sexta-feira, 24 de junho de 2016

O dia que fodi loucamente com meu pai...

Oi pessoal eu nome é Marcelo,tenho 24 anos, vim trazer mais um conto pra vocês. é mais um daqueles contos que eu crio da minha cabeça levando em conta pessoas que conheço e a historia dessas pessoas. Espero que vocês gostem. Ah e vou logo avisando, minhas histórias tendem a ser um pouco longas, não gosto de poupar detalhes, nem de separa por capítulos desnecessários. mas tento sempre não perde a pegada quente do conto rsrsrsrs. aproveitem:Oi, eu sou Junior, tenho 19 anos. Sou branquinho, estatura mediana, não sou malhado mais sou levemente forte, tudo no lugar, na moralzinha. Desde que me entendo por gente eu sempre fui bissexual. Quando brincava de pique esconde eu tava sempre sarrando com uma menino ou um menino. Nunca me senti mal por isso, sempre me identifiquei assim, curioso ateh fazer. Eu nunca fui de pensar duas vezes quando o assunto é sexo, quem vier pra mim tá valendo. Já peguei prima, primo, vizinha, amigos do meu pai nas escondidas rsrsrsrsrs e até um tio. É aqui que começa esse meu relato a três anos atrais. Mas antes preciso falar de Claudio, Ele é um primo da minha idade e ele morava do lado da minha casa. As pessoas da minha família sempre moraram uma perto da outra, nunca muito longe. Esse meu primo e eu eramos muitos unidos, e foi com ele que eu me descobri. jah na adolescência, como de clichê, assistíamos porno junto, e foi numa dessas que curti com ele. Foi tudo muito rápido e ao mesmo tempo bom. Começou com trocas de punhetas, atéh que tive coragem de pedir pra chupar, ele ficou assustado com aquele pedido de repente mas deixou. Chupei desajeitadamente, como todo iniciante até ele gozar, mas não deixei ele gozar na minha boca. Então com o passar do tempo fui me soltando pra ele, Chupava melhor sua rola, fazia ele gemer gostoso, engolia sua gala, até passei a dar pra ele, com ele perdi minha virgindade. Entaum três anos atrais meu tio por parte de pai se ligou na nossa ideia. Ele estava bebo, ou fingindo, num sei rsrssrsrsrsrsrsr, e Claudio e eu estávamos no quarto, sabíamos que não podia rolar nada com ele na casa, então ficamos falando algumas putarias e tirando um sarros. Sabíamos que isso ainda dava pois minha tia tava na igreja, ela era evangélica, e com cuidado podíamos pelo menos aproveitar um pouquinho de putaria. Então vocês imaginam. eu de um lado da cama e o meu primo do outro, eu tava no momento esfregando o pé na rola dele por cima da bermuda rsrsrsrsr, a porta entre-aberta, e nós falando algumas safadezas. Meu tio entrou, não de supetão, mas também não devagarzinho. foi o suficiente pra tirar o pé da rola do Claudio, mas acredito que ele percebeu, ou já estava escutando atrais da porta, ele entrou falou umas besteiras d bebo, parou, olhou pra gente e disse com um olhar significativo, levemente sacana. - To ligado na conversa de vocês - e saiu do quarto. Aquilo nos deixou assustados o suficiente pra brochar ali mesmo. mudamos de assunto e começamos a fazer coisas banais. Depois daquele dia meu tio mudou com migo, ficou mais aberto a brincadeiras, mais libertino. um dia precisei ir pedir algo que meu pai tinha emprestado a minha tia, mas ela tinha ido pra igreja e arrastou meu primo junto, era outro fim de semana e meu tio bebia em todos, nesse momento ele tava no banheiro e disse q ela não tava mais que eu esperasse que ele ia procurar. Então ele saiu do banheiro só de toalha, ainda se enxugando. Sua rola tava meia bomba balançando pesadamente, fiquei sem ar na hora, não porque era meu tio, mas por causa da cena em si, como já disse não perdoo ninguém, e aquilo me deu um tesão enorme na hora. Mas na mesma hora bati em retirada, fiquei nervoso, disse que depois voltava pra pegar, e fui pra casa. Mas aquilo não saiu mas da minha cabeça. me pegava imaginando meu tio, sua rola, seu corpo em cima do meu, batia várias punhetas e me acabava no banheiro com aquilo. Meu tio não desistiu de mim, sempre tirava brincadeiras sacanas quando podia, pegava ele olhando pro meu corpo e aquilo só me deixava mais louco, não tava nem ligando mais pra minha tia. No fim de semana em questão, a noite, minha tia foi pra igreja e meu primo pra casa de um amigo fazer trabalho escolar, uma maquete esquisita que ele trouxe. Meu tio ficou só. e meu pai tava em casa. Eu tinha saído logo cedo e tava voltando pra casa, e pra chegar em casa tenho que passar de frente a casa dele, moramos num correio de quartos. Quando passei na frente da porta dele, ele me chamou, meu coração acelerou, e fui lá. Ele perguntou onde eu tinha ido, se tava bem, varias perguntas banais, mas com cara de safado. Tava desistindo de esperar algo e perguntei se ele queria algo pra ter me chamado, ele parou, pensou e me disse que ia me pedir pra que comprasse umas cervejas pra ele. Aquilo me morgou, então ele pediu pra que eu acompanha-se ele até o quarto. e fiquei feliz de novo. Fui, o quarto não era grande, e dava pro corredor, ele não acendeu a luz do quarto e deixou a porta aberta soh pra o corredor iluminar dentro, também não , deixei acontecer. Ele foi ateh o guarda roupa e passou um tempo procurando a carteira, e eu sempre tentava ver se ele tava com volume grande na bermuda mas não dava. Então ele disse - Ah, lembrei - e foi na cama, tirou a carteira de baixo do travesseiro e "sem querer" deixou cair umas moedas. - poxa Junior, era as moedas que eu ia precisar pra comprar a cerveja, se abaixa ai pro tio e pega, se eu tentar é capaz de eu ficar tonto. Eu fui lá e me abaixei, quando menos espero ele vem por trais de mim e começa a esfregar sua rola, que jah estava dura e fora da bermuda, na minha bunda. então eu me toquei que tava de quatro do jeito que ele queria, ri e deixei ele se esfregar. Peguei as moedas e me levantei, perguntei a ele se era aquelas, ele bateu na minha mão e disse - Quem quer saber dessas moedas - e sorriu safado, puxou minha cabeça pra baixo e eu desci contente, comecei a chupar, sua rola latejava na minha boca, ele me empurrou na cama e me colocou de quatro, começou a me foder e a gemer, dava tapas fortes na minha bunda e me chamava de vadia, cachorra. Não nos importamos de ligar a luz do quarto e nem fechamos a porta. É foi triste, minha tia chegou cedo da igreja, até hoje não sei o motivo, e nos pegou no fraga. O resto nem preciso dizer, eu sai correndo e em escondi em um lugar que ninguém me encontrou, minha tia chamou meu pai, houve muita discussão, meu tio foi colocado pra fora e meu pai me pois também, meu pai ficou muito puto comigo. Passei a morar sozinho, arrumei emprego e passei a concertar aparelhos eletrônicos para pagar o aluguel. Levei três anos pra voltar a falar normalmente com meu pai, durante esse tempo ele me perguntou o porque daquilo, não eu ser bissexual, mas transar com meu tio. Eu fui sincero e expliquei a ele que era essa minha natureza, me via como um Í Íncubos, e meu carma era meter. Com um tempo ele entendeu. Voltei a frequentar sua casa. Meu pai é viúvo, minha mãe morreu quando tinha 3 anos, ele me criou como pode, e não arrumou mais ninguém pra morar junto, só ficantes. Mas com um tempo que eu voltei a ir na casa do meu pai, percebi que ele não me olhava mais daquele jeito de antes, jugava eu que era como me enxergasse como adulto, ateh pegar ele de vez em quando olhando minha bunda, as vezes ele conversava comigo e olhava por um tempo apenas pra minha boca. tentei afastar aquilo da minha cabeça, mas não consegui, vocês pode até achar que isso passou a ser frescura minha, mas eu poderia dizer até que é compulsório, mesmo que eu tento sempre me pego pensando em putaria. Tentei não pensar no meu pai daquele jeito, mais pelo o que aconteceu antes. quando me pegava pensado tentava logo pensar em outra coisa e assim foi se passando. O trabalho do meu pai é braçal, e ele é um coroa enxuto e musculoso. Ele sempre teve uma coleção de filmes porno com todos os tipos de temas, e eu quero dizer TODOS mesmo, menos gay, e eu sempre que ele não tava em casa assistia o que dava tempo de assistir. Um dia o aparelho de DVD dele começou a dar problema e ele me chamou lah. Assim que cheguei comecei a trabalhar no aparelho e meu pai pegou umas cervejas pra ir,os bebendo. Dei o meu jeito e quando testei ligou, pedi a ele uns DVDs pra testar e ele me trouxe exatamente a caixa do porno, rsrsrsrssr, aquilo foi como uma gota na minha mente podre mas me segurei. - O senhor ainda tem isso? rsrssrsrsrsr - Isso é meu tesouro secreto rsrsrs, meu salva noites solitárias. Tem ateh alguns novos ai - disse ele, depois saiu dizendo que ia pegar umas cervejas. Testei um DVD e pegou, ele chegou e disse que aquele que eu tinha colocado era um dos melhores, era um filme de uma galega que dava pra um monte de negões. - Se quiser pode escolher uns pra vc. - ele me disse Comecei a mexer na caixa, via todos os tipos de filmes e escolhias alguns, mas comecei a achar estranho, tinha muito filme agora de incesto na caixa, saber aquilo foi outra gota, e comecei a me questionar, e fazer isso foi me soltando a mente. Ele ficou do meu lado e comentava sobre cada filme, e os de incesto ele falava mais, o quanto era bom, o quanto exitado ele ficava com a qualidade do filme, eu eu imaginava o quanto, escutar e imaginar aquilo me enchia de tesão e eu me segurava pra não demonstrar, a cerveja já tava subindo a nossa cabeça, ele dava até notas para os incestos. Em um momento eu peguei um DVD com tema anal e depois de olhar a capa coloquei pro lado esquerdo, ele tava do meu outro lado, e passou pro outro quase se esfregando em mim pra pegar aquele DVD, senti um calor vindo dele naquela hora e imaginei se ele tava exitado e se tava fazendo tudo aquilo pra me fazer sentir o que já estava sentindo. Ele falou sobre o filme, o quanto a nega parecia gostar de ser enrabada, e o que diabos fazia dar tanto prazer no sexo anal pra uma mulher. respondi que pra mulher eu não sabia mas para homens é bom por causa da próstata que da prazer ao cara na hora. Aquela resposta me saiu espontaneamente, e meu pai prestou muita tenção no que falei. Ateh que pego de surpresa, encontrei um filme gay no meio, ele me explicou que foi pra me entender melhor, mas acabou confessando que gostou muito do filme. Continuei a mexer, e ele foi pegar uma cerveja pra ele, e passou um bom tempo na cozinha, soh depois ele veio com a cerveja já pela metade. colocou a cerveja na mesa, foi pra trias de mim e me abraçou prendendo meu braço,seu corpo colou no meu e senti seu pênis super duro na minha bunda. - Pai, o que é isso? - perguntei um pouco desconfortável mas ao mesmo tempo super exitado com aquilo tudo. - É o que você tá sentindo Junior. - disse ele, sua boca tava bem perto da minha orelha, ele não me apertava com força, apenas me abraçava firme, seu hálito correu pela minha orelha e um tesão me subiu da virilha. - Pai, o senhor não sabe o que tah fazendo, o senhor bebeu - fiz um pouco de força pra sair, mas não quis fazer o suficiente, eu já estava naquilo tudo, não queria voltar atrais. ele não afrouxou o abraço. - Eu sei, a mais de uma ano que sei, júnior você não é único que sente atração por tudo, você puxou isso de mim. mais antes nunca tinha pensado em você, por isso que nunca quis outra mulher, podia ter varias, o que q eu não tinha podia ver por DVDs. - ele me apertou contra ele e senti seu pau pulsar apertado contra minha bunda. - Pai, é diferente - eu já estava mole em seus braços. - Não é, quando fiquei sabendo do seu tio fiquei muito irado, levou mais de uma no pra eu me acalmar. Foi quando lhe pedi pra me explicar, e só então percebi o quanto somos iguais, você sou eu, e quero que também seja meu. Passei a imaginar o que seu tio metendo com você, me imagina no lugar dele, tentava imaginar como foi que aconteceu, queria saber o quanto você gostou. - ele me beijou na nuca e um calafrio percorreu todo o meu corpo, na mesma hora me apertei contra ele automaticamente. - pai... - gemi baixo - Eu sei que você também quer, te conheço agora assim como me conheço - sua mão se soltou do abraço e passou pelo meu abdome. ele me deu uma mordiscada leve na orelha e passou a linguá pela ponta que ficou pra dentro, gemi de novo, e ele desceu a mão ateh meu pau que já estava duro e apertou. não tinha mais volta, ia acontecer mesmo, então me entreguei a ele. Levei sua outra mão até minha boca e mordi seu dedo. ele me virou e me beijou na boca, nossas linguás se acariciaram e seu corpo se juntou ao meu, nossas rolas se esfregaram, e ele pegou em minha bunda com força. mordi seus lábios e passei minhas mãos por todo o seu corpo másculo. desci meus dedos ateh sua bermuda e a coloquei dentro de sua cueca, apertei seu pau e senti que já estava todo melado, apertei de leve a cabeça da sua rola e chupei a sua linguá com gosto e de leve, ele apertou minha cabeça a sua e me deu um colado longo, molhado e quente. coloquei seu pau pra fora e me abaixei beijando seu peitoral, sua barriga, virilha, e passei meu nariz do talo até a cabeça da sua rola, cheirando. chegando na ponta dei um beijo maroto e de leve, ele respirou fundo e me olhou sacanamente. Dei uma lambida na sua rola e chupei, comecei chupando de leve, vagarosamente, ganhando velocidade aos poucos. Ele segura minha cabeça e gemia, comecei a engolir sua rola e a massagear sua bolas, ele gemeu e me deu um tapa na cara. - isso a pra você aber que agora é que isso começou pra gente. - eu sorri, aquilo me deixou piscando de tesão, continuei a chupar sua rola e deixar ela toda babada, beijava e lambia a cabeça dele, cheguei a mordiscar a base de sua rola, e senti sua rola pulsar batendo no meu rosto. Ele me puxou pelo braço e me levou pra banheiro, ligou o chuveiro e tiramos nossas roupas, não precisávamos falar muito sabíamos o que fazer. ele passou sabonete em em todo o meu corpo e eu no dele, nos beijávamos e acariciávamos, nossas rolas em ponto de bala. nos enxaguamos e ele desligou o chuveiro. me colocou de costas e se abaixou, sentir sua linguá acariciar meu cu com carinho e sentia ele morder minha bunda seguido de tapas fortes que me deixava marcas nelas. ele se levantou em encostou-se em mim. beijou meu ombro e esfregou sua rola entre minha pernas. Ele pegou na minha rola e começou a bater de leve pra mim. eu peguei sua rola por trais e levei ateh a entrada, eu estava super exitado, não sentir dor quando ele entrou em mim, ele veio devagar até sua rola entra por completo. ele continuava a beijar minhas costas enquanto ia aumentado a velocidade das estocadas, sua mão apetava minha rola, e eu piscava o cu no seu pau. Minha mão apertava sua coxa com tanto prazer que eu sentia. Ele tirou sua mão da minha rola e me pegou pela cintura, começou a meter com força e eu gemia alto junto com o barulho de suas estocadas. ele me mordia as costas, batia na minha bunda, eu gemia e apertava a rola dele no meu cu. ele se sentou no chao e pediu pra que me sentasse na sua rola de frente pra ele. O fiz, comecei a subir e desce aumentando a velocidade a cada momento, ele gemia com gosto, com uma mão pegou na minha rola e a outra trouxe minha cabeça ate nos beijarmos. gozamos juntos enquanto nos beijávamos. nos deitamos no chão do banheiro e passamos muito tempo nos beijando e se acariciando. Tomamos outro banho, nos secamos e fomos pra cama. estávamos cansados, dormimos de conchinha. Passei a morar na casa do meu pai. Não viramos um casal como vocês podem acabar pensando, ele tinha os rolos dele e eu os meus, Soh não precisávamos mais de DVDs porno. Sempre que queríamos tínhamos um ao outro. E assim ficou sendo nosso relacionamento pervertido e delicioso de pai e filho. Pessoal comentem, não sei se escrevi demaaais, se valeu a pena, espero seus comentários pra continuar melhorando. BJOS meus belos.

