domingo, 29 de maio de 2016

Desvendado pelo tio hugo part 2

A conversa de homem pra homem com Hugo só aconteceu uns dez dias depois, que foi quando ele me ligou, pois não voltou mais lá em casa. Depois que ele tinha ido embora, após me flagar comendo o meu primo e conversar comigo, segui suas instruções e, após umas punhetas no quarto, fui até o sofá e acordei o Lipe com cuidado. Ele me olhou assustado, mas fui deixando ele mais calmo, contei que o Hugo tinha prometido não contar nada pra ninguém, que ele era o meu melhor amigo mas que tínhamos de parar com aquelas brincadeiras. Ele me abraçou, ainda deitado no sofá, e o tratei com carinho. Como tinha dito o Hugo, eu era o homem ali e tinha minhas obrigações, e a lembrança disso enquanto Lipinho se mantinha abraçado comigo endureceu meu pau de novo. Eu passei aqueles dez dias muito preocupado por causa do sumiço do tio Hugo desde o flagrante, porque era comum ele chegar do escritório com o meu pai, ou passar lá em casa no fim de semana pra pegar meus pais pra eles saírem juntos. Quando ouvi a voz dele no telefone, dizendo na boa que queria ter a tal conversa comigo, fiquei aliviado. Falei ao telefone que eu estava sozinho e que o Lipinho provavelmente só chegaria no fim da tarde, como costumava fazer quando ia na casa de um colega nosso, nas vizinhanças. Ele entrou, me cumprimentou rapidamente e se sentou no sofá, aguardando que eu me sentasse à sua frente. Foi direto ao assunto: – Como ficaram as coisas com o Lipe? – Tudo tranquilo, tio. A gente não faz mais nada não – menti, tentando ser o mais verdadeiro possível. Ele me olhou sério, antes de continuar. – Ele continuou chorando quando acordou? Anda triste? – Não, eu fiz que nem você falou. Ele não ficou mais nervoso nem nada. Eu disse que você não ia contar pra ninguém. – Ele anda triste? Fiz que não com a cabeça. – Cabisbaixo? – Não, tio, não... Tá tudo normal. Sério. – Mateus, presta atenção. – falou, num tom bastante grave. Eu me aproximei um pouco mais, desencostando da poltrona. – Isso é muito importante. O Lipe tem que se sentir seguro com você. Fiz uma expressão de quem não tinha entendido bem. – Se ele não confiar em você, se ele não sentir que você está com ele, que é companheiro dele, isso vai dar merda. – Mas, tio, não vai acontecer mais. A gente não faz mais nada, não – menti novamente. – Eu sei que não. Mas já fizeram, e se esse menino tyransparecer alguma coisa vai ser uma merda. Tua tia não vai mais poder ficar aqui e ela não tem pra onde ir, entendeu? Além diusso, é bem capaz dela e da sua mãe acabarem brigando por causa disso. É comum isso acontecer entre os pais quando descobrem que o filho de um está comendo o filho do outro. Fez uma pausa. – Você está entendendo a gravidade disso tudo agora? Seu pai está cheio de problemas, também. Estamos numa fase complicada lá na empresa. Esse teu caso com o Lipe... – Que caso, tio...! Eu só comia ele. A gente não fez mais nada, juro – menti pela terceira vez. Ele sorriu. – Você está falando demais nisso. Quem jura muito é porque... – não completou. – Mas é verdade. Eu agora só toco punheta – menti mais uma vez. – Que seja, então. Mas ele tem muita amizade por você. Mais que amizade. Nesse tempo que ele está aqui, você virou o melhor amigo dele. O menino acabou de ser abandonado pelo pai, você percebe isso? Ele a mãe estão morando aqui de favor. Ok, é a casa da irmã dela, mas ele perdeu a casa dele, o pai... Ele vê a mãe chorando pelos cantos. Você sabia que ela foi chamada na escola porque já pegaram ele dormindo não sei quantas vezes durante a aula? – Ele me falou. – Pois é. O menino está passando por problemas. Ele dorme não é porque está com sono, não é por causa disso. Você ainda é garoto pra entender isso. Mas ele está numa fase difícil, muito difícil. Você tem que tomar conta dele. – Eu???? – Não se faça de desentendido. Você já toma conta. Ele grudou em você, é como se fosse o irmão mais velho dele. É só olhar pra vocês dois. Teus pais mesmo já comentaram comigo como vocês são grudados e... – Eles desconfiam de alguma coisa? – perguntei, assustado. – Não, Mateus. Estão até contentes com isso. Acham que você está fazendo muito bem a ele. Fez uma pausa, mas não se conteve e sorriu, meio sacana: – E, pelo que você contou, muito bem mesmo... Eu sorri, encabulado. Meu pau deu uma animadinha lá embaixo. Me sentia o tal quando Hugo falava essas coisas. Mas ele logo ficou sério de novo. – Mas é um “muito bem” que acabou, né, Mateus? – É, tio – me apressei em mentir pela quinta vez. – Eu nem penso mais nisso. Fico mesmo só na punheta. – Só na punheta mesmo? – É. – Quantas por dia? – perguntou, meio que rindo. Eu devo ter ficado vermelho. – Na tua idade tinha dia que eu chegava a umas dez. Ri junto com ele. – Comigo passa disso – falei, meio tímido. – Sério, garoto? – É. Fiz uma pausa. – Teve um dia que dei 19 – disse, quase como se cochichasse. – Tá de sacanagem. – Sério. Com três seguidas. – Três? E gozou nas três vezes? Assenti com a cabeça, visivelmente orgulhoso. – Tu vai ser um garanhão, hein, rapaz... Com essa cara que você tem, com esse cacete e com essa fome toda, vai ser difícil te segurar. Eu estava quase explodindo de orgulho. Meu pau deu mais uma levantada dentro da cueca. – Você não fica esfolado? – É. Isso que é ruim. – Você tem que usar um creme. Sua mãe não tem hidratante no banheiro? – Já tentei, mas não gosto do cheiro. Usei sabonete também, mas foi pior, porque a pontinha ficou ardendo o dia todo. Eu uso cuspe, mas vivo com ele esfolado e aí... – E aí fica subindo pelas paredes porque não dá pra usar ele por um bom tempo, né? Concordei de novo, com a cabeça. – Então, vou te dar uma dica. Ele me falou em KY, e foi a primeira vez que ouvi falar em lubrificante. Nos dias seguintes, bati muitas pensando nessa nossa conversa. Naquele dia mesmo terminei com o pau todo esfolado. E no que mais pensava foi justamente nesse trecho da conversa, porque me dei conta de que talvez Hugo soubesse que eu continuava comendo o Lipinho e me falava do KY não por causa das punhetas, mas pra me ajudar a sentir o cu do Lipe mais gostoso. Ele tinha falado de um jeito meio ambíguo. “Você tem que usar um creme” podia ter se referido tanto à punheta quanto a novas fodas com o Lipinho... Essa ideia me deixou doido: imaginar que ele estava fingindo que acreditava em mim mas o que estava fazendo de verdade era me ajudar a fuder melhor! Ainda mais ele, que tinha me visto em ação, visto meu cacetão pular de dentro do Lipe e eu sair correndo pro banheiro com ele em riste. Podia ter ficado impressionado com o meu volume e avaliado que com o lubrificante ele se acomodaria melhor dentro do Lipe, sei lá.Dei umas boas gozadas fantasiando que o Hugo tinha feito isso, e em vários dias. – Mateus, me conta uma coisa. Pode ser sincero comigo. Gelei de medo com o que ele poderia perguntar. – Você fazia tantas vezes assim com o Lipe? – Às vezes, mas ele não aguentava tanto. Às vezes eu tinha que me punhetar depois, porque o tesão não acabava. – Na frente dele? – Ele gosta de beber. – Caralho, mas que sacanagem vocês dois... – Ele gosta, tio, fica de boca aberta esperando. Ele gosta! Não sou só eu, quer dizer, não era só eu. – Quantas vezes? – Que a gente trepou? – Não, isso já sei que foram muitas. Quero saber quantas vezes seguyidas você metia nele. – Teve uma dia que foram quatro. Ele ficou todo ardido, à noite me disse que estava disfarçando pra poder sentar. Ele riu. – Coitado desse menino. – Nada, tio... Tô te falando que ele gosta. Depois fica mexendo com o dedo lá dentro, pra sentir minha porra. Dei uma paradinha, pensando se devia continuar ou não. Avancei: – Depois põe na boca, fica chupando o dedo, e enfia de novo dentro pra pegar mais. Ele gosta de porra. Ele me olhou, meio espantado. Talvez eu estivesse falando demais. O Hugo ia me dando linha e eu me mostrava cada vez mais orgulhoso. Estava me sentindo à vontade com ele e excitado por poder contar meus grandes feitos de macho, coisa que era uma grande novidade na minha vida. Era a primeira vez que contava minhas aventuras pra alguém. E no fim das contas achei que ele parecia também estar gostando daquelas sacanagens que eu contava. Nem com meu pai eu já tinha tido uma conversa assim. Ih, nem de longe. Era papo de homem pra homem mesmo, como ele tinha dito. De macho com macho. – Você goza nele todas as vezes? – Claro, senão não tem graça. – Nesse dia das quatro vezes também? – Claro. Ele me olhou, apertando um pouco os olhos. – É verdade, tio. Não tô inventando. Não sei se ele acreditou. Mas era realmente verdade. – Mas isso é passado, não é, garoto? – É. – O Lipe agora é só na tua imaginação enquanto se masturba. – Isso. – Mas você tem saudade... Queria de novo... Percebi que ele me testava. – É, mas fico só na saudade e na punheta mesmo, tio. – Você toca pensando nele? Concordei com a cabeça. – Então você gostava. – Dãããã... – fiz uma careta, e me arrependi depois. Mas ele não se ofendeu. – Estou querendo perguntar se o Lipe te dá tesão. – Dá. Que que tem? Ele ficou um pouco pensativo, mas logo desviou do silêncio. Na hora, não entendi o que tinha feito ele pensar tanto. Hoje eu sei. – Você deve ter deixado esse menino todo alargado... – murmurou, como se lamentasse. – Ficou sim, mas não faço mais. Por isso tanta punheta. – Você gosta dele? – Claro, tio. É meu primo. E entendi tudo o que você disse. Eu sou amigo dele, e ele tá precisando de mim. Mas eu não fazia isso com ele por maldade! Não teve maldade minha. Ele gosta. Eu não forcei nada. – Isso eu já entendi. Não precisa se preocupar porque isso eu já entendi. – O lance de ser à força era só de sacanagem. Mais gostoso, entende? Quanto mais eu forço, mais ele fica quietinho, chora baixinho pra me provocar e dá gostoso. Eu fico doido, quer dizer, ficava. – E pensa nisso quando tá tocando, né, moleque. – É gostoso – disse meio encabulado, sentindo o pau saltar na cueca, bem animado. – Sempre foi assim? Todas as vezes? Fiz uma expressão de quem não entendeu. – Todas as vezes que você pegou ele foi à força? Você sempre comeu ele daquele jeito que eu vi? Você me disse que ele sempre queria assim, que era sempre assim. – A maioria das vezes. – A maioria ou todas? – Todas, não. Nem sei se a maioria. Mas a gente gostava de fazer assim. – E quando não era assim, como era? – Sei lá, tio. Eu já começava a achar estranho tanto interesse. – Fala, Mateus. Como era? Com carinho? Titubeei um pouco. Ele continuou me encarando, aguardando a resposta sem facilitar. – É. – Com beijo? – É. – Beijo de verdade? Na boca? – É. A porra do cacete estava inchando. Encolhi-me um pouco. – Não precisa ter vergonha. Isso é bom. Carinho é bom. A gente não pode pegar e só ir metendo. É bom dar carinho, fica gostoso de meter. – Ele gostava que eu fizesse carinho nele todo – ri, meio envergonhado. – Se arrepia todo quando eu fico passando a mão na bunda dele enquanto beijo. Hugo sorriu. – E nos peitinhos também, sabe. Eu lambia os peitinhos dele. Ele se arrepia todo, todo cheio de gemidinho. – E depois você metia nele com carinho, não é isso? – Eu gosto. – É, mas é bom parar de falar nisso – disse, recostando-se no sofá. – Não, tio, não acontece mais não – apressei em corrigir. Ele riu. – Eu sei, Mateus. Mas é que homens que nem nós não podem ficar tão entusiasmados assim na frente dos outros. Melhor parar de lembrar. Fez uma pausa rápida. – Tua bermuda te entrega fácil. Meu pau estava explodindo por baixo do tecido. Não só o volume era gritante como havia uma mancha do melzinho que tinha saído da ponta do pau. Procurei em vão uma almofada para me recompor na frente dele, mas elas estavam no sofá e seria pior eu levantar pra pegar. – Relaxa. Mas já está na idade de você saber prever a hora que tem que se segurar antes de armar a barraca. Você não tem como disfarçar. De jeito nenhum. Também sofro disso, rapaz – disse, rindo. Ficou mais sóbrio. – Mateus, sabe porque eu estou fazendo essas perguntas? Fiquei olhando. – Sabe por que eu vim aqui? – fez uma pausa. – Eu vou te falar. Mas, claro, foi também pra saber como está o Lipe com essa história, pra confirmar que está tudo