sábado, 27 de agosto de 2016

Deu medo,mas foi bom...

Sempre que vou ao clube fico vendo jogos de futebol e esse dia estava jogando os veteranos, eu estava ali na arquibancada sozinho vendo o jogo, um bando de coroas gostosos correndo atrás da bola, notei que eles falavam de mim, notei também que entre eles havia um negro forte e lindo, um tesão de homem, pouco depois um dos jogadores veio até a arquibancada e sentou-se ao meu lado, já puxando conversa e me perguntou: - o que na verdade você vem fazer aqui? Eu: - ver o jogo, gosto de futebol. Ele: - sei, é que parece que você vem ver a gente. Eu: - é que eu gosto de futebol. E manjando meu jeito ele botou a cabeça do pau para fora disse: - dá uma olhada. Olhei e devo confessar que me deu água na boca. Ele continuou: - quer pegar? E sem pensar e quando fui levar a mão ele disse: - ou, calma, aqui não rola, espera terminar o jogo. Concordei com a cabeça e ele voltou para o campo, depois de falar com mais dois outros coroas ele veio até o alambrado e disse: - rola dos meus amigos irem com a gente. E mesmo antes de eu dizer alguma coisa ele continuou: - já tá acabando e a gente vai. voltou para o campo e me deixou ali, com a maior curiosidade do mundo. Assim que o jogo acabou, eles começaram a se aproximar de mim, um era gordinho e baixou, outro era o que havia conversado comigo, estatura média, corpo magro e o terceiro era o negro tesudo. Aproximaram e o que havia conversado disse: - vamos? Comecei a segui-los pelo lado de fora do campo e no final nos encontramos, então o coroa ao negro: - vai lá que a gente espera no vestiário. Sem entender nada eu apenas os seguia, assim que chegamos ao vestiário, os dois o coroa e o baixinho começaram a tirar a roupa, o pau do coroa era de dar água na boca, o baixinho me disse: - tudo bem? Eu: - tudo. Ele: - não quer tirar a roupa. E mesmo antes de eu ter qualquer reação o coroa me disse: - pode ficar tranquilo que não vai aparecer ninguém e já já o Charles tá aqui. Totalmente sem jeito e vendo os dois ali nus, comecei a ficar apreensivo, então Charles chegou, fechou a porta do vestiário e veio em nossa direção. Nos olhou e disse: - ainda tá de roupa? E quando ele começou a tirar a dele me disse: - tira a sua, deixa a gente ver essa bundinha branca magrinha. Já me cagando de medo comecei a tirar a roupa, assim que fiquei nu o gordinho de aproximou, com uma mão pegou em meu pau minúsculo, a outra já apertando minha bunda disse: - relaxa que vai ser gostoso. O negão indo para a ducha me olhou e disse: - Ai Gera o pintinho dele é pequenininho como o seu. Então os trê riram e com três duchas ligadas, o coroa me levando para baixo de uma disse: - relaxa, você tá muito tenso, da uma olhada no Gera. Quando vi ele já estava regaçando o pau do negão. Mesmo com medo, aquilo me tranquilizou e fui para a ducha com o coroa, então ele pegou minha mão e a colocou em seu pau disse: - é todo seu. Então comecei a me abaixar em sua frente e com a água quente caindo sobre nós eu comecei a massagear seu pau, peguei em seu saco com a outra mão e levei seu pau mole a boca, comecei a chupar e conforme eu chupava, seu pau ia crescendo a minha boca, nesse momento além de estar chupando o pau do coroa, o gordinho e o negão aproximavam o pau do meu rosto, mantive o pau do coroa na boca crescendo e peguei um pau em cada mão e comecei a punhetar, o pau do gordinho era bem gostosinho, mas o do negão era fenomenal, era o único que tinha a pele que cobria a cabeçona, quando os três estavam duros, comecei a revezar nas mamadas, um pouco em cada, até o negão se abaixar ao meu lado e começar a dedilhar em meu cuzinho, enfiou um, depois dois e finalmente estava com três dedos enfiados em meu cu, então gordinho me pegou pelo braço e me levantou, me virou de costas para ele e se abaixou atrás de mim, separou minha bunda com as mãos e começou a lamber meu cuzinho, enquanto eu punhetava os outros dois, não aguentando mais de tesão e com meu pintinho duro, disse: - vai alguém mete em mim. E o gordinho fez as honras, mal encostou o cacete em meu cuzinho e o socou para dentro, meio inclinado e me apoiando na cintura do coroa, não conseguia mamar direito, mas sentia o cacete do gordinho entrar e sair do meu rabo deliciosamente, meteu um pouco e o negão me pediu para ficar de quatro, obedeci na hora e me escancarei, ele meio que em pé sobre minha bunda segurou o pau e encostou em meu cuzinho, apesar de ser o maior cacete dali, entrou em mim como uma ceda e começou a bombar como louco, o gordinho se abaixou ao meu lado e começou a me punhetar bem devagar, enquanto o coroa se punhetava vendo o negão metendo em mim, saiu o negão e o coroa socou o pau em mim, meteram um tempo se revezado e o coroa me pediu para deitar de costas sobre um banco, mal havia me deitado no banco, o negão segurou em minhas pernas, as levantou e escancarou meu cuzinho já todo arrombadinho, o coroa pegou o pau do negão com a mão e o encostou na portinha, o negão sem pensar socou tudo em mim novamente e começou a meter forte, o gordinho safado, em vez de me punhetar se debruçou sobre mim e começou a mamar em meu pintinho, o negão vendo aquilo, tirava o pau do meu cu e socava na boca do gordinho, tirava do gordinho e voltava e enterrar no meu rabo, então enquanto o gordinho me chupava, o negão tirou o pau e começou a gozar sobre meu saco e na cara do gordinho, que continuava a me chupar, o coroa aproximou o pau da minha cara e eu morrendo de tesão abocanhei aquela delicia e comecei a mamar, o gordinho tomou o lugar do negão e começou a meter em meu rabo ao mesmo tempo em que me punhetava e enquanto me comia disse: - onde quer que eu goze. E eu respondi: - quero que goze dentro do meu cuzinho. E segurando o pau do coroa na mão disse a ele: - e você pode gozar na minha boca. E assim foi enquanto o gordinho ainda bombava em mim, comecei a gozar com sua punheta e mesmo eu tendo terminado de gozar, ele não parava, aquilo me deu um chilique louco, era um tesão absurdo e o coroa segurando em minha cabeça, enfiou o pau quase até minha garganta e começou a gozar, meio que afogando e me deliciando, engolia um tanto de porra outro tanto escorria pela bochecha, ele então começou a empurrar com o pau toda porra da bochecha para a boca, nisso senti o gordinho enterrar o pau fundo em mim, parar de me punhetar e começar a gozar, ao mesmo tempo em que o coroa empurrava a porra para minha boca e gordinho me enchia de porra, então tirou o pau de mim e quando a porra começou a escorrer pelo meu cu todo dilatado ele a espalhava esfregando o pau, me sentei no banco todo melado de porra e puxando um de cada vez, chupei aquelas picas até elas ficarem limpinhas. Depois de recuperar os fôlego fomos para a ducha, depois de muita conversa e agradecimentos, trocamos nossos telefones e combinamos de nos ver outras vezes.

Eu e pai perdemos uma aposta e ai....

Meu pai sempre gostou desses jogos de truco, sinuca, etc. Ele é jovem, tem 34 anos, bom corpo, claro que uma pequena barriguinha típica da idade, pelos no peito, moreno. Quando saímos, muita gente pergunta se ele é meu tio ou irmão mais velho. Ele engravidou minha mãe muito jovem, tinha 17 anos na época.. Não casaram, mas sempre me visitou, ajudou a criar e somos muito unidos. Eu tenho 16 anos, sou mais claro. Mesmo novo, não sou muito lisinho, já tem uns pelinhos no peito e uma ameaça de barba, além das pernas peludas. Nesse dia ele foi convidado por um amigo do serviço a jogar sinuca. Lá estavam esse amigo dele, mais velho e um grupo de mais 10 pessoas. Esse amigo dele era segurança da emrpesa que ele trabalhava e a maioria do pessoa que estavam ali eram seguranças. Todos parrudos, tinham negros fortes, homens fortes. Meu pai só não era o mais novo, porque eu estava junto. Começaram a jogar e apostaram que quem fosse perdendo o jogo, receberia um castigo, teria que tomar umas cintadas nas costas, sem camisa. Achei meio bizarro, mas é coisa de homem né. Além disso tinha o castigo tradicional de quem perdesse de zero passaria embaixo da mesa e a dupla que ficasse voltaria pra casa só de cueca e ainda estaria estaria sujeita a pagar uma prenda maior se não ganhasse nenhum jogo. Foram formadas 2 chaves de 3 duplas. A dupla que ficasse em primeiro lugar em cada grupo, disputaria o titulo que os isentava de pagar as despesas com a bebida e as duplas que ficaram em ultimo, jogariam pra saber que iria embora de cuecas. Meu pai até que era bom nisso, eu mediano, mas os caras eram feras e perdemos 03 jogos. No primeiro jogo até que fomos bem e perdemos no fim por uma bola. Meu pai e eu ficamos com certa vegonha de sermos castigados pelos vencedores, mas tiramos nossas camisas ficamos apoiados na mesa, um de frente pro outro e tomamos uma cintada de cada adversário. Na segunda partida, jogamos mal e os caras eram bons e depois até foram os campeões. Perdemos feio. Primeiro bateram no meu pai, slap, slap nas costas dele que estava inclinado na mesa e depois repetiram comigo, slap slap...só ouvi meu pai ainda dizer: peguem leve. Aí que todos começaram a zuar e ainda parece que bateram mais forte. Ficamos marcados com essas cintadas e já jogamos a terceira partida nervosos. A dupla era boa também e perdemos de novo. Dessa vez apanhamos inclinados na mesa e os caras falaram que iam poupar nossas costas e tomamos cintadas na bunda. Tinha muita bebida, tava todo mundo já bem animado. Sentia que meu pai bufavava de raiva e nem bebeu tanto. Eu estava ainda mais raivoso que ele, estava até vermelho. Depois da disputa do titulo, tivemos que fazer o ultimo jogo com a dupla pior colocada do outro lado. Mas os caras eram bons, eles só ficaram em ultimo, pelo saldo, porque venceram um jogo e perderam outro. Venceram inclusive os vice campeões. Foi incrível mas nada deu certo pra gente. Tomamos uma lavada humilhante de zero. A torcida de todos era contra a gente. Muita zoação e muitos gritos de papai e filhinho vão passar vergonha. Sim, perdemos de 7 x 0. Quando o jogo acabou, eu e meu pai trocamos olhares e abaixamos os olhos, fazendo negativa com a cabeça. Meu pai disse: De cueca não vamos embora não. Até passamos embaixo da mesa, mas não vamos de cueca. Eu também logo engrossei e falei o mesmo. Não saio de cueca não. Só que eles eram zueiros e falaram, ok, não vão de cueca, vão sem... E foram pra cima da gente. 10 X 2. Sem chance né. Vi que me pegaram por trás, assim como meu pai. 3 caras ficaram me segurando e o restante foi pra cima do meu pai que resistia mas foi dominado. Foi jogado no chão e foram tirando tudo, até a cueca. Aí 3 ficaram com ele e os outros vieram pra cima de mim. Mal pude resistir e logo estava também dominado e peladão. Aí disseram que como pai e filho tinham sido rebeldes, iriam passar de 4 peladões embaixo da mesa. E assim foi feito, nós dois, lado a lado passando embaixo da mesa e como eles disseram, pela rebeldia ainda levamos uma série de palmadas e cintadas na bunda. Não satisfeitos com tanta humilhação, ainda nos dominaram de novo e nos amarraram. Primeiro a mim depois meu pai. E como perdemos todos os jogos iriamos pagar uma prenda. Eles se reuniram e voltaram dizendo que teríamos de chupar o pau de cada um, senão a gente ia voltar pra casa pelado e ainda iam esconder nosso carro pra voltarmos a pe´. Meu pai e me olhava e eu abaixava a cabeça, mas disse: vamos obedecer, não temos saída né. E assim foi, todos abaixaram as calças, primeiro fizeram eu chupar a rola de um por um. Ainda encharcaram minha cara de porra e deram muitos tapas na minha bunda. Com meu pai foram ainda mais cruéis. Enfiavam na orelha dele e ainda passaram a porra na bunda dele, além de muitos tapas no traseiro. Teve ainda a dulpa que venceu que ainda sentaram numa cadeira e pegaram a gente pela orelha e coloram no colo, enchendo nossa bunda de tapas. Ficamos assim, com a cara cheia de porra, olhando um pro outro, no colo dos caras e tomando tapas na bunda. Um vexame. Aí desamarram a gente e devolveram nossas bermudas, mas voltamos pra casa sem cueca, só de bermuda, com o corpo marcado pela surra, a bunda dolorida e cheirando a porra. Meu pai me levou pra casa dele, tomamos um banho e passamos pomada e hidratante pra melhorar as marcas. No fim ele disse que não sabia que cara iria olhar pro amigo dele do serviço e eu disse que poderiamo aprontar uma pro cara depois. Será?

Meu cunhado virou meu amante..

