sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

TIREI MEU VIZINHO DE UMA ENCRENCA

Isso aconteceu hoje a tarde comigo,e eu tive que compartilhar...Meu nome é Junior,moreno corpo médio(Pseudonimo Roman) e o do meu amigo é Esdras ele tem 18 anos,loiro bem loiro,olhos azuis,corpo meio magro tambem mas uma delicia de rapaz... Vou começar falando como é a nossa amizade...nós sempre frequentamos a mesma igreja,e temos um grande prestigio lá porque fazemos parte do louvor da igreja,e sempre a gente volta junto pra casa de noite,eu sempre notei que ele era meio gay porque ele era muito quieto,so fala comigo e com os meus 2 amigos que frequentam a igreja... Então...hoje a tarde eu tava assistindo TV aqui em casa e na internet como sempre,nossas casas são bem juntas uma da outra,daí de repente ele pula a janela do meu quarto de pau duro por baixo de uma bermuda e vem na minha sala e fala: -"Cara,eu tava na bronha e minha mãe chegou,eu vou ficar aqui um pouco,beleza?" Eu-"Ok,cara,mas nao vai ficar batendo punheta perto de mim (risos)" Eu falei isso pra disfarçar só kk,mas com aquele volume todo na calça,era um volume exagerado,eu ficava pensando:"Nossa como pode,nem eu que sou morenao tenho um com esse volume..."e pra quebrar o silencio eu falei meio zuando:"Cara você se masturba?e ainda vai na igreja..." daí ele falou brincando tambem: "Fica de boa aí,não da pra não se masturbar com o que eu tava vendo cara..." Foi aí que eu vi uma chance pra fuder com ele e logo falei: -"Deíxa eu ver aí!" Daí ele pegou o celular que tava com ele e me mostrou um video hétero,e começou a ficar de pau duro...eu ficava olhando ele e me dava um gelo tremendo no coração ver aquele delicia do meu lado de pau duro,e ele ficava olhando pra minha cara,com uma carinha de safado que só ele tem e rindo,e daí ele começou a acariciar o pau dele,e tirou da cueca...eu obviamente nao tava com uma régua lá pra medir,mas media mas ou menos uns 19cm e era bem grossa...foi ai que eu tomei tipo um susto,e disse,meio com a intenção que ele ouvisse: "Meu Deus do ceu!"e coloquei a mao na cabeça(minha cabeça) e ele disse meio rindo: "O que?"e eu falei (já querendo foder com ele):"É muito grande isso aí cara (risos)" Daí ele disse meio zuando:"Não da pra acreditar né"daí eu disse:"Não,maior que a minha!" e eu tambem tava com o pau igual uma rocha ja de tão duro,e ele falou pra mim deixar ele ver,e eu tirei,a minha mede 18cm :/...e ele começou a acariciar ela,e disse:"É menor mas é linda!" e começou a pagar um boquete tão gostoso pra mim,durante uns 30 minutos daí eu gozei,e ele disse brincando:"Nossa já?" aí eu disse sim,e comecei a colocar a calça,e ele disse:"Ué,o que voce tá fazendo?" e eu falei:"Tô colocando minha roupa" e ele disse:"E a minha parte?pode vir aqui!" e eu fui #logico e quando eu coloquei a boca eu senti o penis dele pulsando tão intensamente...e ele gemia tanto,parecia que estava fora de si,falava coisas tipo:"Gostoso,delicia,vai.." e batia forte na minha bunda,apertava,passava a mão,eu quase morria de tesão,ate que teve uma hora que ele começou a fuder a minha boca,eu nao aguentava engolir toda a vara dele porque era realmente grossa,e ele ficava forçando,chegou ate a me encomodar,chegou uma hora que eu quase vomitei,e ele disse:"Ué vai vomitar,nao ta aguentando?" aí eu disse:"Não,tô adorando" e ele falou "Safado!" e continuei com o boquete,ate que ele gozou na minha boca,gozou muito,a porra dele era tão gostosa,a "textura" dela era tão gostosa,eu nao senti nojo nenhum de engolir tudo,e eu disse brincando pra ele tambem:"Ué já?" e ele disse "Não,senta aqui!" e abaixou minha calça,bateu na minha bunda me pegou pelo quadril e eu sentei com vontade naquela vara,ele urrava,e eu tambem,era uma dor muito deliciosa que eu sentia,eu gozava de pouquinho,ele tambem,eu sentia uma coisa quente saindo meu cuzinho ele urrava e respirava forte no meu ouvido(Eu estava de costas em cima dele) eu sentia aquele ar quente nos meus ouvidos,meus olhos se viravam,ele nao parava,falava que o pau dele tava doendo de tão duro,eu senti meu cu queimando,ele socava no meu cu com força eu sentia quelas bolas grandes batendo nas minhas,aquilo me matava,ele me masturbava,suava eu sentia o suor dele nas minhas costas ate que ele gozou de vez dentro do meu cu,e disse que queria ver a porra saindo e eu deixei sair e ele lambia meu cu,depois a gente foi tomar banho e ele disse:"Vai na igreja e fode gostoso desse jeito?que feio!e eu abracei ele durante o banho mesmo,até agr ele ta me mandando mensagem falando que o pau dele tá doendo de tão duro,porque ele esta pensando no que rolou hoje a tarde haha' ele e muito fofo...o meu tambem está ://

