quinta-feira, 29 de maio de 2014

3 AMIGOS NA PUTARIA

PEGAÇAO NO METRO

PAQUITO BATENDO PUNHETA NO PARQUE

CHUPANDO A PIROKA DO AMIGO

GOZANDO NA BARRIGA DO AMIGO

VISITANDO A CASA DO TITIO

Olá! Sou LOC. Já há bastante tempo venho publicando as minhas aventuras aqui neste site. Por isso, por enquanto, dispensarei a minha descrição física etc etc etc. Vou direto ao assunto. Tenho um tio que agora tem 78 anos de idade porém tem uma saúde de ferro, apenas a sua visão é meio prejudicada por conta de uma Catarata que adquiriu quanto contava 60 anos e os médicos, em virtude da idade dele, houveram por bem em não opera-lo. Confesso que nunca concordei com isso afinal a ciência médica está avançada o suficiente. Titio sempre foi um sujeito dado à farra. A cada semana trocava de amante ou adquiria mais uma para o seu "harém". A mulher dele, destas pessoas antigas, resignava-se por conta de achar que ficaria feio mandar titio para a PQP e, na cabeça dela, mulher separada automaticamente ficaria falada na vizinhança, na Igreja e na sociedade. Tio Cacá no entanto tinha verdadeira aversão ao homossexualismo em todas as suas manifestações e vertentes. Chegava a se exaltar quando alguém falava que cada um é livre para fazer o que quiser com a vida e com o próprio corpo. Pois bem. Tio Cacá viuvou. Os filhos já adultos cada um foi para o seu lado tocar as suas respectivas vidas. Inclusive cogitaram colocar o pai em um asilo. Titio esperneou e resolveu morar sozinho na casa onde ele vivera por 60 anos com a mulher e onde criara todos os filhos. Só que, devido às condições visuais do tio Cacá, meus primos acharam por bem em contratar uma pessoa para acompanha-lo, tanto em casa cuidando dos horários de medicamentos, quanto na rua em eventuais saídas dele para ir ao banco, ao médico, etc. Pensaram em uma enfermeira. Não iria dar certo porque o velho com certeza a passaria na vara, como ele gosta de dizer. Conseguiram então um rapaz com 21 anos. Mauro. Me incumbiram de toda a burocracia de contratação trabalhista. Quando Mauro apareceu no escritório para assinar a documentação de admissão notei que ele aparentava bem menos idade do que a que estava nos documentos. Além disso achei-o meio saltitante e com uns ademanes delicados demais. Receei que titio achando que o garoto era viado fizesse um escândalo e obrigasse os meus primos a correrem atrás de outro cuidador. Achei anti ético alertar o rapaz quanto aos preconceitos do tio Cacá, afinal o rapazinho podia nem ser gay e ofender-se com o que eu viesse a lhe dizer. Fechei-me em copas e deixei as coisas correrem. Mauro foi contratado sem incidentes e mudou-se de mala e cuia para a casa do tio Cacá. Naturalmente o rapaz faria jus à folga, para substituí-lo nestas ocasiões ofereci meus préstimos, afinal o Tio Cacá havia sido um segundo pai para mim me apoiando sempre que eu me metia em alguma fria na minha juventude. Na minha primeira visita ao Tio fiz-me acompanhar pelo Fábio que, batendo o olho em Mauro cochichou-me que o cara é bixíssima e que eu estaria proibido de visitar o titio sem que estivesse acompanhado por ele ou pela minha mulher. Fiquei me perguntando como é que o velho ainda não tinha se dado por conta. Assim, as nossas vidas corriam normais. Até que certo dia, Domingo, folga de Mauro, fui à casa do tio Cacá cumprir a minha missão. Entrei no Jardim da casa sem problemas e fui, como era costume, direto à porta dos fundos. Ao passar pela janela do banheiro, ouvi gemidos que inequivocamente eram do meu tio. Tentei espiar, porém a janela, além de pequena, ficava no alto. Imediatamente pensei que o cara havia saído antes da minha chegada e deixado o tio sozinho, e, este houvera entrado no banheiro, escorregado e se estatelado no chão. Corri então à porta dos fundos que invariavelmente só era fechada à noite e entrei. Fui direto ao banheiro. Porta escancarada, Titio completamente nu sentado no vaso sanitário e ajoelhado diante dele Mauro também nu a chupar-lhe a rola com vontade. Ao perceber a minha insólita presença, nem tão insólita assim pois ele já deveria saber que eu viria, o rapaz deu um pulo soltando a pica do tio Cacá e procurando em desespero por uma toalha para cobrir-se. O velho segurava o membro duro e masturbava-se depois do rapaz ter-lhe por conta do susto soltado-lhe a vara. Embora enxergando pouco o Tio percebeu que era eu que ali estava ainda em estado de choque e disse:"Entra meu filho! Participa da nossa festinha! Não se acanhe!" - Deu uma risada e continuou: "mostra a bundinha pro Doutor, mostra bichinha safada!". O garoto, meio enrolado numa toalha tremia como se estivesse com Febre Amarela. Eu ainda surpreso não disse nada apenas fiz sinal para que o rapaz continuasse o "serviço". Ele hesitou a princípio mas como eu insisti com gesto ele voltou a tarefa de mamar na rola do Titio. O velho estava com o pau que era um ferro por conta dos "azuizinhos" que, como eu soube depois, ele tomava com certa frequência. Fiquei assistindo àquela cena por alguns minutos enquanto meu membro lateja e babava em profusão. Mauro enquanto chupava o velho, as vezes apoiava-se nos joelhos deste, me olhava com cara de puta e arrebitava a bundinha na minha direção. Eu já não estava mais aguentando. Meu tio gemia cada vez mais alto com a mamada que Mauro lhe dava. Não resisti mais. Corri à porta da cozinha e tranquei-a à chave, voltei ao banheiro e já fui tirando a calça e a cueca expondo o membro entumescido. Tio Cacá gemia e gozava na boca de Mauro que ainda o chupava e, apoiando-se nos joelhos do velho, arrebitava a bundinha na minha direção num convite inequívoco a ser enrabado. Peguei um frasco de Condicionador e lambuzei o rabo do "cuidador" do titio e sem a menor cerimônia enfiei-lhe a rola. Assim que a cabeça varou-lhe as pregas Mauro deu um urro rouco contraindo o ânus com força espremendo a cabeça da minha vara. Dei-lhe um tapa na bunda o que fê-lo contrair mais ainda o esfincter para relaxa-lo em seguida. Em outra estocada forte meti-lhe até a metade do Mastro. Outro gemido rouco e outra contração. Ofegante, Mauro ainda tinha na boca a piroca já meio flácida do tio Cacá que de olhos semi-cerrados curtia a situação. Acariciei vagarosamente as costas do rapaz e afastei-lhe suavemente as nádegas. Ele relaxou mais um pouco o que permitiu que eu lhe bombasse o rabo. Comecei bem devagar com muito cuidado e em movimentos circulares. Ele foi relaxando e lentamente rebolava em acompanhamento ao ritmo das minha bombadas. Inesperadamente o rabo de Mauro começou a latejar em desespero enlouquecendo-me mais ainda de tesão. Só aí percebi que o rapaz estava gozando em gemidos abafados e em exclamações de "não pára, não pára, não pára!". Fora mais rápido do que eu esperava. O rapaz sugeriu-me terminarmos a festa na cama pois o tio Cacá cochilava sentado na privada satisfeito e feliz. Eu não estava gostando da ideia de interromper uma foda daquelas. Ele argumentou que na cama ele iria "se soltar" e que queria ser a minha fêmea de verdade. Retirei o pau de dentro dele fazendo-o arrepiar-se e reclamar que estava sentindo-se "vazio". Com muita habilidade Mauro pegou titio no colo e o levou para o próprio quarto pois queria que fossemos para a cama do velho pois esta é de casal. Fiquei no banheiro com cara de bobo e de pau duro. Resolvi então ir para o quarto do Tio. Sentei-me na cama e fiquei aguardando. Mauro não me fez esperar muito. Surgiu como uma locomotiva e atirou-se de boca no meu membro, que por certo estava com gosto de Condicionador e rabo. Chupo-me com desespero e em seguida acavalou-se sobre mim e engoliu meu mastro com a bunda como se meu pau fosse um palito de fósforos. Cavalgou-me com fúria gemendo e gritando palavrões em profusão. Aquilo me deixou enlouquecido. Virei-me e o coloquei de quatro, e, agarrando-me às ancas do safado enrabei-o com força bombando muito. Mauro urrava e rebolava em frenesi enquanto pedia-me para coloca-lo na posição de "frango assado". Atendi-o. Ergui-lhe os quadris e abri-lhe as penas e mais uma vez penetrei-o profundamente enquanto ele mexia as ancas para cima e para baixo como se quisesse esfolar a minha rola. Abraçou-se ao meu pescoço, puxou-me e me beijou na boca com volúpia engolindo e chupando a minha língua murmurando coisas que eu não entendi. Rolamos várias vezes na cama, ora ele por cima cavalgava o meu mastro, ora ele por baixo pernas abertas, quadris erguidos engolindo-me com o rabo enquanto mamava na minha língua. Meu pau latejava. Minhas bolas entraram em ebulição. Num esgar de prazer gozei como um animal dentro de Mauro, que por sua vez gozava junto comigo recebendo bem no fundo de suas entranhas a minha gala que jorrava com força mostrando-lhe o quanto ele fizera bem o seu trabalho. Ficamos por muito tempo assim, acariciando-nos sentindo os laivos do prazer que pouco a pouco iam se extinguindo. Sentíamos o mais puro contato dos nossos corpos suados e extenuados de tanto tesão e luxúria. Olhamo-nos e, em silêncio, mutuamente agradecemo-nos por tanto e tanto prazer. taradodaqui@gmail.com