Bom começou no meu primeiro casamento, minha esposa tinha uma irmã casada com o (Nome fictício-Renné), ele bem mais novo que eu, mas mais alto, corpo atlético faz judo, corpo lisinho, peitoral show, tanquinho, pernas grossas, e o melhor: o volume que fica seja vestido de calça, de calção, de armadura de ferro, é de chamar a atenção. mas bem, sou hiper discreto, nunca dei pinta e nem posso, não é ficar no armário, mas a minha vida só diz respeito à mim, não vou expor ninguem! Um belo dia, as irmãs precisaram viajar, como somos próximos, não tinhamos frescuras, mas nunca rolou nada e nem insinuações, ele estava no apt dele e me convidou para passar por la no final do dia para tomar umas. cheguei começamos a assistir jogos da liga dos campeões e tomando todas, acabou o jogo e continuamos bebendo e vendo série que curtimos, enfim, em dado momento ele já estava quase desmaiando mas ainda balbuciou para que eu dormisse la mesmo porque dirigir nesse estado eu tava fodido... digo lascado,rsrsr, o cara apagou no sofá só de calção apertado mostrando o contorno do cacete(ão) eu ja estava salivando, achei que poderia tirar proveito, fingiria que era a bebida, encostei nele entre as pernas sacudi ele chamando para ir deitar, sacudi muito, mas nada, ai foi a deixa, começei alisar as pernas grossas subindo e colocando a mão por cima do calção e sentir o calor daquela rola, ele deu uma mexida e me afastei, o chamei e ele se levantou, fui conduzindo ele para o banheiro, mas quase não ficava em pe, levei para baixo do chuveiro de calção mesmo e depois levei para a cama e soltei, caiu de peito para cima, ai tive de ajudar ne a tirar o calção molhado e enxugar o macho que estava a minha disposição numa cama grande e eu ja com o tesao nas nuvens, tirei o calção e saltou uma rola imensa repousada para a esquerda e bem grossa, pelos raspadinhos, saco delicioso de pegar de colocar na boca, começei a enxugá-lo e começou a dar sinal de vida, ficou duraço empinado e reto para cima, terminei de enxugar o belo exemplar de macho, e fui dar um trato naquele pau, chupei por muito tempo, punhetei, cheirei, lambi todo o corpo e resolvi montar nele, e tentar botar no meu cuzinho que ja estava piscando de tanto tesao, coloquei a cabeçinha na entrada e comecei a forçar foi entrando devagarinho e senti os ovos encostarem na portinha de meu cuzinho, pronto, estava comido pelo meu cunhadinho delicioso, ele era meu macho e eu sua nova fêmea, nisso ainda com o pau todo dentro de mim me inclino e começo a beijar sua boca carnuda e deliciosa, começo a mordiscar com a minha boca nos seus lábio enquanto meu cuzinho começa a mordiscar a rola dura feito rocha, a boca dele entre aberta introduzo minha lingua e me espanto quando ele coloca a mão na minha cintura me pressionando para baixo enquanto seu quadril levantava colocando ainda mais a tora de carne dentro de mim, abriu os olhos ainda não acreditando, perguntando o que era aquilo, e disse que ele tinha me pego a força devido a bebida, e como ele era mais forte que eu eu tinha me submetido a suas vontades, ele me tirou de cima dele apavorado pedindo desculpas, me fiz de vitima, que não contasse nada para ninguem, que nunca tinha feito aquilo, mas tive medo de não cooperar com a força dele... bla bla bla... o cara ficou louco ajoelhando pedindo desculpas que não sabia o que fazer para reparar, apenas disse termine o que fez comigo ( OWWW Queixo) rsrsr, o que foi que eu forçei a voce fazer? perguntou René, disse que tinha empurrado a pica para mim chupar, me fazendo engasgar, que tinha me colocado de 4 e socado muito em meu cuzinho, que chegou a me suspender socando vara em mim no ar encostado na parede, mas que senti tesao e prazer. Entao ele olha pra mim e diz: pois a partir de hoje vc sera minha fêmea ja que sentiu esse tesao e prazer, vou te arregaçar meu cunhadinho, te comer todo dia enquanto nossas mulheres não estiverem aqui. Gente foi louco demais, o cara tomou as rédeas me comeu em todas as posições, apesar de mais novo ele 24 e eu 35, o cara sabia foder, mais forte me dominou, chegamos a ir para sacada do ap e me comeu em pé socando forte, no sofá, no chão da sala, e me levou para cama de sua mulher, minha cunhada, me fez usar uma calcinha fio dental (igual essa da foto) só afastava o fio dental e socava vara, fiquei com o cuzinho bem vermelho de tanta varada, mas saciado, nossas mulheres iam chegar apenas na terça isso foi tudo na sexta a noite, imagina mais quantas fodas sabado, domingo, segunda para se recompor, (não tava aguentando meu cuzinho, mas chupei muito seu pau), dormimos juntos pelados e sempre que acordava para beber agua dava uma socada em meu cuzinho, pela manha, ja o fazia levantar chupando seu pau até espocar de leite na minha boca. no domingo fomos ao sitio de seu pai para levar ração para os bichos, o caseiro ia sair por algumas horas e nos aproveitamos na piscina, arriscamos a montar a cavalo pelados, claro com ele e sua rola cravada em mim, era tudo gostoso para mim, o perigo da situação, apesar do sitio ser bem reservado e o caseiro nao estar. paramos no estábulo para deixar o cavalo e na baia mesmo ele voltou a me fuder, o louco foi o cavalo começar a ficar de rola dura, ai rimos e o Rene ja safado e me domando puxou o cavalo e me fez pegar na rola, apesar de nao curtir, começei a punhetar o pau do cavalo que fica mais e mais duro enquanto Rene me detonava de quatro, me espantei com o gozo absurdo do cavalo e depois o gemido do Rene no meu cuzinho, poxa nem tinha percebido o safado tinha tirado a camisinha e me comido no couro enchendo meu cu de gala, muita gala mesmo, final de semana espetacular. Bom sempre que podemos nos mantemos no sigilo nossas fodas, não sou mais cunhado dele, porque me separei, contudo ele ainda é o meu macho e eu a femea dele. basta ele ligar que corro para seu ap

