domingo, 24 de julho de 2016

Priminho dorminhoco

Hello gente estava viajando por isso não postei. Outra coisa que queria dizer sobre meu conto do pagodeiro nao publiquei o resto pq era só aquilo, não era um conto era mais um desabafo e a resposta para muitas perguntas nois ficamos juntos por um ano mais acabou vamos ao conto. Esse relato ocorreu mês passado, nas férias de Janeiro. Como é verão, eu e o Daniel combinamos de andar no parque e depois vir para casa para dormirmos aqui. Lá no parque conversa vai conversa vem acabei comentando que nunca tinha ficado bêbado por ser muito forte quando se trata de bebida, instantaneamente ele fala para a gente comprar uma vodka e ficar virando em casa até ficar bêbados, então aceitei o desafio. Ele queria me ver bêbado de qualquer jeito. Passamos no supermercado compramos a bebida e fomos para casa. Em casa, nos trancamos no quarto e começamos a beber, shot vai shot vem e ele começou a ficar altinho e eu nada, ele começou a falar umas merdas e eu o acompanhei, falamos de meninas, da namorada dele, sobre sexo, eu ouvia fascinado as experiências dele com a namorada, ele contava que a namorada não conseguia enfiar seu pau inteiro na boca por ser grande demais e enquanto isso eu ia ficando excitadinho. Depois de acabar com meia vodka o Dan disse que precisava ir ao banheiro mijar e iria aproveitar e colocar o pijama, quando ele volta vi naquele pedaço de pano a marca do seu pau mole, porem já grande e bem marcado. Jogamos um pouco de vídeo game, bebemos mais um pouco e lá para as 3h fomos dormir, quer dizer, ele dormiu, eu fiquei acordado esperando dar um tempo para depois partir para o ataque enquanto ele dormia. Depois de uns 15 minutos comecei a apalpar seu pau por cima do shorts de pijama, sentia aquele órgão grande e grosso na minha mão. Eu fui acariciando seu pau e nada do Dan se mexer, dei um selinho no Dan e continuei o apalpando ate que levantei o shorts e a cueca e coloquei minha mão lá dentro. Comecei a pegar no pau dele e dar uma apunhetada de leve com medo dele acordar, minha mão tremia de tanto medo. Sentia aquele pau crescendo na minha mão, o pau começava a pulsar e ficar duro até que ele chegou em seu máximo, os 20cm. Começava agora a punheta-lo mais rapidamente e com mais força, aquilo estava maravilhoso, peguei meu celular para usar como lanterna para ver os detalhes daquele pau, era MARAVILHOSO, cheio de veias bem definidas e com um cabeção rosado. Não pensei mais, joguei o celular de lado, abaixei para cama debaixo e comecei a dar beijinhos na barriga dele e fui descendo até chegar no seu pau, dei umas lambidinhas e depois comecei a enfiar na minha boca, como o gosto era bom, eu passei a língua pela cabeça do seu pau, dava umas mordidinhas, era enorme e mesmo se eu tentasse eu não conseguia enfiar tudo na minha boca. Eu sentia seu pré gozo vindo em minha direção, saindo do seu pinto e caindo na minha boca. Parei de chupar por medo e voltei a punheta-lo até que olho para ele e ele estava de olhos abertos e quando percebeu que eu tinha visto ele os fechou rapidamente e eu tirei minha mão de dentro da sua cueca. Ele tinha parado de ressonar, estava realmente acordado, agora não tinha mais volta, comecei a tremer pensando que ele fosse contar para todos nossos amigos e eu começasse a ser conhecido como viado sendo que eu não sou, então eu falei: - Você vai contar para alguém? Não obtive resposta então insisti. - Eu vi você com os olhos abertos – eu gaguejava de tão nervoso que eu estava – eu vi você acordado. Você vai contar para alguém? - Eu não sei – ele me responde – eu não sei porque você fez isso, você é hetero e eu também, eu tenho namorada, mas eu tava gostando, nunca foi tão bom... Acho que foi o “errado” que deu o sabor na situação. Achei meio estranho essa ultima frase, ele devia estar bêbado e com sono ainda, então relevei. - Eu também nunca tinha sentido nada igual – neste momento eu coloquei a minha mão no seu pau por cima do shorts – meu pau nunca ficou tão duro, olha! – peguei a mão dele e fiz ele colocar no meu pau de 17x15. A partir dai eu comei a punheta-lo por cima do shorts e ele não fazia nada, nenhum movimento, só com os olhos fechados. Vi que ele estava gostando então abaixei o shorts e a cueca dele e comecei a pegar no seu pau durasso e punhetar bem forte, era tão grosso quanto o meu, talvez um pouco menos, eu chutaria uns 14cm de largura. Não pensei 2 vezes, tranquei a porta e fui para cama debaixo e comecei a chupa-lo e punheta-lo ao mesmo tempo, ele soltava uns gemidinhos de prazer. Chupei seu saco, a cabeça de seu pinto, dava mordidinhas e comecei a chupar o “freio” do pinto e ele deu um gemido bem alto, eu tinha achado o seu ponto fraco. Continuei chupando e ele colocou suas mãos na minha cabeça para controlar o ritmo, mas não deu certo, quem estava no comando da chupada era eu e eu que iria ditar as regras. Eu acelerava o movimento e depois tirava tudo da boca e dava uma bela lambida naquela pica e no seu saco, batia com aquele pau enorme na minha cara e ai eu engolia tudo de novo. Quando vi que o seu pau começava a pulsar mais forte eu comecei a lamber seu freio e depois enfiei ate o máximo na minha boca e ele gozou muito, saiu uns 5 jatos de porra bem forte direto na minha boca, me lambuzei inteiro, engoli a maioria, fui subindo lambendo e mordendo seu corpo inteiro, o tanquinho, os mamilos, as axilas, os braços fortes e depois o beijei, foi o melhor beijo da minha vida. Eu estava cansado e com sono, abracei o tronco dele e deitei no seu peito e ele começou a me fazer carinho, ate que ele falou: - To sentindo seu pau durasso na minha perna, você ainda não gozou, é minha hora de retribuir. - Não precisa Dan, tudo o que eu queria eu já consegui, dar uma bela chupada na sua pica. - Mas eu não consegui tudo o que eu quero - nisso ele passou sua mão no meu pau e começou a apalpar e depois passou a mão pelo meu cuzinho virgem e sussurrou para mim – eu quero seu cu na minha rola. Eu tentei falar que ia doer, que eu não ia aguentar (eu tentando dar uma de difícil porque eu estava louco para dar para ele) mas ele disse que faria com carinho, então topei desde que seu pau estivesse bem lubrificado e com camisinha, eu pretendia poder sentar no dia seguinte. - Pode deixar comigo – ele disse – eu tenho camisinha aqui, mas não tenho lubrificante, mas podemos improvisar. Abri a porta do quarto cuidadosamente, desci ate a cozinha, peguei o pote de margarina e subi, nisso ele já estava com o pau durasso com uma camisinha XL para eu colocar no pica dele. Coloquei, lambuzei seu pau e dei um beijo nele e fiquei de 4. Ele veio por trás, esfregou seu pau na minha bunda, deu uma lambida no meu cú e tentou enfiar. Como doía, nunca tinha sentido tanta dor e eu sentia que ele nem havia enfiado ainda, só estava forçando para entrar, ate que eu dei um gritinho e falei: - Paara para paraaa, ta doendo demais, eu não estou aguentando. - Calma calma – ele falava enquanto fazia carinho no meu cabelo - esta tudo bem, eu não enfiei nada ainda, eu tentei mas to com medo de te machucar demais. Eu nunca tinha visto ele tão fofo como nesse dia, eu não resisti, eu disse – pode continuar, por você vai valer a pena, eu aguento. Ele continuou, lambuzou um pouco mais seu pau e tentou enfiar. Enquanto ele forçava a entrada eu enterrava minha cabeça no travesseiro para ninguém ouvir meus gritos de dor. Até que entrou a cabeça do seu pau e o resto foi deslizando para dentro. Eu gritava de dor naquele travesseiro, nunca tinha sentido tanta dor, mas eu fazia isso para o meu Dani, eu aguentava. Ele ficou uns 3 min com o pau dentro de mim sem bombar para eu me acostumar até eu falar: - Pode ir com tudo! Ele não se fez de desentendido, começou a bombar que nem um animal no cio, com toda força e virilidade que ele tinha. Enquanto bombava ele ia beijando meu pescoço e massageando meu pau e minhas bolas, eu nunca tinha sentido nada igual, era uma sensação nova, eu queria que aquilo durasse para sempre, eu gemia de prazer e ele fazia o mesmo. Nessa hora não tem como lembrar do que ocorre a sua volta, não me importava com os gemidos estarem altos ou não, eu só conseguia sentir o prazer daquela pica enorme me penetrando, chegando a locais que eu nunca tinha explorado, nem ele com a (quem sabe ex) namorada dele, ele enfiava aquele 20 cm na minha bunda ate suas bolas baterem em mim com tanta agilidade que eu não estava aguentando, eu não tinha gozado ainda. - Dan eu vou gozar, não aguento mais! - Calma ai Leo, segura ai! Ele bombou mais um pouco tirou seu pau do meu cu lambuzado e arrombadinho e começou a chupar meu pau! Pois é, aquele hetero (um tanto quanto fajuto) começou a me chupar com gosto, passar a língua na minhas bolas e subia ate a cabeça até que eu enfiei todo meu pau na sua boca e soltei minha porra quente no fundo da sua garganta, ele não tinha escolha, engoliu tudinho, me deitou, subiu em cima de mim e me beijou e falou: - Ainda não terminei o que eu comecei, não vou nada inacabado. Nisso ele tirou a camisinha, eu rolei com ele na cama para ficar por cima e coloquei seu pau no meu cú de novo e comecei a cavalgar e rebolar na sua pica. Depois de um tempo nós rolamos de novo e ele abriu minhas pernas, jogou elas no seu ombro e me colocou de frango assado e começou a enfiar e bombar de novo a tora em mim. Enquanto bombava ele me beijava e me lambia, mordia minha orelha e chupava meu pescoço. Numa voz doce e ao mesmo tempo selvagem e ofegante me disse: - Se segura. Nisso envolvi meus braços no seu pescoço, ele me levantou e me jogou na parede e continuou bombando com força por mais um tempo até que começou a ir mais lento, mas com mais força, querendo meter tudo (como se fosse possível) até que senti jatos de porra entrando e lambuzando ainda mais meu cú. Ele tirou seu membro já meio mole (mas mesmo assim enorme) e começou a lamber minha bunda e depois me beijou. Nunca senti um beijo tão bom e excitante, tinha um gosto salgado de gozo, margarina e saliva, uma sensação de sexo selvagem. Deitamos na minha cama, estávamos exaustos, ofegantes e com sorrisos no rosto. Missão mais que comprida, pensei. Dei um selinho nele, joguei minha cabeça nos seus peitos definidos e minha perna entre as suas para continuar sentindo aquele membro perto de mim, ele começou a me fazer carinho e adormeci. Acordei na mesma posição que dormi, ele ainda estava dormindo, comecei a retribuir aquele carinho, ele acordou e me beijou. Esperei ele falar algo do que aconteceu, mas nada, ficamos mudos. Não sei o que vai ser agora, se foi tudo uma noite ou se vamos continuar nossas aventuras, não nos encontramos ainda para conversar e possivelmente agir. Estou a espera, pois, independente do que ocorrer, TUDO valeu a pena. Obrigado por lerem,

Boquete na churrascaria

Era domingo, estava numa churrascaria com a família quando vejo chegar o Lobo, um advogado que conheci no bate-papo e que já me usou muito. Torci para ele ser discreto. Ele estava com um amigo, sentou numa mesa próxima e ficou tranquilo. Num determinado momento levantei para pegar mais salada e ele tambem levantou., chegou perto e disse que ia passar pela mesa e que deveria segui-lo até o banheiro. Voltei para a mesa preocupado, e logo em seguida ele passa em direção ao banheiro. Eu não fui e vi quando ele voltou olhando fixamente para mim. Nesse momento confesso que fiquei com medo e lembrei de tudo que já havia feito para ele... as calcinhas e saltos que usei, as fotos e videos que ele fez, as tardes que passamos juntos, tudo veio a tona. Mas continuei comendo e bebendo até que precisei ir ao banheiro, levantei e fui sem olhar para tras. No banheiro, fiquei no mictorio aberto e senti quando ele entrou, parou do lado e veio passando a mão na minha bunda, amoleci por completo... os segundos eram longos nas mãos dele, sem pensar, me virei e entrei numa das cabines e sentei na privada. Ele veio atras e fechou a porta, ficou em pé na minha frente e sacou a pica já dura, não via uma pica na minha frente a meses e chupei com vontade, fechei os olhos e em silencio sentia cada centimetro daquela pica em meus labios, babava nela lambia da cabeça a base, beijava o saco, chupava as bolas e voltava para aquele pau maravilhoso, ele tirava da minha boca e batia a rola no meu rosto, como que me castigando pela desobediencia de não ter ido quando ele mandou, senti o primeiro jato de porra na boca e depois vieram mais dois que melaram meu rosto e oculos. Lambi e chupei até deixar a pica bem limpinha então ele guardou e saiu me deixando sentado e totalmente extasiado. Me limpei e recuperado, voltei para a mesa e minha mulher perguntou se estava passando bem, pois havia demorado mais de 20 minutos no banheiro e estava “corado”. Dei um beijo nela e disse que estava tudo bem. O lobo na mesa ao lado conversava com seu amigo e davam muitas risadas, percebi os olhares deles e me senti humilhado imaginando que ele já deveria saber de tudo que rolou. Na saída deles, o Lobo parou na minha mesa e me cumprimentou, apresentou o amigo e saiu dizendo que ia me ligar para combinar um bate-bola.

