quinta-feira, 2 de julho de 2015

VIREI PUTA DO CAMINHONEIRO MACHAO

Fiquei para na sala sem entender nada, ou melhor imaginando o que me aguardava. _ Relaxa Marcelo, conheço o Jonas faz muitos anos e a historia do mecânico não colou ainda mais vendo vocês dois de cabelos molhados e cheirando sabonete só um tonto para não perceber o que vocês fizeram. _ Acredita agora que eu não falei nada para ele? _ Vamos tomar um banho para relaxar e depois a gente conversa, fica tranquilo Marcelo eu sou da paz não tenho intensão de te fazer mal apenas quero foder esta bunda gostosa que o Jonas fodeu. Como já estava ali e com dois belos machões não fui bobo de me passar por difícil. A casa do Zé é bem típica do interior com quintal e cômodos bastante grandes inclusive o banheiro que caberia meia dúzia de pessoas tranquilo. Enquanto eu e Jonas tirávamos a roupa Zé foi buscar toalhas para nós, quando voltou já estava nu com sua tora balançando entre as pernas peludas, entramos os três no box e eu que lavei os dois revezando entre um e outro, depois foi a vez deles me lavarem com suas mãos ásperas ensaboando minhas costas dando mais atenção a minha bunda. Zé me virou de frente para ele e foi empurrando minha cabeça para eu mamar sua tora, Jonas se agachou e começou sugar meu cu, tive a impressão que o tora do Zé dobrou de tamanho na minha boca quando ficou totalmente dura, só de eu engolir a metade sentia a cabeça tocar minha garganta isso sem falar da grossura, a língua de Jonas entrava em mim fazendo eu gemer com suas sugadas fortes. _ Isso Jonas amacia bem esse cu deixa bem relaxado para eu meter fundo nele. _ Pode meter a vontade Zé eu vou querer que ele beba meu leite desta vez o cu é todo seu estou dando um bom trato nele. Zé segurou minha cabeça e aos poucos foi enfiando tudo até eu me acostumar com o tamanho, depois começou a meter como se estivesse fodendo meu cu seus ovos batiam em meu queixo seus pentelhos entravam em minhas narinas, depois de muita brincadeira no banheiro fomos para o quarto onde Jonas deitou-se mandando eu chupa-lo enquanto Zé pegava um tudo de lubrificante e camisinhas, ele voltou lambuzou meu rego e cu e começou enfiar dois dedos em mim ficando assim por alguns minutos em seguida colocou a camisinha lambuzou sua tora passou mais um pouco em mim e se posicionou para me penetrar. Vendo o tamanho e a grossura tratei de abrir bem as pernas e empinar o máximo a bunda. _ Porra Marcelo fica assim não cara que eu endoido, olha só o tamanho desse rabo que coisa mais gostosa. Ele falou isso deu um beijo e uma mordida em mim e depois um tapa bem forte, com a cabeça na minha entrada ele foi forçando bem de vagar, assim que ela abriu caminho ele segurou-me forte pela cintura e lentamente foi me penetrando até seu ventre encostar na minha bunda. _ Via safado começa tu primeiro fodendo minha pica, isso assim mesmo, vai deixando ele acostumar com o brinquedo, olha só que safado já tá rebolando na rola preta é sinal que poço foder então. E assim ele fez segurando minha cintura Zé começou a foder dando estocadas firmes e fundas as vezes tirava tudo e ficava pondo e tirando em seguida voltava a foder, Jonas por sua vez fodia minha boca dando incentivo ao Zé para socar forte em mim como se Zé precisasse de incentivo para isso. Cansado da posição Zé deitou mandando-me cavalgar na sua tora, sentei-me de costas para ele, enquanto eu o cavalgava chupava o cacete de Jonas que socava tudo e me batia na cara além dos xingos claro. _ Porra Jonas além de ter um cu gostoso ele da umas travadas fodidas na pica nunca pegamos um assim em cara. _ É Zé esse aqui é um machão puta quando da é com vontade é só olhar a piroca dele que fica durinha e babando de tesão. Resolvi deixar o Zé ainda mais doido deixando tudo dentro e comecei a rebolar contraindo todos os músculos da bunda, e deu certo o macho soltava urros e mais urros de tesão pedindo para eu parar. Jonas querendo segurar seu gozo tirou da minha boca e resolveu chupar e morder meus peitos ai foi minha vez de urrar e gemer e descontar na tora do Zé dando uma travada atrás da outra fazendo aquele macho mulato enlouquecer de tesão. Depois de muito tempo assim Zé me pôs de bruços deitando em minhas costas enfiando sua tora em mim, com suas coxas ele fechou minhas pernas e ficou metendo bem de vagar enquanto eu por baixa dele apenas rebolava também lentamente, Jonas assistia aquilo sentado ao nosso lado sua cara era de pura satisfação em me ver coberto por aquele mulato grande e forte parecia que Zé estava recompondo suas energias, sua respiração passada em meu ouvido me deixava com mais tesão ainda. Tanto eu como ele estávamos banhados de suor seus pelos roçavam minhas costas causando-me arrepios deliciosos. _ Esta gostando do negrão em cima de você Marcelo, gosta de um macho sendo seu cobertor enquanto te fode? _ Estou adorando Zé é uma delicia ter um cobertor assim como você em cima de mim. _ Tu é safado né cara, tu gosta de ser tratado como puta não é pode falar eu sei quando um cara gosta de ser tratado assim. _ Gosto Zé, veado tem que ser tratado assim não gosto de sexo com muito dengo gosto de macho que mete de verdade que faça eu sentir que estou sendo fodido independente do tamanho da pica. _ Então tu esta gostando de dar para mim e o Jonas né safado? _ Sim estou adorando virei freguês deste posto sempre que vier para Araçatuba e tiver só vou parar lá para abastecer e trocar o óleo. Zé se levantou me virando para ficar de frango, puxei minhas pernas em seus ombros, ele meteu deitou-se sobre mim e começou a socar de maneira violenta com sua boca ele mordia meus peitos, Jonas deitou-se de lado dando seu cacete para ser chupado. Zé ao mesmo tempo que chupava meus peitos urrava e gemia sem parar e sua metidas foram aceleram cada vez mais percebi que seu gozo esta por vir. Jonas também percebendo começou se masturbar mandando eu lamber seus ovos, eu os lambia e descia a língua até seu cu deixando-o louco, para minha surpresa Zé coloca as mãos atrás da minha cabeça levando-a de encontro a sua boca e começamos nos beijar intensamente. _ Rebola safado, isso trava meu caralho ai dentro, isso porra isso cara vai não para não para caralho. Jonas sem nem se preocupar de eu e Zé estarmos de lábios colados enfiou a rola fazendo Zé parar de me beijar e começou a gozar soltando urrou e mais urros enquanto enchia minha boca de porra, Zé mandou que eu batesse uma para gozar junto com ele, pedi que ele alisasse meus peitos e assim ele fez. Senti sua tora latejar, Zé enfiou tudo soltou um urro alto e começou a gozar eu também gozei ao mesmo tempo que ele soltando jatos e mais jatos em meu peito e barriga, como se toda sua força tivesse ido embora Zé cai deitado sobre mim respirando fundo. Ficou eu ali com aqueles dois machões até recuperarmos nossos fôlegos e irmos tomar banho. _ Marcelo tu não vai sair daqui sem deixar ou anotar nossos números de celular. _ Ufa pensei que iria falar que queria outra trepada, com certeza iremos trocar números sim, sempre que eu vier para Araçatuba só eu ligo um dia antes para avisar vocês. _ Outra a gente sempre quer mais ainda com uma bunda igual a sua passo o dia todo metendo mas sei que você precisa ir quem sabe um dia a gente faz essa farra o dia todo. _ Verdade nunca se sabe. Depois do banho fomos ao rodizio, almoçamos brindamos nossa trepada, antes de eu partir troquei telefones com eles e segui minha viagem, pouco antes de chegar ao meu destino Zé manda uma foto via mensagem que me deixou de boca aberta, na foto ele estava fodendo Jonas de frango acompanhado de uma mensagem. _ Seu caminhoneiro machão também é minha puta estou arrebentando ele pensando e você volte logo meu safado. FIM

