sábado, 30 de junho de 2012

sexta-feira, 29 de junho de 2012

INICIANDO NO SEXO......MEU TIO LUIZ PART 2

Ola... Cm eu me descrevi no 1° conto, sou o Fellipe, e estou aqui para narrar todas as minhas aventuras sexuais, desde os 7 anos... para quem não leu, peço que leia tbm ( iniciando no sexo... Meu tio luiz ), para entenderem melhor essa continuação... pois bem... como contei, logo depois do ocorrido, meu tio me levou para a escola, e foi trabalhar. Eu nao conseguia concentrar! Na minha cabeça de menino dividia o pensamento, sabia que era errado aquilo, mas sabia que eu tinha gostado, e que queria mais vezes experimentar aquele pau na minha boca! Logo que cheguei da escola, corri pro quarto e fui jogar ps2, e esperar o meu tio voltar e ver como ele reagiria depois do que tinha acontecido! La pras 7horas da noite ele chegou, sorrridente, feliz como sempre, aquele sorriso que me deixava cada vez mais apaixonado! Minha avó ja estava saindo para escola, já que era necessario uma ajuda extra para o jantar das mães.. Antes dela sair, me pediu para nao dormir tarde, e me disse que meu tio ia tomar conta de mim, para eu obedece-lo! Quando ela saiu, corri pro quarto e esperei! Ele entao entrou no quarto e me disse: - tudo bem rapaz? - tudo bem tio! Eu notei que ele estava diferente, sem jeito, foi ai que ele soltou a frase que eu queria ouvir: - vamo tomar banho p jantar? - vamo tio, mas vc vai tomar comigo de novo? - vou sim, tem problema? - nao ué, pode tomar sempre que quiser! Ele me levou pro banheiro, trancou a porta de casa, sentou no vaso sanitario e perguntou: - vc gostou daquilo que vc fez hoje? e eu prontamente respondi: - gostei tio, mas nao sei o que era aquilo! nisso el me puxou, colocouna frente dele e disse: - eu nao podia ter feito aquilo meu filho, vc é novinho, e aquilo foi sexo, vc é novo demais para fazer isso e alem disso, menino nao faz isso com menino, só com menina! Eu entao, falei pra ele, e aquilo mudaria minha vida para sempre: - eu gostei tio, eu queria fazer de novo, é bom... Gostei de ter visto seu pintao duro e grande, e de chupar tambem, parece um pirulito! foi a gota d'agua pra ele: - mas se alguem descobrir eu vou preso, adulto nao pode fazer issocom criança! - eu quero tio! nisso, ele ainda sentado, abaixou o short e a cueca, e disse: - entao chupa, mas nao fala pra ninguem! estava maior, mais dura, apontada pra cima, abaixei na frente dele e chupei aquele pau com vontade, ele gemia, puxava meu cabelo de leve - ahhh putinha, safada... Chupa esse pau, vai... eu me sentia como uma mulher, uma das muitas que ele ja havia levado pra casa.. eu que era a mulher agora.. De repente, ele me puxou, levou pro quarto, e me jogou na cama peladinho, e disse: - vira a bundinha pra cima, gatinha.. eu obedeci, sem saber o que ele iria fazer, quando sinto uma coisa molhada no meu cuzinho. Era sua lingua, me lambendo, chupando.. Que sensação otima.. Meu corpo tremia, a barba dele na minha pele. nisso ele corre na gaveta, pegou um gelzinho e passou no meu cuzinho e disse: - voce agora vai ser minha menininha, agora é a minha mulher, vai saber o que é sexo de verdade! ele me pediu pra morder o travesseiro e começou esfregar p pau na minha bundinha.. De repente, sinto o seu pau tentando invadir meu rabinho. Era incomodo, e naquele momento pensei em desistir! Mas ele fi mais rapido, forçou e o pau dele entrou metade! Eu gritei, muito, doeu, como uma ponte de faca afiada entrando! Ele parou, me beijava, ficou quieto la dentro, e esperou uns 5 minutos! Recomeçou a mexer, e eu vi que nao doia mais tanto, tinha sido arrombado! Que delicia era aquele pau entrando e saindo! Nao lembro se ele gozou, lembro que acordei no outro dia, limpo, na minha cama, aberto e feliz...

INICIANDO NO SEXO.....MEU TIO LUIZ

Começo aqui a narrar a minha infancia, que msm parecendo uma tragedia, nao guardo remorsos, nem magoas... Antes de mais nada, deixo claro que tudo é verídico, e que, muitos podem se chocar com os fatos, e encher os comentarios do tipo: seu tio é pedofilo, etc... Foi cedo, sim, mas tudo foi cm eu quis que fosse... vamos la... sou o Fellipe, 15 anos.. Moro com minha avó e com meu tio mais novo! .. Minha mae morreu faz 11 anos e meu pai nunca cheguei a conhecer... minha historia começa aos 7 anos. Nao sabia ainda o q era, mas desde sempre sabia que era diferente dos meninos, eu brincava de bola, corria, subia em arvore, mas la no fundo, sentia algo estranho, sempre me pegava olhando minha bunda no espelho e usando shorts curtos e apertadinhos.. E amava! meu tio na epoca com 30 anos, era bonito, nenhum principe, mas era alto, forte, e com um corpo atletico, nada de exageros.. Divorciado d um casamento, ele nunca mais namorou serio com mais nenhuma mulher, era so sexo. La em casa era comum do meu tio me dar banho. Eu era crianca, sem nada de especial no corpo p chamar atencao, ngm via problemas nisso. Minha vó é cantineira numa escola, e ele segurança. Um dia, minha avó o deixou encarregado de me dar banho, pois iria ter um jantar para os pais na escola e ela precisava ir mais cedo. Nesse dia ele iria trabalhar tbm, por isso, ele me falou que iria tomar banho junto comigo! Eu aceitei, afinal, era normal eu ve-lo d cueca pela casa. Chegamos no banho, ele me mandou tirar a roupa e entrar no box, eu tirei e entrei! Sempre fui magrinho, porem com uma bundinha relevante, arrebitada e branquinha, do jeito q os homens gostam!, por isso nao pude deixar d notar q ele olhava p minha bunda com um olhar d admiracao. N entendi, afinal, sempre tomei banho com ele e nunca tinha percebido esses olhares. Me senti orgulhoso por dentro... E comecei a passar o sabonete no corpo. Nisso ele tirou a roupa e ficou so d cueca, e entrou no box. Eu era pequeno, e ele sendo alto, fiquei quase cara a cara com aquele volume misterioso que crescia mais e mais... Foi entao que aconteceu: - tio, que negocio e esse ai? ele disse: - é meu pau, vc tbm tem um, mas o meu e grande pq sou mais velho! foi inocente, mas algo me puxava p ele. Entao eu pedi: - posso ver? - se sua vo descobre ela me mata! - so um pouquinho tio, eu nunca vou falar... Ele deu um suspiro, e abaixou a cueca. Eu vi, uma coisa grande, morena, parecendo uma banana. na hora, meu pintinho endureceu. Eu nao sabia o q fazer com aquilo, mas sabia que queria era uma coisa que acendia aquela sensacao estranha... Ele entao me disse: - olha, ngm pode saber, promete? - prometo tio! Ele entao guardou d novo, aí eu fui e brincando abaixei a cueca d novo! Ele entao riu e disse: - gostou? e eu disse: - sim tio, parece um pirulito gigante... ele entao me disse: - as mulheres chupam e adoram! e eu: - e os meninos? ele entao me panhou no colo e disse: - meninos nao fazem isso, so se eles gostarem de meninos tbm, mas vc e novo p saber isso! nesse momento, senti uma mao dele passar de leve na minha bunda: - sua bunda perece de menina. Esse pirulito aqui serve p colocar nesse buraco ai ohh.. E passou o dedo sobre meu cuzinho! e eu disse: - coloca tio p ve! ele entao me desceu e falou: - nao, vc e novinho demais! Mas se quiser pegar, pode! Eu segurei aquilo e num instinto , coloquei na boca. Ele n falou nada, nem mexeu, por isso continuei chupar.. O gosto era estranho, mas eu sentia mais e mais vontade de colocar a boca naquilo.. nisso o celular dele tocou, era o amigo esperando ele p trabalhar.. Saimos do banho, arrumamos e fomos! ..Queria mais, e mal sabia, so estava começando...

AMIGO SAFADO

Era de tarde umas 13 horas, eu estava na casa de um amigo meu, confesso que não sinto e nem sentia nada por ele, nenhum tipo d tesão e ou/sentimento, acho-o porco, tipo, garotos que não tomam banhos e são um tanto fedidos, mas o que o tesão e a falta d sexo não faz?? Eu estava na casa dele, vendo o Google Earth admirados por ver as nossas casas por aquela ferramenta, eu tinha acabado d voltar d viagem, aquela viagem onde ocorreu a minha aventura com meu primo, quem quiser ler clique em meu nome acima e leia os outros contos também, eu estava super confuso com tudo aquilo que aconteceu na viagem, e simplesmente meu amigo estava com tesão ali no meu lado, e fingindo não querer nada me pergunta: Amigo:- na viagem você bateu muita punheta, NE safado?? Eu:- claro que não, meu primo me ajudou :P Amigo:- nossa como assim?? Eu:- é meu primo me fez uma chupada D-E-L-I-C-I-O-S-A, minhas pernas até ficaram bambas!! Nessa altura da conversa, nossos paus estavam duros, aparecendo sobre a roupa que estávamos usando!! Amigo:- caraca serio mesmo?? Explica-me isso direito!! Eu:- pô, ele chupa muito bem melhor que as meninas que me chuparam, ele sugou o meu pau, nossa não tem como explicar... Amigo:- e você deu pra ele?? Eu:- não, ele tentou me comer, mas fez cócegas, ai eu desisti!! Amigo:- e você chupou-o também?? Eu:- sim, eu aprendi chupar igual a ele!! Amigo:- posso tentar fazer em você, por favor, só pra eu aprender?? Eu:- ta eu te ensino!! Ele abaixou minha calça e seguiu minhas dicas, claro que ele não chupava bem, mas estava pegando o jeito... Ele me chamou para deitarmos para o sofá e continuarmos, eu nem pensei e fui com ele, eu disse: Eu:- vai continua ai? Amigo:- vai você, pra eu aprender como você faz!! Eu:- ta... Fui abaixando a calça dele, seu pau estava estufando a cueca, e estava um cheiro nada agradável, como eu disse acima parece que não toma banho -_-“. Eu abaixei a cueca, e vi um pau mais ou menos do tamanho do meu, moreninho, grossinho até, com bastante pelos acho que ele não aparava. Eu nem pensei muito, senão iria desistir e cai de boca, eu chupava-o e ele gemia, eu alternava umas chupadas e umas punhetadas até que ele gozar, ele gozou na sua barriga, pois não deixei gozar na minha boca, ele ficou de quatro e disse: Amigo:- coma-me, eu queria sentir como é?? Eu:- ok... Eu tentei come-lo, mas meu pau não entrou, empurrei de todos os jeitos, mas não ia... Ele tentou sentar, de quatro, de lado... Varias posições, mas não entrou, ele ficou bravo, mas para o seu alivio eu conhecia uma posição que nos salvou, a tal do frango assado, eu expliquei como era ele ficou com as pernas levantadas, me mostrando todo aquele cú peludo, eu tratei-me de ir enfiando. Posicionei meu pau na portinha do seu cú, e fiz uma forcinha entrou um pouco da cabeça, ele fez uma cara diferente. Do nada comecei a gozar sem nem ter enfiado meu pau completamente, meu corpo deu um choque parecia que tinha travado, fazia uns movimentos para frente como se tivesse enfiando, entrou a cabeça toda e quase cai d tanto ter gozado. Tirei meu pau que estava todo sujo de .... A vocês que comem cuzinhos por ai sabe do que estou falando, fui direto ao banheiro lavar meu pau estava muito nojento, fiquei vários dias com meu pau dolorido e com um cheiro diferente, juro por tudo que é mais sagrado nesse mundo que nunca mais vou ter uma relação com esse meu amigo!! Sei que este conto ficou ruim, não ficou bom conforme eu tinha prometido, mas no próximo eu tento compensar vocês meus queridos punheteiros!! MSN: andrenunessouza@live.com Abraços!!