NOITE DE BEBEDEIRA COM MEU PAI

Meu nome é Bernardo, tenho 18 anos, 1,75 de altura, cabelos pretos e ondulados, uma barbinha rala, olhos azuis, pele bem branquinha, magro, tenho corpo definido com alguns pelos no peitoral. Estudo arquitetura em Londres, mas toda hora que posso venho pro Brasil, passar uns dias no apartamento do meu pai, Hélio, 53 anos e também arquiteto, minha mãe ficou grávida do meu pai quando eles apenas ficavam, ela ficou com medo de ter filho tão nova e sem estabilidade financeira, então abriu mão da minha guarda, meu pai me criou praticamente sozinho, sempre me deu do bom e do melhor e sempre foi muito amoroso, meu companheiro de verdade, meu pai sempre foi muito bonito e sabia se aproveitar do próprio charme, ele era um pouco mais alto que eu, ainda corria e praticava esportes pra manter a boa forma, tem olhos azuis como os meus, cabelos pretos, mais lisos que os meus e um pouco grisalhos, sorriso sedutor, sempre muito bem vestido, um verdadeiro garanhão. Ele foi me buscar no aeroporto por volta das 7 da noite, jantamos num restaurante que eu gosto e como sempre fazemos, compramos uma garrafa de Jack Daniel's e fomos pra casa, tiramos os sapatos, nos servimos do whiski e nos sentamos no chão, eu usava jeans claro e camiseta vermelha, ele usava jeans escuros e um suéter preto de gola v, a noite ia passando e quanto mais bebíamos mais riamos e falávamos putarias. Era por volta das três horas quando a garrafa secou, já falávamos enrolado aquela altura, "Pai, acho melhor eu ir tomar banho e ir dormir", quando levantei, tropecei na mesa de centro e caí, ele começou a rir, "Calma filhote acho que você bebeu demais, tá precisando mesmo de um banho, na verdade eu também", "pai, posso tomar banho com você?Como quando eu era pequeno", ele sorriu, me pegou pelo braço e me ajudou a levantar, "Claro filhote, faz parte da minha função de pai ajudar meu filho que não sabe beber", com a ajuda dele, fomos pro seu quarto, papai tem uma suíte com um banheiro enorme, ele me ajudou a tirar a roupa, primeiro a minha camiseta, depois desafivelou minha calça, abriu meu zíper e abaixou meu jeans, eu usava uma cueca boxer azul, ele me ajudou a tirá-la, "Já ta crescendo uns pentelhinhos nesse pau em?" disse papai rindo reparando nos pelos aparados na minha virilha, abriu o box para eu entrar e ligou o chuveiro na temperatura mais quente do jeito que ele sabe que eu sempre gostei, o contato com a água quente me fez recobrar um pouco os sentidos, meu pai começou a tirar a roupa pra entrar no banho, primeiro tirou o suéter, não pude deixar de notar seus ombros largos, braços musculosos e seu peitoral ainda bem definido e peludo, desafivelou o cinto e tirou a calça, revelando coxas grossas e pernas peludas, papai usava uma cueca preta estilo sunga que lhe deixava com uma baita mala, tirou a cueca e eu me surpreendi novamente, não me lembrava que seu pau era tão grande, também tinha um par de bolas grandes e uma porção de pentelhos aparados como os meus, entro no chuveiro junto comigo, não sei bem porque mas um arrepio percorreu meu corpo assim que ele entrou, ouso dizer que poderia ter sido tesão, mas decidi me concentrar no banho e evitei olhar pra ele mesmo com a minha cavalar curiosidade. Começamos a nos ensaboar, meu pai logo já estava enxaguando o corpo, decidi relembrar nossas brincadeiras no chuveiro quando eu era pequeno, joguei xampu no peito dele, ele agarrou minhas mãos ambos riamos, ele me empurrou contra a parede do box, senti seu corpo quente tocar no meu, nossos rostos ficaram a centímetros de distancia, um calor subiu pelo corpo de ambos e pouco a pouco nossas bocas foram se tocando, logo estávamos nos beijando com tesão, não pudia acreditar naquilo, eu e papai. apertava minha cintura e eu segurava sua nuca, ele mordia meus lábios e meu pau já estava a meia bomba, senti o membro dele roçar no meu com a mesma excitação, senti sua mão percorrendo minhas costas, apertando minha bunda com força, depois alisando minha coxa e acariciando meu pau e meu saco, meu corpo todo tremia com aquele toque, mesmo assim eu revidei, toquei de leve seu pau e logo comecei a masturba-lo, já estávamos fazendo uma mão amiga um no outro quando eu não resisti a dizer. -Eu te amo pai. -Também te amo filho. Continuamos nosso ardente beijo, sua mão quente no meu pau era uma sensação delirante, eu nunca havia tocado em outro pau na vida e masturbar logo papai que tinha uma rola tão grossa e cabeçuda e que media uns 19 cm. Ele beijava meu pescoço, ambos gemiamos baixinho no pé do ouvido um do outro, meu pai foi lambendo, beijando e mordiscando meu corpo, meu peito, meus mamilos, minha barriga, apertava minhas coxas, senti sua língua acariciando meu umbigo e deslizando pelos pelos da minha barriga(meu "caminho da felicidade"), cheirou meus pentelhos e pra minha surpresa foi engolindo meu pau, fiquei louco, urrei de tesão na hora, já havia recebido alguns boquetes, mas nunca de uma boca tão quentinha e macia, papai chupava meu pau com carinho, de um jeito muito gostoso, depois foi descendo devagarzinho até meu saco, lambeu e sugou minha bola, aquele misto de dor e prazer me fez gemer alto, em poucos segundos eu já estava prestes a gozar, ele parou, se levantou, me olhou nos olhos de um jeito muito charmoso e voltamos a nos beijar, nunca beijei ninguém com uma boca tão gostosa quanto a de papai, ele agarrou minha nuca, entendi na hora o que ele queria, devagarzinho me ajoelhei na frente dele, ele sorriu e eu lentamente peguei na sua rola dura e fui pondo na minha boca aquele falo quente, engoli o quanto conseguia, aquele pau grosso preenchia toda a minha boquinha, ele afagava meus cabelos e me puxava de leve pela nuca, o safado queria me olhar nos olhos enquanto eu o chupava, lambia a cabeça grande e rosada da sua pica, os gemidos do meu pai não deixavam ele esconder o tesão que estava sentindo, depois de um tempo chupando aquela pica já sentia o gosto da baba daquele pau. Me levantei, ele me abraçou com força e suas mãos foram descendo até minha bunda, apertou ela com força, deu um tapa como um verdadeiro tarado, me pegou pelas pernas e me suspendeu de supetão, agarrei suas costas e trancei as pernas em volta dele na altura de seus quadris, eu não sabia que papai era tão forte, me prensou contra a parede de vidro do box, a água caia sobre nossos corpos, ele pegou o sabonete e passou na minha bunda, não acreditava no que estava acontecendo, senti a mão dele abrindo minha bunda, com a outra ele ensaboou meu cuzinho, senti seu dedo acariciando meu buraquinho, ele apontou seu pau para o meu cu, senti a cabeça daquela rola tocando a minha entradinha, ele beijava e mordiscava minha orelha, ele forçou a penetração, aquela cabeçona me assustou, "Ai, ai , ai",não pude evitar os gritos de dor, meu buraquinho se contraiu todo, papai sussurrou no meu ouvido, "Calma filhote, eu não vou te machucar, confia em mim, relaxa", enquanto acariciava meu corpo todo, meu cuzinho foi relaxando de novo, papai ensaboou seu pau, cuspiu nos dedos e passou no meu buraquinho, de leve foi forçando a entrada novamente, nunca havia dado o cu, minhas pregas foram soltando uma a uma diante da rola poderosa do papai. Doía muito, eu estava quase chorando, papai não parava de gemer alto, logo ele já estava bombando dentro de mim num ritmo forte e lento, nossa aquilo parecia uma estaca me cortando por dentro, mas papai é um comedor experiente, logo a dor se tornou prazer, se ele conseguia comer alguém daquele jeito meio alcoolizado não podia deixar de pensar no que ele podia fazer mais sóbrio, depois de meter bastante em mim naquela posição ele se recostou na parede e devagarzinho foi descendo até se sentar no chão do box, sem tirar o pau de dentro de mim, "Rebola na minha vara vai filhote", disse ele com todo o charme,eu não resisti, posicionei meus pés no chão e devagarzinho comecei a subir e a descer naquele pau arrancando gemidos do papai, ele começou a me masturbar,aumentando ainda mais o meu tesão, logo eu já rebolava com gosto no pau do papai, depois de um tempo naquela deliciosa foda, não aguentei mais e gozei na barriga do papai com o pau dele metido no meu cuzinho, nunca gozei tanto na minha vida toda, devagar meu pai foi se levantando e tirando a rola de dentro de mim, ficou de pé na minha frente, "Abre a boquinha pra mim filhote", eu abri e ele começou a bater a cabeça de seu pau na minha linguá e começou a se masturbar, eu acariciava sua coxa, seus gemidos foram ficando cada vez mais altos e depois de alguns minutos ele gozou uma fartura de porra em todo o meu rosto, caiu um pouco na minha boca também, era muito leite, eu mal conseguia enxergar, papai se masturbou até o ultimo pingo de seu esperma cair na minha cara, depois me puxou de leve, me abraçou ternamente e me beijou,ficamos abraçados nos beijando por bastante tempo com a água caindo sobre nossos corpos,um lavou o corpo do outro, depois nos secamos e fomos pra cama, ainda pelados, papai se jogou na cama ocupando ela quase inteira,eu me aninhei ele, deitei sobre seu peito, eu estava exausto, fiquei acariciando os pelos do peitoral dele e brincando com a correntinha dele, enquanto papai acariciava minha coxa e meu cabelo. No outro dia acordamos naquela mesma posição, quando vi seus olhos se abrindo estremeci, não sabia se o que tinha acontecido foi causa do álcool, ou uma loucura guiada pelo tesão, ao me ver ali amedrontado, meu pai me surpreendeu, me beijou com muito carinho, passou a mão no meu rosto com afeto. Mal sabia que aquele havia sido só um dos capítulos da nossa narrativa, depois disso todas as vezes que vinha pro Brasil eu e papai transávamos, não eramos namorados, nem amigos coloridos, acho que somos até hoje,amantes casuais, ele a cada transa me surpreende, é um comedor experiente, podem me julgar, mas confesso, meu pai é muito bom de cama.