Banheiro do campinho de futebol

Esse conto nao e meu, li ele em uma comunidade do orkut.O autor fala que e real, se for, e meu sonho isso um dia acontecer comigo. enfim, vamos la. Se alguem de bh quiser fazer igual comigo, manda um email garoto.otario.bh@gmail.com Teclei com um cara na net, e disse que curtia ser submisso, e ser zuado. Ele perguntou se eu topava ser zuado por um grupinho de uns 5 caras, eu disse que sim. Mas nunca tinha feito isso, mas a vontade de ser zuado era muita que eu fiz essa loucura. Ele marcou comigo no terminal de São Matheus. Eu fui com meu carro, mas lá perto estacionei, e disse que tinha chegado de onibus. O cara moreno, me pegou no terminal e disse que ia me levar pra um campinho de futebol, la perto acho que Av Sapopempa. Chegamos lá, ele ja estava de chuteiras e shorts , me mostrou onde era o banheiro do campinho, na verdade um banheiro sujo, com 1 mijador de aluminio pequeno e 2 portinhas com privadas. Me disse pra ir no banheiro e ficar na ultima portinha, sentado no vazo sanitário e deixar a porta encostada, que ele ia falar com os colegas dele. Eu fui pra lá com o coração na mão. Mas morrendo de tesão tb. A espera foi angustiante. Depois de uma meia hora, achei que o cara só tinha me zuado e me deixado lá. Mas de repente ouvi barulho de gente entrando. Ele chegou com mais 1 amigo e entraram os 2 onde eu estava e fecharam a porta. Ficou bem apertado lá dentro, mas eles já foram tirando os cacetes pra fora e o cara que me levou enfiou o pau na minha boca e disse: vc não curte ser zuado ? ta fudido agora: chupa essa porra. e começou a meter com força na minha boca segurando na minha cabeça. Quando eu engasgava, o outro virava minha cabeça e metia a outra pica na minha boca. Ficaram revezando assim por uns 10 minutos. o moreno metia tudo até o saco bater no meu queixo, e o outro era um negão magro e alto, dava risada e depois virava meu rosto com força e metia tb. Quando o negão disse que ia gozar , o moreno me deu um tapão na cara, caralho, vi tudo arder ... e ouvi, abre a porra dessa boca. O negão enfiou o pau e começou a gozar na minha boca, e logo o moreno começou a gemer e enfiou seu pau na minha boca gozando tb. Fiquei com os 2 paus na boca soltando porra na minha garganta, e eles gemiam alto. Limpa o pau da gente disse o negão: e eu com o coração batendo igual um trem, comecei a lamber o pau dos 2. QUando achei que tinha acabado o moreno avisou : poe o pau na boca ! E riu pro negão, que disse : Eu também to com vontade : os dois meteram a cabeça dos paus na minha boca e começaram a mijar. O negão falava : é pra engolir seu otário, se cair mijo no chão vc vai lamber esse chão sujo. E eles mijavam um pouco e mandavam eu engolir, depois mijavam mais, juntos, as vezes um pouco de cada um. Até esvaziarem o mijo todo na minha boca. Dai os dois riram , sacudiram os paus na minha cara e disseram : não acabou não, fica ai que depois vem os outros. Eu levei um susto. Como assim os outros ? era de verdade o lance dos 5 caras ? pensei, agora me fodi de verdade. Eu já tava quase com enjoo de engolir mijo de 2 caras. O negão puxou uma escarrada e mandou bem na minha cara. Slaft ! Otário ... Se sair daqui sem a gente mandar vai apanhar de todos. Olhei no relógio já era 18:30h tava começando a escurecer. Me deu vontade de mijar e eu levantei pra mijar no mictório de aluminio. Quando eu tava terminando entraram os outros 3. _ olha ai o viadinho ta mijando em pé ! e começaram a rir. Eram mais 2 morenos e outro neguinho, tipo leke, com as pernas peludinhas. E esse foi o pior de todos. Ja chegou metendo um tapão na minha cara. O Leu falou pra gente que tu gosta de ser zuado, é verdade ? - eu disse : um pouco ! na hora sei lá, me deu medo. Ele riu e mandou eu ajoelhar. _ Vai seu porra ajoelha. E disse: e se alguem entrar no banheiro ? _ o neguinho disse : se chegar mais caras, vão mijar na tua boca também, vai ajoelha porra. E os 3 ficaram em volta de mim, e tiraram os paus pra fora do shorts. O neguinho enfiou o dele na minha boca, e o pau dele de repente era o maior dos 3. muleke cacetudo da porra. Enfiava na minha boca com força que quando puxava, parecia que minha garganta ia sair junto. Ele segurava na cabeça e metia rápido e forte, que eu engasgava, saia água dos olhos ... _olha o otario tá chorando no meu pau ! o outro me puxou : vai chorar no meu agora. Enfiou na minha boca metendo forte tb. O neguinho então começou a puxar cuspida e mandava bem na minha cara, nos olhos. Chupa ai viadinho ... curte ser zuado ? então toma : puxava outra escarrada e ploft na minha cara. Depois passava o dedo na minha cara levando a cuspida dele pra minha boca, ou fazendo eu lamber os dedos dele. o terceiro tava batendo punheta olhando os 2 me zuando. Dali a pouco disse : vou gozar ! o neguinho disse goza na cara dele. E o cara veio e soltou uns 5 jatos de porra na minha cara, no olho, e enfiou o pau na minha boca pra terminar. O neguinho tirou a chuteira, meio suja do campinho e começou a passar na minha cara espalhando a porra, depois deu uma risada e disse : Lambe a porra da sola da minha chuteira caralho ! Lambe vai seu otário. E eu comecei a lamber. o outro moreno disse vendo a cena : caralho, viado porco, vou gozar e enfiou o pau na minha garganta pra esporrar. Segurou na minha cabeça, e eu senti os jatos descendo , o gosto de porra encheu minha garganta, eu engasguei , tentei tossir, mas ele segurou na minha cabeça. A porra me fez engasgar e achei que ia sair pelo meu nariz. O neguinho riu muito. Gosta de se fuder ? achou a galera seu trouxa ! Quado o outro acabou de gozar. Eu estava sem ar, tentando respirar, igual quando a gente engasga com comida. Mas o neguinho adorava ser malvado, só senti outro tapa ardendo na minha cara. Nossa ele mandou com toda força : Plaft ! os outros 2 até disseram : nossa, caralho ! Agora o meu ! E ele começou a bater punheta com o pau bem na minha cara ! Cospe nele ai caralho ! E os outros 2 que já tinham gozado começaram a cuspir na minha cara. O neguinho disse vou gozar no seu olho , caralho ! E com uma mão segurou meu olho aberto entre seu polegar e o indicador, e com a outra mão mirou a cabeça do pau bem no olho e de repente : esporrou , muita porra, grossa branca, quente, e meu olho começou a arder, e ele enfiou na minha boca pra terminar de gozar mais uns 2 jatos. Gritou : não engole não, caralho deixa na boca. Quando ele acabou de gozar me mandou abrir a boca pra mostrar a porra. e o meu olho tava doendo e ardendo. Ele disse : Olha a situação do otário, e riu junto com os outros. Vamos limpar ele ! Os 3 começaram a mijar em mim, na cara, na boca, nos olhos, na minha roupa, o neguinho disse : engole meu mijo com minha porra , vai seu puto ! não queria ser zuado ? ta bom assim ? ou quer mais ! encheu minha boca de mijo , segurou no meu queixo e mandou : engole ! Eu engoli. E acabei bebendo mijo dos 3, porque eles sempre miravam na minha boca. Abre a boca, porra ! Quando acabarem de mijar, os 2 primeiros entraram : e ai galera já fuderam ele ? os 3 rirar sacudindo os paus na minha cara. Já sim ! Não deu o cu , porque hoje ele veio só provar ! O neguinho tirou de novo a chuteira e enfiou a sola na frente da minha boca : LAMBE , LIMPA TUDO VAI ! eu fiquei com vergonha e disse : não blz. já ta bom ! Levei outro tapa bem na cara ! plaft ! Lambe porra ! E eu tive de lamber a sola da chuteira dele. o outro negão, que foi o primeiro a me zuar, levantou o pé bem na minha cara e disse : lambe a minha tambem seu puto ... e me fez lamber dos dois pés, revezando na minha boca. Cara gostei desse otário ! Ele podia ser nosso limpador de chuteiras oficial ! Os outros riram e então todos levantavam os pés na minha boca, revezando, e eu tive de lamber as solas das chuteiras deles todos. O cara que me levou até o campinho me disse: Bom valeu ai galera, ele já teve o que merecia. Vam bora ? Eles concordaram. O neguinho magrelo ainda puxou outra escarrada e meteu bem na minha testa, que começou a escorrer ! Se limpar leva porrada, é pra vc ir embora assim ! Falei pro primeiro : Você não vai me deixar no terminal ? Eles riram todos ! e o cara disse : Nem fudendo , viado, vc ta todo mijado, vai sujar meu carro ! e sairam do banheiro, se cumprimentaram tipo Manos ! e sairam. O neguinho olhou pra mim e me disse : daqui 15 dias a gente vai estar aqui de novo. O Léo já passou seu cel pra gente. A gente vai te ligar, e eu quero você sentadinho ai no banheiro igual hoje, as 17 horas ! Se prepara que vou trazer mais 2 primos ! ta fudido otário. E saiu !Quando fui abrir a pia pra pelo menos lavar o rosto. Não tinha água !Fui andando a pé, todo mijado, até chegar onde eu tinha estacionado meu carro. Humilhado, cuspido e mijado. Mas foda-se ! Eu adorei ! Mas não voltei quando passaram os 15 dias ! Amarelei ! Mas hoje me arrependo ! Devia ter ido ! Quem sabe ainda volto !

