sexta-feira, 13 de julho de 2018

Sentido a vara do Títio

Olá galera.! Eu estava lendo uns contos aqui e decidi escrever um pra vocês. Obs: conto totalmente verídico. Me chamo John, tenho 18 anos, mas na época tinha 14, tenho 1,76 de altura, branco, corpo normal e uma bundinha saliente que sempre chamou atenção das pessoas, e uma delas foi o meu tio. Eu tinha decidido ir visitar meu avô, pois ele havia dito a minha mãe que precisava de ajuda. Chegando lá, descobri que meu tio estava em casa, o que era uma surpresa pois ele vivia ocupado na rua. Procurei meu avô pra ver se ele precisava de ajuda, mas ele estava deitado e disse que logo logo iria chover, então eu poderia ficar tranquilo que ele não ia precisar de mim, então fui assistir TV, foi justamente no momento em que meu tio me chamou pra ajudar ele. Meu tio estava salvando uns arquivos no notebook, dentro do quarto dele, e pediu a minha ajuda pra organizar umas papeladas com ele. Depois de 2 horas ajeitando os papéis, finalmente terminamos e na mesma hora me joguei na cama dele. Estava chovendo muito e todos na casa do meu avô estavam deitados, pois fazia frio. Meu tio percebendo que não tinha movimento ali por perto, fechou a porta lentamente e deitou do meu lado na cama de casal no quarto dele. Eu estava de bruços mas meu celular tocou e fiquei de lado pra ver quem era, e com isso acabei virando a bunda pro lado do meu tio, e foi a hora em que ele roçou seu pau, que já estava meia bomba, na minha bunda, com a desculpa de saber quem era. Eu já entendendo a situação, dei uma reboladinha de leve pra ver aquele pau ficando duro na minha bunda, e assim ele ficou. Meu tio era um puta homem.! Tem 1,83 de altura, 23 anos, corpo definido e bronzeado, e um pau de 22 cm.! Na hora que senti aquela vara dura na minha bunda, fiquei nervoso, pois senti que era bem grande. Meu tio foi logo se antecipando, me segurou com força e me pôs de bruços na cama, subindo por cima de mim: - então tu quer o pau do Títio né? - Tio, para.! A qualquer momento alguém pode abrir a porta.! - ta certo.. Mas hoje esse cuzinho não escapa de mim.!- disse ele roçando o pau, que já estava duro feito pedra, na minha bunda. Ele saiu de cima de mim e foi no banheiro. Bastou ele sair do quarto pra minha avó entrar e me chamar pra almoçar, e prontamente eu fui. As horas foram passando e a chuva não havia parado. Meu tio precisou sair de moto na chuva e voltou umas 15:30 da tarde, todo molhado. Minha vó pediu que ele fosse no quarto de serviço pra deixar as roupas pra secarem lá, e ele gritou pra mim levar a toalha. Como estava chovendo, a casa tava um pouco escura, e era justamente o que meu tio queria. Ao entrar no quarto de serviço, meu tio estava de costas e completamente nú. Ele disse pra mim deixar a toalha em cima da mesinha, e quando eu fui colocar, ele correu e trancou a porta, voltando rapidamente pra me agarrar. Ele me segurou por trás com força e começou a beijar meu pescoço: - vai dar esse cuzinho pro titio, vai? - tio.! E se alguém pegar a gente? - relaxa, olha como está o pau do Títio.! Ele falou isso passando o pau dele duro feito pedra na minha bunda. Ele começou a beijar minha nuca e foi tirando meu short e minha cueca. Como ele não podia vacilar e nem perder tempo, já estava com a camisinha no pau dele e com lubrificante aberto. Ele me colocou encostado na mesinha e passou rapidamente a lingua no meu cuzinho, me fazendo soltar gemidos abafados. Pegou o lubrificante e passou na minha entradinha que já estava piscando querendo aquele macho.! Ele me segurou pela cintura e foi colocando centímetro por centímetro, fazendo eu gemer e me contorcer de prazer. Quano entrou tudo, ele soltou um gemido e disse "rebola pro titio, rebola.!". Ouvindo isso, eu não resisti e começei a rebolar, fazendo o meu tio me segurar com força pela cintura e começar a bombar no meu cuzinho. Eu já estava ficando com as pernas bambas quando ele me mandou deitar na mesa e me colocou de frango assado. Ele continuou a bombar no meu anelzinho que já estava ardendo e de tanto bombar, me fez gozar sem nem tocar no meu pau. Depois de uns 5 minutos nessa posição ele disse que queria gozar no meu cuzinho, mas estava cansado. Então ele deitou e me pediu pra sentar, e eu comecei a sentar com força, logo o meu tio gemeu e me segurou com força, ficando ofegante. Ele pediu pra mim sair de cima e deu um tapa na minha bunda, falando: - Gostou do pau do Títio? Eu sorri e acenei com a cabeça fazendo que sim. Então ele me puxou e me deu um beijo dizendo " vou querer esse cuzinho mais vezes.!" Tivemos outras aventuras, mas isso é pra outros contos. Então é isso galera, se vocês curtiram, comentem e votem no conto. Espero que gostem.! Obs: desculpe pelo tamanho do conto, é que eu gosto de contar todos os detalhes rs

Flagrado chupando a rola do entregador de pizzas

Olá, galera da safadeza! Tudo bem? Sou o Diego, 29 anos, corpo normal, olhos e cabelos castanhos, branco, cabelo em degradê, e procuro sempre estar cheiroso e estiloso. Resolvi que vou compartilhar minhas aventuras aqui no site. Não sou assumido, e isso me proporciona transas muito ousadas e arriscadas, mas isso só aumenta meu tesão. Vamos a uma delas: Sábado passado chamei um amigo meu pra vir jogar video-game. Esse parça meu, Guilherme, é muito gato, daqueles que passam o rodo na balada, que todas as meninas querem. Como não sou assumido, nenhum dos meus amigos sabem que curto homens também. O Guilherme é um moreno claro, de 1,82 de altura, corpo atlético da academia e futebol, ombros largos, barba rala por fazer, cabelo desfiado, e uma cara de safado que já foi inspiração pra muita das minhas punhetas. Depois de horas jogando Fifa, decidimos pedir uma pizza. Enquanto ela não chegava, continuamos jogando. Nisso, o Guilherme fala: - Dih, tu me libera o chuveiro pra tomar um banho? - Claro, pô! Mas vai logo que a pizza já vai chegar. Meus amigos sempre se sentem em casa quando estão me visitando, então até roupa dele tinha no guarda-roupa. E lá foi ele pro banho. Claro, minha mente queria imaginar como ele deveria estar nu, com a água molhando aquele corpo incrível... Mas não tinha como espiar. Nisso toca a campainha. Era o entregador, com nossa pizza. Quando eu vi o entregador, fiquei impressionado. Um cara de cavanhaque, loiro, olhos azulados, naquela roupa de motoqueiro... capacete aberto, me olhando normalmente enquanto ia na direção dele. No portão mesmo, enquanto passava o cartão na maquina, resolvi puxar assunto. - Muitas entregas hoje, campeão? - Cara, demais. Sábado é correria pra nós. - Imagino. Mas diz aí, muita mina gostosa pedindo pizza hoje? - Hahaha, nem me fala mano... Puta que Pariu... as meninas parece que gostam de provocar. Vêm pegar a pizza de shortinho, decote... É foda. Nisso sai meu comprovante e ele me entrega a pizza. Pra arrematar, joguei um verde: - E já aconteceu alguma coisa entre uma entrega e outra? - Pior que não mano, mas tenho muito tesão nessas paradas, sabe? Já li na internet que acontece, mas comigo nunca. - Então não dispensaria um boquete né. Hahahahaa - Jamais. Hahaha. Putz mano, deixa eu ir que esse assunto já tá me deixando de pau duro. Vai que rola com uma gostosa. Vou nessa! - Se quiser... te chupo agora O silêncio tomou conta... e eu gelei. Ele me olhou espantado, sem entender, e perguntou: - É serio isso, cara? - Se você quiser, eu te faço um boquete. Mas tem que ser jogo rápido que meu amigo tá no banho. - Mano, você tá me zoando, né? - Não, cara. Quer? - Ok, mano. Mas rápido. Não acreditei que tinha dado certo. Ele colocou a moto na garagem e visivelmente nervoso entra na sala. Eu fui verificar se o Guilherme ainda estava no banho, e voltei. ele estava em pé, tenso, e eu falei: - Relaxa, cara. Vai ser rápido. Ajoelhei e comecei a apalpar o pau por fora da calça, que já estava duro. Ele gemeu baixinho, e fez um carinho na minha cabeça. Não tínhamos muito tempo, então abri a calça e tirei pra fora um pau de uns 20cm, deliciosamente reto, pulsando, babando. Caí de boca e comecei a chupar como louco. As pernas dele tremiam, ele segurava minha cabeça e eu olhava pra ele enquanto chupava. Lambia a cabeça, engolia de novo, massageava as bolas... E no meio de um dos melhores boquetes que eu já dei na minha vida eu ouço uma voz atrás de mim: - Que porra é essa, Diego? Você é viado, é? Eu assustado ia levantar, e o motoqueiro não deixou, forçando meu ombro pra baixo e falando: - Agora já fudeu tudo, ele já te viu chupando então trate de acabar. Tô quase gozando. Meio contrariado, mas com tesão na situação, continuei o boquete. Afinal, ele estava certo. O Guilherme já tinha visto. Continuei chupando com vontade, e reparei o Guilherme de toalha me olhando assustado e indignado. Não me importei. Não deu um minuto, o entregador segura minha cabeça, geme alto e goza litros na minha boca. Acabo engolindo tudo, sem deixar uma única gota. Ele levanta a calça, me dá um tapinha de leve na cara agradecendo o boquete. Vou abrir o portão pra ele tirar a moto... E volto pra sala. Guilherme está sentado de toalha, com as mãos na cabeça, meio triste. - Gui, deixa eu explicar... - Cara, não tem o que explicar. Você estava chupando o cara e ainda tomou a porra dele. Você não estava com uma arma na cabeça. Fez porque quis. - Mano, entenda... - Diego, relaxa. Só estou assustado. E poxa, sou teu amigo desde criança, você podia ter me falado que era viado que eu não ia deixar de ser teu amigo. - Cara, não sou viado. Sou bi. Obrigado pelo respeito, mas por favor, morre aqui. - De boa, maninho... Vai ser difícil esquecer a cena. Mas a amizade não muda. - Difícil esquecer por quê? - Nunca nenhuma menina me chupou daquele jeito, Carai, velho... Tu faz com vontade. Eu ri alto, e fomos comer a pizza. Enquanto comíamos, toquei no assunto de novo: - Por favor, mano. Não conta pra ninguém. - Morre aqui. Você sabe que pode contar comigo. - Então... achou mesmo que eu faço bem então? - Hahahahaha para, mano. Não quero falar de você mamando. Mas sim, faz bem. Satisfeito? - Hahaha... quando quiser... pode pedir. - Muita informação pra um dia só, mano, Não me fala isso. Quero tua amizade, e respeito. Vamos mudar de assunto. E depois da pizza continuamos a jogar video-game. Mas estou pensando se vale a pena arriscar a amizade pra mamar ele... Vamos ver se rola a oportunidade. Se rolar, conto pra vocês. Espero que tenham gostado!

