Mostrando postagens com marcador fetcihe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fetcihe. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
Leitura da Sabesp
O que passo a narrar aconteceu ontem 03.09.18.
Deixei minha esposa na casa da filha no domingo, pois meu genro havia viajado a serviço e só retornaria na terça feira.
Voltei pra casa com aquela coceirinha no cu que mata de tesão, de vontade de sentir algo entrando bem gostoso e quente, passei pelos locais que sabia ter travestis, mas infelizmente a busca foi infrutífera.
Cheguei em casa, coloquei meu fio dental vermelho e o shorts do short doll de minha esposa, que fica coladinho e entrando no meu rego, me deixa bem mais putinha que eu já sou.
Fiquei assistindo TV ate de madrugada e acabei dormindo jogado no sofá, debaixo do ededron, quando ouço a campainha tocar, isso por volta das 10:30 hrs da manhã, e para minha surpresa era o rapaz que faz a leitura da Sabesp, eu abri o portão eletrônico e quando fui pedir para ele fazer a leitura e deixar na caixa do correio ele me pede um copo com agua, do jeito que eu estava apenas pedi que ele fechasse o portão e entrasse, o levei ate a cozinha e sentindo seus olhos me comerem vivo, ai me virei e perguntei se ele não preferia um café, ele aceitou, eu fui ate a cafeteira para preparar e reparei que ele estava de pau duro, discretamente, fui pegar o açúcar no armário e esfreguei a minha mão no pau dele, ele suspirou, eu não tive duvidas, dei uma pegada bem gostosa na rola dele, uma rola normal de no máximo uns 15 cm, de uma grossura satisfatória.
Não pensei duas vezes, abaixei as calças dele e comecei a mordiscar aquela rola por cima da cueca, que já começava a babar, tirei pra fora, aquela cabeça rosada, as veias saltando, comecei a chupar bem gostoso, enfiando ela todinha na boca ate que ela começou a pulsar e despejou todo o leite na minha boca, que engoli como uma boa putinha que sou.
Ficamos conversando e ele me disse que precisava terminar as três ruas do percurso dele, no que eu perguntei, vc poderia voltar depois aqui pra gente continuar, e ele respondeu que em 2 horas terminaria o serviço e viria fazer a leitura da minha agua.
Aproveitei tomei um bom banho, fiz minha higiene intima, e esperei a chegada.
Ele chegou, tocou a campainha eu abri e ele entrou, me abraçou e me beijou, pediu que eu desse uma volta, eu havia colocado uma calcinha verde e uma bermuda de lycra branca, ele pegou na minha bunda e apertou, perguntando como eu queria.
Levei-o ao meu quarto, e quando entrei ele me agarra por tras, e eu sinto aquele pau roçando nas minhas nádegas, ele abaixa minha bermuda e tira a minha camiseta, e começa beijando meu pescoço e desce pelas costas ate chegar na minha bunda, abriu ela e enfiou a língua com muito tesão e vontade, me fazendo gemer feito uma cadela no cio.
Eu me viro e tiro toda a roupa dele e vou beijando todo seu corpo, mordo os biquinhos dos mamilos dele ele geme, eu desço e coloco o pau dele todo na minha boca para deixar bem molhado e melado, e peço pra ele colocar devagar pra eu sentir o prazer do pau dele entrando cm por cm, quando estava todo dentro ele começa a meter, a principio devagar, e aos poucos aumentando a intensidade das estocadas, peço pra ele me comer de frango assado, ele enfia tudo bem gostoso, eu não resisto e começo a gozar, meu cu pisca apertando o pau dele e ele goza, enchendo meu cu de leite, ficamos abraçados nos beijando, e vamos ao banheiro para tomarmos um banho, onde eu começo a ensaboa-lo todinho, ate o cuzinho dele, mas ele foge, chego no pau dele e começo a chupar ate que fique em ponto de bala, e faço ele gozar mais uma vez na minha boca.
Terminamos, nos vestimos, e prometemos que caso haja uma oportunidade, iremos repetir...
sexta-feira, 22 de junho de 2018
Dando para o marido da minha amiga
Olá, sou o boy carioca.
