quinta-feira, 22 de agosto de 2019

A entrega é do vizinho , mas o entregador é meu !!!

Olá a todos ando um pouco ocupado , mas vamos a algo que acaba de acontecer e colo sou fã dessas casualidades , mais uma coisas incrível aconteceu , estava deitado com meus pensamentos , fazendo alguns planos quando de repente a campainha de minha casa toca , até me perguntei , quem será essa hora pois não estava esperando ninguém , quando chego no portão olho pelo olho mágico e vejo que se trata de. Um motoqueiro , e quando resolvo abrir pra ver melhor nosssaaaaaaaaaaaaa , o que eu vejo me arrepiou todo , aquele boy alto , bem fortao meio urso , com uma caixa dizendo foi aqui que pediram pizza , não foi mas bem adoraria pedir ele dono de um belo sorriso com aquela barba bem feita toda aparadinha , estava bem cheiroso com um regata que mostrava aquele braço de macho com pelos nas axilas estava de calça jeans , tenys sua pele morena clara e dono também de uma sobrancelha bem grossa e bem trabalhada com designer , enfim - pizza não é aqui ? - não , como e o nome da pessoa que pediu? - Carlos - e aqui vizinho - desculpa ter lhe incomodado - sem problema Estava vestido com short tac tel colado onde minha bunda ficava bem marcada e como quem acompanha minhas aventuras sabe que tenho um bundão gostoso e guloso e bem convidativo Resolvi colocar o lixo na calçada já que pra minha sorte era dia de coleta e isso também já foi mais um pretexto para ficar na calçada investindo no entregador , outro ponto a meu favor foi que não havia nenhum vizinho e a moto dele ficou estacionada na minha calçada , ele após terminar sua entrega veio na direção da minha calçada eu de propósito virei abaixando para arrumar o lixo assim ele poderia ver o que lhe aguardava e assim foi quando se aproximou - me desculpa por ter lhe incomodado - relaxe homi isso acontece e não me incomodou , tinha que por o lixo Nesse momento ele deu um sorriso , aquilo encheu mais ainda meu tesão e minhas idéias afinal tinha que ser rápido e decisivo no meu objetivo e meu tiro foi certeiro - vc faz entrega de que ? - pizzaria e restaurante , inclusive seu vizinho pediu a oferta do dia pizza de calabresa - mas a sua calabresa e gostosa , dá pra pôr na boca e fica satisfeito - claro , quem prova jamais esquece - nossa bom saber disso , pq se ano posso ir no DECON e fazer uma denuncia - calma loirinho , lhe garanto que a calabresa e bem gostosa Nesse momento peguei no pau dele sem nenhuma cerimônia e alisei por cima de sua calça , ele olha como já está ficando , chamei ele pra entrar e só encostei o portão ele tirou o pau pra fora era um pica grossa acho que uns 15 cm mas deliciosa , pelos aparados , cheirosa , acho que ele tinha tomado banho a pouco pois o cheiro de perfume dele era maravilhoso , assim mamei fazendo ele ir a delírio coloquei tudo na boca ele começou a socar fundo na minha garganta e derepente ele me puxa de encontro ao seu rosto lasca o beijo e que beijo sua língua caminhou cada cm da.minha boca mordendo meus lábios sugando até me falta ar fiquei perdido nos braços desse homão , que me abraçava enquanto nos beijamos com desejo , meu corpo ardia todo sentindo o calor dele até que ele me vira e vai bem no meu ponto fraco , começa a morder e beijar meu pescoço orelha falando umas sacanagens e pegando no meu peito apertando bem devagar com a pinta dos dedos e sinto ele sarra sua pica grossa no meu rabao por cima do short , lembro que ele disse que sorte fazer essa entrega , aí chamo ele pra entrar e na minha sala mais uma vez ele me.poe de quatro no sofá. E começa um festival de prazer quando ele começa a linguar meu cuzinho pincelando com aquela língua enorme até que ele continua me fudendo com dedo e tira do bolso sua carteira e pega uma camisinha coloca no pau e coloca tudo de uma vez , fiquei louco na hora mas depois disso como num passe de mágica comecei a gemer gostoso enquanto ele fudia meu cuzinho de quatro ele puxava bem o meu quadril pra socar tudo que podia depois me virou de frango assado e o olhar de tarado que ele fazia me deixava mais louco até que ele vendo meu pau duro também começa a me fuder e bater.uma , ele anuncia o gozo sinto seu pau pulsar forte com as bombadas que ele dava e sinto a camisinha inchar com seu leite , em seguida também gozei , levei ele aí banheiro , trocamos telefone e ele disse que a minha entrega sempre seria assim com calabresa especial , rimos , trocamos um beijo e ele foi embora , e foi assim que mais uma vez a casualidade agiu só não posso dizer de qual estabelecimento saiu tudo pq o milagre até que gente fala mas o santo , não ! Xeiru no oi e até a próxima

Comendo o tio da minha prima

A história que vou relatar aconteceu à alguns anos atrás, e que ainda me rende boas punhetas. À minha prima me chamou para passar o dia de finados no interior, eu aceitei o convite na hora, pois era à oportunidade perfeita para descansar a minha mente e curtir um pouco. A gente ficou hospedado na casa do Ivan (nome fictício), ele é o tio paterno da minha prima. Ivan tem cerca de 40 anos, 1.79, pele morena, sem pelos pelo corpo, mãos ásperas, pernas bem tornadas e não é nem magro e nem gordo. Na madrugada eu me levantei para ir ao banheiro, e quando eu estou passando pela sala, eu vejo que Ivan estava assistindo um pornô gay. E ele estava batendo uma deliciosa punheta vendo o filme, eu fiquei de pau duro na hora, comecei a bater uma punhetas também. Eu fiqui um bom tempo batendo uma punheta escondido atrás da porta da cozinha, e quando Ivan ouve um barulho no portão, ele rapidamente desliga a televisão e vai para a cozinha fingir que estava bebendo água. E quando o Ivan me encontra de pau duro na cozinha, e nessa hora eu percebi que ele ficou com água na boca. Mais como a tia da minha prima tinha acabado de chegar da casa de uma irmã dela, e gente fingiu que estava somente conversando. Na manhã seguinte tudo estava aparentemente normal, até que Ivan me chama para ir pescar com ele no rio, eu fiquei muito sem graça com o convite dele, mais como estava insistindo para eu aceitar o convite, eu acabei aceitando a contra gosto. Depois de cerca de quarenta minutos de carro em uma estrada de terra, a gente para próximo à margem de um rio, e quando nós saimos do carro Ivan simplesmente pega no meu pau. O meu pau ficou duro naquele exato momento, então Ivan abaixou às minhas calças e começou a chupar o meu pau. Eu delirava de tanto tesão, fudia a boca dele com vontade, gemia alto, xingava ele e batia na cara dele com o meu pau. Foi naquele exato momento, que eu percebi que não poderia mais resistir aquele homem, e depois de longo tempo chupando o meu pau, eu começo a chupar o pau de Ivan na beira do rio. O pau dele tinha cerca de 17 cm, cabeça grande e rosada, cheio de veias e bolas deliciosas. Depois de um bom tempo chupando o pau de Ivan, eu o coloquei de bunda empinada no capô do carro, e começei a chupar aquele cuzinho gostoso. A bunda dele era grande e macia, sem pelos, eu chupava com prazer aquele cu, ele gemia, delirava de tanto tesão e rebolava o rabo na minha cara. Passei um longo tempo chupando o cuzinho dele, e então novamente ele começa a chupar o meu pau, ele chupava como um verdadeiro profissional, chupava as minhas bolas, eu fudia a boca dele e assim ficamos mais algum tempo. Então eu coloco de bunda empinada no capô do carro, e começo a fuder o cuzinho dele na baira do rio. Ele gemia alto, implorava por pica no cu, ele me dizia que era uma putinha submissa, que estava ali para me servir e eu estava fudendo com cada vez mais forte aquele cuzinho. Eu batia na bunda dele com força, puxava os cabelos dele, eu fazia questão de dominar aquele homem, de ser o macho dele e de deixar o cu dele completamente arrombado. Depois de um longo tempo fudendo o cuzinho dele, eu faço ele deitar no capô do carro, ele começo a fuder o cuzinho dele na posição do frango assado. Ele revirava os olhos de tanto tesão, gemia cada vez mais alto, trocávamos beijos ardentes, o meu tesão estava cada vez mais alto por conta do perigo de sermos pego naquela situação, eu metia cada vez mais forte naquele cuzinho, enquanto metia no cuzinho dele eu chupava a rola dele e a gente tinha perdido a noção de tempo e espaço. Depois de um longo tempo comendo ele na posição do frango assado, eu o faço sentar gostoso na minha pica. Ele rebolava na minha pica como uma verdadeira putinha, subia e descia em um ritimo frenético, ele fazia massagem nas minhas bolas com a buceta dele, eu batia gostoso na bunda dele, trocávamos beijos na boca, ele lambia os meus mamilos e eu os deles. E como ainda não era suficiente, eu o coloco de ladinho e começo a fuder o cuzinho dele. Ele gemia que uma vagabunda, batia uma punheta frenética enquanto eu metia no cuzinho dele e então ele goza com a minha pica no cuzinho dele. E então pouco minutos depois eu anúncio que vou gozar, eu subo em cima dele e coloco a cabeça do meu pau dentro daquela boquinha maravilhoso. Poucos minutos depois eu gozo gostoso dentro do daquela boca gostoso, ele engole toda à minha porra sem desperdiçar uma gota sequer da minha porra, e então pega a própria porra da barriga dele e me faz engolir todinha. Depois nós tomamos um delicioso banho de rio, pescamos alguns peixe para disfarçar e fomos para casa como se nada tivesse acontecido. Eu fudei aquele cuzinho durante o restante do tempo em que fiqui hospedando lá, de vez em quando temos às nossas fodas, que vou contar em outra oportunidade.