AMIGOS SARADOS NA CHACARA

FERIAS NA CHACARA DO MEU TIO ALEX

Era época de férias de verão e eu, como de costume, perguntei pra minha mãe se podia passar umas semanas na chácara da minha tia, afinal, eu estava morrendo de saudades dela. Minha mãe deixou, pois eu havia tirado notas boas no colégio e essa seria uma “recompensa” pelo esforço nos estudos... No outro dia eu acordei bem animado, tomei um belo banho, me vesti bem bonito e arrumei uma mala cheia de roupas, e depois pedi a bênção a minha mãe e fui para a chácara... Chegando lá, fui recebido pela minha tia, primos e meu tio. O nome dele era Alex, de 32 anos anos, tinha um corpo sarado de musculação, tinha pele branca e era um pouco mais alto que eu. Até então nunca tinha reparado tanto em um homem como havia reparado em meu tio (um arrepio percorreu meu corpo, imaginei como seria foder com ele, como poderia ser o tamanho de sua pica, inúmeras fantasias passaram por minha cabeça naquele momento...), porém, os cumprimentei e minha tia me levou para o quarto onde eu ficaria hospedado por esses dias.. Entrei no quarto, coloquei a mala em cima do criado mudo, me despi e fui tomar banho. Debaixo do chuveiro, a imagem daquele homem tomou conta da minha mente, então enfiei um dedo no meu cuzinho e bati uma punheta daquelas pensando no Alex nu, entretanto me veio a cabeça que aquilo era errado, afinal, ele era meu tio e se rolasse alguma coisa eu estaria traindo minha tia. Mas não conseguia tirá-lo da cabeça, ele era muito gostoso e o seu sorriso então... Por fim, decidi que se rolasse alguma coisa, eu não fugiria, eu toparia na hora sem que ninguém soubesse... Passaram-se um, dois, três, quatro dias e nada havia rolado, até que meus primos resolveram passar o dia na casa de amigos para jogarem uma pelada e minha tia saiu com uma amiga para fazer umas compras... Enfim, eu e meu tio iríamos ficar a tarde toda sozinhos, Hehehe... Alex estava trabalhando na chácara cuidando das galinhas e dos porcos, e eu estava no meu quarto escutando música e vendo uns vídeos no computador. De repente, Alex vem até meu quarto e me chama para ajudá-lo, e eu, como não sou bobo e já com segundas intenções, fui... Nós íamos alimentar as vacas e dar banho nos cavalos... Enquanto ele caminhava para pegar a comida, eu observava sua bunda,, redondinha e marcada pela sua calça jeans, rebolando, e seus fortes braços segurando os sacos de comida. Imaginei como seria aquele homem me possuindo, me fodendo, mas ele nem sequer notou meus olhares de safado para cima dele... Alimentamos as vacas e levamos um cavalo pra dar banho. É ruim dar banho em cavalo, e, como ficamos muito molhados, pude notar algo em meu tio: como o short estava molhado, pude ver o tamanho do pau dele. Então nós continuamos dando banho no animal.. Parei, fiquei olhando para a marca da pica molhada do meu tio e ele, ao perceber o meu olhar, perguntou: – O que tu tanto olha pro meio das minhas pernas?? - depois mexer no seu pau e continuou: - Tu gostade pica, é? – Não, ta me estranhando, tio? Tô olhando nada não... - foi o que conseguiu sair da minha boca, em meio ao tesão e nervosismo que tomavam conta de mim... – Gosta sim. Senão, não estaria olhando pro meu pau desse jeito. - Disse quase me comendo com os olhos. – Gosto não, tio! Porra, para com isso! - Disse mantendo-me na defensiva. – Vou dizer uma coisa: é melhor pegar do que olhar. - falou soltando um riso sedutor. – O que? Quero fazer isso não! – Quer sim... Pode vir, não contarei nada pra sua tia. Afinal, pegar não arranca pedaço. - Insistiu. Naquele momento não me contive, como eu disse, se rolasse algo eu iria em frente e não fugiria.. Então, fui ao seu encontro, tirei sua camisa, me abaixei e comecei a tirar o botão da sua calça com a boca, depois arriei tudo e coloquei minha mão no dote de Alex... “Uau!!!” – pensei. – Aquela peca parecia ter de 20 a 21cm, era grossa, tinha uma cabeça enorme, e suas veias pulsavam ao sentir meu toque... De repente, meu tio puxa minha cabeça e sussurra em meus ouvidos: – Sabia que tu gostava. Desde que não conte pra sua tia, deixo você chupar minha piroca... Não me fiz de rogado, apertei seu pau e comecei uma punheta, depois fui alternando entre a punheta e o boquete, comecei a chupar e lamber todo a sua piroca... Sentir aquele pau na minha boca foi a melhor sensação do mundo, porém ouvi-lo gemer e falando: “Como tu chupa gostoso, chupa mais minha putinha!” foi melhor ainda. Depois de chupá-lo por um tempo, ele me puxa e me dá um beijo, então retribuo. Em seguida, ele veste de volta a sua calça, me pega no colo e sussurra novamente em meu ouvido: – Vamos pra dentro! Lá é melhor! – e segue me beijando e carregando-me em direção a casa... Lá dentro, seguimos ao quarto em que estou, ele me joga na cama, retira sua roupa e fala: – Pega teu brinquedinho e chupa, hoje tu vai ser a putinha do tio. – Claro que sim, meu macho gostoso! - disse já caindo de boca naquela jeba que tanto gostava. Chupei demais aquela pica, passei a língua na cabeça, enfiei na boca, depois desci com a língua até o seu saco e chupei suas bolas, por fim voltava de novo para a cabeça da pica e a chupava novamente, sempre repetindo os movimentos.. ela ficava cada vez mais dura em minha boca, eu chegava a esgasgar com ela, ele fodia minha boca, não tinha dó (acho que ele confundiu minha boca com um cú!), até que ele me levanta, me da um beijo e depois diz: – Deixa o tio ver esse cuzinho! - Eu mostro pra ele, meu tio abre minhas nádegfas e continua dizendo: - Hum, um cu virgem.. Quer levar rola no cu, minha puta? – Quero sim, meu macho! Fode, arregaça esse cu! - respondi com a maior cara de safado. Ele se levanta, sai, vai até o seu quarto e volta com camisinha e lubrificante. Ele põe a camisinha e passa lubrificante no meu cu e no seu pau. – Como tu ainda é virgem, vou socar bem devagarzinho. – Ok. Ele me pôs de quatro e começou a enfiar bem devagar. Não conseguiu, e tentou de novo, também não conseguiu.. Então decidiu chupar e lamber meu cuzinho pra ver se lubrificava e alargava mais... “Porra, que língua é essa!!” – pensei. Comecei a rebolar e a esfregar minha bunda em seu rosto.. Eu estava nas nuvens, o tesão era muito grande, então falei pra ele que tava quase gozando. Ele para de me lamber e diz pra não gozar agora, que o meu tesão só iria aumentar (ele não mentiu!). Depois ele sentou e pediu pra eu sentar na sua vara.. Foi o que fiz.. Apontei sua cabecinha na entrada do ânus e forçei para baixo para poder sentar na sua vara. Sentia muita dor, a pica dele estava me rasgando ao meio e peço pra ele me comer de quatro mesmo, pois assim eu não faria esforço, apenas agüentava a dor.. Ele começou a enfiar e a cabeça entrou, doeu do mesmo jeito, porém falei pra continuar, pois ele iria me comer de qualquer maneira.. Eu sentia sua vara deslizar pra dentro de mim e quando ele enfiou tudo, eu senti seus pentelhos roçarem na minha bunda, ele começou o vai e vem devagar, depois foi aumentando a velocidade e me comia como um animal no cio. Sentia uma dorzinha, que mais tarde foi substituída pelo prazer. Alex me comia em diversas posições, mas a melhor foi quando me colocou de frango-assado e mandou ver... Quando anunciou que ia gozar, ele tirou a camisinha e mandou que eu chupasse sua rola até engolir cada gota daquele leite delicioso. Depois, eu gozei alucinadamente... Fizemos mais duas vezes naquela tarde, eu sempre agüentando seus 21cm e chupando pra valer. O bom é que minha tia nem desconfia do que fizemos e, ainda hoje, continuamos fazendo quando vou passar as férias em sua chácara... QUEM GOSTOU COMENTA, EIN?

PRIMOS BRASILEIROS PART 1

sábado, 23 de junho de 2012

SAINDO DO MUNDO HETERO,PRA FICAR COM MEU AMIGO......

Olá, me chamo Victor e vou relatar o que aconteceu comigo a alguns anos atrás, sou alto, corpo atlético, olhos verdes, pele clara, cabelos castanhos e uma bundinha bem empinada. O conto ocorreu no ano de 2009 quando eu havia acabado de completar 16 anos.Eu nunca havia tido desejos sexuais para com outro homem, já havia ficado com um mas desejos desse tipo nunca. Eu tenho um amigo que se chama Lucas (corpo tbm atlético, olhos castanhos, pele clara tbm e cabelos loiros), e o Lucas um dia descobriu que eu havia ficado com outro menino, e um dia enquanto jogávamos vídeo game ele me perguntou:_Victor é verdade que vc já ficou com outro cara?Eu fiquei um pouco envergonhado e com medo mas respondi:_é, eu já fiquei sim, mas espero que vc não acabe com nossa amizade por isso._Imagine jamais vou acabar com nossa amizade por isso.E continuamos jogando até anoitecer, e como ele ia dormir na minha casa eu preparei as camas e o convidei para ver um filme comigo no meu quarto, e ele aceitou.Peguei uns filmes para ele escolher e ele escolheu um de terror, coloquei o filme e começamos a vê-lo. Durante o filme pude notar que ele estava meioestranho e ficava me olhando toda hora, então perguntei:_O que foi Lucas, pq vc está assim? É por causa daquele assunto?E ele disse_não é nada nãoE coninuamos vendo o filme. Quando em um certo momento ele começa a falar:_ Sabe Victor eu estou assim pq eu quero te fazer uma pergunta._Pode falar_Sabe eu sempre te vi com outros olhos, não que eu seja gay mas sei lá vc me atrai e depois que vc me disse que já ficou com outro cara eu queria saber se vc ficaria comigo tbm?Eu fiquei meio bobo nesse momento em que ele disse tudo isso, mas vendo ele falar todas aquelas palavras também comecei a enchergar ele com outros olhos e comecei a sentir uma forte atração por ele, e disse:_Nossa Lucas eu não sabia disso, mas eu ficaria sim com vc, eu tbm comecei a sentir uma forte atração por vc.Nesse momento ele se levantou da cama e me puxou pelas mãos, me abraçando e logo em seguida começou a me beijar, axo que foi o melhor beijo que eu já tive, então trancamos a porta desligamos a tv e deitamos na cama e ficamos nos beijando até tarde (só beijando mesmo) e acabamos pegando no sono juntos e dormindo na mesma cama, quando acordamos nos arrumamos para ir para a escola e saímos naturalmente como era sempre, tivemos um dia normal como tdos os outros e depois da aula ele foi para sua casa.No final de semana a escola fez uma escurção para um hotel fazenda, que só iriam os 8 melhores alunos de cada turma e nós dois fomos, chegando lá fomos divididos em 2 alunos para cada quarto, e é claro que nós dois ficamos no mesmo quarto, chegando no quarto vimos que havia uma cama de casal e uma de solteiro e como já estava a noite começamos a arrumar as roupas e nos preparar para dormir, eu fui para a cama de casal e ele para a de solteiro e ficamos la quietos sem dizer nada, quando, derrepente ele diz:_nossa que cama horrível acho que nem vou conseguir dormir.E de impulso eu disse:_ Essa aqui está ótima se você quiser pode vir dormir aqui também.Ele automaticamente se levantou e se deitou ao meu lado, ficamos como dois postes deitados de barriga para cima sem dizer um A só ouvíamos nossas respirações, mas como sempre ele quebrou o silêncio e começou a dizer:_Victor você se arrependeu do dia que nós ficamos?_Não, eu gostei, por quê?_ Nossa eu não paro de pensar naquele dia._eu também não_eu fico imaginando que... ah deixa!_pode dizer_ é que eu fico imaginando que talvez poderia rolar algo a mais entre nós dois_ Sério?_é, eu não paro de imaginar no dia eu que eu tiver você todo para mim_ E que tal se for hoje?_Sério você concordaria?_por quê não?Nisso nos abraçamos e começamos a nos beijar, ele foi para cima de mim me dominando e tirou minha blusa e abaixou o meu short eu fui para cima dele também tirei sua blusa mostrando todo sei peitoral e seu abdômen definidíssimos e tirei sua calça ficando nós dois de cueca eu fui descendo até a altura do seu pênis e retirei sua cueca quando aquele lindo instrumento deu um salto em minha direção devia ter uns 18cm e era perfeito e bem grosso, comecei logo a chupa-lo loucamente, senti o sabor de todas as partes de seu pau chupei até seu saco que tinha poucos pelos igual ao meu, fiquei um bom tempo chupando-o quando ele me levantou e me perguntou se eu inha certeza que eu queria aquilo e eu respondi que sim. Então ele me perguntou se ele já podia me comer e eu disse novamente que sim, eu me deitei de bunda para cima e ele se deitou sobre mim pude sentir seu pau alisando meu rego, ele então colocou seu instrumento bem na entrada e começou a forçar, doeu bastante por que o pau dele era bem grosso e em todo aquele clima nós esquecemos de passar algum lubrificante, mas depois de algum tempo ele conseguiu colocar tudo dentro e ficou um pouco parado para que eu me acostumasse, então comecei a sentir um forte prazer que nem deixava mais eu sentir dor então o Lucas percebeu que eu já havia acostumado e começou um vai-e-vem bem lento que aos poucos começou a pegar velocidade, ele me comia feito louco, trocávamos de posição muitas vezes, fui comido de vários ângulos diferentes, ele em cima de mim, de lado, frango assado, de 4, cavalgando e até brincamos de serra serra serrador, em um momento eu me levantei e me encostei de frente para a parede e ele chegou por traz de mim e continuou me comendo, enquanto ele me fodia eu ia batendo uma punheta em mim mesmo até que os movimentos que o Lucas fazia começou a ficar cada vez mais rápidos e mais rápidos, e ele fungando cada vez mais na minha nuca, quando eu senti uns jatos quentinhos dentro de mim o que foi super prazeroso, ele então se apoiou em mim e continuou com seu pau dentro de mim, ele estava sem força alguma quando eu também gozei. Virei de frente para ele o abracei e lhe dei um beijo, fomos tomar banho (juntos é claro) nos beijamos bastante e fomos dormir juntos, no outro dia agimos naturalmente, aproveitamos o passeio e quando fomos em bora ele foi dormir em minha casa novamente. Ele me comia quase todos os dias, sempre arrumávamos um jeitinho, na cama, no sofá, no banheiro na cozinha e até na sauna do clube. Estamos juntos até hoje mas nossos pais e parentes não sabem de nada, estamos morando juntos no Rio de Janeiro em um apartamento, para os outros são dois amigos rachando o aluguel do apê mas só nois dois sabemos o que nós estamos rachando de verdade kkkkk. Se algum dia precisarem conversar meu e-mail e msn é: victor.lucas2_@hotmail.com

