quarta-feira, 27 de abril de 2016

Filho engana padastro bêbado e é castigado pela mãe

Quando conheci o Diego, eu ainda estava com meu marido(ex agora). Me casei com ele mais por carência do que por outra coisa, mas me arrependi muito. Um cara egoísta, canalha, sempre tinha amantes e nem queria mais saber de mim na cama. Meu nome é Laís, tinha 32 anos na época, e vou ser franca, tinha(e ainda tenho) um corpão. Dou muito trabalho pra manter-lo em forma, com uma bundinha linda e peitos firmes. Já tinha um filho de 9 anos, Miguel, que sempre foi muito tímido. Como meu marido não me dava a devida atenção, veio alguém que me deu. Diego era um rapaz bonito de 23 anos, muitos estudioso e bem-humorado. Nós tínhamos um bom relacionamento de vizinhos, mas eu sabia que ele me desejava e eu mostrava que era recíproco. Não teve outra, nos pegamos de jeito. E ele se mostrou mais do que só um amante bom de cama, mas um excelente pai. Miguel não sabia da nossa real relação, mas gostava de Diego. Era o pai atencioso que ele sempre quis. Depois de dois anos, eu concursada, e ele formado em fisioterapia e já trabalhando, decidi dar o pé na bunda do corno. Uns meses depois, estavamos casados. Dessa vez, sei que fiz a escolha certa, pois depois de anos casados, ele até hoje não me decepcionou nem na cama, nem no casamento. O que vou contar agora aconteceu dez anos depois de conhecer o Diego. Meu marido é um cara maravilhoso, boa pinta, perfeito na cama, ótimo pai... mas tem um probleminha com bebidas. Não, ele não bebê o tempo todo, nem fica violento. O problema é que ele se torna a pessoa mais ingênua do mundo. Se você disser que a terra é quadrada, ele vai acreditar. Meu filho sempre foi meio tímido e nunca trouxe uma namorada pra dentro de casa, mas tanto eu quanto Diego preferimos deixá-lo livre, sem precionar nem nada. Na época eu até estranhava um pouco o jeito como meu filho gostava de ficar perto do Diego, mas pensei que fosse só apego pelo pai que ele sempre quis. É, dessa vez, a ingênua fui eu. Cheguei em casa, meio cansada, mas cheia de vontade de uma boa rola quando ouço meu marido gemer dizendo como eu fazia um belo boquete(sendo que eu não estava lá). Cheguei na sala, vi meu marido pelado e uma garota chupando seu pau. Surpresa! Não era uma garota! Era Miguel, usando uma peruca parecida com o meu cabelo. Meu filho estava chupando o pau do meu marido. Percebi pelo tom de voz de Diego e pela latinhas de cerveja na mesa, que ele estava bêbado. Levantou Miguel e deu um beijo que eu sabia, por experiência própria, como era apaixonante. Meu filho se agarrou todo no padrasto, beijando ainda mais. E eu, fiquei olhando pela brecha da minha porta, enquanto me masturbava. Até hoje não sei porque, mas ver aquele misto de traição/incesto/homossexualidade me deixava muito molhada. Não sei que estória maluca ele deve ter inventado, mas Diego não estranho que "eu" não tivesse mais peitos fartos, nem vagina, e ainda tivesse ganhado um pênis pequenininho, mas meu marido parecia convicto de que era eu. -Não se preocupe, amor. Eu te amo do jeitinho que você é. - Dito isso, começou a fazer um boquete no Miguel e a dar uma dedadinhas no seu rabinho, enquanto meu filho estava sentado no sofá, com a pernas levantadas. Fiquei muito feliz de saber que meu marido ainda me amaria, mesmo se eu virasse um homem, mas não deixava a situação menos bizarra. Não fiquei chateada dele me comparar com meu filho, pois ele acabou tendo um corpo bem feminino, assim como seu rostinho. Tinha até uma bundinha empinada. Meu filho gemia de prazer, dizendo o quanto o amava, se passando por mim. E então, ele gozou dentro da boca de Diego, e ele engoliu tudinho. Bêbado ou não, meu marido sempre queria que eu fosse a que mais sentisse prazer, uma das milhares de qualidades que me fez ser louca por aquele macho. Miguel puxou a cabeça de Diego e o beijou loucamente. Ele pediu pra irem até o nosso quarto e ele carregou meu filho nos braços. Eu tratei de me esconder, pois estava louca de tesão e queria ver onde isso ia dar. Nunca senti tesão em imaginar meu marido com outra(pelo contrário, isso sempre me encheu de preocupações) nem quis entrar num swing, mas ver meu marido com meu filho era absurdamente excitante. Ele não me traía de propósito, pois achava mesmo que era eu. Na cama, Miguel fica de quatro, rebolando aquela bundinha pro Diego, e o pau do Diego, duro feito pedra. Meu marido ama anal, assim como eu amo dar meu rabinho pra ele. Miguel explicou alguma coisa que eu não entendi direito, mas Diego disse "Tudo bem, amor" e começou a beijar a bundinha dele. Enfiou a língua no cu dele, e eu sei como aquela língua te faz delirar. Gemia e balançava, deixando claro que queria mais. Diego pegou o lubrificante(que nós nem usamos mais, já que meu rabinho já se acostumou) e encheu o cuzinho do Miguel. Tirei minha calcinha e joguei no chão mesmo, enquanto cutucava meu cuzinho também, louca de tesão. E então, aquela tora maravilhosa, entrou devagarinho no rabinho de Miguel. Ele gemia num misto de dor e prazer, e meu marido lá, metendo com cuidado pra não machucar o cuzinho virgem do meu filhão. Cinco minutos depois, ele começou a bombar devagar, e meu filho(ou talvez filha kkkkkkk) começou a gemer gostoso. -Amorzinho, mete. Mete com força! Arromba o cuzinho de sua mulher! Me faz delirar! -Tá bom, amor. Mas me avisa se tiver doendo. E passou a meter com vontade. Mesmo Diego dizendo pra avisar se tivesse doendo, eu sabia muito bem que o safadinho gostava mesmo de meter aquele caralho com força no meu rabo. E Miguel estava adorando ser tratado como uma cadelinha. Foi aí que as coisas quase deram errado. Eu amo ser puxada pelo cabelo como uma verdadeira cadelinha, e ele, sabendo disso, foi puxar o cabelo de Miguel(que era uma peruca). Antes que ele arrancasse, porém, Miguel puxou a parte da frente, e ficou um cabo-de-guerra com a peruca, enquanto meu filho levava no rabo, rebolando cheio de tesão. E como num passe de mágica, eu, Diego e Miguel gozamos juntos(infelizmente eu fui a única que não podia gritar). Sem querer, Miguel acabou gritando "Papai" na hora de gozar, mas Diego estava tão ocupado, com a sensação de prazer e a bebedeira que nem percebeu. Diego caiu em cima de Miguel, deu mais um beijo na boquinha do meu filho e acabou adormecendo. Foi quandoa idéia mais safada surgiu na minha mente. Silenciosamente, eu entrei no quarto, acordei Miguel e, antes que ele gritasse, pus minha mão em sua boca e sussurrei: -Vai pro seu quarto, quietinho, que nós vamos ter uma conversa. Agora. Ele saiu apavorado do quarto e, antes de ir com ele, eu peguei uma caixa com um presentinho que uma amiga me deu há um tempo. Um presentinho que finalmente teria utilidade pra mim. Entrei no quarto e vi Miguel, todo assustado, peladinho e sem a peruca. Ele começou a chorar, implorando por perdão, dizendo que sempre teve uma queda pelo Diego, desde que ele começou a frequentar a nossa casa. Implorava pra eu não mandar ele ir embora, pra casa de seu pai biológico(que, assim como eu, ele detestava o canalha) pois se descobrisse que era gay, lhe bateria todo dia. Implorava para que não contasse ao Diego, pois não sabia como ele o trataria. E, principalmente, implorava pra eu não o odiá-se. De verdade, senti uma dor no peito ao ver meu filhinho chorar. Falei que jamais o odiaria, independente de sua opção sexual, e disse que achava que o Diego ainda o amaria como filho(embora eu não soubesse dizer como ele reageria ao saber que fudeu o próprio filho de consideração). Mas disse também que o que ele fez foi uma traição aos seus pais, e que seria castigado. Mandei ele ficar de quatro, do jeitinho que ele ficou quando Diego tirou seu cabacinho, e peguei o presentinho: um pinto de borracha com alça. Fiquei nua e amarrei o pinto na cintura. Antes mesmo dele dizer algo, eu enfiei o pau no cu dele e comecei a bombar. Admito que isso parecia mais fácil sentindo do que fazendo. Ouvia meu filho gemendo igualzinho a mamãe aqui. Sendo sincera, eu sempre quis uma menina. Fiz questão de gritar alto, de imprensá-lo na parede e de dar tapas na bundinha dele, até ele gozar na parede. Como eu planejei, o barulho tinha acordado meu marido que, curioso como uma criança, foi ver. Quando ele entrou, coloquei rapidamente a peruca no meu filho, e inventei uma estória maluca sobre clones e tudo mais, e ele, ainda bêbado, acreditou e eu o chamei pra brincar com suas duas mulheres taradas. Fomos pro nosso quarto e fudemos sem parar a noite toda. Fodia o rabinho do meu filho enquanto meu marido fudia violentamente o meu e gozamos juntos. Dormimos eu e Miguel abraçadinhos a barriga bem definida do meu marido, todo mundo se sentindo realizado. De manhã, foi meio trabalhoso explicar pro meu marido que Miguel era apaixonado por ele. Disse que aquela boquinha e aquele rabinho eram os únicos além dos meus que ele podia usar e, depois de pensar um pouco e fuder Miguel mais uma vez(dessa vez sem peruca), Diego aceitou aquela situação. Hoje, eu e Miguel dividimos o pau de Diego normalmente. Nem eu tive vontade de ser fodida pelo pau do Miguel(que era muito pequeno), nem ele teve vontade de me comer(depois de dar o cuzinho, não quis mais saber de receber), então é só o Diego que nos come, ou eu como o Miguel, pra variar um pouco. Miguel não esconde mais seu amor por Diego, que é muito bem recebido por ele. As coisas ficaram ainda mais divertidas depois que Miguel fez umas cirurgias para ficar com um corpinho mais feminino, mas isso eu conto depois.

Abusado pelo paizão sacudo

Seguindo minha história, conto o que se seguiu durante minha adolescência. Tinha um amigão, chamado Ricardinho, que morava na casa que fazia fundo com a minha. Ele era um garoto bacana e sempre estávamos juntos. Acontece que entre minha casa e a dele havia muita diferença de altura, de forma que pelo meu muro, que era baixo, eu conseguia ver todo o quintal da casa dele, e eu o chamava para bater papo e jogarmos algo através do muro. Logo notei que o Ricardinho tinha um pai que me excitava demais. Um coroao que adorava ficar de sunga ou cueca em casa, sempre andando pelo quintal com uma mala invejável. Parecia ser muito sacudo, mas não tão roludo, pela cuecona... Com o tempo passei a sempre admirar aquela coroão, discretamente, sem que ele me visse. Aos poucos chamei o Ricardinho pra ver filme pornô juntos, depois uma punheta juntos, depois peguei no cacete dele até que consegui mamá-lo. Ele tinha uma rola muito peluda e um saco enorme com bolas muito grande, ainda mais pela idade, mas um pau meio fino, uns 15 cm apenas. Mamei esse garoto um bom tempo e, confesso, sempre pensando no paizão dele. Um dia tomei coragem e fiquei observando o pai se exibindo de cueca no quintal. Aguardei até que todos saíssem e o pai ficasse sozinho em casa (estava desempregado) e, assim que ele ficou só fui lá bater na casa dele. Chamei Ricardinho e o pai dele veio ate a porta de sunga, com aquele pacotão recheado. Disse que tinha ído pegar um game meu que estava com o filho dele. Ele me disse que o filho tinha saído e que eu poderia entrar pra pegar. Entrei e não tirei os olhos da mala do S. Ricardo, pai dele. Que delícia de homem, cara de ursão faminto, de leitador. Entrei, fui pro quarto do meu amigo e ao sair ele tava na sala, esparramado no sofá, de sunga com o sacão bem cheio e as pernas bem abertas. Parei na frente dele hipnotizado com aquele volume e ele me disse: nunca viu homem de sunga garoto? Eu disse que já sim, que ele me desculpasse, mas que nunca tinha visto alguma como a dele. Ele me perguntou o que eu queria dizer. Expliquei que ele tinha um volume muito grande, que não era normal. Ele ficou de pé, abriu varagarosamente o nó do cordão da sunga e abaixou-a até o meio das coxas, deixando saltar um kct fino, cabeçudo (toda exposta e roxa), um saco enorme, gigante, e muitos pelos longos e pretos. Era parecido com o do filho dele, mas mais encorpadão e com bolas muito grandes. Olhou pra mim e falou: olha aqui muleque. É pau de homem, coisa normal. Fui indo até ele, ajoelhei e, sem falar mais nada, chupei aquele filho d aputa sem vergonha, que eu desejava há muito tempo. Chupei com gosto enquanto ele falava que sempre me via pelo muro olhando ele e que fazia tempo que tava a fim de me dar leite de macho, que era o que eu queria. Que ele conhecia uma binchinha bezzera de longe. Perguntava se eu chupava o filhão dele, o que confirmei e o deixou louco. Ele falava que eu seria o chupeteiro da família. Eu ia mamando ele e parava pra falar que o gosto do pau dele era melhor ainda que o do filho, que as bolas eram ainda maiores e que ele podia se orgulhar que o filhão dele tinha puxado o pai. Logo ele me encheu a boca de esperma. Um esperma grosso, muito doce. Eu deixei ele todo limpo e fiquei alí de joelhos, olhando para aquele coroão tesudo enquanto ele subia a sunga e guardava aquela benga que tanto me deu prazer em servir. Mamei pai e filho por mais uns 2 meses até que se mudaram e perdi o contato. Nunca os dois juntos. Ainda hoje procuro dois irmão, pai e filho, tio e sobrinho ou dois amigos que queiram me tornar seu bezerrão. Saudade dos dois ricardos. Até pq o mais importante não é o pau, mas a dominação a que os machos me submetem