Eu comi meu amigo lindo...

Para começarmos esse conto gira em torno do meu amigo Nic ( nome fictício) e eu , aconteceu quando eu tinha 14 anos e Nic 16 era o mais velho da sala Nós éramos um grupo de quatro amigos na escola os mais populares da sala e do Colégio sempre fomos bem próximos e brincalhões , dentre nossas principais brincadeiras era fingir ser gay entre nós o que é uma prática extremamente comum entre heteros. Foi quando de um mês para cá Nic começou a fazer muito isso é toda vez que conversávamos ele de alguma forma ate entre nos 4 encostava em mim chamando minha atenção fazendo uma espécie de carícia em meu ombro , é importante salientar que Nic era um garoto extremamente bonito com um físico atlético e uma bunda de dar inveja em muita menina , até ai normal só estranhei um pouco , mas era normal entre nos brincamos disso tanto que eu já tinha passado a mão na bunda dele ( coisa que me deixou com muita tesão apesar de eu não sentir atração sexual por homens ate então ). Foi quando na véspera de provas ele me chamou para ir estudar matemática na casa dele já que eu era o mais inteligente entre nós 4 e ele tinha muitas dificuldades na matéria , porém nossos outros 2 amigos não puderam ir então ficou apenas eu eu e Nic estudando como ele ficava sozinho a tarde nos zoavamos bastante enquanto estudavamos. Foi quando eram umas 15 horas e eu resolvi ir ao banheiro dar um mijao e eu disse a ele: - Vou mijar viadinho E ele respondeu: - Vai logo então Rohroh( ele me chamava de vez em quando assim para me zoar já que minha antiga namorada me chamava dessa forma ) E eu disse: - Vem balançar pra mim E ele disse: - Agora não. Foi quando eu voltei do banheiro e lá estava Nic de bruços com sua calça e cueca enfiada no rego e com sua cueca vermelha um pouco a mostra e como estávamos com a roupa da escola que tinha uma calça bem colada isso tornou a cena ainda mais excitante. Quando eu o vi dessa forma eu disse: - E ai Nic estudando ? E ele virou lambendo os lábios e vendo o volume na minha calça - Eu sim você eu não sei não. Percebi que ele estava encarando o meu volume foi quando eu disse meio trêmulo com medo e excitado pela situação - Ah cala a boca se quiser vem me mamar Ele não disse nada soltando apenas uma risadinha foi quando eu deitei ao lado dele para continuarmos a estudar , ficando também de bruços , foi quando ele começou a descer a mão que estava segurando o livro a passando da minha nuca e descendo até começar a passa-la no meu pau que ficou duro , foi quando eu olhei para ele é ele para mim vendo sua cara de safado , comecei a passar a minha mão em sua bunda e passar delicadamente meu dedo do meio em seu rego. Deixamos o caderno e lápis no chão e ele subiu em cima de mim ficando com sua bunda em cima do meu pau duro enquanto me beijava , aquela cena era muito excitante para mim foi a vez que eu fiquei com mais tesão em toda a minha vida. Ele começou a rebolar em cima de mim e eu sentia meu pau roçando na bunda dele era algo maravilhoso , foi quando ele retirou rapidamente sua camisa mostrando seu tanquinho que me excitava e muito e começou a descer retirando minha calça e minha cueca , colocando meu pau na boca e pagando um boquete maravilhoso enquanto me punhetava e sua cara de safado ajudava a deixar tudo muito mais excitante. Apos ficar me chupando durante uns cinco minutos ele ficou de 4 mordendo os lábios enquanto me olhava e eu podia ver seu cu totalmente virgem e sua bunda que beirava a perfeição , passando um pouco de cuspe no meu pau e na sua bunda comecei a penetra-lo lentamente enquanto ele gemia cada vez mais alto , comecei a fazer o vai e vem e ele começou a gritar: - Isso vai roh roh me fode roh roh Isso tornou aquilo tudo mais excitante segurei com força sua cintura e comecei a dar estocadas cada vez mais fortes e rápidas enquanto enquanto eu dizia em seu ouvido - Minha putinha você e minha putinha Nic geme pro seu cafetao geme. Comecei a segurar ele apenas com uma mão na cintura enquanto a outra puxei levemente seu moicano baixo e ele gritava e gemia. - Sim sou sua putinha roh roh , continua roh roh aaaiiiiii roh roh Continuei no vai e vem durante mais 10 minutos foi quando eu dei uma estocada com toda a minha força e meu saco encostou no dele e eu berrei : - Vou gozar putinha linda E ele respondeu - Isso roh roh me enche de porra roh roh Foi quando eu gozei uma Cachoeira dentro dele e ele só com minha porra quentinha dentro do seu cu gozou sujando todo o lençol da sua cama e então retirei meu pau de sua bunda e ele lambeu todo o gozo que ainda tinha no meu pau. Após isto nos vestimos e de vez enquando eu lhe dava umas dedas e encoxadas e ele passava a mão no meu pau. Eu o fudi muitas outras vezes porém isso é história para outro conto

domingo, 19 de junho de 2016

É leite?

smo? Olá, este é meu primeiro conto, é do tempo que eu era ingenuo e ao mesmo tempo safadinho, e numa dessas ingenuidade acabei descobrindo e provando ... tudo começou la nos tempos de colégio aqui em Chapecó santa catarina, nas brincadeira de moleques sempre saia aquelas conversinhas "bebe leite"... "se não pode bebe leite"... e tal... e eu era muito ingênuo e fui criando uma certa curiosidade sobre o tal leite do pias. Ate um belo fui na casa de um colega de aula pra fazer um trabalho da aula, terminamos e fomos assistir um filme e ele era um pouco mais velho e muito arteiro logo colocou um dvd porno, eu tinha assistindo apenas lances as escondidas dos meus pais, e naquele dia eu podia assistir mais tranquilo pois estávamos sozinhos. Foi então que pude ver a cena de um liquido branco parecido SIM com leite saindo do pênis do cara direto no rosto da mulher que fazia uma cara de estar gostando muito, e parecia ser delicioso pois ela saboreava e dizia quero mais leitinho... fiquei muito assustado e mais curioso por sinal. Na semana seguinte teria prova e fui estudar na casa do meu colega terminamos os estudos e eu já imaginava que ele iria por um filme pra nos assistir como de costume, então me antecipei disse poem "aquele do leitinho"... e ele disse gostou então do leitinho? balancei a cabeça q. sim. foi então que o meu colega vendo a situação que gostei muito de ver aquelas mulheres saboreando leitinho dos caras ele pediu se eu queria leite... naquele momento fiquei calado e em seguida saiu da minha boca um ... ta quero provar! e ele já estava com o pênis durinho... começou a massageá-lo e fazendo movimento pra cima e para baixo, e em uns minutos disse pra mim ... agora abra sua boca que vai sair leite, não acreditei que seria possível assim mas fiz abri a boca e fechei os olhos e logo venho aquele liquido quente meio espeço parecia mais um creme do que um leite, mas era bom diferente, estava então eu com a boca cheia de leitinho. Ele disse engole agora, vc vai gostar... engoli meio estranho mais engoli... ficou um gosto diferente na minha boca mais tinha matado minha curiosidade ao mesmo tempo feliz pro finalmente provar do tal leitinho. Ele disse esse leite todo dia tem mais é pra poucos então ele foi ate o banheiro e se limpou e eu fui pra casa. e aquele gosto, sabor não saia da minha boca, tive que arrumar outra desculpa para provar novamente. Estava ansioso pra ter outro trabalho ou prova para poder experimentar aquele leite novamente. Foi quando a professora anunciou que teríamos prova na semana que vem então eu fui logo marcando para estudarmos juntos, concluímos os estudos e colas e foi ai que eu sai da ingenuidade e solicitei pra ele... tem como vc me dar mais um pouquinha do seu leitinho? e ele bem safado disse que sim... começou a mexer no seu pênis mas desta vez fique olhando ... quando ia sair o leite já estava com a boca bem perto do seu pênis senti dois fortes jatos dentro da minha boca e como a minha boca deixei um pouco parado e depois engoli tudo, mas estava tão perto que percebi que seu pênis estava todo melado então pedi para ele se eu podia limpar... imagine a cara de felicidade dele quase não ose acreditava... Então limpei como se fosse meus dedos sujos de algum tipo de creme delicioso que não só pode desperdiçar... e com essa acabei descobrindo outra brincadeirinha....

Varal de cuecas,as cuecas do marcio...