O maludo da praia

Olá meu nome é Fabiano, sou moreno, pau de 20cm, tenho uma bunda gulosa com poucos pelos, moro em Fortaleza e este é mais um conto real. Há algum um tempo atrás fui com uns amigos à praia, escolhemos uma barraca aleatória e ficamos conversando e bebendo. Depois de um tempo, me besuntei de protetor solar, coloquei meu boné, óculos de sol, peguei meu Ipod e fui caminhar na areia molhada bem próximo onde as ondas quebram. Andei por uns 10 minutos e vi um cara no sentido contrário, era alto, branco mas estava queimado do sol, corpo atlético, uns 35 anos, vestia uma sunga preta e estava com os chinelos na mão. Passou por mim e esbocei um sorriso que foi retribuído, continuei caminhando e quando olhei pra trás ele também olhava. Continuei caminhando, deixei minhas coisas na areia, dei um mergulho rápido e fiz o caminho oposto onde estavam meus amigos. Concidentemente o mesmo cara vinha voltando. Ao passar por mim ele falou - Bom dia. Respondi e segui. Olhei pra trás e ele estava parado. Resolvi arriscar: - Opa, tudo beleza? - Tranquilo. - Prazer, Fabiano. - Gustavo. - Dando uma caminhada Fabiano? - Sim, precisava dar uma espairecida e você? - Fui falar com uns amigos em outra barraca e me despedir. - Não és daqui? - Sou de Brasília. - Também estou aqui a trabalho. Você vai quando? - Hoje à noite. Resolvi jogar verde: - Por isso que já tá com a mala pronta? Ele sorriu, olhou pro meu pau e falou: - Você parece que também vai. Ficamos rindo e perguntei: - Ainda vai ficar muito tempo aqui? -Depende de você. Sorri e disse que estava com alguns amigos, mas que isso era fácil de resolver. Marcamos de nos encontrar em 1h no meu apto, passei o endereço e meu número e corri pra me despedir do povo que tava na barraca, inventando uma desculpa qualquer. Cheguei em casa e pouco tempo depois interfonaram e autorizei a entrada. Ele nem falou nada e já veio me beijando, lambendo meu pescoço, mordendo e lambendo meu peito, arrancando gemidos de dor e prazer. Ele não havia tomado banho e cheirava a sal, suor e protetor solar. Arrastei ele pro quarto, beijei o mordi o peito dele, lambia o pescoço salgado enquanto ele enfiava a mão na minha bunda sem pena, brincando com meu cu com os dedos. Ele se ajoelhou, arrancou minha bermuda e engoliu meu pau, lambendo a cabeça, o saco, forçando tudo na garganta com maestria até chegar na base. Segurei os cabelos dele e fodia com vontade aquela boca macia. Ele subiu lambendo meu abdômen, parou um pouco nos meus mamilos mordendo de leve e falou no meu ouvido: - Chupa meu pau putinha. Me ajoelhei e puxei a sunga fora, fazendo o pau pular na minha cara. Tinha uns 17cm, com a cabeça pequena toda melada, mas bem grosso e veiúdo. Estava suado e com gosto da água do mar. Engolia o máximo que podia, mas quase não entrava tudo. - Engole tudo vadia, abre mais essa boquinha e engole o pau do teu macho. Ele segurava meu cabelo com força e mandava pau na minha boca até conseguir o que queria, tirando lágrimas dos meus olhos de tão fundo que ia. Ele me levantou pelos cabelos, lambeu as lágrimas do meu rosto, me jogou na cama de 4 e começou a dar um banho de língua na minha bunda e no meu cu. Mordia, lambia e cuspia na porta do meu cu, enfiando os dedos aos poucos. Quando sentiu que estava largo, encaçapou o pau, cuspiu na cabeça do pau e começou a forçar a entrada. A cabeça passou, mas o corpo grosso não entrava, ele tentou, forçou, abriu minha bunda com as mãos e nada de passar. Deitou na cama e mandou eu sentar. Lambuzei de lubrificante e sentei devagar abrindo o máximo minha bunda com as mãos. Entrava devagar e eu gemia de dor. Aos poucos consegui engolir aquela tora com o cu e comecei a rebolar gostoso enfiando com vontade. Logo ele me botou de 4 e socou pra valer, enfiando e tirando, me fazendo morder o travesseiro, gemendo de dor e tesão. Fodeu até cansar, pediu pra eu deitar na cama, encaçapou meu pau e sentou no meu pau. Gritava de dor, rangendo os dentes, mas não arregou. Depois que se acostumou com meu pauzão dentro dele, começou a rebolar, fazendo aquele barulho gostoso da bunda quando bate no saco. Virei ele de frango assado e enfiava e tirava devagar, fazendo ele ficar vermelho de dor, mas ele me puxava pra ir cada vez mais fundo aguentando: - Fode meu cu caralho, me arregaça inteiro. Ele se masturbava enquanto eu fodia estocando metidas rápidas e lentas, fazendo ele ficar todo suado de dor e prazer. Já próximo de gozar, ele arrancou a minha camisinha e fizemos um 69 até encher a boca de porra um do outro. Fomos tomar banho e nos masturbamos até gozar novamente um no outro. Trocamos contatos e ele disse que a casa dele em Brasília estará de portas pra me receber. Se quiserem trocar ideias entrem em contato comigo. Grande abraço a todos.

O técnico da net e o entregador de pamonha

O Técnico da NET e o Entregador de Pamonha Boa noite pessoal! Antes de seguir com meu romantismo no outro conto, quero relatar essa transa maravilhosa que foi com esses dois caras. Um baixinho, branco de cabelos arrepiados (técnico da NET) e o outro, um moreno alto de olhos verdes (entregador de pamonba). Há mais ou menos um ano eu morava num barracão, e me mudei pra casa onde estou hoje. Sempre fui cliente de uma pamonharia que fica perto de casa, e esse entregador toda vez ficava me secando quando eu fazia algum pedido. Apesar de eu achar um pouco estranho, ele também tinha uma cara meio que de "bandido", e as vezes trazia a pamonha e me encarava um tanto quanto "feio", até me dava medo. Bom, vamos pelo princípio... Havia me mudado né e liguei na NET para fazerem a mudança de endereço... Era justamente numa segunda, e o horário ficou combinado certinho para o dia seguinte na parte da tarde, e assim esperei. Terça chegou num piscar de olhos, quando deu mais ou menos 14:00 horas o técnico chegou... Era lindinho! Baixinho, mas era uma gracinha. Fortinho de academia, branco, cabelo bem pretinho, bunda grande (para o tamanho dele) pernas grossas e peitoral estufado. Até então eu não havia reparado nele direito, mas quando me pediu algo para subir e conseguir alcançar os fios perto do forro comecei a dar umas olhadas... Mas era inevitável, ele levantava a mão e a camisa subia mostrando assim sua cueca branca da Calvin Klein e sua barriga chapadinha. Foi aí que comecei a olhar pro corpo dele de propósito para ele perceber... Mas ele também fazia aquilo de propósito e veio puxar assunto. _Você mora aqui sozinho? (perguntou) _Sim, fico sozinho a maior parte do tempo... Mas sempre tem um parente ou outro por perto. _Qual sua idade? _27 (respondi) _Ficar sem internet não rola né? Você morava era nesse barracão do lado, ou no outro? _Nesse aqui do lado mesmo... Mas lá é muito quente! _Saquei... Ele era bem comunicativo, esse foi apenas o começo do papo. E então desconfiei que ele estava muito interessado em saber de algumas coisas, inclusive se eu estava namorando. _O bom de ficar sozinho em casa é que da pra levar umas garotas quando bem quiser né? (disse ele num tom meio "sarcástico") _Eu não trago garotas aqui, só garotos! (soltei essa sem medo de ser feliz) Ele deu um sorriso bem lerdo e disse: _Eu sei! Eu falei só pra comprovar... Bem, o assunto foi fluindo até que ele me perguntou o que eu iria fazer a noite. Eu disse que ficaria em casa mesmo, sem nada pra fazer... E perguntei o que ele também faria. _Eu to procurando algo... (disse ele) _Quer vir aqui mais tarde? Não sei que horas termina seu expediente, mas eu to aqui o tempo todo. Não me lembro exatamente o horário que ele disse que sairia, mas marcou de chegar na minha casa lá pras 22:00. Ficamos combinados, e antes dele sair pediu pra usar o banheiro, deixei que usasse a suite do quarto e de lá ele brincou perguntando se eu não queria dar uma balançada pra ele... Respondi que não, mas que se ele quisesse me mostrar a bunda eu ia adorar. Esperei que ele saísse e foi, ele abaixou a calça e me mostrou a bunda, QUE DELÍCIA! Disse que eu podia pegar mas bem rápido... Dei uns apertões nela e passei a ponta da minha língua bem suave. Ele levantou a roupa e disse que não podia mais que aquilo, pois o tempo era corrido, mas daí reforçamos o encontro e ele foi embora. Lá pras 20:00 horas liguei na pamonharia e pedi uma Xica Doida + um suco. Não demorou e o entregador chegou. Ele desceu da moto já com aquele jeito de tarado louco, me encarando com aqueles olhões verdes... Eu fiquei como sempre fazia, peguei as coisas e paguei. Vi que ele virou as costas e saiu bem devagar... Foi aí que num surto súbito eu o chamei. _Ei! Faz favor. Ele veio... _Porque você fica me encarando dessa forma? Eu te fiz algo ou você é gay? (me fiz totalmente de sonso soltando essa!) _Não, não sou gay. Mas eu como! Que maravilha um cafuçu! Eu adorei ouvir aquilo, porém ainda estava com medo do jeito dele... _Se você não tivesse trabalhando eu te chamaria pra entrar... _Posso passar aqui já já... Eu saio 22:00 horas! Acreditem, não era minha intenção acontecer nada daquilo! Mas eu disse pra ele que estaria esperando, e perguntei ele dava conta de 2... Pois um amigo chegaria lá e eu não podia dispensá-lo! O "amigo" era o técnico, mas vocês já imaginam o que aconteceu! Ele respondeu: _Nunca fiz não, mas quem tem que aguentar são vocês! Pessoal, já são 03:12 da manhã e eu to morto de sono! Logo continuo, espero que estejam gostando

Namorado hetero da amiga,sei..