Branco, 1,75m, corpo comum (faço exercícios), pernas grossas e bunda grande e durinha. Olhos castanhos claros e cabelo escuro, curto.
Esse conto aconteceu a mais ou menos dois anos... Mas só de lembrar me excito até hoje. Bom, comecei a trabalhar em um restaurante de um posto de combustível, lá conheci muitas pessoas, e fiquei amigo de uma garota que trabalhava lá, ela era casada e conheci o marido dela, que também trabalhava nesse posto, ele era da borracharia. Ambos são da igreja! Ele era uma delícia. Era pouco mais alto que eu, corpo sarado por natureza, forte, pele queimada do sol, cara de machão, cabelo claro com um corte estilo jogador de futebol (undercut) e uma boca atraente pra caramba, sem falar na voz grave.
Certo tempo depois de eu entrar pra empresa a mulher dele foi mandada embora e como ficamos amigos, certo dia eu e outra amiga fomos visitá-la. Eu comecei a ver ele com outros olhos, teve uma hora que ele saiu do banho, só de toalha, era uma delícia, todo sarado. Não se era impressão minha mas acho q ele percebia como eu olhava pra ele. Quando ele ía ao restaurante eu dava umas olhadas nele, dava uns sinais pra ele, mas nada dele retribuir.
Aí parti pra outra forma de abordá-lo, procurei ele no facebook e adicionei, ele aceitou e um dia a noite quando cheguei do trabalho puxei conversa com ele. Mas ele não me deu bola, falou que ía mostrar pra mulher dele, mas eu virei o jogo contra ele,aí acabou o papo.
Outro dia eu puxei assunto novamente, perguntei se ele tinha contado pra alguém o que eu tinha falo com ele, ele me disse que falou pra duas pessoas, mas eu não acreditei, ele só tava querendo me botar medo. Aí ele fala isso:
Ele- mas por que você falou aquilo, você gosta mesmo? - perguntou ele em relação a eu dar em cima dele.
Eu- faz o teste, aí vai saber se gosto- retruquei ele.
Ele- se caso eu quisesse, você contaria pra alguém?- perguntou ele.
Eu- ta maluco, ninguém pode saber! - falei, pra ele ficar de boa. - fica tranquilo. vamos?- completei.
Ele- você faz um pornozinho completo? Chupa meu pau? - indagou ele.
Eu- você quer? - instiguei ele.
Ele- mas você não vai contar pra ninguém não, né!? - certificou-se ele.
Eu- claro que não, já falei- confirmei.
Aí dei ideia de um lugar pra a gente ir, ele aceitou e marcamos, fui me arrumar pra ele, enquanto isso teclamos mais. E ele começou a me tratar no feminino, devia dar mais tesão a ele.
Ele- você vai fazer tudo que eu quiser, né gostosa?
Eu- vou sim...
Ele- já to de pau duro.
Eu- delícia, não vejo a hora de ver ele pela primeira vez- nem pedi nude, queria ver logo ao vivo antes que ele mudasse de ideia. Hehe.
Ele- você já deu antes? - perguntou
Eu- lá a gente conversa sobre isso. Você quer me ter sempre pra me comer?
Ele- vou experimentar pra ver.
Eu- o quê que eu serei seu? Sou o que pra você?
Ele- puta, safada, conquistador. Vou te pegar de jeito.
Eu- uuui.
Ele- kkkk, ta pronta cachorra?
Eu- ??. Tô, vamos...
Ele- vá indo, eu já vou, e não deixe ninguém te ver- alertou ele, porque a gente morava perto do trabalho e eu tava em casa e ele tava na empresa no horário noturno, isso era por volta se 1:30 da madrugada.
Cheguei no lugar combinada, era atras de uma escola abandonada. Esperei um pouco e ouvi o barulho da moto dele chegando. E logo ele vem vindo na minha direção no meio de alguns marinhos e escuro total.
Ele- você não vai falar pra ninguém, né cachorra?
Eu- ta maluco, já falei q não.