Eu e Erico transamos algumas vezes, devido ao medo dele dos outros saberem e o apartamento viver sempre cheio ele era bem reservado, as vezes aparecia rapidinho para eu dar uma mamadinha e gozava na minha boca, mas o que eu gostava mesmo era quando ele vinha pra meter. E nessas vezes quando conversavamos euu falava dos amigos dele, que os achava interessantes e que tambem queria dar pra eles, ele ouvia quieto, as vezes ria mas não entrava em detalhes. - voce se importaria? - eu não, não to namorando, rsrs a bunda e sua e voce faz oque quiser, so não me comprometa. - Ja conversei bem com o Marcio, acho ele gostosinho, mas não acho uma brexa. - Ah pode investir, esse ja deixa claro que gosta de cu, não importa qual. - Serio? - Vou armar um esquema pra voces dois, semana que vem vamos ficar so nos dois no ape. vou dar um jeito pode deixar. A semana voou, vi ele, o Marcio duas vezes, e cumprimentava e falava amenidades. Até que um dia a campainha toca. - oi, era ele, de bermuda de tactel, camiseta e bone, ele tem uma tatuagem no braço esquerdo. Cabelos curtos loiro, cara de safado, e o mais novo deles deve ter uns 22 anos. - opa, pois não? vamos entrar? - ah e rapidinho. - entra ai. - Sabe, fico ate com vergonha mas o erico falou que voce tem uns filminhos bons ai e pensei se voce podia emprestar. - Claro, o mesmo esquema de filme que me levou a mamar o Erico, e deixei ele escolher. - fique a vontade, senta ai, toma alguma coisa? aceita uma cervejinha? - não, obrigado, ta de boa. - que isso me acompanha, eu tava tomando uma latinha, me acompnha. Ja dizia isso la dentro da cozinha abrindo a cerveja. - Po, vou querer então. -Que tipo de filme voce quer? - Ah po, uns de sacanagem. - ah sim tenho. - Erico me falou que voce tem uns filmes muito bons mesmo de sacanagem. Poe ai então - RSRS ja tava manjando ele apertar o pau um tempão ja, como o DVD fica na parte baixa do rack so fiquei de quatro arrumando um filme porno bissexual. - Erico disse que eu tinha uns filminhos bons? - sim e disse tambem que voce mama igual um bezerro, voce mama? não falei nada, so sorri e apertei com a mao a jeba dele. parecia ser grande, pus pra fora e admeirei, um cacete bom, reto com a cabecinha rosada, babada ja e alguns pelos loiros na base, acho que uns 17, 18 cm. Abocanhei aquele cacete e enguli ele todo, saboreava como um doce, tinha que caprichar para ele voltar sempre, mamava, engulia e tirava da boca e ele so admirando passando a mao na minha nuca, e falando um monte de besteira. - Mama gostoso vai, engule minha pistola toda, isso ahhhh não era isso que queria? levar umas pistoladas na boca. mamar um cacete. então vai viadinho. tirei da boca e me ajoelhei e olhava com cara de pidão para ele, meu premio estava ali, levantei tirei minha camisa, calça e cueca ficando de quatro para mamar o cacete dele. - levanta fica aqui de quatro. - me apontando o sofa, ele tirou a cmaisa dele ficando nuzinho. Encostei no sofa e empinei minha bunda, depiladinha, ele so admirou, mordenod os labios e caiude boca, confesso que era raro isso acontecer e eu amava quando acontecia. Sentia a barba por fazer dele raspando meu rego, e a lingua entrando em meu cuzinho. eu gemia baixinho me entregando, depois de um bom tempo ele enfiou um dedo e disse: - ja ta pronto, Erico me disse que seu cu e uma delicia, vamos ver. E foi enfiando devagar ate entrar tudo ai ele passou a socar cada vez mais rapido. depois me pegou e me pos no tapete de lado e puxou minha perna de lado e meteu sem do em meu cu. - Cu quentinho, adoro, como eu gosto de cu apertado e quente, delicia..... Ficamos assim um bom tempo ate que ele sentou no sofa e mandou eu sentar em cima daquele pau. Sentei, e passei a rebolar, subir e descer, subia e descia e ele gemia. - quero gozar, quero gozar. - me pediu pra sair de cima mandou eu ficar de quatro e esfregou em meu cu, e gozou muito, sentia aquela porra escorrendo em minhas costas e rego. e ele ainda arfava quando me virei e abocanhei o pau dele ja amolecendo, para lamber o restinho de porra e deixar ele limpinho. - Porra se euu soubesse que a gente tinha uma puta aqui perto, ja tinha vindo antes. Erico e foda, guardou so pra ele, mas agora tambem quero. E foi assim que passei tambem a ficar com o marcio, o da cueca vermelha, ele e muito safado e gostoso, o unico problema e que ele não tem preocupção com os outros, ja aconteceu dele vir aqui de madrugada. logico que não nego. Teve algumas vezes que fui no ape deles ele me levou la. E e chegeui a dar para os dois, marcio e erico de uma vez so.

Loucura dei pro meu cunhado com a família toda em casa

No último conto, narrei como foi a experiência de dar para o garoto crente e virgem, numa tentativa de aplacar a falta que eu sentia do pau do meu cunhado. Continuando... Depois de ser iniciado pelo Felipe, marido da minha irmã, ele acabou arranjando emprego e tudo ficou mais difícil. Eu batia minhas punhetinhas sempre enfiando um dedo no cuzinho, imaginando o Felipe. Tinha até medo que não rolasse mais nada, que tivesse sido só uma aventura pra ele. Mas a sorte sorriu pra mim. Num domingo à noite, Felipe veio a nossa casa com a minha irmã, Soraia. A família estava reunida na cozinha, enquanto as mulheres preparavam o jantar. Só de ver Felipe, meu cuzinho começou a piscar. Ele me tratou normalmente, como se nada tivesse acontecido. Mas houve um momento em que eu cruzei com ele no corredor, e ele, safado de tudo, apertou minha bunda. Minhas pernas amoleceram. Em outro momento ele, disfarçadamente, chegou no meu ouvido e disse: - Quero comer teu cuzinho, sua puta! Eu quase desmaiei de tanto tesão. Minha vontade era abaixar a calça ali mesmo e oferecer meu bumbum carnudo pro meu cunhado. Mas como, se toda a família estava por perto? Que raiva que eu sentia! Mas a sorte ajudou... Durante a conversa das mulheres, minha irmã disse que estava querendo comprar um bicicleta. Foi então que meu pai disse: - O Eduardo tem uma bicicleta que ele comprou faz uns anos e nem usou direito. Tá enferrujando lá no quartinho do fundo. Nossa casa tem um quartinho de bagunças no fundo do quintal, perto da lavanderia. Uma luz acendeu na minha cabeça e eu disse: - Soraia, se você quiser, eu dou a bicicleta pra você. Ela tá meio arrebentada, mas acho que dá pra reformar. - Se der pra consertar, eu quero sim! - disse a minha irmã. Foi então que eu dei a cartada decisiva e perguntei ao meu cunhado: - Quer dar uma olhada nela, Felipe? Ele ainda se fingiu de pouco interessado: - Pô, agora? Tá bom, vai... vamos lá. Fomos pelo corredor até o quartinho. Assim que entramos, Felipe me deu um encoxada selvagem, e eu já senti seu pinto duro. - Que saudade dessa bunda gordinha, moleque! Eu nem respondi. Só virei a cabeça pra trás, com a língua pra fora, pedindo um beijo. Felipe me deu aquele beijo gostoso, molhado. Sua mãos vieram pro baixo da minha camiseta e começaram a apertar meus peitinhos carnudos. Eu rebolava, esfregando o rabo naquela pica dura. De tanto tesão, eu mal conseguia falar. A única coisa que consegui dizer foi: - Meu macho... meu macho... O quartinho tinha uma janela com uma antiga veneziana de madeira. Ele deixou de jeito que ficasse só uma fresta aberta, de modo que podíamos ver se alguém viesse pelo corredor. Felipe tirou o pau pra fora. Que saudade de ver aquela piroca dura! - Cai de boca, vai... dá uma chupadinha. - Eu tenho medo. - Eu to de olho no corredor. Se aparecer alguém a gente para e finge que tá mexendo na bicicleta. Eu me ajoelhei diante daquele pinto lindo. Já saia uma gota de babinha e eu lambi, sentindo aquele sabor salgadinho, delicioso. O saco dele é lindo, e eu dei um trato naquelas bolas antes de cair de boca. Chupei, engoli a vara toda, com vontade. Edu delirava, sem deixar de vigiar o corredor. - Ahhhhh... isso, chupa molequinho safado! Dessa idade e já tá chupando melhor que a tua irmã! Ser comparado à minha irmã me excita. Faz com que eu me sinta puta, amante novinha de um macho da família. Eu chupava com vontade. Já não era tão ingênuo e fazia o máximo para dar prazer ao meu cunhado. Tirei o pau da boca e bati com ele na minha cara. Fiz cara de putinha e perguntei pra ele: - Gosta da minha mamada, gosta? - Adoro, porra... olha como você deixa o meu cacete! Agora empina essa bunda, vai... Ele pegou uma cadeira que estava no quarto, e deixou bem de frente pra janela. Mandou que eu subisse nela, de joelhos, com a bunda virada pra trás, empinada. Ele abaixou minhas calças. Adoro essa sensação de deixar meu bumbum exposto. - Tua bunda é uma delícia, moleque. Fica de olho que eu vou chupar esse rabinho. Tudo era dito baixinho, pra que ninguém escutasse. Mas quando ele meteu a língua no meu cuzinho, o difícil foi segurar, pois minha vontade era gritar de prazer. Tive que abafar meus gemidos. - Hummmmm... ahhhhhhhhh.... gostoso.... chupa... Ele sabe dar um trato num cuzinho. Era tesão demais. Eu sentia a sua língua passando no meu anelzinho, forçando para entrar. Ele só parava para dar mordidas gostosas nas minhas nádegas. Deu um tapa de leve e disse: - Quem é o dono desse bundão, hein? - É você... - Só eu, e mais ninguém? - Só... pode fazer o que quiser com ele. Claro que eu não contei que tinha dado pro moleque evangélico. Preferia que ele pensasse que só ele já tinha me comido meu cu, afinal, ele era o meu macho oficial. Felipe deu uma cuspida no meu rabo. Depois outra. Eu senti que ele ia me comer, e na falta de outro lubrificante ia ser com cuspe mesmo. Era tudo muito arriscado, mas o tesão falava mais alto. Eu tinha medo de que fossemos descobertos, mas a vontade de sentir aquele cacete era maior. - Não grita... aguenta firme que eu vou meter a pica. Ali, de quatro na cadeira, bumbum empinado, eu estava entregue aos desejos do meu cunhado. Ele deu uma cuspida na cabeça do seu pau. Encostou no meu cuzinho e iniciou a penetração. Eu tinha que abafar o grito. Apesar de não ser mais virgem, minha rosquinha juvenil ainda é apertadinha. Mas a cabeça passou, e depois que a cabeça passa, o resto é só prazer! Senti a pica me preenchendo. Aquela sensação gostosa que eu conheci a pouco tempo e que já era fundamental para minha vida. Sentir um pau dentro do rabo é gostoso demais! Quando o pinto chegou no fundo do meu cuzinho, Felipe disse, baixinho: - Cuzinho bem gostoso... bem quentinho.... delícia de rabo, caralho! Foi quando ele começou a bombar. Meteu gostoso, e eu sufocando a vontade de gemer. Saber que minha família estava a poucos metros de distância me dava medo, mas também excitação extrema. Quase desmaiando de prazer tive forças pra perguntar: - Sou mais gostoso que a minha irmã? - Muito mais...toma pica,toma... Eu já sabia como ele ficava quando o gozo se aproximava. As bombadas ficavam mais intensas, a sua respiração ficava acelerada. Ele disse: - Quer porra no cu, moleque? - Aiiiii... hummmmmm... quero. Goza dentro, goza! Ele deu uma sequência de metidas violentas. Enterrou a tora até as bolas quase entrarem. Sem poder gritar, ele deu apenas um gemido sufocado. - Uhhhhhhhhhhh.... Senti aquele líquido quente, maravilhoso me invadindo. A cada foda com meu cunhado eu me sentia mais fêmea, mais putinha. Ele tirou o pau com cuidado, pra porra não escorrer. Nós levantamos nossas calças e nos atracamos num beijo gostoso. Felipe disse: - Tava com saudade de te foder. Agora que eu to trabalhando a gente vai ter que dar um jeito de achar umas brechas pra eu comer teu cu. Voltamos para casa, eu lutando para não deixar que ninguém percebesse nada. Assim que entramos minha irmã perguntou: - E a bicicleta, dá pra aproveitar? - Dá sim - respondeu Felipe. - Só precisa lubrificar bem. Tem uma rosca da roda que tá meio frouxa, mas dá pra consertar. Esses dias eu venho aqui a noite pra consertar. Eu ouvia aquela conversa, e ainda sentia o leite quente do meu macho dentro do cu. Pouco depois fui ao banheiro e tive que bater um punhetinha pra gozar, de tanto tesão que eu sentia Como é safado esse meu cunhado! Adoro ser a putinha dele!

