sábado, 20 de junho de 2015

O DIA EM QUE CONHECI FABIO

Era um Sábado à noite, e eu estava me arrumando pra ir no aniversário do meu amigo Alberto. Roberto é um dos meus melhores amigos; é gay, assim como eu. Me arrumei bastante e fui... Ao chegar na casa do Alberto, vejo que já tinha muita gente; falei com alguns amigos que estavam ali e fui dar um abraço no meu amigo, que estava sentado numa mesa com uma galera. - Feliz aniversario, querido! - o abracei e lhe entreguei um presente Ele agradeceu e pediu pra eu sentar com eles. Peguei uma cadeira e sentei com eles. Foi aí que o Alberto começou a me apresentar o pessoal. Mas quem mas me chamou atenção foi o primo dele, que estava ao seu lado.Ele se chamava Fábio. Eu não conseguia tirar os olhos dele... Ele era lindo: branquinho, cabelo liso, olhos pretos, em forma, alto. Acho que ele percebia que eu havia curtido ele, pois ele tambem olhava pra mim e dava um sorrisinho. Às 20:30 cantamos os parabéns, serviram BOLOS, doces e salgados...e depois foi só cerveja. Eu jà estava em outra mesa com outra galera. O pessoal começaram a levantar e eu levantei tambem... Já estava um pouco esquentado com a cerveja, aí comecei a me soltar. Dançando e sempre olhando pro Fábio, que permanecia sentado, olhando os outros dançaram. Estava com vontade de mo mijar, o banheiro que ficava no corredor da sala estava com uma fila desgraçada, então falei com o meu amigo e ele me liberou pra usar o do seu quarto. Ao chegar lá, percebo que ja tinha alguem no banheiro...sentei na cama e fiquei esperando a pessoa sair. Segundos depois, sai um homem de dentro do banheiro; ele olha pra mim dos pés a cabeça e fala um "OPA". Respondi e entrei no banheiro. Mas quando abro a porta do banheiro, o tal homem ainda estava lá sentado na cama. - rapazinho, senta aqui pra eu ti perguntar uma coisa. - falou o homem, que já estava bêbado Sentei na cama meio desconfiado e perguntei o que ele queria comigo. - só quero saber uma coisa. Seja sincero e me responda ...você é homossexual? - porque voce está me perguntando isso? Nem te conheco. - falei e fui saindo do quarto, quando ele segura meu braco e diz... - garoto, não seja assim... Você acha que isso é bonito?? Tá rebolando feito uma putinha no meio do povo... Naquele exato momento, o Fábio chega no quarto e vê a cena. Ele olhou pra mim com um olhar, acho que de pena, não sei direito, mas ele me salvou daquela humilhação. - venha Jay, não esquenta com ele porfavor. Ele está bêbado. - falou, me levando pra fora do quarto. Fábio me levava pra fora da casa, ainda segurando em meu braco. Mas aquilo que aquele homem me disse, havia mexido comigo... Nunca havia passado por algo parecido. Tirei a mão do Fábio de mim e sai correndo pra fora da casa, queri sair daquele lugar o mais rápido possivel...e consegui. Eu moro no mesmo bairro que o Alberto, então logo cheguei em casa, já estavam todos dormindo... Deitei na cama, comecei a chorar e logo peguei no sono. No domingo, acordei com um pouco de ressaca, peguei o celular e tinha 3 chamadas perdidas do Alberto. Me levantei da cama, fui tomar banho. Ao terminar o banho...Como havia esquecido a tolha na cama, saí do banheiro, pelado. Mas me deparo com Alberto e Fábio sentados em minha cama e rindo da situação... Rapidamente peguei a toalha e me cobri. - porque voce não avisa que vai aparecer hein, Alberto?? - Ah , voce não atendia minhas ligações aí eu vim... Porque vc foi embora ontem sem falar comigo? Olhei pro Fábio, que tambem me olhava firme pra mim e balançou a cabeça, ascenando para eu não contar o ocorrido. - Ah , eu bebi demais, ja estava tonto...pra não cair por lá mesmo resolvi vir antes... - Atah, mas poderia ter me avisado. Fiquei preocupado. Agora deixa eu ir no seu banheiro mijar - Alberto entrou no banheiro e eu fiquei sozinho no quarto com o Fábio... - Porque voce fez eu mentir pro meu amigo? - perguntei pro Fábio - Pra não ter problemas. - disse ele - Que tipo de problemas?? - Aquele homem é o tio do Alberto... meu pai. Meu Deus! O pai do Fábio é aquele homem escroto. Respirei fundo e falei: - porque você não me disse isso antes??? - eu ia te dizer, mas você saiu correndo...não deu tempo. - ok! - vai ficar com raiva de mim? - não. Deixa pra lá. Afinal, nem te conheco direito - mas não está afim de me conhecer melhor?? Naquele momento, Alberto volta do banheiro e diz que eles vão à praia e me convida pra ir com eles. Recusei o convite, pois queria ficar em casa descansando. Passei o domingo todo em casa, mas às 19:30, recebo uma visita. Minha mãe vai até o meu quarto e avisa que meu amigo estava na porta me chamando. Achei que era o Alberto ou um dos vários que tenho, então pedi pra ela mandar ele ir pro meu quarto. Me surpreendi, pois era o Fábio. Ele entrou no meu quarto com aquele sorriso lindo me dando boa noite. Fiquei sem graça e pedi pra ele sentar na cama. - você por aqui?? Aconteceu alguma coisa com o Alberto? - Nada. Só vim ti ver mesmo. - Atah. - falei meio sem graça. - vai pra algum lugar está noite? - não. Vou ficar em casa. - fazendo o quê? - o que me der vontade. - e vc ta com vontade de quê? - ele falou e veio se aproximando de mim. Percebi o interesse dele e dei un beijo. Ele retribuiu! Que beijo gostoso...molhado. Ele me encostou na parede e me pegou de jeito. Fábio me beijava, passava sua lingua pelo meu pescoço e minha orelha, fiquei arrepiado e excitado com tudo aquilo. Ele ja estava com pau MegaDuro... Apertei bem o seu pau e fiquei olhando pra sua carinha safada. Ele avisa que vai botar a pica pra fora, pedi pra ele ir pra cama...aproveitei e passei a chave na porta. Subi na cama, ele estava com seu pau branco grosso de uns 18 cm pra fora. - o que você quer fazer agora? - perguntou Fábio, balançando seu pau. Eu não respondi nada, apenas me aproximei e abocanhei seu cacete. Delicioso, ele gemia muito, aí era que eu chupava com gosto... Chupei tambem suas bolas grandes, e ele batia seu pau em meu rosto. Depois de tanto chupar, peguei uma camisinha na gaveta da cômoda... Encapei o pinto dele e sentei... Eu queria que entrasse sem o gel, mas ainda tive que passar um pouco. Que sensação maravilhosa foi sentir aquele cacete entrando em mim. Comecei a cavalgar gostoso, enquanto suas mãos beliscavam meus mamilos. Os gemidinhos que Fábio dava em meu ouvido eram muito excitantes. Parei de cavalgar e ele começou a meter meter meter meter e meter... Fiquei de quatro arreganhando minha bundinha pra ele que de pé em cima da cama começou a meter. - ai que cuzinho gostoso, Jay. - Fábio falava baixinho. - não para por favor, mete mais Fabio Ao ouvir isso, era que ele metia com mais vontade... Até gozar em minhas costas o seu leitinho quente. Depois, quando nos arrumamos, ficamos conversando e ele me disse que voltaria no outro dia (segunda) pra casa, que ficava em outro bairro. Ficamos ainda por muito tempo em cima da cama nos beijando, nos acariciando, nos esfregando um no outro...até a hora dele ir... e minha mãe, graças a Deus, não ouviu nada... Eu acho...

NO BANHEIRO DA FACULDADE

O relato que eu vou contar é verídico e aconteceu a cerca de 3 meses atrás, só de lembrar eu já fico de pau duro e cu piscando. Meu nome é Márcio, moreno, 1.70m de altura, 65kg, corpo definido, e uma bunda bem redondinha e de cu guloso. Nesse dia estava morrendo de tesão, fui para a universidade a noite sem muita vontade de assistir aula e quando cheguei lá decidi perder os primeiros horários e caçar alguma coisa nos banheiros do meu setor. Depois de passar por alguns, sem sucesso, já estava perdendo a esperança de rolar alguma coisa quando entro no último banheiro e dou de cara com um moreno da minha altura e com uma puta cara de safado no mictório. Quando ele viu que eu encarei, ele virou de frente e me mostrou aquela jeba maravilhosa, devia ter uns 18cm e bem grossa, sorri e acenei com a cabeça para a gente ir no último box que era mais afastado, maior porém não tinha tranca. Assim que entramos no box ele me puxou para perto, me tascou um beijo e já foi empurrando minha cabeça para baixo para eu mamar naquele pau, não me fiz de rogado e já fui lambendo ele todo, deixando ele todo babado e depois enfiando o máximo que eu conseguia na boca, ele soltava uns gemidos baixos que me deixavam com mais tesão ainda, depois de babar muito na rola dele me levantei, abaixei as calças e me encostei na parede com a bunda virada para ele, ele entendendo o recado caiu de boca no meu cuzinho, chupou com força, linguou bastante e deixou ele bem lubrificado depois cuspiu no pau e começou lentamente a meter ele no meu cu. No início foi difícil de entrar por causa da grossura mas depois que passou a cabeça o resto foi entrando fácil, quando ele conseguiu enfiar tudo sem nem esperar eu me acostumar com aquela jeba no cu ele começou a bombar forte e literalmente me arrombar, enquanto ele metia com força ele puxava meu cabelo e sussurrava no meu ouvido que eu era a puta dele “toma essa rola no cu, sua puta safada”, como não podíamos demorar muito ele logo anunciou que iria gozar, senti seu pau pulsando e logo em seguida senti ele gozando vários jatos dentro da minha bunda. Sem nem esperar eu gozar ele tirou a rola de mim, vestiu a calça e foi embora. Quando ele abriu a porta eu vi um cara que provavelmente ficou observando a gente boa parte da foda pela fresta da porta, era um branquinho magrelo estilo nerd e alto, devia ter mais de 1,80m, ele tinha uma expressão que misturava excitado com assustado. O moreno ficou todo errado e saiu do banheiro de cabeça baixa, e eu por outro lado vendo que ele estava querendo e não tendo gozado ainda só fiz sinal para ele entrar, ele entrou apressadamente me segurou com mais força do que eu achava que ele tinha, me virou de costas, me prensou na parede, baixou a calças e meteu a rola de uma só vez, não doeu pois meu cu já estava lubrificado e alargado pelo moreno. Ele estava num frenesi de tesão, meteu bem rápido e gozou rápido também, devia fazer muito tempo que ele não gozava por que jorrou tanto que eu senti escorrendo para fora do meu cu. Quando gozou ele soltou um urro muito alto, meu coração disparou na hora achando que alguém provavelmente tinha escutado. Ele percebendo a burrada vestiu as calças tremendo e saiu correndo, eu também achei melhor me vestir e ir embora para não dar merda. Quando sai do box vi que tinham 2 caras no mictório me encarando, eram estilo gordinho parrudo, calvos já e de barba. Quando fui em direção a porta um deles falou “Foi boa a foda?” eu com o coração disparado só baixei a cabeça e continuei em direção a saída, mas antes de chegar lá senti um deles, o que tinha feito a pergunta, me segurar pelo braço e me puxar, reclamei “Cara, você tá doido?” e ele “Que foi? A putinha aqui já cansou de rola hoje? Aquele FRANGO lá parecia estar gostando bastante, esse rabo é bom mesmo?” eu continuei tentando me soltar e reclamando ainda “Me solta cara!” ele só deu uma risada sarcástica e disse “Pois agora eu fiquei com vontade de provar esse cu puta” dito isso ele torceu o meu braço para trás, puxou minhas calças para baixo e deu um tapa bem forte na minha bunda “Pois agora tu vai levar vara de macho de verdade” baixou as calças (vi que sua rola devia ter uns 16cm, normal) e já foi metendo, ali no meio do banheiro mesmo, meu coração estava batendo a mil num misto de tesão e medo de alguém entrar a qualquer momento. O outro cara vendo o primeiro me usando como bem entendia ali no meio do banheiro, tomou coragem e veio já com a rola para fora (devia ter uns 16cm também mas um pouco mais grossa que a do outro) e foi metendo na minha boca, tentei chupar o melhor que podia com um braço nas costas e um touro metendo sem parar no meu cu. Depois de uns 5 minutos de meteção o primeiro puxou meu cabelo com muita força e falou baixinho “Toma vadia, essa porra no cu, caralho” e gozou lá dentro. Quando ele me soltou eu caí de joelhos no chão e o parrudo número 2 não perdeu tempo e voltou a meter na minha boca, pouco tempo depois ele também gozou e me fez beber tudo. Depois de tudo isso eu entrei novamente em um dos boxes para me recompor, aproveitei para gozar também relembrando toda a loucura que tinha acontecido nos últimos minutos. Sai de lá um pouco abalado mas com tanto tesão que cheguei em casa de pau duro ainda. Já aconteceram outras loucuras no banheiro da universidade, mas eu deixo para contar da próxima vez.