Ele- cadê sua bundona, deixa eu ver se você gosta mesmo. Fiquei de costas e ele baixou meu shorts de uma vez só e apalpou minha bunda, que pegada gostosa, aquelas mãos grandes. Ele me virou de frente e me deu um beijo na boca.
Eu- cadê o pau?
Ele- quer rola, puta? Aqui, toma. Abriu o zíper da calça e botou uma delícia de rola ora fora, retinha, grande e grossa.
Eu- nossa, é grande- disse eu salivando já.
Ele- nada, você aguenta. Disse ele.
Abaixei na frente dele coloquei a cabeça da rola dele na minha boca, uma delícia, quentinha, e pesada. Aos poucos fui engolindo cada vez mais aquela jeba enorme, e ele gemendo de tesão, me chamando de puta safada. E socando minha garganta. Depois de um tempo ele tira o pau da minha boca e fala que quer ver se eu gosto mesmo, me deu medo nada hora, o pau dele era grandão, mas eu cedi as vontades dele, fiquei em pé apoiando-me no muro da escola e ele veio por trás apalpando minha bunda e em seguida lambeu meu cuzinho, era a primeira vez que um macho chupava meu cuzinho, ele socava a língua lá dentro e eu me contorcia de tanto tesão, realizando meu sonho de dar pra ele. Depois quando me dou conta ele ta com a cabeça do pau na portinha do meu cu, aí bateu aquele medo de novo eu pedi pra ele ir com calma. Nem fechei a boca e ele forçou cabeça a dentro de mim, eu dei um grito abafado, doeu muito e eu sai do pau dele, precisa acostumar um pouco da furada. Mas ele já veio me pegando pela cintura e encaixando de novo, agora ele foi com tudo e socou de uma vez e me agarrou por trás. Nem esperou muito e começou a socar e acelerar o rítmo e eu não resisti mais, comecei a gemer, ele socava muito e ía lá fundo empurrando minha cabeça pra baixo deixando minha bunda bem desprotegida pra ele socar sem dificuldades. Aí ele me pegou pelas pernas e me levantou e eu fiquei com o pau dele todo socado e ele fudendo forte, eu no seu colo em pé com total controle dele. Ele me chamava de safada, e falava "ta gostando puta?".
Ele ficou nessa posição comigo um tempão, eu já tava com o cuzinho todo aberto, ele socava fundo e tirava quase tudo e socava de novo.
Ele- ta doendo, cachorra? - perguntou ele me segurando pela cintura com o pau todo enfiado, agora eu já estava no chão, em pé.
eu- um pouco- disse eu ofegante.
Ele- já ta acostumada, né safada? Aguenta aí que agora você vai ver o que é bom, quero gozar.
Ele me deu uns tapas na bunda e inclinou minha cabeça para frente deixando minha bunda bem aberta pra ele e com força começou a socar muito forte, eu fiquei com medo, ele me dava tapas e me chamava de "cachorra safada, isso pra você aprender sua puta" "aguenta, vai, nasceu pra levar pirocada nessa bundona carnuda" eu ficava de boca fechada, só gemia, se eu abrisse poderia não controlar e gritar, até que ouvi ele falar "ahhhh, isso, vou gozar, ahhh, delícia, ahhhhh, gozei" ele ainda ficou com o pau duro dentro de mim e eu aproveitei pra gozar, nossa, gozei que nem louco, minhas pernas chega tremeram, e ele de safado, deu uma última socada e tirou o pau de vez e me deu uma palmada e apalpou minha bunda e disse "sua cachorra,você da gostoso". Nossa, aí sim me senti uma puta e percebi o que ele tinha feito, meu cuzinho tava todo aberto e laceado, não parava de piscar.
Ele me deu um beijo, se vestiu e me deixou lá. Logo em seguida eu me limpei e fui pra casa, feliz da vida e com o cuzinho bem aberto por aquele macho.
No dia a dia era como se nada houvesse acontecido, minha amizade com a mulher dele era a mesma e a gente ía até marcar de novo mas ele foi embora e não rolou mais.
Votem, comentem e bom gozo!!!
sábado, 5 de maio de 2018
Dani. O evangélico novinho e fudedor.