O PEDREIRO TIROU MEU CABAÇINHO

Meu chamo Eduardo, mas todos me chamam de Dudu. Eu tinha 17 anos quando as coisas começaram a acontecer em minha vida, que até ali tinha transcorrido sem muitos sobressaltos e sem nada que merecesse uma atenção maior. Um ano antes, papai junto com meus avos tinha sofrido um acidente e faleceram. Minha mãe é professora universitária e geralmente não parava em casa, dando aulas em duas faculdades. Morávamos eu e mamãe em uma casa grande num ótimo bairro e em virtude do acontecimento trágico que vitimou papai e meus avós logo depois disso aconteceu uma briga intensa sobre a divisão dos bens da família. Só depois de uma disputa judicial entre os irmãos tudo acabou se resolvendo e entre os bens que mamãe e eu herdamos havia uma casa grande que fazia fundos com a nossa e como ela estava vazia desde o acontecido, acabou se deteriorando bastante e mamãe decidiu fazer uma reforma na casa para alugá-la. E para isso foi chamado o Sr. Gilberto, um pedreiro que tinha feito muitos serviços para meu pai e era de confiança. Em nossa casa trabalhava dona Mercedes uma empregada de 35 anos que trabalhava até as 15 h. Eu estudava de manhã, chegava da escola almoçava e logo depois ficava sozinho em casa. Tenho cabelos loiros um pouco compridos e 1.65 m. de altura e um corpo esguio. Sexualmente até aquela data não acontecera nada demais comigo. Virgem ainda...talvez em função do acidente com meu pai e dos meus avós, afinal eu tinha 15 pra 16 anos quando se deu a tragédia e talvez isso tivesse ficado abalado emocionalmente e muito retraído em quase tudo. Durante meus banhos, quando me ensaboava e lavava meu pênis, de vez em quando ele ficava durinho e algumas vezes me masturbava...saia pouco sêmen...algumas gotinhas. Meninas, até as achava bonitas mas na escola nenhuma me atraia o suficiente pra me fazer correr atrás. Amigos eu não tinha...só alguns colegas tanto garotos quanto garotas na escola, mas nada de ficar freqüentando a casa dos outros. Quando seu Gilberto apareceu pra começar o serviço...deixou transparecer que era um cara legal sorriso franco. Tinha 37 anos, moreno, alto e muito forte...mãos grandes e bem calejadas. Depois de uma boa vistoria, ele passou o orçamento pra mamãe que ficou toda contente, pois até achava que teria que gastar bem mais. No outro dia ele iria começar a reforma e quando cheguei da escola logo depois do almoço todo xereta fui ver o que estava acontecendo do outro lado do muro...nem me preocupei em dar a volta. Como o muro que separava as duas casas era baixo, pulei-o e fui até lá. A época era de verão e estava bem quente logo vi seu Gilberto apenas com um short jeans curto...ele me viu e todo sorridente disse: -opa...chegou meu ajudante...agora o serviço vai terminar mais rápido...Rss. -Até parece...seu Gilberto...se depender de mim...vai demorar muito...só gosto mesmo é de estudar! Ele riu e foi atrás do que estava fazendo...era muitas coisinhas a serem feitas...e então ele disse: -Dudu...fica por ai garoto...toma cuidado pra não se machucar em alguma coisa...se precisar de mim...chama! Fiquei por ali zanzando e quando deu 15 h dona Mercedes me chamou e disse que tinha feito refresco e perguntou se queria que trouxesse uma jarra. Logicamente que sim...com aquele calor...seu Gilberto adorou e não demorou pra que tomássemos tudo. Já era seis da tarde quando seu Gilberto disse que ia tomar um banho pra ir embora...e sem se preocupar muito comigo entrou no banheiro que havia do lado de fora e logo escutei a água do chuveiro...e ele disse: -nossa...que água gostosa...Dudu...com este calor....que tá fazendo...a água deste chuveiro vem da rua...tá uma delicia...geladinha! Fiquei meio sem saber o que fazer...apesar do banheiro estar já sem a porta que ia ser trocada, seu Gilberto só tirou o short lá dentro e como eu estava um pouco distante não vi nada demais...mas sai dali e pulei o muro e voltei pra casa, mas fiquei pensativo a respeito do que tinha acontecido. No outro dia...logo que a empregada foi embora...pulei o muro e fui novamente pra lá...Seu Gilberto quando me viu brincou dizendo: -Ué garoto....vc me deixou eu falando sozinho ontem...foi embora sem se despedir...aconteceu alguma coisa? Rapidamente arrumei uma desculpa dizendo: -Não...é que eu escutei o telefone lá em casa...sai correndo pra atender...achei que podia ser a mamãe. Fiquei ali e então vi que na mangueira que havia nos fundos tinha já algumas mangas maduras e pensei em pegar algumas...e então eu pedi ao Sr. Gilberto me ajudar e ele disse: -Tudo bem Dudu...mas eu to vendo que vc tá com uma bermuda e uma camiseta muito clara e nova....pode estragar...e tua mãe vai achar ruim com vc...acho que vc deveria colocar um short mais velho...pra subir em arvores...faz igual eu...fica só de short! Eu fiquei um pouquinho encabulado mas sorri e disse: -ta bom...vou lá...é verdade...se sujar ou rasgar dona Mercedes do jeito que é fofoqueira...conta pra minha mãe! Cheguei ao meu quarto e procurando nas gavetas encontrei um short daqueles que tinha uma espécie de sunga por baixo...era meio antigo e resolvi colocar ele...e logo que voltei disse: -Seu Gilberto...ajuda-me a subir na mangueira...por favor! Ele veio todo sorridente e me levantou igual uma pena...ele era muito forte...pendurei-me no galho e devagar... tentei subir...ele ficou em baixo e pra me ajudar segurou minha bunda...empurrou-me pra cima...e consegui! Consegui pegar algumas mangas e fui jogando pra ele...quando achei que já tinha bastante pedi pra ele me ajudar desta vez a descer...quando me pendurei ele me pegou pelos quadris e desceu deixando que deslizasse junto ao seu corpo forte...percebi que havia gostado do contato naquele corpo forte e suado. Chupei mangas, seu Gilberto disse que levaria algumas pra casa quando fosse embora...fiquei por ali brincando. Quando chegou a hr de ir embora...seu Gilberto disse: -é....tá na hr. Dudu...por hj chega...vou tomar um banho gelado bem gostoso...pra ir embora...se vc quiser...toma banho aqui depois...vc também tá todo sujinho! Eu estava um pouco distante mas prestei atenção e desta vez, seu Gilberto tirou o short na porta do banheiro e jogou-o em cima de uma mesa...só deu pra ver sua bunda grande morena...a água do chuveiro escorria forte. Movido pela curiosidade fui chegando devagar até o banheiro...sabia que não existia porta...e quando apareceu o corpo forte do seu Gilberto levei um susto ao vê-lo nu...entre as pernas dele tinha um pinto grande e grosso com um saco enorme...e mesmo mole era assustador...como ele tava com a cabeça toda ensaboada...seus olhos estavam fechados...a espuma descia pelo peito forte dele...e ele deslizava as mãos pelo corpo tirando o sabonete...e quando passava no pinto balançava para lá e pra cá...e quando ele abriu os olhos e me viu ali sorriu e disse todo carinhoso: -Já tá na fila é...eu já vou sair...toma banho aqui....tá uma delicia....Dudu...vc vai gostar...eu sei. Fiquei ali estático só olhando o corpo nu e forte do seu Gilberto...e ele parecia gostar de me ver ali...suas mãos agora ficavam deslizando naquela vara grossa...cheia de espuma...ela já estava meia bomba...mais grossa e quase dura...e ele então disse todo safado: -Hj...vou ter que arrumar uma namorada...to com tesão hj...Dudu...minha pica...só de relar...ja tá ficando dura! Eu todo vermelho...sai devagar e fui pra casa...sem conseguir dominar as sensações que meu corpo começava a sentir com muita intensidade. Meu pintinho estava completamente duro...ao me ensaboar gozei em segundos. Tive um sono completamente agitado naquela noite acordando varias vezes e sempre a primeira imagem que vinha em minha mente era aquele pintão super grosso pendurado entre as coxas do Seu Gilberto...e percebi que ele notara o fascínio que aquela pica tinha exercido sobre meu corpo. No outro dia...esperei dona Mercedes ir embora, coloquei o mesmo short do dia anterior e pulei o muro...e quando vi o seu Gilberto senti meu coração ficar todo acelerado...e disse brincando: -e ai...não quis tomar banho ontem aqui de novo...o telefone tocou de novo? Rss. Eu sorri encabulado e não disse nada...e então ele continuou: -e ai Dudu...vai querer pegar mais manga...ou vai querer só brincar um pouco em cima da mangueira? Eu queria sentir ele me pegar novamente e disse todo dengoso: -Eu quero...vou brincar um pouco na arvore...o Sr. me levanta? -claro que sim meu garoto...espera só um pouquinho...vou lavar a mão...tá cheia de cimento. Quando ele voltou...estava todo molhado...o corpo dele até brilhava...com o reflexo da água...e então ele me pegou e foi me levantando bem devagar...só que desta vez uma das mãos...bem safada....deslizou por baixo do short e apertava disfarçadamente minha bunda...quando me colocou perto do galho...senti um dedo se infiltrar no meu rego...em segundos tinha um dedo grosso...na portinha do meu cuzinho terminando de me empurrar...achei que era o dedão se enfiando dentro de mim...quase nem consegui subir no galho da arvore...tremi todo ao sentir aquele choque na minha bundinha...meu corpo estava em chamas. Fiquei em cima da arvore durante um bom tempo pensando naquelas sensações...meu pintinho estava completamente duro e percebi que queria continuar a sentir tudo aquilo de novo e então todo dengoso gritei pelo Sr. Gilberto vir me ajudar a descer...ele fez o mesmo de antes...lavou as mãos e passou água no rosto e no peito. Quando me pendurei no galho desta vez à safadeza foi explicita...Seu Gilberto enfiou uma mão por completo por debaixo do short...a outra segurou meu quadril...quando eu desci senti que o dedão dele deslizou dentro do meu cuzinho...e então ele disse todo safado: -cuidado Dudu...devagar...pra não cair...senão vc machuca...meu garoto....assim...vem.... Quando ele me colocou em cima de um caixote...e tirou o dedão de dentro de mim...meu pintinho estava todo melado...eu tinha gozado com o dedo dele enfiado no meu cuzinho...nem me importei em deixar transparecer o que eu estava sentindo...olhei pro ventre do seu Gilberto e tinha um volume imenso debaixo daquele short...du-ro ao extremo...ele então...fez o que eu queria...desabotoou o short deixando-o deslizar aos seus pés...uma pica enorme e grossa pulou diante de meus olhos e ele então disse mandando: -Põe na boca...Dudu...chupa meu pau...bem gostoso...eu sei que vc quer...desde ontem..enfia na boca...chupa! Fiquei completamente sem saber o que fazer...mas ele já tinha abaixado meu short também me deixando todo nu...e pegando meu pescoço foi puxando meu rosto de encontro a sua pica grossa...e quase sem perceber logo aquela pica estava dentro da minha boca...e ele me comandava...com aquela voz grossa: -Isso...assim...Dudu...chupa gostoso...chupa meu viadinho...mama na minha rola...viadinho gostoso...chupa! Eu tentava fazer tudo pra agradar aquele homem que me fazia eu sentir um prazer muito louco...estava uma delicia mamar naquele pintão quente e grosso...de vez em quando ele tirava de dentro da minha boca e me fazia eu lamber as bolas do saco dele...meu pintinho estava durinho...ele continuava a dizer todo safado: -nossa Dudu...que boquinha gostosa...tem meu viadinho loirinho...tá gostando de mamar na minha pica né...sua bichinha safada...ja...ja...vou enfiar minha pica neste cuzinho rosado...vou meter gostoso em vc...vc tá doido pra dar pro seu macho né...chupa...mais um pouquinho...meu viadinho gostoso...vou meter minha pica...todinha... A voz grossa dele me chamando de viadinho...bichinha...deixava-me com mais tesão ainda...e então ele mandou parar de chupá-lo e me fez ficar ajoelhado de 4 em uma poltrona de sofá antigo que havia ali do lado...e começou a fazer uma coisa deliciosa...senti a língua quente dele deslizar por todo meu cuzinho...deixando-me todo molhado de saliva...de vez em quando ele enfiava a língua bem profundamente...aquilo me deixava completamente tomado de desejo...e instintivamente eu rebolava todo tesudo na língua daquele macho safado...ele me preparava pra meter aquela pica grossa e enorme no meu cuzinho virgem...e então eu disse cheio de dengo: -aiii....que gostoso...eu...nunca senti isso...é a minha primeira vez...to com medo...seu Gilberto...eu...eu... Ele então parou de lamber meu cuzinho se levantou ficando atrás de mim e já pincelando aquela pica quente no meu reguinho disse todo sensual: -Não...se preocupa...meu viadinho loiro....vou ser bem carinhoso...com vc...ainda mais que vou tirar o cabacinho ...vc vai adorar...muito...vai querer dar sempre pra mim...eu adoro meter em viadinhos...que nem vc...virgem. Senti a cabeça da pica brincando no meu anelzinho e instintivamente rebolei...querendo um pouco mais...ele sabia como me deixar com mais vontade...deslizava as mãos pelo meu corpo...senti que ele segurou meus quadris e aquela pica grossa começou a deslizar pra dentro de um cuzinho virgem...tentei ir pra frente mas ele puxou meus quadris com força e enterrou tudo aquilo dentro da minha bundinha...dei um grito alto de dor... senti-me rasgado ao meio...e praticamente desfaleci...depois de alguns segundos de ter apagado...percebi que ele havia me levantado e se sentara na poltrona e senti que estava no colo dele...e aquele pauzão grosso continuava enterrado até o talo no meu cuzinho...e então ele disse todo sensual: -pronto...meu viadinho...tá tudo dentro de vc...já não é mais cabacinho...agora virou menina...o pau do teu macho...tá tudo dentro do teu cuzinho...mexe esta bundinha....bem devagar...mostra pro teu macho que vc tá adorando meu pauzão no teu cuzinho gostoso....rebola...viadinho...mexe...esse rabo...minha menina! Ele mexia no meu pintinho deixando-o novamente durinho depois da dor...beijava minha nuca...com aquele hálito quente...e quando menos percebi já rebolava naquela vara...toda enfiada dentro de mim...sentindo aquele peito suado nas minhas costas...e dizia todo safado: -que bichinha deliciosa...aprendeu rápido...a ser um viadinho...bem safado...tá gostando da minha pica...seu sa-fado...isso...rebola...viadinho...vou encher teu cuzinho de porra...goza...com teu macho...rebola...bichinha...ahh. Senti meu cuzinho ser invadido por um liquido fervente abundante...meu corpo tremeu todo...do meu pintinho duro saia gotas de sêmen...sentir pela primeira vez a porra de um macho dentro mim...quase me fez desfalecer novamente...mas rebolei deliciosamente...naquela pica magnífica...toda enterrada no meu cuzinho...eu engolia tudo por completo...fiquei sentado durante vários minutos no colo daquele macho safado...até sentir aquele pauzão amolecer e escapar de dentro do meu cuzinho...até fez um barulhinho gostoso...quando saiu. Seu Gilberto meu levantou no colo e me levou para o banheiro...e me deu um banho demorado...meu cuzinho parecia estar em brasas...ardia demais...e todo dengoso reclamei dizendo: -Aiii...seu Gilberto...ta ardendo demais...machucou meu cuzinho...teu pinto é muito...grande...eu...aiii... -Fica tranqüilo...Dudu...amanhã...ja vai tá bem...na primeira vez...sempre dói um pouco...mas vc nasceu pra ser um viadinho...teu cuzinho é muito guloso...tenho certeza que vc...vai querer dar pra mim...quase todo dia...teu cuzinho quando goza...morde o pau da gente de tanto tesão...vc sempre vai querer uma pica na tua bundinha... Eu fiquei quietinho e logo voltei pra casa...todo ardido...mas satisfeito...Rs...preparei um lanche e fiquei assistindo TV de bruços e de ladinho naquela noite. Rss. A reforma durou dois meses e o seu Gilberto tinha razão, praticamente todo dia eu era enrabado por aquele macho de pica enorme e grossa...viciei naquele pauzão delicioso...aprendi a ser um viadinho bem safado com ele. Durante muito tempo seu Gilberto me comeu gostoso me transformando em sua putinha.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

DELICIAS DE 2012

FERIAS EM BERLIN PART 1

MASSAGEM NO CUNHADO..

