terça-feira, 9 de outubro de 2018

Sexo com o melhor amigo do meu irmão caçula

Olá pessoal, meu nome é Pedro, tinha 17 anos quando isto ocorreu e este conto na verdade é um relato do que aconteceu comigo. Era um dia de sol, uma sexta-feira, eu e meu irmão Hiago, de 14 anos, estávamos em casa pela manhã, período de férias escolares, sem nada para fazer, e logo perto do horário do almoço, o Gabriel, melhor amigo do meu irmão, de 15 anos, ligou para nós, convidando-nos para descer lá na casa dele para fazer alguma coisa, jogar video-game, bola, cartas e tal. Meu irmão atendeu o telefone e disse que iriamos lá depois do almoço, como de costume entre eles, mas eu já estava imaginando que ficar sozinho em casa nem compensava, então eu pedi para meu irmão avisar que eu iria junto e o Gabriel logo em seguida respondeu que não haveria problema. Eu já tinha contato com o Gabriel, mas nunca imaginava ver ele com outros olhos, pois até então, nunca havia se relacionado ou tido um sentimento por nenhum garoto/homem e acabou sendo a minha primeira experiência. O Gabriel era um garoto fortinho, meio baixo, todo sarado, barriga tanquinho, braços fortes e tinha apenas 15 anos. Ele era um rapaz super gente boa, humilde, simples, eu gostava dele e tinha confiança nele. Então almoçamos e pelo início da tarde descemos na casa dele, e sendo assim, chegamos lá, batemos no portão, chamamos por ele e ele saiu, cumprimentou a nós e nos convidou para entrar. Entramos, conversamos um pouco, e resolvemos jogar futebol no vídeo-game, e naquele dia estava muito calor, muito abafado, e então o meu irmão e o Gabriel jogando, eu assistindo, o Gabriel disse assim: - Nossa, sé é loco, vou tirar a camisa, tá muito quente... E já foi tirando a camisa puxando ela debaixo para cima e nesse momento, do nada, me deu um tesão ver ele tirando a camisa e mostrando aquele corpo, aquela barriguinha tanquinho, peitoral jovem, e eu comecei a ficar olhando só o corpo dele assim, admirando, e eles nem percebendo a minha agitação, estavam focados na tela do vídeo-game, e eu tentando me controlar, meu pau estava duro só de ver ele, e eu me senti muito estranho mas relevei aquilo e aproveitei a distração deles para passar a excitação. Logo, o Gabriel ligou o computador e colocou um jogo de tiro online lá e meu irmão caçula não queria saber de outra coisa a não ser jogar aquele jogo e naquele mesmo momento a costureira ligou na casa do Gabriel avisando que era para ele ir buscar as roupas da mãe dele que estavam lá. Então como era meio perto, deixamos meu irmão jogando lá e eu fui com o Gabriel buscar lá as roupas, só que o caminho era uma estrada de terra e dos dois lados era só mato e árvores grandes e passamos por ali, chegamos na casa da costureira pegamos a roupa e na volta houve um estranhamento. Voltando pela estrada de terra, ele jogou o braço envolta da minha nuca me abraçando, subentendendo um companheirismo da parte dele, e eu correspondi abraçando-o com o meu braço esquerdo a cintura dele, então ele em tom de brincadeira, desceu o braço dele da minha nuca e apalpou uma das minhas nádegas e eu fazendo jogo duro disse: - Ixii, saí fora - Nem coloquei ainda Ele riu da resposta dele, e andamos mais alguns passos e eu perguntei para ele assim: - Viu, será que tem alguma coisa nesses mato aí? Cobra, aranha? - Deve ter... - Vamos dar uma olhada, acho que nem tem nada. Subimos o barranco de terra, passamos debaixo da cerca velha lá e demos alguns passos para frente, pois ali, já estávamos meio em um lugar onde ninguém podia nos ver, e falei: - Vamos voltar, não deve ter nada... Quando ele virou eu devolvi a passada na bunda nele, ele olhou para mim, e disse: - Me trouxe aqui para devolver é? Ele se aproximou de mim e com uma mão envolveu a minha cintura e apertou bem o meio do meu cuzinho e com a outra ele apertou um dos meus mamilos. Isso me deu um tesão tão grande, meu pau ficou duro e eu enfiei minha mão debaixo da blusa dele e fiquei passando a mão na barriga e no peitoral dele, alisando-o. Logo ele perguntou: - Sé é gay mano? Se é viado? Eu não respondi nada, no momento nem eu sabia o que eu era, e não sei porque mas eu senti uma atração tão forte por ele, por até ser mais novo que eu. Então ele me colocou de joelho ali no meio do mato, tirou a camisa, abaixou a bermuda e a cueca, e disse: - Mama, safado... Aquela piroca de menino, porém batia uns 14/15cm mole, e eu meio sem saber o que fazer, me sentia um pouco mal e ele disse: - Vai logo, mama, eu sei que tu tem vontade vai... Eu peguei com uma mão aquela piroca e fiz um boquete, foi coisa de 20 segundos chupando e o pau dele já estava uma pedra, duríssimo, daí ele me deixou no chão, abaixou a minha calça e enterrou aquela piroca na minha bunda, e nossa, doeu muito, eu gritei mas ele colocou a mão na minha boca, e disse: - Mais baixo, alguém pode ver a gente caralho! Nossa, doeu, mas aquela situação era muito excitante, e ele metia tudo e rápido, e ele se esfregava nas minhas costas, subia e descia, era tanto tesão que eu gozei sem tocar. Depois nós dois ali, ele ergueu as minhas duas pernas e fez um bate estaca, começou segurando minhas coxas e terminou puxando a minha nuca, metendo forte e rápido e nessa hora eu gozei sem tocar no pau, logo depois disso quase no mesmo momento uns 3 segundos depois, eu estava terminando de gozar, quando ele enterrou o pau lá dentro do meu cuzinho e ficou apertando tendo como apoio a minha nuca, ele gozou fundo umas 4 esguichadas e deitou por cima de mim exausto. Nós dois, eu deitado no mato lá e ele por cima, mas quando passou aquela rápida agitação, aquele tesão, eu me levantei rápido, me senti muito mal, pesado, e ele perguntou: - Que foi? Está vindo gente mano? Eu nem respondi, me limpei com o que tinha lá, umas folhas, vesti a minha roupa e falei para ele: - Fala para o meu irmão subir depois... E corri dali, me sentindo muito mal. Depois de um tempo aquilo também passou e até hoje lembro daquele momento como se fosse ontem.

QUANDO “CABEÇÃO” ME COMEU

Faz tempo. Bastante. Mas se ainda rende uma punheta, é uma história que merece ser contada. “Cabeção” – não me pergunte seu nome real, pois todo mundo o conhecia apenas pelo apelido – vez em quando surgia do nada para jogar bola com a gente. Foi depois de uma partida, que sentamos na sombra de uma árvore defronte uma casa simples com varanda. Quatro carinhas. Eu e Luciano aproveitamos um muro para nos encostar. “Cabeção” e Flávio, que eram cerca de cinco anos mais velhos, sentaram, à frente. De repente, “Cabeção”, pelo lado do short, puxa seu pau pra fora. Ela saiu semi duro. Flávio, sorriu e perguntou: “Será que ela vem hoje?” Olhava aquela cena sem entender nada. De repente, uma mulher de cerca de trinta e poucos anos aparece na varanda. “Cabeção” começa a se punhetar ali mesmo na calçada. Acabei entendendo tudo: a moça já sabia do esquema daquela sacanagem e fingia que estava estendendo roupa na varanda só pra ficar olhado praquela piroca. Eu me excitei na hora, não apenas com a cena em si que era extremamente excitante, mas principalmente com a beleza daquele caralho. Me lembro como se fosse hoje: reto, chapeleta pra fora em forma de cunho, de médio pra grosso, uns vinte centímetros. Dava pra entender aquela mulher, era um pau lindo. Aquele exibicionismo durou cerca de meia hora. Depois que a mulher entrou, Flávio perguntou por que ele não a comia. “E você quer que eu faça o quê? – respondeu o safado – Ela é casada! Não dá pra chegar lá e ‘pans’. Sei lá, só se um dia ela me chamar.” Dias depois, estava eu descendo minha rua, quando uma voz me chamou da janela. Olhei. Era “Cabeção”: “Entra aí!” Notei que a casa estava vazia. Em pé na sala, fiquei com aquela cara de “o que você quer?”. Ele foi direto ao ponto. “Eu quero te comer!” – Ele falou olhando fixamente. “O Luciano me contou que você não tirou os olhos da minha pica.” Fiquei estático. Pego totalmente de surpresa não conseguia dizer nada. ‘Quem cala, consente’. “Cabeção”, puxou a pica de lado, igualzinho como fez debaixo da arvore, e pôs pra fora. “Taí! Chupa primeiro!” – ordenou. Eu ainda permanecendo sem ação, não consegui desviar os olhos daquela rola. Me senti confuso. E agora? “Vai, para de frescura e pega logo no meu pau!” – o tarado não desistiu. “Se você não curtisse já teria ido embora. Pega logo, porra! Eu não vou contar pra ninguém.” Eu sabia que era mentira. A probabilidade de ser difamado era quase certa. Mesmo assim, me aproximei e toquei seu cacete: macio e firme, levemente suado. Comecei delicadamente a punhetá-lo. A verga endureceu de tal forma, que a rola toda inclinou pra cima, feito um guindaste. “Chupa logo, porra!” – o mandão empurrou minha cabeça pra baixo. Sentei-me no sofá e deixei de onda. Abocanhei a rola numa bocada só, como já havia aprendido com homens bem mais velhos que eu à época, passei a boquetá-lo com bastante saliva. Ele começou a gemer e fazer carinho em meu rosto. “Delícia! Isso, chupa...assim....assim... Desde que vi você na rua usando esses shortinhos apertados fiquei morrendo de vontade de comer, sabia?” Fiz com a cabeça que “não” e continuei lambendo, beijando, punhetando e engolindo sua rola, o máximo que podia. Minutos depois ele me ergueu do sofá. Virou-me de costas e abaixou meu short junto com a cueca. Bem mais forte e desenvolvido do que eu, me sentia dominado. Suas mãos robustas passaram a abrir minhas nádegas. Um dedo grosso começou a pincelar meu rabinho, que piscava tanto, que cheguei a me sentir constrangido. “Olha só! Já tá pedindo rola! – “Cabeção” molhou o dedo o anular e o enfiou no meu cu. Meu pau era uma dureza só, denunciando meu tesão. Sentia seu dedo cavocar meu rabo. Me soltei ainda mais e comecei a rebolar em sua mão. Também tinha vontade de gemer. Sua rola linda começou a ser esfregada em meu rego até naturalmente estacionar no meu lordinho. “Cabeção” começou a empurrá-la pra dentro de mim. Era grande e teve que ir aos poucos. “Caralho, como você é apertadinho!” “Molha mais!” – pedi, gemendo. E assim, revezando entre cutucadas e cuspidas, a pica foi sendo agasalhada pela minha bunda. Quando a senti inteira, a sensação de prazer era indescritível. Gradativamente, aquele pirocudo começou a bombar cada vez mais forte. Eu fui praticamente atirado de bruços com a força de suas estocadas. Já estava na fase dos ‘gritinhos’ mandões: “Mete! Mete tudo, vai! Põe tudo... fode minha bunda com essa pica gostosa. Não para...não para!” Ele segurou intensamente minha cintura e tentou me colocar, sem tirar a pica de dentro, na posição ‘de quatro’, mas não deu tempo. As contrações e o calor do meu cu, seu tesão selvagem e as estocadas profundas o impediram de adiar o orgasmo. “Eu vou gozar, caralho... eu vou gozar, sua putinha, sua vadia...” “Goza, goza bem no fundo da minha bunda!” – mal terminei a frase e urros eram precedidos por metidas que pareciam querer me rasgar. “Eu to gozando...ah, que delícia... tô gozando no seu cu...!” Não deu tempo nem de bater uma punheta. “Cabeção” tirou a rola de dentro do meu rabinho de uma vez só. Era tanta porra que escorreu do meu reto para minhas pernas assim que fiquei em pé. Ele se jogou no sofá e me mandou embora sem cerimônia. Ele tinha me usado. Me vesti em segundos e vazei. Depois daquele dia, muito provavelmente pelas inseguranças da juventude, nunca mais fiz companhia pra ele embaixo da árvore, passei na sua rua e até evitava de jogar bola quando o via, pois me não me sentia à vontade o vendo mexer no cacete por cima do short, olhando pra mim, na frente de todo mundo. Quanto ao colega que me dedurou, acabei dando pra ele também numa oportunidade futura. Mas isso já é outra história.