Trepada com o malokeiro que namora

Estava no trabalho e recebo uma visita de um rapaz pedindo para falar com o representante de determinado assunto, quando me apresentei notei um moreno alto com cara de malokeiro e vestimentas de maloqueiro também, o levei para uma sala e fui verificar do que se tratava, o rapaz me falou que estava desempregado e que morava na região e que estava se colocando a disposição para trabalhar como freela ou qualquer outro serviço que precisassemos, pedi o contato dele e disse que ia verificar e entrar em contato, ao acompanhar até a porta o cara me deu uma medida e comentou: olha mais qualquer tipo de serviço eu topo ok? Estou precisando muito de trampo e dar uma relaxada, eu ri sarcasticamente e perguntei: qualquer tipo mesmo? Ele sorriu e perguntou se tinha em mente algum tipo de trabalho, eu disse que não mais que pra relaxar talvez indicasse algo o que pra minha surpresa ele rebateu dizendo que ele adoraria "DAR UMA" e completou relaxada e riu muito .... Eu perguntei onde ele morava e ele se apressou em indicar o caminho e dar todas as coordenadas e perguntar que horas eu sairia, falei o horário ele disse: perfeito esse horário minha mina ja foi e eu to sozinho! Quando sai do trabalho corri pra casa do cara, chegando na casa dele quando ele abre a porta e portão está só de cueca o que me deixou louco e ele abriu para que eu entrasse, começamos a conversar e ele logo me perguntou quanto ia pagar pelos serviços dele, o que respondi dizendo que não tinha grana para ver qual era a dele, ele fez uma cara de decepcionado porém deitou ao meu lado mostrando o volume da cueca deliciosamente grande, então me disse então blz dessa vez vou te comer sem pedir a grana me mama aqui vai, abaixou a cueca e puxou minha cabeça. Comecei a mamar aquele pau com uns 20 cms deliciosamente macio e ele gemia com vontade, chupei por aproximadamente 15 minutos alternando entre as bolas e a pica e o cara delirando disse que ia gozar e jorrou porra na minha boca, eu não engoli e ele percebendo me puxou e me beijou engolindo a propria porra enquanto nos beijavamos, que delicia nunca tinha feito isso, achei que tinha parado por ai porém ele pediu que ficasse de quatro no sofá e começou a lamber meu cuzinho deliciosamente, eu delirei, fui ao céu gemi muito e ele chupando meu cuzinho batia uma para ele fazendo com que endurecesse novamente, ele se levantou e posicionou a pica na entrada da minha bunda e foi metendo devagarinho enquanto eu gemia de dor e prazer ao mesmo tempo, quando estava tudo dentro ele começou um vai e vem gostoso e foi aumentando o ritmo me fazendo delirar, me pediu para ficar de frango assado e começou a me comer forte enquanto batia uma pra mim com muita força que chega machucava porém o tesão era maior, gozei bem gostoso em minha barriga e ao sentir o meu cuzinho latejando ele esporrou dentro de mim com muita porra novamente, deitou por cima de mim e ficamos uns dois minutos deitados sem falar nada. Levantei me banhei juntamente com ele que foi muito carinhoso, me lavou me beijou muito e até me secou depois do banho, quando fui embora ele disse que aquele horário sempre estava sozinho e que eu poderia voltar sempre que quizesse, e assim faço ao menos 3 vezes na semana a duas semanas. o cara é uma delicia e ainda continua com a namorada e eu prefiro assim !

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Brincando com os amigos

Olá, meu nome é Lindo, tenho 25 anos e hoje vou contar uma história que aconteceu quando eu tinha 16. Estudava em uma escola de bairro e tinha meu grupo de amigos, André, Junior, Ivan, Luis e Rodrigo. Éramos do tipo que sempre estávamos falando sobre sexo, punheta e essas coisas. Um dia, Junior chegou com a ideia de fazermos um jogo, onde todo mundo ia aproveitar e que ia ficar só entre a gente. Todo mundo explodindo de Tesão com 16 anos, topamos o jogo. Junior disse para irmos pra casa dele naquela noite, porque a mãe dele ia trabalhar a noite toda. Por volta das oito da noite já estávamos todos lá. Fomos pro quarto dele e ele pediu os celulares de todo mundo pra não correr o risco de ninguém filmar ou tirar foto de nada. Antes de continuar, vou descrever todo mundo. Eu sou branco, um metro e oitenta, magro normal. Junior era mais baixo que eu, levemente gordinho, loiro de olhos verdes. André era muito alto, devia ter um metro e noventa, magro e muito branco. Luis era baixinho, um pouco cheinho, branco e tinha uma bunda enorme. Rodrigo tinha a minha altura, bronzeado, magro. Ivan era o menor de todos, branco, magrinho. Junior explicou como ia funcionar o jogo. Ele tinha dois dados, o primeiro tinha dois lados com a letra M, dois com a letra B e dois com a letra C. O outro tinha os números 10, 20, 30, 40, 50, e 60. Ele pegou umas cartas de um jogo de perguntas e respostas. Um de nós ia fazer uma pergunta pro outro, se o outro errasse ele ia ficar com a parte ruim do jogo, se acertasse ia ficar com a parte boa. A letra M dos dados significava mão, quer dizer que quem ficasse com a parte ruim ia ter que bater uma punheta pra quem ficasse com a parte boa. A letra B significava boca e queria dizer um boquete. E por último, a letra C era de cú, e queria dizer que alguém ia comer alguém. O dado com os números significava a quantidade de segundos que ia durar cada ação. Quando todo mundo tinha entendido o jogo, ficamos todos nus. Todo mundo já tava de pau duro. O primeiro a jogar foi o Junior. Ele foi perguntar pro André e o andre errou a resposta. Jogaram os dados e deu M por 20 segundos. André segurou o pau de Junior, que tinha 16 cm e bateu uma punheta bem lenta pra ele por 20 segundos. Quando acabou era a vez de andre perguntar pro Ivan. Ivan errou a resposta e nos dados tirou B por 50 segundos. André sentou no chão com as pernas abertas e Ivan se curvou para conseguir chupar seu pau. Andre tinha o maior pau, uns 21cm. Ele segurou a cabeça de ivan e fez ele engolir cada centímetro do seu pau. Ivan engasgava, mas André não deixava ele sair. Quando acabou o tempo, Ivan finamente conseguiu respirar. Meu pau já estava estourando de ver essa cena. Ivan fez uma pergunta pra mim, mas eu consegui acertar, ou seja, ivan ia ficar na parte ruim de novo. Os dados deram B por 30 segundos. Fiz como andre, sentei no chão e ivan veio me chupar. Ele tinha uma boca muito macia, me chupou como um profissional, meu pau tinha 19 cm, e fiz ele engolir tudo. Era a minha vez de perguntar para o Luis. Ele errou a pergunta e os dados deram C por 40 segundos. Era tudo o que eu queria, comer aquela bunda deliciosa. Luis ficou de quatro e como o tempo era curto enfiei tudo de uma vez. Ele gemeu alto e quase gozei só de ouvir. Enfiava e tirava tudo de novo, fiz isso o tempo todo. Quando sai de dentro do Luis, decidimos deixar o jogo de lado. Eu, andre e Junior sentamos na beira da cama. Luis veio me chupar, ivan chupou andre e rodrigo chupou Júnior. Eram tantos gemidos que o meu tesao estava a mil. Depois de um tempinho, trocamos de posição. Comecei a chupar o pau do luis com muita vontade, estava doido pra meter naquela bundinha de novo. 5 minutos depois decidimos que era a hora de comer. Voltei a sentar na cama, com Júnior e andre. Nossos pares vieram e sentarem em nossos paus. Luis começou a rebolar com vontade na minha rola e me chamava de roludo. Não demorei muito pra gozar, assim como Júnior e andre. Nós 3 ficamos de 4 porque agora iriamos dar para os outros. Luis fez como eu e enfiou tudo de uma vez só. Ele meteu por uns dez minutos e gozou. Quando todo mundo tinha gozado prometemos nunca falar disso pra ninguém. Repetimos essa orgia várias vezes enquanto estávamos na escola. Espero que tenham gostado. Se algúem se interessar por Skype, ou sexo via whatsapp, é soi deixar nos comentarios.