domingo, 14 de agosto de 2016

O irmãozinho do meu amigo part 2

Olá pessoal. desculpem-me por demorar, mas por conta de problemas com o pc,não deu pra postar o final, mas está aí. boa leitura. Encontrei com o Duda algumas vezes fora da casa dele, e quando ele me chamava pra ir na casa dele, eu corria pra pastelaria, sei lá,mas algo mudou em mim, e o Duda notou, passou a me perguntar oque tinha acontecido pra eu não querer mais ficar perto dele. Eu o abraçava e dizia que ele era meu amigão, que não tinha acontecido nada e que, eu precisava ajudar mais minha mãe. Minha mãe até gostava da minha companhia, mas ajuda, isso não, ela sempre trabalhou sozinha e não gostava de mais pessoas no recanto dela, como ela se referia. No segundo sábado fugindo da casa do Rafa, o Duda me chamou pra ir numa festa com ele, eu aceitei e fui. Quando entro na festa pra encontrar ele, a primeira pessoa que vejo é Rafael, num jeans branco apertado, e uma camiseta azul. Ia dar meia volta mas o Duda me gritou, olhei e ele estava um pouco mais a frente, o Rafa não tinha me visto até o Duda gritar, bem, todos olharam. Fiquei com a cara no chão, mas segui até eles, cumprimentei o Duda, alguns amigos e por fim o Rafa e a Amanda, foi só um aperto de mão da minha parte, mas ele agiu normalmente e me abraçou como eu o obrigava a fazer as vezes, fiquei sem graça mas o abracei também. Lá pro meio da noite eu já estava meio bêbado, mas, bem consciente de não ficar perto do Rafa muito tempo. O Duda percebeu e me perguntou o que aconteceu entre eu e o Rafa, disse que não tinha acontecido coisa alguma, éramos assim mesmo e desconversei. Ele não tocou mais no assunto e logo fui embora sem avisar ninguém, ele me ligou, eu disse que não estava muito bem e que já estava chegando em casa, até me chamou pra ir na sua casa no outro dia, mas inventei que ia trabalhar com minha mãe e que talvez, depois do almoço eu iria até lá, mas não fui. Na terça-feira, estava saindo do banho, devia ser umas duas da tarde, quando o telefone tocou, olhei e quase tive um troço, era o Rafa, quase não atendi, mas se ele me ligou devia ser importante. Eu—alô? Rafa? Rafa—Oi gui, onde vc está? Eu—em casa, por que? Rafa—preciso que venha aqui em casa, é urgente, por favor, venha logo. E desligou. Aahhh não, dinovo não. Não queria passar por aquilo dinovo, ou queria? Pensei durante uns cinco minutos, quando decido ir logo, chegou uma mensagem, “Rápido”, fui apressadamente pra casa dele, e no caminho pensava comigo, como ele poderia ter feito aquilo dinovo, me lembrei de onde fomos parar da ultima vez, e quando cheguei na casa dele, já estava de pau duro. Como esperado, o portão abriu assim que cheguei, fui direto pro quarto dele, ele estava sentado em cima da cama, sem camisa, com o edredom cobrindo a parte debaixo. Eu—o que foi Rafa? Não me diga que usou aquilo dinovo? Rafa—não exatamente. Senta aqui, vou te contar. Me sentei, ele estava com um olhar estranho, e eu morrendo de medo do que ia acontecer. Rafa—gui, aquilo que aconteceu entre a gente....acho que te mudou... eu não queria isso... se soubesse não tinha deixado você fazer. Eu—desculpa Rafa, eu gosto da sua amizade, me senti culpado pelo que fiz com você, e com vergonha da sua família, eu me aproveitei da situação.... tenho sorte de você não denunciar como estupro. Rafa—nada haver, eu deixei. Mas não é sobre isso que quero falar. Como deve saber a Amanda me deixou no sábado e ... Eu—Péraí ... eu não sabia disso. Ela te deixou? Por que ? Rafa—bem, isso é meio frustrante, ela deve ter enjoado de mim, ela sumiu na festa, quando a encontrei, ela estava dando pra um garanhão, devia ter uma pau de responsa, já que a encontrei pelos gritos. Eu—tá. Mas ainda não entendi por que eu estou aqui. Rafa—então... sem transar há alguns dias, fiquei muito excitado hoje,quando cheguei em casa e fui me masturbar.. Eu—Ahh não me diga que enfiou o vibrador aí dinovo. Rafa—não, ela veio buscar tudo que era dela ontem. Eu—então é o que? Ele simplesmente tirou o edredom. Estava pelado e depilado, seu saco, suas coxas, os poucos pêlos havia sumido, estava parecendo uma menininha, exceto pelo pau, branco e grosso, meia bomba que veio balançando enquanto ele engatinhou e se sentou sobre minhas coxas, segurou meu rosto, e ficou me hipnotizando por um tempo. Rafa—não consegui me concentrar, só pensava em você, só penso em você desde aquele dia, quero sentir você dentro de mim dinovo. Sério gente, tentei resistir,mas ele falava isso no meu ouvido, era um sussurro que ia direto na minha alma, era a voz da tentação. Fechei os olhos e parecia que ele já tinha me dominado, me deu um beijo, no inicio lento e sem minha retribuição, não aguentei e meti a língua na boca dele. Toquei o foda-se, abracei o corpinho dele e segurei na bundinha branca, e passei os dedos pelo seu reguinho lisinho. Mais um sussurro e fiquei mais doido ainda, “me fez puta,agora vai ter que me manter puta”. Ele sussurrava bem pertinho do meu ouvido, tão baixinho que eu mau escutava, tudo aquilo era uma loucura, loucura muito gostosa. Ele tirou minha camiseta e tirou meu calção junto com a cueca enquanto chupava meus mamilos. Se ajoelhou e segurou meu pau, ficou olhando pra ele e punhetando bem de vagar, ele não tinha visto da ultima vez, sequer tocou nele com as mãos, ele admirava e por fim colocou na boca. Aaahh que boca pequena e quente, o pau não entrava nem a metade, mas estava delicioso. Rafa—como seu pau é lindo, (lambida), e saboroso. Deitei sobre a cama e fechei os olhos, sentido a língua dele passando na cabeça e no freio por baixo do meu pau, lábia minhas bolas e voltava pra cabeça, não ia segurar por muito tempo, quando estava prestes a gosar, me lembrei de onde estava e me sentei na cama assustado. Eu—E o Duda? Rafael respondeu sem largar meu pau. Rafa—deve estar quase gosando agora. Tirei o pau da boca dele e segurei seu rosto Eu—como assim? Aonde ele está? Rafa—dentro do banheiro, vendo tudo e provavelmente batendo punheta, ele morre de tesão por você. Não tive tempo de vestir minhas roupas, também nem sabia pra onde tinham ido. Duda saiu de dentro do banheiro, pelado e de pau duro. Duda—nem pense em parar, você não sai daqui tão cedo hoje. Ele se ajoelhou do meu lado e me empurrou de volta pra deitar na cama. Olhava pra ele sem saber oque fazer. O Rafa? Ainda tava chupando meu pau, que tinha amolecido, mas já estava endurecendo novamente. O Duda abaixou e me deu um beijo, era estranho, eu o conhecia há tanto tempo, e só agora pude sentir como o beijo dele era gostoso, logo retribui e chupei a língua dele com muito prazer, resolvi esquecer que eram irmãos e meus amigos. Não ia parar mais, agora iria até o fim e ao fundo, com os dois. Duda desceu chupando e mordendo meu corpo todo, se ajoelhou ao lado do Rafa e começaram a chupar juntos meu pau. Aquilo era incrível, apesar de ter uma longa carreira no sexo, nunca havia transado com dois caras ao mesmo tempo, dois caras, irmãos e muito gostosos. Enquanto um chupava o pau, o outro chupava as bolas e mordia minhas coxas. Não aguentei, gosei na cara dos dois. O Duda não perdeu tempo, subiu em cima de mim me chupando e me beijando com a cara toda esporrada. Me beijou novamente e colocou o pau dele na minha boca, não fiz desfeita e fui engolindo tudo, o pau dele era pequeno, devia medir uns 16cm e não era tão grosso e assim como o Rafa, ele tava depiladinho, logo ele montou em mim e começou a fuder minha boca com muita força, passei minhas mãos pela bunda dele e fui logo procurar o cusinho dele, dei uma coçadinha e enfiei a ponta do dedo indicador no buraquinho dele, ele parou de socar, fechou os olhos e disse. Duda—aahh safado, cê ta querendo é meu rabo né? Só acenei positivo com a cabeça. Ele virou em cima de mim e partimos pra um 69. Ele é menor que eu, dava trabalho pra chupar o pau dele, então desisti e fui pro cusinho, era lindo,parecia o do Rafa antes de eu arrombar, e me parece que tinham depilado ali também, não havia vestígios de pelos, e eu cai de boca, mordi a bunda dele e meti a língua do jeito que deu, o gemido dele ia longe, era longo,profundo e abafado pelo meu pau, que a esta altura estava tão duro quanto antes, ele foi saindo de cima de mim e rodando a boca no meu pau, quando ele saiu de cima de mim, foi que vi o Rafa, de joelhos ao nosso lado e se punhetando bem de vagar, ele veio de vagar e colocou o pau na minha boca era delicioso, o saco estava lisinho e passar a língua nele era muito prazeroso para nos dois. Decidi tomar as rédeas da situação, me sentei dei um beijo no Duda e disse que queria meter nele. Duda—tô com medo. Vai doer. Rafa—você vai gostar mano, não vai doer tanto assim. Rafa foi até a mesa e pegou um tubo de lubrificante, o Duda ficou só olhando. Ele veio até mim, colocou Gal na mão e ficou passando no meu pau enquanto me beijava, passei gel nos dedos e pedi pro Duda ficar de quatro, ele olhava pro meu pau com muito medo, mas assim que comecei a colocar um dedo nele, ele pareceu gostar da sensação, enfiava o mais fundo possível e tirava o dedo de vagar, ele suspirava e pedia mais. Coloquei dois dedos e ele se manteve firme, disse que doía , mas era uma dorzinha gostosa, girei os dedos, tirei e coloquei a cabeça do pau no cusinho dele, a cabeça passou de boa, o cu dele apertava e piscava o tempo todo, pedi pra ele relaxar mais, quando fui pegar no pau dele, o Rafa pegou primeiro, ficou punhetando e passando as mãos no corpo dele, senti o cu ficando relaxado e fui metendo, assim que entrou tudo ele suspirou junto comigo, ficamos parados, o cu dele era muito apertado, nunca tinha comido um cu apertado daquele jeito, parecia esmagar meu pau, ele se acalmou, perguntei se podia começar, ele só balançou a cabeça, e eu comecei ir e vir, depois de alguns minutos, ele gemia e se jogava no meu pau, queria devorar tudo com aquele cu gostoso. Eu já sentia vontade de gosar, pedi pra ele montar em mim. Ele veio de frente, o pau dele estava pingando de tanto tesão, ele sentou sem parar até o pau sumir no rabo dele, me deu um beijo e uma respirada e começou a cavalgar. O Rafa ficou de pé e colocou o pau na minha boca, eu chupava e olhava nos olhos do Duda, quando tirei o pau do Rafa da boca, fiquei até surpreso, o Duda segurou na bunda do irmão caçula e engoliu o pau do garoto de uma maneira feroz. Rafa—aahh que boca gostosa, eu sabia que você não ia aguentar, estava esperando por isso. Ele tirou o pau da boca do irmão, se curvou e começaram a se beijar, o Rafa desceu a cabeça entre a gente e começou a chupar o pau do irmão também. Gente que visão incrível, o Duda parou de cavalgar e se levantou um pouco, de modo que continuei metendo sem dó, e claro dei uma gosada sensacional. Saí debaixo do Duda e deixei os dois se entendendo, eles se beijavam e se acariciavam de um modo bruto, como se tivessem esperando por aquilo há muito tempo. Do nada o Rafa passa pra trás do irmão e não fala nada, abre as pernas dele e mete o pau de uma só vez, o Duda da um grito e pede pro irmão meter mais forte e mais rápido. O barulho dos corpos se chocando ecoava dentro do quarto, o Rafa empurra o irmão pra ficar de quatro, segura na sua cintura e mete ainda mais rápido. Quando percebi meu pau já estava duro novamente, me ajoelhei na frente do Duda e passei a fuder a boca dele como se fosse o cu, enquanto isso beliscava e chupava os lábios do Rafa, que já anunciava o goso, quando ele aumentou o ritmo e gosou o irmão fez o mesmo e sujou todo o lençol, o Rafa ainda ficou metendo por um tempo, mas logo o pau amoleceu e se deitaram um do lado do outro. Queria eu poder foder mais um pouco, mas resolvi tomar um banho, entrei no banheiro,mas não deu tempo de fechar a porta, o Duda veio e pediu pra entrar primeiro, eu disse que ia tomar banho, ele disse que iria fazer outra coisa, entramos juntos e fui pro Box, ele ficou na privada, e começou a falar comigo Duda—puts cara, a gente é amigo a tanto tempo, nunca imaginei que um dia faria isso com você. Eu—nem eu. Agradeça seu irmão, a culpa é dele. Rafa—estão falando de mim? Duda—é estamos concluindo que você é culpado disso tudo, valew mano. Kkkkk O Rafa entrou e pediu pra entrar no Box,abri a porta, ele entrou e o Duda pediu pra deixar aberta, pois já ia entrar também Eu—vai ficar apertado aqui hein. Rafa—não se preocupe, a gente da um jeito de se encaixar. Kkkkk Ele pegou o sabão da minha mão e começou a se ensaboar, passava o sabão e me olhava nos olhos, ele deixou o corpo dele de lado e veio ensaboar o meu, chegou perto, me deu um beijo e começou ensaboar meu pau, que já estava duro dinovo, falou bem baixinho no meu ouvido. Rafa—ainda não me deu oque eu queria. Eu—é ? e o que você quer? Rafa—você dentro de mim. Coloquei ele embaixo do chuveiro, tirei toda espuma e fui descendo pelo corpo dele, chupei o pau e o virei de costas,passei a língua no cu dele e ele gemeu, o Duda veio rápido e ficou olhando um pouco. Duda—saiam do chuveiro, preciso me lavar. Nos afastamos e ele passou pela gente já de pau duro. O Rafa não parava gemer, e pediu em voz alta, quase gritando, pra eu meter nele. Ali num dava, o sabão tirou toda minha lubrificação, puxei ele pelo braço e voltamos pro quarto, ele pegou o gel e já passou um bocado no rabo, passou um pouco no meu pau e já se curvou se apoiando na mesa do computador, sem rodeios encostei o pau e fiquei, pincelando, de baixo pra cima no reguinho dele, ele segurou meu pau, encaixou na entrada do cu e disse pra eu parar de graça e meter logo. coitado, quando ele disse isso eu firmei o pau na entrada e meti tudo de uma vez, esperava que ele fosse ficar bravo, mas.. Rafa—Isso, filho de uma puta, me fode feito macho, e para de brincar, você veio aqui pra fuder sua puta, ou veio pra brincar de papai e mamãe? Eu—vim pra te fuder puta, e você não pode ser mamãe, esqueceu? Rafa—fala menos e fode mais, puto. Coloquei toda velocidade que podia, segurei forte na cintura dele, o pau saía quase tudo e entrava numa força que se fosse outro não aguentaria, quando o pau escapou dele, o joguei na cama, levantei as pernas dele e cheguei o cacete pra dentro, ele me xingava e pedia pra eu fuder mais e mais forte. Ele estava fora de controle, eu já estava suando, e minhas pernas doendo. Me sentei na cama, disse pra ele cavalgar, ele praticamente se jogou na minha pica, doeu minhas bolas, mas ele nem ligou, segurou nos meus ombros e pulava igual um louco no meu pau. Olhei pra porta o Duda estava parado, olhando com cara de espanto, e de pau duro, é claro. Me levantei com ele no colo,ele travou as pernas em mim, comecei a dar tapas na bunda dele enquanto metia. Fui virando pra ele ver o irmão, achei que ele iria se envergonhar, quando ele viu o irmão na porta, se soltou de mim e atacou o Duda, deu um beijo e o arrastou pra cama, se ajoelhou fez uma gulosa daquelas, ficou de quatro em cima da cama e pediu rola, pediu pro irmão meter nele com força, acho que o Duda estava meio bobo ainda, o Rafa deu um tapa na própria bunda e disse mais alto Rafa—me fode viado!!!! Quero rola!!! O Duda segurou na cintura dele e cravou o pau com tudo, mas se o meu, que era maior e mais grosso não tava dando conta, o do Duda é que não daria mesmo. Era até engraçado ver o Duda dando tapas e socando com força no irmãozinho. Fui pra frente do Rafa e coloquei meu pau na goela dele, sentia que meu pau ia alem da garganta dele, mas não senti pena, pelo contrario tirava só pra ele respirar e metia dinovo, ele fazia ânsia de vômito, mas não recuava, de repente, parou, se levantou me empurrando pra deitar na cama e sentou no meu pau, o cu dele não oferecia nenhuma resistência, ele deu uns quatro pulos, parou e se posicionou melhor, olhou pro irmão e disse pra ele colocar o pau junto com o meu Duda—mas Rafa, não tem como. Rafa—anda logo viado, to mandando. Segurei na bunda dele e abri oque pude, senti quando o pau do Duda começou entrar, depois de meter tudo, o cusinho parecia muito mais apertado, a sensação de outro pau se esfregando no meu dentro de um cu foi intensa, não tínhamos experiência em meter daquela maneira, então deixei que o Duda fizesse tudo. O Rafa parecia estar em outro mundo, xingava e mordia meu ombro. Só deu tempo de avisar que eu ia gosar, e despejei tudo dentro do rabo dele, meu pau não amoleceu, ficou meia vida, mas eu estava exausto, e fui saindo debaixo dele deixando o Duda se acabar com o maninho dele, limpei meu pau com uma camiseta que achei no chão e fiquei observando a foda louca e incestuosa dos dois tarados. Vi quando o Rafa gosou na mão do irmão, e quando o Duda anunciou que estava gosando dentro do irmão. Assistia aquilo e meu pau estava duro, mas eu não tinha forças pra fuder dinovo, queria muito mas minhas pernas estavam doendo. O Duda se deitou ao meu lado, ofegando e todo suado, o Rafa acho que dormiu na mesma hora que gosou, pois já caiu de bruços e de olhos fechados. Descansamos bastante, antes de ir pro banheiro novamente o Duda virou pra mim e disse que nunca tinha gosado tanto e com tanta vontade. Duda—cara, meu irmãozinho virou uma puta de uma hora pra outra, oque você fez com ele? Eu—você sabe. Você também sentiu. Disse eu segurando e balançando meu pau que ainda estava meia vida, ele olhou bem pro meu pau, riu e o segurou, ficou punhetando por um tempo e não resistiu, abocanhou e começou chupar, não durou muito, bastaram alguns minutos e eu gosei na boca dele. Ele disse que o gosto era estranho, mas engoliu tudo. Acordamos o Rafa pra tomar banho e no banheiro ficamos apenas nos elogiando, o Rafa lavou o cu do irmão, e quando o Duda foi lavar o dele, abriu bem e disse que o cu dele estava enorme e arrombado, o Rafa riu. Rafa—não se preocupe mano, sua hora vai chegar, kkkkk Terminamos o banho e saímos pra comer uma pizza, na rua agíamos normalmente, como sempre fazíamos. Esse rolo nosso se prolongou por muitos anos, eu me casei, e me separei depois de um tempo. O Duda nunca se amarrou com mulher nenhuma, era só aventuras semanais. O Rafa foi pra faculdade, arrumou um namorado, quando veio passar as férias em casa, o apresentou pra gente, era um cara gente boa, mas não gostou quando pegou ele sentado na minha rola, dentro do carro dele. Deu trabalho pra explicar pra ele a nossa relação, tivemos que contar até mesmo a parte incestuosa, demorou mas ele aceitou, só disse que não queria mais ver aquilo, que fizéssemos qualquer coisa longe dele.porem foi vencido pela curiosidade, Ele que, se dizia o maior ativo entre nós, não aguentou ver tanta pica e tesao num quarto só, eu o Duda foi o sortudo e descabaçou o cunhado enquanto eu comia o Rafa, logo até mesmo o Rafa cravou a pica no namorado ativo. Nossas vidas tomaram rumos diferentes, hoje raramente nos encontramos, duas ou três vezes por ano, mas a cada encontro temos uma experiência diferente e mais gostosa. ...FIM Até a próxima.