Olá, esse o meu primeiro conto, vou tentar ser claro e objetivo. Bem sou branco, 1,95, 95 kilos, olhos claros, e curto muito os caras gordinhos. O fato que vou escrever, aconteceu no ultimo dia 05-01-2013. Tenho um cunhado que vou chama-lo de Henrique, ele é bem branquinho,1,70, 100 kilos, olhos castanhos, pernas grossas, braços fortes, mão grande. Estávamos todos conversando na área da casa de meu sogro quando ele falou que estava com dores no corpo e me perguntou se uma massagem aliviaria. Disse a ele que sim e se e quisesse eu poderia fazer-lhe uma massagem. Eu já havia feito massagem nele antes. Fomos para o quarto de meus sogros, fechei a janela e a porta, ai ele tirou sua roupa ficando apenas de cueca (delicia). Comecei a massagem pelos seus pés, fui subindo normalmente até chegar nas suas coxas, local que ele disse que doia mais. Comecei a massagear suas coxas e roçava meu braço no seu pau que estava mole. Durante e massagem abaixei um pouco sua cueca, mas sem tirar seu pau para fora, comecei a massagear sua barriga, e fui descendo, voltei as suas coxas e continuei a roçar meu braço no seu pau que agora estava duro. Ficava passando o braço em cima de seu pau e ele la só curtindo a massagem sem falar nada. Ai abaixei sua cueca até os seus joelhos e comecei a massagear seu pau (delicia branquinho, saco branquinho, seu pau tem uns 16 cm, médio). Fiquei assim por uns minutos e ai ele disse que tava bom e ergueu sua cueca. Continuei a massagem e tirei novamente sua cueca e continuei e pegar no seu pau que estava durrissimo, ficando punhetando e passando a mão em seu saco. Ele pediu para parar, pois acho que ficou com receio por te gente do lado de ora do quarto. Fiquei na dúvida se ele queria se continuasse. Eu estou na duvida se estivermos somente nós dois em algum lugar se ele deixaria eu pegar novamente no seu pau. Comentem. Meu contato é ricardoreis1974@hotmail.com. Sou do interior de SP Assis, curto os caras gordinhos, os coroas também gordinhos. Abraços...

MEU PAI VIROU MEU PUTO

Ola a todos eu sou o Juca, tenho 23 anos 1,80 de altura corpo normal, não sou magro mas também não sou gordo, tenho poucos pelos no peito só mais no meio e deixo sempre aparado os pelos pubianos e minhas axilas. O que vim aqui contar para vocês aconteceu a três anos atrás estava a seis meses solteiro de minha ultima namorada e ate então nunca tinha me envolvido sexualmente com nenhum homem, esta minha ultima namorada era um pouco louquinha digamos assim, muito safada e sexualmente depravada, fizemos muita coisa juntos, tranzamos em todos os cômodos da minha e da casa dela, metemos em banheiro publico, tranzamos na piscina do clube quase fomos pegos este dia, vivíamos tranzando atrás de arvores nas praças mas ela começou a querer a chamar outras pessoas para tranzar conosco e eu não quis, ela queria tranzar com dois caras ao mesmo tempo eu e outro ficava ate me mostrando homens dizendo que eles eram bonitos apontando suas características, dizia que estava louca e que não faria isso, chegou a me propor ate a tranzar eu ela e outra mulher se eu topasse a tranzar com ela e mais outro homem, resolvi então a deixa-la. Porem as coisas que ela me dizia após certo tempo separado começou a voltar a minha cabeça, e sempre que via um cara como os que ela me mostrava, comecei a olhar suas características e a achar bonito e algumas vezes ate ficava excitado, tentava então a tirar isso de minha cabeça e focar nas gatinhas. O tempo passou e meu interesse aumentou de forma que passei a olhar fotos de homens na internet, depois homens nus e logo passei a ver filmes pornô gays. Seis meses depois de minha separação dessa minha ex namorada eu já me masturbava assistindo a filmes bi e homo e hetero para mim já não fazia mais diferença se eu achasse a pessoa bonita ficava de pau duro fosse homem ou mulher. Mulheres eu preferia de cabelos longos, peitudinhas e bududinhas, corpaço, bem femininas, já homens preferia os de peito peludo, fortes ou magros, mas definidos e com cara de macho. Minha mãe foi para a casa de minha avó, pois ela estava com idade avançada e iria fazer uma bateria de exames e precisava de acompanhamento minha irmã foi com ela para revezar e auxiliar também nos cuidados da casa roupas e auxilio também de meu avô que também necessitava de assistência com os remédios e pela sua idade. Ficamos apenas meu pai e eu em casa, fiquei desempregado e meu pai de férias, resolvi descansar um pouco e procurar emprego apenas no mês seguinte pois estava a algum tempo sem férias por ter arrumado este emprego em seguida do ultimo que fui dispensado. O tempo estava muito seco já fazia tempo que não chovia e ouve racionamento de água em nossa região, para mim e meu pai não era problema afinal não estávamos muito afim de limpar a casa mesmo, apenas varríamos a louça era pouca e ajuntávamos praticamente a semana toda. Como estávamos apenas nos em casa e a caixa d’agua era grande a primeira semana passou de boa, já a segunda também por emprestar para os vizinhos a coisa ficou mais apertada, desde que fiquei em casa não tinha mais saído para balada, apenas jogava uma pelada com os amigos, na volta de uma delas cheguei em casa louco para um banho, a quadra estava sem água então não pude me banhar la chegando em casa encontro meu pai so de cueca na sala com uma toalha no ombro. _ Pai deixa eu tomar banho primeiro estou todo suado preciso de um banho. _ Filho água esta pouca e disseram que o racionamento durara mais tempo, tenho uma proposta a partir de hoje teremos que tomar banho juntos, há algum problema? _ Claro que não pai, só cuidado com o sabonete! _ Brinquei com ele. _ Brincalhão como sempre ne filhão. _ Já faz muito tempo que não tomamos banho juntos ne pai? _ Mais de 15 anos filho, hoje você já esta um homão bonito, forte, pirocudo. Nessa hora meu pau deu um que estava mole começou a inchar. _ Que isso pai, fico ate sem jeito. _ Há para de bobeira, agora não posso mais elogiar meu próprio filho? _ Pode sim, gosto muito de elogios, devo ter puxado o senhor que quarentão ta em forma com tudo em cima. Como meu pai estava ensaboando o seu pau, fez movimentos de forma que ele ficou duro e disse sorrindo com cara de safado: _ Estou mesmo filhão da uma olhada. _ E caiu na gargalhada vendo minha cara vermelha e desconcertada. Virei de costas para meu pai para não olhar mais seu membro pois estava envergonhado e para esconder o meu pois estava ficando cada vez mais duro. Ao virar de costas sinto a mão de meu pai em minhas costas e me assusto. _ Deixa disso Juca sou eu que estou esfregando suas costas, nem parece que esta crescido, envergonhado por ver um pau duro ate parece que nunca viu um cacete duro, quer me dizer que nunca viu um filme pornô e nunca viu nenhum homem mijando, alem disso você já tinha tomado banho comigo faz muito tempo mas você se lembra e ate gostava. _ Não e isso pai e que o senhor e meu pai ne. _ E o que é que tem? Deveria ter mais liberdade e confiança comigo, lembro que você vinha corendo me abraçava e pedia para tomar banho comigo, ficava olhando pro meu pau e pedia para eu deixar ele grande e perguntava se o seu ficaria igual ao meu. Rimos e sem perceber, pois estava de costas com meu pai me ensaboando as costas, meu pai pega em meu pau dizendo: _ Deixa eu ver se ficou igual ao do papai aqui. Meu pau endureceu de vez na mão do meu pai, que se encostou ainda mais em mim me fazendo sentir seu peito peludo, molhado em minhas costas e seu pau duro encostar em minha bunda. _ Pai, o que o senhor esta fazendo? _ Estou vendo como meu filho cresceu, e virou mesmo um homão, olha só que caralho grande e grosso você esta, maior ate que o meu. Disse numa leve masturbação em meu pau, fazendo minha respiração ficar ofegante. _ Quer que o papai pare filhão? _ Não , continua _ Respondi meio gaguejando. Meu pai acelerou a punheta e falou em meu ouvido _ há um certo tempo venho admirando seu corpo, seu pacote filho, e hoje se permitir papai vai te mostrar umas coisinhas. _ Mostra papai, mostra para seu filhinho. Meu pai enxaguou meu pau, veio para minha frente se agachou e colocou meu pau todo na boca e começou uma chupeta maravilhosa. Não acreditava no que estava acontecendo meu pai, um morenão, macho, peludo abaixado me mamando como poucas com uma desenvoltura que poucas tinham conseguido era demais, me chupava parava, me masturbava, acariciava meus ovos, lambia minha viria, meu saco e voltava a me mamar ate que gozei em sua boca, meu pai tomou quase toda minha porra escorrendo um pouco pelos cantos se levantou me abraçou forte e me beijou impressando-me na parede do banheiro roçando seu pau no meu, seu peito no meu me deixando louco de tezão, fomos para o quarto dele, onde meu pai deitou e eu deitei em cima dele e nos beijamos e nos acariciamos. Nossas mãos passava por todo o corpo um do outro descobrindo cada pedacinho, meu pai rolou comigo pela cama ficando por cima de mim, e foi descendo lambendo todo meu corpo, passou a língua em meus mamilos ate que ficaram durinhos e chupou que eu chegava a escutar o estalar de sua língua. Lambeu meu sovaco me tirando suspiros, gosto muito disso tenho um tezão enorme nas axilas, beijou meu braço e voltou a meu pito descendo e voltou a mamar meu pau. Após um tempo mamando meu pau meu pai abriu minhas pernas e lambeu meu cuzinho mas achou melhor que eu ficasse de quatro para facilitar, fiquei na posição solicitada e meu paizão enfiava a língua em meu buraquinho peludo, mordiscava minha bunda, ate que subiu em minhas costas com a língua desde meu rego ate minha nuca, mordiscou minha orelha e disse em meu ouvido: _ Me come filhão, enfia esse caralho eu meu cu que esta piscando querendo vara! Fiquei ainda mais louco de tezão coloquei meu pai de quatro e fiz um cunete deixando seu cu bem molhado com saliva, enfiei meus dedos ate colocar quatro dedos deixando seu cuzinho pronto para receber minha geba. Me posicionei na entradinha de seu cu e comecei a enfiar, parei um pouco e meu pai disse: _ Não filho, enfia tudo vai que seu pai agüenta! Atendi seu pedido e cravei tudo e já fui logo bombando e meu pai pedindo mais, com mais força e mais velocidade, atendia a cada pedido estava suando já eu e meu pai, metia feito um louco, meu pai gemia e gritava falando safadezas e pedindo mais, virei meu pai de frango assado e tome pica, meti muito, pois e a posição que mais gosto. Papai pediu para eu deitar pois queria cavalgar em mim, deitei e ele sentou em meu pau, cavalgou feito puta safada, rebolava e pedia para que eu batesse em sua bunda, nunca tinha visto meu pai tão safado estava parecendo minha ex. Gozei, inundei seu cu de porra meu pai saiu e veio me chupar limpando todo meu cacete com sua boca gostosa. Depois disso ate minha mãe voltar, passávamos o dia todo andando pelados dentro de casa, era entrar e já tirar a roupa toda, meu pai um putão, se eu estava no sofá assistindo tv meu pai vinha e me mamava, deixava meu pau duro e cavalgava nele, quando eu chegava mais taradinho por ver alguma mulher gostosa, cravava meu pau em sua bunda em pe, gostava muito de chegar e ele estar lavando a louça eu chegava por traze comia ele em pe, tranzamos por todos os cômodos da casa, em todas as posições dei algumas vezes mas preferia comer aquele cuzinho gostoso. Meu pai me confessou que antes de casar com minha mãe teve dois namorados homens, mas que depois de casado mesmo algumas vezes louco de tezão nunca mais tinha dado, virei seu amante e sempre que temos uma oportunidade eu o como.