Eu e meu tio e os mulekes funkeiros part 2

Enquanto a noite caía e ouvia-se ao longe um funk, eu me lembrei que havia ainda 4 cervejas e resolvi abrir uma. Enchi um copo para mim e para Isaías e ofereci também a Isaque que aceitou, muito tímido e sempre franzindo os olhos de cabeça baixa. Não parava de nos observar atentamente, parecia deliciado e obcecado com a situação. Isaías havia sacado fora sua pistola e eu acendi a luz para ver melhor. Era um cacete grosso e marrom, cheio de veias, torto para cima e com a cabeçona grossa e quase cinza. Isaque não parava de admirar a caceta do irmão. Sentando-me de novo, eu segurei a caceta, que estava quente e úmida, sacudindo-a sem apertar muito, sentindo a carne macia e rija que pulsava. Fiquei ainda mais nervoso quando constatei que não conseguia contornar o diâmetro da caceta com minha mão.Então abaixei a cabeça e, lambendo a cabecinha com bastante saliva eu pude abocanhar a imensa caceta preta que deslizou pela minha boca fazendo-me engasgar: __svlrooooc, svrrroooc, slevvrrrrooowwww, fiz eu atolando a boca no pênis de Isaías, engasgando com a grossura, respirando fundo e produzindo mais saliva até que conseguisse preencher minha boca com aquela tora de carne. Excitado com aquilo, o moleque aproximou-se de nós, e com seus shorts abaixados, sacudia uma rola comprida, bem mais fina e mais reta que seu irmão. Então eu, abraçando-o pela cintura, o puxei para minha frente, segurei seu mastro que estava duríssimo e o chupei igualmente, fazendo Isaque revirar a cabeça pra trás com um suspiro. Enquanto isso eu não parava de punhetar a verga dura de seu irmão mais velho, que se pusera em pé ao meu lado. Ambos fodiam-me a boca com seus paus, enterrando-os até a garganta, fazendo-me engasgar e salivar mais. O barulho que eu fazia ao chupar-los era alto e indecente. Parecia mais um barulho de porco. __sblorghhh...sblarrowghhhhh…. era o som que eu fazia principalmente quando a rola de Isaías, que era mais grossa, fodia-me a garganta. Fiz então com que os moleques se abraçassem, juntando-lhes as cadeiras e passei a meter as duas rolas juntas na boca.E falava: __ Porra que delícia essas rolas na minha boca, mas as palavras não saíam por ter a boca recheada com o caralho dos irmãos. Saíam só uns gemidos seguidos por um monte de saliva entrecortados por suspiros, tosses e barulhos indecifráveis. __ Russinho, você chupa igual ao teu tio! Disse-me Isaías enquanto eu e Isaque o encarávamos. __ É isso mesmo que tu ouviu, teu tio já chupou minha rola bem gostoso e eu já esporrei na boca dele duas vezes! __ Já que é assim, vamos resolver nossa vida hoje! Disse eu, levantando e tomando os moleques pela mão, fazendo antes com que tirassem os shorts, ficando só de chinelos, e eu também pelado e de tênis. Levei-os ao quarto do meu tio que estava imerso na escuridão, as janelas abertas e um vento fresco entrando. Aproximei-me da cama de titio muito excitado, segurando o caralho de Isaías e de Isaque um em cada mão. Meio sem saber o que fazer, dei uma bela mamada em cada um deles, abaixando-me à esquerda e depois à direita, enquanto sentia o resfolegar leve do sono de tio Marcos. Puxei a toalha suavemente pelo seu rego, ela estava frouxa e foi deslizando suavemente. Eu o fiz virar-se para um lado segurando-o pela cintura devagar e livrei-o da toalha, expondo à luz da penumbra uma bunda bem firme para a idade dele, redonda e macia. Isaías entusiasmou-se e se pôs a socar uma punheta enquanto se sacudia pra frente e pra trás, fingindo que estava fodendo meu tio enquanto estalava os dedos de contentamento. Depois, passou a mão pelo traseiro de titio que se sacudiu suavemente na cama soltando um suspiro. Foi nesse instante que eu aproveitei para beijar Isaque na boca, abaixando um pouco a cabeça para alcançar seu rostinho. Seus lábios eram deliciosos, pareciam ter um néctar, e eu os lambia e voltava a beijar, chupando-lhe a língua doce como se chupa um pênis. Isaque pôs a língua enrolada pra fora pois conseguia fazer isso, e eu voltei a chupá-la, e depois foi a vez de ele chupar-me a língua. Beijei seu pescocinho e abaixei para mamar-lhe as tetinhas, que tinham biquinhos roxos. Isaque era todo gostosinho e magrinho, parecia insaciável e era um veneno na cama. Voltei a chupar-lhe a caceta comprida e dura, levei-a até a garganta e fiquei mamando a cabecinha, enquanto ele me acariciava os cabelos. Fiquei namorando o moleque por alguns minutos e quando olhamos, Isaías estava ajoelhado na cama de casal enfiando o rosto no meio das nádegas do meu tio que parecia já acordado pois eu vi seu braço se esticar para trás afim de acariciar e forçar mais a cabeça do mulato contra si, que enfiava-lhe vorazmente a língua em seu cu, enquanto espalmava as nádegas para abri-la, expondo à vista sua cobiçada olhota, o que me deixou também com um tesão furioso. Sentei-me à beira da cama pelado, ao lado de tio Marcos, enquanto o Isaque, ajoelhado no chão, me chupava a rola. Seus lábios eram quentes e úmidos, lembravam-me os lábios de uma boceta por causa da maciez e da umidade. Eu o segurei pela cabeça e o fiz engasgar, com o que ele tossiu e recomeçou a chupar a cabecinha. Tio Marcos, ao meu lado, estendeu seu braço veio socar uma punheta na minha rola, enquanto o Isaías, extasiado, fungava e chupava-lhe o cu, enfiando-lhe os dedos e o fazendo peidar, quando então Isaías o castigava dando-lhe um belo tabefe com força na sua bunda que tremia com a força da mão espalmada. Eu me levantei e me juntei à Isaías, fazendo antes com que meu tio segurasse a rola de Isaque com sua mão estendida. Ele o masturbou um pouco e depois Isaque quis lhe dar de mamar, e, ajoelhado de lado na beira da cama, forçou o cacete na boca aberta do meu tio que havia erguido um pouco a cabeça para que o pivete lhe fodesse a boca. Surpreso pela indecência súbita do meu tio, eu acendi a luz da cabeceira para apreciar sua nudez por inteiro e pus-me a ajudar Isaías a comê-lo com a língua, escancarando bem o bundão quase liso do meu tio para que o Isaías pudesse sorver aquele cu que tanto cobiçava e que estava dilatado e pulsava. A luz lhe dava um brilho molhado e eu vi que estava bastante dilatado. Mamei então na caceta de Isaías para ensebá-la de cuspe, pois eu ansiava em ver aquele enorme tronco de carne atolado no cu do meu tio, o que eu vi acontecer logo após, quando ele soltou um urro terrível, pois estava simplesmente sendo estuprado por seu caseiro… Meu tio se sacudiu por baixo do corpo de Isaías, bateu os braços e fez força para levantar-se, o que só fez com que a pica do mulato se enterrasse mais fundo em seu cu, enquanto Isaías socava sua pica imensa como louco , fazendo os ovos baterem na bunda de tio Marcos. Ficou um tempo lá dentro e depois tirou, fazendo com que meu tio se sacudisse e se virasse na cama, o coração aos pulos, enquanto respirava com força. Isaías então, abraçando seu irmãozinho, o fez sentar-se na beira da cama e fez com que ele lhe chupasse a rola, que tinha acabado de socar no cu do meu tio, e a enterrava na garganta de Isaque fazendo-o engasgar. __ Ahhhhhhhhhh… fez Isaías, esporrando dentro da boca de Isaque. __ hurrrrrrrrrrrrr… gahhh... ahhhhhhh… fez ele enquanto se contorcia, fazendo com que a boca de Isaque ficasse totalmente lambuzada com o leite do irmão, que escorria-lhe pelo rostinho, enquanto ele se masturbava. Sentindo-me cansado, eu fui me deitar junto a meu tio, abraçando-me com ele, enquanto ambos tocávamos uma deliciosa punheta. Isaque, muito safadinho, empunhou nossas picas e nos masturbou, e então, novamente senti sua boca macia envolvendo a cabeça da minha rola e fazendo movimentos de sucção. Eu acariciei seus cabelos e o puxei novamente contra minha cintura, fazendo-o engasgar. Ele o tirou da sua boquinha e, como estava também masturbando meu tio, passou por cima de mim e se pôs a mamá-lo também. Eu, de lado, observei que a rola de tio Marcos era bem parecida com a de Isaías, um pouco menos grossa talvez, também torta para cima, e o moleque parecia deliciado enquanto o chupava, olhando fixo para mim com seus grandes olhos pretos que estavam dilatados pela força da sucção que ele fazia no pênis… parecia um bezerrinho que lacrimejava. Isaías que havia se retirado para um banho, sentou-se na cama conosco, e pondo-se ao lado do caçula, abocanhou meu pau e chupou. Oh delícia! Seus lábios grossos e naturalmente úmidos pareciam feitos para chupar, e eu pensei novamente que eram lábios de boceta como os de seu irmãozinho, pois sugavam e faziam vibrar todo o pau, da base à cabeça. Eu vi então que Isaque largara um momento a rola do meu tio para beijar seu irmão na boca, o que fizeram como namorados apaixonados, e depois Isaías abocanhou também a rola do meu tio, que Isaque parecia oferecer-lhe, sacudindo. Beijaram-se novamente com paixão e Isaías voltou a me chupar, quando eu resolvi agir, antes que esporrasse na bocona grossa de Isaías (o que não seria má idéia, mas ficaria pra depois). Ainda tonto da cerveja e meio desengonçado, fiquei de pé na cama e levantei meu tio puxando-o pelas mãos e comecei a beijá-lo apaixonadamente na boca. Meu tio então se abaixou para me chupar enquanto me masturbava e eu tremia de emoção por causa da situação infame e por causa disso mesmo meu tesão aumentou e eu fodi a boca do meu tio com vontade, respirando fundo para controlar o orgasmo. Foi dele mesmo a iniciativa de debruçar-se no peitoral da janela, empinando seu invejável bundão, e eu imediatamente comecei a fodê-lo. O cu do meu tio era guloso e sugava meu pênis, apertando-o com as piscadelas que dava, e eu socava com força, depois tirava por inteiro e voltava a metê-lo…Os dois mulatinhos sacanas se puseram ao nosso lado, e acariciavam o corpo de tio Marcos, e eu senti a mãozinha quente de Isaque percorrendo minha bunda, que se contraiu e depois de dilatou, sentindo seu dedinho entrar-me no cu. Meteu um, depois dois e três, enquanto beijava seu irmão. Isaias havia puxado seu irmãozinho pela mão, e inclinando-se apoiado na penteadeira do quarto, arregaçou sua bunda empinando-a para o alto enquanto Isaque, molhando sua “linguiça” com cuspe, atolou-a no rabo do irmão. Como era gostoso foder meu tio, bombando seu cu com a cara enfiada em seu cangote. Apertei-lhe com força os peitos, massageei sua piroca(que estava mole) e o fodi nesta posição por alguns minutos, e enquanto observava Isaque metendo sem dó sua vara no traseiro do irmão,e eu então excitado com essa visão, esporrei dentro do cu do meu tio, caindo na cama exausto e com o pau pulando. Tio Marcos então, descendo da cama, foi socar uma punheta pincelando o cuzinho do moleque mais novo, que ficara exposto. Passava e pincelava a rola dura e melada pela fenda da bundinha de Isaque, procurando seguir seus movimentos enquanto ele fodia seu irmão, e depois, trazendo o moleque pela mão, sentou-se na beira da cama com a rola em riste para que Isaque a cavalgasse, o que ele fez sem frescuras. Sentou-se abraçado ao meu tio, seu corpinho esquálido envolvendo meu tio enquanto ele subia e descia, quicando na rola. Eu então, apesar de exausto, quis fazer o mesmo, e abraçando Isaias, o fiz sentar ao lado de titio e fodi-lhe a caceta montando nela com algumas reboladas, tendo tido antes o cuidado de enfiar 3 dedos no meu cu, e assim, depois de foder titio pelo cu, agora eu fodia a rola grossa do seu empregadinho. Eu rebolava na pica como um devasso sentindo-me estuprado pelo cafuzo e comia-lhe a rola, apertando-a e piscando o cu conforme eu aprendera tão bem até que o fiz esporrar dentro de mim soltando um ronco surdo e quase imediatamente, eu vi tio Marcos esporrar no cu do moleque gostoso, e eu fui o último a esporrar espremendo e ordenhando a pica do negão que estava atochada no meu cuzinho cor-de-rosa. Já passava das oito da noite quando os irmãos, de banho tomado, se despediram de nós e foram embora. É lógico que não voltei pra casa aquele dia. Tio Marcos preparou um macarrão para nós, e eu, em um dado momento, ao vê-lo de cuecas em pé na pia, encoxei-o por trás, sarrando minha rola dura em sua bunda macia e aproveitei para lhe dar um chupão no ouvido dizendo: __ Deixa eu foder esse cu a noite toda, deixa? Ao que ele, dando um suspiro, jogou a cabeça para trás. Nós jantamos e depois ficamos abraçados vendo discovery até tarde, quando então meu tio me puxou pela mão após desligar a tv e apagar todas as luzes, levou-me para o quarto encostou-me à parede, onde começou a beijar meu corpo todo, enquanto segurava minha caceta que tirou de dentro do samba-canção que me emprestara. Sentou-se na cama e pondo-me de pé, atolou minha pica em sua boca, chupando-a alucinadamente. Como era gostosa a sensação depravada de foder a boca do meu tio! Não perdi tempo e coloquei-o apoiado na penteadeira, bundão pra cima, e fodi-lhe o cu novamente, pondo, tirando e voltando a meter, enquanto ele gemia baixinho até que eu lhe esporrasse novamente dentro de seu cu. Nos banhamos novamente e depois fomos dormir peladinhos e abraçados. Fui embora no domingo à noite, não sem antes transarmos 3 vezes enlouquecidamente, uma na cama, de manhã, e duas no sofá da sala. à tarde, Isaías voltou a aparecer, sozinho, e ficou lá durante cerca de uma hora, em que dividiu comigo o cobiçado cuzão de titio, que Isaías batizou de "cuceta" (cu+buceta), pois enquanto fodia titio, falava: __ Olha que cuceta gostosa, ó...enquanto arreganhava o cu de titio que estava assustadoramente aberto, e depois voltava a bombá-lo com muita força, e uma hora trocou comigo, cedendo-me o lugar. Nós dois recheamos e leitamos o cuzão delicioso de titio, e depois eu o chupei para beber a porra que escorreu de dentro de seu "útero", logo depois que Isaías esporrou nele. Logo depois que ele se foi eu me vesti e vim embora também, e desde a despedida já sentia saudade enquanto abracei com força e carinhosamente meu tio e o beijei apaixonadamente na boca, antes de partir. Nos tornamos amantes esporádicos e grandes amigos, de vez em quando ele consegue dar uma fugidinha para o Rio a pretexto de consertar seu carro, e como geralmente vem sempre aos sábados, eu consegui outras horas de aventura sigilosa com ele, o que aproveitarei para contar numa próxima ocasião.

Eu e meu tio e os mulekes funkeiros...

