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domingo, 16 de junho de 2019
Como perdi minha virgindade
# Tudo comecou quando eu estava na puberdade. Quando eu era novo. O corpo do homem e da mulher muda mais ou menos por ai. No caso das mulheres, o estrogenio domina e no homem, a testosterona. Nao vou dar aulas pra vcs, mas vou falar mais ou menos o que aconteceu comigo e o que medicos me falaram ja quando adulto. Quando eu entrei na puberdade, tive algum tipo de problema com meus hormonios e minha testosterona nao trabalhou direito. Todo mundo, homem e mulher, tem os dois hormonios, mas sempre prevalece um. No meu caso, a testosterona nao subiu quase nada, e o estrogenio dominou e atingiu um indice elevado. Tudo isso me foi explicado na fase adulta, bem tarde, quando a taxa hormonal ja se encontrava normal. Pois bem, como meu estrogenio era alto, as seguintes coisas aconteceram com meu corpo. Primeiro eu tive uma coisa chamada ginecomastia (vulgo, peitinho de menina. Pode olhar no google e ver), o que me deu peitos bem grandes pois eu era um pouco acima do peso e junto com a ginecomastia, ja viu. Tive poucos pelos no corpo, quase nenhum, minhas ancas alargaram e acumulei gordura em lugares especificos que geralmente mulher acumula, bunda, coxa e peito. Nao deselvolvi gomo de adao, meu pinto quase nao cresceu e ficou bem mirradinho(6 cm duro), voz nao engrossou, cresci pouco, tenho 1,65, e tive varias partes do corpo afinaladas como queixo e dedos. Enfim, aconteceu comigo o que acontece com uma menina. Pq nao me levaram no medico? Eu quando novo, estava levemente acima do peso, entao meus pais sempre acharam que a minha bunda grande e meu peito eram pq eu estava gordinho e precisava emagracer e me colocaram na academia. A ginecomastia so pode ser tratada com cirurgia, mas como disse, isso nem passava pela cabeca deles e muito menos da minha, nao tem exercicio que vc faça que va reduzir o tamanho do peito. Exercicio pode ate tirar a gordura, mas nao tira a glandula. Enfim, todos me zuavam. Chutavam minha bunda, apertavam meus peitinhos, me xingavam de nomes, era horrivel. Quando adolescente eu continuava igual, mas por causa dos exercicios, a unica coisa que mudou foi que eu estava mais durinho. Meus pais me colocaram numa academia que tinha um professor que me comia com os olhos, tudo que eu vestia ficava colado, nao tinha roupa pro meu tamanho. Calça, camiseta, tudo colava. Entao eu ia de shorts pra academia e ele colava. Nisso o professor tarado com a ideia de me fazer emagrecer, passou uma porrada de exercicios pra perna e bunda dizendo que só assim elas diminuiriam de tamanho. Eu, inocente e ignorante no assunto, fazia tudo e pegava pesado e em pouco tempo minha bunda e perna so ficaram mais e mais torneadas e maiores. Eu parecia uma gordinha gostosa. Eu andava pela rua de short e sempre com blusao pra esconder os peitos, eles eram bem grandinhos, mas a bunda nao tinha jeito, cueca vivia entrando na bunda e ficava fio dental, e o short colava. Minha mae comprava GG mas nao adiantava, ele sempre colava e alguns iam subindo ate entrar tudo no meu rabo. Claro que eu so usava eles na academia e no caminho pra la e voltar, nunca usei na escola, mas o uniforme da escola tb colava.
Enfim, tinhamos um vizinho, seu heitor, ele sempre tomava conta da casa, jardim, cachorro e outras coisas, como minha mae era divorciada, ele muitas vezes ficava meio que “cuidando” de mim depois da escola. Ele morava na edicula nos fundos da minha casa, era muito simpatico e educado, era meio mulato e tinha uns 65 anos. Sempre reparei ele me olhando mas nunca dei bola, nunca pensei mal dele. Eu confesso pra vcs que eu nunca, nunca pensei em outro homem de forma sexual, mas isso estava pra mudar. Minha mae teve que viajar as pressas para casa da minha avo em outro estado, e como eu estava em periodo de provas, nao tinha a minima chance de faltar, entao ela pediu pro seu heitor se ele se importava de cuidar de mim enquanto ela estava fora, seria apenas 1 semana. Ele disse que nao teria problemas. Ela deixou dinheiro para as comprar e a empregada faria comida pra mim todos os dias e eu so tinha que esquentar a janta depois que ela fosse embora.
Eu sempre fui de bater papo com ele, e na primeira noite nao foi diferente, chamei ele pra comer comigo pois estava sozinho e depois ficamos vendo televisao. Na tela quente, comecou a passar um filme de suspense mas teve uma cena de sexo, claro que nao mostrou muito, mas mostrou os peitos da atriz, ela de fio dental, muitos amassos e meio que terminava com o ator comendo ela por tras. Claro que nao mostrou penetração nenhuma mas a cena era bem excitante. Eu estava no sofa oposto ao seu heitor e deu pra ver que ele havia ficado bem excitado. Eu tambem fiquei e mais ainda de ter visto o volume na bermuda dele. Ele sempre disfarçando mas deu pra ver. Estava ficando tarde e eu estava com sono, mas queria ver o filme, entao deitei no chao, peguei uma manta e me cobri, eu estava com um short de pijama e camiseta, sem cueca e é claro, o short tava super colado e entrando na minha bunda. Eu ficava tirando o tempo todo da minha bunda mas nao adiantava, meu cuzao engolia aquele short de tecido fino. Ofereci, juro que sem maldade, pra ele deitar ali no chao comigo se quisesse, era carpete e ele ficaria mais confortavel. Era de frente pra TV. Ele aceitou e se deitou. Ficamos vendo o filme e eu dormi, acordei com a TV ligava chiando, eu de lado e o seu heitor abraçadinho comigo, bem colado. Me senti meio estranho, mas gostei, nao queria me mexer, minha bunda tava muito colada na virilha dele, mas ele nao estava excitado, tava dormindo e eu sentia a respiração dele no meu pescoço e isso me deu um arrepio gostoso. Sem me mexer muito, peguei o controle e desliguei a TV, e como estava, voltei a dormir. Acordei com o pau duro dele cutucando meu cuzinho, pau duro matinal, ele ainda dormia, dava pra ouvir na respiração dele. Era cedo pra escola e eu estava sem saber o que fazer, acordava ele? Deixava? Aquilo era novo pra mim mas eu estava achando muito gostoso. O pau dele estava bem na entradinha do meu cu, minha bunda abraçava o pau dele como um sanduiche. Nao sei o que me deu mas me deu vontade de dar uma reboladinha e minha bunda involuntariamente comecou a mexer, tava muito gostoso, mas obvio que com isso ele acordou. Levou um susto e pediu mil desculpas, disse que pegou no sono e tal. Eu falei que nao tinha problemas e que eu tb tinha pego no sono e dei risada. Ele riu e correu pro banheiro. Fui tomar banho no outro banheiro e toquei uma punheta e gozei em 1 segundo. Estava colocando meu uniforme e quando subi a cueca ela entrou na bunda, como sempre, e aquilo me deu um tesao absurdo e tique que tocar outra punheta gozando muito rapido. Fui pro colegio e mal podia esperar pra assistir filme com ele de novo, nao parava de pensar no pau dele me cutucando, um desejo absurdo foi crescendo dentro de mim, eu nao me reconhecia mais.
Continua....
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
O paizão da natação queria era pica
Eu e meu marido começamos fazer natação recentemente em uma academia aqui da cidade, estamos fazendo no penúltimo horário da tarde, geralmente são pessoas mais velhas e crianças. No nosso horário tem mais 4 mulheres, 1 guria e 3 homens, contando com nos 2, somos no total 10 alunos. Depois de algum tempo descobrimos que um dos homens era marido de uma das mulheres e pai da guria. Com o passar dos dias começamos a perceber umas olhadas diferentes pra gente, ficava encarando, e quando parávamos para descansar, ele sempre parava do nosso lado, normal até então, nós não tínhamos maldade nenhuma, até porque ele era casado e a esposa e a filha estavam nadando do nosso lado. Ele é alto, bem forte devido aos anos de natação, tem uma cara de bravo, uma barba grande, e o melhor uma rola cheia de pelinhos branquinhos e uma buna deliciosa, bem redondinha, daquelas que chama atenção. Depois da aula de natação a gente sempre vai tomar uma ducha, e aqui no vestiário tem uma fila de duchas sem divisórias nem portas, esse é o nosso horário preferido, que delícia, pois sempre ficamos observando os caras tomar banho totalmente pelados, aqueles costas largas, ombros largos, braços enormes, devido a natação, esses membros sempre crescem bastante, sem contar naquelas picas gostosas do nosso lado, aquelas coxas bem grossas, aquelas bundinhas redondinhas, a maioria nem tem muito pelo. Sempre somos os dois últimos a sair, de vez em quando chegava uns caras atrasado para o último horário, e nós ficamos lá no chuveiro enrolando, passava sabonete 3 vezes, lavava a cabeça umas 2 vezes, e ficamos curtindo aqueles machos heteros tomando banho peladinho do nosso lado, quando nosso pau ficava duro, a gente se abaixava, fingindo lavar o pé hahahaha. Começamos a perceber que o paizão também ficava enrolando no banho, quando um cara saia ele ficava manjando as rolas, olhava de canto de olho, e era sempre o último a sair antes da gente. Ontem segunda feira, quando estávamos tomando banho, começamos a prestar mais atenção nele, cada homão da porra que entrava ou saía do chuveiro ele ficava manjando as rolas. Ele começou a lavar muito a bunda, e ficava de quatro virado pra nós dois, começamos a olhar e como ele era branquinho, tinha um cuzinho bem rosadinho, e pra completar o safado tava com o cuzinho todo depilado, lisinho, passava sabonete e quando ele lavava dava pra gente ver certinho aquele rabinho gostoso, parece que ele tava provocando, aquele paizão queria pica naquele rabo gostoso, ficava de quatro virado pro nosso lado, aquela cena mexeu com nossa imaginação, vendo aquele cuzinho rosadinho nosso pau deu sinal de vida, a gente não ia dispensar aquele cuzinho gostoso do paizão né. Eu fiz sinal do pro antônio e sai primeiro que ele, passei do lado dele, minha pica já tava meia bomba, e fui me enxugar. O antonio ficou observando e me contou depois que ele ficou manjando minha pica tambem, como ja tava bem dura, com aquela situação. Eu comecei a me enxugar e mostrando bem minha rola dura pra ele, ele começou a encarar descaradamente meu pau, eu gostando de me exibir, comecei uma punheta de leve, ele não tirava o olho. Ficou fácil pra gente perceber que ele queria mesmo levar rola. O Antônio passou por ele que ficou olhando, também tava de pau duro, chegou perto de mim e me viu punhetando e já caiu de boca na minha rola. Ficou ali mamando e o paizão olhando nós dois, não demorou muito e ele foi chegando perto, com aquela cara de bravo, de macho alfa. Eu só fiz sinal pra ele e perguntei se ele queria mamar também. Era isso que ele queria mesmo, ficou de joelhos no chão mamando minhas bolas enquanto o Antonio chupava meu pau, começaram a revezar, e eu explodindo de tesão. Tava louco pra fuder aquele paizão com cara de marrento. O Antônio levantou começou a me beijar e pediu no meu ouvido se podia chupar a pica do paizão, eu só balancei a cabeça e ele começou a mamar o paizão, vendo aquela situação, meu marido mamando uma rola gostosa e o cara mamando a minha, fiquei louco, tirei meu pau da boca dele e fui em direção aquele rabinho gostoso, comecei a meter a lingua, e ele começou a gemer. O safado gostava mesmo de uma linguada no cuzinho, deixei aquele cuzinho bem molhadinho e fui colando a cabeça da minha pica na portinha, ele gemendo enquanto o Antônio chupava a rola dele, e eu forçando a entrada, até que meu pau entrou todo, ele deu um gemido alto de tesão e gritou: SOCA TODA ESSA ROLA NO MEU CU, CARALHO, eu só obedeci e mandei ver, comecei a bombar bem forte e o puto adorando leva pica no rabo. Então resolvemos revezar aquele rabão gostoso. O Antônio passou a fuder o cuzinho dele que ja tava bem largo, e eu dei minha rola pra ele chupar, depois de bombar naquele cuzinho, o Antônio anuncia que quer gozar e então fala: João, puto tem que levar porra na cara né!!! e eu respondo: então vem cá e vamos dar o que ele merece. Nós dois ali na frente daquele paizão marrento, que nessa hora já tava bem mansinho. Nossas picas pulsava de tanto tesão, começamos a nos punhetar e ele também começou uma punheta de joelhos no chão, logo esporramos na cara dele, no mesmo momento ele gozou num urro de tesão. O Antônio começou a esfregar a porra na cara dele e eu na barba, ele engolia tudo e estava adorando nossa porra, depois de um momento de êxtase, nós dois demos um tapa na cara dele e o Antonio falou: esse rabinho já tem donos, mas também quero sentir essa sua pica gostosa no meu rabo, olhou pra mim e perguntou: posso amor? Eu só respondi: claro, enquanto ele fode seu cuzinho eu me delicio nesse rabão gosoto dele, nos somos parceiros em tudo. hahahahaha. Ele deu uma risada, se levantou e disse: Cara que loucura, nesse momento ele lembrou que a mulher dele e a filha estavam esperando na recepção. Correu no banheiro deu uma lavada na cara e passou por nós dizendo que na próxima aula a gente continua. E nós ficamos ali pelados pensando na foda maravilhosa que tivemos. CONTEM O QUE ACHARAM QUE SEMANA QUE VEM TEM MAIS.
segunda-feira, 21 de maio de 2018
Trepando com o sogrão
Eaí pessoal, tudo bem? Me chamo Anderson, tenho 22 anos, branco, cabelo preto, corpo definido, pois semanalmente vou á academia, pratico futebol e natação também, sou bissexual ativo e não curto afeminados.