Meu tio mais velho me fudeu

Eu sou aquele tipo de pessoa que esta sempre pensando em sacanagem, pela minha cabeça passa todo tipo de situação, sou taradão mesmo hahaha. Não foi diferente com Douglas, apesar de ele ser bem mais velho que eu. Sempre que estavamos sozinhos ele fazia alguma brincadeira, tipo dar tapas na minha bunda ou me encoxar, mas eu sempre dava uma de difícil e saia. Era o penúltimo dia de 2014 e estavamos em uma casa de frente pra praia que alugamos para passar o réveillon acordei eram umas 10:00 Hrs da manhã lavei o rosto, sentei e liguei a TV, estava passando um programa sobre carros. Ele apareceu pela porta de samba canção que ficava bem justo no corpo dele. Sentou-se ao meu lado e ficamos conversando por um tempo e eu não conseguia desfarçar os olhos do volume na cueca. Perguntei onde estava todo mundo e ele disse que foram pra praia. Sim estavamos sozinhos! Ele pediu para mudar de canal e foi mudando ate parar em um filme do american pie, com as cenas de sexo passando começamos a conversar sobre isso ele me perguntou se eu ja havia feito e eu respondi que sim, todo sem graça e com medo de ele perguntar como foi; ja que tinha sido com os sobrinhos dele. Sou péssimo mentiroso! Mas pior que isso ele perguntou se era verdade que eu era gay, fiquei em choque. Neguei na hora e ele disse que meu primo tinha contado pra ele. Fiquei muito puto mas assumi pro meu tio. Ele disse que não ia contar pra ninguem se eu fizesse com ele oque eu fiz com os garotos. Eu aceitei, claro! Pra vcs saberem: meu tio Douglas hj tem 35 e era bem forte eu na época tinha 18 anos, bom, primeiro ele perguntou oque eu gostava de fazer e eu disse que sou passivo, ele sorriu e disse que ja sabia e que tambem comia meu primo mais velho escondido. _to doido pra ver qual cuzinho é mais gostoso! Me puxou pelo braço pra sentar no colo dele e chupou meu peito esfregando o pauzão na minha bunda. _Fazia tempo que eu queria sentar nessa rola! _Que safada querendo dar pro proprio tio né puta? Quero! Respondi. Ele pediu pra eu chupar um pouco e ficou de pé, tinha um pau daqueles que da gosto de ver, da cabeça rosinha e depilado, cai de boca! Chupei com vontade o pau do meu macho, lambia do saco a cabeça, dava beijinhos e ele me chamando de puta e safada. Fomos pro quarto e deitamos na minha cama deitei de costas e ele começou a lamber meu cu e deixou ele bem molhadinho pra piroca entrar toda, colocou cabeçinha um pouco e meteu devagarzinho ate o talo, entrou gostoso. Metia e eu gemia, na rua sou hetero mas entre quatro paredes adoro ser dominado igual uma cadela! Com a mão no meu pescoço e socando eu gemia baixinho, ele parou um pouco pra não gozar e começou a me chupar e me foder com os dedos, colocou meu pau todinho na boca_ Que gostoso isso velho! Me deu um beijo e me virou de quatro. _Que bunda gostosa velho! Pediu pra deixar ele filmar eu deixei, mas pedi pra apagar depois, fiquei com medo de mostrar pra alguem. Me comeu de quatro, cavalguei na vara dele e no fim deixei ele gozar na minha boca. Hj em dia ele é noivo, mas ainda fudemos quando surje a oportunidade.

Minha primeira vez foi com meu padrinho na véspera do meu casamenro

Essa é a primeira vez que escrevo um conto... o relato é verídico, porém aconteceu há mais de 10 anos e alguns detalhes não me recordo bem... Me perdoem a falta de experiência... Primeiro apresentarei os dois personagens e depois conto pra vocês o que aconteceu: Me chamo Ricardo, na época tinha 25 anos, 1.79 de altura, pesava 67 (me lembro bem porque engordei exatos 10 quilos em 11 anos de casamento), um pau normal de 17 centímetros (bem retinho), moreno claro, resumindo um cara normal, que já havia pego muitas gatinhas, mas havia se encantado com uma e resolveu casar... Danilo era um grande amigo da faculdade, tinha 22 anos, era um pouco mais alto que eu, acho que tinha 1,82, e uns 70kg, o corpo era bem parecido com o meu, porque muitas vezes um emprestava roupa para o outro. O que chamava atenção no Danilo era o volume que roupa nenhuma era capaz de esconder, fosse de sunga, short ou calça, a mala estava sempre marcada... Mas nunca antes havia tido a oportunidade de contemplar o que a roupa escondia... Mas vamos ao que aconteceu naquele 12 de janeiro de 2016: Sexta feira (faltando um dia para o meu casamento), era umas 11:00h da manhã, eu estava correndo atrás de alguns preparativos para o casamento e de repente eu recebo uma mensagem SMS do Danilo (que era um dos meus padrinhos e morava em outra cidade) perguntando se teria algum lugar em minha casa para ele dormir, nem que fosse pra dormir em cima de cobertores no chão, pois ele sabia que muitos parentes meus que vinham e fora iriam ficar na casa dos meus pais... O cara era meu melhor amigo, e meu padrinho de casamento, não tinha como dizer não... eu até pensei de ir com ele para o apartamento onde eu iria morar, mas a minha noiva vetou... disse que só tinha uma cama de casal montada e quem iria estrear aquela cama era nós dois. Eu simplesmente ri e concordei, mas minha cabeça nunca imaginou que pudesse acontecer qualquer coisa, por vários motivos: Nunca havia me relacionado com homens (embora sentia alguma curiosidade), nunca imaginei que o Danilo curtia esses lances e também que no dia seguinte estaria me casando com ela! Não tinha nenhum motivo para imaginar que alguma coisa aconteceria naquela noite. Pois bem, arranjei um colchão com um vizinho e falei para o Danilo que ele poderia dormir em casa sem nenhum problema. Ele disse que chegaria no ônibus das 20:30 e que já tinha combinado com o Júlio e o Mateus (que eram outros amigos de faculdade que moravam na mesma cidade que eu), de irmos para um barzinho para celebrar minha última noite de solteiro. Conversei com minha noiva e ela concordou que saíssemos, desde que fôssemos apenas nós 4 (não tivesse nenhuma mulher), e que não ficássemos até tarde, afinal no outro dia ás 10:00h da manhã estaríamos casando no civil... Concordei com as recomendações e escolhi um barzinho muito bacana da cidade, já que não seria eu que pagaria a conta... Era umas 20:15h quando o Júlio e o Mateus passaram em minha casa e fomos buscar o Danilo na rodoviária. Ao descer do ônibus demos um abraço bem apertado (já que fazia mais de 1 mês que não nos víamos), meu Deus, que homem cheiroso! Uso esse perfume até hoje por causa dele (Alure da Chanel). Saímos da rodoviária e fomos para o barzinho, onde colocamos o papo em dia e tomamos muiiiiita cerveja. Ninguém estava em condições de dirigir, então o Júlio deixou o carro lá e pediu para o irmão dele ir nos buscar. Chegamos em casa, já por volta da meia noite, levei uma bronca da minha mãe, que já não tinha concordado com essa saídinha. Enquanto eu arrumava nossas camas o Danilo foi tomar um banho, como o meu quarto era suíte, ele saiu do banho de cueca mesmo (foi difícil não encarar aquele volume), mas tirei os olhos e fui tomar banho, durante o banho foi difícil parar de pensar naquela imagem e senti o meu pau ganhar vida, naquele momento não tava entendendo nada... afinal eu era hétero, e em menos de 10 horas estaria me casando com o amor da minha vida... Pois bem mudei os pensamentos e comecei a pensar na nova vida que se iniciaria a partir do dia seguinte, e esqueci um pouco o Danilo... Mas não deu para esquecer por muito tempo porque ao sair do banho (de short) eu esperava encontrar o Danilo já vestido para dormir, mas ele continua lá deitado no colchão, debaixo do ventilador, com as pernas abertas e com a cuequinha branca fazendo aquele volume hipnotizante... Ao ver aquela cena eu dei uma risada e falei: É assim que você dorme? e ele disse: Na minha caso durmo pelado, mas posso dormir pelo menos de cueca aqui, né? Eu só dei uma risada e disse que sim, e que já que ele dormiria de cueca, eu tb iria dormir assim... Deitei em minha cama e ele no colchão e ficamos relembrando as farras na faculdade, relembramos os casos, falamos da mulherada que pegávamos, e lembramos que pra mim aquilo seria só história a partir daquele dia... Quando percebemos já era quase 2:00h, em menos de 8 horas eu teria que estar no cartório, então apaguei a luz e fomos dormir... Embora eu estivesse cansado, sob efeito de alcool, a ansiedade não me deixava dormir, ficava pensando no casamento, depois vinha aquela imagem do Danilo, que estava dormindo logo ali do meu lado, só de cueca... Comecei a escutar um barulho, parecia que o Danilo estava brincando com o pau. Fiquei quietinho fingindo que estava dormindo... o safado estava batendo punheta mesmo... acendeu a luz e eu fiquei com os olhos fechados, fingindo dormir profundamente, ele se levantou e foi até a mala dele e pegou uma peça de roupa (depois fui ver que era uma meia) e voltou para o colchão... Ele pegou a meia para limpar a porra, porque ele ia usa-la para limpar a porra... Danilo apagou a luz e eu continuei a fingir que dormia... Agora o cuspe que estava lubrificando o seu pau estava deixando mais claro que ele estava batendo uma punheta mesmo, mas eu continuei fingindo que dormia... Depois de uns 3 minutos que ele havia apagado a luz, ele a acendeu novamente... ele queria me observar, e eu continuava fingindo que estava dormindo... após bastante me observar, ele resolveu ousar um pouco mais... passou a mão de leve em minha bunda, que estava virada para ele, eu me mexi de propósito e ele apagou a luz na mesma hora, aproveitei e mudei de posição, fiquei agora de frente para ele, mas continuei a fingir sono profundo... depois de alguns minutos ele ligou a luz de novo e continuava na punheta, resolveu tentar de mais uma vez, e passou a mão de leve no meu pau e tirou imediatamente... continuei fingindo que dormia, dessa vez não me mexi, mas não consegui evitar a ereção... dessa vez ele não apagou a luz, ficou vendo o meu pau crescer e a minha cueca ganhar volume... como continuava "dormindo", ele resolveu ousar ainda mais... colocou a mão em cima do meu pau que já estava dura como uma pedra, e continuou a sua punheta... Não aguentei mais de pressa coloquei a minha mão em cima da dele com força e segurei a mão dele... ele ficou branco e sem reação...e eu também... depois daquilo não sabia o que fazer... foi aí que ele falou: Ricardo, pelo amor de Deus me desculpe! Nõ sei onde estava com a cabeça, acho que é o efeito do alcool, e faz tempo que não saio com nenhuma garota, por favor, me desculpa e não fala pra ninguém, por favor... Não sei o que deu na minha cabeça, mas ao invés de simplesmente falar: Ok, acabou aqui e não vamos mais falar nisso! Eu disse, já que começou, porque não acabar? Ele disse: acabar o que? A punheta, que vc estava batendo... E se você estava com a mão no meu pau, é porque você tava querendo pegar, agora bate uma pra mim também... Ele disse, mas cara, isso é loucura de bêbado, não sou gay, eu gosto de mulher... Eu disse: Eu sei, eu também não sou gay, e vou me casar hj, mas agora eu quero experimentar essa sensação que está me deixando louco... De fato o meu pau estava duro como uma pedra, mas o dele tinha amolecido pelo susto, mas quando disse isso, percebi o pau dele crescer novamente... Quando eu vi aquele pau crescendo de novo, não consegui resistir... meti a mão, era o pau mais bonito que eu vi na minha vida... Desci para o colchão e começamos a bater punheta um para o outro com um tesão que nunca havíamos sentido... Não fazia nem 2 minutos que estávamos nos pegando e eu queria mais... propuz um 69... Danilo nem respondeu, só se virou e abocanhou o meu pau... sem perder tempo fiz o mesmo e devorava aquele cacete que com muita dificuldade se acomodava em minha boca... Gostaria de dizer que ficamos muito tempo nos devorando, mas fazia muito tempo que não gozava, estava guardando para a minha lua de mel... não demorou nem 5 minutos e eu gozei na boca do Danilo, nem deu tempo de avisá-lo... o Danilo se assustou e tirou a boca, cuspindo no chão... pedi desculpa para ele e ele falou que tudo bem, mas que também iria gozar... Pedi para ele não gozar em minha boca e ele rapidamente se virou e deu vários jatos de porra no meu peito... Ficamos parados como que em choque, por alguns minutos... Até que eu quebrei o silêncio: Isso aqui, não aconteceu... Não era para acontecer... E não vai se repetir... Ok? o Danilo só concordou com a cabeça, nos limpamos e fomos dormir... CONTINUA...