VOCE MERECE UM CORRETIVO...ISSO SIM PART 2

Toda madrugada, eu espreitava na porta do quarto do meu pai: “ Slap!... Slap!... Slap!... Slap!...” “Vagabunda!... Mulher de malandro é assim: quanto mais apanha, mais pede pra apanhar!... Sua piranha safada!” Eu me melava todo e corria pro banheiro: “Aaaaiiiiiii, papai!!!” Num certo dia, eu havia me esquecido que haveria uma confraternização na firma onde meu pai trabalhava. Ele sempre dava um jeito de não participar, logo, naquele dia ele voltaria mais cedo pra casa. Como de costume fui pra escola de manhã e voei pra casa assim que o sinal bateu. A sacanagem com o pedreiro continuava a mil, eu não perdia um minuto sequer. Nesse dia, porém, mal entrei em casa quando ouvi a voz do meu pai, na sala: – Rodrigo! Vem cá! Seu nome: Ronaldo, 42 anos, moreno, alto, 1,80m, cabelos ondulados e cheios, uns poucos fios grisalhos que – diga-se de passagem – eram um charme a parte. Estava sempre de camisa de gola aberta, na altura do peitoral, revelando alguns pelos, e calça jeans. Para completar, um belo cavanhaque, que lhe dava um ar de homem sério. E que homem sério! Ele estava sentado no sofá, fumando. Assim que me viu entrar, apagou o cigarro e pegou um papel que estava na mesinha, ao lado do telefone. Ele nem precisou falar nada. Eu sabia que aquilo era mais um boletim, com um monte de notas vermelhas. Automaticamente, me aproximei dele, arriei as minhas calças e me deitei de bruços no seu colo. – Você já sabe o porque disso, não sabe? – Sei, pai!... – Vamos fazer diferente hoje – de tanto que se esforçava para parecer natural, ele chegava a ser irônico – Senta na minha perna esquerda e deita no sofá. Isso!... Levanta bem as perninhas!... Assim!... Eu não quero ouvir um pio! Ok? – Hum hum! “ Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!...” As palmadas eram ritmadas. Ora eram forte, ora eram fracas. Minha bunda esquentou logo nas quatro primeiras, devido ao tamanho da mão do meu pai. Ele revesava as mãos, e também o espaço de tempo entre um tapa e o outro, de modo que eu meio que dançava no seu colo. Numa pausa, ele me tira do seu colo e se levanta, indo até um balcão no canto da sala pra acender outro cigarro, a voz arfando um pouco por conta do nervosismo: – E aquela obra, Rodrigo? Como é que tá tudo por lá? Eu ainda estava deitado no sofá e segurava minhas pernas pro alto: – Tá indo, pai. Acho que logo logo tá tudo pronto. Ele olha pra mim: – Vai, muleque! Já acabou! Vai tomar o seu banho e não esquece a pomadinha, ok? Eu continuo deitado, o coração quase saindo pela boca, e não esboço nenhuma reação. Ele vem andando, o cigarro balançando na boca, enquanto ele fala novamente: – Anda, Rodrigo! Senão vai acabar chegando tarde. – Pai... Foi só o que eu consegui falar. Ele já estava quase na minha frente. Num único movimento, resolvi arriscar tudo. Levantei ainda mais as minhas pernas e ele olhou direto pro meu buraquinho, que piscava sem parar! – Rodrigo!... – Bate mais, pai! Ele só me olhava. Sério. Não falou nada. Eu olhava pra ele e o admirava mais ainda. Aquele belo exemplar de homem maduro. Um coroa enxuto, cuja camisa vermelha por dentro da calça jeans escura dava a ele um ar de cafajeste, de tarado. Mas ele estava sério demais! “Acho que eu exagerei, porra!” – Por que? – Ele fala me olhando – Por que você quer mais, hum? Apenas ergui um pouco mais as minhas pernas e ele falou, olhando pro meu cuzinho: – Sem vergonha! – Ele segura minhas pernas. “ Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!...” – Ai, pai!... Mais forte! Aaaiiiii...! Bate mais forte, pai! Aaaiiiiii...! – Você gosta? Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... – Hum? Gosta? Slap!... Slap!... Slap!... – Assim? Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!...” – Gosto, pai! Huuummm! Bate mais! Bateeeee....! Eu relei no meu pau e me derramei inteiro ali mesmo, deitado com a bunda pra cima sendo castigada pelas mãozadas do meu pai. – Aaaaaahhhhhhhhh...! Delícia, pai! Aaaaaaahhhhhhhh...! Aaaaaahhhhhhh...! – Sem vergonha! – Ele falou, acelerando o ritmo dos tapas quando me viu gozar: “ Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!...” Meu tesão no meu pai era tanto... tanto... que eu nem estava mais sentia dor enquanto ele me me batia. Eu já tinha gozado, mas os tapas continuavam: Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Dessa vez, ao invés de me dizer pra não esquecer de passar a pomada: – Satisfeito, seu porra? Ele parecia nervoso, e dessa vez a coisa parecia mais séria: – Hein? Tá satisfeito agora? Eu olhei pra ele e vi no seu rosto uma expressão de raiva, como nunca tinha visto antes. – Pai... – Vai logo, seu filho da puta! Anda! – ele se exalta. Antes de começar a subir a escada, com a minha porra escorrendo pelo meu corpo, eu o escuto falar em voz alta: – Quando chegar eu quero ter uma conversa séria com você!

