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domingo, 16 de abril de 2023

mamadeiras cheias 🍶

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Homem Casado

 Amigos a baixo vocês verão um relato que aconteceu comigo, na época estava com 15 anos, hoje estou fazendo 23, por isso o relato será meu, em comemoração ao aniversário, espero que gostem, beijos do seu administrador.
PS; Logo o blog será atualizado com mais contos e vídeos.


 Olá este é o primeiro conto que escrevo, eu sou moreno claro, 1:68, 64 kg, cabelos pretos e olhos castanhos escuros e está história aconteceu no São João de 2008.
 Eu estava com meu amigo que acabará de conhecer, ele era gay assim como eu, era o 2º dia de festa e depois de comermos muito amendoim cozido resolvemos ir beber um pouco com uns amigos dele que por sinal eram todos muito bonitos, ele me apresentou 1 a 1 e um deles me chamou muita atenção, era moreno, tinha uma boa aparência eu não tirava os olhos dele, ele se levantou e foi ao banheiro, foi quando meu amigo disse:

- Ele está afim de ficar com você

Eu quase tive um treco quando ele disse isso, ele voltou a mesa e os amigos dele saíram pra comprar mais cerveja, ele foi logo dizendo:

- Iai vai ou não?
- Para onde? Respondi com um ar de inocente
- Ficar comigo hora
- Claro que sim, mais aonde?
- Olha me espera na ponte próximo ao novo colégio
- Está bem

 E logo em seguida eu me levantei e fui, passou uns 5 minutos ele chegou e disse:

- Você veio mesmo
- Ué não era pra vir?
- Claro, vamos?
- Vamos

 Ele me levou até uma construção que tinha ali perto já que ele era casado e não podia me levar para sua casa, chegando lá eu fui logo beijando ele dos pés a cabeça, até que já não aguentando mais de tesão, ele começou a me beijar e passar a língua no meu pescoço e foi ai que ele me fez um pedido que me deixou tremendo:

- Posso morder o seu pescoço?
- Claro

 E ele me deu uma mordida que me levou a loucura, logo ele começou a passar a língua na minha orelha foi ai que já não aguentando mais coloquei o seu pau para fora e comecei a chupar, que pau gostoso ele tinha, era realmente inesquecível, chupei até ele pedir para me comer não pensei duas vezes e logo senti aquele pau entrando bem devagar em mim, ele era tão carinhoso e fazia tão bem, ele gemia gostoso (sou louco por gemidos) o coloquei sentado e comecei a cavalgar naquele pau maravilhoso, de repente ele pede para eu ficar de quatro e começou a me penetrar com força, foi ai que percebi que ele ia gozar, ele pediu para gozar dentro de mim e eu não pude recusar, foi ai que senti aquele esperma quente e gostoso dentro de mim, nos vestimos, despedimos e ele foi pra casa ficar com a sua mulher e eu voltei pra festa para ficar com o meu amigo (ficar no sentindo de curtir a festa e não no sentido de transarmos já que ele é passivo como eu kkkk) espero que tenham gostado.

PS: No relato eu era novo e imprudente então acabei fazendo sexo sem camisinha, hoje sei o quanto foi erado isso, se for fazer uma aventura como essa seja responsável e use camisinha.
E nessa época eu era um gay PAM (Passivo Até a Morte) por isso no final fiz a explicação que eu e meu amigo eramos passivos, só que hoje em dia sou versátil e amo fazer ativo também kkkk  

domingo, 29 de novembro de 2015

O CLIENTE

Boa tarde, galera! Tudo bem?

Bom, vou contar aqui o que aconteceu comigo em Janeiro de 2011, quem já leu os meus contos, sabe que sou técnico de informática.

Havia acabado de chegar de viagem, com as festas de final de ano e meu telefone tocou, pois era um conhecido de cliente meu que estava estava desesperado,o nome dele é Guto, 18 anos um jovem de pele negra, 1,79 de altura, 100 kg, olhos e cabelos castanhos e uma bunda carnuda. pois o notebook dele estava com problema e precisava arruma com urgência.

Disse a ele para trazer até a minha oficina, o que ele fez com urgência. Ao chegar, disse a ele que faria o back-up para salvar os dados e ele já levaria.

Fui fazer todos os procedimentos para salvar fotos, vídeos, documentos, enfim.

Quando fui verificar as fotos, observei que havia muitas fotos eróticas de sites, quando pela minha surpresa, havia uma pasta com fotos onde o cliente estava dando o cu para travestis e homens. Inclusive tinha vídeos em um deles estava dando o cu para uma travesti com uma pica de uns 30 cms, eu acho e ele rebolando feito puto.

Salvei as fotos no pen drive, e quando fui entregar a ele, o chamei na minha sala e falei:

- quer dizer que vc gosta de dar o cu, né?

Ele meio sem graça disse:

_ Vc viu? Não conte nada para ninguém, pois se não vai dar merda pra mim, (ja que a mãe dele é professora e bem conhecida na cidade).

Falei com ele que não falaria nada pra ninguém, ao menos que pudesse foder o cu dele e ele engolir meu leite.Ele virou pra mim e me perguntou:

- Você é gay também?

Respondi que não, era bi ativo e adorava comer um cuzinho de garotinho safado.

Na hora ele riu, se ajoelhou, colocou o meu pau para fora e caiu de boca, segurei a cabeça dele e soquei meu pau na boca dele e disse:

- Chupa putinho, vc gosta e disso, pica, mama gostoso se não todo mundo vai saber que vc é um putinho.

Ele chupava com gosto, colocava minha piroca toda na boca dele, deixando meu pau bem babado.

Mandei que ele ficasse debruçado na mesa o que ele fez, arriou a bermuda, nisso peguei a camisinha, coloquei na pica e soquei no cu, não poderia demorar por causa dos outros clientes que queriam falar comigo.

Soquei com força no cu dele e ele gemia baixinho:

_ promete que não vai falar nada com ninguém, eu te dou o cu sempre que quiser, aiiiiiii, essa pica está toda no meu rabo, que safado você é, hein!!!!!!!!

- respondi:

- não vou falar nada, fica tranquilo, só que como você vai me dar o cu durante o mes todo, inclusive quero comer aquela traveca loira, dá seu jeito!!

Ele respondeu:

-aiiiiiiiiiii!!! pode deixar ela é minha vizinha, é facinho eu marca algo com ela para vc fode-la.

Anunciei que ia gozar, tirei a camisinha e mandei ele chupar o que ele fez com maestria, e inundei a boca dele com a minha porra.

Ele engoliu tudo, pegou o pen drive e ele disse que no dia seguinte voltaria.

sábado, 28 de novembro de 2015

O VIGIA

Olá leitores, depois de um tempo afastado volto para relatar mais uma de minhas aventuras sexuais.

Eu e o Claudio estamos muito bem, curtindo cada vez mais um ao outro.

Vamos ao conto.

Próximo do prédio onde trabalho está sendo construído um mercado, quando vou trabalhar o pessoal está saindo da obra então vejo homens de todos estilos, fortes, magros, lisos, peludos em fim machos para todos os gostos mas quem me chamou a atenção é o vigia que fica lá durante a noite é um belo coroa negro.