DEI NA LAGOA DESERTA......

Bom... na semana passada eu resolvi viajar pra uma lagoa que eu ia ha muito tempo atras pra zuar com uns amigos e fazia muito que eu não voltava lá. Então liguei pra um amigo meu e perguntei se ele queria ir comigo... já estava planejando uns pega com ele... ele respondeu que sim e a gente marcou pra sair no sábado de manhã. Porém, no sabado de manha pouco antes de eu passar na casa dele pra gente se encontrar, ele me ligou e disse que não poderia ir porque tinha surgido um imprevisto no trabalho. Eu ja estava decidido a ir então resolvi ir sozinho. Imahinei passar um dia sozinho na lagoa deserta tomando banho pelado sem ninguem pra incomodar. Dirigi por volta de uma hora ate chegar na lagoa e, como a lagoa tinha dificil acesso, precisei deixar o carro um pouco distante e tive que ir andando. Sai do carro so de bermuda e sem camisa e fui a pé por dentro de um trilha até chegar na lagoa. Foi uma caminhada de uns dez minutos. Quando eu cheguei na lagoa descobri que não estava sozinho. Um cara lindo de uns 20 anos tava tomando banho peladinho e sozinho. Ele tinha um abdomem lindo e era bronzeado de sol sem a marquinha da sunga. A bunda dele era uma delicia e o penis então nem se fala... ele quase não tinha pelos e os cabelos dele eram pretinhos, lisos e curtos. Ele ja estava completamente nu e eu me aproximei da lagoa e ele me olhou e acenou com a cabeça. Eu acenei com a mão e me sentei na beira da lagoa pra observar... ele veio caminhando na minha direção e apertou a minha mão e perguntou meu nome. Eu disse que era Vicente e perguntei o nome dele. Ele respondeu que era Gustavo e me deu um sorriso quando percebeu que eu estava olhando pro pênis dele. Então ele perguntou se eu não ia entrar na água e eu me leventei pra acompanhar ele. Ele olhou pra mim e perguntou se eu ia mesmo entrar de bermuda... eu sorri e tirei a roupa... nos dois estavamos completamente nus. Nós entramos na agua. Ele na frente e eu atras sempre imaginando um modo de fazer ele me comer. Mergulhei e quando subi ele ja estava de frente pra mim... ele veio se aproximando meio que me testando pra ver se eu me afastava e eu permaneci parado olhando pro corpo dele. Ele estava cada vez mais proximo e eu sempre esperando por ele. Quando ele ja estava de frente pra mim, ele passou a mão no meu penis e segurou firme então como eu não recuei, ele chegou mais perto e me beijou. Começou a passar as mão na minha bunda e eu segurei o pau dele. Ele foi caminhando e me condunzindo pra beira da agua enquanto a gente se beijava e se acariciava então ele sentou no chão e abriu as pernas e eu ajoelhei de frente pra ele e abaixei minha cabeça até minha boca encostar na cabecinha do pau dele que tava todo molhadinho... ele passava a mão na minha cabeça e nas minhas costas porque eu estava deitado entre as pernas dele e ele estava arreganhado sentado na minha frente. Ele empurrou minha cabeça pra baixo e eu abocanhei o pau dele todinho enquanto ele gemia de tesão. Eu passeava com minha boca pela pauzão dele lambendo de cima abaixo enquanto ele fazia um sobe e desce na minha cabeça... eu empurrei ele e deitei ele no chão e comecei a beijar e lamber o abdomem dele enuanto masturbava o pau dele fazendo ele gemer de tesão fui subindo ate chegar na boca e mordi o labio dele e fui descendo com a boca pela pescoço dando mordidinhas no corpo dele todinho... eu ja estava por cima dele e ele passava as maos na minha bunda e no meu pau e minha boca beijando e lambendo o corpinho dele e fui voltando ate o pau dele e abocanhei todinho de novo. ele segurou minha cabeça e metia o pau dele todinho na minha boca... eu desci com a boca ate o saco dele e abocanhei o saco dele e comecei a chupar ate passar a lingua no comecinho da bunda dele e voltei lambendo o pau dele todinho ate chegar na cabecinha e ele gozou tudinho na minha boca... eu me deitei por cima dele e começamos a nos beijar... ele foi me virando de lado ate ficar por cima de mim.. foi descendo pelo meu abdomem dando beijinho e deu uma mordidinha no meu pau e agarrou minhas pernas... ele suspendeu minhas pernas e me deixou todo arreganhado pra ele... meu rabinho ja estava todo exposto e piscando pra ele ... ele pediu pra eu segurar minhas pernas e desceu com boca e começou a chupar meu cuzinho lambuzando ele todinho de saliva... colocou um dedo e eu gemi... colocou o segundo e eu rebolei no dedinho dele... ele segurou minhas pernas suspensas e começou a meter o pau dele no meu rabinho... primeiro a cabecinha dele entrou e eu rebolei pra ele gemendo de tesão... ele foi metendo com mais força no meu cuzinho e eu fechei os olhos e suspirei com a aquela pica deliciosa ele dizia "isso.. rebola na pica do seu macho, sua putinha morta de fome... toma tudo nesse seu rabinho delicioso... isso.. vai.... toma tudo no seu cuzinho pra aprender a não dar pra estrnahos... vai" e eu simplesmente suspirava de tesão e rebolava na rola dele... minhas pernas ja estavam começando a ficar dormentes mas o tesão que eu estava sentindo era muito maior... meu pau ja estav tod babado e subia e descia enquanto eu rebolava na rola dele... eu estava todo lambuzado de porra pois ja tinha gozado e meu pau subia e descia me melando todo... o suor dele pingava em mim e se misturva com minha porra... ele continuou metendo em mim até gozar... depois nós entramos na agua e nos lavamos... depois disso fui embora e não nos falamos mais.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

COMO VÃO TODOS AE??????????

bom queridos,desculpe a demora pra atualizar


minha net estar uma droga,por isso tenho demorado pra atualizar essa maravilha de blog


mas nesse sabado de manha vcs terao muitos videos,contos e fotos aqui no sonhos obscenos


alem de novas fotos minhas e 4 videos que gravei pra vcs


obrigado a cada comentario,critica e elogio que vcs fazem a esse blog ou a minha pessoa


entao,ate sabado!!!!!!!!!!!!


ARRASSEM COM SEUS PAUS PRA FORA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

domingo, 17 de junho de 2012

sábado, 16 de junho de 2012

MALHAÇAO PRAZEROSA

FUDENDO O PADASTRO.........

Olá , meu nome é Marcos e hoje eu tenho 23 anos , mas quando isso aconteceu eu tinha 15. Meus país estavam se separando , e isso era bem conturbado para mim e acabei ficando com a minha mãe em sua nova casa. Um tempo depois ela começou a namorar um cara , o nome dele era Róger. Róger , era bonito , sarado , corpo escultural e bem bronseado , eu também estava começando a definir o meu corpo , era bem malhadinho e bem bronseado por pegar ondas na praia e fazer academia desde os 12 anos. Eu sempre tive uma queda por homens , ficava vendo sites pornos gays na internet e batendo várias punhetas. Róger também surfava e comecei a me aproximar do meu novo padrasto porcausa disso , ele virou um amigão. Iamos sempre a praia surfar e ele como sempre dava uma de machão azarando as menininhas. Ele perguntava das namoradas e eu falava que pegava geral , mas na verdade o meu negócio é um macho gostoso miesmo. Minha mãe como era uma grande advogada de um escritório no Rio vivia viajando , so que nessas viajens eu ficava com o meu pai em Curitiba. Um dia ela teve que ficar uma semana em São Paulo e eu então beleza vou ir para Curitiba com o meu pai , mas meu pai estava fazendo MBA em Londres então para a minha sorte adivinha com quem fiquei? Róger ! Sempre durmiamos até tarde e eu nem fui para a aula naquela semana, Róger me acobertava de minha mãe quando eu fazia bagunça. Um dia como de costume fui ao meu quarto , liguei o meu notebook e entrei em sites pornos gays e comecei aquela punheta básica de sempre , mas o inesperado aconteceu , havia esquecido de trancar a porta e derrepente entra o Róger e me olha batendo punheta em site gay. Pronto penssei , lá vem né , ele todo machão ia dar a maior bronca , disendo que eu não sou homem que eu sou bambi e blá blá blá ... Mas o que foi mais inesperado foi quando ele disse:- Muleque , que vára que tu tem. Não sabia que tu era tão dotado. (Ele era gaúcho)- E ... éu? - disse eu envergonhado e tentando disfarçar , desliguei o Notebook e fingi que nada tinha acontecido.- Guri , não tenta disfarçar , eu ja tinha visto bem antes que tu olhas todo o dia esses sites porno gay ... você gosta de rola? Então vai ve o que é uma rola de verdado. Derrepende ele me puchou e pegou a minha mão e passou a minha mão por cima do shorts dele ... eu que ja estava morrendo de tezão , abaixei os shorts dele e caí de boca naquela rola de 24 cm. Nunca tinha chupado antes , mas era muito bom , até que ele gozou e eu bebi tudinho , como o meu papai mandou. - Ae , então você vai ver o que é rola deverdade. Logo ele ficou de quatro e eu disse que ia come-lo e ele falou que sim. Fui enfiando na portinha e percebi que o viadinho ja dava o cuzinho faz tempo. Comi aquele cú desesperadamente e ele gritava como se fosse uma viadinha. Gozei rios de porra naquele cú delicioso , depois nos beijamos e o resto das noites até a minha mãe chegar em casa nós durmimos juntinhos todas as noites e brincamos de papai e mãmãe também.