MENINOS DO INTERIOR SEMPRE FODEM GOSTOSO

Um dos meus tios tem uma casa grande e confortavel no interior. La tem piscina e tudo. A ultima vez que fui la era muito pequeno e não lembro bem, mas no fim de semana passado recebi o convite para passar o fim de semana lá. Fiquei animado porque esse meu tio é pai do meu primo Antônio que já me comeu gostoso uma vez junto com meus outros dois primos. Contei como foi dar para ele e os outros dois safados em outro conto Mas quando cheguei lá, descobri que o Antônio estava de viagem e só seria eu, meu tio e a esposa dele na casa. No sabado quando acordei, vi o recado que meu tio e sua esposa passariam o dia fora e que eu poderia fazer o que quisesse na casa. Eles sabiam que eu gostava de piscina e foi pra lá que eu fui assim que tomei banho. Aproveitei por estar sozinho e tirei toda roupa, ficando apenas com uma calcinha preta que eu usava por baixo. Ela não era fio dental e só ficava entrando um pouco na minha bundinha. Me excitava só em usar e resolvi que seria gostoso também ficar com ela na piscina. Fiquei na piscina por um tempo e depois resolvi tirar umas fotos safadas com o celular. Tirar essas fotos como uma putinha também me excita, então logo comecei minha sessão. Para minha surpresa, recebi uma visita inesperada bem no meio da minha sessão em poses comprometedoras. O Leonardo era o vizinho adolescente. Eu ainda não sabia, mas ele era o melhor amigo do Antônio e ouviu a história completa de como ele me comeu com os primos. E ainda viu fotos da minha bunda que os safados tiraram. Ele era bem alto e magro, chegou sem camisa e com aqueles calções curtos e folgados. De costas para a entrada da piscina, fazendo biquinho e empinando a bunda de calcinha feito uma puta enquanto tirava fotos, só vi o Leonardo quando ele me deu bom dia. - Bom dia! - Falou depois de temperar a garganta. Meu susto foi tão grande que quase deixei o celular cair na piscina. Achei que fosse meu tio. Mas assim que virei rápido percebi aquele desconhecido sem camisa que havia me flagrado de calcinha fazendo uma pose de puta. Gaguejei e só consegui devolver o bom dia depois de correr para pegar a toalha. - Você deve ser o Renato! Seu tio e seu primo me falaram de você... Ele me mandou pegar umas ferramentas. Sabe se estão em casa? - Não estão não... Sairam logo cedo. - Falei ainda super envergonhado. - Não precisa ter vergonha. Sou o Leandro e ouvi falar muito de você. Sei porque é o priminho favorito de todos... Senti um frio na barriga. Isso só podia significar uma coisa. - Não sei do que você está falando. - Respondi. - Não precisa ter medo. Não tenho preconceitos e... Você é bem melhor ao vivo do que pelas fotos. Sorri de nervoso. Aquele menino sabia muito sobre mim e estava mandando indiretas. - Posso ver as fotos que você estava tirando no seu celular? - Eu não estava tirando fotos. - Não precisa ter vergonha, eu estava te vendo daqui. Sorri sem graça mais uma vez. Não adiantava mais em nada fingir, aquele garoto ouviu histórias sobre como chupo uma pica e viu fotos minhas de quatro com três rolas diferentes. E agora me viu de calcinha fazendo poses de puta. - Se for para você não ficaar com vergonha te mostro minhas fotos primeiro! - O Leandro disse enquanto se aproximou e tirou o celular que estava guardado na cueca. De proposito enquanto tirava o celular ainda deixou escapar o pau grosso e pentelhudo que ja estava meia bomba. Salivei quando vi e meu pau começou a endurecer. - Então me mostra as suas primeiro! - Falei já com menos vergonha. Claro que aquele safado chegou perto de mim e ja mostrou na tela do seu celular a foto de um pauzão grosso e cheio de veias, o pau mais rustico que eu já tinha visto. De perto pude ver seu corpo liso e comecei a ficar de pau duro quando segurei o celular e encarei aquela foto. - Duvido que isso seja o seu! - Falei com más intenções. - Duvida? Quer ver? - Me mostra! Arriou rápido a bermuda e deixou o pau para fora balançando na minha frente. Segurei com a mão esquerda e masturbei de leve, o deixando completamente duro. Nessa hora a toalha que eu segurava caiu e eu estava completamente entregue aquele macho desconhecido. Ajoelhei na frente dele e arriei sua bermuda e cueca completamente, as deixando nos pés dele. Ainda o masturbava enquanto olhava para aquela pica dura e cheia de veias na minha frente. Comecei beijando aquela cabeça vermelha e logo abri a boca e coloquei a língua de fora para começar um vai e vem gostoso até conseguir engolir o pau inteiro. Depois comecei a lambe-lo por inteiro e sentir todo gostinho de piroca de interior. Cai de boca nas bolas pêludas que ele tinha e sorri o encarando enquanto sentia ele estremecer. Voltei a me concentrar em abrir a boca e engolir a pica fazendo um vai e vem gostoso. Os pelos que roçavam no meu rosto quando eu engolia a pica inteira me mantinha de pau duro. Sentia as veias passando pelos meus lábios e o gostinho SALGADO na minha língua. Mas queria mesmo era sentir aquilo tudo com meu cuzinho. Levantei olhando para o safado. - Não para não, vai.. Chupa mais... - Quase me implorava. - Eu quero essa rola é na minha bundinha, safado! Vem pra dentro me comer, vem! O puxei rápido pela mão e fomos até o quarto onde eu dormia. Tirei a camisinha da bolsa que levei já pensando em transar com algum desconhecido e prendi na calcinha. Sentei na cama e voltei a chupar o pau do Leandro pra sentir um pouco mais do gosto. Então abri a camisinha e vesti naquele pau grossão. Levantei e fiquei de costas enquanto tirei a calcinha molhada e que ja estava enfiada no meu rabo olhando para o Leandro que se masturbava de leve vendo a cena. Então cuspi na minha mão e lubrifiquei meu rabinho, fiquei de quatro na ponta da cama e empinei a bunda o máximo. Pisquei o cuzinho e olhei para o Leandro atrás de mim. - Me come gostoso que esse cuzinho agora é seu! Eu pensei que o Leandro seria bruto e me foderia com força. Estava tranquilo por ter comprado camisinhas com lubrificante extra para meu rabinho não sofrer tanto. Mas me surpreendi quando o Leandro se aproximou de vagar e começou a acariciar minhas nadegas com as mãos. Eu olhava para trás e o via brincando com minha bunda. Arriscava enfiar metade do dedo e eu gemia baixinho. Não demorou para se curvar para frente e encher minha bunda de beijos. Beijou minhas duas nadegas inteiras enquanto as lambia também. Nunca me senti tão curtido. Diferente dos outros homens que me comeram, ele não só cuspiu e deu umas linguadas para me lubrificar e enfiar a pica no meu buraquinho até gozar. Eu comecei a me masturbar lentamente enquanto ele enchia meu bumbum de caricias e quase gozei quando ele deslizou com a língua até a porta do meu cuzinho. - Aiin, delicia... Gostoso, vai... Isso... Nossa, que coisa gostosa... Meu cuzinho já estava lubrificado ao máximo quando ele parou e se levantou, me segurando pela cintura. Então senti a cabeça do seu pau forçando a entrada na minha bunda. Era impossível não soltar um gemidinho na hora que senti que a pica começava a entrar. Ele não enfiou toda e começou um vai e vem lento e delicioso. Com tanto tesão e com meu rabinho relaxado, foi natural e só percebi que estava com aquele pau grosso até o talo enfiado, foi quando senti pentelhos roçando minhas nadegas. - Fode Leandrinho, fode gostoso!! AIINNN, assim, vai, fode essa putinha, fode bem! FODE AASIIM! não para, não para, não para, Leandrinhoooo Aiiinnn... Aquela rola estava tão gostosa que o Leandro parou de fazer seu movimento de vai e vem e me deixou indo e vindo com a bunda freneticamente. Eu gemia sentindo aquela delicia entrar e sair da minha bunda. Mas não demoramos muito nessa posição. O Leandro me puxou e me fez ficar de pé. Então me girou e tascou um beijo na minha boca quando ficamos de frente para o outro. Começou a me masturbar enquanto isso e eu ainda sentia meu cuzinho arrombado pelo pau dele, então foi uma sensação indescritivel. Quando o beijo acabou ele olhou para mim e tivee vontade de pedir pra ele me foder pra sempre! - Me fode mais, Leandrinho... Por favor... Então ele me puxo novamente para a cama e deitou. Fiquei por cima e decidi mostrar para ele como cavalgaria gostoso. Estava tão excitado que devo ter dado a melhor cavalgada da minha vida. Sentei sem cerimônia naquele pau e senti ele entrando e me arrombando com tudo. Gemi e fiz cara de dor, mas logo que consegui me apoiar com as mãos, comecei a subir e descer com a bunda. O Leandro estava com as mãos livres e logo resolveu me masturbar enquanto eu subia, descia e rebolava na rola dele. Nossa, como era gostoso ser masturbado com uma piroca dentro do meu cuzinho. Gemi e gritei coisas que nunca imaginei. - Aiiiiiiiiii, QUE ROLA GOSTOSA!! QUE ROLA GOSTOSA FODENDO MEU CUZINHO!!! QUE DELICIA DE PIROCAAA!!! AIIIINNNNN, FODE, FODE, FODE, FODE, FODE GOSTOOOSOOO ESSA PUTINHA SAFADAA! ME FODE, ME FODE, ME FODE, ME FODE, ME FODE... Sem demora, senti que ia gozar. - PARA SE NÃO VOU GOZAR! VOU GOZAR COM ESSA PIROCA GOSTOSA NO RABOOO! AIINNNNNNNNNNNNNNNN! Gozar enquanto cavalgava com a pica do Leandro entrando e saindo do cu foi a coisa mais gostosa que senti. Acho que nunca devo ter gozado tanta porra como ali. O Leandro pareceu ter se excitado com aquela cena e com minha bunda na sua piroca e gritou que iria gozar. Não queria desperdiçar a porra daquele macho gostoso na camisinha então rapidamente levantei e arranquei a camisinha, caindo logo de boca na rola que exalava o cheiro do meu rabinho. O masturbei intensamente e sem demora recebi três jatos de porra direto na garganta. Depois lambi e limpei o pau inteiro, sem desperdiçar uma gota daquela gala quentinha, espessa e gostosa. Cansado daquela foda, deitei na cama ao lado do Leandro que também estava suado e exausto. - Você tem um cuzinho delicioso, Renatinho! - Você tem uma piroca e uma língua deliciosa também, Leandro! Nossa, você me fodeu melhor que qualquer um! Olhei para aquele macho sem roupa deitado na minha cama e senti um tesão. Limpei um pouco da minha porra que estava na sua barriga com meu lençol. Deitei novamente ao seu lado e continuamos a conversar. - Sabia que passei mais de um ano batendo ponheta olhando para sua foto, Renatinho? - Rs, que desperdicio! Enquanto isso eu morria de sede de porra! Nunca mais bata punheta sem gozar na minha boca, ouviu? - Eu estava te vendo desde ontem quando chegasse. Entrei aqui na casa porque conheço teus tios e sei que eles saem no sábado de manhã. Conversamos bem mais e rimos bastante. Até fui a cozinha pegar água e bolachas para nós dois comermos na cama. Mas ainda exaustos, pegamos sem querer no sono e quando acordei estava quase que de conchinha com o Leandro atrás de mim. Então levantei de fininho, tranquei a porta do quarto e voltei para a cama, me agarrando mais com o Leandro. Dormi relaxado como uma putinha dorme após ser COMIDA. Me senti uma putinha ainda mais completa. Quando acordamos, combinamos material para outro conto. Conto mais das nossas aventuras depois.