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Fodi meu priminho

Olá galera. Me chamo Luan e esse é meu primeiro conto aqui. Sou bisexual, tenho 22 anos, 172 cm de altura, corpo atlético por conta do futebol, moreno claro, olhos e cabelos castanhos claros. O que vou relatar logo à seguir aconteceu comigo no feriadão da independência. No início do mês, já visando a chegada do feriado e afim de curtir, pois à dias não saía, resolvi marcar uma social na chácara do meu pai que fica mais afastada da cidade e minha família pouco usa. Passei um zap para meus amigos mais próximos, entre eles o meu primo mais novo que se chama Igor. Ele ficou com receio de aceitar pois mora em outra cidade e tava com preguiça de viajar, mas depois de muito insistir ele acabou cedendo. Todo mundo tava bastante animado e passamos a semana toda combinando os detalhes. No dia 06/09 fui buscar o Igor na rodoviária, era por volta de 6:30 da noite quando ele chegou. Coloquei a mala dele no carro e de lá já fomos direto para a chácara pra deixar tudo em ordem para quando o restante do pessoal chegasse no outro dia. Assim que chegamos conferimos se as bebidas estavam gelando e limpamos a piscina. Depois que tudo estava pronto demos um mergulho e fomos nos acomodar pois o Igor queria descansar. Escolhi um quarto com duas camas de solteiro pra gente dormir e depois de deitados começamos a conversar. Falamos muita bobagem até que começamos a falar de sexo. Ele perguntou a maior loucura que eu já tinha feito, daí contei pra ele do dia que meu amigo me flagrou comendo uma novinha no vestiário depois de uma partida de futebol e acabou participando da foda também. Percebi o clima mudando entre nós. Ele é bonito, fez 18 anos no final de agosto, tem por volta de 165 cm de altura, corpo em forma. Já tinha me atraído por ele algumas vezes mas achava que era só uma amizade forte, coisa de primo e tal. Percebi que não era naquela noite. Tava gostando do papo mas tava com medo de assustar o garoto então pra quebrar o clima zuei quando ele me falou que brochou com uma garota do colégio. Demos muita risada e depois disso dormimos. Na manhã seguinte, mais ou menos 8:30 da manhã, acordei com o Igor mechendo na mala procurando algo pra vestir mas continuei deitado. Percebi que ele já tinha tomado banho pois estava com a toalha enrolada na cintura. Derrepente, sem perceber que eu estava acordado, ele tirou a tolha e ficou completamente pelado. Meu pau ficou duro igual pedra no mesmo instante que eu vi aquela bunda redondinha me convidando pra pegar nela. Logo em seguida ele vestiu uma sunga azul e antes que ele virasse de frente pra mim, fingi que ainda estava dormindo pra tentar controlar o tesão. Só pude levantar da cama depois que o Igor saiu do quarto, pois eu não conseguia parar de pensar naquele cuzinho gostoso e meu pau não baixava. Tranquei a porta do quarto e fui pro banheiro pra dar aquela aliviada. Tomei banho e quando saí alguns dos meus amigos já tinham chegado. Começamos a beber e assar carnes e assim o dia foi passando. Quase não tive contato com o Igor por que ele tinha se enturmado com meus amigos e quase não saía da piscina. Ficava olhando pra ele de longe e não parava de pensar nele sem aquela sunga. No finalzinho do dia uma pequena parte da galera já tinham ido embora, os que ficaram decidiram passar a noite e ir embora no outro dia. Continuamos bebendo e se divertindo bastante, quando percebi já tinha bebido além do que eu podia. Era por volta de 11:30 da noite quando me despedi dos meus amigos e fui me deitar. Entrei no quarto que eu tinha dormido com o Igor na noite passada e ele não estava. Voltei na área da piscina pra procurar ele e todo mundo falou que ele tinha falado que ía descansar. Procurei ele nos outros quartos e encontrei ele no quarto onde tem uma cama de casal. - Porque veio dormir aqui? - Não tava conseguindo dormir lá por causa do barulho. Esse quarto é mais afastado. Eu já tava chapado então nem insisti pra voltar pro outro quarto. Me joguei do lado dele sem ao menos tirar a sunga molhada. Dormi por uns minutos e acordei com o Igor me empurrando. - Vai tomar banho vei. Tu tá molhando a cama. Tira essa sunga. Tirei a sunga sem pensar duas vezes. - Tá bom assim? Ele me olhou assustado e em seguida caíu na gargalhada. - Vai tomar banho man. Sério. Levantei e comecei a dançar e balançar meu pau pra ele. Ele não parava de rir daí pulei na cama novamente e fiquei tentando fazer ele pegar no meu pau, ele só ria, tentava fugir de mim mas percebi que ele queria por que as vezes ele pegava e segurava. Parei antes de ficar de pau duro e fui pro banheiro. Tava cheio de tesão e enquanto tomava banho fiquei lembrando do Igor pelado, queria muito foder aquela bundinha mas tinha medo de chegar nele e assustar. Antes de sair do banheiro fiquei pensando em algo pra atiçar ele. Lembrei que um dia ele ficou de pau duro quando me viu pelado pela primeira vez então ficou mais fácil. Saí do banheiro só de toalha e com o pau meia bomba e fui direto pra cama. - Ué, não vai se vestir? - Só se você quiser. Tô morrendo de calor. Claro que ele sabia que eu tava mentindo. O ar-condicionado tava congelando tudo. Mas mesmo assim ele concordou. - De boa, só não encosta em mim. Ele começou a rir novamente e pra entrar no clima arranquei a toalha fora e entrei debaixo da mesma coberta e já fui agarrando ele por trás. Ele ria e tentava me afastar. Meu pau ficou duro rapidinho encostando naquela bundinha empinada de cueca. Em pouco tempo ele já tava deixando a bunda coladinha no meu pau e quando percebi que ele tava de pau duro também já fui tirando a cueca dele. Comecei a bater uma pra ele enquanto metia meu dedo no cuzinho dele. - Nossaaa, dói muito. - Quer que eu pare? - Não, continua. Meti mais dois dedos e ele começou a gemer alto, quando vi que ele ía gozar parei. - Tô quase gozando, continua. - Quero gozar junto com você. Levantei, me enrolei na toalha de novo e fui no outro quarto onde estava minha mochila. Peguei os lubrificantes que tinha levado e voltei. Enquanto enchia meu pau de lubrificante o Igor não parava de me olhar. - Não vou aguentar. Nunca dei pra ninguém vei. Tu vai me arrombar com esse pauzão. Meu pau não é tão grande, tem entorno de 18 cm. - Depois de entrar tu não vai querer que eu pare. Vai gostar. Confia em mim. Ele deitou de costas pra mim, passei lubrificante no cuzinho dele também e comecei metendo devagar. Ele quis fugir mas eu segurei. Quando meu pau tinha entrado a metade ele já tava gemendo muito então pedi pra ele fazer menos barulho pra ninguém ouvir. Pedi pra ele ficar de quatro e fui aumentando a velocidade aos poucos até ele se acostumar. Depois fui metendo gostoso e ele só gemia até que ele gozou sem nem tocar no pau dele. - Que delicia. Nunca tinha gozado assim. Depois joguei ele na cama, deitei por cima e comecei a beijar ele. Eu tava com muito tesão então encaixei meu pau no cú dele e continuei metendo. Ele tava delirando de prazer e meu tesão só aumentava. Quando avisei que ía gozar ele me puxou e me beijou. Gozei muito dentro dele. - E aí, gostou? - Doeu muito, mas gostei de gozar com o pau dentro. Depois ele levantou e foi tomar banho. Quando olhei no celular já era mais de 3:00 da manhã então agarrei no sono. No outro dia ( 08/09) a gente ficou até o meio dia na chácara. Depois que meus amigos tinham ido embora eu e o Igor fomos pra minha casa, ele ía ficar lá porque a volta dele tava marcada apenas pro dia 09/09. Depois do que tinha acontecido a gente ficou meio esquisito um com o outro, jogamos videogame e fomos no shopping mas ainda tava aquele clima estranho. Antes de dormir a gente assistiu uns filmes e do nada o Igor começa alisar meu pau por cima do short. Não resisti e meti nele a noite toda. No outro dia fui deixar ele na rodoviária e ele disse que vai rolar muito mais.

Cobrador ficou excitado no ônibus e eu aproveitei a chance

Essa história sempre me excita bastante pois, além de ter sido uma situação deliciosamente inusitada, envolve um fetiche que eu tenho por pés. Era um domingo bem quente aqui em Belém, e eu estava na casa de um amigo e precisava ir pro centro. Apesar de não ter muito trânsito aos domingos, os ônibus demoram bastante pra passar, então resolvi pegar qualquer um pra descer em um lugar mais movimentado e assim pegar meu ônibus mesmo. Subi em um ônibus com poucas pessoas. Geralmente sento no fundo pra ver se rola alguma putaria, mas dessa vez algo me chamou atenção. O cobrador era um cara branco meio bronzeado, com seus 35 anos, uma cara de safado, aparentemente um peitoral definido e barriga de cerveja, bem estilo paizão hétero. Como se não fosse suficiente, ele tava com a calça social (do uniforme) levantada até os joelhos, sem os sapatos e meia, com uma perna dobrada, fazendo com que a sola de um dos pés ficasse bem próximo de quem sentasse na cadeira que vem logo em seguida ao banco do cobrador. Resolvi sentar lá mesmo, fingindo que estava procurando alguma coisa na mochila. Olhei pra ele, ele continuou mexendo no celular normalmente enquanto eu me ajeitava na cadeira. O cara devia calçar uns 42 e tinha uma sola maravilhosa, fiquei de pau duro na hora. Mexi na minha mochila de novo e deixei cair minha chave, e quando levantei pude passar meu rosto bem pertinho daquele pezão quase que tocando. Deu pra sentir aquele leve cheiro de macho. O cobrador se mexeu, daí eu pensei "É, ele sacou que eu sou viado e vai sentar lá pra frente, já que não tá entrando ninguém". Pois pra minha surpresa ele colocou a perna que tava dobrada em cima do banco da janela do meu lado, ficando com a mala toda pra minha direção. Por a calça do uniforme ser preta, pouco dava pra ver a mala marcando, mas percebi que ele tava provocando. Eu comecei a secar descaradamente, e quando eu já ia encostar naquele pé que tava do meu lado ele se vira e atende o celular. Pela conversa percebi que estava falando com a namorada/amante em uma conversa bem safada. No meio da conversa comecei a perceber o volume dele crescendo, pois ele tava quase deitado na cadeira dele com os pés na roleta, realçando bem o malão. Ele nem apertava nem nada, o bixo começou a crescer involuntariamente. Entraram duas pessoas, ele desligou o celular, se ajeitou pra girar a roleta, mas disse pros dois descerem pela frente. Nisso ele coloca de novo o pé na cadeira do meu lado, e vira de pau duro pra mim, mas mexendo no celular. Encostei o braço no pé dele e fiquei roçando, até que ele resolveu olhar. Mordi os lábios e olhei pra mala de novo e ele deu um apertada marcando bem a rola. Caralho faltei morrer. Ele olhou pra frente vendo se alguém tava olhando, e apontou pro pau dele. Eu disfarçadamente taquei a mão naquela mala gostosa. Aí que fui perceber que só havia eu e os dois que tinham entrado no ônibus. Tirei a mão e perguntei "Onde é o final da linha desse aqui" "Na Federal" ele falou continuando com a cara de safado. Já tava chegando no fim da linha, então resolvi ficar no ônibus e ver no que ia dar. Ele se levantou pra ir fechando as janelas, e quando voltou encostou a rola no meu braço fingindo que tava mexendo na gaveta do dinheiro. Levantei a mão e fiquei apertando bastante, ele tava gostando muito por sinal. "Espera um pouco, e me segue quando descer" ele falou. Meu corpo esquentou na hora. O ônibus parou, desci e fiquei mexendo no celular, mesmo sendo muito perigoso por ali no domingo (o que a gente não faz por um macho rs). Vi pra onde ele foi e fui seguindo ele, achando que ele ia entrar em algum lugar. Pra minha surpresa ele ficou parado entre dois ônibus bem atrás de uma árvore (ficam vários ônibus parados no terminal da federal, e o movimento era quase zero). Eu cheguei perto dele e nem falei nada, já fui pegando no pauzão dele pela calça social, ele sem pensar foi retribuindo a mãozada na minha bunda. Fiz gesto pra abrir o cinto e ele me parou. Andou um pouco pra frente, olhou pros dois lados e voltou já abrindo a calça. Era um pau grosso, torto pro lado, com uma cabeça linda bem rosada. Nem me agachei, só me curvei e já cai de boca naquela rola gostosa. Ele aproveitou pra meter a mão dentro do meu short e ficar apertando minha bundinha. O pau era muito gostoso de chupar, ordenhava bastante enquanto sugava, sentindo bem a grossura daquele macho. "Não posso gozar cara" ele falou. Fiquei "Égua, um macho não querendo gozar", daí ele me mostrou a mensagem de um contato chamado "2". Safado, tava falando com a amante mesmo hehe. Respeitei, mas chupei mais um pouco e cheirei bastante aquele saco de macho suado. Ele levantou meu rosto com a mão, e foi guardando o pau já. "Baixa o short e roça aqui" ele pediu. Assim fiz. Rocei minha bundinha carnuda naquele pau pulsando dentro da calça. Era uma delícia sentir aquele grossura na minha bunda sem nenhuma roupa. Ele beijou meu pescoço, deu um tapinha na minha bunda, levantou meu short e disse pra eu ir indo na frente. Fui, e peguei logo o ônibus que tava passando. Tava só o cheiro daquele macho, resolvi ir logo pra casa e bati punheta muitas vezes pesando nessa situação. Espero que tenham gostado ;)

Papai saiu e eu transei com o mecânico!

