sexta-feira, 28 de setembro de 2012

PEGAÇAO NA CHACARA VIZINHA


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RELAXANDO O AMIGO DO ALOJAMENTO

SEXO NA PRAIA DESERTA

SEXO NA FLORESTA PART BONUS

2 AMIGOS NA SAUNA

TITIO SAFADINHO

BOFES MAGIA NO BANHEIRO

LIFEGUARD 1

O RAPAZ AQUI DA OBRA,MAMEI GOSTOSO

Boa tarde galera para melhor saber como sou e meu serviço indico como leitura meu conto. No Apto de uma obra... Essa aconteceu a alguns minutos aqui no serviço mesmo, tem um rapaz que trabalha para uma empresa que presta serviço para a nossa empresa, Thiago 18 anos, ele é branco, forte, corpo perfeito quase definido médio p/ baixo, a primeira vez que o vi brinquei com ele assim: Isso não é de verdade PQP fizeram e quebraram a forma, ele ficou sorrindo, pois não sabia que eu era gay, outro amigo meu contou para ele, hoje ao voltar do almoço percebi que ele estava com a calça de uniforme rasgada bem no meio das pernas, devido ao trabalho dele, ele abaixa e levanta muito tadinho, fato é pedi uma colega para chamar ele e pedir para ele pegar um par de uniforme comigo, ele veio e disse mandaram buscar um par de uniforme aqui é com vc? Eu disse que sim, so que teria de buscar no andar de cima, se ele podia me acompanhar? Ele disse que sim, fomos para o Segundo andar onde fica umas salas fechadas e por sinal tenho a chave de todas, no caminho falei para ele, não sei como vcs conseguem rasgar a calça sempre no mesmo lugar ele meio sem graça passou a mão por sobre a calça em cima da rola e olhou para mim sorrindo eu como não presto disse parece que tem vida própria esse negocio, ele sorriu e me olhou com cara de safado... Perguntou vc quer ver? Eu quero sim! Pelo buraco mesmo deu para ver o volume enorme que estava embaixo de uma cueca preta, magnifica, não me contive e meti a mão na rola dele por fora da calça mesmo, ele meio sem graça disse aqui não, podem nos ver eu abri a porta da sala e entrei com ele trancando ela novamente, ele percebeu, pois a sala estava escura e cheia de bagunça... Ele disse o veadinho queria rola né? Eu: Claro gostoso! Ele falou baixinho mama seu macho mama putinha, não me fiz de rogado cai de boca naquela rola que devia ter uns 19,5 para 20 cm essa é enorme, fui mamando e mamando ele se contorcendo e dizendo chupa vai, me chupa que ta gostoso, eu faço maravilhas com a língua né, ele pegou forte na minha nuca e fincou forte sua rola na minha garganta, quase morri de tesão ele falava baixinho engole ele todinho veadinho, não era isso que você queria e começou a foder minha boca com violência, fiquei com um pouco de dor, mas passou rapidinho, ele apertava minha cabeça rumo a sua rola com força, confesso que estava gostando muito daquela sensação e do gostinho de uma rola grossa entrando e saindo da minha boquinha que já estava toda fudida, fui mamando e mamando ele gemendo e falando, não para, não para que vou gozar, fiquei com receio de engolir, mas faria isso pelo meu homem menino, ele começou a meter mais forte dando estocadas violentas na minha boca e gozou na minha garganta, engoli todo o leitinho do menino ele ficou ate meio bambo e segurou-se em mim, nos limpamos e saímos cada uma para seu lado, antes de sair ele disse. Que dia vou comer essa bundinha e deu um tapa na minha bundinha... Eu disse quem sabe hoje mesmo... Ele saiu sorrindo... Se gostarem e comentarem posto o restante.