DANDO PARA DOIS MENINOS DO INTERIOR

Ola, sou o Renatinho e tenho vinte anos de idade. Sou de Recife - PE. Tenho 1,quilos. Tenho cara de mais novo, uma bundinha morena lisinha e empinada. Sou safado e viciado em um pau duro. Vou contar para vocês hoje como fui o prato principal em uma orgia no interior, dentro da casa do meu tio. Quem leu minha ultima historia sabe que fui passar o fim de semana na casa do meu tio que vive no interior do estado. Sabe que la conheci o Leandro, moreno alto e novinho que me comeu tão gostoso que acabamos dormindo juntos na minha cama no quarto de hospedes enquanto meu tio e minha tia estavam fora. Essa historia aconteceu nesse no sabado a noite. Eu não fazia ideia, mas a noite eu estaria dando o rabinho para o Leandro e mais um amigo dele. Quando acordei com o Leandro na cama, conversamos muito. Falei para ele que não contasse sobre o meu segredo de ser putinha e rebolar em uma pica feito a dele... Realmente nos conhecemos depois de ele ter me comido tão gostoso. Foi a primeira vez que conheci melhor depois de dar minha bundinha para um cara. Para mim basta o que o homem tem entre as pernas, rs. O único pre-requisito pra me comer é gostar de comer um cuzinho de um franguinho rebolador. Então marcamos de nos encontrar a noite para foder gostoso de novo. A noite demorou para chegar, mas quando chegou eu ja estava prontinho Havia tomando um banho caprichado, vestido a calcinha mais puta que eu tinha, que era uma fio dental azul bem fio dental mesmo, que some enfiada dentro do cuzinho, um shortinho que uso só pra dormir e que é vermelho, curto a ponto de deixar a polpa da minha bundinha quase sair, e apertado a ponto de deixar a calcinha visilmente marcada. Meus tios ja tinham ido dormir, então vesti uma camisa grande que quase cobria o shorts e recebi o Leandro. Para minha completa surpresa, ele estava acompanhado de um amigo, o Alexandre. Eu não sabia que ele viria e fui pego daquele jeito, vestdo completamente putinha. O Leandro ja foi entrando na casa e puxando o Alexandre junto, que me olhava dos pés a cabeça. Com certeza o Leandro ja havia falado sobre mim e meu jeito de vestir não negava que eu era um chupador de piroca. O Alexandre era menor que eu e o Leandro. Branquinho e com uma barba rala, parecia ser novinho feito o Leandro. Ainda mais novo perto do Leandro que é alto, moreno mas também magrinho. Fomos até a área de serviço onde tem a piscina em silêncio, passando pela casa escura. Fechei a porta pelo lado de fora e estávamos nós 3 sozinhos, sentados naquelas cadeiras onduladas de piscina. - Xande, esse é o Renatinho. Aquele das histórias rs. - O Leandro falou rindo enquanto nos apresentava. - Que historias? - Perguntei tentando me fazer de desentidido mas ja imaginando que o Alexandre tinha ouvido falar sobre como meus primos me comeram e que com certeza o Leandrinho falou que havia me fodido de manha. - As histórias de como você é safadinho rs. - O Leandro contou ainda rindo como um safado. O Alexandre só sorriu pra mim, ainda bastante timido. - Fica com vergonha não Xande! - Falou o Leandro. - É por isso que não come ninguém! Fica calado e não fala nada! - Não fale assim com ele, leandrinho! É o jeito dele assim... - Jeito de virgem, só se for! - É o jeitinho dele, deixa o menino Leandro! Se eu fosse menina com certeza daria para ele! Os caladinhos são os que mais fodem gostoso! - O que é isso Xande? Já vai chegando querendo roubar meu putinho pra tu é? - E quem disse que sou putinho? - Tentei ainda fingir que não queria logo chupar pica. - Não é? O Xande já sabe Renatinho! Não precisa esconder que ele guarda segredo também! Fiquei calado e olhei para o Alexandre, que balançou a cabeça confirmando que sim. Fiquei com um pouco de vergonha e medo, imaginando quantos outros meninos daquele bairro não me conheciam como o priminho puto da cidade. Fiquei com medo que meus tios ficassem sabendo que eu só ia para casa deles dar a bundinha para os meninos e que os filhos dele iam para minha casa só para me comer. - O Xande insistiu pra vir comigo hoje de noite depois que eu contei que te conheci. Tive que contar pra ele que bunda gostosa você tem e que chupa porra do pau até a última gota. Ele ficou doido para vir e assistir eu te comendo. Disse que ficava quietinho só batendo punheta. Ri e fiquei com vergonha. Ainda vermelho perguntei: - É verdade Xande? rs você tem tesão em mim? Ele também estava vermelho e só balançou a cabeça. O Leandro já tinha levantado de uma das três cadeiras que estávamos e estava de pé na frente de nós dois falando. - É verdade sim leandrinho! Ele está com vergonha de assumir! Ri um pouquinho mais de veergonha mas também senti tesão. Não sabia que aqueles garotos tinham ouvido histórias minhas e ficaram com vontade de me ver pessoalmente. Acho que as meninas ali eram realmente dificeis e o mais próximo que eles conseguiam de uma foda era comer um putinho feito eu. - Que fofinho Leandrinho! Se eu soubesse tinha visitado voces ha muito tempo... Quer que eu tire a roupa para você, Xande? - Levantei ao lado da cadeira que o Xande estava sentado e perguntei enquanto já tirava a camisa. Ele nem chegou a responder e eu já estava virando as costas e arriando o shorts vermelho e exibindo a calcinha azul enfiada no rabo. - Quer tocar, Xande? Pode tocar! O Leandrinho já tirava a roupa também e deixava o pauzão meio duro pendurado. Continuava pêludo e cheio de veias, um tesão! Senti o Xande segurar uma das minhas nadegas e logo depois com a outra mão segurar as duas. Apertava e alisava enquanto eu soltava sorrisinhos safados sentindo aquele macho virgem conhecer melhor meu bumbum. Então o Leandrinho sentou na cadeira que estava na minha frente. - Vem me chupar gostoso! Me virei e olhei para o Xande que ainda estava vestido. Para deixa-lo mais a vontade, me virei de costas novamente e fiquei de quatro no chão, empinando a bunda para ele enquanto fiz o Leandro puxar a cadeira e se aproximar o suficiente para que eu podesse chupar seu pau e deixar o o Xande se divertir com meu bumbum. Cai de boca no pau do leandro sem cerimonia. Como estava de quatro, com as duas mãos no chão, estava apenas com a boca livre mas caprichei com gosto. Abocanhei e senti as veias nos meus lábios. O gosto da pele do pau dele aquela cabeça vermelha invadiam minha boca. Continuei tentando descer o máximo que pude até engasgar, então voltava para o começo e tentava de novo enquanto sentia o Xande já abrir minha bundinha e acariciar como se nunca tivesse visto um bumbum na sua frente. Comecei a acreditar que ele fosse mesmo virgem. - Lubrifica esse cuzinho com a língua, Xande, vai! - Ouvi o Leandro dizer enquanto eu estava de olhos fechados me lambuzando no seu pau. Ouvi o Xande afastando a cadeira. Ele então deve ter abaixado e senti as duas mãos arreganhando minha bunda. Arriou devagarzinho minha calcinha e então Sem demora senti a língua subindo desde do fim das minhas bolas até a portinha do meu cuzinho. Ele subiu devagar como se quisesse sentir e me torturar. Meu tesão subia enquanto eu sentia aquela coisa molhada e quente subindo até a portinha do meu cuzinho. Sem tirar a boca da rola dura do leandrinho, eu gemia de prazer. O Xande então focou com a ponta da língua na porta do cuzinho e dava lambidas longas e insistentes. Eu mal conseguia pensar quando o Leandro segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca, metendo o pau até minha garganta. Eu babava o pau inteiro e colocava a língua pra fora para deixar o pau entrar. Não sei por quanto tempo fui usado nessa posição, estava tão mole de tesão que perdi a noção de qualquer coisa. Atrás sentia a língua relaxante do Xande e na frente deixava os lábios na tensão certa pra masturbar o pau do Leandro que empuravva minha cabeça para cima e para baixo. - Vai, Xande, vamos trocar de lugar que agora eu quero comer o cu! Deixa eu ir primeiro porque teu pau é grosso demais e vai arrombar logo! - o Leandro falou. Ainda mole de tesão, mal percebi o comentário do Leandro. Só percebi quando o Xande veio até a minha frente e arriou o calção. - Nossa! O pau do Alexandre era o maior que vi na vida! Eu achava que tinha visto paus grandes, mas aquele era maior! O Alexandre era magrinho e pequeno, mas seu pau era desproporcional ao seu corpo! O que mais me assutava era a grossura. - Eu disse que ele era pauzudo, Renatinho! - Falou o Leandro antes de cuspir na mão e passar no meu cuzinho. Ainda segurando o pau do Xande, olhei nos olhos dele e acabei exclamando novamente. - Nossa! Senti o Leandro abrindo minha bunda e começando a enfiar o pau. Fiz carinha de safada enquanto sentia a piroca entrando no meu rabinho. O Leandro já foi grosso e sem carinhos, enfiando tudo lá no fundo. É impossível segurar um gritinho quando o pau entra todo desse jeito. - Aiin... - Gemi olhando para o Xande. Então o Leandro começou a me foder com força. Sem cerimônia, ele dava estocadas fortes. apertada minha cintura e me fazia ir para frente e para trás, sentindo o pau inteiro entrando e saindo. Meu cuzinho lubrificado não reclamava e enquanto isso eu masturbava o pauzão grosso, branquinho e com poucos pêlos do Xande. Via a pele exibir e esconder a cabeça vermelha enquanto eu masturbava com cuidado para não excita-lo demais, porque ainda queria chupar e sentar naquela piroca. O Xande ja me olhava sem nenhuma vergonha, enquanto eu gemia olhando para ele. - Issoo!, Issooo! Fode o cuzinho, fooodeee! Ai que rola gostosa, ai meu cuzinho, isso, vai, fode, fode o cuzinho, fode gostosoo! Aiiiiiiinnnn. E o Leandro continuava a me foder muito. Praticamente sentia as suas bolas batendo nas minhas quando ele enfiava tudo. - Caralho, vou gozar! - Ele disse diminuindo o ritmo. Então parou de me comer e se levantou. - Vem cá, ajoelha! - Disse quando chegou do meu lado. Eu não queria largar o pau do Alexandre, mas o Leandrinho suado, com o pau pronto para gozar me fizeram fazer isso. Ajoelhei na frente dele, obedecendo com uma putinha. - Agora abre a boca! Abri e coloquei a língua para fora. Então, ele pegou minha cabeça e e forçou contra o pau. Enfiou tudo na minha boca e começou a foder minha boca com força. Eu engasgava e ele não parava. Mas não demorou e ele apertou minha cabeça, enfiando o pau dentro da minha garganta. A gozada desceu direto, nem consegui sentir o sabor! - Nossa! - Falei todo babado. - Adorei a força! rs - Agora quero mais piroca! - Vai levar a piroca do Xande e vai ficar arregaçadinho esse cuzinho agora! Olhei para o Xande que continuava de pau duro e me aproximei. Percebi que o Leandro nesse momento tirou o celular do bolso e achei que ele começaria a filmar tudo. Senti medo mas senti bem mais tesão imaginando aquilo tudo gravado. Olhei para ele e falei. - Só se não mostar a ninguem, ok? Ele balançou a cabeça. Se aproximando e filmando. - Vem cá, Xande, levanta. Quero chupar tua piroca gostosa! O Alexande levantou e me ajoelhei na frente dele. Arriei sua bermuda e cueca, fazendo ele as tirar. Levantei o ajudei a tirar a camisa também. Antes de ajoelhar novamente, tirei a calcinha que ainda estava nos meus joelhos, ficando apenas vestido com a camisa grande. Percebia o Leandro filmando tudo enquanto eu olhava para ele e ria. Ajoelhei e segurei com a mão direita o pau meio duro e meio mole do Xande. Ficava imaginando aquela grossura toda me arreganhando, arracando minhas pregas. Dei uns beijos e chupadas na cabeça da pica e a deixei durissima novamente. O Leandro se aproximou com o celular e agora filmava a cena no estilo POV. Me excitei lembrando dos filmes que assistia, imaginando como seria ser a mulher que tinha a piroca na boca. Naquele dia eu era a mulher e aquele pau gostoso seria todo meu. Primeiro lambi o pau inteiro, sem esquecer das bolas. Passava com minha língua enquanto masturbava ele de leve. - Huum, que pau saboroso você tem Xande... Estou com água na boca. Falei olhando para o Xande e a camêra do celular. Então abri a boca e abocanhei o pau. Nossa, como era grosso! Era até mais dificil de chupar que os outros que chupei! Meus lábios sentiam a pele da rola enquanto eu ia e vinha devagar mexendo a língua dentro da boca e tocando a cabeça vermelha que estava dentro da boca. De olhos fechados eu sentia todo o gosto de pica e eu adorava. Babar sempre acontecia porque chupar piroca me deixa com água na boca. No vai e vem gostoso apenas usando a boca, tentei ir até o fim daquela pica, a engolindo por inteira mas não consegui, faltava muito pouco. Masturbava ele de leve enquanto descia com a boca e caprichava naquelas bolas brancas e pouco pêludinhas. Toda minha baba deixava aquele pau liso e lubrificado e meu cuzinho já pedia mais. Mesmo assim eu não queria parar de chupar, a camera me excitava tanto que pensei em ficar chupando por umas meia-hora rs. Devo ter passado mais de 10 minutos até que não aguentei. - Xande, come minha bundinha? Então fiquei de quatro no chão. Abaixei a parte da frente do corpo e enconstei o rosto no chão, para que assim a bunda ficasse bem mais empinada. Não vi se foi o Xande ou o Leandro que cuspiu bem no cuzinho e me deu um tapa forte. - Aiiin, bate gostoso que eu gosto! Senti uma das mãos do Alexandre tocarem minha cintura. Com a outra ele ajeitava o pau que apontava direto no meu cuzinho. Como se premeditasse a carinha de sofrimento e tesão que eu faria, o Leandro veio filmar meu rosto enquanto o Xande ia enfiar aquele pau no meu rabo pela primeira vez. - Esta pronto para ficar com o cuzinho arrombado? - Perguntou o Leandro. - Estou! - Respondi e sorri! Então senti a piroca do Alexandre começar a entrar. O comecinho entrou fácil e logo senti que a cabeça inteira tinha entrado. Mesmo assim eu já abria a boca e fechava os olhos para a camêra. Mas depois da cabeça para o meio eu senti toda a grossura aumentando! - Aiiiiiiiin! Que pau grosso gostosooo! Aiiiiiiiiiiiiiiinnnnnn, não para, não para... Tô sentindo arrombar meu cuzinho, que deliciiiaaaa!! Atendendo ao meu pedido, o Xande começou a enfiar com menos pena e me arregaçava ainda mais. Meus gritinhos ficavam cada vez mais agudos a cada centimetro de pica que entrava no meu cu. - Aiiiiiiiiiiiiiiiinnnnnnnnnn... Goostoooosoooooooooo... Deliiciaaaaaaaaaa.... Fooodeeeee... Aiiiiiiiinnnnnn.. Foode, vaiiiiiiiiiiiiiiii! Caraaalho que gostosooooo! O Leandrinho já filmava lá atrás minha bundinha sendo arrombada pela grossura do Alexandre. Senti que ele não tinha enfiado tudo, mas mesmo assim começou a tirar para começar o vai e vem. Enquanto a pica saia ardia e doia mais. - Aiiiiiinnnnnn... Ta me fodeeendo, caaraaalhoooo, gostoooosooooooooooo... A cada piscadinha que eu dava com o cuzinho, mais sentia dor. Mas eu sabia que isso apertava ainda mais a piroca do Alexandre, então eu ignorava a dor e fazia pra fazer ele sentir prazer. - Isso, pisca esse rabinho! - O Leandro falou. - Enfia logo tuuuudooo no meu cuu vaai!! - Gemi. Então senti o Alexandre pôr a outra mão na minha cintura e me segurar. Agora eu ia começar a ser fodido de verdade. Senti o pau sendo enfiado sem piedade e logo ter a metade puxada para fora e então enfiado de novo. - Caralhoooooo que pau gostosooooooooooo... Aiiiiiinnnnn... Ta doeeeeendoooooo... Me fode maaaaaaiiissssss. Ele aumentou a velocidade e minha dor era tesão. Eu rebolava enquanto gemia sem parar. Não parei por um segundo de pedir para que ele me fodesse mais. Gritava de como aquele pau era gostoso, xingava, gemia, xingava e pedia pra meter mais forte. - Eu quero mais forteee! eu quero forte no meu cuzinho!!! fode com força, fodeee vai, fode forteee!!! O Alexandre já metia a piroca no meu rabo num ritmo frenetico. Eu sentia suas coxas batendo nas minhas nadegas e fechava os olhos, sentindo as socadas no meu cuzinho. Então senti o pulsar da pica enfiada e sabia que ele estava começando a gozar. Rebolei sem parar e senti os jatos de porra serem derramados lá dentro. - Aiin, que delicia de porra no meu cuzinhooooooo!!! Que gostosooo!! Então o Alexandre soltou minha cintura e se levantou. Fiz o mesmo, ainda de pau duro e cheio de tesão. - Que piroca gostosa Xande! Vocês dois tem pirocas gostosas! Porque não vem me comer mais vezes? - Falei sem me importar que o Leandro ainda filmava. - Não acabou o filme não Leandrinho? rs Essas coisas acabam depois do cara gozar dentro do cuzinho da putinha! rs - Manda beijo para a camera que acaba! - Beijos rs Até a próxima foda gostosa! rs. - Mostra essa bundinha safada! Virei de costas e rebolei. Então ele parou de filmar Me despedi dos dois e voltei para o quarto. Ser um putinho assumido naquele bairro de cidade pequena estava se saindo muito bem para mim! Acabei dando o cuzinho três vezes no mesmo dia para caras que era loucos para me comer! No outro dia que era domingo, sai para almoçar com meus tios em um restaurante perto. Encontrei e cumprimentei o Xande que estava com um grupo de amigos que me ollharam de forma estranha. Comentários baixinhos eram feitos enquanto eu virava as costas e ia embora. Eu sabia o motivo daqueles olhares e comentários, todos deviam ja ter visto o vídeo em que peço para me foder forte e mais forte. Mas era por isso mesmo que deixei aqueles dois safados me filmarem. Queria encontrar muitos outros garotos feito o Xande e Leandro, virgens, cheios de porra para que eu pudesse beber. Eu era oficialmente um putinho ali no bairro. Tinha medo que meus tios soubessem, mas esperava negar os boatos. Mas histórias ainda surgiram mas isso fica para outro conto. Se for de recife e ficou interessado é só dizer rs.