Ele sempre foi o melhor tio de todos, aquele com quem sempre queríamos passear de carro e estar juntos, era adorável e sempre nos levava onde queríamos ir, sem questionar nada, além de sempre inventar brincadeiras malucas como gravar entrevistas sobre crimes e escândalos que aconteciam, onde nos punha a cada um como personagens, inventando uma história cômica, além de cantar e gravar músicas engraçadas conosco, enfim, era o meu ídolo e o de todos nós. Depois eu cresci e raramente o via, pois me mudara para o Rio de Janeiro e ele continuou vivendo no interior. Uma vez, eu estava parado esperando o ônibus para voltar pra casa e eis que escuto uma buzina e o vejo no seu carro, me convidando para uma carona. Estava sozinho, viera ao Rio comprar peças para o carro. Conversamos muito enquanto ele se dirigia à minha casa para me deixar. Fui simpático com ele pois sempre era agradável vê-lo e lógico, o convidei para subir e jantar comigo, o que ele recusou pois já era tarde e precisava voltar logo para o interior. Me pediu porém meu celular e me deu o dele. Eu nunca olhei para o meu tio “com outros olhos”, nunca senti atração por ele, nossa ligação era de amizade fraterna. Porém, aquela noite, ao deitar para dormir, relembrei dele com carinho e este carinho se tornou, pela primeira vez, uma fantasia erótica. Tio Marcos não era propriamente um estilo de coroa que povoa o imaginário dos gays, nada de músculos e peitorais bombados, nada de jeans apertados, pêlos pelo corpo e nada de “uma-mala-imensa-que-se-destacava-sob-seus-jeans”, aliás eu nem me sinto tão atraído por esses tipos tão estereotipados, sou comum e tenho preferência por caras absolutamente comuns. Quanto mais natural for o corpo, melhor! Eu toquei minha punheta(que foi deliciosa) sem culpa alguma, pois fantasias são fantasias, são para ser curtidas e se possível realizadas, coisa que, no caso, me parecia absolutamente impossível pois tio Marcos era um homem comum, bem casado a muitos anos, aposentado e pai de dois filhos muito bonitos e bem sucedidos. Não havia nada que denotasse que ele fosse bi e muito menos homossexual. Creio que ele, assim como toda família, desconfiasse que eu fosse gay, pois nunca tive saco para contentar a sociedade me casando e tendo filhos e vivia já a uns 10 anos vivendo só no Rio, ganhando mal mas nem tanto, para quem não precisa sustentar ninguém. Era essa a desculpa que eu dava, meio sem paciência nas reuniões de família que eu comparecia: mal tenho grana pra mim, que dirá para sustentar filho, dizia eu, sem muita paciência. Naquela época eu tinha uns 31 anos, e uma aparência jovem, belos olhos, cabelos cacheados um pouco arruivados, corte reco nas laterais, corpo magro com uma barriguinha, uma bunda bonita e redonda, pernas musculosas e bem torneadas, muito branco. Nunca tivera paciência para gastar tempo tentando me assimilar a um tipo carioca me torrando ao sol da praia e puxando ferro em academia para me exibir com aquelas camisetinhas ridículas nas várias baladas GLS que há por aqui. Fazia mais um tipo “Nerd” paulista, que era até bem atraente para alguns, fato que sempre me causava surpresa. Um sábado de manhã, qual não foi minha surpresa quando meu celular tocou e era tio Marcos na linha. Ainda não eram oito horas, e eu cheguei a pensar que fosse uma notícia ruim. Mas não. Tio Marcos simplesmente, com seu vozeirão bonito e muito contente em falar com seu sobrinho favorito, me disse simplesmente que sua esposa tinha ido passar uns dias com sua irmã que vivia em Minas Gerais, e que ele resolvera não ir, pois a viagem era muito longa, e ele estava sozinho em sua casa. Conversamos bastante, eu não me sentia entediado em falar com ele, e ele me perguntara então se um dia, eu poderia ir à sua casa para lhe ensinar dicas de como usar o computador que comprara. Era novato e não tinha idéia de como mexer. __ Tio, posso ir até agora mesmo, se o senhor quiser… __ Mas não vai te dar trabalho não? Aqui é muito longe! __ Nem tanto assim ,tio. É só pegar o frescão ali na rodoviária e chego aí em três horas, fácil, fácil. Tudo combinado, eu muito feliz, tomei um banho e fui para a rodoviária, onde o ônibus me deixou em sua cidade às 13:30 hs. Cheguei lá, sua casa era bonita, grande e confortável, ele me recebeu com muita satisfação, abraçando-me, e eu tive que fazer um esforço supremo para pensar em coelhinhos da páscoa, fadinhas gordas e bruxas malvadas para que meu pau não ficasse duro enquanto o abraçava, já dentro do quintal. Era um belo homem: 65 anos, magro e com aparência jovial como é comum em nossa família, branco, gordo, forte com um cavanhaque bem cuidado, belos e expressivos olhos negros, nariz reto, lábios carnudos como os meus, coxas bonitas, eu nunca reparara como ele era sexy. Minha vontade era de meter a mão em sua bunda grande e apertá-la, mas logicamente me contive: Não iria por uma oportunidade como aquela à perder logo no início. A viagem fora rápida e eu nem estava cansado, somente com fome. Ele logo, muito atencioso, após me recolher a mochila, perguntou se eu não queria almoçar com ele, o que eu aceitei. Fizemos uma refeição gostosa de arroz com feijão e filé de peixe, com farofa de linguiça e coca-cola. Havia sorvete para a sobremesa. __E as cervejinhas, tio? Parou? __ É, de vez em quando é muito bom uma cervejinha!!! Eu até tomaria com você, mas não tem porque Joana (sua esposa) não gosta que eu beba! __ Não seja por isso! Vou comprar agora mesmo! E lá fui eu até a padaria que não era longe, voltando com oito cervejas bem geladas, as quais guardei na geladeira, abrindo uma para nós. Enchi nossos copos e brindamos. Nós estávamos muito felizes! Estávamos na sala vendo discovery ou natgeo, uma coisa assim, que ele adorava e a tarde ia passando sem pressa. Gostava da sensação de estar ali naquela situação, pois nunca pudera estar a sós com ele e isso voltava a me excitar...titio, de bermudas e sem camisa sentado no sofá com seu copo que eu fazia questão de encher era uma visão agradável demais para que ficasse só naquilo, e eu tratava de embebedá-lo para ver até que ponto ia minha nova aventura. Perguntei sobre suas dúvidas com o computador e eu, sentando num banco que ele me ofereceu ao lado da cadeira dele, me pus a explicar-lhe tudo pacientemente, fazendo com que ele pusesse em prática tudo o que lhe explicara, e pouco a pouco nossos corpos estavam quase colados. Pudia sentir-lhe o bafo de cerveja, o que me dava vontade de beijá-lo. Uma hora quase não podia levantar-se. Estava totalmente embriagado. Fiquei com um pouco de culpa e perguntei-lhe se lhe fizera mal e se devia chamar uma ambulância. __Não é pra tanto! É só um porre...disse, e desequilibrando-se, se apoiou na cadeira da mesa de jantar. Eu, que era bem mais resistente ao álcool, fiz questão de segurá-lo pelos ombros e pela cintura, dessa vez com o pau totalmente duro. __E um banho, você quer? perguntei-lhe sussurrando em seu ouvido e encostando meu pau duro em suas coxas. __ Acho que tô precisando mesmo, disse meu tio, apoiando-se em mim. Coloquei seu braço em torno ao meu pescoço e o conduzi ao banheiro. Chegando lá ele pareceu recompor-se e disse: __ Espera, preciso mijar. E erguendo a tampa, mijou copiosamente na minha frente. Seu pau vibrava enquanto o jato intermitente jorrava, e ele parecia sóbrio agora. Olhou-me seriamente nos olhos enquanto terminava de mijar e depois quando sacudiu o pau. Depois cambaleou um pouco ao tentar tirar a bermuda para entrar no chuveiro e eu então o segurei dizendo: __ Acaba de tirar! Eu então o levei ao box e liguei o chuveiro bem forte e frio para que curasse seu porre. Não sei por que diabos achei inconveniente tocá-lo durante o banho, pensei que de alguma forma isso seria deselegante e me faria sentir vulgar e apressado. Esperei que terminasse enquanto eu mesmo me aliviava na privada e depois que terminou, sequei-o com a toalha e o levei até a cama de casal onde ele se deitou de bruços enrolado na toalha. Foi nesse momento que tomei um baita susto: pela janela aberta de seu quarto, eu vi no quintal um adolescente pardo e um moleque junto. Logo depois me recompus, lembrando que tio Marcos tinha um caseiro que cuidava de seu quintal e seu jardim. Não parecia que tinham chegado naquele instante, pois o cafuzo estava capinando o matagal dos fundos enquanto o moleque juntava um tufo bastante grande de capim seco, que depois colocou num grande cesto de plástico. Bastante sem graça, eu considerava que era bastante evidente a hipótese de que eles tivessem me visto carregando meu tio com uma toalha enrolada para a cama, e eu já pensava desesperado em qual explicação dar, então me controlei e pensei comigo mesmo: “Ah, foda-se!” … Mas, mesmo assim, eu me preocupava com a possibilidade de minha tia vir a saber depois, o que iria causar um leve escândalo entre mim e eles….Certificando-me que tio Marcos dormira em meio a sonoros roncos, eu fui até a porta da cozinha que estava encostada e a deixei aberta para que os rapazes me vissem ali, e fui preparar um café e fazer um sanduíche para mim e meu tio. O moleque me vira, ou deixara de fingir que não me via e passou a me olhar fixamente com seus olhos negros. Isaías,esse era o nome do mais velho, ainda terminou de arrastar um último feixe de capim e o pôs no latão ajudado pelo moleque, que despejou o conteúdo da lata cheia em dois sacos de lixo, que saiu levando para deixar na calçada da frente, e na ida esboçou um sorriso que eu retribuí. Isaías me cumprimentou com um “Oi” sorridente, o qual retribuí do mesmo jeito, querendo e ao mesmo tempo não querendo apertar-lhe a mão. O café tinha ficado pronto, e eu aproveitei para oferecer ao mulato, que aceitou de bom grado. Tomou seu café parado na porta enquanto esfregava o saco. O moleque voltara da rua e foi se sentar na tábua que havia no monte de areia de obra encostado ao muro dos fundos. Não parava de me olhar, fixa e placidamente. __ Esse é meu irmão Isaque, disse-me o cabra mais velho apontando para o garoto, que franzindo o olhar, se levantou e veio me apertar a mão, com seu sorriso meio sombrio, tal como o meu. Notei que o aperto de mãos demorava um pouco demais em comparação com as regras da sociedade, mas não fiz nada e nem ele. Sorriu então um pouco mais aberto e largamos as mãos sorrindo. Isaías também deu um riso curto. Ele era franzino e anguloso, pouco mais baixo que eu (1,68m), e com um corpo muito mais bem definido, musculoso e rijo, coxas grossas, peitoral definido e sem pêlos (sua camiseta estava pendurada em seu ombro, tal como o irmão) pele cor de mate, cabelo reco estilo militar e um tronco estilo tanquinho, aparentava uns dezessete anos e seu irmão parecia ser mais jovem pois era mais baixo e ainda mais magro, deveria pesar uns 53kg e era um pouco mais claro. Usava o cabelo baixo com “chifrinhos” fininhos estilo afro. Ambos tinham traços extremamante bonitos e sensuais e eu sentia meu corpo todo quente perto dos dois semi-desconhecidos que eu entretia na cozinha da casa de tio Marcos, que continuava a roncar em alto e bom som lá dentro. Isaías devolveu-me o copo vazio e eu querendo puxar papo para que ficasse lhe perguntei se não queria fazer um lanche. Ele se voltou para o irmão e ambos curvaram a cabeça como um código mudo qualquer e pareceram concordar. Já passava das 6 mas a noite ainda não caíra por causa do horário de verão, quando eu fiz Isaías e Isaque sentarem-se à mesa do café e mandei que fizessem seus sanduíches. Isaías, como Isaque não se mexia, fez o de ambos com bastante manteiga e eu enchi os copos que lhes dera e o meu. Enquanto comíamos, notei que Isaías, que estava ao meu lado, começara a roçar insistentemente mas com suavidade sua perna na minha, o que me causou um calor que subiu pelo corpo e me deixou arrepiado. Estava surpreso e feliz ao mesmo tempo pois nenhum dois dois tinha jeito típico de gay. Nós devorávamos os sanduíches, meu tio roncava e o caçula não parava de me encarar da ponta da mesa enquanto mastigava, enquanto Isaías já esfregava as costas da sua mão esquerda na minha coxa e meus pêlos se eriçavam e então eu já preocupado olhei para Isaías com cara de “Qual é” esticando meu beiço apontado para o moleque. Ele me respondeu sacudindo a mão como se dissesse “ele não liga” ou coisa do gênero. Fiquei de pau duro quase imediatamente. Peguei na mão do moreno, que estava quente… ele levou minha mão direita até o volume do seu pau que marcava seus shorts. Isaque deu uma rápida sacada com malícia para o colo do irmão, enquanto terminava seu lanche. Terminando de comer, Isaías, já com o zíper aberto, olhou pra trás e apontou: __ Seu Marcos não acorda? Perguntou. __ Se acordar vai ter que brincar com a gente também! Lhe disse.

Meu tio me fudeu..

Oi,me chamo Matheus e vou contar pra vocês oque aconteceu comigo,eu tinha uns 16 anos e meu tio uns 40. Meu tio sempre foi legal comigo,ele e separado e tem uma filha,por causa do trabalho precisou mudar de cidade,mas um dia resolveu vir visitar eu e meus pais.Naquele dia minha mãe tinha um exame marcado numa cidade vizinha e meu pai foi trabalhar então sobrou pra mim receber meu tio em casa.Quando ele chegou ainda era cedo uma 09:00,ele entrou e se sentou e me disse: -Sobrinho você cresceu desde a última vez que nos vimos -que nada tio,como o senhor está?? -estou bem,mas e seus pais?? -minha mãe foi fazer um exame e meu pai ta no trabalho -então estamos sozinhos -pois é,o senhor aceita um café?? -claro,mais ta fazendo muito calor posso tirar a camisa? -pode,sinta-se em casa Meu tio não é daqueles sarados,ele é magro,alto,meio cauvo e tem pêlos no peito.Servir o café do meu tio ate que ele me fez uma pergunta indiscreta: -sobrinho posso te fazer uma pergunta?? -pode tio -você e virgem?? Aquela pergunta me deixou abismado demorei um pouco mais respondi: -sim -vou te fazer outra,seu cú é virgem?? Nessa hora fiquei excitado e percebi que meu tio também. -sim tio,mas porque essa pergunta?? -desde os seus 14 anos percebi que você reparou mais em mim quando íamos no clube tomar banho de piscina e percebi que você olhava principalmente pro meu pau.Sempre quis saber se você era gay e agora que ficamos sozinhos tomei a atitude. -tio mas como você percebeu isso se eu tentava ao máximo disfarçar -eu te conheço bem meu sobrinho agora vem aqui Matheus Meu tio pegou na minha mão e me levou ate o meu quarto e lá ele disse: -ja que seu cuzinho é virgem quero tirar a virgindade dele mais antes quero um boquete,tira minhas calças que hoje vc vai ser minha puta Tirei lentamente as calças do meu tio e depois tirei a cueca.No começo do boquete senti nojo so tinha visto aquilo na internet,mas quando me acostumei acabei gostando e muito.Enquanto eu chupava o pau do meu tio ele falava muita putaria até que ele disse: -agora vou comer seu cuzinho apertado,tira a roupa e fica pelada sua putinha -sim titio Meu tio passou cuspi no seu pau e no meu cu e começou colocar bem devagarinho -vou colocar bem devagarinho pra você sentir muita dor depois aumento a velocidade Quando ele colocou a cabeça senti muita dor d gritei,logo meu tio colocou a mão na minha boca e enfiou seus 19cm no meu cu,eu gemia baixinho enquanto ele dava tapas na minha bunda e me xingava ate que ele tirou o pau do meu cu e gritou: -Ahhh vou gozarr,vem aqui que vou gozar na sua boquinha vai ter que engolir tudinho Coloquei o pau do meu tio na boca e ele derramou seu leite quente na minha boca.Chupei mais um pouco e ele sussurrou no meu ouvido: -gostou putinha -amei tio,mais tarde tem mais,né?? -claro No final ficamos deitados pelados eu no seu peito peludo falando putaria.E toda vez que ficamos sozinhos rola varias sacanagens