REBOLEI NA ROLA DO FUNKEIRO ENTREGADOR DA FARMACIA

Eu havia completado 23 anos e estava morando no Rio de Janeiro a menos de dois meses. Era legal poder fazer faculdade em uma cidade que não se conhece direito, pois você tem a oportunidade de ser “diferente”, afinal ninguém te conhece mesmo. Tive a oportunidade de me “remodelar”, digamos assim. Aluguei uma pequena kitchenette, de propriedade de uma senhora de pouco mais de meia-idade, que ficava nos fundos da casa dela. É um lugar bem reservado, com apenas uma cozinha, um quarto e um banheiro, pequeno, mas para uma pessoa só era o suficiente. E como eu ainda estava procurando um emprego temporário, era tudo que dava para pagar com o dinheiro que minha mãe me enviava de BH (minha cidade natal). Minha faculdade eu cursava a noite, e durante o dia, me dedicava a estudar e procurar algum trampo. Sofro de uma sinusite crônica dos diabos e sou dependente de um remédio chato para descongestionar o nariz (é terrível ficar sem ele). Pedi a senhoria da casa acima para usar o telefone dela e liguei para uma farmácia próxima para pedir o remédio. Meia hora depois, a campainha da kitchenette tocou e subi para ir atender. Ao abrir o portãozinho, me deparei com o entregador, de bicicleta. Típico moleque carioca: moreno claro, de óculos de grau, vestindo uma camisa larga, de brincos nas duas orelhas, bermudões, usando chinelos e nas mãos com o pacote que ia me entregar e um celular, tocando funk sem fone de ouvido. Cara de novinho devia ter uns 18 ou 19 anos, mas dava para dizer que tinha até menos, pois tinha um rosto extremamente adolescente mesmo. Quando vi ele, já me despertou atenção, mas quando o moleque abriu a boca, com aquele sotaque “carioquês” pesado (bem malandro, inclusive, irresistível), minha rola “gritou” dentro da bermuda, foi a mil, endureceu igual uma rocha, pediu para sair da cueca na hora! - Cóe braço, firmeza? – Me cumprimentou o moleque. - Fala ai, beleza? – Respondi, “comendo” o carinha com os olhos. O moleque me entregou o pacote com o remédio e eu o paguei com meu cartão de crédito. Na hora que ele me passou a máquina de cartão para digitar a senha, meu braço esbarrou no dele, e nisto me arrepiei (adoro esse tipo de contato acidental, me deixa maluco quando sinto tesão na pessoa envolvida). O tempo todo que ele permaneceu ali no meu portão, ele continuou sentado na sua bicicleta, com seu celular tocando funk e seguindo o ritmo (eu não chamo de música por que nem curto muito), enquanto a máquina aguardava a aprovação do pagamento. Cara, que moleque tesudo! O moleque tinha um corpo delicioso só de se observar. Sua estatura era média, normal, devia ter por volta de 1,70 de altura. Não era gordo e nem magro, mas seu corpo era bem carnudo, suas pernas bem coxudas e duras, com poucos pelos na canela. Seus cabelos eram crespos, mas bem cortados, bem rente à cabeça. E sua boca, cara, que coisa maravilhosa: não era grande, mas tinha os lábios carnudos, na hora já me imaginei beijando e chupando aquela boca! Os pés dele eram bem grossos, mas as unhas eram incrivelmente bem certinhas e cortadas, além de estarem bem limpas, eram perfeitos, notava-se que o moleque era bem cuidado. Aquele jeito moleque e malandro do carinha me deixava ainda mais com tesão! Filézinho o moleque, realmente! Mas ficou só na observação mesmo, infelizmente. Lidei com o moleque de forma formal e após receber o remédio e o pagamento ser efetuado, ele foi embora e eu voltei para minha kitchenette. Mas admito que soquei uma punheta gostosa no meu banho pensando naquele moleque filé da farmácia! Gozei muito, afinal, tinha um tempinho que eu não transava, pois mal conhecia a cidade e as pessoas que viviam lá. Toda semana eu precisava comprar este meu remédio, mas no início eu variava nas farmácias. Às vezes comprava perto da faculdade pessoalmente. Mas agora eu estava a fim de ver o moleque de novo. Aliás, eu nem sabia se seria ele de novo, mas não custava nada. Então voltei a pedir na mesma farmácia. E para meu prazer, era o mesmo moleque de novo! Não estava diferente daquele dia: usava os mesmos tipos de roupas e com seu celular tocando funk novamente. O mesmo cumprimento malandro, carioca típico: - Cóe braço, firmeza? – O moleque me cumprimentou, com uma voz de timbre bem grosso. - Fala ai cara, beleza? – Respondi da mesma forma também, e discretamente, fiquei só observando o filé, porra que vontade daquele carinha, viu? Diferentemente da outra vez, o moleque não ficou só no ritmo lá do funk dele, desta vez ele falou mais comigo. - Caraí véi, tá frio demais! - Porra, tá demais mesmo. Achei que aqui no Rio só fazia muito calor, então nem vim preparado para frio direito. – Respondi tentando ser amigável também, sorrindo. - Véi, esse negócio que aqui só faz calor é caô! Faz um frio do caramba nessas época, brother! Tu é de onde? – Meu cacete reclamava dentro da cueca, só de ouvir aquele moleque falar eu ficava louco de tesão! - Sô “mineirim”, uai. – Respondi rindo. - Massa! Um dia quero cola lá pra essas bandas! – O moleque me respondeu, rindo também, daquele jeito bem malandro. Nisto eu pirei, que filézinho, queria muito trepar com aquele moleque! - Cê vai ser dar bem lá! Cê é um cara bonitão, vai comer “quietinho” lá, hahaha. – Respondi arriscando uma cantadinha de leve no moleque. E percebi que fez efeito, pois ele não ficou acanhado e nem nada do tipo, só me deu uma olhadela malandra por cima dos óculos que ele usava. - Tu já tá curtindo funk? Já de um mix por ai? – O moleque me perguntou, com uma expressão cada vez mais safada. - Nada, tô mais em casa. Tô querendo me esquentar nesse frio, mas tá foda encontrar alguém pra me ajudar com isto! – Mandei essa esperando um fora do cara, mas não foi bem assim. O moleque começou a rir e me perguntou: - Ihhh, qual é, maluco? Que papo estranho é esse? Tu curte queimar a rosca, braço? – Ele me perguntou em um tom de interesse e não de ofensa, e aquilo me deu mais vontade ainda de continuar investindo. - Se for um cara assim igual você pra me queimar, eu tô queimando mesmo! Haha. Tá afim, não? – Respondi e perguntei na lata, queria ouvir o que o moleque tinha para me responder. - Ihh, tu é mó comédia, braço. Já é, tô colando! – O moleque me respondeu com maior cara de safado, minha rola estourava dentro da cueca já, louca pra sair! - Pô, entra ai então! – Respondi. - Já é, braço! Mas tenho que meter o pé logo! - Vamos então, jogo rápido! Descemos até a minha kitchenette nos fundos. O moleque deixou a bicicleta dele do lado de fora, no pequeno quintal em frente a minha kitchenette e entramos. A porta já dava acesso à cozinha e a fechei com tranca. Falei pro moleque me aguardar um instante e fui até o banheiro, fechar também o basculante. Chamei ele para entrar no meu quarto e fechei rapidamente a janela também, fechei as cortinas e acendi a luz. - Coé, tem camisinha ai? – O moleque me perguntou. - Tenho. – Respondi, de pé, olhando para ele, que também estava de pé a minha frente. Peguei alguns preservativos que tinha guardado dentro da gaveta de meu armário. - Só, se não ia ficar na pista, véi! Bora, vamo dar uma logo! – O moleque me respondeu, já se aproximando de mim e me segurando pela cintura. O moleque já tomou totalmente o controle da situação, tirou seus óculos e começamos a nos beijar na boca. Seus lábios carnudos eram deliciosos, a boca dele era muito quente. Que delicia de boca! Tinha um gosto muito bom aquela boca! Mordi e comecei a puxar com os dentes os lábios carnudos dele e depois de fazer isto, nossas línguas começaram a se encontrar e ficamos com elas de fora das nossas bocas só acariciando a língua um do outro. Ficamos por alguns segundos dando essas línguadinhas na língua um do outro, até que a boca dele começou a chupar minha língua com muita vontade. Depois foi a minha vez de chupar sua língua e morder ainda mais seus beiços grossos! Comecei a chupar seu pescoço, lhe dei uma