Oie olha eu de novo, essa foda aconteceu faz pouco tempo, foi com um namorado da minha amiga, aquele tipo de homem muleque, que fala tudo oque faz com as mina, ate com a minha amiga ele fala das partes dela, aquele que se acha o gostosao. Estava com duas semanas que nao mexia no meu facebook, quando voltei a mecher tinha 458 notificaçoes e 36 mensagens, fui le, tinha uma que nao acreditei, era de um cara que mora la na outra rua; tinha assim: "eii, qro falar contigo, me dar teu whats" fiquei assim, mas respondi, quando foi a noite chegou uma mensagem no meu pv, dizendo: ele: ei eu: fala ele: tu sabe fazer e-mail eu: sei ele: faz um pra mim, vem aq em ksa eu: alem de eu fazer tu ainda quer q eu va ae ele: eh sim, vem pur favor eu: ta era umas 19:30 me banhei ao chegar la, ele tava apenas de cueca box preta, entrei ela tava tremulo perguntei se tava bem, ele disse que sim, se levantou e vi uma bela rola balançando, ele foi no quarto e me chamou em seguida, perguntou se eu nao queria chupar-lo, respondi que nao, ele implorou, continuei negando, ate que ele disse algo que nunca esperaria: ele: vai, faz um boquete pur favor eu: ja disse que nao ele: se tu chupar, eu ti chupo caraca, nessa hora fiquei tao doido que nao sabia oq dizer, peguei e falei que sim, queria ve ate onde chegaria essa historia, me abaixei, tirei aquela cueca e vi uma rola grossa morena da cabeçona rosa, cheia de veia e com aquele cheiro de macho, cair de boca, ele pedia para eu lamber a cabeça, quando lambia ele ia a loucura, chupei uns 05 minutos, falei que era a sua vez, ele nao disse nada, apenas me empurrou na cama, se abaixou e fez logo uma garganta profunda, chupou um bom tempo falei que ia gozar, ele disse que queria sentir o gosto da porra de outro homem, gozei uns tres jatos, pos ele bebeu tudo, pedi para ele fazer o mesmo comigo, ele disse que queria mas era atras, falei tudo bem, ele tava tao excitado, que nem passou creme nem nada, so cuspiu e meteu de uma vez, dueu pra caralho, ele metia com força, enfiou todo que tentei tirar mas ele me apertou pela cintura e continuou, apos um tempo, sentir aquele liquido quente descer, ele tava deitado todo suado, fui me limpar e depois fui embora, ele so deu um thau, quando foi tres dias depois uma nova mensagem tinha la... aguardem o proximo, espero que tenham gostado

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Dando gostoso pros primos

Bom dia gostosos de plantão <3 <3 <3 Eu me chamo André,mas todos os homens me chamam de Rabudo,ou então de outras coisas.Eu moro em fazendas,não tem uma certa,pois o meu pai e minha mãe tem várias,e cada época eu fico em uma,as vezes fico longe do meu pai e longe da minha mãe,as vezes fico sozinho mesmo.Meu pai e minha mãe mechem com gado leiteiro,e como moramos em fazendas,sempre vem,parente visitar a gente,vem prima,tio,tia,Avó,Avô primo,sempre vem,todas as minhas tias e tios são casados,eu tenho muitas primas,e muitos primos também.Eu tenho muitos primos gostosos,tem uns tão lindos e gostosos que parece sureal. Eu tenho cabelo comprido,preto,liso,cintura fininha,as pernas e as cochas bem grossas,mas é a minha bunda gigantesca que acaba levando eles a loucora e chamando a atenção deles,eu não pareço com homem nenhum pouquinho,sou como dizem uma mulher gostosa,sempre eu chamei atenção dos homens,como eu disse em outro conto,eu não ligo para o meu corpo,mas eu sei que Deus deu ele para mim,para levar os homens a loucura,eu não ligo para o meu corpo,mas os homens ligam,os homens gostam da minha bunda super gigantesca,gostam das minhas coxas branquinhas e grossas,gostam do meu cabelo,da minha boca,e eu uso o meu corpo para deixar os homens loucos,e enquanto ele estiver maravilhoso do jeito que os homens falam,do jeito que eles gostam eu vou usá-lo,e eu adoro sentir cheiro de homem,adoro tudo nos homens,gosto de beijá-los,gosto de bater uma boquete pra eles,e isso deixa um homem super feliz,ver a gente ajoalhado aos pés dele chupando o pinto deles,eu adoro dar a minha bunda grande pra eles,e o que eu faço super bem é comer o pinto deles,eu enfio o pinto deles inteirinho na minha bunda,literalmente eu como o pinto deles,hehehe (risadinha malvada) . E com os meus primos não é diferente,os homens olham para mim,os meus primos olham para mim,e eu gosto disse,e eu deixo eles bricarem comigo,a minha família combina de encontrar,ai a casa da fazenda fica bastante cheia,bem cheia mesmo,super cheia,casa cheia = festa = alegria.Os meus tios,escondidos do meu pai e da minha mãe,tem alguns que mechem comigo,mas quem meche mesmo e são tarados são os meus primos,passam a mão na minha bunda,se eles passam a mão na minha bunda,eles estão interessados,então,eu chamo eles pra passearem comigo,levo eles pra passear na fazenda,a gente conversa,o clima vai esquentando,o meu fogo ascende,e eu começo a suar,quando eu estou sentindo tesão em algum homem,ou quando eu estou com fogo no rabo,eu começo a suar,foi isso que aconteceu comigo,quando eu estava com um dos meus primos que aqui vou chamá-lo de Filipe,ele muito gostoso,ai só de pensar nele,eu já fico num fogo só,ele estava mechendo comigo e eu levei ele no curral,fui mostrar as vacas leiteiras,ele não entendia nada,nem eu entendo,então ficamos lá vendo elas,ele então passou a mão na minha bunda novamente,ele estava querendo chamar a minha atenção,eu sabia,então eu perguntei pra ele : - Eu estou de calça,você quer que eu tire,pra você ver ? Não deixei ele terminar de responder,peguei a mão dele,estava tremendo,e suando frio,eu disse pra ele : - Calma primo , deixa que eu vou cuidar direitinho de você. Eu abaixei o short dele,,abaixei a cueca box,ai que delícia,ver aquele pintão vermelho pulando pra fora da cueca,eu cheirei,apertei,brinquei com o sacão dele,o pau dele era raspado,não tinha pêlos pubianos,ai que homem gostoso,apertei a cabeça do pau dele bastante,coloquei na minha boca,chupei o pau dele,ai que pintão gostoso,eu senti ele endurecendo na minha boca,na hora que eu coloquei ele na boca ele estava bem mole,ele foi endurecendo,eu peguei as bolas dele e enquanto eu chupava o pintão dele,eu brincava com as bolas grandes dele,depois eu fiquei chupando a bola dele,chupei o saco dele,eu deixei ele gozar em minha boca,ele vestiu a roupa e a gente foi embora. Esperamos anoitecer,eu queria dar pra ele,mas durante o dia,não podia,pois alguem poderia ver,esperei todo mundo ir dormir,falei com ele pra ele não dormir,e me esperar,peguei algumas coisas,mandei ele arrumar camisinha,perguntei se ele tinha,e ele não tirava camisinha de dentro da bolsa dele,então nós fomos para a cozinha de baixo,onde só vai gente durante o dia,tranquei a porta,ele tirou o short,e assentou no chão,eu tirei a minha roupa e fiquei só de camisa,eu assentei no colo dele e fiquei relando a minha bunda no pinto dele,as vezes eu segurava nele e dava alguns pulinhos,gemendo bem baixo,o pinto dele endureceu e ficou maravilhoso,aquele pintão duro com aquela cabeçona grande e vermelha,o saco dele é erfeito,pendurado,grande e com as bolas bem grandes,eu coloquei a cabeça dele,na direção que tinha que ficar,e comi a cabeça do pau dele,no início eu só colocava a cabeça do pau dele pra dentro do meu cu e pra fora,ficava fazendo assim,bem devagar,eu apertava a cabeça dele,eu me segurei firme nele,e fui assentando devagar,ele gemeu um pouco,eu tampei a boca,dele,e assentei até sentir ele encostando em mim,então eu comecei a comer o pau dele outra vez,mas dessa vez eu tirava todo e enfiava todo,então eu comecei a aumentar a velocidade,eu comecei a trepar mais rápido,então eu galopei nele,cavalguei bem gostoso nele,eu tinha que tomar cuidado,eu não podia gritar nem gemer alto demais,pois alguém poderia ouvir,estavam dormindo,mas podiam acordar,mesmo assim eu continuei trepando,então eu comecei a dar rabada nele,com o pinto grande dele enfiado no meu rabo,eu mesmo dava as estocadas nele,eu estava estuprando ele,comendo o pinto dele com o meu rabo grande e o meu cu apertadinho,estava doendo um pouco,mas aquele homem estava me levando a loucura,e eu estava levando ele a loucura também,ele estava todo melado,eu estava todo melado,então eu dei estocada no pinto dele mais forte,na hora que ele falou que iria gozar,eu fiquei de quatro pra ele,ele ajoelhou atrás de mim,tirando a camisinha,e gozou fora do meu rabo,dando tapas na minha bunda,ele dava tapa em mim,e eu gemia,como não ir a loucura com ele ? Eu me limpei,vesti a roupa,e nós fomos correndo para o andar de cima,vendo se não tinha ninguém de pé,ele foi pro quarto,e eu fui para o meu onde tinha mais primo e prima dormindo lá. No dia seguinte,ele não parava de olhar pra mim,tinha mais primo meu mechendo comigo,prima mechia também,mas mulher eu não queria,então eu peguei outro primo meu,vou chamá-lo de Lucas,gostoso também,eita puta que pariu,que homem gostoso,vai ser gostoso assim lá na puta que pariu,moreno claro,gostoso e com músculoso,ele estava mechendo comigo também,eu assentei e coloquei as pernas pra dentro da mesa,e ele passava o pé na minha cocha,eu percebi isso sabia que era ele que estava nechendo comigo,pois ele estava na minha frente,eu chamei ele,e fomos pra uma das casas da fazenda que fica fechada,lá ninguém iria atrapalhar a gente,abaixei a bermuda dele,coloquei o pintão dele pro lado de fora,ele era mais safado do que o outro,então,ele pegou o pinto mole e esfregou no meu rosto,até ficar duro,eu chupei ele,lambi bastante a cabeça do pau dele,ai que pau gostoso,que cheirinho gostoso,cheiro de macho,eu fiquei lambendo a cabeça do pau dele,e depois chupei bastante,apertava ela na minha boca,as vezes dava uma mordida,fiquei de quatro pra ele,e ele enfiou de uma vez,doeu demais da conta,e antes de gritar,ele tampou a minha boca com a mão,ai que mão gostosa,eu não consegui gritar, ele me comeu de 4 metendo bem gostoso e bem rápido,em alguns momentos,ele metia devagar,e com muita força,me empurrando para frente,e gozou fora do meu rabo,nós dois descansamos e transamos mais uma vez,eu tornei a chupar o pinto dele,e voltei a trepar nele,ele deitou no chão,e eu assntei no pinto duro dele,doeu novamente,mas ele é muito gostoso e eu estava com um fogo no rabo danado e isso não me permitia arare,continuei,quando eu vi que tinha jeito,eu dexei,e assentei de uma vez só,ainda doia,mas eu comecei galopando devagar,depois eu fui mais rápido,comecei a assentar com força e ele começou gemer,então eu assentava ainda mais forte,e ele gemia mais forte,e eu também gemia ao ponto de começar a gritar de tesão,então eu dei aquela assentada forte,bem forte,e nós dois gritamos e ele começou a gozar lá dentro do meu cu e o resto ele gozou fora no meu rabo,ai que homem gostoso,puta que pariu,não tinha nada pra gente limpar,a não ser na camisa dele,ele pegou a camisa no chão,passou no meu rabo limpando,o sangue e a porra,eu limpei o pau dele com a minha boca,estava todo melado,ai que gostoso,ele vestiu a bermuda,e fomos embora,eu deixei ele chegar primeiro,pra ninguém desconfiar,depois eu cheguei e o meu outro primo estava todo largado lá no sofá,do short e uma camiseta velha,e o que eu tinha acabado de transar,estava tomando banho. Gostosões,espero que gostem ... quem quiser me comer é só mandar uma mensagem por aqui mesmo,pelo CONTO ERÓTICO !!! Eu estou com muito fogo no rabo !!!!!

Primeiro carnaval que passei na praia

Bom galera, como disse no meu primeiro, tudo aconteceu de verdade comigo. Sou Natan e ja falei sobre mim no primeiro conto. Eu tinha acabado de completar 20 anos e recebi um convite dos meus primos e primas pra irmos a praia no carnaval, e como estava de ferias, aproveitei e fui. Fomos para a praia de Piuma ES, onde o carnaval la e bem animado. Chegamos na quinta feira com meus primos e primas e os pais delas (donos do ap),iam chegar sexta. Descansamos e na sexta aproveotei o mar, pegar um bronze e ate ai tudo bem. A noite quando fomos pra rua vi que no trio eletrico sempre dava pra poder subir mas o pessoal que estava comigo nao quizeram ir. Ficamos atras do trio mesmo. No sabado fui mais cedo e consegui subir no trio, passei uma mensagem pra galera dizendo onde tava e estava me divertindo. Eu estava sem camisa, bermuda e tenis. E tinha muita gente bonita do meu lado. Estava olhando a galera em baixo e vi um cara muito bonito gesticulando e mexendo os braços e dando sinal pra onde eu estava, pensei que estava mexendo com a garota que estava do meu lado. Quando desci pra ir encontrar com a galera vi que ele estava perto, a garota passou primeiro e ele nao falou nada e quando eu passei ele começou a conversar, e pediu pra irmos em um barzinho que queria conversar e tal. Fomos. Chegando la era um barzinho de hotel ( onde ele estava),ofereceu algo pra mim e aceitei um suco pra hidratar e ele começou a falar que desde quando me viu nao tira os olhos de mim e ficou ancioso esperando eu descer. Falei com ele que jurava que ele estava mexendo com a garota do meu lado. Perguntou se eu curtia algo com outro cara eu disse que sou ativo, me convidou pra subir pro quarto dele. Eu ja estava a dias sem fazer nada, ai topei. Chegamos la fui tomar um banho e ele ficou na sala. Quando saio, dou de cara com outro rapaz na sala so de cueca, corpo normal, ele viu que eu assustei, e comecou a falar que ele e o primo dividia ali pro carnaval e que tbm curtia uma sacanagem, o que me convidou, vou chamar de Leo, estava na varanda e tinha chamado o primo. Ai os dois começaram a me passar a mao. Nunca tinha feito nada a 3 e como estava a muito tempo sem fazer nada, bati uma durante o banho pra nao gozar rapido. Mas o tesao foi tanto em dois caras me passando a mao meu pau subiu na hora. E ficamos entre beijos e sarros, e começamos a penetrar, meti primeiro no Leo e ele ficou mamando o Edu, depois meti no Edu e ficou mamando e Leo. Eu mamava os dois depois, foi muito gostoso ver os primos um comendo o outro. Depois voltei a meter no Leo e acabei gozando e muito ainda. Fomos pro chuveiro e eles começaram de novo, demorei um pouco pra gozar de novo e eles fizeram a festa de novo. Quando fui embora eles pediram meu contato pra que domingo eles pudessem repetir de novo. Desci marquei com minha galera de me encontrar e todos ficaram me enchendo perguntando onde tava, dei uma disculpa e ficou por isso mesmo. No domingo fui pra rua mais cedo e avisei o Leo que ja estava na praia, e como estava so de sunga e bermuda aproveitei o mar um pouco e marcamos de nos encontrar, ficamos na areia um pouco depois Edu chegou e fomos pro ap deles e começpu tudo de novo.