Fui na casa da minha tia e fiquei com um garoto

Tudo começou comigo indo na casa da minha tia. Eu moro em um bairro normal da cidade, nunca tive muitos amigos, minha rua na verdade sempre foi vazia e tinha bastante pessoas de idade. O bairro em que minha tia morava era um bairro mais pobrezinho da cidade, não posso dizer que é uma favela pois não era, porém não era normal como os outros bairros. Lá tinha uns terrenos baldios, algumas ruas não eram asfaltadas e as pessoas que moravam lá não tinham muita educação, as crianças, principalmente os garotos só viviam na rua jogando bola, pareciam só saber fazer isso. Bem, tudo isso aconteceu quando eu tinha 13 anos. As vezes durante o ano nós íamos na casa da minha tia, porém normalmente ela e meu primo, que tinha 14 anos, que vinham aqui pra casa. Durante o final do ano normalmente meu primo vinha pra cá e dormia e algumas vezes eu ia pra lá para dormir também. Quando íamos brincar na rua normalmente meu primo, que se chama Mateus, arrumava um pessoal pra brincar comigo, normalmente de pique-esconde e depois ia jogar bola, a sua paixão. Foi lá que conheci Marcos, o garoto com quem me descobri e que trocamos MUITO prazer. Antes de tudo quero nos descrever. Eu me chamo Gabriel, sou branco, bem magricela, tenho o cabelo liso um pouquinho ondulado, olhos castalhos e algo que eu meio que sempre tive foi uma bunda meio avantajada comparado a outros garotos. Marcos tinha 16 anos, ele é branco também, meio amarelo porque vive na rua e era bronzeado pelo sol. Ele tinha um cabelo preto meio crespo que ele sempre deixava cortado baixinho dos lados e um pouco mais alto em cima, olhos castanhos, um corpo bem avantajado comparado ao meu, ombros largos, o seu braço tinha músculos pois ele fazia exercícios em casa e um peitoral, que o diferenciava dos outros garotos que ficavam brincando ali. Esse dia eu iria dormir na casa da minha tia, era um sábado, umas 14h e minha mãe já tinha me deixado ali na minha tia. Ficamos ali na casa dela um pouco até que meu primo falou Mateus:Quer ir brincar lá fora? Gabriel:Vamos Fomos lá pra fora andamos um pouco nas ruas e vimos um pessoal brincando e meio que ali perto também dava pra ver gente jogando bola num campinho, então ele disse Mateus:Vamos ali ver se tu pode brincar Caminhamos até onde o pessoal estava brincando e eles tinham acabado de terminar a partida, ai meu primo perguntou Mateus:Ai, meu primo pode jogar, só não sejam muito mal com eles, vocês sabem que ele não conhece muito daqui. Marcos:De boa, claro que pode (é, pode sim, o pessoal que também estava brincando falou) Marcos:Pow, juninho, você vai ter que continuar com o pique, o muleque não conhece quase nada daqui, agora nós temos esconderijos novo que ele nem conhece. Juninho:Tá, tá Até ai tudo bem, consegui não ficar com o pique. Esse Marcos sempre jogou com a gente, dessa vez eu achei ele diferente das outras vezes, ele estava mais macho, mais masculino. Provavelmente deveria ser por causa de seus músculos e o seu tanquinho, já que o pessoal ali vivia sem camisa eu via fácil. Eu era o único que jogava com camiseta. Logo que o Juninho começou a contar o Marcos chegou pra mim e disse Marcos:Ai Gabriel, me segue ai se não quiser ficar com o pique, tamo cheio de esconderijo novo Gabriel:Beleza, já estou indo Nós corremos até que Marcos entrou em um terreno baldio cheio de mato, tinha um monte de coisa jogada lá. Tinha um portão daquele dos grandes que fez meio que um "abrigo" porque estava encostado na quina da cerca. Quem estava atrás do portão via quem estava na rua porque tinha uns pequenos buraquinhos, mas quem estava na rua não sabia quem estava atrás do portão. Nós ficamos atrás de uma pilha de coisas então eu falei Gabriel:Nós podiamos ir pra trás do portão Marcos:Sim sim, mas é meio escuro ali. Quer ir ? Gabriel:Vamos Nós fomos para trás do portão e ficamos lá então ele falou Marcos:Aqui, tem um buraquinho aqui, dá pra ver lá fora se quiser Gabriel:Vou ver Eu tive que me abaixar um pouquinho e estranhamente como ele estava atrás de mim bati com minha bunda direto no pau dele, que estava normal, e fiquei ali olhando. Ele chegou pra trás na hora comigo batendo nele sem querer, portanto não me importei de chegar pra frente. Pouco depois ele chegou pra frente encostando o pau duro na minha bunda, eu senti e não falei nada. Depois eu vi Juninho passando direto na rua e falei Gabriel:Juninho passou, deveriamos ir nos bater Marcos:Sim sim, vamos lá Nós ficamos indo ali direto, ninguém nos pegava. Ele não tinha feito mais nada de encostar o pau na minha bunda nem eu encostei a bunda no pau dele sem querer rs. Depois de um tempo meu primo veio e falou Mateus:Ai Gabriel, vamos lá em casa lanchar alguma coisa Marcos:Você vai voltar Gabriel? Gabriel:Vamos voltar Mateus ? Mateus:Sim, vamos só lanchar rapidão Marcos:Beleza, vou esperar vocês. Fomos lanchar, descançamos um pouco e quando já estava escuro voltamos pra lá. Os garotos ainda estavam brincando e os outros garotos ainda estavam jogando bola Mateus:Ai, seus amigos tão lá, vou lá jogar bola, blz? Gabriel:Sim, pode ir lá Fui até lá onde o pessoal estava brincando e felizmente não fiquei com o pique porque Marcos convenceu o garoto que estava com o pique de novo que eu não sabia muita coisa ali. Eu perguntei pra ele Gabriel:Vamos nos esconder lá de novo ? Marcos:Sim, pode ser? Gabriel:Sim, pode Fomos até lá no portão e eu rapidinho fui olhar pra ver quem estava na rua. Ele então fala Marcos:Calma, olha o que eu achei. Gabriel:Um banco :) Marcos:Siim, mas eu só achei um. Eu posso sentar e você pode sentar no meu colo pra ficar vendo. Gabriel:Ok Ele deu um sorriso malicioso, colocou o banco perto do buraquinho do portão, sentou com aquele corpo suado e falou Marcos:Vem, pode sentar. Eu sentei em seu colo e ele colocou as mãos ao meu redor meio que me prendendo. Fiquei ali olhando por um tempo até que sinto literalmente, algo duro na minha bunda meio que tentando ir pra cima. Marcos diz então Marcos:Continua olhando Gabriel:Tudo bem Ele então meio que abaixa o seu abraço ficando com os braços ao redor da minha cintura e começa a me fazer ficar indo pra frente e pra trás, pra frente e pra trás. Depois de um tempo nisso ele fala Marcos:Gabriel, você pode me ajudar numa coisinha? Gabriel:Sim, o que ? Marcos então abaixou a calça e mostrou o seu enorme completamente duro e apontando pra cima. Parecia um poste de tão duro que estava. A iluminação ali não era das melhores, mas do pouco que entrava dava para ver um pouco. Então ele disse Marcos:Isso aqui fica me incomodando, eu preciso me aliviar pra ficar melhor. Gabriel:Se aliviar?(eu era santa nessa época haha) Marcos:Siiim, você pode me ajudar ? Gabriel:Posso, eu acho, mas como ? Marcos:Coloca sua mão nela Eu coloquei minha mão no seu pau e ele fez um som do tipo uuuuh, que chegou a me assustar no momento. Ele então falou Mexe sua mão pra cima e pra baixo, você vai me ajudar assim. Como ele pediu eu comecei a mexer, mexia pra cima e pra baixo e ele ficava olhando pra cima passando a mão no seu peitoral fazendo uns sons estranhos, eu estava gostando de ver aquilo, então ele disse Marcos:Quer me ajudar mais ainda ? Gabriel:Sim, por que não ? Marcos:Abre a boquinha Gabriel:Abrir a boca? Pra que ? Marcos:Ajoelha e abre a boquinha que você vai ver Eu ajoelhei e abri a boquinha, ele colocou sua mão no meu cabelo por trás e segurou fortemente. Depois com a outra mão mirou o pau na minha boquinha e colocou e falou Marcos:CHUPA, chupa meu pau Eu não sabia muito bem oque fazer, fiquei ali chupando como um picolé e ele ficou todo feliz. Ele adorou pois seus sons ficaram mais fortes. O seu pau não entrava todo na minha boca, na verdade faltava muito, mas eu estava gostando daquilo. Depois de um tempo comigo indo pra frente e pra trás ele começou a tentar meter na minha boquinha. Ele ficou mexendo o quadril de trás pra frente forçando o seu pau contra minha boca e com a mão segurando meu cabelo atrás ele me puxava contra seu pau. Eu não sei porque mas estava gostando daquela situação, estava me sentindo submisso a ele e estava gostando disso. Um tempo depois dele tentando ir mais forte ele realmente foi, ele um momento pegou na minha cabeça com suas duas mãos fortes e enfiou o seu pau com tudo, não entrou tudo, mas foi grande parte. O seu pau foi até minha garganta me dando vontade de vomitar, eu coloquei minhas mãos em sua virilha tentando puxar para trás mas isso não adiantou, até que comecei a receber jatos e mais jatos na minha garganta de uma coisa branca que era tanta que ele tirou o pau e ainda foi um jato no meu rosto. Ele ainda estava segurando meu cabelo com uma de suas mãos, me fazendo olhar pra cima então ele disse Marcos:Que boquinha gostosa, caralho. Nunca achei que iria gozar com um viadinho. Gostou? Gabriel:Uhum(fiz também com a cabeça) Marcos:Que bom. Eu adorei, seu bixinha gostoso. Mas olha só muleque, tu entendeu como as coisas são aqui ? Gabriel:Acho que sim. Como são? Marcos:As coisas são o seguinte, eu sou o homem e você é a mulher, como eu sou o homem e você é minha mulher você tem que me obedecer, entendeu ? Gabriel:Sim, eu entendi. Marcos:Que bom putinha(me deu um tapa de leve na cara). Vamos nos bater pra não acharem que nós sumimos. Fomos nos bater e logo depois voltamos pro mesmo lugar, lá eu voltei a sentar no colo dele no banco, então ele sussurrou no meu ouvido. Marcos:Na próxima eu vou comer o seu cuzinho, ai sim você vai ser minha mulher de verdade. Quando voltamos a correr fui direto para trás do portão, estava com medo mas queria aquilo, queria ser a mulher de Marcos. Ele voltou com seu short com seu pênis super em pé, parecia um ferro que iria furar o seu short. Eu estava curioso para saber como seria me tornar realmente a mulher dele. Marcos já veio falando Marcos:Ajoelha Ele perdeu totalmente o respeito que tinha comigo, antes ele fazia tudo devagar e não me tratava como uma puta, porém aquilo me deixou super estranho, eu gostei de ter sido tratado assim. Não sei porque mas ser tratado sem respeito algum me deixou com tesão, gostei de me sentir submisso a ele. Eu rapidamente ajoelhei assim como ele mandou. Marcos:Abre essa boca, sua puta Abri, como ele ordenou. Ele não teve escrúpulos e já foi me segurando pelo cabelo e metendo o seu pau em minha boca. Por mais estranho e mal que eu pudesse me sentir me super feliz com ele me tratando assim, me sentia como sua puta e me sentia feliz. Ele ficou metendo na minha boca com tudo por um tempo, até que ele falou enquanto me dava um tapa fraco. Marcos:Fica de 4 sua putinha Como ele ordenou eu fiquei, ele caminhou para trás de mim, abaixou meu short e minha cueca e abriu minha bunda com suas mãos. Depois disso ele se abaixou e começou a enfiar sua língua no meu cuzinho, aquela sensação era maravilhosa. Ele ficou chupando meu cuzinho e começou a dar uns tapinhas fracos na minha bunda e ficou falando coisas do tipo Marcos:Ta gostando, né putinha ? Você gosta disso né sua bixinha Você gosta de dar prazer pro seu macho, né sua puta ? Eu estava adorando e ele também, então depois de chupar meu cu ele coloca o seu pau bem em frente ao meu cuzinho. Marcos começou a forçar seu pau gigante contra meu cuzinho, eu estava com medo do que iria acontecer, ele forçava, forçava e forçava e não entrava. Marcos já tinha perdido a paciência, ele pegou as duas mãos, mirou bem na portinha, deixou uma mão lá segurando o pau e com a outra veio na minha cintura segurando. Ele então empurrou e me puxou pela cintura ao mesmo tempo. Que dor que eu senti, minha nossa! Eu senti uma dor descomunal, porém ao mesmo tempo uma gigantesca felicidade por sentir Marcos urrando de prazer. Eu gritei, gemi e me senti como uma puta. Marcos:AAAHH que cuzinho gostoso Gabriel:AAAAAAH(gritei de dor) Marcos me pegou pela cintura e começou a meter. Ele metia sem dó e sem piedade, me colocava para frente e para trás enquanto ele fazia o mesmo movimento. Isso me proporcionava uma dor enorme e um prazer enorme, a cada centímetro que seu pau entrava era uma dor descomunal, parecia uma eternidade a dor e o prazer intenso que eu senti. Ele meteu, meteu e meteu. Ele metia tão forte e rápido que o barulho de sua virilha suada batendo em minha bunda fazia um alto pá pá pá. Depois de um tempo comigo de 4 ele tira o pau do meu cuzinho e fala Marcos:Agora você vai quicar. Vai quicar sem parar no meu pau, sua puta Ele deitou no chão com aquele pau apontando pro céu e eu já fui indo sentar, eu ainda sentia dor, mas adorei ver aquele macho sentindo aquele prazer super intenso com meu corpo. Eu sentei e coloquei a cabecinha, porém o malvado do Marcos me pegou pela cintura e deu um puxão para baixo, me fazendo literalmente sentar com tudo naquele mastro gigante que era o seu pau. Cai com tudo dando apenas um gritinho de dor e prazer Gabriel:AAAAHHHH Marcos:Gostou de sentar no seu macho, sua puta ? haha Marcos já não tinha respeito algum mesmo por mim, eu estava adorando aquilo. Ele começou a ficar me fazendo ir pra cima e pra baixo, pra trás e pra frente, era muito prazer e muita dor. Eu sentia dor toda vez que subia e voltava a sentar no seu pau, porém via que ele só sentia prazer e aquilo me dava prazer, ver o meu macho tendo prazer era uma ótima satisfação. Ficamos ali por alguns minutos, até que do nada ele meio que sentou, comigo ainda no seu pau, então ele meio que me deu um abraço e eu claro o abracei, porém não era um abraço que ele queria, ele queria é meter em mim em pé! Ele me levantou com maestria, não imaginei que ele iria me aguentar, apesar de eu ser magro, ele me levantou e seu pau continuava no meu cuzinho. Ele começou a ficar me fazendo subir e balançar naquele pau, foi uma delícia, subia e voltar a sentia o cheiro do suor daquele macho, o meu macho. Eu o abracei forte, pois ele me agarrou com força na minha bunda me fazendo subir e descer, então o abracei com tudo para sentir bem o seu peitoral forte, aquela sensação era maravilhosa, não existem palavras que podem descrever. Ficamos naquilo por um tempo, até que ele me pôs no chão e continuou metendo em mim, de frango assado, então ele começou a fazer sons estranhos pois estava perto de gozar, ele só deu um urro. Marcos:AAAAAAAAHHHHHH que DELÍCIA. Aquele momento foi o seu ápice, ele tinha me pego pela cintura com uma mão apertando com muita força e com outra puxou meu cabelo e minha cabeça toda para trás até o máximo que podia, ele adorou aquilo, adorou ter uma putinha submissa a ele, alguém que ele poderia fazer o que quisesse, que poderia tratar como quisesse e eu adorei ter um macho assim, um macho que me dominasse e me tratava como uma puta, como apenas um submisso. Depois dele gozar ele deitou ali com o peitoral pra cima e eu, como uma boa putinha, deitei no peitoral dele, então ele disse enquanto fazia carinho no meu cabelo. Marcos:Gostou disso seu viadinho ? Gabriel:Uhum Marcos:Agora tu é meu viadinho, a minha putinha, vai ter que satisfazer todas as minhas vontades Gabriel:Eu vou Depois de um tempo naquela situação ele segurou forte no meu cabelo e me colocou contra seu rosto e me tascou um beijo que nossa, como aquilo foi bom. Depois do beijo ele disse Marcos:Vamos, já demoramos muito, devem estar nos procurando até agora. Então voltamos a jogar, jogamos mais uma partida que não teve putaria, apenas fiquei sentado no colinho dele e depois eu e meu primo fomos pra casa pra jantar e depois dormir. Bom é isso, espero que tenham gostado. :)