série de lambidas e chupões, nas orelhas e no pescoço, as vezes voltava a lhe beijar e nossos beijos começaram a ficar mais violentos, mais pegados, com chupadas e lambidas no rosto. Lambi seu rosto completamente, nas bochechas, nos cantinhos da boca, no nariz, em todo seu rosto! Porra, que filézinho do cacete era aquele moleque! Depois das chupadas, o ajudei a tirar a camisa e tirei a minha também. Realmente ele era muito gostoso, não era magro e nem gordo, mas tinha um peitoral de homem, com alguns pelos, embora tivesse cara de moleque. Comecei a chupar seus mamilos: suguei, lambi e mordi com muita vontade. Os mamilos dele eram pequenos e duros, e ele gemia com uma voz grossa do caralho quando eu os mordia! Abaixei-me e comecei a passar minha língua por todo seu tanquinho, por aquela listra de cabelinhos bem fina do umbigo para baixo. Dei um banho de língua no moleque tesudinho, que acariciava meus cabelos enquanto o lambia. Até que cheguei a melhor parte. O ajudei a abaixar a bermuda e a cueca completamente, revelando para mim sua pica deliciosa! O moleque não era superdotado, mas sua pica já estava duraça, parecia ter uns 18cm e tinha uma cabeça cor de chocolate! Os pelos estavam bem aparados e seu saco era bem descolado da rola. O pau dele inclinava para a direita e caí de boca nele! A rola dele tinha um sabor de porra do caralho, eu sentia já o gosto de porra sem ele gozar. O moleque começou a foder minha boca com sua rola, me empurrava com força, para que ela entrasse completamente dentro da minha boca! - Chupa minha rola gostoso, braço! Engole tudo, maricona! – O moleque me dizia enquanto fodia minha boca bem gostoso com sua rola. O mais gostoso era chupar aquela cabeça cor de chocolate com gosto de porra, me deixava completamente maluco de tanto tesão! Tinha também um cheiro delicioso do caralho. Dava vontade de ficar cheirando e chupando o dia todo! Engoli todo o saco dele na boca, mamei e suguei as bolas dele, enquanto ele gemia bem baixinho, extasiado de muito tesão! Depois de mamar muito naquela rola e sentir aquele cheiro de porra, o moleque me fez levantar e tirei minha bermuda e minha cueca também, meu cacete duro finalmente se livrando das roupas. Me joguei na cama e fiquei ajoelhado em cima dela, de costas, apoiando minhas mãos na parede e empinando minha bundinha para ele. O moleque se abaixou no chão e começou a descobrir meu cu! O moleque começou a chupar meu cuzinho, dando uma série de linguadinhas dentro, massageando todo meu buraquinho. Que delicia! Levei uma das minhas mãos na minha rola e comecei a socar uma. O moleque não apenas lambia meu cuzinho, mas mordia ferozmente minha bunda e começava a também meter vários tapinhas, estalando minha bundinha! Suas duas mãos estavam na minha bunda, movimentando-as de um lado para o outro, enquanto a boca e os beiços grossos deles chupavam meu cu e mordiam minha bunda com muita vontade! - Que delícia de bobó! Vou te foder todinho, viado! – O moleque me falava, sorrindo, com muita confiança. Aquilo me deixava mais louco ainda de tesão! O moleque estava cada vez mais excitado e lambia meu cu com mais violência, até que seus dedos começaram a entrar dentro do meu cuzinho, sem dó! Com uma mão ele abria minha bunda, e com a outra, seus dedos grandes (dois dele no início, depois três) entravam no meu cu com vontade! Comecei a gemer muito de prazer! Caralho, ele mantinha os três dedos dentro do meu cu e os movimentava dentro, massageando o meu cuzinho sem tirar os dedos! Eu gemia, mas o moleque também ofegava de muita vontade! Logo, o moleque do caralho estava com abrindo meu cu com as duas mãos. Dois dedos dele entraram de um lado e outros dois dedos da outra mão entraram do outro lado e ele abria meu cuzinho usando os quatro dedos! E chupava e cuspia dentro do meu cuzinho. Sentia toda saliva do moleque escorrendo pelo meu cu! Depois, apontei para ele onde tinha um creme e ele vestiu seu cacete com a camisinha. Lubrificou meu cuzinho com o creme e naquela mesma posição, comigo de costas para ele, ajoelhado na cama, empinei minha bunda e o moleque encaixou sua rola dentro do meu cu. Ele nem amaciou nem nada, já começou a socar sem dó e nem piedade dentro do meu cuzinho! Suas mãos estavam na minha bunda, abrindo meu cuzinho e ele metia sua rola dura deliciosa dentro do meu cu e bombava com vontade! Eu ouvia sua respiração ofegante e minha punhetava de tesão! Sentia a cabeça do pau dele enterrar todo no meu cuzinho com aquele vai e vem violento, sem dó! Doía pá caralho, moleque! Mas eu queria era mais pica no rabo! - Mete gostoso, moleque!!! Sou sua puta!!! Caralho!!! - Tá curtindo, braço? Quer mais pica, quer? Então toma, caralho! Tu vai ficar com o cu ardendo, sente minha rola, viado!!! Rebola gostoso, viadinho!!! – O moleque me disse. Comecei a rebolar com bundinha empinada e com o cacete dele totalmente enterrado no meu cuzinho. Aquele filé fodia como ninguém, o carinha sabia o que estava fazendo! Me deitei na cama e o moleque enterrava com mais força aquela rola! As bombadas estavam deixando meu cu cada vez mais ardido, mas eu só queria saber de sentir aquele cacete duro do caralho dentro de mim! A rola dele era muito quente e meu cuzinho piscava de tanto tesão, de tanta quentura! Me virei de lado e continuei recebendo suas fortes estocadas. O moleque metia vários tapas na minha bunda, enquanto socava freneticamente, com a respiração ofegante, suas estocadas eram cada vez mais rápidas e meu cu ardia a cada estocada! Sua rola totalmente enterrada no meu cu e beijávamos novamente, brincávamos com nossas linguinhas de novo, uma massageando a outra. Minhas mãos estavam novamente no meu pau e voltei a me masturbar, agora pronto para gozar enquanto eu sentia toda aquela vara me esfolando! Não demorei muito para disparar um jato quente e forte de porra na minha barriga. O moleque chupava meus ombros e mordia meu pescoço, enquanto metia a vara com tudo ainda! Limpei minha barriga com uma das minhas mãos e lambuzei minha cara e minha boca com minha porra deliciosa, enquanto o cacete do moleque continuava esfolando meu cuzinho por completo. O moleque retirou a rola de dentro do meu cuzinho e anunciou: - Vou gozar braço! - Goza na minha bunda, quero sentir essa porra escorrer no meu cu! – Respondi com toda vontade e voltei a me ajoelhar na cama de costas, esperando o jato dele. O moleque se aproximou da minha bunda, retirou a camisinha e começou a se punhetar. Rapidamente, o seu cacete expeliu aquele jato forte de porra, que voou nas minhas costas e na minha bunda. Ele limpou minhas costas com seu próprio cacete e massageou meu cuzinho com o cacete sujo de porra, e senti aquela porra quentinha no meu cu! Depois, me virei e demos um beijo na boca de língua. - Cóe braço, posso tomar uma ducha rápida ali? – O moleque me perguntou, ali já com o pau mole e sorrindo. - Vai lá cara. Fica a vontade! – Respondi. - Nem vou demorar, tenho que meter o pé pra farmácia. Os caras lá vão ficar bolados comigo por que demorei haha. – O moleque justificou, rindo. Ele realmente não demorou no banheiro. Enquanto ele se arrumava, fiquei do jeito que estava, nu, deitado na minha cama e acendi um cigarro para relaxar – sempre gostei de fumar depois da trepada (e para dizer a verdade, era o único momento que eu tinha vontade de fumar mesmo). O moleque voltou ao meu quarto, já arrumadinho e vestido: - Coé braço, deixa eu dá um trago? O moleque pegou o cigarro comigo e deu uma tragada no meu Marlboro. Depois, me devolveu. - Vou meter o pé, braço, valeu ai! É nóis, brother! A gente se vê depois ai, valeu? - Já é, cara. Pode ter certeza que vamos repetir. - Já é, vamo sim! – O moleque me respondeu, se aproximou de mim e nos beijamos na boca de novo. - Qual é o seu nome mesmo, cara? – Perguntei. - Pow, é Ruan. Ruan com “R” mesmo, haha. – O moleque respondeu. - Já é, Ruan, até mais! - Fui braço! E foi mesmo. Mas voltou... e com um amigo.

