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quinta-feira, 27 de abril de 2023

Na fazenda com Titio pt2

Depois de passar o final de semana trabalhando e levando várias pintadas do meu tio novo. Chegou a segunda e já acordei com a bunda melada de porra por que meu tio veio a noite no meu quarto e me fudeu em silêncio para não ter perigo da minha tia acordar. Levantei e fui ao banheiro tomar um banho por que iria na casa de um amigo dele pegar algumas coisas para plantar. Fui para a cozinha e tomei o café como de costume, esperei o tio o chegar e lá fomos nós. Entramos no carro e eu já coloquei a mão em cima da sua rola por cima da calça, e ele sorriu. Depois de 30 min dirigindo, meu tio para o carro em uma estrade meio deserta e me pede pra sair e debruçar no capô do carro que ele ia chupar meu cu bem gostoso. Assim o fiz. Tito veio por traz e arregacou minha calça com apenas um puxão e como disse, abriu minha bunda e meteu a língua no meu cuzinho que piscava a cada linguada. De longe na estrada eu ouvi um barulho de carro vindo e tentei me arrumar, mas meu tio pealou pra eu relaxar que era o amigo dele que estava chegando. Sem eu saber ele ligou para o amigo e disse que teria carne nova pra ser dividida. Assim que o cara chega e desce de carro. Era um moreno alto e forte de uns 1,85 de altura e já saiu do carro de pau duro é pra fora da roupa. Chegou até mim e sem falar nada pegou minha cabeça começou a socar o pau na minha boca, que chegava a doer de grosso que era. Chupei e babei muito naquela rola. Então meu tio troca de posição e me faz chupar o pau dele e o negão vem pra minha bunda e chupa mais um pouco meu cu que já estava todo molhado, em seguida enfia um dedo e fala. - Nossa já está bem larguinho, você está fazendo um bom trabalho aqui Luizão. Nessa hora vi que levaria rola pelo menos a manhã toda. Aos pouco o cara começa a enfiar o pau no meu CU que já está meio aberto e nem foi tão difícil dessa vez. Ele estocava e dava uns tapas na minha bunda e eu mamava meu tio enlouquecido. Esse não demorou muito pra encher meu rad com seu leite quente. Mas mesmo assim seu pau não ficou mole e ele continuou a fuder minha bunda, que já tinha se acostumado com aquela tora preta. Passou uns 20 minutos e ele fala que ia gozar de novo. E mais uma vez meu cu ficou cheio de porra, que escorria pela perna a medida que ele tirava e colocava o pau pra dentro. Vendo a cena de euforia e tesao, meu tio segurou minha cabeça e me fez engolir todo seu leite, que passou direto pela garganta. Nos arrumamos e fomos até a casa do cara que se chamava Roberto. Chegando lá meu tio me pede pra deitar em um colchão que estava embaixo de uma arvora e assim eu fiz. Fiquei lá deitado por uns 10 minutos peladinho. Quando vi os dois estavam voltando e vindo em minha direção completamente nus e com algumas coisas nas mãos, que ao chegarem mais perto percebi que era um tubo de lubrificante e uns 3 tipos diferentes de pinto de borracha. Na mesma hora falei o que eles estavam pensando e meu disse pra ficar tranquilos que eu ia gostar. Meu tio me coloca de 4 e eu volto a mamar seu pau que foi crescendo de novo na minha boca, já seu amigo lambida meu cu com lubrificante e começa a meter um pinto de borracha que tinha duas cabeças e era mega comprido, logo depois ele lambida seu próprio rabo e enfia o outro lado na sua bunda e aqui me deu um tesao do caralho, ele empurrava o brinquedo que me fodia e se auto fodia de uma vez só. E eu mamando meu tio que já estava mega duro de novo. Depois de um tempo assim o cara começa a colocar o pau dele dentro de mim ainda com o brinquedo em nossa bunda e meu cu começou a arder e a se arregacar ainda mais. Porém eu já estava extasiado de tanta rola e deixei levar. Meu tio vendo a cena não demorou muito até encher de novo a minha boca com seu leite quente e grosso. Logo depois disse que tbm queria me comer, tirou seu pau da minha boca e ambos trocaram de lugar, voltei a mamar o pau preto e meu tio lambuzou o seu rabo dessa vez e enfocou o brinquedo na sua bunda deixando também na minha. Esses caras sabem bem brincar com um rabo viu. Ficamos assim por mais uns 30 minutos até que ouvi meu tio falando que ia gozar de novo e o amigo dele também. Pedi para ficar de frango assado que eu queria gozar junto. Por fim, levei mais leite na bunda e na boca e no meu peito e junto deles bati uma punheta gostosa que gozei fartamente. Deitamos os três no colchão e adormeci, todo melado e surrado de pirocada, acredito que eles tbm dormiram por que acordei assustado uma hora depois mas eles não estavam mais ali, eu estava sozinho, mas os carros estavam. “Onde será que eles tinham ido”. Não demorou muito meu tio vem em minha direção e fala que tínhamos que ir, que eles já tinham arrumado o que precisávamos e que outro dia voltaríamos. Nos arrumamos e fomos pegar as mudas para plantar, nos despedimos do Roberto que estava apenas com as botas nos pés e sua rola pesada e mole caída pra baixo balançando ao ar livre. Fomos pra casa em direção ao trator, faltava menos de 1 hora pro almoço. Ainda deu tempo de meu tio me foder mais uma vez e me leitar todinho de novo. Já que minha calça havido rasgado ele me deu um shorts quase transparente e uma camisa mais comprida pra não mostrar a bunda pra minha tia. Disse que a tarde eu levaria rola de novo. Sai todo feliz. Porém não foi naquele dia, chegando em casa para almoçar meu tio teve que levar minha tia pro hospital e disse que voltaria no dia seguinte, que era pra eu ficar bem em casa que logo mais ele estaria de volta pra mim. Esperei pelo dia seguinte igual uma cadela no cil esperando rola pra mamar.

Na fazendo com Titio pt1

Olha eu aqui de novo pra mais uma história é essa será em três partes, por que uma só não dá conta. Na época eu tinha meus 17 pra 18 anos, tinha o corpo normalzinho, 1,80 de altura, pele branca, cabelos pretos e adorava usar minhas jock e sair por aí a procura e homens parrudos e grandes. Estava de férias da escola e não tinha nada pra fazer, até que meus pais resolveram ir visitar meus tio na fazenda, por que minha tia não estava muito bem de saúde e me chamaram para ir junto. Eu não estava muito a fim de ir não. Até por que não tinha nada que fazer lá. Mas minha mãe insistiu e falou que tínhamos que conhecer o novo namorado da tia Rita. Quando ouvi isso, fiquei mais empolgado e disse. - Mas eu nem sabia que ela tinha se separado! Minha mãe responde. - Por isso que eu sempre falo que você tem que se juntar mais a sua família e não só ficar com seus amigos. Já faz 2 anos que ela está com com o Luiz e você nem sabia disso. Pois bem, arrumamos nossas coisas e lá fomos para o interior, para a casa da tia Rosa que ficava bem afastada da cidade. Era uma sexta à tarde, por volta das 17 horas quando chegamos na fazenda da tia Rita, ela veio nos receber com um lenço amarrado na cabeça. Tia Rita tinha Câncer e estava sob tratamento. Entramos, guardamos nossa bagagem e nos juntamos a mesa da varanda para tomar um café e comer pão de queijo que tinha acabado de sair do forno. Estava tudo uma delícia por sinal. Eu com meu cu sempre alerta estava achando estranho que só tinha a tia em casa e nada do Luiz aparecer. Tia Rita foi nos mostrar os arredores da casa e tinha galinhas, porcos, pavões, perus, alguns bois e vacas e até uns 2 bezerros recém nascidos. Bem ao longe pude ouvir o barulho do trator que estava ligado provavelmente cortando a cana. Mas não consegui ver quem estava dirigindo. Tia Rita disse que lá estava o Luiz, sempre trabalhando e nunca parava nem para um café. Depois de uns 40 minutos eu já estava começando a ficar entediado de estar ali, e passaríamos o final de semana todinha fazenda. Quando de repente surge no portão da casa um homem, alto, por volta de uns 1,90 de altura, musculoso, calças apertadas e marcando tudo, camisa semi aberta e uns pelos saindo daquele peitoral que quase estourava uns botões, chapéu e botas de cowboy e mascando um pedaço de grama, barba por fazer, todo suado. Minha libido foi alto e meu pau ficou duro na mesma hora. Perguntei pra minha tia se aquele era o caseiro. Ela me olhou e soltou uma risada meio abafada e disse. - Não, não Juninho, aqui lá e o Luiz. Meu namorado. Ele me ajuda e muito aqui na fazenda. Um doce de pessoa, vai gostar de conhecer ele. Aquele homem maravilhoso, Deus grego era o “Titio Luiz”. Não consegui disfarçar e fiquei encarando aquele puta volume que seu pau fazia na calça apertada. Quando ele chegou mais perto, seu cheio de homem viril e trabalhador veio até mim e na mesma hora meu CU piscou e ficou molhado. - Olá pessoal. - Disse ele, e continuou. - Vou lá dentro tomar um banho e já venho me juntar a vocês. Me deem uma 15 minutos e já volto. Foram os 15 min mais demorados da minha vida. Quando tio Luiz voltou, estava de chinelos, um shorts pra cima do joelhos azul, regata branca e um boné preto. A regata estufada quase rasgando. Sentou a mesa e tomou seu café. E disse. - Você deve ser o famoso Júnior? Fiquei vermelho e não sabia o que responder. - Famoso eu? Magina, só não saio muito com a família. Disse, sem mesmo sabendo que dizer. E ele continuou. - Amanhã terei que continuar na cana, você gostaria de vir comigo? Te ensino a dirigir o trator. Meus pais ficaram animados com isso. E para não decepcionar eu disse que sim. Tudo bem. Passou as horas e fomos pra cama, meu quarto era ao lado do banheiro e a cama ficava de frente com a porta, ela ficou entreaberta e dava para ver certinho o box do chuveiro. O sono não vinha e eu já estava entrando em pânico em saber que teria que levantar bem cedo para ir ajudar o tio Luiz. 10 minutos rolando de um lado para o outro, escuto um barulho no quarto da tia, a porra de abriu e alguém saiu, quando olho para o banheiro, tio Luiz entrava totalmente nu. Fiquei olhando aquele Deus grego tomar outro banho e para meu espanto consegui ver a sua rola mole e grande, uns 18 cm caia pra baixo pendurado com duas bolas enormes uma de cada lado, era a visão do paraíso. Fiquei encarando o pau dele sem notar que ele estava me olhando. Não aconteceu nada, adormeci e o celular dispersou por volta das 15 para as 5 da manhã. Não dormi nada ( pensei comigo) mas a imagem da rola daquele homem não saiu da cabeça. Levantei, vesti uma roupa, fui ao banheiro e depois pra cozinha. Lá estava o tio me esperando para irmos atendo trator. Tomamos café com pão e margarina e saímos. Ninguém tinha acordado. A não ser nos dois. O tio estava com a mesma roupa do dia anterior e eu com minha jock, calça jeans e camiseta e tênis, ele me deu um chapéu para não pegar muito sol. Saímos de carro e fomos até o trator no canavial, ninguém falou nada. Afinal eu não tinha assunto com ele. Do nada ele pergunta… - E as namoradas? Sem saber o que falar ele rebate. - Ou os namoradOs? E dá um sorriso safado de canto de boca. Fiquei mais sem jeito ainda. E disse. - Na verdade ainda não sei o que quero. - Mas já está na hora de saber não acha? Pergunta o tio Luiz. Eu disse que ainda não tinha parado pra pensar no assunto, esqueci estava estudando e saindo com amigos. Quanto na verdade eu dava a bunda todo o final de semana para uma rola diferente. Chegando na trator e ele sentou no banco do motorista e eu ao lado dele. - E ai guri quer aprender a dirigir? Pergunta o tio. Fiz que sim com a cabeça e ele disse. - Faz o seguinte, senta aqui no meio das minhas pernas que vou te ensinar a manobrar esse monstro. Quando eu estava levantando pra sentar no banco no meio das pernas dele, sinto ele colocar a mão da minha bunda pra me ajudar a me ajeitar no acento. Assustado tirei sua mão dali e ele falou. - Vem e senta bem gostoso no colo do seu tio que eu sei que é disso aqui que você gosta, ou acha que não te vi olhando meu caralho o tem na hora que estava no banheiro. Nessa hora eu já tinha ligado o foda-se e sentem em cima do seu pau, que estava meio duro. Ele silvou um gemido e segurou forte minha cintura me puxando pra baixo. Pude sentir bem forte o volume da sua calça. Em seguida o tio Luiz segura minha cabeça e vira de encontro com a sua e me beija, um beijo molhado de durou um bom tempo. Meu pau já está duro é o dele ainda nem tanto. Me virei e sentei no seu colo de frente pra ele, já entregue aquele homem. Enquanto ele beijava meu pescoço e minha orelha, comecei a abrir sua calça, e então fiquei de joelhos no banco do passageiro, tirei seu mastro pra fora e vai de boca no seu caralho e começou a ficar cada vez mais duro. Pude perceber que o pau era grande, grosso, veiudo e macio. Suas bolas eram lindas e suculentas. Enquanto eu mamava aquela vara ele ia desbravando minha bunda com uma das mãos e com a outra segurava minha cabeça. Tio Luiz urrava desprazer e gemia gostoso em cada sugada que eu dava no seu pau. Depois de uns 20 min, ele me vira e mete a língua no meu rabo, aquilo me levou no céu. Sua língua era quente e macia e ele sabia o que estava fazendo, lambia, molhava, cuspia e enfiava a língua mais fundo. Em seguida ele coloca 2 dedos de uma só vez e eu solto eu berro, e falo para ir com calma. Mas ele já estava me dizendo com os dois dedos e preste a colocar o terceiro. Meus olhos se reviravam e eu gemia em casa socada que ele dava. - A que saudade de fuder um cuzinho que eu estava. Disse tio Luiz. Com aquela situação de arrombamento, comecei a apertar meu cu e a sugar seus dedos. E ele começou a ficar doido com isso. Quando percebi, ele já estava com os 4 dedos entalados em mim. E seu pau estava latejando de tão duro. Ele tira os dedos e da uma 3 cuspidas para colocar a rola. Ele abre a porta do trator e me coloca apoiado na roda do monstro com uma mãos levando uma das minhas pernas e com a outra começar a colocar seu pau no meu CU. Como já está vem largo por conta dos seus dedos e eram bem grossos. Não foi difícil entrar, mas mesmo assim doeu, por que era muito grosso. Porém somente com 2 investidas eu já podia sentir o pau de 24 cm todinho dentro de mim. E suas estocadas dava pra ouvir as bolas batendo na minha bunda. Tio Luiz me fodeu de uma tal maneira que ninguém havia feito. Ele me comeu em pé, sentado, de lado, eu cavalgando e nada do cara gozar. Quando eu disse que já não estava mais aguentando e que ia gozar ele pediu pra eu segurar que ele queria encher meu rab com seu leite. Tente segurar o máximo que pude até que ele gritou e então pude sentir meu rabo seu envadido por uma encourara de leito grosso e quente. Ele gozou tanto que vazou pela lateral do meu rabo, com os dedos ele passava na sua porra e colocava na minha boca. - Pra não perder nenhuma gota. Disse ele. Em seguida gozei sem ao menos telar o meu pau. Depois de ter feito o trabalho duro, ele me beija novamente e disse que teríamos a semana toda para brincar e que ele queria apresentar uns amigos da redondeza da fazenda. Trabalhamos dentro da cânone do trator totalmente pelados e quando foi chegando a hora do almoço nos arrumamos e voltamos para casa. Minha mãe perguntou como que tinha sido, e eu disse a ela que ficaria a semana toda na fazenda. Ela ficou super feliz e eu mega extasiado.