Arrombando o filho da vizinha

Tenho uma vizinha que tem um filho, o nome de é jorge, ele é magro, branquinho com uma bundinha redonda muito gostosa, ele mais novo que eu e ele depois da escola vai jogar futebol com os amigos dele e a ele tem uma namoradinha que mora na quadra de cima. Já falei um pouco dele, agora vou falar de mim, meu nome é pedro tenho 19 anos e moro com minha mãe, sou moreno alto, tenho alguns musculos porque lutava boxe no ensino médio e tenho um dote de 20 cm. Nesse dia minha mãe tinha ido sair pra feira com a vizinha (mãe do jorge) e elas pediram pra eu ficar com o jorge em casa porque se ele ficasse sozinho ele iria pra casa da namorada dele e o pai da namorada dele há 2 semanas atrás tinha chegado do emprego e pegou ele transando com ela e bateu nele, e então elas falaram pra eu ficar com ele e não deixasse ele sair, quando elas chegaram de manhã eu só dei bom dia e voltei a dormir e deixei jorge lá na sala e perguntei se ele queria alguma coisa, quando acordei ouvi o som de uns gemidos e saí andando bem silencioso quando vejo era jorge batendo punheta enquanto assistia um porno e então eu disse "tá na seca" e ele colocou o short rapido e ficou vermelho de vergonha e eu rí, mas eu tinha visto o pau dele (devia ter uns 15 cm e era um pouco grosso) e eu perguntei de novo e ele disse "foi mal, desculpa na moral é que tem duas semanas que eu to sem transar com a minha namorada." e eu disse "de boa, é só não gozar no sofá, deixa eu ver oq tu ta assistindo" era uma branquinha chupando uma rolona e passando o tempo eu fiquei com meu pau muito duro e comecei a apertar ele, percebi que jorge dava uma espiada e eu tava muito querendo fuder com alguem tava na seca de buceta e ai eu vi aquela oportunidade e quis aproveitar e ai eu disse "carai eu num vou guentar." e tirei meu pau pra fora da samba canção, na hora que eu tirei meu pau deu pra perceber que ele ficou assustado mesmo olhando só do canto do olho, e eu falei "vai bater uma tbm ou quer bater pra mim" e ai eu ri e ele com vergonha tirou o dele, depois eu coloquei em outro filme porno e falei "bora fazer um negocio?" ele disse "oq?" "Tu paga um boquete pra mim?" jorge comecou a falar alto "sai tu acha que eu sou viado?" Fui até o meu quarto tirei a roupa e trouxe uma nota de 50 e com o pau na frente dele falei "vai aceitar?" ele pensou e aceitou, ele segurava aquele pau como quem não queria e eu gritei "eu to te pagando é pra fazer direito, senão arrombo o teu cu" ele ficou assustado e falou que queria ir embora e eu disse "vc só vai quando eu gozar na sua boca e você engolir tudo igual uma putinha" ele tentou levantar mais abaixei ele, eu sou mais forte e isso foi vantagem e ele começou a mamar aquele cacete que já tava pulsando naquela boquinha quente, percebi que enquanto ele mamava ele apertava o pau dele, ai eu mandei ele tirar as roupas e ele obedeceu, levei ele pro meu quarto e fiquei encoxando ele por tras e apertando o pau dele, joguei ele na cama abri aquela bundinha branca e na hora que vi aquele cuzinho rosado piscando fui a loucura, comecei a lamber aquele cu com vontade e ele gemia igual uma puta implorando por pica, enfiei dois dedos na boca dele e mandei ele chupar depois coloquei um dedo, dois dedos, três dedos e a cada dedada ele gemia mais forte era como se ele pedisse mais, e ai eu comecei a tentar enfiar e ele dizia "ta doendo, para" e eu não liguei e continuei, quando a cabeça do meu pau entrou naquele cuzinho apertado ele começou a gritar, eu coloquei a mão na cara dele e falei no ouvido dele "não adianta gritar, a partir de agora você é minha putinha, vou fazer tudo oq eu quiser e se você reclamar conto pra todo mundo que você é uma puta que ama rola." ele ficou quieto e começou a chorar mas deixou o resto da rola entrar eu esperei um pouco até ele relaxar mais e parar de chorar e quando ele parou eu comecei a enfiar mais forte e mais forte e ele gemia bem baixinho e aquilo me excitava muito, eu falei "agora vou fazer você se sentir igual um viadinho que você é" e deitei na cama e ele sentou na minha rola e aos poucos foi cavalgando de frente pra mim, e ele gostava de ser fodido forte, enquanto ele cavalgava o pau dele duro e ele comecou a se punhetar enquanto cavalgava, e de repente sentir o cuzinho dele piscar bem rapido e ai ele gozou um jato e caiu um pouco na minha boca, eu mandei ele lamber e ele foi lambendo a propria goza do meu peito até minha boca e foi onde nos beijamos enquanto minha rola tava dentro daquela putinha, quando eu terminei de beijar ele fiquei de pé na cama e mandei ele abrir a boca e gozei três jatos naquela boquinha e ele engoliu tudo depois disso tomei banho com a minha mais nova putinha e fudi ele de novo e foi muito gostoso ver ele com uma perna na parede se abrindo pra receber a minha rola, depois daquele dia direto ele fica comigo e ele ainda continua namorando com a namorada dele.

Espiando o caminheiro no banheiro

O posto estava até vazio para o horário. Era um final de tarde avermelhado. Um frentista disse que eu poderia armar minha barraca entre os caminhões estacionados. Era comum fazerem isso. Tinha até um banheiro com uma estrutura legal para banho. Perfeito! Antes de armar a ‘casinha móvel’ eu precisaria do banho. E de fato a estrutura do banheiro era mesmo legal. Cabines separadas, chuveiro arrumadinho. Tomei um banho digno para quem vive na estrada. Lavei o cabelo, perfumei o corpo. Eu estava novo, como dizem. Terminava de escovar meus dentes na pia do lado de fora das cabines quando o vi. Não digo seu nome por não saber mesmo. O referido abriu a cabine ainda nu após o banho e eu o flagrei pelo reflexo do espelho na minha frente. Supus no momento que era um dos caminhoneiros. Abaixei o olhar, afinal não queria causar nenhum constrangimento, mas confesso que tive que espiar uma segunda vez. A primeira coisa a me chamar a atenção foi seu peitoral completamente coberto por pelos molhados, depois percebi sua estrutura corporal: era imenso, e não me refiro a altura. Seus músculos eram evidentes. Até demais. Era parrudo na medida certa. Seu tronco era grosso e forte, os ombros largos, firmes e absurdamente eretos. As coxas roçavam uma na outra de tão grossas. O pau mole repousava sobre seu saco volumoso. E tudo isso era coberto por pelos, ora espessos, ora suaves e lisinhos. O resquício de água do banho ainda resistia em seu corpo, deixando-o respingado. Eu suei frio. Na minha espiada o vi me ignorar. Ele não estava dando a mínima para a minha presença. Caminhoneiros são acostumados com banheiros masculinos. Mas num segundo, num preciso segundo, seus olhos cruzaram os meus e eu fui flagrado na minha espiada. Novamente desviei o olhar num quase sorriso de vergonha. Agarrando-me ao risco olhei seu reflexo no espelho. Ele me observava, mas não com olhos amigáveis ou de curiosidade. Era um predador espreitando a presa. Ele apertava o olhar a medida que examinava o meu corpo. Eu tremia. Ele desceu a mão por seu próprio corpo, alisou sua virilha visivelmente molhada e segurou seu pau mole entre os dedos. Eu ainda o olhava pelo reflexo. Era um chamado? Eu já estava quase duro. Não sei me segurar. Nunca soube! Como se adivinhasse e respondesse meu pensamento ele afirmou com a cabeça. Era um sim que mais parecia um “vem aqui!”. E eu fui. Sem demoras estavas de joelhos no chão molhado e com meu rosto na altura do seu pau. Ainda estava mole e era lindo. Do tipo mais gostoso: macio, cremoso, levemente grosso com um ar de rude e incrivelmente cheiroso. Mas antes eu queria outra coisa: passei minha língua com vontade em sua virilha quente. Desci a mesma e lambi seu saco. Num segundo tinha chupado suas bolas e seu pau endurecia acima do meu nariz. Quando ele pousou sua mão em meu cabelo ainda molhado, eu sabia o que queria. Abocanhei o membro. Dentro da boca o chupava com gosto. Ele estava endurecendo sobre minha língua. Rapidamente ele preenchia todo espaço vazio guardado por meus lábios. Eu já sentia seu gosto de macho. Forte, salgado, viril. Poderoso! Quando não mais podia comportá-lo ali, o tirei e lambia toda sua extremidade. Ele crescia mais. E mais. E a medida que crescia me permitia segurá-lo com mais vontade. Veias se mostravam entre meus dedos. Eu chupava apenas a cabeça, logo engolia o que podia, voltava a sugar a baba acumulada na pontinha. Eu estava louco por aquele pau. E ele louco por minha boca. Apertava meu queixo, forçando-me a fazer um leve bico, segura meus cabelos ao enfiar o pauzão em meus lábios, apertava minha nuca. E quando isso fazia, suspiros fortes saiam de seus lábios apertados. Eu estava pronto pra seguir adiante, por todo e qualquer caminho que ele quisesse me levar. Ele ergueu meu corpo, fechou a porta atrás de nós e me encostou na parede. Apressadamente tirei minha roupa. Eu estava nu e completamente duro. Com a proximidade pude ver melhor seu corpo. De um bronzeado bonito, meio vermelho e queimado, o homem era quase um herói mitológico. Soa cafona, eu sei. Finalmente ele me arrancou dos pensamentos quando me forçou a virar de costas. Minha barriga contra a parede fria e minhas costas contra seu corpo quente. Ele roçava em mim. O calor podia fazer derreter minha pele. Eu estava minimamente preocupado com isso. Seu pau perigosamente duro ameaçava invadir minhas nádegas enquanto ele beijava meu pescoço. Seus lábios chupavam minha pele enquanto ele soltava suspiros e gemidos baixos que mais pareciam o rosnar de algum animal. Eu novamente não me segurei. - Me come, por favor! – Eu pedi com a voz abafada, com o rosto contra a parede. A resposta veio em forma de ordem. - Abra sua bunda pra mim! – Sua voz grossa e amedrontadora atravessou minha pele. Num respirar pesado, como quem sabe o que vem a seguir, abri minhas nádegas como ele ordenara. Abri o que pude. Ele teria uma visão completa de mim naquele momento. Senti seus dedos babados, quase penetrantes. Eu tremi, acredite. Ele foi bonzinho: primeiro senti ele brincar de me assustar encostando a cabeça do seu pau. Anunciava que me invadiria e voltava atrás. Filho da puta! Até que ele penetrou. E quando assim o fez, não contive meu gemido, que claro, logo foi abafado por ele. - Calma... Calma... vou fundo, mas vou devagar. E como prometido, cada centímetro era penetrado com calma. Não sei dizer se era pior ou melhor. Não tinha outro jeito se não aguentar a dor e ardência de sentir cada pedacinho entrar em mim. Ele ia fundo. Eu gemia mais alto em sua mão que me abafava. Ele sorria acima do meu ombro, enquanto me dava um beijinho cretinamente carinhoso na nuca. Completamente dentro de mim, seu pau parecia dançar. Ele rebolava e abria caminho. Ainda era dor, mas misturado a isso tinha um tesão matador. Eu gemia, ele rebolava, eu empinava, ele dosava a força ao cravar seu pau em mim. - Eu vou tirar minha mão, mas você vai gemer beeeeem baixinho. E vai implorar por mais. Ouviu? Bem baixinho. – Era quase uma ameaça. Ele tirou sua mão e eu o obedeci. Gemia baixo, entre os suspiros e o olhava por sobre meu ombro, implorando-o. - Me fode. Isso! Eu aguento, vai mais fundo. Mais! E quanto mais eu pedia, mais ele dificultava meu controle ao me penetrar com mais força. Seu pau já ia tão fundo em mim que eu sentia os pelos da coxa e da barriga roçarem na pele da minha bunda. Seu saco batia e provocava o barulho típico que só triplicava o tesão. Ele ergueu minha perna, segurou minha coxa com um dos braços e me abriu ainda mais. As enfiadas eram quase violentas. Todo meu corpo sentia o impacto do seu. Molhados, estávamos escorregando um no outro. Por vezes, ainda na posição, ele me pressionava contra a parede e deixava seu pau lá dentro, pulsando louco. Eu o fazia gemer. Não, ainda o fazia rosnar. Ele estava adorando me foder. Nem eu e nem ele aguentaríamos por mais tempo. Minha perna tremia quando ele anunciou que gozaria. Quando seu pau saiu de mim, naturalmente me senti vazio. Eu estava acostumado com aquilo tudo me ocupando. Ele me virou e ordenou que eu novamente ficasse de joelhos. Obedeci. Dessa vez encostado na parede, eu me masturbava enquanto ele enfiava seu pau entre meus lábios. Eu babava, de propósito, afim de deixar o membro totalmente molhado. Ele encorpou o gemido. Eu sabia o que vinha com isso. Primeiro um jato direto em minha garganta. Com o engasgo, tirei aquilo tudo da minha boca e o resto de sua porra foi esporrada em meus lábios. Ele gemia despreocupado com sua testa pressionado contra a parede. Seu corpo inteiro tremia. Eu gozei em seguida, aos gemidos e saboreando sua porra grossa, quente e forte. Não há no mundo nada mais gostoso que gozo do homem. Sem forças, eu já havia sentado no chão. Não tinha estruturas pra nada. Antes que eu ainda saísse do meu êxtase, o vi cair em frente a mim, de joelhos cravados no chão molhado. O suor escorria por seu rosto, sorriso convincente nos lábios molhados e avermelhados, os olhos cor de mel me penetravam. Eu sorri e provei do suor salgado em seu queixo recém barbeado. Ele deixou e eu segui para sua boca. Estávamos nos beijando demoradamente no chão, provavelmente imundo, do banheiro de um posto qualquer. Ele segurava meu queixo com suas mãos firmes e seus dedos grossos. Era gostoso sentir carinho depois de um ato tão carnal. Era ainda mais gostoso ver um homem daquele porte, caído por minha causa. Ok, eu fui ao chão primeiro, mas ele também estava lá. Ele parou o beijo. Me olhou sorrindo e disse, agora suavemente. - Perseu. - Caio. – Eu respondi. E por um segundo eu quis ser sua Medusa. Tomamos outro banho juntos. Tomamos cuidado para não sermos vistos ao sair do banheiro. Ele ria. Eu praticamente me escondia atrás de seu corpo enorme. Ele me pagou a janta ali mesmo ao lado do posto. Me obrigou a dormir com ele na apertada cabine do caminhão. Transamos sem pudor. Ele gozou dentro de mim. Gozou outra vez em meu corpo. Gozou a cabine inteira. Eu passei horas cheirando seu peito farto de pelos grosso. No meio da madrugada, enquanto ríamos de histórias de ambos, transamos novamente. Vez ou outra ele segurava meu rosto e repetia meu nome, como se quisesse memorizar em meu rosto em algum espaço reservado de sua memória. Por outro lado estava dentro de mim e lá ficaria.