quarta-feira, 11 de julho de 2018

o grupo no WhatsApp contínua

Entre no grupo e venha conhecer a galera doida e animada.. Saudades da galera das antigas no grupo https://chat.whatsapp.com/Gw2guORnKSgLpy663NvYVP

Chupei e dei gostoso pro meu vizinho

Me chamo Fred hoje vou relatar o dia que chupei e dei gostoso pro meu vizinho. Eu moro sozinho numa casa de aluguel que fica na mesma rua que ele. Tudo começou quando ele chegou do trabalho e veio buscar a chave da casa dele que sua tia tinha deixado aqui, eu conheço todos da minha rua e com a tia dele é uma amizade de apenas oi, bom dia e tudo bem, na ocasião ele tinha perdido a chave dele aí a tia dele disse que ligou pra ele pra avisar que a chave estava aqui, já que eu tinha concordado em ficar com a chave. Sempre tive tesão no Marcio e toda vez que ele passava pra ir trabalhar eu ficava de olho nele, as vezes ele também me olhava e isso despertava ainda mais meu interesse, daí pensei hoje pode ser minha chance de pelo menos tentar algo com ele, como sabia que ele vinha fiquei de toalha esperando ele. Marcio é negro, labios carnudos, olhos castanhos escuros, Magro, ele deve ter um metro e oitenta, já eu tenho um metro e setenta e quatro, também sou magro, moreno pele mais clara que o Marcio Sou versátil mas ativo, mas por aquele negro gostoso sou o que ele quiser. Mas ou menos pelo horário que a tia dele disse que ele chegaria, já estava de toalha o esperando, minutos depois ele chegou fui até o portão ele me olhou e eu também o olhei, então ele me pediu a chave e depois perguntou se poderia usar o banheiro, sem mais delongas abrir o portão pra ele entrar, nossa ele me deixou muito nervoso e com fogo no rabo. estava pensando! Será que ele percebeu a minha intenção?, Será que também tá afim? Após vim do banheiro quase não acreditei, Marcio estava visivelmente excitado Acho que ir ao banheiro era só uma desculpa, olhei bem e aquela jeba parecia ser grossa fiquei com água na boca, ele me olhou e fingiu nem perceber, caralho não podia deixar ele sair assim, mas não sabia o que fazer nem se deveria fazer e num impulso toquei seu volume por cima da calça com aquele olhar safado ele disse - já que pegou agora vai ter que mamar - e em seguida abriu o zíper da calça e botou aquela caceta pra fora, realmente era grossa e o que mais me deu tesão era que sua rola tinha fimose, a cabeça do cacete tava toda pra dentro, fiquei de joelhos e comecei a chupar seu mastro e bem de leve comecei a arregaçar aquela pica e a cabeça começou a sair pra fora, e vi que a cueca dele estava molhada ( o safado tava no banheiro lavando seu cacete ) quando finalmente a cabeça saiu pra fora fiquei louco, dentro daquela rola se escondia uma cabeça enorme e vermelha, passava a língua só na cabeça fazendo movimentos circulares, não demorou muito e já estava chupando todo aquele mastro, grosso e delicioso seu pau pulsava dentro da minha boca, meu pau já duro e todo babado melava a toalha com o pré gozo que saia da cabeça do meu cacete, não resistir e fiquei de quatro no sofá, sentir quando ele deu duas cuspidas na minha bunda e foi metendo aquela jeba, que foi entrando e abrindo o meu cuzinho. Quando finalmente enfiou em mim todo aquele cacete, ele dava estocadas fortes, e eu só gemendo sentido aquilo tudo entrando e saindo de mim, depois de meter muito no meu rabo ele tirou a calça e o sapato, se deitou no chão e eu sentei por cima daquela rola e ele meteu braza, me fodia como um louco, deitamos de lado e ele segurou uma das minhas pernas e metia freneticamente na minha bunda, que delícia era sentir aquele cacete, centímetro por centímetro entrando e saindo do meu rabo, seu corpo suado em sintonia com o meu, seu toque me arrepiava, seu cheiro aumentava ainda mais o meu líbido, eu rebolando muito e ele só mandando ver com força, quando penso que vai gozar, ele me manda ficar de quatro e começa a tirar e bota sua rola grossa dentro do meu cu, em seguida estava me fodendo loucamente num vai e vem de escutar o som dos nossos corpos ali entregues aos desejos, aos prazeres da carne, sem camisinha sentia todo calor da sua caceta. - mexe essa bunda vai! - disse ele ficando parado atrás de mim, fiz como ele pediu, comecei a rebolar na sua piroca e ele ali atrás de mim, só sentido minha bunda mexer presa no seu cacete - eu vou gozar caralho - ele disse loucamente, e me segurou minha cintura enfiando ainda mais aquele pirocão dentro de mim, não demorou muito e Marcio estava enchendo meu rabo de porra, cada jato de gala era uma estocada, sentir seu leite quente e quando vi também já tinha gozado sem mesmo bater punheta. Ele se vestiu, eu me enrolei na toalha e antes de sair Marcio me perguntou se poderia voltar mais vezes, eu disse - quando você quiser sempre estarei aqui pra te receber -

Vizinho pediu um copo de açúcar emprestado e pagou com mamadeira de leite quente

Meu nome é Roberto, moro no DF (baiano de Ilhéus), 31 anos, 1.70 de altura, 55kg (magro, né?). Tenho uma bunda normal, porém que aguenta levar muita pika e um dote de 19cm (apesar de ser passivo, gosto de comer outro passivo, se for magrinho e liso). Gosto e sexo com pegada, metidas fortes, palavrões, gemidos. Quanto mais safado o macho, pra mim é melhor. Há um tempo atrás, precisei passar uns dias na casa de um dos meus irmãos, por causa do trabalho. Seu apartamento ficava no terceiro andar e sempre gostei de subir escadas para me exercitar. Em uma dessas vezes, passei por um dos moradores que me chamou muito a atenção: grandão, deveria ter uns 1.85m e uns 90kg, branco, careca por opção, cavanhaque, uma cara de cafajeste. Usava uma camiseta preta cavada, contrastando com a cor de sua pele, tênis (enorme, por sinal) e um short tecido de moleton cinza com um tremendo volume solto que me fez suspirar profundamente e acompanhá-lo com os olhos, fitando sua mala tamanho GGG. Despertei do meu sonho ao ouvir sua voz grave, sexy e sedutora: - Bom dia! Devolvi, quase num sussurro: - Bom dia! O macho seguiu seu caminho sem olhar pra trás. Com certeza, não percebeu meu olhar incisivo em direção à sua rola majestosa. Em um sábado pela manhã, eu estava sozinho em casa, pois meu irmão trabalhava até às 18:00, quando escuto alguém bater à porta. Fui atender, enrolado em uma toalha, pois havia acabado de sair do banho. Ao abrir a porta, quase desmaiei. Tenho certeza que fiquei mais branco do que já sou. Na minha frente, estava o grandão tesudo das escadas, mais gostoso ainda; largadão, com um short de jogador de futebol e sem camisa. E o volume? GIGANTE!!! Precisei ouvir, sua voz, para voltar à realidade: -Bom dia, cara! Engoli seco e respondi: -Desculpe! Bom dia! Me mostrando um copo, ele falou: - Cara, fui fazer um café agora cedo e descobri que estou sem açúcar. A mulher saiu pra trabalhar e não me avisou. Você poderia me emprestar um copo? CARALHO! O macho era casado. Só então percebi o arco dourado em seu dedo anelar esquerdo. Eu já suava frio, garganta seca, respiração difícil de controlar. Então, respondi: -Claro, man. Entra aí. Ele entrou, fomos à cozinha, peguei o açúcar, enchi seu copo e o entreguei. Nisso, nossos dedos se tocaram e foi inevitável não cruzarmos o olhar. Não sei se era impressão, mas parece que o volume havia aumentado de tamanho. Minha toalha, com certeza, estava estufada. Claro que ele percebeu. O grandão recebeu o copo e interrompeu o silêncio: -Valeu mesmo, rapaz! Ainda hoje, virei te pagar por esse açúcar. E deu aquela pegada na rola, que pareceu involuntária. Já sabem, né? Meu cu piscou descontroladamente. Minha vontade era descer aquele short e chupar sua pika até sentir sua porra derramar. MAS, APENAS FALEI. -Não precisa, amigo. Gentileza entre vizinhos. Ele estende aquela mão enorme e pesada, segura meu ombro, dá uma leve apertada e diz, olhando dentro dos meus olhos: -Faço questão de pagar. Vou pagar com uma GRANDE gentileza.. Piscou o olho, saiu pela porta e desapareceu no corredor... Fechei a porta e corri para o banheiro; precisava de um banho gelado pra me acalmar. Aproveitei e bati uma gostosa punheta enquanto a água fria caía sobre meu corpo nu. Depois do almoço, já nem pensava na situação ocorrida no matutino. Dei uma rápida conferida aqui no CONTO ERÓTICO pra garantir aquela gozada farta antes de tirar um cochilo. Deitei, peladinho na cama, e dormi. Nem sei quanto tempo depois, ouvi o soar da campainha. Pelado, só enrolei uma toalha na cintura e fui ver quem era. Abri a porta ainda meio sonolento. Quase caio pra trás. Lá estava o vizinho careca, grandão e gostoso, sem camisa, pelos aparados, short branco de jogador de futebol, aparentemente sem cueca, pois a cada movimento do corpo um grande movimento surgia ali embaixo; daqui a pouco teria que tomar outra chuveirada gelada. Segurando uma vasilha com açúcar, sorrindo, falou: -Estava dormindo como uma ninfa? Quase que eu respondo: "como uma ninfeta", mas me contive e só respondi: -Só tirando o cochilo da tarde. Ele deu uma breve olhada em direção à rola e respondeu: -Vim pagar a gentileza de hoje cedo. Eu respondi, em tom de brincadeira: -Cara, não precisa mesmo. Um copo de açúcar não vai fazer falta aqui. Às vezes, falta outro alimento... Quando olhei, a barraca estava armada. E que barraca grande era aquela!!! Ele deu uma segurada, junto com o short, balançou e me perguntou: -Então aceita pagamento com leite quente? Galera, aí não tem como manter a compostura. Liguei o "foda-se", puxei aquele macho pra dentro e, sem cerimônia, fui direto ao ponto, abocanhando aquele CARALHÃO monumental. Impossível colocar tudo na boca. Deveria ter uns 19cm, mas era muito grossa; fora do comum. Parecia que minha boca ia se rasgar e sentia a vara ir alargando minha boca como se fosse uma buceta. De repente, ele me puxa pra cima, me ergue um pouco do chão (lembrando que ele era bem grande e alto) e me tasca um beijo delicioso. Tomou fôlego, me colocou no chão, segurou meu rosto com as duas mãos e falou: -Desejei muito te comer quando te vi a primeira vez na escada! Vi você olhando na direção do meu volume e senti na hora que você gostava de rola. E eu que pensei que ele nem tinha percebido nada. Falei com a cara mais pidona: -Então me dá essa pika gigante que eu já estou louco de tesão. Ele forçou minha cabeça pra baixo e falou: -Abre bem a boca, vai putinha. Quero foder essa boca quente. E foi o que ele fez. Socou rola na minha boca, o quanto pôde, com estocadas fortes. Engasguei várias vezes e escorria baba pelos cantos da minha boca. O macho era incansável. E a tora era dura feito pedra. De vez em quando, ele tirava a jiboia da minha boca e batia na minha cara, Confesso que doía um pouco, mas o tesão de apanhar de uma rola daquele calibre, era maior. Mamei aquele caralho por um bom tempo, até que senti o macho estremecer, gemeu entredentes, o pau começou a pulsar, ele apertou minha cabeça contra sua pika e só senti leite quente descendo pela garganta. Foi tanto leite que minha boca encheu rapidamente. Ele tirou a pika, olhei pra cima; ele olhava pra mim. Então engoli toda a porra que estava na boca. Ele se abaixou e me deu outro beijo arrebatador e falou: -Cara, nunca fodi uma boca tão gostosa. Mas quero mais. A rola do cara não baixou. Parecia que nem tinha gozado. Ele me levou até o sofá, me colocou de quatro e meteu a língua no meu rabo. E chupava bem pra porra. Sugou muito meu cu até eu implorar: -Cara, acaba com esse meu fogo. Mete esse cacetão no meu cu. Ele se levantou, segurou a pika, encostou no olho do meu cu e falou: -Adoro uma putinha igual a você. Cara de homem, mas que gosta de um pau socado no rabo. Vou te foder como ninguém, para você voltar sempre para a rola do teu macho aqui. E foi enfiando rola, até encostar na minha bunda. Enterrei a cara nas almofadas, arrebitei a bunda e o macho cravou. Foram minutos de bombadas ininterruptas, onde eu só gemia e pedia pra ele não parar. Minha respiração parou várias vezes do tanto que gozei pelo cu. Depois de muito socar pika no meu cuzinho branco e já totalmente aberto, me colocou de frango com as pernas no ombro e voltou a martelar. Parou, olhou pra mim e disse: -Se prepara, pois agora vou entrar com tudo, minha vadia. Colou a sua boca na minha e deu aquela estocada que parecia que as bolas iam entrar junto. Fui às estrelas e voltei. Não consigo descrever o prazer de ser socado por aquele macho, de frango. Sua rola invadia meu rabo, me arregaçava,. Meu cu estava pegando fogo e eu gozava o tempo todo; já estava sem forças de tanto gozar. Mas o macho não parava. Socou muita rola no meu rabo. Às vezes, ele tirava e colocava tudo sem dificuldade e voltava ao ritmo frenético e muito forte até que começou a encher meu cu de leite. Percebi pelo fogo que me subiu e pelos seus espasmos e contrações. Depois que se refez do gozo, com o pau ainda no meu cu, ele disse; -Agora vou te fazer gozar cheio da minha pika e do meu leite. Pegou no meu pau, completamente duro, e começou a punhetar, enquanto fazia leves movimentos com seu caralho no meu cu. Não demorou muito e eu explodi num gozo delicioso. Me surpreendendo, o machão colocou a boca no meu pau e lambeu toda a porra, engolindo tudo. Depois, me beijou e fomos tomar banho. Antes de ir embora, me passou seu número, me deu um último beijo e disse: -Gostei mesmo de você. E foi maravilhoso foder com um macho que aguenta muita rola no rabo. Não some. Quando vir visitar seu irmão me chama pra foder esse cuzinho apertado e guloso. Eu retribuí o beijo e disse: -Foi muito bom dar pra você. Prepara a mamadeira cheia, pois sempre vou querer seu leite quente. É isso aí galera. Como percebem, adoro um macho roludo que sabe tratar um cu. Quando acontecer de novo com esse tesudo, volto pra contar para vocês. Seguem fotos VOTEM E COMENTEM O CONTO. Podem conversar comigo aqui Sou do DF e se algum pikudo quiser marcar uma foda, só chamar. Beijos e chupadas em suas rolas.