Eu já expus em outro conto as razões pelas quais vim morar com meu pai. É um bairro da periferia distante uns 15 minutos do centro, um bairro bom de se morar. Aqui em menos de um mês já me senti como se tivesse morado a vida inteira nele, haja visto que conheci quase todos da rua, quando adolescente eu sempre passava uns dias na casa de meu pai.
Vamos ao conto.
Uma das vizinhas é a Cleide, tem a minha idade, eu a conheço desde adolescente, mora na mesma casa que era de sua mãe. Tem um casal de filhos e o menino Daniel tem 1.... anos e adolescente bem novinho.
Daniel é o tipo comportado e educado, não tem ninguém que não goste do menino. Sua vida se resume em casa/escola/igreja, ele toca violão e faz parte do ministério musical da igreja.
Sempre conversamos de boa, o menino sempre que pode toma tereré em frente de casa. É um mulatinho de rosto lindo deve ter mais ou menos 170 de altura e de corpo proporcional, não faz academia mas é saradinho por natureza e tem cabelos nas pernas.
Aconteceu que, certo dia eu estava sentado na frente de casa e o dani passou como de costume com seu violão, foi até sua casa mexeu no portão, mexeu na mochila, demorou um pouco no celular e veio até mim.
Perguntou se eu vi a mãe dele saindo, respondi que sim e ela disse que ia resolver um problema é demorari. Ele falou que havia esquecido sua chave no quarto e não conseguia falar com sua mãe.
Eu falei que podia esperar em casa de boa, já estava anoitecendo falei para ele entrar. Entramos e ficamos na varanda conversando e tomando suco.
Até que eu disse que ia tomar banho e enquanto isso ele poderia tentar falar com a mãe dele do meu celular pois o dele havia acabado a bateria.
Ficou na varanda e fui tomar banho.
Voltei pra varanda com a toalha para estender e o dani me avisa que conseguiu falar com a cleide, ela ia demorar ainda é falou para ele ir para casa de sua avó, mas ele disse que estava na minha casa e que esperaria ali, ela concordou e pronto.
Após isso o menino me pergunta :
- Cara, você está namorando?
Achei um pouco estranho ele perguntar isso mas respondi que não.
Então ele fala:
Bem, seu pai eu sei que não trás mulher aqui e se você não tem namorada nem pegueti, de quem é esse fio dental vermelho ali?
Na hora eu corei, gaguejei. Eu aproveito os dias que fico sozinho em casa e lavo as langeris, sempre com cuidado pra ninguém ver, mas naquele dia dia vacilei.
O dani vendo meu embaraço, deu uma risadinha marota e disse :
- é sua né cara, você curte né?
Eu tentando explicar :
- Po, dani não é isso que você está pensando. ...
- Cara fica tranquilo, não sou fofoqueiro, não conto prá ninguém .
E acrescentou :
- Você dá gostoso com ela?
Falou de um jeito bem safado.
Eu só disse, que isso muleke, olha o palavreado e atirei a langeri nele, ele pegou rindo olhou pra mim e cheirou o fio dental e depois apertou em seu pau simulando movimentos de uma foda.
Fiquei meio com tesão meio confuso quando ele me pediu para colocar pra ele ver, eu disse que não ele insistiu em eu falei que não acrescentando que ele nem devia saber fuder direito.
- olha sua idade garoto. Nem deve saber fuder.
Ele respondeu, abrindo o zíper da bermuda e apertanto a pica dentro da cueca :
- Cara, veste a calcinha que te mostro se sei ou não fuder, veste lá na moral, vai.!
Passou mil coisas pela minha cabeça, aquele garoto daquela idade me intimando daquele jeito.
Ele, sempre com um sorriso sacana, acrescentou que ficaria só entre nós.
Olhei pra ele e perguntei se ele falava sério mesmo e ele respondeu :
- Claro que é Alex. Olha a pica duraça aqui. Vai, veste.
Peguei o fio dental da mão dele e ele falou baixinho:
- Se quiser vestir algo mais veste. Depois você me diz se o garoto aqui é inexperiente e sabe ou não fuder.