Cu de bêbados não tem dono

Eu e Junior éramos grandes amigos desde a nossa infância Crescemos juntos e quase inseparáveis Eu ele e meu primo Igor estávamos sempre aprontando alguma coisa Quando chegamos aos nossos 18 anos saíamos juntos para paquerar as garotas Não foram poucas vezes que levamos meninas para foder na chácara do pai de meu amigo Mais hj quero contar como que acabei metendo a vara no Júnior Um dia estávamos de boa na chácara dos pais do Júnior O Igor não pode ir devido aos estudos pq teria prova preparatória para o vestibular Era um dia de semana qualquer Deu a louca da gente irmos lá na chácara para beber cervejas e aproveitar a piscina Com o passar das horas já percebi meu amigo meio alto O cara virou várias latas de cervejas e um copo de caipirinha Junior resolveu tomar um banho para ver se melhorasse Fui junto com ele para o banheiro Pedi para que ele descansasse um pouco Me opoiei em meu amigo e fui ajudando ele ir até a cama Logo começou nossos comentários sacanas Falávamos das meninas e das mulheres que pegamos Junior lembrava da Andressa uma baixinha que dividimos na mesma chácara A menina tinha saído com a bct assada Andando com as pernas abertas de tanto que tomou rolas no cu Mais via ele falando e seus olhares no meu pau Ambos donos de belos cacetes , o meu um pouco maior Junior bêbado ria e comentou : Também um caralho deste destrói qualquer buraco que encontra pela frente Passei a mão na minha rola lentamente e fui acariciando O amigo percebeu que eu estava excitado Me aproximando de júnior colei o meu pau junto ao dele A rola do cara também estava dura feito uma pedra Ficamos ali trocando carinho Nossos paus querendo estourar de tesão Peguei a mão de meu amigo e trouxe até a minha rola Fui e passei também a brincar com o cacete dele Junior punhetando minha pica e eu a dele Quando caímos na real estávamos dando um delicioso beijo O tesão falando mais alto tudo aconteceu naturalmente Num ato sem controle virei meu amigo de costas pra mim A água do chuveiro caindo em nossos corpos Como Júnior ficou quieto , passei a roçar o meu pau em sua bundinha arrebitada Abrindo o rabinho com as duas mãos deixando a pica esfregar a portinha do buraquinho Quando meu amigo foi esboçar uma reação me abaixei rapidamente Fui passando a língua em sua bunda sem parar Junior acho que gostou porque empinava ainda mais a bundinha gostosa Puxei ele um pouco para trás e quase o deixei de quatro Abrindo com as mãos a sua bunda fui chupando o cusinho Sentindo aquele buraquinho estreito do meu amigo Para o seu desespero molhei um dedo em minha boca e comecei a cutucar o seu anelzinho Junior se retorcendo todo tentou argumentar : Para , para com isso , vamos parar já chega Não dei a mínima pra ele e ataquei com tudo Tirava o dedo e passava a língua Sabia que meu amigo estava com tesão Talvez estivesse com vergonha por ser eu o seu melhor amigo Mais sabia que ele estava louco para me dar o rabinho Ficamos alí mais de vinte minutos brincando Quando ele se virou de frente deu de cara com minha pica A rola estava próxima de seu rosto Vi seu olhar de quem queria perguntar : Posso chupar este pau gostoso ? Nem deixei ele se afastar de mim Fui e levei a pica toda dura em sua boca Mandei que meu amigo chupasse o meu pau Todo sem jeito o viadinho abriu a boca Colocou a língua pra fora e foi passando na vara tesa Segurei em seu rosto e quase faço ele engasgar Afundei vários centímetros de pau em sua garganta Tirava e voltava a enfiar cada vez mais rápido Fui aumentando o ritmo , como se tivesse fodendo uma bucetinha Parei um pouco para ele respirar e voltei a dominar o meu amigo Passei a chamá-lo de viadinho , mandando que chupasse o seu macho O tesão estava incontrolável e não aguentava mais Despejei uma quantidade enorme de leite quente em sua cara Junior tirou a boca com tudo e a porra lavou o seu rosto Não encontrou forças para reclamar Nos levamos e começamos a rir atoa Quando fomos para o quanto não perdemos tempo Nem parecia que havia acabado de gosar A rola estalava querendo entrar naquele rabinho branquinho e lisinho Levantei suas pernas , chupei pau , saco e principalmente o seu cusinho A rola do garoto estava tão dura quanto a minha Nos posicionamos num 69 fantástico O tabu havia sido quebrado , quem é chupado também deve chupar Sentia sua rola em minha boca E a minha rola sendo decorada por sua boca gulosa Levei um dedo em seu cusinho e senti algo me cutucando o buraquinho apertado Ficamos assim por vários minutos brincando num prazer total Quando sai de cima de meu amigo fui levantando suas pernas Deixei ele na posição de frango assado O cara quase berrou ao sentir a cabeça da chapeleta forçando o seu botaozinho Fiz cara de mal e fui abrindo aquele rabinho na vara Junior gemendo alto : Aiiiii aiiii aiiii que dor , aiiiii aiiii aiiii meu rabinho caralho Aiiiiiii aiiiiiii aiiiiiii aiiiiiii meu cu porra Mandei o meu viadinho calar a boca e fui afundando todos os meus centímetros de vara Enterrei cravei tudo e passei a bombar Dava estocadas cada vez mais acelerando os movimentos Castiguei muito o seu cusinho sem piedade Soltei um gemido alto e inundei seu cu de porra Me sentindo agradecido demais Junior veio e quase me fez chorar Sentindo a cabeça da sua rola agora fazendo comigo o que eu havia acabado de fazer com ele Sentia minhas preguinhas indo para o espaço Ou melhor as preguinhas indo parar no pau de meu amigo Junior me chamou de viadinho e meteu rola forte no meu cusinho que era apertado e virgem Meteu e meteu sem dar a mínima para os meus lamentos Encheu meu cu de porra gemendo alto e me chamando de viado Tomamos outro banho , bebemos mais caipirinha e voltamos para a cama Eu deitado na cama meu amigo veio e encaixou o cusinho na minha vara Quicou muito , pulou , gemeu , gritou e foi arregaçado debaixo pra cima Dizia que o seu cu ardia em brasa mais que estava gostoso demais para parar Mandava o meu viadinho gemer e tome vara Um chingando o outro de vários palavrão Mal gosei em seu cusinho novamente já comecei a ser espetado pela rola do amigo O troca troca rolou solto sem medo algum de qualquer coisa O prazer que sentíamos era maior do que qualquer coisa Quando fomos ver a noite já se aproximava Ambos estavam com as rolas doendo Os cusinhos estavam arrombados e ardidos Esta foi apenas a primeira vez que nos pegamos Nosso segredo foi guardado por um bom tempo Mais de um ano , até o dia que meu primo Igor ficou sabendo Nem vou contar agora porque é uma longa e deliciosa história !