Essa transa aconteceu recentemente e é verídica.
Já faz uns 4 meses que eu estou namorando uma gatinha linda, ela tem 18 aninhos, com um corpinho maravilhoso, peito durinhos, pernas grossas e um bumbum de enlouquecer. Sempre que estamos juntos percebo os olhares para ela, o que me deixa excitado, seus pais são pessoas muito agradáveis, especialmente o pai.
Ele se chama Roberto, tem uns 37 anos, mas aparenta ter menos, ele é um homem alto, descendente de alemãs, branco, loiro, corpo legal, pois ele é instrutor de Jiu Jitsu, é muito bonito, metido a mulherengo, trai muito a sua mulher, que é uma quarentona gostosona, ele é legal e muito brincalhão.
Eu gostava de ir dia de domingo pra casa dele, pois almoçávamos, bebíamos e caíamos na piscina, minha parte preferida, pois além da Júlia, ele tem filhos gêmeos, que são muito gostosos também, ambos brancos, olhos azuis, eu amava ficar de fora da piscina admirando aquelas malas grandes, corpos sarados, aqueles homens perfeitos, sempre na discrição é claro, pra minha namorada não perceber.
No primeiro domingo que eu fui, quando eu resolvi entrar na piscina, fui ao banheiro me trocar e voltei apenas de sunga preta, eu ainda fiquei conversando com a minha gata fora, meio distraído peguei o seu Roberto olhando pro meu corpo de dentro da piscina, então ele vira seu rosto rápidamente. Modéstia a parte eu tenho um corpo legal, além dos esportes, eu vou semanalmente á academia pra manter o tanquinho, sempre recebi elogios tanto de homens como de mulheres.
Desde então, durante todos esses domingos que eu ia, e tinha a impressão que o seu Roberto me secava, de canto de olho eu percebia, ás vezes quando estávamos sentado na beira da piscina ele colocava a sua mão nas minhas coxas enquanto conversava, mas eu encarava com naturalidade.
Até que em uma determinada semana a sogra dele, que morava no interior, ficou muito doente, sua mulher e seus filhos, inclusive a minha namorada resolveram ir visitá-la, ficando apenas o seu Roberto em casa. Era um típico sábado de manhã quando eu estava em casa assistindo e recebo uma ligação dele, me chamando pra montar um guarda roupa que eu combinei com ele de montar, mas eu tinha me esquecido completamente, eu disse que chegaria em 20 minutos.
Quando eu cheguei na sua casa ele estava apenas de bermuda, sem camisa, entrei e fomos direto arrumar o guarda roupa que era gigante e estava no seu quarto, em um determinado momento eu tiro a minha roupa, pois aquele dia estava especialmente quente, eu suava muito, então começamos a beber algumas cervejas que tinha na geladeira enquanto trabalhávamos, depois de um tempo em meio á conversa eu perguntei:
_Ei seu Roberto quando a sua...
- Não, me chama só de Roberto, eu nem sou tão velho assim, tenho apenas 37 anos.
_É, ainda ta novo. Eu disse.
- Mas o que você queria me perguntar?
_Quando a sua esposa e seus filhos voltam? A Julia disse que é na segunda
- É verdade, só na segunda. Ainda bem, hoje ainda dá pra mim receber outra visita.
_De quem?
- Sabe a Gisele?
_A que mora no começo da Rua e ta separado do marido?
-Sim.
_O que tem?
- Não vai falar pra ninguém, mas eu tracei ela essa noite.
_ Sério?
- Sim, ela é muito gostosa, tem uma buceta grande e um rabão gostoso.
Eu estava surpreso, me perguntando o porque de o seu Roberto estar me contando aquilo, eu não entendia. Ele continuou:
- E ela gosta de chupar uma rola, chupou a minha e gozei na boca dela.
_Eu amo receber uma chupada. Eu disse:
_Eu também, e eu ainda comi o cu dela.
_Sério? ela deu?
- Deu sim, diferente da tua sogra que não gosta, ela não aguenta os meus 21 cm.
_Caralho! Eu exclamei.
-O Que, você acha grande?
_ Eu tenho 18 cm é maior que o meu.
- 18 cm é um bom tamanho, a minha filha deve sofrer na tua mão, ela ta bem servida. Ele disse.
Fiquei sem reação, com vergonha, o alcool devia estar fazendo efeito pra ele falar aquelas coisas.
_Que isso seu Roberto?
- Ta com vergonha porquê? é papo de homem, além do mais você é namorado dela.
_ É que o senhor é pai dela e tal, fica estranho falar sobre isso.
_Que nada, todos namorados transam é normal, ou você não comparece na cama?
Ele disse isso rindo.
_Eita! aí não, eu sempre compareço.
_Mas fala aí, foi você que tirou a virgindade da minha filha?
_S..sim. Eu disse meio com medo ainda.
_Grande garoto, fui eu que tirei a da tua sogra tambèm, quando...
Ele começou a contar como tirou a virgindade da sua mulher, eu estava excitado imaginando a minha sogra de quatro com aquele rabão, eu olho pra baixo e vejo que a sua barraca estava armada e não perdi a oportunidade:
_Parece que alguém acordou aí rs.
_É que eu fico de rola dura toda vez que lembro, e parece que você ta também..
Ele disse isso enquanto ele olhava pra minha mala.
_É.
Eu disse apertando a minha mala. Sentei na cama procurando um parafuso específico no meio de muitos pra ajeitar o guarda roupa, ele senta do meu lado pra ajudar a procurar, o meu pau ainda estava duro e do nada ele pega no meu pau por cima da calça e aperta, eu me espantei.
- É, a minha filha ta bem servida.
Ele disse isso e não tirou a mão de cima do meu pau, eu estava quase gozando, e já dominado pelo tesão eu disse:
_Caralho! eu quase gozei.
Ele continuava apertando o meu pau e eu ali estava suando frio, apenas curtindo.
- Tira, deixa eu ver.
Eu não duvidei, me levantei, tirei a calça, ficando apenas de cueca, eu eu como sou safado disse:
_Tira o senhor o resto.
Ele ficou de pé, se aproximou de mim, olhou nos meus olhos e meteu a mão na minha cueca, tirou o meu pau e começou a punhetar, eu abri o zíper da sua calça, tirei o pau da cueca e comecei a alisar também, começamos a fazer uma mão amiga deliciosa. Esfregávamos o nosso pau um no outro, como numa briga de espadas, ele olhou pra mim e me lascou um beijão e eu retribuí, ficamos sarrando e passando a mão no tanquinho um do outro.
Ele disse que ele ia tomar banho e pediu pra mim ficar, que ele queria sentir o meu cheiro, suor de macho, era o fetiche dele, eu fiquei deitado na cama pelado batendo punheta enquanto ele não voltava. Depois que ele voltou pelado, eu pude ver aquele verdadeiro macho, ele era maior que eu, branco, peitoral largo peludo, braços fortes e coxas grossas peludas, e um pauzão mole balançando entre as suas pernas, que visão do paraíso.
Ele deitou em cima de mim, me beijou, esfregou o seu pau no meu e foi me beijando, primeiro o meu pescoço, lambeu os meus mamilos e foi abaixando lambendo os gominhos da minha barriga, cheirou o meu pau, e lambeu os meu pelos aparados e em seguida abocanhou os meus 18 cm, ele sabia como fazer e era gostoso, sua boca era quente, ele lambia as minhas bolas, fez isso por um tempão e eu disse que queria chupar também.
Ele deitou de peito pra cima, e eu fui direto no seu pau, e que pauzão, ainda estava meio bomba e foi engrossando conforme eu chupava, seu pauzão era grande, mas não era muito grosso, branco, reto, cabeça rosada, cheio de veias, um sacão grande e com pelos bem aparados, eu chupava e passava a minha mão no seu corpo, seu pau era macio, cheiroso. Até que ele diz:
_Mete esse seu pau em mim.
_È pra já.
Ele pegou uma camisinha, me deu e ficou de quatro na cama, mandei ele ficar de bruço, coloquei um travesseiro debaixo dele e fui pra trás dele, era lindo ver ele de costas, corpão largo, bunda grande e dura com alguns pêlos, bunda de macho. Ele disse:
_Vai devagar, com carinho, faz anos que eu não dou.
_Sério?
_Sim, a última vez que eu dei foi pra um primo, eu tava com 18 anos, agora eu faço só chupar e mão amigas no banheirão.
Eu ri e perguntei:
_Me fala uma coisa? Todo esse papo de sexo, boquete, sexo anal e virgindade, você falou pra me deixar excitado né?
- Sim, eu queria desde que eu te conheci ver o teu pau, parecia ser grande, na piscina eu ficava excitado quando te via só de sunga mostrando o teu corpo, era difícil disfarçar.
_O senhor é safado, por isso eu vou te comer gostoso, vai ver um macho de verdade.
- Vem gostoso, me mostra como tu come a minha filha.
Eu encapei o meu pau, me abaixei e fiz um cunete nele, bem babado, eu metia a lingua no buraquinho, ele rebolava e gemia, eu me posicionei, encostei o meu pau na portinha e fui jogando o meu peso nas suas costas. Foi entrando cm por cm, cada pedaço, ele gemia, mandava eu ir devagar, eu mandava ele aguentar como um macho, e fui dando algumas paradas, em seguida os meus 18 cm já estavam dentro dele.
Comecei a bombar, aumentando o rítmo devagar, ele gemia alto, eu amava ver aquele machão gemendo, eu comia o seu cu com vontade, dando tapa no seu bumbum, eu me deitei compretamente sobre a sua costas, passei o meu braço em volta do seu pescoço, e meti com força, que delícia, eu bombava o mais rápido que podia,, eu mordia a sua orelha, eu comi muito ele assim.
Mandei ele sentar no meu pau, e ele começou a cavalgar, fazendo cara de dor, ás vezes de prazer, suas mãos estavam apoiadas no meu peito, ele quicava e rebolava gostoso, coloquei ele de frango assado e meti a piroca sem pena, eu o beijava enquanto o fodia e ele gemia e dizia:
_Anderson, tu é muito gostoso, me arromba com esse pau que tu come a minha filha.
- Era pau que o senhor queria, agora toma, agora você e sua filha são as minhas putinhas, se vacialar até a tua mulher também.
Eu estava no auge do tesão, totalmente desinibido.
_ah...shhh...que gostoso...queria ver tu comendo a minha esposa...eu e ela.
_Sério?
_Sim. É o meu fetiche ser corno e ver ela dando pra outro homem.
_Eu iria comer o cu dela também, a sua filha ama.
_Tu come o cu dela?
_Sim.
_Praticamente todo dia.
Nessa hora eu senti ele contrair o corpo e apertar o meu pau, ele gozou em cima dele, no seu peito e pescoço, eu continuei metendo rápido, seu pau ainda estava duro, eu coloquei ele de ladinho e meti a piroca, estávamos suados, eu mordia o seu pescoço o fazendo revirar os olhos, o comi muito nessa posição, ele gemia alto. Em seguida botei ele de quatro e ele rebolava gostoso, rápido e depois devagar não demorou muito e eu anunciei que iria gozar, ele mandou eu gozar na boca dele e assim eu fiz, gozei muito, enchi a sua boca o fazendo engasgar. Ele disse que também queria gozar de novo, me ajoelhei e mamei os seus 21 cm por um tempo, ele mandou eu deitar na cama, veio por cima e ficou ajoelhado em cima do meu rosto, meteu o pau na minha boca e começou a meter como se estivesse fudendo uma buceta, eu engasgava, ele metia rápido e com força, até que ele gozou na minha garganta me fazendo engolir tudo, ele caiu exausto do meu lado, me deu um beijo provando a sua própria porra e disse que eu era muito gostoso e sabia fuder muito, ele virou pro outro lado, deitei atrás dele e dormimos de conchinha.
Eu acordei com ele chupando o meu pau ainda mole, eu sorri pra ele e fui comer ele de novo, nós transamos a noite toda, eu passei o domingo o fudendo, ainda consertamos o guarda roupa e fudemos de novo, depois eu voltei pra casa feliz.
Esse foi o meu conto, é verídico, ficou grande, mas é que eu gosto de contar todos os detalhes, desculpem os erros ortográficos, se vocês comentar e votar eu conto como fiz troca troca com um dos gêmeos, filho dele.