sábado, 2 de abril de 2016

Meu titio alberto - como tudo comecou

No terreno que era do meu avô havia 2 casas, uma que era do meu avô e outra que meu pai construiu. Nessa época eu tinha 14 anos e na casa que meu avô deixou moravam tio Alberto ( irmão de meu pai ), tia Lucia e um casal de filhos deles ( Rodrigo e Ana ). Rodrigo tinha 14 anos atmbém, com poucos meses de diferença e Ana tinha 10 anos. Na minha casa vivíamos 5 pessoas: meu pai, minha mãe, eu e meus 2 irmãos mais novos, Jonas de 12 anos e Celso de 11 anos. Duas familias que viviam muito bem. Tio Alberto era bem divertido e nos finais de semana sempre juntava as crianças para brincarem e ele sempre inventava um motivo de diversão. Eu admirava aquele homem com seus 1,85m, peito peludo, braços fortes, pele morena, pernas longas peludas, não era gordo mas tinha um corpo forte. Bem parecido com meu pai. As vezes tio Alberto brincava de segurar a gente nos braços e era bem divertido. Eu me sentia tão pequeno quando ele me pegava e frágil. Numa tarde de sábado, todos já tinham entrado para tomar banho e estávamos eu e titio ainda a brincar e ele me segura em seus braços fortes e me abraça com mais força e ele me desafia a soltar-me. Luto, esperneio, faço força e nada. Ele me dá um beijo no pescoço e ri dizendo que estou preso. Sinto o corpo dele suado e gosto desse contato e ainda tento lutar mas me sinto impotente com aqueles braços me prendendo. Novamente titio me beija no pescoço e diz que vai me soltar. Ao me soltar escorrego pelo sem corpo e minha bunda passa pelo volume do pau do meu tio. Corro para dentro de casa. E ainda sinto o calor e o suor do corpo do tio Alberto seus lábios beijando meu pescoço, e o pinto dele roçando na minha bunda. Corri tomar banho e toquei uma punheta pensando nos braços do titio e o contato do pinto dele na minha bunda. O seu cheiro ainda estava no meu nariz. Na manhã seguinte era segunda feira e papai e tio Alberto saiam para trabalhar cedo e as crianças iam estudar. E a semana transcorreu normal mas eu queria sentir o titio me abraçando de novo. Na sexta titio voltou para casa mais tarde, já era noite e ouvi quando ele foi tomar banho, me deu vontade de ir olhar ele nu pelo basculhante. Inventei uma desculpa e fui no quintal. E fui até perto do basculhante e subi em um caixote e com cuidado olhei e vi titio pelado lavando o pau. Passava o sabonete e puxava um pouco a pele para lavar. Fiquei de pau duro na hora e corri para casa. A imagem do pau do titio era linda e não me saia da cabeça. Fui pra trás da minha casa e toquei punheta imaginando pegar na caceta de titio. No dia seguinte, sábado, papai e tio Alberto não trabalhavam e nós crianças íamos para o quintal brincar. Depois do almoço geralmente íamos numa praça perto passar a tarde. Voltei em casa e meu tio estava perto do portão sentado fumando ser cigarro. Eu: - oi tio ! Tio: - oi Toninho. Cade todo mundo? Eu: - estão na praça, eu vim beber água. Tio: - bebe aqui em casa mesmo, teu pai saiu. Entrei na casa do meu tio para pegar água enquanto bebo água, titio entra e vai mijar deixando a porta do banheiro aberta e, sem conseguir evitar dei uma olhada pro banheiro e titio estava mijando fartamente e fala: Tio: - por que ontem tu ficou me vendo tomar banho? Gosta de ver pau de homem? Olha aqui pro pau do titio. Eu: - não olhei ninguém não. Ele sacudiu o pau na minha direção e sorria e eu estava quase que paralisado ali olhando aquele pedaço de carne balançando e titio sorria para mim, saí correndo de volta para a praça. Mas meu a visão do meu tio não me saía da cabeça e ele ter me visto olhando ele no banho me assustou. Voltamos todos da praça e continuamos brincando no quintal e tio Alberto de vez em quando olhava para mim e eu sentia que ficava vermelho. Eu sentia meu corpo formigar e pensava: sou viado? Por que tio Alberto me deixa assim? Vou encarar essa e ver o que acontece e, novamente no banho toquei uma punheta pensando no pau do tio Alberto e fiquei brincando com um dedo na portinha do meu cu mas não conseguia enfiar, pois tinha medo. Na quarta-feira seguinte eu estava saindo do colégio e o tio Alberto estava perto me esperando e eu vi ele parado na esquina com o carro dele e acenou para mim. Senti um misto de emoção e medo. Medo do que eu sentia com relação ao irmão do meu pai. Entrei no carro dele e ele seguiu caminho e eu estava de cabeça baixa com vergonha. Tio: - Toninho, tu já brincou com o pinto de algum coleguinha teu? Eu: - nunca, tio. Eu nunca fiz essas coisas não. Tio: - então porque fica olhando pro meu pau? Quer pegar nele? Eu: - tio, eu não sei. Mas, eu sou viado por causa disso, Tio? Tio: - quando eu era da tua idade comi muito garoto que queria me dar. Metia sem pena mesmo. Muitos deles hoje estão casados e felizes e deixaram de dar, outros continuam dando até hoje e eu nunca mais comi ninguém. Se tu é viado ou se só tem curiosidade não sei mas tu tem de ter cuidado pois se teu pai souber disso ele vai te dar uma surra daquelas. Eu: - eu sei, tio. Queria pegar no teu pau e te tocar punheta para ver como é. Tio: - tá bom, mas tu nunca vai falar nada disso com ninguém. Vamos para uma rua que conheço aqui perto. Ele seguiu o carro até uma rua de terra em que dos dois lados só tinha canavial. Pára o carro e segura minha mão que está suada e eu tremia de nervoso e emoção. Tio: - vem cá, chega mais perto. Ele me abraça e começa a me beijar no rosto e me acariciar e brincar com dedos nos meus cabelos. Levanta meu rosto para encarar seus olhos e um sorriso lindo brota de seus lábios e se aproximam dos meus e me dá um beijo os lábos e força a lingua para me beijar. Sinto o gosto da saliva dele e fecho os olhos sentindo a sua respiração. Sem parar de me beijar pega a minha mão e coloca sobreseu pau ainda dentro das calças. Instintivamente aperto um pouco mas com medo de machucar. Ele abre o ziper e poe pra fora um membro de cerca de 20 cms, grosso, cabeça rosada, um pouco mais grossa que o pau e minha mão não consegue fechar. E fico olhando aquele mastro enorme na minha mão. Tio: - vá, toca punheta mas antes dá um beijinho. Eu: - não, tio. Tio: - beija meu pau vai, tu vai gostar e titio também vai gostar muito. Meio sem jeito começo a dar uns beijos na cabeça do pau dele e o cheiro me deixa com tesão e passo a língua e ele começa a gemer. Tio: - assim, Toninho. Passa a língua, sente como meu pau é gostoso. Abre a boca e chupa um pouco. Chupa como se fosse um sorvete. Pega aqui no saco enquanto mama na mamadeira do titio. Vou te ensinar tudo. Abro a boca e só a cabeça que entra e passo a lingua na cabeça e sinto o sabor de um liquido que sai, meio doce e titio se contorce de prazer. E com palavras me estimula e paro para poder respirar. Ele me puxa e me dá um beijo na boca. Tio: - Toninho, que boca gostosa tu tem. Se continuar assim vou gozar na tua boca mas eu quero que tu veja o leite saindo do meu pau, toca punheta no titio, toca. Ele abre minha calça e passa a mão grande, áspera em minha bunda e abrindo roça um dedo no meu cuzinho. Fica ali brincando forçando um pouco ele tira e lambe o dedo deixando molhado e volta com o dedo no meu cu, e abro um pouco as pernas e toco punheta nele e ele diz que vai gozar. Tio: - Toninho, que delicia de garoto que tu é. Quero gozar na tua mão hoje, mas um dia vou gozar dentro do teu cuzinho. Continua tocando, titio tá gostando. Vou gozar, vou gozar na tua mão. Continua.... molha um pouco a cabeça do meu pau, molha. E continua... vou gozarrrrrrrr Jatos de porra saem do pau do titio e escorre pela minha mão. E o cheiro me deixa cheio de tesão e gozo também apertando o dedo do titio no meu cu. Instintivamente ponho a boca na cabeça do pau do titio e chupo as ultimas gotas do leite e sinto o gosto delicioso do meu tio. O pau dele vai ficando mole e ele me puxa o rosto e me beija profundamente. Tio: - Toninho há muito tempo não gozava tão gostoso, queria ficar mais tempo aqui junto contigo mas temos de ir embora por causa do teu horário de chegar em casa. Da próxima vez vou querer provar esse cuzinho virgem. Eu: - está bem, tio Alberto. Sabe que eu gozei sem nem tocar punheta? Tio: - eu sei, senti quando teu botão de rosa piscou forte no meu dedo eu sabia que tu estava gozando, meu lindo, e tu vai me prometer que nunca vai contar nada para ninguém. Eu: - nunca vou contar nada para ninguém para nunca perder titio me fodendo. Nos vestimos e titio sai com o carro e me deixa na esquina perto de casa. Sonhei naquela noite que meu tio entrava na minha casa e no sofá me deitava e metia aquela tora enorme em mim, acordei todo molhado pois gozei no sonho