Como combinei com o Claudio não escondo nada dele e falei sobre o vigia e Claudio me incentivou tentar algo com o negro mas teria que filmar caso desse certo.

Para minha sorte o vigia que se chama Carlos pega o mesmo ônibus que eu e sai no mesmo horário também, aos poucos fomos virando amigos de condução íamos conversando até o final da linha do ônibus e minha vontade ia aumentando também.

Claudio me pedia relatório todos os dias sobre o vigia, eu passava para ele o que conversávamos.

_ Você está muito mole neguinho com dois meses de papo com o cara e nem uma tentativa.

_ Sei lá Claudio vai que ele não curte fico meio cismado de tentar alguma coisa e ele não gostar.

_ Começa olhar mais para o volume dele se ele perceber e gostar você vai saber.

_ Vou começar fazer isso, essa semana vou trabalhar de carro e vou dar carona para ele também assim fica mais fácil de olhar o volume dele por mais vezes.

No dia que fui trabalhar, quando deu meu horário de ir embora esperei Carlos sair e ofereci uma carona ele ficou sem graça em aceitar mas insisti até ele entrar no carro.

_ Deixa de bobeira Carlos é meu caminho não vai me atrapalhar em nada.

_ Se é seu caminho então tudo bem Marcelo não falo mais nada.

Segui pela avenida com um olho no transito e outro no seu volume, Carlos é um negro simpático muito brincalhão e também muito cheiroso, em uma parada que dei num cruzamento Carlos deu uma coçada no saco e eu acompanhei sua mão e fiquei olhando, o farol abril e sai com o carro mais uma vez ele coçou o saco e eu novamente olhei só que desta vez Carlos me olhou e deu um leve sorriso enquanto coçava o saco, percebi que era um sinal para mim.

_ O que você faz nas horas vagas Carlos?

_ Depende Marcelo, geralmente fico em casa descansando mais se pintar algo que vale a pena eu dou uma saída.

_ E você gosta de beber uma cerveja quando sai?

_ Não bebo nada de álcool e também não fumo Marcelo, não tenho nada contra quem faz isso mas eu nunca gostei.

_ É por isso que você está em forma na aparência e no físico nem parece ter 55 anos.

_ Não quero me gabar mas o que não me falta é folego Marcelo ganho fácil de qualquer garoto novo.

_ Disso não tenho duvidas, pela sua aparência tu ainda bate um bolão como dizem por ai.

_ E bato mesmo, vou pro segundo tempo sem cansar, quem já provou pode te falar.

Quando estávamos perto de onde ele costuma descer perguntei se era longe de sua casa, ele não queria que o levasse achando que estava abusando da minha carona, depois de muito falar combinamos de deixa-lo próximo de onde ele mora e assim seguimos.

Claro que minha intenção era ter certeza que ele curtia trepar com homem e fui dando trela ao assunto.

_ Tu tem cara de quem é muito da safado Carlos, me desculpe se ofendi você.

_ Fica tranquilo, já fui muito sim mas agora estou mais na minha, antes não podia ver um rabo de sai que caia em cima, ou melhor dizendo eu era daqueles que onde tinha buraco eu estava dentro não fazia escolha.

_ Então para você não tinha problema de ser homem ou mulher o que você queria era meter?

_ Preferia e prefiro mulher mas se o cara era limpinho não dispensava se fosse casado melhor ainda.

_ Porque o casado é melhor?

_ Marcelo veado casado da o cu com mais vontade e não tem muita frescura na cama e sem contar que não corre o risco de ficar pegando no seu pé.

_ Entendi Carlos.

_ Mas e você também gosta de foder cu de homem Marcelo?

Carlos me perguntou dando uma bela alisada no cacete que me deixou sem folego vendo o desenho que se formou quando ele passou a mão no tecido da calça.

Pensei comigo, se fui até aqui porque esconder o que ele já sabe.

_ Gosto mas não de foder Carlos eu gosto de ser fodido.

_ Imagino que sua esposa não sabe de nada então?

_ Ninguém sabe Carlos, somente quem me fode que fica sabendo.

_ Gosto de caras assim discretos sem dar pinta, estamos quase chegando entra na próxima rua que está ótimo para mim.

Entrei onde ele falou, era uma rua deserta e onde estacionei era parede dos fundos de um galpão, assim que parei o carro comecei olhar seu volume, Carlo vendo que eu não tinha iniciativa pegou minha mão e pôs sobre seu cacete que começou a crescer.

_ Desde do primeiro dia percebi qual é a sua Marcelo, tu passava pelo aquele monte de peão mas seu olho era em mim então saquei logo seu lance.

_ É verdade Carlos assim que te vi no portão da construção me bateu um puta tesão cara.

_ Esta sentindo ele crescer na sua mão, será que você me aguenta dentro de você?

_ Nossa ele não para de crescer cara e ficar grosso.

_ Porque você não tira para fora e olha o tamanho dele?

Carlos é um cavalo seu cacete negro é enorme e grosso cheio de veias e o saco pequeno muito peludo.

_ Porra cara o que é isso, quanto mede esse cacete Carlos?

_ Na hora e no local certo te falo Marcelo agora deixa eu ir antes que a gente faça besteira aqui no carro, por enquanto da um beijo nele para você sentir o sabor e sonhar com ele.

Olhei para ver se não tinha ninguém na rua, me abaixei e dei uma chupada naquele cacete que por sinal estava cheiroso, quando fui tentar engolir um pouco mais Carlos tirou da minha boca e guardou dentro da calça.

_ Por hoje é só isso puta safada veado sem vergonha, mas você vai ter o que quer tenha paciência, obrigado pela carona até amanha.

Continua.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Trepando com o sogrão