MAMANDO NA FESTA DO PRIMO...

Bom eu vou começar a contar como eu sou . tenho 15 anos 1,80 bem alto nem gordo nem magro sou branquinho . Estava rolando uma aniversario do meu primo aqui hoje , um churasco, por meu primo trabalhar em uma impressa fez amizades com bastante pessoas e disso praticamente so vieram homens e alguns com suas familias , ele nn eram bonitos a maioria gordinho e tal , mais pra minha surpresa eu ja entendiado com aquilo tudo e por não conhecer ninguém me debrucei na janela da varanda onde estava dois amigos dele um moreno e um branco , eu olhei de relance quando vi o moreno me olhou bom eu achei normal , quando olhei de novo eu como estava cheio de vontade de sentar em uma piroca imaginei que estivesse me olhando me desejando , pois era verdade ele falando com amigo dele e me olhando assim foi , depois disso minha mae me chamou pra mim ir ate a cosinha comer um pouco pois se nao depois iria acabar eu fui e querendo voltar logo pra continuar a troca de olhares , quando fui pra varanda de novo , vi que ele estava com a mulher dele , ele olhou pra traz e me viu na varanda , eu achei que nao iria acontecer mais nada quando estava voltando pra cosinha ele pergunta a um amigo aonde e o banheiro eu ja pronto respondi e o level ate la imaginando que tinha alguém deu a volta nele e e vim voltando ele me fala - eu acho que precisa de uma ajuda pra balancar - eu voltei e ja peguei na piroca dele que era muito grande me asustei ele falou , - deixa eu colocar ele na tua boca viadinho do caralho - como a pessoa tava demorando fui ver se tinha alguem nn tinha entramos e ele tirou e me deu um tapa na cara falando chupa o caralho do seu macho agora , eu chupei ela muuito grande e lindo e todo raspado , ele era perfeito todo fortao , com medo d alguem aparecer sugeri que iriamos pra outro quarto do lado do lado msm eu fui e esperei ele , ele demorando imaginei que nn que iria vir depois de um tempo ele abre a porta do banheiro olha e abre a porta do quarto aonde eu estava , que ficava com janelas pra varanda onde a mulher dele tava . entendi porque demorou ele tinha tocado uma já pra demorar a gozar de novo eu peguei ele era do jeito que eu queria de pegar meus cabelos com as duas mais e encaixar de verdade de me da ânsia de vomito eu adoro olhava pra ele e ele fazendo cara de safado , quando eu fui nas bolas ele ate gemeu me chamando de mulher dele . ela ligou pra ele ele desligando pessoas passavam pra ir na banheiro e eu e ele la depois de uns 15 minutos mais o tempo que ele tocou no banheiro me pediu pra eu fazer ele gozar . eu fiz , quando ele iria mandou eu afastar a boca e pegou meu cabelo balançou e me chamou de puto do caralho , meu pai falando me dando um medo e vontade de tomar leite na boca ele me deu 2 tapas mais de marcar a cara de tao forte eu amei muuito mesmo ele ele de longe mirou e falou - Ho e vou gozar porra engole filho da puta - de longe veio certinho na boca , gozou no meu olho e na testa também me dando tapa na cara tirava o seu leite da minha cara com o dedo e mandava chupar tudo me puxando com força depois falou pra tirar o leite da pica dele também , tirei ele colocou a calça e eu sai pro meu quarto , todo com leite na boca ainda , depois disso a mulher dele passou e ficou brincando porque ele tava demorando ainda , haha desculpa o conto demorando eu nn gosto de ler tambem mais e que fui gostoso de mais

DEI PARA DOIS PAUZUDOS.....

Olá, tudo bem com vocês?Bem, meu nome é Ton, sou noivo de uma mulher, bisexual, hj moro em Natal/RN, mas morei em SP durante 28 anos.Comecei a curtir brincadeiras com homens na adolescencia, com meus 14, 15 anos... no começo acha q era apenas curiosidade, mas não... a coisa foi ficando séria e até hj, 15 anos depois ainda estou nessa deliciosa vida.Bem, vamos ao conto...Tenho um amigo, aqui vou chamar de Paulo, que sempre me come gostoso. Ele tem 22 anos, negro, 1,70m, 68kg, falso magro e um pau de dar inveja a muitos homens, simplesmente 22cm de puro tesão e rigidez. Toda vez que ele vai a minha casa, a transa corre solto, gosto de chupar o pauzão e dar o cuzinho de todas as posições. Certa vez eu disse que adoraria dar para ele e mais um amigo dele, também pauzudo. Ele sempre respondia que um dia iria realizar minha vontade. Certo dia, ele me ligou e disse para me preparar, pois iria ser fudido por dois pauzões. Aquilo me deixou louco de curiosidade, porque o pau dele eu já conhecia, mas do outro não. Como ele sabe que gosto de pau grande, deve ter conseguido um para mim. Quando a campanhia tocou, deparei com ele e um amigo. O amigo é branco, 23 anos, 1,70m, 70kg, cabelos loiros. Ele já foi me cumprimentando e já dizendo que sabia do meu desejo e que os dois iam me satisfazer. Os dois sentaram no sofá e coloquei um filme erótico no DVD para animar o ambiente. Sentei no meio dos dois e comecei a alisar os paus ainda dentro das calças. Logo meu amigo ficou só de cueca e pediu ao amigo que também ficasse. Quando fui alisando os paus embaixo das cuecas, pude sentir os volumes que estavam formando e fiquei com um tesão louco no cuzinho. O filme estava passando e os dois tiram os paus para fora. Comecei a chupar meu amigo por já ter mais intimidade e segurando no pau do outro ainda semi duro. Quando fui chupar o convidado, o pau cresceu e engrossou tanto que não cabia na minha boca. Então pensei: estou fudido hoje. Depois de muito chupar, meu amigo colocou uma camisinha, passou gel no meu cuzinho e começo a me comer e eu chupando o branquinho. Ele me fudia como louco. Depois de uns 15 minutos, o branco disse: agora se prepara que a minha vez. Então eles trocaram. Eu chupava o meu amigo e o outro começou a introduzir o pauzão grosso no meu cu. Quase morri de dor e tesão. O cara bombava como ninguém. Depois de algum tempo, eles falaram que me comeriam de frango assado. Dei para o meu amigo e depois para o branquinho. Não conseguia imaginar como cabiam dois pauzões dentro de mim. Depois de um tempo, tentaram DP, mas eu não consegui dar pelo tamanho dos paus. Meu amigo me pegou de jeito e gozou muito dentro de mim, ou melhor, dentro da camisinha e os dois foram para o banheiro se lavar. Fiquei deitado achando que tinha terminado, quando o cara branco volta do banheiro com o pau duro que nem pedra, dizendo que agora eu iria dar para ele até ele gozar. Colocou-me de quatro e me fudeu por 20 minutos até gozar. Ele urrava, enchendo a camisinha de porra. Depois foi tomar banho e foram embora. Fiquei de repouso por um tempo depois disso, mas realizado.

SEXO ENTRE FAMILIA..........

Oii meu nome é Bruno e este é o meu primeiro conto, vou conta como que foi a primeira vez que eu recebi um oral....Tudo começos nas ferias de dezembro de 2007, eu e mais 4 primos estamos passando as ferias na casa da minha vó em Cajuru, estavamos brincando de pique esconde, eu sempre fui o melhor entre a gente pra se esconder, ate que uma vez meu primo Fabio ( nome ficticio) resolvel se esconder comigo, eu disse tudo bem, passava ja uns 10 minutos e nada de acharem a gente, por ser sitio tinha muito espaço, eu disse pro fabio que ia da uma olhada o que tinha acontecido e ja voltava, quando de repende fabio deu uma pegada no meu pau que fiquei ate sem jeito, dai fabio me fala assim:- Que pau grosso que vc tem deixa eu punheta ele deixa seu pauzudo - disse fabio. Dai eu respondi assim pra ele.- Não ! Vc ta louco, vão pega a gente, para com isso - eu falei pro fabio, mais naum resisti e concordei com a ideia dele bate uma pra mim.-Tudo bem, pode bateFabio olho pro meu pau com uma de cachorra que naum resisti, entrei no clima e peguei no pau dele tbem dei umas apertada mais naum era tudo o que eu espera por ele ser moreno, mais mesmo assim bati pra ele, aquele menino que deixava louco de tesao com as bombada que ele dava no meu pau, naum demorou muito pra ele me fala assim:- Deixa eu chupa ele?- Fabio vc ja ta pedindo de mais, vão pega a gente akie e eu e vc ta fudido.- Mais é isso que eu quero, quero que vc me fode seu pauzudo!Logo depois que ele disse isso ele caiu de boca no meu pau, ele chupava como uma vadia, chupo tudo desdo meu pau ate as minhas bolas. Quando eu estava quase gozando guardei o meu pau, fabio se pergunto pq eu tinha guardado, dai eu respondi- Tem gente vindo esculta !Fabio com medo sai correndo, eu tbem sai correndo mais foi para bate me salva no pique esconde. Quando acabamos de brinca de pique esconde meu primo foi da um mergulho no rio, mais eu naum quis ir esta com as minhas bolas doendo de tanta chupa que o fabio tinha dado, inventa uma desculpa e fui toma um banho, meus avos tinha saido pra ir à cidade compra comida pra gente, como la era sitio as coisa era meio precaria, a porta do banheiro nao tinha tranca, foi quando eu fui surpreendido por fabio que entra no banheiro pelado com o pau duro...- O que vc ta fazendo aqui fabio? naum ta vendo que eu to usando ?- É por este motivo que eu estou aki, vim acaba o que eu começei.Novamente aquela boca chupa meu pau, que chupada maravilhosa.... Estava quase gozando de novo quando fabio que fala assim.- Come meu cu ?- NÃO ! Vc ta ficando louco fabio ?- Vai me come, por favor !eu como estava com muito tesao e naquela epoca eu ainda era virgem logo aceitei. Fabio ficou de 4 no banheiro e aquele cuzinho fechadinho me deu mt tesao, naum perdi tempo pois meus primo e meus avós podia chegar, enfiei dois dedo no cu do fabio e ele deu uma gemidinha, mete meu pau com tanta força que fabio choro, tirei de dentro e perguntei se tinha machucado- Tudo bem? eu machuquei vc ?- Naum, eu chorando de tesao, vai continua ahhh soca este pau duro no meu cu vai aiiiiele gemia e gritava feito uma putinha. Gozei tudo dentro dele, quando ele se levando a porra que ainda escorria no meu pau ele tratou logo de chupa tudo...Depois a gente tomo banho e fomos na sala joga video game e ficamos à espera dos nossos primos...Depois deste acontecimento nos transamos mais uma vez. Hje eu tenho 18 e ele 17, ele namora uma menina muito gostosa que eu ja comi ( mais ele nem sabe hahaha) Quem gosto me add no msn: cebola35@hotmail.comOBS: sou hetero, mais as vezes eu do uma mete com homem. Bjos

FERIAS NO PIAUI........