Brincando com amigo de infância, o inicio

Sou do RJ alguns já me conhece hoje vou narrar uma história do passado se passou a 20 anos atrás, fato real onde tudo se inicia. Sou banco cabelos castanhos escuros , 1.68 magro . Tinha um amigo chamado Cristiano qual trabalhava no bar do pai durante o dia essa bar era na mesma rua onde eu morava, estava vindo da casa de.minha tia e passo pelo frente do bar e vejo Cristiano sentado pelo lado de dentro do bar e acabo o comprimentando, Eu :Fala ae Cris trankilo ? Ele: trankilo e as passeando ? Eu : nada fui na minha tia levar um suco. Ele: ata, chega aí EA festa de ontem foi boa ? Eu : sim foi legal zuanos bem, né? Ele : nem me fala tô Aki super cansado da bagunça de ontem. Eue aproximei do balcão do bar e Cris estava sentado de short desse de futebol nisso reparo que cria estava alisando o pau meia bomba e isso me chamou muito a atenção pelo volume que o pau dele fazia no short, aí falei Cris tá na seca meu amigo é começo a rir, ele disse sim no maior tesão que acordei hoje, eu comecei a rir eu era bem mais novo que ele uns 4 anos . Nisso pergunto pow cria isso tudo eo seu pau marcando o shorts? Sim é sim é não está totalmente duro, que isso cara ? faço cara de assustado qua na vdd estava mesmo pois nunca vi um pau tão grande e groso na minha vida, aí falei a tá de sacanagem. Que é seu pau mesmo aí ele virá e fala q ver seme.mesmo ? Eu disse a não acredito , ele fala vamos lá pro fundos podem ouvir nosso papo Aki , dei a volta pro fundos do bar ele abre a porta e eu entro e logo ele me chama pra sentar num sofá tipo cama ao lado dele e começa a falar que amanhceu cheio de tesão eu comecei a rir nisso ele diz meu pau não está totalmente duro não, falo pra ele tá doido crua pelo volume do short ele está sim , ele diz assim vou te mostrar q não está , logo tira o pau pra fora e me mostra nossa eu quase tive um treco de tão grande era o pau do Cristiano, aí falei porra é muito grande cara é grosso , ele diz né nada nem tá duro ainda só fica se alisar ele, eu falei tá doido, fica maior ainda ? Ele disse sim é bem maior mesmo, não acreditei e disse a duvido ele falou pow sem maldade coloca a mão só um pouco nele e vê como ele não está muito duro! Ele pegou em minha mão eu já ipnotizado pelo pau do muleke e deixei me levar pelo tesão e curiosidade daquele cacete. Segurei e logo ele segurou minha mão e começou a fazer uma leve punheta nele segurando minha mão , nisso começa a dar pequenos gemidos baixos e dizendo isso agira sim ele vai ficar maior , e realmente começou a crescer mais mesmo, eu já estava com tanto tesão que eu estava em transe nisso só sinto ele pedindo pra eu provar o pau dele e falando coloca sua boca nele vai meu amigo eu não tinha palavras e ficava só olhando e ele falando vai chupa ele vai eu estava em transe , nisso ele pega a mão e passas em volta do meu pescoço e vai levando minha cabeça pra baixo , levando com tanto cuidado que eu nem senti ele levar minha cabeça ao encontro do seu pau quando dei por mim já estava de cara com um mostro de pau grande e grosso eu ali parado sem ação é aquele cheiro forte de pau subindo e eu em transe , ele fica de pé em minha frente eu no medo e vergonha sem reação nenhuma parecia uma estátua ali parado sentado sem força pra dizer nada , nisso vem aos poucos colocando seu pau de ,quase 21 cm todo cheio de veias cabeça que parecia um cogumelo nisso manda eu abrir a boca e eu obedeço e abro ele vai aos poucos colocando aquela cabecona em minha boca e eu ali parado e ele manda eu chupar era minha primeira vez fazendo aquilo e eu fiz o que ele mandou comecei a chupar todo aquele pau que nem cadia direito dentro de minha boca , muitas vezes me engasgava e ele ali fodendo minha boca loucamente e falando queria experimentar seu cuzinho seu pau babava muito já estava todo melado de tanto melzinho que sai da cabeça do pau nossa eu já estava com a nova com câimbra de tanto chupar e ele ali loucamente falando isso chupa mais tá muito bom vc chupa muito gostoso meu amigo isso vai mama mais e ele Aki segurando minha cabeça e forçando o seu pau pra ir até o fundo da minha boca. E eu já com tanto medo e me engasgando com as estocadas que tomava. Aí ele começa ir mais rápido e falando tantas coisas e eu já perdido não sabia mais de nada e chupando sem parar......... Continuação

No provador tomando leite

Olá pessoal isso aconteceu semana passada, vou ser padrinho de casamento e fui na loja para alugar o terno, a loja muito bem estruturada com muitos funcionários para tirar nossas medidas e tal.... O que me atendeu foi o Silvio, branquinho cabelo corte em degrade esses estilosoa de agora, o uniforme da loja é roupa social que nele ficou marcando tudo, peitoral, coxas bunda e a mala. Creio que devido a academia que ele deve fazer. Ela me entregou os trajes e ma indicou o último provador, nesta loja todos são de portas sanfonada. Vesti o tudo só faltou palitó que não consigui a por sozinho. O chamei e ele rapidamente abri a porta e entra para me ajudar. Ele perguntou se estava confortável e eu só achei a calça apertada na perna, ele pede pra olhar e passa a mão... Gelei na hora pois não esperava. Ela foi e voltou com outra e eu já estava só de cueca, ele me entrega mas não sai do provador. Visto a calça e ele diz que vai ajudar senta no puff e puxa o zíper e fecha a botão nisso ele passa a mão no meu pau e aperta... E diz: agora tá bom? Eu fico vermelho e balanço a cabeça que sim. Ele pega a fita métrica e vai tirando mina medidas e sempre dando um jeito de aproveitar eu já de pau duro ele vê e fala que a calça tá com problema que ele tem que resolver e segura com tudo. Eu nunca havia feito nada parecido assim. Mas como estámos trancados não liguei... O cara bota meu pau pra fora a faz um trabalho perfeito com a boca... Chupa a feito uma rofissional, eu sou passivo mas adoro ser mamado... Não demorou muito eu sinto que vou gozar e sussurro para ele. Ele acelera o boquete e fica me olhando.... Não aguentei com essa investida dele e gozei na boquinha dele.... O puto tomou tudo e não deixou escapar nada, que delicia eu doido pra gemer alto mas não podia. Ele se levanta e fala: agora tá tudo certinho na medida! E disse que estava me esperando lá fora para acerta o meu cadastro. Estou até agora sem acreditar! Será que ele vai pegar meu telefone no cadastro e mandar um zap.....