quinta-feira, 31 de março de 2016

Ensinando o meu filho a bater punheta

Lendo alguns contos aqui resolvi contar ou melhorar um conto aqui. Meu nome é Felipe um cara super legal, bem apresentado, um moreno lindo, todo definido, coxas bem grossas e toda lisinha, seu peitoral era definido, tinha um peito avantajado, seus braços, nossa, era fortes. Mulherengo da peste, viu, na época de solteiro pegava muitas mulheres, moreno, 1.80 de altura, forte, as mulheres sempre foram loucas, minha pistola é 20 centímetro, poucos pelos no saco, raspava sempre, pois deixa a rola bem a mostra e maior, a cabeça da rola é bem grande e vermelha, o saco é raspado e bem grande. Casei cedo, e nesse casamento tive um filho lindo, parecia muito comigo, o nome dele era Junior. Um certo dia depois uma peladinha com os amigos, cheguei em casa cansado e fui logo tomar banho, minha mulher tinha ido dormir na casa da sua mãe, então ficamos sou eu e meu filho Junior. Logo no instante não avistei, deve tá assistindo filme no seu quarto com sempre, é uma faz nada em casa, não gosta de fazer nada. Sua rotina é escola, computador e Xbox e mais nada. Entrei no chuveiro e tomei aquela ducha, me enrolei na toalha e fui levar a roupa suja pra lavanderia. Ainda enrolado na toalha fui no quarto do meu filho, e quando cheguei Junior estava pelado na cama e batendo uma deliciosa punheta, e quando ele me viu tomou o maior susto da sua vida, ficou todo vermelho. Mas fui logo entrando e tranquilizando o moleque. -Calma filho, esquenta não, isso aí normal na sua idade. Preocupa não Junior, pode continuar sua punheta. Ele meio sem graça, ainda de pau duro tentou disfarçar tampando seu pau com o calção, mas eu sentei na cama e fui acalmando o moleque. -Que isso Junior, tá com vergonha de mim, calma garoto, punheta é normal, e é ate saudável, pode continuar. -Não pai, éeeeeeeee, deixa eu aqui. Nisso eu teve uma ideia para tranquilizar mais o moleque resolvi bater uma com o menino, então sentei na cama com ele tirei a toalha. -Calma seu pai vai bater uma aqui com você, pra você perder a timidez. Fui deitando na cama e tirando a toalha, e quando fiquei pelado na frente do meu filho, o moleque quase teve um treco. Já deitando perto dele comecei a acariciar minha rola e segundo já estava dura. O moleque não tirava o olho da minha pistola, estava vidrado com o tamanho da minha jeba, fui pegando nela e comecei a bater uma de leve, bem lentamente, minha mão entorno da pistola e ainda sobrava mais da metade a vista. Ele olhava minha rola e olhava pra dele. -Vai Junior bate uma ai também, ou vai deixar seu pai sozinho batendo uma punheta. -Paiiiiiiiiii, tenho vergonha, sei lá.. -Tem vergonha não menino, não há nada de mais, somos pai e filho batendo uma gostosa punheta. Com essas palavras ior meu filho foi descobrindo seu pau, e já estava duro, seu cacete tinha uns 15 centímetro, com certeza ia puxar o pai aqui. Ele foi lentamente batendo seu punheta e mas seus olhos estavam direcionado na minha pistola, era normal eu acho naquela idade, a curiosidade de ver uma rola, ainda mais do seu pai. Junior com sua rola dura na mão não tirava os olhos da minha jeba, tive a curiosidade de tanta olhada mas continuei na minha punheta. Vi que meu filho acelerava a punheta e resolvi da uns toque pra ele. -Junior, tem que bater punheta devagar se não fosse goza rápido. -Ha pai eu acostumei assim, gosto desse jeito -Mas é ruim, seu pau fica todos esfolado, tem que devagar e depois vc acelera. Nos dois ali pai e filho colados uns nos outro, nossas coxas, nos braços, corpo a corpo, ali batendo uma punheta bem gostosa, de vez em quando parava a punheta e pega minha rola bem em baixo e ficava mostrando pro meu filho, era gostoso de ver aquela admiração do Juninho pela minha rola. Pegava minha rola e batia ela no peito, ele não tirava os olhos, comecei a sentir tesão pelos olhos do meu filho na minha rola. -Ai Junior, minha rola é gostosa, grande né. -Sim, pai, vixe e que rola. Vi que o pau do meu filho tava seco e cheguei perto da sua rola e cuspir nela para lubrificar sua rola. -Filho, vou cuspir na sua rola, pra ela ficar molhada e sua punheta ficar mais gostosa. -Tá bom Pai, agora ficou mais deslizante, ficou bom. Eu continuei na minha punheta, e também pedir pro meu filho me retribuir no cuspe. Meu filho veio em minha direção, chegou bem perto da minha pistola e cuspiu, mas ele errou o alvo. Abri um sorriso, pra ele e pedir pra ele tentar novamente. E assim ele o fez, chegou bem perto da minha rola que tava ate explodindo de tão dura e cuspiu, tava pra sentir sua respiração bem perto da minha rola, sentir um tesão da porra vendo aquela boca bem perto da minha rola, um gesto meu e sua boca encostava no meu pau. Acho que o tesão tomou conta de mim naquele momento, e pedir que meu filho cuspisse de novo no meu pau. -Vai Junior, cuspe de novo, minha rola precisa ser lubrificada. E assim ele fez, ele foi chegando perto, mas dessa vez, pedir pra ele ficar de frente para minha rola, ele foi se ajeitando, sentir ele encostando suas mão na minha coxa, aquilo era uma delicia vendo ele se aproximar do meu cacete. Ele encostou as duas mãos na minha coxa e foi cuspindo no meu mastro, ao sentir sua mão na minha coxa meu pau deu uma pulsada e sem querer bater na sua boca. Ele ficou meio sem jeito, mas continuava ali bem perto da minha rola, suas mãos encostados na minha coxa, sentia uns arrepios fora do comum, era estranho mas prazeroso sentir esse tesão por meu filha ali. -Aiiiiiiiiiiii, Junior delicia. Desculpa, encostou em você minha rola. -Tem problema não pai. -Ai filho, meu deu um tesão agora viu.. Cuspe de novo Meu filho foi chegando bem perto, só que agora ele encostou sua mão na minha virilha, foi de mais viu. Ele foi chegando bem proximo da minha rola, a rola que o fez né, e foi cuspindo, minha rola tava um centímetro da sua boquinha e no impulso minha rola bateu na sua boca, aí fui quase a loucura. -Ai filho, gostoso viu.. Vou ser seu professor filho, vou ensinar algumas coisas, você quer? -Sim pai, quero sim. -Então seu pai vai te ensinar algumas coisas, mas tem quer ficar só entre pai e filho. -Tá pai, pode deixar, conto pra ninguém não. -Então filho, a primeira coisa que seu professor vai te ensinar é bater punheta. Pega na minha rola devagar e vai alisando bem gostoso. Júnior ficou olhando pro mim, não sabia se recebia as orientações do seu professor ou não, mas obediente foi pegando na minha rola dura e alisando, na hora fiquei louco com aquela mão macia no meu penis. -Isso filho, vai alisando ela, alisa a cabeça, o saco, e agora bate uma pra mim bem gostoso. Júnior foi batendo uma pra mim bem gostos, nossa, meu filho estava aprendendo tudo, sua mão era pequena e mal cabia minha rola na sua mão. -Isso júnior, bate gostoso pro seu pai professor, vou te ensinar tudo. Hooooooooooooooooooooooo, gostoso viuuuuuuuuuuuuuuu, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, isssssssssssooooooooo, nooooooooooooooooosa, de mais. Vaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, bate, assim, cospe no meu pau, vai... Júnior fazia tudo, batia gostoso pra mim e cuspia no meu cacete, era quase um sonho vendo meu filho ali, sentado de frente no meio das minhas pernas abertas e batendo uma pra mim. -Aiiiiiiiiiiiii, Júniooooooooooooo, issso, bate gostoso, assimmmmmmmm. Já estava gostoso de mais vendo meu filho batendo uma pra mim, resolvi ensinar a chupar meu pau. -Júnior, agora a segunda parte, quero que você põe meu cacete na sua boquinha, e depois chupe, passe a lingua nela e bem devagar bata uma. Assim, Júnior o fez, foi caindo de boca no meu pau que tava estourando de duro, e passando sua lingua e batendo uma pra mim com sua boca na minha rola. -Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, isssssssssssssssssssssssssso, chupaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, gostoooooooooooooooooosooooooooooooo, Vaiiiiiiiiiiiiii, lambee, assim, assimmmmmm, passa a língua, asiiiiiiiiiiiiii, gostoosssssssssso. Meu filho já estava craque no boquete, chupava toda minha rola, chupava meu saco, passava a lingua na cabeça do meu pau e retornava a punheta numa simetria. -Issssssssssssso, filho, meu aluno, gostosooooooooooo, vaiiiiiiiiiiiiiiiiiii, assim. Já to quaseeeeeeeeee, quero que você receba minha porra na boca e depois engula. -Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, gostosoooooooooooo, assimmmmmmmmm, vaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, vouuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu gozarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr, Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, porra, gozeiiiiiiiiiiiii Gozei muito na boca meu filho, e ele engoliu tudo, foi de mais, depois que gozei fui ate seu pau e bati uma pra ele bem gostoso. Depois que Júnior gozou conversamos um pouco, pedir ele que nossas aulas ficasse só entre nos, ele entendeu como um bom aluno que é. No dia seguinte