Cu de bebado nao tem dono

Olá amigos ... Faz um bom tempo que eu não escrevo aqui ... Nesses tempos aconteceram algumas aventuras , porém não tenho tempo para relatar todas kkkk . Minha descrição está nos contos anteriores , o que vou relatar aconteceu a quase um mês atrás ... Fui para uma viagem da faculdade , e nessa viagem conheci algumas pessoas muito legais e que construí uma amizade bacana ... Entre essas pessoas que conheci , tem a Raquel , que é lésbica .... Uma quarta feira , Raquel me chama pra ir pra Bubu , como eu não conhecia a balada resolvi ir .... Encontramos com alguns amigos dela que eu acabei conhecendo os amigos de Raquel e fizemos um "esquenta" antes de entrar . Depois de algumas horas na balada, conheci um rapaz que eu não me lembro o nome , e esse rapaz depois de conversar por alguns minutos acabamos ficando , logo em seguida ele me ofereceu uma bebida , na inocência aceitei a maldita bebida que seria a responsável por acabar com a minha noite ... Lembro me que bebi e comecei a sentir muita tontura e meus amigos estavam um pouco distante e eu não conseguia avista-los ... Por um flex de memória lembro que eu estava no fumódromo morrendo de frio , meus amigos me dando água , limão , mais água ... Acho que eu bebi um oceano de água doce aquele dia de tanta água que eu bebi aquela noite ... Após me recuperar um pouco , meus amigos decidiram ir embora , Renato um rapaz que estava com nós , nós convidou para irmos para o apto dele , como eu ainda não estava 100% Rafael insistiu para eu ir para o apto do Renato ... A princípio eu não sabia o porque de eu estar indo ... Lembro me que foi eu , Rafael , e o Henrique , para o apartamento de Renato , Raquel iria conosco porém no meio do caminho decidiu ir pra casa dela ... Como eu já estava distante da minha casa , decidir ir com os meninos .... Chegando lá eles começaram a beber e eu fui tomar café da manhã ... Pão com presunto e queijo , e Fanta uva pra passar a ressaca .... Henrique e Renato foram para o quarto , eu e Renan fomos dormir no sofá ... Esqueci de citar o detalhe que eu e Renan já havíamos conversado pelo Whats e que na balada nos beijamos ... Fomos deitar e acabamos na pegação .... Arrancamos a roupa , e comecei a mamar ele , mamei com maestria pra deixar ele com mais tesao , quando eu menos esperava ele já estava com a camisinha colocada , e lubrificada com gel , foi então que fui por cima dele , deixando ele louco , transamos em várias posições possíveis , terminamos no banheiro , embaixo do chuveiro... No final , descobri o porque Raquel não quis ir para o apartamento do Renato e pq Renan insistiu tanto para Q eu fosse com eles .... Precisei dar uma resumida para não ficar tão longo .... Logo menos eu irei relatar sobre uma pegação Q eu fiz em uma construção... Beijos a todos e espero Q gostem .... Deixe seu voto se gostou ????????

Borracheiro casado e roludo me deu leite quente..

me deu leite quente. Vou contar on que aconteceu semana passada quando estava indo de Maceió a Recife. Estava dirigindo sozinho para Recife no meio do caminho pertondas 8:00 da manhã tive de parar em uma borrachária numa pequena cidade para verificar o pneu do carro que tava muito baixo. Assim que desci do carro, vi logo Esse moreno musculoso sentado em uma cadeira . Ele estaba sem camisa e usava uma bermuda tipo surfista bem apertada que dava para ver o volume enorme entre as pernas dele. Ele tinha 1,78, uns 75 kgs cabelos negros e corpo todo liso e moreno e uma bunda linda e durinha que marcava a bermuda também. Fiquei louco por ele e pensei em tentar algo assim que tivesse uma chance com aquele macho gostoso. Expliquei sobre o pneu que estava baixo, ele foi bem simpatiço e disse que iria dar uma olha no pneu e logo em seguida pegou uma lata de cerveja que estava na mesa ao lado e disse : - espero que não se importe , mais acordei hoje com uma recassaca da peste do aniversário de 1 ano de minha filha... Eu disse a ele que não tinha problema , ele retirou o pneu do carro e eu só olhado e babando de ver aquele corpo delicioso.... Quando ele tava terminando de colocar o pneu de volta no carro , passou uma mulher com o short bem curto e ele ficou olhando e disse :Eita que morena do rabo gostoso ..... e em seguida ficou rindo e disse que tava na 'seca' pois a mulher só tava dando a ele uma vez por semana. Então parti para a investida... e comentei : oxe, e ainda mais aqui nessa cidade tão pequena que não tem nada para se fazer a não ser comer , dormir e foder. Né verdade ? Ele: todos me conhecem aqui e ficá complicado de pular a cerca. Eu: essa morena tem cara de quem gosta de dar a bunda Ele: cara, para com isso, já tô aqui doidão.... adoro um cuzinho bem apertado. Em seguida pegou no pau , deu um sorriso bem safado e olhou bem nos meus olhos. Na hora meu pau começou a ficar duro E pensei : é agora ou nunca ! Eu: o melhor para vc é comer um cú de outra cidade assim ninguém sabe Rsrsrsrs Ele: pois é bicho ,só falta aparecer um bem gostoso Eu: bem, se precisar de ajuda , tô aqui. E pisquei o olho para ele. Ele: ah,já tinha sacado vc olhando para a minha rola seu safado. Tá querendo provar é? Eu: sim. Só se for agora pois tenho de pegar a estrada. Ele: no final da borracharia tem uma porta,vai até lá que já te encontro. A porta dava para uma sala com um sofá velho. Ele entrou na pequena sala, trancou a porta, sentou no soda com as pernas abetrás , tirou a rola para fora e disse : chupa sou puto! Engole ele toda ! Cai de boca naquela jeba linda de 21cm, cheia de veias bem grossas. Mamaba como um bezerro faminto enquanto o ele gemia : ahhhh ! Chupá, engole ! E tomava um gole de cerveja ....Deixa esse pau duro que vou meter nesse teu cu ..... Engoli aquela jeba até o talo e ele bombada na minha boca até eu engasgar e não poder engolir mais ..... ele dava uns tapinhas no meu rosto e dizia : isso putinha, toma conta do teu macho. Depois ele derramou um pouco de cerveja na cabeça do pau e mandou eu chupar mais. Fui chupano até as bolas e em seguida levantei as pernas dele meti a língua naquele cu, ele deu um gemido e disse: Ele: caralho , niguem nunca chupou meu cú ....que delicia ! Pedi para ele ficar de 4 no sofá e meti a língua naquele cú. ... o cara gemia de tanto tesão em seguida se virou ,me puxou e me tacoisas uma Beijo de tirar o fôlego..... (continua)

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Garoto crente descobriu o sexo com o meu bumbum

Depois das fodas que eu relatei nos últimos contos, eu já me sentia a amante ninfeta do meu cunhado. Mas aconteceu um fato que mudou tudo. Dois dias depois da foda que contei no último conto, Felipe arranjou um emprego. Com isso, tudo ficava mais difícil, pois o pouco tempo que ele passava em casa, estava com a minha irmã. Depois de uma semana, ele me mandou uma mensagem no celular: "Saudades de comer esse cuzinho" Nem preciso dizer que meu rabinho começou a vibrar de tesão. Mas não havia oportunidade. Soraia, minha irmã, não desgrudava dele em casa. Eu já estava meio viciado em sacanagem. Tanto que tomei uma decisão radical: Precisava de um novo pinto pra comer meu bumbum. Mas quem? Eu não tinha as manhas, não sabia onde achar um parceiro, e, acima de tudo, morria de medo que alguém descobrisse. Tinha que ser alguém que não abrisse a boca, pois seria um inferno se meus pais descobrissem. Depois de muito pensar, encontrei um alvo: Lucas. Lucas era um garoto da minha idade, que morava na minha rua. A família dele era evangélica, super radical, não podiam fazer nada. Mas algumas vezes Lucas vinha jogar video game na minha casa, escondido. Se ele fazia isso escondido, talvez topasse fazer outras coisas. Fui até a casa dele e o chamei. Ele veio, e começamos a jogar. Eu não sabia por onde começar, como dar a entrada. Eu deixei ele jogando e perguntei: - Lucas, você vê filme pornô - Claro que não. - Por quê? - É pecado. Na nossa igreja não pode fazer essas coisas. - Mas você bate punheta? Ele não respondeu, ficou sério. Insisti: - Na nossa idade, todo mundo faz isso. Ele ficou em silêncio, mas acabou respondendo: - Tem vezes que eu bato. Mas é errado. Quando isso acontece eu peço perdão a Deus. Ele continuou jogando. Então eu dei um passo adiante. Peguei meu notebook e coloquei um video de sexo. Sentei ao lado dele, que deu uma olhada de rabo de olho, mas não falou nada. Provoquei: - Dá uma olhada, Lucas. Olha como ele enfia o pinto no cu da mulher! Ele deu mais uma olhada, envergonhado, e disse: - Você é foda, Edu. Vai acabar indo pro inferno. - Vou nada... As olhadas dele ficaram mais frequentes. Deu pra perceber um volume se formando debaixo da sua calça. Dei o golpe decisivo: - Lucas, vamos bater uma punheta? - Você é louco, cara? - Qual o problema? Eu não conto pra ninguém. É segredo nosso. Abaixei minhas calças. Meu pintinho estava duro e eu comecei a me masturbar de leve. - Vai, Lucas... você já tá de pau duro. Bate também. Ele não sabia se olhava pro filme que rolava no notebook ou se olhava pro meu pinto. - Edu, se a gente fizer isso, você promete que não conta pra ninguém? - Prometo... fica tranquilo. Então ele tirou o pinto pra fora. Era menor que o pinto do meu cunhado, mas com o tesão que eu estava, minha vontade era cair de boca ali mesmo. Ele começou a se masturbar lentamente. Foi então que eu me ajoelhei na frente dele, que reagiu assustado: - O que é que você vai fazer. - Relaxa, Lucas. Eu vou fazer só uma brincadeira. Se você não gostar, eu paro. Enfiei a boca no pinto do garoto, de uma vez só, pra não dar tempo dele reagir. Ele deu um gemido alto, meio de desespero e disse: - Para com isso, Edu... isso é pecado! Isso é pecado contra as leis de Deus! O que mais excitava era levar o garoto pro "mau caminho". Mamei caprichado, com gosto, mas devagar, pra que ele não gozasse rápido. Entre a religião e o prazer, ele gemia. - Aiiiii... aiiiiii.... melhor parar... a gente não devia fazer isso.... ahhhhhhhhhh... Como eu queria mais que uma chupeta, tirei seu pinto da boca e disse: - Lucas, eu vou te ensinar uma brincadeira bem gostosa. Mas tem que ser no banheiro. Vem comigo. - Mas e se alguém ficar sabendo? - Não vai! É segredo nosso. Eu praticamente tive que o arrastar pro banheiro. Ele estava com medo, mas excitado, pois seu pinto estava duro como ferro. Fiz com que ele tirasse toda a roupa. Tirei a minha, tomando o cuidado pra virar minha bunda carnuda pra ele. - Vamos entrar no chuveiro - disse eu. - O que é que você vai fazer? - Confia em mim. Abri a água e começamos a nos banhar. - Passa a mão no meu bumbum, Lucas. Olha como minha bunda é gostosa. Ele começou a apertar minha bunda, meio desajeitado. Tudo era novo pra ele. Então eu abri minha bunda com as mãos e pedi: - Esfrega teu pinto no meu rêgo. - Não... isso é pecado. - Não é não... é só brincadeirinha de amigos. Todo mundo faz isso. Só esfrega, vai... Ele começou a passar o pinto na entradinha. O prazer era indescritível. Sentir o calor daquele pinto virgem no meu cuzinho. Deixei o pinto dele encaixado e comecei a rebolar de leve. - Seu pinto é tão gostoso, Lucas... esfrega mais, vai... Ele não respondia. Sua respiração estava acelerada. Ele sentia medo, mas também gostava, pois seu pinto era uma verdadeira estaca de tão duro. Só faltava uma coisa. - Lucas, eu vou te ensinar uma coisa bem gostosa... Peguei um frasco de condicionador que estava no box. Lambuzei bem o meu cuzinho. Dei uma chupada gostosa no seu pinto antes de lambuzá-lo com o mesmo condicionador. Era o lubrificante que eu tinha à mão, então ia ser no improviso. - Encosta teu pinto bem no meu buraquinho... depois empurra. - Não... isso é errado. A gente já foi longe demais! - Só um pouquinho... é só brincadeirinha... Ele cedeu. Encostou e começou a empurrar, muito de leve. - Empurra, Lucas... empurra pra dentro do meu buraquinho... Com a experiência adquirida nas fodas com meu cunhado, deixei meu cuzinho bem solto. Senti a cabeça do pau entrando. - Vai... empurra mais... até o fim! Aquele pinto entrou todinho no meu rabo. Minha vontade era gritar de tesão. Poucas semanas atrás eu era o garoto virgem, e agora eu já estava ensinando, tirando a virgindade de Lucas. Eu me senti puta, vadia, e adorei aquilo. Ele era tão desajeitado que eu tive que pegar as suas mãos e colocá-las no meu quadril. - Agora vai metendo, pra dentro e pra fora.... assim, mete...mete na minha bunda. Ele foi metendo. Gemia, um gemido de tesão mas também de culpa. A única coisa que ele disse foi: - Ai meu Deus.... Eu não acredito no que to fazendo... Disse isso, mas não parou de meter. Eu empurrava meu bumbum pra trás, pra alojar aquele pinto até o último centímetro dentro da minha carne. De bunda empinada, mãos apoiadas na parede do box, eu me sentia a verdadeira fêmea. Ele acelerou as bombadas, e eu senti que ia gozar. Ele disse: - Aiiii.... hummmm... é melhor parar... senão eu vou gozar! - Não para! Não para! Mete mais... pode gozar dentro... goza! - Ahhhhhhhh.... ahhhhhhh eu vou... eu vou.... ahhhhhhhhhh... Ele empurrou até o fim, e eu senti sua porra me invadindo. Porra de leke virgem, crente, que descobriu o prazer de meter. - Não tira o pinto de dentro que eu vou gozar também! - ordenei. Acelerei minha punheta e gozei gostoso, soltando vários jatos de porra nos azulejos. Assim que eu gozei, ele tirou o pinto do meu cu. Minha vontade era beijá-lo na boca, mas eu sabia que aquilo seria demais pra ele. Ele lavou seu pinto, que estava todo lambuzado e saiu correndo do box. - Onde você vai? - Vou embora! O que a gente fez foi pecado! Tentei impedi-lo, mas não teve jeito. Foi questão de segundos e ele fugiu de casa, assustado. Depois disso, ele passou a me evitar. Quando ele me via na rua, entrava em casa. Eu não liguei. Sabia que ele devia bater umas punhetinhas pensando em mim, do mesmo jeito que eu bati pensando no que tinha feito com ele. O crente bobinho já não era mais tão bobinho