Fui ao quarto, confuso e com tesão. A idade do garoto me incomodava. Mas pensei e Decidi ir até o fim com o garoto.
Vesti o fio dental, um par de elástico nas coxas, uma cinta de rendinha vermelha para prender as ligas até o elástico rendado nas coxas e uma um baby doll rosa com bojo vermelho de seda.
Voltei a varanda e o dani estava lá todo largado na cadeira de fio. Quando me viu apertou a rola e sorrindo disse apenas:
- Nossa! Alex....
Sentei ao seu lado e dei um beijo em seu pescoço enquanto uma de minhas mãos já alisava seu cacete dentro da cueca. O dani retribuiu o beijo no pescoço dizendo :
- Bom hem! Perfume de mulher.
Ficou dando chupadas em meu pescoço e suas mãos alcançaram meu peito que ele apalpou, apertou depois abaixou o bojo do baby doll e abocanhou, chupava meu peito como um bezerro, mamava os dois, meu tesão aumentava com o garoto sugando meus mamilos, parou e comentou que era como as tetinhas das gurias de 14 anos.
Aproveitando a parada dele sai do lado e me coloquei de frente tirei sua camiseta, era lindo seu corpo, axilas com poucos pelos, tórax e abdômen lisinhos e uma penugem bem rala na cintura.
Literalmente lambi ele o que pude, fui lambendo e descendo até sua cueca que tirei e sem pestanejar abocanhei aquela pica duraça toda babada, Chupei como nunca aquela rola, era a primeira vez que mamava um garoto assim e a pica era fenomenal, apesar de sua pouca idade tinha uma rola bem desenvolvida, uns 20cm ou mais, grossa, reta e um cogumelo delicioso.
Caprichei no boquete, engolia o que podia, lambia as bolas e passa a língua na cabeçona da vara. Assim fique por uns vinte minutos . O garoto era só risinho maroto sinal de quem tá curtindo. Em dado momento ele me diz :
- Alex! Cara tá dando um talento hem! Boquete gostoso do carai!
Me levantei e disse para irmos para o quarto. Fomos, o colchão já estava no chão e com o dani em pé me ajoelhei e dei mais uma sessão de boquete nele que afastando minha cabeça de seu pau pede para eu pegar a camisinha e colocar nele.
Coloquei a camisinha dei mais umas chupadas, com a rola tinindo de dura o Dani me fala :
- Ajoelha no sofá e empina esse cú que o " inexperiente " aqui vai fincar a madeira. E pode gemer se quiser.
Me ajoelhei, empinei a bunda. Dani pegou o gel e passou na cabeça da pica dura e tirando o fio dental do meu rabo, puxou de lado, passou um pouco de gelzinho na porta de entrada. Encostando a pica no meu cusinho me diz :
- Quer minha rola nesse cu? Quer? Até o talo? Quer?
Respondo que sim.
E ele já empurrando a cabeça dilatando meu anel anal, prossegue :
- Fala, o que eu sou seu agora? Fala. Sou seu garoto fudedor?
Eu, gemendo com metade da pica no meu cusinho respondo :
- Sim, você é meu garoto fudedor.
E ele tirando a pica do meu cu deixando só a cabeça finca com força até o talo de uma vez só. Dizendo :
- Resposta errada. Sou é seu boy macho comedor de cú. Entendeu?
Com a fincada forte dei um grito abafado de dor e ia puxar a bunda da pica mas ele com as mãos em meu quadril começou a fincar com força sua vara no meu rabo. Sem dó, as estocadas faziam barulho das bolas batendo em minha bunda.
Eu urrava e gemia com o garoto me rasgando o rabo. Cada medida era acompanhada de um palavrão.
O garoto meteu firme sem parar por vários minutos até parar de novo tirar até a cabeça e dizer :
- Você não responde o sou seu. Responde pra levar mais rola nesse cú, responde, carai!
E novamente caprichou na estocada que apesar de doer e eu gemer a cada fincada eu já havia assimilado a dor e era agora só prazer sentir a pica me arrombando o cú.
Parou com a pica socada até as bolas e falou:
- vou madeirar seu cú até arder. Responde o que sou seu agora?