quarta-feira, 1 de julho de 2015

RELAXANDO DEPOIS TRABALHO

SONHOS OBSCENOS EM CLOSET

PAQUITOS VINTAGE

AMIGOS TRANSANDO NO QUARTO

NO CONSULTORIO

Sou um homem versátil. 35 anos,bem financeiramente e fisicamente. Amante de sexo. Não me considero gay ou bissexual,mas simplesmente adoro sexo anal; especialmente quando sou passivo. Gosto de ser tratado como escravo e me sentir estuprado. Pois bem, estava me dirigindo ao consultório médico para fazer um USG de próstata. Quando cheguei o médico pediu que tirasse a roupa e vestisse um roupão verde, aberto atrás; fiz o que me foi mandado. Deitei-me na maca, com os pés descalsos apoiados em suportes, posição ginecológica. Nem reparei direito no médico; só sabia que havia algumas histórias a seu respeito, de que palvez rola-se algo. Ele mandou que relaxa-se e colocou o transdutor em mim. Soltei um suspiro, arreganhei os dedos dos pés e contrai:disse que havia doído. Ele retirou o transdutor e me olhou nos olhos e disse para relaxar, estava utilizando o mais fino de todos. Novamente, ele o colocou em mim, mas dessa vez soltei um gemido e mexi com os pés e arrebitei a bunda. Ele notou. O exame prosseguiu e senti que ele introduzia o transdutor mais fundo e tirava e assim ficou muito tempo. Eu ficava mexendo os pés , arreganhando os dedos e mexendo a bunda de leve. Ele finalmente perguntou se eu estava gostando. Disse que sim e queria algo mais duro e grosso. Ele não se fez de rogado:abriu o jaleco e arriou as calças. Seu pau era grande, talvez maior que o meu. Perguntei se tinha camisinha e ele disse que sim e a colocou. Passou o gel do ultrassom no pau e tapou minha boca com gaze. Falou que me comeria e não queria ouvir um pio da minha boca; uma lágrima escorreu dos meus olhos:eu sabia que ia sentir dor. Ele me penetrou. Colocou minhas pernas nos seus ombros e começou o vai e vem. A primeira estocada me fez ver estrelas, enterrou o pau no meu ânus, senti minhas pregas se dilatando. Sentia minha barriga estufando com a bombação. Queria gemer, mas ele colocou a mão na minha boca e disse para ficar quieto até ele se satisfazer. De repente, ele tirou o pau de mim e mandou que me virasse e apoiasse a barriga na maca, empinando bem minha bunda. Ele tirou uma foto de mim assim e me mostrou como estava me u cu:praticamente o triplo do tamanho normal, vermelho, melado mas aguentando o estupro. Ele montou em mim novamente como se fosse um cachorro e bombou, bombou, bombou. Quando ia gozar, tirou a camisinha e socou: gozou dentro de mim e disse que vagabundas tem guardar a porra do macho. Meu cu latejava, meu olhos lacrimejavam, havia gozado tb e nem senti. Ele pegou no meu pau, chupou e deixou limpinho:disse que da próxima vez ,seria ele a putinha. Senti algo escorrendo nas minhas pernas:era esperma e sangue, frutos do meu estupro. Coloquei um pouco de papel toalha na bunda e me vesti. Não nos beijamos. Quando cheguei em casa, contei a experiência para minha parceira. Ela pediu que fizesse o mesmo com ela, e eu fiz. Comi o cu dela exatamente como o médico comeu o meu algumas horas antes.