Espero que tenham gozado, bjs
sexta-feira, 9 de março de 2018
domingo, 18 de setembro de 2016
Com o coroa vascuino do centro do rio
Porra ta foda de encontrar um cara macho pra foder... ou so tem enrolado ou viadinho nessa cidade ... ta foda... fui quinta feira pra um curso no Centro do Rio... tava num tesao fodido... nao queria bater uma punheta ... queria mesmo era uma mamada... na hora da aula um cara me chamou nesses aplicativos de pegação pra celular... perguntou se eu nao queria comer um vascaíno casado... mandou foto dele com a camisa do Vasco e disse que tinha 37 anos e tinha local... marquei com ele de ir no escritorio que ele trabalha depois das 17:00... fomos falando pelo aplicativo e quando subia no elevador ele disse que ja ia deixar a porta aberta pra eu entrar... quando cheguei no andar altao... tinha uns caras fazendo uma obra na sala em frente... abri a porta... tava escuro ... mas entrei... o carinha aparece... nao tinha 37 anos nao... era um coroa mas dava pra comer... o cara devia estar na seca num piroca... parei... tirei a mochila coloquei sobre uma mesa la cheia de papéis... ele avançou e segurou na minha rola sobre o jeans e ajoelhou... se eu nao abrisse a calça ele seria capaz de rasgar ela... de primeira engoliu minha pica ate a garganta... o coroa brancao é bom de mamada... vou te falar que se ele mamasse muito eu seria capaz de gozar... tirei minha camisa pra nao amarrotar e nao sujar... e deixei ele ajoelhado fazendo o serviço... e os caras trabalhando e conversando no corredor fazendo a obra... como percebi que ele gostava de rola na goela comecei a socar pica na garganta... e ele quietinho so levando a pirocada ... mesmo coroa ele tinha um corpo meio forte... tatuagem no braço... e um peitao com bico durao... mandei ele tirar a camisa que estava usando e comecei a brincar com aquele bicao do peito... o cara endoidou e falou que tinha muito tesao ali... mamou com mais vontade ainda... quando levantou percebi que ele tinha entre 45 e 50... nem vi o pau dele... so vi ele abrindo a calça e mostrando uma bunda branca durinha e redonda... dei um tapa e perguntei se ele queria pica... ele pegou um gel e passou no rabo... coloquei uma camisinha... ele se debruçou na mesa de trabalho e meti... de primeira ja entrou tudo... ele deu um gemido baixo e nao reclamou... comecei a socar... ele abria o rabo com as duas maos e começou a gemer alto... com certeza os caras na obra estavam ouvindo... escritorio pequeno... e eu estava fodendo ele perto da porta de entrada... eu socava e ele so gemendo... vou falar uma coisa pra voces... ja comi uns garotoes mas aquele rabo tava delicioso de meter... entrava tudo... ele gemendo e falando "que delicia"... fiz pressao pra ele abaixar um pouco e fiquei fodendo tipo cachorro em pe... segurando no peito dele... falei que queria gozar nos peitos dele... ele nem reclamou... tirou a camisinha e ajoelhou... soquei rola na boca... ele mamou... engoliu tudo de novo... tirei a pica da boca ele ficou alisando minhas coxas... gozei no peito dele... saiu porra pra caralho... lavei o peito dele com leite... e ele gozou na mao pra nao sujar o carpete... quando parou de sair porra ele disse que agora estava satisfeito... fui num banheiro lavar a mao e a pica... ele pegou papel toalha e limpou o peito ... porque disse que se chegasse em casa muito vermelho ia dar merda... me aarrumei... ele ainda pelado... foi ate a porta... abriu pra mim... ouvi as vozes dos caras trabalhando e fui pro elevador... ja podia ir fazer um lanche no Bobs de boa... ja tava relaxadao... nem sei o nome do Vascaino que me deu o rabo... so sei que o rabo é bem gostoso. Fui
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Vizinho experiente me ensinou a ter prazer
Meu vizinho era um jovem senhor, de seus trinta e poucos anos, com o corpinho em dia. Sua esposa trabalhava viajando muito e tinham dois filhos pequenos.De tudo ele sabia um pouco, era conversador, tranquilo e um ótimo vizinho, prestativo, educado. Sempre que o via na piscina, com sungão, reparava no realce da mala. Mas nem eu sabia direito o que queria então com dezesseis anos.
O que achava estranho e todos reparavam é que era extremamente fiel à esposa, apesar do inevitável assédio das moradoras galinhas do prédio.
Certa vez ficou de me ajudar num trabalho pra o colégio, pois tinha livros sobre o assunto.
Fui ao ap. dele e ele me recebeu enrolado na toalha e depois colocou uma boxer branca (aí eu engoli em seco, era grande e linda). Perguntou se tinha problema e eu disse que não, que ficasse à vontade e até brinquei "sinta-se em casa."
Conversa vai , conversa vem, falando de hormônios, pois o trabalho era de biologia, ele calmamente me saiu com essa:
-Na tua idade os hormônios estão à flor da pele. Se não arrumar uma gatinha ou bater muita punheta vai ficar com espinha.
Ri envergonhado, pois não tinha gatinha. E do nada, por besteira, achei de comentar
-Não tenho muita sorte com a mulherada (arrependi mas já era tarde, tinha soltado.)
-Nada, o cara não precisa ser bonito, tem que saber conhecer o corpo da mulher e o próprio corpo. Se quiser dicas...
A mulher dele era linda e estava feliz. Pensei , por que não?
Sorri, com a face iluminada e sapequei.
-Opa, aceito.
-Então primeira lição - conhecer teu corpo e saber onde é mais sensível. Faz o seguinte, tira a roupa e fica de frente pro espelho para te reconhecer.
Eu era tímido, mas não sei por que ele me inspirava confiança e por isso me despi e fiquei de frente pra o espelho.
-Tem que se depilar. A onda agora é estar com o corpo lisinho, é mais higiênico e elas gostam. E a depilação é momento de contato íntimo, então você ja´sente um corpo estranho tocando, alisando teu corpo. Tenho um aparelho de barbear novo. Vamos lá.
Voltou do banheiro com o aparelho e a espuma.
Peguei meio sem jeito, comecei a me raspar com pressa e ele me repreendeu.
-Calma, a pressa geralmente é a inimiga de uma boa transa. Deixa eu te ajudar.
Ficou atrás de mim e disse para eu olhar para o espelho.
Passava a lâmina bem devagar e eu me arrepiando todo e o pau na hora deu sinal. Depois de raspar a frente, se posicionando por trás, ele se abaixou na minha frente, segurou me pau, levantou, passou a lÂmina nele para depilar melhor, segurou meu saco, passando a lÂmina. Depois voltou para trÂs de mim e passou a lÂmina na minha bunda.
-Tá vendo, não é gostoso, tem que ser um momento seu, de início de masturbação. Pelo que vi, você tem a área pubiana sensível, mas o próprio pau também responde bem ao estímulo. Mas vamos ver aqui uma coisa. Põe um pé em cima desse banquinho, para eu raspar entre o saco e a bunda...
Feita a posição, à medida que a lâmina passava eu só faltava me contorcer. Gemer foi inevitável.
-Ops. Cheguei ao ponto. Quando estiver com uma gatinha que quiser resposta pro teu prazer mais rápido, passa a mão nesse lugar, faz ela passar a língua. Você vai sentir mais tesão. Agora abre a bunda para eu depilar esse rego.
E fui fazendo o que ele mandava, como que hipnotizado. E ele passava a lâmina e eu gemia. Até que eu disse para mim mesmo, isso tá ficando estranho. E pedi que parasse que não estava me sentindo bem naquela posição.
-Está sim, mas por machismo não quer admitir. Saiba que as mulheres entendem e bem. E se não exploram mais a bunda masculina é porque os preconceituosos não deixam. Mas se quiser parar...
-Continua.
E ele terminou sério a depilação e mandou eu jogar uma água no corpo. Quando voltei ele disse para eu deitar nu e me deu um hidratante.
Deitou ao meu lado nu e pegou outro hidratante.
-Já aprendeu os pontos em que você se excita mais. Embaixo do saco, no corpo do pau e no rego.Agora passa hidratante calmamente e vai fazendo carinho nessas áreas.
Assim fiz e meu corpo estremecia.
Ele pegou o hidratante e começou a fazer uma massagem no próprio pau e disse faz como eu.
Tentei fazer igual mas não conseguia.Sei lá, nervoso. Foi quando ele puxou meu rosto, olhou bem nos meus olhos e disse
- Vou te ajudar, mas aqui não tem moleque. Se eu sonhar que você falou merda no prédio eu me vingo.
Por um momento aquele misto de temor, tesão e curiosidade me assolou, mas devolvi.
-Tranquilo.
Ele pegou o hidratante, passou na mão e pegou meu pau com todo o carinho, subia e descia lentamente, brincava com a cabecinha, alisava o saco, passava os dedos embaixo do saco e meu pau pulsava cada vez mais forte.
-Vai, isso, mais rápido, eu implorava.
-Pressa é inimiga do prazer. Não tou te punhetando, to te massageando. Ponto de bala? Agora faz no meu pra eu ver se tu aprendeu.
-Hã????
-Aqui não tem moleque, esqueceu?
Tremendo, mas com muito tesão, comecei uma desastrada massagem que resultou logo num esporro.
-Porra, não aperta, é massagem, não é punheta, punheta é a última coisa da sessão. Devagar, macio, sobe, desce, alisa, fresca.
E eu ali, segurando um pau enorme, lindo, já ficando de pau duro de novo e sem entender que porra era aquela. Quando melhorei ele disse para eu deitar de bruços. Pensei, quer me enrabar, mas ali não tinha moleque...Deitei.
Ele abriu minha bunda sem cerimônia, passou hidratante e começou a alisar e circundar meu cuzinho com carinho.
-Opa, opa, aí não...
-E por que? se a mulher quiser você vai negar?
-Tá bom, tá bom.
E ele brincou até sentir meu pau totalmente duro e babando.
-Tá vendo? doeu? morreu? Tem que ser adulto. Minha vez, faz a mesma coisa pra ver se você aprendeu.
De cu eu gostava, pois comia os garotos da rua. E o dele era lindo, branquinho, rosadinho, depiladinho. E lá pelas tantas eu me empolguei e meu rosto estava bem perto. Ousei e dei uma linguada. Ele não fez nada. Dei outra e nada. Quando vi eu já estava com a língua enfiada, aproveitando o cuzinho dele, metendo o dedo. E ele impassível, deixando. De repente ele se vira, me olha sério e diz, deita , tua vez.
-Mas,...
-Aqui não tem moleque...
Obedeci e quase gozo de tanto prazer que eu tive com a língua e dedo dele na minha bunda. Tudo muito lento e cadenciado.
-Assim é que se faz, e não aloprando e arranhando o cu da pessoa.
Fiquei meio envergonhado porque fui com muita sede ao pote.
-Valeu, vai lá fazer teu trabalho.
-Hã , como assim, de pau na mão? Cara eu tô para pirar e você me manda embora no melhor?
Sorriu e deitou de bruços.
-Aproveita...
Comi aquele rabo com gosto, que bunda linda e gostosa, gozei litros e ele sempre orientando, mais devagar, soca com força agora, mete tudo, fala putaria, ouve meu gemido. pega no meu pau, vai.
Gozei pra caralhooooo!
Tomamos banho, me vesti. Viciei. Durante uma semana ia todos os dias na casa dele, a mulher e os filhos viajando de férias e eu ia comer o vizinho em todas as posições.
Ao término de uma semana, no meio das massagens ele olha sério pra mim e diz
-Fica de quatro.
-Hã?
-Aqui não tem moleque. Esqueceu?
Mas não resisti muito, pois aprendi a confiar e sabia que ali não tinha moleque, tinha dois homens se curtindo muito e treinando para pegar mulheres.
Dei o cu gostoso. Gozei muito. E não sou gay. Mas me troco com o vizinho até hoje.
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Eu e meu tio e os mulekes funkeiros part 2
Enquanto a noite caía e ouvia-se ao longe um funk, eu me lembrei que havia ainda 4 cervejas e resolvi abrir uma. Enchi um copo para mim e para Isaías e ofereci também a Isaque que aceitou, muito tímido e sempre franzindo os olhos de cabeça baixa. Não parava de nos observar atentamente, parecia deliciado e obcecado com a situação. Isaías havia sacado fora sua pistola e eu acendi a luz para ver melhor. Era um cacete grosso e marrom, cheio de veias, torto para cima e com a cabeçona grossa e quase cinza. Isaque não parava de admirar a caceta do irmão. Sentando-me de novo, eu segurei a caceta, que estava quente e úmida, sacudindo-a sem apertar muito, sentindo a carne macia e rija que pulsava. Fiquei ainda mais nervoso quando constatei que não conseguia contornar o diâmetro da caceta com minha mão.Então abaixei a cabeça e, lambendo a cabecinha com bastante saliva eu pude abocanhar a imensa caceta preta que deslizou pela minha boca fazendo-me engasgar: __svlrooooc, svrrroooc, slevvrrrrooowwww, fiz eu atolando a boca no pênis de Isaías, engasgando com a grossura, respirando fundo e produzindo mais saliva até que conseguisse preencher minha boca com aquela tora de carne. Excitado com aquilo, o moleque aproximou-se de nós, e com seus shorts abaixados, sacudia uma rola comprida, bem mais fina e mais reta que seu irmão. Então eu, abraçando-o pela cintura, o puxei para minha frente, segurei seu mastro que estava duríssimo e o chupei igualmente, fazendo Isaque revirar a cabeça pra trás com um suspiro. Enquanto isso eu não parava de punhetar a verga dura de seu irmão mais velho, que se pusera em pé ao meu lado. Ambos fodiam-me a boca com seus paus, enterrando-os até a garganta, fazendo-me engasgar e salivar mais. O barulho que eu fazia ao chupar-los era alto e indecente. Parecia mais um barulho de porco. __sblorghhh...sblarrowghhhhh…. era o som que eu fazia principalmente quando a rola de Isaías, que era mais grossa, fodia-me a garganta. Fiz então com que os moleques se abraçassem, juntando-lhes as cadeiras e passei a meter as duas rolas juntas na boca.E falava: __ Porra que delícia essas rolas na minha boca, mas as palavras não saíam por ter a boca recheada com o caralho dos irmãos. Saíam só uns gemidos seguidos por um monte de saliva entrecortados por suspiros, tosses e barulhos indecifráveis.