DOIS GAROTOS ME ARROMBARAM

Vou falar um pouco sobre mim, tenho 21 anos, pele branquinha, tenho um corpo legal (não sou gordo, mas não sou magro). Tenho uma bunda grande e redondinha. Sou um pouco afeminado, mas só nos gestos e não na voz. Meus avôs vivem em uma pequena cidade rural, sempre que posso, eu passo um tempo com eles. Mas fazia um tempo que não ia lá,então decide que deveria vê-los. Eles tinham um casal que eram os caseiros, meus avôs os considerava parte da família, e o filho (João) deles eram como um neto; eu até o chamava de primo. Cheguei lá, matei a saudade. Quando estava com meus avôs,de repentemente apareceu um garoto bem bonito, era o João. Como fazia um tempo que não vinha, obvio que ele iria cresce e se tornar um homem gostoso. João tinha 16 anos, era alto, pele branca escuricida pelo Sol, corpo forte devido ao trabalho pesado, tinha pelos, mas não muito. João e eu fomos conversar um pouco, e decidimos andar um pouco a cavalo, eu havia perdido a prática; João me disse que me ajudaria. Na hora de eu subir no cavalo, eu pegou na minha bunda, mas ao mesmo tempo que era para me ajudar, era, também, para abusar de mim, pois senti ele dando uma apertadinha. Em cima do cavalo, eu olhei para ele, ele estava com uma cara de safado, eu finji não ter ocorrido nada, pois ele era apenas um garoto, não queria, até então, "ir mais fundo". Demos algumas voltas, aquele sítio era maravilhoso, um refúgio da cidade grande. Então ouço alguém chamar pelo João, era o amigo dele, Bruno, era baixinho, mas robusto como João, era um mulato gostoso. Ele e João possuiam a mesma idade. Eles começaram a conversar entre eles, eu não dei importância. Até que Bruno perguntou que se eu queria beber junto a eles. Eu logo aceitei. Fomos à casa do pai do João, estava vazia, pois haviam ido à casa dos meus avôs. Bruno pegou umas cervejas e nos deu-as. Fomos bebendo e falando besteira, e então João disse algo, que não sabia se era verdade ou zoação, ele disse que faria sexo com um homem, mas somente como ativo. Logo após de falar isso, João ficou olhando para mim e passando a mão na rola. Está tão evidente eu queria aquela rola, que João disse que era para pegar no pau dele. Não pensei duas vezes, comecei a massagear o pau dele, Bruno também ficou excitado, pegou minha mão e esfregou na rola dele. João tirou aquela enorme cacete para fora, não sei dizer em centímetros, mas era longa e grossa. Bruno também pôs para fora, a dele era maior e curvada à direita. Fui logo chupando aquelas rolas enormes, chupava uma e depois a outra, tinham um sabor delicioso, sabor de testosterona. Um certo momento os dois enfiaram os cacetes ao mesmo tempo na minha boca, comecei a engasgar, João me deu um tapa na cara e disse que se eu vomitasse iriam me bater. Eu pedi para eles me bater mais na cara e me chamar de vadia... foi o que fizeram. Me jogaram no chão, tiraram minhas roupas e imediatamente foram metendo os dedos no meu cu. Eles metiam a lingua, eu gemia como uma vagabunda, eles me batiam sempre que eu gemia alto de mais. Eles tiraram as calças, Bruno mirou a rola no meu cu e meteu tudo sem dó de uma vez; doeu pra caralho, mas gostei da dor. João socou a rola na minha garganta. Eles gemiam, me batiam, me chamavam de viado e vadia. João sentou no sofá e disse para eu sentar no cacete dele, como meu cu estava arrombado, entrou tudo sem problemas. Bruno veio a trás de mim e foi enfiando a rola em mim também, achei que não fosse entrar, mas quando vi, tinha duas rolas enormes dentro de mim. Eles socavam um de cada vez bem forte e fundo, doia muito, mas eu gostava de sentir aquela dor. Eles passavam a mão pelo meu corpo e beijavam-o. Eu estava possuido por aqueles machos. Eu acabei gozando no peito do João e ele me fez comer minha porra. Bruno anunciou que iria gozar, saiu de dentro de mim, e enfiou a rola na minha boca, senti o gosto do meu cu naquela rola, logo ele gozou muito, engoli o maximo que pude, um pouco vazou pelos cantos da boca. João, então, falou que iria gozar, pedi para que gozasse dentro de mim, ele foi socando mais rápido até encher meu cu de porra. Fomos tomar banho, lá chupei eles de novo e gozaram na minha boca. Eu estava cansado por causa da foda e dormir na casa do João mesmo. Acordei e eu estava sozinho, fui à casa da minha avó, lá estavam eles, tomando café, quando sentei a mesa, eles olharam para mim com sorrisos maliciosos na cara, enquanto comia, eles passavam a perna na minha. Nós três tranzamos muitas outras vezes, agora sou a putinha deles,até me mudei para lá para ficar perto dos meus machos.