Amigo da igreja não resistiu e me comeu

Fala aí galera, blz ? Estava um pouco sumido mas resolvi da uma passada aqui pra compartilhar uma das minhas aventuras, cabe ressaltar que tudo que escrevo aqui aconteceu de fato. Mas vamos ao que interessa. O que vou narrar aqui aconteceu a 4 anos atrás, na época eu tinha 17 anos, e meu amigo que por sigilo vou chamar de Felipe tinha 18 anos. Quem quiser saber como sou é só dá uma lida nos contos anteriores. Bom, Felipe sempre foi gostoso daquele tipo exibido, vivia sem blusa no meio da rua, para minha alegria. Sempre que passava por ele dava uma secada, mas sempre discreta, afinal smp fui de igreja evangélica e ngm sabe de mim, então tinha que me conter, Felipe e eu falava apenas o básico, "e ai, blz?" "Tudo bom" essas coisas, ele morava uma rua depois de mim. Tem um detalhe, Felipe tbm era evangélico, mas não da mesma igreja que eu. E os dias passavam e meu desejo por ele só aumentava, por mais impossível que parecesse, algo me dizia que um dia eu ainda ia ser a putinha do Felipe. Até que aconteceu algo que nos aproximou bastante, Felipe passou a frequentar a mesma igreja que eu. E ai a gente se tornou amigo, unha e carne mesmo, nunca pensei q a gente tivesse tanta coisa em comum. Felipe mudou de igreja, mas continuava o mesmo marrento de antes, fazia questao de andar sem blusa, Felipe não malhava, mas era muito gostoso, definido, pernas grossas por conta do futebol, olho cor de mel, branco, e passando a ver ele com mais frequência e me tornar tão próximo, meu desejo só aumentava, quanto via ele de social, dava vontade de arrancar a gravata dele e depois tirar botao por botao da blusa dele. Eu tinha que ter ele mas n sabia como. A gente tinha um amigo em comum que era da mesma igreja q a nossa, e morava sozinho, era comum reunir a galera pra dormir lá, e nessas "dormidas" já aconteceu bastante coisa kkk mas fica pra outro conto, já que Felipe agr vivia com a gente então pensei, essa é a chance, então tive a idéia de reunir a galera pra assistir um filme, todos concordaram, inclusive Felipe. Então fomos pro culto e quando chegamos fomos direto pra casa do meu amigo, fizemos pipoca e bagunçamos bastante antes de escolher o filme. Felipe é claro tirou logo a blusa exibindo aquele corpo gostoso que eu tanto admirava, e que corpo 100nhor!!! Então galera, espero que estejam gostando. Vão comentando e votando aí que breve volto aqui pra contar pra vcs o que aconteceu depois. Até logo! Abraço por trás haha.

Paguei o mototaxista com meu cuzinho

Vim do interior para capital e confesso que estou amando tudo, apesar que aqui em Campo Grande é uma capital meio interior, mesmo assim tem muita coisa boa inclusive umas baladinhas que me encanta. Sou Renan, tenho 18 anos, magro, moreno, 1.70 de altura, cabelo preto e olhos castanhos, não sou um ator de malhação rsrsrsr mas sou pegavel. Como disse adoro as baladas daqui e o fato narrado aconteceu na saída de uma delas. Era por volta das duas e meia da madrugada quando resolvi ir embora, não havia bebido muito mas estava alegrinho e sem nenhuma carona pra ir para casa, então lembrei que há algumas quadras dali havia um ponto de moto táxi, fui até lá caminhando e tentar a sorte de achar alguém lá. Chegando olhei por uma janela e tinha um cara, bati.... - Me leva perto do shopping bosque dos ipês? O cara me entrega o capacete, liga a moto e sai... Eu estava cansado e nem havia reparado no carinha que por sinal era bom de papo, fomos o percurso todo conversando... Moto Táxi) - E a balada estava boa? Eu) - Animada. Moto Táxi) - Ali o pau come né... Dei uma gargalhada entendendo a ironia dele por ser uma balada gay e retruquei. - Pó, pra mim não comeu kkkk Caímos na risada. Não demorou muito e já estávamos no portão de casa. Moto Táxi) - Sua mãe já deve estar com a cinta na mão. Respondi que este problema não teria pois morava sozinho, então ele sem pensar muito jogava a real ja mexendo naquele pacotão que tinha no meio das pernas. - Então pode toma pau sucegado. Na hora que ele disse isso me deu um tesão danado, me aproximei para devolver o capacete a ele que já dei uma apertada na geba dele e disse: Eu) - Putzzzzzz vou pegar o dinheiro lá dentro. Fui andando já vendo ele colocar a moto mais pra dentro do portão, entrei em casa, acendi a luz e assim que ele chegou na porta já ajoelhei no chão e fui tirando a piroca daquela calça, ali mesmo de porta aberta fui punhetando aquele pau grosso ao extremo, fazia tempo que não mamava numa geba daquela grossura, então cai de boca mamando cada parte daquela delícia toda, aproveitando cada centímetro que durão feito pedra. Sua rola gostosa, suculenta e cheia de veias, tudo de bom e eu mamando... Ele fechava a porta e me fazia engolir tudo, até o talo e fodendo minha boca, ele gemia feito macho, afinal eu caprichava na gulosa o fazendo delirar. Ele segurava firme minha cabeça e fazia da minha boca seu fudedor, metia forte sua geba até sair baba do tanto que ele metia guela dentro, eu estava com muito tesão por ter aquele pau delicioso. Moto Táxi) - Tem capa aí? Na hora que ouvi fui na direção da gaveta, entreguei a ele e só observava ele colocando e pensando na delicia que iria sentir dentro de mim... Moto Táxi) - Empina o cu no sofá Ali. Batendo sua rola grossa na mão me deixando com cuzinho piscando, fiquei peladinho e já se posicionava me apoiando no encosto do sofá, estava de cu empinado pronto pra levar rola. Ele chegou por trás de mim, posicionou a cabeça daquele pau duro feito pedra no meu cuzinho, melecou a entrada e arriscou umas dedadas me fazendo se contorcer... - Relaxa porque o que vai entrar aqui é bem mais grosso que meu dedo. Apontou sua giromba na entrada do meu cu pedindo calma e forçando a entrada, sentia uma dor da pega, afinal aquele pau era grosso além da conta, me contorcia mas também queria ser rasgado, certo momento ele me segurou forte e atolou de uma vez só, tentei ir para frente mas foi em vão pois sua força me trazia de volta, agora eu estava com cu preenchido até o talo com aquela rola. Dor do caralho, literalmente... fiquei esperando amenizar e ele num vai e vem devagar começava a bombear cu a dentro que foi ficando gostoso com a força da pegada... sentia suas bolas batendo e sua pica grossa judiar, gemia alto e sem pudor, aguentava gostoso tomando no cu legal. Cu empinado com uma giromba dentro, judiado naquela foda gostosa, mais de vinte minutos tomando pau e meu meu cu ardia, ele se acalmava dizendo que meu cu era gostoso demais para gozar agora... - Senta aqui Dizia ele ao se sentar no sofá abanando o mastro duraço. De frente pra ele me apoiando no seu peitoral meu cu engolia cada centímetro, eu romeçava a cavalgar devagar... rápido, devagar.. rápido numa mistura prazerosa e curtindo o calor do seu corpo, ele dirigia meu cu naquela vai e vem com suas mãos enormes e sua força dava um tesão, pois agora eu sentava e abusava daquele pau. Gemiaaaa alto enquanto fazia movimentos que o levava ao prazer, de frente para ele notava o quanto ele segurava para não gozar, sua voz forte, seus urros e eu fazendo vai e vem, sobe e desce... acelerando e curtindo seu corpo, seu rosto enquanto sua pica brincava dentro de mim. - Para se não vou gozar... Ao ouvir isto o judiei, meu pau mordeu sua geba e num ato rápido e rebolei frenético e sem parar, ele encostou sua cabeça para o alto como sinal que não resistiria, então fui mais e mais rápido pois queria forçar aquele mastro esporar gostoso... Agora eu era o judiador de rola, louco e intenso ouvia ele gritar ao seu mastro jorrar leite e seu rosto de satisfeito, meu cu apertava sua geba e ele ali, gemendo e satisfeito com aquela gozada gostosa... leitando legal meu cuzinho. FIM Autor. Daniel Inta @ContosdeDaniel