__ Russinho, você chupa igual ao teu tio! Disse-me Isaías enquanto eu e Isaque o encarávamos.
__ É isso mesmo que tu ouviu, teu tio já chupou minha rola bem gostoso e eu já esporrei na boca dele duas vezes!
__ Já que é assim, vamos resolver nossa vida hoje! Disse eu, levantando e tomando os moleques pela mão, fazendo antes com que tirassem os shorts, ficando só de chinelos, e eu também pelado e de tênis. Levei-os ao quarto do meu tio que estava imerso na escuridão, as janelas abertas e um vento fresco entrando. Aproximei-me da cama de titio muito excitado, segurando o caralho de Isaías e de Isaque um em cada mão. Meio sem saber o que fazer, dei uma bela mamada em cada um deles, abaixando-me à esquerda e depois à direita, enquanto sentia o resfolegar leve do sono de tio Marcos. Puxei a toalha suavemente pelo seu rego, ela estava frouxa e foi deslizando suavemente. Eu o fiz virar-se para um lado segurando-o pela cintura devagar e livrei-o da toalha, expondo à luz da penumbra uma bunda bem firme para a idade dele, redonda e macia. Isaías entusiasmou-se e se pôs a socar uma punheta enquanto se sacudia pra frente e pra trás, fingindo que estava fodendo meu tio enquanto estalava os dedos de contentamento. Depois, passou a mão pelo traseiro de titio que se sacudiu suavemente na cama soltando um suspiro. Foi nesse instante que eu aproveitei para beijar Isaque na boca, abaixando um pouco a cabeça para alcançar seu rostinho. Seus lábios eram deliciosos, pareciam ter um néctar, e eu os lambia e voltava a beijar, chupando-lhe a língua doce como se chupa um pênis. Isaque pôs a língua enrolada pra fora pois conseguia fazer isso, e eu voltei a chupá-la, e depois foi a vez de ele chupar-me a língua. Beijei seu pescocinho e abaixei para mamar-lhe as tetinhas, que tinham biquinhos roxos. Isaque era todo gostosinho e magrinho, parecia insaciável e era um veneno na cama. Voltei a chupar-lhe a caceta comprida e dura, levei-a até a garganta e fiquei mamando a cabecinha, enquanto ele me acariciava os cabelos.
Fiquei namorando o moleque por alguns minutos e quando olhamos, Isaías estava ajoelhado na cama de casal enfiando o rosto no meio das nádegas do meu tio que parecia já acordado pois eu vi seu braço se esticar para trás afim de acariciar e forçar mais a cabeça do mulato contra si, que enfiava-lhe vorazmente a língua em seu cu, enquanto espalmava as nádegas para abri-la, expondo à vista sua cobiçada olhota, o que me deixou também com um tesão furioso. Sentei-me à beira da cama pelado, ao lado de tio Marcos, enquanto o Isaque, ajoelhado no chão, me chupava a rola. Seus lábios eram quentes e úmidos, lembravam-me os lábios de uma boceta por causa da maciez e da umidade. Eu o segurei pela cabeça e o fiz engasgar, com o que ele tossiu e recomeçou a chupar a cabecinha. Tio Marcos, ao meu lado, estendeu seu braço veio socar uma punheta na minha rola, enquanto o Isaías, extasiado, fungava e chupava-lhe o cu, enfiando-lhe os dedos e o fazendo peidar, quando então Isaías o castigava dando-lhe um belo tabefe com força na sua bunda que tremia com a força da mão espalmada. Eu me levantei e me juntei à Isaías, fazendo antes com que meu tio segurasse a rola de Isaque com sua mão estendida. Ele o masturbou um pouco e depois Isaque quis lhe dar de mamar, e, ajoelhado de lado na beira da cama, forçou o cacete na boca aberta do meu tio que havia erguido um pouco a cabeça para que o pivete lhe fodesse a boca.
Surpreso pela indecência súbita do meu tio, eu acendi a luz da cabeceira para apreciar sua nudez por inteiro e pus-me a ajudar Isaías a comê-lo com a língua, escancarando bem o bundão quase liso do meu tio para que o Isaías pudesse sorver aquele cu que tanto cobiçava e que estava dilatado e pulsava. A luz lhe dava um brilho molhado e eu vi que estava bastante dilatado. Mamei então na caceta de Isaías para ensebá-la de cuspe, pois eu ansiava em ver aquele enorme tronco de carne atolado no cu do meu tio, o que eu vi acontecer logo após, quando ele soltou um urro terrível, pois
estava simplesmente sendo estuprado por seu caseiro… Meu tio se sacudiu por baixo do corpo de Isaías, bateu os braços e fez força para levantar-se, o que só fez com que a pica do mulato se enterrasse mais fundo em seu cu, enquanto Isaías socava sua pica imensa como louco , fazendo os ovos baterem na bunda de tio Marcos. Ficou um tempo lá dentro e depois tirou, fazendo com que meu tio se sacudisse e se virasse na cama, o coração aos pulos, enquanto respirava com força. Isaías então, abraçando seu irmãozinho, o fez sentar-se na beira da cama e fez com que ele lhe chupasse a rola, que tinha acabado de socar no cu do meu tio, e a enterrava na garganta de Isaque fazendo-o engasgar. __ Ahhhhhhhhhh… fez Isaías, esporrando dentro da boca de Isaque. __ hurrrrrrrrrrrrr… gahhh... ahhhhhhh… fez ele enquanto se contorcia, fazendo com que a boca de Isaque ficasse totalmente lambuzada com o leite do irmão, que escorria-lhe pelo rostinho, enquanto ele se masturbava.
Sentindo-me cansado, eu fui me deitar junto a meu tio, abraçando-me com ele, enquanto ambos tocávamos uma deliciosa punheta. Isaque, muito safadinho, empunhou nossas picas e nos masturbou, e então, novamente senti sua boca macia envolvendo a cabeça da minha rola e fazendo movimentos de sucção. Eu acariciei seus cabelos e o puxei novamente contra minha cintura, fazendo-o engasgar. Ele o tirou da sua boquinha e, como estava também masturbando meu tio, passou por cima de mim e se pôs a mamá-lo também. Eu, de lado, observei que a rola de tio Marcos era bem parecida com a de Isaías, um pouco menos grossa talvez, também torta para cima, e o moleque parecia deliciado enquanto o chupava, olhando fixo para mim com seus grandes olhos pretos que estavam dilatados pela força da sucção que ele fazia no pênis… parecia um bezerrinho que lacrimejava. Isaías que havia se retirado para um banho, sentou-se na cama conosco, e pondo-se ao lado do caçula, abocanhou meu pau e chupou. Oh delícia! Seus lábios grossos e naturalmente úmidos pareciam feitos para chupar, e eu pensei novamente que eram lábios de boceta como os de seu irmãozinho, pois sugavam e faziam vibrar todo o pau, da base à cabeça. Eu vi então que Isaque largara um momento a rola do meu tio para beijar seu irmão na boca, o que fizeram como namorados apaixonados, e depois Isaías abocanhou também a rola do meu tio, que Isaque parecia oferecer-lhe, sacudindo. Beijaram-se novamente com paixão e Isaías voltou a me chupar, quando eu resolvi agir, antes que esporrasse na bocona grossa de Isaías (o que não seria má idéia, mas ficaria pra depois).
Ainda tonto da cerveja e meio desengonçado, fiquei de pé na cama e levantei meu tio puxando-o pelas mãos e comecei a beijá-lo apaixonadamente na boca. Meu tio então se abaixou para me chupar enquanto me masturbava e eu tremia de emoção por causa da situação infame e por causa disso mesmo meu tesão aumentou e eu fodi a boca do meu tio com vontade, respirando fundo para controlar o orgasmo. Foi dele mesmo a iniciativa de debruçar-se no peitoral da janela, empinando seu invejável bundão, e eu imediatamente comecei a fodê-lo. O cu do meu tio era guloso e sugava meu pênis, apertando-o com as piscadelas que dava, e eu socava com força, depois tirava por inteiro e voltava a metê-lo…Os dois mulatinhos sacanas se puseram ao nosso lado, e acariciavam o corpo de tio Marcos, e eu senti a mãozinha quente de Isaque percorrendo minha bunda, que se contraiu e depois de dilatou, sentindo seu dedinho entrar-me no cu. Meteu um, depois dois e três, enquanto beijava seu irmão. Isaias havia puxado seu irmãozinho pela mão, e inclinando-se apoiado na penteadeira do quarto, arregaçou sua bunda empinando-a para o alto enquanto Isaque, molhando sua “linguiça” com cuspe, atolou-a no rabo do irmão.
Como era gostoso foder meu tio, bombando seu cu com a cara enfiada em seu cangote. Apertei-lhe com força os peitos, massageei sua piroca(que estava mole) e o fodi nesta posição por alguns minutos, e enquanto observava Isaque metendo sem dó sua vara no traseiro do irmão,e eu então excitado com essa visão, esporrei dentro do cu do meu tio, caindo na cama exausto e com o pau pulando. Tio Marcos então, descendo da cama, foi socar uma punheta pincelando o cuzinho do moleque mais novo, que ficara exposto. Passava e pincelava a rola dura e melada pela fenda da bundinha de Isaque, procurando seguir seus movimentos enquanto ele fodia seu irmão, e depois, trazendo o moleque pela mão, sentou-se na beira da cama com a rola em riste para que Isaque a cavalgasse, o que ele fez sem frescuras. Sentou-se abraçado ao meu tio, seu corpinho esquálido envolvendo meu tio enquanto ele subia e descia, quicando na rola. Eu então, apesar de exausto, quis fazer o mesmo, e abraçando Isaias, o fiz sentar ao lado de titio e fodi-lhe a caceta montando nela com algumas reboladas, tendo tido antes o cuidado de enfiar 3 dedos no meu cu, e assim, depois de foder titio pelo cu, agora eu fodia a rola grossa do seu empregadinho. Eu rebolava na pica como um devasso sentindo-me estuprado pelo cafuzo e comia-lhe a rola, apertando-a e piscando o cu conforme eu aprendera tão bem até que o fiz esporrar dentro de mim soltando um ronco surdo e quase imediatamente, eu vi tio Marcos esporrar no cu do moleque gostoso, e eu fui o último a esporrar espremendo e ordenhando a pica do negão que estava atochada no meu cuzinho cor-de-rosa.
Já passava das oito da noite quando os irmãos, de banho tomado, se despediram de nós e foram embora. É lógico que não voltei pra casa aquele dia. Tio Marcos preparou um macarrão para nós, e eu, em um dado momento, ao vê-lo de cuecas em pé na pia, encoxei-o por trás, sarrando minha rola dura em sua bunda macia e aproveitei para lhe dar um chupão no ouvido dizendo: __ Deixa eu foder esse cu a noite toda, deixa? Ao que ele, dando um suspiro, jogou a cabeça para trás.
Nós jantamos e depois ficamos abraçados vendo discovery até tarde, quando então meu tio me puxou pela mão após desligar a tv e apagar todas as luzes, levou-me para o quarto encostou-me à parede, onde começou a beijar meu corpo todo, enquanto segurava minha caceta que tirou de dentro do samba-canção que me emprestara. Sentou-se na cama e pondo-me de pé, atolou minha pica em sua boca, chupando-a alucinadamente. Como era gostosa a sensação depravada de foder a boca do meu tio! Não perdi tempo e coloquei-o apoiado na penteadeira, bundão pra cima, e fodi-lhe o cu novamente, pondo, tirando e voltando a meter, enquanto ele gemia baixinho até que eu lhe esporrasse novamente dentro de seu cu. Nos banhamos novamente e depois fomos dormir peladinhos e abraçados. Fui embora no domingo à noite, não sem antes transarmos 3 vezes enlouquecidamente, uma na cama, de manhã, e duas no sofá da sala. à tarde, Isaías voltou a aparecer, sozinho, e ficou lá durante cerca de uma hora, em que dividiu comigo o cobiçado cuzão de titio, que Isaías batizou de "cuceta" (cu+buceta), pois enquanto fodia titio, falava: __ Olha que cuceta gostosa, ó...enquanto arreganhava o cu de titio que estava assustadoramente aberto, e depois voltava a bombá-lo com muita força, e uma hora trocou comigo, cedendo-me o lugar. Nós dois recheamos e leitamos o cuzão delicioso de titio, e depois eu o chupei para beber a porra que escorreu de dentro de seu "útero", logo depois que Isaías esporrou nele. Logo depois que ele se foi eu me vesti e vim embora também, e desde a despedida já sentia saudade enquanto abracei com força e carinhosamente meu tio e o beijei apaixonadamente na boca, antes de partir.
Nos tornamos amantes esporádicos e grandes amigos, de vez em quando ele consegue dar uma fugidinha para o Rio a pretexto de consertar seu carro, e como geralmente vem sempre aos sábados, eu consegui outras horas de aventura sigilosa com ele, o que aproveitarei para contar numa próxima ocasião.
Eu e meu tio e os mulekes funkeiros...
Ele sempre foi o melhor tio de todos, aquele com quem sempre queríamos passear de carro e estar juntos, era adorável e sempre nos levava onde queríamos ir, sem questionar nada, além de sempre inventar brincadeiras malucas como gravar entrevistas sobre crimes e escândalos que aconteciam, onde nos punha a cada um como personagens, inventando uma história cômica, além de cantar e gravar músicas engraçadas conosco, enfim, era o meu ídolo e o de todos nós.
Depois eu cresci e raramente o via, pois me mudara para o Rio de Janeiro e ele continuou vivendo no interior. Uma vez, eu estava parado esperando o ônibus para voltar pra casa e eis que escuto uma buzina e o vejo no seu carro, me convidando para uma carona. Estava sozinho, viera ao Rio comprar peças para o carro. Conversamos muito enquanto ele se dirigia à minha casa para me deixar. Fui simpático com ele pois sempre era agradável vê-lo e lógico, o convidei para subir e jantar comigo, o que ele recusou pois já era tarde e precisava voltar logo para o interior. Me pediu porém meu celular e me deu o dele.