SONHOS OBSCENOS EM FOTOS

quarta-feira, 17 de junho de 2015

DUBMASH ELA QUER PAU

MUITO TESAO PELO CHEFE

A história que vou contar hoje começou quando eu mudei de emprego. E ficou um pouco longa. Como já falei em contos anteriores, hoje sou formado na área de computação gráfica e moro no interior da Bahia. Decidi preservar o nome da cidade mas todos os nomes são reais. Meu nome é Alan, tenho 28 anos. Sou moreno, tenho 1,78 de altura e 78kg. Tenho um porte atlético que acredito chamar atenção. Já que recebo olhares safados de ambos os sexos. Gosto de ficar com homens e mulheres, porém com homens é sempre com muita descrição. Curto caras com jeito e cara de macho, e de preferência que também se interessem por mulheres. A história que vou contar agora teve início quando recebi uma excelente proposta de trabalho. Eu já tinha um bom emprego, com um bom salário e um local de trabalho bacana. Mas alguns meses atrás, uma empresa que eu sempre quis trabalhar me ofereceu um cargo um pouco acima do que eu já ocupava, com salário e benefícios melhores. Se tratava de um empresa de publicidade e comunicação visual bastante conhecida na cidade. No dia da entrevista me arrumei todo social e fui até a empresa que funcionava num prédio empresarial. Me apresentei à recepcionista e ela pediu que eu aguardasse um pouco. Cerca de 15 minutos depois fui chamado pelo Enzo. Responsável pelo setor de Criação da agência. Nos cumprimentamos com um aperto de mão e ele me encaminhou à sua sala. O interior do local era muito colorido. Fotos de campanhas emolduradas, penduradas nas paredes e móveis de diferentes cores. Havia também alguns prêmios numa estante. Além de alguns livros numa estante baixa. Enzo ouvia também a rádio local. Entreguei o meu currículo e ele pediu que eu me sentasse. - Já tenho o seu currículo aqui. Mas de qualquer forma eu fico com esse. Pegou o envelope da minha mão e abriu. Tirou de dentro o meu currículo e deu uma olhada. Enzo era um homem muito bonito. Branco. Alto. Devia ter no mínimo 1,80 de altura. E uns 83kg. Cabelos pretos, bem cortados. Sem barba. Seus óculos tinham armações finas. O que dava uma elegância maior ao cara. Vestia uma calça jeans escura e uma camisa social vinho. A roupa deixava os músculos dele evidentes. Um corpo muito bonito. Um homem muito bonito. Eu, como sempre fui muito tímido, continuei calado, enquanto ele olhava o meu currículo . Olhava pra mim de vez em quando. - Não precisa ficar nervoso. – falou percebendo o meu nervosismo. - Na verdade, estou mesmo. – Falei ainda sem acreditar que estava fazendo a entrevista. Sempre quis trabalhar lá. Era sem dúvida uma grande oportunidade. - Relaxe. Vamos por enquanto conversar sobre suas experiências. Pelo que vejo aqui, você está trabalhando. - Sim. – falei. - E porque se candidatou? Então expliquei que era uma grande oportunidade para mim entrar para sua empresa e que buscava novos desafios. Queria crescer profissionalmente e admirava muito o trabalho deles. Ele então quis saber mais sobre mim, meu nível de escolaridade, como era o meu comportamento no ambiente de trabalho, etc. Expliquei tudo tentando parecer o mais calmo possível. E a medida que falava conseguia relaxar mais. Perguntou quais eram as minhas expectativas para o futuro e como eu lidava com pressões no ambiente de trabalho. Continuei falando e relaxando cada vez mais. Até que chegamos na minha vida pessoal. Quis saber como era a minha família, os meus amigos e como eu me portava quando estava com eles. Quais os meus hobbies e o que gostava de fazer no tempo livre. Contei que gostava de praticar esportes. Nadava há alguns anos, corria e malhava. Tenho o habito de ler e de estar sempre com a família e os amigos. E que não fumava e nem bebia. E que estava solteiro. Por fim, o Enzo me explicou qual era o perfil de profissional que a empresa buscava encontrar e eu ouvia atentamente. Depois contou como era a relação da agência com os funcionários e fez um resumão do que era a empresa. Algumas coisas eu já sabia, afinal havia feito uma pesquisa. No fim da entrevista, o Enzo anunciou que havia gostado bastante de mim, mas que ainda havia outros candidatos ao cargo. Apertamos as mãos e Enzo me acompanhou até a porta. Nos despedimos com mais um aperto de mão. - Muito obrigado. – Agradeci sorrindo. - Por nada. – Falou. Deixei o prédio e fui trabalhar. Uma semana se passou e nada. No final de semana seguinte fui a Salvador com uns amigos para uma festa. Chegamos na cidade antes, compramos os ingressos, e lá fomos nós. A festa era num espaço fechado e tocariam várias bandas. Chegamos e começamos a curtir. Era um local bastante agradável. Com arena pra galera dançar, tenda eletrônica, espaço para descansar entre uma banda e outra e tudo all inclusive. Além de muita gente bonita. Nenhum dos amigos sabia que eu já havia ficado com outros homens, portanto dei em cima da mulherada, mas não pude deixar de notar a quantidade de homem bonito. A festa continuou rolando e ficamos por ali bebendo, rindo, e beijando algumas meninas que se juntaram ao nosso grupo. Num certo momento, senti a fome apertar e fui até uma espécie de praça de alimentação montada no evento. Tinha salgados, comida japonesa, massas, doces ... enfim. Comi algumas coisas, tomei um refrigerante. Um dos meus amigos se juntou a mim na mesa e fez a mesma coisa. E enquanto ele comia e eu terminava o refrigerante, comecei a olhar as pessoas em volta. A essa altura da festa alguns homens já estavam sem camisa. Eu discretamente olhava para alguns deles. E alguns até que eram interessantes. Enquanto isso, o meu amigo não parava de comer e nem de falar. Me obrigando a dividir a minha atenção. E entre um e outro, eis que acabo vendo o Enzo. Num primeiro momento achei que não fosse ele, mas depois de um tempo acabei confirmando que de fato era ele. Com uma camisa social de mangas curtas, desabotoada. Deixando à mostra o peito e a barriga. Estava num grupo de amigos, há alguns metros. Eles conversavam alto e dava para ouvir suas gargalhadas. Ele estava mesmo com o peitoral todo a mostra e sorrindo. Um sorriso muito bonito por sinal. Pelo que parecia ele tinha uma rotina diária de academia. Pois todo o seu corpo era um reflexo disso. Braços e peitoral definidos. E pela calça jeans, um belo par de pernas. Ao que parecia ele era um único solteiro do grupo. Pois os outros dois homens estavam acompanhados. Um grupo também bem atraente. Eu continuava olhando pra ele entre uma conversa e outra do meu amigo. A minha vontade era ir la e puxar papo com ele. Para saber como tinha sido a entrevista. Mas a timidez não deixou. Por outro lado queria manter também uma certa distância para poder continuar olhando o cara. Depois de algum tempo revezando a minha atenção entre o meu amigo e o Enzo, eis que ele olha bem na minha direção no exato momento que eu olhava para ele. Pelo que pude perceber ele demorou um pouco até me reconhecer. Deu um leve aceno de cabeça seguido de um sorriso largo. Retribui. Terminamos o nosso lanche e voltamos a nos encontrar com a turma. Num certo momento senti alguém me cutucar no ombro. Ao virar me deparo com o Enzo. Agora com a camisa fechada e mais comportado. Nos cumprimentamos com um aperto de mão. - Que mundo pequeno! – falou - Oh, nem fale. E aí, como você está? - Tô bem e você? - Muito bem. – respondi. Conversamos um pouco com uma intimidade que não tínhamos. Acho que por conta do álcool. Ele estava mais solto e eu também. Nem parecia que havíamos nos conhecido numa entrevista de emprego. Conversamos durante um bom tempo até que nos despedimos. A festa tinha sido muito boa e voltamos para casa de taxi. No outro dia arrumamos nossa mala e voltamos a nossa cidade. La pelo meio da semana o meu telefone tocou. Era o Enzo. Me informando que eu tinha conquistado a vaga. Pulei de alegria. Me desliguei da antiga empresa. Até que chegou o primeiro dia no emprego novo. Eu estava muito feliz. E empolgado. Me arrumei meio social e fui até a agência. O Enzo me recebeu com um largo sorriso e me apresentou todos os funcionários. O que demorou um pouco. Lá pelo meio da tarde comecei de fato a ver quais eram as minhas obrigações. Tive um breve treinamento com o Enzo na semana seguinte e após isso fiquei por conta própria. Entendendo aos poucos todo o funcionamento do setor de criação. Participando de reuniões de criação e dando algumas ideias meio que timidamente. O tempo foi passando e comecei a ficar mais à vontade. A medida que o tempo passava eu me aproximava das pessoas, e começava a criar uma certa amizade. Me adicionaram no grupo do Whatsapp e a intimidade só aumentou. O Enzo sempre no nosso círculo. Ele tem aquela imagem de chefe, mas que não parece chefe. É super atencioso quando alguém precisa de ajuda e sempre está nas brincadeiras internas. Mas quando precisa ser firme e cobrar produtividade, faz sem ninguém questionar. Íamos ficando mais próximos e o meu interesse por ele só aumentava. Os meses foram passando e eu, cada vez mais enturmado e acostumado ao trabalho. Até que um feriadão se aproximou. Eu sempre gostei muito de viajar e sempre estou de olho nas promoções dos sites de compra coletiva. A medida que o feriado se aproxima eu já procurava algum lugar pra ir com os amigos. Certo dia, enquanto procurava, o Enzo me chamou no whatsapp. - E aí, man? E esse feriado vai passar onde? – escreveu - Cara, estou justamente procurando um lugar bacana. Achei um hotel na Chapada Diamantina bacana. Com um preço bom. – Respondi. - Pow, massa. Manda ai o link. Mandei o endereço. - Você já foi na Chapada? – perguntei. - Que nada. Conheço mais o litoral. Pow, abri aqui o link. Bacana. Várias atividades. Trilha, canoagem... tudo - Pois é. – falei – Tô a fim de ir. Vamos? - Opa, Vamos sim. Você vai com quem? - Vou chamar uns amigos e você? - Vou ver com uns amigos também. – falou Durante a semana conversamos no trabalho sobre a viagem. E algumas pessoas decidiram ir também. Além de um casal amigo dele. Nenhum dos meus amigos quiseram ir. Porém ao todo juntamos um grupo de 8 pessoas. Liguei, fiz as reservas e no dia do feriado lá fomos nós. Enzo passou na minha casa e depois foi pegar o casal. No caminho fizemos um pequeno sorteio para ver quem dividiria o quarto com quem. O casal obviamente ficou junto. Sobrando nós 6. Eu fiquei com o Caio. Um amigo da agencia. Enquanto o Enzo ficou no mesmo quarto que umas das meninas. E um outro casal também da agencia, mas que não namorava, ficou no mesmo quarto. Problema resolvido. Chegamos ao hotel lá pelas 17:00. Fizemos o check in e fomos ao nosso quarto. Comecei a desfazer as malas e o Caio anunciou que iria tomar banho. Enquanto eu arrumava minhas coisas, o cara tirou toda sua roupa, ficando completamente nu. Pegou o sabonete, toalha, escova de dentes, andando pelo quarto pelado. Uau. Caio tinha um corpão. Somos da mesma altura e porte físico. Ele só e uns 2 anos mais velho que eu. Ele estava bronzeado. A sua marquinha de sunga era uma delícia. Uma bunda linda. Durinha, carnuda e meio empinadinha. Boas pernas. O seu pau estava completamente depilado e não acho que estava completamente mole. Continuei arrumando minhas coisas enquanto ele pegava suas coisas dentro da mala. Foi até o banheiro, e o ouvi abrir o chuveiro. Deixando a porta aberta. Liguei a tv e fiquei assistindo. Após alguns minutos o Caio saiu do banheiro de cueca e eu entrei pra tomar um banho. Tirei a minha roupa entrei no box e abri o chuveiro. Percebi que comecei a ficar excitado por ter visto o caio peladão. Lavei tudo direitinho e o pau nada de amolecer. Até que ficou duraço. Estava prestes a sair do banho e o cacete não amolecia. Dei mais um tempo embaixo do chuveiro e nada. Lembrei que já tinha uns dias sem sexo e sem bater punheta. Terminei o banho, ainda de pau duro e me enxuguei. Me enrolei na toalha, encostei um pouco a porta e fui escovar os dentes. E só enquanto e os escovava sentir o pau amolecer. Fui até a mochila, peguei uma cueca, uma calça e um camisa. Enquanto o Caio assistia tv. Me desenrolei, ficando completamente nu, e fingi estar procurando algo na mochila para o Caio me ver naquele estado. - Pow, cara. Picão, hein? Sorri e disfarcei - Vá assistir sua tv aí, rapa. Para de manjar a minha rola. Rimos e terminei de me vestir. Enquanto colocava minha toalha na varanda do quarto, ouvi alguém bater na porta e gritar. - Vocês vão ficar no quarto o dia todo? - Gritou o Enzo Caio abriu a porta enquanto eu voltava para o quarto. Enzo estava com uma calça jeans, uma camisa azul e de tênis. Calçamos os nossos tênis e encontramos o resto do pessoal já na porta do HOTEL. Demos uma volta na cidadezinha que nem me lembro o nome e paramos num bar bem estiloso. Começamos a beber e a conversar. Trabalho, outras viagens, relacionamentos, festa, bebedeiras e tudo mais. As horas foram passando e pude ver o Caio começar a se engraçar para o lado de umas das nossas colegas de trabalho. Quando menos esperamos, os dois que já estavam um pouco altos, começaram a se beijar. Ver aquela cena só aumentou o tesão que eu estava desde cedo. Tentei desviar a atenção e continuar conversando com o pessoal. Tiramos muitas fotos e já na mesma hora postamos no instagram. A noite foi passando e tudo estava muito agradável. Rindo bastante e fortalecendo os laços de amizade que já tínhamos há algum tempo. Tudo estava muito bom, mas decidimos que era hora de dormir. Pagamos a conta. E voltamos ao HOTEL. No caminho o Caio me chamou em particular. - Man. Tem como você trocar de quarto com a Luciana? É que eu quero dormir com ela. Ela disse que tá a fim, mas só se estiver eu e ela no quarto. – Falou. - Sem problema, man. Relaxe. Mas use camisinha. – falei. Chegando ao HOTEL fui até o quarto e juntei as minhas coisa. Coloquei na mochila e fui ao quarto que a Luciana tinha ficado. Bati na porta e a ela mesma abriu. - Só um instante, gatinho. – disse. Eu entrei e coloquei minhas coisas em uma das camas. A outra tinha uma mochila que eu não sabia de quem era. - De quem é essa mochila? – perguntei. - Do Enzo. Ele foi até a recepção, mas já volta. - Tá bom, então. – falei tentando não mostrar empolgação. Claro que estava empolgado. Na hora o pau começou a ficar duro novamente. Mas a calça jeans deu uma disfarçada. Cara como eu estava com tesão. E enquanto a Luciana terminava de arrumar sua coisas e eu assistia tv já deitado em uma das camas, o Enzo entrou. - Opa. Quarto errado? – perguntou. - Não. – Falou Aline. – Só uma pequena troca. - Pra onde você Vai? - Nem queira saber. – falei. - Hum, imagino. E deu uma risada safada. – Então você vai ficar aqui? - Exato. Chefe. - Puts. E eu achando que fosse dividir o quarto com uma mulher. – falou brincando Tirou a camisa. E deitou na cama ainda de calça. A Luciana terminou de arrumar suas coisa e deixou o quarto. Levantei e comecei a arrumar as minhas no pequeno guarda roupa. Voltei a deitar na cama. Ter aquele cara ali ao meu lado, sem camisa só aumentava o meu tesão. Nessa hora o meu pau estava duro que nem pedra. As nossas camas eram separadas apenas por uma mesinha de cabeceira. Eu sempre tive muito assuntos com o Enzo, mas sempre havia outras pessoas no mesmo ambiente ou então eram assuntos de trabalho. Poucas vezes ficamos sozinho. E nesse momento eu não sabia o que dizer para puxar conversa. Ele se mexia a todo momento e não parecia que iria dormir. E nem eu. Fui até ao pequeno frigobar, peguei uma cerveja e fui até a varanda. Fiquei debruçado no balcão tomando a minha cervejinha. Tudo estava no maior silêncio. A não ser pelo vento nas árvores. Após alguns minutos, Enzo apareceu com mais duas latinhas e se juntou a mim. Ficamos ali, um ao lado do outro. Ambos debruçados no balcão. Os nosso braços se tocando. Ele sem camisa e eu ainda vestido. Somente sem os sapatos. - Curti o lugar – ele disse. - Eu também. Tão tranquilo. - Você já viu as fotos que eles tem na recepção das redondezas? Cara, grutas, cachoeiras e até cavernas. Eu nunca entrei numa caverna. Eu ri. - Eu também não. Amanhã acordamos cedo e visitamos isso tudo. – falei. Ficamos um momento em silêncio novamente até que ele falou. - Cara. Gostei muito de te conhecer. Digo, além do profissional. Você é um cara parecido comigo. Curtimos as mesmas coisas e até pensamos parecido sobre certos assuntos. - Pow, cara. Que bacana. Gostei muito de te conhecer. Desde o dia da entrevista. – falei. Nossos braços agora pressionavam um ao outro. Um sensação agradável. O cheiro dele era delicioso. E extremamente excitante. Eu já estava de pau duro. Entre um gole e outro percebi que as nossas cervejas estavam acabando. E enquanto passava por trás dele para ir até o frigobar, acabei roçando o meu pau duro em sua bunda por conta da varanda estreita. Abri a porta e fui até o frigobar. Peguei as cervejas e voltei a varanda ainda excitado. Fiz questão de me encostar ainda mais nele. E lhe entreguei a cerveja já aberta. Ele deu um último gole na anterior e colocou a lata num canto. - Cara, qual perfume você usa? - perguntou - Na me lembro de ter passado perfume. Deve ser o desodorante ou o sabonete. E quando eu menos esperava, ele se debruçou sobre mim. Com uma das mãos no meu rosto, sentiu o cheiro do meu pescoço. Eu virei um pouco o pescoço de modo que nossos rostos ficaram bastante próximos. Ele olhou em meu olhos e mais uma vez voltou a cheira o meu pescoço. - É, esse cheiro e de você sim. - disse. - A sua mão e muito macia. – Falei pegando em sua mão. - O que você faz para ser assim? - Não sei. Algumas pessoas já me falaram isso. Eu alisava sua mão de leve. Sentindo cada centímetro. Ele pareceu não se incomodar e me ofereceu a outra. Coloquei uma de suas mãos no mesmo lugar de quando ele cheirou o meu pescoço. E com a sua mão eu alisei o meu rosto. Fechei os olhos e passei a sua mão na minha bochecha. Senti o seu rosto perto do meu e ouvi o seu sorriso. Abri os olhos e vi que estávamos muito próximos. Sorri. E enquanto eu abaixava sua mão, ele chegou mais perto e me beijou. Por