Estou namorando uma gatinha linda, ela tem 18 aninhos, com um corpinho maravilhoso, peitinho empinadinho e durinho, perninhas grossas e um bumbum de enlouquecer. Sempre que estamos juntos percebo os olhares para ela. Seus pais são pessoas muito agradáveis, especialmente o pai. Ele tem 36 anos, é engenheiro e adora malhar e jogar futebol. Talvez por isso tenha um físico de garotão. Patrícia diz que sempre que estão juntos, todos pensam que são namorados. Sua mão tem 35 anos e também é lindíssima. Alta, corpo muito bem definido, tipo mulherão de parar o trânsito. Ela é sempre muito gentil comigo. Mas o pai de Patrícia, o seu Marcos, desde que nos conhecemos, pouco tempo depois que comecei a namorar sua filha, passou a me acompanhar todo sábado ao clube para uma pelada. Isso fez com que ficássemos cada vez mais próximos. No início eu estranhava como um cara com 12 anos a mais que eu curtisse minha companhia. Mas não me preocupava com isso, pois ele era um cara muito bacana e sempre conversávamos muito, enfim, nos dávamos muito bem. Além disso ele significava para mim uma espécie de modelo de vida, um cara bem sucedido, um bom profissional, bonitão, um físico invejável e uma aparência bem jovial. Uma vez lhe disse que admirava seu jeito e que quando estivesse mais velhos gostaria de ser como ele. Então ele ponderou que não era tão velho assim, apenas havia casado muito cedo, mas que isso não o impedia de viver sua vida. Nessa conversa fomos caminhando para o vestuário e ele me chamou para tomarmos uma água de coco na cantina e aí conversamos sobre muitas coisas. Ele aproveitou para me sondar, achei que ele estava querendo saber se eu e sua filha andávamos trepando, mas ele foi muito discreto e eu também. Para minha surpresa, ele reagiu bem à notícia de que sua filhinha não era mais virgem e que eu não era o primeiro na vida dela. Muito pelo contrário, afirmou que isso o deixava feliz e mais ainda em saber que ela sabia escolher bem seus namorados. Disse isso pousando a mão sobre minha perna por debaixo da mesa, bem na parte superior da coxa e dando um leve aperto. Aquele toque me passou uma certa intimidade entre nós, mas não achei nada de mais, afinal, há meses vínhamos nos aproximando, era natural que se sentisse tão à vontade comigo. Mas o fato é que percebi em seu olhar um brilho especial e o que me deixou mais confuso ainda foi o que senti com seu toque. Quando ele tirou sua mão, isso uns cinco segundos depois, eu queria que ele ficasse com a mão ali, ou até mesmo que me abraçasse e minha reação foi segurar seu ombro daquele jeito meio de macho pra macho e empurrar-lhe dizendo: “Vamos pro chuveiro, senão a gente fica sem almoço”. Quando chegamos no vestuário, quase todo mundo já havia saído, apenas dois caras ainda estavam lá, mas já estavam vestidos e apenas ajeitavam o cabelo na frente do espelho. Entramos logo no banho. No vestuário não havia divisórias, apenas uma bateria de chuveiros um ao lado do outro, de modo que tomávamos banho lado a lado, sem problemas. Mas naquele dia eu percebi que o seu Marcos estava diferente. Eu até o achei mais jovem, mais brincalhão. De repente encontrei seu olhar no meu e então reparei que o verde de seus olhos era muito bonito. Nunca havia reparado naquilo e saiu naturalmente: “Nossa! Seus olhos são muito bonitos, a mulherada deve ficar louca!” Então ele disse que a mulherada e os homens também. Rimos e reparei que estávamos sós no vestuário. Então, sem mais nem menos ele virou e disse: “E você tem uma vara fenomenal, minha filha deve sofrer na tua mão”. Eu, meio constrangido, até porque o pau dele era bem maior que o meu, disse: “Se o meu é fenomenal, o teu é o que então?” Então ele respondeu: “Olha aqui, o meu não é tão grande assim...” Foi aí que notei que o seu pau estava duro. Quando vi aquilo senti um frio na barriga, uma sensação esquisita, mas não deixei de olhar bem aquele pau. Não estava muito duro, o prepúcio cobria a metade da glande, estava já quase na horizontal, e estava mais grosso também, só aí foi que reparei que o pau do cara era realmente um belo cacete, devia ter uns 20 cm quando ficasse duro de vez. Fiquei imaginando a dona Letícia sentando naquele pauzão e cavalgando seu marcos, tudo isso olhando pro pau do meu sogrão. Não conseguia impedir que meu pau também ficasse duro, só que o meu ficou empinado para cima. Seu marcos também o olhava com um leve sorriso no rosto, até que quebrou o silêncio: “É, minha filhinha deve estar toda arrombadinha por causa dessa rola, seu puto!”. “Imagina a dona Letícia”, disse eu. Caímos na risada e terminamos o banho os dois ali, ainda com o pau duro, fomos os dois nos secar. Não falamos mais nada. Fomos embora juntos como sempre. Seu Marcos me deixava em casa todo sábado depois do jogo. Só que nesse sábado fizemos a viagem calados. Quando parou no meu portão, seu Marcos pôs de novo a mão na minha coxa, só que agora bem mais acima, quase atingindo meu pau inexplicavelmente ainda duro e convidou-me para passar na sua casa do domingo de tarde, pois Patrícia e sua mãe iriam num Chá-de-panela de uma amiga da família e ele queria aproveitar para instalar um ventilador de teto. Eu disse que tudo bem. No dia seguinte, no horário combinado, lá estava eu tocando o interfone. Quando entrei, seu Marcos abriu a porta da sala para mim só de cueca. Ele perguntou se eu não queria por um short seu para não sujar minha bermuda. Eu aceitei e fomos no seu quarto buscar. Ele pegou a peça e jogou para mim e disse para eu botar. Prontamente, baixei minha bermuda e quando estava vestindo o short seu Marcos passou por mim e passou a mão na minha rola e perguntou se não estava durinha como ontem. Eu fiquei meio nervoso, mas resolvi encarar com naturalidade, e fomos colocar o tal ventilador. Só que seu Marcos pediu para eu segurar a escada e ele subiu, de modo que meu rosto ficou na altura do seu pau e pude ver que o bicho estava em pondo de bala. Então resolvi brincar com ele da mesma forma que brincou comigo minutos antes, passei a mão e disse: “É, isso aqui está duro como só, heim, ta pior que ontem!”. Então ele na maior naturalidade botou o bichão para fora e eu fiquei olhando para tudo aquilo sem saber o que fazer, mas bem que estava gostando. Era uma cena no mínimo esquisita eu ali segurando a escada e meu sogro trepado com o pau para fora, bem em frente ao meu rosto. Eu sentia até o cheiro daquela rola e não sei onde eu estava com a cabeça que perguntei se quando puxava o prepúcio doía (afinal, como sou circuncidado, não sabia). Ele disse que não, que eu podia puxar que não tinha problema. Movido por uma vontade incontrolável, segurei aquela vara suavemente e puxei o prepúcio, fazendo a cabeça meladinha sar todinha para fora. O cheiro da vara de meu sogro ficou mais forte. Ele desceu da escada e pegou meu pau, botou para fora do short e começou e punhetá-lo. Depois me chamou para o quarto, me empurrou para a cama, deitou e começou a me chupar na maior. Quase que automaticamente, também abocanhei sua vara e ficamos os dois nos chupando ali por um bom tempo. De repente senti que seu Marcos começou a passar a língua pelo meu saco, virilha e desceu até meu rego, passando a língua em volta do meu anel e depois passou a meter a língua no meu cu, que piscava feito louco enquanto eu o chupava gemendo de tanto tesão. Eu melei meu dedo de saliva e comecei a massagear seu anelzinho e depois a meter meu dedo no seu cu enquanto o chupava. Meu sogrão começou a gemer, a rebolar quando eu metia o dedo, até resolvi meter dois dedos e ele ficou mais excitado. Meti mais um e fiquei com meus três dedos no seu cuzão e chupando seu pau e ele gemendo feito doido, lambendo meu cu. Depois resolveu fazer o mesmo comigo e começou a meter o dedo em mim e voltou a chupar meu pau. A essa altura já estávamos completamente entregues e começamos a dar sinais de gozo. Logo, logo começamos a estremecer juntinhos e gozamos um na boca do outro. Foram tantos jatos de porra que fiquei com a boca toda melada e o seu marcos também. Depois nos beijamos na boca com a cara melada de porra. Descansarmos um pouco e então ele me alertou que teríamos que nos arrumar e instalar o ventilador, senão nossas mulheres chegariam e poderiam desconfiar que algo estava errado. Eu disse que queria comer aquele cuzinho gostoso dele mas ele disse que naquele dia não. Disse que eu deveria ter calma que ele ia dar jeitinho durante a semana da gente ir para um lugar onde a gente pudesse trepar à vontade.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