bem com vocês dois, com você. Eu já imaginava que estava tudo certo, porque não notei qualquer alteração no seu pai. Não sei se ele iria me contar se tivesse descoberto, porque, como eu te disse, isso que eu descobri é muito grave. Mas mesmo que ele não contasse eu ia perceber, porque algum sinal ele ia dar que tinha acontyecido algo sério em casa. Eu estou sendo bacana contigo, mas isso tudo é muito grave. – Eu sei, tio – interrompi. – Nunca ninguém pode saber disso. Tem que ser um segredo, entendeu? Um segredo entre você, o Lipe e eu. Devia ficar só entre vocês, mas o acaso fez com que eu te visse metendo nele. Mas o Lipe pra mim é só um garoto que eu estou conhecendo agora, com a mãe dele morando aqui, não tenho nada com ele. Nunca nem fui muito próximo da tua tia. Então, a história dele, pra mim, é só contigo. Você é quem tem que segurar a barra dele, dar apoio, tratar com carinho. Devo ter feito uma expressão meio de espanto. – É, com carinho mesmo. Não to falando pra você comer ele, seu sacana – deu um sorriso breve. – Eu não sei qual é a desse menino. Você diz que ele gosta da coisa, e eu acredito em você. Mas eu não sei, essas coisas são muito complicadas, muito mais pra ele do que pra você, porque ele é que é... Bom, ele é um menino, mas ele é que é a menina dessa história, e ele é muito novo. Não sei se é tão fácil pra ele aceitar que gosta como você diz que gosta. – Mas ele gosta! – Ok, ele gosta, mas o que eu to dizendo é que não dá pra você confiar que em algum momento ele não vai entrar em crise porque gosta, entende? Com o tempo você vai ver que não é fácil pra um homem perceber que não gosta de comer. O Lipe é um menino, mas é homem, tem pau também. – Uma mixuruquinha. – Deixa de ser bobo, Mateus. – Mas é mesmo. – Tá, mas é um pau. Ele nisso é tão homem quanto você, mesmo que na hora H ele não seja. E isso não é fácil pra homem nenhum, imagina pra um moleque de 11 anos. Se com adulto admitir isso é uma merda só, quanto mais pra um garoto que tá sendo fudido há tempos e de repente sente culpa porque sabe que gosta. – Sei, tio. – Não, não sabe não. Pra você está tudo bem. Você está se sentindo o picão da história. O mais frágil é ele, não só porque é mais novo do que você mas porque a situação dele é mais frágil mesmo. Fez uma pausa e franziu o cenho. – Você está entendendo realmente o que eu to dizendo? – Tô, tio. – fiz uma voz irritada. – Eu não sou burro nem criança. – É, de criança não sobra mais muita coisa aí mesmo... Cada vez que ele falava um bagulho desse, parecia regar a porra da minha ereção. Meu pau parecia que crescia ainda mais na cueca! – Eu to entendo perfeitamente – respondi, fazendo um ar muito maduro. – Ele é viado e você tem medo dele não aceitar isso e acabar fazendo merda que vai sobrar pra mim. – É isso. Ficou me olhando. – Então, pronto. Eu já sei. – eu disse, cruzando os braços. – Mas isso quer dizer que só você pode impedir que aconbteça essa merda. Ele precisa do teu carinho. – Você já disse isso, e eu não tô entendendo oque você quer que eu faça, tio. Continuar fudendo ele? – perguntei, meio perplexop. – Não! Não, Mateus! – ajeitou-se no sofá, procurando recobrar a sobriedade. – Não é isso o que eu to dizendo. Chegou-se mais pra frente. – Você não me disse aqui, agora mesmo, que quando fudia ele você era carinhoso com ele? – Mais ou menos. – Deixa de ser babaca. Foi à vera várias vezes mas foi carinhoso outras vezes também. E você mesmo disse como ele ficava na tua quando você ficava de chamego com ele. Levantou-se, andou um pouco. – Vou ser mais claro contigo. Quero que você entenda direito o que eu vou dizer. Sentou novamente. – Você é o namorado dele, entende? – Que isso, tio?! – Te garanto que é assim que ele te vê. – Qual é, tio... – E pra você ele é a tua menina, garoto. Isso tá na cara. – Tio, não é isso – eu agora estava visivelmente contrariado. – É exatamente isso, Mateus. Você póde até não gostar, pode não ter pensado nisso quando comeu ele pela primeira vez, mas foi isso que você fez com ele e foi isso que ele sentiu: que você fez dele uma namorada pra você. Por isso vocês ficam grudados, por isso você fodia ele e por isso ele se arrepia quando você acaricia ele. Aliás, é por isso que você pensa nele quando toca punheta. Fiquei em silêncio. – Mateus, eu te conheço desde bebê. Você agora tem esse cacetão cabeçudo, mas te vi nu com uma piroquinha que não era nem metade do meu dedo mindinho. Eu tenho muito carinho por você. Estou preocupado contigo. Estou muito mais preocupado com você do que com o Lipe, apesar da situação dele. Então, pra mim essa história é um segredo de nós dois. Com ele, ela é tua e dele, mas comigo é só eu e você. Meu pau deu uma nova inchada nessa hora. – Não quero que seu pai saiba de nada, nem sua mãe nem ninguém. Da minha parte, vai morrer aqui. Da tua, tenho certeza também, porque você não é doido. Você é o metedor e se der merda vai sobrar é pra você. O Lipe vai ser o coitadinho que foi explorado, mesmo que você ache que não, porque é mais novo e é o que está sendo fudido. Então, é por isso que eu vim conversar com você. Porque eu fico preocupado contigo. – Não tem nada a ver, tio. Essa história já morreu. Eu não sabia se estava conseguindo disfarçar a ereção. Cheguei a bunda o mais que pude no encosto da poltrona e arqueei o tronco pra frente, para tapar o volume. Todo aquele papo, o modo como ele falava... Apesar do assunto ser sério, aquilo estava me dando um tesão danado! – Não morreu. Essa história não morreu coisa nenhuma. Não se faça de besta – ele disse, ríspido. Gelei. – Pode ter morrido pra você, mas pra ele não. Acho que até dei um suspiro de alívio. Pensei que ele ia desmascarar minha mentira. – Se você quer meter num viadinho, você tem que saber como tratar um viadinho, tá entendendo? Tem que saber como fazer. Tem viado que sabe muito bem o que quer da vida. Mas viadinho, viadinho mesmo, até adulto, tem que saber fazer. É que nem com mulher, também tem que saber fazer. Tem que saber o jeito delas, saber levar. Você nunca esteve com mulher, não é? Nem namorinho? – Não. – Não precisa ficar com vergonha. Eu também não tinha, na sua idade. Eu vou te ensinar como lidar com uma mulher, como lidar na boa, mas isso fica pra depois. O que eu estou querendo agora é que você perceba como você deve agir com o Lipe. Se você quer manter isso tudo em segredo, você tem que cuidar dele. Tem que dar apoio, não precisa fazer carícias nele, ficar de chamego, nem continuar sendo o macho que dá pica pra ele, mas tratar com carinho, com compreensão, dando segurança. – Eu nunca fui macho dele – menti, até pra mim mesmo. – Eu gosto é de mulher. – Então finja que ele é mulher e trata ele como se trata uma mulher que precisa de atenção, caralho! Você não quis ser macho do pirralho? Quis sim e foi. Aliás, ainda é. E tem que continuar sendo, mesmo sem comer ele. É assim que você vai conseguir que fique tudo numa boa, inclusive no teu coração. É assim. – Assim como? – perguntei de propósito, para provocar a resposta que eu queria ouvir da boca dele. E consegui: – Assumindo tua posição de macho dele. Não sei como não gozei nessa hora. – Fui claro? – perguntou, com ar meio bravo. Minha cabeça estava a mil por hora. Ou talvez ao contrário: meio lerdo, embriagado. Hugo falava comigo como macho, daquele jeito meio bruto que eu nunca tinha visto, me encarando como um macho igual a ele. Eu estava embriagado por me sentir tão homem, com um cacete grande todo rebelde entre as pernas, ali, na frente dele, que era adulto. Nessa hora, me veio à mente a consciência de que no fundo agora eu estava era adorando ele ter me visto em ação, ter me visto fudendo na maior, peladão, com a rola em ponto de bala e ele testemunhando isso tudo. Sério: eu estava à beira de uma ejaculação, ali sentado na poltrona. Ele me olhava calado, talvez tentando imaginar no que eu estava pensando. Eu devia estar com cara de maluco. – Mateus? – Que foi, tio? – Você ouviu o que eu disse? Assume que tu é o macho dele. E nessas horas o que um macho faz é dar carinho, já falei. Proteção. – ele parou, por uns dois segundos. – Isso. Essa é a palavra: proteção. Eu estava doido pra me levantar e tocar uma no banheiro. Eu ouvia ele falar, até entendia, mas parecia conversa picotada de celular, porque era tudo interrompido pelo pensamento no meu pau. – O Lipe só tem 11 anos. É como se tivesse perdido o pai. A mãe toda triste... Ele ficou em silêncio, talvez se dando conta de que já tivesse dito isso. – O momento que esse menino está vivendo é muito sério. Pra ele ter uma crise de culpa da viadice não custa muito. E ele vai pôr a culpa vai ser em você. – Nada, tio. Ele gosta de mim. Ele sorriu, e movimentou a cabeça como se concordasse consigo mesmo. – Exatamente. Ele está apaixonado por você. Doido de tesão por você, mas apaixonado. Na cabecinha dele, pode acreditar, está tudo misturado: o pai, o amigo, o namorado, o comedor que dá leite pra ele. E esses todos são você, Mateus. O nome desses caras todos é o teu nome. – Tio, assim você está me assustando. – Assustando? Tu não é macho? Não tá se achando macho porque tem um pauzão e dá quatro seguidas? Então não tem nada que ficar assustado. Tu é um homem. Tem 15 anos mas já é um homem, e eu estou falando aqui com um homem, de homem pra homem. Você é o macho e eu tô te ensinando a ser um macho de verdade. Se tu foi macho até agora e gosta de ser, é teu dever cuidar desse menino. Tanto pra ajudar ele como também pra não ter problema por causa dele. Eu nunca o tinha visto tão incisivo, mesmo nas vezes que discutia com o meu pai (que, na verdade, foram poucas). Ele se levantou e andou alguns passos. Foi até o armário de gavetas e se recostou, em silêncio. Quis reaver o controle. Pareceu relaxar. – Agora, vai pegar uma água pra mim que fiquei cansado de tanto falar. Fiquei parado. Depois de um tempo, sorri sem graça. Ele ficou me olhando. – Não dá, tio... Continuou, fixamente. Então, a ficha caiu. – Puta que pariu...! Eu também nunca tinha visto tio Hugo falar tanto palavrão. – Você está de pau duro? Fiz uma careta, como se pedisse desculpas. – Porra, tu é uma máquina... Tudo bem, eu não olho. Já vi o tamanho disso, sei até de cor, mas já que você fica constrangido eu não olho. Vai lá – e dirigiu-se para a janela, ficando de costas pra mim. Levantei rapidinho e saí. Logo escutei sua voz me chamando. – Não precisa vir aqui – ouvi, da cozinha. – Vai ao banheiro e resolve isso. Depois volta com a água. Fiquei vermelho. Eu ia tocar punheta com ele na sala, sabendo que eu estava socando??? – Não, tio, não... – eu disse, pondo a cabeça pra fora do portal que dava para a sala, escondendo o corpo. – Anda, rapaz. Eu ainda tenho muito pra te falar e do jeito que você está não vai dar. Vai com calma, faz o que tem que fazer sem pressa que eu fico aqui organizando o meu pensamento. Deixa que eu pego a água. Anda. Vai. Obedeci. Quando abri a baguilha no banheiro, o cacete pulou, duraço. Arranquei a roupa toda e me pus de frente ao espelho, já me punhetando. Eu tinha como me ver quase inteiro e confesso que toquei não foi pensando em Lipe nenhum, foi em mim mesmo, me admirando, sem conter o orgulho. Queria que o Hugo me visse agora. Aquela situação toda tinha me deixado louco. Meu tio me reconhecendo como macho, sabendo de tudo, eu mesmo relembrando na frente dele do que fazia com o Lipinho, e agora ainda essa situação de estar com o cacete na mão enquanto ele estava ali, do outro lado da parede, sabendo muito bem o que eu fazia. Puta que pariu. A porra é que eu estava no banheiro sociual da casa, que dava pra sala, então não tinha box pra onde eu correr e lançar os jatos. Me encostei o mais que pude na bancada de mármore e foi porra pra tudo que tinha na frente. Foi muita porra mesmo. Sentei no vaso, exausto. Deu até uma dor de cabeça. Descansei um tempinho, depois lavei a pica e voltei pra bancada com papel higiênico para recolher o que tinha ficado melecado, as torneiras, os azulejos. Até as florezinhas de papel marché que minha mãe mantinha pra enfeitar tinham levado porra. Foi um trabalhão pra tirar sem manchar. Florezinhas filhas da puta.