PAI SEDENTO,FILHO CURIOSO

Meu nome é Eduardo, tenho 16 anos, 1,68 de altura, cabelo cacheado preto, olhos castanhos, pele morena, sorriso largo, magro, com corpo definido pelo futebol, moro no subúrbio de São Paulo com minha mãe Joana, de 39 anos, tem um salão de festas no bairro, meu pai Marcos tem 43 anos e é policial militar, nunca tive uma relação boa com meu pai, nunca houve desrespeito por parte de nenhum de nós, só não éramos íntimos, mas não era por conta da minha sexualidade(pelo menos até então). Sempre soube que era gay, mas minha timidez e o medo da reação do meu pai sempre me impediu de manifestar esses desejos, mesmo que o mais discretamente possível, então eu nunca tive nenhum trejeito afeminado, nunca tive nenhum contato sexual com outros meninos, ao contrário, era o pegador do colégio, mas nunca namorei. Dia desses, quando cheguei do curso de inglês, estava louco pra tomar um banho, aqui em casa só tem um, tentei abrir a porta e meu pai disse do outro lado, "É você Edu? Eu já to saindo só um segundo filho", logo escutei o barulho da tranca destravando e meu pai saindo fardado pro plantão na delegacia, meu pai tem 1,80 de altura, olhos verdes, pele um pouco mais clara que a minha,barba por fazer, cabelo preto, com alguns fios grisalhos e umas entradas, corpo bem definido pelos exercícios que faz, um cara muito bonito. Ele sorriu pra mim, como que me cumprimentando, até deu um tapa cordial nas minhas costas. Entrei no banheiro, tirei a roupa e quando fui joga-la no cesto vi que meu pai havia esquecido a cueca dele no chão, uma cueca boxer preta, peguei ela na mão e ao invés de jogar ela no cesto, um impulso de curiosidade me dominou, nunca senti nenhuma atração pelo meu pai, claro que o admirava, achava ele bonito, mas era puro orgulho de filho, sem nenhum traço sexual, mesmo assim, não resisti, cheirei aquela cueca, nossa, que cheiro gostoso de macho, de homem indomável, sei lá, passei aquela cueca pelo meu peito, pelo meu rosto, pus ela dentro da minha cueca, esfreguei no meu pau e no meu saco, depois passei na minha bunda, vários pensamentos povoaram minha mente, quando retomei minha consciência, tive vergonha em sentir aquilo, joguei a cueca no cesto de novo e fui pra de baixo do chuveiro, mas os pensamentos não paravam, logo meu pau estava muito duro, não pude evitar, bati uma punheta, gozei muito imerso nas minhas incestuosas fantasias. Dias se passaram e aquele tesão não parava de me atormentar, numa noite minha mãe pediu que eu a ajudasse numa confraternização de bancários que aconteceria no seu salão, por volta das 11 o evento já estava acabando, minha mãe disse pra eu ir pra casa pois eu tinha de acordar cedo pra ir a aula no dia seguinte, nossa casa não ficava longe do salão, abri a porta, pensei que meu pai estaria de plantão naquele dia, mas pra minha surpresa o encontro no sofá, só de cueca branca, estilo sunga,assistindo tv com um copo de caipirinha na mão, "Oi filho, achei que você só fosse chegar mais tarde, cadê sua mãe?", "Ficou pra terminar de arrumar a bagunça", "Entendi, senta aqui Edu", disse ele batendo no sofá ao seu lado, dava pra perceber que havia exagerado um pouco na bebida, sentei onde ele indicou, meu corpo tremia, não conseguia parar de olhar para o corpo dele, como já disse meu pai tem um corpo bem definido, peludo, mas o que mais chamava a atenção era sua mala farta dentro da cueca. Ele falava sobre o trabalho, mas eu nem conseguia prestar atenção em outra coisa, por sorte sentado naquela posição ele não podia notar meu volume crescendo na calça, um filme de ação rolava na tv e de repente começou uma cena de sexo entre um casal, quentíssima por sinal, papai começou a rir e a dar umas pegadas na mala, "Putz, faz tempo que eu não fodo assim, sua mãe ultimamente só quer saber de trabalho, e eu acabo tendo que me virar na punheta", arregalei os olhos diante daquela confissão, como disse, eu e ele nunca fomos muito íntimos e do nada ouço aquele desabafo, meu coração disparou, meu pau começou a babar dentro da calça quando eu vi aquela baita rola do meu pai durassa dentro da cueca. Não pude evitar de mordiscar os lábios, "Qual é Edu, ta olhando pro meu pau é?", indagou meu pai com cara de surpresa, "N..Nã...Não, tá louco pai?", escutei minha mãe entrando em casa, na hora certa pra desviar do assunto, meu pai agarrou uma almofada no colo, tentando disfarçar sua cavalar ereção, "Filho, ainda acordado? Vai dormir, tem escola amanha", sai com as pernas tremendo e o mais rápido que eu podia pro meu quarto, me tranquei lá, tirei a roupa e bati uma deliciosa punheta, no dia seguinte eu nem olhei nos olhos do meu pai durante o almoço, ficava me perguntando se ele havia notado o desejo nos meus olhos, estava com muito medo, a semana foi passando e eu evitava meu pai o máximo que podia, no sábado, acordei tarde, almoçamos só eu e mamãe, depois do almoço ela disse, "Filho, eu vou pro salão que vai ter um aniversário da filha de uma amiga minha lá, seu pai já deve tá chegando, ele disse que ia almoçar na delegacia mesmo", tremi da cabeça aos pés só de pensar em passar a tarde toda com meu pai com toda aquela situação, decidi ir encontrar meus amigos numa praça ali perto, pra desviar de um confronto com ele, pus uma bermuda, uma camiseta e um tênis sem meia, ouvi o barulho do carro dele entrando na garagem, pensei em avisar pra ele rapidamente que estava saindo, sem delongas, quando sai do quarto, dei de cara com ele no corredor, "E ai filho", disse ele num tom sério, mas nada ameaçador, "Oi pai", "Posso falar com você?", "Sim", ele estava fardado, deu um passo e entrou no meu quarto, eu entrei e fechei a porta, meu corpo todo tremia, meu pai segurou nos meus ombros, olhou nos meus olhos, "Filho, desculpa eu ter perguntado aquilo pra você naquela noite, percebi que você se constrangeu, não era minha intenção, eu entendo que nessa idade a gente tem curiosidade em certas coisas", me senti aliviado, me limitei a sorrir pra ele, ele sorriu de volta, "Sinceramente Edu, notei quando você se levantou que você tava de pau duro, e pode ficar tranquilo, que eu entendo essas coisas de garoto..."meu pai foi descendo as mãos até os meus braços, um calor atravessou toda a minha pele, ele foi abaixando, tirou minha camiseta, eu estava estático, depois desabotoou alguns botões da farda, exibindo alguns pelos do peito, devagar foi pra cima de mim, agarrou minha cintura e me jogou na cama de bruços, pulou em cima de mim, ele estava guiado pelo tesão, eu estava incendiando, sentia todo o peso do corpo dele sentado em cima da minha bunda, senti sua barba no meu pescoço, me arrepiando inteiro, beijava minha nuca, depois foi descendo, beijando minhas costas, passou suas mãos pela minha cintura, desabotoou minha bermuda e a tirou, me deixando só de cueca vermelha, estilo sunga, começou a apertar meu traseiro, depois foi abaixando minha cueca, deixando minha bunda a mostra, modéstia a parte eu sempre tive coxas e uma bunda bonita pelo futebol, grande e empinada, meu pai começou a beijar minha bunda, abriu ela com as mãos e senti sua língua quente lambendo meu furinho, gemi baixinho, que delicia aquele toque, ele lambia com vontade, com fome de cu, eu estava completamente pelado, ele me virou de frente pra ele, começou a beijar meu pescoço, foi descendo, lambendo meus mamilos, meu prazer só aumentava, ao contrário dele eu tenho um corpo lisinho, sem pelos, meu pau já estava duro, abocanhou minha rola, pelo mal jeito ele nunca havia feito um boquete, mas sua vontade em me dar prazer fazia efeito, eu estava delirando de tesão, depois de me chupar bastante, meu pai se levantou, desamarrou os coturnos, tirou de vez a camisa e depois as calças nem usava cueca, sua pica estava dura e era enorme, uns 21 cm, de cabeça rosada exposta ,com pentelhos densos em volta da base e um saco grande e imponente, ele me puxou pela nuca em direção ao seu mastro, eu engoli quase engasgando aquele falo. Chupei com todo carinho aquela vara, como se fosse um doce, arranquei gemidos altos do meu pai que afundava cada vez mais seu pau dentro da minha boquinha me fazendo engasgar vez ou outra, alisava sua bunda, acariciava seu saco, sentindo seu membro pulsar na minha boca, sua baba de pré gozo já caia na minha língua, ele tirou o pau da minha boca, me pôs de quatro na cama, lambeu mais um pouco meu cuzinho, se posicionou bem em cima de mim, de modo que sentia seu peitoral peludo colado as minhas costas, posicionou seu pau na entrada do meu cu, me segurou pela cintura e forçou a penetração me arrancando urros de dor, nem nas minhas fantasias pensaria em papai, aquele homenzarrão sério e macho convicto, tirando a virgindade do meu traseiro, ele não teve paciência, meteu com força em mim, suas estocadas eram poderosas e estavam acabando comigo, ele beijava minha nuca e eu mordia o travesseiro pra desviar a dor, ficou me comendo nessa posição por bastante tempo, depois me posicionou de frango assado, agarrou minhas coxas com força e meteu sua vara de uma vez só, metia rapidamente, acabando com minhas pregas, mas desacelerou suas estocadas, me olhava nos olhos, se abaixou e me beijou com tesão e carinho, eu retribui seu delicioso e intenso beijo, começou a rebolar enquanto metia devagar dentro de mim, estimulando meu prazer, caramba, ele comia muito bem, era uma sensação indescritível, que eu nunca havia sentido, o suor dele pingava no meu corpo, de repente eu fiz algo que eu até então nem sabia que era possível, eu gozei sem tocar no meu pau, e gozei muito. Eu estava exausto e agora todo melado com meu próprio leite, meu pai me olhou suspirando de cansaço, "Já que já tá sujo de porra mesmo, mais não vai fazer diferença" ele parou de me comer, tirou o pau de dentro de mim, ficou de pé em cima da cama e começou uma punheta, em poucos segundos ele soltou um jato de porra forte e farto direto no meu corpo, nosso esperma se misturou no meu peito e na minha barriga, ele apertou a cabeça do pau até a ultima gota sair, "Esse vai ser nosso segredinho né filho?", mal podia falar, "claro pai", ele sorriu pra mim e foi pro banheiro se limpar. No dia seguinte por mais inusitado que possa parecer, nossa relação voltou a ser o que era, antes mesmo daquele desconforto, como se a nossa foda nunca houvesse acontecido, mas confesso, estou louco pra deixar ele aliviar seu tesão comigo de novo. Se gostou, vote e comente, para ler mais contos audaciosos e cheios de tesão, acesse meu perfil clicando no meu pseudônimo, para sugestões entre em contato pelo email, misterdionísio21@gmail.com Beijos e até o próximo relato.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