sábado, 10 de outubro de 2015

BRINCANDO COM A FERRAMENTA DO MEU PRIMO

Bom esse é meu primeiro conto, leio sempre os contos mas nunca tive coragem para escrever mas enfim tomei coragem e estou aqui, sou branco, gordinho, 1,80 de altura com uma pika de 16 cm grossa. Era um sábado a noite, cheguei na casa dos meus tios para passar o fim de semana e como de costume a casa sempre cheia, essa parte da família sempre foi numerosa, comemos, conversamos e enfim hora de dormir, porem como a casa é cheia sempre terminávamos dividindo as camas, nessa noite eu fui dormir com meu primo (moreno magro 1,85 alt, dono de um sorriso lindo, olhos castanhos, cabelos pretos) para minha sorte ele tinha comprado uma cama de casal, deitamos, jogamos conversa fora e fomos dormir, ele como de costume so de cueca e naquele dia vestia uma cueca slip branca e eu pijama, depois de muito conversar adormecemos. Por volta das 03hs da manha eu acordo num tesão descomunal, cheio de desejos e quando olho para o lado meu primo estava descoberto, de barriga para cima e seu mastro esta com a cabeça, so a cabeça de fora da cueca, era rosada, que loucura eu senti naquele momento, uma sensação de estase tomava conta de mim, uma vontade louca de tocar e ao mesmo tempo o medo dele acordar, mas meu tesão era maior e fui devagar e bem de leve passeio a mão sobre a extensão do seu mastro, aqui me enlouquecia, e quando peguei por cima da cueca na hora eu senti ele latejando na minha mão, que loucura, meu primo podia acordar e eu nem saberia o que dizer. Mas meu desejo agora esta a 1000 eu fui tirando sua cueca bem devagar e em alguns instantes achava que sua respiração mudava mas persisti no ato, agora aquele mastro estava encostado no seu corpo sem nada a cobrir e eu fui me aproximando, sentindo aquele cheio de macho, de sexo que exalava, já não resisti e fui colocando bem devagar aquele cacete que estava duro como rocha dentro da minha boca, no inicio fui chupando so a cabeça mas com o tempo eu já engolia todo aquele cacete poderoso que devia ter uns 19cm e eu ia me empolgando, fui descendo para sua bolas, engolindo uma a uma e massageando-as com minha língua e podia perceber que sua respiração por vezes mudava a frequência, mas eu já não me importava, estava eu debruçado mamando loucamente aquela rola que preenchia toda a minha boca, mas eu queria mais, deixei o pau dele todo babado e na ultima loucura, subi por cima dele e sentei em sua rola, pude sentir cada centímetro me abrindo, que loucura, agora eu estava agasalhando a rola do meu primo que dormia, meu cu latejava e comprimia loucamente a vara dele mas quando menos espero ouço a voz dele dizendo assim não, saio assustado de cima dele e morte de vergonha, sento no sofá ao lado e nem consigo olhar para ele pensando que ele iria brigar comigo porem para minha surpresa ele levanta vai ate um móvel na frente da cama pega algo e começa a mexer, quando percebo ele tinha colocado uma camisinha, deitou na cama e disse apenas, ”agora vc pode brincar com ele”, passou a mão por traz da cabeça e ficou com a tora a minha espera, naquele momento eu já estava louco pelo que a situação me permitia, corri e sentei sem do nem piedade, senti meu cu queimar com a rola rasgando meu cu mas eu queria mais, comecei a rebolar, mudando constantemente a velocidade e podia ouvir uns gemidos leves enquanto eu brincava de cavalgar, de repente ele segura minha e começa a socar com mais força, parecia que ia me rasgar, eu sentia a vara batendo no fundo do meu estomago, era uma sensação de dor ao mesmo tempo que eu queria mais, queria que ele socasse fundo, então entre meio ao meus gemido eu disse para ele, me faz sua vadia, me arrebenta, quero dar pra vc ate não aguentar, o filho da puta se levanta junto comigo, sem tirar a rola de dentro e me manda colocar a mão na cômoda e ficar meio que de 4, cara que loucura ele foi aumentando o ritmo, eu sentia a vara dele sair ate a ponta e deixar um vazio que já era preenchido em seguida e que a cada estocada parecia entrar mais fundo, podia sentir suas bolas batendo nas minhas, que delicia, eu já não me comportava como macho, parecia uma cadela sendo fodida por vários cães, que loucura, uma pressão estupida, ouvia os tapas de suas coxas de encontro a minha bunda e a cada batida eu queria mais, então quando me vejo alucinado sinto a mão dele alcançando meu kcete, que sensação ele com a rola dentro de mim estocando sem parar e agora batendo pra mim, não demorou muito eu gozei, e nesse momento fui contraindo com mais força meu cu e ele de forma rápida me virou, tirou a camisinha e já foi jorrando porra na minha cara, que banho aquele, fiquei todo, sentado no chão na beira da cômoda e ele em silencio vestiu a cueca e se deitou como se nada tivesse acontecido, nem eu sabia o que dizer, so sabia o que eu estava sentindo, estava realizado naquela noite. Espero que tenham gostado, deem sua opinião que tentarei descrever cada dia melhor. Até o próximo.