Desvendado pelo tio hugo

Foi um susto dos diabos quando Hugo, que na época eu chamava de tio Hugo, me pegou no flagra enrabando o Lipinho no meu quarto. Ele começou a berrar comigo, enquanto o Lipinho, que já estava choramingando antes, conseguiu desengatar de mim e desatou a chorar, me deixando com o cacete duro todo à mostra na frente do meu tio. Hugo levou ele rapidamente pra sala, consolando o menino, enquanto fui para o banheiro me lavar e fiquei um bom tempo lá, sem saber como sair e enfrentar a bronca. Eu tinha 15 anos na época e o Lipinho, que estava morando lá em casa há uns meses, tinha 11. O tio Hugo na verdade não era meu tio, mas sócio do meu pai na empresa de informática que eles tinham e frequentava tanto a casa que tinha até a chave, e por isso tinha entrado sem eu perceber. Era amigo de infância do meu pai e, a essa altura, estava com 28 anos. Lipinho sim era parente de verdade, era meu primo, filho da irmã da minha mãe, que depois de ser deixada pelo marido sem eira nem beira entrou em depressão e foi acolhida por meus pais (depois, conseguiu na justiça pensão e divisão de bens). Só saí do banheiro muito tempo depois, quando Hugo, depois de bater várias vezes na porta e me chamar, começou a cada vez mais forçar a tranca e me deixou apavorado, achando que ele fosse acabar arrombando e aí mesmo é que meus pais iam acabar sabendo de tudo. Ele me levou de volta pro meu quarto e me pôs sentado na cama, nu como eu estava, e fechou a porta. Sentou numa cadeira em frente, sem aproximá-la, e ficou me encarando, com uma cara bem brava. Eu não sabia o que fazer e cada segundo que passava eu imaginava os piores castigos, assustado com aquele olhar feroz dele e me sentindo totalmente vulnerável, totalmente pelado, bem na sua frente. Procurei com os olhos a bermuda que usava antes de pegar o Lipinho, mas não encontrei, e não tinha coragem de me levantar para procvurar melhor. Eu não tinha coragem de mover nem um dedo, na verdade. Estava estático, meu coração batia forte e eu estava meio trêmulo, tentando disfarçar. – Você tem ideia do que você fez? – ele disse finalmente. – Eu não fiz nada! Eu não fiz nada! Ele quem quis! – Fala baixo. E continuou: – Você tem ideia do que você fez? O garoto é menor do que você e você estava currando ele. – Eu não... – Fala baixo. – Desculpe. – Ele disse que foi a força, e eu vi que você segurava ele com força e ele estava chorando. – Mas ele gosta. A gente só faz porque ele gosta também. Ele curvou o corpo, se aproximando um pouco mais. – Teve outras vezes? Você já fiz isso com ele antes? Eu fiquei calado, vendo que tinha dito merda. – Há quanto tempo você está comendo esse menino? – Você vai contar pro meu pai? – Há quanto tempo? Responde. – Sei lá, desde o mês passado. – Quantas vezes? Você fez isso com ele quantas vezes? – Tio, me desculpa, me perdoa, por favor, não conta pro meu pai nem pra minha mãe. Eu não faço mais, eu juro. Ele não teve qualquer reação. Apenas me olhava, sério, parecendo me analisar. – Um monte. Quando ele está em casa e a gente tá sozinho. – Você bate nele? – Não, é mentira dele, eu nunca bati nele. – Fala a verdade. – Eu nunca bati! Deiu uns tapas só, só pra pôr ele na linha, mas nada que machucasse. É mentira dele se ele disse que eu dei porrada. Hugo se levantou, deu uns três passos e se virou pra mim. – Você não pode continuar com isso. – Eu sei, tio! Eu sei! Eu não faço mais, juro que foi a última vez. Ele ficou calado uns instantes. Eu olhava pra ele, amedrontado, ali na cama sem nada para me cobrir, com meu corpo todo a mostra frente a ele, vendo que minha situação cada vez parecia piorar. – Você gosta? Fiquei meio sem saber o que responder, mas logo emendei um sorriso tímido. Era a chance de amenizar o clima e talvez eu me safar. – Todo mundo gosta, né, tio. Eu já não sou criança. – Eu sei. Tô vendo. Tá com a perna cabeluda e esse teu pau já tá quase do tamanho do meu. Eu deixei escapar um sorriso orgulhoso. Ele fechou a cara e fiquei sério novamente. – O Lipe é uma criança ainda. Você só tem 15 mas tem o corpo muito desenvolvido pra sua idade. E ele tinha razão. Eu espichei muito rápido, bem antes dos outros meninos da minha idade, e aos 13 anos já era de longe o mais alto da turma. Meus ombros foram se alargando, o tórax se abriu e os mamilos cresceram e escureceram, os pelos do suvaco surgiram quando ainda todos os outros garotos conservavam como de criança, lisinho. Nas aulas de educação física, quando estávamos no vestiário, ia vendo que um ou outro estava começando a ter pentelhos, enquanto eu já tinha uma mata razoavelmente densa. E meu pau era maior do nque qualquer outro, me parecia chegar até o dobro do que quase todos os colegas tinham. Às vezes eu sentia vergonha disso, porque notava que chamava a atenção, me fazia diferente dos outros, estranhavam. Mas na maioria das vezes eu sentia orgulho de já ter um corpo de rapaz, principalmente quando percebia os olhares das meninas, até mais velhas do que eu. E isso não acontecia com mais ninguém, porque elas só tinham olhos para os rapazes das séries mais altas do colégio. Hugo continuou: – O teu corpo mostra que você já é um homem, e eu vi aqui nessa cama que você já é mesmo. Então, seja homem. Olha pro Lipe. Você é quase o dobro dele e já não pensa como criança. Quer fuder, já pensa como homem. Mas ele não. – Ele também! – Já falei pra você não falar alto. – Ele também quer fuder. Não é mais criança nada. – Ele come você também? – Claro que não! – cheguei a fazer menção de me levantar. – Não minta pra mim. – Não, tio! Só eu que como. – Mas ele já quis? – Não... Ele gosta de dar. – Ele gosta? – Gosta, gosta muito. Ele é viado, tio. – Então por que você estava forçando ele? – Porque é sempre assim. Ele faz cu doce pra eu pegar ele a força. Depois que eu gozo e deixo ele, ele fica todo manhoso, até chupa meu pau. Ele voltou a se sentar. Meu pau deu uma leve endurecida e morri de vergonha que fosse ficar duro mesmo na frente dele. – Você m,anda ele te chupar depois de comer ele? – Não. Até arde um pouco, mas ele quer fazer e eu deixo. Não é nada forçado, tio, é mentira dele. – Mas você gosta quando ele te chupa depois? – É, arde um pouco, mas eu gosto. Tá vendo, tio? Eu não tenho culpa. – Claro que você tem culpa, moleque! – sua voz se alterou um pouco, mas ele se conteve. – u Claro que você tem culpa. Fiquei calado; ele também. – Não age comigo como se fosse criança, porque eu já sei que você não é mais criança. Vi como você comia esse moleque. Você é um homem. – Tio... Por favor, eu... Deixa eu me vestir? – Você já pegou alguma mulher de verdade? Fiz que não com a cabeça, um pouco envergonhado. – Mas já pensou nisso? – Claro, né, tio. – Tem muito homem que prefere comer outro homem, e não mulher. É por isso que você come o Lipe? – Não, tio! Não! Eu não sou viado, não! Eu gosto de mulher também! Ele esboçou um sorriso e olhou bem nos olhos. – Você gosta de mulher também? – e deu ênfase no “também”. – É. – Então você tem tesão nas garotas mas também tem tesão nos garotos, é isso? – Não, tio, não. Eu só tenho tesão em mulher. – Mas o Lipe não é uma mulher. – É que nem que fosse. Ele olhou pra baixo e arqueou levemente as sobrancelhas. – Eu não vou falar nada pros seus pais. O Lipinho está lá no sofá da sala. Pegou no sono, depois de chorar muito. Ele estava mais assustado do que você. É mais novo. Eu vim aqui pegar um disquete e vou voltar pro escritório. Seu pai não vai saber de nada por mim. – Obrigado, tio. Não vai acontecer mais. Ele se levantou. – Fica aqui um pouco, não vai lá pra sala agora não. Se acalma aí, faz algum dever do colégio, dá uma hora. Eu me levantei e quis abraçá-lo, cheio de gratidão, mas me dei conta que estava pelado e que meu pau ia encostar nele se eu fizesse isso. Acho que ele percebeu, porque disse assim, num sorriso maroto: – E se veste porque esse teu pauzão pendurado é uma indecência. Eu ri, já procurando a bermuda. – Vou deixar pra você se entender com o Lipe. Fica aqui um tempo como eu te falei. Depois, vai lá e acorda ele devagarinho. Eu conversei com ele, tentei acalmar, e ele acabou ficando quietinho. Mas ele só vai ficar melhor se você ajudar. Tem que ser você, porque você é que é... – fez uma pausa que com certeza foi involuntária. – Você é que é o amigo dele. Eu sou o adulto que flagrou vocês, não sou eu que vai deixar ele tranquilo. – Mas falar o que com ele, tio? – Você vai saber muito bem o que falar. Se você é homem pra fuder ele, então é homem pra resolver a situação também. Você não me engana como criança, moleque. Estou falando com você de homem pra homem. Eu sorri, sem esconder meu contentamento em ouvir aquilo. – Não fica com essa cara de babaca. Eu to falando sério. Não age como criuança. Tem que tomar cuidado pros seus pais não descobrirem, nem os dele. Por mim, morre aqui. Mas se o Lipinho ficar com muito medo eles vão perceber e vão acabar sabendo de tudo. Não quero mais saber dessa história, entendeu? – Tá, tio – respondi, cabisbaixo. – Eu não vou fazer mais isso. Ele já estava próximo da porta. Virou a maçaneta. – Aproveita o tempo aqui e toca uma punheta pra aliviar. Você está com o tesão acumulado por causa da foda interrompida e vai acabar querendo tirar o atraso de novo com o menino. – Não, tio, eu não... – Rapaz, esse teu pau aí a meia-bomba toda hora não tem como disfarçar. Se alivia aí antes. Ouve o meu conselho, pra não fazer merda. Toca uma o– deixou escapar um sorriso, embora tenha tentado disfaçar – ou umas três, porque pelo visto uma só não vai resolver. Eu ri. Estava mais calmo agora, com a camaradagem dele. Eu já achava o tio Hugo legal, e naquele dia achei mais ainda. – Mas você não se safou ainda dessa não. Vou deixar tua cabeça esfriar. A de cima e a de baixo. Mas vamos conversar sobre isso tudo de novo. – Tá certo – aquiesci. – Não pensa que o que aconteceu não tem nada demais, porque tem sim. Como te falei, to falando com você de homem pra homem. E depois que tudo estiver mais calmo vamos temos que ter uma conversa de homem pra homem, eu e você sozinhos, pra vocês dois não acabarem degringolando essa história de vocês. Ele é muito menino. O homem é você. Assumiu uma voz mais dura: – É a você que cabe resolver isso. Você entendeu? Ser homem não é só ter um cacetão no meio das pernas pra fuder os outros. Não fica com essa cara de bobalhão só porque um pirralho ainda mama no teu pau depois de você enrabar ele. Tenha responsabilidade e não haja como moleque. – Tá, tio – murmurei, constrangido por aquele sabão. Ele tinha me feito descer do orgulho de macho pra humilhação em segundos. – E se alivia antes de ir lá no Lipe. Se não esfriar, vai acabar querendo meter no moleque de novo, em vez de consertar as coisas com ele. Não pude responder nada, porque ele imediatamente fechou a porta atrás de si

O vendedor ambulante..

Hoje eu estava sozinho em casa pela manhã. De repente, ouço alguem bater palma e vou ver quem era. Dai vejo que era um vendedor ambulante. Eles puxava um carrinho, com redes, panelas, edredon... Perguntou se eu queria comprar algo, e eu disse que não pois estava sem dinheiro. Então, ele perguntou se eu poderia lhe dar um copo d'água e eu pedi pra ele entrar, pois independente de quem seja, gosto de tratar bem. Ele entrou no quintal, deixou o seu carrinho próximo da garagem. E ficou em pé, na porta da sala. Eu pedi pra se sentar no sofá enquanto eu ia pegar o copo com água. Lhe servi o copo d'água e ficamos conversando sobre suas vendas, o friozinho que vinha fazendo nos últimos dias. Eu como sou meio doido, perguntei se ele já tinha comido alguma cliente durante suas vendas. Ele me disse que não, mas sempre teve essa vontade, mas que nunca tinha acontecido. Daí eu perguntei se ele já recebeu cantada de homens e ele me disse que não, mas que se rolasse algo, ele curtiria de boa. Perguntei se eu pedisse pra ele mostrar o pau ele mostraria e ele disse que sim. Nessa hora, meu cu tava piscando e meu pau tava duro e babando. Eu me levantei e sentei do lado dele e comecei a passar a mão na sua rola, que já tava dura. Ele então abriu o ziper da calça dele e tirou aquele pau gostoso. Devia ter uns 18 cm, nao grosso, mas muito lindo. Ele me olhou nos olhos e disse chupa, quando eu fui falar ele se aproxima e me beija na boca. Parece brincadeira, mas naquela hora eu me apaixonei por ele. Depois de um tempo beijando ele, eu me abaixo e coloco aquele pau na boca e chupo com muita vontade. Ele me fazia carinho em meus cabelos, e eu enquanto chupava seu pau alisava o saco, as pernas. Chupei por uns 5 minutos. Dai me levanto, tirei minha bermuda e ele passa a mao na minha bunda. Eu me aproximo, ele comeca a lamber meu rabo e tambem enfiava um defo, depois dois. Ficou um tempo lambendo o meu cu. Depois eu sentei no pau dele, ele deu um gemido de prazer e eu um de dor pois nao sou acostumado a dar. Mamar eu mamo de boa, agora dar, é bem raro. Fiquei sentado em cima dele, rebolando naquele homem, e ele gemendo. De repente eu sinto aquele pau pulsando dentro de mim e me lembro que ele vai gozar. Fiquei preocupado, pois nem lembrei da camisinha. Mas ele foi mais ligeiro que eu e tinha colocado, e eu nem tinha visto. Foi muito gostoso. Fiquei um tempo sentado nele sentindo aquele pau amolecer e sair de dentro de mim. Me levantei. Peguei em sua mão e o levei até o banheiro. Liguei o chuveiro, fui buscar uma toalha e preparar um cafezinho pra ele. Depois nos despedimos e ele foi embora continuar a sua venda. Quando vi no relógio, tinha se passado mais de duas horas, e eu nem me lembrei que a qualquer momento poderia chegar alguem. Tenho 31 anos. 2 metros de altura. 100 kilos. Peludo. Ele, devia ter uns 40 anos. 1,80 cm. 80 kgs. Peludo

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Dei na rua pra um carinha enquanto o mendigo viu