Entre irmaos mao amiga

Olá nome é Brayan tenho 21 anos, sou um cara legal, um loiro simpático, corpo definido e pegador de minas, sou depilado, tenho coxas grossas e o principal né, tenho 21 centímetro de rola bem gostosa, e não posso esquecer do meu irmão Henri, meu chegado, meu parceiro. Somos uma família de dois irmãos e meus pais que são super gente boa. Meu irmão Henri é super gato também, tem 19 anos, um corpo malhado que adora festas e pegar as meninas. Desde quando novos sempre fomos muito apegado um no outro, não tinha essa de brigas entre nos. Repartíamos tudo, roupas, comida, moto, só mulheres que não né, aí é embaçado né galera. Nos pais sempre fizeram nos deu um boa educação, e o respeito era regra clara. Eu mais meu irmão dormíamos no mesmo quarto, era sempre bom, pois adorava meu irmão e ele também tinha um carinho super grande comigo. Agora era proibido levar mulher lá pra casa, se quisesse tinha que nos virar. Nossos pais sempre foi assim, quando comprava algo tinha que ser para os dois, só a moto que servia pra nos dois, eu mais meu irmão mais novo Henri era o dono da moto. Nosso pai comprou pra gente a moto há uns um ano e proibiu de andar bêbado. O receio era que acontecesse uma acidente com os filhos, mas agente maneirava, não bebia muito para andar na veloz, era assim que eu mais meu irmão chamava a moto. Um certo dia, pegou pai chegou em casa com uma cama de casal nova pra ele, quando chegou o caminhão com a cama, eu mais meu irmão ajudamos nosso pai a montar a cama. E quando mamãe chegou foi só alegria, era queria uma cama nova por causa da coluna, ai meu pai pediu pra desmontar a outra cama que ele ira guarda no quarto dos fundo. Mas minha mãe teve a ideia, sei lá que mudou um o rumo entre eu mais o Henri, ela disse que a cama usada por nossos pais ficaria em nosso quarto e nossas camas de solteiro, ela ira colocar no outro quarto, em caso de visita. -Como é mãe, cama de casal pra mim mais o Henri. Ao dizer aquilo rachei os bicos, e meu irmão também. Pensei que era uma piada dela, mas ela estava falando sério. -Sim senhores, o que que tem? Vocês dormirem na mesma cama de casal. -Nada não mãe, a senhora é que manda rainha do Egito. Disse eu meio sem graça, mas e o Henri será que ele ira gostar dessa ideia doida da minha mãe, então perguntei ao meu irmão Henri. -Eae Henri, o que tu acha dessa ideia. -Ha pra mim tudo bem, a cama é grande e confortável, cabe muito bem nos dois mano. Minha mãe não queira se desfazer da cama, pois com o tempo a cama ia estragar, e colocar a cama no quarto de visita não pegaria muito bem, e ela pegaria nossas camas de solteiro e faria um quarto só pra visitas. Assim foi feito, lá vamos nos tirar nossas camas e levar para o quarto de visita e levar a cama de casal usada pra nosso quarto. Aceitamos numa boa a ideia de mamãe, mas exigimos um colchão novo, pois deitar no mesmo colchão era embaçado, então meu pai comprou outro colchão novo pra gente nos mesmo dia. Nosso quarto era super bom, tínhamos de tudo lá, televisão, computado, Xbox, um frigobar, guarda roupa, e nosso banheiro exclusivo. A primeira noite riamos muito da situação, éramos muito vacaiado, não ligava muito com a situação, e pra falar a verdade foi uma noite boa, a cama era muito espaçosa e o colchão super confortável. No dia seguinte de manhã bem cedo, eu acordo meu irmão alisando seu cabelo pra ele se levantar. -Oi amor, tá hora e quando ele acordou demos muita risada. -Vacaiado viu Brayan. Rimos da situação pois parecíamos marido e mulher acordando e meu irmão aceitava numa boa as brincadeira, ele se levantou e foi pro banheiro tomar banho. Logo fui atrás dele, entramos quase juntos no banheiro, ele foi tomar banho e eu fui escovar os dente, agente tinha muita intimidade um com outro. Ver meu irmão pelado nunca foi novidade pra mim, e nem ele a mim, tinha essa liberdade, essa intimidade um com outro. Fui entrando no banheiro e escovando os dentes e meu irmão Henri estava lá no box aberto tomando seu banho, e pude ver o corpo do meu irmão, ele é era todo saradinho, era de família, pois somos muito iguais em tudo, quase tudo né. Pois a pistola do meu irmão é um pouco menor do que a minha, ele tem 19 centímetro de pura rola, eu como sou o mais velho tenho 21 centímetro de puro nervos, nos dois somos todo depilados, raspamos o saco e temos pelos ralinhos no corpo, peitoral do meu irmão Henri, é todo definido, coxas grossas, barriga tanquinho, e sua bunda é mais cheira do que a minha. Eu também sou do tipo malhado também, somos dois loiros quase que irresistível. Fiquei ali escovando os dentes e hora e outra dava um olhada para meu irmão Henri, e só para confirmar o quanto somos parecidos e bonitos. -Eae Henri, seu corpo tá ficando igual ao meu em? -Que nada Brayan, você é mais gato do que eu. -Nada o que, tá todo definido já, tá bem gostoso Henri você. Fui afirmando que ele estava bem gostoso e soltando uma boa gargalhada no banheiro, ele se virou pra mim também e começou a rir. Ficamos ali, um tempo ele se virou pra desligar o chuveiro e outra constatação, a bunda do meu irmão era toda cheira, um bundão cheio e redondinho. -Vixe Henri, se parece comigo em tudo, mas essa bunda sua é toda boa. E de novo soltamos altas gargalhadas no banheiro, ele se vestiu e foi minha vez de ir ao banho, tirei minha roupa rápido e comecei o meu banho. Já Lá dentro do box pelado tomando o meu banho, o Henri ainda estava no banheiro se enxugando e reparei que ele olhava pra mim de cima em baixo, lógico que pois ele deveria estar se comparando com o meu corpo, pois fiz vários elogios pra ele. -Na verdade Brayan você que tá malhadão, olha a sua pistola, kkkkkkkkkk. Vixe tá grandona. kkkkkkk -Que nada Henri, você também não fica pra atrás, a sua também é grande. -A minha pistola é normal, mas a sua deve ter uns 21 centímetro. -Adivinhão, kkkkkkkkkkk Acertou em e você deve ter uns 19 de rola Henri. -É parece que sabemos tudo um do outro mesmo viu, acertou. Ficamos ali conversando um pouco e logo depois já estamos nos vestindo pra sair pra noite, naquele dia tinha uma festa pra nos dois irmos. Nos arrumamos e foi para a tal festa, pegamos a moto, eu lógico pilotando e partimos pra festa, chegando lá encontramos com nossos amigos, bebemos, dançamos, divertimos muito. Logo as gatas já estavam ao nosso lado, nos paquerando, olhares em nossa direção, em poucos minutos já estávamos grudados nelas. Eu fiquei com a Patrícia e Henri estava agarrando a Sônia, e ficamos ali de boas curtindo a festa, dançando, bebendo e conversando. Tempo foi passando e resolvemos levar as gatas pra casa delas, só que a mina do Henri deu problema, a Sônia tinha que voltar junto com o primo dela, pois o pai dela deixado o primo como responsável dela. Então lá vai Sônia embora de carro, e eu fui levar a Patrícia em casa, meu irmão ficou esperando na festa, só que como eu estava demorando e quase todo mundo já estava indo embora, o Henri resolveu ir a pé pra casa. Henri pegou o capacete e rumou a pé pra casa, era muito longe, mas o cara era um burro mesmo viu, santa ignorância mesmo. Devia tá com raiva por causa da minha demora, mas cheguei na festa e nada do meu irmão, fiquei preocupado já, comecei a fazer uma busca em todo lugar e nada do cara. Então resolvi ligar pra ele pra saber aonde estava. -Tá aonde Henri? - Já fui embora, já. -Que? Tá doido porra, foi mais quem? -Tô indo a pé mesmo, tô sozinho. -Que desgraça mano, você tá doido porra, indo a pé sozinho, você bebeu mano. -Nada, kkkkkkkkkk, você tava demorando e então resolvi ir sozinho mesmo. -Mano espera ai na estrada que te pego ai, cinco minutos. -Ok mano, mas precisa não. -Tô mandando esperar ai, porra, to desligando, e fui te pegar. Peguei a moto e voei com a Veloz e logo encontrei sozinho e com o capacete no braço, fiquei nervoso, doido, preocupado com ele, e já parei e dei o maior branco nele. -Porra tá doido, desgraça, vim a pé, falei pra você me esperar. Fui xingando ele e quando vi já tinha dado um tapa na cabeça do meu irmão, foi a primeira vez que o bati, nunca tinha xingado, ainda mais batido nele. Ele fez uma cara sem graça, abaixou a cabeça sem reação nenhuma, pude ver uma lágrima descer dos seus olhos. Não sei o que houve mas ele sentiu, acho que exagerei na dose, mas o meu xingo era de proteção, ficaria louco se algo o acontecesse. Então desci da moto, e fui até ele, e falei e pedir desculpas. -Mano, desculpa, mesmo, só te xinguei e te bati por que fiquei com medo que algo pudesse lhe acontecer. Imagina se alguém passa aqui e te assalta e mata você. Eu morreria também mano, desculpa. -Tá bom mano, não precisava me bater, desculpa também. Eu cheguei mais perto dele, e o abracei com força, e de novo pedir desculpa, pois era a primeira vez que nos brigamos, foi estranho aquela bronca nossa, sei lá que sentimento foi aquele, mas foi bom saber que meu irmão estava bem. Então partimos para casa correndo, e comemos alguma coisa de leve rápido sem fazer barulho, pois já passava das três da manha e nossos pais iriam encher o saco. Então vamos para o nosso quarto, colocamos uma cueca pra dormir, deitamos na cama de casal e ficamos ali conversando sobre a festa, sobre a loucura do Henri vim a pé, eu de novo pedir desculpa para o meu irmão Henri, ele me desculpou, ai resolvi assistir um filme pornô e bater uma pra relaxar. Ficamos ali deitados de cueca branca e logo minha rola estava dura. -Mano vou bater um aqui, se importa Henri. -Não né mano, acho que vou bater também, já to loucão aqui. Rimos em silêncio, e tiramos nossas rolas pra fora, agente estava muito próximo um do outro, e olhei pra rola do meu irmão Henri, pude ver e constatar que a rola dele era grande, tinha uns 19 centímetro de pura carne mesmo, seu saco era todo raspado, assim ele dava impressão que era maior, a cabeça da rola do Henri era todo vermelha, uma senhora rola, mas eu não ficava pra trás, tinha uma pistola gostosa, tinha 21 centímetro de pura carne, minha rola era grande e inchada, tinha uma cabeça grande e eu também raspava o saco. Então começamos a bater uma punheta bem gostosa um do lado do outro, de vez em quanto nossos olhares se encontrava em direção da nossas rolas e sei lá estava ficando muito excitante ali do lado meu irmão batendo uma punheta. Tiramos nossas cuecas, totalmente pelados, e batendo uma bem gostosa, e nos dois abrimos mais as pernas e nossas coxas se encostavam, parecia uma loucura, mas o prazer de ver meu irmão batendo uma ali perto de mim deixou minha rola mais dura ainda. Henri também estava gostando pois pude sentir suas coxas se esfregando nas minhas pernas, nos dois estávamos louco eu acho, comecei a olhar pra pistola do meu irmão e ele olhava pra mim. Então já estava transtornado pelo tesão sugerir ao meu irmão que um batesse um para outro. -Henri, tô meio louco, acho que é a bebida viu... Tô com tesão, vamos fazer algo doido. -O que mano, fazer o que? -Vamos bater um punheta um para outro, tipo mão amiga. Ele ficou olhando e olhou para minha rola eu olhei pra rola dele, então num ato doido pegamos nas rolas um do outro, Henri foi pegando minha rola e fui pegando na rola dele, e começou a bate punheta um para outro, foi um prazer fora do normal sentir a mão do irmão Henri pegando na minha rola gostosa e batendo uma pra mim, e ele também foi a loucura quando comecei a bater pra ele. Ficamos ali bem gostoso, batendo punheta bem gostosa um para outro, ele pegava quase na cabeça da minha rola e descia gostoso, tava louco. -Issso Henri, hummmmmmmmmm, que gostoso sentir sua mão, que punheta gostosa mano. -Hummmmmmmm, mano tá gostoso? Tá, você também tá me deixando doido, bate gostoso vai. Issooooooooooo, vaiiiiiiiiiiiiiiiiii, bate Brayan, -Hummm, Henri, isso, vai gostoso, bate mais, acelera, vaiiiiiiiiiiiiiiiiii, delícia...... Ficamos batendo punheta um para outro, e esfregando nos coxas uma na outra, eu nunca tinha sentindo isso, acho que o Henri também não viu, mas estávamos gostando de mais. -Vaiiiiiiiiiiiiiii, Henri, bate, bate pra mim mano, bate gostoso, pega na minha rola gostosa, vaiiiiiiiiii, hummmmmmmmmmmmmmmmmmm, issooooooooo, gostosssssssssssssso, hummmmmmmmmmmmmmmm. -Vai Brayan, pega na minha pistola mano, issoooooooooo, gostoso viu..... hummmmmmmmm mano, bate gostoso também pra mim, issoooooooo, sua rola tá gostosa viu mano.... Ouvir essa afirmação do meu irmão Henri sobre minha rola é gostosa me deixou confuso, mas estava adorando aquele clima viu. -Hummmmmm, vai Henri, bate, vou gozar gostoso viu... isoooooooooooooooo, bate essa minha rola é gostosa ne.... Hummmmmmmmmmm, gostoso.... -Aiiiiiiiiiiiiiiiiiii, Brayan to quase gozando viu....Vaiiiiiiiiiiiiiiii, manooooooooooooooooooooooo. Issoooooooooooooooooo, vou gozarrrrrrrrrrrrrrrrrrr, vouuuuuuuuuuuu, vouuuuuuuuuuuu, Gozeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. -Hummmmmmmmmmmmmmmm Henri, vou também mano, vou vou vou vouuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu, gozeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Gozamos litros de porra em nossa cama viu, a sensação foi maravilhosa viu, nunca tinha sentindo tanto tesão assim, nem com a mulheres que já peguei, eu mais o Henri estávamos exaustos, mas satisfeitos, depois que gozamos olhamos um para outro e rimos bem baixinhos, e pedimos confidência da mão amiga. É lógico que jamais alguém saberia que nos tínhamos batido punheta uma para outro, o segredo jamais contando, só sentindo.... Continua....

Quando o primo vem...

Todo mundo, já teve uma ou já sonhou em ter uma experiencia sexual com um primo não é. Então, vou contar para quem quiser saber que é uma das coisas mais gostosas da vida. Todo aquele tesão, aquela sensação de perigo (*pois sempre foi na casa dele ou na minha), aqueles movimentos calculados para que ninguém ouça. De fato o proibido é mais gostoso. Eu sempre fui o único gay da família, ou pelo menos é o que pensam. Se meu quarto falasse... Tudo começou com um fetiche, que virou realidade. Nas férias de verão ou eu ia para a casa da minha tia, ou meu primo ia na minha, porém minha tia não gostava muito pois não podia ficar de olho na gente. (*Certeza que suspeitava). Nesse ano, coincidiu dele vir para a minha casa, meu primo era bem estranho com relação a mim, quando estávamos só nos dois ele me tratava muito bem, zoávamos um com o outro fazíamos brincadeiras, mas quando estava na companhia da família, não chegava muito perto, nem mantinha muito contato. (*Hoje eu sei que era tesão reprimido). Numa Terça-Feira de tarde, estava muito calor e meu ventilador havia queimado dias antes, não tendo como aliviar o calor, entrei no banho e avisei o Rodrigo meu primo para não deixar ninguém entrar lá, pois eu ia tomar banho. Ele havia acabado de acordar, já que estávamos de férias ele aproveitava para dormir tarde e acordar mais tarde ainda. Concordando com o que pedi ele ficou no quarto e eu entrei no banheiro, depois de alguns minutos me refrescando sai e voltei para o quarto. Quando cheguei para minha surpresa Rodrigo estava no computador se masturbando enquanto assistia um vídeo porno HETERO. Quando ele me viu logo falou: - Foi mal achei que iria demorar mais no banho. Eu sem saber oq falar, já que ele nem se moveu do lugar. estava lá, sentado com o shorts abaixado até o pé, com o pau duro na mão. O pau dele não era muito grande, mas era lindo. - Não tem problema, pode continuar de onde parou, já volto. Disse a ele. Foi então que ele me segurou pelo braço e disse: - Não quer me ajudar a terminar o serviço? Olhei para a cara dele ainda envergonhado, mas com muita vontade DELE. Afinal, convivemos a muitos anos, já bati diversas punhetas pensando numa transa com ele. Já havia visto ele pelado algumas vezes, porém nunca de pau duro ou nessa situação. Meu primo sempre foi muito gostoso sabe, sempre o queridinho das meninas, muito bonito, simpático, com um sorriso que tenho certeza que até você se derreteria fácil. então depois de todo esse filme passar em segundos na minha cabeça, ele perguntou novamente: - Quer me ajudar? Logico que não esperei ele perguntar de novo. Respondi: - Como posso te ajudar Rodrigo? - Pode começar pegando aqui. Ele me falou. E colocou minha mão no seu pau duro que até latejava. Não o beijei pois acho o beijo algo muito pessoal, só beijo quando tenho sentimento pela pessoa, caso o contrario é só pegação algo que faço muito bem. =P Então cuspi na mão me abaixei e masturbei ele com a mão molhada, devia ser a primeira vez que ele sentiu essa sensação pois ficou louco. Ele então morrendo de tesão puxou minha cabeça e fez com que eu o chupasse enquanto ele assistia o vídeo, depois de um tempo chupando ele reparei que ele estava muito entretido no computador, quando olhei não era mais um vídeo porno HÉTERO e sim um porno GAY, e não era qualquer um não, era de uma suruba muito gostosa, diversos caras muito gostoso transando. Foi então que ele disse que nunca havia experimentado. Mas queria tentar aquilo pois parecia ser muito gostoso. E para minha surpresa, ele disse: - Quero fazer as 2 coisas, se é que me entende. Lógico que entendi, pois também gosto de ser versátil, porém não imaginasse que ele me pediria isso. Topei na hora. Trancamos a porta do quarto, mesmo não tendo ninguém em casa, por precaução né. Então ele ficou de pé e me jogou na cama depois de puxar a toalha que eu estava enrolado. Subiu por cima de mim e começou a me chupar enquanto se masturbava. Depois ele me pareceu bem experiente, virou de cabeça para baixo e fizemos o 69 mais delicioso da minha vida. Nossa, já ouvi que chupo bem, mas ele, nossa me chupava muito gostoso. Então quando eu já não aguentava mais de tesão, sentei devagar no pau dele, enquanto ele gemia ao pé do meu ouvido. Depois de meter forte em mim, ele tirou seu pau e me disse: - Vem, agora é a sua vez. Eu então peguei o lubrificante, já que era a primeira vez dele, não podia ser a seco né. Passei na sua bunda lisinha e comecei a passar meu pau quente e melado nela. Depois fui enfiando bem devagar, estava com medo de doer, pois meu pau não é pequeno e sei que para uma primeira vez, qualquer coisa dói. Olhei para a cara dele e lá estava ele, mordendo o travesseiro de dor, porém, pediu para que eu não parasse. Apesar de estar doendo ele gostou muito, estava de pau duro enquanto o comia, mudamos de posição para ficar mais confortável pra ele. Ficamos nesse troca troca a tarde toda quase, gozamos umas 3x cada. (*Lembra que falei do tesão reprimido, pois é)... Na ultima gozada ele pediu para gozarmos um na boca do outro, então como nao tinha nada a perder, aceitei. Nossa ele gozou como se fosse a primeira vez, sabe muito leiteee na boca, eu gozo bastante sempre, coitado espirrou até no canto do olho haha. Depois com a boca cheia de porra ele me disse: - Me beija? Nesse momento lutei com todas as forças pra dizer não. Por todo aquele lance do beijo e sentimentos e tal. Mas não resisti o tesão final me consumiu, e selamos aquela tarde com um beijo bem molhado e cheio de leite. Durante o verão aproveitamos outras saídas dos meus pais para brincar um pouco. Não muito tempo depois ele voltou para sua casa, mas sempre que podemos relembramos aquela tarde. E agora ficou mais fácil, com Whatsapp sempre q bate uma "Saudade" ele me manda uma foto sem roupa e eu retribuo, para matar a vontade até nos vermos de novo. Seguindo sempre as regras dele, pois como ele é "HETERO" e a minha tia não gosta muito de Gays, mantemos sempre em sigilo. Afinal escondido é mais gostoso