BEBI PORRA NA SALA COM GENTE NO QUARTO AO LADO

E ai safados, blz? Voltei aqui para contar uma aventura deliciosa que me aconteceu do último domingo, 20/09/2015. Para quem tá lendo meu primeiro conto, sou um puto safado de Fortaleza e recomendo ler os contos anteriores, todos histórias totalmente verídicas. Pois bem, vamos ao que interessa. Aqui em Fortaleza divido apartamento com uma amiga, cada um com seu quarto, como somos do interior é bem comum vir alguém passar o fim de semana aqui e ficar no nosso ap ou vir para resolver algo na capital. Minha amiga já tinha me falado que tinha um casal de amigos gays, que até já tinham vindo aqui no nosso apartamento passar o fim de semana acho que duas vezes, mas acabei não os encontrando, pois sai de casa enquanto eles estavam aqui e nossos horários não permitiram que eu os visse, pois geralmente troco o dia pela noite nos fins de semana. A única coisa que vi foi quando na madrugada sai do quarto para ir ao banheiro e vi que eles estavam dormindo na sala. Meses se passaram e minha amiga me avisou que eles viriam novamente e me falou que da última vez, um dos amigos fica perguntando por mim direto, que não tinha me visto, se eu não ia sair do quarto, que iria embora sem me conhecer e etc. Eles tentam esconder que não são gays, mas obviamente minha amiga sabe de tudo, inclusive que um deles trai bastante o outro e era esse que tava bastante interessado em me ver. Ela tinha me falado isso, e rindo disse que certamente ele queria me vê pra saber se eu curtia uma putaria entre machos ou não. No sábado a noite uma colega dessa minha amiga veio dormir aqui depois que elas voltaram da balada, no domingo pela manhã acordei e escutei barulho de pessoas conversando no corredor, mas escutei voz de homem e então lembrei que era o amigo que ela tinha falado que viria. Voltei a dormir e só levantei depois do meio dia. Depois que acordei fui fazer algo para comer e quando estava na cozinha a minha amiga, com a colega dela e um dos caras chegaram da praia. Ela me apresentou ele e foi tomar banho, enquanto isso ele ficou conversando comigo enquanto eu cozinhava. Perguntou o que fazia aqui em Fortaleza, se estudava ou trabalhava, de qual cidade do interior eu era, sobre meus pais e etc. Até ai tudo normal, ele saiu da cozinha e logo voltou e começou a puxar mais conversa, mas até o momento eu não achei que havia segundas intenções, mas logo notei que ele estava interessado demais na minha vida e comecei a vê a possibilidade de rolar algo, já que sabia que ele era gay e adorava pular a cerca, kkkkkkkkkk. Ele foi tomar banho, eu acabei de cozinha e antes de comer fui tomar banho tb. Já fui tomar banho e me preparar na expectativa de rolar algo, mas ainda não sabia como abordá-lo. A minha amiga e sua colega estavam cansadas e já trataram depois do banho de ir deitar pra tirar um cochilo no quarto dela. Enquanto o cara foi deitar na sala, eu fiquei indo na sala com pretexto de procurar uns livros pra estudar e tal, só pra vê se ele tava a fim de algo, fui várias vezes e vi que ele me comia com os olhos. Vi que as meninas estavam quase dormindo (estavam com a porta do quarto aberta), então inventei que ia descer para ir ao supermercado em frente ao meu condomínio. Quando o cara me viu indo em direção da porta já perguntou se eu ia passear e eu respondi que iria ao supermercado, mas que voltaria em menos de 15 min. Sai, passei uns 10 min na escada do prédio e já voltei, qdo abri a porta ele tava deitado na sala com as pernas abertas e com a cara mais safada olhou pra mim e deu aquela apertada no pau. Ali eu tive certeza que ia rolar uma putaria gostosa, só precisava me certificar que as meninas estavam dormindo. Fui até a porta do quarto dela e vi que estavam dormindo. Voltei para a sala e já fui metendo a mal no pau dele, que já tava pulsando de duro. Ele perguntou pelas meninas e eu baixinho disse que estavam dormindo, ai ele sentou no sofá, colocou o pau pra fora, eu me ajoelhei imediatamente e já cai de boca sem nenhuma cerimônia. O cara aparentava ter uns 30 anos, advogado, estatura mediana, branco, cabelo loirinho, uma bela barba, pernas grossas e bem peludas. Resumindo, um macho bem gostoso, do jeito que eu gosto. O pau dele acho que tinha uns 17 ou 18 cm e grosso, uma verdadeira delícia. Ele sentado e eu mamando bem gostoso, lambia a cabecinha, lambia o saco, botava o saco todo na boca e ele delirava. Alternava mamadas lentas com outras mais rápidas, chupava a cabeça da rola e depois engolia até o tronco e nisso ele de olhos fechados se contorcendo de prazer. Depois de um tempo mamando ele pede pra eu parar e vê se as meninas estavam dormindo, pois ele estava com medo e um pouco tenso. Disse também que queria fuder meu cu, mas tava com medo de ser pego. Eu então fui vê se elas estava dormindo ainda e aproveitei pra entrar no meu quarto e já passar lubrificante no meu cu. Voltei pra sala já pronto pra receber pica no rabo. Ele tava a fim, mas com medo e pra não perder se sentir aquela rola deliciosa no meu cuzinho guloso já cheguei na sala baixando o short que ficando de quatro pra ele. Ele no tesão e sem pensar duas vezes, cuspiu no pau e já meteu a pica toda de uma vez. Como eu tinha colocado lubrificante entrou toda sem muito esforço, mas deu uma dor do caralho e eu nem podia gemer. O cara tava mesmo disposto a me arrombar, pois não teve essa de botar devagar e esperar eu me acostumar. Não curto sentir dor, mas o tesão pelo risco de sermos pegos deixou tudo aquilo uma delícia. Ele me fodia com vontade, metia com força e sem pena. Me botou de quarto no sofá e mandou ver, deu umas boas estocadas e eu com os gemidos abafados para não sermos descobertos. Me botou encostado na janela e meteu mais um pouco, eu pedi que ele gozasse na minha boca, sei que pelo ritmo dele e pela adrenalina não demoraria pra ele me dá leitinho. Logo em seguida ele tirou o pau do meu cu e já me mandou ficar de joelhos, era a hora do meu prêmio. Ele bateu uma punheta rápida e já meteu o pau na minha boca para eu continuar, demorou pouco e e senti os jatos de porra quente na minha boca, que tratei de mostrar pra ele antes de engolir. Ele ficou louco quando viu eu bebendo tudo, depois disso limpei a pica dele com a língua e ele já colocou pra dentro do short. Me recompus e voltei pro meu quarto, mas antes ele pediu meu whatsapp. Logo depois que voltei pro meu quarto e ele ficou fingindo que tava dormindo, o telefone de umas das meninas toca e elas acordam, por pouco não fomos interrompidos por elas, kkkkkkkkkkk. Fiquei no meu quarto por mais um tempo e percebo que chegou mais alguém, era o namorado do cara, que a essa altura já nem lembrava dele. Ele estava fazendo prova de concurso e enquanto isso o namorado foi a praia com as meninas e depois me fudeu, kkkkkkkkk. Sai do quarto, o cumprimentei, conversamos um pouco, pois ainda não o conhecia. Na conversa ele me disse que só iria tomar banho, comer alguma coisa e já iam pra rodoviária pra pegar o ônibus pra cidade deles. Me chamaram para lanchar com eles na praça de alimentação do supermercado em frente e depois fomos deixar eles no terminal de ônibus. Na hora da despedida com safado que me fudeu passou a mão discretamente na minha bunda e falou baixinho pra mim: "até a próxima meu gostoso", kkkkkkkkk. Bem foi isso que aconteceu, um domingo normal que eu não esperava acontecer nada acabou sendo uma delícia, hahahaaa. Agora aguardo ele voltar, mas agora sozinho e pra dormir aqui. Se gostou vota em comente. Depois volto para contar outras histórias deliciosas que aconteceram comigo. Abraços seus safados!