um momento somente os nosso lábios se tocaram. Depois senti a sua língua em meu lábios. Retribuí. Senti as nossas línguas se tocarem. Os seus lábios eram suaves e o seu hálito delicioso. Mesmo depois das cervejas. Ele beijava muito bem. Os nosso lábios se tocavam sem pressa. Até que senti a sua mão direita em minha cintura. Pus as mãos de cada lado do seu rosto e o puxei de encontro ao meu. A nossa respiração ficou mais acelerada. Senti a sua outra mão atrás da minha cabeça. Bem devagar ele me pressionou contra a porta do quarto. Que fez um barulho. A essa altura eu já começava a sentir o seu pau crescendo dentro da calça jeans. Enzo pôs as mãos por baixo da minha camisa e começou a alisar todo o meu corpo. Peitoral, barriga, cintura, costas. O seu toque na minha pele fazia o meu pau pulsar. Coloquei as mãos em sua cintura e o puxei de encontro ao meu corpo para que sentisse como estava excitado. Ao fazer isso, ele soltou um leve gemido abafado pelo nosso beijo. Ficamos de amaço na varanda por um bom tempo. Até que demos um tempo no nosso beijo. Com a respiração um pouco ofegante, nos olhamos nos olhos. E rimos ao mesmo tempo. E o abracei sorrindo. E enterrei o meu rosto em seu peito. Ele sentia a minha excitação e eu sentia a dele. Parecia que estávamos preste as rasgar nossas calças. Sentia o seu pau pulsar de tesão. Abri a porta e o puxei para dentro. Desliguei a tv e as luzes do quarto. Deixando somente os dois abajures ligados. Tirei os sapatos e quando ia tirar a camisa ele me puxou. Me deu mais um beijo. Que língua gostosa. O seu beijo era extremamente excitante. Enquanto nos beijávamos pude sentir as suas mãos nos botões do meu cinto. Desabotoou a minha calça e abriu o meu zíper. Pude sentir as suas mãos na minha cueca. Ele alisava devagarzinho enquanto me beijava. Levantei os braços e na hora ele entendeu que eu queria que ele tirasse a minha camisa. Após tirá-la, a dobrou e a jogou no pequeno guarda roupa com a porta aberta. Ele olhava para o meu peitoral com muito desejo. Alisou a minha barriga e o meu peitoral de todas as formas. Voltamos a nos beijar e agora foi a minha vez de pôr a mão em seu peito e ir de encontro a sua calça. Ele não estava de cinto. Então foi mais fácil desabotoá-la. O pau dele pulsava de tesão. Alisei a sua cueca enquanto o beijava. Abaixei a sua calça até a altura do joelho. - Senta na cama. – falei. Ele sentou e pude terminar de tirar a sua calça. O colocando de brincadeira na posição de FRANGO assado. Com as pernas pra cima. Ele estava com uma cueca box vermelha que desenhava todo o formato do seu pau. 19 cm com uma bela grossura. Vê-lo naquela posição. Com as pernas pra cima alisando o pau por cima da cueca me deixou ainda mais com tesão. Tirei a minha calça e deitei por cima dele ainda naquela posição. A sua cueca estava húmida de tanto que o seu pau babava. Os seus gemidos eram agora mais comuns e comecei a gemer junto. Abaixei as suas pernas e tirei a sua cueca. O pau dele estava duraço e era muito bonito. Cabecinha rosada. Proporcional ao resto e a grossura do seu cacete. 19 cm. Totalmente depilado. Que tesão. Ao ver aquela cena, o meu chefe completamente nu, a minha excitação só aumentava. Ele girou o meu corpo e fico por cima. Me deu um beijo demorando e foi descendo pelo meu corpo. Lambeu o meu pescoço, o meu peitoral e a minha barriga. Ainda descendo cada vez mais. Senti a sua mão agarrar o meu pau. Deu uma leve apertadinha na cabeça do meu pau por cima da cueca e dei um leve gemido. - Que delícia. Ele deu um leve sorriso e tirou o meu pau pelo lado da cueca. No início tirou a cabecinha e depois tirou todo o resto. Ele olhava e alisava o meu pau com muito tesão. O meu pau pulsava de tesão. - Cara, que picão é esse? – falou rindo - Do tamanho do seu pelo que vi. E de fato era. Os nossos paus tinha um tamanho parecido. Ele tirou a minha cueca e dessa vez foi eu que fiquei na posição de FRANGO assado. Enzo alisava minhas pernas e não tirava os olhos do meu cacete. Abaixou a cabeça e colocou a boca no meu pau. Que delícia. Chupava de levinho. E com uma boquinha deliciosa. - Isso, chupa a cabecinha. Só a cabecinha. - Ele chupava passando a língua em toda a cabeça. Um tesão. Enzo chupava e as vezes soltava leves gemidos. O seu boquete era delicioso. Aos poucos ele começou a abocanhar todo o cacete. Subindo e descendo em toda a extensão do meu pau. Dando leves lambidas na cabeça. Me deixo doido de tesão. Enzo chupava toda a extensão do meu cacete com uma boca macia e seus lábios gostosos. As vezes usava os lábios, as vezes a língua, as vezes os dois. O que eu posso dizer é que era uma sensação deliciosa. Naquele momento eu nem lembrava que ele era o meu chefe. - Isso cara, chupa. Está bom demais. - Falei Enzo disse alguma coisa, mas que foi abafada por estar de boca cheia. Ele continuava naquela posição. De quatro, com aquele bundão todo empinado, chupando o meu pau. Uma visão linda. O tesão era tanto que comecei a sentir que se continuássemos como estávamos eu gozaria eu pouco tempo. Pedi que Enzo parasse um pouco. Ele voltou a beijar a minha virilha, minha barriga, o meu peitoral, passando a língua nos mamilos e por fim ao meu pescoço. Região que me dá muito tesão. Voltamos a nos beijar com ele agora por cima de mim. Nossos paus se roçando e ele fazendo um leve movimento de sobe e desce. - Sua vez de chupar o meu pau. - disse no meu ouvido. Eu sorri e dei mais um demorado beijo nele. Lábios extremamente macios e doces . A essa altura eu nem sentia mais o gosto da cerveja. Repeti no Enzo os mesmos movimentos que havia feito em mim. Chupei os seus mamilos, lambi o seu peitoral lisinho. Ele estava com uma respiração pesada. Olhei para ele e Enzo estava de olhos fechado, demonstrando estar sentido muito tesão. Lambi a sua barriga e cheguei a sua virilha. Enzo havia se depilado, mas dava pra ver que ja havia uns 3 dias. Os seus pelos começavam a nascer novamente, mas ainda estava um pouco liso. Parei um momento e fiquei olhando o seu pau. O cara tinha um pau bonito. Grosso. 19 cm. Cabeça rosada e larga. O seu saco era proporcional ao tamanho do cacete. Coloquei uma das mãos no saco e outra no pau do Enzo. Comecei uma leve punheta enquanto massageava o saco. Ele sussurrava de tesão. O cheiro do seu pau invadiu o meu nariz. Um cheiro gostoso de macho. Tinha um cheiro que era puro tesão. Me aproximei do seu pau, ficando na mesma posição que ele estava. De quatro. Me aproximei do seu pau e encostei nos lábios. Senti o cheiro do seu pau mais forte. Que delícia. Ele pôs as mãos na minha cabeça para que eu colocasse seu pau na boca. Ficou alisando o meu cabelo enquanto eu passava o seu pau nos lábios. Aos poucos fui encostando a língua na cabeça do seu pau e lambendo. Ele começava a gemer. - Isso, chupa assim. Que delícia. Chupa gostoso, vai. Eu só estava chupando a cabeça do seu pau. Uma cabeça larga e com cheiro de rola limpa de macho. Segurei então o seu pau e pus toda cabeça do seu pau na minha boca. Que pau gostoso. A cabeça do seu pau era muito macia. Comecei uns leves movimentos de sobe e desce, porem ainda na cabeça do seu pau. É muito bom receber um boquete so na cabeça da pica. O meu pau pulsava de tesão. - Porra, Alan. Que tesão, brother. Morde de levinho, vai. Comecei a dar leve mordidinhas em seu pau. E aos poucos comecei a chupar toda a sua pica. Ele tinha mesmo um pau grosso gostoso. Podia sentir o seu pau pulsar de tesão e ficar duraço em minha boca. Enzo agora começava a fazer leves movimentos de sobe e desce. Segurava a minha cabeça de leve e empurrava de encontro ao seu pau. Eu olhava pra ele e ele estava de olhos fechados curtindo todo aquele momento. Voltei a chupar o seu pau e pude perceber que eu mesmo soltava alguns gemidos. Meu tesão estava a mil. Meu pau pulsava. - Olha pra mim, vai. - ele disse Eu olhei e os nossos olhares se cruzaram. Eu sempre fui muito tímido, mas naquele dia eu nem ligava que ele me olhasse com seu pau na minha boca. O seu pau era delicioso e eu não queria parar até que ele disse que iria gozar. Nessa hora pedi que ele ficasse de bruços. Peguei dois travesseiros e os coloquei embaixo dele. Fazendo-o ficar com o bundão todo empinado. Enzo tinha uma bunda lisinha, um rego lisinho. Mas uma bunda de macho. Dura, firme e coxas grossas que complementavam e me dava muito tesão. No início, mordi a sua nádega direita, depois a esquerda. E ele gemeu - Hummmmmmmm Passei o dedo pelo seu reguinho. Sentindo pela primeira vez o seu cuzinho. E bem na hora ele deu uma piscadinha . - Que cuzinho gostoso, Enzo. - Falei. Me aproximei mais e passei a língua. De baixo para cima. Enzo gemeu assim que a minha língua tocou o seu ânus pela primeira vez. - Que delícia. – falei. Passei mais uma vez a língua em seu cuzinho gostoso. Macio e apertadinho. Que delicia de cu. E enquanto eu chupava seu cuzinho ele gemia contra o colchão. Eu enfiava a língua e o seu gemido ficava mais alto. Uma delícia. Coloquei um dedo na portinha e fiz uma leve pressão. Enzo piscou o cuzinho. Passei bastante saliva no dedo e forcei mais um pouco. E aos poucos o dedo foi entrando. O Enzo ainda gemendo. Chegava a empinar ainda mais a bunda. Ficando quase de quatro. Quando percebi, o dedo já entrava e saia sem dificuldade. - Cara, você já deu? - Uma vez. E você? – falou - Também. Quer dar pra mim? Vou devagarzinho. – acrescentei - Mas vai devagar. Já tem tempo que fiz isso. E seu pau é grosso. Fui até a mochila, peguei um tubo de lubrificante e umas camisinhas. Lambuzei o seu anelzinho de lubrificante e pedi que ele colocasse a camisinha no meu pau. Fiquei em pé na cama deixando o pau na altura de seu rosto. Entreguei a camisinha a ele e Enzo foi desenrolando no meu pau. Um momento bem excitante. Ver aquele macho colocando no meu pau a camisinha. Ao final, deu um beijinho bem na cabeça da minha pica e eu pedi: - Fica de ladinho. – falei. Peguei os travesseiros que estavam embaixo dele e os coloquei na outra cama. Enzo ficou de lado e me posicionei atrás dele. Levantei a sua perna direita e direcionei o meu pau no seu cuzinho. Enzo contraiu um pouco. Beijei o seu pescoço e dei leve mordidas em sua orelha. Senti quando ele relaxou mais. Fiz um pouco de pressão e senti ele ficar tenso, mas sem piscar. O abracei por trás e continuei forçando. Mas de leve. Sem pressa. A sua respiração ficou pesada, mas o Enzo não pediu para parar. Seu cuzinho era mesmo apertadinho. E aos poucos o pau foi entrando. Quando a cabeça do meu pau entrou ele deu um gemido um pouco mais forte. Tirei o meu pau e voltei a lambuzar minha pica e o seu cu com bastante lubrificante. Direcionei o meu pau mais uma vez, e dessa vez a cabeça do meu pau entrou com mais facilidade. - hum - ele gemeu. - Doeu? – perguntei. Sempre me preocupo nessas horas. - Só um pouquinho. Mas tá mais tranquilo agora. Mas vai devagar, Beijei a sua nuca, passando de leve a língua. Ele gostava. O seu corpo começou a relaxar mais um pouco e quando percebi que estava mais relaxado, meti o pau um pouco mais. Mas sem pressa para não causar nenhuma dor. Enzo tinha um cuzinho muito apertado mesmo. Uma delícia. E aos poucos o pau foi entrando. Entre um gemido e outro, mas ele não pediu para parar. Quando senti o meu saco tocar a sua bunda, esperei um pouco. O cuzinho dele precisava se acostumar e não queria que ele sentisse dor, apenas prazer. Eu pulsava o pau de tesão dentro do cu do Enzo e ele curtia. Em resposta, piscava o cu no meu pau. Uma sensação muito prazerosa. - Vai, cara. Mete. Está gostoso já. - Falou Pelo jeito ele estava mesmo curtindo. O seu pau estava duraço e babava. Comecei a bater uma punheta pra ele enquanto metia ainda devagar. Ele curtia e os seus gemidos aumentavam de intensidade. - Está muito gostoso. Mete, assim. Vai. – gemia. Voltei a levantar a sua perna direita e aumentei o ritmo. O saco batia em sua bunda e fazia um barulho bom de ouvir. Enquanto eu metia, mordia as suas costas e seus gemidos só expressavam uma explosão de tesão. - Rebola no meu pau, chefe, vai. Rebola. – sempre quis dizer isso. E aquela bunda gostosa contraiu um pouco e rebolou no meu cacete. Parei o movimento de vai e vem e curti ele rebolando no meu pau. Voltei a punhetá-lo e ele soltou um urro alto. - Ahhhhhh. Isso. O seu pau babava. E lambuzava a minha mão. Essa posição era boa demais e fudemos muito assim. Tirei o meu pau de seu cuzinho que estava uma delícia, fui até a outra cama e peguei mais um travesseiro. Fiz uma pilha com uns 3 e pedi que ele deitasse de bruços por cima. Enzo agora estava meio de quatro meio de bruços, mas o mais importante era que seu cuzinho doido pra receber mais pica estava todo empinadinho. Me posicionei, direcionei o meu pau e encontrei o seu anelzinho. Um sensação maravilhosa quando a cabeça da minha pica passou naquele cuzinho rosado ele urrou alto. Procurei uma posição confortável e comecei uma brincadeira. Tirando e colocando só a cabeça da minha pica. Extremamente prazeroso. E o Enzo gemia, urrava e pedia. - Vai mete, assim. De novo. Vai, tá bom demais. Agora vem aqui. Segurou o meu braço e me puxou, nessa hora o meu pau entrou com tudo e ele urrou de tesão. E eu também. - Cara que delíciaaaaaaaa, Assim eu fico doido e não vou querer saber de outra coisa. No beijamos e eu continuei com o movimento de vai e vem. As nossas respirações abafadas pelo nosso beijo. A sua língua doce em contato com a minha. Eu chupava a sua língua com muito desejo. E Enzo gemia baixinho no nosso beijo. Que delicia aquele homem. Nos demoramos naquele posição. Curtindo cada metida e cada gemido um do outro. Aquela voz grossa pedindo para meter me excitava muito. A essa hora o anelzinho dele não oferecia resistência. Entrava e saia com facilidade. Uma delícia. Enzo pediu para mudar de posição. Deitei com meu pau apontando para o teto e ele agachou devagarzinho. Senti toda a minha pica lhe penetrando. Cm por cm. Enzo subia e descia me olhando nos olhos, só transparecendo tesão. Que homem gostoso. As vezes jogava a cabeça pra trás e gemia alto. A todo o momento contraindo seu cuzinho no meu pau. Me deixando doido. Segurei o seu pau e comecei a punhetá-lo enquanto ele cavalgava no meu cacete. A pica do Enzo babava e o cheiro de sexo, homem pelado, e muito tesão se espalhava pelo quarto. A essa hora nenhum dos dois se importava em gemer baixo. Ele gemia e urrava alto. E eu também. - Isso, vai. Cavalga nesse cacete que é só seu. – Falei - É? – ele perguntava. Subindo e descendo. - Todo seu. A noite toda. O final de semana todo. E o quanto você quiser. - Então mete, vai. Tá gostoso demais. Me esforcei para sentar enquanto ele ainda estava sentado em meu pau. E nos beijamos novamente. Um beijo molhado e gostoso. Seu pau roçando a minha barriga e me lambuzando de baba. Levantei ele um pouco para que pudesse chupar o seu pau. A pica do cara tinha um cheiro de homem delicioso. Coloquei a cabecinha do seu cacete e minha boca e comecei a fazer mais um boquete no cara. Deixando todo molhado. Enzo gemia e empurrava a minha cabeça contra o seu pau. Levantou e ficou em pé em cima da cama. Enquanto eu mamava seu pau gostoso. Lambendo suas bolas e a cabecinha rosada da sua pica. Um tesão. Enzo socava seu pau na minha boca e urrava de prazer. - Isso vai, Chupa. Assim. Eu chupava o seu pau que tinha um gosto gostoso. Depois de um bom tempo chupando o cacete do cara, ele sentou na cama e me beijou. Se jogando por cima de mim completamente. Os nossos paus se roçavam. E o beijo continuava sendo delicioso. Nos beijamos por um longo tempo e continuávamos de pau duro. - Fica de quatro pra mim, vai. Enzo deu um leve sorriso e começou a se ajeitar. Peguei mais uma camisinha. Coloquei bastante lubrificante e me posicionei atrás dele. Encaixei meu pau no seu cuzinho e aos poucos fui empurrando. Até sentir que tinha metido tudo. Enzo gemeu baixinho. Segurei em seus quadris e comecei o movimento de vai e vem. Essa é uma das melhores posições na minha opinião. Tirava e colocava todo o meu cacete enquanto ele gemia e o seu corpo ia pra frente e pra trás com os movimentos. Acelerei os movimentos e a minha respiração ficou mais ofegante. - Isso, Vai. Assim. Não para - Falou - Não vou. E com uma das mãos ele começou a bater uma punheta. Os gemidos agora eram mais ofegantes. A sua bunda estava abertinha recebendo o meu pau. Eu gemia. Ele gemia. Dois machos fudendo pra valer. O corpo do cara na iluminação do abajur era muito bonito de se ver. Braços fortes. Costas largas, pernas grossas e a marquinha da sunga na bunda. Uma delícia. - Que delicia, Alan. Você fode gostoso demais, cara, - Tá gostando, chefe? Também tô curtindo. Seu cuzinho é uma delícia. – falei - É? Então mete vai. Que tô quase gozando. - Calma, não goza agora não. Vamos gozar juntos. Tirei o meu cacete do cu dele, e o levei para o box. Nos beijamos mais uma vez e enquanto nos beijávamos nos masturbávamos. Enzo batia uma punheta gostosa pra mim, enquanto eu batia uma pra ele. Quando menos esperei, Enzo gozou. Lambuzando a minha barriga e as minhas pernas de muita porra quente. Foram muitos jatos. E na hora o cheiro de gala encheu o box. Não demorei muito pra gozar na sua barriga também. Alguns jatos chegaram ao seu peitoral. E ele passou a mão espalhando a minha porra em seu peito como se fosse um óleo para massagem. Ele me empurrou contra a parede e me deu um beijo quente, doce e demorado que nossos paus demoraram para amolecer. - Pow, chefe. Que foda gostosa. Onde você aprendeu isso tudo? - Você também fodeu gostoso. – Falou Tomamos um banho entre um beijo e outro. Nos esfregando. Nos enxugamos e voltamos para a cama. Juntei as cama para que virasse uma cama só. Ele deitou e na hora que eu ia vestir uma cueca, ele não deixou. Disse que era pra deitar pelado mesmo. Deitei aos seu lado e Ficamos vendo tv de conchinha. Acabamos dormindo. Acordando ambos de pau duro no outro dia. Dessa vez, batemos uma punheta um ao lado do outro, entre muito beijos. Gozei ao ouvir os gemidos do Enzo gozando ao meu lado. Uma delícia.