VIREI PUTA DO CAMINHONEIRO MACHAO PART 3

Saímos do motel e retornamos ao posto, Jonas desceu com sua maleta de ferramentas na mão. O frentista que me prestou ajuda veio perguntar se não tínhamos encontrado a autorizada e Jonas inventou que eles não tinham nenhum mecânico que pudesse vir conosco para arrumar o carro. Não sei se foi impressão minha mas notei uma troca de olhares entre os dois, Jonas deixou a maleta no chão e foi até o banheiro mijar, e eu fui na lanchonete tomar um café. Enquanto tomava o café Jonas retornou do banheiro e mais uma vez vejo os dois trocando olhares só que desta vez o frentista olha para mim volta olhar para Jonas e da uma risada de canto da boca. Termino o café e vou até Jonas que pede para eu abrir o capo do carro. _ Vamos lá Marcelo tenho certeza que não nada grave mas se eu ver que não vou consegui eu te falo ok. _ Tudo bem Jonas, espero que seja o que você esta imaginando se não vou ter que ficar aqui até o socorro chegar. _ A gente fica no meu caminhão namorando enquanto o socorro não vem. _ Para com esse assunto vai que alguém escuta você falando isso. _ Que nada estou falando baixo não tem ninguém por perto deixa de ser medroso. _ Porque o frentista te olhou daquele jeito e depois olhou para mim e riu Jonas? _ Quem o Zé, liga não ele é assim mesmo, mas é muito gente boa. _ Que é gente boa eu vi mas achei estranho os olhares dele. _ Vai falar que se ele te paquerasse tu ia falar não para o mulatão daquele em? _ Realmente é um belo mulato e com um corpo muito gostoso. _ Não tem vergonha de me falar isso, acabei de te foder e tu tá elogiando outro macho safado? _ Você perguntou eu respondi ué. _ É mesmo o que eu pensava Marcelo em meia hora no máximo seu carro tá pronto para estrada. _ Que bom avisei a esposa que chegaria por volta das oito da noite mas pelo jeito vou chegar uma hora e meia antes do que falei. Fiquei vendo Jonas mexer no carro e trocando ideias com ele, e entre uma conversa e outra sempre pegava o frentista me olhando, deixei Jonas só e fui ao banheiro mijar, logo que entrei o Zé também entra e fica bem ao meu lado quase que colado em mim. _ Nossa estava doido para mijar ainda bem que deu um sossego. _ É bastante movimentado o posto né? _ De fim de semana é o dobro disso fica ruim até para almoçar, e o carro vai ficar bom. _ Segundo o Jonas sim. _ Que bom não vai pegar estrada a noite. _ Verdade. Nesse papo rápido não pude deixar de perceber o lindo cacete do Zé grande grosso de cabeça vermelha muito cabeludo, terminei de mijar junto com ele que ao invés de chacoalhar e por para dentro ficou alisando e me encarando, vendo que eu olhava e não saia de perto pegou minha mão e colocou-a no cacete que estava ficando duro. _ Nossa se a mão é quentinha imagina isso aqui como deve ser em. Zé falou isso passando a mão em minha bunda em seguida me puxou para dentro de uns dos box e lá dentro meteu a mão dentro da minha bermuda e começou dedar meu cu, tive uma mistura de tesão e medo de entrar alguém e perceber que estávamos ali. _ Delicia de cu, vou ver se entrou alguém se tiver vazio tu sai depois eu saio. _ Tudo bem. _ Só o Jonas pode comer ou eu também poço? _ Como é Zé? _ Depois a gente conversa não sou bobo não nasci ontem agora vai antes que entra alguém. Sai do banheiro com a certeza que Jonas tinha abrido o bico e fui falar com ele sobre o que aconteceu no banheiro. Jonas me jurou pelos seus filhos que não falou nada e ainda me disse que o Zé jogou o verde e eu cai no papo dele, pedi desculpas ao Jonas ele mandou eu ficar tranquilo que o Zé sabe das aventuras dele que inclusive aluga sua casa para alguns caminhoneiros irem com mulheres para meter já que o Zé mor só. Zé voltou do banheiro com uma puta cara de safado pro meu lado e Jonas percebeu olhando para mim e dando uma risada muito sacana. _ Pronto Marcelo agora entra e liga vamos ver se pega. _ Na primeira o carro ligou, dei umas voltas no pátio do posto e tudo funcionando perfeito. _ Cara quanto é que ficou seu trabalho? _ Já que quer pagar o preço é uma chupeta acompanhada de um boa trepada e depois um almoço bem reforçado na churrascaria ali do trevo onde te mostrei, e não adianta negar que você falou para sua esposa que chegaria oito horas então você tem duas horas de tempo extra. _ T u é foda em cara, tudo bem eu pago. _ Vou lavar as mãos e vamos embora beleza já volto. Olhei em direção ao posto e não vi o Zé, olhei dentro da lanchonete e nada também queria me despedir dele afinal ele de certa forma me ajudou, Jonas voltou e combinamos de eu ir no meu carro e ele iria no caminhão e assim fizemos e antes de partir novamente procurei por Zé mas nada dele aparecer. Quando chegamos no trevo Jonas deu sinal para eu não ir em direção ao motel para eu seguir numa avenida em frente e assim fiz, rodamos alguns metros e Jonas para de frente uma casa eu paro um pouco a frente e fico aguardando ele que veio até mim. _ Da ré para ali do outro lado naquele terreno. _ Mas onde vamos Jonas ? _ Fica tranquilo faz o que falei. Manobrei o carro e paro de frente um terreno, tranco tudo e vou até Jonas que me esperava encostado no portão que estava aberto. Quando entro sou surpreendido por Zé que estava sentado no sofá sem camisa que me recebe com um largo sorriso. _ Entra Marcelo fica a vontade mas a vontade mesmo certo Jonas. _ Certo Zé pode deixar que a gente faz ele ficar muito a vontade. Continua.

terça-feira, 30 de junho de 2015

BANHEIRO DA SAUNA SLUT

EU E MEU AMIGO SOZZINHOS EM CASA

O MELHOR DO CALÇAO BRANCO

PAQUITINHA E SUA PEGADA

MEU PERSONAL TRAINER GOSTOSO

GRUDADINHO COM PAPAI

E ai galerinha como estão? Meu nome é Juliano minha mãe trabalhava em uma padaria e saia bem cedo para trabalhar era só ela sair para eu correr para a cama dela e do meu pai e me aninhar grudadinho em meu pai que se chama Cássio. Era ótimo, pois meu pai é quentinho dormia apenas com uma de cueca aprendi com ele a dormir assim, sempre gostei do seu cheiro, sentir os cabelos do seu peito em minhas costas era maravilhoso alem do seu calor. Às vezes me pai levantava e me deixava dormindo ate tarde, pois ele e eu tínhamos obrigações apenas após o almoço. Meu pai era muito carinhoso comigo, era muito divertido, dizia que eu tinha um lindo sorriso e queria sempre me ver assim sorrindo e me atacava fazendo cócegas em minhas axilas, meu peito, minhas costas, meus pés, em geral só tenho cócegas nas solas dos pés e nas axilas, mas ele fazia de um jeito que seu toque me tirava arrepios, risos, uma sensação diferente onde quer que me tocasse. Meu pai ficava de conchinha e quando eu ia me encaixar ficava com seu pau bem na minha bunda, não era raro eu sentir seu volume duro e instintivamente empurrava meu corpo para mais perto que delicia sentir aquela pressãozinha em minha bunda. Um dia quando ouvi a porta da sala se fechar fui correndo para o quarto de papai, mas sua porta estava trancada e ele não abriu para eu entrar depois me disse que estava muito calor e ele estava dormindo pelado e foi por isso que ele não abriu a porta então tive uma idéia, sabia que tinha uma chave reserva em uma caixinha peguei e guardei no meu quarto. Na outra vez aconteceu a mesma coisa a porta trancada, mas desta vez eu estava preparado destranquei a porta e me aninhei debaixo no meu pai, realmente meu pai estava pelado seu pau estava duro e ao empurrar minha bunda ele encaixou na entradinha do meu buraquinho nossa que delicia, meu pai me abraçou e disse que não devia ter feito isso, disse que não tinha problema nenhum então ficamos a manha toda abraçados na cama pelados. A sensação de sentir a cabeça do seu pau na entradinha do meu cu querendo entrar foi muito boa, então tentei em outro dia empurrar mais porem meu pai contestou dizendo que estava doendo para eu ficar quieto pois como não entrou incomodou meu pai tive então uma idéia antes de entrar no quarto untei meu cuzinho com creme entrei me posicionei e novamente fui empurrando minha bundinha o pau do meu pai não é cabeçudo tem a ponta fina e vai engrossando o que facilitou a entrada que delicia, meu pai percebeu e disse que aquilo não podia acontecer que ele era meu pai, estava tão gostoso sentir o cacete de meu pai em meu cuzinho que comecei a contrair meu cu para sentir melhor o que deixou meu pai com muito tesão, ele começou a alisar meu corpo e a se movimentar enfiando o resto de seu cacete pois só havia entrado a cabeça ate então. Papai beija minha orelha e acelera os movimentos, pega em meu pau e começa a me masturbar me proporcionando ainda mais prazer em poucos minutos gozo litros sentindo papai inundar meu cuzinho de porra. Ficamos grudadinhos a manha toda sem que meu pai tire seu pau do meu cu. No dia seguinte ao entrar no quarto papai já estava de pau duro e pediu para eu chupa lo, mamai como se fosse uma mamadeira sugando no pau do papai que ainda me ensinou a passar a língua lamber suas bolas e outros truques. Papai me colocou de quatro e começou a me dedar colocando e tirando seus dedos em meu cu deliciosamente, papai beijava minha boca e minhas costas se posicionou e então começou a me penetrar comigo na posição de quatro na cama, muito gostoso, mas gostei mais quando ele se deitou e eu sentei em seu mastro e o cavalguei me senti diferente poderoso, gostoso, safado e com muito tesão. Papai e eu ficamos tendo este caso por um tempo, mas não sei se minha mãe andou desconfiando ou por outro motivo que ate hoje não descobri ele não quis mais. Hoje tenho 19 anos e moro com Alcântara de 37 anos ele é muito paciente comigo, me ensina muita coisa, esta sempre preocupado comigo e atencioso, sexualmente me atende em todos os quesitos tem um pau do tamanho e grossura que me da muito prazer, faz um sexo oral maravilhoso e com ele aprendi a dar muito mais prazer no sexo oral, sou mais passivo mas eventualmente faço a posição ativa que aprendi com All. Dormimos todas as noites agarradinhos de conchinha, é delicioso dormir com a cabecinha do pau de All na entradinha do meu cuzinho me relaxa me faz bem dormir dentro do seu abraço, me deixa confortável os pelos do seu peito seu calor, me faz sentir amado seu beijo, seus carinhos, me sinto compreendido com sua calma, seu respeito seu olhar. Autor: Mrpr2