Família: O Tio amigão

Olá, novamente Henrique aqui. Então, voltando à alguns meses depois do meu aniversário de dezoito anos, eu só havia transado com meu avô e meu pai. Por algum motivo, meu objetivo era ter feito com todos da família. Meu tio Alessandro estava cada dia mais doido querendo me foder, falava altas coisas por mensagem, mas nunca tínhamos tempo para quebrar a cama, igual ele falou que iria fazer. Enfim, papai e eu estávamos à algumas semanas sem fazer nada, nem uma mamada tínhamos. Então, eu estava com tesão acumulado de três semanas, porque nem o garoto que eu tenho rolo na faculdade conseguiu me satisfazer. Pensei em ir na casa dos meus avós, vovô com certeza me faria bem e conseguiria tirar todo aquele meu tesão. Então, parti para casa de vovô. Porém, recebi um balde de água fria. Minha tia estava lá, então seria difícil ter a atenção de vovô, já que minha priminha adora perturbar todos. Mas ainda não estava tudo perdido. Depois do almoço, começou uma conversa sobre peças e ir comprar alguma coisa. Resumindo a história, meu tio Wellington, casado com minha tia, resevou ir lá comprar essa tal peça, acabou me chamando para ir junto. Acabou que fomos nós dois juntos. O que acontece, esse meu tio sempre foi muito amigão, quieto e nunca deu indícios de ser parte de tudo que minha família tem por trás. Porém, ele era um completo daddy. Ele tem quarenta e oito anos, é careca, deve medir uns 1,80 de altura e tem uma barriguinha saliente. Seu corpo tem poucos pelos, pelo que percebi, nunca havia reparado no seu amiguinho dos países baixos. Então entramos no carro, e partimos para o local. Depois de 10 minutos de viagem, eu já estava inquieto no meu banco. Meu pau já estava meia bomba, meus olhos ficava encarando o meio das pernas do meu tio. Bom, não sei se ele era dotado, mas pelo menos homem do saco ele pode ser. Ele usava uma bermuda moletom, que estava um pouco apertada talvez, pois marcava evidentemente seu pau. Meus libidos estavam cada vez piores, então caiu a ficha, se ele faz parte da família ele foi iniciado. Comecei uma conversa amistosa, então coloquei minha mão no seu joelho. Fui subindo inconscientemente, até chegar na sua coxa e fiquei acariciando seu volume com um dedinho. Quando olhei para meu tio, ele parecia estar tenso. Talvez estivesse suando, mas tenso estava com certeza. Sem aviso prévio, agarrei aquele pau por cima da bermuda. Ele gemeu alto mesmo, dando uma leve arranca com o carro. Ele estacionou em um local na estrada, era quase no meio do mato. Tirei meu cinto e fui em sua direção, para mim era um sinal de sim. Porém, ele me parou com a mão. – Henrique, calma ai! — Ele falou ofegante, tirando minha mão do pau dele. – É que, essa vai ser minha segunda vez. Eu não sei como fazer essas coisas, eu só aceitei porque eu amo sua tia. Mas, eu não sei se quero isso tudo… — Ok! Meu tio só tinha sido iniciado, nunca deve ter feito mais nada e tenho certeza, que antes disso tudo, ele era evangélico. Ele estava nervoso, então eu apenas coloquei um dedo nos seus lábios. Ele parou de falar, selei nossos lábios com calma. Ele exitou, mas retribuiu logo depois. Suas mãos seguraram minha cintura, me colocando em seu colo. – Tio Well, relaxa! O seu corpo clama por isso, eu consigo sentir seu pau pulsando. — Ele ficou um pouco envergonhado. – Isso pode ser nosso segredo, meu e seu. Ninguém precisa saber. Ataquei seu pescoço, ele apenas gemeu jogando sua cabeça para o lado me dando espaço. Rebolava gostoso no colo dele, sentindo sua mão acariciar meu bumbum. Não queria demorar muito, afinal eu estava sedento por um pau. Então, abri a porta do motorista e sai para fora. Abaixei a bermuda dele junto da sua cueca, revelando um pau duro e babando. Ele não era muito grande, era uns 16 cm e um pouco grosso, porém tinha veias salientes e um saco grande. Abocanhei aquele pau, com gosto. Chupando a cabecinha, lambendo a extensão e brincando com suas bolas de todas as formas. Eu conduzia tudo, então lambuzei seu pau com minha saliva o máximo que conseguiu. Tirei minha short junto da cueca, sentei no seu colo de costas para ele, me apoiando no volante e empinando minha bunda até onde eu conseguia. Fazia questão de mostrar meu cuzinho para ele, me dedando algumas vezes e gemendo baixinho. Não demorou para sentar de vez naquele pau, o que fez ele gemer mais do que eu. Ardeu um pouco, mas não era algo que não estava acostumado. Então comecei a cavalgar, subindo e descendo seguindo um ritmo próprio, gostoso e que estava me fazendo gemer gostoso. Fiquei assim até meu tio tomar uma iniciativa, foi quando ele me deitou no seu peito, levantou minhas pernas colocando elas no painel e começou a estocar ele mesmo. Ele ia em um ritmo constante médio, atingia meu ponto certinho e me fazer ter correntes de prazer pelo corpo. Segurei sua nuca e trouxe para mais perto, beijando seus lábios enquanto ele me fodia. Depois de um tempo, sinto ele tirar seu cinto de segurança, ele abaixa o seu banco até o máximo porém ele me faz deitar no volante. Agarrei no volante, senti ele segurar meus cabelos, colocar uma mão no meu ombro e começar a estocar forte. Rápido e forte, fazendo meu peito bater na buzina algumas vezes e atingindo minha proposta com brutalidade. Eu estava surpreendido, mas estava em êxtase. Ele me fodeu forte e sem pudor até gozar. Para quem estava com medo, até que fodeu bem. Nós vestimos de novo, meu cu estava cheio de porra então eu estava andando devagar. Compramos o que tínhamos que comprar, quando estavamos voltando a porra começou a escorrer. Fiz o safado, tirei meu short e fiquei só de boxer. Fiquei de joelho no banco, mostrando para meu tio. – Tio, ‘tá escorrendo. Me ajuda. Ele engoliu em seco, mas logo parou o carro em lugar mais afastado dessa vez do que da outra. Ele saiu do carro e me levou junto. Me deitou no capô do carro, graças não estava quente, abaixou minha cueca e abriu meu cu. Pensei que ele iria fazer um cunete gostoso, mas ele meteu pica de novo. Dessa vez ele não teve dó mesmo, fodeu forte e bruto me prensando no capô do carro. O gozo escorria nas minhas pernas, enquanto ele afundava mais seu pau dentro. Ele gozou mais uma vez, assim escorrendo mais e mais. Ele me limpou com um pano que tinha comprado, o que eu não vi ele comprando. Assim voltamos, mas ainda estava com porra dentro de mim. O dia seguiu tranquilo, eu dava umas piscadas para meu tio e ele só sorria. Descobri que quem iniciou ele foi papai, porém tio Well foi o ativo. Ele tinha medo de ser passivo, pois era tudo muito novo para ele. Então assim, fui para casa. Papai estava em casa, só de bermuda. Pergunta pela mamãe, ela tinha saído e meu irmão estava no quarto jogando. Fiquei só de cueca mesmo, sentei no colo de papai e falei no ouvido. – Papai, meu cu ‘tá cheio de porra. — Ele sorriu, acariciando meu bumbum. – O vovô te deu porra hoje? — Eu apenas neguei com a cabeça. – Quem foi então? – O tio Wellington. — Papai parecia surpreso, mas ele continuou. – E você prefere que o Wellington te foda? – Eu não sei, o senhor quer me foder? — Mordi sua orelha, descendo até seus lábios e mordendo o inferior. – Mas quem você prefere? — Ele já brincava com meu cuzinho, metendo um dedo devagar. – Eu prefiro o papai. Ele faz gostoso. — Ele sorriu e atacou meu lábio. – Bom garoto, agora papai vai te fazer gritar de prazer. Dito e feito. Papai me jogou de quatro no sofá, não demorou nada para já meter o pau dentro. Parece que esse povo tá com pressa, saudades dos cunete de papai. Papai metida forte, rápido e segurava minha cintura tão firme. Era uma combinação perfeita, por mais que eu quisesse gritar igual uma cadelinha, meu irmão ainda estava em casa e poderia ouvir. Mas não estava dando, papai estava fazendo mágica naquele dia. Me fodia gostoso e forte, por mais que tio Well e vovô soubessem forte, papai sempre seria o melhor nesse quesito. A pior parte desse dia, foi mamãe chegando enquanto eu cavalgava no papai. Ela simplesmente disse oi e foi para a cozinha, como se nada tivesse acontecido. Eu estava meio avoado com essa. situação, mas as duas estocadas fortes que papai deu me voltaram para a realidade. Continuei a cavalgar, até ele gozar e eu também. Tomamos banho, mas não teve nada porque meu irmão quis entrar junto com a gente, e ele só tem dezesseis ainda. Depois de me vestir, fui falar com mamãe. Afinal ela viu a gente, então queria me desculpar. Porém me surpreendi, pois ela estava tranquila e até contou umas coisas engraçadas. Que já tinha pegado até meu tio e meu pai, e que ver o filho dela era bem melhor do que o cunhado. Porém ela me advertiu, para depois de tudo limpar o que ficar sujo. Resultado, depois que mamãe pegou a gente, papai me provoca na frente dela e ela incentiva ainda mais. Situação estranha, só faltava papai e eu foder enquanto mamãe estivesse sentada do nosso lado. Percebendo o estado atual de tudo, não duvido nada isso acontecer. Não vou mentir, pode ser gostoso fazer isso.