SUCESSO NO WHATSAPP,ABRAÇOS A TODOS

gostaria de mandar um abraço a todos que estao no grupo do blog no whatsapp

fico contente que vcs adoram e gozam muito com o sonhos obscenos

mesmo aqueles que por algum motivos acabam saindo rapido do grupo

em especial abraços em: rodrigo,leo silva,kaio,carlos,andre,lucas e leo guilherme que estao sempre agitando o grupo

se vc ainda nao faz parte e quer participar do grupo no whatsapp ai estar o numero : 016 99757-99-33

PRAZERES REAIS OU ANAIS

GHETTO SEXY

O TENENTE

A CHAVE PARA ORGIAS

QUANDO ME PEGOU DE JEITO..

ola a todos , tudo começou quando comprei uma propriedade no interior , arrumei um caseiro, um cara meio bruto mas trabalhador, e começamos a frequentar a casa e com o tempo percebi que minha esposa não tirava os olhos dele e ele também, foi em um desses dias que tive que trabalhar e minha esposa foi pra la sozinha , e só consegui ir no final de semana ,ai chegamos a noite e chamei ela pra dar uma namorada ,e ela disse que estava com dor de cabeça ,bom mas assim foi por vários finais de semana. ai em um final de semana ela não quis ir pois ia vir a família dela visitar, e eu tinha que resolver uns problemas la . chegando la o caseiro não estava la e fui procurar ele nna propriedade e vi quando ele estava se banhando em um lago próximo. fiquei quieto olhando o corpo dele ,e voltei para casa , mais tarde ele apareceu e disse que teve que ir a cidade e me chamou pra jantar na casa dele ,eu disse que não e falei pra ele vir depois de jantar pra tomar umas em casa, quando deu pelas 9;00 ele apareceu de banho tomado limpinho e cheiroso e sentamos no sofá tomando ficamos ate umas 11;00 bebendo e relaxando e risadas ,ai fui levantar e tropecei ele veio e me segurou eu estava de calça de moleton e camisa ,ai senti aquele membro encostando em mim e estava parecendo uma pedra . ai ele me olhou e disse vc tem uma bundinha gostosa em e riu e fiquei quieto ai ele falou pra mim essa bundinha é durinha como parece ,e eu disse malho 3 vezes por semana ,ai ele perguntou se poderia apertar pra ver eu não falei nada e ele apertou e esfregou a mão na minha bunda e me deu um arrepio ai ele colocou a mão por dentro do moleton e ficou esfregando minha bunda ,e o tesão subindo e eu já de pau duro e ele também , então ele falou sua bundinha ta durinha mesmo igual ao meu pau sente pra vc ver, e encostou em mim ,e pegou minha mão e colocou na pica dele por cima da calça e começou a esfregar minha mão em sua pica enquanto alisava minha bunda e esfregava o dedo no meu cuzinho ,e eu já estava doido com o rabinho molhado, foi ai que ele tirou o pau pra fora e mandou eu chupar gostoso ele tinha um pau grande e grosso ,eu fiquei meio sem jeito ai ele pegou no meu cabelo com força e enfiou minha boca no seu pau ,e eu não parei mais de chupar ,ai ele tirou minha calça de moleton e mandou eu deitar no sofá de bundinha pra cima e eu deitei , ele pegou e colocou a camisinha efoi ao quarto pegar um óleo e esfregou na pica e no meu cuzinho que já estava babando ,sem contar que ele tinha uma pica deliciosa ,então ele abriu minhas pernas subiu em cima de mim e enfiou sem dó doeu mas estava delicioso ,ele segurou nos meus cabelos e disse vc gosta de dar esse cuzinho né e eu respondi que nunca havia dado na vida , ai ele falou então deixa comigo e me fudeu de todas as posições que poderia ter e sempre com muita virilidade, quando já não aguentava mais ele tirou o pau pra fora arrancou a camisinha e pegou minha cabeça com força e enfiou o pau nela ate gozar bom aquele dia nem dormi direito pensando no que tinha me acontecido e por fim ficamos nessa de ele me fuder uns 3 meses ai um belo dia minha esposa foi antes e falei que ia n outro dia ,mas as coisas se resolveram antes que pensei e fui direto pra la sem avisar ,e pra minha surpresa quando cheguei peguei ele na cama com ela ,isso me deu um tesão danado e fiquei observando sem falar nada ,quando ele foi embora entrei como se nada tivesse acontecido e ela novamente não quis sexo comigo , ai no outro dia falei que ia pra cidade e demoraria e fiz que sai e fiquei na espreita ,ai vi quando ele foi rapidinho pra dentro pegar ela de jeito , e voltei e peguei os dois no flagra ela não sabia o que fazer e ele me chamou pra participar ,fui sem pensar foi uma suruba eu fudendo ela ele fudendo ela ele me fudendo,foi a metida mais maravilhosa que já havíamos dado ,se pssou uns 3 meses rolando esse sexo a 3 e ele teve que ir embora pra cidade dele e de la pra ca nunca mais tivemos ninguém

MEU PADRASTO....