Brincadeiras com amigos , comecei e gostei. 1 parte

Olá no conto anterior comecei a sentir me com tesão por homens depois do Cristiano aí perdi o freio. Bem sempre tive na minha adolescência vários amiguinhos e tinha um chamado Genildo branquinho cabelos castanhos até o ombro , 1,70 de altura parecia ser um Deus grego, carinha de bobinho esse morava no fim da minha rua e sempre jogavamos pelada junto , era um sábado estávamos no campinho aguardando a turma do nosso futebol chegar e nada deles chegarem onde Genildo falou pra mim vou, vou embora a turma não vai vim melhor jogar um vídeo game fique ficar Aki esperando eles , nisso se despedimos e eu fui saindo e ele fala pra mim aí JC não quer jogar comigo ?aí logo aceitei tinha nada pra ser fazer mesmo fomos chegando em sua casa ele me manda entrar e logo entrei e não vi ninguém por lá onde logo perguntei por sua irmã disse q estava na casa da madrinha , chamou me pra ir pro quarto dele um senhor quarto onde começamos a jogar e muita zueira entre nois , logo Genildo me tira sua camiseta e fica com aquele corpo amostra e eu ali fiquei olhando sem parar pra sua barriga toda lisinha e pergunto sem muita maldade , Genildo vc não tem pelos não no corpo? Ele me responde a amigo nas coxas , peito e braco não tenho muitos pelos não ! Eu : ata. Aí ele diz , mais embaixo e bem cabeludo e começou a rir. Eu fiquei olhando com cara de babaca pelo que ele disse e continuei a jogar sem muita maldade. Nisso Genildo começa a falar que ia trocar de roupa pois aquela bermuda jeans estava lhe incomodando e foi e trocou e voltou com um short de academia desse tipo moleton e logo olhei e vi logo a marca do seu pau que nem duro estava, mais já mostrava que ele tinha potencial, mais toda hora Genildo ajeitava o pau no short e eu olhava discretamente pra vê o volume e ele toda hora passava a mão no pau como se soubesse q eu estava olhando, nisso falo pow Genildo vou embora já estamos nesse jogo a mais de uma hora , na vdd não estava mais aguentando ver ele alisar o pau era castigo e eu não poderia me expor vai que ele falasse pro demais do bairro. Nisso Genildo pede pow vai não JC vamos aproveitar mais por favor ! Ainda parei e pensei ia ou não ele logo se levantou aí quando olho pra ele seu pau estava dando sinal de vida já mostrava a grossura eu fiquei muito sem reação é ele segurando em minha mão, fica vai tá bom vou ficar, isso ele fez uma cara de felicidade até bateu palmas olhei sem intender nada. Jogamos e ele ali alisando seu pau toda hora , nisso tive que criar ele pow Genildo vc está com chato nesse saco ? E comecei a rir . Ele disse nada JC tô incomodado com essa porra de sunga aí disse ué troca ele disse na vdd não uso sunga só box disse então vai e troca pow . Ele disse eu vou e tirar essa merda e ficar sem , logo me deu calafrio na hora e logo ele se levantou e se afastou da cama e começou a tirar o short na minha frente onde falei o maluco vc está doido vai que sua mãe chega aí do nada ele logo disse esquenta não minha mãe só volta lá das oito da noite madrinha mora longe aí falei e mais sua cortina do quarto está aberta , ele logo fechou a cortina e estando ainda de sunga disse assim esta bom ? Comecei a rir o que está bom o doido? Ele disse a cortina fechada mais não tirou a mão do pau por cima da sunga.ata tá bom sim o respondi. Nisso ele sai e volta de novo com o short EA sunga na mão e me zoa jogando a sunga em mim eu comecei a zuar ele porra vê é doido mesmo não jogo isso em mim não ele riu e voltou e se sentou na cama mais sentou encostando as costas na parede e eu na ponta da cama nessa posição seu corpo a parte do pau ficou mais visível pra mim , logo dei uma sacada e ele já estava alisando k pau por cima do short e toda hora eu dava um jeito de olhar , nisso ele cara vc não está fazendo o efeito no jogo eu disse não sei como faz não ele chega Aki q vou lhe mostrar e me puxou pela blusa e eu caí na cama pra trás e ele mandou eu segurar o controle dele eu fui mais meu braço ficou próximo ao short dele e nisso começou a me ensinar e teve uma hora que meu braço encostou no pau dele devido os movimentos q ele fazia com os braços dele me ensinando como fazia e eu ali já entrei na maldade, ele me pergunta é aí aprendeu ? Sim sim, quer mais ? Olhei ora ele com cara de abobado e fiquei mudo, só olhei e disse sim , falou vem cá vou te ensinar mais , e fizemos tudo de novo e ele ali já na maldade também é eu nem fala e toda hora meu braço encostava no pau dele ele fazia de propósito da forma que meu braço descesse até lá ........ Continua

Jogo de video game inocente

Me chamo Marcos, tenho 28 anos, 1,70, certo dia eu estava esperando Marcela minha namorada no bar que tem lá perto, pedi uma cerveja e fiquei esperando, obvio que reparei nas garotas e nos garotos que lá estavam. Pouco tempo depois que pedi uma cerveja, um casal amigo da Marcela apareceu e começamos a conversar, entretanto depois apareceu um rapaz amigo deles e se enturmou na conversa, mas logo Marcela chegou e ai fomos embora. No mesmo dia a noite o rapaz que tinha aparecido ( Victor) me add no face e começou a me seguir no insta, passamos a semana trocando ideia, mas sem maldade, até pq por ele ser amigo de amigos da minha namorada, seria arriscado tentar algo. Até que um dia ele me chama pra ir na casa dele para jogarmos Fifa e acabei aceitando, já que estava em casa sem fazer nada e a Marcela estava na faculdade. Ao chegar na casa de Victor, ele me recebe sem camisa e vejo como o peitoral dele é definido, mas não comento nada, ele logo me leva até uma sala de TV onde esta o vídeo game e começamos a jogar, e ele durante o jogo, comenta comigo que sua mãe foi viajar e só voltaria daqui uns dias.( o pai ele já tinha me dito que mora em outro estado). Após jogarmos por algumas horas, ele fala que vai tomar banho e eu aproveito e peço pra ele me mostrar onde é o banheiro e digo que depois já vou embora pois já era 10 da noite e no dia seguinte trabalho. Ele me indica onde é o banheiro e pergunta se me importo dele já ir tomar banho e dar uma carona pra ele ir até um barzinho. Falo que não tem problema algum. Entro no banheiro e quando estou dando a descarga ele entra nú, foi quando reparei bem em Victor, que tem 1,88, corpo definido mas não gigante, e um pau de uns 20 cm e ele tem 21 anos. Ele ficou conversando comigo enquanto toma banho, e comecei a reparar que ele ficava balançando a rola dele, até que ele fala: Victor: - Cara to ligado que vc ta manjando minha rola, se quiser pega. Marcos: - To nada, impressão sua. Victor: - Vai me dizer que não reparou nela. Marcos: - Só dei uma olhada, mas nada de mais. Neste instante ele abre a porta do box e sai molhado, segura minha mão e leva pra rola dele, penso em resistir, mas ligo o foda-se. Quando ele vê que seguro na rola dele, já se anima me da um beijo e começa a passar uma das mãos na minha bunda, e fala no meu ouvido pra eu mamar ele. Imediatamente ajoelhei e cai de boca, ficava sugando as bolas e mamando gostoso o pau dele, e as vezes ele me dava uns tapas na cara e me chama de puta, viadinho. Depois de um minutos mamando ele, ele pede pra eu parar e tirar minha roupa, o que faço na hora, e me coloca de 4 e começa a colocar os dedos dele com lubrificante no meu cuzinho, sem avisar ele começa a enfiar a rola dele em mim, dei um grito, e assim que dei ele puxou meus cabelos e deu um tapa na minha cara e me falou pra ficar quieto, claro que obedeci, e aos poucos a dor virou excitação e logo eu estava rebolando meu rabinho. Após uns minutos ele gozou e quando pensei em me arrumar pra ir embora, Victor me falou, hoje você dorme aqui, vamos tomar um banho. Durante o banho ele pediu pra ficar mamando ele um pouco, até ele gozar em minha boca, depois disso ele me deu um beijo e saiu para me deixar terminar meu banho. É a noite promete. Continua...