isso aconteceu ontem anoite, ou melhor essa madrugrada andando sentido a estaçao velha indo compra meu cigarro... chegando na estaçao, eu comprei meu cigarro solto e voltei e fui anda... no meio do caminho sentido a estação nova eu vi um carinha meio cambaleando na calçada, na hora me animei... quando eu fui chegando perto dele, pude ver melhor que ele era novo devia ter uns 25 anos, alto, magro, estava de tenis, shorts taktel, sem cueca, camiseta regata e percebi que ele nao era morador de rua... na hora eu endoidei, continuei andando até chegarmos em frente ao banco do brasil aqui de guaianases... onde tinha um canto onde via sempre moradores de rua dormindo la... quando ele me viu com um cigarro ele ja veio pedindo, na hora dei um solto e perguntei HC: ta com esqueiro? Rapaz: to nao parça... me empresta a brasa... dei o cigarro pra ele acender... onde ele se encostou na parede, na hora percebi que ele tava bebado... ele acendeu o cigarro e falow... valeu ai , mas o tempo todo eu olhando pra aquele pau mole que de longe e de perto dava pra ver que era grandinho e grosso... na hora antes que ele fosse embora eu perguntei HC: nossa, ta sem cueca é kkkk ? ele olhou pra mim e riu Rapaz: aaah lek, to sim... ta calor demais pra deixa o meu pau guardado kkkk, nossa to doidao bebi pra porra HC: ta bebado é? e sem cueca? kkkk nossa Rapaz: falando em pau parça, licença aqui mas vo da uma mijada kkk HC: ta bom kkk ele foi pra esse canto do mendigo mija, e eu nao sou besta fui ver o pauzao dele...na hora ele se encosto na parede e tirou o pau pra fora, quando ele me viu do lado dele... ele riu e pergunto pra mim Rapaz: gosta de pica é ? kkkk HC: sim moço... so de ver seu pau assim mijando me encheu de agua na boca Rapaz: kkkkk ta afim de engoli minha rola é? ele ainda mijando balançou de leve o pau, onde eu nao perdi tempo ja cai engolindo o pau dele ainda mijando, e ele mijando fraco ee eu mamando o pau dele, quando ele parou de mijar o pau dele começou a ficar duro onde eu comecei a mamar com mais vontade, engolia ele a cada vez que ele endurecia até que o pau dele fico durasso, e eu continuei mamando... quando eu engolia o pau dele todinho até na garganta... ele gemia e segurava minha cabeça... Rapaz: desse jeito eu vo goza na sua boca viado, vai engole minha rola vai e ele puxava meu cabelo, mas eu nao parava de engoli o pau dele onde ele gemia alto... mas agente tava tao desligado que quase esquecemos que nos estavamos na porta do banco, onde do nada apareceu um carinha novinho que eu sempre vejo fazendo reciclagem em guaianases... ja nos falamos algumas vezes mas nunca fiquei com ele... ele chegou em frente o banco e se assusto... e nós so reparamos que tinha gente perto de nos quando ele falou alto Mendigo: nossaaa que isso caraii kkk na hora eu assustado eu levantei limpando a boca e ele ainda meio mole foi guardando o pau que nao tinha como esconder o volume dentro do shorts...mas o mendigo riu e disse Mendigo: pode continua caraii kk, ja to indo embora kk e o carinha que eu tava, assustado né falou baixo pra mim Rapaz: vamo pra outro lugar... HC: ta bom e nós saimos andando sentido a estaçao nova, a procura de algum canto... mas o mendigo gostou tanto que nos seguiu por outro caminho sem agente ver... eu e o carinha fomos sentido a escola pedro taxi até que achamos proximo a escola uma rua meio escura com bastante arvores e quando nos chegamos la ele ja encostou numa das arvores mais escuras e abaixo o shorts até o pé e eu ja cai de boca engolindo o pau que ja tava durasso denovo... e eu fiquei la engolindo sem parar o pau delicioso do carinha, devia ter uns 19 cm grossura media depiladinho o saco dele e ele gemia e alisava meu rosto, minha cabeça e segurava firme minha cabeça e fodia minha boca como se fosse um cu... ai eu cansado de mamar o pau dele, eu levanto tiro uma camisinha do bolso e dou na mao dele enquanto ele abriu um sorrisao e disse no meu ouvido Rapaz: eu vo estoura seu cu sua puta safada, escora na parede e abre bem o cuzinho ta e eu fiz oque ele pediu, eu abaixei meu shorts até o chao e me empinei minha bunda ao maximo e arreganhei minha bundinha, ele começou a cuspir bastante e enfiando dois dedos pra lacear meu cuzinho aos poucos , onde ele se encosta em mim colocando bem certeiro seu pau no meu cuzinho e disse no meu ouvido Rapaz: nao grita ta, eu vo soca com toda força no seu cu... e ele socou com força e tampou minha boca... eu tentei dar um gemido mas ele segurou minha boca com muita força eo pau dele escorregou com tudo dentro do meu cu fazendo ele gemer intensamente... onde ele ja começou a bombar devagar na minha bundinha e soltou minha boca onde eu gemia bem baixinho e ele aumentava o ritmo das estocadas na minha bundinha, quando do nada ele da um tapa na minha bunda e começa a me chingar no meu ouvido Rapaz: nossa que cuzinho gostoso em viado... se nao queria rola no cu entao toma no seu cu putinha e ele segurava minha cintura forte, pra deixar ele mais doido eu abri com as duas maos mais ainda minha bundinha onde eu senti o restinho do pau dele entrar com força no meu cu fazendo eu gemer... HC: isso fode o cu da sua puta, fode vai... estora meu cuzinho vai porra aaaaah Rapaz: se gosta de rola em sua puta... ta sentindo meu saco batendo no seu cuzinho HC: soca suas bola no meu cu vai, estora meu cu vai porra aahhh caraioo ele ouviu isso e fez ele começar a fuder mais forte, quando eu começo a sentir as bolas dele batendo proximo do meu cuzinho e fazendo aquele barulho que eu amo poc poc poc poc poc onde quando eu olho do outro lado da rua... eu vi o mendigo vindo com o pauzao duro preto e torto na mao e chegando perto de nós... ele ficou do meu lado, e o carinha que me fodia sem dó nem se abalou... ai que ele fodia mais forte, onde o mendigo começou a se punhetar rapido, quando o rapaz começa a gemer e a se contorcer prestes a gozar...o mendigo vendo isso com as duas maos dele abriu com mais força minha bundinha, onde eu so gemia e pedia mais rola e mais rola onde o rapaz deu um tapa forte na minha bunda fazendo um estralo alto na rua e dizia Rapaz: aaah caraio que cu gostoso... isso toma leite no cu viado isso vaiii e o rapaz cansado e respirando fundo tira seu pau do meu cu e tira a camisinha cheia de porra... e jogou no chao, levantou seu shorts, puxou meu cabelo e me deu um beijo delicioso finalizando com ele alisando meu queixo dizendo Rapaz: se cuida puta... quando te ver denovo eu te fodo ta kkk HC: queria que voce me fudesse mais bb... Rapaz: to cansadao viadinho, a briza da bebida ja passou vo chega pra casa... ele ajeitou o pau no shorts e saiu andando, e eu levantei rapidamente meu shorts e olhei pro mendigo que tava ainda com o pau durao na mao... e ele sorri e me diz Mendigo: posso fuder seu cu? HC: nao bb, desculpa mas vo pra casa... Mendigo: bate uma pra mim entao vai putinha e ele puxando meu cabelo fazendo eu pegar no pau dele... HC: ta bom mas nao vo chupa nem nada ta... e eu comecei a punhetar ele que nao demorou 10 minutos ele começou a soltar jatos fortes e grossos de gozo, onde ele gemia e puxava meu cabelo... quando ele terminou de gozar ele abriu os olhos respirou fundo e disse... Mendigo: valeu delicia... qualquer dia fodo o seu cu kkk eu dei uma risada besta nao ficar um clima chato... peguei e fui embora pra casa deixando o mendigo la se arrumando... e assim foi minha foda... onde eu dormi com um sorriso enorme kkk beijos a todoss

Calça de moleton sem cueca na praça

ola a todos... bom vou ser bem direto ao assunto, sem delongas... isso foi essa madrugada... nessa madrugada de frio, eu estava sem um pingo de sono, decidir tomar um banho e sair pra andar em guaianases... ja era 1:20 quando sai de casa, fui andando sentido a estaçao... coloquei 3 cigarros soltos no bolso e fui... chegando na estaçao, eu fui direto pra uma praça que tem na estaçao nova e sentei la e fiquei pensando na vida... quando de longe vindo da estaçao percebi um cara vindo... na hora pensei em pedir o esqueiro emprestado caso ele estivesse fumando...quando o carinha foi chegando mas perto da onde eu tava, percebi que nao era nenhum morador de rua... era um rapaz tipo uns 20 anos, negro e magrinho... na hora fiquei doido de vontade, e pra minha felicidade ele me viu sentado e veio até mim... Negro: ooh parça nisso ele chega até onde eu tava sentado, e eu percebo logo de cara que ele tava com uma calça de moleton e sem cueca, com um pauzao balançando HC: oi querido pode falar ele vem até do meu lado onde eu nao consigo esconder a mega olhada que eu dei no seu pau... Negro: tem um cigarro ai mlk? HC: sim tenho, mas voce tem esqueiro? tirei o cigarro do bolso e estendi a mao pra dar pra ele Negro: sim tenho parça... ele pegou o cigarro, acendeu e me deu o esqueiro e eu fiz o mesmo...mas eu acendi o cigarro e nao parava de olhar pro pau dele até que ele percebeu e deu uma leve pegada no seu pau... eu entreguei o esquero.... Negro: ta fazendo oque na rua essas horas lek? HC: sem sono fiu... e nao gosto de frio.... ai fico andando na rua até passar o tempo e o sono chegar... nisso ele se senta no banco do meu lado, deu um trago no seu cigarro, mas eu continuava olhando pra ele e pro seu pau onde ele sorriu e disse Negro: to ligado ja do porque voce ta na rua kkk HC: como assim ? kk Me fazendo de que nao entendi... ele se levantou e ficou em pé na minha frente onde seu pau ja endurecia aos poucos indo pro lado esquerdo... Negro: nao se faz de besta nao viadinho, to ligado que voce curtiu minha rola sua puta safada ele apaga o cigarro e da um tapa de leve na minha cara e tiro o pau pra fora e sorriu pra mim, onde eu sentado olho do pau dele subindo pro seu rosto, e sem pensa duas vezes eu tirei a cabeça do seu pau pra fora e pra minha felicidade... nao estava sujo, com um cheiro de sabonete... onde eu ja cai de boca engulindo o pau dele inteirinho fazendo ele dar um gemido Negro: aaaaaaaaaah delicia, isso mama meu pau todinho vai, engole tudao vai puta e eu pedi pra ele se encostar na mesinha e eu ajoelhei na sua frente pra mamar seu pau inteiro... ele abaixou a calça até o joelho, entao nem nos preocupamos de alguem nos atrapalhar porque nao passava nenhum gato preto na rua... e eu voltei a lamber seu pau inteirinho e de vez enquando eu engolia seu pau interinho onde eu sentia os pelos do seu saco encostar no meu nariz... e assim eu fiquei fazendo, mamava muito e engolia sem parar o pau dele onde ele gemia cada vez mais... até que eu dei uma engolida nao profunda que ele segurou minha cabeça bem firme e começou a fuder minha garganta com violencia e gemia muito e continuava socando seu pau na minha guela onde ele segurando com força minha cabeça ele socou tudo que eu achei que ia engolir as bolas dele tbm kkk e do nada eu sinto seu pau dando umas pulsadas fortes e jatos fortes de leitinho na garganta onde ele gemeu bem alto Negro: aaaaaaaaaaaah, isso caralho engole minha rola vai toma o leitinho dela vai puta gulosa.. engole meu saco junto vai viado e ele gozou bastante de um jeito que eu achei que ele tava uns 4 anos sem gozar porque ele gozou muito... e eu tentando olhar pra ele mas nao conseguia pois seu pau ainda tava duro na minha garganta... quando do nada ele tirou seu pau da minha boca onde eu senti um vazio na guela... ele olhou pramim sorrindo e disse Negro: meu saco ainda ta cheio putinha, quer mais leite? eu so balancei a cabeça confirmando que sim, e ele deu um tapa na minha cara e socou com força seu pau na minha guela denovo, so que agora ele segurava com força a minha cabeça de um jeito que eu nao conseguia me soltar, e ele fodia minha boca sem dó, ele socava o pau dele interinho na minha guela e fico fazendo isso durante uns 5 minutos... e eu nao aguentando mais engolir o pau dele... comecei a chupar devagar pra repor a respiraçao até que ele segura seu pau e da varias roladas fortes naminha cara... e ele cada vez que fazia isso ele alisava minha cabeça e forçava denovo pramim engolir seu pau inteirinho... onde por fim ele começou a fuder minha garganta ele gozou denovo na minha boca... so que dessa vez os jatos nao eram fortes so que ele gozou bastante onde ele gemia e dava tapas leves na minha cara... e eu agarrei seu pau com uma mao... engoli o leitinho dele... mas ainda tinha um restinho de leite do seu pau que queria sair... eu apertei a cabeça do seu pau e lambi a ultima gotinha de leite e fiz isso olhando pra ele, onde ele respirava fundo e sorria pra mim... mas ele ficou cansado com 2 gozadas e falou Negro: chega caraii, ja te dei leite demais putinha... vo embora ja, ta mo friozao... eu so levantei e sorri e sentei na mesinha denovo... ele levantou a calça e saiu andando sem dar tchau... eu fiquei la uns 10 minutos pra ver se passava mais alguem...mas ai comecei a ficar com frio e decidir vir pra casa... enfim isso que aconteceu kkkkkk... espero que gostei... beijos a todos

Dei pra um Maconheiro na rua e dois noias viu..