Olá meninos meu nome e Paulinho conhecido por "nino tesão"... este conto aconteceu e é pura verdade! mesmo que muitos dividem eu tenho uma vida sexual bastante ativa mesmo sem meu papai saber! moramos no interior de São Paulo e meu pai trabalha fora e fica 15 dias fora e 1 semana em casa depois volta de novo! Aconteceu que em minhas férias eu resolvi passar com minha mãe, naqueles dias eu tinha avisado alguns contatinhos meus que eu iria ficar uns dias fora! ajeitei minhas malas... meu pai ajeitou o carro e eu tomei um banho bem gostoso, pus um shorts um pouco mais curto do que uso quando meu pai tá em casa! ajeitei minhas calcinhas que amo usar bem secretamente na mala... pus uma camiseta da hello Kitty... Meu pai quando me viu... olhou... olhou... e eu perguntei: - que foi pai? - nada não Paulinho, acha que isso e roupa pra um garoto? - ah pai não tem nada demais! - tudo bem... vá pro carro que nos já partiremos! com certeza aquelas não eram roupas de um garoto, afinal era um shorts justinho e muito acima do joelho mas não entrava no meu rabo! sob olhares desconfiados do papai partimos! passamos por várias cidades e cada vez que íamos comer alguma coisa meu pai não me deixava sair do carro! com certeza não queria que a rapaziada me visse daquele jeito!! pelas fotos no meu álbum deste site vocês vão saber o porquê né kkkk .. Mas ocorreu que no caminho aconteceu um problema no carro, parece que o rolamento estourou mas não aconteceu nada com a gente! meu pai entrou em contato com a empresa da estrada que veio com reboque nos levar a um mecânico mais próximo! eu permanecia no veículo e só desci quando chegamos no mecânico e o carro foi descido do reboque!! chegamos em uma oficina muito simples mas segundo o que o cara do reboque disse pro pai era um bom mecânico! eu desci do carro e o mecânico saiu lá de dentro! quando vi aquele rapaz, meu coração quase saiu pela boca... lindo peludo, olhos castanhos, alto ,180 de altura acho... braços fortes uuuuhhhhmmmm só de lembrar me dá até tesão! não consegui disfarçar meu olhar pra ele... mas eu precisava disfarçar... meu pai conversou com ele sobre o serviço e ele veio ver o carro! Quando me viu, me olhou de lado dos pés a cabeça... -oi menino tudo bem? - Oi tudo sim e você! - muito bem TBM! então ele deu o orçamento mas nao pode aceitar cartão já que a máquininha dele tava sem conexão! então meu pai chamou um táxi e se dirigiu ao banco para efetuar um saque! o mecânico empurrou o carro pra dentro da oficina e lá começou a trabalhar! eu entrei e fiquei ali parado com minhas coxas de fora, minha bunda toda empinada e me desmanchando de vontade daquele mecânico hummmmm .. -Qual e seu nome garoto? - Paulinho e vc? - eu me chamo Gilson! - muito prazer Gilson! - o prazer e meu Paulinho! então ele levantou o carro com o macaco e foi pra baixo olhar... em seguida ele me chamou: - olha aqui Paulinho tá solto a roda! - aí Gilson eu não vou deitar aí... tô limpinho! então ele se levantou e abriu o capô do carro e falou: - vem cá vou te ensinar algumas coisas! nossa aquele rapaz tava me deixando louquinho de tesão... eu cheguei perto dele e ele me pôs na frente dele e começou a mostrar o motor, recepiente de água... e de repente uma das mãos dele deslizou na minha cintura e ele me deu uma pegada... eu me arrepiei todinho e falei: - ai Sr Gilson o que é isso??? - calma garoto só tô te ensinando algumas coisas! Fazendo isso ele me pegou com outra mãos e me puxou pro corpo dele fazendo minha bunda ir lá pra trás e eu fiquei apoiado no carro! - Pare, pare pare Sr Gilson se não meu pai chega e daí?? - relaxa Paulinho o banco e longe e seu pai vai demorar porque hoje tá lotado! então eu relaxei e deixei suas mãos deslizarem pelo meu corpo! pus minhas mãos por trás e puxei ele pelo quadril empurrando o quadril dele contra minha bunda... esfreguei meu rabo no caralho dele... dava pra sentir que tava tudo... então ele se sentou num sofá, abriu o zíper da calça e tirou o caralho pra fora!! eu fui até o meio das pernas dele e comecei a lamber a cabecinha do pai dele, desci com a língua até o saco dele depois subi e abocanhei o caralho dele! eu alizava o corpo dele com as mãos enquanto chupava bem devagarinho deixando aquele homem gemendo de tesão... - ahhhhh Paulinho que delícia de boquinha.. mama vai... eu nem falava só queria chupar naquela hora... eu amo chupeta ainda mais com um gato daquele... Até me esqueci da hora e naquele sobe e desce engolindo o cacete do Gilson eu delirava pois o cacete dele era bem cabeçudo e bem cumprido... então ele tirou a camisa enquanto eu chupava, eu puxei a calça dele pra baixo e me levantei... desabotoei meu shorts e desci até o chão tirando ele por completo... abri as pernas e subi no colo dele de frente pra ele... enchi minhas mãos de cuspo e passei na cabecinha do pau dele e introduzi na entrada do meu cu! Ele segurou minha cintura e eu relaxei e ele puxou pra baixo... Aquele cacete entrou arrebentando as pregas do meu cu... doeu pra caralho... mas eu tava com tanto tesão que eu não queria parar... mesmo eu com dor no cu eu gritei: - aaaaaiiii caralhoooo, aí meu cuuuuu... aaaaaahhh tá me rasgando Gilson... aaaaaahhh.... - quer que eu pare Paulinho? - não... não pare... não pare por favor... me fode... me fode enquanto papai não vem! vai fode meu amor fode!!! aaaaaaaaa... comecei a subir e descer naquele cacete e mesmo doendo a dor foi desaparecendo e a vontade de dar o cu voltou com tesão de cadela! comecei a cavalgar no colo daquele mecânico gostoso... ele virava meu rosto e nos beijávamos na boca de língua enquanto eu pulava no pau dele... Então ele me puxou e me pôs apoiado no capô do carro do meu pai, com o rabo lá atrás empinado de pernas abertas! -ah Paulinho... hoje vc vai levar bem gostoso no cuzinho sua putinha safada... tá gostando tá? fala que tá fala!! falaaa... - ai Gilson... você e muito gostoso seu safado, tá se aproveitando de mim né??? não aguentou me ver né??? tava querendo me comer desde que me viu né seu safado??? - sim Paulinho... tava sim... até menti que a máquininha não funcionava pro seu pai nos deixar sozinhos kkkkk eu queria fude o filhinho dele... que tava na cara que é uma puta biscatinha com essa roupinha! - oooommmm excelente plano seu safado... então vem... vem né mim meu tesão de macho!!! ele se posicionou atrás de mim... me pegou por um lado da bunda e colocou a cabecinha que foi deslizando pra dentro!!! -aaaaaaaaaaiiii Gilsooooonnn aaaaaahhh... aaaaaahhh aí seu filho da puta... aaaaaahhh... mete tudo caralho, mete tudo... vai, vai, vaaaaaaiii - toma sua putinha toma, toma biscatinha toma... toma tudo na bunda toma!!!! ele começou a socar com força, me apertava a bunda, me dava cada tapão no rabo e metia, metia, metia muito... eu naquele vai e vei delicioso, que foda gostosa só escutava o "paf paf paf paf paf" das coxas dele batendo na minha bunda.... quando ele dava uma parada pra respirar eu encostava o rabo no saco dele com o pau atolado no meu cu e rebolava nos pentelhos do saco dele... sentia os cabelos do saco dele lixar minha bunda... aaaaaaaa que delícia e então ele começava de novo nas bombadas sem dó da minha bunda!!! até que então ele foi ficando ofegante e não conseguiu aguentar... -ai Paulinho... hummmmm não vou aguentar... eu tô quase gozandoooo!!? - aí Gilson goza dentro do meu cuzinho vai... enche o meu cuzinho de porta que eu quero me sentir puta! então ele continuou a socar bem forte... até que ele apertou minha bunda com as mãos e eu senti lá dentro do meu cu aquele jato quente de porra... nossaaaa que loucura nós fizemos!!! ele tirou o caralho e a porra derramou pra fora do meu cu e deslizou pelas minhas pernas... ele sentou no sofá completamente exausto e suado! eu sentei no colo dele e começamos a nos beijar de língua bem gostoso e demorado! estávamos muito satisfeitos com aquele sexo gostoso! até que olhei pro meu corpo cheio de marcas de mãos na cintura, na bunda, nas coxas, nos meus peitinhos... eu tava completamente sujo de graxa! - e agora Gilson? se meu pai ver isso ele vai matar na hora o que aconteceu aqui!! - corre ali no banheiro e tome um banho rápido!! fui no banheiro e tomei meu banho! fiz questão de limpar as marcas que mais apareciam mas algumas eu deixei kkkkk as da minha bunda, da minha cintura eu deixei pra quando eu chegar na casa da mãe eu ficar peladinho e lembrar dessa foda gostosa! bom gente este e meu conto de hoje! mas eu garanto que aconteceu mesmo! podem mandar mensagem aqui no site que eu respondo a todos! beijos do seu NINO TESÃO!

Meu cunhado me deixa doido de tesao

Olá. Estou de volta para contar como comecei a fazer sacanagem com meu cunhado. Desde que minha irmã casou com o Beto e que eles passaram uma temporada em casa após o nascimento da minha sobrinha eu comecei a sentir tesao por ele. Certa vez de madrugada fui tomar agua e ele estava na cozinha. Só com um short de jogador de futebol um pouco pequeno pra ele que marcava a rola que parecia ser grande. Desde então não tirava ele da cabeça. Em um feriado prolongado, todos foram pra casa de parentes no interior exceto ele e eu pois trabalharíamos no sábado. Sem minha irmã por perto ele aproveitou pra tirar o atraso dos amigos de boteco e chegou em casa chapado. Eu estava deitado na minha cama e no meu quarto tem um sofa ao lado da cama. Ele se jogou no sofá pra conversar comigo e em menos de cinco minutos já tava roncando. Ele deitado de barriga pra cima e não podia deixar de reparar aquele volume na calça dele. Criei coragem e comecei alisar e dar uns apertoes. Aquela rola começou crescer e resolvi ousar mais e liberei a aquela rola. MEU DEUS..... muito grossa. Como eu imaginava. Era daquelas pesadas com duas bolas gigantes.. imediatamente enfiei na boca sem pensar em nada..chupei inteira. Lambia as bolas. Batia com ela na minha cara. O ronco cessou e ouvia um sussurro, quase um gemido. De repente ele acorda e pergunta que porra eu tava fazendo. Ele tentava tirar minha mão e boca e eu continuava a insistir. Como ele tava sem força pra reagir por causa da bebida ele falou. Vai caralho. É rola que você quer? Então chupa essa porra. E me fazia engolir tudo socando com raiva. Eu estava adorando tudo aquilo e quando percebi que ele ia gozar tentei sair mas ele disse que não. Se eu queria rola eu teria que tomar a porra toda e deixar limpinho seu pau. Ele gozava e gritava como se estivesse fudendo. Me chamava de viado filho da puta. Estava adorando isso e pedia mais rola. Quando acabou de gozar ele me deu um tapa na cara e falou. Você é foda. E virou pra dormir. A noite pedimos uma pizza . ... e conversamos a respeito e ele disse que nunca mais eu fizesse isso...que só deixou porque tava bêbado e queria se livrar logo. Eu prometi que nunca mais faria.. mas ele resolveu dormir no mesmo quarto que eu... aí já viu né? Depois de prometer que eu não faria aquilo de novo e ele se justificar com a cachaça, fomos dormir. Ele estava dormindo no quarto mais próximo do banheiro e de madrugada fui tomar água e ir ao banheiro e quando passei pelo quarto que estava com a porta aberta e a luz do poste da rua iluminava um pouco o quarto, não pude deixar de admirar aquele pacote na cueca. Estava indo embora mas percebi que ele roncava forte e achei que podia arriscar e pegar naquela rola de novo... cheguei bem perto me abaixei e passei a mão devagar. À medida que alisava e ela crescia, resolvi tirar pra fora aquela jeba grossa. Diferente da outra vez comecei chupando devagar pra não acorda lo e me aproveitar mais que da outra vez. Resolvi arriscar e chupava tbm as bolas. O ronco parou e já pensando no que aconteceu da outra vez aumentei o ritmo das chupadas. Olhava aquele monumento duro feito rocha e decidi que ia sentar naquela pica de qualquer jeito. Fui ao banheiro e melequei meu rabo com condicionador e voltei pro quarto. Sua rola já tinha amolecido e voltei a chupar com tesao. Quando ela estava apontando pra cima fui bem devagar encaixando a rola no meu cu e sentando devagar pra aproveitar cada momento. Quando senti as bolas encostarem no meu rabo comecei a subir e descer devagar e de repente sou empurrado pelo meu cunhado. Sai de cima e ele levantou da cama com a pica apontando pra cima. Só senti um tapa no rosto e ele gritou : de novo isso???? Pedi desculpa e disse que não resisti e que queria muito que ele me fodesse . Implorei pra ele e depois de um bom tempo me xingando e negando porem sem guardar a rola dura tentei uma última cartada e fique de quatro na cama piscando meu cu pra ele. Ele foi chegando perto e de repente sinto sua mão abrindo minha bunda e encostando a cabeça da rola na portinha. Ele enfiou de uma vez só e dei um grito logo abafado pelo tapa na minha bunda. Ele fodia como um animal e minha cabeça batia na cabeceira da cama. Cada bombada me deixava mais sedento e de repente vi que eu estava gozando sem ao menos ter batido punheta. Ele urrava e gritou que ia gozar e queria gozar na minha cara. Tirou seu pau e bateu uma punheta até soltar aqueles jatos de porra na minha cara deixando ela toda lambuzada. Ainda chupei seu pau até amolecer. Subi sua cueca e dei um beijo por cima e avisei que quando ele quisesse eu estaria no quarto do lado. Ele não respondeu nada e foi ao banheiro. Fui pra minha cama e cinco minutos depois ele chega no meu quarto e diz: Seu cuzao... chega mais pra lá porque você sujou toda a cama de porra. Eu nao vou dormir em cima de porra..... .. Mas nem tente nada durante a noite... quero dormir. ... Se você for bonzinho te fodo de manhã porque acordo num tesao lascado.. Fui um bom menino até ele acordar....