O irmãozinho do meu amigo

E aí pessoal, la vai mais um conto, um pouco extenso, mas espero que gostem. Boa leitura. O irmãozinho do meu amigo Sou Guillermo, hoje tenho 28 anos, mas a historia a seguir se passou há 5 anos atrás. Meço 1,89, peso 78 kilos, cabelos crespos, olhos castanhos, pele morena, e sem pelos, bissexual enrustido, poucas pessoas sabiam disso. Sempre fui comunicativo e de um sorriso contagiante, sempre gostei de sorrir, e com isso vivia rodeado de amigos e amigas, dentre esses amigo, um se destacava e vivia sempre me acompanhando, o Duda, esse era um rapaz branquinho, 18 anos, cabelos lisos e castanhos, um corpinho pequeno, mas muito gostoso. Ele apesar de ter ótimas condições financeiras, adorava andar comigo, um garoto simples e de família de classe média. Duda me levava sempre na casa dele pra gente tomar banho de piscina e tomar uma breja. Ele nunca me deixou pagar por nada que consumisse quando estava com ele, e isso gerava uma intriga entre os outro amigos dele, eles tinham ciúmes de mim e diziam que, por certo ali tinha coisa. Ora bolas, é claro que eu sempre arrumava as minas que ele escolhesse, ele não tinha lábia, e eu fazia com gosto, no inicio ajeitava as gurias pra mim e pra quem pedisse, mas quando começaram o tititi, eu me vinguei, as minas eram só minhas e dele. Tudo faz parte da historia, mas quem vem ao caso, se chama Rafael, o irmão caçula do Duda, ele tinha 14 anos,1,60 +ou-, branquinho como o irmão,cabelos negros e lisos na altura dos ombros, era todo trincadinho pois não saía das piscinas, fazendo natação, as cochas eram grossas e nunca vi um pelo sequer nele. A diferença entre os dois só ficava visível quando se tratava de comportamento, Rafa era muito fechado, não falava de jeito nenhum, com ninguém a não ser o irmão, os pais e alguns amigos. Mas logo tratei de cuidar disso, passei a brincar com Rafa, mesmo ele não dizendo nada no inicio, eu não desisti. O fazia me cumprimentar em voz alta, apertar minha mão e logo ele se via obrigado a me abraçar. Demorou, mas consegui ficar amigo dele também, os pais dele assim como o Duda, não acreditavam no que eu tinha feito, consegui virar amigão dele em alguns meses apenas. E por incrível que pareça, ele tinha uma namorada, é isso mesmo, na-mo-ra-da. Era louca e bem mais velha que ele, mas era algo que o irmão não conseguia manter. Certo dia estávamos, ele e eu à beira da piscina, enquanto alguns amigos e sua namorada se divertiam na água, ele do nada vira pra mim e diz que precisa muito falar comigo, mas tinha que ser particular e me chamou pra ir na cozinha. Rafa—cara, to com um problemão, e só você pode me ajudar. Eu—fala aí, ajudo no que der. Rafa—É a Amanda, ela só pensa em sexo. Eu—e isso lá é problema? Na sua idade era a única coisa que eu procurava. Rafa—deixa eu explicar porra!! Ela é tarada, eu também adoro sexo, mas ela é insaciável, não consigo acompanhar. Ela goza e quer dinovo, dinovo e dinovo, as vezes acho que vou morrer. E não consigo segurar por muito tempo. Eu—ah cara é assim mesmo, no começo são rapidinhas,mas logo tu pega o jeito de como controlar. O segredo é fazer ela gosar varias vezes antes de você. Rafa—cara não tenho tempo. Ou aprendo logo ou largo dela, se não vou morrer, perdi três quilos em uma semana. Dei uma gargalhada, que provavelmente todos ouviram. Ele sabia que eu era bi, deixei claro logo depois de ganhar a confiança dele, mas ele disse que já sabia, seu irmão havia falado sem querer. Quando parei de rir, repirei e perguntei a ele o tamanho do pau dele, ele ficou me olhando mas cedeu Rafa—18cm por 5cm. Eu—puts, e eu imaginando o que aquela doida viu em você. Kkkkkk. Rafa—não ta ajudando em nada. Eu—ta.. tudo bem. Você se masturba muito? Rafa—não. Batia punheta quando não tinha ninguém, agora guardo pra comer ela. Eu—tá aí seu erro. Fica se guardando pra ela e quando chega a hora ta com muito tesão. Você precisa se masturbar frequentemente, nessa idade, o tesão é muito grande. Ficamos uns trinta minutos dentro da casa, expliquei a ele os pontos nele e nela que davam prazer, expliquei as preliminares, até a lamber uma buceta eu expliquei. Deixei claro, que ele tinha que dar prazer, mais que receber, uma gosada e a maioria dos homens já eram, mas a mulher precisa de mais, muuuuito maisVoltamos pra piscina e a muagem pernoitou,a casa estava a deriva, já que os pais deles estavam de viajem de férias. dormi por la mesmo, esparramado num colchão, no quarto de hospedes. Acho que eram umas oito da manhã quando o Rafa entrou no quarto e pulou em cima de mim, quase me matando de susto. Rafa—cara deu certo.... fiz ela gosar duas vezes ontem. Bati uma antes e fiquei durão por mais tempo, ela gritava gemia e pedia mais e ainda dei conta de fazer dinovo antes de dormir. Ele estava eufórico e rindo feito um bobo, me deu um beijinho em meio aos agradecimentos, mas estava tão feliz que nem percebeu que o beijo foi na boca, foi selinho, mas foi na boca. Estava meio que dormindo ainda, só me dei conta do beijo depois que ele saiu, bem provável que tenha ido comer a coitada dinovo, pensei. Fiquei por la o dia todo e ele sempre sorria quando me olhava. Não fiquei encabulado, mas o flash do selinho, me dava tesão, e olhar pro corpinho dele, estava me tirando do controle, mas logo fui embora. Alguns dias se passaram, eu estava mais o Duda no shopping, meu telefone tocou e era ele. Ele não tinha o costume de me ligar, e se quisesse falar com o Duda tinha ligado pra ele. Atendi e de imediato notei algo estranho na sua voz. Rafa—Gui, se você estiver perto do meu irmão, disfarça e sai, preciso falar com você, ele não pode saber. Fiquei preocupado, pedi licença e sai de perto. Eu—Rafa .. oque foi? O que aconteceu? Rafa—preciso que você venha aqui em casa agora, não fale nada pra ninguém, só confio em você. Rápido. E desligou. Fiquei igual um idiota olhando pro celular sem saber o que fazer. Só fiz um sinal pro Duda e sai em disparada, ele me ligou perguntando oque tinha acontecido, eu disse a ele que era um problema de família e que não precisava se preocupar, logo estaria de volta. Não gosto de moto-taxis, mas a urgência me obrigou a pegar um, em alguns minutos, estava eu, no portão da casa do Rafa, ele provavelmente me olhava pela janela, nem toquei o interfone e o portão destravou. Passei correndo pela porta, gritando seu nome e ele me respondeu la de cima, subi correndo as escadas e entrei no seu quarto. Ele estava em pé, parado ao lado da cama e nem me cumprimentou, já me pediu logo pra sentar. Me sentei na cama, eu estava ofegante e preocupado, ele com o rosto vermelho, muito vermelho, me olhou e começou a falar. Rafa—cara, sabe... num sei por onde começar. Eu—do começo horas. To quase enfartando aqui então desembucha logo. Rafa—tá....tá... olha, você tinha me dito pra me masturbar frequentemente lembra?. Eu—sim, e daí? Rafa—é que deu tão certo que andei inovando, fazendo umas coisas malucas, com a Amanda e ela gostou e gosou pra caralho. Eu—para de enrolar e fala logo. Rafa—é que outro dia ela trouxe um vibrador, e foi muito bom pra ela, usamos nela em tudo que foi buraco. Eu—E? Rafa—bem, é que ela deixou ele aqui..... e sabe né. Eu comecei a rir. Ele ficou sério, e pediu pra eu por favor, não rir dele, pois ele já estava com vergonha e desesperado, me pediu ajuda por confiar apenas em mim. Eu—tá, desculpa. Então como vamos fazer pra ir no hospital tirar isso? Rafa—HOSPITAL?? TÁ MALUCO? TE CHAMEI AQUI PRA VOCÊ TRIAR ISSO DE MIM. NÃO PRA ME PASSAR VERGONHA EM PUBLICO. Eu—Então...como quer que eu faça isso hein? Rafa—sei lá. Você já deve ter passado por isso. Eu—não mesmo, nunca usei esses apetrechos pra me masturbar. Rafa—e usava o que? Eu—isso não vem ao caso. Perguntei em qual posição ele enfiou o vibrador ele disse que foi no frango assado, que se empolgou e deixou escapar dos dedos, e quando tentou puxar de volta ficou pior, entrou mais, e quanto mais ele tentava, parece que entrava mais. Eu—entao tira a roupa e deita na mesma posição,vou ver se consigo puxar. O rosto dele ficou mais vermelho ainda. Disse a ele que não tinha como eu ajuda-lo com ele vestido e que não se preocupasse, afinal ele não era o primeiro garoto a ficar pelado na minha frente. Na verdade era, eu sou ativo e apesar de achar os novinhos muito gostosos, nunca transei com um. Ele suspirou e baixou o calção. Meu deus !!!! como ele era gostoso, nunca o imaginei nu, e se tivesse, nunca seria tão perfeito como era, o pau dele era mesmo grande, branco e com a cabeça vermelha, as bolas era pequenas e lisas, só havia pelos no púbis, o pau mesmo mole parecia ter uns quinze centímetros,e ainda saía um pouco de pré goso da ponta. Pensei comigo que, quando ele mostrasse a bunda eu certamente teria problemas. Dito e feito quando ele passou por mim pra deitar na cama, meu pau que tava dando sinais de vida, deu um pulo na hora, a bunda era bem branquinha, uma marquinha de sunga, alguns pelinhos na cocha até chegar perto da bunda, mas na bunda mesmo não havia nenhum, talvez pela idade. Quando ele se deitou e levantou as pernas. Puta que pariu, que coisa fantástica, o cusinho rosa estava vermelhinho e brilhando de tanto lubrificante e ainda por cima deu duas piscadinhas pra mim. Eu—Só um minuto Rafa, vou lavar minhas mãos primeiro. Precisava sim lavar as mãos, mas eu precisava mesmo era ajeitar o pau dentro do jeans, estava me machucando, meu pau mede 19cm e meio grosso, fui no banheiro coloquei ele de lado e coloquei a camisa por cima pra disfarçar, lavei bem as mãos, sequei e levei comigo uma toalha, quando sai do banheiro ele estava deitado e levantou as pernas assim que me viu, puts, que delicia. Perguntei onde estava o lubrificante e ele me mostrou um tubo ao lado da cama. Peguei, passei nos dedos, me ajoelhei no chão e comecei a enfiar um dedo, ele travava o cu e não deixava entrar muito. Disse a ele que precisava enfiar no mínimo dois dedo e que ele precisava relaxar, ele reclamou e disse que era difícil com alguém enfiando os dedo nele. Bem até aí tudo bem, quando reparo melhor vejo o pau dele duro como pedra e pulsando sobre a barriga dele, se já estava difícil concentrar, agora sim meu pau tava mais duro e pingando na cueca. Cosegui enfiar o indicador até o meio e toquei o vibrador, quando toquei, ele deu um gemido longo, aquilo não era dor,eu conheço um quando ouço, era prazer, mas não consegui enfiar o dedão, ele reclamou de dor e da posição. Disse pra ele esperar que iria ligar pra um amigo que eu sabia que tinha passado por isso, ele tentou dizer pra não ligar, mas disse que não falaria que era ele, e que eles nem se conheciam. Liguei pro Maycon, contei a ele uma parte da historia, ele não foi curioso, mas ria igual um besta. Ele explicou o passo a passo e disse que seria melhor que ficasse de quatro, e que continuasse o sexo, estimulando o parceiro a ficar com mais tesão, seria bem mais fácil. Enquanto ele falava, eu olhava pro Rafa com cara de surpreso, quando desliguei o telefone e contei como precisava ser feito. Rafa—mas a gente não ta transando. Eu—sei disso, mas vamos ver oque da pra fazer. Se eu já queria come-lo, agora sim fiquei mas perto de conseguir. Pedi pra ele ajoelhar no chão e se deitar sobre a cama. Novamente ele disse estar com vergonha, falei pra ele não olhar e cobrisse a cabeça pra se sentir melhor, ajudaria ele e a mim, soltei o botão da calça e levantei a travinha do zíper, pra descer sozinho ou ele ia escutar o barulho. Segurei as pernas dele a as abri um pouco, o pau ficou pendurado, dava pra ver as gotinhas saindo dele, enfiei um dedo e fui alargando e mesmo com o edredom na cabeça, eu podia ouvir ele gemer. Passei mais lubrificante nos dedos e fui colocando o dedão junto, ele se remexeu um pouco mas arrebitou a bunda. O zíper já tinha baixado, enquanto enfiava os dedos, tirava meu pau pra fora, depois de um tempo, alcancei o dildo com os dois dedos, quando fui puxar ele travou, pra relaxar, passei a mão livre por dentro das coxas dele, e segurei seu pau, só falei pra ele, “relaxa, é como o Maycon disse, imagina que estamos transando”. Puts, ele deu um suspiro e começou a movimentar o quadril, senti nos dedos o cu dele ficando mais relaxado, fui ficando mais perto dele e comecei passar a mão nas costas dele, meu pau tava bem aonde eu queria,só faltava tirar o dildo. Cosegui segurar e fui puxando pra fora, ele gemia mais alto e mais longo, falei pra ele não se mexer ou não ia conseguir, quando por fim o dildo estava na metade, segurei meu pau bem perto do cu dele, retirei o dildo devagar e coloquei o pau,com toda a lubrificação, coloquei a metade numa só estocada e me deitei sobre o corpinho pequeno dele. Rafa—aaaahhhh. Eu sabia. Estava com medo disso acontecer. Eu—me desculpa Rafa, não consegui controlar. Eu ia tirar, minha cabeça mandava tirar, mas a rola queria ir mais fundo. E fui, meti mais um pouco e recuei, meti dinovo e ele gemeu. Rafa—aaahhh, termina logo com isso, meu cu e meu pau estão doendo. Eu—!!então posso continuar?!! Rafa—já chegamos até aqui. Mete tudo logo. Fui até o fundo dele e tirei tudo, meti dinovo e comecei a bombar, não dava pra ir muito rápido pois ele era bem apertadinho, mas podia ir até o fim da minha rola, me afastei dele e fiquei olhando a rola sumir no meio daquela bundinha pequena e branquinha. Quando segurei o pau dele, percebi que ele já havia gosado, mas o pau continuava duro, fiquei punhetando ele e chupando o lóbulo da orelhinha pequena. Parei e o virei na cama,fiquei no meio das pernas e meti novamente, ele estava de olhos fechados, e segurando o lençol com toda força, a boquinha dele estava semi aberta, querendo gemer. Pedir um beijo seria demais, então não pedi, me curvei por cima dele e enfiei minha língua na boca dele, tentou virar o rosto, mas eu insisti e ele correspondeu, e como, em menos de um minuto de beijo, ele enlaçou as perninhas ao meu redor e abraçou meu pescoço, afastou um pouco o rosto, olhou no fundo dos meu olhos, e antes de beijar com mais força, ainda disse. Rafa—Vai, puto. Era isso que queria né? Então come, me come, me fode, me faz sua putinha. Quando ouvi essas palavras nem o reconheci, mas gostei desse novo Rafa, ou melhor, dessa nova putinha., juntei o resto de força que tinha e me levantei engatado nele, fudi com ele em pé e gosei dentro dele como nunca gosei antes, foram uns sete jatos longos, com as metidas mais profundas que eu podia. O deitei novamente na cama e tirei meu pau de dentro dele, o pau dele ainda estava duro. Sou ativo,mas não resisto a um pau lindo como aquele, tenho que chupar, e caí de boca. Chupei ele até gosar com meus dedos atolados no cu dele. Estávamos exaustos, e eu fiquei com vergonha por ter feito aquilo com ele. Não consegui olhar pra ele, só fechei o zíper e saí de lá quase correndo, acho que ele nem percebeu, minha cabeça estava vazia, quando me dei conta já estava chegando em casa, fui direto tomar um banho, passei a noite confuso e culpado pelo que tinha feito, estava com medo de encarar ele novamente, fiquei em casa o fim de semana inteiro ajudando minha mãe na pastelaria que fica ao lado. Minha mãe até estranhou, mas gostou muito da minha companhia e durante a semana usei esse pretexto pra evitar a casa do Rafa. desde já agradeço pelos comentários, mas..