Na igreja descobrir a minha verdadeira vocação dar o cu...

Sempre fui um pouco afeminado, principalmente pela minha delicadeza, pra tentar me esconder comecei a frequentar uma igreja evangélica. Lá começaram um projeto de visitação aos presídios, fui convidado a participar. Íamos aos domingos, duas vezes por mês. Seis meses depois um membro da igreja me disse que estavam fazendo um trabalho paralelo e visitando uns presos durante a semana. Disseram que tinham alguns presos que precisavam de uma atenção especial e que eu tinha o perfil desejado por eles. Me senti lisonjeado. Pediram segredo pra ninguém ficar com inveja, afinal era um projeto recente. Em uma terça-feira pegamos um ônibus, quando chegamos no presídio, fomos revistados como de costume, um dos carcereiros olhou pra um dos membros que pelo jeito eles tinham arrebanhado mais um, ele riu e confirmou que sim. Esse tem cara de que gosta. Risos. Fomos até uma sala, haviam colchoes pelo chão e umas cortinas improvisadas, achei estranho. Logo em seguida entram três presos, fui apresentado a todos, mal encarados, sem camisas, barba por fazer. Fizemos duplas, meus companheiros disseram que iam orar com seus parceiros, fiquei com um mulato magro, de um metro e sessenta, meus companheiros disseram que eu podia orar bem alto que ninguém ia se importar. Fomos pra traz de umas cortinas, quando eu perguntei seu nome ele mandou eu chamá-lo de seu macho, o quê? Ele baixou o calção e pulou uma rola de 23 cm, eu dei um gritinho, ele falou que se eu conseguisse poderia de chama-lo de macho, eu disse que não, quando percebi escutei meus amigos gemendo , entendi o que acontecia, meu macho disse que eu só sairia dali depois dele gozar no meu cu. Levei alguns tapas, chorei, recebi uma rola na boca, depois dentro do cu, dei feito uma putinha, gemi, gemi, fui esporrado, chupei o pau do meu macho dei de frango, gozou na minha boca, engoli, ele saiu, tentei me vestir, dei de quatro novamente. Quando saímos meu macho disse pra eu voltar na próxima terça que seu saco já estaria cheio de porra pra eu beber, Meus amigos riram. Eles perguntaram se gostei, disse que sim apesar de sentir meu cu em brasa, eles disseram que eu tinha o perfil certo, que se fosse bem passivinha ele se tornaria meu grande macho. Fomos até a igreja , chagando lá o pastor perguntou como havia sido, eles me assustaram, dizendo ao pastor que o cliente havia adorado meter seus 23cm no meu cu. Ele disse que ficava muito feliz e nos levou pra um quarto nos fundos, onde tirou a roupa e nos mostrou sua pombona que revezou em nossos cus. Comeu nós três. No final disse que era pra ficarmos depois do culto, pois iríamos fazer uma oração só de varões. Quando terminou fomos novamente para o quartinho, no total haviam 15 homens lá fui enrabado por pelo menos 5 deles e chupei todos a mando do pastor. Virei a esposinha do meu macho e dei pra ele durante 5 anos, quando ele saiu se converteu e foi direto morar comigo, onde passou a me currar diariamente, inclusive com o pastor, acolhemos em casa um obreiro de 65 anos, que havia perdido a esposa mas não encontrava uma mulher para saciá-lo, disse ao pastor que estava até com vontade comer homens de tanto tesao que sentia. O pastor o aconselhou a seguir seu tesao, ele se assustou com aquilo, e o pastor informou que se ninguém soubesse não haveria mal, depois de duas semanas voltou ao pastor dizendo não tendo encontrado nem mulher nem homem pra se aliviar. Nisso entramos meu macho e eu, o pastor teve uma ideia e mandou que acolhêssemos o obreiro como um dos nossos, virou pra o meu macho e disse pra ele que quando chegássemos em casa era pra me botar em cima da cama de quatro, abrir meu cu e chamar o obreiro pra me currar. Disse também que aquele obreiro iria compor nosso relacionamento. Somo fieis obedientes, fui muito bem currado, 19 cm de rola dura e torta pra esquerda, um saco grande e pentelhudo. Passei a ser presenteado com muita pombada, meu macho deixou os pentelhos crescerem também, e começamos a viver com a aposentadoria do nosso obreiro. Não tenho uma prega se quer no meu cu. O pastor ainda me come na frente de meus dois machos. Há uma semana, depois de muito laceado, fiz minha primeira DP. Chorei, apesar de não ter nenhuma prega, desde da semana passada tenho os dois paus no meu cu, e o pastor já disse que que fazer também. Estou indo agora, meu macho está de pau duro e o obreiro sacudo está socando na minha boca enquanto tendo digitar essas palavras... Acabei de deixar meus varões na cama, consigo meter três dedos no meu cu sem resistência nenhuma. Vamos nos preparar para o culto. Acho que vamos trazer o pastor pra cá hoje. Será que os três vão querer meter ao mesmo tempo? Descobri minha vocação, dar o cu, dar o cu...