O CARA NA PARADA DE ONIBUS

Oi, me chamo José e acompanho os contos do site há bastante tempo e resolvi compartilhar aqui as minhas histórias também. Tenho 19 anos, branco, 1,77 de altura, 74 kg, corpo legal e em geral faço muito sucesso com a mulherada, ninguem desconfia de mim. Este relato aconteceu há alguns dias, quando saia de uma pesquisa da faculdade, pela noite. Sou estudante do curso de Educação Física e estava fazendo uma pesquisa e não tive resultados positivos naquele dia, estava cansado de ter "trabalhado" atoa. Estava a caminho de casa, com os pensamentos fora de mim, em função dos acontecimentos do dia, estava sem carro, pois havia dado alguns problemas e estava na oficina, teria que pegar ônibus, que eram muito lotados naquele horário em função da faculdade. Fui andando até o ponto de ônibus de cabeça baixa e fiquei aguardando até que o ônibus chegasse, e estava demorando, já tinham passado vários outros mas nenhum servia para mim. Devo ter ficado esperando por uns 30 minutos ali de pé, o que estava me deixando com mais raiva ainda. A parada já estava quase vazia, havia apenas poucos universitários e ao meu lado tinha um cara conversando com o seu filho, e eu acabei ouvindo a conversa dos dois. O pai dizia para o seu filho que não pode comprar o presente de aniversário da criança, pois havia lhe faltado vinte reais, mas que no dia seguinte iria pedir emprestado para alguém. Eu fiquei com dó da situação e com um pouco de raiva de mim mesmo por estar reclamando do meu dia, mas que bem ali ao meu lado tinha uma situação bem pior. Prontamente me virei ao pai para lhe oferecer os 20 reais e disse "Ei!" e o pai e o filho olharam para mim. Neste exato momento eu não consegui dizer mais nem uma palavra, fiquei sem reação quando vi o quão lindo era aquele cara. Era um rapaz de uns 25 anos, barba ralinha, usava um boné largo, calça jeans e uma camisa gola polo, era mais alto que eu, e mais bronzeado, tinha um estilo meio "largado", do jeito que eu gosto. Fiquei ali abismado quando o homem pergunta "Ta tudo bem com você?" e eu não conseguia parar de olhar para ele, até que consegui responder "Sim. Ta tudo bem sim!" e ele continuou "Tudo bem mesmo?" e eu "Me desculpa mas eu acabei ouvindo a sua conversa com seu filho e quero te ajudar, eu te dou 20 reais para voce comprar o presente para o seu filho, e por favor, não recuse, eu insistirei". Eu estava trêmulo, com medo da reação daquele homem, pois ele poderia achar que eu estava chamando ele de miseravel. Até que ele deu um sorriso e disse pro filho dele "Olha filho, ainda existe gente de bem nesse mundo. Eu não queria mas já que você insistiu, eu aceito" e eu sorri, ainda não conseguindo desgrudar o olhar daquele homem. Peguei minha carteira e estava vazia, me senti tão envergonhado, que não tive reação, pois não havia nenhum caixa eletrônico ali perto para que eu pudesse sacar o dinheiro. Eu expliquei a situação para o cara e perguntei que onibus eles pegariam, para minha sorte era o mesmo que o meu. Pedi para eles descerem junto comigo, assim eu poderia pegar o dinheiro em casa e entregar para ele, mas ele achou melhor não, pois ja estava tarde e o filho dele tinha que acordar cedo no dia seguinte para ir a escola. Eu entendi, mas dei meu endereço para ele e disse para ele ir na minha casa no dia seguinte para pegar o dinheiro. O onibus chegou e embarcamos, não dialogamos mais, eles sentaram no fundo e eu mais a frente, desci antes deles e quando desci fiz um sinal de positivo para o rapaz e o filho dele, e os dois retribuiram. Cheguei em casa tenso, e meu colega de quarto perguntou o que tinha acontecido. Eu estudo em outra cidade, entao divido um apartamento com outro estudante. Expliquei para ele o que aconteceu no caminho para casa e ele me chamou de louco. Não disse a ele que tinha dado o nosso endereço para aquele homem. Meu colega disse que viajaria no dia seguinte bem cedo, a trabalho, o que me deixou mais aliviado, pois se o cara aparecesse, eu nao precisaria dar explicaçãoes. Fui para o meu quarto dormir e fiquei um bom tempo me revirando na cama pensando naquele homem, pensando que eu estaria agindo feito louco, pois ele é hetero, tem filho, tem familia e eu aqui pensando em destruir tudo isso apenas por desejo. Fiquei um bom tempo com isso na cabeça até que consegui dormir. No outro dia acordei por volta das 11h da manhã (sou filinho de papai, sustentado por eles em outra cidade para fazer faculdade, logo, não preciso trabalhar), estava pronto para fazer meu almoço quando por volta de 12h30 o porteiro diz que tem alguem me esperando lá embaixo, pedi a ele que mandasse subir. Eu estava de camiseta regata e calção do uniforme do time da faculdade. Logo alguem bate na porta e para minha surpresa era o cara da noite anterior. Ele estava mais lindo ainda, com uma bermuda jeans, uma camisa larga e com o mesmo boné. Pedi para que ele entrasse e sentasse no sofá, sentei em uma poltrona e ele logo me disse "Eu só vim porque realmente estou precisando, faz dias que meu patrão não me paga e eu to sem nenhum centavo." Eu perguntei onde ele trabalhava e porque nao ia procurar os direitos dele, foi ai que ele me disse "Tu foi legal comigo então vou ser bem sincero. Eu trabalho vendendo droga pra um dos traficantes do meu bairro, eu tinha uma divida enorme com ele e se eu nao pagasse ele iria me matar, dai que eu tive que começar a vender pra ele como troca do pagamento da divida." eu fiquei com muito medo, pois tinha trazido um traficante para dentro da minha casa, e com muito odio de mim tb. Ele continuou "Eu ainda comi a filha dele de 15 anos, ela ficou gravida, o cara mandou ela pra fora de casa e eu tenho que sustentar ela e aquele moleque". Eu fiquei espantado, pois na noite anterior eu tinha visto ele sendo tão carinhoso com o filho dele. Já que eu estava ali mesmo resolvi perguntar "Mas voce parecia tão carinhoso com seu filho" e ele disse "Eu amo meu filho, mas tenho odio da mãe dele que nao faz nada, vive as minhas custas". Eu decidi dar os 20 reais para ele desde que ele realmente fosse comprar o presente, e não dar ao traficante, ele disse que era para o presente. Todos aqueles meus pensamentos durante a noite de estragar uma familia haviam ido embora então eu criei coragem, afinal estava louco com aquele homem, pois além de lindo era vagabundo (confesso que tenho tesão em homem assim). Eu disse que daria o dinheiro, mas ele teria que fazer por merecer e ele perguntou se eu queria alguma droga em troca. Eu falei que não curtia droga e que queria era bater uma punheta pra ele. Ele não teve reação nenhuma, apenas me olhava com aquele olhar de macho, e eu ali aflito esprando a resposta dele, que