Negão maludo

homens fardados ✊💦

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Provando Jorginho

Olá a todos, meu nome é Wagner e atualmente tenho 56 anos e sou tenente-coronel militar, o que passo a contar agora ocorreu a 4 anos atrás. Eu sou negro alto de 1,90 de altura, corpo em dia e com 19 cm de pica, grossa, cabeçuda e que baba muito e uma língua grande o suficiente para tocar os meus cotovelos, mas vamos ao conto. Sempre fui um cara tarado e que não perdia a oportunidade de dar uma boa gozada, seja numa bela bucetinha ou num cuzinho gostoso e há 27 anos eu sou casado com Solange, uma loira linda de 51 anos e maravilhosa, eu e Solange temos dois filhos o Paulo e a Natália os dois já maiores de idade e vivendo suas vidas, acontece que o Paulo nosso filho casou com uma mulher já um pouco mais velha e foram morar numa casa na mesma rua que a nossa, essa mulher tinha um filho de outro casamento que se chamava Jorge a quem todos chamavam carinhosamente de Jorginho. Jorginho era um menino baixinho pra idade, fortinho e bundudo que demonstrava um jeito delicado e uma inocência que beirava a sedução, por conta do meu trabalho e de seus estudos eu pouco o via até que no carnaval a família decidiu viajar, como eu tinha meus afazeres tive que ficar em casa e dois dias antes da viagem da família minha nora me perguntou se não poderia ficar com seu filho duas semanas, pois ele tinha muito dever de casa e não gostava de praia, não gostei da ideia, pois planejava me diverti com alguns amigos por ai depois do trabalho aonde iríamos distribuir nosso gozo pela cidade aproveitando a ausência da patroa, mas sem um boa desculpa tive que aceitar ficar com o moleque. A família viajou nas primeiras horas da madrugada, eu ajudei com as malas e voltei para o meu sono, ao acordar me deparo com Jorginho deitado no sofá da sala assistindo desenhos, de bundinha pra cima com um shortinho curto enfiado no rabão, aquela visão me animou um pouco mas preferi na dar bola e falei com o garoto. — Já comeu alguma coisa moleque? — Não senhor! — Ele me respondeu fazendo um biquinho e uma carinha de inocente. — Então levanta e vem comer, vou fazer alguma coisa pra gente, mas não se acostuma e também minha comida não é das melhores então se quiser alguma coisa venha, pegue faça você mesmo. — Sim senhor! — É so o que sabe falar? Sim senhor, não senhor. Parece até meus saldados. Ele nada respondeu se limitando a dar apenas deu um sorrisinho maroto, lhe dei de comer e fui me ajeitar pra sair dizendo-lhe para que se comportasse até eu voltar. Trabalhei, fui no supermercado e na volta encontrei uma puta dando sopa, parei o carro e puxei assunto até ir direto ao ponto, mas a vadia disse que estava de programa marcado e so podia me dar uma chupada rápida no carro mesmo, antes de eu poder gozar naquela boca tesuda o cliente da vadia chegou e ela me deixou na mão então fui pra casa com o pau pulsando de duro. Entrei em casa e não vi Jorginho, procurei por ele e não o achei em nenhum canto, achei que estivesse ido brincar na rua ou na casa de algum colega, então tomei fui tomar um banho. Embaixo do chuveiro meu pau estava latejando de tão duro, meu tesão estava a mil e eu so pensava no quanto queria fuder alguém, mas com o moleque em casa não podia nem chamar uma puta, terminei o banho e me deitei na cama pelado e resolvi ver um filme pornô e bater uma punheta pra aliviar o tesão, no filme havia uma loira peituda numa suruba com 4 negões e era exatamente o tipo de vídeo que eu curtia, no meio da punheta eu estava de olhos fechados ouvindo os gemidos e o bater de pele contra pele que vinha dos atores, meu pau duraço estava babando lubrificando toda cabeçorra, com as mãos eu o apertava e fazia movimento lentos para cima e para baixo, foi então que senti a minha pele queimar como se alguém estivesse me observando, abri os olhos e vi Jorginho na porta, boquiaberto e com os olhos fixos na minha vara, levei um susto e puxei a toalha para me cobrir e gritei. — Mas que diabos moleque? O que vc esta fazendo ai, não te ensinaram a bater na porta? — Des...Desculpe seu Wagner, eu so vim avisar que eu fiz janta para o senhor. — Disse ele sobressaltado e ainda olhando para entre as minhas pernas. — Tudo bem eu já vou descer. Jorginho então se virou ainda olhando pelos cantos dos olhos pra mim e saiu correndo. Eu bufei de raiva e tesão em cima da cama com meu pau ainda pulsando, esperei alguns minutos para ver se ele amolecia mas ele teimava em permanecer rijo como estava, ao lembrar do olhar do garoto para mim alguns pensamento me vieram a cabeça, o moleque era bem delicado, com uma bundinha e uma boquinha que chamavam a atenção. “Sera que ele curte uma rola?” pensei so comigo, enrolei a toalha na minha cintura e desci, quando cheguei na cozinha, vi Jorginho lavando uma panela na pia todo empinadinho com aquela bunda virada pra mim e meu pau latejou diante daquela visão, sentei a mesa e comecei a colocar comida no prato. O moleque tinha feito bife com batatas fritas, salada e arroz e cheirava muito bem, enquanto comia elogiei o menino. — Sua comida é muito boa, melhor que a gororoba que eu faço. — Obrigado seu Wagner — Ele respondeu me olhando de rabo de olho. — Já que cozinha tão bem, durante essas duas semanas vou te deixar encarregado de preparar nossas refeições e eu cuido da arrumação da casa, isso é um problema pra te? — Não, tudo bem eu gosto de cozinhar. — Ele falou terminando de lavar as panelas e colocando-as pra secar, enchugou as mãos num pano e ia saindo da cozinha quando eu o chamei. — Ei, moleque? Senta aqui. — Apontei para a cadeira a minha frente. Ele voltou com os olhos confusos e a cabeça baixa, sentando-se. — Quero fala sobre o que você viu la em cima no quarto. — Me desculpa seu Wagner, eu não faço mais. — Você é sempre educadinho assim mesmo? Garotos na sua idade são baderneiros e abusados, mas enfim não estou brigando com você so queria saber se você sabe o que viu. — Sim senhor, o senhor estava brincando com seu piu-piu. — Brincando com meu piu-piu é ?(risos) — Eu ri da forma inocente como ele descrevia a minha punheta e o meu pau, enquanto ele ficava vermelho na cadeira a frente— Você já brinca com seu piu-piu? — So um pouquinho, mas o meu é bem pequeno. — E vc já tinha visto algum igual ao meu? — Na..não...não senhor, eu...