quarta-feira, 26 de abril de 2023

O enteado perfeito

Um homem adulto e experimentado acha que tem tudo ao seu controle, porém as vezes a vida lhe prega peças. O que passo a narrar agora aconteceu há algum tempo comigo e a percepção que eu tinha da vida mudou drasticamente. Eu me chamo Luiz, tenho 42 anos, um metro e setenta e oito de altura, minha pele é branca, peso aproximadamente oitenta e cinco quilos, sempre usei bigode e tenho o peito peludo. Quero que me entendam que até o momento em que me envolvi nesta situação nunca tinha chegado perto de um homem com intenção sexual, sempre comi apenas mulheres, e não foram poucas, porém este cara mexeu comigo de tal maneira que a curiosidade me levou além dos limites. Eu conheci uma mulher numa festa de amigos em comum, a gente conversou, trocou telefone, saimos algumas vezes, fomos num barzinho com música ao vivo que conheço onde tem um pessoal legal. A noite estava animada, a gente se beijou muito e no final da noite arrastei a mulher pro motel. Até aí tudo bem, todo homem já fez isso muitas vezes, entretanto acabei me envolvendo com ela de forma mais séria do que eu imaginava. Durante uma conversa, ela me disse que era mãe solteira e que tinha um filho de dezoito anos e quando fui à sua casa pela primeira vez, conheci seu filho, seu nome é Carlos Eduardo, mas todo mundo o chamava de Kadu. Passei a frequentar a casa dela e em pouco tempo já dormia em sua companhia, principalmente aos finais de semana até que se tornou algo permanente. Sou carpinteiro e por essa razão vivo viajando para trabalhar. Considero minha vida estabilizada e nunca prestei conta de nada a ninguém. O negócio é que em certa ocasião levei a mulher e o Kadu a um clube na nossa cidade, daqueles que você paga para passar o dia. Eu e minha mulher entramos na piscina, namoramos um pouco e depois ela passou a maior parte do tempo tomando alguma bebida e aproveitando o ambiente. Eu e Kadu, que a esta altura já nos entendíamos bem e nos tornamos amigos, ficamos mais tempo na água aproveitando e jogando conversa fora e de repente aparece na piscina uma menina linda, quando a mostrei discretamente para ele, apenas olhou para ela rapidamente e desviou o olhar. Se fosse eu na idade dele já teria ido me apresentar, mas ele continuou na água, de boa e nem ligou para ela, porém quando me sentei na beira da piscina com a minha latinha na mão, a história foi outra percebi que ele olhou diretamente na direção da minha virilha dando aquela manjada na minha mala dentro da sunga e só depois de um longo tempo desviou o olhar. Achei que aquilo não era possível, o cara não tinha qualquer trejeito que pudesse denunciar que fosse gay, então achei que fosse coisa da minha cabeça e esqueci aquele assunto, mas não por muito tempo. O dia de sol estava terminando e chamei a mulher para irmos para o vestiário mais cedo, antes que todo mundo resolvesse ir, caso contrário os vestiários ficariam congestionados. Eu e o Kadu levamos minha mulher até a porta do vestiário feminino e eu e ele seguimos para o masculino logo depois de pegarmos sabonete e as toalhas no armário alugado. Os chuveiros não tinham reservados, eram daqueles um ao lado do outro. Abri a água quente e quando tirei a sunga, meu pau pendeu comprido entre as pernas e balançando. Kadu não se conteve e olhou diretamente para meu pau, sustentou o olhar por mais tempo do que deveria e então resolvi falar: _ Cê tá manjando minha rola, Kadu. Que porra é essa? Ele simplesmente olhou para mim e disse: _ Um negócio grande e grosso deste jeito mesmo estando mole, seria impossível não ver. A seguir virou-se de costas e foi tomar seu banho. Todos voltamos para casa quase em silêncio. Enquanto dirigia, vez ou outra olhava pelo retrovisor e via Kadu sorrir sutilmente enquanto olhava para os meus olhos pelo espelho. Depois deste dia, toda a minha vida se tornou um rebuliço. Eu não conseguia entender a razão, mas aquele carinha não me saia mais da cabeça. Por mais que eu não quisesse acreditar no começo, fui obrigado a me render e ainda por cima aceitar que o filho da minha mulher estava dando em cima de mim, um homem vinte e quatro anos mais velho que ele. Alguns dias se passaram e em certo momento enquanto dirigia, recebi uma mensagem, era do Kadu e quando abri a conversa havia uma foto, podia ver apenas a imagem embaçada, porém dava pra saber que era uma foto do seu corpo completamente nu. Quis baixar, mas minha consciência me impedia. Larguei o telefone no banco do carro e segui até a obra. Quando desci do carro, coloquei o telefone no bolso e esperei a hora oportuna para ver a foto. O safado tinha me mandado uma foto da bundinha, pequena e redondinha, parecia bunda de mulher, o cuzinho rosado convidativo. Na legenda estava escrito: _Quero sentir este seu bigode tesudo bem aqui. Aquilo só podia ser brincadeira, salvei a foto de forma oculta e fui trabalhar. Tive dificuldade de me concentrar no trabalho naquela tarde, mas no início da noite já sabia que teria que foder aquele rabinho. Depois daquele nudes, Kadu passou a me provocar com certa insistência, quando estávamos todos em casa, bastava sua mãe virar as costas ele me lançava olhares insinuantes e lambia os lábios. Cheguei perto dele e falei para não mexer com aquilo que não dava conta. Ele pareceu ainda mais determinado e de jeito nenhum desistiu de me atiçar. Eu precisava encontrar uma maneira de estar a sós com ele. A mulher sempre estava ao redor até que numa quinta-feira fomos ao mercado e ela jurou que eu fiquei olhando para uma mulher; de fato olhei, mas não ia ceder e me entregar de bandeja. Ela ficou furiosa, discutimos e no final da noite estava exausta e me disse que não a incomodasse, que se eu quisesse que fosse dormir na sala. Assim fui e lá permaneci por quase uma hora até que Kadu apareceu dizendo para eu me acalmar, que ela era assim mesmo, se sentou ao meu lado e eu, tomado pelo fogo que me consumia, peguei sua mão e coloquei sobre meu pau dentro da cueca. Fiz sinal para que ele fizesse silêncio e ele começou a massagear meu membro enquanto perguntava baixinho se eu já havia sentido prazer com um homem. Respondi que não, mas se este prazer estava vindo tão espontaneamente e de tão bom grado, seria falta de educação da minha parte recusar. Meu pau já estava duro, ele então se ajoelhou no chão entre minhas pernas e puxou minha cueca até os joelhos. Meu pau saltou de dentro dela e quando Kadu viu meu pau seus olhos brilharam, a seguir abriu a boca e colocou meu pau dentro dela. Eu gemia baixinho com o prazer que ele estava me proporcionando. Ele sabia o que estava fazendo, usava a língua demorando-se na cabeça da pica e depois lambia toda a extensão da rola, minhas bolas e depois voltava a chupar meu pau. Ele se tocava enquanto me chupava e tentava engolir a pica inteira. _ Desde aquele dia no vestiário do clube, quando vi este seu pauzão, quis te chupar e ter você dentro de mim, Isso não me saia da cabeça, mas valeu a pena esperar. Seus lábios macios em torno da minha pica estavam me levando a loucura, nunca alguém me chupara como ele. Eu estava alerta e cheio de tesão, era quase animalesco. _Eu quero mais, disse a ele quase urrando de prazer. _ Então vem buscar, disse ele largando meu pau e seguindo pelo corredor da casa. Eu vesti a cueca o mais rápido que pude e o segui. Ele parou na porta do seu quarto, olhou no fundo dos meus olhos, atraindo-me para ele. Aquele foi um dos melhores convites que recebi de alguém. Atravessei o corredor me assegurando que a mulher estava realmente dormindo e entrei no quarto dele mantendo a porta entreaberta para ouvir qualquer coisa. Apenas a luz do abajur estava acesa iluminando o ambiente. O encontrei de joelhos sobre a cama, havia tirado a camiseta. Eu me aproximei da beirada da cama, tirei a rola dura para fora da cueca e ofereci a ele que a abocanhou novamente e mamou na vara como um bezerro ávido. A seguir, ele se deitou na cama, puxou a cueca ficando totalmente pelado, pude ver seu pauzinho duro entre as pernas. _ Vem, vem dar um trato neste cuzinho sedento de pica, disse. Eu tirei a cueca e me deitei na cama. _ Vai paizão, você sabe o que fazer. Ele se deitou de ladinho empinando a bunda pro meu lado. Passei a mão sobre ela, a pele suave e convidativa. Ele abriu a gaveta do seu criado mudo e retirou de lá uma camisinha, me entregou e ficou esperando a ferroada. Assim que me viu preparado, abriu a bundinha me oferecendo aquele seu buraquinho. Toquei levemente e ele piscou o rabinho gemendo baixinho. Encaixei a cabeça da pica naquela entradinha e empurrei; a cabeça não entrava. Ele soltou um gritinho de dor. Eu parei por um instante e empurrei novamente. Seu buraquinho laceou um pouco e foi cedendo até que a cabeça passou e se acomodou dentro dele. Eu empurrei um pouco mais e ele gemeu dizendo que estava doendo. Eu não queria ouvir. Parei um pouco mais para ele se acostumar a minha espessura. Tornei a empurrar e entrei um pouco mais e mais e mais até que estava todo dentro dele que não se mexia. Eu o abracei e comecei a foder-lhe o rabo devagar. _ Você acabou de tirar o cabaço do meu cu paizão, te sinto todo dentro de mim. Isso, mete gostoso no meu cuzinho. Eu metia. Enfiava a pica dentro dele e depois tirava, só para meter de novo. Ele gemia pra mim. Meti naquele rabinho gostoso até que não me segurei mais e esporrei jjatos fortes e espessos do meu leite dentro dele. Permaneci dentro dele até que meu pau começou a sair de dentro. A seguir ele levou a mão no cuzinho só para ver o estrago que eu tinha feito nele. Eu me levantei da cama e vi que o lençol estava todo esporrado. Olhei para ele e lhe disse que à partir daquele momento ele seria só meu e ele sorrindo me respondeu: _Sempre! Fui para o meu quarto e encontrei minha mulher dormindo sem saber o que eu e seu filho tínhamos feito, sem saber que eu o quereria ainda mais à partir daquele dia e que eles, os dois seriam meus.

segunda-feira, 3 de abril de 2023

Meus primos 😈😈

sexta-feira, 27 de maio de 2022

Banheirão com o papai 🔞

 