se pronunciou dizendo "20 só?" e eu "Não é disso que tu precisa? Tu me faz um favor e eu te faço outro" e ele "Vem então, viado". Eu sentei al lado dele no sofá e comecei a passar a mão naquele homem, pedi para que ele tirasse a camisa e me surpreendi com o corpo sarado dele. Alisei seu peitoral, sua barriga totalmente definida, ele era lisinho, tinha apenas poucos pelos no suvaco. Eu fui descendo a mão até que alisei o pau daquele homem por cima da bermuda jeans. Ele não demonstrava reação alguma, ficava todo o tempo olhando para a frente, um olhar fixo para o horizonte. Abri a bermuda e pedi para que ele a tirasse, ficando só de cueca box, o que me deixou mais louco ainda, aquele macho bronzeado, com um corpo maravilhoso e um rosto lindissimo na minha frente, alisei bastante suas coxas, não muito grossas até que apertei o seu volume, que me agradou, logo pedi para que ele tirasse a cueca, eis que surge um pau ainda mole, raspado, com pelos bem curtinhos. Peguei aquele pau na mão e comecei a alisar, tentava punhetar mas ele nao subia. Isso tava me deixando com tesao, pois mostrava que realmente ele era hetero e tava fazendo aquilo apenas por dinheiro. Eu fiquei ali alisando até que de leve toquei em suas bolas, e ele nao resistindo soltou um gemido. Eu tinha achado o ponto fraco daquele macho! Segurando aquele pau com uma das mãos e com a outra acariciando suas bolas, eu senti aquela vara dar sinal de vida ali na minha mao, não demorando para ficar durrissima feito pedra. Eu comecei a punhetá-lo sem tirar a mao de suas bolas, com medo de que voltasse a ficar mole, ele gemia baixinho, ainda olhando para frentem, para o nada. Fui me aproximando aos poucos até que consegui dar uma lambida na cabeça daquele pau, de uns 20 cm, não muito grosso, mas também não era fino, levemente inclinado para cima. Ele nao recusou a lambida, então abocanhei aquele caralho, engolindo pouco a pouco até chegar no talo, onde ele deu um gemido alto e longo. Comecei a mamar naquela vara, eu estava delirando ali, pois não acreditava que estava tendo aquele macho ali pra mim. Aquele homem me enloqueceu por completo ao ponto de fazer uma loucura dessas, e ele era maravilhoso, além de lindo, gostoso, era higienico e tinha um pau muito bom. Eu continuava mamando ele, da cabeça até o fim, enquanto ele gemia, meu tesao se tornou maior ainda quando avistei seu rosto, ele estava de olhos fechados, aproveitando a minha mamada. Eu fiquei muito tempo mamando aquele pau, eu estava de 4 no sofá e ele sentado, até que eu senti sua mão pegar em minha bunda e baixando meu calção e minha cueca, indo direto ao meu cuzinho com aqueles dedos ásperos. Eu vi estrelas naquele momento, não conseguia acreditar em tudo aquilo. Ele tentou enfiar os dedos a seco dentro do meu cu, e eu me pronunciei com um gemido de dor, ele então me fez chupar seus dedos junto com seu pau e passou a mão babada em meu cu, que ajudou a deslizar mais facil. Ele ficou brincando na entrada do meu cuzinho enquanto eu me deliciava chupando o pau dele. Após muito tempo de silencio, apenas de gemidos ele chega próximo ao meu ouvido e diz "Dá pra mim, vai?" e eu suspirei e disse "Vamos para o quarto". Ele me pegou no colo e me levou até o quarto do meu colega e eu disse "Aqui não, no outro". E assim entramos. Ele me jogou em cima da cama, perguntou se eu tinha camisinha e eu apontei para uma gaveta do guarda-roupa, ele pegou e colocou em seu pau. Disse que queria me comer de 4 e eu rapidamente fiquei na posicão que ele pediu na beira da cama. Ele encaixou seu pau no meu cuzinho que ja estava um pouco aberto com as dedadas que havia recebido e aos poucos foi me penetrando. Ele foi com calma, enfiando pouco a pouco até que eu senti seus pentelhos esfregando em minha bunda. Aquele cara sabia o que tava fazendo. Nunca tinha dado para um pau como o dele, apenas menores mas aquele macho não me fez sentir quase dor alguma. Ele começou um vai e vem de leve e eu delirando gemia a cada estocada daquele pau. Ele tirou todo deixando só a cabeça e meteu de novo, parecia que aquele pau nao iria parar mais de entrar em mim, ele repetiu isso algumas vezes e começou a me foder. Ele dava gemidos baixos e secos, me segurando pela cintura e eu revirava os olhos de tanto prazer. Ele me virou na cama sem tirar de dentro, me deixando de frango assado e continuou fodendo meu cu e era delicioso demais ver aquele macho maravilhoso me comendo até que ele me pegou no colo ali daquele jeito mesmo que eu tava, eu coloquei minhas pernas por cima de seus ombros. Ele me jogava pra cima e me deixava cair até enterrar todo aquele pau dentro de mim, eu gozei ali mesmo sem me tocar e ele percebeu e disse "Tu ta gostando né safado" eu fiz que sim com a cabeça e pedi pra ele me comer mais, ele me colocou de ladinho na cama e meteu vara pra dentro, apoiando suas maos em minhas coxas. Após me comer por um bom tempo, ele anunciou que iria gozar e eu pedi para ele parar, pois eu disse que queria sentir o leite dele em mim, ele tirou de dentro, tirou a camisinha, eu me deitei na cama e ele ficou em pé por cima de mim, me deixando entre as pernas dele. Eu tinha uma visão maravilhosa ali de baixo, aquele macho começou a punhetar e eu também até que ele começou a gemer mais alto e começou a jorrar jatos de porra no meu corpo, ele gozou muito, me deixou todo sujo até que eu gozei também. Ele me olhou ali todo sujo com a porra dele e me deu um sorriso safado e eu retribui. Ele parecia cansado então eu perguntei se ele nao queria tomar banho, ele aceitou, eu entrei primeiro e me limpei, depois foi ele, e eu fiquei me deliciando com a cena. Ele me provocava pegando no pau e olhando pra mim, até que eu entrei e chupei ele mais uma vez até ele gozar, na minha cara desta vez. Saimos do banho e nos vestimos, eu disse para ele aguardar na sala que eu iria pegar o dinheiro e ele disse que nao precisava, mas eu insisti. Fui ao meu quarto e peguei cem reais e o entreguei. Ele olhou o dinheiro e disse, se uma foda dessa valia 20 e tu me deu 100, então temos mais 3 dessas pela frente e riu. Eu ri junto e disse que sempre que ele quiser, sabe onde me encontrar, e ainda disse "Só não te peço em casamento pq sei que tu nao vai aceitar" e rimos juntos. Ele disse que viria novamente, pois nunca tinha comido um homem e tivesse gostado. Minhas suspeitas de que ele ja tinha comido algum outro cara antes quando disse que "ele sabia o que tava fazendo" eram verdadeiras. Isso aconteceu essa semana ele ainda não apareceu novamente, mas estou aqui aguardando. Esse foi o meu primeiro conto aqui no site, em breve conto mais alguns relatos. Espero que tenham gostado e peço desculpa por algum erro de portugues.