segunda-feira, 2 de julho de 2018

O amigo do meu irmão

Essa história rolou há alguns anos, assim que eu me graduei, aos 23 anos. Nessa época várias coisas loucas aconteceram na minha família e eu acabei precisando deixar de morar com a minha mãe. Meu irmão mais novo, a quem chamarei de Leandro, que nessa época tinha 18 anos, veio morar comigo em uma casa na mesma cidade em que já vivíamos. Meu irmão é hetero e sabe da minha sexualidade. Sempre fomos muito de boa com isso. Como estávamos morando sozinhos, metíamos o louco dentro de casa: trazíamos amigos, pessoas que estávamos pegando, fumávamos nossos baseados na sala, etc. Com isso, tornou-se bem frequente a presença do Gustavo aqui em casa. Gustavo era um dos melhores amigos do meu irmão há anos. Nos conhecíamos há tempos por conta da amizade deles, mas só com a frequência das visitas que nos tornamos mais íntimos. O moleque tinha 18 anos, 1,70, loiro com os cabelos curtos lisos na raiz e cacheados nas pontas, um sorriso grande e espontâneo bem destacado naquele rosto liso levemente bronzeado. Gustavo já estava à vontade lá em casa e andava sem camisa e só de short, mostrando um corpo magrinho e todo torneado: peito desenhado, barriga bem chapadinha com finos pelos loiros descendo abaixo do umbigo e cinturinha fina com aquelas entradas que me levavam à loucura. Tinha mania de dar umas pegadas deliciosas no pau que sempre parecia bem solto dentro dos shorts que usava quando dormia aqui. Um dia desses, poucos dias após eu terminar um namoro que durou alguns anos, eu estava na sala de casa, meio pra baixo, assistindo a um canal qualquer do youtube com meu irmão. Eis que chegam Gustavo e Carlito, melhor amigo do meu irmão com um bong e uns baseados já apertados. Começamos a fumar, fizemos uns petiscos pra laricar e ficamos vendo vídeos aleatórios enquanto conversávamos assuntos bem viajados. Já era bem tarde na madrugada quando meu irmão falou que iria dormir. Já havíamos combinado que Gustavo e Carlito dormiriam na nossa casa, mas na hora é que percebemos que não cabiam os três no quarto do meu irmão. Gustavo e Carlito nunca iam juntos dormir lá em casa e não pensamos nisso. Também não tínhamos colchões extras e nosso sofá era bem desconfortável. Gustavo então resolveu ir embora, mas eu falei: - Cara, minha cama é de casal. Se quiser, divido contigo. Juro que só te como se você quiser. – Falei rindo em seguida. - Pô, eu vou ganhar abrigo e ainda vai ter pica? Agora eu topo! – Completou Gustavo, embarcando na suposta brincadeira e rindo também. Confesso que a situação já me deixou na maldade, fora o fato de eu ficar com um tesão da porra quando fico brisado. Gustavo era hetero, segundo meu irmão, mas eu quis arriscar. Meu irmão e Carlito foram dormir sujos mesmo. Estavam bem chapados. Gustavo disse que precisava de um banho, pois tinha vindo direto do trabalho e eu também precisava tomar um para dormir confortável. Fui tomar banho e deixei a porta aberta para ir conversando com ele que estava ali perto, na sala. Em um certo momento ele foi mijar enquanto eu estava no banho, mas o vidro do box é escuro e com textura, então não dá para ver nada de nenhum lado. Ainda assim, era um puta tesão aquele moleque ali com o pau pra fora no mesmo ambiente que eu estava pelado. - Porra! Pelo barulho do jato, ‘tava sem mijar há uns 15 dias! – Zoei. - É que a pica é grande, aí eu mijo forte! – Gustavo retrucou. - Ih, não fode! 18 aninhos e magrelo, dava até pra pilar o baseado com isso que você deve ter aí. Quando você chegar na minha idade você vai descobrir o que é uma pica. – Continuei provocando. - Então deixa eu ver essa porra aí! – Disse ele já abrindo a porta do box e olhando para dentro. - Porra, de pau mole não dá pra ter noção! – Falei fingindo estar contrariado, mas sem me esconder. - CARALHO! QUE PILÃO! Se mole é assim, imagina essa porra aí dura! – Disparou. - Sacou, né? Um dia você chega nesse patamar. - Ih, não exagera não. Saca o pilão do loirão! – Falou Gustavo abaixando a calça de elástico e revelando aquela maravilha: seus pentelhos loiros aparados dando contorno a uma pica meia bomba, mas que já percebi que era grossa pra caralho! Branquinha e mais fina na ponta com uma cabecinha rosinha. - Não é que o garoto tem uma pica de responsa mesmo? Mas ainda não bate a minha. Quando você crescer, quem sabe? – Falei rindo. – E você vai ficar aí me assistindo tomar banho com o pau pra fora, moleque? Apaixonou? – Perguntei. - Estou esperando a madame terminar o banho pra eu me lavar logo. – Devolveu. - Ih, então relaxa aí que falta eu passar o sabonete e ainda nem toquei minha punheta pra dormir relaxado! – Falei em tom jocoso. - Ah, não. Não vou te esperar esfolar esse canhão não. Vai se ensaboando que eu já vou me molhar. – Disse Gustavo enquanto terminava de se despir e revelava o que ainda me faltava ver: uma bundinha pequena, redondinha, com finos pelos loiros quase imperceptíveis sem a luz direta. Tive que respirar bem fundo e mudar a direção do olhar pra não ficar com o pau duro ali. - Então se eu tiver uma ereção à noite e te roçar a lanterna no bumbum a culpa é sua – Continuei com a provocação em tom de brincadeira enquanto me ensaboava. - Então eu vou dormir de frente e a gente faz um duelo jedi, mas eu vou proteger meu precioso. – Respondeu rindo enquanto se molhava. - Além de ter piroquinha de garoto ainda é nerd. Virgindade protegida com sucesso. - Falou o nerd mais velho! E não me zoa, eu tô esperando meu pau crescer antes de transar – Debochou enquanto me dava o lugar no chuveiro para me enxaguar. Ficamos nessa brincadeira, zoando um ao outro com piadas sobre sexo e tamanho do pinto como se fossemos dois adolescentes até eu terminar o banho, escovar os dentes e ir ao quarto me vestir. Peguei duas cuecas sambas-canção de algodão, vesti uma e deixei a outra pendurada no cabide, deitei e fiquei ouvindo música. Gustavo chegou no quarto enrolado numa toalha minha e perguntou se eu podia emprestar algo para ele dormir. Mostrei a ele a cueca que eu tinha deixado no cabide e, sem se preocupar, o moleque tirou a toalha e vestiu minha cueca. Confesso que ver aquele garoto vestindo minha cueca com pau solto dentro da samba-canção e se comportando daquele jeito comigo me deu vontade de partir para cima, mas segurei a onda. Como eu estava recém-solteiro, o outro travesseiro ainda estava limpinho e já estava ao lado do meu. Gustavo deitou-se ao meu lado e começamos a trocar ideia sobre vários assuntos à medida que surgiam, até chegamos em relacionamentos e, consequentemente, sexo. Falei que desde que terminei meu namoro só fodi com um cara algumas vezes, mas que já tínhamos parado de ficar há umas semanas e, desde então, nada. Ele revelou que tinha muito tempo que não transava, que tinha uma frequência sexual baixa por morar com os pais, não ter carro e, consequentemente ficava sem lugar, e também porque as meninas da idade dele não eram tão liberais no sexo e não faziam sexo tão casualmente. O assunto seguiu foi mais a fundo. Gustavo me perguntou como eu soube que curtia caras, pois meu irmão já havia contado que eu namorei e iniciei minha vida sexual com meninas e quis saber como e o quão diferente é transar com homens e com mulheres. Respondi abertamente e fiz questão de dar detalhes na hora de descrever. - Cara, no fim das contas, transar com alguém que também tem um pau e que sabe das coisas que outro homem gosta dá uma facilitada. Fora que o sexo entre homens não tem só penetração. Imagina se não é bom a sensação do seu pau duro roçando em outro pau duro, devagar e com força enquanto rola um beijo? Imagina ter seu pau chupado por alguém que sabe onde e como é gostoso? – Expliquei enfaticamente e falando bem perto do rosto dele, que me olhava atento e parecendo meio hipnotizado. Antes de falar, deu uma ajeitada no pau que eu tive a impressão de estar ficando meia-bomba. - Nunca tinha pensado por aí. Muito louco pensar nisso. Eu sempre achei óbvio procurar no corpo da mulher o que o meu não tem. Nunca pensei na ideia de procurar por alguém que tenha o mesmo e que conhece o que eu gosto. Mas e o beijo? É bom? Tem diferença? - O meu é muito bom! – Respondi rindo. – A diferença é mais na pegada e, claro, se o cara tiver barba é bem diferente de uma mulher. Beijo de homem é muito bom. É quente, sabe? – Completei sorrindo e me mantendo com o rosto bem próximo dele. - Com uma propaganda dessas, eu acho que vou até experimentar! – Debochou. - Ih, mas eu só garanto o meu beijo. Se achar beijo ruim por aí, não vai me culpar! - Então é agora que eu ganho um beijo desse gostoso! Vem cá! – Veio se aproximando, ainda em tom de piada. - Moleque, não me zoa não que eu te meto um beijo e depois você vai ficar todo apaixonadinho aí. - Então vamo’ ver isso aí! – Gustavo rolou para cima de mim, sentou no meu colo, segurou minhas mãos e veio aproximando o rosto devagar. A essa altura sua bunda estava sobre meu pau. Eu fingi relutar, mesmo que fosse óbvio que ele não conseguiria me conter se eu não quisesse. – É agora, hein! – Falou e riu uma última vez antes de forçar a boca contra a minha e ficar fingindo um beijo de novela, me lambendo e fazendo caretas. Quase morri de rir, mas àquela altura só me restava acabar com a brincadeira e dar o bote. - Ah, é? – Falei enquanto rolava ele, ficando deitado por cima, com as pernas dele ainda flexionadas e presas na minha cintura. Antes que ele pudesse reagir, segurei suas mãos sobre sua cabeça, encaixei bem meu pau na direção da sua bunda, dando uma forçada para cima e dei um beijo bem intenso e forte naquela boca gostosa. Continuei ali por um tempo, mordendo e buscando a língua dele que não oferecia nenhuma resistência e, aos poucos, foi correspondendo. Que boca gostosa daquele moleque! Os lábios bem macios e lisinhos só recebendo meu beijo e eventuais mordidas. Meu pau já estava uma pedra. Continuamos assim mais um tempo até eu parar o beijo, olhar para a cara dele sorrindo e dizer: - Mas me diz aí: É bom? Tem diferença? Gustavo riu e me xingou: - Caralho, que filho da puta. Se acha, meu rouba um beijo, é debochado... E ainda tem um beijo gostoso da porra. Vai se foder! – Completou gargalhando. - Em minha defesa, quem me roubou um beijo foi você. Eu só te mostrei como se faz. - Então vê aqui se eu aprendi. – Rolou novamente à posição anterior e me beijou demoradamente sentado sobre mim. - Boa garoto. A primeira lição já foi. Agora vamos ao próximo passo. – Desci beijando pelo seu queixo, cheguei ao seu pescoço e senti o cheiro e o gosto deliciosos da pele daquele moleque. Fui lambendo e mordendo, tentando sugar ao máximo do seu gosto. Girei-o novamente na cama, deixando-o embaixo e continuei descendo. Cheguei ao seu peito e continuei consumindo aquele moleque delicioso: mamilos, barriga à baixo até alcançar os pelos loiros que desciam ao seu umbigo... Os primeiros sinais do cheiro daquele pau que se mostrava duro e inquieto na samba canção... Até ficar cara a cara com o pica do garoto. Coloquei meu rosto contra o volume, senti seu cheiro delicioso de pau. Mordisquei ao longo de seu comprimento, lambi sobre o tecido aquela cabeça e pude sentir o gosto de sua baba. Gustavo fazia uma cara que me deixava ainda louco: olhava atônito, ofegante, com os olhos numa mistura de torpor e apreensão. A boca entreaberta para facilitar a respiração também liberava expirações longas e sonoras cada vez que eu tocava o lugar certo. Fui mais a fundo. Levantei um dos lados da perna da cueca que ele usava até ficar embolada na altura de sua virilha. Segurei firme com uma mão em sua coxa e com a outra puxando a perna da samba-canção para o lado, criando uma abertura que me mostrava sua virilha e seu saco. Me pus a explorar com a língua o espaço que criei. Lambi sua virilha e o senti se contorcer. Levei meu rosto devagar mais ao lado e alcancei seu saco. Passei a língua de leve e um novo espasmo aconteceu junto à expiração sonora de prazer. Explorei seu saco por um tempo, curtindo o gosto delicioso daquele garoto e passei para o outro lado. Gustavo já estava com os dedos afundados no travesseiro e gemia mais alto. Subi até seu rosto e o moleque me fitava ainda com o mesmo misto de torpor e apreensão, mas, de perto, me passava a impressão de uma presa entregue, o que aumento meu tesão. Fui ao seu ouvido e sussurrei: - Agora eu vou te chupar do jeito que ninguém nunca fez. Presta atenção porque eu também vou querer uma mamada gostosa quando for a sua vez. - Aham – Respondeu num gemido, após engolir a saliva. Desci até seu pau e puxei a samba-canção de uma vez só. Pulo de lá, dura feito um escultura de pedra, aquela pica branca com um cabeção vermelho, inchado e pingando baba. Seu pau duro, segundo me contou depois, tinha 18cm, mas era mais grosso que o meu. Era bem grosso, na verdade. Uma das picas mais bonitas que já vi. Segurei firme em sua base e suguei com vontade com toda sua cabeça na boca. Gustavo se revirou mais uma vez e dessa vez gemeu alto. Não me importei se alguém ouviria. Continuei chupando a cabeça e curtindo o gosto delicioso daquela baba e aos poucos fui colocando mais daquela tora na minha boca. Cada vez mais fundo enquanto punhetava o que ficava fora da minha boca. Quando alcancei a base com a boca, tirei-o lentamente olhando nos olhos daquele garoto, cada vez mais indefeso na minha mão. Desci com a boca até seu saco e dei mais um trato ali, lambendo, colocando ele todo na boca e tirando lentamente. Repeti o processo algumas vezes enquanto descia e chegava finamente onde queria. Levantei mais suas pernas e deixei à mostra aquela bundinha deliciosa que eu havia secado desde o banho. Não gastei tempo explicando: abri sua bunda e vi aquele cuzinho fechadinho e rosado envolto por pelos fininhos. Fiquei doido e, sem cerimônia, meti a cara naquela bunda, linguando seu cuzinhos com voracidade. Gustavo começou a gemer alto e ofegante. Continuei chupando e linguando aquele cuzinho, sentindo o gosto delicioso daquele moleque, sentindo ele relaxando na minha língua aos poucos, até estar totalmente entregue. Após algum tempo, deitei ao lado de Gustavo e mandei: - Senta na minha cara. Bota esse cuzinho da minha boca enquanto mama o meu pau. Ainda um pouco sem jeito, ele se posicionou e fui ajudando-o até ele finalmente ficar sentado com a bunda na minha cara, as costas arqueadas e alcançando meu pau. Que delícia a sentir aquela boca quente me mamando. Aos pouquinhos ele foi pegando o jeito e deu uma mamada sensacional. Fui sentindo a cabeça da minha pica deslizando naquela língua e todo o resto sendo envolvido pela sua boca. Continuei linguando seu cuzinho enquanto isso comecei a brincar ali com o dedo. Coloquei aos poucos a pontinha de um dedo e ele gemeu sem tirar meu pau da boca. Assim fui colocando bem devagar, cada vez mais, até entrar um dedo inteiro. Gustavo gemeu alto e tirou meu pau da boca. - Caralho, que delícia, moleque! Meu pau tá explodindo! – Exclamou Gustavo entredentes. - Então deixa eu fazer com o pau! Vai ser mais gostoso ainda. - Porra, cara. Essa porra é grande. Tem certeza que não vai doer. - Vai um pouco, mas depois fica gostoso. Juro que eu paro quando você mandar. - Então beleza. Pedi para que ele se deitasse virado para cima. Deitei sobre ele e comecei a beijá-lo e a roçar nossos paus. Assim, fui puxando suas pernas e flexionando-as até deixar seu cuzinho rosado exposto. Ajoelhei-me de frente a ele, coloquei meu pau na portinha do seu cu, dei uma cuspida para lubrificar e fui brincando ali bem de leve. Curvei-me sobre Gustavo, dei-lhe um puta beijo e empurrei minha pica para dentro devagar. Um gemido abafado surgiu junto da contração de todo seu corpo. Seu cu era bem apertado, o que me deixou louco e a vontade era socar tudo de uma vez, mas me contive. Me mantive parado e o beijando por um tempo até ele relaxar o corpo. Fui colocando devagar, parando sempre que ele contraía, sentindo minha pica deslizar pra dentro daquele canal apertado e beijando aquele moleque lindo até finalmente sentir sua bunda toda encostada em mim. Ficamos assim por um tempo até eu sentir Gustavo mexendo de leve sua bunda num movimento de vai e vem. Parei de beijá-lo e ele sorriu pra mim: - Mete, vai! Coloca devagarzinho igual você fez. – Sussurou. Fui à loucura. Fui tirando lentamente, dessa vez olhando nos olhos dele e vendo sua expressão que mudara do olhar atônito para uma cara safada, gemendo baixinho. Começamos num vai e vem gostoso, meu pau envolvido por aquele cuzinho apertado e ele rebolando devagar... Fui ficando louco, beijando seu pescoço, mordendo sua boca... O movimento foi ficando mais intenso e os gemidos mais altos. Logo eu já estava metendo mais rápido e o cu do meu moleque oferecia menos resistência enquanto ele tocava uma punheta com uma das mãos. O som do meu saco batendo em sua bunda ficou perceptível, a cama também começou a fazer barulho... Eu já estava socando com força minha pica até o fundo daquele cuzinho gostoso, forçando até o fundo... Gustavo cravava seus dedos em meus ombros. Levantei mais suas pernas, segurei-o pelas coxas com as pernas sobre meus ombros e meti ainda mais fundo. Gustavo gemeu tão alto que eu tive certeza que os meninos puderam ouvir. - Isso, porra! Mete com força! – Rosnou Gustavo. Soquei nessa posição até senti meu pau melado deslizar fácil até o fundo daquela bundinha. Virei-o de quatro e meti assim por mais um bom tempo. Depois mantei o moleque quicar no meu pau e o mesmo atendeu de pronto. Eu raramente gozo nessa posição, mas aquele cuzinho era tão apertado que eu já estava indo à loucura. Foi quando ele anunciou: - Porra, eu vou gozar! - Goza pra mim então, vai! – Pedi sorrindo. Com um gemido alto, Gustavo soltou o primeiro jato pesado e grosso de porra quente no meu peito e assim continuou, soltando vários jatos e gozando muito no meu peito e na minha barriga. Eu estava em êxtase! Virei ele novamente, deixando o deitado na cama, dei uma última chupada no seu pau pra sugar o resto de gozo daquele pau delicioso. - Agora eu quero provar o seu! Goza pra mim! – Pediu Gustavo, com carinha de pidão. Levantei suas pernas e voltei a meter. O moleque mordeu os lábios e gemeu baixinho até eu anunciar que ia gozar. Mais que rapidamente ele mudou de posição e deitou com a cabeça na direção do meu pau. Mal toquei nele e jorrei tanta porra que, além da boca, sujei também a cara toda do Gustavo. Que cena incrível ver aquele moleque com a cara cheia da minha porra. Dei mais um beijo demorado nele e ficamos deitados juntos em silêncio por um tempo. - E aí, garoto? Matou sua curiosidade? – Perguntei. - Depende. Se eu tiver matado a gente ainda pode repetir? - Sempre que você quiser! - Então, sim, matou! Só não conta pra ninguém, cara. – Pediu Gustavo. - Eu sou adepto do “quem come e guarda, come duas vezes”. Nesse caso, bem literal. – Respondi rindo. - Então vai comer mesmo. Mas só quando meu cu voltar ao normal, porque esse pilão aí me destruiu! – Falou rindo. Depois disso, fui conferir se os meninos estavam dormindo e, sim, dormiram muito chapados e não acordaram. Tomamos um banho juntos ainda com direito a chupadas e carícias. Dormimos abraçados, já que meu quarto sempre fica trancado. No outro dia fizemos várias piadas dizendo que eu tinha comido Gustavo e ele dizia que não conseguia nem andar direito. Os meninos rindo sem saber que presenciavam um pós sexo maravilhoso. Fodemos outras vezes, algumas delas nos encontramos na rua e transamos no meu carro, pois meu irmão desconfiaria se ele sempre dormisse no meu quarto. Paramos por um tempo quando ele começou a namorar e fingíamos que isso nem existiu. Quando ele terminou eu estava ficando com um carinha, então também nada aconteceu. Mas recentemente, com nós dois solteiros, rolaram outras vezes, embora hoje seja bem raro, até pelo fato de ele e meu irmão serem bem mais distantes agora.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