domingo, 12 de junho de 2016

Meu cunhado gilson

Estava para ter uma crise de fraqueza devido a tantas punhetas batidas na intenção de minha irmã Maria vendo as fodas dela com o Pastor roludo. As vezes ficava imaginando se ela era bipolar ou era realmente aquela puta safada das imagens, uma mulher que em casa era toda seria sisuda mandona, uma mãe exemplar, rígida com as filhas uma esposa tolerante cumpridora das obrigações do casamento, mas quando estava na igreja com seu Pastor dizendo que iria ter curso Bíblico se tornava uma verdadeira vagabunda, cachorra mesmo, boca porca uma puta profissional submissa. Não sabia mais o que fazer se entregava a meu cunhado as imagens e fodia com o casamento deles ou dizia a minha irmã que sabia e me queimava com ela. Na sexta-feira ao chegar do trabalho resolvi beber algumas pra relaxar e quem sabe encontrar alguma das amiguinhas de meu cunhado a fim de dá uma foda pra aliviar o stress, passei na oficina de meu cunhado e avisei que estaria no barzinho de sempre quando ele terminasse o serviço passasse lá. Fiquei bebendo minha cerveja e pensando em alguma solução, no que meu cunhado chegou, sentou ao meu lado pegou um copo e confidenciou que tava numa braba em casa, que minha irmã tava fazendo jogo duro já havia 15 dias que não queria saber de trepar, cada dia uma desculpa dor de cabeça, cansaço,que ele estava bêbado virava pro lado e dormia. Ele me disse que estava com os culhões cheio de gala que dava pra encher uma garrafa, rindo, me disse: vamos procurar umas gurias pra gente desabafar, preciso urgente de uma puta, falou. Saimos depois de tomar umas 6 cervejas e fomos a um inferninho de piranhas que tinha perto dali. Só que tava lotado de peões folga de pagamento as putas todas ocupadas. Resolvemos beber perto de casa e seguimos pra lá, no bar quase vizinho a sua casa paramos e pedimos duas doses, quando pedimos uma cerveja, passa minha irmã Maria e suas filhas para irem à igreja e nos viram, foi a gota que faltava, ela nos chamou à frente do bar deu um corretivo em mim e esculachou meu cunhado de irresponsável a vagabundo não faltou adjetivo, disse que nos dois éramos desocupados pecadores que iríamos arder no inferno essas coisas e se foi pra igreja, não antes de dizer a meu cunhado pra ele dormir no sofá que ela não iria dormir com bêbado nenhum. Rapaz logo quem dando lição de moral, uma puta safada corneira de marca maior cheia de razão, fiquei numa raiva que me deu vontade de entregar ali mesmo a verdade mas me contive, resultado já tava fudido mesmo enchemos a cara de cachaça remoendo a raiva. Fomos pra casa lá pras 2 horas da manhã os dois trocando as pernas, ao chegar em casa fomos direto pro banheiro urinar dividindo o vaso sanitário quase enrolando as picas foi que percebi o tamanho do pau de meu cunhado devia ter uns 25 cm vermelha com uma cabeça pontiaguda cheia de veias bateu um tesão estranho vendo aquela pica linda, ele foi tirando a roupa quase caindo na tentativa de tomar banho, procurei ajuda-lo tirando suas calças e cueca ficando com o rosto quase em sua rola ajoelhado no que ele disse: rapaz no atraso que tô vc corre perigo de pagar um boquete pra mim e sorriu. Levei na brincadeira segurei em seu pau e falei: paga quanto? rindo também. Levantei e levei ele até o box abrindo o chuveiro ele mal se aguentava em pé resolvi tomar banho junto com ele pra não cair nos banhamos ensaboei ele principalmente o pau discretamente, saimos e fui pro meu quarto me vestir pra dormir, ele foi ao quarto dele pegou uma cueca e algum cobertor e voltou pra sala a fim de dormir no sofá, sentou-se e ficou resmungando, voltei a sala ele estava nu com a cueca na mão, disse a ele cara vem pra cá dorme aqui no quarto dá pra nós dois, levantei ele e levei até a cama ele desabou já praticamente dormindo, coloquei as pernas dele pra cima da cama e tentei colocar a cueca em vão o bicho tava morto de bêbado já roncando. Bateu uma vontade de chupar aquele pau lindo, pensei vou arriscar se ele acordar paro fui alisando e punhetando sua pica que logo reagiu ficando dura, masturbei ele apertando seus culhões e ele roncando, fui abaixando aos poucos a cabeça em direção a seu pau lambi a cabeça da rola e fui beijando toda extensão até chegar aos culhões que abocanhei engolindo com gosto ele suspirou, parei continuei punhentando ele relaxou voltei a chupar agora toda a pica com vontade enfiava até sentir na garganta retirava chupava só a cabeça ele já arfava sentindo algum prazer a pica derramava um liquido fininho gostoso que eu sugava com gosto aumentei as chupadas com gosto punhetando e chupando por uns 10 ou 15 minutos aproveitando ao máximo chupei seus culhões enfiando a língua em seu cuzinho e voltei a seu pau que engoli completamente recebendo uma jorrada de gala na garganta quase que me afogo engasgando porém engoli todo seu caldo e ele gozando muito tomei todo seu leite deixando seu pau todo limpinho. Levantei e fui em direção ao banheiro a fim de bater uma punheta quando me deparei com minha irmã Maria na sala de braços cruzados me olhando com ar de reprovação. Gelei na hora, ela falou: vc acha isso certo? o que foi isso? já vinha acontecendo debaixo dos meus olhos? Porém antes que ela começasse o sermão falei: Foi a primeira vez e ele não tem culpa nenhuma o cara tá bêbado, não tá vendo? Ela tentou argumentar que era falta de vergonha, que não iria permitir tamanha sem vergonhice em sua casa com as filhas lá dentro. Argumentei que ela não era a pessoa mais qualificada para julgar ninguém e falei que sabia do seu caso com o Pastor e se ela não queria que acontecesse nada deveria primeiro dar assistência a seu marido pelo menos pra ele não descobrir nada. Ela levou um susto da porra colocando as mãos ao coração, sentou-se no sofá envergonhada se é que puta tem vergonha. Aproveitei que estava em vantagem e disse a ela que nada diria a seu marido e que não era viado apenas aliviei um bêbado e ela iria me aliviar, colocando meu pau em sua cara disse: chupa sua puta, eu ia bater uma punheta mas já que vc está disponível chupa! Ela retrucou; não pode sou sua irmã é pecado. Respondi. pecado uma porra, vc chupar a pica do pastor dentro da igreja não é pecado, chupar de seu irmão vai ser? chupa vagabunda me alivia já segurando sua cabeça e puxando ao encontro da pica, ela meio a contra gosto abocanhou minha rola que é relativamente pequena 19 cm e chupou com maestria engolia com prazer chupou punhetou, engoliu, lambeu,sugou meus culhões até me fazer gozar e muito engolindo toda gala deixando minha pica limpinha.Choramingou dizendo e agora o que será de nós? Você vai me chantagear até quando? Disse: não vou fazer nada, vc viva sua vida do jeito que quiser, mas assim como eu descobrir alguém irá descobrir também, fique esperta e de vez em quando me dê um pouquinho do que dá ao pastor e estamos quites. Ela falou tudo bem mas que fique entre nós, já que começamos vamos terminar levantando me puxou pelo braço me levando ao seu quarto, trancou a porta e disse então come meu cu bem gostoso que sou louca pra gozar pelo cu mas o pau do pastor é muito grande e grosso só faz maltratar, vem me fode gostoso meu irmão, empinando seu rabo enorme e lindo sobre a cama, partir com vontade meti em sua buceta pra dá uma lubrificada estoquei uns 10 minutos ela mexendo como uma vagabunda e pedindo pra meter em seu cu, meti com prazer naquela bunda até gozar de novo agora dentro daquele cu gostoso, caindo de lado agarrado a anca de minha irmã, adormecendo ali mesmo só acordando 8 da manhã. Minha irmã estava na cozinha, como sempre seria, minhas sobrinhas se arrumando pra irem ao colégio e meu cunhado tomando café com um sorriso estranho de canto de boca, me olhando com um jeito diferente. Será que ele não estava tão bêbado assim e sabia de tudo?

Meu primo casado me enrabou

Olá meu nome é Fabiano, moro na cidade de Fortaleza e esse é mais um conto real. Sou moreno, corpo em forma, pau de 20cm e uma bunda gulosa com poucos pelos. Algum tempo atrás meu primo Joaquim veio fazer um curso aqui no Ceará e pediu pra ficar hospedado no meu apto, economizando assim nas diárias pagas pela empresa. Ele sempre foi muito bonito: moreno claro, 1,80m, uns 75kg, corpo atlético, liso, 27 anos, casado. Ele chegou no domingo à noite, pois o curso seria durante a semana seguinte. Busquei-o no aeroporto e fomos direto pra casa. Sempre fomos próximos e logo começamos a conversar . Falou dos parentes, da mulher grávida, do trabalho etc. Chegamos em casa e mostrei o apto e o quarto dele, avisei que saía logo cedo e só voltava a noite do trabalho e como ele faria pra chegar ao local do treinamento. Acordei pra fazer café e como sempre fui de cueca até a cozinha com o pau meia bomba. Quando cheguei, ele já procurava o pó pra colocar na cafeteira. - Bom dia Fabinho. Ele olhou pro meu pau e disfarçou - Bom dia primo. Acordou cedo einh? - Não quero chegar atrasado no primeiro dia. Vim fazer um café antes de sair. - Deixa te ajudar. Coloquei o café na cafeteira, abri a geladeira e peguei pão, presunto e queijo e falei que poderia fazer sanduiches pra ele. Ele parecia meio incomodado por eu estar tão a vontade (risos). Passamos a semana na mesma putaria, eu chegando só de cuecas e ele esperando pra me ver e voltávamos a nos falar a noite. Na sexta-feira saímos pra beber juntos já que ele viajaria no sábado ao meio dia. Bebemos bastante e depois de conversarmos sobre muita coisa, começamos a falar de sexo: - Pow Fabinho, não aguento mais de tesão, faz um tempo que não transo por causa da gravidez da mulher, tá foda. - O que não falta é mulher cara. - Falta coragem. Como tu te vira? - Cara eu sou bi, então o que vier eu traço. - Caralho, sério? Mas tu só come né? - Rapaz tenho frescura não, quero é festa. - quem diria einh Fabinho, quem te vê jamais imagina que tu dá o cu. - E precisa de logotipo na testa porra? - Ahahah verdade. Ficamos conversando e bebendo mais um pouco quando resolvemos ir pra casa. No caminho ele dormiu. Quando chegamos em casa ele disse que não conseguia andar sozinho e o ajudei a chegar até o quarto dele. De vez em quando sentia que ele meio que se esfregava em mim, mas por achar que estava realmente bêbado, nem dei confiança. Quando cheguei no quarto, ajudei-o a sentar na cama e quando já ia saindo ele falou: - Peraí Fabinho, pega isso aqui. - O que? Cheguei perto ele esticou o braço, pegou minha mão e colocou no pau dele. - Me ajuda com isso Fabinho, tô cheio de tesão. - Para com isso cara, vai dormir... - Só uma chupeta Fabinho. Já foi me puxando e abrindo a calça, deixando a mostra o pau de uns 17cm com um cabeção parecendo um cogumelo. Me pegou mais forte pelo braço e quando ajoelhei puxou meu cabelo e encostou minha cara no pau dele. Cheirava a suor. Comecei a lamber o cabeção até botar tudo na boca e logo engolia o pau até a base arrancando gemidos de prazer dele: - Porra, que boca gostosa, chupa melhor que puta. Assim engole tudo. Ele deitou na cama, segurou minha cabeça e fodeu minha garganta com vontade, me fazendo engasgar por causa do tamanho da cabeça do pau. Quando já tava com a boca dolorida ele pediu pra me comer, mas fiz cu doce e disse que o combinado era só uma chupeta. Sai do quarto e quando ia entrando no meu, ele me agarra completamente nu, me joga pra cama e fala: - Vou comer esse cu sim, você não vai me deixar na mão. Foi arrancando minha camisa, mordendo meu peito e apertando meus mamilos com força, me fazendo gemer de prazer e quando percebi já tava nu com ele me beijando com força e brincando com os dedos no meu cu. Me fez ficar de 4, colocou uma camisinha, cuspiu na porta do meu cu e começou a forçar aquele cabeção contra meu cu. Como não tava conseguindo, segurou firme na minha cintura e meteu com mais força até que a cabeça entrou me fazendo gritar de dor. Tentei sair, mas ele segurou com força e começou a socar até enfiar tudo e logo metia com vontade. Segurou pelos meus ombros e meteu, meteu, chega eu via estrelas. Quando o cu já estava largo, me virou de frango e enquanto me comia, bateu uma punheta gostosa e vigorosa, que esqueci a dor e logo comecei a rebolar naquela pica. Não aguentei mais e acabei gozando com aquela punheta deliciosa. Ele continuou metendo até que ele tirou de mim, arrancou a camisinha e falou: - Vou encher tua boca de leite, puta safada. Fodeu minha boca e em pouco tempo começou a gemer e meter mais rápido: - Vou gozar porra... Engole toda minha gala... Tô gozandoooo. Era tanta porra que escorreu pelo canto da minha boca, me fazendo engasgar. Ficamos deitados um tempo até a gente se recompor e fomos tomar banho juntos. Ainda ficamos nos amassando no chuveiro e dormimos juntos naquela noite. No outro dia acordei com ele me sarrando, mas como meu cu tava dolorido, mamei até ele gozar novamente na minha boca. No caminho pro aeroporto ele agradeceu a estadia e falou que se soubesse, todo dia antes de eu ir trabalhar, me daria leitinho quente pra beber. Se quiserem trocar ideias entrem em contato comigo. Grande abraço a todos

O irmão da minha amiga..