Logo conto erotico pequeno Banheirão com o papai Olá! Meu nome é Matheus e esse é meu primeiro conto aqui no site! Vou começar me apresentando. Sou um rapaz levemente atlético de 1,75 com 22 anos de idade, possuo bastante pelos nas pernas, um bigode que cobre os lábios e uma barba cerrada da cor preta, que acompanha meu cabelo baixo em corte militar da mesma cor. Possuo olhos azulados, como os de meu pai, inclusive somos muito parecidos em rosto. Ele por ter descendência portuguesa herdou um nariz longo que parece árabe, sobrancelhas grossas que também herdei. Ambos somos brancos, mas eu por trabalhar de casa não pego muito sol, enquanto meu pai, por ser carioca, sempre se acostumou a ir pra praia e preserva um bom bronzeado. Já que estamos já falando dele, seu nome é João, ele é mais baixo que eu, em torno de 1,70, possui um físico parrudo mas com músculos bem aparentes, bem peludo no corpo inteiro, com alguns fios grisalhos que se misturam nos fios pretos. Meu pai possui uma barba cheia e cerrada, também grisalha e a cabeça raspada que outrora possuía cabelos pretos como os meus. Dando um pouco de contexto, eu e ele sempre fomos muito próximos desde sempre. Ele se casou com minha mãe, uma mineira, e tiveram dois filhos. Porém o casamento não deu certo, apesar de 13 anos de casados, ambos se separaram. Meu irmão decidiu que ficaria com minha mãe em Minas enquanto meu pai ia voltar para o Rio de Janeiro comigo. Os anos seguintes só nos aproximaram ainda mais, meu pai sempre trouxe mulheres para casa, assim como eu e éramos muito adeptos a uma casa que tratava sexo de forma casual e positiva. Assim foi sendo com o passar dos anos, morando com ele e visitando minha mãe quase todo mês, nunca tivemos nenhum atrito em nossa família. Pelo menos não até o momento que contei que era bissexual para o meu pai, com 16 anos. Ele no início ficou em choque e por alguns dias não conseguia olhar no meu rosto, mas com o passar do tempo e o choque inicial se passando, ele foi ficando mais tranquilo e até mesmo me apoiava a levar garotos pra casa, já que eu só levava mulheres. Isso nos traz até os dias de hoje, meu pai já tranquilo com minha sexualidade e incentivando a explorar cada dia mais, enquanto eu agradecia todos os dias por ter um pai tão apoiador quanto ele. Nunca havia olhado pra ele de forma sexual, até porque frequentemente nos víamos pelados de forma natural quando um entrava no banheiro do outro pra pegar alguma coisa ou em ocasiões aleatórias. Reconhecia que ele era um coroa bonito e que chamava atenção, várias pessoas que eu levava para casa sempre elogiavam sua aparência e o quanto éramos parecidos, então quando andávamos juntos no shopping, sempre atraíamos olhares por onde passávamos juntos, principalmente ele por sua presença e carisma. Ele sempre foi muito comunicativo, amigável e carismático, conversando com quase todos que passavam na rua, enquanto eu era mais na minha, porém conseguia me envolver nas conversas de forma espontânea. Foi em fevereiro desse ano quando fomos assistir um filme num shopping, meu pai comprou um refrigerante enorme para cada um e uma pipoca para dividirmos. Assistimos o filme e tanto eu quanto ele tomamos todo o refrigerante, então no fim do filme os dois estavam desesperados para utilizar o banheiro. Assim que o filme estava nos seus minutos finais, tanto eu quanto ele saímos correndo para o banheiro pra nos aliviarmos, mas pro nosso azar o banheiro estava lotado naquele andar por conta dos outros filmes que terminaram. Então decidimos ir pra uma área mais vazia do shopping, que já estava fechando, pra usar o banheiro. Entramos e começamos a mijar nos mictórios, eu próximo da parede com um mictório vago e meu pai logo ao meu lado. Não muito tempo depois entraram dois caras, um coroa de academia, deveria ter uns 40/50 anos, como meu pai, de barba cerrada, cabelos grisalhos e um grande anel de casamento no dedo. O outro cara era um rapaz de uns 30 anos, meio gordinho mas ainda assim bonito, de cabelos castanhos e olhos claros, usando óculos e uma camisa vermelha. O casado parou bem do meu lado pra mijar, de todos os mictórios vagos, enquanto o outro rapaz de vermelho, visivelmente nervoso, parou ao lado de meu pai. Dei aquela manjada rápida no casado e reparei que o pau dele já estava meia-bomba, nossos olhos se encontraram por um instante e ele deu um sorriso safado, fiquei nervoso já que eu sabia o que estava prestes a rolar, mas nunca tinha feito nada sexual com meu pai próximo desse jeito e não queria desrespeitá-lo. A essa altura do campeonato eu já tinha parado de mijar e começava a ter uma ereção, meu pau não era dos grandes, em torno dos 16 ou 17cm, porém compensava na grossura que eu tinha, meu pau era bem grosso na base, mantendo uma circunferência próxima até próximo da cabeça avermelhada, onde começava a afinar. O cara sem demoras já colocou a mão no meu pau e começou a bater uma pra mim, meu pai obviamente notou a aproximação e ia pra cima do cara, mas parei ele. - Pai, eu deixei...Isso é meio que comum, sabe? - Disse, sem perceber que meu pai ainda estava com o pau pra fora e basicamente encostando ele contra o meu que já estava duro feito pedra. - É coroa, relaxa e aproveita, aquele rapaz ali ficou interessado em você também. - Disse o casado, apontando pro cara de camisa vermelha que também estava com o pau duro, era de tamanho comum com a pele levemente retraída. O casado já voltou a pegar no meu pau e começou a se roçar em mim por trás, batendo uma pra mim na frente do meu pai. - Ei mano, calma...Esse cara é meu pai, não quero fazer...isso na frente dele. - Eu disse, entre gemidos, tentando me livrar do cara mas sem muito sucesso. - Ah é? Não é o que seu pauzão tá dizendo, olha isso...Tá até babando. - Ele disse, passando o dedo na minha glande e puxando um longo fio de pré-gozo, que ele imediatamente colocou em sua boca. - Sem falar que seu pai parece que tá se animando também. Até aquele momento, nunca havia visto meu pai de pau duro, mas aquele pau era algo de ser aplaudido. Com a circunferência parecida com a minha, a diferença entre nós dois é que meu pai possuía grossas veias em seu pênis, que iam até a cabeça avermelhada levemente exposta que possuía uma grossura condizente com o resto do pau, sem falar que ele facilmente poderia ter 19 ou 20cm. O rapaz de camisa vermelha não perdeu tempo e se colocou no chão, começando a chupar meu pai na minha frente, que tentou escapar mas foi empurrado na parede do mictório. - Ei mano, eu sou hétero...- Ele dizia, empurrando a cabeça do menino, que bravamente engolia o que conseguia do pau grosso e longo do meu pai, deixando bem babado e engasgando. Meu pai parou de tentar empurrar a cabeça do garoto aos poucos, segurando em seus cabelos. - Porra, esse garoto sabe chupar pra caralho...- Aos poucos meu pai ia fodendo a boca do menino, usando seu cabelo pra controlar o ritmo, até que subitamente parou. - Mas e se alguém entrar? - Não se preocupa, ninguém vem pra cá essa hora, a não ser que seja pra isso. - Disse o casado, que já me empurrava pro lado do meu pai e começava a se ajoelhar, o rapaz de camisa vermelha engasgava no pau do meu pai e se masturbava furiosamente. O casado começou a me chupar, se masturbando furiosamente também, seu pau era menor que o nosso, mas era igualmente grosso e veiudo. Eles chupavam como mestres, o rapaz engolia meu pau até a base, forçando seu maxilar a ficar completamente aberto, e voltava deixando uma linha fina de saliva entre meu pau e sua boca. Meu pai passava a mão em sua cabeça e colocou seu braço ao redor de mim, buscando apoio enquanto gemia e urrava baixinho com o boquete que o menino fazia. Eu tentava controlar meus gemidos também, mas o casado fazia uma garganta profunda maravilhosa, chupando como se não houvesse amanhã, empurrando a cabeça do garoto de vermelho vez ou outra pro rapaz tentar engolir meu pai por inteiro, o menino começou a gemer mais e mais e quando vimos ele estava gozando no sapato de meu pai, que tentou tirar o pé da frente mas já era tarde de mais. O menino gozou jatos fortes e brancos de porra grossa no pé do meu pai e no chão, enquanto o pênis do meu pai continuava em sua boca. Ele simplesmente colocou o pau pra dentro da bermuda, lavou as mãos na pia e saiu, sem falar mais nada. - Finalmente vou ter esses dois pauzões só pra mim. - Disse o casado, que colocou a cabeça da rola do meu pai na boca enquanto me punhetava. - Sabe, sempre quis ter uma experiência com pai e filho, e por sorte arranjei dois gostosos. Eu e meu pai só conseguíamos gemer enquanto o cara alternava o boquete entre eu e ele, deixando nossos paus igualmente melados de saliva misturada com pré-gozo, ele não tomava um tempo para respirar a não ser quando ia alternar entre quem ele estava chupando. Meu pai levantou levemente sua camisa social enquanto o rapaz abria os botões de sua calça e libertava também o saco pesado do meu pai, completamente depilado, que estavam penduradas duas grandes bolas cheias de porra, assim como as minhas. - Vocês são realmente parecidos hein. - Ele disse, admirando nossos paus, até que meu pai o agarrou pela nuca e começou a foder sua boca novamente. Tudo isso parecia uma eternidade mas aparentemente não havia passado muito tempo já que as luzes do shopping continuavam acesas. O casado passou a chupar nossas bolas e os gemidos do meu pai começaram a ficar mais intensos. - Eu acho que eu vou gozar... - Ele disse, contraindo as sobrancelhas grossas e cerrando os olhos, consumido pelo prazer, ele agarrou meu ombro, me segurando forte. - Eu também tô muito perto. - Disse, correspondendo com um aperto em seu ombro também. O rapaz então parecia que queria receber a gozada no rosto, parou de nos chupar e começou a bater uma para nós dois ao mesmo tempo, a respiração do meu pai se acelerava cada vez mais, junto da minha, quase como em sincronia. Podia ouvir os gemidos dele ficando mais intensos e seu pau pulsava forte na mão do casado, junto do meu. Ele foi o primeiro a gozar, libertando um urro alto que foi abafado pela minha mão, o rosto do casado começava a ficar completamente cheio de porra grossa e branca do meu pai, escorrendo pelo seu rosto por completo. Com a visão de ver o pau do meu pai jorrando aquela quantidade de porra e o casado recebendo aquilo com um sorriso no rosto, não aguentei e comecei a gozar também, uma quantidade maior até que a de meu pai, com um sêmen levemente mais transparente mas igualmente grosso. Joguei a cabeça no ombro do meu pai enquanto gozávamos juntos e encharcávamos o rosto do rapaz com nossa porra. Em algum momento ele também havia gozado, mas não percebemos por conta do nosso intenso orgasmo. O casado pegou um pouco de nossas porras e tomou satisfeito, enquanto ainda escorria em seu rosto. Ele guardou o pau na bermuda de academia e saiu com o rosto completamente melado de porra. Eu e meu pai ficamos parados nos recuperando, até que olhei pro seu pé. - Temos que limpar essa bagunça que fizeram no seu tênis. - Disse rindo, enquanto guardava o meu pau na calça. Meu pai riu e fez o mesmo. Ele pegou um papel que tinha para secar mãos e limpou o tênis depois de umedecer um pouco. Dali fomos pra casa, falando sobre o filme que havíamos assistido e fingindo que não tínhamos acabado de fazer um banheirão no shopping, chegamos em casa exaustos, tomamos um banho e cada um foi para o seu quarto dormir, mas passei a noite pensando em meu pai, e desse dia em diante eu comecei a enxergar ele de outra forma, não apenas como pai, mas também como homem. Desde então nossa relação melhorou cada vez mais, ficando cada vez mais próximos. Mas isso é história pra outro momento!