Oi, sou o boyzinho. Tudo Ocorreu em Janeiro de 2011 quando minha mãe resolveu ir visitar a minha vó no Piauí. Como eu estava de férias, resolvi ir junto, pois fazia bastante tempo que eu não via os meus familiares de lá. Fomos para uma cidade pacata, tranquila, de clima agradável. Nos hospedamos na casa da vovó, moram com ela dois primos meu. Ramon 18 anos e Ray 15.Logo nos primeiros dias já ewstava enturmado com os amigos dos meus primos. Um deles me chamou atenção e já deixou meu cuzinho piscando, ele se chamava fabricio, malhadinho bem gostozinho. Nesta cidade não tinha muitas opções noturna, mais durante o dia tinha muitas alternativas como: Cachoeira, pesque-pague, parque aquático, açudes, enfim... águaera o que não faltava por lá. Certo dia, me convidaram par ir em uma cachoeira muito conhecida por lá. Fomos meu primo, fabricio, brito e eu. Me arrependi, porque numa grande parte do trajeto à cachoeira, tinhamos que fazer à pé, pois era trilhas rodeadas de mato e não passava carro.Mais quando chega na cachoeira, compensa toda a caminhada. Um lugar lindo, cheio de pedras e verde... um paraíso. Fomos pra água, lá tinha muita gente, então fomos pra um lugar mais afastado. O local começou a ficar mais vazio, já era quase 16:00 hrs. Eu estava de sunguinha branca, quase trasparente, então comecei o meu ataque, passei a me insinuar pra eles, eles não se tocavam. Dei um mergulho e rocei o meu braço na pica do Fabricio, ele não disse nada. Então, puchei o assunto sobre sacanagem, como sempre eu faço e disse: "Esse lugar é ótimo pra transar!" eles deram risadas e o fabricio completou: " No estado que eu estou eu não dispensava nem um cuzinho de macho." Ele só riam, então eu mais ousado disse: " olha o meu aqui dando sopá." nesta hora meu primo olhou pra mim com cra de surpresso e perguntou: " Tu curte uma rola?" balancei a cabeça afirmando e ele disse: " topa os 3?" eu disse que sim.Então saimos da água e fomos pra detras de um paredão enorme que tinha por lá. Quando chegamos lá não perdi tempo, cai de boca na pica do meu primo 18 cm, grosso, bom pra chupar. Fabricio se aproximou e foi logo colocando a vara no meu rosto. passei achupar os dois, a vara do fabricio também era 18 cm e grossa, só que moreninha. Chupava, revezava, colocava os dois na boca e o Brito só olhava.Chamei o Brito, quando ele tirou a vara pra fora me surpreendi, eram + ou - 21 cm, fino e branquinha. Os 3 estavam em minha frente disputando a minha boca, chupei muito, passei a chupar um por um, pra dá atenção a todos. Meu primo e o fabricio gostavam de fuder a minha boca, já o brito deixava eu fazer do meu jeito. Fabricio foi pra detras de mim e queria me comer, eu não aceitei pois não tinhamos levado camisinhas. Então ficou só na chupação, chupei bastante até receber leite na boquinha. Eles disseram que outro diam me comeriam, me lavei e voltamos pra casa. Já era quase noite.Naquela noite eu senti o pau do meu primo todo enfiado no meu cú. Fodemos a noite toda. Sexo só com Camisinha!

FODA GOSTOSA COM MEU VIZINHO CARIOCA...

Olá galera, eu sou o barão. Alto 1,80m, 83kg, forte, ativo liberal, discreto e negro, boa pinta, dotado como a maioria de nós, rs.Essa história se passou quando eu ainda morava em Barra Mansa. Durante a época da faculdade, dividia casa com um colega. Morávamos em um apartamento pequeno no centro da cidade. Ali ficamos um bom tempo, de 2007 à 2010. Quando foi em 2008, um vizinho novo apareceu, iria morar no apê de cima. Eu chegava em casa, depois de ter ido almoçar fora num sábado e o encontrei lavando a roupa na área de serviço. Era um carioca, branquinho, de uns 1,77m, meio peludinho no peito, cabelo cacheado, e uma bundinha tipo maça, bem em pé e carnuda. Eu fiquei morrendo de tesão no cara. Passei e o cumprimentei, entrei em casa, mas ainda assim fiquei observado aquele carinha gostoso no tanque. Ele tava molhado, usando uma bermuda de nylon, que deixou a mostra o volume de sua rôla, suas coxas grossas e peludas também, mas ele parecia não se importar. Tava calor e ele aproveitava para jogar sobre si a água da roupa que lavava, ele tava todo molhado e eu morrendo de tesão. Seu nome era “Luis”.Começamos a conversar, nunca me atrevia jogar uma indireta ou coisa do tipo, mas ele sabia que ele me deixava morrendo de tesão. Afinal, ele sabia que eu era chegado num lance. Certa vez, estávamos eu, ele e um outro amigo, o Naldo, um cara também branco, não muito alto, estilo magro definido, cabelo raspado. Então, estávamos na casa de Luis, conversando sobre várias coisas, quando surgiu um assunto de sexo. Ele, o Luiz, disse que já tinha faturado uma grana como dançarino no Rio. Nós duvidamos e pedimos para ele mostrar. Ele colocou uma roupa e dançou para nós, tirou tudo e ficou só de cueca. Ele rebolava gostoso com uma cueca boxer branca, e ficou excitado só de danças. Pegou um copo de leite e jogou sobre si, que escorreu pelo corpo dele, chegando até sua virilha, que já era peludinha logo abaixo do umbigo. Depois sentou em meio a nós dois. Bem, pra quem não curtia outro macho ele beijava muito bem. Começamos a nos beijar, então Naldo entrou na brincadeira, se ajoelhou começou a mamar o cacete de Luis, não era grosso, mas era comprido, tinha a cabecinha rosada, e ele era bem pentelhudo. Naquele sarro ficamos um bom tempo. Ora Naldo mamava, ora eu mamava, o Luis tava explodindo de tesão. Não agüentando mais, jogou um leitinho quente em nós dois, nos beijamos ainda com resquício daquela porra em nossos lábios. Deitamos os três, fumamos um cigarro e acabamos adormecendo, pois havíamos bebido algumas.Depois desse acontecido, nunca mais tocamos no assunto. Ele se comportava como se nada tivesse acontecido, e eu fazia o meso. Não queria passar pelo desgosto de levar um fora. Naldo já não morava mais na cidade.Então, certa vez eu estava meio brigado com meu colega de quarto. Luiz tinha acabado de chegar do trabalho, me viu sentado na área de serviço fumando um cigarro, e me chamou para subir. Eu fui. Sentamos, batemos um papo, ele colocou um DVD do “Capital” e ficamos curtindo aquele som, fumando um cigarro e tal. Ele disse:-- Tá chateado com algo cara?--Nada não fera, uns lances aê, mas tá de boa.-- Pode contar comigo, falou?! Fica à vontade aí, vou tomar um banho, to suadaço! Então ele foi tomar o banho, eu continuei sentado curtindo o DVD. Depois de um tempo, ele saiu enrolado na toalha, com o corpo praticamente molhado. Logo eu pude perceber que sua vara já estava armadaça, pude ver o volume. Na hora fiquei de pau duro também, mas não fiz e nem disse nada, afinal ele nunca mais me dera condições. Ele se sentou ao meu lado, pegou o cinzeiro, o colocou em cima de sua perna, bem próximo da sua rôla e disse: --Quando quiser bater as cinzas, tá aqui ok?!. Eu tava louco de tesão, não agüentando mais eu disse a ele: --Aê brother, não me leve a mal, mas isso tudo aí é tesão fera?!.--É, depois do banho eu fico com muito tesão! E você, tá na disposição?!Nessa hora eu não pensei duas vezes, arranquei aquela toalha que envolvia aquele cacete e caí de boca. Eu tava com muito tesão, e já fazia tempos que eu queria provar daquele cacete novamente. Chupei, lambi, chupava as bolas dele, sem me preocupar com todos aqueles pêlos, que me deixava mais excitando. Ele era coxudo, e tinha as pernas também peludas, as quais eu alisava enquanto mamava aquele cacete branco, que jah estava ficando vermelho de tanto tesão. A rôla do Luiz é daquelas que babam, e eu sugava aquele caldo delicioso, lambia com todo fervor. Então aquele puto sugeriu:--Então, vamos fazer um 69?Deitamos de lado, coloquei minha pica pra fora. E pra minha surpresa ele chupava muito gostoso. Tinha uma boca deliciosa. Ele lambia minha cabeça, roçava os dentes e também sugava o caldo da minha rôla. Eu estava em ponto de esporrar na boca dele, mas não podia fazer isso. Tava só começando e no mais, ele era todo cheio de “nove horas”, era capaz até de pirar comigo.Ele queria me enrabar, era fato! Fiquei de quatro, empinei meu cuzão pra ele. Ele deu uma cuspida e enfiou sem dó, nem deu tempo de eu me acostumar com o movimento. Mal colocou e já começou a bombar. Ele metia gostoso, tirava o cacete todo e colocava novamente. Enquanto ele me fodia, dizia:--Tá gostando brother, tá viado?! Eu vou encher seu cú de leite, é meu leite que você quer, não é?!Eu fervia de tesão nas mãos dele, ele apertava minha cintura com força, ele queria me machucar, mas quanto mais ele tentava, mais tesão me dava. E eu respondi:--É fera, soca no rabo do seu viado, soca! Enche esse cú de leite! Vai caralho...!O Luis tinha vários fetiches, e concerteza queria realizar naquela hora. O filho da puta me deu um tapa na cara, e me chamava de viado, puto! Ficou de pé na cama, e agora ele gritava, com voz grave de macho:--Chupa essa porra filho da puta! Chupa viado!!!Eu chupava aquele caralho com ardor. Queria arrancar toda a porra que eu pudesse dali. Então, ele soltou um gemido cheio de tesão e disse:--Caralho, eu vou gozar, vou gozar!!!Sua rôla cresceu e despejou leitinho na minha boca. Tava quente, grossa. Ele segurou a minha cabeça e continuou bombando, até na minha garganta. Enquanto isso eu punhetava. Mas como eu podia esperar, depois que gozou o Luiz virou as costas e foi pro banheiro, tomar mais um banho. Me deixando ali. Ele já tivera o tesão dele, pouco importava o se o viado queria gozar! Me arranjei sozinho, ainda com a cara cheia de porra, deitei naquele sofá e bati uma punheta gostosa.Também tomei um banho. Continuamos ali batendo um papo, não comentávamos sobre o ocorrido, como se nunca tivesse acontecido. Mesmo depois de ele ter começado um namoro com uma garota, continuamos com nossas trepadas, sempre no maior sigilo. σ bαrãσ dα gαmbσα bill1987rj@hotmail.com

UM MEDICO ARABE MUITO SAFADO.......