O paizão da natação queria era pica

Eu e meu marido começamos fazer natação recentemente em uma academia aqui da cidade, estamos fazendo no penúltimo horário da tarde, geralmente são pessoas mais velhas e crianças. No nosso horário tem mais 4 mulheres, 1 guria e 3 homens, contando com nos 2, somos no total 10 alunos. Depois de algum tempo descobrimos que um dos homens era marido de uma das mulheres e pai da guria. Com o passar dos dias começamos a perceber umas olhadas diferentes pra gente, ficava encarando, e quando parávamos para descansar, ele sempre parava do nosso lado, normal até então, nós não tínhamos maldade nenhuma, até porque ele era casado e a esposa e a filha estavam nadando do nosso lado. Ele é alto, bem forte devido aos anos de natação, tem uma cara de bravo, uma barba grande, e o melhor uma rola cheia de pelinhos branquinhos e uma buna deliciosa, bem redondinha, daquelas que chama atenção. Depois da aula de natação a gente sempre vai tomar uma ducha, e aqui no vestiário tem uma fila de duchas sem divisórias nem portas, esse é o nosso horário preferido, que delícia, pois sempre ficamos observando os caras tomar banho totalmente pelados, aqueles costas largas, ombros largos, braços enormes, devido a natação, esses membros sempre crescem bastante, sem contar naquelas picas gostosas do nosso lado, aquelas coxas bem grossas, aquelas bundinhas redondinhas, a maioria nem tem muito pelo. Sempre somos os dois últimos a sair, de vez em quando chegava uns caras atrasado para o último horário, e nós ficamos lá no chuveiro enrolando, passava sabonete 3 vezes, lavava a cabeça umas 2 vezes, e ficamos curtindo aqueles machos heteros tomando banho peladinho do nosso lado, quando nosso pau ficava duro, a gente se abaixava, fingindo lavar o pé hahahaha. Começamos a perceber que o paizão também ficava enrolando no banho, quando um cara saia ele ficava manjando as rolas, olhava de canto de olho, e era sempre o último a sair antes da gente. Ontem segunda feira, quando estávamos tomando banho, começamos a prestar mais atenção nele, cada homão da porra que entrava ou saía do chuveiro ele ficava manjando as rolas. Ele começou a lavar muito a bunda, e ficava de quatro virado pra nós dois, começamos a olhar e como ele era branquinho, tinha um cuzinho bem rosadinho, e pra completar o safado tava com o cuzinho todo depilado, lisinho, passava sabonete e quando ele lavava dava pra gente ver certinho aquele rabinho gostoso, parece que ele tava provocando, aquele paizão queria pica naquele rabo gostoso, ficava de quatro virado pro nosso lado, aquela cena mexeu com nossa imaginação, vendo aquele cuzinho rosadinho nosso pau deu sinal de vida, a gente não ia dispensar aquele cuzinho gostoso do paizão né. Eu fiz sinal do pro antônio e sai primeiro que ele, passei do lado dele, minha pica já tava meia bomba, e fui me enxugar. O antonio ficou observando e me contou depois que ele ficou manjando minha pica tambem, como ja tava bem dura, com aquela situação. Eu comecei a me enxugar e mostrando bem minha rola dura pra ele, ele começou a encarar descaradamente meu pau, eu gostando de me exibir, comecei uma punheta de leve, ele não tirava o olho. Ficou fácil pra gente perceber que ele queria mesmo levar rola. O Antônio passou por ele que ficou olhando, também tava de pau duro, chegou perto de mim e me viu punhetando e já caiu de boca na minha rola. Ficou ali mamando e o paizão olhando nós dois, não demorou muito e ele foi chegando perto, com aquela cara de bravo, de macho alfa. Eu só fiz sinal pra ele e perguntei se ele queria mamar também. Era isso que ele queria mesmo, ficou de joelhos no chão mamando minhas bolas enquanto o Antonio chupava meu pau, começaram a revezar, e eu explodindo de tesão. Tava louco pra fuder aquele paizão com cara de marrento. O Antônio levantou começou a me beijar e pediu no meu ouvido se podia chupar a pica do paizão, eu só balancei a cabeça e ele começou a mamar o paizão, vendo aquela situação, meu marido mamando uma rola gostosa e o cara mamando a minha, fiquei louco, tirei meu pau da boca dele e fui em direção aquele rabinho gostoso, comecei a meter a lingua, e ele começou a gemer. O safado gostava mesmo de uma linguada no cuzinho, deixei aquele cuzinho bem molhadinho e fui colando a cabeça da minha pica na portinha, ele gemendo enquanto o Antônio chupava a rola dele, e eu forçando a entrada, até que meu pau entrou todo, ele deu um gemido alto de tesão e gritou: SOCA TODA ESSA ROLA NO MEU CU, CARALHO, eu só obedeci e mandei ver, comecei a bombar bem forte e o puto adorando leva pica no rabo. Então resolvemos revezar aquele rabão gostoso. O Antônio passou a fuder o cuzinho dele que ja tava bem largo, e eu dei minha rola pra ele chupar, depois de bombar naquele cuzinho, o Antônio anuncia que quer gozar e então fala: João, puto tem que levar porra na cara né!!! e eu respondo: então vem cá e vamos dar o que ele merece. Nós dois ali na frente daquele paizão marrento, que nessa hora já tava bem mansinho. Nossas picas pulsava de tanto tesão, começamos a nos punhetar e ele também começou uma punheta de joelhos no chão, logo esporramos na cara dele, no mesmo momento ele gozou num urro de tesão. O Antônio começou a esfregar a porra na cara dele e eu na barba, ele engolia tudo e estava adorando nossa porra, depois de um momento de êxtase, nós dois demos um tapa na cara dele e o Antonio falou: esse rabinho já tem donos, mas também quero sentir essa sua pica gostosa no meu rabo, olhou pra mim e perguntou: posso amor? Eu só respondi: claro, enquanto ele fode seu cuzinho eu me delicio nesse rabão gosoto dele, nos somos parceiros em tudo. hahahahaha. Ele deu uma risada, se levantou e disse: Cara que loucura, nesse momento ele lembrou que a mulher dele e a filha estavam esperando na recepção. Correu no banheiro deu uma lavada na cara e passou por nós dizendo que na próxima aula a gente continua. E nós ficamos ali pelados pensando na foda maravilhosa que tivemos. CONTEM O QUE ACHARAM QUE SEMANA QUE VEM TEM MAIS.

Brincadeiras entre amigos. Início da amizade com Fausto primeira parte..