ola a todos... ai como eu odeio frio... mas por incrivel que pareça essa epoca de frio tem me rendido otimas fodas kkk... isso aconteceu essa madrugada... como sempre eu nao consigo durmir a noite, entao fiz o seguinte era por volta de umas 20:00 me deu uma vontade de dar a bundinha... ja em casa todo mundo tava deitado entao decidi tomar um banho, me depilar e umas 00:00 ir pra rua... beleza fiz tudo isso, me depilei todo apesar do frio kkkk tomei meu banho me enchi de oleo de corpo que eu tenho e esperei dar umas 00:00 pra sair... coloquei uma blusa preta minha e uma calça de moleton velha azul marinho e uma calcinha vermelha que eu uso de vez em nunca, peguei 4 camisinhas... meu cu nao parava de piscar pedindo rola... passei na padaria da estação de guaianases comprei meu cigarro e uma bala halls prata e fui pro minal de onibus da estaçao pra pegar o onibus e ir pra a algum lugar diferente... beleza peguei o onibus tiradentes-itaquera que roda de madrugada e desci na estaçao de itaquera... que por incrivel que pareça tinha algumas pessoas que estavam ainda pegando seus onibus pra ir pra casa e outros indo trabalhar... mas a estaçao de itaquera para o metro e o trem ja estava com as catracas fechadas... beleza um pouco por todos os lados da estaçao até que eu cheguei proximo a avenida... quando tava atravessando a avenida saindo da estaçao eu vi um carinha ( que aqui vou chamar de jordan ) parado num poste perto de um matagal que tem na avenida la em itaquera fumando... delonge achei que era cigarro... nao reparei muito no seu rosto, so vi que era moreno, estava de boné cinza, chinelos, calça e blusa de moleton azul... cheguei nele e pedi o esqueiro emprestado... HC: moço, empresta o esqueiro? quando me toquei ele tava fumando maconha... ele abriu um sorriso Jordan: sim parça... ta ai (me dando o esqueiro...) se tem um cigarro ai? HC: sim... ( eu acendi o cigarro, entreguei a ele e ai eu virei pra olhar a avenida pra ver se passava algum onibus sei la, e de proposito abaixei a calça um pouco quando eu fui tirar o maço do bolso de traz... quando eu virei pra ele entregando o cigarro ele tava olhando minha bunda com os olhos arregalados, com uma das maos que tava no bolso da calça segurando levemente seu pau, ai dei o cigarro na mao dele e sorri )... brigado querido pelo esqueiro... sorri e sai andando devagar olhando pra traz no caso pra ele, quando percebi ele olhava pra mim sorrindo... ai fiz o mesmo virei e sorri pra ele e sai andando rebolando... onde ele veio andando rapido até mim... quando chegou do meu lado ele me chamo... Jordan: hey parça... ta indo pra onde ? HC: nem eu sei fiu kk ( ai parei em frente uma arvore grande onde tinha um canto meio escuro proximo ao tunel onde os carros vao sentido a radial, que tem embaixo do trilho do trem ) e ele sorriu e deu uma apertada no pau onde eu pra ser safado olhei bem pro aperto que ele deu... e ele disse Jordan: ai to ligado que voce quer da a bundinha kk, ta afim de leva rola agora? HC: nossa como voce sabe em kkkkk ( percebi que nao tinha ninguem a onde agente estava, nao passava carro nem pessoas... eu cheguei perto dele e enchi a mao no saco dele onde o pau dele ja tava durasso virado pro lado ) ele sorriu e alisou meu rosto e disse Jordan: voce ta doidinho pra da a bundinha né sua puta... eu vi que se ta de calcinha... vamo aqui atras dessa arvore mesmo que eu vo por voce pra engolir minha piroca ali mesmo... ele pegou no meu braço e foi me puxando até atras da arvore onde tinha um muro quebrado que do outro lado é um terreno vazio so mato... e onde agente tava tinha pouca luz da rua entao ele encosto no muro tiro o pau dele pra fora, e eu so ajoelhei coloquei uma bala na boca sem ele ver e segurei o pau dele que era bem grandinho e um pouco grosso... e ai eu olhei pra ele e perguntei HC: nossa que rolona em, que tamanho tem? Jordan: 19 cm... vai engole minha rola, fala menos e mama mais meu pau kk e ele segurou minha cabeça e com a outra mao ele segurou o pau dele, e eu so abri a boca e ele socou seu pau na minha boca onde eu percebi que ele nao tava fedendo ( ÓTIMO :D ), onde eu tirei as maos dele do pau dele e comecei a mamar com força... ele riu e disse Jordan: calma putinha, mama devagar kkk e eu me abaixei mais e so fiquei mamando a rola dele e olhando pra ele ( e eu sei que os caras endoidam quando voce mama olhando pro carinha ) onde ele gemia muito... e alisava meu rosto... até que eu engoli o pau dele todinho fazendo ele gemer bem alto Jordan: aaaaaah porra, que boquinha gelada, isso engole minha rola vai... ele segurou minha cabeça firme, e desencostou do muro que nisso a calça dele caiu toda no chao... onde ele começou a socar o pau dele sem parar na minha guela como se tivesse fudendo uma buceta... e gemia muito e socava cada vez mais fundo até que ele socou tudo de uma vez que eu senti as bolas dele nos meus labios... onde ele gemeu muito alto e deu um tapa na minha cara Jordan: isso viado, engole minha rola vai, vo enfia meu pau junto com meu saco na sua boca vai abre mais a boca vaiii porra e eu com muito custo tirei o pau dele da guela pra respirar, e ele segurando o pau que entortava um pouco pro lado de tao duro... ele disse Jordan: ta sem ar gatinha kkk? vem engole meu pau mais um pouco... nunca ninguem mamo minha rola assim desse jeito... eu olhei pra ele e disse HC: calma gato, so geme baixo... e se alguem nos ver em ? ele Riu e disse Jordan: é mesmo né kkk to tao brizadao que até tinha esquecido da onde agente ta... ele levantou a calça e balançou o pau pra mim e disse Jordan: vem engole minha rola denovo vai... eu sorri e cai de boca mamando o pau dele denovo do jeito que eu tava... ajoelhado olhando pra ele e engolindo devagar o pau dele onde ele gemia mais baixo e alisava meu cabelo, meu rosto... até que ele segura firme denovo minha cabeça e soca com força que o pau dele desceu minha garganta com tudo onde ele solto um gemido alto denovo Jordan: aaaaaaaaaaah porra que boca gostosa... isso mama meu pau putinha gulosa vai... e ele tiro seu pau da minha guela eeu voltei a chupar seu pau... quando do nada eu so atras de mim Noia: eiita porra eu e jordan nos assustamos, onde eu levantei rapido assustado limpando a boca e ele guardou o pau... e eu ia saindo andando, e jordan ajeitava sua toca pro noia nao ver o rosto dele eu acho, quando o noia chegou perto onde pude ver que ele nao era morador de rua, nem velho, acho que se tinha 30 anos era demais, nao tava sujo nem mal vestido... e ele disse pra nós... Noia: pode continua parça, só vo usa minha droga e sai fora... pode continuar... mas eu ainda com medo de ele fazer alguma coisa... mas jordan olhou pra mim sorrindo e disse... Jordan: entao vem gatinho, engole meu pau denovo vai... e ele tiro seu pau denovo e me puxo pela cabeça onde eu ja me ajoelhei com muito tesao e ja cai engolindo o pau dele interinho onde ele gemeu... jordan desencostou do muro e ficamos de lado como de um jeito pra que o noia assistisse tudo... e jordan disse pra mim... Jordan: vc ja deu pra alguem enquanto um noia assistia em putinha ele socava seu pau na minha boca e eu olhando pra ele engolia tudinho sua rola onde ele gemia, eu so balancei a cabeça confirmando que nao ( mentira kk ) Jordan: nao? kk entao hoje voce vai da pra mim e vai ter plateia sua puta safada... engole mais um pouco minha rola e baba bastante ta porque vo fude seu cu jaja... e eu mamava o pau dele, e olhava pro noia que tava sentado no chao do outro lado do muro usando a droga dele e com o pau durasso pra fora que ele se punhetava de leve, quando jordan viu ele riu e disse... Jordan: até o noia ta gostando ali viu... levanta agora e abre a bundinha pramim vai e eu rapidamente levantei sorrindo e escorei na parede, quando jordan abaixo minha calça até o pé... eu olhei pra traz o noia tava atras de jordan com um cigarro na boca e batendo uma e olhei pra jordan ele tava sem calça... tinha tirado toda a calça e quando eles dois viram que eu tava de calcinha o noia deu uma risada safada e disse Noia: nossa em, nunca vi um viadinho usando calcinha... ta doidinho pra levar rola no cu né kkkk ? jordan me abraçou pela cintura e disse no meu ouvido Jordan: nao vo deixa ninguem te fazer mal ta gatinho fica tranquilo... vamo transa e sai fora... eu só virei pra ele e sorri e disse HC: ta bom... Jordan: abre a bundinha pra mim vai... ele disse isso alisando minha bundinha, onde eu me empinei ao maximo e abri ao maximo puxando pro lado esquerdo minha calcinha que tava enterradinha na minha bunda onde jordan quando viu meu cuzinho ele caiu de lingua onde eu comecei a gemer bastante... quando eu percebi o noia ja batia uma punheta nervosa e chegava perto de mim quando ele encosto a mao na minha bunda jordan levantou e disse pra ele Jordan: parça se falo que ia usa sua droga, entao nao atrapalha suave? o noia nao sei se ele ficou com medo ou sei la ele so foi pra traz e disse Noia: suave parça... nao vo atrapalha nao... mas ai que bundinha dahora esse viado tem em kkk jordan só riu e voltou a linguar meu cu, onde ele pegou no meu bolso uma bala halls minha e colocou em sua boca e disse pramim Jordan: se prepara putinha que agora voce vai gemer muito... ele começou a linguar muito meu cuzinho onde quando ele respirava, eu sentia aquele gelinho delicioso no cu fazendo eu me arrepiar todo, e a cada linguada funda que ele dava eu gemia muito... quando eu consigo rapidamente olhar pra traz eu percebi que o noia saia andando sentido a avenida ai falei pra jordan HC: aquele cara foi embora? jordan olhou pra traz e disse Jordan: nao sei, mas se ele volta eu do uns murro nele se ele vim arrasta aqui, agora putinha relaxa bem o cuzinho que eu vo soca no seu cu com tudo ta... HC: pega uma camisinha no meu bolso... ele rapidamente pegou a camisinha, colocou no seu pau e começou a forçar seu pau no meu cu fazendo eu gemer Jordan: ta sentindo minha rola rasga seu cuzinho ta, delicia em abre mais a bundinha pra mim vai e eu me empinei mais e abri ao maximo minha bunda, quando do nada eu olho pra traz e vejo o noia junto com um amigo dele, mas esse era morador de rua... os dois olhando com os olhos arregalados ai eu disse pro jordan HC: olha pra traz... ele só olhou pra traz e empurrou com tudo no meu cu onde eu gemi alto Jordan: aaaah caralho que cu apertadinho, vou deixar seu cu largo hoje ta ... e deixa os dois la olhando nao vao te bater nao... HC: aaaah que deliciaaaa caraiooo isso fode meu cuzinho vai quando eu percebo um pouco distante do meu lado, o noia que ja tava la com agente... ele abaixo sua calça toda e começou a se punhetar denovo deleve até que nos ouvimos assim Mendigo: caraii parça... se vai bate uma? oxi entao eu vo tambem kkk e o mendigo tiro o pau dele que nao deu pra ver se era grande so que os dois sentaram bem perto da gente do meu lado direito e começaram a se punhetar... enquando jordan segurou minha cintura, me abraçando de leve e começou a fuder meu cu aumentando o ritmo de leve onde eu gemia muito, e ele puxava meu cabelo e dizendo Jordan: ta gostando viado? vai geme mais pra mim vai HC: isso vai porra fode o cuzinho da sua puta vai, deixa meu cu arrombado vaiii deliciia ele ouvindo isso, ele me empurrou mais no muro e levantou minha perna esquerda onde ele começou a fuder meu cu bombando forte e rapido... e nos gemendo sem parar até que eu ouço uns gemidos quando eu olho pro lado vejo os dois noia gemendo prestes a gozar Noia: aaaah porra to gozandooo vaiii aaahhh e o noia soltou jatos fortes de gozo, e jordan começou a bombar mais fortes e me dando varios tapas na bunda e puxando meu cabelo... ele disse Jordan: to gozando putinha vai aaaah porra jordan quando começou a gozar ele me abraçou forte e beijo meu pescoço onde eu senti a camisinha dando uma estufada, onde ele fica todo mole me pressionando na parede... e ele puxa meu rosto e me da um beijo e uma funda enfiada no meu cu, quando eu i ele paramos de nos beijar... ele respira fundo e puxa a camisinha e seu pau junto que sai do meu cu ainda meio meia bomba, e eu rapidamente abaixei pra levanta minha calça, quando eu percebo os dois noias ja tinham ido embora, eu olhei pro jordan, e ele guardou seu pau e saiu sorrindo... eu me recompuis rapidamente , e sai logo atras... quando eu olhei pra rua procurando jordan, vi ele ja no cruzamento atravessando correndo no farol... e eu voltei pro terminal de itaquera pra pegar o bus... bom e assim foi minha noite maravilhosa... e deliciosa... beijos a todos...

Eu era o depósito de porra do meu primo

Perante a vida social, eu sou hétero, só me relaciono com mulheres. Nunca beijei um homem nem pretendo. O que vou escrever aqui é uma das minhas experiências com outro homem e talvez seja até a primeira delas. A pessoa que é descrita aqui, até onde eu sei, é hétero de verdade, mas gosta de receber sexo oral de moleques, pelo jeito. As coisas com o meu primo começaram quando eu era bem novinho. A gente falava "vamos brincar de escravo?" e quem era escravo tinha que fazer umas coisas, como lamber o pinto do outro, lamber o saco, ficar de quatro, e essas coisas. Acontece que, como ele era mais velho, o escravo sempre era eu. Mas eu não reclamava. Gostava, na verdade. Começou a ficar sério quando a gente já estava no colégio. Eram 4 anos de diferença. Eu ainda não gozava direito e ele tinha o saco grande e peludo, sem falar que gozava muito, parecia uma mamadeira cheia. "Vou dormir na sua casa", ele falava. Esse era o sinal de que seria mais uma noite que ele ia ficar me chamando de "depósito". "Ajoelha, depósito". "Lambe aqui embaixo, depósito". "Depósito, você quer mais?". Eu era o depósito de porra dele. O que começou com umas brincadeiras atrás da porta há muitos anos terminou em noitadas onde a minha boca era usada pra masturbar o pau dele. Começava assim: ele chegava na minha casa e sentávamos na frente do computador, no meu quarto. Quando todo mundo ia dormir, ele começava a se referir a mim como "depósito", como eu disse. "Acho que tá na hora, depósito". E eu fechava as coisas no computador, deixava ele sentar na cadeira na frente da tela, e me ajoelhava ao lado dele. A situação era que só na minha casa tinha internet ali na região, e ele dormia lá pra ver pornô. Começava a abrir os sites e falava pra eu ir embaixo da mesa. Em menos de 1 minuto a gente assumia a posição que ficaríamos pelos próximos 30 minutos, pelo menos, sendo que teve uma ou outra vez que chegou perto ou até passou de uma hora. Ele, sentado na mesa do computador com as pernas abertas, uma mão no mouse e a outra em cima da mesa. Eu, de joelhos na frente dele embaixo da mesa, esperando ele falar que eu podia começar. O pau dele era moreno, meio torto pra direita, um pouco grosso e grande. Tinha umas veias que saíam do meio dos pelos do saco e iam até perto da cabeça. Devia ter uns 16 cm, e eu achava e ainda acho muito bonito. "A cara no meu saco, depósito", ele falava. Devia ser um fetiche, sei lá, mas ele gostava que a primeira coisa que eu fizesse fosse tirar o pau dele pra fora da calça e começasse a esfregar a cara no saco dele, pelo menos até ficar consideravelmente duro, pra daí ele passar a cabeça do pau úmida pela minha cara, como quem mostra quem está no controle. Dali pra frente variava. Tinha vez que ele pedia pra eu começar chupando o saco dele enquanto punhetava com a mão, ou pedia pra eu só chupar a cabeça, ou ainda que eu só ficasse lambendo o pau dele por um tempo e tinha vez que ele já começava com a forma que ele sempre terminava: segurando a minha cabeça com as duas mãos e fodendo a minha boca pra valer até gozar. Ele abria os vídeos pornô e usava a minha boca pra punhetar, sem nem lembrar que eu, o primo dele, estava ali. Eu era só a boca que o pau dele ficava entrando e saindo o tempo todo. Eu sabia que ele estava perto de gozar quando ele não se importava mesmo comigo: ele não parava de fazer movimento de vai-e-vem nem mesmo quando eu me engasgava. Chegava a sair lágrimas, eu fechava os olhos, apertava a garganta, e ele continuava, cada vez mais forte, até que começava bem devagar, e às vezes até falava "a língua, depósito", pra me avisar que queria que eu abrisse mais a língua dentro da boca pra ficar mais confortável de ele fazer o movimento bem lentamente. Era nesse momento que vinha o esperma. Muito esperma. Mais tarde, quando eu fiquei mais velho eu entendi que quando a gente fica excitado durante muito tempo e não goza, na próxima vez a ejaculação vai ser muito mais carregada. Mas naquela época eu não sabia disso, e achava simplesmente que o meu primo era uma mangueira de porra, que às vezes ou enchia a minha boca a ponto de eu babar gozo por não aguentar segurar ou chegava a sentir o jato subir pela minha garganta e chegar na parte nasal. De uma forma ou de outra, era sempre um jato, que já contaminava a minha boca com o gosto dele, e depois outro, e o pau fazia um movimento muscular dentro da minha boca e soltava outros jatos menores. "Engole, depósito". E eu engolia. Às vezes precisava engolir em duas vezes, tamanha a quantidade, de verdade. Talvez seja por eu ser mais novo que ele e achar, na época, que ele tinha muito pentelho, que o saco dele era muito grande, que o pau dele era muito enorme, que ele gozava muito. Talvez seja isso. O fato era que ali, depois de vários minutos, acabava a primeira parte da noite. Ele fez o primeiro depósito de porra em mim. O segundo depósito vinha depois de um tempo, porque ele geralmente ia jogar alguma coisa no computador, e eu tinha que ficar em alguma posição de submissão até ele sentir vontade de gozar de novo. Daí a forma dos depósitos seguintes variavam muito. Tinha vez que eu sentava no chão com as costas apoiadas na cama e a garganta pra cima e ele fodia a minha boca até gozar. Tinha vez que ele me mandava deitar de barriga pra cima na cama com a cabeça pra trás e ele fodia a minha boca dessa forma, que era a mais dolorida. Tinha vez que ele só falava pra eu chupar o saco dele enquanto ele batia uma punheta assistindo pornô de novo. A que eu mais gostava era quando ele ficava em pé e eu ajoelhado na frente dele chupando as bolas e o pau. Tinha vez que ele finalizava com as duas mãos na minha cabeça fodendo a minha boca, e tinha vez que tirava o pau da minha boca e falava pra eu abrir a boca e pedir por favor pra ele gozar. E eu pedia. E ele gozava. Eram umas 5 gozadas por noite, às vezes mais, às vezes menos, mas as três primeiras, e principalmente a primeira, vinham muito caprichadas, de encher a boca. Depois a gente dormia. Eu no colchão de visita, no chão, e ele na minha cama. No outro dia, às vezes ele me acordava pra fazer um boquete matinal, ou quando me acordava já tava no final da punheta, era só pra eu abrir a boca pra ele gozar. Daí então, ele ia embora, ou a gente fazia alguma coisa juntos, já como primos de novo, e não como uma pessoa querendo gozar e um depósito de porra. Isso faz uns 8 anos. Hoje em dia eu tenho barba, sou ainda rapaz jovem mas tenho mais aparência de homem e nós convivemos bem menos, mas ontem tivemos uma recaída desses tempos e eu fiquei lembrando e pensando o quanto era bom, até que decidi escrever. O que aconteceu ontem talvez eu relate num conto futuro. Por enquanto é isso.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Flagra com o marido da vizinha...