domingo, 23 de setembro de 2012

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NA CASA DA PRAIA

Hoje resolvi compartilhar com vocês algo que realmente aconteceu comigo.
Minha família mora na mesma casa há 30 anos , e a família vizinha também é antiga por aqui , então ambas famílias se conhecem a bastante tempo , minha mãe é madrinha do filho da vizinha. Todos os aniversários tanto da minha família ou da família vizinha são comemorados em nosso prédio que temos na praia do Icaraí - CE e sempre vai a família inteira das ambas , que são muito grande.
Antes eu não ia muito á essas comemorações , pois não gostava muito de praia. Quando eu fui a primeira vez o Tio-Avô do afilhado da minha mãe me chamou bastante atenção, ele é um tipo Koroa gostoso , malhado. Casado pela Segunda vez , tem um filho , nunca imaginei em minha vida que pudesse acontecer algo entre nós pois ele tem um tipo meio "Machão", foi então que na tarde de um Sábado todos desceram para a piscina e eu fiquei sozinho no apartamento , dormir um pouco e quando acordei fui tomar banho para ir tomar sorvete , quando do nada entra uma pessoa no banheiro , tomei um susto , mais nem liguei. Do nada ele começa a me agarrar , perguntou se eu curtia , eu disse que sim, foi então que ele me beijou. Nossa ele me levou a loucura , e o que mais me surpreendeu nele foi que ele era versátil ,  então entre nós rolou tudo, fizemos algo rápido para a esposa dele não estranhar pois ele disse que iria só urinar no ap , pois o banheiro da piscina estava sujo. Ele me deu seu telefone , e dois dias após ele me ligou dizendo que ficou louco de tezão e estava doido para rolar de novo e perguntou se eu poderia mais tarde, eu disse que sim, falei que não tinha local , ae ele disse para eu não me preocupar , pois a esposa dele trabalhava o dia todo , o filho ia para escola a parte da tarde , ele trabalhava somente pela manhã ,então a tarde era toda nossa , e foi isso que aconteceu , esperei dar 13:30 , corri pra casa dele , chega lá eu fui logo chupando ele no sofá , ele foi a loucura , ele também me chupou. Fomos para o quarto , então tiramos a roupa , logo ele pediu pra eu linguar o cú dele , foi a primeira vez que eu experimentei fazer aquilo e confesso que amei (rsrsrsrs) , ele foi ao delirio , ele disse que amou , então pôs a camisinha em mim e pediu para eu comer-lo, e foi o que eu fiz , logo após ele me comeu gostoso tbm , fez bem direitinho , eu curti demais. Ele me ligou ontem dizendo que amanhã ligaria para ver se dava certo.... Vamos Esperar né?

PRIMEIRA VEZ COM O TIO ED...

Em Junho de 2005, eu tinha 13 e estava na casa do meu pai. Na época se passava aquela novela "América. Na casa morava meu pai, sua esposa, o irmão de sua esposa e minha irmã. A casa era alugada, e tinha apenas um quarto, na qual dormia meu pai e sua esposa, e em outra cama minha irmã. Já na sala, dormíamos eu e o meu "tio" emprestado, em um sofá cama. Terminando a novela em uma sexta ou sábado, todos fomos dormir. As luzes se apagaram. Dormindo do lado do Ed, que tinha uns 38 anos, moreno, cabeludo, parecendo um índio. Foi nesta noite que eu resolvi investir, já que anteriormente eu só tinha sido investido por outros, um assunto meio complicado até. Então, ele deitou virado pra mim e eu de barriga pra cima, normalmente. Como tava escuro, decidi descer meu joelho devagar pra ver se encostava aonde eu queria, fui tentando várias vezes e nada de achar.
Depois de um 10 minutos finalmente toquei com o joelho o que eu queria. Senti algo macio, e com espessura diferente da coxa dele. Ele estava com short de futebol que usava para dormir e de cueca. Ai eu percebi que ele não fez nada, não se mexeu. Ai eu me virei pro lado e tentei colocar a perna de novo, e conseguir, e já tinha algo diferente, o pau dele estava meio duro já. Com isso, eu fingia que conçava o joelho e encostava nele. Ainda dormindo, eu continuei, e ele também dormindo rs.
Dai em uma dessas minhas coçadas eu deixei a mão lá, e percebi que o pau dele estava pro lado. Ai eu bem devagar cheio de receio fui colocando a mão, dedo por dedo até colocar a mão toda em seu pau, que já estava duro. Tentei tirar o pau dele pra fora, mas o cadarço do short estava com um nó muito bem dado, mesmo com a minha total habilidade de pipeiro, não consegui desatar o nó. Mas eu não desisti, fui tentando tirar o pau pra fora, e ele não se movia, nem pra me ajudar, talvez até fosse melhor assim, por mim preferia pensar que estivesse dormindo e não me comprometeria no dia seguinte.
Coloquei a cabeça dele pra fora, de ante mão, era uma cabeça muuuito grande. Com medo de chupar, porque mal sabia, eu cuspia na mão e passava na cabeça do pau dele. Ed ainda estava de lado, meio encolhido, do nada ele se esticou, ainda dormindo claro, com isso fez com que seu pau se impulsionasse pra frente, e como eu tinha conseguido colocar a cabeça pra fora, foi ai que metade do pau dele saiu, e eu consegui pegar. Não era lá um pau grande, pra mim era porque não tinha muitos como parâmetro.
Estava tão duro que eu sentia uma veia dele pulsar na minhão mão. Ai eu virei de lado, na tentativa de conseguir encaixar na minha bunda, por curiosidade. Dai eu fui chegando pra trás, e nada, mais pra trás, até que senti o volume nas minhas costas, abaixei um pouco o short e a minha cueca, e fui chegando pra trás, mas como o pau dele estava pra cima, foi por onde consegui tirar, não estava frente a minha bunda, ai eu me curvei mais cima pra que pudesse encostar melhor, ai eu fui forçando pra baixo e percebi que ele forçava pra cima, até que a cabeça dele entrou.
Me arrepiei na hora, coração disparou, tinha medo de alguém sair do quarto, apesar de estarmos cobertos com a mesma coberta, estávamos tão colados na cama que poderia outra pessoa deitar ali e dormir de tanto espaço que sobrou.
Eu fui subindo e descendo e sentia a cabeça dele entrando e saindo, sentia um pouco de dor, mas eu tinha tentado aquilo a noite toda. Eram umas 4 horas da manhã já, ele talvez por medo de achar que ele tivesse acordo, não retirou o pau todo pra fora, desatando o nó do short, até porque ele tinha 38 anos e eu 13, era compreensível que não fizesse isso.
Ficamos naquilo até que ele gozou, ao menos acho que gozou porque ele tirou o pau correndo, pareceu que gemeu de dor, ainda não entendi muito aquilo, talvez seu pau tivesse tão pressionado pelo short que quando gozou deu um alivio junto com tesão, que ele correu pro banheiro. Na ausencia dele eu passei a mão na minha bunda e tava molhada, ai percebi que ele tinha gozado um pouco quando tirou seu pau. Ele voltou pra cama, virou pro lado e dormiu. No dia seguinte nada, mas nada mesmo, mudou naquela casa.
Essa foi a primeira vez, em outras oportunidades aconteceram casos parecidos com ele, que conto na próxima vez que escrever aqui. Espero que tenha gostado, assim como gostei de relembrar os detalhes daquela noite.