Olá caros colegas, leio contos eróticos desde a época do Orkut, haha, porém só agora tive coragem de postar um pouco da minha história. Obviamente os nomes são fictícios e a história pode ser um pouco “floreada” porem é real. Vamos lá, me chamo Gabriel Zammar, tenho descendência libanesa, mas não tenho cara de árabe não, rs.. sou de Curitiba, porem com 7 anos fui para uma cidade do interior do Paraná e depois voltei pra capital onde a história ocorre e onde moro atualmente. Tudo começou em 2005 eu estava com 17 para 18 anos, quando voltei a morar em Curitiba pelo fato de fazer faculdade, digamos que minha família tem uma condição muito boa de vida de fato, então quando fui fazer faculdade de arquitetura tínhamos um apartamento na cidade onde fiquei um tempo até achar um lugar onde realmente eu quisesse morar, pois eu gostaria de uma casa. Era jovem, queria fazer festa, queria ter carro, não queria levar multa de condomínio, não é? Haha. Nesse início da faculdade conheci Ana, uma menina extremamente querida e nos tornamos muito amigos, ela era mais baixa, bem fofinha, menina tipo sapeca, muito bonita e sempre bem arrumada, assim como fiz várias outras amizades. Nesse tempo que fiquei pesquisando casas para comprar a Ana me ajudou muito, íamos com minha mãe, que por sinal passou um bom tempo comigo até eu me adaptar e tudo mais, pois eu não tinha carteira de motorista ainda mesmo que no interior andava sem carteira mesmo, sei que é errado, mas na época não dava nada. Mas voltando ao assunto, estávamos eu e Ana juntos em tudo. Um belo dia fui visitar a casa dela para conhecer sua família, natural, pois éramos muito amigos, então nesse dia conheci Rafael! Rafael era um pouca coisa mais novo, mais baixo que eu, bem branquinho, cabelo bem preto, “cara de piazinho” como falamos por aqui, até então eu já tinha tido brincado de troca-troca, feito bagunça com os meninos, mas nada nunca sério, inclusive tive namoradas e realmente gostava de mulheres. Mas esse garoto mudou muita coisa! Nos apresentamos e ele abriu um sorriso lindo que eu não esqueço, ele era muito fofo assim como a Ana e todos da família. Nesse dia eu olhava o Rafa, mas não sabia o que eu sentia, não sabia se era atração, se estava admirando a beleza dele, se era um carinho por ser irmão da Ana, enfim, fiquei muito confuso, voltei para o apartamento pensando nele, eu até tinha Orkut aquela época mas ele não, não tínhamos smartphones nem nada, era bem difícil. E a amizade com a Ana foi aumentado cada vez mais e a gente se vendo diariamente. Um dia resolvemos sair numa balada chamada James, era meio rock, meio alternativo e meio gls como descobri depois, hahaha. Sempre gostei de rock alternativo e topei na hora de ir com Ana, tivemos que dar um jeito pois tínhamos 17 anos ainda, demos nosso jeitinho que não vem ao caso. Era uma sexta feira, ficamos na fila pra entrar e quando entrei reparei que tinha esse ar gls, já comecei a ver umas meninas ficando, ai uns garotos ficando e o lugar era muito legal, hoje perdeu um pouco do brilho, mas até um tempo atrás era animal. Mas então, estávamos na James e eu e Ana, começamos a beber e uns carinhas deram em cima de mim, confesso que fiquei muito balançado, mas falei que não, que eu não curtia, mas na real eu tava adorando essa experiência de garotos chegarem em mim, era algo inédito. Eu era simpático com eles, mais por educação do que por atração e Ana pegava no meu pé e falava: fica com ele, olha que gato e eu dizia que ela tava ficando louca que eu não ia ficar, até que comecei a ceder um pouco e entrar na brincadeira, porém não fiquei com ninguém esse dia, fiquei com medo e não rolou. Mas fiquei me sentindo muito bem por Ana ter sido tão natural comigo, vi que ela realmente não se importava com gêneros, mas era tudo tão novo pra mim e começamos a ter esses temas em nossas conversas e me permiti ter meus devaneios e fui ficando cada vez mais curioso. Porem tinha algo que me atormentava, o Rafa, o jeitinho dele, o sorriso, ele era meigo, educado, e me dava atenção, eu estava ficando doido com isso, mas não queria transparecer e muito menos falar pra Ana sobre o assunto e jamais perguntar se o lindo do irmãozinho dela era gay. Queridos, preciso continuar depois, se curtiram esse início me avisem que posto mais, é longa a história, tenho bastante coisa pra contar, abraços a todos =D

Falei demais e tomei no cu..

Estava saindo do Rio de Janeiro em direção à Juiz de Fora(MG), quando ao passar de Tres Rios, ainda no Rio, senti o carro saindo de dianteira. Parei e pude perceber que o pneu dianteiro estava baixo, pois havia furado. Abri o porta malas para pegar o estepe percebi que não estava lá. Fiquei nervoso e comecei a reclamar, pois havia colocado o carro para fazer uma geral no bairro do Catumbi (RIO) e haviam me roubado o estepe. Fiquei revoltado, quando repentinamente me para um carro da Polícia Rodoviária Federal, e me saem dois policiais que pareciam de filme porno, aqueles taludos, com uma mala daquelas e bem fortinhos. Um loiro aparentando medir uns 1,85m, óculos escuros e cabelo curto. O outro, um morenaço, com uns 1,90m, cabelos bem curtos e um braço que parecia minhas pernas. Perguntaram o que havia acontecido, então respondi que meu pneu havia furado e que iria trocar. O moreno muito educado disse que deveria colocar o triângulo distante uns 15 metros para sinalizar, como manda a lei. Respondi que colocaria e fui pegar. Gente ...... fiquei bege, roxo e vermelho. Haviam roubado o triângulo também. Quando percebi o que havia acontecido, soltei um "PORRA!!!!!" bem grande, então o moreno retornou, o loiro ficou no carro. Me olhou e disse o que havia acontecido, eu muito puto nas calças disse que haviam roubado o triângulo. Ele deu um sorrisinho (lindo por sinal) e disse que todos que não tinham um, falavam a mesma coisa. Eu, que besta, no sangue quente falei que era sério, pois haviam me roubado o estepe e o triangulo. Teria que esperar o reboque da concessionária para me levar à um posto e comprar um estepe. Ele ficou me olhando e disse que infelizmente teria que me multar por falta de acessórios obrigatórios. Muito puto ainda, falei que estava cansado de tomar no cu sem ter prazer, que queria ver quando iria tomar no cu com prazer. Ele ficou parado me olhando e me pediu para repetir. Caí na real e disse nada não ..... Ele deu um sorrizinho e mandou eu repetir. Disse, nada não. Ele gritou. Carlos, chegue aqui. Carlos, o loiro chegou e disse, "o que foi Ronaldo...." Ele está sem estepe, sem triângulo e ainda disse que quer tomar no cu com prazer, pois sem prazer está cansado. Gelei! Carlos foi até o carro deles, pegou o estepe deles que era da mesma marca do meu, e trocou para mim. Quando terminou mandou segui-lo com o Ronaldo dentro do meu carro. Quando chegamos no posto da P.R.F., entramos e me mandaram sentar na recepção e foram para uma sala. Passado algum tempo, escuto. "Sr. Paulo Roberto, venha aqui por favor." A sala estava escura, e entrei, quando acabei de passar pela porta, a porta se fechou e a luz se acendeu, Carlos estava ao lado da porta e Ronaldo no outro canto. PELADOS!!!! Eu na maior cara de pau disse com espanto: O que é isso ??? Ronaldo, com a pica meia bomba, se encostou atrás de mim e disse: Vamos fazer você se fuder, mas com prazer. Mandou eu tirar a minha roupa, o que fiz de imediato, sentou-se numa cadeira e mandou mama-lo. Ronaldo tinha uma pica de uns 18cm e bem grossa, Carlos uma de uns 17cm e fina, mas com um cabeção que me preocupou. Ronaldo sentado e eu mamando, quando Carlos veio pagar um cunete, disse-lhe que estava suado e ele respondeu que assim que era bom, com cheiro de cu. Mamava meu cu e metia a lingua lá dentro enquanto Ronaldo puxava minha cabeça contra ele e eu quase engasgava com a pica lá na minha garganta. Ficamos na sacanagem durante uns 20 minutos e Ronaldo disse queria meter no meu cu. Mandou eu ficar de quatro na cadeira e veio por trás enquanto Carlos metia a pica na minha boca. Depois de uns 8 minutos, trocaram de posição. Quando já estavam satisfeitos de me comer, limparam a mesa e mandaram eu ficar deitado de lado. Ronaldo meteu sem dó em mim e ficou comendo com força e Carlos se deitou na minha frente e meteu meu pau no cu dele. Delirei, fui até as nuvens e retornei. Passado alguns minutos, Carlos saiu e Ronaldo me empurrou para a beira da mesa, enquanto Carlos deitava atrás dele e metia no cu dele. Achei o máximo, aquele morenão gostava de dar também. Para minha surpresa, depois de algum tempo, Ronaldo mandou eu me levantar e ficar atrás de Carlos. Levantei e dei a volta metendo no cu de Carlos. Fui nas nuvens, muito bom. Saimos da mesa e Ronaldo ficou de quatro na cadeira e mandou eu meter nele, o que não descuti, afinal é uma autoridade kkkkk Enquanto comia Ronaldo, Carlos veio por trás e meteu em mim. Meu cu estava ardido de tanto troca troca, e acabamos gozando. Carlos me colocou na cadeira, enquanto ele e Ronaldo tocavam uma e gozaram na minha cara, enquanto eu gozava sentado na cadeira. Ficamos sentados na beira da mesa descansando e fui me limpar no banheiro deles. quando retornei, eles estavam arrumados e se beijando. Cada um me deu um beijo e fui saindo, quando o Carlos perguntou se consegui dar o cu com prazer. Dei um sorriso e ele mandou eu pegar um pneu de um carro acidentado para seguir viagem. Depois do que aconteceu, quero ir sempre para Juiz de Fora pela BR 040. Espero que tenham gostado Beijos em todos

A primeira vez que meu pai me comeu..

Depois daquele dia nao consegui mais olha-lo com pai,ele parecia um homem estranho desses que a gente chupa e não vê nunca mais, mais nao era bem assim, ele nao era estranho era meu pai.. Passei o dia pensativo, entrei pra debaixo do chuveiro e me depilei dos pés a cabeça, nao havia um fio de pelo em meu corpo,depois que me depilei por inteiro eu me senti um passivo de verdade,minha bunda totalmente lisa, meu anus raspado e rosa, eu sentia ia acontecer, eu iria dar para meu pai.. Cheguei da faculdade a casa estava vazia, ele nao estava la, me preocupei pois ele saia do trabalho as 18, liguei e nao me atendia, ja era quase meia noite, quando ouço a porta bater.. Bebado com uma garrafa de cerveja na mao,se despiu e entrou pro chuveiro.. Perguntei.. -bebendo ate essa hora.. Ele aumentou o tom e respondeu.. -uai agora voce é minha mulher para dizer que horas posso chegar em casa.. Ele estava tonto, totalmente pelado deitou na cama e ficou vendo tv,depois desse sermao fiquei calado, me embrulhei de baixo da coberta e virei pro outro lado da cama.. Ele alevantou-se desligou a luz e deitou , minutos depois senti sua mao passar por entre minha cintura,ele virou-se e me abraçou por traz, confesso que senti um susto tremendo e um arrepio que nao explicar, cada vez ele se aproxima , foi quando senti o calor do seu pau por entre minhas pernas, senti um calafrio, e respirei ofegante,meu corpo estava imovel, o quarto escuro,senti sua mao abaixa minha cueca,meu pau endureceu, e seu caralho cresci por entre minhas coxas,tirei minha cueca e deitei de bruços, eu nao enchergava completamente nada, era apenas o escuro,senti seus dedos molhados de cuspi no meu cu,e cada vez que ele me tocava parecia que meu coraçao iria sair pela boca.. subiu emcima de mim colocou e senti o seu pau na entrada do meu rabo,forçando para entrar,empinei o rabo dei outra cuspida na mao e passei no cu e foi enfiando a cabeça,seu calor, seus pelos seu peso em cima de mim, me fazia suar,mesmo que ele forçasse para meter, seu pau ainda estava a metade,peguei um oleo que tinha no pe da cama, oleo de corpo e passei na entrada do meu rabo,e nesse momento ele enfiou seu pau todo para dentro de mim, senti o meu cu dilatando, e começou a bombar sem parar,eu tentava gemer baixo para que os vizinhos nao escutassem, e ele nao parava de socar,a sensaçao que eu tinha era que eu estava dando para outro homem qualquer , como a luz estava apagada eu apenas sentia,sua barba no meu pescoço seu saco batendo na minha bunda,seu suor escorrendo pela minha pele,o pau que me deu vida estava dentro de mim, ele gemia e falava coisas que eu nao intendia,por um momento ele falou o nome da minha mae, e gozou, me enchendo de porra,puxou seu pau e deitou, eu estava morto, suado, passei a mao no meu cu e estava aberto, dilacerado, a porra escorria alevantei e fui ate o banheiro me limpei e deitei.