segunda-feira, 29 de junho de 2015

LUIZ,MEU PADRASTRO NEGRO

Eu me chamo Fábio, e vou contar a minha história que começou quando eu tinha meus 14 anos. Hoje tenho 24 anos, sou um pouco baixo, 1,70m, corpo normal, peso 70Kg. A minha bunda sempre foi um pouco grande, o que me gerou algumas provocações e gozações quando era mais novo. Sou branco, com cabelos castanhos, encaracolados e olhos claros. Aos quatorze, já tinha a minha altura atual e um porte físico normal para um garoto dessa idade. Minha mãe era jovem e bonita aos seus 38 anos, sempre bem produzida e independente, era uma mulher super-atraente, estava namorando com um homem negro um pouco mais velho que ela, tinha uns 40 anos, se chamava Luiz. Ele era um negro com bastante porte físico, parecia um jogador de basquete, tinha 1,88m, era atlético e forte. Ele contava que quando morava nos Estados Unidos, jogava futebol americano e fazia luta greco-romana. O Luiz sempre me tratava muito bem, nos levando para jantar, para a praia, era um cara bem sucedido. Eu percebia que minha mãe estava muito feliz e ele ainda parecia se preocupar comigo, sempre me tratando com carinho e sendo muito legal. Tive a minha primeira experiência com o Luiz em um fim de semana na praia. Neste final de semana, a minha mãe teve que retornar para São Paulo e eu fiquei sozinho com o Luiz na casa de praia. Foi a primeira vez que o vi de sunga e tenho que admitir que fiquei muito impressionado com o tamanho do volume que o Luiz exibia naquele sungão. Eu fiquei bastante tímido perto dele na praia, ainda mais que o meu pinto nem aparecia direito na minha sunga. Ele deve ter percebido as minhas olhadas quando estava sentado na cadeira, mas nada disse. Quando voltamos para a casa ele me convidou para tomarmos banho juntos, mas eu não aceitei. Fiquei envergonhado e desconfiado. Ele respondeu que tudo bem e tomou seu banho normalmente e eu fui em seguida. Nos dias que se seguiram ele continuou sendo muito legal, sempre me chamando para entrar no banho, sendo bacana. No final da tarde do penúltimo dia do feriado, voltamos muito tarde da praia e o Luiz me chamou para o banho novamente e, dessa vez, acabei aceitando. Afinal, ele era meu padrasto. – Pode entrar, ele disse. Eu estava nervoso. Não sabia ao certo o que ia acontecer, mas estava com o meu coração acelerado. Ele entrou na minha frente e baixou a sunga já entrando no chuveiro quente. Quando se virou, vi pela primeira vez o seu pauzão. Era enorme, negro, pendurado entre as coxas e com uma cabeça colossal, parecendo um cogumelo parcialmente exposto. Seus pentelhos eram bem curtos e encaracolados, parecia nunca ter raspado, cobriam todo a sua virilha. O sacão do Luiz era também impressionante com dois ovos enormes pendurados sob aquela tora preta. Eu timidamente tirei a minha sunga de costas para ele e com vergonha de mostrar o meu pinto que, encolhido como estava, era menor que a cabeçorra tipo cogumelo que ele tinha. Para me sacanear ele falou: – A sua bunda é linda, sabia! Parece a bunda de uma menina. – Vou sair. Eu falei, nervoso, com medo. – Não vai não, Fabinho! Eu estou brincando. Eu sei que você quer tomar um banho aqui comigo. Vem para a água, Fabinho, está uma delícia! Eu obedeci, me virei escondendo o meu pinto com as mãos e fui para o chuveiro com o Luiz. Ele me falou carinhosamente. – Poxa Fabinho, não vou fazer nada com você, não. Sou seu padrasto, não precisa ter vergonha do negão! Pode mostrar o seu corpo. Mais calmo, tirei as mãos da frende do meu pinto e comecei a me ensaboar. Não conseguia deixar de olhar aquele cobra escura balançando entre as pernas do Luiz. Eu fiquei hipnotizado... Nesta hora ele exclamou: – Pô, Fabinho, você gostou do meu cacete mesmo! Fica olhando o tempo todo... Eu fiquei muito envergonhado e falei esta asneira. – Porra, Luiz! O seu pau é tão gran... Desculpa, Luiz. Eu não... Ele me respondeu: – Tudo bem, Fabinho. Pode olhar. Eu sei que é grandão mesmo. Em seguida começou a balançar aquele tronco. Eu, sem saber o que falar, acabei dizendo outra besteira: – O meu é tão pequeno... Ele, percebendo a minha aflição, disse que o meu ainda poderia crescer, mas que eu talvez devesse provar outras formas de prazer, pois o meu pau pequeno e a minha bunda grande e carnuda poderiam indicar que eu tinha tendências para dar o rabinho e não comer. Dizia isso, como que me sacaneando, ria e ficava sério em seguida. Terminamos o banho e fomos descansar. O fato é que eu fiquei pensando muito naquilo que ele havia me falado e a imagem daquela sua tora negra não me saia da cabeça. Os anos foram se passando e o Luiz nunca mais tocou no assunto. Eu já tinha completado 18 anos e tinha que fazer o serviço militar, mas sentia muito medo de ficar pelado no exame médico pois o meu cacete realmente não havia crescido muito desde que eu era moleque. Eu me sentia inferiorizado diante dos outros caras e, principalmente, diante do meu padrasto negão cujo cacete mole já era quase o dobro do meu duro. Foi nesta época que a minha mãe teve que viajar a trabalho e eu tive que ficar alguns dias sozinho com o Luiz na nossa casa. Naquela tarde eu me sentia ansioso, sabia que seria a noite em que ficaria sozinho com o Luiz. Durante todo esse tempo, não parava de pensar no que havia acontecido naquele fim de semana na praia, me sentia envergonhado mas ao mesmo tempo morria de prazer ao lembrar do Luiz no banho com aquela tora gigante. Na sala, já por volta das 11h da noite, eu comecei a conversar sobre as minhas dúvidas com ele. Eu lhe falei que ele era o meu pai agora e que eu precisa saber se estava tudo bem com o meu corpo, se o meu pau estava normal... Ele ficou muito surpreso com o que eu lhe contava e me disse que se eu quisesse ele me ajudaria. Finalmente, eu lhe falei que o meu duro tinha 10cm e achava bem fino. Disse-lhe ainda que as suas palavras há 4 anos não me saiam da cabeça e resolvi lhe perguntar se ele realmente achava que eu tinha que dar o cuzinho para saber se eu gostava. Ele ficou surpreso, mas coçou o pau debaixo da bermuda folgada e falou que era eu que deveria saber e que ele seria meu amigo, me apoiaria em qualquer situação. Ele estava sentado no sofá, eu me aproximei e já fui tirando a minha bermuda junto com a cueca e perguntei o que ele achava do meu pauzinho. Ele ficou muito surpreso com esta minha atitude, mas foi sincero e falou que era bem pequeno mesmo, que parecia de um menino, mas que a minha bunda era muito