Tudo bem? Cá estou eu pra falar um pouco mais das poucas experiências que tive. Esse é meu segundo conto. Apenas pra recapitular, me chamo Juliano, tenho 31 anos, moro em Santa Catarina. Sou castanho claro, olhos verdes, tenho 1,89m, 83 Kg pele branca. Algumas situações que vivi, mostraram, mais do que nunca que as melhores experiências que vivemos, são as menos ou nada programadas. A história que vou contar à vocês é prova disso. Estava visitando meus pais, em um final de semana bastante chuvoso. Era sábado à tarde, estava em casa, na frente da televisão, sem nada pra fazer. À noite, meus pais tinham um jantar de aniversário na casa de um amigo, o qual eu também fui convidado, mas eu estava sem a menor vontade de acompanha-lo, pois seria uma festa grande, cerca de 50 pessoas, e a média de idade dos convidados era o dobro da minha, o que, vocês podem concluir, faria com que não seria muito atraente. Porém, a insistência foi tanta, que acabei indo. Era um festa de 50 anos de casados, bem família.Saímos de casa, por volta das 20 horas, debaixo de muita chuva...o mundo tava caindo. Era inverno, o que piorava a situação. Quando chegamos no local, a casa do nosso amigo, havia uma fila enorme de carros na entrada, várias pessoas chegando, umas com guarda-chuva, outras correndo...pensei comigo...essa noite vai demorar à passar. Entramos e fomos direto à sala. Chegamos e começamos a cumprimentar as pessoas próximas, até encontrarmos alguns conhecidos e nos sentarmos em alguns sofás com um grupo...deviam haver umas 15 pessoas ali. A festa aconteceu na casa, enorme, vários ambientes, de muito bom gosto. Já tinham se passado 02 horas, e o clima era o mesmo, eu já estava entendiado. Peguei uma taça de espumante e fui dar uma volta pela casa. A chuva não havia parado, e estava limitado aos ambientes da casa, pois na varanda, no jardim era impossível. Ao final da casa, havia uma grande porta enorme, muito bonita que me chamou a atenção. Fui até ela. Ao abri-la me deparei com uma enorme biblioteca, grandiosa mesmo. Não exitei e entrei, deixando a porta entre aberta. A Curiosidade tomou conta e comecei a caminhar por entre as estantes. Estava há uns 15 minutos, entretido com alguns livros antigos na prateleira, quando ouço uma voz...”Tem alguém aí? Vou apagar as luzes”....imediatamente falei: “Só um minuto...” e fui em direção à saída. Na pressa, bati com o cotovelo e deixei cair alguns livros. Imediatamente me abaixei para recoloca-los no lugar, quando aproximou-se de mim e se abaixou pra me ajudar um homem – o mesmo que pediu se havia alguém na sala. Eu estava tão nervoso que apenas me desculpei, nem se quer tinha olhado pra ele. Quando reunimos os livros e levantamos é que observei a beleza daquele homem. Ele sorrindo, me tranquilizando, apresentou-se: “ Não se preocupe...já arrumamos tudo. Me chamo Diego, sou filho do Dr. Marcos ( dono da festa ), tudo bem? “. Me apresentei, dizendo com quem havia vindo. Na hora ele desculpou-se se havia me assustado e começamos a conversar enquanto saíamos dali. Ao fecharmos a porta passava um garçom, que foi abordado por Diego, nos servindo com um novo espumante. Começamos a conversar enquanto íamos conhecendo um ao outro. Diego tinha 37 anos, era cardiologista. Tinha 1,90m, uns 85 Kg muito bem distribuídos, cabelos bem escuros, pele morena clara, olhos verdes escuros. Sua família era árabe, o que caracterizava sobrancelhas grossas e uma cor de pele linda. Diego usava uma calça social cinza, uma camisa azul turquesa arremangada até o ante-braço, o que realçava os pêlos negros e abundantes de seus braços, além de deixar aparecer um pedacinho dos pêlos do seu peito...o que me deixou doido. Lhe parabenizei pela festa e disse que havia vindo com meus pais. Ele disse que sua esposa e filho estavam visitando a sogra, fora do país e que ele nesses dias estava hospedado na casa dos pais. Fiquei feliz em saber que ele estava sozinho ali, descomprometido. O tempo passou rápido, e já estávamos conversando há quase uma hora. Ele me olhava nos olhos enquanto conversava, mas além disso, não havia qualquer sinal de que curtisse homens, o que não me deu qualquer esperança.De repente, minha mãe se aproxima, o cumprimenta e me convida a ir pra casa, já era quase meia noite. Antes que eu pudesse responder qualquer coisa, Diego responde: “Dona Emília ( nome fictício de minha mãe ), a conversa está muito boa com o Juliano, estou muito interessado em algumas dicas de Administração que ele está me dando, gostaria de me aproveitar um pouco mais dele. Não se preocupe, mais tarde levo seu filho pra casa, á não ser é claro, que ele queira ir...” .Ele disse isso me olhando firme. Fiquei todo desconsertado, engoli seco e confirmei com minha mãe que iria mais tarde. Ela sorridente, despediu-se de Diego e disse que aproveitássemos o resto da festa. Quando ela saiu, fiquei sem ação. Ele olhou pra mim, e sorriu, tomando o último gole de espumante que ainda tinha. “ E então Juliano, tomei a decisão de ficar por você? Queria ter ido pra casa? “. Eu, no mesmo tom de sedução lhe respondi: “Claro que não, apenas não sabia que estava te ensinando, ao contrário, aprendi mais sobre medicina do que ensinei sobre Administração.” Rimos. Ele percebeu que eu já estava um pouco tonto, e discretamente me sussurrou: “Posso cometer a maior gafe da minha vida, desestruturar toda minha família, mas preciso te perguntar uma coisa, por mais cafona que seja, posso?”. Com a taça entre as mãos, afirmei que sim. Ele perguntou, constrangido e tímido: “Quer ficar comigo”? Eu gelei, amarelei, engoli seco...queria agarrar ele ali mesmo...mas me contive e respondi: “Por que acha que aceitei ficar?”. Ele sorriu e respirou fundo. Pediu que discretamente eu subisse a escada, como se estivesse conhecendo a casa, e fosse no segundo andar até o segundo quarto à direita, que em seguida ele iria até mim. A casa ainda estava cheia, quando cheguei próximo à escada, fingi estar falando ao celular e fui subindo como se buscasse um lugar silencioso. Ao chegar no corredor, logo localizei a porta e entrei. O quarto estava à meia luz, pela claridade das luzes do Jardim, o que fazia o ambiente ficar muito bonito. A cabeceira da cama era embaixo da janela, o que fazia com que se destacasse sobre a luz. Parecia que eu estava lá a horas, meu coração parecia sair pela boca. De repente a porta se abre e Diego entra, e nos chaveia lá dentro.Sem dizer qualquer palavra, me agarra e começa a me beijar, com muito tesão. Ele era um homem grande, proporcional, cheiroso, bem cuidado. Enquanto me beijava, me empurrava pra cama. Sem muitos rodeios tirou meu blazer e tirou de uma vez uma camiseta que usava por baixo, enquanto me beijava. Logo após, começou a beijar meu corpo, enquanto eu tirava minhas calças e ficava só de cuecas. Neste momento ele ainda estava vestindo e eu semi nu...ele deu dois passos pra trás, como se me analisasse. Fiquei assustado com a reação dele e perguntei o que havia acontecido: ele então, sentou-se em um sofá que havia ali e esticou seu braço para que eu fosse até ele. Me aproximei e tirei a camisa dele, de um jeito bem diferente do que ele tirou a minha...fui lento. Botão por botão. Ele respirava fundo e me encarava. Eu estava quase explodindo enquanto tirava a camisa dele e desvendava aquele peito perfeito, Repleto de pêlos pretos e muito másculo. Tinhas os braços grossos e as axilas cheias, peludas. Nunca havia me imaginado ficar com um descendente árabe. Ele já estava sem camisa e era impossível não ficar tonto com o volume da calça. Tirei sua calça devagar e sua cueca. Ver aquele corpo nu, moreno e peludo excitado me deixou doido, e pedi pra ligar a luz, eu precisava apreciar tudo aquilo. Ele então, sinalizou que sim. Quando o quarto clareou, não pude resistir ao choque e entusiasmo em vê-lo pelado. Ele me olhou, levando a mão até o pau e disse: “ São 23 cm...te assusta?”. Sem responder me aproximei e, me sentei de frente em seu colo, com as pernas abertas sobre as braçadeiras da poltrona, de modo que o pau dele fica livre entre minhas nádegas...abracei aquele pescoço enorme e esfregava meu peito nos pêlos dele...como se há anos eu não visse um homem e quisesse provar que ele existia através de toques e beijos. Surpreendentemente, sem tocar meu pau eu gozei...ali, no colo dele, sem qualquer penetração dele, apenas pelos seus beijos, cheiro, e a imagem de tesão que ele me passava. Ao me ver gozar ele disse: “ Pelo que percebi mexi com você...e agora, também quero”. Ao finalizar essa frase, ele pegou sua calça e tirou um pacote de camisinhas e pegando uma delas, começou a vestir seu mastro, enquanto eu com um dos dedos acariciava meu rabinho, pois sabia que a tarefa seria árdua. Ele pediu que eu fosse até o banheiro e pegasse um lubrificante que lá tinha e me preparasse. Fiz o que ele pediu e voltei mega lubrificado. Ele me esperava ainda na poltrona, na mesma posição. Me aproximei dele, e me sentei, da mesma forma que antes em seu colo e comecei a me esfregar naquele pau enorme. Ele me encarava e apertava minha cintura. De repente, ele colocou seus braços por baixo das minhas coxas e num solavanco levantou-se comigo no colo e me jogou na cama. Sem qualquer cerimonia separou minhas pernas e se colocou ao meu meio. Na posição papai mamãe, abriu bem minhas pernas e com uma das mãos levou o pau até a entrada do meu rabinho e começou a forçar...fazia o movimento com frequência, sem sucesso. Eu muito excitado, lhe disse: “Faz 6 meses que não saio com ninguém, vai devagar. Nunca tive um pau assim “. Ele, me beijou com força e me disse “ Meu tesão dobrou agora...que privilégio vai ser te arrombar...Posso te estuprar”? Sinalizei que sim e o beijei. Após isso, ele, entre minhas pernas ainda, começou a forçar a entrada...comecei a sentir dor...gemer baixinho. Ele não parou e forçou a cabeça a entrar... dei um grito de dor e com as mãos tentei afastá-lo, com a intensão de que parasse. Ele não exitou, com uma das mãos tapou minha boca e largou todo seu peso sobre mim e começou a forçar, enquanto me beijava. Eu gemia, numa mistura de dor e tesão, ele com a mão na minha boca dizia: “ Esse pau é só pra você, eu sei que tá doendo...mas sou seu rei das Arábias, a partir de hoje serei seu único macho...por isso vou deixar minha marca...”. Quando ele disse isso, a dor virou prazer. Eu sentia que ele estava me arrombando, mas quando via aquele corpo maravilhoso só sentia tesão. De repente, ele diminuiu o ritmo e tirou a mão da minha boca, já com o pau todo atolado. Eu não conseguia me mexer, literalmente. Ele então, sem tirar, me deixou de lado, juntou minhas pernas e começou, lentamente o vai e vem. Nossa, eu já nem sentia dor, eu queria mais e mais e comecei a sussurrar pedindo que ele me fodesse mais, dizendo: “Diegão, meu senhor das arábias, meu macho peludo, deixa tua marca em mim.” Ouvindo isso, ele se aproximou ainda mais e começou a socar mais e a morder minha orelha, onde sentia sua respiração forte. Num ritmo frenético ele começou a gemer mais forte e gozar. Fiquei doido e gozei novamente, desta vez batendo uma enquanto era enrabado. Quando terminamos e tirei o pau dele da minha bundinha, eu não acreditava que aquilo tudo estava dentro de mim. Fiquei em estado de choque. Ele estava com o pau meia bomba, lindo, nu naquela cama, cruzou os braços atrás da cabeça, o que me deixou com tesão novamente ao ver aquelas axilas maravilhosas, o peito suado e o pau latejando. Ele sorrindo, por incrível que pareça timidamente me chamou pra perto dele. Assim o fiz. Me deitei sobre seu peito. Nos beijamos devagar. Olhei pro relógio e me lembrei que precisava ir pra casa. Disse a ele que eu tomaria um taxi, que seria melhor. Ele não deixou e pediu que eu descesse discretamente e o esperasse em uma das garagens. Nessa hora, a chuva havia passado. Desci as escadas disfarçadamente, e fui até o lugar marcado. Em alguns instantes ele chegou, entramos no carro e fomos em direção á minha casa, sem dizer uma só palavra. Ao chegarmos lá, me despedi ainda dentro do carro. Ele pegou na minha mão e levou até sua calça, que comportava um volume enorme e disse: “ Olha o que você faz comigo...vai me deixar assim”?...Sorrindo lhe respondi...”Ano que vem na próxima festa dos seus pais, prometo estar lá “. Ambos rimos e entrei em casa. Percebi que até fechar a porta, ele ficou me observando. Acho que tivemos uma aventura das arábias. Desde aquele dia, conto os minutos pro próximo aniversário de casamento dos seus pais.Ativos bonitos e Discretos, que busquem alguém tambem sigiloso: magg264@hotmail.com

sábado, 9 de junho de 2012

quarta-feira, 6 de junho de 2012

sábado, 2 de junho de 2012

PEGANDO O SOBRINHO DE JEITO

JOGO DO BURACO

COMO FAZER FACULDADE?