sábado, 13 de agosto de 2016

Iniciação com o tio

Olá pessoal, sou novato aqui nos contos e espero que gostem.Bom sou branco, olhos verdes, corpo normal, uma bundinha boa mas que trabalha muito bem...rs! Vamos ao que interessa: Meus pais sempre trabalharam fora então pra ão ficar sozinho em casa escolhia ficar na casa de alguem quando dava. Um desses lugares era a casa do meu tio Luis, sempre achei tio Luis uma delicia. Era o estilo de homem que sempre tive muito tesão, moreno claro, olhos claros, careca com o peito bem peludo. Ele me deixava louco. Tio Luis tem 2 filhas e gostava muito de ficar em sua casa pra ficar conversando com minhas primas. Um certo dia cheguei na casa do meu tio, ele não estava e nem minhas primas, estava só eu e minha tia, ela disse pra eu ficar a vontade que ela iria na casa de outra tia que morava proximo e que voltava logo. Neste momento fiquei no quarto das minhas primas assistindo TV, mas como estava sozinho resolvi colocar umas roupinhas das minhas primas pra ver como ficava. Acabei colocando uma calcinha, uma sainha e uma blusinha, estava me admirando no espelho, mas quando olho, vejo meu tio parado na porta me olhando. Fiquei sem ar quando o vi, mas ele não estava com cara de quem não tinha gostado, muito pelo contrário, ele tinha adorado. Me elogiou dizendo que eu tinha ficado muito bem com aquela roupa e que eu poderia ficar tranquilo, que seria uma segredo nosso. Nisso fui ficando mais aliviado e ele foi me acalmando, mas pediu que eu desse uma voltinha pra ver se realmente tinha ficado bom aquela roupa. Tio Luis acabou perguntando: Você colocou calcinha da sua prima também? Meio envergonhado respondi que sim. Então perguntou se poderia ver e eu afirmei com a cabeça dizendo que sim. Ele me virou e levantou a sainha que estava vestindo e viu uma calcinha rosa toda atolada no rabinho. Percebi pelo olhar que tinha adorado ver aquilo. Ele logo perguntou onde minha tia tinha ido e respondi que tinha ido na casa da outra tia. Ele saiu do quarto e foi pra sala. Do quarto ouvi ele telefonar na casa desta outra tia perguntando se a esposa estava por lá, que ele tinha chegado mais cedo do trabalho, mas que não se preocupasse que ela não tinha pressa pra voltar. Quando estava tirando toda roupa da minha prima, meu tio chega no quarto e diz pra eu ficar mais um pouco com ela. Tio Luis disse que como ele ia guardar um segredo meu eu teria que guardar um segredo dele, então disse que ele poderia ficar tranquilo com isso tambem. Ele sentou na cama e pediu pra eu sentasse em seu colo e fui e fiz, logo que sentei senti algo muito duro na minha bunda e tava adorando aquilo. Ele perguntava se estava gostando e eu disse que muito. Ele logo perguntou se eu queria ver o que estava duro na calça e euforico disse que sim. Quando tirou o pau pra fora vi saindo um pau delicioso e todo babado. Perguntou se já tinha pego e colocado na boca, respondi que não e ofereceu dizendo se eu queria experimentar. Não fiz de rogado, tratei de colocar rapido na boca e ir chupando bem devagar. Quando comecer chupar titio deu uma gemida deliciosa e deitou na cama. Ele dizia alto: Isso minha putinha, chupa bem gostoso o Titio, que a partir de agora você vai ser a putinha do titio aqui, vou ensinar tudo pra você. Chupa bem gostoso minha menininha.Estava adorando ouvir aquilo. Parei de mama lo e ele me pegou, me jogou na cama, me fez empinar bem a bundinha e disse que ia mostrar como ele fazia com as mulheres que ele pegava. Colocou a calcinha de lado e meteu a lingua no meu rabo. Delirei com aquilo, nunca tinha sentido um tesão parecido, e ele chupava muito, dizendo que meu rabo era uma delicia, lisinho e que aquele rabo ia ser so dele. Titio ja estava com muito tesão e acabou não aguentando e anunciou o gozo. Parou de chupar meu rabo e gozou fartamente na portinha do meu cuzinho. Senti ficar bem quentinho meu cuzinho. Ele disse que estava com muito tesão e não aguentou segurar, mas disse que da proxima seria na boquinha pra me ensinar a tomar leitinho. Depois desse dia queria ir todo dia na casa do Titio. E toda vez que podia ir, ele arrumava um jeito de me botar pra mamar e foi o proprio que tirou o cabaço do meu cuzinho, mas fica pra uma proxima. Espero que tenham gostado!

Dormindo com o tio..

Hoje eu vou contar o que aconteceu no dia em que eu fui dormir na casa do meu tio. (Para preservar a privacidade dele, o chamarei de Gustavo), Gustavo é um homem alto e de corpo atlético, malhado e bronzeado, com as pernas torneadas, um sonho de consumo. Por ele ser quase da minha idade, sempre tivemos muita intimidade; desde quando éramos crianças ficávamos brincando de médico e quando ele ia dormir na minha casa, ele dormia com a mão dentro da minha cueca e eu com a mão dentro da cueca dele. Mas ele mudou depois de um tempo e perdemos o contato e a intimidade. Quase sete anos depois, ele se muda de novo para minha cidade para casa da minha avó que era doente e ficava no quarto o dia inteiro, a casa era grande e os quartos ficavam distantes. De pouco a pouco fomos contruindo nossas intimidades novamente, e depois de um tempo parecia que ele nunca tinha ido embora, as vezes eu ia pra casa da minha avó só para conversar com ele e ficávamos brincando de dar tapa na bunda um do outro e pegar no pau de brincadeira. Um dia, a mulher que cuidava da minha avó não pôde dormir lá na casa por conta de problemas pessoais. Minha mãe pediu para ir dormir lá, e eu fui sem reclamar e com segundas intenções. Eu cheguei na casa oito horas, minha mãe ficou um pouco e logo foi embora, minha avó já estava dormindo, saído quarto dela e fechei a porta. Fui pro quarto do Gustavo que estava deitado com a bunda pra cima mexendo no celular, eu vendo aquela cena não aguentei, deitei em cima dele como se estivéssemos brincando, mas meu pau estava duro já. "Tá crescido, ein" meu tio falou rindo. "Você nem imagina" ri de volta. "Vai dormir no meu quarto?" "Aham" respondi. "Então vai ter que dormir na minha cama porque não tem mais coxão." Eu falei claro e fui me arrumar para deitar, ele estava apenas de samba canção e quando eu deitei, tirei minha roupa e fiquei só de cueca. Apaguei a luz e deitei. Enquanto me arrumava na cama, ele desligou o celular e me abraçou de lado e eu senti o pau dele encostar em mim. "Lembra das nossas brincadeiras de criança?" "Claro que lembro" falei. "Saudades..." Nisso, ele pega a minha mão e guia para o pau dele por cima da samba canção, meu coração acelera mas meu cu começa a piscar descontroladamente, o pau dele devia medid uns 20cm e grosso, virilha raspada e cabeção, eu comecei a punheta-lo e ele começou a gemer enquanto beijava meu rosto, ele tirou minha mão do pau dele e sentou por cima de mim, passou a mão pelo meu peito e começou a rebolar no meu pau, eu sentei com ele ainda no meu colo e beijei ele, um beijo suave e voraz. Eu virei ele fazendo ele ficar por baixo de mim encaixando meu pau na bunda dele e as pernas dele passando por trás de mim. Eu o virei de quatro a abaixei a cueca dele, o cuzinho rosa dele estava piscando e eu não pude me controlar e caí de boca naquele cu maravilhoso, chupei do cu até a cabeça do pau, lambuzei ele todinho, depois ele me vira de bunda pra boca dele e cai de boca no meu cu, a sensação era maravilhosa, eu ia ao céu e voltava, a língua dele me explorava de uma forma incrível, eu comecei a gemer, olhei pra baixo e vi o pau dele, e fiz um 69 com ele, enquanto ele chupava meu cu, eu pagava um boquete pra ele, o pau dele era muito babão, mas o pré-gozo dele era maravilhoso. Eu chupei ele todinho até ele pedir pra parar para não gozar. Ele saiu sw baixo de mim e eu continuei de quatro, ele encaixou o pau dele no meu cu e entrou facilmente, enquanto ele estocava em mim nós dois estavamos em sincronia nos gemidos, a cada gemido a fods ficava mais gostosa, ele me xingou de puta, vadia, viado e eu apenas gemias em resposta. Ele avisou que ia gozar e eu pedi tudo do meu cuzinho guloso, ele gozou em mim e ficou com o pau dele dentro até ficar mole, quando ele tirou o pau, a goza escorreu entre minhas pernas, ele passou o dedo lá e me deu leitinho na boca. Fomos dormir pelados e agarradinhos. Espero que tenham gostado.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

O amigo do meu pai me comeu gostoso

Olá meus queridos, como estão? Espero que a partir deste meu primeiro conto, vocês se deliciem com minhas histórias super quentes rs. Tenho 19 anos, sou gay assumido. Moro no Guarujá, litoral de São Paulo e sou louco por uma foda bem gostosa. Hoje vou contar um fato que aconteceu comigo há um tempo atrás. Tem um amigo do meu pai que sempre vinha aqui em casa com a sua esposa, logo ja era amigo da família. Sempre notei ele pelo fato de ser um homem inteligente e bonito. Não revelarei seu nome para não o expor, mais o chamarei aqui de Pedro. Pedro tem 35 anos, aproximadamente 1,70 e uns 75 kg. Ele semana re vinha aqui em casa pedir algo emprestado, toda semana vinha em casa querendo alguma coisa. Um dia desses meu pai e minha mãe resolveu ir fazer uma viagem de 3 dias e eu fiquei em casa por causa do trabalho. Sairam sexta a noite e voltariam apenas na segunda de manhã. Ja estava de noite, era umas 22:00hs e estava fazendo muito calor. Então fiquei de cueca e coloquei uma camiseta vermelha. 5 minutos depois eis que tocam a campainha, e para minha surpresa era Pedro. - oi, teu pai ta ai? Eu - não, ele foi viajar e só volta na segunda. Pedro - ah que pena, esqueci de avisar antes mais ele disse que eu poderia vim aqui pra usar seu notebook pra gravar uns arquivos em um pendrive. Eu - bom, se quiser entrar e fazer a parada no notebook fica a vontade. Ele entrou e se sentou no sofa. Fui até meu quarto, peguei meu notebook e levei para a mesa de jantar, ficando de costas para ele. Sem querer( querendo) eu deixei cair o plug do carregador debaixo da mesa. Fiquei de 4, empinei meu rabo e peguei o plug do carregador. Pedi para que ele sentasse na mesa para fazer o que ele queria e fui no banheiro. Dei uma levantada na cueca e deixei a polpa da bunda pra fora e fui pra sala. Percebi que ele não tirava o olha da minha bunda e comecei a investir nesse homem que tanto queria. Ele pediu para que eu trocasse o carregador para a tomada de baixo da mesa, pois aquela estava dando mal contato. Melhor ainda! Fui pra debaixo da mesa e me empinei todinho para conecta-la. Pedro - nossa, tu faz academia? Eu - sim. Porque ? Pedro - Porra! Tu tem a bunda muito grande. Eu - mais tenho que malhar mais, ainda não ta durinha. Pedro - sera? Deixa eu pegar pra ver. Foi quando ele deu uma apalpada bem forte e eu deu uma leve gemidinha. No hora meu pau ficou duro e ele disse: Pedro- hmm safado, ficou excitado? Gostou né! Eu balancei a cabeça fazendo sinal de positivo e ele disse: Pedro- vou te mostar como um homem macho fode gostoso. Me jogou no sofa de costar e tirou minha cueca, senti aquela lingua quente dentro do meu cu, gemia como uma puta enquando ele socava a lingua la dentro e depois enfiava o dedo. Me chama de cadela, de puta e dava uns tapas no meu rabo enquanto me levava ao delirio. Foi passando a lingua no meu corpo todo até chegar no meu pescoço e me tascou-lhe um beijo bem dado enquanto abaixava sua bermuda. Me sentou no sofa eandou eu chupar aquela rola gostosa e cabeçuda. Eu mamava seu pau todo e chupava as bolas enquanto ele gemia e dava unas tapinhas na minha cara. Comecei a passar a minha lingua naquela cabeçona e colocava a rola toda na boca. Logo em seguida me botou de 4 no sofa e começou a socar devagarinho seu pau no meu rabo. PUTA MERDA! Que delicia mano rs. Ele foi indo bem devagar e socando até chegar no final, foi metendo, metendo até que começou a bombar meu cu. A dor ja havia virado tesão, ele socava com tudo enquando me beijada e falava no meu ouvido que eu tinha o cu mais gostoso que ele ja tinha comido a vida toda. Coloquei ele sentado e comecei a cavalgar naquela rola deliciosa enquanto ele gemia forte de tesão. Que cavalgada gostosa era aquela, que pica de macho mais tesuda. Eu sentava e revolava naquela rola e gemia de um tesão que eu nunca senti na vida. Ele anunciou que ia gozar e queria a porra toda na minha cara. Fiquei de joelho e ele soltou aquele jato farto de porra na minha cara, lambusando tudo e socando na minha boca. Essa foda foi a melhor. Ele tomou banho, e foi pra sua casa. De vez em quando vamos pra algum motel satisfazer os prazeres um do outro