Pagodeiro machao

E ai pessoal, tudo tranquilo? Bom, sempre quis compartilhar essa história com alguém por esses mundos obscuros da internet e tive até vontade de criar um blog. No entanto, acabei descobrindo esse site e a vontade de compartilhar minha história com vocês só cresceu. Espero que vocês gostem! Com 15 anos e meio eu estava terminando o ensino médio. Vocês devem estar duvidando da veracidade do que eu acabo de dizer, mas sim, é verdade. Quisera eu que não fosse. Minha mãe era enfermeira no único posto médico/hospital que havia na minha pequena cidade no interior de Minas Gerais. Trabalhava diariamente, 12 horas por dia. Já meu pai era professor de matemática na única escola que havia naquela região. Ele trabalhava também os dois turnos, e as vezes até no noturno, dando aula pro famoso EJA (Ensino de Jovens e Adultos). Quando pequeno, eu não tinha com quem ficar e meus pais não podiam dar o luxo de contratar uma babá pra ficar comigo o dia todo. Resultado: eu tive que ir pra escola cedo. Cedo até demais. O meu ensino fundamental foi simplesmente uma droga. Eu nunca participava das coisas legais da escola (coisa legais me refiro a jogos de crianças dessa idade, como o jogo do beijo, da garrafa...) pois todos tinham medo que eu contasse pro meu pai e, consequentemente, a direção da escola. Terminei a 8ª série sem nenhum amigo e sem nunca ter ficado com ninguém. Nesse tempo de transição do Ensino Fundamental pro Médio, eu acabei mudando de bairro, pra um que ficava ainda mais próximo da escola. Eu não tinha a opção de mudar de escola, até porque não tinha outra escola. Nas férias, numa tarde, acabei descobrindo um campo de futebol a um quarteirão da minha casa. Aquela hora estava lotado de adolescentes sem camisa e suados jogando futebol. Foi ali que eu descobri que eu gostava de meninos e não de meninas. O problema é que eu não podia compartilhar aquilo com ninguém. Não porque eu não queria, e sim porque não tinha com quem compartilhar. Aos 13 anos, já entrando no Ensino médio, eu ainda não tinha nenhum amigo. Enfim, os três anos seguintes foram o mesmo saco de sempre: as mesmas pessoas, alguns professores diferentes, o mesmo diretor, a mesma monotonia. Ao terminar o Ensino Médio, eu percebi que não podia ficar naquela cidade pra sempre: eu teria que me mudar. Após conversar muito com meus pais, tudo que consegui foi um "não, você é muito novo". Mas graças ao senhor, eu tenho minha madrinha. O problema é que eu queria ir pra Viçosa, e ela morava no Rio de Janeiro. Não teve outra, tive que desistir do meu sonho, até porque eu teria que desistir dele de um jeito ou de outro: ou eu ia pro Rio, ou eu ficava naquela cidade pra sempre. O sonho de cursar Engenharia Elétrica na UFV ficaria pra outrora. No começo do ano seguinte eu estava dentro do ônibus indo pra cidade maravilhosa com a cara, a coragem, 300 reais e meus livros de física. Eu estava decidido que naquele ano eu iria passar na universidade... o que não aconteceu. Vejam bem, logo nos primeiros dias eu logo entrei num cursinho bem conhecido da região. Eu morava na Tijuca, então vocês já sabem, 99% das pessoas dali eram playboys e patricinhas. Minha madrinha, que era viúva e herdou todo o dinheiro de seu marido ex deputado alguma coisa se ofereceu prontamente a pagar o cursinho, e eu, claro, aceitei. O problema foram as amizades... eu era muito novo e tolo pra pensar em estudar, quando eu tinha festas de quinta a domingo pra ir. A minha madrinha não se importava nem um pouco com a minha saideira, pelo contrário, ela me incentivava a sair e a beber, o que eu achava o máximo. No final daquele ano, a bomba caiu na minha cabeça e finalmente eu havia levado meu choque de realidade: eu não havia passado na universidade. O que eu havia feito um ano inteiro? O pior de tudo foi contar isso pros meus pais. Eles me deram o maior sermão, dizendo que eu não era daquele jeito e aquelas coisas de pais. Ali eu prometi pra mim mesmo que no ano seguinte eu iria me dedicar 100% aos estudos, e foi o que eu fiz. Resultado: a aprovação em Engenharia Elétrica. Agora sim eu me sentia feliz. No dia de fazer a matrícula eu mal dormi. Eu ainda era muito novo, tinha apenas 17 anos. Ficava pensando como seria de agora em diante, qual seria a idade dos meus amigos, essas coisas fúteis porém clichês que todo calouro pensa. No dia do trote foi tudo muito bacana, a universidade estava repleta de tinta. Logo logo foi o primeiro dia de aula e logo pude chamar a atenção de todos pela minha pouca idade. Eu era o mais novo da turma. O ano passou rápido demais e, como eu esperava, eu não tive nenhum tipo de dificuldade em nenhuma das matérias que me haviam sido apresentadas até aquele momento. Mas haviam outros que estavam, literalmente, na merda. Um exemplo desses era o Neto. O moleque não levava jeito pra Engenharia. Era uma anta com os números, sério, nem sei como ele saiu do Ensino Médio. Não sabia coisa básica de matemática como jogo de sinal, notação científica... Certo dia ele me chamou no canto e me chamou pra dar umas aulas pra ele. Queria até pagar. Eu aceitei mas disse que não precisava ele me pagar, porque eu realmente gostava de Ensinar Física. Num sábado de manhã minha madrinha havia me deixado na frente da casa do Neto. A casa dele era muito bonita, também, o pai dele era dono de uma escola conhecidinha até na região. Toquei o interfone e após me identificar, consegui entrar na casa. O moleque tava super gato, vestia uma camisa regata cavada, um calção de jogar bola e uma havaiana nos pés. Típico carioca. Entrei dentro da residência e fiquei encantado. Tudo era muito bonito. - Então, tu vai me ensinar ou vai ficar olhando a mobilha? - ele perguntou - Porra, foi mal... bela casa man - falei - Valeu, minha mãe é design de interiores - ele respondeu abrindo um sorriso. - Hum. Vamos pra onde? - Pro meu quarto - ele respondeu. Fiquei calado estranhando. - Algum problema? - ele perguntou - Não, nenhum - forcei um sorriso amarelo. Quando entrei no quarto dele, sério, me deu vontade de rir. Era tudo muito infantil. Uma parede azul e outras brancas, com prateleiras cheias de bonecos e de carrinhos. - São minha paixão, mas não conta pra ninguém - ele riu. - Ué, você nunca trouxe ninguém aqui? - perguntei surpreso. - Não. - ele respondeu. Enfim, eu ensinei física I pra ele que parecia entender com muita maestria. No fim do dia, ele me deixou em casa e agradeceu a ajuda. A prova dele era na segunda de manhã e ele ficou de me ligar pra contar o resultado. Eu duvidava muito que ele passaria, porque ele precisava tirar 10 pra passar. Mas como sempre o destino adora tirar uma onda com a nossa cara, na segunda por volta de meio dia meu celular começa a tocar: - Alô? - disse com voz sonolenta - Kadu, sou eu... PASSEIIIII - ele tava xingando muito Eu fiquei chocado, nunca esperaria aquilo. - Nossa, sério? Meus parabéns, sabia que você conseguiria - me deu vontade de rir. - Sério, valeu mesmo mano. Escuta, to passando ai pertinho da tua casa, tu não quer ir, sei lá, almoçar? - Ah, não quero incomodar. - Não vai, te arruma que daqui 20 minutos eu passo aí. Eu não tava afim de sair, mas se fosse pra aquele moleque me deixar em paz, eu sairia com ele. Aliás, que mal teria em sair pra almoçar com alguém? Talvez finalmente eu conseguiria fazer uma amizade. Ou quem sabe, algo mais.