terça-feira, 16 de junho de 2015

NO MEIO DO CAMPO DE FUTEBOL

Alto, forte, mulato, olhos castanhos e cabelo liso. Boa definição para Wellington. O atleta mais atraente da escola. Mas é claro que um colégio particular teria um centro esportivo com variedades. E algumas delas vale a pena apreciar. Nunca pensei que valeria tanto a pena ter que dividir a sala com aqueles atletas ridículos. Nós alunos do teatro detestamos esse jogadores de futebol metidos, mas para cumprir castigo, alguns meninos do futebol tiveram que ajudar no cenário da peça da escola. E lá estava eu, admirando Wellington, o garoto mais gostoso daquele time. Eu não conseguia nem mesmo me concentrar no meu texto. Eu sabia que ele queria algo comigo, porque era o único que puxava assunto comigo, o único que me olhava de cima a baixo e que parecia nervoso a falar comigo. Um dia eu estava decorando meu texto na coxia e ele havia entrado lá com uma lua de papelão enorme. Pediu desculpas por me atrapalhar, mas eu disse que tudo bem. Eu percebi que ele não tinha ido embora e ficou me espionando, então decidi pedir ajuda dele pra ensaiar. Digamos que foi assim que nos tornamos amigos. Trocamos número no whatsapp, conversávamos bastante e até aí não passava de amizade, até que um dia, recebo uma ligação... - Alô? - atendo. - Está ocupado? - Ele diz. - Quem é? - Sou eu, o Wellington. - O que foi? - Tem como você vir até aqui. Preciso de você. Você é a única pessoa que me acalma. E era verdade. Wellington costumava a se estressar bastante, mas toda vez que eu conversava com ele, ele se acalmava. Tinha problemas com o pai, a escola, o futuro no esporte... - E onde seria aqui? - Perguntei. - No campo da escola. - Você está maluco, se você... - Eu sou capitão do time, eu tenho a chave. - E se um dos seguranças... - Você vem ou não vem? Sua voz estava fria. - Ok, estou indo.... A noite estava fria. Peguei um táxi até a escola. Tinha seguranças na porta da frente, mas na parte de trás da centro esportivo estava vazio e ele estava esperando na portinha de saída. - Você demorou. - Ele disse com seu sorriso lindo. - Desculpa. Mas o que você quer aqui? - Venha. Entrei com ele e no meio do campo tinha uma mochila jogada no chão, uma toalha forrada e uma cesta de piquenique. - O que significa isso? - Perguntei. Ele me pegou por trás e me fez sentar. Consegui sentir o cheiro do perfume dele, me fez contorcer a cabeça. - É uma forma de agradecer sua amizade. Eu andei descobrindo que não posso confiar muito nas pessoas. Mas você é diferente. Sempre se mostrou fiel. - Anh... Obrigado. Era por isso que estava chateado? Alguém traiu sua confiança. Ele balançou a cabeça positivamente e depois disse: - Vamos esquecer os problemas. Faz tempo que venho planejando um momento como esse. - Ele sorriu pra mim e me entregou uma taça de vinho. Brindamos e demos um gole na bebida. Depois de muitas taças de vinho e alguns aperitivos, já estávamos bastante alegres e meio bêbados... Contamos piadas e falamos de várias coisas, depois nos vimos falando de sexo. - Ah, você está zuando comigo! - Eu disse. - Não estou, não! Essas garotas são assim mesmo. - Disse Wellington. - E nem conto o que a Alana Rodrigues fez comigo. - O que ela fez? - Bem, ela inventou que precisava de ajuda em matemática e foi na minha casa quando eu estava sozinho. De repente quando me dei conta, ela estava alisando meu pau por cima da calça. Logo depois, ela já estava com a mão toda no meu pinto... - Ele fechou os olhos como se estivesse sentindo o mesmo que sentiu naquele dia. - Nossa! Ela tinha muitos anéis. - Ele disse. - E estavam gelados. Aquele puta me bateu uma e depois foi embora. - Então está me dizendo que todas essas meninas são provocadoras. - Poucas vão direto ao ponto, Caio. Elas são assim... Elas gostam de provocar. E eu... gosto de ser provocado. Eu ri e ele riu também. Ficamos olhando um para o outro naquele momento. - E você? - Ele perguntou. - Eu não... não saio muito com as garotas. - E com garotos? - O que? - Ah, somos amigos, não é? Eu não vou contar pra ninguém. Não sei se era porque eu estava bêbado, ou se eu realmente confiava nele... - Bem... Eu costumo sair com muitos caras. - O que você faz com eles? - De tudo... um pouco. kkkk, eles gostam da minha timidez. - Não são os únicos. - Ele murmurou. - O que? - Continua... Me conta o que costuma fazer com eles. - Ah... Bem, eu do pra eles... Mas o que mais gosto de fazer é chupar. Ah, meu deus! Eu adoro chupar um delicioso pau. Ele riu. - Tipo esse? Quando olhei, arregalei os olhos. Não era tão grande, mas era grosso. Moreno, lindo, cheio de veias, estava escorrendo a gala. Eu não sei o que deu em mim. Acho que simplesmente me deixei levar, não me liguei se alguém podia ou não ver e abocanhei aquele pau. Eu poderia descrever a sensação de ter aquela coisa gostosa na minha boca, mas não sei como explicar. Era uma piroca macia, mas ao mesmo tempo dura feito pedra. Eu lambia a cabecinha com todo vigor, enfiava na minha boca até o fundo da gargando. Chupava fazendo um delicioso vai e vem. Definitivamente adoro um boquete. Eu não conseguia parar. Acelerei o ritmo do meu vai e vem e depois fui parando, trazendo minha boca de volta ao topo. Eu podia ouvir os gemidos dele. Podia ouvir ele falar safadezas pra mim. Ele me xingava, me desmoralizava e agarrava meus cabelos me forçando a chupar mais. Eu descia devagar e depois subia fazendo um rápido vai e vem. A minha língua contorcia aquele mastro delicioso. Ai, eu estava sedento, eu queria engolir toda porra que ele tinha guardado pra mim. Ele não parava de gemer e eu também. Gemia com aquele pau na minha boca. Eu lambia a cabecinha toda, minha língua passava na dobrinha. E as bolas Eu enfiava tudo na boca. Fiz exatamente o que ele mandou. Mamei as bolas como duas bolas de sorvete de creme. Eu sugava elas e ele ia ao delírio. Jogando a cabeça pra trás e gemendo alto. Depois ele anunciou: - Vou gozar! E ele gozou. Jorrou litros bem dentro da minha boca. Não deixei derramar uma gota sequer. E depois eu chupei mais, fazendo ele revirar os olhos, enquanto minha cabeça enfiava tudo até o talo. Ele enlouqueceu. Me pegou no colo, me pôs em cima dele e começou a me beijar. - Não sabe quanto tempo eu quis isso. - Disse entre o beijo. - E eu quero mais de você. - Você vai ver eu marcar o GOL agora. - Ele disse. Eu ri... Era engraçado, mas excitante. Estávamos em pé, trocando beijos. Ele sentia o gosto da própria porra na minha boca. Sua língua sugava a minha e ele mordia meus lábios. Sua pegada na minha bunda era forte. Forçava meu quadril no seu volume. Sem tirar a boca da minha, ele foi me virando e começou a sarrar. Desceu minha calça bem devagar e deu um forte tapa na minha bunda. Olhei para o gol e disse a mim mesmo que me sentia mais realizado do que nunca. Ele mordia meu pescoço e sarrava aquele pau grosso nas minhas nádegas. - Eu quero você todas as noites assim pra mim. - Sussurrou no meu ouvido. - Vou meter em você de um jeito que nunca vai esquecer. Ele me jogou no chão, ergueu minhas pernas no ar. Foi me alisando até o meu pau, o agarrou e começou a me punhetar. Mordendo meus lábios, ele pegou o vinho e jorrou na direção da minha virilha, no meu peito e foi lambendo meu mamilo, enquanto seus dedos deslizavam até o meu cu, que também estava encharcado. Foi me dedando, enquanto seus dentes mordiam de leve meu mamilo direito. Ele foi lambando, enfiando dois, três, quatros dedos. Encharcou mais meu cu de vinho, até que em seguida, ele enfiou todo o seu pau. - AAAAh! - Eu gritei e deixei ele me possuir. Sinceramente? Não sei explicar como era aquela pressão que ele tinha. Ai, senhor! Ele enfiava aquele pau com muita fome, era voraz, sagaz. Ele sabia meter. Ai, ele mordia meu pescoço, arranha meu peitoral. Era tão delicioso sentir aquela grossura dentro de mim. Ele me jogou de bruços e começou a mexer seu quadril. Ele rebolava com o pau no meu cu. Eu estava todo sujo de terra, grama, mas não ligava. Ele lambeu minhas orelhas. - Está sentindo isso, gostoso? Você gosta disso meu lindo? - Ah! Acaba comigo. Ele empinou bem a minha bunda e feito uma metralhadora, foi atirando seu pau dentro do meu cu numa velocidade sem limites. O som se propagava naquele campo. Eu gemendo alto, ele xingando alto e nossos corpos se chocando com violência, seu quadril batendo no meu, enquanto até as bolas batiam na minha bunda. Agora eu estava de FRANGO assado. Ele alisava todo o meu corpo. Num ritmo bem devagar, mas sem perder o rebolado, ele me beijava na boca, mordia o pescoço e lambia meu mamilo. Seu pau cavava cada vez mais fundo, ele ia até dentro do meu intestino, me fazendo revirar os olhos e perder o controle. Eu estava possuído. Foi exatamente quando ele começou a bater uma pra mim, comecei a sentir algo dentro de mim que era totalmente inexplicável. O prazer foi batendo em todas as extremidades do meu corpo e eu senti meu pau latejar, quando um orgasmo me atingiu bem forte, e no exato momento, ele gozou dentro do meu cu. Eu jorrava litros de porra que pegou até na cara dele e ele jorrou tudo dentro de mim, pude sentir seu liquido quente percorrer todo meu corpo... Cansados, exaustos... Nós estávamos ali deitados descansando, olhando as estrelas. - Ah meu deus! - Eu disse. - Não acredito que dei pro jogador mais cobiçado da escola. - E eu não acredito que comi a bunda mais cobiçada da escola... - Ele disse. - O que? - Você tem razão, muitos meninos desse colégio querem comer esse cu. Seu jeito tímido e essa bunda grande. Ninguém para de falar em você desde que o Pedro te comeu... De repente, comecei a me sentir maravilhado. Saber que muitos garotos daquele colégio, inclusive os que eu desejava em segredo, me desejavam, fez meu coração acelerar, meu sangue ferver e um sorriso se alargar no meu rosto. - Caio... Está me ouvindo? - Oi! Anh, desculpa, me perdi nos meus pensamentos. - Bem, é melhor tomarmos um banho. Está pronto pro chuveiro? - Com certeza!