O técnico da internet gamou no meu rabo

Eram 9 horas da manhã, acordei com a campainha tocando. Era o técnico para instalar a antena da internet. Eu estava com aqueles shorts de linho bem fininho que marcava tudo e sem camisa. Deixei ele entrar e o levei ao meu quarto, onde instalaria do moldem wifi. Logo ao chegar no quarto, ele ja veio dizendo: - nossa, tava dormindo né? Ta morrendo de sono haha Eu disse que sim e deitei na minha cama com a bunda pra cima. Ele logo brincou. - bundão hem! Eu dei risada e disse que nem bundão eu tinha. Ele deu risada e disse: - deve aguentar rola pra caralho nessa bunda né? Confesso que fiquei meio sem graça, pois estava achando ele muito atiradinho, mais como o cara era bonito e eu tava querendo algo eu deixei pra la. Ele havia dito que ia demorar um pouco e eu disse pra ele ficar a vontade que eu iria tomar um banho pra tirar o sono. Cheguei no quarto só com uma cueca branca que deixava minha bunda bem grandinha e a parte de trás era um tanto transparente. Quando entrei no quarto ele estava sentado esperando o supervisor retornar a ligação. Fiquei de costas pra ele e abri meu guardo roupa par apegar uma bermuda e ele disse: - fico só de cueca, ta calor poxa. Faz de conta que eu nem to aqui. Eu dei risada e disse pra ele que se eu fingisse a ausência dele, eu andaria pela casa pelado. Ele deu risada e disse pra eu ficar de cueca mesmo que ja dava pra ver bastante o meu rabo. Foi ai que eu resolvi chegar junto e ja entrar pro ataque. Enquanto ele estava sentado, percebi que sua rola tava meia bomba de lado no uniforme e disse: - e essa rola ai ? De ladinho rs E ele deu uma Pegada bem gostoso nela e disse pra mim que não era pro meu bico, pois eu era muito novinho e não ia aguentar. Peguei meu celular e mostrei pra ele um video meu sentando numa rola grosa e grande e ele ficou maluco. - é tu ai nesse vídeo? Porra! Senta pra caralho. Eu disse pra ele - viu, quem disse que eu não aguento? Sou novinho mais sento melhor que muitos. Eai, vai deixar eu provar essa rola? Ele se levantou, me deu uma encoxada e disse: - é rola que tu quer né? Mais vai ter que aguentar tudo entendeu viado? Eu me agachei e ele tirou aquela tora de dentro das calças. Que caralho era aquele, ENORME e grosso. Eu fiquei paralisado olhando pra aquele mastro e ele disse: - agora não vai desistir não! Coloca esse caralho todo na boca e mama até o talo vai! Comecei a chupar a tora do cara toda, e que tora! Mamava comi se nunca mais mamaria outra rola na vida. Chupava, lambia as bola e mordia a cabeça, fiquei ali mamando uns 20 minutos e ele gozou na minha boca, uma porra quente que escoria da minha boca indo ao pescoço. Quando ia levantar, ele deu risada e disse: - ta achando que acabou viado? Estava dó me aquecendo haha agora chegou a melhor parte, vou comer esse teu rabo e meter até o talo. Na hora me assustei, pensei comigo que ia ficar sem as pregas do cu! Achei que não ia aguentar. Me lubrifiquei e anestesiei o cu e deixei ele mandar bala! Socou com tudo no meu cu e penetrou fundo. Que tesão que eu tava naquela foda. Ele socava e metia sem dó e eu gemia igual uma cadela. Depois se deitou e disse pra eu sentar igual no video que eu mostrei pra ele. Fui sentando e rebolando gostoso no pau do técnico e ele gemia muito, dava tapas no meu rabo e mandava eu sentar com força naquele pau. Terminou com uma gozada gostoso na minha bunda e me beijando gostoso. Uma rola daquela fica na memória pro resto da vida. Ainda sinto dentro de mim aquela tora entrando e ardendo meu cu todinho.

Paguei pro noia chupar meu pau

Perto de onde de trabalho, tem uns caras que fazem artesanato pra vender nas ruas. Geralmente eles usam mais drogas do que vendem o que eles fazem nas ruas. Dentre eles, sempre teve um que me chamava muita atenção. Ele era loiro, tinha barba e olhos claros, andava de boné e nem parecia que era drogado. No dia da festa do meu patrão, ficamos na empresa festejando até as 2 h da manhã. Ao término do festa, decidi pegar um taxi pra ir para casa, que ficava apenas a duas quadras de onde trabalho. Ao caminho pro ponto de taxi, eis que este cara me aborda. - oi, moço Na hora tomei um susto e quase dei um grito. Ele gentilmente disse: - calma cara, só queria saber se tu tem um cigarro pra me arrumar, to sem dinheiro o dia todo e preciso fumar pelo menos um cigarro. Eu disse pra ele que eu não fumava e estava sem nenhum dinheiro ali, apenas o do taxi. Mais ele insistiu. - pow cara, to disposto a fazer qualquer coisa por um trocado. To agoniado ja rs Dei uma leve pegada no pau, pra ver se ele entendia e caia fora. Ja estava morto e tudo que eu queria era dormir. Foi ai que ele disse: - Mano, não curto muito fazer essas coisas, mais se tu quiser nois vai ali no paredão e eu dou uma mamado no teu pau e tu me da uma grana o que acha ? No hora, olhando pra ele comecei a sentir um tesão e meu pau ja ficando duro, concordei e fomos pra um paredão atras de um matagal. Chegando la, tirei a pica pra fora e mandei o cara mamar. - mama essa caralho todo escuto? Bota tudo na boca e no final vai tomar minha porra entendeu ? - Dei um tapão na cara dele e soquei minha rola na garganta dele, fudi aquela boca e batia meu caralho na cara dele. Tava com tanto tesão que soquei com tanta vontade que gozei na garganta daquele nóia que engoliu a porra toda desesperado por uns trocados. Se limpou, eu tirei 10 reais da carteira e deu pra ele. Nunca vi um nóia tão feliz com dinheiro na mão hehe. No final de tudo descobri que ele tinha 21 anos, e que saiu de casa por dependência. Uma pena pois o cara não era de se jogar fora

domingo, 7 de agosto de 2016

Nos pegaram no flagra..

O bar modesto do seu Alfredo estava vazio. Após a temporada de férias, Caraíva logo perde a grande quantidade de turistas que povoavam as ruas de areia e a calmaria se faz presente. Apenas eu, Chile e Juca ocupávamos uma mesa naquela noite. Os meninos bebiam cerveja e já estavam animados demais. Eu como sempre preferia os sucos. Nossos pés roçavam embaixo da mesa. Eu sabia quando Juca roçava minha panturrilha ou quanto Chile arrastava o dedão do seu pé pela minha canela. Juca se aproximou para falar algo mais intimo em meu ouvido. - Péssima hora para ficar excitado, não é? Eu não disse nada, apenas sorri e forcei a lateral do meu rosto no dele, forçando-o a beijar minha bochecha. Chile sorriu. Certamente sabia o que rolava aqui. - Eu to falando sério, Caio. Ele segurou minha mão e de forma muito velada a colocou sobre seu volume. Seu pau duro demais forçava o tecido. Alisando-o com os meus dedos, senti o pulsar do tesão. Tinha algo ali que eu queria imediatamente. - Tesão foi feito pra ser aliviado, não é? Será que seu Alfredo se importa de usarmos o banheiro? – Eu fui provocativo. - Certamente não. Ele sorriu e aproveitando a distração do dono do bar foi com pressa para o banheiro. Alisei o queixo de Chile antes de sair da mesa, deixando claro que eu o queria no banheiro também. Fechei a porta atrás de mim e fui literalmente atacado por Juca. Havia algo que fazia minha pele arder quando ele forçava seus dedos em mim, apertando minha cintura por baixo do tecido da camiseta. Nos beijávamos com força enquanto roçávamos nossos volumes, sentindo o quanto estávamos sedentos. Eu já estava molhado. Eu me sentia completamente encharcado. Era o efeito Juca sobre mim. Forçaram a porta e num movimento natural nos desgrudamos. Juca me deu as costas e eu fingia ajeitar o botão da minha calça. - Vocês são dois fingidos medrosos. Não sabem disfarçar. – Disse Chile num quase riso. - Tá falando demais. Eu o interrompi, atacando-o da forma como Juca tinha feito comigo. Minhas mãos já estavam em seu volume que crescia de forma assustadora. Juca colou em meu corpo com força, fazendo-me colar em Chile. Seu pau duro demais me cutuca por trás. Eu sorria enquanto chupava a língua de Chile. Juca sabia que eu gostava de senti-lo por cima da roupa. Ele adorava me provocar dessa forma. Quando senti que o seu pau estava para fora e roçava o tecido da minha calça, não contive o gemido, que saiu abafado pelos lábios de Chile. No minuto seguinte estávamos nos beijando. Nossas línguas projetadas para fora da boca se roçavam e nossa saliva quente se misturava, como sempre, harmoniosamente. Você não consegue imaginar o quanto eles tornavam isso prazeroso. Chile aproveitou para sussurrar entre nosso beijo frenético. - Chupa a gente. Chupa seus homens. Brinca do jeito que você gosta. Olha aqui como estamos! Ele segurava seu próprio pau e o pau de Juca. Apertava a base e fazia saltar as veias exageradas. Era uma ordem que nem sendo louco eu recusaria. Num segundo eu estava de joelhos entre meus dois meninos. Os paus monstruosamente duros na altura do meu rosto. Agarrei com ferocidade e os meti dentro da boca. Primeiro o de Chile. Chupava com pressa, arrastava minha língua por toda sua extensão e fazia a cabeça dele ir fundo demais dentro da minha boca. Ele gemia baixinho, evitando que seu Alfredo nos escutasse ali dentro. Parava de chupá-lo para abocanhar o pau de Juca. Ele babava exageradamente e deixava meus lábios molhados demais. É sempre uma delícia. Também o enfiava até onde aguentava. Ali embaixo eu ouvia o estalar do beijo deles. Ainda mais excitado sugava os dois paus ao mesmo tempo. Não cabiam em minha boca e eu driblava como podia para lamber cada um deles. Nessa altura meu queixo já estava todo molhado devido as várias vezes em que os paus batiam em meu rosto. Abafei meu gemido quando ouvi baterem na porta. Os meninos pararam o beijo e me olharam assustados. Eu queria rir, mas me contive. Batiam novamente. Foi então que Chile, com toda sua naturalidade, abriu a porta de modo que só vissem seu rosto pela fresta. “Tá tudo bem?” ouvi seu Alfredo, preocupado. “Ah, tá sim. Só estou me resolvendo com esses dois. Saímos num segundo” ele deu como desculpa. Ele fechou a porta e rimos. O riso não durou muito, logo me vi sendo puxado e senti meu corpo sendo jogado na parede. Juca estava completamente encostado em mim. Seu pau melado demais estava perfeitamente encaixado entre minhas nádegas, quase me penetrando. - No seco? - E com força! – Eu suspirei. Não deu nem tempo de pensar. Juca me penetrava com força. Por sorte ele babava muito e isso facilitava a entrada do seu pau. Ele me abria e eu me empinava. Quando estava totalmente dentro de mim, não havia outra coisa pra fazer senão rebolar em seu membro tarado. Ele me fodia com gosto enquanto Chile nos observava, com um sorriso sacana no rosto. Eu era obrigado a engolir de volta os gemidos que insistem em querer sair. Cada vez que ele me penetrava, meu corpo era forçado contra a parede com força. Não é difícil de imaginar que eu já estava completamente fodido. Naquela altura Chile estava encostado numa das pias e se masturbava, se divertindo ao nos assistir. Sua tara é assistir a foda de seus machos. O que não esperávamos aconteceu: em vez de baterem, abriram a porta com tudo. Não deu tempo de reagir. Continuei de costas para Juca e ele enfiou seu rosto em minha nuca. O cretino ria. O bar estava cheio de clientes e agora um destes estava parado diante de nós. Eu, completamente fodido por Juca e Chile com seu pau rosado pra fora da calça. Após muito nos olhar, o estranho cortou o silêncio com uma ordem. - Continua! Não podia ser. Quais as chances disso acontecer? Ainda sorrindo, Juca não se intimidou e continuou as estocadas. Ainda mais fundo. Ainda mais forte. Ainda mais duro. Olhei o intruso e ele nos olhava à distância. Não se importava com absolutamente nada, apenas assistia atento aos movimentos que nossos corpos faziam. Os olhos dele acompanhavam cada vez que Juca tirava o pau de dentro do meu rabo e depois enfiava tudo novamente, até onde podia. Eu aposto que ele estava babando. E não, em nenhum momento eu pensei em chamá-lo para a dança. Juca anunciou em meu ouvido que gozaria. Com pressa ele me soltou e eu pude girar meu corpo, novamente ficando de joelhos. Chile se aproximou, seu pau estava vermelho devido a masturbação. Ambos se masturbavam para mim quando o intruso, sim, ele mesmo, se aproximou e agarrou o pau de Juca. Eu sorri e deixei que ele terminasse aquela punheta. Meus meninos gemiam enquanto o homem negro alto, corpudo e gostoso demais masturbava meu macho com força. Escorregava seus dedos grandes e exagerados por todo o pau e depois voltava para a cabeça vermelhinha. Eu gemia quando eles gozaram ao mesmo tempo. Era uma chuva de porra em meu rosto. Meu lábio ficou coberto pelo liquido espesso demais. Engoli o que podia e mesmo depois de gozarem, o intruso ainda masturbava meu macho com seus dedos melados. O vi soltar o membro e aproximar sua mão do meu rosto. Recuei de início, mas depois o deixei que me tocasse. Olhando seu rosto ainda de joelhos e totalmente vulnerável, ele alisou meus lábios com a ponta do seu dedão e me fez chupar a porra de Juca que o tinha sujado. Ele não sorria, ele não falava e não esboçava reação alguma. Nem sequer o vi se excitar. Nenhum volume se formara em sua calça. Curioso! Nos limpamos após sua saída. Nós três ríamos em meio aos beijos e brincadeiras. Jamais isso tinha acontecido e posso falar? É de estourar o pau de tesão. Não havia dúvidas de que tentaríamos isso outras vezes. Oh, se tentaríamos!