Chantageado e usado como PUTA pelo próprio tio

 

Como já contei anteriormente, meu padrinho de casamento me chantageou e fudeu durante bons anos, por ter me flagrado saindo do quarto com SEBASTIÃO (meu 1º macho) no dia do meu casamento. O que nunca disse, e só o faço hoje, porque tive autorização do meu tio - ok, tive que pagar um boquete pra ele, pois ele não tem mais idade para o coito - para contar aqui aos meus leitores. Passei o nick da página ele prometeu ler - o que vai me dar mais tesão. O meu padrinho de casamento, há época, contou o ocorrido para meu tio e mostrou fotos e vídeos que fizemos. Eu não sabia disso, claro, e durante uma festa da família - com minha esposa presente e tudo - meu tio bebeu algumas a mais e durante uma conversa comigo soltou a frase do filme famoso: Eu sei o que você fez no verão passado... Ri bastante, mas não liguei uma coisa à outra, até porque ele era meu tio de sangue e na minha família ninguém sonha que eu sou um super viado entre 4 paredes e um macho ilibado na rua. Me fiz de desentendido e perguntei sobre o que ele falava, afinal eu fazia muita merda....hahahaha Ele me puxou para um canto e mostrou as fotos do meu padrinho me enrabando, gozando na minha cara, me botando pra mamar, enfim, me fazendo a puta que eu sou quando estou com uma macho a sós. Fiquei até trêmulo e pedi para ele guardar aquilo. Embalado pela bebida, ele me disse que minha mãe que o perdoasse (ele é irmão da minha mãe), mas o filho dela era uma puta e ele ia usa-lo como tal. Me assustei com aquilo e disse que não podíamos, éramos parente de sangue e tal. Ele nem quis saber. Bêbado como estava, disse que no final de semana ia passar lá em casa e me levar para São Paulo com ele, numa Convenção que teria lá. Seriam 4 dias na terra da garoa e ele prometeu me enrabar em todos eles. Eu ia ficar só no hotel, o esperando. Quando voltasse, era pica dentro o tempo todo. Meu tio, na época, tinha 54 anos, cabeça raspada, cavanhaque grisalho, moreno de praia, 1,85 e depois vim a saber, uma bela pica, cabeçuda e com 18 cm. Estava meio atônito com tudo isso, mas durante a semana, antes da viagem, trocamos mensagens bem calientes pelo aplicativo da época, inclusive com um vídeo dele fudendo um coroa amigo dele e o cara gemia como uma cadela e ainda tomou leite na boca. Me imaginei ali e até me masturbei. Enfim, estava envolvido na situação e nem parecia que ia dar para um sangue do meu sangue. Viado é foda, não pode ver um macho tesudo. E com menos 20 anos eu era ainda mais vadia do que sou hoje. Confesso No dia da viagem, estava deveras excitado, mas no voo e afins, me contive, assim como meu tio. Chegando em SP, ele me deu um roteiro sobre o que eu devia fazer. Ele tinha uma amiga que era dona de uma loja de bronzeamento (o que era raro na época), ele queria que eu me depilasse e fosse lá fazer uma marquinha de biquini em forma de asa delta. Ponderei que quando voltasse para casa minha esposa estranharia, ele disse para não me preocupar, pois íamos emendar uma viagem na outra e mal teria tempo de ficar em casa. Uma calcinha preta linda ele tirou de dentro da mala e me disse para usa-la a noite. Me depilei no banho e fui para a loja de bronzeamento. A moça já devia conhecê-lo, pois ela nem me ofereceu uma sunga quando me identifiquei como amigo do Pedro Paulo. Ela já trouxe uma calcinha asa delta e me deu. Muito profissional, pois nem riu ou fez alguma atitude diferente. Me entregou e saiu. Fiquei na câmara por quase 45 minutos e saí de lá com uma bela cor e uma marquinha sensacional. Até eu estava me achando gostosa. Saí pela rua com minha roupa e a asa delta por baixo. Era uma delícia imaginar que as pessoas nem sonhavam que aquele homem másculo andava pela rua com uma calcinha enfiada no rabo e uma marquinha tesudíssima. Quando meu tio me avisou que estava vindo para o hotel, meu coração disparou. Pedro Paulo chegou meio alto e com uma garrafa de champagne na mão. Já abriu a porta me chamando de putinha e dizendo que ia me fuder a exaustão. Não demorou e já nos beijávamos ardentemente no meio da sala. Suas mãos ávidas levantavam minha blusa e ele começou a chupar meus peitos com sofreguidão. Elogiando minha "morenice" e já dizendo que estava doido para ver a marquinha que eu fiz para ele. Gemia alto com ele chupando meus peitos, sem encostar os dentes, ele sabia o que fazia. Ele me virou de costas e me jogou contra a parede. Beijando meu pescoço, minha nuca, Pedro desceu seu cavanhaque por minhas costas, me fazendo arrepiar de tesão. Quando ele baixou minha bermuda e viu a lingerie preta que ele me deu e a marca do biquini o macho endoidou de vez. Me virou, me beijou, e disse que eu seria sua putinha e que ele jamais imaginou que o filho da irmã dele fosse um viado tão safado. Disse para ele que antes de provar mulher, eu provei macho, então, eu era um viado desde muito novo, mas que pelas imposições da sociedade teve de casar e constituir família. O que me agradava, porque as cobranças dos assumidos são muito grandes. Pedro abriu meu rabo e começou um cunete histórico. Sua língua me invadia fundo e seu cavanhque roçando nas redondezas do meu rabo me faziam arrepiar. Eu rebolava na boca daquele macho e ele me dava tapas nas nádegas e enfiava a língua com mais vontade dentro do meu cu. Quando lhe disse que não aguentava mais e queria chupa-lo, ele colocou aquele mastro no meu rosto e falou: trabalha nele minha vadia, porque depois vou te enrabar deliciosamente e te encher de leite. Mamei de me engasgar e ficar todo babado. Alternava entre sua pica e suas bolas e meu tio ficava na ponta do pé. Fomos para cama e o chupei, literalmente da cabeça aos pés, não sabia, mas ele tinha tesão em ter seus dedos do pé chupados e o fiz com gosto, pois eles eram muito bem tratados e tinham cheiro de pé de macho, o que me atrai profundamente. Depois de muito trabalhar com a boca, chegou a hora mais esperada, a de receber em meu rabo aquele belo exemplar de rola que chupei com maestria. Meu tio cuspiu no meu rabo e posicionou a cabeçorra na porta do meu rabo. Mais uma vez ele me fez um cunete e me deixou pronto para recebê-lo. Passou a cabeça e fez aquele barulho mágico: Ploc. Ou seja, é só empurrar vara dentro que a cabeça já entrou. E ele o fez, colocou cm por cm dentro da minha bunda e me deixou acostumar com o invasor. Em seguida, começou a empurrar devagar, aumentando aos poucos o ritrmo. Logo ele ligou o modo britadeira e meu rabo ardia, mas as pirocadas eram intensas e gostosas. Pedro me colocou de lado, encaixou a piroca e empurrava fundo no meu cu. A cabeça da rola dele era uma delícia, anatômica (coloquei a foto pra vocês verem, foto velha, porém real) facilitava a penetração. Depois de meia hora levando muita rola, Pedro encheu meu cu de leite. No banho, ele ria dizendo não imaginar que o sobrinho era uma vadia e que meu pai morreria se sonhasse com isso. Concordei, mas não disse que não tem jeito, eu gosto de rola e aproveito. No banho, Pedro me pôs para mamar mais uma vez e mijou na minha boca, me fazendo engolir sua urina e ainda mijou pelo meu corpo todo, me marcando como sua puta. Eu adoro essa parte de ser marcado e quando o macho faz sem eu pedir, mais ainda. Voltamos para a cama e acabamos cochilando. Acordei com meu rabo sendo sugado e Pedro com a vara pronta para me invadir. Não me fiz de rogado, abri o rabo e falei: Come sua puta, tio safado. O homem endoidou. Enfiou a rola de uma vez e tirou. Falou assim: agora você vai sentir as atoladas. Puta que pariu, que negócio gostoso. Ele enfiava e tirava, e enfiava de novo, foram mais de 40, sem mentira. Não demorou muito para ele novamente encher meu cu de leite. Nesse 1º dia, tomamos outro banho e antes de dormir ele me fez tomar leite direto da fonte, dizendo: Te dei mamadeira quando pequeno e hoje estou te dando leite de pica, como a vida é engraçada. Verdade, nunca me imaginei nessa situação, mas estava adorando essas comparações e ser enrabado pelo sangue do meu sangue. No dia seguinte, paguei mais um boquete ao amanhecer, antes dele ir para a Convenção e ele me prometeu uma surpresa para a noite. Fiquei ansioso, mas não imaginava o que era. Ele chegou com uma venda e uma algema rosa. Me vendou e me algemou na cama, de bruços, dizendo que eu era propriedade dele e que o serviria como ele desejasse. Com as pernas abertas, fui presa fácil para aquele cacete mágico. Mais acostumado, a rola deslizou para dentro e novamente ele fez as atoladas. Dessa vez foram mais de 60 e meu rabo doía. Mas, como resistir, algemado e vendado? Impossível. Pedro tirou o cacete do meu rabo e atolou na minha boca até gozar fartamente. Algemado e vendado, bebi mais de sua urina no banho. Nesse segundo dia ainda fui arrombado na janela, com ela escancarada, para todos saberem que eu era o viado dele. Pessoas me viram dando o rabo vendado, segundo ele, no prédio em frente, isso só aumentou meu tesão e cheguei a gozar sem me tocar. Foram mais dois dias levando rola de todas as formas, inclusive na sauna do hotel paguei um belo do boquete para ele. Voltei de SP com o cu lasseado e com meu tio de sangue sabendo que eu era um super passivo e amava rola. Cheguei em casa e nem tive muito tempo com a esposa, pois a família nos esperava e no dia seguinte iríamos eu e meu tio para a serra do RJ, em outra convenção, ou seja, mais rola no meu cu. Se vocês curtirem, comentarem e mandarem bastante mensagens, eu conto a segunda parte. Queria muito dar para um leitor aqui da página, mas o pessoal aqui é enrolado e foge da raia. Faça acontecer que eu faço ser gostoso...

sábado, 21 de maio de 2022

Incesto com meu irmão

 

Suaveee.. Esse conto é verídico. Me chamo Victor, tenho 25 anos 1.80 de altura e 85kg, corpo branquinho e saradinho. Esse conto verídico aconteceu com meu irmão, que aqui chamarei de Breno. Estávamos em uma tarde muito tranquila, e meu irmão tem uma dor nas costas, sempre teve esse problema na coluna e então ofereci para uma massagem para tentar aliviar a dor. Ele - Nossa, to com uma dor nas costas. Eu - Quer que eu faça uma massagem pra ver se ajuda? Ele - Seria bom em mano, agora? Eu - Sim, pode ser. Deita na cama lá q vou pegar o creme. Meu irmão e família sempre soube que sou gay, mas sou discreto e não fico dando pinta por aí, sou daqueles se quiser me passo por macho fácil rsrs. Meu irmão por outro lado é hetero, tem 1.75 80kg corpo bem em forma como o meu, branquinho e policial como profissão. Então, peguei o creme pra fazer a massagem e fui para o quarto, ele já estava deitado de barriga para baixo, entreguei uma venda para colocar nos olhos por conta da luz e relaxar melhor. Eu - Vou começar pela suas costas e ombro tá e vou descendo, creme tá gelado hehe. Ele - Blz mano. Detalhe, eu e meu irmão nunca fizemos nada parecido sexualmente, nunca nem conversamos sobre isso, nadinha. Então fui e não fui com segundas intenções, deixei o momento falar por si. Enquanto eu fazia massagem não trocamos palavra alguma, só pedia para se movimentar em alguns casos ou algum lugar que eu fosse massagear. Então fui massageando os ombros dele, mas estava me incomodando a posição q eu estava, então me sentei em cima da bunda dele e assim fiquei por um bom período, masss... Meu pau começou a dar sinal de vida e em certos momentos roçava na bunda dele, ele até então não falou nada, então continuei assim. Descendo para as pernas dele, tive que retirar o shorts, deixando apenas de cueca, ainda de barriga para baixo. Meu pau está duraço e babando muito que chegou a atravessar minha cueca de tão melado. Comecei a massagear as pernas dele, que são bem fortes e peludas, bem gostosas. Nisso eu tirei meu shorts e fiquei só de cueca também, mas estava muito melado, fiquei com medo dele ver, mas estava de venda então fiquei mais tranquilo. Ele - Nossa, você tem uma mão boa pra massagem ein.. Ta bom demais.. Eu - Aé? Que bom mano.. Eu não tenho muito jeito, mas tô tentando rsrs Ele - Eu tô quase dormindo, qualquer coisa vc me acorda. Eu - Relaxa, tá acabando já e vc já levanta. Aí voltei para as costas dele e sentei novamente em sua bunda, que agora estava sem shorts e só de cueca também. Eu comecei a roçar meu pau de propósito pra ver se falaria algo, e não disse nadinha. Eu roçei tanto e chegou a melar a cueca dele, porq meu pau é muito babão, não é grande, tem 16cm rosadinho e teto, acho bonito meu pau. Quando creme secou eu pedi para que virasse de barriga para cima e adivinha, para minha surpresa ele estava com seu pau duro na cueca, eu nunca tinha visto, é muito parecido com o meu em tamanho e forma. Fiquei olhando e massageando as pernas ao mesmo tempo rsrs. Sem dizer nenhuma palavra, eu fui aproximando minhas mãos do pau dele.. Massageando e passando a mão cada vez mais perto, até que encostei e ele não disse nada, encostei várias vezes e não disse nada.. Entao peguei e pau dele e tirei pra fora da cueca pelo lado sabe, não descendo a cueca, mas só tirei o pau pra fora por baixo, onde entra as pernas. Eu punhetei um pouco a rola do meu irmão que também é babona como a minha. Eu pensei comigo, vou chupar rsrs e coloquei a boca.. Chupei bastante a rola do meu irmão que eu só escutava os gemidos. Ele - Ahhh, nossa.. Ele - Que quentinho... Eu - Tá dahora? Ele - Não fala nada. Só chupa! Ele - Eu vou gozar.. Huumm.. Ahhh.. Nossa puta que pariu, vou gozar.. Nisso jorrou vários jatos de porra dentro da minha boca, quentinho e bem denso, acho q fazia alguns dias que não gozava, uma porra viscosa e bem farta, encheu minha boca.. Quase cuspi, mas acabei engolindo por ser do meu irmão kkkkkk. Eu continuei chupando a rola dele até deixar bem limpinha e sem nenhuma gota de porra. Lambi suas bolas e pinhetei um pouco pra terminar de ter o orgasmo. Ele - Nossa, que vergonha da porra. Nunca imaginei isso. Eu - Relaxa, tá suave pra mim. Ele - Não sei o que falar. Mas foi o melhor boquete que já tive mano. Ele coloca suas roupas e sai do quarto. Eu ainda não tinha gozado, então tranquei a porta do quarto e bati uma punheta pensando naquele momento gostoso que acabei de realizar, gozei em 1min, e que gozada gostosa e farta tbm. Depois disso, não falamos no assunto e não aconteceu novamente, mas tenho muita vontade de que aconteça de novo, quem sabe... Hehehe. Esse conto é curtinho, porq foi até que rápido o acontecido e a maior parte do tempo ficamos em silêncio. Em breve mais aventuras minhas, tenho várias para contar.

