamos tomar umas cervejas e banho de piscina. Fui e não levei sunga nem cueca, apenas shorts de malhar e camiseta, e estava com marquinha de sol, pois tinha estado no clube na semana anterior, pois já estava tramando tudo. Então já deixei o trabalho quase finalizado, e quando cheguei lá foi só formatar e imprimir, e ele agradeceu por ter finalizado e disse que poderíamos aproveitar a tarde e banhar na piscina, e eu disse: vixe cara, me esqueci que iriamos tomar banho de piscina e vim sem cuecas, e não dá para banhar hoje, mas outro dia aproveitamos, e ele disse: pior que não tenho roupa que te serve, mas vamos tomar cerveja e eu disse: vamos que isso é bom e fomos para a volta da piscina, e tiramos as camisetas, e ele era todo grandão, mas não malhado, e tinha tatoos e quando já tínhamos tomados umas 4 latinhas, eu já alto pela cerveja, digo que estou com muita vontade de tomar banho e pergunto se ele se importa se eu tomar banho nu, e ele diz que não e que também irá me acompanhar para não ficar sem graça, eu digo que vou ao banheiro primeiro (tinha de garantir a higiene), e quando voltei ele já estava na piscina, eu tirei o short de costas para ele, e dei um mergulho na piscina, e por baixo d’agua pude ver que ele estava de PAUZÃO duro. Fiquei ao lado dele e ficamos conversando, e quando acabou a cerveja ele saiu e seu pauzão estava todo duro e ele nem ligou e nem comentou nada e eu aproveitei para sair da piscina e deitar de bruços sobre a cadeira de sol e fechar os olhos, e ele então sentou-se ao meu lado, me entregou a cerveja e não tirava os olhos da minha bunda arrebitada e com marca de sol. Ele então diz que minha bunda era mesmo bonita e parecia mesmo durinha, e eu disse que ele poderia passar a mão para ter certeza, ele então dá um gole na latinha de cerveja, chega a cadeira mais próximo de mim, e passa a mão e aperta e diz que realmente é bem durinha, porém não tira a mão da minha bunda e continua a beber cerveja e conversar, ele então pergunta se pode ver meu cuzinho e eu digo que ele pode ficar a vontade, e ele então abriu minha bunda com as duas mãos grandes dele, e eu então pisquei meu cuzinho e ele então passou um dedo nele e começou a meter um dedo, dois, e eu gemia e piscava meu cuzinho com o dedo dele dentro, e ele tirava e vi que ele meteu o dedo na boca e chupou e então caiu de boca no meu cuzinho e chupava e passava a língua e não fala nada, só chupava e metia um ou dois dedos, até vejo ele passar um lubrificante e o vi encapar o seu kcte e começar a roçar a cabeça e toda a extensão do pau no meu cuzinho, e comido de bruços sobre a cadeira de sol, ele colocou a cabeça na entrada do meu cuzinho que estava pegando fogo, deitou-se sobre mim e começou a meter e meter, até que senti que ele estava todo dentro, e ele realmente sabia o que estava fazendo e o seu pau é mesmo muito delicioso, eu gemia, rebolava e contraia meu cuzinho para dar o máximo de prazer a ele, e se eu era realmente o primeiro viado que ele comia, ela não iria mais esquecer, e ele então começa a socar abrindo minha bunda para que o seu pau fosse o mais fundo possível, e me colocou de 4 e socou com mais força e dava tapa da minha bunda e me chamava de viadinho gostoso, e que queria comer meu cuzinho agora todos os dias, e eu gemia e mandava ele me comer, e ele então pediu para eu sentar no seu pau, e não sei se por extinto ele pegou meu pau e começou a me masturbar, e então depois de cavalgar bastante, eu gozei com seu pau no meu cuzinho e ele disse que iria gozar e eu pedi para ele gozar na minha cara, e vi que ele adorou e o rapidamente saiu de dentro de mim e eu ajoelhado recebi boas esporradas de gozo farto e grosso na cara, e ele esfregava o seu kcte ainda duro na minha cara e meteu o pau na minha boca e eu o chupei todo até deixar limpinho e ele dizia que eu era muito safado e que meu cuzinho era melhor que bucetinha, pois eu era guloso e deixava ele socar fundo, e não reclamava nem pedia para tirar, e que o melhor foi eu deixar ele encher minha cara de porra.... Depois desse dia, ele queria me comer todos os dias, mas eu me fiz de durão, MAS... não tão durão assim... afinal, a rola dele é uma delícia