Meu titio gosta de uma mamada

Eu estava numa ansiedade danada porque meu tio vinha nos visitar provavelmente por vários dias. Era o irmão mais novo de meu pai, meu tio preferido, que eu não via há quase dois anos. Não só ele era meu tio preferido como eu desconfiava de que a recíproca era verdadeira, eu era o sobrinho predileto dele, entre os muitos filhos de muitos outros tios meus. Era eu o sobrinho que ele mais abraçava e o que ele mais beijava. Era também o que ganhava mais presentes. Eu havia sido muito mimado por ele desde pequeno. Agora, com esta visita e com a possibilidade de que ele passasse uma boa temporada conosco, eu revivia os mimos, os abraços, os presentes generosos. Eu só não imaginava o quão inesquecível seria o presente desta vez. E chegou o tão esperado dia da chegada dele. Meu irmão e eu estávamos numa ansiedade danada. Eu mais ainda, porque não o via desde que viajara para o intercâmbio de parte do Ensino Médio fora do Brasil. Nós estávamos devidamente banhados, perfumados e de roupas novas, como se fosse dia de festa. Ele abraçou e beijou primeiro meu irmão mais novo, depois veio até mim e me agarrou com tal fúria que senti como se ele quisesse me sufocar. Eu me deixei envolver todo por aquele corpo bem maior que o meu, mais largo, mais forte, mais alto. E parecia ainda mais alto do que da última vez que eu o vira. Para minha surpresa, embora aquela não fosse a primeira vez que ele me abraçava e me beijava, a minha reação desta vez foi diferente. Eu senti um calor mais forte, uma espécie de arrepio que me percorreu o corpo como um choque. Não entendi o que era aquela sensação, mas como não era ruim, não havia porque fugir dela, por isso me deixei envolver por ele, enquanto a barba por fazer de um dia inteiro arranhava meu rosto feito uma lixa e o cheiro forte de homem que viajava desde cedo, misturado com o bom perfume masculino me perturbou. Finalmente ele me soltou, mas continuou me segurando pelos ombros e me olhando nos olhos, depois de um abraço que pareceu durar muito mais do que seria razoável e bem menos do que eu gostaria que durasse. Eu todo afogueado, vermelho, com o sangue querendo escapar pelas bochechas, ouvi o vozeirão do meu tio: ? Como cresceu! Está um homem já. Não acredito que ficou tão grande assim em menos de dois anos. Que fermento te deram fora do país, garoto? Eu me encolhi, todo encabulado, enquanto ele tornava a me abraçar, dessa vez de lado, quase me segurando debaixo do braço, e me beijava a cabeça, enquanto repetia sem parar: ? Daqui a pouco não vou mais poder encher você de beijos assim. Ele dizia isso ao mesmo tempo em que continuava a me beijar e a me apertar a ponto de quase me sufocar. Finalmente ele me soltou, aos risos e foi abraçar meu pai e minha mãe. Beijou os dois também. Meu tio era um beijoqueiro nato e na nossa família nunca houve qualquer tabu quanto aos homens se beijarem, ainda mais naquele caso, de dois irmãos que se encontravam depois de algum tempo. ? Safado, eu não acredito que faz quase três anos que você não vem nos visitar. ? Ah, deixa disso. É que vocês estão sempre lá, por que eu viria até aqui? ? Só te perdoo porque desta vez vai ficar mais tempo. ? Até resolver aqueles negócios de que te falei. Mas você sabe que eu ainda preferia ficar num hotel. Para que dar trabalho a vocês? ? Com uma casa deste tamanho à disposição? Aí sim eu jamais te perdoaria. Meu tio preferia o interior de Goiás, a fazenda da família. Era o tipo que nascera para lidar com terra e com gado. Jamais havia sequer cogitado a possibilidade de se estabelecer em São Paulo de vez, como meus pais. E salvo os anos de faculdade, nem para Goiânia ele gostava de ir. Meu pai costumava brincar dizendo que sequer o diploma ele havia esperado depois de terminar o curso. Mais tarde naquela noite, depois do jantar, enquanto tentava sem sucesso me concentrar no videogame, eu pensava no porquê de o abraço do meu tio ter me perturbado tanto. Aquele fogo que subiu pelo meu corpo me era desconhecido e a perturbação que me consumia e não me deixava jogar era inteiramente nova. Eu estava nessa desatenção total, perdendo uma partida atrás da outra, quando ele entrou no meu quarto, puxando um assunto qualquer sobre o jogo que eu tentava jogar, brincando que ainda ganharia de mim e perguntando se eu continuava tão ruim como sempre fora. ? Será que a temporada nos Estados Unidos serviu para te ensinar a usar direito o console? ? Não sei do que você está falando, tio. ? eu falava em meio a risadas, porque ambos sabíamos quem era o ruim de nós dois no videogame. Ele podia ser muito bom com cavalos e com bois, mas era uma negação no videogame. Sempre perdia para mim de lavada. ? Chega pra lá. ? disse ele. Então ele pulou na cama e se pôs ao meu lado, meio sentado meio deitado, assim como eu estava. Pegou o segundo console e sugeriu que disputássemos uma partida. Estava um calor absurdo de fevereiro e ele estava só com a parte de baixo do pijama, assim como eu. Ambos nus da cintura para cima e de pernas de fora, com a diferença de que tanto as pernas quando o peito e a barriga dele eram cobertos por uma camada espessa de pelos escuros, ao passo que eu ainda tinha o corpo quase infantil. Apesar de não ser mais criança, era quase tão pelado quanto um bebê. Eu aceitei o desafio e começamos o jogo. Mas desta vez a presença dele a meu lado, que normalmente não me causava efeito algum a não ser o conforto gostoso de estar ao lado uma pessoa tão querida, perturbou tanto mais minha concentração que perdi de lavada a primeira partida. Pouco depois minha mãe apareceu na porta do quarto, para recomendar que não ficássemos até tarde jogando, ao que ele respondeu aos risos que agora que estava ganhando, não ia me dar sossego tão cedo. Ela reiterou a recomendação, disse que meu pai e ela já iam dormir e que eu não devia abusar da companhia do meu tio, que devia estar cansado da viagem, encostou a porta e saiu. Começamos mais uma partida, mas desta vez perdi ainda mais rápido. Estava totalmente desconcentrado. A gota d’água foi quando em vez de olhar para a tela da tevê onde era reproduzido o jogo, olhei para as pernas dele, comparando-as com as minhas. As dele grossas, musculosas, escuras de pelos, enquanto as minhas eram bem mais finas e brancas. Ele percebeu e colocou a mão imensa sobre a minha coxa. ? Diferentes das suas, não? Não se preocupe, um dia as suas também serão assim. Eu estremeci com o contato da mão dele muito quente sobre a minha perna. Depois ele tirou a mão da minha coxa e a colocou sobre o meu peito magro. ? Também vai ter pelos aqui ? ele desceu um pouco a mão e descansou-a sobre minha barriga. ? e aqui. ? Sei lá, tio, acho que não. Sou pelado mesmo. Um monte de garoto da minha idade já é cheio de pelos. ? Que nada, daqui a pouco, em vez de liso assim, seu peito vai ficar áspero igual a uma lixa, como o meu. Olha só. Ele tomou minha mão e a colocou sobre o próprio peito. Eu não o achei áspero. Para mim era macio e sedoso. Eu fiquei sentindo os pelos sob meus dedos e a pele dele, que me pareceu pegar fogo, pareceu transmitir o calor para o restante do meu corpo. Uma onda, como se todo o calor de fevereiro irradiasse dele, invadiu-me. ? Então todo seu corpo vai ficar coberto de pelos e você vai achar uma merda. Começa por aqui ? ele pousou a mão sobre o meu púbis e em seguida ergueu meus braços para mostrar minhas axilas. ? depois aqui. Eu baixei depressa os dois braços. Não sabia se estava mais perturbado pela breve pousada da mão dele no meu púbis ou pela falta de pelos nas minhas axilas. Ele tentou me fazer cócegas para que eu erguesse os braços outra vez e ficamos alguns segundos lutando e sorrindo. ? Não precisa se envergonhar, que bobagem! Falando sério, aqui já tem? Para minha surpresa, ele baixou meu calção antes que eu pudesse me defender e expôs minha modesta penugem em volta do pênis. Eu dei um pulo e puxei o calção de volta, enquanto ele ria até não poder mais. ? Ah, viu só? Já existe um bosquezinho aí. Aquela brincadeira me deixou sem qualquer reação, imóvel ao lado dele, roxo de vergonha de ter sido exposto assim na minha adolescência mal cumprida. ? Calma, não precisa ficar se envergonhar. Começa assim, com um pequeno bosque, depois vira uma grande floresta. Assim ó. E ele baixou o próprio calção do pijama e me mostrou uma floresta de pentelhos muito bem nutrida, junto com ela avistei a base do pênis dele, com o qual, pelo pouco que pude ver, também ganhava de lavada de mim. Mas agora, em vez de vergonha, o que eu sentia era vontade de jamais deixar de olhar para aquela floresta densa e, muito mais que isso, de descobrir o que mais havia dentro daquele calção sem cueca. Essa vontade fez meu pau dar sinal de vida instantaneamente dentro do calção. Eu tratei de disfarçar a ereção o mais rápido, puxando o lençol para cima, antes que ele percebesse minha animação. Eu queria ter o prazer de olhá-lo à vontade, sem a desvantagem de ser denunciado pelo volume que começava a crescer entre minhas pernas. Ele, entretanto, acabou de repente com a minha alegria, pois nesse momento disse que já era tarde, que era hora de encerrar a brincadeira senão ambos apanharíamos de minha mãe no dia seguinte. Ele me beijou outra vez e levantou para sair. Percebi que também tentava disfarçar alguma coisa, esconder-se, como se temesse me mostrar algo. Mas quando ele levantou não pude deixar de notar que também o volume sob o calção do pijama dele não era o mesmo de quando entrara no meu quarto. Nessa noite custei a pegar no sono. Não conseguia tirar da cabeça a cena entre nós na cama. Os pentelhos dele não me saíam do pensamento e, mais do que qualquer coisa, o pouco que eu conseguira ver do volume sob o calção dele não me deixava dormir. Eu enlouquecia de vontade de olhar só mais um pouquinho aquilo tudo. Só depois da melhor punheta da minha vida eu consegui finalmente adormecer. Nos dias seguintes mal o vi. Ele passava o dia inteiro em reuniões de trabalho pela cidade, enquanto minhas aulas do terceiro ano já haviam começado e com elas inglês, judô, natação, futebol e o que mais minha mãe pudesse inventar. À noite eu estava tão cansado que fatalmente dormia cedo, logo após o jantar, enquanto ele ficava na sala conversando com meus pais. Uns dias depois eu passei em frente ao quarto dele logo cedo pela manhã, pouco depois de acordar para a escola. A porta estava semiaberta. Pela fresta eu o observei. Ele dormia seminu, todo arreganhado, bem à vontade, de bruços e sem lençol, apesar do ar condicionado. Eu o observei com calma durante alguns minutos, sonhando em me aconchegar naquele corpo, mas não tinha coragem de me jogar na cama dele como fazia quando era criança. Meu irmão, que passava naquele momento, desfez minha hesitação. Ele disse baixinho no meu ouvido que o último que chegasse à cama do tio era uma mulherzinha e correu para lá. Eu corri junto e nos jogamos os dois quase ao mesmo tempo por cima dele. Ele acordou de um pulo, assustado, e se fingiu de muito bravo, enquanto, morrendo de rir, dava-nos cascudos imaginários e falsos puxões de orelha. Em determinado momento minha mão roçou de leve sobre o volume entre as pernas dele. O pau meia bomba pelo xixi matutino esquentando minha mão irradiou o calor para o restante do meu corpo. Eu tive ganas de agarrá-lo. Ele fingiu que não percebeu minha roçada e eu fingi que aquele movimento era casual. ? Rapazes, deixem seu tio em paz. Ele nem pode acordar sossegado. ? era meu pai à porta, acabando com a festa matutina. E, dirigindo-se para meu tio: ? Eles agem como se tivessem quatro e oito anos, e não mais que o dobro disso. Já que se comportam como crianças: já para o banho, os dois! Droga, no melhor da festa meu pai tinha que estragar tudo. Nós saímos do quarto do meu tio cabisbaixos, fingindo-nos de muito envergonhados, mas tentando segurar o riso que teimava em explodir. Depois que passamos pelo meu pai na porta, não havia mais o que segurar e corremos às gargalhadas para nossos respectivos banheiros. Vários dias depois, o que pareceu uma eternidade, finalmente chegou o fim de semana mais esperado do ano, feriadão, todo mundo só voltaria a trabalhar na quarta-feira seguinte. Meus pais iriam viajar para a casa de praia. Um fim de semana prolongado, todos nós juntos, inclusive meu tio. Mas bem no primeiro dia, o sábado, a escola de judô resolveu marcar exame de faixa, de surpresa. Foi aquele pandemônio. Eu não poderia ficar sozinho, pois sem carro não teria como descer para a praia depois, meu pai havia marcado uma churrascada com amigos da empresa na nossa casa e minha mãe não poderia faltar, pois o churrasco nada mais era do que uma reunião de trabalho disfarçada de reunião social e ela teria que fazer sala para as esposas dos colegas de trabalho de meu pai, o papel típico de dona-de-casa para agradar grandes executivos antiquados, que ela fingia odiar, mas no fundo adorava. No fim ficou decidido que meu tio me levaria ao judô e desceríamos os dois de carro, mais tarde. No início ele pareceu chateado, porque também havia marcado compromissos com amigos para o primeiro dia de praia, mas depois de alguma conversa ficou estabelecido que era ele o que menos teria a perder profissionalmente por não estar na praia já no sábado. Na sexta à noite meus pais e meu irmão viajaram e ficamos os dois sozinhos em casa. Eu, como sempre durante a semana, estava cansado e me recolhi cedo para meu quarto, para jogar um pouco de videogame, mas principalmente para me concentrar e para dormir cedo por causa do exame no dia seguinte. Mas nem bem havia me recolhido, ele apareceu e puxou assunto: ? E aí, muita ansiedade para amanhã? ? Eu nem pude treinar direito. Marcaram muito em cima da hora. ? Seu pai acha que você vai se sair bem. Eu também. ? Tomara que sim, tio. ? Uma partidinha para relaxar? Ele disse isso já subindo na minha cama e pondo-se ao meu lado. Estávamos bem próximos um do outro. Em dado momento ele encostou a perna dele à minha e deixou-a lá, grudada. Eu tentei afastar minha perna, mas ele tornou