Eu nunca olhei para o meu tio “com outros olhos”, nunca senti atração por ele, nossa ligação era de amizade fraterna. Porém, aquela noite, ao deitar para dormir, relembrei dele com carinho e este carinho se tornou, pela primeira vez, uma fantasia erótica. Tio Marcos não era propriamente um estilo de coroa que povoa o imaginário dos gays, nada de músculos e peitorais bombados, nada de jeans apertados, pêlos pelo corpo e nada de “uma-mala-imensa-que-se-destacava-sob-seus-jeans”, aliás eu nem me sinto tão atraído por esses tipos tão estereotipados, sou comum e tenho preferência por caras absolutamente comuns. Quanto mais natural for o corpo, melhor!
Eu toquei minha punheta(que foi deliciosa) sem culpa alguma, pois fantasias são fantasias, são para ser curtidas e se possível realizadas, coisa que, no caso, me parecia absolutamente impossível pois tio Marcos era um homem comum, bem casado a muitos anos, aposentado e pai de dois filhos muito bonitos e bem sucedidos. Não havia nada que denotasse que ele fosse bi e muito menos homossexual. Creio que ele, assim como toda família, desconfiasse que eu fosse gay, pois nunca tive saco para contentar a sociedade me casando e tendo filhos e vivia já a uns 10 anos vivendo só no Rio, ganhando mal mas nem tanto, para quem não precisa sustentar ninguém. Era essa a desculpa que eu dava, meio sem paciência nas reuniões de família que eu comparecia: mal tenho grana pra mim, que dirá para sustentar filho, dizia eu, sem muita paciência.
Naquela época eu tinha uns 31 anos, e uma aparência jovem, belos olhos, cabelos cacheados um pouco arruivados, corte reco nas laterais, corpo magro com uma barriguinha, uma bunda bonita e redonda, pernas musculosas e bem torneadas, muito branco. Nunca tivera paciência para gastar tempo tentando me assimilar a um tipo carioca me torrando ao sol da praia e puxando ferro em academia para me exibir com aquelas camisetinhas ridículas nas várias baladas GLS que há por aqui. Fazia mais um tipo “Nerd” paulista, que era até bem atraente para alguns, fato que sempre me causava surpresa.
Um sábado de manhã, qual não foi minha surpresa quando meu celular tocou e era tio Marcos na linha. Ainda não eram oito horas, e eu cheguei a pensar que fosse uma notícia ruim. Mas não. Tio Marcos simplesmente, com seu vozeirão bonito e muito contente em falar com seu sobrinho favorito, me disse simplesmente que sua esposa tinha ido passar uns dias com sua irmã que vivia em Minas Gerais, e que ele resolvera não ir, pois a viagem era muito longa, e ele estava sozinho em sua casa. Conversamos bastante, eu não me sentia entediado em falar com ele, e ele me perguntara então se um dia, eu poderia ir à sua casa para lhe ensinar dicas de como usar o computador que comprara. Era novato e não tinha idéia de como mexer.
__ Tio, posso ir até agora mesmo, se o senhor quiser…
__ Mas não vai te dar trabalho não? Aqui é muito longe!
__ Nem tanto assim ,tio. É só pegar o frescão ali na rodoviária e chego aí em três horas, fácil, fácil.
Tudo combinado, eu muito feliz, tomei um banho e fui para a rodoviária, onde o ônibus me deixou em sua cidade às 13:30 hs.
Cheguei lá, sua casa era bonita, grande e confortável, ele me recebeu com muita satisfação, abraçando-me, e eu tive que fazer um esforço supremo para pensar em coelhinhos da páscoa, fadinhas gordas e bruxas malvadas para que meu pau não ficasse duro enquanto o abraçava, já dentro do quintal. Era um belo homem: 65 anos, magro e com aparência jovial como é comum em nossa família, branco, gordo, forte com um cavanhaque bem cuidado, belos e expressivos olhos negros, nariz reto, lábios carnudos como os meus, coxas bonitas, eu nunca reparara como ele era sexy. Minha vontade era de meter a mão em sua bunda grande e apertá-la, mas logicamente me contive: Não iria por uma oportunidade como aquela à perder logo no início.
A viagem fora rápida e eu nem estava cansado, somente com fome. Ele logo, muito atencioso, após me recolher a mochila, perguntou se eu não queria almoçar com ele, o que eu aceitei. Fizemos uma refeição gostosa de arroz com feijão e filé de peixe, com farofa de linguiça e coca-cola. Havia sorvete para a sobremesa.
__E as cervejinhas, tio? Parou?
__ É, de vez em quando é muito bom uma cervejinha!!! Eu até tomaria com você, mas não tem porque Joana (sua esposa) não gosta que eu beba!
__ Não seja por isso! Vou comprar agora mesmo! E lá fui eu até a padaria que não era longe, voltando com oito cervejas bem geladas, as quais guardei na geladeira, abrindo uma para nós. Enchi nossos copos e brindamos. Nós estávamos muito felizes!
Estávamos na sala vendo discovery ou natgeo, uma coisa assim, que ele adorava e a tarde ia passando sem pressa. Gostava da sensação de estar ali naquela situação, pois nunca pudera estar a sós com ele e isso voltava a me excitar...titio, de bermudas e sem camisa sentado no sofá com seu copo que eu fazia questão de encher era uma visão agradável demais para que ficasse só naquilo, e eu tratava de embebedá-lo para ver até que ponto ia minha nova aventura. Perguntei sobre suas dúvidas com o computador e eu, sentando num banco que ele me ofereceu ao lado da cadeira dele, me pus a explicar-lhe tudo pacientemente, fazendo com que ele pusesse em prática tudo o que lhe explicara, e pouco a pouco nossos corpos estavam quase colados. Pudia sentir-lhe o bafo de cerveja, o que me dava vontade de beijá-lo.
Uma hora quase não podia levantar-se. Estava totalmente embriagado. Fiquei com um pouco de culpa e perguntei-lhe se lhe fizera mal e se devia chamar uma ambulância.
__Não é pra tanto! É só um porre...disse, e desequilibrando-se, se apoiou na cadeira da mesa de jantar. Eu, que era bem mais resistente ao álcool, fiz questão de segurá-lo pelos ombros e pela cintura, dessa vez com o pau totalmente duro.
__E um banho, você quer? perguntei-lhe sussurrando em seu ouvido e encostando meu pau duro em suas coxas.
__ Acho que tô precisando mesmo, disse meu tio, apoiando-se em mim. Coloquei seu braço em torno ao meu pescoço e o conduzi ao banheiro. Chegando lá ele pareceu recompor-se e disse: __ Espera, preciso mijar. E erguendo a tampa, mijou copiosamente na minha frente. Seu pau vibrava enquanto o jato intermitente jorrava, e ele parecia sóbrio agora. Olhou-me seriamente nos olhos enquanto terminava de mijar e depois quando sacudiu o pau. Depois cambaleou um pouco ao tentar tirar a bermuda para entrar no chuveiro e eu então o segurei dizendo: __ Acaba de tirar! Eu então o levei ao box e liguei o chuveiro bem forte e frio para que curasse seu porre. Não sei por que diabos achei inconveniente tocá-lo durante o banho, pensei que de alguma forma isso seria deselegante e me faria sentir vulgar e apressado. Esperei que terminasse enquanto eu mesmo me aliviava na privada e depois que terminou, sequei-o com a toalha e o levei até a cama de casal onde ele se deitou de bruços enrolado na toalha. Foi nesse momento que tomei um baita susto: pela janela aberta de seu quarto, eu vi no quintal um adolescente pardo e um moleque junto. Logo depois me recompus, lembrando que tio Marcos tinha um caseiro que cuidava de seu quintal e seu jardim. Não parecia que tinham chegado naquele instante, pois o cafuzo estava capinando o matagal dos fundos enquanto o moleque juntava um tufo bastante grande de capim seco, que depois colocou num grande cesto de plástico. Bastante sem graça, eu considerava que era bastante evidente a hipótese de que eles tivessem me visto carregando meu tio com uma toalha enrolada para a cama, e eu já pensava desesperado em qual explicação dar, então me controlei e pensei comigo mesmo: “Ah, foda-se!” … Mas, mesmo assim, eu me preocupava com a possibilidade de minha tia vir a saber depois, o que iria causar um leve escândalo entre mim e eles….Certificando-me que tio Marcos dormira em meio a sonoros roncos, eu fui até a porta da cozinha que estava encostada e a deixei aberta para que os rapazes me vissem ali, e fui preparar um café e fazer um sanduíche para mim e meu tio.
O moleque me vira, ou deixara de fingir que não me via e passou a me olhar fixamente com seus olhos negros. Isaías,esse era o nome do mais velho, ainda terminou de arrastar um último feixe de capim e o pôs no latão ajudado pelo moleque, que despejou o conteúdo da lata cheia em dois sacos de lixo, que saiu levando para deixar na calçada da frente, e na ida esboçou um sorriso que eu retribuí. Isaías me cumprimentou com um “Oi” sorridente, o qual retribuí do mesmo jeito, querendo e ao mesmo tempo não querendo apertar-lhe a mão. O café tinha ficado pronto, e eu aproveitei para oferecer ao mulato, que aceitou de bom grado. Tomou seu café parado na porta enquanto esfregava o saco. O moleque voltara da rua e foi se sentar na tábua que havia no monte de areia de obra encostado ao muro dos fundos. Não parava de me olhar, fixa e placidamente. __ Esse é meu irmão Isaque, disse-me o cabra mais velho apontando para o garoto, que franzindo o olhar, se levantou e veio me apertar a mão, com seu sorriso meio sombrio, tal como o meu. Notei que o aperto de mãos demorava um pouco demais em comparação com as regras da sociedade, mas não fiz nada e nem ele. Sorriu então um pouco mais aberto e largamos as mãos sorrindo. Isaías também deu um riso curto. Ele era franzino e anguloso, pouco mais baixo que eu (1,68m), e com um corpo muito mais bem definido, musculoso e rijo, coxas grossas, peitoral definido e sem pêlos (sua camiseta estava pendurada em seu ombro, tal como o irmão) pele cor de mate, cabelo reco estilo militar e um tronco estilo tanquinho, aparentava uns dezessete anos e seu irmão parecia ser mais jovem pois era mais baixo e ainda mais magro, deveria pesar uns 53kg e era um pouco mais claro. Usava o cabelo baixo com “chifrinhos” fininhos estilo afro. Ambos tinham traços extremamante bonitos e sensuais e eu sentia meu corpo todo quente perto dos dois semi-desconhecidos que eu entretia na cozinha da casa de tio Marcos, que continuava a roncar em alto e bom som lá dentro.
Isaías devolveu-me o copo vazio e eu querendo puxar papo para que ficasse lhe perguntei se não queria fazer um lanche. Ele se voltou para o irmão e ambos curvaram a cabeça como um código mudo qualquer e pareceram concordar. Já passava das 6 mas a noite ainda não caíra por causa do horário de verão, quando eu fiz Isaías e Isaque sentarem-se à mesa do café e mandei que fizessem seus sanduíches. Isaías, como Isaque não se mexia, fez o de ambos com bastante manteiga e eu enchi os copos que lhes dera e o meu. Enquanto comíamos, notei que Isaías, que estava ao meu lado, começara a roçar insistentemente mas com suavidade sua perna na minha, o que me causou um calor que subiu pelo corpo e me deixou arrepiado. Estava surpreso e feliz ao mesmo tempo pois nenhum dois dois tinha jeito típico de gay. Nós devorávamos os sanduíches, meu tio roncava e o caçula não parava de me encarar da ponta da mesa enquanto mastigava, enquanto Isaías já esfregava as costas da sua mão esquerda na minha coxa e meus pêlos se eriçavam e então eu já preocupado olhei para Isaías com cara de “Qual é” esticando meu beiço apontado para o moleque. Ele me respondeu sacudindo a mão como se dissesse “ele não liga” ou coisa do gênero. Fiquei de pau duro quase imediatamente. Peguei na mão do moreno, que estava quente… ele levou minha mão direita até o volume do seu pau que marcava seus shorts. Isaque deu uma rápida sacada com malícia para o colo do irmão, enquanto terminava seu lanche. Terminando de comer, Isaías, já com o zíper aberto, olhou pra trás e apontou: __ Seu Marcos não acorda? Perguntou. __ Se acordar vai ter que brincar com a gente também! Lhe disse.