Olá meus amigos , meio sumido por falta de tempo mais to de volta com minhas memórias de um passado maravilhoso. Bem depois do Gutinho fiz vários amigos na rua onde eu residia , mais sexo era só com o primo Marcelo e Gutinho amigo. Fiz um amigo muito diferentes dos outros um rapaz com seus 15/16 anos super caseiro chamado Fausto , moreno claro magro ,cabelos e olhos castanhos de uma família muito rica , o mesmo Fausto era bem extrovertido e muito simples , começamos uma amizade muito boa sempre o via no portão e sempre era um papo rápido com ele, um dia estará super quente eu nada tinha pra fazer e saí na rua aonde encontrei Fausto sentado no portão e passei e o comprimento e ele logo me chamou . Coe JC está fazendo que de bom ? Fala Fausto, fazendo nada amigo ,um calor insuportável que está fazendo ,estou até com preguiça de andar kkkkkk, Ele : fala não JC pow senta Aki na sombra, Aki está bem frescoo vem bater um papo. Eu na vdd não tinha maldade e nem interesse nele. Então me sentei na calçada, coisa de menino mesmo e ele estava sentado no batente do seu portão ,vestia um short branco de futebol bem larguinho e esses short geralmente tem uma sunga transparente já preso no short, bem ali papo vai papo vem Fausto se abre um pouco e ajeita seu pau no short, me chamou a atenção e logo olhei e vi um pau ainda mole mais imenso e marcando um volume que na vdd estava mole mais parecia q estava duraco, bem minha mente viajou na maldade com meu amigo, e não tirava os olhos daquela imagem, e ouço Fausto me chamando JC,JC o maluco está sonhando é? Comecei a rir sem graça, pois eu viajei com aquela imagem. Bem a hora passou até rápido disse, Amigo vou em casa tomar banho pois já e mais de seis horas da tarde minha mãe deve está já puta comigo, ele fala. Pow JC volta aí amanhã não terei aula podemos trocar ideia até tarde, Falei: pow então tá combinado volto sim. Voltei lá pelas nove da noite após a janta . Chamei ele no portão e ele já veio todo animado. Pow achei que não iria voltar ? Não Fausto eu fiz um tempo pra vc jantar e eu também. Ele: aí fiz uma pipoca doce vai querer? Eu: hum aí sim ,gosto muito . Ele: entra aí JC. Pow meu amigo vou te esperar Aki cara , Fausto fala cor meu amigo pode vim cara minha mãe tá em casa não , já sei está com vergonha ? Kkkkkk. Pow Fausto claro pow não tenho intimidade com sua mae. Fausto fala está de boa minha mãe ao volta amanhã foi na casa de minha vó, chega aí vamos ver tv e comer nossa pipoca. Respondo então está de boa . Sentei no sofá e Fausto logo trás a pipoca, e ali papo vai papo vem vendo um filme qual não lembro o título, mais e bois comemos toda pipoca e conversamos muito coisas banais, coisa de mulekes. Nisso entramos no papo de falar das garotas da rua , e de sexo , Fausto estava muito animado com o papo de sexo , logo percebi o volume qual se formava na sua bermuda, e ele já não mais se controlava toda hora apertava seu pau, e eu sempre de olho.eu já não mais aguentava , e brinquei caralho Fausto já vi que vc precisa de uma buceta aí mano, ele riu e me olhou e disse , posso lhe contar uma coisa?. Eu disse sim claro , ele fala que ainda era virgem que só tocava várias punhetas, comecei abrir da cara dele, Fausto ficou meio bravo , mais logo pedi desculpas alegando que eu era também, Fausto me pergunta se era vdd mesmo e era mesmo , só esqueci de falar que o que não era virgem era meu bumbum,kkkkkk Aí entrei com uma envestida , pow Fausto seu pau pelo visto e.muito grande , e pergunto já mediu ? Pois falo que muitas meninas não aguenta pau grande e grosso não, sabe a medida? Fausto responde, pow JC eu nunca medo nunca passou essa ideia, aí já tive logo uma ideia , quer medir pra matar a curiosidade? Fausto diz vamos pow , e pergunta com que ? Eu : ué com uma régua né o doido! Aí Fausto me levanta e vai procurar uma régua , mais ao levantar eu reparei mesmo o volume imenso que o muleke estava. Nossa muito grande e grosso. Fausto me volta com uma régua média , medindo até 20cm, e me mostra e fala,jc será essa dá ?. Olhei a amigo acho que sim. E Fausto fala vou ao banheiro medir , olho e falo, a tá com vergonha ? Fausto diz pow não , mais fico sem jeito de fazer a medida Aki , pois nunca fiz . Falei ,tudo bem faz onde vc quiser. Fausto mediu e falou pow JC não deu não, não sei fazer, comecei a rir e lê riu junto, falei quer uma ajuda pra medir certinho? Pow cara como ? Falei, Fausto abaixa o short nisso abaixou e ao ficou de sunga, e ali eu olhei o volume e que volume tinha e comentei caralho Fausto seu pau é imenso heim cara. Fausto devagar foi tirando seu pau da sunga e aos poucos eu ali olhando aquela visão , e foi abaixando aos poucos e aos poucos foi aparecendo seu imenso pau, eu olhei e disse segura o pau pra frente que vou colocar a régua pra medir de trás pra frente , Fausto tremia de nervoso e eu ali com coração acelerado, coloquei e vi que passou dos 20cm e falei pow Fausto tá difícil de medir seu cacete certinho amigo, falei Fausto coloca seu pau retinho que aí fica mais fácil de medir ele tentou colocar ele reto mais não conseguiu , aí disse Fausto vou te ensinar como se coloca o pau reto, pow Fausto a caso que tenho que segurar um pouco seu pau, ele falou JC como ? Eu : com a mão ué. Ele me olhou e disse vc que sabe , falei pow Fausto na moral te considero meu melhor amigo isso fica Aki hein, certo? Fausto disse pow JC de boa cara morte Aki, ele fala pow agora estou curioso qual medida têm,. Segurei com toda delicadeza com dois dedos e logo segurei a régua por baixo e logo segurei ele todo logo, e ele segurou na parte da frente do seu pau, ele ficou parado imóvel ali, e eu ali segurando seu pau e apertando e sentindo seu cacete todo quente em minha mão , medi e disse amigo mede 21cm . Fausto disse nossa 21 mesmo? Eu : sim cara e grande mesmo, tínhamos que medir a grossura dele. Fausto fala da com a régua ? Respondi pow Fausto da não pois a régua não dobra, ele olhou pow e agora como podemos medir? Falei pow Fausto , dizem que a boca de um ser humano fechada EA medida exata de 7cm , sabemos que é tudo mentira esse lance de medir com a boca, só que e o que eu mais queria, Fausto disse e mesmo ? Sim cara . Fausto fala mais como vamos fazer isso? Falei se tivesse uma garota por Aki iríamos saber o certo. Aí ele disse aí fudeu, Fausta fala pow JC tô muito curioso queria saber mesmo. Falei, pow tenho uma idéia !!! Fausto fala qual? Eu: pow Fausto se vc tiver camisinha aí dá pra fazer, colocamos a camisinha no seu pau e dá pra tentar na minha boca , vc não se importa né ? Fausto fala , pow JC vc aceita fazer isso por mim cara ? Disse, pow com camisinha tudo bem , somos amigos e não vai sair dali né meu amigo.claro JC .! Vou ver se acho camisinha lá dentro , nisso Fausto volta e fala pow consegui achar não, aí ele fala e melhor deixar pra lá JC, falei pow Fausto como vc e eu nunca transamos podemos tentar fazer sem que vc acha ? Ele falou vamos tentar pow e só medir mesmo nem vai demorar né ! Sim claro Fausto e e só medir ! Fausto vai abaixa o short e fica só de sungas eu sentado olhei e reparei que seu pau estava meia bomba, aí tomei coragem e fui aos poucos segurando e puxando a sunga ora baixe e segurando em seu pau , Fausto ali parado só olhava , eu segurei seu pau envolvendo a mão toda , e comecei a tocar uma leve punheta pra seu pau crescer, e logo já estava em ponto de bala, aí Fausto fala vai fazer ? Falei, vou sim tô só tomando coragem ! Nisso fecho a bica e faço um meio bico com uma pequena abertura , e Fausto vem com seu pau encaixando aos poucos a cabeça eu olho pra cima e Fausto com cara de tarado com um olhar louco, senti logo um sabor salgado na cabecinha de seu pau, e logo ele empurra a cabeça pra dentro de mina boca, ouço Fausto gemer bem baixinho de tesão, e logo coloca mais um pouco pra dentro empurrou o que deu pra colocar segurei com meus lábios aquele pau imenso e grosso, quase não entrou pois senti as laterais de meus lábios esticando por causa da grossura do pau, feira uma afastada na minha cabeça pois me senti sufucado, e ele deu uma leve empurrada novamente , nisso Fausto fala Caraí JC e muito bom o muleke tremeia igual uma vara verde, e logo tira da boca pra não dar Bandeira e Fausto fala e aí deu pra medir ? Respondo pow Fausto acho que não acho que temos que tentar de novo pois quase não consegui abrir a boca toda , Fausto logo fala então vamos de novo ! Olhei e pensei o muleje está pirando de tesão , e assim refizemos de novo a colocação do pau em minha boca, dessa vez eu me fesiquilibrei e guarde caiu no chão e Fausto segura minha cabeça por trás pra eu ao cair e nisso ele empurra o pau todo ou melhor quase todo em minha guela, nossa seu pau já estava todo melado e ele segurando minha cabeça continuou e ele deu uma mexida de leve como se tivesse metendo e eu ali já encostado na parede e ele se mexendo de novo e aos poucos foi se mexendo e logo já vi o muleke empolgado empurrando seu pau de cavalo em minha boca e ainda pede pra mim abrir a boca mais e alisar com língua aí já viu eu me fiz de inocente , deixei o Fausto fazer o que queria em minha boca , dei um pulo disse chega Fausto , vamos parar ! Fausto fala pow deixa rolar JC fica entre nois cara , tá gostoso e eu nunca fui chupado , vai por favor ? Tá ok Fausto ! Nisso já deu de mais inocente a ele , ele veio e pediu abre a boca , abri e ele colocou seu cacete e bem devagar foi fazendo movimentos de metidas e gemendo e gemendo alto mesmo e logo segurou minha cabeça e falou baixinho posso gozar Aki ? Si balancei a cabeça respondendo sim! E assim Fausto comecou a bombar mais e mais e logo já veio um jato de porra e outro e mais outro assim , logo mamei e engoli tudinho. Ele disse cara e muito gostoso isso nossa muito bom. Eu sem graça me fazendo de sem graça. Ele disse pow JC que bom que vc e meu amigo nossa e muito bom ser chupado. Continuação .....

O professor de natação

E aí galera! Tudo bem com vocês? Desculpem a demora para escrever outro conto. Já me apresentei, quem quiser saber um pouco de mim, é só ir ao outro conto :) Há uns 4 meses, mais ou menos, comecei minha aula de natação. Fui porque estava realmente precisando de atividade física, odeio academia ou qualquer ambiente fechado, por isso escolhi a natação. Chegando para a primeira aula já gostei do que vi, tinha uns alunos mais ou menos da minha idade e que eram bonitos pra caralho, mas as minhas pernas tremeram mesmo quando o professor apareceu. Como era a minha primeira aula, ele foi me apresentar para a turma e eu sou uma pessoa um pouco envergonhada. no começo. Beleza, passada as apresentações, a aula seguiu normalmente e eu não tava com intenções para sexo naquele momento, afinal ainda era o "novato" da turma. Quando foi na terceira semana de aula, já percebi uns olhares do professor, e ele sempre se dirigia a mim para saber se eu tava com alguma dúvida, se tava conseguindo acompanhar a turma e etc. Nisso, de vez em quando, meu pau dava uns sinais, meu pau não é tão grande, uns 17cm, acho ele mediano. Como na aula a gente tinha que ficar de sunga, meu pau deu sinal e vi que o professor ficou olhando direto. Nesse aula, que era de noite, tinham umas 5 pessoas, então a aula seria mais "íntima". Passada a aula, a gente foi para o vestiário, tomar banho e de repente o professor aparece, nisso o meu pau já tava duro só do professor ter entrado no vestiário. A galera que tava tomando banho foi saindo e ficou só eu e o professor e no clube, a parte do banho não tinha divisória, ou seja, dava para ver tudo e todos. O professor começou a conversar comigo e só olhando pro meu pau, então já entendi o recado. Tranquei a porta do vestiário e já fui beijando o professor, nisso ele falou que desde o primeiro dia de aula queria ficar comigo e tal. Ele já foi logo se abaixando e chupando o meu pau, e eu tentava não gemer alto para não escutarem do lado de fora do vestiário. Eu nem tinha pretensão de comer ele, mas ele falou: quero sentir o teu pau dentro de mim. Virei ele mesmo na mesma hora e meti o pau no cu dele, botei devagar porque eu queria sentir cada cm daquele cu. Um cu muito massa, por sinal. Fui bombando até que ele gozou sem nem pegar no pau, e a gente se beijando, gozei no cu, até que ele foi perdendo as forças nas pernas e a minha porra escorrendo do cu dele. Tesão da porra. Eu nunca tinha transado em "lugar público" o que deu mais tesão foi saber que alguém poderia bater na porta, mesmo ela estando trancada. Espero que gostem e batam uma punheta gostosa, e quem for de Fortaleza e quiser uma curtição, só chamar :)

sábado, 8 de setembro de 2018

Pai do melhor amigo me rasgando

Certo dia, estava eu na casa de um amigo meu, na época tinhamos nós 18 anos, que não faz muito tempo, apenas 2 anos atrás hehehe. Bom, a história de resume no seguinte, toda vida tive muito tesão e ficava louco quando chegava na casa do amigo e o pai dele estava lá, pois, um homem de 45 anos, uns 80 kg, meio calvo, 1,80 m, e uma mão enorme com os dedos grossos me deixa louco até hoje. Enfim, num certo dia o colega meu e eu estávamos fazendo um trabalho de escola, e estávamos sozinho na casa, mas, num certo momento meu amigo anunciou que iria ao supermercado comprar algo pra comer e perguntou se eu não podia ficar ali para ir terminando o trabalho, respondi que sim mesmo que não tinha problema algum eu ficar ali. O supermercado fica distante coisa de uns 20 min para mais. Ele saindo, passou uns 2 min ouvi o portão da casa da garagem se abrindo, na hora fiquei desesperado, tipo, o dono da casa vai entrar e me ver sozinho lá, qual fiquei super sem jeito e logo fui me explicando o motivo de estar lá, o Rogério, pai do meu colega, deu uma risadinha e disse que tudo bem e que não tinha problema, me acalmei e tentei continuar a fazer o trabalho (coisa que foi impossível, pois fazer um trabalho com aquele homem lá dentro e sem eu poder ao menos tocar nele foi muito torturante). Não passado muito tempo o Rogério saiu do banheiro só de bermuda larga e chegou perto de mim para saber qual matéria era que tinha de ser feito, eu expliquei resumidamente, mas ele continuou ali parado em pé ao meu lado, eu estranhei e de relance olhei para o lado, e notei e que ele estava sem cueca pois o pai dele que já estava Néia bomba se notava solto no shorts, aquilo foi quase um paraíso para mim . Ele notou que eu estava olhando e já desfocado do que estava fazendo fazendo, ele perguntou se eu queria ajuda, disse que sim, quando enunciei a resposta o pai dele estava duro dentro do shorts apontando para mim. Eu disse: Eu- rogerio, que isso, meu Deus, tá louco. Rogério- me desculpa, é que faz muito tempo que não tranzo, e às vezes acontece isso, mas não se preocupa, Jajá passa. Eu não sendo bobo logo disse: Eu- mas não precisa abaixar essa maravilha não, se quiser eu posso te dar uma mãozinha. Na hora meu coração batia tanto que pensei que daria um ataque cardíaco, e logo pensei a bobeira que tinha feito. Para minha surpresa ele deu um sorriso e disse que era pra ficar só entre nós, abaixou a bermuda e o caralho pulou para fora, uma coisa de 17 cm, porém nunca vi um pai tão grosso igual ao dele, muito grosso mesmo, coisa estrondosa, fiquei com medo mas vai de boca. O pai dele era tão grosso que não entrava na minha boca, assim tinha que lambedor pelas beiradas e o saco. Ele olhou para mim e disse vamos para o quarto que quero te fuder, chegando lá direito de bruços ele veio com um pote de lubrificante, nunca tinha visto daquele jeito, passou no meu rabo e enfiou até 3 dedos, pensei que meu tesão tava tão grande por isso não senti dor, ele disse para aguentar firme que ele iria com jeitinho e que talvez nem doesse. Ele posicionou sua rola no meu rabo sem camisinha nem nada e foi socando sem parar, eu estranhei pq o negócio era muito grosso e não senti dor, ele ficou um tempão bombeando em mim até que o pai dele amoleceu e disse que teríamos que terminar mais tarde, aí eu perguntei:. Eu- pq perdeu a força, tava tão gostoso. Ele ainda em cima de mim respondeu. Rogério- é o seguinte, nesse lubrificante tem xilocaína, quando passei em vc meu pai teve contato e perdi a sensibilidade, fiz isso só para te alargar mesmo Na hora fui para o banheiro e olhei no espelho meu cu sangrava muito, sangrava de escorrer pela perna. E o Rogério olhava para mim e ria dizendo:. Rogério- olha, vc quis dar, deu, agora não fica desesperado não só pq vc tá super lacrado, veado é assim,nuns come outros são sem reclamar. Aquelas palavras por incrível que pareça me deixou louco sabe, me senti um otario por ele fazer daquele jeito. Logo em seguida seu filho, amigo meu chegou nos nos vestimos e fingi que nada tinha acontecido, mas meu cu ardia muito pq o efeito da anestesia tinha passado. Outro conto como foi dar para o Rogério sem xilocaína, e foi surpreendente bom e dolorido, mas como vcs já sabem, eu gosto disso.