a aproximar a dele, de modo que não havia mais para onde eu ir. Então deixei nossas pernas permanecerem assim grudadas, a dele exalando um calor gostoso para a minha. Quando ele percebeu que eu relaxara, ergueu um pouco a perna e em seguida a depôs sobre a minha, de modo que fiquei preso sob o peso da perna dele. Em tudo isso ele não tirava os olhos do jogo, comentava os lances, vibrava com os pontos, como se aquele movimento fosse casual. Meu tio me assediava, eu tinha certeza, mas era a discrição em pessoa. O que não era discreta era a reação do meu pau dentro do calção. Eu sentia que ele queria explodir de desejo. Eu mesmo também estava a ponto de estourar de alegria. Mas também procurei disfarçar. Quando comecei a ficar animado, apoiei os braços sob o colo e fingi que mudava de posição, sentado quase debruçado sobre a cama, concentrado também no jogo. De rabo de olho, no entanto, eu percebi quando meu tio enfiou a mão dentro do calção e deu aquela arrumada no cacete. Aquele gesto só aumentou ainda mais minha tensão e eu perdi outra partida. ? Você está desconcentrado, hein? Deve ser a expectativa de amanhã. Relaxa. Ele me abraçou de lado e esfregou a palma da mão no meu ombro. Em seguida desceu um pouco a mão pelas minhas costas e ficou me acariciando, sem falar nada. Depois subiu novamente a mão, desta vez até meu pescoço e começou a massagear minha nuca. Aquilo estava me deixando louco. Eu fazia o possível para esconder minha ereção, mas todo mundo sabe que nessa idade isso não é fácil. ? Você está mesmo muito tenso. Olha só esses músculos contraídos. ? ele disse isso dando um apertão na minha nuca, o qual fez com que eu me encolhesse todo. ? Que tal uma massagem? Eu não respondi. Continuei na mesma posição, enquanto ele prosseguia com a mão quente no meu pescoço. ? Vamos, vai te relaxar. Deita aí. Então meu tio praticamente me forçou a me deitar de bruços. Eu me deixei conduzir, afinal estava adorando toda aquela atenção e de fato não seria nada mal uma massagem relaxante na véspera de um evento tão importante quanto o do dia seguinte. Depois que eu estava bem posicionado na cama, meu tio montou nas minhas pernas e começou a massagear minhas costas com bastante calma, mas com vigor. Ele sabia o que estava fazendo, porque comecei realmente a relaxar e a curtir o que ele fazia. Mas a certa altura da massagem ele começou a descer os movimentos até minha bunda. Começava nas costas, apertava, e ia descendo até parar bem no início das minhas nádegas, na altura da injeção. Nesse movimento meu calção desceu um pouco, de modo que eu fiquei com o cofrinho bem à mostra, metade do bumbum de fora. ? Acho que fica melhor se a gente tirar isso, não é? Sem qualquer outro aviso ele baixou meu calção. Lá estava eu, nu em pelo, de rabo para cima, com meu tio montado nas minhas pernas. Ele tinha a visão de meu corpo inteiro nu bem embaixo dele. Ele então continuou a massagem, desta vez manipulando bem minha bunda e descendo para o posterior das minhas coxas e em seguida até a panturrilha e dali para os pés, repetidas vezes. Nem preciso dizer que a esta altura meu pau estava praticamente rasgando o colchão de tão duro. Mas de repente ele deu a massagem por encerrada. Debruçou-se outra vez sobre mim para me beijar, deu-me umas palmadas de leve nas costas e saiu sem mais. Eu fiquei lá abandonado e morto de tesão, pronto para me acabar outra vez na punheta, mas sem sinal algum de relaxamento. No dia seguinte, no carro a caminho do exame, eu estava mais tenso do que nunca, enquanto meu tio conversava amenidades, como se nada diferente houvesse acontecido na noite anterior, para tentar me descontrair. Será que nada daquilo havia tido algum significado para ele? Teria sido mesmo só uma massagem relaxante no sobrinho, para desfazer a tensão às vésperas de um exame importante? Nem preciso dizer que nesse estado de confusão, eu me dei mal no exame. Apanhei como um cachorra velha e só não apanhei mais porque o mestre teve compaixão de mim e parou a luta no meio para evitar um derramamento de sangue. Mas sua compaixão não o impediu de me perguntar se eu estava dormindo, em coma, morto ou o que. Eu desci para o vestiário, tomei banho, troquei de roupa e saí da academia, seguido pelo meu tio, ambos calados. Não trocamos uma única palavra até a casa. Voltei massacrado, humilhado e confuso. Nem bem entramos em casa corri para o meu quarto, tranquei a porta e caí no choro. Não sei o que me doía mais, se a surra no judô ou o fato de que meu tio parecia completamente indiferente ao que acontecera na noite anterior. Em vão ele bateu à porta e quase implorou para entrar. Eu sequer me movi de cima da cama e continuei chorando até adormecer de exaustão. Dormi por várias horas. Acordei com novas batidas à porta do quarto. Dessa vez levantei e o deixei entrar. ? Mais calmo? Sua mãe acabou de ligar para saber se já estávamos na estrada. Ficou uma fera de descobrir que ainda estamos por aqui. Eu expliquei a situação e disse que desceríamos mais tarde. ? Não quero descer. Quero morrer neste quarto. ? disse eu, dramático. ? Deixe disso. Também não é para tanto. Logo você faz outro exame e resolve isso. ? Nunca mais volto para aquela academia. ? drama, drama, drama. ? Calma. Então ele me abraçou bem apertado, beijou várias vezes meus cabelos e acariciou minhas costas. Isso afastou toda minha tristeza pela humilhação no judô. Sobretudo me confortou o coração contra o abandono que eu sentia por parte dele. E o que era tristeza, com aquele abraço tão apertado e demorado, no qual eu me sentia aconchegado por inteiro, todo mergulhado naquele corpo imenso, que parecia me engolir, transformou-se como por milagre em tesão. Meu pau deu sinal de vida mais vigoroso do que nunca. Eu não tinha como evitar e tive a confirmação definitiva de que meu tio não era indiferente a isso quando senti o seu de encontro a minha barriga, querendo escapar de ser esmagado contra nossos corpos tão apertados um no outro. Ele me afastou um pouco, pôs as mãos nos meus ombros, bem de frente para ele, olhou bem fundo nos meus olhos e falou: ? Já sei do que você precisa, garoto. Tomou minha mão e a levou até o próprio pau sob a roupa. Pela primeira vez senti toda aquela pujança entre meus dedos. Quente, rijo e muito grosso, como eu jamais havia imaginado. Apertei-o de leve, depois mais forte. Ele fechou os olhos e gemeu baixinho. Então eu dei novo aperto. Ele me puxou contra ele e apertou o pau contra mim, como se quisesse me invadir ali mesmo, através de nossas roupas. ? Tenho um presente para você. E ele me beijou. Meu primeiro beijo de verdade. Nada daquelas bobagens com as meninas da escola. Mas um beijo de macho, quente, guloso, cuja língua sedenta me invadia como se quisesse explorar cada canto escondido de minha boca. Um beijo longo, que me violou cada centímetro dos lábios. Eu sentia os pelos do bigode e da barba, que ele deixara crescer e sorvia cada gota de saliva que meu tio compartilhava comigo como um néctar dos deuses da putaria em família. Meu tio esmagava seu pau no meu corpo, grudado a mim, enquanto se mexia devagar de encontro a mim, para que eu sentisse toda sua pujança. Mais uma vez tomou minha mão e novamente levou-a até o cacete duro, que eu agarrei, desta vez sem mais timidez, aceitando de coração o presente que ele tão generosamente me oferecia. No meio do beijo ele também aproveitava para encher as duas mãos na minha bunda, em concha, amassando-a e apertando-a por cima da roupa. Mas em seguida ele enfiou uma das mãos dentro da minha bermuda e se apossou de vez da minha bunda, explorando-a até encontrar meu rego e massagear meu cu com um dedo. Eu me arrepiava inteiro, queria gritar de excitação, mas o beijo quente continuava a me silenciar. Ele me fez sentar na cama e em seguida, com um só gesto urgente, arrancou minha camiseta pela cabeça. Quase a rasgou, tamanha parecia ser sua pressa de me ver sem roupa. Depois puxou minha bermuda pelas pernas abaixo, com cueca e tudo. Eu me expunha diante dele sem qualquer disfarce, meu corpo magro e liso diante de um homem feito, adulto e sedento por sexo. Estava um pouco apreensivo, confesso, mas o desejo era tanto que eu teria me entregado a qualquer vontade dele naquele momento. Eu também sou homem e também tenho minha urgência sexual. Naquele momento mais do que ele, por ser bem mais jovem, em pleno auge da adolescência, e virgem. ? Como você é lindo. Todo lisinho, todo delicioso. Bebezão do titio. Ele tornava a repetir “bebezão do titio, bebê do tio, nenê do tiozão…” enquanto explorava meu corpo centímetro por centímetro. Mas ainda continuava vestido, de calça jeans e camiseta branca, a mesma roupa com que tinha me levado à academia mais cedo. Em dado momento me virou de bruços e lambeu minha nuca, deitado sobre mim, e pressionando o pau muito duro contra minha bunda. Em seguida foi descendo pelo centro das minhas costas até alcançar meu cóccix. Lá parou por uns instantes e massageou minha bunda com ambas as mãos. ? Que rabo gostoso você tem, garoto! Ele massageava meu rabo e forçava o dedo a entrar no meu cu, tentando sem sucesso me violar com o dedo. ? Calma! Relaxa. Empina o rabo pra mim, empina. Eu obedeci e levantei um pouco a bunda para ele. Então meu tio machão colocou bem de leve a língua na entrada do meu cu e tentou forçá-la para dentro. Eu fui à loucura com isso. Empinei mais o rabo para ele e me ofereci inteiro àquela boca, aberto e exposto à exploração ansiosa de sua língua. Ele caiu de boca de uma vez. Mamava de verdade meu cu, enfiava a língua. Eu estava perdendo parte de minha virgindade anal naquele exato momento, com meu tio me explorando a fundo e lambuzando meu cu de uma saliva morna e espessa. De repente, no melhor da festa, ele parou de me chupar, me virou de frente para ele e me deu mais um beijo demorado. Em seguida arrancou a própria camiseta, desnudando bem próximo ao meu rosto o peito largo e peludo que eu jamais imaginara que pudesse ser meu daquela forma. Ele me empurrou outra vez de volta para a cama, de barriga para cima, mas se manteve de joelhos na cama diante de mim e me prendia entre as pernas. Eu estava deitado de costas e o tinha acima de mim, diante dos meus olhos. ? Vamos, não vai desembrulhar seu presente? ? disse ele, dando um apertão com vontade e aquela arrumada no pau, que só os homens de verdade sabem dar com a devida categoria. Essa arrumada é na verdade uma oferta. E foi justamente assim que eu entendi: “toma, que meu pau é teu”. Eu não esperei ele mandar outra vez. Com cuidado soltei-lhe o cinto e o botão calça e baixei o zíper. O pau estava inteiro virado para o lado esquerdo de seu corpo e onde findava a cabeça havia uma marca molhada de baba na calça. Ele latejava, quase aos pulos, como se quisesse escapar a força da prisão que o mantinha longe de mim. Então eu baixei-lhe a calça e o expus só de cueca na minha frente. Em seguida parei diante dele e o admirei. Todo aquele macho diante de mim, louco de paixão e pronto para ser meu estava me levando à loucura. Meu próprio pau doía de tão duro. Eu ainda o apertei sob a cueca, brinquei com ele um pouco, sentindo todo o calor que emanava do meu tio, cheirei-o. Mas por fim não resisti mais à tentação de ver o que ele escondera de mim durante os últimos dezesseis anos e o libertei também da cueca. O caralho saltou na minha cara, finalmente livre, e tremeu diante de mim, como se fosse um prisioneiro feliz de sair finalmente de uma longa prisão. ? E então, gostou do presente? Eu não tinha palavras para expressar o quanto aquele presentão era especial. Estava mudo de emoção e de tesão. Era muito além do que eu jamais poderia ter sonhado. Como expressar isso? ? Sabe o que fazer com ele? Eu já havia visto filmes pornôs. É óbvio que, àquela altura da vida, já sabia o que se fazia com um cacete posto diante dos lábios. Mas não respondi. Na verdade ainda queria admirá-lo mais um pouco. Estava hipnotizado pela abundância de carne que tinha bem ao alcance de minhas mãos, sobretudo de minha boca. Devo ter parecido que hesitava, pois ele tomou meu queixo com uma das mãos, ergueu meu rosto para ele, e disse: ? Faça de conta que é um sorvete bem gostoso. Pode se deliciar com o sorvetão do titio. Eu lambi de leve a cabeça do caralho e senti o gosto levemente salgado da baba abundante que escorria dele. Ele me enganara. Não parecia um sorvete, pois jamais na vida eu havia provado um que sequer se parecesse minimamente que fosse com aquele. Era muito melhor, muito mais gostoso e o prazer que eu sentia de sorvê-lo era indescritível. Tanto que eu quis experimentar mais e desci os lábios mais um pouco, abocanhando toda a cabeça com gula. Ele estremeceu outra vez na minha boca. Eu desci mais um pouco e forcei para dentro de mim, tentando alcançar a base do pau com meus lábios. Mas não cabia. Era demais para engolir, então eu tirei-o da boca e percorri-o com os lábios por toda a extensão, começando pela cabeça e chegando até a base, enquanto o segurava e punhetava. ? Brinque com meu saco. Dê uma lambida, abocanhe as bolas. Eu fiz isso também. Mas o saco, como o resto, era imenso. Não cabia na minha boca assim como o pênis, e eu fiz o que pude com as ferramentas que tinha. Não sei se era instintivamente habilidoso naquela tarefa inédita ou se meu esforço realmente estava sendo recompensado; só sei que meu tio gemia baixinho a cada movimento meu e seu pau estremecia e babava como nunca. ? Ponha a cabeça toda na boca, quero te mostrar uma coisa. Eu obedeci. Engoli a cabeça do pau dele e suguei-o com carinho, mas com firmeza. Poucos segundos depois, senti o líquido viscoso e quente me invadir a garganta com tal fúria que achei que fosse engasgar. Tentei afastar a boca, mas ele me segurou a cabeça. ? Engole. Não tive alternativa. Era engolir ou morrer sufocado, então eu sorvi cada bocado daquele néctar até a última gota, enquanto ele estremecia com quase espasmos diante de mim. Em seguida ele se jogou para o lado, de barriga para cima, o pau ainda duro, respirou fundo e gritou. ? Uau, garotinho!