VOCE MERECE UM CORRETIVO...ISO SIM

Jamais imaginaria que isso pudesse acontecer comigo, mas aconteceu! Hoje, quando me lembro fico doido de tesão, o que me rende várias punhetas. E se tem uma coisa que eu adoro, é bater uma bronha! Meu nome é Rodrigo. Na época eu estava com 17 anos. Corpo normal, enfim, era bem gostosinho. Meu pai resolveu comprar um lote, num daqueles bairros distantes, com a promessa de que seria um bom investimento para o futuro. O lugar parecia zona rural, um tanto quanto distante de onde morávamos e tinha pouquíssimas casas. Perto desse terreno, havia apenas bastante mato. A casa mais próxima ficava a uns quarenta minutos, andando. Eu, como sempre, não estava lá com as melhores notas na escola, nem ao menos tinha decidido que vestibular iria prestar. E a cobrança do meu pai era muita. Naquela ocasião, eu tinha ficado com algumas notas vermelhas no boletim, e o meu pai, dizendo pensar no meu bem resolveu me dar um castigo. Ele havia contratado um pedreiro para construir um muro em volta do referido lote. Como castigo, eu trabalharia como servente desse pedreiro depois das aulas. Fiquei bastante injuriado, mas não hesitei. No primeiro dia, ele me levou de carro para que eu conhecesse o pedreiro. – Boa tarde, Pedro! – Ô, Patrão! – um aperto de mãos – Tudo certo? – Fora o calor, tudo em cima! – disse o meu pai, olhando pra mim. – Esse aqui é o meu muleque, Rodrigo. – Fala guri! – ele apertou a minha mão, e eu por pouco não gritei tamanha a força que ele impôs naquele gesto – Belezinha? – Beleza. – respondi meio a conta gosto, pois não queria estar ali (pelo menos era o que eu pensava até aquele momento). – Seguinte Pedro: Preciso arrumar uma ocupação pro garoto aí, e pensei que ele pudesse servir como ajudante pra você. Quem sabe assim ele deixa de trazer o boletim cheio de notas vermelhas pra casa? O cara me dá uma olhada de lado, e pela sua cara vejo que ele não gosta muito da situação. – Seu Ronaldo, o tranco aqui é pesado. O senhor tem certeza que ele aguenta? – Aguenta, fica tranquilo! Quero que ele seja tratado como um servente mesmo, não como patrão. Não dá moleza não, entendeu? – disse meu pai, de maneira meio bruta, virando pra mim. Nisso o pedreiro fala, resignado: – O senhor é quem sabe, seu Ronaldo. – Se eu souber que você fez corpo mole, Rodrigo, você já sabe... Eles continuaram por mais alguns minutos, e meu pai quis dar uma supervisionada rápida na obra. O pedreiro foi junto. Eu ainda tinha aquelas dúvidas cruéis sobre a minha sexualidade, já que desde os 13 anos, percebia que sentia atração também por homens e que essa aumentou muito quando uma vez acabou rolando um troca-troca com um primo meu, que na época era uns dez anos mais velho. Assim que eles se afastaram, passei a reparar no pedreiro. Ele tinha por volta de seus 40 anos, a cara fechada, alto, grandalhão mesmo. Branco, a pele meio avermelhada por conta do sol forte, ombros largos, e muito forte. Tinha um peitoral moldado, de quem vivia em academia – mais tarde confirmei que era por causa da profissão. “É! Talvez não seja de todo ruim ficar trabalhando aqui com o Pedro” – Pensei quando senti um “friozinho” na barriga ao ver a figura do cara do lado do meu pai. Ele apenas já havia construído uma espécie de barracão onde ficava o material, como cimento, as ferramentas, uma ducha e onde poderíamos deixar nossas roupas. – Você trouxe alguma roupa pro serviço, guri? Ele me pergunta com cara de poucos amigos, depois que o meu pai foi embora. – Sim... – É sim senhor, Seu Pedro! E responde como homem! Notas vermelhas... Você merece um corretivo, isso sim! Ele esbraveja, mostrando que realmente havia entendido o que o meu pai disse quando falou que não era pra me tratar como patrão. – Anda! Vai se trocar e na volta, me traz alguns tijolos! E assim começou o meu castigo. […] Seu Pedro era bem calado. Apenas se dirigia a mim para dar ordens para que eu fizesse isso ou aquilo. A minha ficha de que estava ali sozinho, a quilômetros de distancia de casa e no meio do mato, com um homem bem interessante, só caiu quando mais ou menos umas duas horas depois, Seu Pedro pára o serviço (eu estava bem do lado dele), tira seu pau para fora, ou melhor, sua mangueira – o cara tinha uma jeba que até assustei – e faz xixi ali mesmo, na minha frente. Balançou o pau e guardou o bicho, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Eu fiquei de boca aberta. Ele voltou ao serviço e eu também. Notei que ele bebia bastante água. Também pudera, com o calor que fazia! Numa dessas paradas para tomar sua água, em um de seus raros diálogos, Seu Pedro me explicou que por recomendação médica tinha que tomar bastante água. – O ruim é que dá vontade mijar o tempo todo! – ele me fala, passando a mão no pau – É foda! Ruim para ele, para mim estava ótimo. Aí já dá pra imaginar o que, de fato, acontecia: O homem, de tempos em tempos, punha aquela jeba para fora e fazia o mesmo ritual: mijava, balançava e guardava novamente, tudo bem naturalmente. Eu apenas admirava. Já estava ficando difícil esconder que aquilo tava me dando o maior tesão! Isso tudo ocorreu no meu primeiro dia de trabalho. No final da tarde, fomos embora, ele então me falou que eu iria com ele de moto – o cara tinha uma CBR 600 – pois era recomendação de meu pai. Eu tentei argumentar que nunca tinha andado de moto e que tinha um certo receio de cair. – Coloca o capacete e não precisa ter vergonha. Pode segurar na minha cintura. Trepei na garupa e a princípio não segurei na sua cintura. Fiquei com vergonha. Mas na primeira curva, me desequilibrei e preferi deixar a vergonha de lado. Ele fala: – Caralho, moleque! Pode segurar em mim! – [risos] – Daqui a alguns dias você já consegue se equilibrar com as mãos pra trás. Mas, ao me assustar com o desequilíbrio e tentar segurar imediatamente na cintura dele, acabei colocando as mãos sobre a sua trouxa. Nesse momento até gelei! – Foi mal, Seu Pedro! – eu disse, meio sem graça. Quase caí! – como se ele não tivesse percebido! – Tranquilo! Isso acontece! [risos] Me ajeitei e continuamos a nossa viagem. Vez ou outra tentava me equilibrar, mas logo já estava agarrado na cintura de Seu Pedro. Agora, propositadamente, sempre pegava primeiro na sua mala. Em algum momento, me pareceu que ele estivesse de pau duro. “Só pode ser coisa da minha cabeça!” – disse pra mim mesmo, em pensamento. Aquela situação tomou conta da minha mente a noite inteira. Eu me masturbei umas duas vezes antes de pegar no sono. Acordei de madrugada, pra ir no banheiro, e ouvi alguns gemidos no quarto do meu pai... – Aaaaaaiiiiiiiiiii!... Ronaldo!... Huuuummmmmm!... Lambe mais!... Aiiiii!... Asssiiimmm!... Não pára!... Aaaaiiiiii!... Huummm!... Ele era separado da minha mãe. Na verdade, ela foi embora de casa, sem mais nem menos, e desde então, ele tivera algumas namoradas. Aquela voz, no entanto, eu não conhecia. – Cuzinho gostoso, Rita!... Você é muito puta!... “Quem será essa puta? Eu não conheço nenhuma Rita!” Ela gemia alto. Ouvi meu pai dizer: – Geme baixo, porra!... Sua cadela!... Vai acordar o Rodrigo, caralho! “Tarde demais, papai!” “ Slap!... Slap!... Slap!... Slap!...” – Ele batia na bunda dela... “Eita homem pra gostar de bater numa bunda!” – Você faz de propósito, sua puta! – Ouvi meu pai falando – Teu negócio é apanhar! Vadia! Ele voltou a bater na bunda dela, dessa vez mais rápido. Os palavrões não paravam de sair da boca dele, e ela continuou gemendo, o som abafado, talvez por um travesseiro. Eu nem me mexia. Morria de medo de ser flagrado. Isso sempre me fazia lembrar dos “corretivos” que meu pai costumava me aplicar... Desde os doze anos, toda vez que eu conseguia esgotar o limite de paciência do meu pai – que é bem curto, diga-se de passagem – ele esquentava o meu traseiro com palmadas ou chineladas. Mas eu estranhava que ele nunca me batia na frente dela. Era sempre quando estávamos sozinhos em casa. Um passo em falso e, no momento oportuno, lá estava eu, deitado no seu colo, de bunda pra cima: “Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!... Slap!...” Minha bunda ardia, queimava. No começo, eu sofria, esperneava. Com o tempo, fui me acostumando, nem chorava mais. Isso sempre aconteceu enquanto eu morei com ele, até que completei vinte e três anos e saí de casa. Ele sempre falava a mesma coisa quando terminava: – Não esquece a pomadinha! Ok? Eu me limitava a fazer que sim com a cabeça e ia mais que depressa tratar de tomar banho e me recompor, pois sabia que se deixasse que alguém percebesse alguma coisa, seria pior. Minhas lembranças foram interrompidas: – Oba! Você vai estrear o