Fudido Pelo Cara Mais Temido Do Bairro

Era quinta-feira e eu havia faltado ao trabalho; a tarde estava calma devido ao clima de meio sol e meio frio, a TV estava alta demais e dava pra se ouvir a narração do jogo de futebol do outro lado da rua. -Abaixa essa TV amor, nimguem é surdo - Reclamou minha esposa colocando seu brinco na orelha. Ela estava indo ao super mercado e passaria na casa da mãe pra levá-la junta. Meio contra vontade, peguei o controle e diminuí o volume, e isso não fez tanta diferença porque continuava alto. -Vê se não bate o carro de novo heim - Felei com ironia, pois ela havia feito isso a dois meses atras deixando um puta amassado no carro. -Vira essa boca pra la -Respondeu ela com uma cara de brava. Eu amava ver ela brava pois ficava ainda mais linda, e amava ainda mais quando ela vinha me pedir carinho depois das brigas. Minha esposa se Chama Julia e tem 23 anos, e eu me chamo Wanderson e tenho 25, estamos casados a quase 1 ano, confesso que estou muito feliz com meu casamento, tudo está dando certo e assim vivemos nossa vida. Moramos num bairro considerável Perigoso, principlamente com o Guilherme por perto, ele tem 29 anos, mora subindo a rua e é o bandido mais temido do bairro; Todos conhecem sua reputação de ladrão e assassino, ja foi preso varias vezes por causa de drogas e porte ilegal de arma e não é o tipo de pessoa com quem você deva se meter numa briga. - Wanderson, abre o portão pra mim - Disse minha mulher se apressando a sair. -Ta, vê se não demora - Respondi. Me levantei e fui ao portão. Meu cachorro ao me ver começou a brincar de pular em mim, tive que segurá-lo pra que ele não saísse pra rua, era um vira lata, porém grande. Abri o portão e minha mulher foi saindo com o carro; ao chegar ao meu lado, abaixou o vidro e me deu um beijo prometendo não demorar muito. Quando o carro sumiu de vista, Meu cachorro começou a se debater querendo sair pra rua; Na intenção de controlá-lo, segurei sua coleira mais forte, mas não foi uma boa ideia… A coleira escapou de seu pescoço e ele saiu correndo antes que eu conseguisse fechar o portão, por um instante gelei quando vi que o cachorro ia em direção a uma pessoa que estava passando em frente à minha casa, nimguem menos que Guilherme, o cara mais perigoso do bairro. Num reflexo, corri em direção ao meu cachorro pra tentar segurá-lo, ele ja estava latindo e rosnando para guilherme; Segurei o cachorro e guilherme me olhou com uma cara de ódio, gritei com o cachorro e ele entendeu que fez coisa errada, pois saiu com o rabo entre as patas indo de volta pra casa. Quando me virei pra me desculpar com Guilherme, ele segurou na gola da minha camisa de um jeito tão bruto que tive certeza que levaria um soco ali mesmo. -Tu perdeu a razão filho da puta? - Rosnou Guilherme. -Me solta, cara - Argumentei. -Me solta é o Caralho - Respondeu. Segurei suas mãos que estavam na gola da minha camisa na intenção de tirá-las, mas isso o encheu de raiva. -Escuta aqui irmão, Tu tem sorte de eu não te quebrar aqui mesmo, seu arrombado do caralho - Disse Guilherme. Num reflexo, o empurrei com força; mas quando fiz isso, sua camisa deu uma leve levantada por causa do vendo, me permitindo ver uma arma em sua cintura; aquilo me fez congelar. Ele olhou pra mim incrédulo… -Desgraçado, Vou meter bala em você e na porra do seu cachorro agora -Disse num tom agressivo. Num gesto de rendição, levantei as mãos e olhei pros lados, não havia nimguem na rua naquela tarde, como isso era possível? Eu estava apavorado e fui caminhando lentamente de costas em direção à minha casa, ele veio tambem ordenando… -Entra porra, vou te ensinar a respeitar - ameaçou Guilherme. Quando entrei, ele fechou o portão e meu cachorro começou a latir. -Manda essa porra calar a boca - Ordenou Guilherme. Gritei com meu cachorro e ele saiu de cabeça baixa pros fundos. Eu estava em pânico, não queria morrer. -Cara, vamos conversar, se acalma - Implorei. -Ja estamos conversando - Disse isso sacando sua arma e apontando pra mim - Agora cala essa maldita boca e entra em casa. Entrei na sala quase chorando com ele apontando a arma nas minhas costas. A TV estava alta, isso impedia que talvez algum vizinho ouvisse e chamasse a polícia. -Olha pra mim, porra. - Ordenou Guilherme. Levantei meus olhos, quase que implorando pela vida, quando só vi o vulto de sua mão rapidamente atingindo meu rosto, a força do tapa me fez cair; comecei a chorar e implorar… -Cara por favor, me desculpa, não me mata, eu não quero morrer - Implorei soluçando desesperadamente. -Vira homem filho da puta, eu bem que podia meter uma bala na sua cabeça agora, mas minha ficha ja ta suja demais, mas vou te dar uma lição que você não vai esquecer nunca mais, Ajoelha agora - Mandou Guilherme num tom de ameaça. Isso me fez estremecer. Eu me ajoelhei em sua frente com os olhos fechados, pronto pra levar outro tapa, mas ao invés disso, senti sua calça com algo duro dentro esfregando na minha cara; abri os olhos assustado e recuei. Guilherme encostou a arma na minha cabeça e mandou: -Poe a cara de volta, bixinha, vou te ensinar a virar homem. Isso me deixou completamente assustado, ele iria me estuprar? Com medo encostei meu rosto em sua calça, dava pra sentir que seu pau estava duro; ele pressionou mais a arma na minha cabeça me forçando a apertar mais ainda meu rosto em seu pau. -Morde - Ordenou. Eu não entendi aquilo. -Morde meu pau, porra - Mandou Guilherme perdendo a paciencia. Abri a boca e dei mordidas em seu pau que estava marcando em sua bermuda, as lagrimas escorrendo em meu rosto deixavam evidentemente o meu apavôro. -Isso putinha, morde mesmo meu pau - Gemeu Guilherme. Ele pressionava sua virilha contra meu rosto com tanta força que as vezes me faltava ar. -Tira pra fora e chupa, To mandando - Disse Guilherme. Aquilo era humilhante, o medo da morte me fazia obedecer as suas órdens e a humilhação em que eu me encontrava parecia ser a única forma de acabar com tudo aquilo. Levantei minhas mãos ainda tremendo e abri o zíper de sua bermuda, ele estava sem cueca e pude sentir o cheiro de seu pau quando saltou pra fora quase atingindo meu rosto; seus pelos pubianos eram quase loiros e levemente aparados e sua pele peniana era clara combinando com seu corpo. Guilherme deu uma leve batida com o cano da arma na minha cabeça e mandou: -Chupa. Abri a boca e coloquei seu pau todo dentro, pois ainda estava meia bomba e cabia inteiro, eu só queria que aquilo terminasse logo. Logo notei que não havia mais uma arma na minha nuca, e sim sua mão me forçando a chupar mais seu pau, ele segurou meu cabelo com força e movimentou minha cabeça no vai e vem; eu fechei os olhos e sentia seu pau invadindo por inteiro, eu podia sentir que as vezes a cabeça de seu pau tocava minha garganta, me fazendo quase vomitar. Aquilo foi crescendo tanto na minha boca, que eu ja não conseguia deixar todo dentro, e mesmo assim guilherme forçava minha cabeça até que meu queixo encostasse em suas bolas, eu não estava mais chorando e por um instante estava um pouco mais calmo. -Chupa, bixinha, poe tudo na boca, sua puta - Gemia Guilherme. Seu pau devia ter uns 19 centímetros, e era meio grosso, isso preenchia toda a minha boca, as vezes ele dava estocadas fazendo seu saco bater no meu queixo; a sensação que isso me causava era um pouco estranha, nunca senti isso antes. Em um segundo me toquei que sua mão não estava mais forçando minha nuca, eu estava chupando sozinho sem precisar que ele mandasse, ele fazia leves movimentos de vem e vai e eu acompanhava com a minha boca. -Ta gostando neh sua puta? Eu sabia que tu ia gostar, continua chupando, não para -Disse Guilherme. Ouvindo isso, me toquei que aquilo era um estupro, onde eu to com a cabeça?. - Vai viadinho, fica de 4 ali no sofá - Mandou Guilherme. Isso me fez Gelar, "não posso fazer isso, minha esposa poderia chegar a qualquer momento, e se ele fizesse algo com ela? Eu nunca me perdoaria por isso". Pensei. -Mandei ficar de 4 - Ordenou Guilherme de novo. Me virei e fiquei de 4 no sofá. Guilherme chegou por traz e abaixou meu short e minha cueca até meus joelhos, eu iria perder o cabaço ali mesmo. Ele não tirou sua roupa, estava só com o pau pra fora, e eu de 4 no sofá com o short abaixado até o joelho, ja estava me preparando pra ser enrabado. Senti algo molhado no meu cu, algo quente, algo mole que me fez arrepiar, era sua lingua, Guilherme estava chupando meu cu; eu nunca havia sentido algo desse tipo, sua lingua circulava meu anel e as vezes parecendo que queria entrar, isso me fez soltar um gemido. -Ai - Gemi entre os dentes. Guilherme ouviu isso e foi a deixa, ele meteu a lingua mais forte ainda, e sugava com força; seus dentes mordiscavam os labios do meu anel me fazendo gemer mais. Olhei pra traz e ele estava com a cara afundada na minha bunda me chupando, e ao seu lado em cima da mesinha de vidro estava sua arma, pensei em pegá-la mas... Isso está Tão bom. Levei minha mão pra tras pressionando mais ainda sua cabeça contra minha bunda, isso o deixava louco e linguava ainda mais forte, suas mordiscadas em minha bunda me davam prazer; olhei pro meu pau e estava duro feito pedra. Guilherme tirou a cabeça e encostou seu pau bem na entradinha do meu cu, por que eu estava desejando aquilo? O que há comigo? ele forçou a entrada e a cabeça entrou rasgando, pois meu cu ja estava bem lubrificado; Dei um impulso pra frente de tanta dor, ele não se importou e me segurou pela cintura não me permitindo recuar, a cabeça ainda estava atolada. -Se você não se comportar, vou colocar tudo de uma vez - Ameaçou Guilherme. Isso não ajudou, eu tentei me livrar mesmo chorando de dor, mas ele segurou firme. -Ah é, não vai se comportar? Então toma - Disse Guilherme Seu pau entrou com tudo no meu cu, que parece que todo meu sangue subiu pro meu rosto, fiquei vermelho de tanto dor, me joguei no sofá agonizando com as mãos na bunda, achei que tinha me rasgado. Guilherme subiu em cima de mim tentando encaixar seu pau novamente mas minha mãos o impediam, dei um grito de dor mas a TV ainda estava alta. Ele Tapou minha boca com força e se deitou sobre mim no sofá. -Se gritar mais uma vez, eu meto tudo de novo - Ameaçou guilherme. Eu estava vermelho e chorando de dor, isso parecia que o enchia de tesão, aquele filho da puta estava sentindo prazer ao me ver sentir dor. -Tira a mão da bunda bichinha, ou vou meter com força - Ameaçou de novo. -Ta dendo, por favor, para - Implorei soluçando. -Se não tirar vou arregaçar mais ainda esse cu - Disse Guilherme. Ainda receoso e morrendo de dor tirei minhas mãos e ele encaixou seu pau bem na entrada. -Isso mesmo, putinha obediente -Disse Guilherme orgulhoso. A dor era tanta ainda e a cabeça entrou com tudo mais uma vez, isso me fez gemer. -Aguenta Bichinha, sente meu pau entrando no seu cu - Disse Guilherme com voz de prazer. Senti o resto de seu pau entrando, cada centimetro me abrindo por dentro e esticando minhas pregas; Parecia que entrava tanto mas não acabava nunca, até que senti sua cabeça tocar bem no fundo do meu cu, Guilherme estava pressionando sua virilha com tanta força na minha bunda parecendo que queria que até as bolas entrassem. Ele ficou assim, imóvel, respirando na minha orelha, isso me deixou excitado, não se movia mais, parecia que estava esperando que eu desse o sinal; esperei um pouco e quando me senti mais confortável, dei uma empinada na bunda e isso o deixou descontrolado; Começou a bombar meu cu feito louco, suas estocadas eram ritmizadas e a cabeça de seu pau alcança o mais fundo possível. A dor havia passado e meu pau voltou a ficar duro, enquanto me bombava, Guilherme começou a dar tapas na minha bunda, os tapas eram fortes, ele era realmente muito bruto e gostava de bater, isso o dava prazer. -Toma rola putinha, Aguenta tudo no cu, quer que eu meto mais forte? -Perguntou Guilherme. -Quero, mete mais forte - Pedi. Guilherme atendeu o pedido com vontade, e começou a fazer barulho demais com as bombadas, seus gemidos eram muito altos, isso me deixava louco, nessa hora agradeci por a TV estar com volume alto. Guilherme segurou meus cabelos como se eu fosse um cavalo e montou na minha bunda me castigando e penetrando fundo, parecia que ia quebrar o sofá a cada bombada; deitou sobre mim de novo com o pau atolado dentro e colocou seus dedos na minha boca pra eu chupar, eu estava entregue, não tinha porque me recusar aquele macho. Minha bunda estava quente e vermelha por causa de seus tapas e sua velocidade havia almentado, as vezes ele parava de vez e as vezes colocava tudo me fazendo soltar gemidos. -Pede porra no cu, pede - Disse Guilherme. -Enche meu cu de porra, vai safado, enche - Pedi. Ele se sentou mais uma vez em minha bunda e começou a dar socos nas minhas costas, as vezes socos fracos e outros fortes; isso me encheu de excitação e me veio uma sensação de ser dominado, suas estocadas almentavam de velocidade e comecei a sentir que iria gozar, mas eu nem havia encostado no meu pau. -Espera, se continuar eu vou gozar -Avisei com voz de tesão. Guilherme percebeu que eu iria gozar sem tocar no pau e começou uma bombada frenética sem parar. Seu peso sobre mim me fez ficar trêmulo e seu pau entrando e saindo me deixou em êxtase. -Vai safado, Goza com meu pau dentro, goza pra mim vai -Gemeu Guilherme. Ao ouvir isso não aguentei, senti o orgasmo vindo, e não consegui segurar, meu pau explodiu numa gozada frenética sujando o sofá, eu estava fascinado, aquilo era tão gostoso. Guilherme começou a gemer alto no meu ouvido, e com mais algumas bombadas urrou como um touro, senti a porra bem quentinha toda enchendo meu cu, e ele continuava gemendo deitado sobre mim. Estávamos exaustos e nem percebemos o tempo passando, só voltei à tona quando ouvi uma buzina de carro no portão de casa; Na hora pensei "Fudeu" literalmente, Guilherme se levantou e guardou o pau ainda duro na bermuda e eu coloquei meu short de volta, joguei o travesseiro do sofá em cima do meu gozo onde havia sujado. -Porra cara, sai pelos fundos e da a volta no corredor e me encontra la na área da frente quando minha mulher entrar em casa - Avisei atônito. -Ta - Respondeu Guilherme apressado. Ele correu pela cozinha e foi pros fundos, Notei que a arma estava em cima da mesinha. -Droga - Falei pra mim mesmo. Peguei a arma, "uau é pesada", coloquei na minha cintura na parte de tras debaixo da camisa, e fui pra fora abrir o portão pra minha mulher, Por sorte meu cachorro estava na frente tambem, pois ouviu o som do carro. Abri o portão com receio, e o carro entrou; ela desceu do Carro mas deixei o portão aberto. -Amor, da pra ouvir essa TV la da esquina - Disse Julia. -Ja vou abaixar, pode deixar que eu levo as compras - Respondi sentindo o gozo do Guilherme escorrendo pelo meu cu que ainda piscava. Ela entrou em casa e o cachorro a acompanhou. Olhei pelo corredor de fora e só vi a cabeça de Guilherme la nos fundos, fiz sinal de caminho livre e ele veio em minha direção correndo, Tirei a arma da minha cintura e entreguei a ele. -Esconde isso cara - Sussurrei. Ele pegou a arma rapidamente e escondeu na cintura. -Ainda vou te fuder de novo heim, se prepara -Disse Guilherme com sorriso safado. Deu um tapa na minha bunda e saiu andando como se nada tivesse acontecido, fechei o portão e entrei com as compras pensando quando iria se repetir de novo.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