terça-feira, 16 de junho de 2015

NO MEIO DO CAMPO DE FUTEBOL

Alto, forte, mulato, olhos castanhos e cabelo liso. Boa definição para Wellington. O atleta mais atraente da escola. Mas é claro que um colégio particular teria um centro esportivo com variedades. E algumas delas vale a pena apreciar. Nunca pensei que valeria tanto a pena ter que dividir a sala com aqueles atletas ridículos. Nós alunos do teatro detestamos esse jogadores de futebol metidos, mas para cumprir castigo, alguns meninos do futebol tiveram que ajudar no cenário da peça da escola. E lá estava eu, admirando Wellington, o garoto mais gostoso daquele time. Eu não conseguia nem mesmo me concentrar no meu texto. Eu sabia que ele queria algo comigo, porque era o único que puxava assunto comigo, o único que me olhava de cima a baixo e que parecia nervoso a falar comigo. Um dia eu estava decorando meu texto na coxia e ele havia entrado lá com uma lua de papelão enorme. Pediu desculpas por me atrapalhar, mas eu disse que tudo bem. Eu percebi que ele não tinha ido embora e ficou me espionando, então decidi pedir ajuda dele pra ensaiar. Digamos que foi assim que nos tornamos amigos. Trocamos número no whatsapp, conversávamos bastante e até aí não passava de amizade, até que um dia, recebo uma ligação... - Alô? - atendo. - Está ocupado? - Ele diz. - Quem é? - Sou eu, o Wellington. - O que foi? - Tem como você vir até aqui. Preciso de você. Você é a única pessoa que me acalma. E era verdade. Wellington costumava a se estressar bastante, mas toda vez que eu conversava com ele, ele se acalmava. Tinha problemas com o pai, a escola, o futuro no esporte... - E onde seria aqui? - Perguntei. - No campo da escola. - Você está maluco, se você... - Eu sou capitão do time, eu tenho a chave. - E se um dos seguranças... - Você vem ou não vem? Sua voz estava fria. - Ok, estou indo.... A noite estava fria. Peguei um táxi até a escola. Tinha seguranças na porta da frente, mas na parte de trás da centro esportivo estava vazio e ele estava esperando na portinha de saída. - Você demorou. - Ele disse com seu sorriso lindo. - Desculpa. Mas o que você quer aqui? - Venha. Entrei com ele e no meio do campo tinha uma mochila jogada no chão, uma toalha forrada e uma cesta de piquenique. - O que significa isso? - Perguntei. Ele me pegou por trás e me fez sentar. Consegui sentir o cheiro do perfume dele, me fez contorcer a cabeça. - É uma forma de agradecer sua amizade. Eu andei descobrindo que não posso confiar muito nas pessoas. Mas você é diferente. Sempre se mostrou fiel. - Anh... Obrigado. Era por isso que estava chateado? Alguém traiu sua confiança. Ele balançou a cabeça positivamente e depois disse: - Vamos esquecer os problemas. Faz tempo que venho planejando um momento como esse. - Ele sorriu pra mim e me entregou uma taça de vinho. Brindamos e demos um gole na bebida. Depois de muitas taças de vinho e alguns aperitivos, já estávamos bastante alegres e meio bêbados... Contamos piadas e falamos de várias coisas, depois nos vimos falando de sexo. - Ah, você está zuando comigo! - Eu disse. - Não estou, não! Essas garotas são assim mesmo. - Disse Wellington. - E nem conto o que a Alana Rodrigues fez comigo. - O que ela fez? - Bem, ela inventou que precisava de ajuda em matemática e foi na minha casa quando eu estava sozinho. De repente quando me dei conta, ela estava alisando meu pau por cima da calça. Logo depois, ela já estava com a mão toda no meu pinto... - Ele fechou os olhos como se estivesse sentindo o mesmo que sentiu naquele dia. - Nossa! Ela tinha muitos anéis. - Ele disse. - E estavam gelados. Aquele puta me bateu uma e depois foi embora. - Então está me dizendo que todas essas meninas são provocadoras. - Poucas vão direto ao ponto, Caio. Elas são assim... Elas gostam de provocar. E eu... gosto de ser provocado. Eu ri e ele riu também. Ficamos olhando um para o outro naquele momento. - E você? - Ele perguntou. - Eu não... não saio muito com as garotas. - E com garotos? - O que? - Ah, somos amigos, não é? Eu não vou contar pra ninguém. Não sei se era porque eu estava bêbado, ou se eu realmente confiava nele... - Bem... Eu costumo sair com muitos caras. - O que você faz com eles? - De tudo... um pouco. kkkk, eles gostam da minha timidez. - Não são os únicos. - Ele murmurou. - O que? - Continua... Me conta o que costuma fazer com eles. - Ah... Bem, eu do pra eles... Mas o que mais gosto de fazer é chupar. Ah, meu deus! Eu adoro chupar um delicioso pau. Ele riu. - Tipo esse? Quando olhei, arregalei os olhos. Não era tão grande, mas era grosso. Moreno, lindo, cheio de veias, estava escorrendo a gala. Eu não sei o que deu em mim. Acho que simplesmente me deixei levar, não me liguei se alguém podia ou não ver e abocanhei aquele pau. Eu poderia descrever a sensação de ter aquela coisa gostosa na minha boca, mas não sei como explicar. Era uma piroca macia, mas ao mesmo tempo dura feito pedra. Eu lambia a cabecinha com todo vigor, enfiava na minha boca até o fundo da gargando. Chupava fazendo um delicioso vai e vem. Definitivamente adoro um boquete. Eu não conseguia parar. Acelerei o ritmo do meu vai e vem e depois fui parando, trazendo minha boca de volta ao topo. Eu podia ouvir os gemidos dele. Podia ouvir ele falar safadezas pra mim. Ele me xingava, me desmoralizava e agarrava meus cabelos me forçando a chupar mais. Eu descia devagar e depois subia fazendo um rápido vai e vem. A minha língua contorcia aquele mastro delicioso. Ai, eu estava sedento, eu queria engolir toda porra que ele tinha guardado pra mim. Ele não parava de gemer e eu também. Gemia com aquele pau na minha boca. Eu lambia a cabecinha toda, minha língua passava na dobrinha. E as bolas Eu enfiava tudo na boca. Fiz exatamente o que ele mandou. Mamei as bolas como duas bolas de sorvete de creme. Eu sugava elas e ele ia ao delírio. Jogando a cabeça pra trás e gemendo alto. Depois ele anunciou: - Vou gozar! E ele gozou. Jorrou litros bem dentro da minha boca. Não deixei derramar uma gota sequer. E depois eu chupei mais, fazendo ele revirar os olhos, enquanto minha cabeça enfiava tudo até o talo. Ele enlouqueceu. Me pegou no colo, me pôs em cima dele e começou a me beijar. - Não sabe quanto tempo eu quis isso. - Disse entre o beijo. - E eu quero mais de você. - Você vai ver eu marcar o GOL agora. - Ele disse. Eu ri... Era engraçado, mas excitante. Estávamos em pé, trocando beijos. Ele sentia o gosto da própria porra na minha boca. Sua língua sugava a minha e ele mordia meus lábios. Sua pegada na minha bunda era forte. Forçava meu quadril no seu volume. Sem tirar a boca da minha, ele foi me virando e começou a sarrar. Desceu minha calça bem devagar e deu um forte tapa na minha bunda. Olhei para o gol e disse a mim mesmo que me sentia mais realizado do que nunca. Ele mordia meu pescoço e sarrava aquele pau grosso nas minhas nádegas. - Eu quero você todas as noites assim pra mim. - Sussurrou no meu ouvido. - Vou meter em você de um jeito que nunca vai esquecer. Ele me jogou no chão, ergueu minhas pernas no ar. Foi me alisando até o meu pau, o agarrou e começou a me punhetar. Mordendo meus lábios, ele pegou o vinho e jorrou na direção da minha virilha, no meu peito e foi lambendo meu mamilo, enquanto seus dedos deslizavam até o meu cu, que também estava encharcado. Foi me dedando, enquanto seus dentes mordiam de leve meu mamilo direito. Ele foi lambando, enfiando dois, três, quatros dedos. Encharcou mais meu cu de vinho, até que em seguida, ele enfiou todo o seu pau. - AAAAh! - Eu gritei e deixei ele me possuir. Sinceramente? Não sei explicar como era aquela pressão que ele tinha. Ai, senhor! Ele enfiava aquele pau com muita fome, era voraz, sagaz. Ele sabia meter. Ai, ele mordia meu pescoço, arranha meu peitoral. Era tão delicioso sentir aquela grossura dentro de mim. Ele me jogou de bruços e começou a mexer seu quadril. Ele rebolava com o pau no meu cu. Eu estava todo sujo de terra, grama, mas não ligava. Ele lambeu minhas orelhas. - Está sentindo isso, gostoso? Você gosta disso meu lindo? - Ah! Acaba comigo. Ele empinou bem a minha bunda e feito uma metralhadora, foi atirando seu pau dentro do meu cu numa velocidade sem limites. O som se propagava naquele campo. Eu gemendo alto, ele xingando alto e nossos corpos se chocando com violência, seu quadril batendo no meu, enquanto até as bolas batiam na minha bunda. Agora eu estava de FRANGO assado. Ele alisava todo o meu corpo. Num ritmo bem devagar, mas sem perder o rebolado, ele me beijava na boca, mordia o pescoço e lambia meu mamilo. Seu pau cavava cada vez mais fundo, ele ia até dentro do meu intestino, me fazendo revirar os olhos e perder o controle. Eu estava possuído. Foi exatamente quando ele começou a bater uma pra mim, comecei a sentir algo dentro de mim que era totalmente inexplicável. O prazer foi batendo em todas as extremidades do meu corpo e eu senti meu pau latejar, quando um orgasmo me atingiu bem forte, e no exato momento, ele gozou dentro do meu cu. Eu jorrava litros de porra que pegou até na cara dele e ele jorrou tudo dentro de mim, pude sentir seu liquido quente percorrer todo meu corpo... Cansados, exaustos... Nós estávamos ali deitados descansando, olhando as estrelas. - Ah meu deus! - Eu disse. - Não acredito que dei pro jogador mais cobiçado da escola. - E eu não acredito que comi a bunda mais cobiçada da escola... - Ele disse. - O que? - Você tem razão, muitos meninos desse colégio querem comer esse cu. Seu jeito tímido e essa bunda grande. Ninguém para de falar em você desde que o Pedro te comeu... De repente, comecei a me sentir maravilhado. Saber que muitos garotos daquele colégio, inclusive os que eu desejava em segredo, me desejavam, fez meu coração acelerar, meu sangue ferver e um sorriso se alargar no meu rosto. - Caio... Está me ouvindo? - Oi! Anh, desculpa, me perdi nos meus pensamentos. - Bem, é melhor tomarmos um banho. Está pronto pro chuveiro? - Com certeza!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Meu primo soube fazer