— Ele ficou nervoso e parecia assustado, então interrompi para acalma-lo. — Ei calma ai moleque assim vc vai ter um treco, já disse que não estou brigando contigo. Apenas responda a verdade, vc já viu “piu-piu” igual ao meu? — Não senhor, eu já vi o de alguns meninos na escola e aqui da rua, mas eles não são tão grandes e nenhum é preto igual ao seu. — Ele falou ficando ainda mais vermelho, aquela situação me divertia e me dava ainda mais tesão. Eu estava quase levantando a mesa com meu pau duro. — E pegar? Você já pegou em algum?— Eu perguntei afastando a minha cadeira e abrindo a toalha deixando a minha rola totalmente exposta ao olhar guloso e curioso do moleque. — Não, nunca. — Falou olhando fixo pra minha vara. — E você quer pegar na minha? — Eu posso? O senhor não vai contar pra minha mãe? — Pode pegar se quiser, fica sendo um segredo so nosso. Vem cá e segura ela. — Eu o chamei, que se levantou da cadeira e eu peguei em sua mão pequena e pus sobre minha rola, a mão dele passava longe de se fechar em volta do meu mastro, que pulsava e babava descontroladamente. Com a minha mão fiz ele se abaixar ficando de joelhos com aquela carinha inocente e curiosa bem próxima a minha virilha, ele deu um suspiro longo e profundo sentindo o cheiro de sabonete e pica que vinha de mim. — Você gosta? — S..sim senhor, é tão grande e preta. O que é isso saindo do buraquinho dela? — É minha babinha, ela tem um gostinho bom passa a língua pra você sentir. O moleque nem se quer questionou e passou a ponta de sua língua na cabeça do meu, eu quase gozo diante daquela visão, ele continuou a lamber e quanto mais ele lambia mais baba saia de mim. — Você gostou? — Tem um sabor estranho, mas eu gosto. — É? Então põe a cabeça todinhana boca e chupa com se fosse um pirulito, vc acha que consegue? — Sim! — E assim ele o fez, colocando toda a minha cabeçorra naquela boquinha ele chupava forte e gostoso, eu estava me segurando pra não gozar e se ele continuasse daquele jeito não ia demorar pra mim despejar toda minha porra em sua boquinha, aproveitei aquela mamada por mais uns poucos minutos e afastei sua cabeça, ele me lançou um olhar pidão e fazendo beicinho. PQP aquele moleque tinha o rosto muito mais bonito e sexy que muita puta e atriz por pornô por ai. Eu me levantei da cadeira e puxeio do chão direto para meu colo e o carreguei ate a sala onde eu o deitei no sofá. — Jorginho, eu tmb quero sentir seu gosto vc se importa se eu tirar a sua roupa? — Não! — Ouvindo aquela palavra quase gemida, eu retirei toda sua roupa lhe deixando peladinho, aquele corpo pequeno com a cor morena jambo, a carinha inocente e a bundinha gorda, grande e durinha era uma visão do paraíso, seu piu-piu estava durinho e era realmente pequeno, era menor que meu dedo mindinho. Eu o puxei para a quina do sofá e levantei as suas pernas, dei uma boa olhada naquele cu rosadinho e cheio de pregas totalmente liso, seus olhos demonstravam um misto de medo, desejo, tesão, curiosidade e inocência. — Apenas relaxe tudo bem, eu so quero provar o seu gostinho que vem daqui— Eu disse tocando suas preguinhas com meu dedo.— Aposto que você vai gostar. — Lentamente eu coloquei minha cabeça entre suas pernas e toquei com a ponta da língua aquele anel que piscou ao primeiro contato se relaxando e se abrindo para a entrada da minha língua naquele orifício delicioso, ele deu um gemido e em seguida um gritinho pondo sua mão sobre a minha cabeça e puxando-a ainda mais para seu rabo em que eu me deliciava, minha língua grande ia fundo naquele buraquinho que se abria mais e mais pra mim. Jorginho de olhinhos fechados tremia, suspirava, gemia e gritava! Passava as mãos nos meus cabelos e pressionava meu rosto contra seu rego, eu por minha vez lambia, chupava e enfiava toda a língua nele. Meu pau babava e percebendo que desperdiçava meu mel no tapete, coloquei Jorginho no colo e o virei de cabeça pra baixo. — Jorginho, chupa e lambe minha babinha ai em baixo, não deixa cair nenhuma gota fora da sua boquinha ta bom? — O garoto nem se deu ao trabalho de responde e com gula fez o que eu mande e ainda melhor, eu voltei a dar a merecida atenção aquele cu no melhor 69 vertical da minha vida. Eu chupava e ele me mamava, eu bufava e ele suspirava e gemia de tesão.Foi então que eu decidir colocar um dedo naquela bundinha e tive a surpresa de sentir o cuzinho me sugando para dentro dele, eu estava com uma raridade nas mãos, um cuzinho desejoso e sedento por ser preenchido. O piu-piu do moleque bateu no meu queixo duro feito uma pedra, foi então que resolvi coloca-lo na boca e por mais um dedo no rabinho de Jorginho, o segundo dedo passou com mais dificuldade mas quando eu terminei de atolar eles, Jorginho gemeu com a cabeça da minha pica na boca enquanto gozava na minha, eu senti um arrepio na espinha ao sentir o gosto da sua porrinha na minha boca e não me segurando pressionei a cabeça de Jorginho fazendo-o engolir metade da minha rola e gozei, despejei 6 jatos fartos de leite que foram direto na garganta daquela bezerrinha gulosa. Me dei conta de que nós dois estávamos completamente molhados do meu suor, coloquei o moleque de volta no sofá e sua pernas pareciam ter virado gelatina de tão moles, na sua boca um filete e gala escorria num canto. Aproveitei que ele estava ali mole e completamente relaxado e me pus entre suas pernas, eu as abri e direcionei a cabeçona do meu pau ainda duro e até aquele cuzinho, com uma fincada rápida e firme a cabeçorra ultrapassou as preguinhas fazendo meu pau entrar até a metade. Jorginho deu um grito de dor, arregalando os olhos e se contorcendo. Eu o puxei para mim tentando acalma-lo, fui beijando e lambendo seu pescoço aé chegar na sua boquinha onde lambi o filete de porra e o beijei, minha língua varria sua boquinha e ia fundo na sua garganta despejando minha saliva que se misturava a minha gala, ele foi ficando mais calmo e meu pau se recusava a amolecer, mas percebi que não era o momento de fuder aquela bundinha como eu queria, mas alguns minutos de beios e eu sai de dentro dele. Ele parecia exausto e caiu ali mesmo no sofá de olhos fechados, o levei para o banheiro , lhe dei um banho, enxuguei e o coloquei na minha cama e assim eu dormi junto a ele sentindo seu corpinho colocado ao meu e seu cheirinho, ainda com o gostinho delicioso da porrinha e do cuzinho do moleque tesudo enteado do meu filho e nós ainda tínhamos duas semanas. Galera desculpe-me por ser tão longo, mas eu deixei a imaginação voar e fiquei com pena de editar o conto, espero que tenha aproveitado e tido uma ótima punheta. SE GOSTAREM VOTEM , COMENTEM E ATÉ O PRÓXIMO CONTO