grande: – Fabinho, o que lhe faltou na frente, lhe sobrou atrás. Nossa que bundona gostosa, garoto! Reuni toda a minha coragem e, finalmente, lhe falei: – Luiz, se eu tenho que saber o que sinto com outro macho, gostaria muito que fosse com você! Eu nunca deixei de pensar em você desde aquele dia na praia. Ele simplesmente segurou na minha cintura e me girou, colocando a minha bunda virada para seu rosto, segurou as minhas popas com suas mãos, apertou e afastou para ver o meu cuzinho. – Huuumm! Que cuzinho rosinha…preguinhas no lugar. Bem grandinho, um cu de um bom tamanho… proporcional ao tamanho do seu popozão! Depois de ficar admirando um pouco, ele enfiou a cara no meu rego. Beijou, passou a língua, até se concentrar no meu cu. Ele me linguou muito, forçou a língua para dentro, fez movimentos giratórios. Nesse momento, senti um forte calafrio e pensei que fosse desmaiar, minhas pernas bambearam por completo. – Vem cá, ajoelha! Ele disse. E me colocou de joelhos na frente dele. Rapidinho ele colocou seu pau enorme para fora do short…Era muito cabeçudo e as veias saltavam de tão grossas. – Vem cá, chupa ele. Você já mamou numa piroca antes? Respondi que não. – Então vem experimentar. Eu segurei com uma das mãos e ele logo segurou na minha nuca e forçou minha cabeça na direção daquela tora. Fui direto com o rosto nos pentelhos dele. O cheiro forte fez meu coração disparar novamente. – Chupa como se fosse um picolé. Foi o que eu fiz. Comecei meio atrapalhado. Ele foi me orientando, me mandando passar a linha, sugar. Foi tudo muito rápido e mal pude perceber as dimensões cavalares daquela tora escura que acabara de chupar. – Vem, fica de quatro para mim agora, Fabinho! Ele se levantou rápido e me posicionou de quatro, bem empinado. Caiu de língua novamente no meu rego, cuspiu nele. Pincelou o cabeção no meu cuzinho rosa. Encaixou e forçou. Eu senti uma pontada forte e ele parou. Em seguida, o Luiz colocou aquele mastro entre as polpas da minha bunda. Eu sentia aquela coisa enorme na minha bunda e ele começou a fazer os movimentos de vai e vem. Até os meus cabelos da nuca estavam arrepiados. Ele segurou firme nos meus ombros em começou a se punhetar com a minha bunda, firme, forte. – Caralho, Fabinho! Você foi feito para dar essa bunda…Ela foi projetada pela natureza para agasalhar uma rola. Vou gozar! Branquinho safado, putinha, viadinho. Ele estava enlouquecendo de tesão. Aumentou os movimentos e segurou forte na minha cintura e urrou forte. Senti três jatos fortes e quentes nas minhas costas… Ele deixou seu corpo cair em cima de mim. O seu pau permaneceu no meio da minha bunda latejando, até amolecer... Ele me disse para eu ficar tranquilo, que aquilo ficaria somente entre a gente que ele não tinha me comido, apenas não havia resistido ao tesão e usado a minha bundinha para se masturbar. Eu agora poderia decidir se curtia ou não estar com outro cara. Eu tinha a sorte do meu cuzinho estar preservado, mas em compensação ele tinha bolinado o meu ânus e se punhetado na minha bunda. A noite me peguei instintivamente me masturbando e bolinando a porta do meu ânus, lembrava daquela cabeçorra de me alargando, querendo adentrar na minha rodela inviolada, dedei o meu rabinho pensando no Luiz, sentia vergonha daquilo mais continuava a penetrar meu anelzinho me explorando. Melava dois dedos com saliva sentindo todas as minhas pregas novas protegerem o meu rego trancado, fazia aquilo pensando naquele homem, preparava sem perceber o meu cuzinho virgem para alguma coisa e nem me preocupava com os 23cm de rola daquele cavalo preto. Ele chegou tarde aquele dia. O carro estacionou na garagem, ele entrou e me beijou no rosto com carinho paterno e avisou que estava louco por um banho, o recebi com bastante respeito mas ao mesmo tempo encabulado, pedi que se sentisse a vontade e ele me avisou que já havia jantado, que iria só tomar uma ducha e dormir logo pois estava cansado. Avisei que estaria na sala vendo um filme... Deitei no sofá e ali fiquei, se passaram alguns minutos e o Luiz veio, sorridente e malandro perguntou qual era o filme que estava passando e foi logo se sentando ao meu lado, eu respondi e continuei deitado na mesma posição. A luz da sala estava parcialmente apagada mas mesmo assim vi que o Luiz estava sem camisa e com um short bem curto. Continuei a assistir ao filme e reparei que ele espiava o início da minha bunda, aproveitava o meu braço deitado sobre o rosto para espiar as minhas coxas. Eu reparei, mas continuei ali, como se nada tivesse acontecido, com a minha cabeça sobre o travesseiro eu apoiava meu rosto sobre o braço do sofá, deixando sem querer a minha para o Luiz ver. Ele me perguntou se eu estava com sono, falei que sim e que não demoraria a cochilar ali, ele puxou assunto contando que estava bem cansado e que o dia no trabalho havia sido desgastante, continuamos papeando até o silêncio voltar, ficamos atentos ao filme e após alguns segundos ele me perguntou se eu estava dormindo, eu continuei com o meu rosto encoberto pelo braço não o permitindo ver meus olhos, fechei-os e não respondi, me mantendo imóvel e em posição de sono. Reparei um curto movimento no sofá, espiei e vi que o Luiz havia levantado discretamente seu short e tirado o seu cacete preto para fora. Vi de relance aquela jeba escura meia bomba pular para frente do tecido e ser punhetada por ele, exibindo aquela cabeça gigantesca, fazendo brotar o cogumelo inchado daquela pele preta, aquele caralho era anormal, um pau de 23cm muito escuro que conseguia se manter ereto e pulsante que nem um tronco de árvore, cheio de veias, latejante. Hoje eu tenho noção do que representava aquele cabeçote rosado. Sua cabeçona enorme era maior que o próprio pau e completava aquele membro de cavalo com 8cm de diâmetro, parecia uma laranja rosada na ponta de um poste preto gigante. Aquele coroa tarado já tinha conseguido exibir o seu mastro animal totalmente ereto em menos de 30 segundos. Ele ficou assim só de olhar para a bundinha de um rapaz de 18 anos. Ele já se masturbava, o depravado esfolava o seu mastro crioulo e olhava a minha bunda. Perguntou mais uma vez se eu estava acordado e não ouviu resposta, molhou sua mão e começou a punhetar o seu pau devagar e com força, exibindo e esticando toda o seu cacetão gigante. A sua chapeleta pulsava e se mantinha inchada, as veias daquele membro preto delineavam o contorno de seu cacete exibindo todo seu tamanho cavalar