Não citarei nomes para não ser indiscreto. Estou sumido mas agora estou de volta. Para quem não me conhece tenho 1,70m, 75kg (dei uma engordada) e sou moreno e safado. Esse meu amigo é branquinho mesma altura que eu e uns 70kg. Sempre tive tesão nesse meu amigo, ele sempre soube de mim, sou assumido, só que ele acabou casando. Certa vez estávamos tcldo no face e ele veio com esse papo: Ele - eu sei que tu gosta de mim lek Eu - quem disse isso? Ele - eu sempre notei que tu me tratava diferente Eu - normal, mas esquece pow. Ele - desculpa por não retribuir lek Eu (me achando) - tô de boa. A gente sempre andava junto e conversava mas nunca rolou nada. Até que ele acabou casando e meu desejo só aumentando. Infelizmente ele se mudou para outro estado. (3 meses depois...) Três meses depois ele retorna, mas nesse tempo que ele passou fora eu ainda soltava umas indiretas bem diretas pra ele. Quando ele retornou mais fortinho e mais gostoso recebi um convite para viajar e passar minhas férias em outro estado e fui. Enquanto estava viajando eu trocava muitas mensagens com ele até que um dia resolvi arriscar: Eu - kd? Ele - oq? Eu - o pau! Ele - tá aqui Eu - Mostra Ele - só se tu mostrar o cuzinho pra mim Eu - vai retribuir? Ele - sim Eu mandei uma foto da minha bunda. Ele - cu gostoso Eu - agora vc Ele mandou uma foto de cueca e uma do pau (deliciaaaaa) Eu - quando voltar quero chupar ele todinho Ele - boquete é boom Depois conversamos amenidades e assim foi até o dia que eu voltei. Estava em casa quando ele aparece. Ele - e aí mano Eu - Entra Ele entrou fomos para a área de serviço, lá ele disse: Ele - Faz o que tu quer fazer? Eu beijei ele e ele retribuiu, nem parecia aquele cara casado. Depois que eu beijei ele comecei a pegar no seu pau e pedi pra chupar, ele deixou e eu engolia seu cacete que não é grande mas muito gostoso. Eu chupava e ele gemia. Chupei as bolas dele. Engolia o pau dele e chupava bem devagar, tava uma delícia, até que meu tio entra sem a gente perceber e me pega com a "boca na botija" e que botija gostosa. Meu tio contou pra minha mãe que só me alertou pq esse meu amigo era casado. Meu amigo muito constrangido ficou me evitando por uns dias até que ele apareceu de moto aqui em casa... (continua)

O barbudo do meu cunhado...

Boa Noite pessoal, Esse conto aconteceu na quinta feira da semana passada, como sabem sou puta e não rejeito uma deliciosa foda, e não perco a chance de ter ela... Ele, meu cunhado... um delicioso homem criança, 22 anos, corpo normal, delírio das mulheres e gays por sua cantada e jeito safado de ser, barbudo e com uma pica de 22cm. Vou chama-lo de Allan. Allan foi embora da cidade, sem saber de minha tara por ele, já bati muitas pensando naquele homem me comendo, e dei algumas investidas de leve pra ele quando estava aqui, o motivo que Allan saiu da cidade foi esclarecedor, estava se envolvendo com outro homem e tinha terminado, porem Allan não era gay, considerado Bissexual, Allan então resolveu ir para Sao paulo para fugir do rolo que estava acontecendo. Allan precisou voltar para cidade para resolver alguns assuntos de recisao do antigo emprego. Estava louco pra ver meu cunhado dinovo, porem nada de sorte de encontra-lo. Ate que um certo dia, retorno de meu serviço e a visão que me deparo tomando cafe com meu namorado era seu irmão, risada vai e vem, Allan então me pedi pra poder dormir na minha casa naquela noite, aceitei na hora, ja pensando mil coisas, meu namorado entao arruma pra poder ir pra escola e eu fico conversando com meu cunhadinho. meu namorado sai, deixando somente eu e seu irmao delicioso. Entao conversamos um pouco, ate que entramos no assunto de sexo, ele falou que sua namorada era um pouco fechada para isso, que era só uns amasso , mas sexo mesmo so depois do casamento. eu falei puta merda, como vc se resolve? de duas uma... ou eu bato uma ou acabo encontrando alguém pra descarregar que nao seja considerado traição(viado), percebi a deixa, porem me contive, queria deixar ele louco, entao resolvi tomar banho... deixando de proposito a toalha em cima da cama, onde da pra ve nitidamente o banheiro. Acabei e gritei ele pra pegar a toalha pra mim, tomei banho, fiz a limpa porque queria meter e muito com ele, ele atendeu o pedido e veio ao quarto, porem deixo a porta entre aberta pra ele poder ver minha bunda empinadinha, e vejo pelo espelho que o resultado foi como esperava, ele pertava o pau por cima da bermuda... entao ele me entregou, e sai daquele jeito mesmo, me secando pelo quarto com ele la,ja notei um volume pelo short dele, porem falei " voce nao se importa ne, pois estamos em casa e entre homens" ele so balançava a cabeça, fui puxando assunto para ele ficar ali no quarto, peguei creme e passei no corpo, notava um desconformo enorme dele, ele estava sentado quando pedi pra ele passar um pouco de creme na minha costa pois nao alcançava, ele levantou e aquela pica enorme ja desenhava e pulava pra fora da calça, vi aquilo e falei, ta animadinho hem... ele riu e foi passar o creme, eu aredava completamente meu corpo pra sua pica encontar no meu rabo, quando ele nao aguentou e me puxou de uma vez, e falou " é isso que vc quer putinha,... to a semanas sem bater uma e comer um viadinho, o bom que fica entre familia, se prepara que hoje te mostro o que é foder de verdade" Pensa em um homem com uma voz deliciosa e com uma barba que dava arrepios so de ver falando isso no seu pescoço, arrepiei todo... ele entao arranca minha toalha e me poe de quatro em cima da cama, começa a chupar meu rabo, aquela sensação deliciosa da sua barba ia a loucura, Allan lanbia e enfiava sua lingua enorme dentro de mim, eu so conseguia gemir e gritar pedindo mais, allan entao tira seu short e me poe de joelhos e começa a me dar uma surra de pica, a pica dele estava com cheiro de pica de macho alfa, ele forçava fundo na minha boca, metia forte como se comesse um rabo, engasgava com aquela pica enorme dentro da minha boca, mas chupava deliciosamente, enfiava tudo ate o talo, allan me levantou de vez e me deitou na cama, ja encapando seu pau e enfiando dedos no meu rabo , allan fazia uns movimentos com o dedo que ia a loucura, meteu a lingua dinovo dentro do meu rabo e de uma vez socou com força dentro de mim comecei a gemer tao alto que ele tampou minha boca, ele socava forte dentro de mim, e sem parar, nao dava tempo de respirar, allan estava batendo suas bolas na porta do meu rabo, ele estava enfiando tudo dentro de mim. allan começa a gemer e a me bater, socava fundo dentro de mim. me pos de frango assado, e continuou a socar como nunca, ele me deu um tapa na cara e disse, " uma coisa que nao sabe vadia é que eu demoro a gozar, pediu entao aguenta agora, vou socar por horas dentro de vc" ele me pegou no colo e socou mais fundo ainda. me levou pra sala, sentou no sofa e mandou eu deitar no chao e colocar o rabo perto da pica dele, ele entao me rasga mais ainda, mete, e mete, quando ele me faz levantar e ficar de quatro em cima do sofa, metia como nunca, realmente ele estava sedento por rabo, ele me comia rapidamente, so ouvia suas bolas bateram na minha bunda, ele me leva dinovo pro quarto, me joga na cama e empina minha bunda, mete de uma vez, realmente parecia que nao ia ter fim, ele me vira de la e mete, mete e socaaaa, me coloca deitado em cima dele vai metendo, me faz sentar em cima dele e manda eu rebolar, ja estava louco e resolvir dar prazer pra ele, rebolei como nunca sentado numa rola, levantava e descia de uma vez, levantava e descia, era tanto tesao que gozei em cima dele, peguei a toalha e limpei ele e continuei, " Ele falava, putinha gozou e ainda quer mais" , falava sim, gritava siim, nao queria parar se sentar naquela pica. Quando meu celular toca, era meu namorado, atendo cansado converso com ele e o irmao dele metendo em mim, quando deu uma afundada de uma vez dentro de mim, quanse gritei com meu namorado no telefone, "ele ja estava vindo embora, nao tinha o ultimo horario" quando olhei no relogio ja era mais de 9:30 ja estavamos a quase 2:30 metendo e ele nao gozava, ele falou que estava saindo e que passaria na pizzaria pra levar algo pra nos comermos, mal ele sabia que ja estava sendo comido. despedimos e fui terminar a foda.. tinhamos uns 30 minutos a mais, falei pra ele, ele riu me beijou e falou no meu ouvido, mete rapido sem parar quem sabe da tempo deu gozar dentro de vc... entao comecei a cavalgar sem parar, metia e metia, aumentava a velocidade a cada metida... demorou uns 20 minutos e ele comecou a gemer mais alto,,, a me xingar, começou a revirar os olhos, sinal verde de que ia gozar, aumentei mais ainda a velocidade, e ele urra de uma vez, gozou, era tanta porra que pelos jatos a camisinha estourou ainda continuo cavalgando nele, e sinto porra quente dentro de mim, nao aguento de tanta porra e quente e gozo dinovo, ele gemia gostoso... cansados quando tirei a pica dele era tanta porra que descia escorria pelo meu cu... ele viu e passou o dedo e deu pra mim lamber, falando nao vai desperdiçar... arrumamos juntos o que tínhamos bagunçado e fomo stomar banho, eu no quarto e ele no banheiro social, quando entrei e liguei o chuveiro meu namorado chegou. Fingimos que nada aconteceu, porem de madrugada eu queria mais... e fui ate ele querendo mais, metemos dentro do banheiro com meu namorado dormindo no quarto ao lado. depois conto mais sobre esse fato, } BJ na pica e boa gozadaaaaa...