O pai do meu amigo me ensinou a gostar de rola

Olá, como já me apresentei aqui antes, vou ser breve. Tenho 1,68m sou novinho, gordinho (com peitinhos que é algo que infelizmente eu não gosto e pretendo tirar logo) sou versátil porém mais passivo (embora eu só tenha dado uma vez até agora :P). Bom, o que eu vou contar aqui já aconteceu há algum tempo atrás, eu era bem mais novinho. Minha mãe sempre teve algumas amigas, e tinha uma que ela não desgrudava de jeito nenhum, essa amiga da minha mãe teve um filho e depois de quase um ano eu vim. Fui criado basicamente por essa família (que era composta pela amiga da minha mãe, seu marido e 2 filhos) , pois a minha mãe e meu pai trabalhavam o dia inteiro e minha mãe só vinha me buscar à noite. O filho mais novo dela foi basicamente um irmão pra mim, nós tínhamos roupas iguais, agiamos iguais, brincávamos juntos, era bem legal. Mas eu gostava mesmo era de quando o seu pai (que eu prefiro não falar o nome) um cara alto (não sei dizer a altura kk) coroa, forte, com um bigode, uma leve barriguinha e uma pica de se babar só em pensar. Gostava quando ele me pegava no colo e me jogava pro ar, fazia cócegas e coisas do tipo, eu, muito novinho não via maldade alguma nisso, eu até gostava, pelo fato de meu pai trabalhar tanto, eu não tinha tanto contato com um homem assim, e cada momento com ele eu aproveitava. Certo tempo ele começou a se aproximar mais de mim, a brincar mais comigo, a me fazer carinho e eu retribuía esse carinho, o tempo foi passando e esse carinho ia aumentando cada vez mais, nunca contei pra ninguém pois pra mim isso era normal e eu amava. Um dia, estávamos sozinhos em casa pois o seu filho mais velho tinha ido viajar para a casa dos avós para passar uma parte das férias, sua mulher e seu filho tinham acabado de sair para a igreja, ele vem e me pergunta: – vc quer assistir um filme?. Eu disse que sim pois adorava assistir filme com ele, ele então põe o filme e senta ao meu lado, me puxando para os seus braços e fazendo carinho em mim. E então ele pergunta: –vc quer fazer alguma coisa?. Disse que sim, então ele pega a minha mão e leva direto para o seu pau já duro por cima das calças fazendo eu dar uma leve punhetadinha nele, como eu estava gostando, não disse nada, apenas continuei com a mão naquele pau maravilhoso, e então ele pede carinhosamente: – chupa!! Então ele tira o pau de dentro da calça e eu me assusto com o tamanho, afinal, nunca tinha visto outro pau a não ser o meu e do meu amigo (pois tomavamos banho juntos, sem nenhuma maldade), então ele conduz a minha cabeça até o seu pau, me fazendo chupar aquele monumento maravilhoso, com um pouquinho de inexperiência mas com muita vontade, eu chupava bastante, passava a língua na cabeça do pau dele, sugava e engolia, fazia tudo que ele mandava. O tesão dele foi tanto que ele gozou na minha boquinha, e eu sem entender nada pergunto o que era aquilo que saiu do pau dele, ele então responde: – é algo que eu ainda vou te ensinar e mostrar mais vezes o que é, se você guardar segredo, tabom? Eu concondei e ele foi se lavar, logo depois ele me deu um beijão e então terminamos de assistir o filme que já estava na metade. Nós fizemos isso durante alguns anos, ele nunca chegou a me penetrar pois era muito grande e doía muito, me arrependo até hoje pois eles acabaram se mudando para o interior e acabamos "perdendo o contato", de vez em quando eu falo com o filho dele, mas não é como era antes. Bom galera esse foi o conto, espero que não tenha ficado muito grande e que vcs curtam, lembrando que toda história que eu conto é verdadeira!! Se vc é de sp e gosta de fuder com um novinho gordinho, me chama, estou de férias da escola :) Beijão!!

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Virando a mulher do filho dos vizinhos – PARTE 1.