MEU IRMAO,PRIMO E EU

Sou Lucas, tenho 16 anos e vim contar minha historia sobre meu irmão, eu e meu primo, ano passado.
Quando eu tinha 15 anos, fiz uma viagem para o Rio com meu primo de 16 (que hoje tem 17), e meu irmão de 20 (que hoje tem 21) de 1 semana.
Ficamos eu um hotel na frente da praia, e sempre acordavamos 8:30 para tomar café e ir pra praia.
Toda vez que eu iamos nos arrumar pra praia, não tinhamos essa frescura de ficar pelado na frente um do outro, então sempre nos ficavamos pelados um na frente do outro sem problema nenhum.
Um dia, quando estavamos nos arrumando, os 3 pelados, eu sem querer esbarrei no meu irmão que caiu encima do pau do meu primo. Os dois ficaram excitados, e na hora, meu primo ficou envergonhado. Meu irmão olhou e disse
- Huuuuum, então quer dizer que você gosta né?
Meu primo falou
- Ixi, você também ta, quer dizer que também gosta
Meu irmão falou
- Ah é? Então vem aqui. Deixa eu ver esse teu pauzão aí
(O pau do meu irmão e do meu primo eram grandes, e o meu também)
Meu primo levantou, e deixou meu irmão mexer no pau dele. Eu achei estranho, mas ao mesmo tempo fiquei meio excitado, e eles perceberam e falaram
- Então tu tambem curte?
E me puxaram
Eu fiquei sentado, junto com meu primo, enquanto meu irmao chupava nossas pirocas
Meu irmao é forte e se acha, aí ele nos pegou e disse
- Agora voces tao no meu comando
Puxou nós dois e nos deixou de joelho, e mandou meu primo ficar de quatro.
Ele comecou a lamber o cu do meu primo e me fez chupar todo o pau dele
Meu primo gemia e meu irmao tambem
- Fica de 4 que eu vou te comer
Meu irmao disse pro meu primo, e mandou eu colocar meu pau na boca do meu primo
Eu fiquei muito excitado e gozei na boca do meu primo. Na hora meu irmao viu e começou a gritar de dor e tesao, dizendo que ja ia gozar, e mandou meu rebloar mais que ele ia gozar no cu dele
- AAAAAAAAAAAAAAH
Meu irmao gritou de tesao. Juntamos as camas, e continuamos uma putaria
Foi assim até a viagem terminar, inesquecivel :)

PAGANDO PRO MENDIGO BATER UMA...

Este será meu primeiro conto, bastante curto! Tenho 28 anos e sou um cara de aparência, porém, mais do que me descrever fisicamente prefiro dizer que sou um paulista completamente alucinado por sexo, a qualquer hora, em qualquer lugar, e de muitos tipos e maneiras.
Ontem, dia 19/9/12, passava da 1 hora da manhã quando eu voltava para casa de um jantar com amigos. Não sei se foi culpa do calor, mas de repente fiquei com muito tesão. Mudei um pouco meu caminho e resolvi percorrer algumas ruas do meu bairro, na Zona Oeste, à toa, como quem não quer nada. Sou um fetichista, basta ver um cara na rua mijando ou sozinho num ponto de ônibus e já fico pensando o que mais poderia acontecer...
Passando por uma avenida avistei 2 mendingos sem camiseta e um cachorro. Dirigia devagar mexendo na rádio e resolvi contornar o quarteirão, foi quando um deles virou a cabeça em direção ao carro e fez sinal com a mão. Achei que fosse excesso de tesão, mas resolvi dar a volta no quarteirão novamente, e fui respondido por um aceno, desta vez não tiver dúvidas. Repeti o processo mais 2x, e novamente, foram mais 2 acenos.
Resolvi parar, mas o mais gostoso deles que usava apenas uma espécie de calça branca de capoeira, branquinho e magrelo foi embora. Já o negro, estava sujo e suado, devia ter uns 24 anos, trajando um minusculo shorts de nylon, nenhuma cueca e uma camiseta na mão, parou próximo ao vidro, deu boa noite e perguntou o que eu queria.
Devolvi a pergunta questionando o que ele topava, já passando a mão sobre meu pau, que nesta hora latejava dentro da calça jeans. Pagando, ele disse, vale qualquer coisa, até porque estou meio louco. Depois disso, ele perguntou se podia entrar no carro, mas preferi não e propus R$ 10,00 em troca de vê-lo socar e gozar numa punheta. E ele topou.
Virei a esquina, ele me seguiu, baixei a metade o vidro do passageiro e ele começou a socar, um pau sujo e de tamanho normal, parecia ter experiência, pois que passava não parecia desconfiar que ali na calçada alguém estava socando punheta. A situação era excitante, perigosa e inesperada, e isso era muito bom. Nada falamos e ele sequer olhava pra mim, apenas socava enquanto eu olhava.
Pouco mais de 10 minutos, ele soltou longe 3 ou 4 jatos de porra. Olhou pra mim, eu elogiei a gozada, paguei os R$ 10,00 e fui embora. Cheguei em casa e me masturbei lembrando da minha recém terminada sessão de voyerismo...
Agora escrevo e masturbo, sabendo que sou e sempre serei assim, safado!
Quem curti experiências deste tipo me aciona no va_basp@hotmail.com e vamos trocar informações...