PRIMOS SE DIVERTINDO

TESAO NA SAUNA

ARMADILHA ENTRE EXECULTIVOS

PRAZERES ENTRE AMIGOS

ORGIA JIZZY

FODENDO E CHUPANDO

FILMANDO A TRANSA

TRANSANDO COM O SOCIO

@L3XLUXE MAN

ESTRONDO FATAL

PUTAO DA PRO JARDINEIRO

Meu nome é João (fictício) e, na época do acontecido, tinha 19 anos. Sou branco, bronzeado, 1,88 de altura de 80kg. Alto, musculoso, definido, sempre fui bonito. Deixava crescer os pelos da barriga, peito, pernas e da área íntima, onde tinha 17cm de pau e uma bela bunda. Amo sexo. Me irritam muito pessoas que tem a sorte de nascer bonitas e não usam seus dotes para encontrar o maior prazer possível, portanto, é o que faço. Homens, mulheres, não importa: gosto de foder. Vou postar algumas de minhas aventuras sexuais aqui no site. Meu e-mail pra contato, caso alguém se interesse, é dasmoch@hotmail.com. Não curto sexo virtual, mas curto trocar experiências. O conto a seguir, apesar de ser real, foi obviamente modificado pra melhor entendimento. Os nomes também não são reais. Aproveite! Moro com meus pais e dois irmãos, um deles meu gêmeo e um mais novo. Meu irmão gêmeo sempre soube das minhas aventuras, e apesar de ser mais reservado, também gostava de uma boa foda, apesar de preferir mulheres. A casa onde morávamos se encontrava numa área de classe média de Belo Horizonte - MG. Dificilmente ficava sozinho, então não costumava trazer parceiros pra transar em casa. Pra compensar, porém, adorava fazer "vontade" nos meninos da rua e vizinhos, o que me deu uma certa fama de viado. Não sou espalhafatoso - pelo contrário, sou discreto e tenho jeito de homem - mas fazia questão de ser visto pelado pela janela ou dar aquela pegada no pau quando via que estavam me olhando na rua. Fazia isso por diversão, sem esperar nada mesmo. Certo dia, meus pais avisaram-me que iriam ao nosso sítio no fim de semana. Partiriam na sexta à noite e estariam de volta na noite seguinte. Meu irmão mais novo iria com eles, deixando eu e meu irmão juntos. Eles haviam deixado chaves com a empregada, um jardineiro e dois pedreiros que trabalhavam numa obra nos fundos. Na sexta, recebemos convite pra ir a um churrasco da turma da faculdade do meu gêmeo. Combinamos de ir. Meu plano era ir junto com ele, mas dormi demais e quando acordei ele já havia ido de carro, sozinho. Fiquei puto, mas resolvi levantar, tomar um banho e me preparar pra ir do mesmo jeito. Levantei-me, desci as escadas e fui até a cozinha lanchar. Não fazia calor, mas o tempo era agradável, portanto, vestia apenas uma cueca - era como dormia. Passei pela porta dos fundos para olhar o cachorro e reparei nos homens trabalhando. Os dois pedreiros estavam mais ao fundo do quintal, um deles sobre a telha da área de lazer e o outro na escada, conversando. A empregada estava no tanque, mais próximo de mim, aparentemente terminando de lavar as roupas do fim de semana. Cumprimentei-a e ela disse que daqui a pouco iria embora. Foi aí que vi o outro homem no quintal. Próximo a um dos canteiros da minha mãe, o jardineiro trabalhava, podando alguma coisa. O clima, como estava, foi suficiente para fazê-lo suar - calculei que já estivesse ali há algumas horas. A pele morena clara brilhava com o sol e o suor. Era mais baixo que eu, corpo magro, porém forte. Vestia uma regata branca, calça jeans surradas e botas para trabalho na lama. Por cima do cabelo curto, um boné, também surrado. Os pelos pretos e cheios do peitoral escapavam pela abertura da camiseta, assim com os da axila faziam pelos lados. A barba grossa e mal feita e os pelos do rosto, desgrenhados. Não era bonito, mas era o sonho de todo puto que gosta de um homem rústico. Resolvi me atrasar um pouco. Peguei um copo de água e sentei-me no degrau, intencionalmente olhando na direção daquele macho. Não demorou para que ele percebesse meu olhar. Virou a cabeça algumas vezes, talvez para ter certeza, e finalmente, veio até mim. - Opa. - E aí. Tá aí desde que horas, cara? - Cheguei de 9 horas... Seu irmão saiu há meia hora mais ou menos, avisou que você ia acordar uma hora ou outra - Pois é - ri - Fui dormir tarde ontem. Era pra ele ter me esperado, mas agora tô pensando em nem ir mais onde a gente tinha combinado... - Foda.. na sua idade também acordava tarde. Só quando vim pra capital e comecei a trabalhar que tive que tomar jeito (Risos) - Sei qual é... poxa, já devem ser pra lá de meio dia e você tá trabalhando desde as 9. Aceita alguma coisa pra comer... ou uma água, algo assim? - Tô bem, brigado. A moça ali já fez um lanche pra nós. Licença, seu Franco - meu sobrenome -, deixa eu voltar lá e terminar a poda Assenti com a cabeça. O cara era gente boa e tive que segurar pra não ficar de pau duro na frente dele. O suor estava pingando do nariz e eu realmente esperava que ele aceitasse entrar pra beber uma água e eu tentar botar meus esquemas em prática. Entrei e resolvi tomar banho. Me veio a cabeça, então, que o banheiro da área que estava em obras estaria desativado, e, portanto, todos ali teriam que usar o banheiro do andar de baixo. Peguei minhas coisas e me dirigi até lá. Liguei o chuveiro e deixei a porta entreaberta, na esperança que algo ali desse certo. Ouvi a empregada se despedindo e saindo poucos minutos depois, e nada de algum dos caras resolver entrar no banheiro. Fiz uma hora ali, sem perder a esperança, até que, finalmente, alguém abre a porta, fechando-a em seguida. - Desculpa aí! - ouvi. Desliguei o chuveiro, me enxuguei superficialmente e enrolei numa toalha, abrindo a porta pra sair. Infelizmente, era apenas um dos pedreiros. Digo que está tudo bem e continuo andando. Encontro com o segundo pedreiro, que me diz que a obra do dia está quase completa e que em no máximo 2 horas eles iriam embora. Finalmente, vejo meu jardineiro. No mesmo lugar de antes, ele agora tinha levantado a camiseta até o peito, pra espantar o calor e o suor. Ver aquela barriga peluda, mesmo que de longe, me deixou louco. Dessa vez, ele não demorou pra me notar ali na porta e veio novamente falar comigo. - Ô seu Franco, saiu ainda não? - Acho que não tô indo mais não... bateu um desânimo aqui, seu... Poxa, qual teu nome mesmo? Desculpa, esqueci - É César, tá tranquilo. Pô, teu irmão bem que falou que era capaz de você desanimar. Também, depois desse sono todo... (risos) Até agora, nada. O cara curtia zuar do meu sono, mas estava foda de levar ele pra dentro. Pra minha surpresa, aí as coisas começaram a se mover. - Dá licença, seu Franco. Vou dar uma mijada. - Pô, acho que o banheiro tá ocupado... os dois caras que estão trabalhando aí passaram por mim quando eu estava saindo... - Beleza, eu espero - Que isso, César. Usa o meu lá em cima. Pode vir. Ele tentou recusar, mas insisti - claro, tentando não dar na cara minhas intenções - e ele me seguiu até o andar de cima. Entramos no meu quarto e o mostrei o banheiro. César agradeceu, entrou e fechou a porta. Deixei cair a toalha e fui até o armário achar uma cueca nova para vestir. Sentei-me na cama, ainda pelado, e esperei o barulho da descarga. Agora de costas para a porta - a uma distância segura -, comecei a vestir-me lentamente, esperando, obviamente, que ele me visse. A porta se abriu. Ouvi um suspiro de susto, mas continuei o que fazia no mesmo ritmo. - ... Valeu aí, seu Franco. Do jeito que esses caras são, o banheiro lá em baixo vai ficar mais umas 2 horas inutilizável. (risos) - Sem problemas, César. Você tá aí trabalhando duro, pode ter certeza que a casa é sua. Vesti a cueca - a menor que encontrei - e deixei, propositalmente, parte da bunda aparecendo. Quando virei-me pra ele, seus olhos foram direcionados diretamente ao volume formado na parte da frente pela pressão que o tecido exercia no meu cacete. Fingi não ver e fiquei quieto, esperando o próximo movimento. Infelizmente, César disfarçou o olhar, sorriu e saiu do quarto, com pressa. Ao descermos as escadas, vimos o pedreiro que estava no banheiro voltar ao trabalho, nos fundos. Fui atrás de César, tentando, ainda, puxar assunto. - Mas e aí, César, falta o que pra ser feito no jardim? - Pouca coisa. Só dei uma parada pra descançar, mesmo. Não tá quente, mas fazer esforço faz a gente suar demais... - Se precisar de um banho, sem problemas, valeu? - Não custava tentar. - (Risos) Brigadão seu Franco, mas tô bem assim... Me arrependi de ter oferecido um banho. Achei que tinha sido muito "na cara"... Paramos na cozinha, onde servi dois copos de água. Ofereci um pra ele e paramos de frente um pro outro. - É, não vou mesmo nessa porra de churrasco não... Lá não posso ficar assim, de cueca, o dia inteiro - Disse. - (Risos) Tá certo, tá certo. Mas tem o lado bom também, né não? Um rapaz forte como tu, se for numa festinha dessa, volta pra casa com a mulher que quiser - Pô, ultimamente, até que não. Essas menininhas são muito sem sal pro meu gosto. Tá foda, queria algo diferente. - Dei aquela pegada no pau, disfarçadamente, mas mostrando bem o que queria dizer. Aquela era a hora. - Ah, mas hoje em dia pode tudo. Tu é bonitão, com certeza não te falta nada. - Ele ria, nervoso, a cada frase. - Até que falta, não faz não... Mas tem hora que bate um tesão naquela pessoa, naquela coisa diferente e aí, é foda, nada mais serve. Não aguento mais ficar na punheta. Cê deve me entender, cara... quantos anos você tem, uns 35? Cê é bonitão também, deve chover mulher aí... César sentou-se num dos bancos em volta da mesa da cozinha. Bom, pensei, pelo menos o assunto está pegando. - Tô com 37... Lá na roça era mais fácil, sabe? Vim pra BH faz mais de 15 anos, e aqui também não me falta buceta não... mas na minha terra a putaria era solta. Num era desses de foder bicho, não. Conheci muitos, mas nunca foi do meu gosto... mas toda noite, arrumava uma bucetinha, ou ia pro meio do mato com uns colegas e umas meninas fazer uma coisinha especial. - Ele parou e sorriu - Faz muit'tempo, isso... Mas sempre que volto pra lá, dou uma pausa na jardinagem e faço uma viagem, passo um tempinho com o povo mais novo. O pessoal ainda sabe o que é bom. - Só não pode é faltar buceta pra nós, não é não? - Testei-o. - Ah, lá, até quando falta, tem algo de gostoso pra fazer. Senti meu pau ficar firme na cueca. Dei uma pegada nem um pouco discreta. Os pentelhos escapavam pela parte de cima da cueca. - Gostoso como? O que cê tem em mente, César? Ele riu, visivelmente nervoso. - Ô, seu Franco... que é isso, menino... - Pô, cê disse que fazia algo diferente no meio do mato... só queria saber do que você tava falando. - Né disso que eu tô falando não, seu Franco. Isso aí eu não gosto não... Virei-me, abaixando um pouco a cueca e mostrando a bunda. - E disso aqui? - Nada disso, menino... ô, seu Franco, não é desfeita não, mas... Ele calou-se. Será que eu havia errado? - Como você sabe que não curte, César? Já fez alguma vez? - ô... se já. Na minha época de menino, sempre acontecia. Mas sou homem hoje, tu é um garoto... tô trabalhando na tua casa... - Ninguém vai ficar sabendo não, César. - Não é isso... trabalho com isso há muito, muito tempo... nunca aconteceu nada, é errado uma coisa dessas... Ele estava confuso, mas eu conseguia ver que tinha tesão. Tirei seu boné e joguei na mesa. Me joguei de joelhos no chão e comecei a desabotoar sua calça. Ele resistiu. - Pára, menino. Não pode. Tá errado... Consegui forçar e abrir a calça. O cheiro de suor da cueca daquele macho era delicioso. Ele continuava tentando se levantar. Enfiei a mão na cueca suada e tirei lá de dentro uma rola morena grossa, em estado meia-bomba. César parecia nunca ter se depilado