quinta-feira, 31 de março de 2022

Meu tio bebedo 😈

 

Minha família por parte de mãe sempre foi bem unida, fosse em momentos festivos ou em momentos ruins. Quando estava no início da sétima série, meu tio Bruno descobriu que sua esposa o traia com vários caras incluso com seu melhor amigo, e quando brigou e a colocou contra a parede, a esposa o expulso de casa, o amigo nunca mais falou com ele e ele virou chacota do bairro. Por ser o parente mais próximo e sem outras opções tio Bruno procurou minha mãe, pra ficar um tempo com a gente. Como morávamos em um apartamento, não tínhamos muito espaço então ele começou a dividir o quarto comigo. Nessa época morávamos no penúltimo andar de um prédio de 8 andares, era uma região com alguns prédios, inclusive um que ficava a poucos metros do meu, tão perto que eu podia ver da janela do meu quarto, q parte interna de alguns cômodos dos apartamentos do prédio vizinho. Com todo esse problema o tio Bruno que sempre foi um cara alegre e extrovertido, passou a ficar muito recluso, isolado no quarto, quase sempre sem falar nada, e além de disso passou a beber muito. Não se cuidava, deixou a loja de eletrônicos que era dono a cuidado dos funcionários. Era de se entender foi um grande baque pra ele, minha mãe pediu unicamente que tivéssemos paciência com ele e o tratassemos bem. Meses foram passando e meu tio Bruno havia melhorado um pouco, passou a sair de casa, ia em um boteco próximo e voltava ciando de bêbado. Ele voltou a conversar com a gente, houve finais de semana que quase viramos a noite vendo TV e conversando. Aquele ano as temperaturas quase bateram recordes, mesmo no início do inverno o sol estava de rachar. Eu estava de férias e não tinha lugar pra ir, ficávamos em casa a maior parte do tempo com o mínimo de roupa possível, claro cada um dentro dos seus quartos, sempre que íamos pra algum cômodo comum, íamos vestidos. Eu e meu tio ficávamos apenas de cueca, e foi no apesar desses dias que eu comecei a reparar no corpo dele. De forma bem discreta meus olhos sempre eram atraídos pra ele. Seus braços, seu peitoral forte e peludo que fez uma trilha de pelo passando por sua barriga até chegar nas suas partes onde sua cueca cobria. O volume que se criava ali me tirava o sossego. Meus olhos sempre paravam no volume do seu pênis escondido sob a cueca. E tudo aquilo me deixava louco, meu corpo fervia, mas eu não sabia exatamente o porque, mas estava o tempo todo o olhando. Na primeira oportunidade que tive, durante a madrugada corri pro computador da casa e comecei a procurar sobre homens na internet e quanto mais eu via mais desejo sentia, meu pau babava dentro da minha cueca vendo videos eróticas de hétero, inclusive foi vendo aquelas videos que aprendi a me masturbar. Entre uma página e outra apareceu um site erótico gay e fiquei louco, comecei a mexer no meu pau igual vi nos vídeos anteriores. Vi homens beijando outros homens, lambendo axilas, chupando os mamilos, mas quando eu os vi colocando o pau na boca de outro e depois enfiando dentro do cu, eu não me aguentei e gozei pela primeira vez. Eu sentia muito desejo de colocar o pênis do meu tio na boca, ficava imaginando isso durante o dia inteiro. Queria saber qual era o sabor de um pau queria saber como que era sentir um pau entrando no meu cuzinho. Me masturbava quase todos os dias pensando nisso depois que aprendi a bater punheta. Alguns meses se passaram e tio Bruno estava bem melhor, tinha voltado a trabalhar, mas ainda continuava bebendo. Porém começaram a aparecer brigas da minha mãe com meu pai. Eu nunca entendia o motivo, mas lembro que ficava muito preocupado com toda aquela briga. Eu e minha irmã nós sentíamos bem estressados com tudo isso dentro de casa, e uma forma de sairmos um pouco foi nos inscrevemos numa ONG próximo a nossa casa onde ficavamos la a maior parte do dia. Eu fazia natação e aulas de informática, quando chegava em casa apenas jantava e tomava banho, em seguida ia pra cama e apagava, tinha um sono extremamente pesado. Certa noite eu acordei, estava com muita cede, da posição que estava, assim que abri os olhos vi a cama do outro lado do quarto alguns movimentos e suspiros. Eu não tinha entendido o que estava acontecendo e decidi ficar quieto. Aos poucos meus olhos foram se acostumando com a pouca luz que entrava no meu quarto pela janela, e pude entender o que meu tio estava fazendo, ele estava se masturbando. Meu pau ficou duro na hora, não imaginava que ele fazia isso, das vezes que ele saia e voltava tarde ou bêbado sempre imaginei que era pra ficar com alguma mulher. Com aquela distância e com a escuridão eu não podia ver o pênis do meu tio direito, mas só aquela silhueta e os suspiros dele eram o suficiente pra mim naquele momento. Eu queria muito me masturbar também, mas não queria que ele soubesse que eu estava acordado, então apenas me contive. Ficava olhando pra ele, e me imaginando chupando-o, ou batendo a punheta por ele. Aquele desejo que eu sentia anteriormente só aumentava, meu corpo queimava por dentro, senti vontade de pular em cima dele, mas continuei apenas parado, fingindo estar dormindo. Não valia o risco fazer qualquer coisa, ele poderia brigar comigo ou contar prós meus pais, que ultimamente já estava bem nervosos, então apenas esperei e fiquei apreciando. Não demorou muito pra ele gozar na sua barriga e limpar toda a porra com algum pano qualquer. Depois disso mesmo muito excitado acabei dormindo. No dia seguinte tentei encontrar aquele pano que ele havia limpado o gozo, mas meu tio o escondeu muito bem e não achei. Eu queria ver meu tio se masturbando novamente, me perguntava se ele sempre fazia isso com meu dono pesado. Eu tinha que arranjar um jeito de saber, mas a maioria das vezes eu simplesmente dormia a noite toda. Então eu adotei uma estratégia de ficar sem beber água depois de x hora pra eu poder sentir cede durante a noite e acordar. Bom, dito e feito, no primeiro dia acordei já com a esperança de velo se masturbar, mas nada aconteceu, as semanas foram passando e vez ou outra o pegava se punhetando e eu gostava tanto de ver, algumas vezes depois dele gozar e dormir eu me masturbava alí mesmo, gozava na minha cueca e depois voltava a dormir. Porém na última sexta-feira de setembro daquele ano, o tio Bruno chegou em casa extremamente bêbado, 20hs ele já havia apagado na sua cama no meu quarto, e 22hs eu já estava morto de cansaço e fui dormir também. Naquela noite acordei e pro meu prazer meu tio estava se punhetando forte, conseguia ouvir o barulho de cada movimento e de cada suspiro dele. O cheiro de álcool estava pelo quarto todo e eu já estava extremamente excitado com todo o clima, mas dessa vez foi diferente. Ele estava demorando pra gozar, parecia inquieto na cama e acabou se levantando, fechei meus olhos, deixando- os apenas uma pequena brecha pra poder vê-lo e que ele não visse que eu estava acordado. Tio Bruno andou um pouquinho passou por mim e pude ver seu pau mais claramente devido a baixa iluminação do prédio vizinho que vinha pela minha janela. Minha boca salivava de forma que eu estava quase babando, tio Bruno foi até a porta, a trancou, voltou e parou a minha frente, por alguns minutos ficou ali, acho que me olhava, não podia confirmar com o pequeno ângulo que as pequenas brechas dos meus olhos viam. Tio Bruno me chamou com sua voz de alguém bêbado, "Rafa", mas não respondi, me deu cutucou algumas vezes vezes e continuei fingindo estar dormindo. O pau do meu tio estava logo a frente do meu rosto, parecia estar muito duro, e babava. Depois de alguns segundos no silêncio, meu tio colocou o polegar no meu lábio inferior e o ficou deslizando de um canto a outro, ouvi um suspiro. Ele tirou seu dedo do meu lábio, se apoio na parede onde minha cama fica encostada e se abaixou um pouco, agora seu pau estava a pouquíssimos centímetros do meu rosto, e eu sentia o cheiro salgado dele. lentamente direcionou o pau para os meus lábios, passando a glande no contorno do lábio superior e inferior. Eu não acreditava que aquilo tava acontecendo, meu pau pulsava na minha cueca de forma descontrolada, onde tive que me segurar pra meu tio não perceber. Sentia minha cueca se molhando com o meu pré gozo. O tio Bruno continuava a passar o pau nos meus lábios, fazendo um pouquinho de força, tentando a penetração, e aos pouco vou cedendo e sinto aquele pedaço de carne adentrar na minha boca, depois toca na minha língua e sinto o gosto do seu pau suado e do seu pre gozo. O ouço suspirar, mas meu tio Bruno tira o pau da minha boca e coloca seus dois polegares nos meus dentes tentando abrir-la um pouco mais, novamente apenas cedo ao desejo dele. Ele aguarda alguns segundos e volta a colocar a cabeça do seu pau na minha boca, em seguida um suspiro e um gemido contido. Eu me segura pra não começar a mamar a rola dele, queria sugar cada centímetro e degustar do gozo e pre gozo que ele poderia me oferecer, mas estava com muito medo do que poderia acontecer se ele soubesse que estava acordado. Meu tio enfiava e tirava seu pau da minha boca. Não colocava muito fundo, acho que tinha medo de tapar minha respiração e eu acaba acordando sufocado. O movimento dele foi aumentando, e minha boca salivava de tal forma que saliva começava a escorrer pelos cantos. Tio Bruno sussurrou baixinho "isso meu sobrinho chupa o caralho do tio" e suspirava e continuava com o movimento, mas então disse "que boquinha deliciosa Rafa, quentinha e apertadinha desse jeito, fico imaginando como deve ser esse seu cu no meu caralho, queria tanto senti-lo". Quando ouvi meu tio dizendo que queria comer meu rabo, eu cheguei ao meu ápice de tesão e meu pau começou a jorrar porra, eu estava gozando, segurando pra não me contorcer de prazer com aquela gozada que sequer havia tocado no meu pênis. Mas infelizmente meu corpo fez alguns movimentos involuntários que não pude conter, assim que me viu mexendo, tio Bruno tirou o pau da minha boca e correu pra sua cama, deitou e ficou parado. Continuei parado para ver se ele voltava, mas estava demorando e em dado momento apenas dormi.

sexta-feira, 4 de março de 2022

Meu meio-irmão me ensinando como fazer sexo no meio da noite - Brotheragem

(Mudei os nomes para proteger minha identidade, sei que não tem perigo mas nunca se sabe) Me chamo Bruno, tenho 25 anos e sou o que chamam de padrão. Não sou assumido, não por vergonha. Não sou uma pessoa então todas minhas experiências foram com amigos, familiares ou pessoas próximas de um desses dois. Meu irmão se chama Caio, ele é 4 anos mais velho que eu pois meu pai o fez antes de conhecer a minha mãe e ter minha irmã e eu. Ele é daquele tipo de homem safado que não pode ver uma mulher que já quer comer. Tem bunda e perna definida por jogar futebol. Na época ele tinha 17 anos e tava namorando com uma garota muito legal. Nesse final de semana ele decidiu dormir la em casa e como é uma casa pequena dormíamos na mesma cama solteirão. Lembro que nesse dia estávamos deitados e ele estava em ligação com a namorada, percebi que estavam falando safadezas sem que eu percebesse. Lembro do meu irmão perguntando quando poderá levar ela pra chupar picolé (kkkkk). Fiquei excitado com essa conversa pois ainda estava na idade de descobrir as coisas. Quando desligaram eu não conseguia ficar quieto e comecei a puxar assunto - Caio, se eu te fizer uma pergunta tu promete que não vai rir de mim? - É o que carai? diz logo - meu irmão não leva nada a sério, mas estava com tanto tesao que queria instigar - Como é que faz sexo? - Oxe, e tu já tá querendo fazer é? - Tem uma boyzinha que to a fim dela, mas não queria fazer feio - menti - Deixa que eu te ensino Ele falou isso e subiu em cima de mim, no começo eu acho que ele fez brincando pra tirar onda, mas ele começou a roçar em mim fazendo movimento de vai e vem. Sentia o pau dele e ainda não estava excitado, mas eu tava duro que nem pedra. Ele chegou bem no meu ouvido e sussurrou: - É assim que se faz, você vai metendo até ela gozar Eu tava me contorcendo de tesao, mas não tava satisfeito. Então perguntei: - E o que faz com a boca? Ele deu um sorrisinho de lado e falou “isso”. começou a beijar meu pescoço e subir pra minha orelha. Eu tava conflituoso pois era meu irmão e nunca tive nenhuma experiência assim, mas não conseguia falar nada, só deixei ele sarrar em mim e ficar beijando. Até a gente escutar meu pai na cozinha que fica do lado do meu quarto, ele ficou imóvel em cima de mim. Dava pra sentir a respiração dele no meu ouvido. Ficamos assim uns 3 minutos até meu pai voltar pra o quarto. Ele finalmente falou - Entendeu como é? Mas aí eu senti o pau dele duro na minha coxa, decidi não deixar parar aí e disse que ele não tinha ensinado como botar o pau na buceta. Ele saiu de cima de mim e me virou de lado. Disse que era só molhar o dedo e ir abrindo aos poucos. Assim que ele disse isso ele levou os dedos dele na minha boca e me fez chupar. ele colocou a mão dentro da minha cueca e começou a brincar com meu cuzinho. Peguei na bunda dele e comecei a roçar nossos paus. No momento fiz uma loucura que até hoje me arrependo, fui com tudo beijar ele. Ele se esquivou e fez um sinal negativo com a cabeça. - Ta muito safadinho Ele disse rindo, fiquei com vergonha na hora. Mas ele levou logo os dedos pra minha boca de novo e dessa vez enfiou um dedo no meu cu. Tava com tanto tesao que não aguentei e acabei gozando na cueca, gemi tanto que ele teve que tampar minha boca com a mão. - Agora ta preparado pra comer a boyzinha - ele falou rindo e me deu um selinho Depois disso fomos dormir. No outro dia tava tudo tranquilo, meu irmão é bem de boa e safado, não me preocupei em ficar estranho. Tivemos outras aventuras juntos, mas isso eu posso fazer outros contos sobre no futuro. Esse foi o meu primeiro contato com sexo, espero que tenham gostado.