MEU IRMAO ME COMEU A FORÇA

Meu nome é Luiz, hoje estou com 18 anos, mais na época em que os seguintes fatos ocorreram tinha 14!
Meus pais sempre viajavam muito, e ficávamos eu e meu irmão Lucas em casa, ele tem 25 anos hoje! Sou gay assumido, mais na época ninguém sabei, Lucas era muito intrometido, mexia em minhas coisas sem pedir entrava e saia do meu quarto sem que eu percebesse, meus pais estavam viajando para fora do estado há trabalho, ficamos eu e Lucas em casa.
No dia seguinte após chegar da escola resolvi trocar torpedos com meu namoradinho, quando sem querer vou à cozinha e deixo meu iphone em cima da cama, não sei como mais Lucas sábia a minha senha, ele leu todos os meus torpedos que o meu namorado me enviou, demorei uns 15 minutos lá em baixo, resolvi subir para o quarto!
Quando chego lá, encontro Lucas estava com meu iphone na mão, e olhou pra mim e me perguntou? “Que palhaçada é essa, você está namorando homem, por quê?”.
Eu sem saber o que falar logo disse, “Lucas não conta para nossos pais, eles vão me matar!”.
Lucas disse, “só não conto para eles se fizer o que eu pedir”. Eu sem mais alternativas disse, “faço tudo que quiser mais no conta”.•.
Lucas colocou seu pênis para fora e falou, “o deixa bem durinho”. Logo fui com a mão, mais ele disse, comece a chupar ele, quando o pênis de Lucas estava duro, ele falou, “quero meter bem gostoso nesse cozinho”, ele tirou toda minha roupa, colocou uma camisinha, passou lubrificante, e enfiou, eu era virgem, doeu muito, saio até sangue, Lucas tinha 20 Cm de pênis, mesmo com sangue saindo, e eu gemendo de dor ele continuou enfiando, cada vez mais forte, Depois, de uns meses ele veio me procurar, para pedir desculpas, desde então nunca mais transamos! Somos como quando, estava quase gozando, Lucas tirou o pênis para fora, e colocou perto do meu rosto , e gozou no meu rosto todinho, e depois me deu um beijo e falou, não conta isso pra ninguém, mais foi uma delicia transar com você!
melhores amigos hoje!
Mais hoje se o gostoso quizer, fazer sexo, faço tranquilamente, pois adoro fazer isso agora!

MEUS CAVALOS

Olá pessoal, meu nome é Cris. Esse é o meu primeiro conto. Depois de muito relutar resolvi relatar o que aconetceu comigo qdo tinha 15 anos. Foi no interior de Pernambuco, numa cidade chamada Pesqueira. Meu irmão mais velho tarbalhava como vigia em um galpão, desses imensos e cheios de entulhos. Pois tratava-se de um depósito de reciclagem de materiais (Garrafas pet`s, latinhas e todo o tipo de plásticos). Em um sábado a tarde, fui ao galpão fazer companhia ao meu irmão, ao chegar ele me pede p/ ficar no seu lugar, pois ele teria que sair p/ fazer uns pagamentos da empresa, coisa de 40min. Fiquei então, andando no interior do galpão, olhando aquelas pilhas de fardos de plásticos já prontos p/ serem enviados as fábricas para reciclagem. Nesse momento entra dois catadores - Lima e Geni, nomes próprios mesmos, rindos bastante, pareciam que haviam bebido, pois estavam totalmente desorientados. Vieram em minha direção e perguntaram pelo meu irmão, disse que havia saído mas, voltava logo, perguntou se eu o estava substituindo, eu disse que não, apenas dando um tempo. Me perguntaram se eu toparia uma brincadeira de desafios e quem perdesse pagaria uma prenda, gostei e disse que sim....então me pediram p/ subir numa pilha de fardos de plasticos, relutei, mas insisti e não consegui, então olharam um para o outro, tiraram de uma das mochilas uma pequena garafa de cachaça, deram uns goles e disseram p/ mim: - Tá na hora de vc pagar a prenda. Levaram-me para os fundos do galpão, onde tinha um caminhão velho abandonado, entramos na cabine, um do lado do motorista e o outro no lado do passageiro e eu fiquei no meio. Fingiram estar dirigindo e o que estava naé direção tirou a sua pica p/ fora e pediu p/ eu passar marcha, a pica do cara era descomunal, de fato parecia ser mesmo um câmbio de marcha de tão grande que era. NUnca tive tendências homossexuais, mas tinha minhas fantasias eróticas e sempre com homens e aquela parecia ser uma ocasião propícia para a realização das fantasias. Bom, peguei aquele mastro e comecei a bolinar de um lado p/ outro como se fosse uma marcha, o Lima - o motorista gemia alto e saia uma gosminha do buraquinho de sua pica, depois de algum tempo trocaram de lugar e comecei a `passar marcha` no Geni e o LIma tentava enfiar a sua mão grossa e suja no meu short. Fiquei de lado e ele coseguiu, aos pouquinhos foi baixando o meu short e de repente já estava de quatro chupando um e sendo chupado no cuzinho pelo outro. O forte cheiro de urina era insuportável, mas aquela cena era melhor. O geni chupou tanto meu cuzinho que gozei e o LIma gozou fartamente na minha boca escorrendo porras pelos cantos. O outro me pegou pela cintura, cuspiu no meu rêgo e pôs aqueles 23 cm de pica em mim, chorei e gritei muito, mas ninguém ouviu, até que p Lima colocou sua pica, ainda meio mole na minha boca, fazendo-me calar. Geni socava com tanta força em mim que meu corpo era empurrando p/ frente, de repente ele me apertou com mais força na cintura e senti um liquidozinho enchendo todo o meu cú, ele urrava e socava....sentime-me como uma verdadeira puta. Deitou-se por cima de mim e ficou assim por um bom tempo, depois saiu e deixou-me a sos com o Lima, que tirou toda a sua roupa me pôs de quatro fora da cabine e empurrou a sua pica, mas desta vez como estava encharcado com a porra de Geni, entrou mais suave, só que ele demorou demias p/ gozar e sentia seu hálito fétido mordendo a minha orelha e babando na minha nuca, depois de quase uns 15 minutos ele gozou na minha bunda, tirou seu pau do meu cú e lambeu toda a porra que escorria dele....tentpu me beijar com a boca cheia de gala, mas eu recusei...então ele cuspiu a porra na minha cara. Peguei meu short e fui p/ um beco onde tinha uma mangueira p/ me lavar. Coloquei a mangueira no meu rabo p/ sair toda a porra. Uns 20 min depois e meu irmão chegou. Já estava todo limpo, mas o cú não podia dizer o mesmo. Arregaçado, arrombado por dois na primeira vez. E-mail: boavida.sempre@hotmail.com