brinquedinho novo! – ouvi a mulher dizer – Cala a boca e senta no meu pau, sua puta!... Huuuuummmmm!... Issoooo!... Engole o meu pau com esse cuzão!... Assiiimmmm!... Agora, abre as perninhas!... Issooooo!.... – Aaaaaiiiiiiiii!... Esse cacetão de borracha tá me rasgando todaaaaa!... Aaaaiiii!... Ronaldooooo!... Eu imaginava aquela cena e me contorcia numa punheta deliciosa! “Essa de brinquedinho é nova – hehehe” E naquele momento, ouvindo os gemidos daquela mulher desconhecida e a brutalidade com que meu pai falava com ela, uma sensação nova, mas deliciosamente proibida, nasceu dentro de mim. Ouvi meu pai falar, dessa vez parecendo não se importar se eu acordaria ou não: – Issoooo!... Geme, sua cadela!... Sente o meu pau arrombando esse cu e esse motorzinho comendo a sua bucetinha!... Piranhaaaaa!... Aaaaaaahhhhhhhhhhh... “Eita putaria do caralho!” Meu pai é animal! Que delícia!...” Acabei gozando ali mesmo, na minha mão. Era tesão demais. Nas pontas dos pés, tremendo como vara verde, me dirigi até o banheiro. Lambi toda a minha porra, imaginando ser a dele. Dei uma mijada e enquanto lavava as mãos, olhei pro meu reflexo no espelho e, sorrindo maliciosamente, bolei algumas coisas para o outro dia. Na escola, as coisas continuavam na mesma. O “castigo” do meu pai não estava servindo para nada – exceto pra me deixar ainda mais tesudo. Matei as duas primeiras aulas. Eu não ia mesmo conseguir me concentrar. Pensava nas coisas que ouvi no quarto do meu pai e sentia meu pauzinho doer de tesão (meu pau não media mais que 14 cm). Eu não tinha muita experiência, mas já entendia algumas coisas. Sempre gostei de putaria. Sempre fui punheteiro. E naquele momento eu entendi, ou melhor, compreendi algumas coisas. “Garotos? Não! Não vejo graça! Meu negócio é homem feito! Maduro!” De repente, me lembrei do Seu Pedro. “Não vejo a hora de chegar ao meu “castigo”! E de novo aquela sensação, gritando lá dentro do meu eu! Aquela sensação proibida, pecaminosa! Minha cabeça fervilhava com esse pensamento proibido, eu tentava resistir mas era difícil!... Não consegui resistir. Corri no banheiro e toquei uma punheta deliciosamente proibida! “Geme baixo, porra!... Sua cadela!...” “ Slap!... Slap!... Slap!... Slap!...” “Você faz de propósito, sua puta! Teu negócio é apanhar! Vadia!” Era em mim que meu pai dava aquela bronca. Era na minha bunda que ele acertava aqueles tapas... E era no meu cu que ele socava a sua rola! O suor que escorria molhou bastante a camiseta do meu uniforme. Eu gozei tanto que a porra sujou a porta do compartimento onde eu estava. “Caralho! Eu to com tesão do meu pai!” E, de repente, tudo ficou claro pra mim. Meu pai gostava disso! Ele gostava de subjugar! Mas... será que ele também sentia prazer fazendo isso comigo? Olhei no relógio. Logo o sinal tocaria dando início ao intervalo. Me arrumei depressa e saí. Terminado o período naquele dia, fui correndo pra casa. Tomei um banho caprichado – mesmo sabendo não adiantar muito – fazia o maior calor! Resolvi vestir um shorts. Um pouco por não suportar calças e também porque adorava exibir minhas pernas, grossas e com poucos pelos, que todos elogiavam. Coloquei meus óculos escuros – pra admirar melhor a paisagem – , peguei o ônibus e fui para o meu “castigo” como servente de pedreiro. Quando cheguei, Seu Pedro me cumprimentou, dessa vez um pouco mais “caloroso” que no dia anterior. Pude notar que ele reparou nas minhas pernas e provavelmente na minha bunda. Mas eu também exagerei, tinha colocado um shorts de náilon vermelho e de tecido brilhante, que era um pouco curto. Fui lá no barracão e troquei pela calça velha que havia deixado lá. De repente uma surpresa, assim que voltei do barracão: – Pensei que você fosse ficar de shorts, Rodrigo. – Eu até pensei, Seu Pedro. Mas achei melhor trocar. – Ah... Não é bom mesmo. O cimento costuma queimar a pele da gente. “Pra quem é tão calado... Um comentário desses!...” Comecei a reparar que, durante as suas mijadas ele se demorava mais do que o normal balançando aquela rola, chegando até mesmo, em algumas vezes, quase excitá-la. Eu não perdia nenhum desses momentos, ficava torcendo para que ele sempre mijasse quando eu estivesse do seu lado. Quando isso acontecia, eu não tirava o olho, principalmente, porque nesse dia tinha a desculpa de estar usando óculos escuros. Eu tinha levado uma garrafa de água, e de vez em quando também dava minhas mijadas ali na frente dele mesmo. Assim, foi correndo a tarde, teve, então, uma hora, que me deu a maior vontade de mijar. “É agora ou nunca!” A princípio fiquei receoso, mas depois apertei o botão do “foda-se!” e relaxei. O máximo que poderia acontecer seria ele se recusar e me dar uma bronca. Eu me safaria rapidinho. Mas, diferente do Seu Pedro, quando eu ia mijar, me virava de costas para ele e abaixava as minhas calças até aos joelhos. Eu sempre fazia assim e não seria agora que faria diferente. Deixava a mostra a minha bunda, de propósito. Não que eu seja convencido mas... ela é bem apetitosa. Depois da minha primeira vez, percebi que a cada vez que ele mijava o seu pau estava sempre mais e mais duro. No final do dia, eu já não aguentava mais. Mas tudo que o Seu Pedro fazia era ficar balançando aquela rola enorme. Cheguei a pensar que ele estava me provocando. Quase perdi o controle. “Quer que eu balance pra você, Seu Pedro?” Mas eu tinha receio. Além de ficar zangado, e se ele contasse pro meu pai? Depois, notei que ele usava aliança. E acho que em algum momento ele me falou que tinha dois filhos. Um deles, inclusive, um pouco mais novo do que eu. Uma nova parada. Ele joga a enxada no chão. – Eita, sede da porra! – Ele entorna a garrafa de uma vez... – Aaahhhhh!... Shlep! Ele passa a língua nos lábios, soltando algumas gotas de saliva e dá uma cuspida forte no chão. Nova mijada. A rola quase dura. O jato forte da sua mijada vai longe. Eu perco a noção de perigo não consigo parar de olhar. Ele termina de mijar, balança e eu continuo olhando. E novamente, ele não faz nada... A terceira surpresa do dia... Passava das cinco. Ele fala: – Vamos terminando por hoje, Rodrigo. “Ah! Não!...” Juntamos as ferramentas e fomos guardar. No barracão, ele tirou a roupa na minha frente. Quase pirei quando vi que estava sozinho ali, com aquele homem completamente pelado. Eu o admirei dos pés à cabeça. O corpo do homem parecia esculpido. Ele tinha pelos na região do tórax – e que tórax! – , pernas bem torneadas e aquela tromba de elefante com uma cabeçorra rosada, a qual eu já estava até mesmo familiarizado. Enquanto ele tomava a sua ducha eu o fiquei admirando, fazendo o possível para que ele não percebesse. Mais tarde descobri que não consegui ser discreto o suficiente. A melhor parte dessa surpresa foi que ele, assim como eu, não iria embora de calças, como no dia anterior. Ele colocou uma bermuda de tactel azul e, pro meu desespero, não pôs a cueca. – Cueca me aperta demais, Rodrigo! “Que ousado!” Eu, não deixei essa escapar: – Também, Seu Pedro!... Com essa rola enorme! Eu fui tomar banho e percebi que também fui admirado. Propositadamente, deixei o sabonete cair uma porção de vezes... Quando terminei, ele estava do lado de fora, me esperando. Próximos da moto estavam dois capacetes. Colocamos cada qual o seu e assim que ele montou, eu subi atrás. Na mesma curva do dia anterior, eu me desequilibrei e de caso pensado, me agarrei na sua rola. “Ele tá de pau duro!” Ele, na lata: – Não precisa se avexar, Rodrigo! Enquanto a gente não chega no bairro, pode continuar segurando aí mesmo! Eu fiz o que ele mandou, na maior cara de pau. Ele andou mais alguns metros e virou a moto. – O que aconteceu, Seu Pedro? – Eu esqueci uma coisa lá. Vamos voltar. É rapidinho. Chegamos no lote novamente e eu fiquei esperando do lado de fora. Confesso que estava meio sem graça, afinal eu vinha agarrado no pau do Seu Pedro como uma piranha e de repente a coisa tinha esfriado. Mais um tempinho, e eu viria a descobrir que não! – Rodrigo! Chega aqui! – ele me grita lá de dentro. Eu entrei no barracão e fiquei sem palavras. Estático! Seu Pedro estava completamente nu, com a rola gigantesca apontando pra cima. – Você quer, não quer? Eu tava meio abobado, mas não me fiz de rogado. Me ajoelhei na frente daquele macho e fui mamando aquela tora! Que delícia de tora! Passava a língua, lambia, lambia... parecia um moleque morto de fome! Tentava engoli-la mas não conseguia devido ao tamanho e principalmente à grossura. Eu não tinha percebido, talvez porque procurei não dar bandeira, mas agora eu podia constatar. A rola era descomunalmente grossa do meio do corpo até a base, sendo