O irmão da minha amiga.

Olá, meu nome é Matheus, tenho 22anos, magro porém definido, olhos castanhos, 1,77, uma bundinha bem desenhada e uma neca satisfatória. Esse será meu primeiro conto e aconteceu recentemente, acho que umas duas semanas. Voltei pra minha cidade natal depois de alguns anos e decidi visitar alguns amigos de infância. Nessas visitas fui passar um final de semana na casa de uma amiga minha que ficava no sítio, cheguei lá todo animado, adoro natureza, estar com pessoas legais, lá estava super em família. Era de tarde quando o irmão mais velho da minha amiga chegou pra me cumprimentar... - Eae cara, blz? Quanto tempo! - Tranquilo, muito tempo né, como andas as coisas cntg? - Tudo indo, agora to casado, aquela coisa de quem mora em cdd pequena, tu sabe... - sim, graças a deus desse mal passei longe kkkkkkkk - pois é, vou lá, tenho umas paradas pra fazer, mais tarde apareço e conversamos melhor - ta certo, até mais tarde André/NF, tem 27 anos, ele é alto, um corpo bastante definido por jogar futebol e fazer academia, branquinho, olhos escuros, boca suculenta, cabelo claro, uma bunda de dar inveja a qualquer mulher ou gay e uma mala que chama atenção! Deve ter uns 22cm ali. Ele é meu crush des dos 15 anos. Estávamos sentados no sofá, ele se levantou e dei de cara com aquela mala maior que o normal, ele veio na minha direção, pegou na minha mão e nos despedimos. O tempo fui passando foi anoitecendo, jantei, fui assistir tv na sala e quando fui olhar a hora eram 22hrs da noite, o pessoal do sítio costuma dormir cedo pra acordar cedo, fui tomar banho e quando estava a caminho do quarto a mãe da minha amiga me chama... -Matheus, você já vai dormir? Se quiser pode assistir tv - Então eu vou tia, não to com tanto sono mesmo - É bom que quando o André chegar você abre a porta pra ele - Ué tia, ta tarde, o que ele vem fazer aqui? - A mulher dele foi dormir na casa da irmã e toda vez que ela vai, ele vem pra cá. - Então ta certo, boa noite tia, já que a senhora vai dormir. Disse eu já com um sorriso de canto a canto. - Boa noite, filho. estava com um short de dormir curto e uma regata, me deitei no sofá e fiquei assistindo tv deitado de bruços, escutei um barulho de moto entrando na garagem e estava ciente que seria ele, pensei 'depois do episódio de mais cedo é certo que eu vou cair de boca naquela rola' não demorou muito tempo ele entra em casa, estava de calça jeans bem colada, uma camisa de time, segurando o capacete da moto veio andando na minha direção e conforme ele veio se aproximando aquele cheiro de macho suado invadia meu nariz me fazendo delirar... -achei que estaria dormindo- ele fala olhando pra mim- chega um pouco pra lá- -a tia me falou que você viria dormir aqui, então, ela me pediu pra te esperar- me afasto enquanto respondo e vejo ele sentando do meu lado -entendi, não precisava- ele fala enquanto põe a mão na minhas costas- ta assistindo oq?- -um filme aleatório de terror- senti aquela mão quente nas minhas costas e logo foi me dando calor- -ótimo, vou tomar um banho e já volto pra te fazer companhia- ele fala com um tom de voz diferente. Um tempo depois ele volta, estava sem camisa, mostrando aquela barriga definida com os pelos aparados dando uma bela vista e usava um bermudão de jogador, estava nítido que aquela cobra estava solta, estava viajando naquele corpo que estava sendo iluminado pela luz da tv, acordei do meu transe quando ouvi um grito vido da tv, era o filme. Ela olha pra mim e fala... -quer que eu pegue o colchão? é bem mais confortável do que esse sofá- fiquei sem entender até porque não tínhamos feito nada e ele me solta uma dessas... -Oi?- respondi com um olhar de desentendido- -Cara, você daqui a pouco vai dormir e acabar ficando no sofá, nos dormiriamos na mesma cama mesmo, vamo dormi aqui na sala- ele fala soltando um sorriso. -verdade, pega sim e eu não estou com sono então ficaria acordado a noite toda- Ele pegou o colchão de casal, colocou na sala e foi pedir os lençóis pra mãe dele, arrumamos as coisas nós deitamos, eu escolhi outro filme, aqueles que tem várias cenas de sexo, com alguns minutos de filme acontece a primeira e percebo que ele fica inquieto, estávamos bem próximos então qualquer movimento esquisito era perceptível... -cara, que filme é esse que você escolheu? mal começou e já tem essas putarias- ele falou com um leve sorriso no rosto- -fica de boa, não é porno porem tem uma cenas assim, nada de mais boy- falei enquanto olhava a barraca dele armada- parece que o filme é interessante não é mesmo?- -não só o filme, já que estamos já chuva se molhar não é problema, já faz anos que eu to querendo essa boca gostosa no meu pau, você foi embora e me deixou aqui na vontade- falou enquanto passava a mão naquele instrumento maravilhoso.

Celular travado, os técnicos me foderam!

Estava tirando algumas fotos usando as calcinhas da minha esposa, nem terminei de tirar todas e a porcaria do celular travou, e agora? Tentei de tudo para destravar mas não consegui e agora? Eu uso o celular para trabalho, então tinha que arrumar de qualquer forma, mas como concertar sem que vejam minhas fotos só de calcinha, travou justamente quando eu editava as fotos e se voltasse iria volta nas fotos, rodei Sto. Amaro inteiro tentando arrumar coragem para entrar em alguma loja que destrava - se o celular, passei na porta de uma loja e vi um rapaz apenas, não entrei de cara, fui até um bar, tomei uma cerveja e fiquei pensando se entrava na loja, depois da segunda cerveja resolvi ir até a loja, entrei na loja e falei o que tinha acontecido, ele então chamou o dono da loja, ele olhou o celular e disse que rapidinho ele destravava, ele levou o celular pra dentro e menos de cinco minutos ele chamou o rapaz, o rapaz voltou e me pediu pra ir lá dentro, o dono da loja estava vendo minhas fotos, nesse momento eu fiquei com vergonha, o dono da loja me perguntou se éra eu nas fotos, não tinha como mentir, falei que sim, eu pude notar que o cara estava de pau duro vendo minhas fotos de calcinha, o rapaz saiu e foi lá pra frente, escutei o barulho da porta abaixando, pronto não tem como sair, ele alisou o pau e sem pudor algum já tirou pra fora e disse: - se você usa calcinha, então gosta de rola também! Mostra essa bundinha pra gente vê! Não pensei duas vezes, abaixei a calça e mostrei minha bundinha só de calcinha, o senhor se levantou e já veio alisar e ver minha bundinha de perto, eles alisaram e começaram a dar tapas na minha bunda, ele me debruçou na mesa e bateu com a rola na minha bunda, o rapas foi para trás da mesa e deixou na minha cara a melhor visão para um passivo, nossa que rola maravilhosa, curvada com uma cabecinha rosada, segurei firme aquela rola rija maravilhosa e trouxe até minha boca, chupei gostoso enquanto recebia uma surra de rola na bunda, o senhor alisava minha bundinha e batia com a rola, quando eu pensei que ele fosse me comer ele me levantou e me colocou de quatro, passei a chupar gostoso os dois juntos enquanto eles olhavam minha bundinha, eu rebolava para convidar um deles para me comer, o senhor aceitou meu convite, se colocou atrás de mim, afastou a calcinha de lado, passou o dedo com algum creme geladinho, ele colocou um dedo, depois outro, nossa que delicia, mas o que eu queria mesmo era sua rola no meu cuzinho, eu pedi pra ele me comer e ele começou a forçar a entradinha, eu senti cada centímetros entrando no meu cuzinho, ele enfiou bem devagar, quando entrou tudo ele começou a bombar forte e gostoso, eu rebolava na sua rola e fazia movimento de vai e vem, ele começou a bombar mais rápido, eu só não gritava de prazer porque estava com a rola do rapaz na boca, fiquei vinte minutos mais ou menos dando de quatro e chupando, mas eu não estava mais aguentando de tanto tesão e gozei com um pau todinho no meu cuzinho e outro na boca, quando ele viu que eu estava gozando ele meteu forte, senti a rola na garganta, isso me fez engasgar, rebolei mais ainda, eu comecei a chupar a cabecinha e logo recebi um jato de porra na boca, degustei toda porra e engoli tudo, o senhor parecia que tinha síndrome de supositório ele não tirava do meu cu, depois que o rapaz gozou ele parece que ficou mais assanhado, ele ainda ficou muito tempo me comendo até gozar no meu cuzinho, eu já estava com as pernas bambas, tanto que assim que ele tirou de dentro eu deitei no chão, nossa eu não estava sentindo as pernas, fiquei um pouco e me levantei, ele me deu um papel, me limpei, me arrumei e fomos para frente, passei minhas fotos para ele e acho que eles gostaram de me comer que nem cobraram pelo serviço no celular, eles abriram a porta e eu fui embora sem olhar pra trás.