Oi sou Marcelo tenho 23 anos, tenho 1,85, moreno, sarado e me consideram bonito, pois bem, irei contar o que aconteceu comigo e meu padrasto Marcos. Eu entrei em casa e lá estava ele de toalha sentado no sofá da sala assistindo o futebol de quarta-feira, ele estava compenetrado enquanto passo na sua frente e o comprimento. -Eae Marcos. Ele olha pra mim e diz: -Eae muleque senta ai,vamo assistir o jogo, Cruzeiro tá jogando contra o FLU. Ele puxa o meu braço me fazendo sentar do seu lado, assistimos o jogo e conversávamos as vezes ele fazia umas piadas que eu ria pra não deixar ele sem graça mas eu não sei porque por dentro eu gostava quando ele passava o braço pelo meu pescoço e bagunçava meu cabelo,afinal ele era apenas uns 10 anos mais velho que eu que tinha 19 na época, ele era casado com minha mãe e de quebra meu padrasto, minha mãe tinha quase 40 era médica e dava plantão a noite, apesar da pressão de ser filho único eu resolvi fazer faculdade de direito .Eu sempre fui meio mole com as mulheres apesar de nunca me faltar pretendentes por onde eu andava,eu era tímido demais e ainda não tinha descoberto minha natureza sexual como um todo o que resumia minha vida sexual aquela época era meus vídeos pornôs da internet e só, inúmeras vezes algumas garotas se insinuavam pra mim mas eu não sabia como reagir enquanto meus amigos não entendiam meio que o meu desespero nessas horas e minha falta noção em como agir e o que fazer quando isso acontecia pois todos eles diziam que eu era galã e as garotas também sempre sorriam e jogavam o cabelo olhando pra mim.Na verdade eu nunca soube o que fazer com garotas muito atiradas acho que quebravam o clima e eu não tinha coragem de chegar nos finalmente com as garotas com quem eu ficava.Bom o Marcos era fisioterapeuta e conheceu minha mãe quando eu ainda fazia o ensino médio mas só resolveram morar juntos há 4 anos, eu e ele sempre tivemos uma boa relação e ultimamente estávamos bem próximos ele me dava alguns conselhos com as garotas e nessa ficamos tão amigos que começamos a malhar juntos na mesma academia ele ficou de me orientar nos meus treinos pois os resultados não estavam aparecendo com o meu antigo Personal e já que o marcos tinha experiência, ele já malhava a bastante tempo tinha um corpo bem sarado e definido por isso conseguiu fisgar minha mãe pois ele era um cara muito bonito sorriso lindo cabelos pretos ,rosto quadrado e bem másculo alto mais ou menos minha altura e as vezes deixava uma barba rala.um dia saindo do treino uma sexta ele me chama pra tomarmos uma cerveja já que minha mãe estaria de plantão e ficaríamos a sós em casa,bebemos algumas cervejas e logo me embebedei porque não tenho costume com álcool bebi mesmo pra não fazer desfeita com Marcos, me lembro que ele também estava um pouco alterado resolvemos então ir embora de taxi e deixar o carro lá pra pegar no outro ou um dos amigos do marcos trazer .Quando chegamos Marcos me carregou até o sofá e me deitei ele tomou banho primeiro de depois me colocou no chuveiro porque minha mãe não ia gostar de me ver de ressaca quando chegasse, não lembro de muita coisa essa parte do chuveiro ele me contou só sei que depois me deitou na sua cama. Acordo umas 4:20 da manha viro pro lado da cama e sinto alguém do meu lado abro os olhos ainda cerrados e meio com dificuldade e vejo Marcos dormindo como um bebê sem camisa e de shorts curto, ele estava voltado pra mim e dormia sereno e eu fecho os olhos e ainda sem entender, sem saber se é um sonho fico com o rosto a centímetros do de MARCOS e percebo que suas pernas estão entre as minhas estamos quase abraçados, ele respirava fundo graças ao seu sono pesado .Eu nem acreditava que estávamos daquele jeito na cama e ainda no quarto dele , era algo completamente estranho pra mim eu estava mexido com aquilo e não sabia explicar porque. Repentinamente ele me abraça firme encostando nossos corpos me fazendo sentir algo embaixo do meu short, apesar de tudo eu acho que estava gostando daquilo o cheiro dele estava me excitando, aquele corpo sarado milimetricamente com alguns pelos o que o deixava muito másculo, seu rosto com uma barba rala e sua boca carnuda já me enlouqueciam eu queria incontrolavelmente beija ló, ter seu corpo no meu e sentir o prazer daquele homem que minha mãe tinha todas as noites. MARCOS inconscientemente ou não começa a roçar seu corpo no meu me deixando apreensivo e ao mesmo tempo excitado fazendo o cheiro de homem inundar o quarto.Eu fingia que dormia mas não conseguia mais disfarçar o tesão e o seguro firme colando nossos corpos deixando nossos paus juntinhos embaixo dos shorts. Eu estava louco de fazer aquilo com o marido da minha mãe e meu padrasto mas estava gostando muito e não conseguia resistir, estávamos quentes na cama e num instante o via com sua língua inundando minha boca, eu não sabia parar me deixava levar pelo desejo que estava sentindo nos beijávamos feito loucos, confesso que foi os melhores beijos da minha vida, eu sentia o pau dele duro colado ao meu pareciam duas pedras se pressionando cheias de tesão, o beijo era firme com sua língua molhada inundando a minha. Ele levantava um dos braços enquanto eu deixava sua boca e sugava cada parte das suas axilas e do seus músculos foi quando ouvi seu gemido baixinho e percebi que ele estava mais que consciente e curtindo tudo que fazíamos,partia pros seus peitos e subia voltando pra boca maravilhosa daquele macho.eu desejava aquele corpo como jamais desejei outro, ele mordeu meu queixo e começou a chupar meus mamilos e axila. Já estávamos no êxtase de prazer quando ele se coloca por cima de mim abaixa o meu short com uma mão enquanto a outra segurava seu mastro grande de 20cm e abaixava o seu short , eu estava entre seus joelhos posicionados na cama e Marcos segura nossas picas e com sua mão grande e forte nos faz gozar juntos derramando leite por toda minha barriga e abdômen ele imediatamente se volta pra mim e caiu colocando nossos corpos suados e melados mais uma vez juntos me afogando num delicioso beijo. -Agora você sabe como se faz Marcelo. Olha pra mim sorrindo com seus olhos se fechando e dou um sorriso e dormimos juntos.