e ereto, era anormal, o meu padrasto era um cavalo. Movi meu corpo para dentro assustando o Luiz. Abracei o travesseiro e fiquei ainda mais na posição de conchinha, fingindo cochilar, permaneci com o braço sobre o rosto e pude observar que o tarado não parou. Agora chegou mais para perto e ficou a babar vislumbrando pelo meu pijama as maçãs da minha bunda O filho da puta já batia a sua mão com força na base daquele tronco preto, fazendo aquele poste dançar ereto na sua mão com o cabeçote em destaque, pulsante e brilhante. O Luiz ousou botar a mão em minha roupa e levantar um pouco o meu pijama, reparei que ele empurrou levemente para trás deixando agora, o inicio do meu rabão gordo aparecendo, chegou mais para perto e continuou se punhetando, eu fingia dormir e observava por entre os braços toda aquela depravação. Ele já não se controlava e se masturbava como um moleque, era anormal espiar aquele pau de cavalo exibido daquela forma, eu me deparava com aquele tarugo de 23cm completamente sem acreditar, espantado com a sua grossura anormal. Continuava na mesma posição com o rosto encoberto por meu braço, espiando o meu padrasto se masturbar e olhar para a minha bunda. Eu estava provocando aquilo, sabia que o Luiz iria fazer a mesma coisa que iria abusar de mim e gozar seu leite grosso. Sempre me vinha à cabeça, a lembrança do feriado na praia. Ele tinha me bolinado, lembrava que o tarado havia conseguido jogar um pouco de seu esperma dentro do meu ânus e sem tirar a minha virgindade anal! Simplesmente plantou sua chapeleta de monstro na porta do meu cuzinho e despejou o seu gozo nas minhas costas e bunda. No momento em que eu já delirava em pensamentos e lembranças, senti tocar entre as minhas nádegas o que eu já aguardava. O Luiz posicionou-se de joelhos no sofá e de frente para o meu bumbum gordo me observou cochilar de conchinha e arrastou a sua cabeçorra toda melada de saliva entre as bandas minha bunda, abrindo a parede do meu rego e metendo a ponta daquele cogumelo gigante no meu rabão gordo. Instintivamente gemi baixinho e abracei as minhas pernas, ficando ainda mais arreganhado e ao mesmo tempo empinando a minha bunda para ele, não acreditei no que estava fazendo! Eu sem pensar, estava me arreganhando para ele! Forçava o meu corpo todo envergado apenas para abrir o meu anelzinho ao máximo, me sentia em transe, novamente o Luiz molhou a cabeçona e arrastou por todo o meu rabinho, foi do início das minhas nádegas, passeando pelo meu buraquinho virgem e terminando a pincelada no final do meu saco. Senti todo aquele cuspe deslizar a sua bola de sinuca na minha bunda, tranquei meu anel no momento em que o desgraçado passeou seu cogumelo por lá, sentindo ele me provocar na porta do rego e deslizar seu tronco abrindo minhas nádegas como um pé-de-cabra. Gemi novamente e me senti entregue, o meu gozo juvenil já melava o meu pauzinho, enquanto eu piscava meu cuzinho a cada passeada daquele caralho preto. Novamente vi o Luiz molhar seu membro e arregaçar os seus 23cm de tora negra. Posicionava o seu tronco com o cogumelo cheio de baba e passeava lentamente, abrindo minha bunda com delicadeza. Eu não me contentava e choramingava, não me dava conta que estava ali desprotegido e a mercê daquele tarado com jeba de cavalo. O negão me bolinava e sentia-se à vontade esfregando a chapeleta no meu buraquinho, Lembrei-me de que no dia anterior havia sonhado com aquele momento, sentia saudades daquele mastro e com o dedo bolinava meu cuzinho virgem pensando no tronco do Luiz. Lembrava-me de suas palavras e queria mesmo experimentar um cacete, colocava o dedinho no meu anel e lembrava da chapeleta de 8cm tentando me tirar a virgindade, me masturbei preparando o meu cu para esse cara. Ele abriu a minha bunda carinhosamente com a mão deixando meu anel à mostra e repousou sua chapeleta na direção do meu cu. Ele tinha receio de me comer, afinal era seu enteado. Mesmo assim o negão já estava preparado para brincar com meu buraco selado, iria relembrar o que havia feito comigo da última vez e ia forçar sua chapeleta contra meu anel virgem e assim o fez. Senti toda a circunferência do cabeção gigante entre minhas nádegas, aquele cogumelo estava cheio de saliva bem na porta do meu cuzinho e ainda tinha o auxílio da mão do Luiz abrindo o meu buraco, naturalmente a posição do meu corpo ajudava aquilo a acontecer. Eu estava de ladinho e deitado no sofá, me arreganhava tanto a ponto de segurar as minhas pernas contra o corpo, envergava minha coluna fazendo papel de puta, mantendo o meu bumbum grande de menino empinado que nem o de uma mulher. As minhas nádegas se abriam naturalmente e a mão esquerda dele ainda forçava a parede do meu ânus, me abrindo e permitindo a entrada daqueles 8cm de chapeleta na porta do meu cuzinho. Aquela cabeçorra estava ali, parada e toda melada na entrada do meu anel virgem. Ele soltou a minha bunda e sentiu meu rabo gordo esconder seu cogumelo, nessa hora contraí o meu cuzinho e senti toda a saliva daquele macho lubrificando a porta do cuzinho. O Luiz estava pronto e nessa hora eu já imaginava o que ele iria fazer. Segurou a sua pirocona bem no talo e forçou pela primeira vez sua chapeleta contra o meu cuzinho virgem. Eu me surpreendi com o fato de estar todo arreganhado e não encontrei a mesma resistência da última vez. Senti a cabeçona do negão entrar 1cm no meu buraquinho virgem e sair carinhosamente, sem fazer maiores estragos, meu anel dilatou, se fechando em seguida e ele gemeu alto. Ele me pareceu perplexo com o feito, molhou sua cabeçona com mais saliva e posicionou-a de novo. Sem resistência, senti mais uma vez o meu padrasto pressionar 1cm do cabeçote imenso no meu cuzinho virgem e tirar delicadamente. Eu me assustei ao ouvir aquele homem gritar de tesão! O safado gemeu alto e retirou sua chapeleta, senti a parede do meu cuzinho se alargar e receber aquela pequeníssima parte de um centímetro dentro por poucos segundos. Cuspi o cogumelo com o cú e gritei, senti a mão firme daquele homem me acariciar e levantar o meu quadril, puxou o meu corpo com carinho e me pôs de quatro com tanta naturalidade que nada senti. Envergonhado, obedeci e expus o meu rabo grande para aquele negão, enquanto escondia meu rosto. Com a maior vergonha do mundo pedi para ele, pelo amor de Deus, não enfiar seu pau dentro de mim, de nenhuma forma! Eu estava arrependido de ficar naquela posição de frente praquele tronco de árvore, eu