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Trepando com o sogrão
Estou namorando uma gatinha linda,
ela tem 18 aninhos, com um corpinho maravilhoso, peitinho empinadinho e
durinho, perninhas grossas e um bumbum de enlouquecer. Sempre que estamos
juntos percebo os olhares para ela. Seus pais são pessoas muito agradáveis,
especialmente o pai. Ele tem 36 anos, é engenheiro e adora malhar e jogar
futebol. Talvez por isso tenha um físico de garotão. Patrícia diz que sempre
que estão juntos, todos pensam que são namorados. Sua mão tem 35 anos e também
é lindíssima. Alta, corpo muito bem definido, tipo mulherão de parar o
trânsito. Ela é sempre muito gentil comigo. Mas o pai de Patrícia, o seu
Marcos, desde que nos conhecemos, pouco tempo depois que comecei a namorar sua
filha, passou a me acompanhar todo sábado ao clube para uma pelada. Isso fez
com que ficássemos cada vez mais próximos. No início eu estranhava como um cara
com 12 anos a mais que eu curtisse minha companhia. Mas não me preocupava com
isso, pois ele era um cara muito bacana e sempre conversávamos muito, enfim, nos
dávamos muito bem. Além disso ele significava para mim uma espécie de modelo de
vida, um cara bem sucedido, um bom profissional, bonitão, um físico invejável e
uma aparência bem jovial. Uma vez lhe disse que admirava seu jeito e que quando
estivesse mais velhos gostaria de ser como ele. Então ele ponderou que não era
tão velho assim, apenas havia casado muito cedo, mas que isso não o impedia de
viver sua vida. Nessa conversa fomos caminhando para o vestuário e ele me
chamou para tomarmos uma água de coco na cantina e aí conversamos sobre muitas
coisas. Ele aproveitou para me sondar, achei que ele estava querendo saber se
eu e sua filha andávamos trepando, mas ele foi muito discreto e eu também. Para
minha surpresa, ele reagiu bem à notícia de que sua filhinha não era mais
virgem e que eu não era o primeiro na vida dela. Muito pelo contrário, afirmou
que isso o deixava feliz e mais ainda em saber que ela sabia escolher bem seus
namorados. Disse isso pousando a mão sobre minha perna por debaixo da mesa, bem
na parte superior da coxa e dando um leve aperto. Aquele toque me passou uma
certa intimidade entre nós, mas não achei nada de mais, afinal, há meses
vínhamos nos aproximando, era natural que se sentisse tão à vontade comigo. Mas
o fato é que percebi em seu olhar um brilho especial e o que me deixou mais
confuso ainda foi o que senti com seu toque. Quando ele tirou sua mão, isso uns
cinco segundos depois, eu queria que ele ficasse com a mão ali, ou até mesmo
que me abraçasse e minha reação foi segurar seu ombro daquele jeito meio de
macho pra macho e empurrar-lhe dizendo: “Vamos pro chuveiro, senão a gente fica
sem almoço”. Quando chegamos no vestuário, quase todo mundo já havia saído,
apenas dois caras ainda estavam lá, mas já estavam vestidos e apenas ajeitavam
o cabelo na frente do espelho. Entramos logo no banho. No vestuário não havia
divisórias, apenas uma bateria de chuveiros um ao lado do outro, de modo que
tomávamos banho lado a lado, sem problemas. Mas naquele dia eu percebi que o
seu Marcos estava diferente. Eu até o achei mais jovem, mais brincalhão. De
repente encontrei seu olhar no meu e então reparei que o verde de seus olhos
era muito bonito. Nunca havia reparado naquilo e saiu naturalmente: “Nossa!
Seus olhos são muito bonitos, a mulherada deve ficar louca!” Então ele disse
que a mulherada e os homens também. Rimos e reparei que estávamos sós no
vestuário. Então, sem mais nem menos ele virou e disse: “E você tem uma vara
fenomenal, minha filha deve sofrer na tua mão”. Eu, meio constrangido, até porque
o pau dele era bem maior que o meu, disse: “Se o meu é fenomenal, o teu é o que
então?” Então ele respondeu: “Olha aqui, o meu não é tão grande assim...” Foi
aí que notei que o seu pau estava duro. Quando vi aquilo senti um frio na
barriga, uma sensação esquisita, mas não deixei de olhar bem aquele pau. Não
estava muito duro, o prepúcio cobria a metade da glande, estava já quase na
horizontal, e estava mais grosso também, só aí foi que reparei que o pau do
cara era realmente um belo cacete, devia ter uns 20 cm quando ficasse duro de
vez. Fiquei imaginando a dona Letícia sentando naquele pauzão e cavalgando seu
marcos, tudo isso olhando pro pau do meu sogrão. Não conseguia impedir que meu
pau também ficasse duro, só que o meu ficou empinado para cima. Seu marcos
também o olhava com um leve sorriso no rosto, até que quebrou o silêncio: “É,
minha filhinha deve estar toda arrombadinha por causa dessa rola, seu puto!”.
“Imagina a dona Letícia”, disse eu. Caímos na risada e terminamos o banho os
dois ali, ainda com o pau duro, fomos os dois nos secar. Não falamos mais nada.
Fomos embora juntos como sempre. Seu Marcos me deixava em casa todo sábado
depois do jogo. Só que nesse sábado fizemos a viagem calados. Quando parou no
meu portão, seu Marcos pôs de novo a mão na minha coxa, só que agora bem mais
acima, quase atingindo meu pau inexplicavelmente ainda duro e convidou-me para
passar na sua casa do domingo de tarde, pois Patrícia e sua mãe iriam num
Chá-de-panela de uma amiga da família e ele queria aproveitar para instalar um
ventilador de teto. Eu disse que tudo bem. No dia seguinte, no horário
combinado, lá estava eu tocando o interfone. Quando entrei, seu Marcos abriu a
porta da sala para mim só de cueca. Ele perguntou se eu não queria por um short
seu para não sujar minha bermuda. Eu aceitei e fomos no seu quarto buscar. Ele
pegou a peça e jogou para mim e disse para eu botar. Prontamente, baixei minha
bermuda e quando estava vestindo o short seu Marcos passou por mim e passou a
mão na minha rola e perguntou se não estava durinha como ontem. Eu fiquei meio
nervoso, mas resolvi encarar com naturalidade, e fomos colocar o tal
ventilador. Só que seu Marcos pediu para eu segurar a escada e ele subiu, de
modo que meu rosto ficou na altura do seu pau e pude ver que o bicho estava em
pondo de bala. Então resolvi brincar com ele da mesma forma que brincou comigo
minutos antes, passei a mão e disse: “É, isso aqui está duro como só, heim, ta
pior que ontem!”. Então ele na maior naturalidade botou o bichão para fora e eu
fiquei olhando para tudo aquilo sem saber o que fazer, mas bem que estava
gostando. Era uma cena no mínimo esquisita eu ali segurando a escada e meu
sogro trepado com o pau para fora, bem em frente ao meu rosto. Eu sentia até o
cheiro daquela rola e não sei onde eu estava com a cabeça que perguntei se
quando puxava o prepúcio doía (afinal, como sou circuncidado, não sabia). Ele
disse que não, que eu podia puxar que não tinha problema. Movido por uma
vontade incontrolável, segurei aquela vara suavemente e puxei o prepúcio,
fazendo a cabeça meladinha sar todinha para fora. O cheiro da vara de meu sogro
ficou mais forte. Ele desceu da escada e pegou meu pau, botou para fora do
short e começou e punhetá-lo. Depois me chamou para o quarto, me empurrou para
a cama, deitou e começou a me chupar na maior. Quase que automaticamente,
também abocanhei sua vara e ficamos os dois nos chupando ali por um bom tempo.
De repente senti que seu Marcos começou a passar a língua pelo meu saco,
virilha e desceu até meu rego, passando a língua em volta do meu anel e depois
passou a meter a língua no meu cu, que piscava feito louco enquanto eu o
chupava gemendo de tanto tesão. Eu melei meu dedo de saliva e comecei a
massagear seu anelzinho e depois a meter meu dedo no seu cu enquanto o chupava.
Meu sogrão começou a gemer, a rebolar quando eu metia o dedo, até resolvi meter
dois dedos e ele ficou mais excitado. Meti mais um e fiquei com meus três dedos
no seu cuzão e chupando seu pau e ele gemendo feito doido, lambendo meu cu. Depois
resolveu fazer o mesmo comigo e começou a meter o dedo em mim e voltou a chupar
meu pau. A essa altura já estávamos completamente entregues e começamos a dar
sinais de gozo. Logo, logo começamos a estremecer juntinhos e gozamos um na
boca do outro. Foram tantos jatos de porra que fiquei com a boca toda melada e
o seu marcos também. Depois nos beijamos na boca com a cara melada de porra.
Descansarmos um pouco e então ele me alertou que teríamos que nos arrumar e
instalar o ventilador, senão nossas mulheres chegariam e poderiam desconfiar
que algo estava errado. Eu disse que queria comer aquele cuzinho gostoso dele
mas ele disse que naquele dia não. Disse que eu deveria ter calma que ele ia
dar jeitinho durante a semana da gente ir para um lugar onde a gente pudesse
trepar à vontade.
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
quarta-feira, 29 de julho de 2015
A VIAGEM..
Eu trabalhava no Interior, num banco, e passava ali a semana, de domingo à noite até à tarde de sexta-feira, quando retornava à Capital, para a casa de meus pais. A cidadezinha, distante cerca de 100km da minha, ficava à margem da rodovia Belém-Brasília e não possuía terminal rodoviário, de forma que eu me servia – da mesma forma que as demais pessoas – de ônibus que por ali transitavam, pois não havia uma linha regular a servi-la.
Já fazia algum tempo que não me relacionava com ninguém, de modo que os hormônios estavam à flor da pele. Eu procurava disfarçar, para que não ficasse estampada a minha preferência. Pelo menos assim eu pensava, mas acabei descobrindo que não escapava a olhares perspicazes, pois houve pelo menos uma pessoa que percebeu algo além das aparências e tirou proveito disso, como verão a seguir.
Seu Alfredo era cliente da agência em que eu trabalhava. Tinha seus cinquenta e poucos anos, era forte e dono de uma barriga proeminente. Comerciante, vivia transitando entre diversas cidades, uma das quais aquela em que eu trabalhava e passava os dias de semana. Vez por outra eu costumava admirar o seu porte, com cerca de 1,90m de membros enormes, com um início de calvície ainda não muito acentuada, embora tivesse o peito cheio de pelos que suas camisas, geralmente abertas, não ocultavam.
Não imaginava que, da mesma forma que eu o contemplava, também era discretamente observado por ele. Foram várias as vezes em que, após o expediente, eu me masturbava no banheiro da agência sonhando com o cacete do seu Alfredo. E o fazia como nos velhos tempos, aqueles depois que meu avô nos deixara, introduzindo os mais variados objetos no ânus, como se fora o membro daquele homem enorme que povoava meu imaginário.
Houve dois momentos que assinalaram a passagem dele na minha vida, ambos em dia de sexta-feira, no momento de retornar à Capital. Na primeira delas eu cheguei ao ponto de ônibus no momento em que um estava saindo. Por coincidência, o único lugar vago que encontrei foi justamente ao lado de seu Alfredo, que estava indo também para a Capital. Ofereceu-me o assento junto à janela e me acomodei, procurando disfarçar as batidas mais aceleradas do coração.
Chovia e, assim, não podia abrir a janela. O calor do corpo daquele homem enorme ao meu lado, além do odor forte de sua transpiração me inebriava. Procurei me controlar e, com isso, terminei por adormecer. Algum tempo depois um sacolejo me despertou e percebi que minha cabeça repousava sobre o ombro de seu Alfredo. Ajeitei-me na cadeira e percebi um sorriso no rosto daquele que era agora objeto de minhas fantasias. Lembrei quantas vezes imaginara estar na situação em que agora me encontrava e deixei escapar um sorriso maroto, que não passou despercebido pelo companheiro de assento. Que logo procurou entabular conversa.
– Que chuva, hein?
– Pois é... Será que vai estar assim ao chegarmos?
– É possível. O interessante é que o calor não passa...
– É verdade... Ainda bem que venho de bermudas, assim o sofrimento é menor.
– Não é o meu caso, ainda mais com um corpo destes...
– Que é isso, seu Alfredo? O senhor tem um corpo bonito...
Parece que ele estava apenas esperando essa ‘deixa’. E entrou logo jogando pesado.
– Então o menino gosta do meu corpo, é?
Tentei desconversar, mas ele não me deixou espaço.
– Não precisa ficar envergonhado, não... Tenho prestado atenção em você, lá na agência. O meu tipo atrai você?
Uma vez que ele me desmascarara, resolvi não fugir do jogo e confessei que admirava o seu porte másculo.
– E se você tivesse oportunidade, o que faria? Ou o que desejaria que lhe fizesse?
Fui atrevido:
– Ora, tudo a que eu tivesse direito, claro!
– Mesmo chupar e levar na bundinha?
Ele era direto, mas em momento algum foi rude comigo. Com isso, ganhava pontos em meu conceito.
– Tudo o que eu tiver direito. Isso tudo, inclusive.
– Bom, não tenho muito tempo livre, e me parece que nem você...
– É verdade! Mas... Quanto tempo ainda temos de viagem?
Ele consultou o relógio e me falou que ainda teríamos pelo menos mais uns quarenta a quarenta e cinco minutos, em função da chuva que, agora, era torrencial. Havíamos feito uma parada enquanto eu dormia e os assentos ao nosso redor agora estavam quase todos vazios. Ao constatar isso, foi a minha vez, então, de fazer-lhe uma proposta.
– O cobrador só vai passar por aqui se subir alguém. A gente não pode transar aqui, mas... Que tal um boquete?
Percebi que seu rosto se iluminou com o que ouviu.
– De verdade?
– Claro! E se o que você traz escondido aí for grande, vai ser ainda mais gostoso.
Ele não demorou e logo abriu o zíper e abaixou a cueca e colocou à minha vista um membro que merecia respeito. Mesmo mole era grosso e comprido. Minha mão esquerda o segurou e comecei a punhetá-lo sem pressa, sentindo o membro crescer entre meus dedos. Seu Alfredo se ajeitou na cadeira e eu, levantando o braço entre os bancos, aproximei o rosto para admirar aquele monumento que ele deixava à minha disposição.
Logo eu o manipulava com ambas as mãos e meus olhos brilhavam ao contemplar a cabeça que se assemelhava a um cogumelo quase avermelhado. Minha língua acariciou a uretra e o freio, causando-lhe um arrepio que me incentivou a abocanhar logo aquele mastro de carne e músculo, cheio de veias e que mal cabia na minha boca. Ele me segurou a cabeça, mantendo o membro entre os meus lábios, enquanto fazia movimentos como se estivesse fudendo a minha boca.