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Papai tem sono pesado

Não era a primez que eu sentia tesão por um macho. Certamente já tivera meus momentos de sonhos com homens gostosos e sonhava também com o dia em que poderia de fato sentir o contato com outra pele masculina. Há muito tempo eu imaginava como seria segurar um pau que não fosse o meu, tocá-lo, acariciá-lo, sentir-lhe o calor. Nada inédito num garoto que aos quinze anos já sabia do que gostava em matéria de sexo. Inédito era o objeto de meu desejo. E tudo começara no dia uma visão inusitada me despertara o tesão por um dos homens mais gostosos que eu tive o prazer de conhecer e que, até aquele dia eu jamais sonhara em desejar: meu próprio pai. Estávamos no roçado, observando os imensos campos de feijão que meu pai plantava todos os anos. Ele e mais uns amigos, entre os quais se incluía um tio dele, saíram para admirar o feijão que começava a nascer no campo, ainda tímido, alguns pés mal saídos da terra. E eu, que adorava aquela vida de roça e de contato com a terra como se ela fosse uma extensão de meu próprio corpo, juntava-me a eles nessa contemplação dos campos recém semeados. Enquanto eles falavam de quão promissora parecia a safra daquele ano, de quantas sacas colheriam, de que preço o grão alcançaria, de quanto papai provavelmente ganharia e do que poderia ser comprado com a pequena fortuna que se esperava, eu acabei me deixando levar por pensamentos nada agrários. Havia perdido totalmente a concentração no exato momento em que o tio do meu pai, que também chamávamos de tio, agachou-se para mostrar que terra boa como aquela só poderia mesmo dar um excelente feijão. E ele fez isso de cócoras, pegando um torrão e desfazendo-o até virar um pó que deixou deslizar por entre os dedos. Eu, pobre rapaz curioso que sempre fora, não pude deixar de notar que meu tio, ao agachar-se, fez com que o tecido da calça marcasse bem o formato de seu pau e dos testículos. Aquilo me causou uma espécie de arrepio e de calor que eu não sabia explicar, pois o tio não era um homem atraente, era um pouco velho demais para o meu gosto e eu jamais tivera qualquer interesse nele. Mas um pau é um pau. E um garotão cabaço como eu, em plena efervescência hormonal, ao ver um cacete, que ainda por cima não era dos pequenos, tão nitidamente marcado sob o tecido, era praticamente como se pudesse enxergá-lo desnudo. Naturalmente eu não teria com não me deixar afetar. Fiquei como que hipnotizado por aquela visão. E mesmo quando os outros homens imitaram o movimento do tio e, como que instintivamente, fizeram o mesmo gesto de apanhar e amassar a terra, como se quisessem comprovar com as próprias mãos o quanto ela era boa e fértil, eu permaneci de pé, ainda de olho nas intimidades do tio, como se aquele caralho fosse uma das cobras de Medusa, que me houvesse transformado em estátua. “Realmente não existe terra melhor do que esta aqui na região. Se o tempo continuar ajudando, a safra vai ser boa, não é filho?” Eu mantinha os olhos tão fixos na minha serpente particular que isso me tapava os ouvidos para qualquer som, pois só depois de ouvir pela terceira vez a frase “Não é filho? Filho? Filho?” despertei do meu estado de imobilidade para dar ao meu pai alguma resposta qualquer, todo atrapalhado. Eles sorriam da minha distração, comentavam como eu andava aluado ultimamente e que essa distração provavelmente se deveria a alguma buceta adolescente na qual eu estaria interessado. Será que eu não estava nos meus primeiros amores? Bem que haviam notado o quanto eu estava amarelo. Devia ser de tanto bater punheta pensando na namoradinha. Quem era? Eu me fiz desentendido e ruborizei até sentir o sangue a ponto de saltar do meu rosto, que esquentava como se o sol estivesse na força do meio dia. Aquele rubor todo não se devia à alusão a uma suposta garota em que eu estivesse interessado. E se ri juntamente com eles também não foi de alegria, mas de vergonha pela possibilidade de que algum deles houvesse percebido para onde se dirigia meu olhar no momento em que fui flagrado bancando a estátua. Por fim eles me deixaram em paz, continuaram as conversas amenas sobre o preço do feijão no ano anterior, sobre a futura safra, sobre trabalhadores para a colheita e um monte de outras conversas próprias da fazenda, com as quais eu estava familiarizado e de que fazia questão de participar. Tomar parte nessas conversas havia sido este o meu comportamento regular até ali. Mas a visão do cacete do tio me despertou como por milagre para outros objetos de interesse. E nesse dia mesmo eu tratei de verificar se outros daqueles homens também tinham algo a “mostrar” quando se agachavam. Foi então que eu percebi a vantagem das calças de tecido mais fino que as pessoas usavam naquela época em relação às jeans que se usam hoje em dia. Uma calça de tecido menos encorpado acabaria sempre por revelar algo mais do que uma de tecido grosso, desde que o observador estivesse disposto a pesquisar. Era justamente o meu caso. A visão do pau do tio despertou em mim o cientista perspicaz e atento outrora adormecido. Eu me tornei um verdadeiro perdigueiro em busca de novas visões que me revelassem que outras serpentes os homens podiam esconder entre as pernas. Tornei-me explorador atento das intimidades masculinas. Como não poderia deixar de ser quando se pesquisa com o afinco adequado, descobri outras novidades deliciosas, entre elas um dos empregados de meu pai, vaqueiro moreno e atarracado, que toda vez que montava a cavalo projetava para a frente um volume tão assustador quanto desproporcional num homem tão pequeno. Sonhava em vê-lo um dia ao vivo, embora soubesse quão remota era essa possibilidade. Justamente essa vida de observador de paus alheios, cujos donos fossem distraídos o suficiente para não me notarem em minhas pesquisas, acabou me levando a perceber, de todos eles, o mais próximo de mim: meu próprio pai. Estávamos na varanda da sede da fazenda, ele conversando com um fazendeiro vizinho, ambos sentados em grandes cadeiras de vime, quando eu notei quase sem querer que meu pai talvez fosse uma das melhores visões que eu poderia ter. Embora há vários dias eu viesse observando com bastante cobiça qualquer cacete incauto, jamais me passara pela cabeça observar o do meu próprio pai. Mas uma vez que ele ali exposto e tão acessível ao meu olhar, como não sucumbir? Além disso, não havia como resistir ao fato de que, embora meu pai não fosse desproporcional como nosso jegue em forma de vaqueiro, algo nele me chamava mais atenção até do que o vaqueiro, do que o tio dele e do que os outros homens que eram alvos regulares do meu olhar atento. Talvez não só o volume do cacete, mas o fato de ser ele meu pai, o fruto proibido entre todos os homens que eu poderia querer, despertava-me sentimentos tão assustadores quanto intensos, não só pelo ineditismo quanto pela ilicitude. Eu sabia que não me era permitido desejar meu próprio pai. Mas quanto mais eu me concentrava nessa impossibilidade, mais meu pau, como se tivesse ele mesmo seu próprio guia, latejava enlouquecido, livre de limites e de barreiras. Eu olhava aquele pau bem desenhado no meio das pernas de papai e minha consciência gritava o quanto aquela visão me era vedada. Contudo, tão clara em minha mente quanto essa ideia de impedimento era a imagem do que eu pensava que poderia ser aquele belo caralho duro. A partir daí a possibilidade de um dia avistar o cacete de papai duro virou minha obsessão. Se antes o povo da fazenda achava que eu andava amarelo de tanto pensar em buceta e de tanto bater punheta, agora começavam a se preocupar de verdade com o fato de que minha palidez era cada vez mais notória. Os peões ainda caçoavam de mim, que não era só deus que matava, que eu deveria parar de descabelar tanto o palhaço ou acabaria morrendo de inanição, mas meu pai, e mais ainda que ele, minha mãe, começavam a se preocupar seriamente com meu estado de saúde. E não adiantava eu argumentar que estava bem, pois os pais não acreditam nos filhos quando o assunto é saúde. Ainda mais porque, a despeito de eu dizer que estava tudo certo comigo, andava com fastio, encolhido pelos cantos e magro feito um caniço. Assim, embora eu reiterasse com veemência meu bom estado físico, minha aparência e meus hábitos demonstravam o contrário. Evidente que meus pais não poderiam jamais sonhar com o motivo de minha palidez, tampouco eu poderia ousar contar-lhes que estava apaixonado pelo meu próprio pai. Minha obsessão de vê-lo ao vivo e em cores, porém, permanecia intacta. Eu sonhava com isso e me masturbava mais do que nunca. A cada mínima oportunidade, lá estava eu a olhar para a braguilha do meu pai e a correr logo em seguida para o banheiro ou para qualquer mato próximo a fim de me aliviar na punheta salvadora. Mais que tudo, martirizava-me saber que o objeto de minha paixão jamais poderia ser um dia sequer contemplado por mim. Eu definhava a olhos vistos, até que as evidências do meu mau estado tornaram-se tão patentes que numa segunda-feira, quando eu me preparava para voltar à cidade, mamãe resolveu que me acompanharia e me levaria ao médico. Eu protestei, esperneei, argumentei o quanto exageravam, mas não houve remédio. Ela me seguiu e passamos a semana numa via sacra entre o consultório do médico de confiança da nossa família e vários laboratórios onde eu fui espetado, examinado, radiografado e verificado pelo avesso de várias maneiras até o diagnóstico: nada. Isso mesmo, eu estava ótimo de saúde. O meu problema, se é que se poderia chamar de problema na minha idade, provavelmente era paixão, segundo o doutor. E ainda tive que ouvir dele a piada: “mandacaru, quando fulora na cerca, é um sinal que a chuva chega no sertão…”, que cantarolou baixinho antes de dizer: “Se você fosse uma mocinha, eu diria que este é um sinal claro de que o amor chegou ao seu coração. Mas creio que a essência dessa música se aplica a um rapazinho também. Pois vá à luta, homem.” Deu muitas risadas juntamente com minha mãe, comentaram sobre as dificuldades dos amores adolescentes, trocaram as palavras amistosas de sempre, entre um convite para dela que ele visitasse a fazenda e outro dele para que ela fosse à sua casa na cidade, e saímos do consultório, ela, aliviada por saber que eu não estava à beira da morte, e eu pensando no que o médico dissera: “vá à luta…” Pois então que fosse. O que eu poderia fazer para resolver aquela situação? Iria só esperar voltarmos à fazenda para botar em ação o plano que traçara já no caminho entre o consultório e nossa casa na cidade. E como se os deuses conspirassem a meu favor, os planos de minha mãe não incluíam retornar à fazenda naquele fim de semana. Na sexta à noite, quando o motorista apareceu para levar-nos de volta ao campo, decidiu que já que estava na cidade iria aproveitar o fim de semana para ir ao teatro e ao cinema e para colocar a cultura em dia, além de visitar alguns amigos, a família do nosso médico inclusa. Infelizmente sugeriu que eu passasse o fim de semana com ela na cidade. Mas eu argumentei que não tínhamos interesse pelos mesmos filmes e peças de teatro, muito menos pelos mesmos programas sociais, como ela estava cansada de saber, que o ar da fazenda me faria bem, por recomendações médicas, como ela bem havia ouvido, e que por tudo isso era melhor eu voltar para a fazenda o quanto antes a fim de aproveitar os bons ares rurais. Diante da impossibilidade de refutar meus argumentos ela aquietou-se e despachou-me com o motorista e um rosário de recomendações a ambos. Minha ansiedade era tanta que mal troquei palavras com ele o caminho inteiro, embora fosse costume nosso conversarmos, ele me contando as novidades da semana na fazenda e eu, as minhas peripécias na cidade. Nesta mesma noite, com o coração aos pulos e o corpo trêmulo como poucas vezes na vida eu experimentara, decidi que colocaria meu plano em prática imediatamente. Ora, eu havia decidido, depois do sábio conselho do médico, que daria um jeito de estreitar o contato com meu pai a qualquer custo. Depois que ele se recolheu ao seu quarto eu esperei no meu, na escuridão, imóvel sobre a cama como se esperasse pela morte. Mal respirava e transpirava em bicas apesar da noite fria. A expectativa do que estava prestes a fazer era suficiente para meu corpo alvoroçar-se. Meu coração disparava, querendo escapara do peito, e meu pau erguia-se destemido sob o pijama a ponto de doer. Eu tentava com todas as forças ser paciente; paciência esta que durou mais de uma hora, até eu ter certeza de que meu pai estaria mergulhado no seu sono pesado, conhecido por todos e motivo de piadas da família, que comentavam que mesmo se as cercas da fazenda arrebentassem e a boiada estourasse no quarto ainda assim ele não acordaria. Quando entrei no quarto meu coração vinha à boca como se eu caminhasse para a forca e meus sentidos estavam tão aguçados que eu seria capaz de ouvir um alfinete cair a cinco quilômetros de distância. Na penumbra do quarto avistei-o, mergulhado no seu simulacro de morte, ressonando alto. Estava descoberto e só com a parte de baixo do pijama curto de verão. Estranhei aquela visão. Jamais havia visto meu pai com outros trajes que não fossem calças compridas e camisas fechadas quase até o pescoço, o uniforme costumeiro do sertanejo, além do chapéu. Enquanto vestido, eu percebia pelos seus braços que ele era peludo. Mas avistar os pelos fartos sobre o peito, a barriga e as pernas dele causou-me um arrepio, quase como se eu observasse outra pessoa que não o meu próprio pai. Parei diante dele e observei-o por alguns momentos. O peito largo movia-se para cima e para baixo ao ritmo da respiração pesada. Ele dormia de barriga para cima, com uma perna esticada e a outra meio dobrada, quase como se fizesse um quatro com as pernas. Aquela posição deixava o formato do pênis bem visível, um monte que se erguia em relação ao resto do corpo. Pela perna da bermuda curta do pijama, era possível avistar uma parte pequena do saco dele apesar da pouca luz. A visão do seu corpo seminu me deu a coragem de que eu necessitava para confiar de vez nas histórias familiares sobre a profundidade do sono de papai. E fui direto ao assunto, sem rodeios. Meu primeiro gesto foi levar a mão direto ao meio das pernas dele e deslizá-la pelo vão que a bermuda fazia até alcançar-lhe o saco. Ele mexeu-se um pouco e eu retirei depressa a mão dali assustado. Esperei um pouco. Ele não acordou. Então retornei a mão para o mesmo lugar e senti-lhe os pentelhos macios e o calor do saco. Ousei um pouco mais e segurei-lhe o saco, de leve, com carinho, afagando as bolas com cuidado, mas ainda sem pegar-lhe no pau. Ele não se movia. Retirei a mão de dentro da bermuda, acariciei-lhe a barriga e em seguida enfiei-a pelo cós do pijama até alcançar-lhe o cacete. O membro mole e gelado era maleável na minha mão e eu o sentia macio, ao contrário do meu, que estava a ponto de furar o tecido do meu próprio pijama. Mas minha posição não era confortável, sentado à beirada da cama e com a mão por dentro do pijama dele eu me entortava todo para alcançá-lo. Então subi na cama e, ajoelhado de frente para ele, puxei-lhe o pijama para baixo e expus o conjunto aos meus olhos, que agora, acostumados à penumbra, enxergavam-no quase com tanta nitidez quanto se estivéssemos à luz do dia. O pau pendia para a esquerda e descansava sobre o saco pesado, que lhe caía entre as pernas meio abertas. Eu observei-o apenas por alguns instantes, pois a vontade de segurá-lo era irresistível demais para que eu desperdiçasse tempo só em observá-lo. Com um deleite quase sobrenatural eu segurei em minhas mãos aquele belo cacete, postado de joelhos diante dele, quase como se agradecesse aos céus pelo presente divino. Passei a manipulá-lo, ora o pau, ora o saco, ora acariciando-lhe os fartos pentelhos negros e macios. Aproximei o rosto daquele monumento e senti o cheiro de homem que os pentelhos exalavam, puxei o prepúcio para baixo e observei a cabeça, uma chapeleta respeitável e alargada apesar do pau mole. Para minha suprema realização, porém, ele não permaneceu mole por muito tempo. Apesar de meu pai estar profundamente adormecido, como me demonstrava claramente sua imobilidade quase total, exceto pela respiração, seu cacete correspondeu à manipulação. E quando ele começou a crescer na minha mão eu pensei que jamais fosse parar. A cabeçorra se alargava, o corpo do pênis se encorpava e engrossava e até o saco parecia que inchava mais. Eu observava aquele monstro crescer diante de mim e erguer-se em minha direção e pensava no quanto todas as minhas expectativas de observador passivo há longo tempo haviam sido superadas por aquela deliciosa pujança masculina. Outrora eu temera não saber o que fazer, ou não ter coragem de fazê-lo, diante de um cacete erguido quando chegasse essa hora. Mas as escassas revistas pornográficas que contrabandeávamos e folheávamos pelos cantos recônditos do rigoroso colégio católico onde eu estudava continham lições valiosas que eu havia aprendido mais efetivamente do que as de matérias que me eram ensinadas há anos na sala de aula. Eu me lembrava com nitidez de uma imagem que me marcara profundamente, a de uma mulher com a boca num caralho. Essa lição resolvi por em prática naquele momento o mais rápido possível. Primeiro cheirei o pau de papai, tal qual um animal no cio cheira o sexo do objeto de seu desejo. Cheirei-lhe outra vez os pentelhos e mais uma vez o odor do macho genuíno. Em seguida levei os lábios à cabeça do cacete e coloquei-a de uma vez só inteira na boca. A chapeleta preencheu minha boca. Eu chupei-a, sorvi o sabor levemente salgado, depois lambi-a e chupei mais um pouco, ainda me concentrando apenas na cabeça, robusta e larga, maior do que o corpo do pênis, como um cogumelo gigante. Mas assim que me acostumei com o sabor e com o tamanho da cabeça, abri bem a boca e engoli um bom pedaço do pau. Desta vez a cabeça foi fundo em minha garganta, invasora e atrevida. Eu engasguei um pouco, engulhei, tirei-o da boca. Em pouco tempo me recuperava. Alguns segundos depois, mantinha-o outra vez quase inteiro enfiado na boca. E suguei-o por vários minutos, com gosto, com vontade, com a ânsia de quem esperava há meses por aquele sabor. Teria continuado a mamá-lo pela noite inteira. Eu não me cansava, ele não reclamava, a vida era boa. Mas depois de vários minutos que o chupava, senti-o estremecer inteiro e o pau inchar e retesar-se ainda mais. Mal tive tempo de me dar conta do que estava prestes a acontecer quando senti o jato quente invadir-me a boca. Arranquei-a do pau com a rapidez de quem é pego de surpresa e observei como a porra saltava em jatos vigorosos do cacete dele, o creme espesso indo cair abundante nos pentelhos e no abdômen. Desta vez ele se mexeu com mais vigor sobre a cama e me assustou quase ao infarto. Ao vê-lo praticamente se revirar na cama, arranquei dali com a velocidade da luz e corri para o meu quarto, sem me dar conta do que ele pensaria no dia seguinte quando acordasse com o pijama arriado e os pelos melados de porra seca. Mas eu não tinha tempo de pensar nisso. Minha necessidade maior era também me aliviar da carga de porra que fazia meu saco latejar de dor. Bati uma curta, porém intensa, como ordenava o imenso tesão que sentia, verti um mundo de porra como jamais pensei que fosse capaz de despejar, com tanto prazer que teria gritado de tesão se a situação permitisse, e caí na cama como uma pedra. Em poucos segundos perdia-me num sono tão pesado quanto o de papai. No dia seguinte acordei ressabiado para o café da manhã, com medo de enfrentar o olhar dele. Mas fui recebido com o sorriso franco de sempre. Alegre como poucas vezes eu o vira nas primeiras horas do dia, ele me convidou para ver a vacinação do gado, que aconteceria justamente naquele fim de semana. Aceitei o convite, comi muito no café da manhã, com um apetite que há meses não demonstrava, e saímos em direção aos currais, cada um em seu cavalo, à frente do vaqueiro maludo e de alguns peões da fazenda. Ele conversava, sorria e contava piadas como eu não o via há muitos anos. Até mesmo o vaqueiro estranhou aquele bom humor todo tão cedo e questionou-o sobre a razão de tão alto astral. “É que tive um sonho muito bom ontem à noite”, respondeu. Então, enquanto me olhava de canto de olho, abriu-se num sorriso que quase me derrubou do cavalo, feito uma descarga de alta tensão