E reiniciou a deliciosa sessão de arrombamento.
Gemendo respondi que ele era meu boy macho comedor de cú. Ele sem parar de meter falou que agora sim eu tinha acertado a resposta mas:
- Vai sofrer um pouco o mais na minha vara por ter demora a responder. E empina essa bunda.
Empinei o que pude pra receber sua rola.
Daquele jeito, ele estava mesmo possuído. Kkkkkk.
Metia e perguntava se eu estava gostando da pica dele em meu cu e eu balbuciando dizia que sim. Então ele falava:
- Isso, tem que gostar sem reclamar, tem que dar esse cú pro seu boy macho fuder sem dó.
Depois de muito pirocar meu cusinho, dito muito mesmo, quase uns 35 minutos de fincadas, eu já estava de rabo ardendo. Esses novinhos tem um fôlego e tanto.
Dani parou, tirou a rola do meu rabo e pediu para eu deitar no colchão ficando de frango assado. Sem demora veio pra cima de mim, abriu minhas pernas ajeitou a pica pulsando fincou de novo em mim dizendo :
-Quero ver sua cara quando seu comedor mete nesse cú.
E fincou a rola. Dessa vez deu umas quinze medidas e segurando a pica até as bolas dentro de mim, deu um suspiro longo e gozou.
Eu a essa altura já havia gozado duas vezes. Depois de gozar gostoso ficou algum tempo com a rola engatada em mim até que ficando meio mole tirou do meu cusinho que ardia.
Retirou a camisinha me mostrando a quantidade de porra. E dizendo:
- Carai! Que cú delícia, não pensei que eu podia gozar tanto.
Sentou extenuado no sofá. Eu fiquei deitado me recuperando também.
Nos recuperarmos colocamos nossas roupas e voltamos para a varanda. Dani ficou em pé olhando para o nada e eu ia fazer mais suco porém cheguei perto dele que se virou e me deu um selinho e encostando a cabeça em minha orelha falou baixinho :
- Eae! Fala se não curtiu o inexperiente. Fala agora que não sei fuder.
Abracei ele pela primeira vez nos beijamos de língua.
Paramos o beijo e disse sorrindo pra ele:
- Safado.!
Ele riu e me beijou novamente. Então eu disse que só tinha faltado eu tomar leite então ele me faz sentar na cadeira e fala :
- Sem problema. Tá com bastante porra ainda prá você.
E abrindo a tirando a pica prá fora se coloca na minha frente. A rola apesar de ter gozado a poucos minutos estava duraça novamente. Não perdi tempo comecei a mamar o garoto alternando entre chupar a pica e parando prá chupar as bolas enquanto eu chupava as bolas ele batia punheta eu voltava com a boca na rola chupando e ele segurando minha cabeça fodia minha boca cansando eu voltava para as bolas, dessa vez não demorou muito pra ele gozar. Segurou minha cabeça colocou a pica até minha garganta eu com as mãos em sua cintura senti seus músculos enriquecerem e culminou esguinxando leite na minha boca que a cada jato ele ia tirando a rola devagar até gozar tudo.
- CARAI! Bebe toda minha porra. Bebe.
Bebi tudo. Era deliciosa, grossa, perolada com gosto de rola de garoto e exuberante.
Depois disso se sentou e eu fui preparar mais suco.
Ficamos conversando e tomando suco. Perguntei como ele que era o menino certinho da rua, o evangélico puro que só ia da casa prá escola e da escola pra casa e igreja, como ele tinha experiência em fuder.
Sorriu e respondeu que eu sabia melhor que ele que sempre tem um jeito de dar uma escapada, de dar um perdido e que se eu tivesse curtido e ficasse no sigilo dava pra nós darmos umas escapadas sempre.
Nisso chegou a mãe dele. Entrou tomou suco e agradeceu por ter deixado o dani ter ficado ali.
Respondi que tinha SIDO UM PRAZER.
O dani deu um risinho maroto de quem entendeu a expressão.
Nos despedimos e fui dormir pensando no garoto que me deixou de cú ardendo
Assinar:
Postagens (Atom)