Chupetinha no papai part 2

No dia seguinte depois do almoço, como era domingo e não havia nada para fazer eu saí de casa, fui dar uma volta, peguei minha moto (presente do papi s2) e fui até a casa dum colega o Arthur (nome fictício, e ele teve um lance comigo também, mas isso já é outro conto, rs), zoar, conversar, etc. Quando voltei minha mãe não estava em casa, ela tinha ido ao cabeleireiro, que por sinal achei muito estranho estar aberto, afinal era domingo, até meu pai me lembrar que cabeleireiros não fecham no domingo, apenas as segundas-feira. Como toda vez que minha mãe vai ao cabeleireiro ela demora eu fiquei super tranquilo e super a vontade para fazer qualquer coisa que eu meu "papaizinho" bem entendêssemos rs. Passados alguns segundos meu pai me chamou até o quarto dele, quando entrei ele me mandou trancar a porta, primeiro pediu que eu fizesse "carinho" nele, nessa hora eu já estava com tesão pra caralho e fui passando a mão no pau, ou melhor, pedra, por cima da bermuda mesmo, ele estava passando a mão em minha bunda, todo assanhado, então eu comecei a abaixar o zipper da calça dele lamber o pau dele por cima da cueca mesmo, então ele, todo autoritário, disse: - Vira essa bundinha pra mim, quero deixa-la prontinha para o que ela vai ter que aguentar. Nessa hora eu gelei, nunca tinha dado, meu cu era apertado, fiquei em puro desespero, eu chupava que nem um louco para que ele gozasse logo, se ele colocasse aquilo na minha bunda, ia sair pela minha boca, fiquei ansioso, por causa do tesão, e desesperado, por causa do medo. Até que ele falou: Abre bem que eu vou enfiar gostosinho. NA HORA MEU CU FECHOU INSTANTANEAMENTE, achei que ele ia me comer, mas ao ver que eu tinha fechado o cu ele falou: -Calma, que apressadinho você, ainda não é meu pau, assustou né? Seu safadinho. MANO, QUE ÓDIO QUE ME DEU DELE, além do alívio de saber que não era o pau dele, e foi aí que eu abri, ele meteu os dois dedos logo de uma vez, com saliva. Eu nunca senti tesão colocando o dedo no rabo, minha primeira vez, acho que tinha que ser os dedos másculos, grossos e cabeçudos de outro homem (ou podia ser outra coisa também, rs) eu delirei demais, só com os dedos, imagina com a pica toda? (que mede mais ou menos uns 20 cm). Quando ele falou para virar (nós estávamos meio que num 69) eu tremi de medo, mas virei e pensei: Eu aguento. Bom esse pensamento durou uns 20 segundos na minha cabeça até ele começar a colocar a ponta da cabeça com saliva... Quando ele ameaçou colocar eu já desisti e falei: AAAAAAH, TIRA, PELO AMOR DE DEUS! E ele tirou e perguntou: O que foi? Eu não coloquei nem a cabeça ainda. Eu estava quase morrendo só com a ponta da cabeça, imagina com o pinto todo... Ele me disse: Vou colocar devagar, aguenta, você consegue! Eu pensando: Vou pegar uma caneta e meu caderno e escrever uma carta de despedida pra minha mãe... Ele colocava a pontinha, já me rasgava todo, sentia meu cu VIRANDO UMA CRATERA, meu corpo tava quase sendo dividido em dois, mas o filho da puta (desculpe vovó), tinha que fazer isso, e deu uma estocada forte, com tudo, do nada, eu MORRI, eu não respirava, o pau dele parecia que tinha chegado no pulmão, porque nem respirar eu conseguia, ele tirou o pau e eu finalmente consegui respirar, mas o desgraçado tinha que ser mais filho da puta (desculpe de novo, a senhora não tem culpa) tinha que dar outras estocadas com mais força e mais rápido, eu não sentia mais nada, nem as pernas, fiquei achando que estava paraplégico, até acordar, ou não sei oque, eu estava numa espécie de transe... Quando acordei, a dor voltou, eu meio que voltei a vida, não sei se isso foi uma perda de virgindade, ou eu ressuscitei, só sei que depois de alguns minutos metendo e eu já estava sentindo mais prazer e menos dor, ouvi um barulho de buzina, PUTA QUE PARIU, É A MINHA MÃE, na hora eu me vesti mais rápido que o Papa-Léguas e fui pra sala... Meu pai ficou no quarto assistindo TV só de cueca, ela entrou e disse: O que aconteceu aqui?? Mano eu não tinha uma desculpa nem pra mim mesmo, e eu ia ter pra ela?? Ainda bem que meu pai sabe que sou lerdo pra tudo, e respondeu: Ah, nós estávamos jogando vídeo-game, por que, querida? Ela respondeu: Sei lá, parece que tem algo estranho no ar... Mãe é foda né, sabe tudo, ouve tudo, e nem precisa estar no local pra saber... Mas, depois desse dia, toda vez que ela saía e me deixava em casa com o "papaizinho" nós brincávamos de médico, até eu conhecer o Fernando, mas aí é já é papo pra outro conto... Eu sei foi curto, mas se você quiser saber como eu conheci o Fernando e como foi nossas "experiencias" juntos, é só VOTAR aí em baixo, obrigado a todos pela leitura. - Felipe Marques

Chupetinha Chupetinha...

Meu nome é Felipe Marques e tenho 29 anos (2016). Eu sempre fui uma criança precoce, mas minha joventude não ocorreu nada sexual, eu fui perder a virgindade, até que tarde (aos meus 18 anos) eu era um jovem levado, adorava a prontar, e na maior parte das vezes me "fodia" literalmente, e hoje estou aqui para contar como eu perdi a virgindade... Tudo começou numa manhã de sábado, eu estava jogando uma pelada na rua, quando minha mãe me chamou para almoçar, eu entrei faminto em casa e vi que meu pai estava sentado na poltrona da sala assistindo TV (gente até essa época eu ja tinha visto alguns vídeos pornos, mas eu era inocente, eu juro) e passei do lado dele, nessa hora meu pai passou a mão em minha bunda, eu estranhei mas meio que ignorei... Depois de almoçar voltei a jogar com meus amigos, eu nem imaginava o que me esperava a noite... Quando entrei, fui até o banheiro e tomei banho, e fui dormir, pois estava muito cansado. Durante a noite eu ouvi uns barulhos muito estranhos na sala, e eu como sempre curioso fui bisbilhotar, quando cheguei na porta da sala, vi uma coisa que me marcou não sei se foi pelo "O que ele estava vendo,(que era um filme porno bem obsceno) ou se foi pelo que ele estava tocando" porque o que ele tocava não era um pinto, era uma anaconda, eu fiquei muito espantado, (eu já tinha visto meninas peladas em filmes pornos, meninos também rs) mas o pau daquele homem era uma coisa de outro mundo, quando eu olhei para aquele pau, não o via mais como pai, e sim, como HOMEM, eu fiquei ali admirando, até que eu sem querer tão espantado com o pau dele, acabei esbarrando no fio do telefone fixo e acabei derrubando ele no chão porque não estava preso na base, nessa hora meu cu gelou, fiquei pensando que ele me espancaria, mas pelo contrário, ele virou e me chamou para sentar ao seu lado... Sentei do lado dele no sofá, e ele me perguntou se estava gostando, nessa hora fiquei tão envergonhado que queria enfiar minha cara num buraco e enterrar, mas respondi que sim (não sabia se ele estava se referindo ao filme ou a punheta que ele tocava) mas de qualquer jeito eu estava gostando dos dois então não teve como negar, ele me mandou pegar e dar uma nota, na hora eu neguei, mas aceitei consecutivamente... eu dei um 9, e ele me falou: O que está faltando para chegar ao 10?- eu respondi: Não sei, acho que o sabor, porque eu só pude ve-lo e toca-lo. (eu já vi muitas mulheres chuparem o pau dos caras, e queria saber se tinha gosto bom) ele me respondeu com algo que me surpreendeu: Está esperando o que?- eu respondi: Nada. E comecei a chupá-lo, meu pai, ou melhor, meu macho gemia com uma cara de que ia gozar na minha boca, eu fiquei tão exitado que comecei a chupa-lo mais forte e mais rápido, ele começou a acariciar minha bunda... eu estava louco de desejo, eu fiquei ali por alguns minutos que pareceram horas. Eu estava com tanto tesão que gozei sem sequer tocar o pau, então meu pai disse para abrir bem a boca, eu o obedeci como um escravo sexual, ele esguichou toda a gala quente dele na minha goela, eu engolhi tudo, não deixei pingar uma gota rs, eu fiquei ali por mais alguns segundos limpando a pica grande e grossa do papai com a minha boquinha, já estava amanhecendo, tinhamos que dormir, cada um foi para seu quarto e eu ainda bati mais uma punheta pensando naquela rola no meu cuzinho apertadinho... o que aconteceu no dia seguinte eu conto no próximo CONTO =)

sexta-feira, 24 de junho de 2016

O dia que fodi loucamente com meu pai...