Estava gostoso demais. O sabor daquele caralho me inebriava e eu chupava gostoso, ainda que alguns fios de seus pelos pubianos vez por outra me incomodassem. O fluido que saía dele se misturava à minha saliva e aumentava o nosso tesão. Aumentei o ritmo e fui premiado: seu Alfredo gozou e me encheu a boca de seu leite quente, matando a saudade que eu tinha de um cacete igual àquele ejaculando dentro de mim. Engoli tudo e mantive o membro preso entre os lábios, chupando o que ainda restasse até que a flacidez o reduzisse ao seu tamanho natural em descanso.
Dormimos o restante da viagem, sonhando em como repetir a experiência de futuro. E conseguimos. Mas isso eu conto em outra oportunidade...
terça-feira, 28 de julho de 2015
O MOTORISTA DE TAXI...
Ola meus queridos o que venho contar aqui hoje me aconteceu ontem.
Mas antes deixa eu me descrever.
Sou moreno, cabelos e olhos castanhos claros, 1.84cm 89kg, discreto e curto muito uma brincadeira com outro macho. Curto mais ser passivo, mas quando o cara me da a chance e me interessar eu passo a pica também.
Ontem sai para casa de uns amigos para almoçar e na volta resolvi pegar um taxi para ir embora.
Cheguei no ponto e dei sinal para um que me parou e eu perguntei se me leva até Jacarepagua ( sou do Rio de Janeiro e no momento eu me encontrava em Irajá)
Ele concordou, entrei na frente mesmo. O motorista era um cara de seus 50 anos, grisalho, todo peludo do jeito que gosto, corpo normal, forte, mas nada exagerado. Começamos a conversar coisas amenas. ele disse ser casado, tem 2 filhos e que trabalha como motorista de taxi somente nos fins de semana para complementar a renda. Ele é garçom em um restaurante no centro da cidade e que para sorte dele não funciona nos fins de semana.
Papo vai papo vem e eu ali só sacando o macho, uma delícia,não costumo ser assim, mas esse homem me tirou do sério, muito lindo.
ele percebeu e deu um jeito de levar o assunto para a putaria. Ele me disse que recebe várias cantadas das mulheres que pega seu taxi e que de vez enquanto ele leva umas para um motel e passa a pica. Eu já estava a aponto de bala ouvindo as sacanagens que ele tava contando. Eu teve um momento que eu passei a mão no pau para ajeitar e ele olhou e falou;
_Ta com tesão?
_Claro vc me falando essas sacanagens toda ai fiquei nervoso e com um tesão da porra.
_ KKKKK e tem como aliviar quando chegar em casa?
_não, vai ter que ser na mão mesmo.
_Podemos resolver isso se vc quiser?
foi assim mesmo, direto e na lata me deixando de queixo caído, pois não acreditei que um homem daqueles me deu condição. E mais doido fiquei quando olhei no meio das suas pernas e vi um volume considerável.
Nisso já estávamos chegando ele estacionou em frente ao prédio e eu perguntei quanto era a corrida ele falou e na hora que lhe dei o dinheiro ele segurou a minha mão e perguntou se poderíamos resolver o meu problema e o dele também.
Não pensei duas vezes e disse:
_ Se vc quer, venha!
Ele fechou o carro e veio comigo.
Ao entrarmos ele já foi me agarrando e me tascando um beijo. Que beijo o safado tem. Ele me beijava e me alisava todo. uma mão, grande e safada, percorria todo o meu corpo até que chegou no botão de minha bermuda, abril botou meu pau para fora que a essa altura já estava super dura e caiu de boca me arrancando um gemido de tesão.
Ele chupava a cabecinha, enfiava tudo na boca até o talo. Que garganta profunda ele tem. Ficava passando a língua por toda a extensão da pica, voltava na cabeça do pau e botava ela dentro da boca e ficava sugando tentando arrancar o leite.
Nisso eu já estava completamente pelado e quase enchendo a boca do cara de leite. Levantei ele dei outro beijo naquela boca com barba por fazer e fui tirando a sua roupa. Quando o pau dele pulou para fora da cueca fiquei maravilhado com a sena. Pau branco, cabeça vermelhinha cheio de veias e pentelhudo, um pentelho já ficando grisalho, assim como a sua cabeça de cima. rsrsrsrsrs.
Cai de boca na vara, afinal um pau daqueles eu não iria deixar passar mesmo.
Caprichei na chupada igual ele caprichou em mim. Enfiei tudo na boca, passei a língua nele todo sentindo aquelas veias pulsar, brinquei só na cabecinha e fui subindo, dando um verdadeiro banho de língua no macho, que se contorcia todo.
Quando cheguei na sua boca me acabei de tanto beijar.
invertemos em um 69 ele caiu de boca na minha vara novamente e eu mas do que de pressa abri sua bunda e meti a língua naquele rabo peludo. Quando ele sentiu a minha língua no seu cu ele tirou a vara da boca e ficou rebolando na minha língua e gemendo, mandando eu fuder ele com a língua que estava muito bom, que não tinha nada melhor do que le var uma linguada no olho do cu. Deixei ele molinho pedindo pica. Botei ele de 4 na beirada da cama, vesti uma camisinha, lubrifiquei bastante e o seu cu encostei a cabeça e empurrei. o pau entrou sem resistência alguma, fui devagar até o talo ficando parado la dentro e ele mordendo o meu pau com o cu. Quase que gozei com ele fazendo isso.
Comecei um vai e vem bem devagar, tirando toda a pica la de dentro enfiando novamente. Fiz isso umas 5 vezes até que fui aumentando o ritimo. Eu socava com prazer dentro daquele rabo e ele gemia feito doido, pedindo para que eu enfiasse cada vez mais, já não tinha mais o que enfiar então dei uma estocada bem forte e travei ele e enchi a camisinha de leite la no fundo do cu daquele macho gostoso que sabe dar o cu sem reclamar. Cai exausto do seu lado e percebi que ele estava todo babado e que ainda não havia gozado. Dei um beijo bem gostos naquela boca linda e cheguei no seu ouvido e disse:
_Agora sou eu que quero experimentar esse pau dentro do meu cu.
_ Ele pegou uma camisinha, vestiu e eu montei em cima. Fui descendo bem devagar a té o pau sumir todinho dentro de mim. Fiquei parado com opau todo cravado dentro de mim. Dei um tempo e comecei a rebolar bem devagar na vara e a travar o o cu igual ele fez comigo. Fui subindo e descendo bem devagar e aos poucos fui acelerando o rítimo e quando dei por mim já pulava na vara igual a pipoca no fundo de uma panela quente.
Ele se cansou e disse que queria meter comigo em pé. Fiquei em pé no chão com uma perna em cima da cama e a outra no chão, ele veio e meteu de uma vez só. Bombou umas cinco vezes e disse que iria gozar. Na mesma hora sai e arranquei a camisinha e falei:
_Goza na minha cara. E ele gozou.
Foram 3 jatos forte de porra na minha cara. Quanta porra o macho botou pra fora. Me deixou todo lambuzado. Descansamos e fomos tomar um banho onde no banheiro ele me chupou novamente e só parou quando eu dei leitinho para ele que bebeu tudinho e foi embora feliz da vida dizendo que voltaria no domingo seguinte para fodermos novamente.
Espero que tenham gostado e desculpe pelos possíveis erros que tenha saído e lembrando que esse conto é verídico assim como todos os outros.
quinta-feira, 23 de julho de 2015
BORRACHEIRO QUE TAPOU MEU BURAQUINHO..
Ola pessoal, voltei pra relatar mais uma aventura minha, sou a "Danny", uma menina que vive escondida dentro de um homem discreto que no dia a dia ninguém desconfia que guarda dentro de si uma putinha sapequinha e com um corpo de dar inveja a muita mulher. Tenho hoje meus 30 anos, pele branca, 1,79m, 69kg, pouquíssimos pelos, falsa magra, cintura fina, bumbum redondinho e empinado.
Bom eu estava viajando com meu carro, estava indo para Campos no RJ, mas chegando no meio do caminho o meu carro furou o pneu, encostei no acostamento e fiz a troca do bendito pneu, depois procurei um borracheiro pra consertar o furo e seguir viagem tranquilo.
Estava anoitecendo, eram por volta de 18:40 e não estava achando um borracheiro, ate que parei em um posto e pedi uma orientação, ao que me indicaram um coroa que morava em uma pequena borracharia e fui lá. Eu estava vestindo uma calça jeans, camiseta e por baixo uma calcinha fio dental branca com umas rendinhas do lado, eu as vezes curto andar com minhas calcinhas...rs
Chegando no lugar estava ja fechado, chamei pelo tal Sr. Moisés, ele atendeu e veio ao portão meio mau humorado, era um negro alto, deveria ter mais ou menos 1,82m de altura, braços fortes e cara fechada, pedi sua ajuda e disse que não importaria o preço que ele desse no serviço pois eu tinha que seguir viagem e sem step fica perigoso caso aconteça de furar outro pneu. logo Moisés abriu o portão e mandou eu entrar com o carro de ré. entrei no carro dei a ré e ele fechou o portão, fiquei meio assustado, mas ele explicou que ali era perigoso a noite deixar aberto e tal. sai do carro e fui ajudar, abri a mala do carro e me inclinei pra tirar o pneu furado, nisso acho que minha calcinha apareceu, pois ao olhar pro Sr. moisés senti um olhar diferente e notei que ele estava com a mão apertando o volume sob seu short, e parecia ser um "volume" e tanto.
Moisés então me ofereceu agua e foi mais receptivo, me tratou de outra forma, ate estranhei e toda hora apalpava sua rola, e numa dessas ele me pegou olhando pro volume em suas calça e foi bem direto:
- Hum... você ta olhando toda hora pra minha rola, to vendo que você deve gostar muito de uma rola né?...rs
Fiquei sem graça e sorri, isso foi o sinal que ele esperava:
- Olha aqui a rola do negão. flou isso colocando uma rola de uns 20cm e grossa pra fora balançando pra mim, e seguiu dizendo: Agora deixa eu ver essa sua calcinha vai minha menininha....rs
Eu hipnotizada pela rola dele abri a calça e abaixei, nisso ele se aproximou de mim e me virou de costas me fazendo debruçar apoiando no porta malas do carro, encheu a mão na minha bunda e apalpou de um jeito que me fez arrepiar todinha e empinar mais a bunda.
- Que bunda gostosa você tem viadinho, olha eu estava batendo uma lá dentro ate você me chamar, você disse que paga o preço que eu der, então você vai ser minha menininha agora...rs
eu só disse: Uhum...
Moisés se abaixou e beijou minha bunda arredou a calcinha e enfiou a lingua no meu buraquinho, nossa eu delirei, gemi feito uma putinha e dei uma rebolada no seu rosto, estava um pouco frio e sentir uma lingua quente no cuzinho é um prazer indescritivel. nossa eu gemia feito uma puta e moisés chupava e linguava meu cuzinho, uma delicia , logo senti forçando o dedo no meu cuzinho e entrou com dificuldades, era grosso demais seu dedo
- isso putinha rebola vai, se acostuma com o dedo que logo vou te empurrar minha tora, adoro cuzinho de viadinho, vocês dão mais gostoso que mulher, quanto tempo não vejo um cuzinho tão gostoso assim, isso sua puta morde o dedo com esse cu apertadinho....rs
eu não dizia nada só gemia e rebolava, então ele parou, me fez ajoelhar e colocou aquela tora na minha cara mandando eu engolir, era muito grossa mau cabia na minha boca, e era comprida, eu tentei mas engasguei algumas vezes, ele ria e socava a rola novamente na minha boca, ate que me levantou no colo e me levou pra dentro da casa dele e me jogou na cama, meteu a lingua no meu cuzinho erguendo minhas pernas e depois arreganhou minhas pernas colocando nos seus ombros e apontou a rola na porta do meu cu, eu não tive tempo nem de dizer nada, Moisés encostou na porta do meu cuzinho e forçou de vez ate entrar no meu cu, eu me retorci de dor tentando sair, eu gritei de dor e ele sem se importar cravou, só parou ao sentir o saco tocar minha bunda, eu chorava como uma menininha virgem, meu cu ardia muito, e piscava loucamente naquela tora, me sentia sem forças, Moisés ria e mandava eu ficar calma que ja tinha tapado meu buraquinho...rs e como tapou, nossa me senti arregaçada poir aquela tora.
Moisés ficou um tempo parado dentro de mim e foi tirando devagar, senti um vazio quando a rola saiu de dentroi de mim, mas logo ele empurrou novamente, eu estava sem forças pra resistir, estava sendo rasgada por aquela tora, ele bombava devagar e eu sentia cada centimetro de sua rola me invadir, estava ficando gostoso e eu choramingando soluçando naquela rola, ele ria e dizia: Isso putinha chora na rola do negão, que cuzinho apertadinho você tem seu viadinho, puta merda olha como seu cu morde minha rola, hum delicia, vai rebola na vara vai minha putinha....rs
Eu comecei a ficar com um fogo e tentei rebolar naquele monstro que invadia meu cu, e quando dei conta estava choramingando e rebolando na vara como uma boa puta, então moisés tirou a vara e mandou eu virar de bruços, ele colocou um travesseiro sob minha barriga e mandou eu empinar bem e abrir minha bundinha pra ele, nisso coloquei um dedo no meu cu, depois dois, três e quatro!!! nossa meu cu estava abertinho, isso me deixou com muito tesão então pedi: Vem meu negão, mete essa tora no meu cuzinho mete!!!!! vem mete na sua puta mete, vem meu negão tarado....