A historia q conto agora aconteceu qdo eu tinha 13 anos e meu primo na época com 16. Ele moreno, atlético, um homem praticamente formado e eu loirinho, pouquíssimos pelos pelo corpo, um adolescente em formaçao. Com essa idade era bem inocente, pois nao tinha mtas informacoes sobre sexo, (aconteu em torno de 1980), era apenas escola e brincadeiras no final das tardes junto com vizinhos, primos e primas Tb,  na casa de um deles, q mais parecia uma chacara. Vou resumir e contar oq foi acontecendo comigo nessa epoca. Vez em qdo, escolhíamos brincar de esconde esconde, eu era mto esperto e conhecia mto bem a chacara e todos os esconderijos possiveis, um final de tarde, ja início da noite estavamos numa dessas brincadeiras, e fui eu pro meu lugar onde costumava me esconder e ninguem me achava, era bem no final do terreno, um lugar onde guardavam coisas usadas, tipo portas velhas, madeiras encostadas numa parede, etc...era bem debaixo dessas madeiras q eu ficava, e nunca me achavam, só saia qdo eu queria, e as brincadeiras demoravam as vezes 40 mim uma hora ou mais, pois sempre tinha no minimo umas 20 pessoas na brincadeira. Bom, uma certa noite de verao, eu sempre usando calçao e camiseta, os outros tb, pois era verao, começamos o esconde e fui direto pro meu esconderijo, chegando la, fiquei espiando pra ver os outros se escondendo, qdo vi meu primo procurando um lugar pra ele, foi qdo na minha inocência e sem saber oq começaria a acontecer a partir daquele dia. Foi qdo o chamei e mostrei onde eu estava pra ele vir esconder junto, ele entrou no esconderijo e disse q o lugar era mto dificial de acharem, eu disse q nunca tinham me achado la. Pra ver oq rolava na brincadeira tinha uma fresta pela madeira e eu disse q iria vigiar e me coloquei na frente dele pra olhar pela fresta,e subi num bloco pra alcançar, foi qdo depois de uns minutos ele veio por trás e disse q queria olhar tb, ele mais velho,mais alto, esperto e malandro q era e os hormonios pegando fogo, ja veio com outras intençoes e ficou atrás, na minha altura, olhando pela mesma fresta, e aos poucos ele foi se encostando em mim. No começo achei normal, mas aos poucos ele foi me apertando e se esfregando levemente na minha bunda, qdo percebi um volume no seu calçao me encoxando, achei estranho, mas nao me mexi, deixei ele me encoxar, pois nao imaginei q ele estaria com tesao em fazer isso e se aproveitando da situação q tínhamos q ficar quietos pra não sermos encontrados. Eu estava gostando da situaçao anormal pra mim, q nao sabia nada de sexo ate então, mas achei q ele estava se esfregando de uma maneira mto intencional, tipo, ele subia e descia aquele volume pela minha bundinha indefesa e e sem noção oq estava acontecendo, mas sentindo uma sensação mto diferente de tudo oq já tinha visto, sabia q era coisa “errada” e q homens não podiam fazer aquilo, foi qdo sai da posição, por baixo dele, e disse q não queria q ele continuasse, foi qdo ele mto mais esperto q eu me disse q era normal, q já tinha feito aquilo com outros amigos Tb e tinha feito com 2 primas nossas tb, e que elas e os amigos tinham deixado e q era segredo deles, e se eu quizesse poderia fazer nele Tb. Qdo ele disse q podia fazer nele Tb, pensei q ficaríamos empatados e morreria ali o acontecido, e respondi q queria Tb, foi qdo ele foi pra frente e disse pra eu esfregar nele da mesma maneira, e assim eu fiz, mas por mto pouco tempo, ele saiu da posição e me disse q era mais velho e tinha direito a mais tempo encoxando em mim. Como tinha sentido uma coisa mto gostosa com ele me encoxando, doq eu senti qdo encoxei, naquele escuro, sem ninguém vendo, aceitei a condição de ele mais velho tipo, mandar na situação, e  ele se colocou atrás de novo e continuo a me encoxar e eu fingindo q estva olhando pra ver se não vinha ninguém. Aquele dia ele me encoxou mto mto mesmo, mas uma certa hora resolvi sair do esconderijo, pois estava com vergonha dele, pois só ele me encoxava e eu não tinha coragem de pedir pra ele virar e deixar eu fazer nele. Foi qdo eu disse q sairia e correria para tentar ganhar a brincadeira e não aquele q procura na próxima rodada da brincadeira. Fiquei com aquela situação na cabeça, achando mto estranho oq tinha feito, mas ao mesmo tempo  tinha adorado a situação, pois tinha me dado uma sensação gostosa q eu não conhecia, era um tesao ate então não conhecido. Aquele dia fui pra casa, e no banho, estava lembrando da brincadeira, e qdo vi estava de pau duro, e bati uma punhetinha no banho sem saber de onde era aquele tesao q o primo tinha me despertado. No outo dia, resolveram brincar de esconde novamente, fiquei alegre com a escolha, e na minha cabeça, mesmo sabendo q era uma coisa errada, estava querendo fazer outra vez. Fui pro mesmo local me esconder, qdo cheguei, ele já estava lá e me convidou a entrar, ele esperto percebeu se eu tinha entrado novamente era sinal q eu queria outra vez e mais. Assim q entrei, ele me pediu pra ficar olhando pra ver se não vinha ninguém nos achar,  que ele me mostraria como ele tinha brincado com uma das nossas primas e que ela adorava as brincadeiras dele que era segredo deles e que ele e eu teríamos uns segredos Tb, me disse que me ensinaria oq os namorados faziam, como era namorar, as duvidas q naquela idade temos, ele soube me enrolar mto bem, pois eu estava gostando de saber q iria aprender essas coisas e me despertando um tesao fora do normal. Ele se colocou por trás, e começou a encoxar