Oi pessoal eu nome é Marcelo,tenho 24 anos, vim trazer mais um conto pra vocês. é mais um daqueles contos que eu crio da minha cabeça levando em conta pessoas que conheço e a historia dessas pessoas. Espero que vocês gostem. Ah e vou logo avisando, minhas histórias tendem a ser um pouco longas, não gosto de poupar detalhes, nem de separa por capítulos desnecessários. mas tento sempre não perde a pegada quente do conto rsrsrsrs. aproveitem:Oi, eu sou Junior, tenho 19 anos. Sou branquinho, estatura mediana, não sou malhado mais sou levemente forte, tudo no lugar, na moralzinha. Desde que me entendo por gente eu sempre fui bissexual. Quando brincava de pique esconde eu tava sempre sarrando com uma menino ou um menino. Nunca me senti mal por isso, sempre me identifiquei assim, curioso ateh fazer. Eu nunca fui de pensar duas vezes quando o assunto é sexo, quem vier pra mim tá valendo. Já peguei prima, primo, vizinha, amigos do meu pai nas escondidas rsrsrsrsrs e até um tio. É aqui que começa esse meu relato a três anos atrais. Mas antes preciso falar de Claudio, Ele é um primo da minha idade e ele morava do lado da minha casa. As pessoas da minha família sempre moraram uma perto da outra, nunca muito longe. Esse meu primo e eu eramos muitos unidos, e foi com ele que eu me descobri. jah na adolescência, como de clichê, assistíamos porno junto, e foi numa dessas que curti com ele. Foi tudo muito rápido e ao mesmo tempo bom. Começou com trocas de punhetas, atéh que tive coragem de pedir pra chupar, ele ficou assustado com aquele pedido de repente mas deixou. Chupei desajeitadamente, como todo iniciante até ele gozar, mas não deixei ele gozar na minha boca. Então com o passar do tempo fui me soltando pra ele, Chupava melhor sua rola, fazia ele gemer gostoso, engolia sua gala, até passei a dar pra ele, com ele perdi minha virgindade. Entaum três anos atrais meu tio por parte de pai se ligou na nossa ideia. Ele estava bebo, ou fingindo, num sei rsrssrsrsrsrsrsr, e Claudio e eu estávamos no quarto, sabíamos que não podia rolar nada com ele na casa, então ficamos falando algumas putarias e tirando um sarros. Sabíamos que isso ainda dava pois minha tia tava na igreja, ela era evangélica, e com cuidado podíamos pelo menos aproveitar um pouquinho de putaria. Então vocês imaginam. eu de um lado da cama e o meu primo do outro, eu tava no momento esfregando o pé na rola dele por cima da bermuda rsrsrsrsr, a porta entre-aberta, e nós falando algumas safadezas. Meu tio entrou, não de supetão, mas também não devagarzinho. foi o suficiente pra tirar o pé da rola do Claudio, mas acredito que ele percebeu, ou já estava escutando atrais da porta, ele entrou falou umas besteiras d bebo, parou, olhou pra gente e disse com um olhar significativo, levemente sacana. - To ligado na conversa de vocês - e saiu do quarto. Aquilo nos deixou assustados o suficiente pra brochar ali mesmo. mudamos de assunto e começamos a fazer coisas banais. Depois daquele dia meu tio mudou com migo, ficou mais aberto a brincadeiras, mais libertino. um dia precisei ir pedir algo que meu pai tinha emprestado a minha tia, mas ela tinha ido pra igreja e arrastou meu primo junto, era outro fim de semana e meu tio bebia em todos, nesse momento ele tava no banheiro e disse q ela não tava mais que eu esperasse que ele ia procurar. Então ele saiu do banheiro só de toalha, ainda se enxugando. Sua rola tava meia bomba balançando pesadamente, fiquei sem ar na hora, não porque era meu tio, mas por causa da cena em si, como já disse não perdoo ninguém, e aquilo me deu um tesão enorme na hora. Mas na mesma hora bati em retirada, fiquei nervoso, disse que depois voltava pra pegar, e fui pra casa. Mas aquilo não saiu mas da minha cabeça. me pegava imaginando meu tio, sua rola, seu corpo em cima do meu, batia várias punhetas e me acabava no banheiro com aquilo. Meu tio não desistiu de mim, sempre tirava brincadeiras sacanas quando podia, pegava ele olhando pro meu corpo e aquilo só me deixava mais louco, não tava nem ligando mais pra minha tia. No fim de semana em questão, a noite, minha tia foi pra igreja e meu primo pra casa de um amigo fazer trabalho escolar, uma maquete esquisita que ele trouxe. Meu tio ficou só. e meu pai tava em casa. Eu tinha saído logo cedo e tava voltando pra casa, e pra chegar em casa tenho que passar de frente a casa dele, moramos num correio de quartos. Quando passei na frente da porta dele, ele me chamou, meu coração acelerou, e fui lá. Ele perguntou onde eu tinha ido, se tava bem, varias perguntas banais, mas com cara de safado. Tava desistindo de esperar algo e perguntei se ele queria algo pra ter me chamado, ele parou, pensou e me disse que ia me pedir pra que comprasse umas cervejas pra ele. Aquilo me morgou, então ele pediu pra que eu acompanha-se ele até o quarto. e fiquei feliz de novo. Fui, o quarto não era grande, e dava pro corredor, ele não acendeu a luz do quarto e deixou a porta aberta soh pra o corredor iluminar dentro, também não , deixei acontecer. Ele foi ateh o guarda roupa e passou um tempo procurando a carteira, e eu sempre tentava ver se ele tava com volume grande na bermuda mas não dava. Então ele disse - Ah, lembrei - e foi na cama, tirou a carteira de baixo do travesseiro e "sem querer" deixou cair umas moedas. - poxa Junior, era as moedas que eu ia precisar pra comprar a cerveja, se abaixa ai pro tio e pega, se eu tentar é capaz de eu ficar tonto. Eu fui lá e me abaixei, quando menos espero ele vem por trais de mim e começa a esfregar sua rola, que jah estava dura e fora da bermuda, na minha bunda. então eu me toquei que tava de quatro do jeito que ele queria, ri e deixei ele se esfregar. Peguei as moedas e me levantei, perguntei a ele se era aquelas, ele bateu na minha mão e disse - Quem quer saber dessas moedas - e sorriu safado, puxou minha cabeça pra baixo e eu desci contente, comecei a chupar, sua rola latejava na minha boca, ele me empurrou na cama e me colocou de quatro, começou a me foder e a gemer, dava tapas fortes na minha bunda e me chamava de vadia, cachorra. Não nos importamos de ligar a luz do quarto e nem fechamos a porta. É foi triste, minha tia chegou cedo da igreja, até hoje não sei o motivo, e nos pegou no fraga. O resto nem preciso dizer, eu sai correndo e em escondi em um lugar que ninguém me encontrou, minha tia chamou meu pai, houve muita discussão, meu tio foi colocado pra fora e meu pai me pois também, meu pai ficou muito puto comigo. Passei a morar sozinho, arrumei emprego e passei a concertar aparelhos eletrônicos para pagar o aluguel. Levei três anos pra voltar a falar normalmente com meu pai, durante esse tempo ele me perguntou o porque daquilo, não eu ser bissexual, mas transar com meu tio. Eu fui sincero e expliquei a ele que era essa minha natureza, me via como um Í Íncubos, e meu carma era meter. Com um tempo ele entendeu. Voltei a frequentar sua casa. Meu pai é viúvo, minha mãe morreu quando tinha 3 anos, ele me criou como pode, e não arrumou mais ninguém pra morar junto, só ficantes. Mas com um tempo que eu voltei a ir na casa do meu pai, percebi que ele não me olhava mais daquele jeito de antes, jugava eu que era como me enxergasse como adulto, ateh pegar ele de vez em quando olhando minha bunda, as vezes ele conversava comigo e olhava por um tempo apenas pra minha boca. tentei afastar aquilo da minha cabeça, mas não consegui, vocês pode até achar que isso passou a ser frescura minha, mas eu poderia dizer até que é compulsório, mesmo que eu tento sempre me pego pensando em putaria. Tentei não pensar no meu pai daquele jeito, mais pelo o que aconteceu antes. quando me pegava pensado tentava logo pensar em outra coisa e assim foi se passando. O trabalho do meu pai é braçal, e ele é um coroa enxuto e musculoso. Ele sempre teve uma coleção de filmes porno com todos os tipos de temas, e eu quero dizer TODOS mesmo, menos gay, e eu sempre que ele não tava em casa assistia o que dava tempo de assistir. Um dia o aparelho de DVD dele começou a dar problema e ele me chamou lah. Assim que cheguei comecei a trabalhar no aparelho e meu pai pegou umas cervejas pra ir,os bebendo. Dei o meu jeito e quando testei ligou, pedi a ele uns DVDs pra testar e ele me trouxe exatamente a caixa do porno, rsrsrsrssr, aquilo foi como uma gota na minha mente podre mas me segurei. - O senhor ainda tem isso? rsrssrsrsrsr - Isso é meu tesouro secreto rsrsrs, meu salva noites solitárias. Tem ateh alguns novos ai - disse ele, depois saiu dizendo que ia pegar umas cervejas. Testei um DVD e pegou, ele chegou e disse que aquele que eu tinha colocado era um dos melhores, era um filme de uma galega que dava pra um monte de negões. - Se quiser pode escolher uns pra vc. - ele me disse Comecei a mexer na caixa, via todos os tipos de filmes e escolhias alguns, mas comecei a achar estranho, tinha muito filme agora de incesto na caixa, saber aquilo foi outra gota, e comecei a me questionar, e fazer isso foi me soltando a mente. Ele ficou do meu lado e comentava sobre cada filme, e os de incesto ele falava mais, o quanto era bom, o quanto exitado ele ficava com a qualidade do filme, eu eu imaginava o quanto, escutar e imaginar aquilo me enchia de tesão e eu me segurava pra não demonstrar, a cerveja já tava subindo a nossa cabeça, ele dava até notas para os incestos. Em um momento eu peguei um DVD com tema anal e depois de olhar a capa coloquei pro lado esquerdo, ele tava do meu outro lado, e passou pro outro quase se esfregando em mim pra pegar aquele DVD, senti um calor vindo dele naquela hora e imaginei se ele tava exitado e se tava fazendo tudo aquilo pra me fazer sentir o que já estava sentindo. Ele falou sobre o filme, o quanto a nega parecia gostar de ser enrabada, e o que diabos fazia dar tanto prazer no sexo anal pra uma mulher. respondi que pra mulher eu não sabia mas para homens é bom por causa da próstata que da prazer ao cara na hora. Aquela resposta me saiu espontaneamente, e meu pai prestou muita tenção no que falei. Ateh que pego de surpresa, encontrei um filme gay no meio, ele me explicou que foi pra me entender melhor, mas acabou confessando que gostou muito do filme. Continuei a mexer, e ele foi pegar uma cerveja pra ele, e passou um bom tempo na cozinha, soh depois ele veio com a cerveja já pela metade. colocou a cerveja na mesa, foi pra trias de mim e me abraçou prendendo meu braço,seu corpo colou no meu e senti seu pênis super duro na minha bunda. - Pai, o que é isso? - perguntei um pouco desconfortável mas ao mesmo tempo super exitado com aquilo tudo. - É o que você tá sentindo Junior. - disse ele, sua boca tava bem perto da minha orelha, ele não me apertava com força, apenas me abraçava firme, seu hálito correu pela minha orelha e um tesão me subiu da virilha. - Pai, o senhor não sabe o que tah fazendo, o senhor bebeu - fiz um pouco de força pra sair, mas não quis fazer o suficiente, eu já estava naquilo tudo, não queria voltar atrais. ele não afrouxou o abraço. - Eu sei, a mais de uma ano que sei, júnior você não é único que sente atração por tudo, você puxou isso de mim. mais antes nunca tinha pensado em você, por isso que nunca quis outra mulher, podia ter varias, o que q eu não tinha podia ver por DVDs. - ele me apertou contra ele e senti seu pau pulsar apertado contra minha bunda. - Pai, é diferente - eu já estava mole em seus braços. - Não é, quando fiquei sabendo do seu tio fiquei muito irado, levou mais de uma no pra eu me acalmar. Foi quando lhe pedi pra me explicar, e só então percebi o quanto somos iguais, você sou eu, e quero que também seja meu. Passei a imaginar o que seu tio metendo com você, me imagina no lugar dele, tentava imaginar como foi que aconteceu, queria saber o quanto você gostou. - ele me beijou na nuca e um calafrio percorreu todo o meu corpo, na mesma hora me apertei contra ele automaticamente. - pai... - gemi baixo - Eu sei que você também quer, te conheço agora assim como me conheço - sua mão se soltou do abraço e passou pelo meu abdome. ele me deu uma mordiscada leve na orelha e passou a linguá pela ponta que ficou pra dentro, gemi de novo, e ele desceu a mão ateh meu pau que já estava duro e apertou. não tinha mais volta, ia acontecer mesmo, então me entreguei a ele. Levei sua outra mão até minha boca e mordi seu dedo. ele me virou e me beijou na boca, nossas linguás se acariciaram e seu corpo se juntou ao meu, nossas rolas se esfregaram, e ele pegou em minha bunda com força. mordi seus lábios e passei minhas mãos por todo o seu corpo másculo. desci meus dedos ateh sua bermuda e a coloquei dentro de sua cueca, apertei seu pau e senti que já estava todo melado, apertei de leve a cabeça da sua rola e chupei a sua linguá com gosto e de leve, ele apertou minha cabeça a sua e me deu um colado longo, molhado e quente. coloquei seu pau pra fora e me abaixei beijando seu peitoral, sua barriga, virilha, e passei meu nariz do talo até a cabeça da sua rola, cheirando. chegando na ponta dei um beijo maroto e de leve, ele respirou fundo e me olhou sacanamente. Dei uma lambida na sua rola e chupei, comecei chupando de leve, vagarosamente, ganhando velocidade aos poucos. Ele segura minha cabeça e gemia, comecei a engolir sua rola e a massagear sua bolas, ele gemeu e me deu um tapa na cara. - isso a pra você aber que agora é que isso começou pra gente. - eu sorri, aquilo me deixou piscando de tesão, continuei a chupar sua rola e deixar ela toda babada, beijava e lambia a cabeça dele, cheguei a mordiscar a base de sua rola, e senti sua rola pulsar batendo no meu rosto. Ele me puxou pelo braço e me levou pra banheiro, ligou o chuveiro e tiramos nossas roupas, não precisávamos falar muito sabíamos o que fazer. ele passou sabonete em em todo o meu corpo e eu no dele, nos beijávamos e acariciávamos, nossas rolas em ponto de bala. nos enxaguamos e ele desligou o chuveiro. me colocou de costas e se abaixou, sentir sua linguá acariciar meu cu com carinho e sentia ele morder minha bunda seguido de tapas fortes que me deixava marcas nelas. ele se levantou em encostou-se em mim. beijou meu ombro e esfregou sua rola entre minha pernas. Ele pegou na minha rola e começou a bater de leve pra mim. eu peguei sua rola por trais e levei ateh a entrada, eu estava super exitado, não sentir dor quando ele entrou em mim, ele veio devagar até sua rola entra por completo. ele continuava a beijar minhas costas enquanto ia aumentado a velocidade das estocadas, sua mão apetava minha rola, e eu piscava o cu no seu pau. Minha mão apertava sua coxa com tanto prazer que eu sentia. Ele tirou sua mão da minha rola e me pegou pela cintura, começou a meter com força e eu gemia alto junto com o barulho de suas estocadas. ele me mordia as costas, batia na minha bunda, eu gemia e apertava a rola dele no meu cu. ele se sentou no chao e pediu pra que me sentasse na sua rola de frente pra ele. O fiz, comecei a subir e desce aumentando a velocidade a cada momento, ele gemia com gosto, com uma mão pegou na minha rola e a outra trouxe minha cabeça ate nos beijarmos. gozamos juntos enquanto nos beijávamos. nos deitamos no chão do banheiro e passamos muito tempo nos beijando e se acariciando. Tomamos outro banho, nos secamos e fomos pra cama. estávamos cansados, dormimos de conchinha. Passei a morar na casa do meu pai. Não viramos um casal como vocês podem acabar pensando, ele tinha os rolos dele e eu os meus, Soh não precisávamos mais de DVDs porno. Sempre que queríamos tínhamos um ao outro. E assim ficou sendo nosso relacionamento pervertido e delicioso de pai e filho. Pessoal comentem, não sei se escrevi demaaais, se valeu a pena, espero seus comentários pra continuar melhorando. BJOS meus belos.