Ele ficou louco ao ouvir e disse: você quer pica ne viadinho então toma!!!! deu um tapa forte na minha bunda e socou comm vontade no meu rabinho, nossa eu gozei na vara dele sem tocar meu "grelinho", e ele nem endureceu o tempo todo, me surpreendi, pois meu pintinho nem deu sinal de vida, mas me melecou toda de goza gostosa.
Moises me puxou fazendo eu ficar de 4 puxou meu cabelo e socou feito louco, nossa eu urrava de dor e prazer, ate que senti a vara pulsar dentro do meu cuzinho então ele tirou me puxou e mandou o leitinho quente todo na minha cara... nossa uma loucura.
depois agradeceu o cuzinho me mostrou o banheiro deu uma toalha e disse que enquanto eu me limpava ele consertaria o pneu, assim fez, no banho lavei o cuzinho e sentia o vazio que ele deixou, bati uma e gozei novamente, me enxuguei e sai só de calcinha do banheiro, ao ver isso ele ficou com a vara rija novamente e me fez mamar ate gozar na minha boca, eu tomei sua porra limpei a boca me vesti e perguntei quanto ficou o conserto, ele disse que estava pago, e que se eu quisesse tapar o buraquinho era só procurar ele....rs me despedi e segui viagem, mas depois fiquei quase duas semanas com cuzinho dolorido....rs
Bom espero que tenham gostado do meu relato, foi veridico
Meu e-mail é dannysapequinharj@gmail.com
SEXO COM O COROA PAI DO MEU AMIGO..
Olá! Sou o Aeho (apelido) e hoje venho contar a minha experiência vivida com o pai do meu amigo. Vamos lá!
Hoje tenho 19 anos, 1,85 de altura, cabelos escuros e corpo normal (nem gordo e nem magro demais). Quando isso aconteceu eu tinha 15 (quase 16) anos e tinha em torno de 1,75 de altura. O pai do meu amigo tinha 45 anos, mais ou menos 1,70 de altura, um corpo normal (apenas uma barriguinha de cerveja bem pequena que apenas me dava mais tesão) e cabelo escuro.
Antes de começar vou explicar a minha orientação sexual:
Sempre tive total certeza da minha orientação sexual (bi), porém em relação a mulheres eu prefiro da minha idade ou um pouquinho mais novas que eu, e com os homens eu sempre preferi bem mais velhos que eu, na faixa dos 40 anos. Não sei porque, porém um coroa desses normais (nada daqueles musculosos), com barriguinha de cerveja e cabelos grisalhos ou escuros me deixa doido de tesão, e esse pai do meu amigo (que irei chamar de Paulo) se encaixa nesse perfil. Bom vamos lá....
Tudo aconteceu quando eu tinha os meus 15/16 anos. Eu tinha um amigo e ele morava apenas com o pai dele. Esse pai dele era o coroa que eu idealizava como perfeito, já até bati várias punhetas para ele. Pelo fato de morar só eles dois, eu imagina que a vida sexual do Paulo era bem caída, pelo fato dele não ter tempo. Então nas minhas fantasias eu imaginava aquele homem me pegando com uma força e acabando comigo na cama como se fosse a primeira vez dele em muitos meses. Sempre que eu ia na casa desse meu amigo eu prestava atenção em tudo do pai dele. Quando ele estava sentado, eu, disfarçadamente, ficava olhando para o volume na bermuda dele, ficava prestando atenção nas cuecas que estavam no varal, ficava imaginando ele usando elas e tudo mais, porém até então eu nunca imaginei que ele tinha conseguido notar nada, achei que estava sendo super discreto, mas mais tarde eu descobri que não era tão discreto assim....
Certo dia eu fui visitar esse meu amigo, mas quem atendeu a porta foi o pai dele, sem blusa e me falou para entrar. Entrei e sentei no sofá, então ele me disse que o Felipe precisou ir na rua, mas que ele não ia demorar muito para voltar. Então ficamos ali, os dois sentados no sofá até que ele levantou e falou que ia tomar banho, e que era pra eu ficar a vontade. Então ali fiquei, sentado e imaginando aquele homem tomando banho. Mais ou menos 10 minutos depois dele entrar no banho, escuto ele me chamando e me dirijo até a porta do banheiro. Perguntou o que foi e ele disse que tinha esquecido a roupa dele em cima da cama, se eu poderia pegar, porque se ele fosse pegar ia molhar tudo. Com um sorriso na cara, disse que não tinha problema e fui pegar a roupa. Em cima da cama estava uma bermuda e uma sunga vermelha, perguntei se era essas duas peças mesmo e ele respondeu que sim. Bati na porta do banheiro, ele disse que estava aberta, entrei e deixei a roupa em cima da pia. Como um ótimo convidado que eu sou (como uma oportunidade única), perguntei se ele queria que eu levasse a roupa que ele tirou para lavar, já que estava ali mesmo. Ele disse que sim e agradeceu. Peguei a bermuda e a cueca que ele tinha tirado, e assim que fechei a porta do banheiro, dei uma cheirada onde a rola dele ficou o dia todo e me veio um tesão imenso. Minha vontade era de voltar no banheiro e começar a transar com ele loucamente ali mesmo, porém até então eu achei que o filho dele podia chegar a qualquer momento. Apenas peguei a roupa, botei no cesto de roupas sujas e voltei ao sofá. Depois de mais ou menos 10 minutos sai o pai o Paulo do banheiro, e assim que eu olho pra ele percebo que ele está só de sunga, então, por puro extinto, olho direto para aquele volume na piroca dele, mas rapidamente desviei o olhar. Então ele disse; "Bom está tão calor hoje e só tem nós dois de homens aqui que resolvi ficar apenas de sunga, tem algum problema?", sem enrolar respondi; "Problema nenhum! Você está na sua casa, não precisa se preocupar comigo, pode ficar do jeito que você quer.". Então ele deixou a bermuda no quarto dele de novo e estendeu a toalha na varanda e sentou ao meu lado no sofá. No momento eu congelei, porque mesmo que eu quisesse muito aquele homem, e ele sentar do meu lado só de sunga tenha sido uma coisa ótima, eu estava muito nervoso. O sofá que nós estávamos sentados era de apenas dois lugares, então ele era um pouco aperto e nossas pernas ficaram encostadas. Eu mal podia acreditar que estava ali, muito perto daquele homem apenas de sunga, o tesão em mim apenas aumentava, mas eu não podia fazer exatamente nada, pois o filho dele podia chegar a qualquer momento e eu não sabia qual seria a reação do Paulo, porque até então eu achei que ele pensava que eu era hétero e que não tinha problema nenhum em ficar apenas de sunga do meu lado.
Ficamos ali uns 30 minutos vendo televisão, até que ele pegou o controle e foi passando de canal, mas por "acidente" (hoje em dia acredito que foi de propósito), colocou em um canal porno. Ele deu uma risada e disse que nem sabia que tinha esse canal (duvido). Ele percebeu que eu fiquei um pouco sem graça, então disse para eu relaxar que nós dois éramos homens e nós dois sabíamos o que homens faziam e que não tinha problema ficar excitado com aquele porno. Sem graça eu apenas dei uma risada mas não falei nada, então tentando quebrar o gelo ele botou a mão na minha coxa e deu uma balançada e então falou: "Ahh qual foi?!?!? Vai dizer que você nunca viu um porno na sua vida? Você tem 15 anos, aposto que já bate muita punheta. Não precisa ficar sem graça, eu faço isso até hoje na falta de mulher. Vamos lá, eu sei que você quer.". Então ele tirou a almofada que estava no meu colo (coloquei a almofada no meu colo para desfaçar caso eu ficasse excitado), e quando ele tirou eu estava de pau totalmente duro. Ele deu apenas uma risada e falou: "Ta vendo! Sabia que você tava excitado. Não precisa ficar com vergonha". Com um pouco a menos de vergonha eu disse: "Mas e se o seu filho chegar e nos ver aqui? O que ele vai pensar?". Com um sorriso no rosto ele disse: "Não se preocupa com ele. Aposto que ele bate uma direto também". Então muito mais solto, eu comecei a acariciar o meu pau. Ele olhou pra mim e disse: "Nossa, me lembro quando eu era mais jovem, era tão bom bater punheta. Me sentia nas nuvens!!! Era tão bom bater punheta antes de gozar, pois eu podia me masturbar em qualquer lugar. Hoje em dia eu gozo então tenho que sempre ter alguma coisa pra me ligar. É um saco.". Então ele resolveu ir mais fundo e botou a mão na minha coxa de novo e lentamente foi subindo. Eu não sabia o que fazer, então só deixei rolar, mas naquele momento eu percebi que o homem que eu mais fantasiava estava com segundas intenções comigo.
Aquela situação toda era um jogo extremamente excitante feito por ele. Eu não queria apressar nada então deixei que apenas ele fizesse o joguinho.
Depois de acariciar a minha coxa a mão dele foi subindo, subindo, subindo, até que chegou no meu pau. Minha bermuda já estava ficando molhada onde meu pau estava, pois eu estava excitado há uns 10 minutos mas não tinha batido punheta. Com a mão no meu pau e olhando para mim ele deu um sorriso e falou: "Você tá achando que eu nunca percebi? Todas as vezes que você me olhava, todas as vezes que você olhava em direção ao meu pau, e agora quando eu saí do banho e você olhou direito para a minha rola, só me fez confirmar o que eu já pensava.". Eu congelei na hora, mas continuei deixando rolar... Então ele falou: "Quer saber de mais uma coisa? O Felipe não vai voltar daqui a poco. Ele teve que viajar para a casa da tia dele urgente, e eu menti para saber até onde esse joguinho ia, e agora to vendo.". Nessa hora eu já não ligava para mais nada, então botei a minha mão na rola dele por cima daquela sunga vermelha que só deixava ele mais gostoso ainda e disse: "Você não sabe o quanto eu te desejo! Você nessa sunga vermelha está me deixando totalmente louco de tesão. Minha vontade era estar chupando essa rola desda hora que eu cheguei.". Então ele levantou do sofá, ficou de frente pra mim e disse que eu podia começar. Eu não conseguia acreditar que aquilo estava realmente acontecendo, mas sem perder tempo eu comecei a lambar e morder de leve aquela rola por cima da sunga. Quando aquela piroca ficou grossa, eu tirei da sunga e não conseguia acreditar o quão grossa ela era. Devagar eu comecei a tentar chupa-la, mas como essa era a minha primeira vez fazendo isso, fiquei todo desajeitado, mas devagar ele foi me guiando a fazer o certo. Depois de mais ou menos 10 minutos ali, ele me pegou no colo e me levou pro quarto dele. Lá ele me jogou na cama, e sem falar nada abaixou a minha bermuda e a minha cueca e começou a me chupar. Como era a minha primeira vez fazendo sexo, eu gozei apenas com o boquete dele, mas o tesão era tanto que eu não queria parar, apenas queria mais e mais. Depois que eu gozei ele me botou de quatro na cama e começou a enfiar o dedo em mim. Mesmo apenas sendo o dedo, eu já gemia, pois o meu cu era bem fechadinho ainda, mas o meu gemido apenas fazia ele enfiar aquele dedo mais rápido. Quando ele disse que ia meter a piroca, eu falei que queria que ele fosse selvagem comigo, pois na minha fantasia ele era muito grosso e fazia tudo que queria comigo, inclusive me dava uns tapas, me fazendo a sua puta. Nesse momento ele ficou louco, e antes de meter aquela rola no meu cu ele deu uma lambida para lubrificar, então sem mais delongas ele começou a enfiar aquela rola no meu cu. Apenas a cabeça da piroca entrando já era uma dor imensa, mas eu sabia que aquela dor ia se tornar um tesão que eu jamais senti. Depois de enfiar aquela piroca toda no meu cu de forma muito lenta e dolorosa, ele ficou um tempinho sem fazer movimento, apenas esperando eu me acostumar e a dor se transformar em tesão. Então quando eu pedi para que ele me fudesse como nunuca fudeo alguém antes, ele começou a bombear o meu cu e logo depois começou a tirar e enfiar lentamente. Quanto mais ele fazia esse movimento, mais eu gemia pedindo mais e mais ele se descontrolava virando um total animal na cama. Depois de mais ou menos 15 minutos naquela posição ele finalmente gozou, e eu só conseguia sentir aquele liquido escorrendo nas minhas pernas, porém aquela rola não amoleceu e ele me botou pra chupar. Naquele momento eu era todo dele e só queria que ele me tratasse como se fosse uma vagabunda muito má. Então ele começou a me dar tapa, me bater, puxar meu cabelo e me xingar, coisas que só aumentavam meu tesão. Ficamos ali mais ou menos uma hora fazendo o sexo mais selvagem que eu já vi. Depois de cada um gozar mais ou menos 4 vezes, tomamos um banho e nos vestimos. Eu tinha que ir embora pois já estava ficando tarde, e quando eu estava saindo, ele me puxou pelo braço e disse: "O Felipe vai ficar fora uma semana, você pode vir aqui mais vezes se quiser.". Com um sorriso enorme no rosto eu disse que voltaria com certeza, e naquela semana eu fui mais duas vezes na casa dele. Uma vez foi melhor que a outra. Porém depois disso não tivemos mais oportunidades para fazer mais e depois de um ano eles tiveram que se mudar. Desde então eu não falo com ele, mas me lembro toda vez daqueles 3 dias que foram os melhores dias da minha vida. Nunca encontrei um coroa tão gostoso e que fosse tão animal na cama como aquele era.
Bom espero que vocês tenham gostado do meu relato. Me desculpem caso tenha ficado pobre em detalhes, mas que é isso aconteceu já tem uns anos e a memória falha um pouco. Desculpem os erros de português também, não revisei o texto.
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