Mamadeira cheia

Olá, esse é meu primeiro conto, venho expressar algumas das coisas que eu imagino nesta página, espero que gostem. Há, os contos desse perfil tende a ser para o publico gay! Bom, sou o Valentim, tenho 1,67 de altura, negro, pele limpinha, 60kg, devido minha altura, sou cheinho, meus pais me chama de bombom, isso é por conta que tenho uma bunda bem grande. Sou aluno secundarista, logo daí podem tirar clusões sobre minha respectiva idade. Hoje, vou relatar algo que aconteceu comigo no final do ano passado. Era quase no período de férias, todos bem atarefados com suas atividades, então, meu professor de matemática passou mais um trabalho para finalizar a nota. Sou melhor na área de humanas, não sou bom com números, mas sempre me virei. Não tenho muitos amigos, nunca fui de ter muita gente ao meu redor, sou filho único, tenho uma família com poucos primos, além do mais, todos são mais velho que eu. Nunca fui tão próximos deles, visto que sou um pouco mimado, eles não gostam muito do meu jeito, dizem que minha mãe não deixa eu fazer nada, as vezes me chamam de bicha, pois eu gosto de ficar em casa vendo filmes, não gosto de nada másculo. Se eles soubessem que além de tudo isso que eles acham sobre mim, eu ainda sei muito sobre sexo… hahaha, na verdade pesquiso muito, gosto de filmes adultos, por isso não sou muito de sair, fico vendo por horas, enfim… Além de saber muito sobre, eu sinto um pouco de tesão em cara mais velho que eu, no caso meus primos haha, mas se eles soubessem disso, aí que nunca iriam querer ficar perto de mim. Meu pai tem dois irmãos, cada um tem dois filhos, todos homens e todos maiores de idades, uma diferença de quase 5 anos da minha idade. Bom, com esse trabalho de matématica, tive que pedir ajuda ao meu pai, pois ele é o único que eu poderia pedir ajuda, ele é administrador formado, trabalha em um escritório de contabilidade junto com meu tio. Eu - pai, você pode me ajudar com o trabalho de matemática? Será minha última nota da disciplina e eu não sou bom com números! Pai - Hoje não dá, vou ficar até tarde no escritório, vou ver com o seu tio, pois ele disse que o Pedro começou dar aulas de matemática particulares. Eu - Sério? Nunca peço nada, quando preciso de ajuda ninguém me ajuda! Pai - Valentim isso é minha ajuda, eu não posso lhe ajudar, mas vou achar alguém que pode! Vou já até ligar para seu tio, para o Predo vim hoje aqui e vocês já começam logo. Seu tio falou que o seu primo vem aqui às 16h, ainda não estarei aqui, como sua mãe está com a sua vó e só volta de viagem mês que vem, é bom que no período da tarde você não fica só! Minha mãe está na casa da minha avó que mora em outro Estado, minha avó ficou doente, então minha mãe teve que ir ficar com ela, a previsão que ela volte só no outro mês. Também, ela estava brigando muito com o papai, pois ele passa muito tempo no escritório e chega muito tarde, mas isso é história pra outro conto. Quando meu pai me disse que iria ficar sozinho com meu primo, imaginei mil coisas, meu primo Pedro mede 1,80 de altura, deve ter uns 80kg, joga bola, na verdade pratica tudo que é esporte. Ou seja, seu corpo é muito definido, as pernas dele são muito grossas, em consequência disso sua bunda é enorme, tudo que ele veste fica muito aperto, e o seu imenso volume fica muito marcado. Meu pai saiu para o trabalho, fui correndo para o banheiro, tomei banho, fiz tudo que tinha que fazer. Vesti um shortinho bem curto, uma camisa folgada, deitei no sofá e acabei dormindo. Sonhei coisas maravilhosas, inclusive, com o meu primo. Então, a campainha tocou, acordei assustado, fui abrir a porta, era meu primo Pedro. Eu - Oi, perdo. Tudo bom? Entra! Pedro - Vou bem, o tio falou que você estava precisando de aulas, estou aqui. Mas, você está bem animado né? (falou olhando para baixo). Eu imediatamente olhei para baixo e percebi que estava um pouco excitado hahaha. Coloquei a mão na frente e o Pedro entrou, então fui correndo ao banheiro! Voltei, sentei na mesa, meu primo já estava lá com o material pronto, daí começamos a estudar, ele me ajudou muito com minhas atividades, aprendi um pouco. Depois de algumas horas pedi um intervalo nos estudos, fomos lanchar na cozinha, então começamos a comer, Pedro derrubou o copo com suco em cima dele, se molhou todo, sujou seu calção e um pouco de sua camisa, ele foi ao banheiro para se limpar, aproveitou e tomou banho. Limpei as coisas, quando me espanto com Pedro gritando pedindo uma toalha e short do meu pai. Fui ao quarto dos meus pais, peguei uma toalha e uma short do meu pai desses de jogar bola, bem folgado e velho, porém, ele era bem curto, isso só facilitou minha escolha. Me direcionei ao banheiro, fui entrando sem bater na porta, minha intenção era de ver o meu primo nu, queria ver o que causa tanto volume em seu short. Meu primo se espanta e fala! Pedro - Qual é Valentim? Não sabe bater não? Eu estava paralisado, olhava fixamente para o pau do meu primo, era lindo, era bem proporcional ao corpo dele, ele era meio grande, estava mole, vale ressaltar. Era grosso e bem simétrico ao tamanho, meu primo puxou a toalha da minha mão e falou! Pedro - Qual é? Agora não vai mais tirar o olho do meu pau? Nesse momento surgiu mil pensamento em minha cabeça, inclusive dele dizer ao meu pai, logo eu fiquei todo vermelho e sai do banheiro, falando já vi maiores em filmes! Mas por dentro estava me questionando o por que eu disse aquilo, pois só me comprometeu ainda mais! Enquanto ele estava no banheiro, só pensava como eu fui burro, pois se ele falasse ao meu pai, seria o meu fim. Pedro saiu do banheiro, não pude deixar notar que ele estava sem cueca, me pediu uma sacola plástica e colocou suas coisas e guardou na mochila. Voltamos a estudar, eu estava morrendo de vergonha, já eram quase umas 19h, meu primo me pegava frequentemente olhando para as suas pernas na tentativa de ver o volume dele, ele ria, eu ficava com vergonha, mas a cada oportunidade eu olhava. Não demorou muito, ele disse que já era tarde e que amanhã ele viria novamente e que meu pai disse que era pra ele vir a semana toda. Ele se levantou não deu para não olhar para a meia bomba que estava no short, ela muito marcante, dava para ver quase tudo, queria pegar sei lá. Pedro - Vou indo então, amanhã eu devolvo as coisas do tio, fala para ele!. Eu - Ok, pode deixar vou falar sim! Fui ao meu quarto, fiquei pensando no que eu podia ter feito, e como eu posso está ferrado se Pedro falasse ao meu pai ou ao meu tio. As horas se passaram, nada do meu pai e a tensão só aumentava, então jantei e fui pro quarto novamente. Dormir, acordei já era outro dia, estava meio que atrasado para ir para a escola. Fiz tudo correndo e fui tomar café, meu pai me apressando para terminar logo, então fomos para a escola, no carro meu pai disse que meu primo falou algumas coisas sobre ontem, para ele. Eu gelei na hora! Sem reação alguma deixei meu pai falar. Então, começou a dizer que meu primo me achou preguiçoso, falou que sei das coisas mas que sou muito distraído, que é só questão de esforço mesmo, ainda falou que eu fico olhando muito para os outros e para coisas aleatórias. Quando ouvi tudo isso, meu coração voltou bater, estava com muito medo do que meu pai iria me dizer. Logo após a volta realidade, desci do carro e ri muito, nossa como fui tonto, pensei que meu primo tinha percebido algo, isso fez com que eu quase me entregasse, fui burro, pensei aliviado! Cheguei em casa, passei pela cozinha, fui usar o banheiro, percebi que meu primo havia deixado a cueca dele na minha casa, peguei, fui correndo para meu quarto, entrei no banho, comecei a me masturbar pensando no meu primo e cheirando a cueca. Terminei o banho, fui lavar a cueca do meu primo, deixei secando e fui assistir. Passou algumas horas, meu primo chegou mais cedo, então, toca a campainha e abro a porta. Ele já entrou falando, hoje você não está tão animado quanto ontem, falou olhando para baixo, fiquei com um pouco vergonha. Ele entrou, fomos para a mesa começamos a estudar, passou algumas horas e ele pediu para usar o banheiro, então falei pra ele ir no do meu quarto que estava mais perto, a aula estava chata, estava