ATIÇANDO O NERD PAUZUDO

Matheus era o típico nerd que adorava ler mangás e quadrinhos. Eramos muitos amigos e como minha reputação estava subindo cada vez mais, começamos a ficar mais íntimos, pois eu contava pra ele todas as minhas aventuras sexuais. Foi quando comecei a perceber que ele se excitava com minhas histórias... Até que me lembrei quando dormimos juntos no acampamento da igreja quando eu tinha 12 e ele 13. Matheus deixou a toalha cair quando estava saindo do banheiro, mesmo novinho era muito pauzudo e eu fingindo que estava dormindo, babei quando vi aquela rola deliciosa. Depois de me lembrar desse momento maravilhoso, resolvi provocar Matheus, mostrando pra ele que eu iria satisfaze-lo da maneira que ele merecia... Comecei puxando a assuntos no whatsapp, até que um dia enviei uma foto da minha barriga e disse pra ele que foi sem querer. Ele riu e não falou mais nada. Na escola, toda hora eu derrubava algo de proposito na frente dele e me abaixava pra pegar de cu pro alto. Eu apertava meu pênis com força, quando eu conversava com ele. Sem contar que eu quando eu falava das minhas aventuras nunca terminava um assunto. Até que um dia ele disse no whats que estava carente. Fingi estar muito bêbado e eu disse: "Se eu estivesse aí, te beijaria da boca até abaixo de seu umbigo e..." Depois não disse mais nada. Enviei uma foto da minha bunda no dia seguinte. Até que um dia... A professora passou um trabalho em dupla. Fui pra casa dele, onde marcamos de fazer trabalho. Seus pais não estavam em casa. Assim que entramos em seu quarto, ele trancou a porta. Sentei em sua cama de frente ao computador. - Então... - Eu disse - Por onde começamos? - Que tal com isso aqui? - Ele colocou sua rola pra fora da calça e foi chegando ela pra perto da minha cara. - Opa, opa, opa! O que pensa que está fazendo? - Eu o empurrei. Ele ficou sem graça e escondeu ela de volta na calça. Passou a mão no rosto e ficou todo vermelho. Ele se sentou na cadeira do computador pedindo desculpas. - Desculpas mesmo! - Eu disse. - Olha, foi mal! Eu não queria... - Você é tão estúpido! - Eu disse bem sério. Me levantei, caminhei até a ele. Tirei as mãos dele do rosto. - Sou eu quem dou a iniciativa aqui... - Eu disse. Beijei a boca dele com muita intensidade. Ele ficou meio surpreso no começo, mas depois fechou os olhos e começou a acariciar meu rosto. Até que começou a pegar no meu pau por cima da calça. Sem tirar meus lábios do dele, eu dei um tapinha em sua mão e ele a recolheu. Segurei suas mãos no alto de sua cabeça, enquanto meus lábios trabalhava em seu pescoço. O chupando e mordendo. Eu fui beijando ele e comecei a tirar sua blusa bem devagar. Depois me afastei dele o olhando. Ele ia pra se levantar da cadeira, mas eu levantei um dedo dizendo que não. Sentei na cama, sem tirar os olhos dele, ele me analisando, enquanto eu tirava os tênis, beeeem devagar. Um por um. As meias. Me levantei e despi minha blusa. Me alonguei um pouco, comecei a alisar meu corpo, descendo e subindo as mãos pela a minha barriga. Ele estava doido pra me agarrar. Acho que ele poderia gozar só de me olhas. Virei de costas. Comecei a mexer minha bunda. Fui abaixando deixando ela toda empinada. Ele estendeu a mão pra tocar. Eu batei nela. Tirei o cinto da calça e depois fui logo descendo ela. Dei uma reboladinha pra ele. E comecei a mexer na minha cueca. Ele ficou louco. Peguei algo dentro da minha mochila. Rodei as algemas em meu dedo. Ele arregalou os olhos e deu um sorriso safado. - Agora... Vem aqui... - Eu o chamei com o dedo. Ele veio cambaleando. Ele ia tirar os óculos mas não deixei. Alisei sua barriga até abaixo do seu umbigo. Enfiei meus dedos bem devagar dentro de sua calça e fui abaixando dentro da cueca dele. Minhas mãos estavam geladas. Ele gemia levando a cabeça pra trás. Seu pau estava bem melado. Sem tirar as mãos dali, continuei os movimentos, enquanto beijava seu mamilo. Chupei seu mamilo com força e fui descendo. Arriei as calças dele. Ameacei a chupar, mas ao invés disso, o joguei na cama com força. O algemei e subi em cima dele. Eu ainda estava de cueca. Eu comecei a me esfregar em cima dele, falando barbaridades. - Você quer meter aqui, seu putão? - Quero! - Ele dizia. - Você gosta quando eu esfrego assim? - Adoro! Deixa eu te comer logo, viado! - Ah... Você me deixa louco. - Eu rodava a cabeça. Me esfregava mais forte, gemendo. Ele também gemia. Depois seus gemidos ficaram mais altos. Eu me surpreendi. Ele gozou. Eu saí de cima dele, com uma cara de raiva. Mexi a cabeça em negativo. - Você não deveria ter gozado agora... Então... Vou mostrar a você que deveria ter sido mais paciente, querido! Tirei da minha bolsa uma vara. - Sabe... Eu tive um padrasto muito bom. Ele tratava minha mãe muito bem. - Eu caminhava pelo o quarto. - Ele me ensinou muita coisa. Principalmente... - Fiquei bem sério. - O prazer da dor. - Ai! - Ele soltou um grito quando bati com a vara de leve em sua barriga. - Ah, para! Nem foi tão forte assim. - Bati de novo. - O que foi? - Eu alisei a vara no mamilo direito dele. - Isso dói? - Plaft! - AAAh! Você é maluco! - Ele disse. - Não! Eu sou um pervertido. - Inclinei a cabeça e dei um selinho nele. - É diferente. - Eu mordi seu pescoço e fui trazendo minha língua até seu pau, onde comecei a chupar pra valer. Ele começou a gemer, mas deu um grito quando agarrei com força suas bolas. Levei a vara até a sua boca, chupando aquela piroca deliciosa, olhei pra cima, enquanto obrigava ele a chupar a vara. Ele gemia com ela na boca. Eu fui chupando, chupando. Parei de chupar e apertei seu pau com força, enquanto eu ia subindo. Mordisquei seu mamilo e depois o lambi. Fiquei de pé na cama, virei ele de costas. Suas mãos cruzadas. Eu alisei bem de leve a vara em suas costas, de modo que ele pudesse sentir cócegas. Levei ela até a bunda e disse: - Qual o meu nome? - Caio! - Ele gritou quando bati. - E o que você quer de mim? - Quero que você goze na minha boca! - Como é? Eu não ouvi. - Fiquei batendo aquela vara e ele repetia em meio aos gritos. Joguei a vara longe. Virei ele de novo. Deite de cabeça pra baixo e arriei minha cueca. Fiz ele engolir minhas piroca toda e enquanto isso eu dedava seu cu. Eu lubrificava com cuspe e ia dedando ele todo, enquanto eu ia forçando meu quadril, fudendo sua boca toda. Podia ver seu cu piscar. Eu mordi e depois passei a língua lambendo ele todinho. Enfiei seu pau na boca. Ele gemia com o meu na dele. Eu suguei suas bolas e o dedava ao mesmo tempo. Eu metia na boca dele meu pau. Parecia uma buceta. Depois parei chupando com força até a cabeça. Ergui as pernas dele. Ele começou a me xingar. Foi então quando comecei a meter. Ele gritou quando enfiei tudo de uma vez. Com o pau lá dentro, eu alisei sua barriga até seus óculos e os tirei. Joguei seus óculos em cima da mesa do computador. Me inclinei, ainda não havia começado os movimentos. Chupei seu mamilo esquerdo. Peguei a vara novamente, bati nele. Alisando a vara em seu corpo eu dei uma estocada. - Me diz que você quer... - Eu quero! Eu quero! Me fode desse jeito vai! Segunda estocada. Plaft! Bati de novo em seu peito estufado. Terceira estocada. - Você vai ter que gozar comigo agora. Apressadinho! - Eu disse. - To seco! - Como é? - Eu perguntei. Ele gritou quando estoquei pela quarta vez e ao mesmo tempo bati em sua barriga. - Eu quero fazer xixi! - Ele disse. - Ah... Isso é bom! Isso é muito bom! Quinta estocada. Peguei no seu pau e comecei a masturbar. Comecei a chamar ele de nerdzinho lindo. Eu beijava sua barriga, chamava ele de gostoso e lambia ele todinho, com meu pau todo ainda dentro de seu cu. Ele ia gemendo, enquanto eu ia o masturbando. Ele realmente tava com a bexiga cheia! Chamei ele de gostoso e dei a sexta estocada. Ele gritou. Seu grito era de prazer. Eu lubrifiquei bem aquele pênis e deixei minha mão escorregar nele. Foi então que comecei a movimentar meus quadris bem de leve. Rebolando com o pau no cu dele, enquanto minhas mãos massageavam sua rola. Minha boca não ficava calada. Eu falava o que ele queria ouvir. Dizia que seu cu era maravilhoso. Que seu pau era gostoso demais. Que era o que eu precisava. Dizia que seu corpo era lindo. Ele tava cada vez mais excitado. Eu o masturbava e estocava bem devagar. Fui aumentando o ritmo. - Goza comigo, gosto! - Eu pedi. - Isso! Me fode! Vai com tudo! Aaah. - Ele dizia. Fui aumentando a pressão. Com mais intensidade, ele gritou. Ele se tremeu e então... Ele gozou! Ele ejaculava se tremendo todo, revirando os olhos. Eu tirei meu pau de seu cu. Eu jorrei a porra toda na cara dele... - Ah! Ah! Ah! - Eu deixei a cara dele toda melada. Recuperando o folego, tirei as algemas dele... - Pro banho! Já! - Eu disse em tom severo! Ele foi indo. Guardei tudo na mochila. Ele parou na porta e disse: - E eu que pensava que você era tímido... Doce e inocente. Eu sorri - Eu também pensei que eu era. - Pisquei pra ele.