APRENDENDO A SER SAFADO COM MEU PAI PART 2

Aos dezesseis, eu já tinha ciência da minha homossexualidade, e como relatado no meu conto anterior, eu tinha sentimentos intensos pelo o meu pai, eu o desejava como homem, e mais, queria também ser igual a ele, pois o homem que ele era, é o que eu desejava ser; ele não servia apenas como um modelo, aquela inspiração que o filho sente pelo o pai, era algo além, ele era o tipo de homem que me fazia desejar o sexo. Após termos aquela conversa naquele dia, e depois batermos punheta juntos, era comum eu bater punheta antes de dormir pensando naquela cena do meu pai com o seu corpo forte, másculo, grande ao lado do meu fraco e magro corpo adolescente. Essa troca de safadeza, deu uma cumplicidade entre nós. Como contado anteriormente, a quitinete em que ele morava era no caminho da minha escola, com isso, na volta eu sempre passava por lá para vê-lo, e aqueles comentários e brincadeira sexuais que ele já fazia antes daquele dia, ficaram maiores, e as vezes era o cumulo da baixaria. Devido a quitinete em que ele morava ser em cima de um bar, eu sempre o encontrava bebendo cerveja, e por ser um bar, era sempre mais frequentado por homens, a maioria bêbedos, e algumas prostitutas que moravam na casa ao lado do bar, essas prostitutas gostavam bastante do meu pai, tanto que eu comecei a ter certeza que não foi somente pela a bebedeira que a minha mãe havia se separado do meu pai. “Lá vem meu filho macho”, ele dizia quando eu chegava lá, “Comeu quantas cachorras hoje? ”, ele dizia, os homens riam, as mulheres olhavam para mim com aquele sorriso no canto da boca “Esse teu pai não vale nada né, garotinho? ”, disse uma delas, com coxas grossas, barriguda e seios grandes e caídos. “Garotinho? Esse garotinho tem pau duro como o do pai aqui” respondeu o meu pai apertando o próprio pau por cima da bermuda “E você sabe que o pau do macho aqui é arrombador”. Os homens riram e a mulher ria enquanto bebia a cerveja “Tem que ser assim mesmo, oh, moleque, tem que ficar no canto não, tem que comer muita mulher”, disse um dos amigos do meu pai, eu ri sem graça, a ironia, pois apesar de eu ser gay, aquele mundo altamente masculino e sacana me atraia mais que o mundo dos homossexuais com as suas divas pops, eu me sentia muito melhor, muito mais vivo, ali ao redor de homens com as suas cervejas, jogo de futebol na televisão. Às vezes eu queria ser como uma daquelas mulheres prostitutas que moravam na casa ao lado, pois quando elas chegavam os homens mexiam com ela, com comentários de duplo sentido, elas riam, e respondiam de uma maneira que atiçava ainda mais o desejo daquele bando de machos. Então entrou no bar mais uma das meninas da casa das prostitutas, era jovem, por volta dos vinte e poucos anos, pele morena, nariz arrebitado com um piercing, cabelos lisos e negros que iam até o meio das suas costas, usava um short curto que mostrava toda a sua perna de coxas grossas e lisas, apertando a sua bunda redonda, e usava um top preto, e os seus seios assim como a sua bunda, eram redondos e grandes. “Oh, morena, que não anda, que desfila, que é top que é capa de revista” disse meu pai olhando para a bunda dela enquanto ela caminhava até o balcão, ela olhou para a outra mulher, riu e disse “Ai, meus fãs”, “Fã porra nenhuma, ele quer te comer” comentou a outra mulher. A recém-chegada empinou a bunda e olhou para trás “Faço por 100 reais”, disse rindo. Meu pai com o sorriso sacana se aproximou dela por trás encostando o seu pau por debaixo da bermuda na sua bunda e pondo a mão na sua cintura falou: “Oh, morena, assim que eu arranjar dinheiro eu te traço”. Assistir esta cena, me deixou quente por dentro, já podia senti a pulsação do meu pau na minha cueca apertada; eu pouco ligava para a puta, porém, o meu pai me causava toda essa sensação de desejo. Ele estava usando regata nesse dia, então eu admirava os seus músculos rijos do braço e naquelas mãos calejadas na cintura da puta. “Respeita o teu filho que ‘tá aqui homem” disse a outra mulher rindo da situação. Meu pai olhou para mim e riu marotamente, ainda com a mão na cintura da prostituta. “É o seu filho é? ”, perguntou a morena ainda na mesma posição. “Meu filho é macho, tem que aprender com o pai essas coisas”. A prostituta desvencilhou-se das mãos do pai e disse “O teu filho é bonito, hein”. “É claro, puxou ao pai” meu pai falou, passando braço pela a cintura dela, e encostando o seu corpo musculoso e barrigudo ao corpo curvilíneo e de meretriz que ela tinha. Eu meio nervoso disse que já ia para a casa mas antes de eu ir, ele perguntou se eu não queria alguma coisa, mas eu neguei e fui para casa. Chegando em casa corri para o banheiro e bati uma punheta. Duas semanas depois, a noite, estava novamente muito excitado, e com o desejo me consumindo pelo o meu pai. Já estava passando das oito horas. Eu estava nu na cama, aproveitando que a minha mãe não chegava até a meia-noite e meia do trabalho, batendo muita punheta. Então decidi visitar o meu pai. Era sexta-feira, com toda a certeza ele estaria no bar bebendo. Coloquei uma cueca, ajeitando bem o pau dentro dela, e coloquei uma bermuda jeans, e depois que tranquei a porta de casa segui em rumo ao bar (antes de prosseguir, devo deixar por avisado que eu NUNCA fico sem camisa perto de outra pessoa, eu sempre tive vergonha de ficar sem camisa, e neste dia, eu andar sem camisa na rua era algo excitante, novo). Como previsto, meu pai estava bebendo numa mesa com outros homens, e com aquela morena do outro dia no seu colo. “Oh, meu filho! ”, bradou alegre assim que me viu, “Senta aqui ao lado do pai”. Peguei uma cadeira, e coloquei ao seu lado e sentei. Sentia o olhar curioso da prostituta sobre mim, e fiquei vermelho. “Nunca mais vi o teu filho” disse um dos amigos do meu pai “Já tá grande”, meu pai comeu um amendoim e tomou um gole da sua cerveja. “Pois é” disse ele passando a mão na minha cabeça “Quer alguma coisa para beber? ”, ao me pergunta isto gelei, pois eu não sabia o que responder, eu era menor de idade, e a primeira coisa que pensei foi cerveja, apenas balancei a cabeça afirmando e ele mandou o dono do bar me trazer uma Coca-Cola. Estar naquela mesa, foi um momento do mais alto clichê que eu diria do que seria um ritual para virar homem, a conversa que ali circulava era sobre futebol e sexo, haviam algumas mulheres ali, além da morena prostituta no colo do meu pai, e quando o assunto era sexo, elas eram muita mais sacanas que os homens, o que deixava a conversa muita mais divertida e era o assunto que eu tinha muito mais compreensão, e acabava rindo mais nesses momentos. Houve um momento em que meu pai se retirou da mesa, dizendo que iria foder, todos ali sorriram. Fiquei ali apenas com aqueles homens e mulheres bêbadas. “Eita que o teu pai vai brincar e te deixa aqui” disse uma das mulheres. “Acabou o teu refrigerante moleque? ”, perguntou um dos homens. Eu peguei a lata e a chacoalhei. Ele pediu mais um copo do dono do bar para mim, o dono quando veio deixar o copo olho para mim e disse “Juízo garoto”, o amigo do meu pai encheu o meu copo com cachaça e disse “O teu pai vive te gabando que tu é macho, mas não te dá bebida de macho, tem que ser assim não”, falou rindo. Eu tomei um gole, e parei, o gosto era para mim forte, e muito estranho, a mulher gargalhou de mim “Não tá acostumado, olha a tua cara” ela tomou um gole da sua lata de cerveja, “Me dá esse copo e toma a minha cerveja, hoje eu não vou ter cliente mesmo”. Eu fiquei na cerveja enquanto a conversa sobre sexo rolava, eu ria, e quando dei por mim já estava na quinta latinha de cerveja “E aí moleque, já comeu um buceta? ”, perguntou o homem novamente, eu mexi a cabeça que não, “Ah, o teu pai fica aqui falando filho macho e ainda não arranjou uma puta pra tu furar!!”, disse a mulher alto “E agora ele tá comendo uma das minhas meninas lá em cima, teu pai não vale nada” ela continuou. Após algumas brincadeiras sobre a minha virgindade, quando a conversa voltou ao assunto do futebol, e já estava começando a rolar uma discussão séria, sai da mesa, já estava um pouco embriagado, subi as escadas em direção a quitinete do meu pai. Eu tinha uma cópia