domingo, 10 de outubro de 2021

DESTRUÍDO PELO PRIMO SAFADO

 

Atualmente tenho 25 anos, sou moreno, baixinho, 1,60m e 60kg, não sou de me fazer auto elogio, mas dizem que eu sou gostosinho e tenho uma bundinha bem apetitosa e gulosa também. Vou contar pra vocês a primeira vez com um homem por quem eu tinha uma queda imensa e, que por mero acaso, era meu primo. Eu estava com dezoito anos, morava numa casa com um terreno grande onde havia outras casas e numa delas morava ele, Renato, alto, 1.80m, 80kg, 20 anos, um tesão de homem. Apesar de ser apenas dois anos mais velho que eu, achava meu primo um homão da porra. Meu cuzinho chegava a piscar só de olhar para ele. Numa tarde de verão, sozinho em casa, meus pais haviam saído para resolver algumas coisas, resolvi jogar vídeo game mesmo não sendo muito bom nisso, principalmente em jogos de corrida. Estava de short de moletom folgadão, sem camiseta e largado, quando de repente entra o Renato em casa, sem camisa e vestindo apenas um short desses de futebol e sandálias de dedo. Os pais dele haviam viajado e ele estava meio perdidão em casa. — Caio, posso jogar com você? - Me pediu com aquele rosto e sorriso lindos, me deixando encantado. —Claro que pode Re, senta aí. – Estava no meu quarto, deitado na cama e me afastei para dar lugar para meu primo sentar. Ele colocou um jogo de corrida e, pra não contrariá-lo, eu aceitei jogar, mas perdi todas. — Porra Renato assim não vale, você tá roubando. - Disse empurrando ele e já ficando excitado de tocar naquele busto forte. — Estou nada, é que homem de verdade manja de corrida, você que não se garante. – Ele disse sorrindo e passando a mão em meus cabelos, despenteando tudo. — Então vamos jogar um de luta, porque homem de verdade também deve ser bom de briga. Colocamos um jogo de luta e eu comecei a ganhar dele e tirar sarro também: — Nossa seu trouxa, não é homem de verdade não? Tô ganhando todas. – Disse sorrindo e empurrando ele novamente. — Fica me provocando que já já você vai ver se sou homem ou não. – Meu cuzinho piscou nesta hora e eu resolvi arriscar. — Nossa! Vai fazer o quê? Me comer? - Joguei o verde para colher maduro. — Exatamente. Se eu ganhar a próxima seu cuzinho é meu. – Quase perdi o fôlego ao ouvir isso daquele cara que eu desejava há muito tempo. Voltamos a jogar e inexplicavelmente eu perdi. O que teria acontecido? Cheguei até a fazer um joguinho de surpresa. Me senti um ator nessa hora. — Caio, você perdeu e combinado é combinado. Vou arregaçar esse teu cuzinho. — Eu vou cumprir o que foi combinado. Homem honra sua palavra. – Disse meio indignado, mas por dentro eu estava vibrando de vontade. - Então vem aqui e pega no pauzão de seu priminho. – Ele disse isso e se levantou, ficando em pé na minha frente. Sentei na beira da cama e puxei seu short para baixo e, pra minha grata surpresa, o pauzão do puto já estava duro e saltou na minha cara implorando para ser chupado. Era um pau lindo, não muito grande, tinha uns 17cm, mas muito grosso e veiúdo e tinha uma cabeça redonda e grande, muito apetitosa. Não perdi tempo e comecei a chupá-lo, primeiro dando pequenas lambidinhas na cabeça, depois engoli o máximo que pude engasgando algumas vezes e ele me olhava falando: — Isso priminho, chupa a pica de um homem de verdade, lambuza bem meu cacete que logo ele vai entrar nesse seu cuzinho. — Não vejo a hora, quero ver se você é homem de verdade para fazer o que diz. Chupei ele por uns 10 minutos e quando forçava aquele cabeção na minha garganta sentia seu pau pulsando. Ele pegou meus cabelos e começou a socar em minha garganta como se fosse uma bocetinha quente e úmida. Ele então me jogou na cama e ordenou: - Fica de quatro priminho. Você agora vai ser minha putinha e levar muita rola nesse cuzinho. – Me arrepiei inteiro só de ouvir isso. Ele se abaixou e, inesperadamente, meteu a língua em meu cuzinho me levando à loucura. Sentia aquela língua dura e quente me abrindo o buraquinho, quase me penetrando, gemi gostoso e me contorci como uma putinha no cio. - Tá gostando né putinha? Eu sempre soube que você queria dar pra mim. Pena que não fizemos isso antes. – Fiquei surpreso ao ouvir isso e pedi bem manhoso: - Então mete meu macho. Arromba o cu de seu priminho. – Ele encostou a cabeçona do caralho em meu cuzinho, deu umas pinceladas e então forçou a entrada. Senti aquele cogumelo pular pra dentro de mim e soltei um gritinho de dor. - Ai meu cu cara. Tá doendo. – Ele não me deu ouvidos e continuou empurrando até que eu senti seus pentelhos encostarem em minha bunda carnuda e gulosa. — Pronto priminho. Agora que entrou tudinho eu vou começar a bombar. Ele começou a estocar meu cu com força, eu sentia aquele mastro de carne duro e quente arregaçando minhas preguinhas. As vezes ele tirava quase todo e metia de novo me segurando pela cintura enquanto socava fundo e sem dó. Comecei a gemer forte e rebolar muito naquela vara. — Isso, geme gostoso priminho, você tá me deixando louco. – Sentindo que ele poderia gozar eu falei: — Vamos trocar de posição, quero cavalgar em você. – Ele deitou na cama com o pauzão duro para cima e eu sentei nele com gosto, fui descendo devagarinho, deixando ele louco de tesão. — Isso minha putinha, senta no meu caralho e quica gostoso. — Vai meu homem me fode. – Quiquei bastante na rola dele subindo e descendo, sentindo o pau tocando bem fundo dentro de mim. Ele pediu para eu levantar e me colocou de frango assado, meu cuzinho já começava a arder, mas eu queria ser fodido por meu macho enquanto o olhava nos olhos. — Vai Renatinho me arromba, acaba comigo. — Garanto que depois de hoje seu cuzinho não será mais o mesmo. Vou te foder todo dia priminho. Ele me beijava enquanto me fodia loucamente dando fortes estocadas em meu cu, de tanto tesão eu gozei sem tocar no pau e ele, sentindo meu cuzinho piscar em seu pau, também anunciou seu gozo. — Vou gozar priminho, vou te encher de leite. — Goza no meu cuzinho goza, meu macho. — Ah seu puto! Tô gozando, tô gozando... Senti seu pau pulsar e Renato encheu meu cuzinho de leite. Caímos lado a lado exaustos e satisfeitos. — Tchau priminho, amanhã tô de volta para repetirmos o jogo de hoje. – Ele me disse subindo as escadas que levava à casa dele. Depois disso fui tomar banho e toquei uma bem gostosa já imaginando o jogo que viria a seguir. Obrigado a você que leu meu conto, vote e deixe seu comentário para que eu saiba onde melhorar.

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Meu pai me pegou dando pro meu primo. - I

 

Oi eu sou Tiago e vou contar como foram minhas primeiras transas. Chegou o Natal e a família do meu pai veio do interior passar as festas lá em casa, fazia muito tempo que eu não os via e quando eles chegaram eu tive meu primeiro crush, era meu primo mais velho Gabriel. Ele era lindo, mais alto que eu um cabelo arrepiadinho e um sorriso que me deixava com frio na barriga como se fosse uma montanha russa. Logo me aproximei e passamos o primeiro dia deles lá em casa conversando e fizemos muita amizade, acho que não conseguia disfarçar o quanto estava atraído por ele. Quando chegou a noite meu pai estava montando colchão pra todo mundo dormir na sala e no quarto de hospedes quando dei a ideia dele ficar comigo no quarto. Ninguém se opôs e ele foi dormir comigo. Conversamos a noite inteira e por mais que minha cama fosse grande ainda era uma cama de solteiro, então estávamos bem apertadinhos. Ele aos poucos foi adormecendo e eu não conseguia dormir, só conseguia olhar pra ele e pensar como ele era lindo, aproximei meu rosto do cabelo dele pra sentir o cheiro do cabelo dele e quase dei um beijo na boca. Decidi parar com aquilo pra evitar problemas e me virei de costas pra ele e dormi. Acordei no meio da madrugada com a respiração dele no meu ouvido, ele tinha me abraçado por trás e estava completamente grudado em mim, sentia o pau dele duro pressionando minha bunda e a mão dele passando pela minha barriga. Aquilo era bom demais, sentir aquele carinho dele mesmo que fosse sem querer. Mal tinha acabado de pensar nisso quando senti ele dar um beijo no meu pescoço, ele estava acordado. Fiquei com medo e assustado, quando senti ele levantar minha camisa e senti seu pau melado nas minhas costas, ele roçava a rola em mim e eu me sentia arder de tesão. Não queria estragar aquele momento então continuei fingindo que estava dormindo, ele roçou o pau em mim por bastante tempo até que ouvi ele fazer um som e senti minha bunda e minhas costas ficarem molhadas de um líquido quente. Ele pegou alguma coisa e limpou minhas costas, me abraçou de novo e dormiu. Acordei no outro dia com ele ainda com os braços ao meu redor. Eu me virei pra ele e ele fingiu que nada aconteceu. - Bom dia Ti, te atrapalhei muito essa noite? - Bom dia Biel. Atrapalhou não, dormi pesadão e você. - Dormi igual uma pedra, desculpa ai se eu fiquei muito agarrado em você, é que a cama é pequena. Ele dizia isso ainda abraçado em mim, como se fossemos namorados, e eu me sentia sem ar naquele menino tão lindo olhando pra mim tão de perto. Sentia o calor do corpo dele e os braços ao redor da minha cintura. Fiquei encarando ele durante alguns segundos e quando dei por mim estávamos beijando. Nossa que beijo gostoso, ele me envolveu com os braços, suas mãos entraram por dentro da minha roupa. Eu me roçava nele e sentia o pau dele roçando no meu. - Oh Guinho, você é uma delícia, mas a gente não pode ficar se beijando na cama de dia na casa do seu pai. Vamo levantar curtir o dia e depois que geral dormir a gente se curte tá? - Tá bom. Levantamos e seguimos o dia como se nada tivesse acontecido, era natal e os preparativos pra festa da noite me fizeram esquecer completamente do que tinha ocorrido. Fizemos a comida, a casa cheia, música alta. Minha família começou a beber inclusive eu e meu primo. Quando era por volta das 4 da manhã ele me fez um sinal e eu entendi, queria ir pro quarto comigo. A maioria das pessoas já estavam dormindo, mas me despedi do meu tio e do meu pai que ainda estavam acordados e fui direto pra lá. Quando entrei ele me agarrou e me levantou do chão já me dando um beijo de língua quente e gostoso. Ele me jogou na cama e se deitou em cima de mim enquanto nos beijávamos, estávamos os dois um pouco bêbados e esquecemos completamente deles. Tiramos a roupa e deitamos nús roçando nossos corpos - Ti, o que você já fez de sexo na vida? - Nada. - Então vou te ensinar tá? Ele se sentou na minha frente e abriu as pernas. - Vem Ti, olha meu pau, pega, vê como é. Me sentei na frente dele e como ele me mandou peguei no seu pau, senti o cheiro dele passei a mão e tão logo aproximei meu rosto só sentia vontade de saber como era o gosto daquilo, passei a língua de baixo pra cima e vi ele fechar os olhos e dar uma gemidinha. Automaticamente abocanhei aquele pau e tentei engolir ele o máximo que consegui. - Ah delícia Ti, isso que você tá fazendo chama gulosa, boquete. Pra ser gostoso basta chupar com vontade, tentar engolir o máximo que conseguir e usar os lábios pra não deixar o dente bater no pau. Ouvi as ordens dele e fiquei alí chupando ele e não sei dizer por que, mas eu estava apaixonado por chupar o pau dele, o gosto era bom, a aguinha doce que o pau dele expelia era gostosa e ver ele se contorcendo era bom demais. - Ti, vira e coloca o bumbum perto do meu rosto. Eu me virei e coloquei meu cuzinho até então virgem no rosto dele e senti ele começar a chupar meu rabinho e enfiar a língua pra dentro de mim. Aquilo era tão novo e incrível que eu estava cada vez mais ansioso e nervoso pela próxima sensação. Não tirava o pau dele um segundos sequer da boca e ele não tirava a língua de dentro de mim. - Vou começar a relaxar seu cuzinho tá primo, vou colocar os dedos e se doer vc me avisa. Eu nem parei de chupar pra responder, só senti o seu dedo entrar pelo meu cú completamente molhado, foi uma sensação um pouco desconfortável mas não doeu. Conforme ele tirava e enfiava o dedo dentro de mim eu ia relaxando e ele ia enfiando a língua e os dedos cada vez mais pra dentro e com mais facilidade. - Já tá relaxado o rabinho, quer dar pra mim? - Quero - Então fica de quatro pra mim. Eu me coloquei de quatro e ele começou a meter, no início ele doeu um pouco mas eu estava com muito tesão e não consegui pedir pra ele parar, só queria que ele metesse mais a mais. - Primo teu cú é uma delícia, apertadinho e quentinho. Tá gostando de levar rola? - To sim, tá bom demais. Ele socava fundo e eu sentia dor e prazer ao mesmo tempo, era a primeira vez que eu sentia meu cu sendo alargado por uma rola e eu não queria que aquilo acabasse nunca mais. - Vou começar a bater uma punheta no teu pau e quando você for gozar me avisa tá. - Tá bom. Ele socava rápido e batia rápido uma punheta no meu pau e em alguns minutos eu estava quase gozando. - Biel vou gozar. - Isso primo, então vou gozar também, só dentro de você. Quando ele estava acabando de falar eu comecei a gozar e senti ele meter mais forte e gozar dentro de mim. - Ai que delícia de cuzinho Ti, acho que nunca gozei tão gostoso, e você também gozou pra caralho. Nisso ele levantou a mão cheia de porra e trouxe bem perto do meu rosto. - Lambe sua porra. - Que nojo primo. - Não é nojento não Ti, é gostoso, lambe. Eu fechei os olhos e comecei a lamber minha porra da mão dele. Quando ouvi a porta e a voz do meu pai. - MAS QUE PORRA É ESSA?