na vida, o que eu curtia. Sem perder tempo, enfiei aquele mastro na boca. Ele continuava a se debater, mas eu sentia seu pau endurecendo na minha boca. César tentava me empurrar com o joelho, mas eu, como um bom puto, me segurei bem até sentir que aquele cacete estava completamente duro. - Se você não quer, porque é que essa rola tá dura como pedra? Deixa eu mamar gostoso, cara. Ele não falou nada. Estava visivelmente nervoso e preocupado, mas não se debateu mais. Olhei bem aquele mastro - Grosso e de tamanho médio. Cabeça rosada pulsando. Babava como louco, delicioso. Enfiei novamente na boca e voltei a mamar. Minha boca enchia-se de saliva e do liquido que saía daquela rola gostoso, me forçando a cuspir ou engolir constantemente. Mamei aquela pica como nunca tinha mamado antes.... chupava cada centímetro, descia com a língua até o saco, enorme e peludo, colocando as bolas na boca. - S-seu Franco... os moços ainda tão no fundo trabalhando... é melhor sair daqui, né não? Concordei. Levantei-me e me inclinei para um beijo. Para minha surpresa, ele não negou - beijei aquela boca gostosa, de macho. Perdi um tempo lambendo o pescoço e roçando na barba grossa, e ele, lambendo meus mamilos e beijando meu pescoço. Realmente, ele queria. Puxei ele, que disfarçou a ereção com a camiseta, e levei-o de volta ao andar de cima. Os pedreiros, no fundo, não nos viram passar. Entramos no meu quarto e aí, finalmente, pude ver o macho que César era. Ele tirou a camisa, mostrando o torso peludo, largo e suado. Abaixou e tirou as calças, deixando de fora as pernas grossas e o cacete babão. Me puxou para um abraço e voltamos a nos beijar. - Ninguém vai saber disso, né, seu Franco? - perguntou ele, entre beijos - Pode ficar tranquilo, César. Só me fode gostoso. E assim ele fez. Me jogou de volta no chão, de joelhos, e meteu gostoso a rola na minha boca, até o fundo da garganta. César, aparentemente, estava esperando a confirmação de que tudo ficaria bem - agora, não havia motivos para não aproveitar a foda. Engasguei diversas vezes naquele pau delicioso, com muito, muito, muito prazer. Tentava colocar ambas as bolas de uma vez na boca, sem sucesso, e lambia toda a área íntima, cheirando bem o cheiro de macho suado de sua virilha peluda. Quando se cansou de ser mamado, César me pediu pra que me levantasse. Meu pau explodia na cueca, que foi prontamente tirada por ele. Mais uma vez me surpreendendo, meu macho agaichou-se e pôs-se a mamar minha pica. E como mamava bem, o César. Claramente um puto, ele enfiava toda a rola na garganta; beijava, lambia e cuspia, realmente curtia o que fazia. Fez o mesmo que eu com as bolas, me deixando louco de tesão. A certo ponto, olhou para cima, sorrindo, e disse: - Que bom que tu não tira os pentelhos, seu Franco. Gosto de homem que é homem de verdade. Virou-me e pôs-se, então, a chupar meu cu. Não havia recebido muitos cunetes até então - na maioria das vezes, sou ativo - mas César linguava, lambia, chupava e babava como um louco no meu rego. Me apoiei na cama pra receber totalmente aquela língua e as dedadas que ele introduzia de vez em quando. Todos os pelos do meu corpo estavam arrepiados. Que macho gostoso, porra. Levantou-se. Preparei pra receber rola, mas ele subiu na cama e pediu pra que eu me virasse. - Deita aí, seu Franco. Quero sentar na sua cara. Tu curte? Gosto de uma chupada no cu, também. Quase gozei ali mesmo, só com a idéia. Deitei-me e recebi aquela bunda e cu deliciosos. Peludos, suados e gostosos. Meti a língua como nunca, sentindo o gosto de cada sentímetro do buraco de César. Ele gemia baixo, puto. A certo momento, ele deitou-se de barriga sobre mim, ainda deixando que eu chupasse seu cuzinho, e arreganhou minhas pernas, retribuindo o favor ali mesmo. Chupar um rabo e ter seu rabo chupado ao mesmo tempo é uma das melhores experiências que já vivi. Cada parte do corpo daquele homem, deitado sobre o meu, me deixava louco. Depois de algum tempo exercitando as línguas, ele mudou de posição, e nos beijamos longamente. Ele me dedava e agarrava durante o beijo. Eu fazia o mesmo. Levantei-me e busquei um pacote com 3 camisinhas. Ele sorriu ao vê-las. Deitado de costas, abriu as pernas e mostrou o cu, rosado, fazendo cara de safado. Coloquei uma das capas no meu cacete e fui para o ataque. Forcei meus 17cm na entrada do buraco. Senti resistência, e perguntei se ele queria que eu parasse. - Para não... Faz tempo que não faço isso... Pó rasgar, seu Franco Delícia. Ao ouvir aquilo, minha rola estava em ponto de ferro. Forcei a entrada até sentir o abraço quente e úmido daquele cu delicioso. César gritou de tesão. Comecei a bombar e rasgar aquele rabo. Agarrava o que conseguia - as pernas, o peito, tudo. Aquele homem era delicioso. Metia como se não houvesse amanhã. Quando sentia que o gozo estava próximo, diminuia e me inclinava para beijá-lo. No começo daquele dia, sabia que ia foder COM César mais tarde, mas não imaginava que seria eu a fodê-lo... estava pra descobrir que, no final, não seria. Ao inclinar-me mais uma vez, minha rola escorregou pra fora do cuzinho quente. Aproveitei pra perguntar se ele queria mudar de posição. - Ô, seu Franco... a posição que eu quero é diferente... Me beijou novamente. Entre o beijo gostoso e a agarração, colocou uma capa no próprio pau. - Vai comer esse rabinho agora, é? - Tá mais pra rabão, seu Franco. Que delícia... Virei-me. TIrei a camisinha do meu pau, rubro de tanto meter, e abri bem as bandas da bunda. Estávamos de joelhos sobre a cama, mas a pressão que César fez me jogou no colchão. Gritei, com dor, mas quando percebi, o mastro grosso já estava totalmente dentro. Ele subiu em cima de mim, como um verdadeiro urso, e começou, sem dó, a me foder. César me comeu gostoso ali, deitado. Quando cansou-se da posição, me puxou até que eu ficasse de quatro, pra meter mais. Metia como um animal, o suor pingando do seu corpo nas minhas costas. Quando me abraçava e puxava para um beijo, eu enlouquecia. Ouvi, lá em baixo, os pedreiros avisando que estavam indo embora. Torci pra que não subissem e nos vissem ali, mas... sinceramente, foda-se. César arregaçava meu cu como ele nunca tinha sido arregaçado antes, e eu amava. Pausa pra respirar. Nós dois, ofegantes. Tirei aquela rola do meu cu e senti uma pontada de dor... não importava, o prazer era maior. - Quer sentar aqui? - Ele disse, safado. - Só se for agora! Ele recostou-se nas costas da cama e eu subi em seu colo. Encaixei a entradinha do meu rabo naquela rola gostosa e desci, sem dó. Puta que pariu, que pau delicioso. Sentei, rebolei e pulei naquele caralho como o puto que sou. Senti cada centímetro de rola dentro de mim e gemia alto, gritando de tesão e dor. A rola de César é uma daquelas que alargam pra caralho: grossa, principalmente na base. Sentar nela era uma tortura, mas que tortura deliciosa... Ele pressionava o corpo pra cima, estocando fundo no meu cu. Nos abraçávamos, sentiamos o corpo um do outro, suados, loucos de tesão. Cada beijo parecia durar uma eternidade. Éramos dois animais sedentos por sexo, por foda, por putaria, pelo corpo um do outro. Minha língua percorria tudo que alcançava: seu rosto, sua boca, sua barba. Queria sentir o gosto daquele macho. César metia mais e mais forte e rápido. Eu sentia meu anel queimando com aquela rola. Cheguei ao ponto de quase pedir pra parar, tamanha a potência do jardineiro... quando menos esperava, porém, ele deu uma estocada final e gemeu alto. - Gozei! - anunciou. Desmontei do meu urso e assisti o cacete encher a camisinha de porra. Meu cu, dolorido. Não havia gozado. César colocou-se de joelhos, me beijou mais uma vez, tirou a camisinha e... para meu tesão e surpresa, virou-a na boca, bebendo todo o conteúdo. Fiquei estupefato. Ele sorriu pra mim, sem engolir a porra toda, deixando-a escorrer pelo canto da boca. - Na minha época a gente não desperdiçava nada. Peguei o costume. Sem pensar duas vezes, pulei em seus braços e beijei-o, provando um pouco daquela porra deliciosa. Nunca engulo porra por causa do perigo de hoje em dia, mas dessa vez, foi impossível resistir. Beijamos, trocamos o suco delicioso até só sobrar o gosto no fundo da língua. Sorrimos um para o outro, exaustos e suados. - Tu não goza não, moleque? - Porra, César, não tive nem tempo pra pensar nisso. Sua rola não me deixou fazer mais nada. - Ah, mas eu não deixo trabalho pela metade não O cavalo me virou a força novamente e encaixou a rola, meia-bomba, na porta do meu cu. Não acreditei. Tentei me desvencilhar. - Que isso, César? Acabou ainda não? - Só acaba quando o patrão gozar bem gostoso A rola entrou novamente. Doeu, mas meu pau subiu e não tinha como discutir. Queria aquele mastro dentro do meu rabo até o fim dos tempos. Senti ela endurecer dentro de mim, tomando espaço no cuzinho que era apertado, e agora estava regaçado. Sem a camisinha, eu sentia cada veia, cada vibração, cada pulsação. Como disse, não curto sexo sem proteção, mas o efeito de César em mim me tornou irresponsável, pra não dizer outra coisa. Caí na cama com a rola no meu cu, ficando de quatro novamente. Não aguentava bater punheta. Ele percebeu minha exaustão e fez o trabalho pra mim. Aquelas mãos enormes, duras, firmes e peludas trabalhavam meu cacete e meu saco como ninguém nunca havia feito. Eu queria ver César gozar dentro de mim. Segurei a porra o máximo que pude, mas ela veio. A gozada mais alucinante da minha vida até ali. Meu ursão me agarrava por trás, comia meu cu gostoso; eu era seu puto, e ele, meu macho. Senti aquela rola fundo dentro de mim e não resisti mais: Despejei o que pareciam ser litros de porra nas mãos dele. Ele não parou. Pegou o esperma que conseguiu salvar, trouxe um pouco à minha boca - e engoli obedientemente - e um pouco à sua, saboreando o meu gosto de homem. Aumentou o ritmo - não dava pra parar de gritar aqui. A sensação de ser comido, gozado, exausto... É indescritível como era bom ser fodido por aquele homem. Cada estocada, um grito de tesão, dor, cansaço. Pedia mais, mais e mais. E, finalmente, César me deu. Estocou fundo e gozou pela segunda vez - dessa vez, dentro do meu rabo. Rebolei uma última vez antes de cair de bruços na cama, sem energias. Senti dois dedos entrando do meu cu, como se pra procurar o restante da porra recém-depositada. Sorri para o meu jardineiro, e ele, pra mim. - Puta que o pariu, César. Não vou andar nunca mais. - E eu não vou gozar nunca mais, seu Franco. Esvaziei em ti. - Nem pensar... vai gozar e muito ainda, comigo. Nos beijamos. Deitei-me sobre o torso peludo delicioso de César, com o rabo dolorido e um sorriso no rosto. Ficamos lá por algum tempo. Entramos no chuveiro juntos, mas meu cu não aguentava mais foda. Chupei mais um pouco aquela rola, só para não perder o costume. César descansou e voltou ao trabalho no jardim por uma hora, até terminar. Como não havia mais nada a ser feito ali, era improvável que eu o visse em breve. Pedi um telefone ou um endereço, e ele me deu. - Mas ó, seu Franco... gosto de comer um cu, gosto sim, mas meu negócio é mulher. Namoro, tô pra casar, moro com ela, não é qualquer dia que vai rolar, não. - Pode deixar, César. Te ligo e a gente combina. Mas eu queria mesmo é que cê deixasse essa mulher e viesse me foder todos os dias Ele riu, sacana. Me beijou uma última vez e foi. Nos encontramos diversas vezes desde então. Quando possível, transamos. Hoje, casado e ainda trabalhando muito, César aparece com menos frequência... mas quando aparece, é pra ficar sem andar por uma semana.