como já tinha feito no outro dia, ele já estava com o pau mto duro, pois eu já sentia pelo calção o volume dele se esfregando em mim. Eu sentia mais tesao  ainda, pois estava mais relaxado e achando q todos faziam aquilo, ele me convenceu disso. Comecei a perceber q o tesao dele Tb estava maior, ele me apertava, pra cima e pra baixo, já me segurando pela cintura, nesse momento ele se afastou um pouco, e qdo voltou a encostar em mim, percebi o volume do pau estava diferente, ele se encaixava nas minhas polpas de uma maneira mais intensa, ele colocou o pau dele pra fora do calção, levantou ele e enconstou na minha bunda, sentia o pau dele encaixado de comprido, desde as polpas, ate quase o inicio das minhas costas, ele desliva o pau suavemente de baixo pra cima seu pau pelas minhas polpinhas, qdo perguntei pra ele oq ele estava fazendo, e ele me respondeu q tinha feito isso com a prima e ela adorou. Eu estava adorando, meu pq pau  estava duro e por instinto eu me curvava pra trás e abria levemente as pernas, e o pau dele se encaixava mais perfeito ainda, só existia meu calção separando seu pau  da minha bunda lisinha, sem pelos de adolescente. Já estávamos assim uns 15 min, qdo ele me perguntou se eu estava gostando, e se sim, eu poderia apertar minha bunda pra trás, e assim eu fiz, apertava ela contra seu pau q estava encostado na sua barriga, até q ele veio no meu ouvido e sussurou se eu quisesse fazer igual a prima, poderia fazer, eu perguntei oq era, e ele disse q ela pra ficar mais a vontade tirou o shorts e ficou só de calcinha fazendo aquilo, q seria mais gostoso sem o shorts, ae eu disse q estava sem cueca, q de preguiça não tinha colocado, ele emendou q seria melhor ainda. Nessa altura, eu não sabia de mais nada, estava totalmente entregue a ele, estava morrendo de tesao e medo ao mesmo tempo, não sabia como era o fim da brincadeira e ele, percebendo como eu empinava pra trás e me esfregava nele sem ele comandar, foi abaixando meu calção bem devagar, eu nem percebi, qdo vi já estava com o calção arriado ate os pés, seu pau quente e latejante encaixado na minha polpinha. Nessa situação sem calção ele segurou seu pau com a Mao  e levou por baixo das minha coxas e começou a pincelar ele bem no meio da minha bunda, a cabeça do pau dele roçava meu saco por trás e subia no meio da minha bunda , passava pelo meu buraquinho lisinho e voltava. Senti q essa região foi ficando molhada, ele babava mtoooo.. e foi lubrificando toda região, as vezes parava a cabeça do pau bem na entradinha dava umas forçadinhas e voltava pro meio das minhas coxas.Nessas passadas pelo meu cuzinho eu por instinto, sei lá, empinava mto minha bunda, deixando ela cada vez mais  entregue ao pau dele.   Eu estava em transe, estava querendo mais e mais e não sabia oq era... Ele no meu ouvido disse q era pra eu abrir as pernas e relaxar, q ele faria igual fez com minha prima, pra eu confiar nele q ele sabia oq estava fazendo, q seria mtoo gostoso. Entao eu atendi, abri mais minha pernas, ele retirou o calção pra não sujar no chão, estava eu pelado, de pernas abertas, meu primo com o pau no meio das minhas coxas, todo melado, começou a forçar a minha entradinha cada vez mais e mais, e eu apertava de cima pra baixo Tb. Ele me disse q tinha q enfiar o pau dele na minha bunda pra terminar a brincadeira , q a prima tinha ido ate o final Tb, mas eu não sabia como poderia ajudar a terminar,  e ele comer meu rabinho sedento e piscando mto já. Numa das tentativas, ele colocou a cabeça bem na portinha da minha bunda e começou a forçar pra dentro, nesse momento disse pra eu relaxar e fazer um pouco de força como se eu fosse fazer coco, e assim obedeci, qdo uma das melhores sensações eu senti, sua cabeça entrou num pulo pra dentro, senti perfeitamente a glande passando pelo meu anelzinho, q contrai sem querer e assim travei aquela cabecinha do pau dele dentro do meu cuzinho, q ficou preso como um plug anal. Ele me dizia pra ficar sem se mexer q ele faria o resto, e fiquei  bem quieto mesmo, pois estava com um pouco de dor, mais o tesao era indescritível e saber q estava fazendo igual minha prima, me deixava orgulhoso, pois ela tinha 16 anos e eu mais novo fazendo igual a ela. Depois de alguns minutos naquela posição, eu era só tesao, as pernas estavam bambas, o tesao subia desde a cabeçinha do meu pau, passava pelo meu saco e acabava na minha bunda, aos poucos, meu primo foi colocando seu pau pra dentro, foi entrando deliciosamente devagar, ate q senti seus pelos encostarem na minha bunda,  e assimm ele foi me apertando  tudo q podia e assim ele ficou mais uns minutos, sentia sua respiração ofegante cada vez mais, ele se mexia mto pouco, mas mesmo com poucos movimentos, percebi q de repente ele me puxou com mais força e segurou seu pau totalmente penetrado e apertado  na minha bunda e senti um calor forte bem no fundo da minha bunda,  ele só gemia, mas não se mexia, apenas me apertava com força, e assim ficou por uns minutos e me disse q a brincadeira estava no fim, que eu tinha feito tudo certinho e seria nosso segredo, igual a prima, e foi tirando devagar seu penis inteiro de dentro de mim, coloquei meu calção, estava com minha bunda toda melada e corri pra minha casa, para q ninguém desconfiasse de nada, mais uma vez, entrei no banho,  bati uma punheta pensando no ocorrido, estava dolorido e gostoso ao mesmo tempo, e sentia algo escorrer de dentro de mim, pois nem sabia q existia porra naquela época.