Dei para o meu tio que me odiava - Parte 2 (final)

 

Antes de retornar ao conto, fico muito feliz que a minha escrita não é tão ruim assim e que vocês curtiram. Muito obrigado pelos votos, apesar de não saber muito bem o que isso significa hahaha eu ainda estou aprendendo a mexer nessa plataforma, então não sei se tem como responder cada um dos comentários, mas tentarei. Só quero agradecer mesmo! Vamos para lá para a segunda parte e última. Eu saí daquele banheiro me tremendo inteiro e com uma boca toda inchada por causa da virilidade que aquele homem tinha me beijado, disfarcei por um tempinho no quarto e quando as coisas se acalmaram, retornei para festa. Quando eu voltei o meu tio já estava lá e eu segui para a mesa que estava sentado. A minha família é muito cachaceira, eles só costumam ir dormir quando a bebida acaba e isso na maioria das vezes acontece já pela manhã e não foi diferente. A madrugada foi passando, meu tio evitou beber muito (já que eu pedi, obviamente), ele de vez em quando dava umas encaradas, uns sorrisinhos de lado e eu quietinho, fazendo o pleno. Mal sabia a família o que tinha acontecido e o que viria a acontecer. hahahaha minha família começou a se despedir e ir dormir e só restou na festa eu, meu tio Fernando, meu primo Henrique e meu pai: - Já deu pra mim, tô exausto. Vou dormir! Mas antes de ir, vem cá, pq me colocaram com meu tio no quarto se eu sempre dormi com Henrique e Gustavo (os dois nomes são fictícios, tá, gente? melhor evitar kkk)? - Pra você e ele se resolverem logo, sua avó que pediu. Respondeu o meu pai. - Ah tá, mas a gente se resolveu antes da festa mesmo! Se ele quiser ir dormir com Cintía tá beleza, né, tio? os meninos podem voltar. (eu fiz pra pirraçar) - Não pq o Gustavo já tá dormindo no outro quarto e a Cíntia já tá dormindo também com sua avó, hoje seu tio dorme com você e amanhã as coisas voltam ao normal. Voltou a responder meu pai. - Ah, beleza então. - Ô, moleque, você não quer dormir comigo, não é? Eu bem preferia tá dormindo com minha mulher, ela esquentando minha costela. Mas sobrou você aí com essa cara feia. Dei risada e acabei me despedindo: - Tio, já vou indo. Só vou tomar banho! Vê se quando entrar no quarto não faz muito barulho pq eu tenho um sono leve. - Não vou demorar muito, não, princesa do sono leve, acabou a cerveja. E lá fui eu tomar meu banho, não porque eu iria transar, mas é porque eu não consigo de jeito nenhum deitar na cama sem tomar banho antes e principalmente depois de uma festa, eu sou bem limpo, beira a chatice hahahaha fui, tomei meu banho, passei meu cremezinho e deitei (e não fiz a chuca, tá? morrendo de preguiça. Quem quer comer cu precisa entender isso, é um CU e tem chances de sujar seu pau, simples assim. Não gosto de muita frescura nesse sentido. Faço de vez em quando). 20 minutos depois entra meu tio de toalha no quarto: - Rapaz, essa água tava boa, hein? Tive que ir tomar banho, suei feito um porco. - Tava sim. Cadê meu pai, já foi dormir? - Já sim, todos já foram. Eu fui o último pq esperei o Henrique tomar banho também. E venha cá... - Lá vem kkkkk - Que história é essa de "pode ir dormir com a Cíntia e eu durmo com meus primos", seu fdp? Eu ia te dar uma resposta a altura, mas fiquei quieto. - Falei pra te irritar e eu bem queria que você desse uma resposta kkkk - Você gosta de fazer provocaçãozinha, né, sua putinha? Queria que eu soltasse um "Não, você vai dormir com seu macho" bem ali na frente do seu pai? - Deus é mais kkkkkk vem aqui, tio, tá demorando demais. - Já que você insiste tanto, meu sobrinho. E ele veio, mas antes tirou a toalha e colocou pendurada na fechadura da porta e trancou a mesma. O cretino já estava sem cueca e com pau duro, a iluminação do quarto estava no meio termo porque a claridade entra pela parte inferior da porta, então conseguíamos enxergar tudo. Ele deitou do meu lado já nu e eu estava de cueca, primeiro ele começou me beijando com aquele hálito de menta (amém). Até hoje não consigo descrever como o nosso beijo encaixou, o beijo era como ele: viril. Ele enfiava a língua na minha boca como se tivesse como se fosse um direito a ser tomado, mordia meu lábio inferior e isso a mão dele já estava dentro da minha cueca apertando minha bunda e passando os dedos pelo meu anelzinho. Eu enlouqueci completamente, eu sou fissurado em beijos e quando me deparo com um que sabe o que está fazendo eu perco a noção do perigo. A nossa sorte era que o quarto que estávamos era o mais afastado, logo, poderíamos gemer, não tão alto obviamente, mas ainda poderíamos. Ficamos um tempinho só nos beijando, ele mordia meu pescoço, meu queixo, logo em seguida lambia os mesmos lugares. Eu que não sou bobo e já estava ali decidi ficar por cima e comecei a fazer o mesmo e fui abaixando, mas fiz questão de demorar nos mamilos (ele sente MUITO prazer no mamilo e eu percebi isso no ato), mordia de leve, passava o dente, lambia e ele enlouquecendo: - Se você continuar fazendo isso eu vou gozar logo, caralho. Que porra é essa? Eu continuei, mas logo em seguida fui abaixando mais e distribuindo beijos pela barriga até que chegou naquele pau de 22cm. - Nossa, seu pau tá todo babado, isso é por causa de mim? - É, seu fdp! Vai, lambe essa baba, vai, neném. (ele é esse extremo, fdp e neném na mesma frase kk) - Vou lamber sim, tio. Não se preocupe. E caí de boca. O pau estava cheiroso pq ele tinha acabado de tomar banho e foi aí que eu me deliciei mais. Lambi, chupei, coloquei as bolas na minha boca e inclusive passei a lingua pertinho no cuzinho cabeludo dele, quando passei a língua na linha entre o saco e o cu, ele gemeu de uma forma que eu nunca vou esquecer na minha vida. Segui fazendo o meu trabalho predileto por uns 10 minutos. - Chega, quero lamber seu cu agora, vem, vira essa bundinha branca pra mim. Vem. E eu fiz, fiquei de quatro na cama - Puta que pariu, eu imaginei algumas vezes eu de cara com esse cuzão e agora tô aqui. Ele não perdeu tempo, já chegou enfiando a língua no meu cu e eu gemia baixinho enquanto ele fazia tudo que sempre quis. Minha bunda e meu cuzinho nunca recebeu tanta atenção quanto aquele dia, ele lambia meu anelzinho, mordia minha bunda, lambia, dava uns tapas, e isso por umas quase 15 minutos. Ele realmente gostava de fazer beijo grego (é muito doido falar quantidade de tempo pq você acaba perdendo a noção quando só enxerga o prazer, mas eu tô tentando quantificar, tá? mas foi entre 15/20 minutos). Ele começou a enfiar um dedo, depois enfiou mais dois e conseguiu enfiar o terceiro: - Chega, tio. Eu não aguento mais, enfia logo esse pau em mim, por favor. - Implora mais, sua vagabundinha. Pede a pica do seu tio. - Por favor, tio, me come, por favor. - Seu desejo é uma ordem. Ele se levantou pra pegar a camisinha (SE PROTEJAAAAAAAM, é importante) e o lubrificante. E voltou pra mim. - Empina mais um pouquinho essa bunda pra mim, vai. Isso. E foi metendo devagarinho, eu senti cada pedaço daquela rola entrando em mim. Cada pedaço. Cada estocada que ele dava era rítmica e certeira. O bicho sabia foder como ninguém e sabia fazer isso muito bem. O som das bolas dele batendo na minha bunda era perfeito. Eu fiquei de quatro por um tempo, depois ele me virou e ficamos de frango assado, enquanto ele metia em mim, me beijava como se eu fosse a salvação dele, ele não parava de me beijar por um minuto, eu engolia os gemidos dele, os sussurros, tudo. E ele engolia os meus. Engolia os meus "mete mais forte, tio. mete em mim". Logo em seguida, ele me colocou em cima dele pra eu cavalgar e isso eu faço muito bem. Eu amo quando estou por cima e desço de vez no pau do meu parceiro, gosto de assistir a luxúria, o prazer, o desejo enquanto eu comando, enquanto eu rebolo. Confesso que sou um passivo meio dominador ahahaha mas eu gosto que me dominem da mesma forma. - Eu já estou perto de gozar, se você der mais uma descida dessa acabou o homem aqui. E eu quero gozar na sua bunda, vira de quatro de novo. E assim eu fiz, saí de cima dele, mas antes eu desci com tudo: - Você é um filho da puta provocador, né? - Sou, tio. Agora você já sabe. - E vou saber bem mais. Virei e ele começou a estocar de novo, só que dessa vez mais rápido e mais forte, os nossos gemidos aumentaram também e eu já estava fora de mim. Naquele quarto não existia pudor, medo, controle. Era sexo cru, potente, descontrolado. E foi assim que chegamos ao primeiro gozo dele, só que antes ele tirou a camisinha rápido e eu senti a porra pelas minhas costas, na minha bunda e ouvia os urros dele, parecia animalesco mesmo. Aquilo pareceu o encaixe para minha chave, porque enquanto ele gemia daquela forma eu já estava gozando também. Pode parecer mentira e irreal, mas eu até hoje me questiono se um dia vou conseguir criar um laço/conexão tão crua durante o sexo. Nós combinamos de uma forma surreal naquela cama. Após gozarmos, ele deitou do meu lado: - Caralho, o que acabou de acontecer? - O melhor sexo da minha vida? Ele deu uma risadinha baixa e me deu um selinho - Eu preciso de alguns minutos pra conseguir me mexer. - Eu nem vou falar de mim, tio. Minhas pernas continuam tremendo. - Eu falei que era melhor que os novinhos, você que não quis acreditar. - KKKKKKKKKK aiai Ficamos mais alguns minutos em silêncio, quando eu decidi me levantar pra tomar um banho, mas antes tinha que arrumar a cama: - Sai pra eu arrumar isso. - Depois que me usar quer me expulsar? - Isso mesmo, kkkkkk - Filho da puta ingrato. Ele levantou, eu arrumei, fui tomar meu banho e ele o dele (eu disse que sou fissurado em limpeza) e uns 20 minutos depois estávamos deitados novamente. Talvez não tenha ficado claro no primeiro conto, mas no quarto tinha uma cama de casal e uma cama de solteiro. - E agora, o que faremos? Perguntei a ele. - Continuaremos transando, ué. Simples assim. - Simples, tio? - Simples, Danilo. A gente fodeu gostoso, rolou química, nós gostamos e vamos repetir sempre que pudermos. Ou você não quer? - Claro que eu quero. - Então pronto. Não tem drama, não tem moralismo, não tem nada. Vamos transar e acabou! - Ok então. - Você vai se viciar nesse macho aqui, meu sobrinho. Quando menos esperar você vai tá me ligando pedindo pra eu te comer de novo. - Ou você vai me ligar pedindo pra sentir a minha rebolada, né? - Eu vou mesmo, pode apostar que eu vou. Ficamos conversando mais um pouquinho até que o sono venceu e dormimos na mesma cama (maluquice talvez). Eu sempre acordei cedo, então isso não ia mudar mesmo tendo ir dormir de manha, quando foi umas 9:00 eu já estava desperto e o meu tio estava do meu lado dormindo. Qual a melhor maneira de acordar uma pessoa? fazendo um boquete. E foi isso que eu fiz. Chupei aquele pau como se fosse o último pau da terra e ele acordou gemendo e se contorcendo: - Bom dia, tio. - Você quer me matar, né? - De prazer? sim. Só relaxa e curte! Fiz o que tinha que fazer, ele gozou uns 5 minutos depois: - Vou me acostumar mal desse jeito. - Peça a Cíntia pra fazer, pq a mim você terá de vez em quando. - Arrombado! KKKKKK Ele me deu um beijo de língua, e foda-se que ele tinha acabado de gozar na minha boca, foda-se o hálito matinal, a luxúria ainda imperava ali naquele momento e curtíamos. Depois do beijo, eu saí pra tomar café e ele veio logo em seguida. Só minha avó e meu outro tio estavam acordados, ninguém percebeu nada, ouviu nada (não sei como não ouviram, mas eu agradeço kkkkkk) e seguimos a vida. No mesmo dia ele voltou a dormir com a mulher e eu com meus primos, não deu pra fazer mais nada naqueles dias conseguintes, mas eu e ele ainda mantemos contato, 2 anos depois. HAHAHA saímos de vez em quando e já cometemos algumas loucuras que eu tô pensando em contar aqui mais pra frente. Eu não tenho uma vida sexual beeeeem ativa, mas tenho algumas histórias para contar. Espero que vocês tenham gostado do conto, ele é verídico, todos os detalhes são reais mesmo. As falas que podem não ter sido do jeito que narrei aqui, porque 2 anos depois não vou me lembrar detalhadamente de todas as palavras, mas é muito parecido e o sentido é o mesmo. Espero o feedback de vocês! Tô pensando em contar a primeira vez com meus dois primos naquele mesmo quarto. Veremos! Beijos pra todos e muito obrigado mais uma vez <3 E eu morto perto de Salvador, tá? Quem for de Salvador ou das adjacências já me adiciona! hahaha