da chave, destranquei a porta entrei na quitinete. No chão as roupas deles. Vindo do quarto, os gemidos da morena, e os urros do meu pai. A porta do quarto estava aberta, e pude ver a cena daquela prostituta de quatro, o meu pai a fodendo por trás, agarrando os cabelos da nuca dela com a mão esquerda, e apertando a bunda dela com a mão direita. Fiquei ali na porta, olhando para aquela cena, fascinado ao assistir o meu pai foder, ele metia tão forte, que os peitos grandes e pesados dela balançavam para frente e para trás, o que era uma prova que a cara e os gemidos que a vadia fazia não era atuação. O meu pai então percebeu que eu estava ali na porta, porém não parou de meter forte, ao contrário, disse “E aí meu filho! ”, do seu jeito safado de sempre, e começou a meter mais forte, com mais intensidade. A puta olhou para mim surpresa que me pareceu que iria sair daquela posição, mas mesmo que ela quisesse, não iria conseguir sair dali, pois o meu pai a segurava firme, estocando rápido e forte. Ele suava tanto que os pingos do seu suor pulavam para todas as direções. O brilho do seu suor evidenciava ainda mais os seus bíceps duros, o seu peitoral grande, aqueles músculos que rasgavam a pele e até mesmo a gordura da sua barriga estava mais sensual. Eu não podia controlar o desejo daquilo que via. Coloquei a mão dentro da bermuda e segurei meu pau com toda a força que eu tinha. ”Ah, ah, acho... ah, ah... q-que o se-u-u filho-o-o também quer bri-i-i-incar!!”, disse a puta com a voz tremida enquanto era fodida. Meu pai olhou para mim e gargalhou. “É verdade, meu filhinho nunca fodeu”, disse ele tirando o pau da buceta dela, “Vem cá, vem filho, vou te ensinar como é que faz”. Ele ficou de pé, limpou o suor da testa, porém como ele estava todo suado, limpar com o braço suado, não fazia tanto efeito, era como chover no molhado. Ele se aproximou de mim, e eu só olhava para o seu pau que era igual ao meu, porém maior. Ele passou o seu braço musculoso pelas as minhas costas, e o meu pau pulsou ainda mais, querendo sair do aperto que era estar dentro da minha bermuda. “Bota o pau pra fora, vem cá bonequinha, vem dá uma chupada”. A puta veio toda suada, e vi a sua buceta toda depilada, com uma tatuagem sobre ela e um piercing no umbigo. Ela veio até a mim, tirou a minha bermuda, jogou para o lado, e começou a chupar o meu pau. Eu passei o braço pelas as costas do meu pai, e pausei a minha mão no seu ombro, eu me contorcia sentido o prazer de ser chupado, porém o corpo que eu mais desejava era do meu velho pai. Como é comum a um adolescente, gozei rápido na boca dela, ela olhou para mim, sorriu e cuspiu a gala. “Agora tá na hora de foder” ele falou olhando nos meus olhos. Ele foi até a uma das caixas que ele guardava as suas roupas, pegou uma camisinha e jogou para mim. Meu pau, apesar de ter gozado tantas vezes naquele dia, ainda assim estava duro, porém um pouco ardido. Pus a camisinha, tentei ajeita-la, mas ainda a achava desconfortável. “Deita ai, e mostra a buceta pra a gente chupar”, ele mandou com a sua voz grossa. A puta se deitou, abriu a pernas, numa abertura para que ambos pudéssemos chupar, ele se deitou e eu me deitei ao seu lado, ainda dando mais atenção ao seu corpo. Ele começou a chupá-la, eu via a sua língua entre os lábios de sua vagina, lambendo-a com o prazer imoral estampado no seu rosto, ele olhou para mim mostrando que era a minha vez, e comecei a chupar, sentia o olhar dele sobre o que eu fazia; os nossos corpos estavam muito próximos, que eu podia sentir o seu pau na minha coxa, e enquanto chupava com todo o desejo dissimulado que eu tinha, eu esfregava minha coxa no falo carnudo e cheio de veias de uma maneira acidental, aumentando mais o meu desejo de enfiar o pau naquela buceta que eu lambia. Em seguida ele a mandou ficar de quatro e ficamos de joelho. “Fica debaixo dela, pois assim você chupa o peito dela”. Eu fiquei debaixo dela, e ela aproximou os seus seios a minha boca, comecei a chupa-la. Confesso que durante esses nossos movimentos, fiz com que o pau dele esbarrasse no meu corpo, ou eu esbarrava o meu pau no seu corpo, isso aumentava ainda mais o meu desejo de foder a garota. Meu pai se aproximou dela por trás e ela disse “Olha eu prefiro dois paus na minha buceta, do que um pau no meu cu”, meu pai riu “Aguenta dois pauzão nessa buceta? ”, ela olhou para o meu pai e riu “Eu não gosto de dá o cu senão eu cago”, meu pai riu, e deu um tapa forte na bunda dela que gritou “Puta que pariu, arromba minha buceta, mais não quebra os meu quartos caralho! ”. “Então faz assim: filho enfia o teu pau primeiro, pra tu sentir como que é uma buceta”. A puta inclinou-se, colocou o meu pau na sua buceta e começou a cavalgar, eu gemia junto com ela; gozei pela segunda vez, e mais uma vez o meu pau não ficou mole, apenas meio bomba, pois eu ainda queria sentir o pau do meu pai junto ao meu ao comer aquela buceta. Ela ficou de quatro novamente, e enquanto o meu pai lambia a buceta dela, eu tirava a camisinha, já que não suportava aquele aperto no meu pau. “Agora a minha vez de foder isso daqui”, meu pai disse. “Ei eu quero de novo”, eu disse, meu pai riu e olhou para mim “Teu pau ainda tá duro? Porra, tem que ser meu filho mesmo”. “Ai, teu filho é insaciável” a puta disse olhando para mim e depois me dando um beijo, “Mete o pau de vocês dois na minha buceta, agora quero ser arrombada por pai e filho”, meu pai mordeu o pescoço dela e disse “Cadela safada”. Ela colou a cabeça do meu pau na sua vagina, e se posicionou de tal forma, para que o meu pai pudesse meter o pau dele. As primeiras tentativas não foram boas, o meu pau entrou e do papai não, depois a do meu pai entrou, e quando ele já estava fodendo, ele parou para eu tentar recolocar o meu. Quando os nossos paus estavam na buceta, o meu saiu e ele parou de novo. Na quarta tentativa, conseguimos deixar os paus juntos dentro de sua vagina. Era desconfortável, era até dolorido, porém era excitante sentir o pau do meu pai esfregando no meu; era o meu pai que se movimentava, o meu esforço eram manter o meu pau ainda dentro da buceta dela. Meu pai fodia com força, eu sentia o seu saco se chocar com o meu, as suas pernas baterem nas minhas, e o peso do seu corpo e a sua força. As estocadas foram ficando mais rápidas, fortes, e com um gemido gutural, ele gozou, eu, após ouvir o seu gemido gozei, com a diferença de alguns segundos. Ele se jogou ao nosso lado, a puta saiu de cima de mim, e eu me aproximei do meu pai, passei o braço por cima da sua barriga e ele pausou a mão na minha costa, me acariciando, estávamos completamente suados, cheirando a porra observando a puta se vestir. Eu olhei para o pau dele que estava melado de porra, e olhei para o meu e percebi que também estava muito melado de porra, mas não era só a minha porra, era também a porra do meu pai, principalmente a do meu pai, já que eu havia gozado duas vezes antes dessa. “O dinheiro tá em cima da mesa”, ele disse pra puta. “Olha, eu cobro mais quando é dois, mas por eu gosta de ti, e era para o teu filho tirar o cabaço eu vou relevar, e nem vou cobrar mais, mas na próxima vez não vai ser só isso tá queridos”, olhei para o meu pai, e ele estava rindo para ela. Ela saiu da quitinete, e eu estava olhando para o seu pau gozado e meio bomba. “E ai filho gostou? ”, eu balancei a cabeça que sim e disse “Muito”, “Ela era gostosa”, “O melhor foi arrombar a buceta dela” ele riu de um tapa na minha coxa “Moleque safado”. Então ele dormiu. Quando tive certeza que ele dormia profundamente, eu comecei a chupar o seu pau. O gosto de buceta, porra e suor estavam lá; chupei, chupei, o seu pau estava novamente duro, e por fim gozei. Quando percebi que estava perto da hora que a minha mãe iria chegar, peguei a cueca usada do meu pai, a vesti, depois a minha bermuda, sai e tranquei a porta da quitinete. Tinha perfeita noção do meu estado, estava suado, cheirando a porra, cansado e quando passei pelo o bar, a puta que fodemos acenou para mim dizendo: “Essa noite foi boa, dorme bem bebezinho”, acenei e fui rápido para casa, cheguei a tempo de tomar um banho rápido e vestir outra roupa e dormir antes que a minha mãe chegasse.