A pica sonâmbula do titio

Cheguei da escola por volta das 23h30 e lá estava meu tio num colchão no chão da cozinha, coberto apenas com um lençol fino, deitado muito esticado de barriga para cima, ressonando alto. Não acendi a luz da cozinha, pois, apesar de ele ter o sono pesado, não queria incomodá-lo. Apenas a lâmpada do banheiro fornecia um mínimo de iluminação de que eu necessitava para esquentar meu jantar, que comi enquanto o observava. Não me interessava muito o prato. Chamava mais minha atenção o volume que o pau dele fazia sob o lençol. Somente o pau e os ovos pareciam ter volume no corpo esbelto, como uma montanha numa superfície plana. Éramos bem pobres. Eu, que havia vindo do nordeste para fugir do destino de miséria que me fora reservado pela seca e fora acolhido por ele em respeito à minha mãe, irmã dele, e ele e sua família, que apesar de morarem na cidade grande há mais tempo, ainda tinham uma situação quase igual á que haviam tido no sertão. Dividíamos uma casa de apenas dois cômodos na periferia de São Paulo, num daqueles bairros barra pesada, onde era comum ouvir relatos sobre drogas, assassinatos e acertos de conta entre bandidos. Mas a nossa casa, pois eu me atrevo a chamá-la também de minha, era um oásis relativo em meio a todo esse caos. Digo relativo porque, se a guerra das drogas não tinha vez ali naquele espaço, meus tio e a esposa davam um jeito de ter sua guerra particular diária em brigas nas quais geralmente desrespeitavam um ao outro. Talvez por isso ele dormisse num pequeno colchão de solteiro no chão da cozinha, enquanto eu dividia o quarto com a esposa dele, uma prima ainda um bebê, de apenas seis meses, e um primo, de dez anos. Quatro no quarto minúsculo e ele na cozinha. Dormiam cedo. Quando eu retornava da escola noturna, normalmente já estavam todos dormindo há algumas horas. Esse ritmo era imposto por ele, que acordava por volta das 4h30, para encarar o chão de fábrica antes das sete e normalmente estava cansado demais por causa do trabalho pesado como ajudante de metalurgia. As cervejas diária no bar vizinho à casa ao chegar do trabalho também dava conta de fazer-lhe o sono mais pesado. Havíamos combinado entre nós que eu podia acender a luz para jantar quando chegasse da escola, pois isso não o incomodava. E de fato fiz isso durante um tempo, mas ele sempre acabava se mexendo um pouco e cobrindo o rosto com o lençol. Percebi que o incomodava, embora ele sequer percebesse isso no dia seguinte. Nunca comentou nada a respeito da luz no rosto. Entretanto, por fim resolvi que seria melhor jantar mesmo sob penumbra que vinha do banheiro em vez de incomodá-lo. Sob essa pouca luz, que se juntava à que entrava da rua pela janela, eu podia visualizar com nitidez o prato de comida e mais. Esse mais era meu consolo diário depois do dia cansativo de trabalho que eu emendava com as aulas do ensino médio na escola pública. Eu seria capaz de ficar sentado à mesa durante horas, observando-o deitado no chão. Gostava de imaginar, pelo pouco que vislumbrava através do lençol, de que tamanho seria aquele pau quando duro, que formato teria, se seria torto para a direita ou para a esquerda, se teria a cabeça mais alargada, como um cogumelo, ou se o corpo seria mais robusto e a cabeça menor, como uma flecha. E o saco? As bolas eram bem avantajadas, eu percebia, pois formavam um volume considerável e pareciam pesadas dentro do saco. Ele devia ter um belo cacho de cocos pendurado entre as pernas. Eu sonhava em ver todo aquele conjunto ao vivo, mas não me atrevia a nenhum movimento para concretizar esse desejo, afinal ele era meu tio e eu devia-lhe respeito, como bem recomendara minha mãe ao despedir-se de mim. Usualmente essas minhas observações e sonhos à hora do jantar acabavam numa punheta diária oferecida a ele antes de dormir, quase como uma oração ao deitar. Chegava a bater mais uma ou duas durante o dia só de pensar no que encontraria ao retornar para casa. Eu trabalhava num supermercado, como repositor de mercadorias, trabalho duro de carregar caixas e mais caixas de produtos para abastecer as gôndolas do corredor de massas e molhos. Era um trabalho relativamente solitário, principalmente nas horas em que o mercado estava vazio. E eu aproveitava essas horas para divagar no objeto de minha cobiça diária em casa. Quando o verão chegou o que era apenas observação e desejo tornou-se quase uma tortura. Aquele sertanejo rústico, que já era calorento por natureza, a ponto de usar apenas um lençol para se cobrir no inverno, no verão passou a dormir apenas de cueca e sem o lençol costumeiro. Todos os dias, naquele calorão, lá estava ele esticado, mergulhado no seu sono profundo, usando apenas a cueca vagabunda de supermercado que mal dava conta de cobrir tudo o que precisava guardar. Eu me torturava observando o peito dele, coberto por uma densa camada de pelos que desciam num caminho mais escuro do centro até o umbigo e daí mais para baixo até ser transformarem em fios mais grossos e fartos. Eram os pentelhos, ou a parte deles que escapava da cueca. Quanta vontade eu tinha de enfiar minha mão ali, de afagar aqueles pentelhos e de tatear até sentir o calor do tesouro que aquele pedaço minúsculo de tecido pobre escondia. Mas não tinha coragem. E me consumia de tesão. Meu cacete doía e latejava faminto dentro de minhas calças, mas eu não tinha outra satisfação a dar-lhe a não ser os cinco dedos de minha mão direita. Antes de jantar eu tomava um banho rápido no banheiro contíguo à cozinha, tão miserável e ínfimo que sequer box possuía. Costumava deixar a porta apenas encostada, pois sabia que ninguém me incomodaria àquela hora. Um dia, quando eu tentava relaxar sob a água quente, ele entrou. Assustei-me e perguntei-lhe o que estava havendo, mas ele parece que dormia ou algo assim, pois entrou, urinou e retornou para seu colchão sem me dirigir uma palavra sequer e sem me olhar. Mas eu, atento ao seu pau desde sempre, agora que tinha a oportunidade de observá-lo in loco e ao vivo, não perdi tempo. Olhei-o com gosto. E com que surpresa notei que ele estava meia bomba, talvez pela força do mijo ou pelos últimos instantes de algum sonho agradável. Nem preciso dizer que o meu pau este sim subiu instantaneamente como se atingido por um raio. Fiquei teso feito um aríete. Meu cacete dava pequenos pulos desesperados no ar, pronto para a batalha. E meu cu piscava e relaxava como se previsse com ansiedade uma grande festa. Ali mesmo tratei de me aliviar. Gozei com mais intensidade do que em qualquer outra punheta que houvesse batido na intenção dele, meu pau lançando jatos potentes de porra sobre o azulejo embolorado. Durante meu jantar solitário não tirava os olhos dele, como sempre, mas desta vez tinha um olhar diferente, afinal agora sabia o que havia sob aquele tecido. E do pouco que havia visto eu gostara de tudo. Do comprimento, da grossura, do leve encurvamento que ele tinha para a direita e da cabeça menor do que o corpo do pau, como se formasse uma agulha, cuja ponta mais fina facilitaria o encaixe. Nesta noite mal comi. O tesão louco me tirava o apetite. Quando larguei na pia o prato com a comida pela metade e me dirigi outra vez para o banheiro em busca de minha escova de dentes, dei uma última olhada em direção àquele cacete em busca de inspiração para minha segunda gozada da noite, outro festival intenso de porra que eu derramava com prazer ao castigar-me na punheta. No dia seguinte ao entrar na cozinha (na pequena casa de apenas dois cômodos aquela era a única porta para o quintal repleto de casas de aluguel) ele estava lá, na mesma posição de sempre, como um morto. Mas desta vez havia algo diferente. Morto definitivamente ele não estava. O pau, que eu vira meia bomba no dia anterior, desta vez estava duro de verdade, levantando o tecido fino da cueca, cujo elástico frágil abria-se com a força do caralho e permitia que eu o visse quase inteiro por uma brecha do tecido. Senti que enlouqueceria. Em vez de me dirigir para o banho, sentei-me à mesa e pus-me a observar o espetáculo. Ele estava duro feito rocha, mesmo presa daquele sono profundo, como se o cacete fosse uma entidade à parte do corpo, com vida própria, que permanecia ereto enquanto seu dono dormia profundamente. Eu afagava e dava apertões no meu próprio pau por cima do jeans. Não aguentei muito tempo. Depois de uns cinco minutos de observação o chamado de minha gozada diária foi mais urgente do que qualquer outra coisa e eu corri para o banheiro. Outra vez não tranquei a porta, talvez pelo tesão que me causava uma espécie de insanidade. E poucos instantes depois, enquanto eu descabelava o palhaço alucinadamente, ele entrou. Com o susto, virei-me de costas para ele, no instinto de me proteger de que ele descobrisse o quão desesperada era a bronha que eu tocava. Ele não notou. Outra vez posicionou-se em frente ao vaso sanitário e tentou mijar. Nada saía. Era óbvio que um pau naquele estado de ereção não seria capaz de urinar. Ele ficou ali uns segundos, talvez mais de um minuto de tentativa, mas mantinha os olhos fechados. Outra vez eu aproveitei para observá-lo, dessa vez em toda sua pujança dura. O pau robusto brilhava sob a luz fraca do banheiro. A cabeça lustrosa parecia prestes a explodir de tão inchada. Então ele passou a manipular o pau, balançando-o para cima e para baixo, em seguida afagando as próprias bolas, outra vez fazendo o pau tremer e puxando o prepúcio para cima até cobrir a cabeça do caralho e voltando-o para baixo até descobri-la. Mas não abria os olhos. Seria meu tio sonâmbulo de fato? Talvez a cachaça diária o fizesse padecer desse problema ou o agravasse. Aquela ideia me passou pela cabeça como um relâmpago, em milionésimos de segundo, mas eu não perdi tempo. Não sei se eu havia enlouquecido de vez ou se era o imenso tesão que me enchia de corajosa loucura, mas eu tomei a decisão em pouquíssimos instantes. Iria me certificar do quão pesado era o sono do titio naquele exato momento, mesmo que isso me custasse a vida. Com menos de um passo eu estava ao lado dele e levava minha mão com cuidado àquele belo cacete. Ao sentir minha mão, como que por instinto ele retirou a dele do próprio caralho e eu segurei-o com jeito. Senti a carne quente, punhetei-o de leve e aproveitei para afagá-lo em toda sua extensão, com cuidado, mas também com firmeza para que ele sentisse de fato que havia uma mão em volta de seu cacete. Qual não foi meu prazer também ao constatar que aquele saco pesado que eu observara muitas vezes descansar dentro da cueca simples era portador de um respeitoso par de bolas, como eu supunha. E já que eu estava ali, não havia porque não ir adiante. Baixei a tampa do vaso sanitário, sentei-me nela e num átimo o pau estava posicionado bem diante do meu rosto, quase na altura do meu nariz, o cheiro bom de macho me invadindo as narinas e me enlouquecendo. Primeiro levei a língua até a uretra, com bastante delicadeza a princípio e forçando-a em seguida para dentro, como se fosse possível entrar naquele orifício minúsculo. Depois estirei a língua por baixo da glande e ela me ajudou a engoli-la. Eu estava com a cabeça do pau dele inteira dentro da minha boca. Suguei-a delicadamente, sentindo-lhe o leve sabor salgado, suguei mais um pouco e mexi a língua sob ela. Eu salivava em abundância e deixava o cacete dele úmido quase a ponto de pingar. Depois desse início promissor senti uma vontade, irresistível como um ímã, de chupá-lo todo. Abri a boca o quanto pude e preparei-me para engoli-lo. Quando fiz isso, no mesmo instante em que senti o cacete invadir minha garganta, senti-o também estremecer dentro dela. Soltei-o um pouco, tornei a engoli-lo e iniciei o movimento de vaivém com os lábios e a língua em torno do caralho. Soltava-o, engolia-o por inteiro, tornava a soltá-lo, lambia um pouco o saco enquanto o segurava nas mãos, depois voltava a abocanhar-lhe o caralho inteiro. Ele permanecia imóvel, a não ser pelos leves estremecimentos que tinha toda vez que eu o engolia até o talo, até que meus lábios roçassem em seus pentelhos. Por fim esse estremecimento veio com mais força. Algo diferente acontecia. Eu o suguei mais intensamente e segurei meus lábios em volta do cacete, como que prevendo por instinto o que estava por vir, até que senti o jato quente de porra no fundo de minha garganta a ponto de eu quase engasgar com aquela abundância. Em tudo isso ele não abriu os olhos nem fez qualquer movimento mais ativo durante minha mamada. Agora eu tinha certeza de que meu tio padecia de um sonambulismo muito grave, para meu deleite. E foi mais que deleitado que eu me masturbei outra vez, agora sem precisar fantasiar coisa alguma. Só precisava recordar o que havia acabado de acontecer. Eu tomara um leite mais que desejado há vários meses. Derramei o meu no chão do banheiro com fúria, já imaginando que outras aventuras mais aquele bem vindo sonambulismo poderia me proporcionar Moro em São Paulo Deixa o whats ai depoi