Meu pai me pegou dando pro meu primo. - 2

 

Continuando o conto anterior "Meu pai me pegou dando pro meu primo. - 1" - Pai! - QUE MERDA VOCÊS DOIS TÃO FAZENDO. - Não é isso pai. - Não é!? Você lambendo porra da mão do seu primo com e ele com o pau enfiado em você? NEM TRANCA A PORTA CARALHO! Porra Gabriel e se sua mãe entra aqui, seu pai!? Como vocês fazem uma merda dessa no Natal!? - Tio Desculpa eu... - Não tem conversa, se limpem os dois e vão dormir. Gabriel seja discreto com seus pais, não quero estragar o natal da família e Tiago nós dois conversamos sobre o que eu vi aqui amanhã. Vou fingir que não vi o que vi aqui pra não estragar o Natal de todo mundo, mas vocês dois são dois filhos da puta irresponsáveis. Meu pai saiu, eu e o Gabriel ficamos em choque. - Ti, desculpa, é minha culpa. - Não primo a gente tá junto nessa. - Seu pai vai te bater amanhã? - Não sei, não sei o que esperar... Ele me deu um beijo e fomos nos limpar e dormir. Quando acordei de dia meu pai fingiu que nada aconteceu e nos tratou bem no café da manhã, mas percebi que ele fez questão de dizer que precisava encerrar a festa e que todo mundo precisava ir embora antes do almoço por que ele tinha um compromisso. Percebi que meus tios ficaram meio chateados mas logo se arrumaram pra ir, me despedi dos meus primos e a cara do Biel indo embora me quebrou o coração. Por volta das onze a casa já estava vazia, eu estava no meu quarto sozinho com medo do que viria quando ouvi meu pai me chamar. - Gabriel, vamos conversar, pode vir pra sala. - Pai, desculpa, eu não sei o que dizer. - Seu primo te obrigou a alguma coisa? - Não pai. - Ele te prometeu alguma coisa? Te ofereceu algo em troca? - Não, não foi isso. - Então por que você estava fazendo aquilo com ele? Eu não consegui responder. - Eu fiz uma pergunta. - Pai... - Por que? - Não sei o que aconteceu, a gente dormiu, ficamos muito perto e... aconteceu. - Você deu pra ele por que você quis? - Sim... - O que exatamente vocês fizeram. - Pai... - Vamo muleque, responde logo, quero saber exatamente o que vocês fizeram. - Na primeira noite a gente só se esfregou e ele gozou em mim. Ontem eu chupei ele... - Chupo o que? - Eu chupei o pinto dele - E Ele? - Ele ficou enfiando dedos e chupando meu.. - Seu o que? - Minha bunda pai. - Seu cú! - É... - E depois? - Depois ele perguntou se eu queria dar pra ele, e eu disse que sim, ai ele me colocou de quatro e colocou o pinto dele em mim. - Ele colocou o pau no seu cú. - É... - Ai ele começou a se mexer e nós dois gozamos. - Ai ele botou a porra dele pra você beber? - Não... - Eu vi você lambendo porra, tinha porra na sua cara quando eu entrei. - Era minha porra, ele gozou dentro de mim. - Filho da puta... Meu pai ficou em silêncio alguns minutos me olhando e eu só conseguia observar que aquilo tinha deixado ele excitado, o volume da calça dele ficou enorme e eu fiquei muito confuso. Nos próximos dias ele não falou direito comigo e eu deixei ele ter o tempo dele pra pensar naquilo tudo e eu mesmo tinha ficado muito mexido com tudo que ocorreu. Já passava quase uma semana quando eu decidi por um fim naquilo. - Pai a gente precisa conversar. - O que aconteceu dessa vez? - Você não fala mais comigo, tem dias que está me tratando diferente. - Eu te peguei lambendo porra do seu primo com ele entalado em você, você tem ideia do quão grave isso é? Se você tivesse em uma família qualquer por ai você poderia ter levado uma surra, ter sido expulso de casa e acha que eu estar em silêncio é um castigo tão horrível assim? - Pai, me desculpa... - Já passou, esta desculpado. Meu problema não é você transar com homens, eu já via que você era diferente desde pequeno, mas meu problema é você fazer isso com seu primo, aqui em casa, a família toda, era Natal caralho!! Você não tem respeito por mim. - Desculpa pai, eu não queria te deixar assim. - Ta desculpado, mas não consigo mudar como eu me sinto. Quando ele falou disso eu comecei a chorar e fui pro meu quarto deitar, de início ele não se preocupou mas quando viu que eu estava chorando muito veio falar comigo. - Você entende que o que fez foi errado? Não dá pra desrespeitar a casa da gente; - Entendo. - Então vamos deixar isso pra lá e vamos seguir a vida, ninguém descobriu e tá bom. Nessa hora ele me abraçou e eu pude sentir seu pau ainda duro, ele estava excitado ainda. - Pai preciso te perguntar uma coisa. - Diga. - Você ficou excitado quando viu a gente transando? - Caralho garoto que tipo de pergunta é essa, claro que não. - É que você ficou de pau duro quando estava me perguntando as coisas e está agora de novo. Ele ficou constrangido, não sabia o que dizer e então sentou do meu lado. - Tá, tesão é uma parada complicada, você vai entender com o tempo. Mas sim, preciso dizer a verdade que quando lembro daquela cena eu fico com tesão. Mas isso é por que seu pai tá a muito tempo sem transar e que... sei lá, não dá pra explicar... Não tenho a mesma sorte do Gabriel de conseguir alguém pra da pra mim assim do nada. O Pau dele estava muito duro e quase fugia do short pra cima, acho que eu devo ter ficado tempo demais olhando. - Agora já ta bom de ficar olhando pro meu pau? Por que tudo bem ser viado, mas se você ficar me olhando assim direto eu não vou conseguir acalmar nunca. - Eu olhar seu pau te deixa com tesão? - Sim por que eu lembro de você daquele jeito e fico pensando na ultima vez que eu estive assim com alguém e me dá vontade de transar. - Quer ficar assim comigo pai? - Filho, não, não é certo cara, não. Ignorei o que ele disse e coloquei minha mão sobre o pau dele. Seu discurso foi interrompido por um gemido, eu estava muito excitado e queria muito ver aquele pau fora do short, com a mão tirei o elástico e o pau dele pulou pra fora de uma vez só, era lindo, grosso, tinha uma cabeça grande e brilhosa. Antes que ele falasse eu coloquei o pau dele na boca, ele praticamente urrou. - Filho, caralho o que se ta fazendo? Caralho filho... Eu não ouvia ele falar e ele não tentava me tirar do pau dele, só falava. Então comecei a chupar ele com cada vez mais gosto e vontade. Ele tinha um pau muito gostoso, era maior e mais veiudo que o do Biel e eu estava apaixonado por aquilo. Eu chupava cada vez mais forte e engolia o pau dele até engasgar e ele realmente devia estar muito excitado, por que ele gemia muito e sua expressão era de choque. Do nada ele me tirou do pau dele me olhou nos olhos e disse. - Olha só, agora é a hora de decidir o que você quer pra sua vida. Se você quiser ser meu filho e ser tratado como tal é melhor parar, se você continuar a fazer isso você vai virar meu viadinho e ai eu vou fazer o que eu quiser com você. Eu olhei pra ele e acho que nunca uma coisa me deu tanta certeza, eu queria que ele fizesse o que ele queria comigo, eu queria ser o viadinho dele, então eu dei um beijo na boca dele que ele me retribuiu com força e com tesão. - Ta decido então, volta a chupar meu pau seu puto. Dessa vez ele conduziu minha cabeça a sua rola, e socava até o fundo, como se quisesse fazer ela sumir dentro de mim. Meus olhos lacrimejavam e eu engasgava muito, mas ele não ligava; - Ah putinho você não sabe o quanto eu tava precisando dar uma socada dessas. Boquinha gostosa do caralho. Ele socava e eu sentia meu rosto ficar coberto de saliva que escorria pelos meus lábios, ele era maior e mais violento que o Biel, mas isso era maravilhoso. Senti que ele estava apressando mais as metidas e de repente ouvi meu pai urrar, senti um gosto diferente e um líquido quente na minha boca, - Engole tudo, não lambeu os dedos dele pra beber porra, agora vai engoli a porra do papai direto do pau. Eu engoli a porra dele e ele se jogou pra trás na minha cama. Eu segui mamando o pau dele, mas agora limpando por minha conta. De uma vez ele se levantou e me pegou nos braços. - Bora pra minha cama, vou fuder em cama de solteiro não. - Pai. - Pai nada, agora eu sou teu macho e tu é minha puta, depois que eu comer teu cú a gente conversa. Ele me jogou na cama e arrancou minha roupa, ficamos os dois nús pela primeira vez e eu vi como meu pai era um macho gostoso, meu tesão estava a mil e eu não conseguia pensar direito. - Tu se deu bem, acabei de gozar vou poder ficar um tempo maior brincando com teu cuzinho pra te relaxar. Ele mal encerrou a frase, me virou de costas e caiu de boca no meu cú, a barba roçando na minha bunda e a língua me invadindo, era bom demais aquilo. Ele enfiava a língua dentro do meu cuzinho e eu sentia ela dentro de mim enquanto sua barba deixava minha bunda cada vez mais com uma sensação de ardência. De repente senti um dedo forçando sua entrada pra dentro de mim, doia um pouco, mas estava bom demais. Ele revezava a língua e o dedo dentro de mim e eu me sentia completamente relaxado. Senti ele colocar o segundo dedo, depois o terceiro, e estava só curtindo aquela sensação tão gostosa. Até que ele falou, - Pisca o cuzinho pra eu enfiar o dedo pisca. Eu contraí e ele enfiou o dedo, a sensação era boa, ele repetiu a segunda vez, a terceira, na quarta vez ele me pediu pra piscar eu contraí e quando relaxei ele me enfiou o pau inteiro de uma vez só caindo em cima de mim. Eu gritei alto, mas pelo susto do que pela dor, não doeu muito eu estava muito relaxado. - Viu putinho, papai sabe meter sem machucar. Doeu? - Só um pouco, mas por que colocou tudo de uma vez? - Por que eu to com muita vontade de te fuder, na próxima posso meter no amor, mas hoje vou te comer na martelada. Ele disse isso e começou a meter em mim com força, primeiro deitado sobre mim depois me colocou de quatro e tirava e enfiava a rola inteira em mim de uma vez, eu estava em transe sem consegui parar de gemer e sentia o pau dele saindo inteiro e escorrer pra dentro de mim, com as mão coloquei minha mão e sentia o saco dele e roçando no meu e isso me dava um tesão demais. Eu já estava a muito tempo de pau duro então não resisti e comecei a me masturbar, quando comecei a gozar ouvi ele dizer. - Ta mordendo meu pau com o cú é? Morde a rola do papai morde com o cuzinho. Aquilo me fez gemer alto e senti ele então morder meu ombro com força, começando a gozar imediatamente. Senti a porra quente dele invadindo meu rabo e ele caiu sobre eu corpo, se virando e mantendo o pau dentro de mim. Ficamos em silêncio alguns minutos quando ele perguntou. - E ai, gostou? - Sim pai, você é incrível - Depois a gente vai se acertando e vai ficando cada vez melhor. - Pai.. - Não tem conversa, eu te perguntei antes da gente começar e você quis seguir, agora você não é mais só meu filho você é meu viadinho, vai dormir aqui na cama e eu vou te fuder toda hora que me der vontade, ta entendido? - Você tem certeza Pai? - Eu tenho, era tudo que eu precisava, depois precisamos agradecer seu primo hahahaha;