Sempre tive desejo e fetiche em usar roupas e acessórios femininos, me formei muito cedo e comecei a trabalhar como advogado e por isso tive o prazer de morar sozinho aos 26 anos. Meu apartamento era meu santuário, quando entrava nele, tirava as roupas de “menino” e vestia minhas calcinhas( sempre fio dental kkk), blusas curtas e me maquiava , assim ficava dentro de meu apartamento( no meu mundo rsrs). Meus amigos e familiares estranhavam eu não ter namorada, mas eu sempre dizia que vivia para o trabalho. _ Marcelo você é lindo. Dizia minha amiga, e de fato eu era um rapaz bonito, altura mediana( 1.70), magro, branquinho, cabelos e olhos escuros, mas o meu maior predicado era meu bumbum bem grande, eu adorava malhar ele na academia e deixa-lo sempre volumoso e feminino, isso deixava muitos homens na rua olhando rsrsrs. Um dia cheguei cedo do trabalho e vi o apartamento em frente ao meu que estava há meses desocupado, recebendo seus novos donos, um casal muito simpático, se apresentaram como Beatriz e Gustavo. A esposa uma mulher bonita de uns 40 anos, extremamente branca e loira, o que fazia um lindo contraste com o marido, um homem alto, forte, mulato escuro, trajava roupas de militar, os cumprimentei e entrei para meu apartamento. De manhã vi um rapaz saindo do apartamento deles, um jovem muito bonito, alto, corpo atlético, cabelos curtos, pele cor de jambu, um legitimo mulato másculo brasileiro kkk, se apresentou como Geovanni, filho do casal. Depois daquele encontro comecei a ter desejos por ele, a noite em casa, tocava meu corpo e imaginava Giovanni em cima de mim, tirando minha calcinha e me apertando. Ficava deitada de 4( em casa me refiro no feminino rsrs) enfiando os dedinhos no cuzinho só imaginando aquele macho me comendo naquela posição. E assim foram meses nesse desejo, ficava escondida vendo ele chegar a noite, só para vê-lo kkk. Certo domingo de julho, prédio quase vazio por causa das férias, resolvi pegar um bronze na minha varanda, fiquei de biquíni fio dental a manhã toda no sol, no fim já tinha uma linda marquinha de biquíni, depois fui para a piscina do prédio, estava vazia também, já era quase noite, resolvi arriscar e tirei a sunga(tinha que usar aff kk), nadei nuazinha, minha pele dourada pelo bronze e minha marquinha de fio dental super forte, era maravilhoso está assim, nuazinha, com a lua cheia forte e sem ninguém para eu ter que me vestir kkk. Sai da piscina e fui para sauna, deitei de bruços peladinha e coloquei um fone com uma musica bem baixinha, era excitante demais ficar assim, sentia inveja das mulheres, queria poder usar biquíni fio dental e deixar meu bumbum a mostra kkk, usar sunga é chato demais hahah. Mas agora eu estava ali, sozinha na sauna de meu prédio, peladinha, com bumbum pra cima empinado e uma linda marquinha de fio dental, era um sonho. Não percebi quando Giovanni entrou, ele fez um barulho quando ligou o chuveiro, rapidamente levantei, o cumprimentei e vesti minha sunga, ele sorriu, seu corpo era lindo, não conseguia disfarçar, e também sabia que ele viu minha marca de bronzeamento fio dental, fiquei tão sem graça que dei boa noite e sai kkk, esqueci minha toalha e sandália na piscina. Voltei para meu apartamento, vesti uma calcinha vermelha, um sutiã, uma sandalinha, passei uma leve maquiagem no rosto e deitei para ver tv, meia hora depois a campainha tocou, aquilo nunca aconteceu, limpei o rosto rápido e coloquei um roupão para esconder que estava de calcinha e sutiã kkk. Quando abri a porta peguei um susto, era ele, Giovanni. _ cê esqueceu suas coisas na piscina. Disse ele m entregando a toalha e minha sandália. Eu convidei para entrar, por educação claro, nunca imaginei que ele entraria kkk. Mas ele entrou, se sentou no sofá, com seu jeito largadão de rapaz novo, como era másculo. Lhe ofereci um suco, ele aceitou e batemos um papo. Meus olhos não saiam de seu calção, era volumoso kkk. _ ta quente, cê não se incomoda com esse roupão? Perguntou ele. Fiquei nervosa kkk. _ kkk, é que na verdade estou sem nada por baixo, estava deitado quando a campainha tocou. Eu respondi já com um olhar de safada. _ pow, diferente sua marca de bronze heim rsrs. Falou ele sorrindo. _ é diferente mesmo, mas por que? Perguntei já me insinuando. _ é igual de mulher, cê gosta de usar biquíni de mulher, essas coisas? Falou ele, percebi que seu pau estava duro no calção. _ sim, aqui em casa uso, na verdade, estou assim agora kkk. Falei referindo-me ao fato de está de roupão. _ vem aqui, deixa eu ver. Disse ele já com um jeito de macho querendo uma puta kk. Fui até ele, ele tirou meu roupão e teve a surpresa, começou a acariciar e apertar meu bumbum, senti sua boca tocar meu corpo, sua barba rasa roçando meu bumbum, me empinei e ele foi puxando minha calcinha para o lado, abriu minhas nadegas e começou a chupar meu cusinho, que delicia, me tremia toda. Fomos para meu quarto, fiquei de 4 para ele, continuou chupando meu cu, sentia sua língua invadindo meu buraquinho, suas mãos fortes e firmes me segurando com força. _vai ser minha putinha agora. Disse ele. Me colocou de joelhos, ficou em pé na cama e tirou sua bermuda, levei um susto, uma pica gigante e muito grossa, uns 24 cm, seu sacão era grande e bem pentelhudo, um típico rapaz macho, fiquei encantada, cai de boca e comecei a chupar meu macho, que delicia aquele cacetão na minha boca, tão grande que mal cabia. Chupava suas bolas enormes também e as colocava na boca, ele me olhava com uma expressão de mandão, segurava minha cara contra seu pau quase me sufocando, não sei como mas o pau ia no fundo da minha garganta. _ fica de franguinho putinha. Mandou ele, deitei de franguinho e ele por cima de mim, seu peso me deixava em êxtase, fui sentindo seu pauzão grosso entrando no meu rabo, a dor era tão grande que mandei ele ir devagar, mas como um legitimo rapagão novo, ele só queria me foder kkkk. Foi metendo e destruindo minhas preguinhas kkk, começou a bombar, me beijava e chamava de “puta, safada”, me tratava como sua mulher. _ hummmmmmmmmm, aiiiiiiiiiiiii. Eu gemia de dor e tesão. Ele então me beijou e foi metendo, a dor foi virando apenas tesão a cada bombada e estocada que ele dava no fundo do meu cusinho, no fim ele ainda com a boca colada a minha foi gemendo e urrando. _ aaaaaaaaaaaaaa caralhoooooo. Dizia ele gozando dentro de mim, continou me beijando, depois levantou e disse que precisava ir. Fiquei na cama toda arreganhada kkk, destruída, ele disse que a partir de agora eu seria sua puta sempre, confesso que adorei. Depois fui tomar banho, minha calcinha estava rasgada com a pressão que ele colocou quando puxava kkk, senti seu leite quente e grosso escorrendo por entre minhas pernas, o garoto me leitou valendo kkk, estava cheia de leite no rabo. So fiquei pensando na próxima vez rsrsrs.

Comendo o estagiário da academia

Ola pessoal, vamos para mais um conto. Certo dia fui para a academia, chegando la a academia vazia, com poucas pessoas treinando, quando o professor me apresentou o estagiário Luiz, moreno claro barriga tanquinho, ele começou a me ajudar no treino, conversa vai e conversa vem, ja tinha acabado meu treino e fui para meu banho, sempre tomo banho de cueca quando tem muita gente, mas como nao tinha ninguém no vestiário, tomei banho sem cueca, quando Luiz chega no vestiário para tomar banho porq o horário dele ja tinha acabado, ele ligou o chuveiro estava de cueca em seguida tirou a cueca e se virou, mano que rabo gostoso, lisinho e durinha, na hora fiquei de pau duro, ele se virou e percebeu que eu estava exitado, tentei disfarçar, quando ele tirou sarro, gostou do meu rabo? Eu sem graça pois sou muito discreto nessas paradas, sai do banho e me troquei rapido. Quando estou saindo o Luiz me chama e pergunta se eu estava de moto, eu disse que sim, ele me perguntou se eu poderia dar uma carona, como eu estava com 2 capacetes, ja que sempre levo minha noiva para trabalhar e fico com o capacete dela, eu disse que sim ja que era caminho, ele subiu na moto e no caminho começou a chover muito forte, chegando na casa dele, ele me chama pra entrar até parar a chuva, aceitei ja que estava muita chuva, entrei todo molhado, ele mora com o irmao dele mas ele estava sozinho, ele me deu uma bermuda seca e ja que ele tinha secadora pediu a minha para secar até a chuva passar, eu tirei o short e estava sem cueca, meio sem graça ele ficou olhando, foi quando ele se trocou tbm na minha frente e ja todo nu deixou as roupas caírem no chao e se inclinou deixando meu rabao aberto pra mim, eu nada besta dei um tapa e disse, nao brinca com fogo que voce pode se queimar, ele pegou as roupas e foi até a varanda, sentei no sofá com de short e sem blusa, ele pegou uma coberta e jogou no sofá ja que estava muito frio, eu sentei de um lado e ele so outro e derrepente por debaixo da coberta ele comeca a mexer no meu pau com os pés, e meu meninao começou a ganhar vida, quando ele viu que eu estava gostando veio por debaixo da coberta pegou no meu pau e colocou pro lado da bermuda e começou a mamar, feito putinha, boca macia e eu ja delirando, mas ele mamava com miita vontade e em uma velocidade frenética, demorou uns 20minutos quando vejo q vou gozar e ele pedindo leite, anunciei o gozo e ele bebeu tudo, vou muito bom, bom demais, meu pau ainda duro, ele foi no quarto pegou camisinha e um creme, eu ainda sentado ele encapou meu meninao passou creme nele e sentou com muita dificuldade, disse que meu pau era grosso, ele gemendo sentou até o talo, deixou acostumar, quando comecou a sentar forte e gemia, eu dizendo sentar krl, senta com força, ele dizia nossa, esta me rasgando, quando ele dizia q estava ardendo, levantei ele sem tirar meu pau de dentro, coloquei ele de frango assado no braço do sofá, e comecei a meter com força ele ja chorando de dor, e pediu pra gozar logo, e pedia goza, goza ... eu dei tirei mei pau dei um tapa na cara dele e gozei na cara dele, fomos pro banho, ficamos um pouco na sala, dele contando suas aventuras, uma delas foi com o professor da academia, parou a chuva e fui embora aliviado.