morrendo de tédio, não aguentava mais. Não demorou muito, ele volta com a cueca dele na mão. Pedro - O que minha cueca faz no seu banheiro? Fiquei sem palavra, não sabia o que responder, então disse que tinha sido meu pai, ele pensou que era minha. Pedro - Sério? Meu tio pensa que você usa uma cueca desse tamanho? Sei o que você estava fazendo com ela. Eu vejo você me olhando e para onde você olha. Meu tio não é bobo e nem você! Comecei a perceber que meu primo estava falando comigo em um tom muito estranho, então retruquei. Eu - Sim, fui eu que peguei, lavei e coloquei no meu box, você é bem sujo. Estava fedendo meu banheiro aqui de baixo, seu porco. Também, essa cueca é um tamanho normal, pois o que você disse que eu olho tanto, percebi que fica bem perdido dentro dela, mesmo ela sendo normal!. Pedro - Ah sei, pensa que vou cair nesse seu papo, já vai pedir pra ver ..., sei como vocês são. Eu - Vocês quem? Pois só tem eu e você aqui! Pedro - Você e seu pai! Eu - O que tem meu pai haver com isso? Pedro - Rapaz, para de falar besteira, já viu pau melhores que o meu. Então você anda vendo pau demais por aí né seu viadinho? Eu - Primeiro que eu não sou viado, se fosse não teria problema, meu pai não se importaria, e sim, vejo muitos paus, mas é em filmes e eles são bem maiores que o seu. Também comem pessoas que não é o seu caso. Pedro - Com certeza meu tio não se importaria e o meu pau é tão grande quanto os dos caras do filmes, você ver os filmes só pra ficar vendo as rolas dos caras, ficam falando as coisas como se soubesse fazer algo, não aguenta nada, nem o peso de uma mina encima de você e nem uma rolada ahahahah, disse sorrindo! Comecei a perceber que o rumo da conversa estava indo para um caminho sem volta e eu realmente queria me perder nele, mas teria que fazer o meu primo vir comigo. Então, disse! Eu - Hahaha… Sei o que você quer, mas saiba que eu sei fazer tudo e mais um pouco das coisas que vejo nos vídeos, inclusive estou preparado para tudo. Falei olhando fixamente para seu pau! Pedro - Falei! Sei o que você quer, já aviso que não vai ter, essa mamadeira aqui, só é pra quem realmente sabe mamar! Tem muito leite aqui! Parecíamos duas crianças, mas com muito tesão e medo de tomar a iniciativa, não poderia perder a oportunidade, então disse! Eu - Vamos ver então, quero ver se tem tanto leite assim, aposto com você qualquer coisa! Pedro - Rapaz, depois não vai se arrepender! Nesse momento já havia perdido o medo da situação, então já fui tomando a iniciativa, me ajoelhei na frente dele, coloquei a mão sobre seu shrot, seu pau estava muito duro, ele vestia um jeans, como tudo nele ficava apertado, o tecido grosso meio que segurava tudo aquilo dentro da calça. Ele ficou meio pensativo, mas não tirou minha mão de cima dele, comecei a abrir o zíper, ele estava de cueca branca, aquilo me deu mais tesão, comecei a cheirar seu pau, foi lindo, a medida que eu cheirava, ficava mais duro, meu primo estava imóvel, olhei para cima, meu olhar se encontrou com o dele, nos encaramos e ele disse! Pedro - Ajoelhou vai ter rezar! Abriu mais um pouco o zíper, abaixou a calça e forçou meu rosto contra seu pau, depois segurou meu pescoço, tirou o meu rosto do seu corpo, me cuspiu e me deu um tapa, foi forte, ficou vermelho, então eu disse! Eu - Tá louco? Meu pai vai ver isso, não sou boneco! Mau termino de falar, ele já me dá outro tapa, comecei a ficar com medo, ele pegou novamente em meu pescoço e forçou seu pau contra meu rosto novamente, fiquei sem ar e me afastei dele! Dai ele falou! Pedro - Oxe, você disse que aguentava muita coisa! Que sabia muito sobre tudo, que aprendeu tudo nos vídeos! Ta chorando por quê? Continuou..., olha como você me deixou, a mamadeira ta cheia! Estava com um pouco de medo, mas com muito tesão,aquilo tudo estava me deixando mais louco ainda, parecia que eu estava em um filme. Depois que ele me falou tudo aquilo, então eu assumi meu papel e disse: Eu - Me fode então primo! Só foi a conta, ele abaixou a sua cueca, cuspiu novamente em mim, disse abre a boca. Meu primo era bem mais alto que eu, seu corpo era de uma pessoa adulta, a mão dele é imensa, e elas estavam segurando minha cabeça enquanto ele fodia minha boca com o maior tesão do mundo, comecei a me engasgar, era muito grande, passei o dente no pau dele, era muito grosso, ele me bateu outro vez, me mandou abrir a boca, estava amando, me sentindo dominado, nunca havia chupado ninguém antes, na verdade, nunca transei antes, mas estava disposto ahahha. Meu primo sentou no sofá, abaixou mais ainda sua calça e sua cueca, me chamou para ir a seu encontro. Pedro - Chupa minha putinha, sei que você gosta, ta no seu DNA! Eu não entendi muito bem, mas obedeci, apesar de gostar daquilo, não queria mais tapas. Comecei a chupar igual aos filmes, fazia o meu melhor, mas na prática tudo era diferente, mal conseguia engolir a cabeça, mas tentava. Meu primo disse para cuspir em seu pau, fiz isso e ele mandou também passar a lingua no seu pau todo, estava gostando muito daquilo. Então mais uma vez ele disse! Pedro - Cospe no meu pau e me masturba! Quando fiz isso, ele me puxou com as duas mãos e me coloca para chupar com mais velocidade, começou a forçar seu pau na minha boca cada vez mais fundo, já estava todo babado e seu pau também, isso só facilitou, seu pau começou a ir cada vez mais fundo na minha garganta, ele estava amando, eu também, só que estava ficando sem fôlego, ele segurava minha cabeça e direcionava para onde ele queria, levantou minha cabeça,olhei para ele, meus olhos desciam lágrimas, mas não eram de choro, elas escorria por conta do pau dele que estava indo muito fundo na minha garganta. Pedro - Você gosta né? Vamos ver se aguenta mesmo. Disse olhando nos meus olhos. Se levantou do sofá, permaneci de joelhado, ele começou a foder minha boca muito rapido e com muita força, o barulho que fazia era muito prazeroso, eu estava me achando um ator, no caso uma atriz que chupava muito bem os caras. Meu primo começou a bombar cada vez mais forte, eu já estava sem fôlego, então comecei a força para sair dali, ele me segurou com mais força, colocou todo seu pau na minha garganta, estava morrendo, parecia na verdade, não conseguia sair de lá. Comecei a vomitar, mas não era vomito era uma baba sei lá, fiquei com muito nojo, mais o meu primo não tirava seu pau da minha boca. Comecei a me bater muito, então ele segurou com mais força e colocou mais fundo seu pau, então, começou a gritar a se tremer, cada tremida mais ele aprofunda aquela vara na minha garganta, já não tinha mais força e ele goza dentro da minha boca. Aquilo estava tão dentro de mim, que o seu gozo desceu pela minha garganta igual água. Ele caiu no sofá e eu no chão, meu piso ficou todo babado, uma gosma branca, era muito nojento mas eu estava sem força para sair dali. Olhei para meu primo e vi que ele estava esgotado, ficamos um pouco alí, então ele Pedro começou a rir, hahahaha… Pedro - Você quase perde aposta, teria que me dá o cuzinho se perdesse, disse rindo! Eu estava sem força, olhei para minhas pernas e vi que estava todo gozado, gozei sem se quer me tocar. Amei saber que dei tanto prazer e ao mesmo tempo senti, que o gozo saiu sozinho. Então, olhei para o meu primo e disse! Eu - Que leite saboroso esse seu, quero mais! Começamos a rir, quando percebemos já era mais de 19h, meu primo tinha que ir, tomou banho, se arrumou, pegou suas coisas e disse! Pedro - Ver mais filmes, tenho muitos planos para você meu bombom, hahaha... disse rindo! Então, fui arrumar as coisas, limpei tudo, tomei banho e fui dormir. Meu pai chegou estava no sofá ele me pegou no colo e me levou para o meu quarto. Já era manhã do outro dia, acordei animado, fiz toda minha rotina, fui tomar café. No carro meu pai fala! Pai - Gostei de ver, ontem você dormiu com os livro perto, vejo que está se esforçando, seu primo disse que você é um ótimo aluno e que quer lhe ensinar outras matérias. Chegamos na escola, estava bem feliz com tudo o que havia acontecido, passei em matemática, logo as aulas acabaram e fiquei de férias. Então, fomos todos para a casa dos meus avós paternos. Porém, isso é história para outro conto!