Banheiro do campinho de futebol

Esse conto nao e meu, li ele em uma comunidade do orkut.O autor fala que e real, se for, e meu sonho isso um dia acontecer comigo. enfim, vamos la. Se alguem de bh quiser fazer igual comigo, manda um email garoto.otario.bh@gmail.com Teclei com um cara na net, e disse que curtia ser submisso, e ser zuado. Ele perguntou se eu topava ser zuado por um grupinho de uns 5 caras, eu disse que sim. Mas nunca tinha feito isso, mas a vontade de ser zuado era muita que eu fiz essa loucura. Ele marcou comigo no terminal de São Matheus. Eu fui com meu carro, mas lá perto estacionei, e disse que tinha chegado de onibus. O cara moreno, me pegou no terminal e disse que ia me levar pra um campinho de futebol, la perto acho que Av Sapopempa. Chegamos lá, ele ja estava de chuteiras e shorts , me mostrou onde era o banheiro do campinho, na verdade um banheiro sujo, com 1 mijador de aluminio pequeno e 2 portinhas com privadas. Me disse pra ir no banheiro e ficar na ultima portinha, sentado no vazo sanitário e deixar a porta encostada, que ele ia falar com os colegas dele. Eu fui pra lá com o coração na mão. Mas morrendo de tesão tb. A espera foi angustiante. Depois de uma meia hora, achei que o cara só tinha me zuado e me deixado lá. Mas de repente ouvi barulho de gente entrando. Ele chegou com mais 1 amigo e entraram os 2 onde eu estava e fecharam a porta. Ficou bem apertado lá dentro, mas eles já foram tirando os cacetes pra fora e o cara que me levou enfiou o pau na minha boca e disse: vc não curte ser zuado ? ta fudido agora: chupa essa porra. e começou a meter com força na minha boca segurando na minha cabeça. Quando eu engasgava, o outro virava minha cabeça e metia a outra pica na minha boca. Ficaram revezando assim por uns 10 minutos. o moreno metia tudo até o saco bater no meu queixo, e o outro era um negão magro e alto, dava risada e depois virava meu rosto com força e metia tb. Quando o negão disse que ia gozar , o moreno me deu um tapão na cara, caralho, vi tudo arder ... e ouvi, abre a porra dessa boca. O negão enfiou o pau e começou a gozar na minha boca, e logo o moreno começou a gemer e enfiou seu pau na minha boca gozando tb. Fiquei com os 2 paus na boca soltando porra na minha garganta, e eles gemiam alto. Limpa o pau da gente disse o negão: e eu com o coração batendo igual um trem, comecei a lamber o pau dos 2. QUando achei que tinha acabado o moreno avisou : poe o pau na boca ! E riu pro negão, que disse : Eu também to com vontade : os dois meteram a cabeça dos paus na minha boca e começaram a mijar. O negão falava : é pra engolir seu otário, se cair mijo no chão vc vai lamber esse chão sujo. E eles mijavam um pouco e mandavam eu engolir, depois mijavam mais, juntos, as vezes um pouco de cada um. Até esvaziarem o mijo todo na minha boca. Dai os dois riram , sacudiram os paus na minha cara e disseram : não acabou não, fica ai que depois vem os outros. Eu levei um susto. Como assim os outros ? era de verdade o lance dos 5 caras ? pensei, agora me fodi de verdade. Eu já tava quase com enjoo de engolir mijo de 2 caras. O negão puxou uma escarrada e mandou bem na minha cara. Slaft ! Otário ... Se sair daqui sem a gente mandar vai apanhar de todos. Olhei no relógio já era 18:30h tava começando a escurecer. Me deu vontade de mijar e eu levantei pra mijar no mictório de aluminio. Quando eu tava terminando entraram os outros 3. _ olha ai o viadinho ta mijando em pé ! e começaram a rir. Eram mais 2 morenos e outro neguinho, tipo leke, com as pernas peludinhas. E esse foi o pior de todos. Ja chegou metendo um tapão na minha cara. O Leu falou pra gente que tu gosta de ser zuado, é verdade ? - eu disse : um pouco ! na hora sei lá, me deu medo. Ele riu e mandou eu ajoelhar. _ Vai seu porra ajoelha. E disse: e se alguem entrar no banheiro ? _ o neguinho disse : se chegar mais caras, vão mijar na tua boca também, vai ajoelha porra. E os 3 ficaram em volta de mim, e tiraram os paus pra fora do shorts. O neguinho enfiou o dele na minha boca, e o pau dele de repente era o maior dos 3. muleke cacetudo da porra. Enfiava na minha boca com força que quando puxava, parecia que minha garganta ia sair junto. Ele segurava na cabeça e metia rápido e forte, que eu engasgava, saia água dos olhos ... _olha o otario tá chorando no meu pau ! o outro me puxou : vai chorar no meu agora. Enfiou na minha boca metendo forte tb. O neguinho então começou a puxar cuspida e mandava bem na minha cara, nos olhos. Chupa ai viadinho ... curte ser zuado ? então toma : puxava outra escarrada e ploft na minha cara. Depois passava o dedo na minha cara levando a cuspida dele pra minha boca, ou fazendo eu lamber os dedos dele. o terceiro tava batendo punheta olhando os 2 me zuando. Dali a pouco disse : vou gozar ! o neguinho disse goza na cara dele. E o cara veio e soltou uns 5 jatos de porra na minha cara, no olho, e enfiou o pau na minha boca pra terminar. O neguinho tirou a chuteira, meio suja do campinho e começou a passar na minha cara espalhando a porra, depois deu uma risada e disse : Lambe a porra da sola da minha chuteira caralho ! Lambe vai seu otário. E eu comecei a lamber. o outro moreno disse vendo a cena : caralho, viado porco, vou gozar e enfiou o pau na minha garganta pra esporrar. Segurou na minha cabeça, e eu senti os jatos descendo , o gosto de porra encheu minha garganta, eu engasguei , tentei tossir, mas ele segurou na minha cabeça. A porra me fez engasgar e achei que ia sair pelo meu nariz. O neguinho riu muito. Gosta de se fuder ? achou a galera seu trouxa ! Quado o outro acabou de gozar. Eu estava sem ar, tentando respirar, igual quando a gente engasga com comida. Mas o neguinho adorava ser malvado, só senti outro tapa ardendo na minha cara. Nossa ele mandou com toda força : Plaft ! os outros 2 até disseram : nossa, caralho ! Agora o meu ! E ele começou a bater punheta com o pau bem na minha cara ! Cospe nele ai caralho ! E os outros 2 que já tinham gozado começaram a cuspir na minha cara. O neguinho disse vou gozar no seu olho , caralho ! E com uma mão segurou meu olho aberto entre seu polegar e o indicador, e com a outra mão mirou a cabeça do pau bem no olho e de repente : esporrou , muita porra, grossa branca, quente, e meu olho começou a arder, e ele enfiou na minha boca pra terminar de gozar mais uns 2 jatos. Gritou : não engole não, caralho deixa na boca. Quando ele acabou de gozar me mandou abrir a boca pra mostrar a porra. e o meu olho tava doendo e ardendo. Ele disse : Olha a situação do otário, e riu junto com os outros. Vamos limpar ele ! Os 3 começaram a mijar em mim, na cara, na boca, nos olhos, na minha roupa, o neguinho disse : engole meu mijo com minha porra , vai seu puto ! não queria ser zuado ? ta bom assim ? ou quer mais ! encheu minha boca de mijo , segurou no meu queixo e mandou : engole ! Eu engoli. E acabei bebendo mijo dos 3, porque eles sempre miravam na minha boca. Abre a boca, porra ! Quando acabarem de mijar, os 2 primeiros entraram : e ai galera já fuderam ele ? os 3 rirar sacudindo os paus na minha cara. Já sim ! Não deu o cu , porque hoje ele veio só provar ! O neguinho tirou de novo a chuteira e enfiou a sola na frente da minha boca : LAMBE , LIMPA TUDO VAI ! eu fiquei com vergonha e disse : não blz. já ta bom ! Levei outro tapa bem na cara ! plaft ! Lambe porra ! E eu tive de lamber a sola da chuteira dele. o outro negão, que foi o primeiro a me zuar, levantou o pé bem na minha cara e disse : lambe a minha tambem seu puto ... e me fez lamber dos dois pés, revezando na minha boca. Cara gostei desse otário ! Ele podia ser nosso limpador de chuteiras oficial ! Os outros riram e então todos levantavam os pés na minha boca, revezando, e eu tive de lamber as solas das chuteiras deles todos. O cara que me levou até o campinho me disse: Bom valeu ai galera, ele já teve o que merecia. Vam bora ? Eles concordaram. O neguinho magrelo ainda puxou outra escarrada e meteu bem na minha testa, que começou a escorrer ! Se limpar leva porrada, é pra vc ir embora assim ! Falei pro primeiro : Você não vai me deixar no terminal ? Eles riram todos ! e o cara disse : Nem fudendo , viado, vc ta todo mijado, vai sujar meu carro ! e sairam do banheiro, se cumprimentaram tipo Manos ! e sairam. O neguinho olhou pra mim e me disse : daqui 15 dias a gente vai estar aqui de novo. O Léo já passou seu cel pra gente. A gente vai te ligar, e eu quero você sentadinho ai no banheiro igual hoje, as 17 horas ! Se prepara que vou trazer mais 2 primos ! ta fudido otário. E saiu !Quando fui abrir a pia pra pelo menos lavar o rosto. Não tinha água !Fui andando a pé, todo mijado, até chegar onde eu tinha estacionado meu carro. Humilhado, cuspido e mijado. Mas foda-se ! Eu adorei ! Mas não voltei quando passaram os 15 dias ! Amarelei ! Mas hoje me arrependo ! Devia ter ido ! Quem sabe ainda volto !

Eu comi meu amigo lindo...

Para começarmos esse conto gira em torno do meu amigo Nic ( nome fictício) e eu , aconteceu quando eu tinha 14 anos e Nic 16 era o mais velho da sala Nós éramos um grupo de quatro amigos na escola os mais populares da sala e do Colégio sempre fomos bem próximos e brincalhões , dentre nossas principais brincadeiras era fingir ser gay entre nós o que é uma prática extremamente comum entre heteros. Foi quando de um mês para cá Nic começou a fazer muito isso é toda vez que conversávamos ele de alguma forma ate entre nos 4 encostava em mim chamando minha atenção fazendo uma espécie de carícia em meu ombro , é importante salientar que Nic era um garoto extremamente bonito com um físico atlético e uma bunda de dar inveja em muita menina , até ai normal só estranhei um pouco , mas era normal entre nos brincamos disso tanto que eu já tinha passado a mão na bunda dele ( coisa que me deixou com muita tesão apesar de eu não sentir atração sexual por homens ate então ). Foi quando na véspera de provas ele me chamou para ir estudar matemática na casa dele já que eu era o mais inteligente entre nós 4 e ele tinha muitas dificuldades na matéria , porém nossos outros 2 amigos não puderam ir então ficou apenas eu eu e Nic estudando como ele ficava sozinho a tarde nos zoavamos bastante enquanto estudavamos. Foi quando eram umas 15 horas e eu resolvi ir ao banheiro dar um mijao e eu disse a ele: - Vou mijar viadinho E ele respondeu: - Vai logo então Rohroh( ele me chamava de vez em quando assim para me zoar já que minha antiga namorada me chamava dessa forma ) E eu disse: - Vem balançar pra mim E ele disse: - Agora não. Foi quando eu voltei do banheiro e lá estava Nic de bruços com sua calça e cueca enfiada no rego e com sua cueca vermelha um pouco a mostra e como estávamos com a roupa da escola que tinha uma calça bem colada isso tornou a cena ainda mais excitante. Quando eu o vi dessa forma eu disse: - E ai Nic estudando ? E ele virou lambendo os lábios e vendo o volume na minha calça - Eu sim você eu não sei não. Percebi que ele estava encarando o meu volume foi quando eu disse meio trêmulo com medo e excitado pela situação - Ah cala a boca se quiser vem me mamar Ele não disse nada soltando apenas uma risadinha foi quando eu deitei ao lado dele para continuarmos a estudar , ficando também de bruços , foi quando ele começou a descer a mão que estava segurando o livro a passando da minha nuca e descendo até começar a passa-la no meu pau que ficou duro , foi quando eu olhei para ele é ele para mim vendo sua cara de safado , comecei a passar a minha mão em sua bunda e passar delicadamente meu dedo do meio em seu rego. Deixamos o caderno e lápis no chão e ele subiu em cima de mim ficando com sua bunda em cima do meu pau duro enquanto me beijava , aquela cena era muito excitante para mim foi a vez que eu fiquei com mais tesão em toda a minha vida. Ele começou a rebolar em cima de mim e eu sentia meu pau roçando na bunda dele era algo maravilhoso , foi quando ele retirou rapidamente sua camisa mostrando seu tanquinho que me excitava e muito e começou a descer retirando minha calça e minha cueca , colocando meu pau na boca e pagando um boquete maravilhoso enquanto me punhetava e sua cara de safado ajudava a deixar tudo muito mais excitante. Apos ficar me chupando durante uns cinco minutos ele ficou de 4 mordendo os lábios enquanto me olhava e eu podia ver seu cu totalmente virgem e sua bunda que beirava a perfeição , passando um pouco de cuspe no meu pau e na sua bunda comecei a penetra-lo lentamente enquanto ele gemia cada vez mais alto , comecei a fazer o vai e vem e ele começou a gritar: - Isso vai roh roh me fode roh roh Isso tornou aquilo tudo mais excitante segurei com força sua cintura e comecei a dar estocadas cada vez mais fortes e rápidas enquanto enquanto eu dizia em seu ouvido - Minha putinha você e minha putinha Nic geme pro seu cafetao geme. Comecei a segurar ele apenas com uma mão na cintura enquanto a outra puxei levemente seu moicano baixo e ele gritava e gemia. - Sim sou sua putinha roh roh , continua roh roh aaaiiiiii roh roh Continuei no vai e vem durante mais 10 minutos foi quando eu dei uma estocada com toda a minha força e meu saco encostou no dele e eu berrei : - Vou gozar putinha linda E ele respondeu - Isso roh roh me enche de porra roh roh Foi quando eu gozei uma Cachoeira dentro dele e ele só com minha porra quentinha dentro do seu cu gozou sujando todo o lençol da sua cama e então retirei meu pau de sua bunda e ele lambeu todo o gozo que ainda tinha no meu pau. Após isto nos vestimos e de vez enquando eu lhe dava umas dedas e encoxadas e ele passava a mão no meu pau. Eu o fudi muitas outras vezes porém isso é história para outro conto