que próximo da cabeça, ele ficava – só um pouco – mais fino. Eu fiquei chupando aquele caralho como se o mundo fosse acabar. E o mais interessante: Aquele Seu Pedro calado, sério e de poucas brincadeiras, nessa hora se transformou num brutamontes completamente autoritário e boca suja. – Veadinho! É pra isso que você serve! O servente mais gostoso que eu já tive! Chupa meu caralho! Chupa! Anda! Engole essa porra! – ele falava alto, em tom severo. Cheguei a ficar com um pouco de medo, e nessa hora as lembranças vieram fortes. “ Slap!... Slap!... Slap!... Slap!...” “Você faz de propósito, sua puta! Teu negócio é apanhar! Vadia!” Ele segurou a minha cabeça e fodeu forte a minha boca. Tão forte que seu pau parecia rasgar a minha garganta, me provocando ânsias. E continuou falando alto, a voz carregada de tesão e luxúria: – Issoooooo! Assim! Engole vagabunda! Piranha! Teu pai te trouxe aqui pra isso! Pra ser esculachada! É pra isso que você serve, veado! “Issoooooo!... Geme, sua cadela!... Sente o meu pau arrombando esse cu!.. Piranhaaaaa!... Aaaaaaahhhhhhhhhhh...” – eu ouvia meu pai falando e me sentia no lugar da tal mulher. Essa lembrança me deu tanto tesão que num rompante, tirei a boca do pau do Seu Pedro e soltei: – Foi pra isso mesmo que o meu pai me trouxe aqui, Seu Pedro! Esse foi o “castigo” que ele me deu por ter tirado notas ruins. – Eu dava lambidinhas na cabeça da rola enquanto falava – E o senhor ouviu a ordem: “Nada de moleza!” “É pra tratar ele como servente, não como patrão!” – Um servente muito mole! Que só sabe babar quando me vê mijando, caralho! – Vai Seu Pedro, não me dá moleza, não! Senão eu conto tudo pro meu pai! – Falei entre chupadas e lambidas no pau dele. – Conta, veadinho! Seu puto do caralho! Conta que é bem capaz dele querer socar a vara em você, seu porra! – Eu sempre quis isso, Seu Pedro! Sempre... Dei uma bela chupada na rola dele e completei: – Agora eu quero em dobro! Quero ele e você juntos! Ele se afastou um pouco, e me olhava enquanto balançava aquela jeba. Fiz que ia me aproximar, mas ele impediu: – Seu veado escroto! Se eu fosse teu pai, te cortava na cinta! Veado! E ainda ia te comer todo dia. Ia foder essa sua boquinha toda hora! – Um passo na minha direção e ele fala: – Ele não sabe o que tá perdendo! – E eu ia ser o filho mais estudioso e obediente do mundo, seu Pedro! Ele veio se aproximando. O tesão dele aumentou me ouvindo falar que tinha tesão no meu pai: – Chupa meu caralho daquele jeito... vai! Daquele jeitinho que você quer fazer com o seu pai! Depois você vai me contar direitinho essa história! – Só se o senhor me presentear com seu leitinho, Seu Pedro!... – Ah... Hoje você vai se fartar! Prometo! Chupa, vai, safado bebedor de leitinho! Hoje a minha porra é todinha sua! Bota na boca... Olha aí, ela já tá babando! Passa a língua na cabeça... Engole a minha baba, vai veado! Amanhã eu vou ter uma conversinha com o patrão!... Ah! Se vou! – É pra já! Hummm...! Hummm...! Que delícia! Salgadinha! – Chupa! Ohhhhhhhhhhhh... Caralho! Ohhhhhhhhh...! Seu escroto! – Sua pica é muito gostosa! Hummm...! Hummm...! Gostosa! Hummm...! Hummm...! – Isso, garoto! Isso! Arhhhhhhhhhh...! Isso, todinha! Arhhhhhhhhh...! Arhhhhhhh...! – Fode minha boca, Seu Pedro!... Mete Forte!... Aaahhhhhh!.... – Assim? Hum! Hum! Hum! Hum! Ahrrrrr...! Engole, safado! – Ai! Fiquei sem ar! [risos] Hummm...! Hummm...! De novo! – Hum! Hum! Hum! Hum! Aguenta firme, moleque! Ahrrr...! Hum! Hum! Hum! Hum! Ele metia forte, sem dó! Novamente fiquei sem ar. Meti a boca nos ovos dele. – E essas bolas? Hummm...! – Todinho! Bota o saco todo na boca! Ohhhhhhhhh...! Que boquinha! Caralho! Abre a boca... Isso! Hum! Hum! Hum! Hum! Fica assim! Hum! Hum! Hum! Hum! – Ahhh... Que rola gostosa, chefinho! Nisso, fui empurrado e caí em cima de uma pilha de sacos de cimento que foram forrados com uma toalha de banho. Ele se inclinou e começou a me lamber, enquanto bolinava o meu corpo com aquelas mãos ásperas. Me virou de costas e foi lambendo minha nuca, orelha e pescoço, me mordia nas costas, e dava lambidas por ela até chegar à minha bunda, onde deu mordidinhas de leve e sem eu nem ao menos esperar – eu nem imaginava que se fazia isso e que fosse tão bom, acho que foi aí que percebi que eu era mesmo gay: – Fica de quatro... Vira esse botãozinho pra mim! Esse homem lambeu meu cu de tal forma que eu quase desfaleci de tesão. – Aaaaiiiiiii...! Que coisa boa, Seu Pedro! Que língua gostosa! Isso, chefinho!... Ai, chefinho! Ele sugava com uma força, uma voracidade, até que começou a empurrar a língua: – Issoooooo! Geme com a minha língua! Que botãozinho gostoso! Hum! Hum! Hum! Hum! Hum! Hum! Hum! Hum! Ele me pôs na posição de frango assado e veio por cima. Fizemos um meia nove delicioso! Eu com aquela trozoba na minha boca e ele cravando a sua língua na minha bunda... forçando a abertura do meu cu! – Aaaaiiiiiii!... Que delícia! Isso, Seu Pedro! Empurra mais! Aaaaiiiiiii!... – Abre bem a bunda! Com suas mãos... Isso! Assim sinto seu gostinho bem fundo... Engole minha pica, caralho! Isso! – Deliiiiiicia, pai! Ohhhhhhhhhhhhh...! Mais fundo!... Ooohhhhhhh...! – Isso... Me chama de papai, chama! Faz de conta que eu sou o seu pai! Mexe essa bunda na minha cara e aperta esse cu. Hum! Hum! Hum! Hum! Hum! Hum! Hum! Hum! Assim mesmo! Vou meter bem fundo... Sente! Hum! Hum! Hum! Hum! – Ai, papai! To quase gozando! Ahrrrrrrrrrrrrr...! – Então toma minha pica! Também to com o seu leitinho no bico da mamadeira! – Hum! Hum! Hum! Hum! Hum! Hum! Hum! Hum! Hum! Hum! Hum! Hum! Ahrrrr! – Assim! Assim! Ahrrrrr...! Ohhhhhhh...! Assim! Tá pertinho! Hummm...! – Goza, Seu Pedro! Enche minha boca de leitinho! – Agora, moleque! Lá vai! Ahrrrrrrrrrrrr...! Ahrrrrrrrrrrrr...! Bebe, safado! Ahrrrrrrrrrrrr...! Tem mais! Engole essa! Ahrrrrrrrrrrrr...! Ahrrrrrrrrrrrr...! Bebe, Rodrigo! Ahrrrrrrrrrrrr...! Caralho! Ahrrrrrrrrrrrr...! – Papai! Quanta porra! Ahhh! Vou gozar! Ahhh, papai! – Goza, filhote! Isso! Isso! Goza mais, caralho! – Ahrrrrrrrrrrrr...! Ahrrrrrrrrrrrr...! Ahrrrrrrrrrrrr...! Ahrrrrrrrrrrrr...! Nossa pai! Que gozada! Aaaahhh...! Aaaahhh...! Delícia, Seu Pedro! [Risos] Ele estava de pé ao meu lado, enquanto eu continuava deitado sobre os sacos de areia, o corpo todo melecado de porra. – Vem, safado! Vamos tomar outro banho! Você tá todo lavado de porra, seu porco! – Ele falou secamente, como se nada daquilo tivesse acontecido. – Adoro o senhor, Seu Pedro! Ele me dá um tapinha na cara: – Veado! Você adora é a minha rola! Seu pedro me carregou no colo, até o chuveiro. Com uma ousadia que eu não esperava que ele tivesse, me tascou um beijo na boca. Eu que até então só tinha brincado com um primo quando tinha treze anos, agora estava ali sozinho com aquele homem que tinha idade pra ser meu pai e acabara de me proporcionar o melhor momento de prazer da minha vida – até então. Ele continuava de pau duro e com o maior tesão. O meu piruzinho também não tinha baixado. Entramos juntos embaixo do chuveiro e ele começou a falar: – Garoto, sempre fui louco para pegar um rapazinho como você, playboy da zona sul. Sempre tive a maior tara! E no dia que te vi pensei: essa é minha chance. To na maior seca, minha mulher tá viajando, e eu fico só na punheta! Quando vi você admirando de boca aberta a minha rola eu quase não acreditei. E aí você segurava com essa sua mãozinha delicada em cada curva fechada que eu dava de propósito. Aí sim tive a certeza que você estaria no papo. Nem prestávamos atenção no tempo. O tesão ainda era grande demais. – Então você tem tesão no teu pai? [risos] – Ele sabe disso? Eu ri meio sem graça. Achei que tinha falado demais. E se ele contasse alguma coisa pro meu pai? Afinal, eu nem conhecia ele direito. Ele bem que podia acabar falando demais. – Você falou que queria eu e ele socando a vara em você! [risos] – Teu pai é um cara de presença, Rodrigo! Tenta a sorte! Quem sabe não dá certo? – Você teria coragem?... – O que? Se meu filhote quisesse? Lógico! O muleque tem quase a tua idade... mas ele é chegado numa bucetinha! Mas, se rolasse... por mim, numa boa! Pelo menos ficava em família. [risos] – Safado! E ele, falando com autoridade: – Olha o respeito, seu pirralho! Terminamos o banho, trocamos de roupa e fomos embora. Antes de sair ainda dei mais uma mamada na rola dele, e dessa vez, além de me obrigar a engolir tudo, ele me forçou a segurar o pau pra ele dar uma senhora mijada: – Aaahhhhhh... Quase que tu leva esse mijo na boca, muleque! Eu dei um sorrisinho e ele ainda falou: – Muleque escroto do caralho. O teu pai nem imagina o veadinho que você é! “Será?”