Amigos fudendo as melancias

Minha iniciação - Meu tio tirou meu cabaço

Olá Pessoal! Meu nome é Gabriel, tenho 1,75m de altura, 70 Kg, corpo levemente malhado, olhos e cabelos castanhos. Todos meus contos serão verídicos, a começar desse, meu primeiro. Na minha adolescência morava no interior, sem internet. Embora já tivesse feito alguns "troca-troca" com amigos, devido a idade que tínhamos na época, nunca havia gozado, ou sentido penetração de fato. Durante o ensino médio costumava dormir algumas noites na casa da minha avó, pois ficava mais perto da escola, e pelo fato de minha tia morar com ela havia computador e internet. Como essa minha tia pouco ficava em casa, pois dormia na casa de seu namorado, aproveitava a noite para assistir filmes pornô gay e bater aquela punheta (gozando dentro da meia rs). No entanto, nunca me preocupei com histórico de navegação, e que alguém pudesse ver o que acessava. Na casa nos fundos da minha vó moravam outra tia minha e seu marido, com quem passava boa parte do tempo. Meu tio, Carlos, com seus 35 anos, era um homem muito charmoso, barriga leve (de cerveja), peludo na medida, e com um sorriso lindo e safado. Sempre senti tesão nele, mas nunca imaginei que algo pudesse acontecer, até aquela tarde. Em uma de minhas dormidas na casa de minha vó passei a tarde na casa de meus tios. Minha tia passou a maior parte de tempo fazendo o serviço da casa ou na cozinha. Meu tio e eu assistíamos TV. Meia tarde meu tio resolveu tomar banho, mas não fechou a porta. Pela casa ser pequena, o sofá em que eu estava ficava de frente para o banheiro. Ele se despiu, e meu coração já acelerou. Ver aquela bunda, levemente peluda, e quando ele virou...Um pau médio (mas que parecia enorme na época), bastante peludo e circuncidado. Ele parecia se exibir, sem nenhum pudor. Até que minha tia o xingou, mandando fechar a porta. Após ele finalizar o banho, voltou à sala. Minha tia, então, decidiu dormir. Foi aí que ele sugeriu vermos um "filme" em seu computador. Ele entrou no site pornô e começou a procurar filmes, logo mencionando um do Alexandre Frota (tesão). Ao começar o filme, vi que era aquele que ele fodia uma travesti. Fiquei morrendo de tesão. Meu tio também, e logo começou a falar: Carlos - Que tesão foder um cu, né Gabi? Gabriel (tentando não dar bandeira) - Mas de filme de mulher é melhor, né tio? Carlos - Que nada! Na hora do tesão, eu como o que vier! Ta de pau duro? Gabriel - Tô sim, e tu? Carlos - Feito pedra, olha só - falou ele, segurando seu pau, duraço, marcando-o todo no seu calção de futebol. Quando minha tia fez barulho no quarto ele parou o vídeo, e começou a pesquisar coisas relacionadas a esportes. Ao sair do quarto, minha tia nos disse que ia ao mercado, na cidade vizinha, devido as promoções, o que sabíamos demorar cerca de três horas. Logo que ela saiu, voltamos ao site. No entanto, ele mudou de vídeo, colocando um onde um coroa fodia um novinho. Me perguntou se estava com tesão, falei que sim, e continuamos assistindo, até que no alto do tesão, ele me fala: Carlos - Esse filme você já tinha visto? Gabriel - Não, nunca vi filmes só com homens. Carlos - Não precisa mentir para mim, eu vi o histórico no computador de sua tia. Inclusive, limpei tudo, para que ninguém soubesse. Fiquei mudo, não sabia o que fazer, se chorava, se corria. E se ele contasse para alguém? Foi então que ele me disse: Carlos - Pode ficar tranquilo, não vou contar pra ninguém. Na verdade, acho que pode ser o começo de um segredo nosso... Gabriel - Que segredo? Ele não me respondeu, apenas colocou minha mão em seu pau duro. Ao me ver assustado ele disse: Carlos - Relaxa! Ninguém vai saber. Você já fez sexo? Beijou alguém? Gabriel - Só beijei algumas meninas, mas apenas selinho. Então ele me puxou para um beijo. Sua língua quente invadia minha boca, parecendo querer me devorar. Como era bom seu calor. Coloquei então minha mão em seu peito desnudo, sentindo seus pelos, enquanto a outra continua em seu pau, ganhando agora alguma curiosidade. Ele então se levantou, tirou sua bermuda, junto com sua cueca, e se parou em minha frente. Aquele pau peludo agora estava duro, na altura do meu rosto. Ele pegou minha cabeça, e foi puxando-a. Carlos - Beija ele. Comecei a beijar a cabeça de seu pau. Enquanto o segurava pela base. Aos poucos fui tentando engolir. Passei a massagear seu saco, sentir seu peso, seus pelos. Ele começou a conduzir minha cabeça, colocando seu pau cada vez mais fundo. Isso durou uns 10 minutos, até que ele saiu da minha frente, me virou de costas pra ele, e começou a abaixar a minha bermuda. Carlos - Vamos começar a brincar com esse cu? Tirou minha bermuda, me colocou de quatro no sofá, de modo que minha bunda ficasse bem na ponta. Se abaixou atrás de mim e abriu minha bunda com as duas mãos Carlos - Já estava virado homem, até cabelo tem esse cu. Tanto cabelo quanto pregas... por enquanto (e riu deliciosamente). Foi então que senti uma das melhores sensações até aquele dia, sua língua, quente, no meu cu. Ele me chupou muito, dizendo que queria me deixar bem molhado. Começou a enfiar seu primeiro dedo, que quase não senti, tanta era sua baba em meu cu. Foi colocando o segundo dedo, e então o terceiro. Foi quando ele parou, saiu de trás de mim, indo ao banheiro. Achei que havia se arrependido. Mal tive tempo de pensar nisso, ele já voltava com um tubo de gel em sua mãos. Carlos - Esse gel é pro seu cuzinho não doer, e você aproveitar meu pau todo nele. Me colocou novamente de quatro, senti seus dedos gelados em meu cu. Então senti algo quente, maior que seus dedos, fazendo pressão. No começo não entrava, apenas doía. Foi então que começou a entrar, ardendo muito. Mas ele, muito paciente, foi avançando aos poucos, até que senti os seus pelos pubianos e da barriga encostarem em mim. Carlos - Pronto! Está todo dentro. Vou deixar parado um pouco, até acostumar. Tá gostando Gabi? Gabriel - Está me enchendo o cu tio. No fundo faz uma sensação boa, meu pau tá mais duro. Carlos - É tua próstata, meu putinho. Aos poucos ele foi se movendo, cada vez que seu pau chegava no fundo, parecia que minha alma ia deixar o corpo. Fazia um frio no corpo. Após me comer muito de quatro, ele me virou no sofá, me deixando de frango assado, e foi colocando seu pau. Na primeira estocada já foi até o fundo. Nessa posição sentia mais pressão no meu saco, o que aumentou o tesão. Ele me fodeu muito, até que me disse: Carlos - Sente esse pau no fundo do teu cu, gostoso! Esse cu é melhor que a buceta da tua tia. Ouvindo ele falar isso, senti um frio descer minha espinha e me acabei em gozo, sem tocar meu pau. Foi meu primeiro orgasmo anal. Vendo isso e sentindo meu cu contrair em seu pau, ele falou: Carlos - Isso, meu viadinho, goza com um pau no cu. Vou encher teu cu de leite, batizar ele. Ele bombou ainda mais forte, me segurando pelos ombros. Seu corpo fazia barulho ao bater no meu. Cerca de um minuto depois ele estocou fundo, firme e despejou seu leite no fundo do meu rabo, até então virgem. Carlos - Delícia! Sente meu leite quente. Isso quer dizer que tu é meu. Gabriel - Sempre que quiser, tio. Ele saiu de dentro, e me mandou para o banho, me mandando despejar sua porra no vaso, antes. Tomamos banho, e voltamos a assistir TV. Quando minha tia chegou nem desconfiou do que havia acontecido ali. E essa foi minha primeira vez. Comentem se gostaram, aí posso saber o que mudar para os próximos contos. Beijos!