APRENDENDO A SER SAFADO COM O MEU PAI PART 1

Sempre foi desejo de meu pai ter um filho homem e dá-lo o nome de seu pai, tanto que assim que nasci, meu pai saiu pra beber num barzinho no fim da rua por dois dias. Meu pai é aquele tipo de homem alegre de voz grossa, rosto mais jovem do que a idade diria ter, com uma cara de safado filho da puta, sabe, aquele sorriso malandro no canto da boca; ele tem uma altura mediana, um metro e setenta, pele bronzeada por trabalhar como pedreiro, e por ele trabalhar como pedreiro, os músculos de seus braços, costas e peitoral são grandes, definidos e pareciam a mim sempre tensos, rijos, duros mais que as pedras que ele carregava todos os dias, o que destoava de seus braços, peitos musculosos era a sua barriga de chop, porém aquela camada de gordura que aumentava a sua barriga, que escondia os músculos do abdômen, que dava para ver pela parte lateral do seus corpo logo abaixo do peitoral e acima da cintura que se não fosse pela gordura que ele armazenava na sua barriga, ele teria corpo esculpido, mas como o meu pai não é nenhum deus grego, e nenhum perfeição muscular da natureza, os traços comuns de homens na casa dos quarenta anos se sobrepunha aqueles músculos do tronco. Aos meu onze anos, eu era um menino tímido demais, magrelo, alto, e descobrindo o meu desejos por homens, eu me sentia muito desconfortável perto daquele figura extrovertida e máscula que era meu pai, e por isso eu não ficava tão próximo a ele, como deveria. Naquele época ele estava sem trabalho, então ele passava todo final de semana bebendo, o que irritava muito a minha mãe; eu percebia que aquele casamento não estava durando por amor, não havia nenhum gesto carinhoso entre eles, era tudo muito cordial, muito distante, era mais como se eles fossem amigos, e os únicos momentos em que ela perdia a cabeça era quando ele bebia, já que, como não tínhamos muito dinheiro, e sempre estávamos preocupados em fazer dividas, o meu pai gastava aquele dinheiro precioso com bebidas e jogos. Nesta época eu estava começando a conhecer a masturbação; como minha mãe saia para trabalhar no início da tarde e só voltava no início da madrugada, e o meu pai saia para o bar a noite, eu aproveitava o tempo que estava sozinho em casa, e me masturbava quatro, cinco, seis vezes seguidas, e as vezes mais, eu batia tanta punheta que o meu pau ficava dolorido, e qualquer toque na cabeça dele eu sentia um ardor. Como eu não tinha computador, eu me masturbava pensando nos atores que via sem camisa na televisão, nos homens e garotos que via sem camisa na rua, ou nos meus colegas de classe que jogavam futebol sem camisa na educação física. Mas em um desses domingo em que o meu pai chegou em casa bêbado, ele entrou no banheiro para mijar no momento em que eu tomava o meu banho; ele estava tão bêbado que os seus olhos estava fechados e ao invés dele levantar a tampa da privada ele puxou a cortina que separava o chuveiro da privada; eu me assustei assim que o vi com o pau pra fora, não muito longo, porém muito maior que o meu de onze anos, de um pele bem escura, com a cabeça roxeada, os pelos negros e longos, tão grosso e um veia delicadamente aparecendo sob a pele perto da cabeça. O mijo que ele liberou foi de um jato forte, quente, alaranjado e com forte cheiro de cerveja, eu fiquei estático olhando aquele pau, com o meu coração batendo forte, quase saindo pela boca, e sendo mijado na minha perna esquerda. A visão daquele pau me assustou, me perturbou a semana inteira, eu não conseguia parar de pensar nele. Num outro fim de semana, ele estava bêbado deitado no sofá, apenas de cueca apertada, que comprimia aquele pau desejado. Roncava alto, e eu fiquei por um bom tempo ali, tentando tomar coragem de me aproximar, então quando ele pôs um dos braços atrás da cabeça, eu me aproximei lentamente. Eu me sentei no chão em frente ao sofá. Olhei para o pau dentro da cueca, e com a mão tremendo, sentido o meu estomago contrair, e minha nuca ficar gelada, eu toquei no seu pau por cima da cueca. Parecia que toda minha energia estava concentrada naquele lugar, naquela mão que sem apertar, sem massagear, que apenas repousava por cima do pau paterno. Ele continuava roncar, então comecei admirar os músculos do seu peitoral, aqueles músculos oblíquos que não eram ocultados pela gordura abdominal, a perfeição que era ver o músculo do peitoral sendo esticado e dando lugar os músculos dos ombros, do bíceps que estava contraído e formava um monte naquele braço enorme, admirei aquela veia que aparecia no seu outro braço, e no caminho que ela ia do antebraço até as mãos calejadas, de dedos grossos, e que se ocultava dando a vista as veias que ali apareciam. Com calma e sentido o braço leve, porém, a minha barriga pesando, levei minha mão até o seu bíceps contraído, e no momento que a minha mão pausou sobre ele, o meu pau pulsou violentamente, ficando duro tão feroz, que tive que ajeita-lo sob a cueca; aquele músculo era como parecia ser, era rijo, era como se houvesse uma pedra pontuda sob a pele macia, minha mão fechou sem aperta-lo, e comecei a bater uma punheta sentido aquele músculo de pedra; aquele era tão intenso que o meu gozo veio em poucos segundos... esse momento me fez bater punhetas por muitos dias. Porém quando eu tinha 12 anos minha mãe cansada das bebedeiras de meu decidiu se separar dele. Ele teve que sair de casa, já que a nossa pequena casa era da minha mãe, e ele foi morar numa quitinete no mesmo bairro, e que ficava em cima do bar que ele costumava beber. Eu sempre passava em frente aquele bar, já que ele ficava no caminho a minha escola, porém eu nunca ia visitar o meu pai, então eu só o via quando voltava da escola, que ele sempre me chamava; nesta idade todos os meus desejos homossexuais eram voltados para ele, como eu havia dito, ele era extrovertido, então toda vez que eu passava por ali ele estava fazendo uma piada, sendo que a maioria dessas piadas eram de duplo sentidos, e sempre tinha alguma relação a sexo, ouvi-lo fazer aquelas piadas me excitava, e de vez em quando ele me colocava no meio também, mesmo eu sempre ficando calado, já que eu sempre fui tímido e quieto, e então quando ele falava “Meu filho é comedor como o pai” isso me excitava, pois essa safadeza, apesar dele nem desconfiar da minha homossexualidade, alimentava a minha imaginação a noite quando eu batia muitas punhetas. O desejo era tão grande pelo o meu pai, que em minha imaginação pervertida, eu queria ser igual a ele, safado, barriga de chop braços musculosos, queria beber com ele, queria que ele me ensinasse a transar, eu desejava tanto o meu pai que nem me importava se ele me ensinasse a transar com uma mulher, mas ele teria que tá lá no momento, mostrando como se faz, ensinando a pôr a camisinha, me mostrando como se chupa uma buceta... Eu fiquei por muito tempo só na imaginação, pensando nas safadezas com o meu pai, mas quando eu estava com 16 anos, já não aguentava só ter que pensar, só ter que imaginar, queria que aquilo acontecesse na vida real também, queria aquilo em fatos, em ações, então comecei a bolar um plano para fazer aquilo acontecer... Eu ainda era um adolescente magrelo, e olhar para o corpo do meu pai, e ver aqueles braços musculosos, aquele peitoral, além de alimentar o desejo por ele, alimentava o desejo por ser ele, então comecei a tentar me aproximar de maneira mais intima como meu pai. Num sábado em que a minha mãe teve que trabalhar resolvi ir à casa do meu pai, sabendo que ele deveria ter passado noite de sexta-feira inteira no bar enchendo a cara. Eu não sabia em qual quitinete ele morava, mas como todo mundo conhecia ele, eu perguntei pro primeiro que me mostrou onde era. A porta estava aberta quando eu apareci, percebi que ele havia acabada de entrar, não estava muito bêbado, e assim que me viu me deu um olá e perguntou o que havia. Eu o respondi que nada de muito importante, e falei que só queria conversar com ele. Ele acenou com a cabeça e mandou eu sentar. A sua quitinete tinha uma mesa, algumas cadeiras, um fogão novíssimo, uma geladeira meio velha, e pela porta aberta do seu quarto dava pra ver que tinha uma colchão de casal. Sentei-me numa cadeira desconfortável, ele sentou-se à minha frente. Senti como se o meu corpo estivesse com febre, ou seja, ao mesmo tempo que sentia aquele calor emanando de mim, também sentia frio, porém não me sentia nervoso. Falei com a voz segura, sobre como era o pau dele na minha idade, a maneira como falei sobre o assunto, foi pensando, e saiu como, uma dúvida de um adolescente sobre o próprio corpo, as idiotices de menino que quer ter um pau grande. Então ele começou a falar que todo pau é assim, depois fica maior, e que se o pau fica duro toda hora é normal é da idade, que eu tenho que bater punheta pois é bom, que sai esperma, ou seja falou todo a babaquice que eu sei e falou como se eu fosse um ser inocente. Era isso que eu queria, o que passava na minha cabeça era que começando assim com o tempo ele iria me mostrar algumas safadezas e dentre os meus desejos era dele me ensinar a transar... Então dessa conversa, uma das coisas que eu nem havia cogitado, ele resolveu me dá uma camisinha, ele abriu a carteira e tirou uma e me entregou me perguntando se eu sabia usar, respondi que vou ver, então fui até o seu quarto e me direcionei ao pequeno banheiro. Eu estava tremendo, abri o botão do short, tirei o meu pau meio bomba da cueca e tentei colocar a camisinha, mas estava tremendo tanto que não consegui colocar. Chamei o meu pai e o falei que não conseguia colocar. “Tá duro o pau” perguntou ele na porta do banheiro, afirmei que sim, “Vem cá, vou te dá outra”, saí do banheiro escondendo o pau, então percebi que havia uma televisão no quarto, um aparelho de DVD e muitas revistas de mulheres nuas. Ao olhar aquilo meu pau ficou completamente duro, pois eu já estava o imaginando batendo punheta olhando aquelas revistas e quantas delas deveria estar com resto de suas porras secas em suas páginas. Ele pegou outra camisinha que estava numa caixa onde ele guardava suas roupas, mas eu decidi que queria ver o pau dele duro naquele momento, então fiz parecer que não conseguia colocar a camisinha. “Eu não consigo pai, bota no senhor aí, pra eu ver”, ele me olhou e falou para eu tentar de novo, e tentei, eu estava quase metendo, quando fingi novamente que não conseguia, “Deixa pegar outra pra tu vê como é”. Enquanto ele procurava outra camisinha eu peguei uma revista da Sexy e comecei a folhear, meu short estava no chão, e falei “O senhor tem um monte de revistas...”, ele olhou para mim, com aquela cara de homem safado e ao mesmo tempo de orgulho, acredito eu, de ver o seu filho ser safado também, sendo que mal sabia ele que a safadeza que eu gostava era com outro homem “Gosta né, moleque safado” ele apertou o pau “Tem que ser assim mesmo, tu tem que parar com essas coisa que tu gosta e aprender a gosta de coisa de homem” ele pegou outra revista “Olha essa buceta”, eu olhei, mas fiquei admirando os seus bíceps que brilhavam de suor, já que fazia um calor dos infernos naquele recinto por não haver janela alguma. Ele tirou a camisa, mandou eu pegar algumas revistas, sentou-se no colchão e tirou o short “Vem cá, vou te mostra um pouco as coisas de ser homem” disse ele. Tirei a minha camisa, tremendo um pouco olhando para o seu corpo, olhando para aquele pau que ainda estava mole debaixo da cueca, sentindo o meu corpo por dentro entrando em combustão. Com a camisinha entre os dentes ele foi folheando as páginas com a mão direita, e com a esquerda, ele massageava o pau, e enquanto isso fazia comentários “Olha a teta dessa loira, grandes, essa daqui eu chupava até ficar roxo o bico dela” dizia com voz meio dificulta já que ele prendia a camisinha entre os dentes “Filho olha essa buceta, toda raspadinha, todo pequenininha deve ser apertada, buceta aperta tu fode com mais gosto” enquanto ele falava eu fingia olhar para as mulheres, mas prendia a minha atenção na sua mão massageando o pau que já estava ficando duro. “Filho presta atenção como é que se faz” disse ele tirando a cueca. Seu pau era parecido com o meu, porém muito maior, era longo, reto, de pele bem morena por fora, mas por dentro, dava para ver pela dobra que fazia perto da cabeça, que a pele era rosada, e a cabeça do pau brilhando lisa era entre o roxo e o róseo. “Seu pau é parecido com o meu” comentei “Só que o seu é bem maior” ele olhou pro pau dele olhou pro meu e riu “O seu vai ficar grande que nem o do pai também, tu ainda tá ficando homem, vai crescer também... Mas antes eu tenho que te ensinar a ser homem, pra agarrar mulher por aí, ensinar como se deve tratar um buceta.” Ele tirou a camisinha da embalagem, e colocou no seu pau. “Viu como é que se faz, agora colocar tu aí que eu quero ver”, dessa vez eu coloquei certo, porem fiquei incomodado com a camisinha, parecia, sentia ela apertar a base do meu pau e falei isso a ele. “É por que o teu pau é que nem o do pai” ele disse rindo balançando o pau dele “É pau de homem de verdade só gosta de ser apertado por buceta, mas tu tem que usar porque eu não quero ter neto não, ainda mais um monte, por que tu tem que pegar muita mulher”, eu ri, mais pelo o tesão de vê-lo falar assim comigo do que pelo o fato da ironia de eu ser gay. “Vou colocar um vídeo aí, pra gente bater uma tá.” Eu fui mais para o meio do colchão, e peguei uma revista para que ele tivesse mais orgulho de mim, enquanto ele colocava o filme pornô. Ele passou até a cena onde tinha duas mulheres chupando o pau enorme de uma homem negro e se deitou na cama. Eu me deitei ao seu lado, muito próximo ao seu corpo, ele nem se importou, eu tirei a camisinha e disse que era muito apertada ele riu e falou que sabia como é e também tirou a camisinha do pau dele. Nossos braços estavam se encostando enquanto batíamos, e eu só ficava olhando para as diferenças. “Pai um dia vou ter uma braço que nem o teu” eu disse comparando o meu braço fino de adolescente ao braço viril e musculoso de meu pai. “Eu quando tinha a tua idade o meu braço era fino, eu era uma vara pau, esse braço é de carrega cimento, pedra... tem que carregar peso, tem que comer muito feijão, se tu continuar só em casa sem fazer nada comendo besteira o braço não fica grande” eu fiz muque e apertei o meu bíceps e depois perguntei se podia sentir o dele, ele fez muque para mim, e sentir aquele músculo de pedra pela segunda vez foi tão prazeroso quanto o da primeira. Eu estava tão excitado, meu corpo estava tão cheio de tesão, que gozei rápido; eu gemi alto, meu corpo se contorceu, e minha porra atingiu até a minha cara e se misturou com o meu suor. “Eita caralho hein, precisava mesmo gozar filho... tem que fazer isso mais, se não tem mulher tem que ir na punheta, todo homem precisa gozar” Ele pôs um braço atrás da cabeça começou a bater rápido até que gozou, o gozo dele não foi tão intenso quanto o meu, mas ele gemeu alto, e saiu muita porra que melou a barriga e um pouco o peito. Vendo-o o gozar, fiquei excitado novamente e recomecei a bater “Agora eu vou dormir, enchi a cara a noite inteira, não sei como eu não tô com ressaca, se sair fecha a porta, desliga a TV” ele virou de lado “Filho tu tem que vir mais aqui, tava te querendo mais próximo do papai, eu já tava com medo de que tu virasse marica” Eu me masturbei olhando para o meu pai até que o gozo controlou o meu corpo, e acabei esporrando na costa do meu pai. Eu fui até o banheiro tomar banho. Estava me sentido como um caldeirão de sentimentos. Estava me sentido estranho por bater punheta com o meu pai, sentindo-me pecador, mas também me sentia bem, sentia-me safado, sentia-me mais homem... mas o meu lado racional também matutava a questão de eu ser gay, e ele falar o tempo todo sobre o que é ser homem, mais isso me deixava ainda mais excitado