PAPAI BEBADO ME FEZ DE PUTINHA COM MEUS 3 TIOS

Olá como havia prometido contaria a história da suruba que meu papai armou para mim, no conto anterior eu já contei a história minha e do papai, mais essa história de agora vem com muito mais putaria e rola pra todo o lado. Tudo começou depois que eu tinha dado o rabinho para o papai ele começou a me comer todos os dias, e cada vez com mais vontade, certo dia papai me convidou para ir com ele a um churrasco só para homens na nossa fazendinha que fica bem retirada da cidade e o vizinho mais perto é a uns 2 km, nesse churrasco iria ele e seus 3 irmãos, detalhe todos mais novo que ele e gostosos iguais, peludos grandões e o melhor com uma rola enorme como a dele que eu descobri algum tempo depois. Quando chegamos na fazendinha, desci na caminhonete e comecei a descarregar as malas até o momento tinha chegado apenas eu e o papai, enquanto eu descarregava papai só observava e do nada ele entro e foi no banheiro mijar deixou a porta aberta, quando eu passei pelo banheiro ele me chamou e mandou eu chupar sua rola, eu me ajoelhei e como um filho obediente fiz oque ele mandou adorando tudo aqui é claro, mais do nada os meu titios chegam e estragam o banho de leite que eu tenho certeza que ia ganha. Depois que eles chegaram eles e o papai começaram a conversar, conversaram muito enquanto eu organizava tudo na casa, depois de horas conversando eles entraram para dentro e começaram a preparar tudo para o tradicional churrasco gaúcho, minha família é gaúcha, depois que a carne estava no fogo e tudo a caminhos andados, meu papai e meus tios estavam na área de lazer ao redor da piscina enchendo a cara de whisky, vodka e a as mais diversas bebidas caras, que gente rica bebe, depois de umas e outras começaram a falar de sexo, papo normal entre machos alfas como eles, porém eu não era habituado a ouvir tanta putaria, meus tios contavam como fodiam minhas tias e as outras que eles pegavam, papai também falava das experiências que tinha com a mamãe na minha frente como eles se chupavam e tudo mais até que do nada meu pai olha para mim bêbado e faz um sinal para mim entrar e logo atrás vem ele, quando entramos na casa ele me encoxa e fala: --- Olha só o estado que minha rola tá essa noite se cu vai ganhar ela inteirinha. Voltamos para fora com meus tios, e o mesmo papo continuava eu fui para dentro me punhetar não aguentava mais de tesão de tanta putaria que eu já tinha ouvido, fui para o banheiro e bati um e gozei horrores, fiquei lá por dentro. Neste período que eu fiquei lá dentro meu papai contou aos meus tios gostosos tudo sobre como ele me comia e tudo mais e eles armaram de me pegar os 4 depois do jantar, claro todos bêbados não faziam idéia do que estavam fazendo, detalhe sei disso porque no outro dia papai me contou tudo. Voltei lá para fora na hora do jantar, jantamos e continuaram bebendo quando do nada papai levante e tira a roupa ficando só de cueca branca e pula na piscina, meus tios fizeram o mesmo, detalhe todos estavam de cueca branca, quase sempre estão me matando de tesão com aquelas cuecas box branca com detalhes em preto, OOOO Delicia, depois que todos estavam na piscina papai disse: --- Tira essa roupa e pula aqui conosco Eduardo; Não pensei duas vezes tirei toda a roupa fiquei só de cueca vermelha e pulei na piscina. No momento em que eu pulei tinha uma bola de vôlei perto da piscina e papai pegou e começamos a jogar quando do nada os 4 me cercaram e papai disse: --- Dai minha putinha pronto para ficar de cuzinho ardido; Tio Cláudio olhou para mim e falou hoje você vai levar muita rola e leite se é oque você gosta como o seu pai falou, papai interrompeu e falou: --- Oque Cláudio vocês vão ver a puta profissional que eu tenho em casa E do nada todos começaram a passar as mãos pelo meu corpo apertar minha bunda, dedilhar meu cuzinho e eu amando tudo aquilo não fazia nem falava nada, quando de repente tio José fala vamos sair da piscina e ir ali na mesa. Saímos da piscina fomos para a mesa quando chegamos la eles rasgaram a minha cueca e tudo começou ele me fizeram chupar as rolas dele de duas por vez e punhetando mais dois, do nada comecei a levar banho de leite todos gozaram em mim era muita porá que saia daquelas rola cheias de veia e pelos com a cabeça bem vermelhinha e aquelas bolas enormes que eu chupava com vontade, ele gozaram em mim me deixando branco de leite. Mais não acaba por ai, depois de levar aquele maravilhoso banho de porá começou a entrar dedos no meu rabinho enquanto eu chupava outras rolas, quando eu me dou por conta papai já estava com 5 dedos afundados no meu cuzinho e eu adorando é claro, quando eu estava bem largo ele olha par um dos meus tios e fala: --- Pode vir agora é só socar a tora até o talo sem dó Quanto eu ouvi aqui meu tesão aumentou mais eu eu comecei a pedi me come por favor fode esse rabo me aragaça acaba com cada prega do meu cu, foi quando eu sinto a rola do tio José a maior de todas entrando no meu cu ele encosta a cabecinha e mete mete mete e me faz gemer feito uma puta cadela no cio, eu peço mais e mais. Tudo isso enquanto os outros se punhetavam e o papai socava o pau na minha boca me fodendo a boca muito gostoso, titio josé para e adivinha goza dentro do meu cuzinho de novo e fala gozei mais estavam todos com camisinha pensei perdi o leitinho, foi quando titio pegou um copo de whisky vazio e despejou toda a porá dele lá, e deixou em um canto e depois foram revezando uma vez um outra vez outro no meu cu até que todos me foderam muito e eu pedindo mais e mais rola como uma puta, sem parar eles todos em cada gozada colocavam os seus leitinhos nos copos eles chegaram a encher uns 4 copos de whisky, pensei que estavam guardando para jogar no meu corpo mais para a minha sorte quando tudo acabou eles molharam os paus na porá e foram colocando aos poucos na minha boquinha me fazendo tomar e oque sobrou de porá eles misturaram tudo em um copo só e me fizeram beber feito aquelas putas de filme pornô sabe me senti uma daquela nessa foda. Só de escrever esse conto fico de pau duro. UAHUSHUASHUAS Depois daquela foda ficamos mais 4 dias no sítio e cada dia um me fodia a hora que queria, eu tava adorando mais meu cuzinho já tava assado de tanto levar rola com força e que força nas socadas deles, Delicia tesão só de lembrar, até hoje sempre quando eu me encontro com algum tio desses eu dou o rabinho ou chupo o pau deles para ele gozarem em mim, adoro isso mais a prioridade está para o meu velho que me fode sempre que tem vontade mesmo ele e minha mãe continuando casados e eu namorando uma mulher, e dando o rabinho para muitos machos por ai. Se quiserem mais contos é só comentarem esse aqui pedindo mais contos. Tenho muitas histórias que lhes farão gozar horrores desde fodas em lugares normais a fodas em lugares exóticos como banheiro públicos e muitos outros. Beijos a todos desejo muitas fodas rola e bundinhas a todos. Com muita cobertura de leitinho de macho. JKR

DEI BANHO NO PAPAI E ELE ME COMEU...

Olá me chamo Eduardo (fictício) tenho 19 anos 1,80 de altura corpo malhado moreno uma bunda que faz inveja em muitas gostosonas por ai, e uma rola de 18 cm, tudo oque vou contar aqui aconteceu realmente. Eu quando era pequeno tomava banho com o meu pai mais nunca tinha sentido nada por ele, meu pai é um cara de 39 anos de idade copo grandão peludo pele morena coxas e bunda maravilhosa, então como disse sempre tomava banho com ele mais nunca senti desejo por ele apesar de ficar olhando o pau dele que me surpreendia por ser grande e o meu pequeno, porque era criança. Porem depois que eu tinha uns 9 anos eu e um primo meu descobrimos uma revista pornô no quarto do meu tio e começamos a nos punhetar e eu senti um puta tesão pelo meu primo que é gostoso de mais hoje em dia, desde aquele dia eu sinto tesão e desejo por rola de macho, eu mesmo com 9 anos continuava a tomar banho com meu pai de vez em quando, e foi em um desses banhos que tudo começou uns 10 dias depois que eu e meu primo nos punhetamos eu fui tomar banho com o meu pai estava tudo normal até ele começar a ajudar eu a me lavar como sempre fazia, só que naquele dia foi diferente eu passei sabonete no meu pai e lavei o pau dele mais ele sem malicia alguma deixou quieto porem eu estava morrendo de tesão por aquela rola de 21 cm e grossa, os nossos banhos deixaram de acontecer desde esse dia. Muitos anos se passaram eu já tinha 16 anos até que ocorreu uma tragédia que se tornou em prazer. O meu pai é um advogado renomado na cidade e ele pegou um caso de homicídio e acabou pagando o preço por ter pegado esse caso, em um dia qualquer ele voltava para casa e foi assaltado e levou dois tiros um no braço direito e outro passou de raspão na mão dele, desde esse dia ele precisava da ajuda de minha mãe para se banhar, até ai nada de mais porem certo dia minha mãe precisou ir viajar e eu fiquei encarregado de ajudar o meu pai em tudo, ai minha festa começou eu planejei tudo oque eu feria com o macho dos meus pensamentos durante minhas punhetas e minhas fodas com amigos. Neste mesmo dia há noite chegou a hora de meu pai tomar banho, ele me chamou e pediu se eu o ajudaria, eu claro super disposto fui até o banheiro do seu quarto e comecei a ajudar ele a se despir quando ele estava só de cueca, uma cueca branca que marcava a rola, exalava cheiro de macho suado sabe aquele odor que te embriaga de tesão e vontade de pora, quando eu percebi aquilo meu pau ficou duro como rocha! Levei meu velho até o banheiro entramos no box e comecei a lhe dar banho, quando chegou em umas tantas chegou a hora de lavar seus pés quando eu aproveitei para ficar perto de sua rola ainda dentro da cueca, esfreguei seus pés e subi, olhei para ele e pedi se podia lavar seu pau ele me olhou e falou claro que sim. Eu fui tirando sua cueca e peguei aquele mastro com veias grosas e gostoso na mão! Peguei sabonete passei bem no seu pau e comecei a fazer leves movimentos de punheta sua rola ficou dura feito ferro na hora, nós nos olhamos eu subi e olhei em seus olhos e disse: --Não dá mais papai eu quero isso na minha boca. Ele olhou para mim e disse: --Ta esperando oque viadinho chupa; Eu olhei a ele e pedi verdade ele disse vamos chupa quero ver se você sabe mesmo oque ta falando. Quando eu abaixei aquela rola dura na minha cara eu coloque tudo oque pude na boca e comecei a chupara chupava a cabeça as bolas e o pau inteiro fazia garganta profunda e tudo mais, ele gemia feito um cavalo e pedia mais passaram-se uns 10 minutos ele anunciou que ia gozar eu acelerei minhas chupadas e deixei ele gozar na minha boca e tomei todo o leitinho dele que de tanto que era escoria pelos cantos da minha boca. Logo depois do boquete ele me olha e fala --Deixa eu comer esse cuzinho; --Só se for agora papai; Ele me levou para a cama dele e da minha mãe e começou a me chupar os peitos me morder o pescoço e ao mesmo tempo dedilhando meu cuzinho de repende ele me joga de 4 na cama e cai de boca no meu cuzinho me levando a loucura eu gemia e pedia mais tava igual uma puta no cio e socava aquela língua enorme e áspera no meu cu que parecia que era um pau que entrava no meu rabinho. --Filhinho vou te foder agora e sem camisinha Eu parei e pensei vai doer mais é minha chace Ele começou a tentar enfiar mais como era muito grosso não conseguiu foi quando ele pegou um óleo para o corpo da minha mãe e passou no meu rabo e no seu pau e dai foi ele colocou a cabeçona e esperou um pouco e depois do nada ele socou tudo até o talo me fazendo soltar um grito no momento que ele socou ele ficou parado para o meu cu se acostumar com sua rola e depois começou a bombar forte muito forte me fazendo gemer e gozar sem se quer encostar em meu pau. Nós fodemos por uns 40 minutos nesse tempo gozei 3 vezes. Depois da foda ele encheu meu cu de leitinho e me olhava e falava que viadinho que eu tenho em casa agora vou te comer sempre que puder e você vai chupar meu pau todo o dia eu concordava com tudo. E é assim até hoje eu e meu pai fodemos diretão mesmo eu estando namorando com uma mulher ele me fode e eu adoro . Só que agora meu tios também sabem uma hora dessas se vocês gostarem desse conto eu libero uma história da suruba com o papai e os 4 irmãos dele. Beijos muitas rolas e litros de porá a vocês!

SOBRE OS VIDEOS DOS SEGURANÇAS

FELIZ ANO NOVO GALERA,TUDO DE BOM E DO MELHOR PRA TODOS

OS VIDEOS DOS SEGURANÇAS AQUI PRA ME ELES ABREM NORMAL,VCS TEM QUE VER SE OS PCS DE VCS ESTAO BLOQUEANDO ESSES VIDEOS

POIS AQUI ELES ABREM NORMAL,CLIQUEM NO LOGOTIPO DO XVIDEOS PRA VER ELE ABRE A PAGINA DO VIDEO NO PROPRIO SITE.

BEIJOS A TODOS E ARRASSEM COM SEUS PAUS PRA FORA!!!!!!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

PEGANDO O VIZINHO


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6 FAZENDEIROS HOT


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JOVENS EMPRESARIOS

domingo, 6 de janeiro de 2013