não deveria ter feito aquilo. Ele na mesma hora me tranquilizou, passeando seus dedos sobre minha bunda afastando as minhas coxas uma das outras. Eu não resisti e, de forma inocente, já estava com a minha rabeta grande empinada para aquele negão e com o cuzinho todo exposto. Olhei por debaixo de meu corpo e novamente vi aquela coisa anormal de cavalo balançando dura no ar, aquela barra de ferro preta exibia seus 23cm latejantes, pulsando. A chapeleta rosada, do tamanho de uma laranja pequena, era anormal. Nesse momento o depravado arregaçou a cabeçorra do seu mastro grosso e encostou o cogumelo melado de saliva na porta do meu cuzinho virgem, me senti vulnerável e tranquei meu ânus com muito medo. Ele a forçou com carinho, mantendo-a lá parada firme, me deixando mais tranquilo. Voltou a fazer o mesmo e a deixou na portinha fazendo uma leve força, senti aquela circunferência cavalar abrir as minhas nádegas. O meu cuzinho estava todo arreganhado enquanto o Luiz pressionava as minhas costas com carinho me obrigando a ficar empinado. Instintivamente forcei meu rabo bem devagar e senti novamente aquele cavalo me foder, agora a sua chapeleta gigante me adentrou dois centímetros, alargando toda a parede do meu reto e me fazendo sentir as pregas quase se romperem. A saliva ajudou a penetração e fez com que o meu ânus virgem se dilatasse e absorvesse a ponta daquele cabeção. Ele gemeu sem acreditar, eu gritei alto e cuspi aquela cabeçona do meu cu novamente. O negão molhou seu cogumelo e não me deixando pensar colocou-o na entrada do meu anelzinho, ficando parado lá mais uma vez e esperando a minha reação, eu sem graça e com o cu dolorido forcei meu buraquinho por duas vezes, deixando entrar 1cm de rola e tirando, não senti dor e repeti de forma natural, dilatando e alargando o meu anel no cabeçote da pica preta. Eu me comportava como uma puta e movia meu rego inviolado contra aquela laranja avermelhada. Abaixei meu rosto e pressionei minha bunda com mais força contra a tora do meu padrasto cavalo, a pontinha do cogumelo me invadiu sem dificuldades, a saliva facilitou a penetração e fez com que eu conseguisse ficar ali, com a ponta do cabeção do negão entalada no meu cuzinho, descansando... O meu padrasto macho gemia e observava hipnotizado o meu buraco ser aberto. Respirei fundo e forcei mais um pouco, deixando o movimento me levar naturalmente, senti lentamente aquela chapeleta entrar por completo deslizando para dentro do meu cuzinho e parando no final de seu contorno, todo o meu anel se contraiu de dor. Eu gritei de desesperado, os meus olhos lacrimejaram e eu senti uma dor absurda que não podia suportar, aquele cogumelo de cavalo havia me arrombado fazendo as minhas pregas se arreganharem e o meu buraco se esfolar. Eu me afastei imediatamente tirando toda a cabeça de dentro de mim, cai desfalecido e chorando de dor sobre o sofá, o Luiz, se desculpou e me acariciou. Eu lhe disse que eu que havia forçado e que a culpa era minha. Ele carinhosamente concordou e me aconselhou a parar, pediu para desistir e eu fiquei extremamente sem graça e me botei novamente de quatro, fingindo ser maduro suficiente para aquilo, mas com muito medo. Senti toda a circunferência do meu ânus pulsando de dor, pensei duas vezes e pedi pra ele tentar mais uma vez. Estava com medo e sentia aquele macho um pouco receoso, ele tinha um certo carinho por mim e não queria me machucar, ao mesmo tempo estava louco de tesão com seu caralho de cavalo pulsando duro e ereto. Agora malandramente começou a colocar um centímetro da cabeça e tirar, segurava seu cacete preto e forçava a chapeleta me comendo com 1cm de cogumelo, colocando e tirando de dentro do meu anelzinho, respeitando esse limite, sentia o meu rabo ser comido com carinho, me sentia pela primeira vez na vida fodido por um homem, era anormal a sensação daquela circunferência gigante entre as minhas nádegas, o cabeção me abria por centímetros e saía com carinho. O tarado repetia esta operação, gemia e observava o cu virgem ser arregaçado. Eu permanecia ali, sentia a cabeça da rola preta no cu tentando me penetrar e não conseguir, aquela chapeleta era forçada contra o meu buraquinho, alargava a entrada dele, sempre batendo nas minhas pregas virgens e recuando. Resolvi tentar de novo, seria loucura mas eu queria ver o resultando, deixei o Luiz penetrar 2 centímetros da cabeça e forcei com carinho meu cuzinho contra ele, a sua chapeleta dessa vez entrou quase toda no meu rabo e saiu. Eu senti menos dor mais ao mesmo tempo a expulsei do meu interior e joguei minha bundona para trás, engolindo a chapeleta de novo e a cuspindo do meu reto. Gritei com um misto de dor e tesão e não parei com a operação. Novamente forcei a minha bunda contra o cogumelo e botei aquele cabeção quase todo dentro de mim, deixando-o lá por 2 segundos e depois trancando o meu cuzinho, expulsando-o de meu canal. Gemi alto e senti o meu pauzinho todo melado O Luiz estava de boca aberta e gemia alto sem acreditar no que estava acontecendo, a sua cara de prazer se concentrava em meu rabo, observando todo o processo do meu anelzinho sendo estuprado pelo seu pau de cavalo. Continuei na mesma posição mas dessa vez não forcei, fiquei ali parado de quatro esperando alguma reação do Luiz. Ele estava totalmente perplexo, soltou a mão de seu pauzão negro e o deixou na porta do meu ânus, segurou as minhas nádegas e começou a foder a portinha, não penetrando quase nada do seu cogumelo, apenas pressionando a laranja e metendo 1cm, me fodia em movimentos carinhosos e sem me fazer perceber, molhava a chapeleta e seguia me penetrando cada vez mais fundo. Ele me fodia o rabinho e me fazia sentir aquela sensação louca e gostosa de ser penetrado com carinho, já metia quase 3 cm de cabeça no meu anel e tirava, alargando o meu cuzinho de moleque. Novamente sentia minhas pregas chorarem naquela chapeleta, meu cu se abria devagar e lentamente para aquele pau preto gigante, sentia prazer e dor ao mesmo tempo, aquele negro me usava e gemia enquanto segurava minha bunda para o seu tronco me abrir. Eu estava realmente dando o cu, estava perdendo a minha virgindade anal com 14 anos pra uma tora de 23cm! Está certo que era só uma cabeça de rola grossa, mas aqueles 3 cm que me penetravam eram anormais porque a sua chapeleta era realmente gigante, aquela tora me adentrava procurando abrir o caminho cada vez mais. O Luiz molhou novamente o seu instrumento e dessa vez forçou a cabeçona contra o meu anel. Eu não ofereci resistência e deixei deslizar, pude sentir bem devagar aquela bola de tênis ultrapassar o limite dos 3cm centímetros e naturalmente se alojar dentro do meu cu virgem, gritei e tentei expulsá-la do meu rabo. O Luiz recuou um pouco mas não deixou e novamente tornou a enfiar a chapeleta com força, entrando mais uma vez com sua cabeçona avermelhada toda dentro de mim. Chorei e contraí o meu anel, jogando o cabeçote imenso para fora de mim. Estava todo dolorido e melado de cuspe do safado, sentia o meu buraquinho totalmente arregaçado, aberto, semi-arrombado. Respirei fundo, gemi e sem pena novamente fui invadido por ele. Agora o negão me penetrava com carinho até a metade de sua chapeleta, botando e tirando do meu buraquinho, a cada retirada de tronco o tarado observava o meu anel se fechar e posteriormente se dilatar sendo arrombado pelo seu cogumelo. Ele admirava o estrago que fazia em mim. O desgraçado havia dado um jeito de me comer com metade de sua chapeleta, sentindo prazer como se estivesse fazendo sexo de verdade. Penetrava o meu anel louco de prazer e observava todo o seu pau de cavalo latejar na porta do meu buraco. Eu me empinei mais e nesse momento o Luiz gritou, reparei que ele já metia um pouco mais rápido no meu buraco e mesmo não conseguindo colocar a cabeçona toda, se deliciava fodendo meu cuzinho. Eu espiava aquele mastro negro duro balançar na minha bunda, enquanto o seu cogumelo me adentrava e invadia o meu interior. O tarado novamente gemeu e segurou meu quadril com força, aumentando o ritmo e me penetrando com mais agressividade. Eu achei a situação engraçada e deixei ele me usar. Não podia acreditar que estava fazendo sexo com o meu padrasto, estava dando o meu cuzinho virgem para um negão e penetrado por uma chapeleta de pelo menos 8cm de diâmetro... Um cacete grosso e preto de 23cm por 10cm de diâmetro. O suor do Luiz pingava sobre as minhas costas e ele me fodia com tesão e cautela. Começou a tentar vencer a resistência do meu anel e colocar a cabeça quase toda. Aquela chapeleta gigante penetrava 3 cm e voltava, dilatando meu rego e saindo de dentro dele. Ele tentava me penetrar a laranja toda, mas não vencia por completo as minhas pregas. Mesmo assim não parava de me comer, se movimentava como se estivesse enfiando a tora toda, se satisfazia com tirar o cabaço do meu cu e não parava de me usar com prazer. O tarado gritou alto ecoando por toda a sala, urrou e avisou que iria gozar, eu não pude acreditar, ele queria gozar no meu buraco virgem. Da última vez, eu havia sentido um pouco do seu leite entrar no meu rabinho, mas dessa vez se ele gozasse conseguiria colocar toda a sua porra quente dentro do meu buraco, pois ele já estava todo aberto! Eu fiquei sem saber o que fazer e ele continuou com o mesmo movimento e anunciou mais uma vez que iria gozar. Ele abriu as minhas nádegas metendo sua chapeleta sem tirar e eu continuei parada sem entender bem o que viria. Foi quando pude sentir a sua bengala de cavalo tremer por completo, enquanto ele a punhetava pela base fazendo as suas bolas balançarem muito e a sua mão bater na minha bunda. Permaneci de quatro e arreganhado, sentindo a chapeleta gigante toda dentro do meu cuzinho, enquanto o Luiz bolinava seu mastro preto com a cabeça atolada em mim. Ele gemeu alto mais uma vez e arregaçou o seu cacete até a base, pude ver todas as veias daquele tronco grosso latejarem enquanto ele o apertava pela base e gritava de tesão. Não entendi o que estava acontecendo, ele parecia segurar o gozo todo naquelas bolas gigantes, prendendo ele todo na base de seus 23cm. Aquele pau anormal se inflava de tão grosso e latejava com força fazendo todo aquele cabeção avermelhado pulsar e dilatar dentro do meu rabinho. Nesse momento ele tirou um pouco seu cacete e atolou com carinho a sua chapeleta por completo. Contraí o meu cu sentindo toda aquela laranja dentro do meu cu virgem. O Luiz sentiu as minhas pregas se esfolando e se adaptando ao contorno de seu membro de cavalo. Ele sentia aquele cu virgem se arrombar todo na cabeça de 8cm e mesmo assim permanecia com ela toda dentro do meu corpo. O negão urrou pela terceira vez e soltou a mão do seu poste preto. Deixou a sua cabeçona me alargando e largou a base do cacete monstro o deixando solto e com a cabeçona no meu cu. O Luiz se segurava, o filho da mãe estava prendendo todo o seu esperma com força, não o deixando sair, o acumulava naquelas bolas enormes. Senti a sua chapeleta alargando o meu cu como um pé de cabra e depois, uma, duas, três, quatro, cinco jorradas de porra muito quente e grossa inundando o meu reto! A temperatura era tão alta que sentia a porra do negão esquentar o meu rabo e inundar todo o meu rego virgem. Eu havia perdido o cabaço do meu cu, para a cabeçorra de um pau de cavalo e sentia o resultado disso ser depositado dentro de mim. A porra do Luiz saía pulsando daquela cabeça gigante e descia que nem uma cachoeira pelo meu buraco. O negão gritava e olhava os seus 23cm grossos deixando toda aquela porra acumulada sair e escorrer pelo cu agora arrombado. Contraí o meu rabinho e o senti todo dolorido e ardido, enquanto a cabeçona enorme estava dentro de mim me abrindo o corpo, tampando o meu anel por completo e atolada lá sem dó nem piedade. Ele gemeu mais duas vezes e soltou os seus últimos jatos de sêmen dentro de mim. Mais uma vez o liquido quente daquele negão me invadiu marcando o meu arrombamento. Eu gemi instintivamente e gozei sem tocar no meu pauzinho que estava muito duro, enquanto eu sentia as pregas do meu cuzinho serem arrombadas por um gigante negro. Ele gemeu e me acariciou, sem querer o meu rabo expulsou mais uma vez a cabeçona daquele cavalo. Eu gritei com a sensação, senti o meu reguinho todo dolorido e arrombado enquanto as minhas pregas se contraíam. Ele olhou para o meu buraquinho todo arrombado e me falou que eu não poderia ficar com aquilo tudo dentro de mim. Eu não entendi e sem graça ainda perguntei o porquê e ele respondeu que não me faria bem e que eu deveria expulsar tudo de dentro de mim. Inocentemente eu concordei e o obedeci, ele me levou para o banheiro e falou que me ajudaria a fazer isso. Eu levantei do sofá e mais uma vez senti todo o esperma no meu buraco, fechei minha bunda gorda e fui em direção ao banheiro, obedecendo o Luiz e pronto para tirar toda a porra de dentro do meu cuzinho.

PAQUITINHO PULSANDO NA PRAIA