sábado, 15 de novembro de 2014

FLAGROU O PRIMO NA PUNHETA

SERVIÇO MILITAR

DOIS NO LAVA RAPIDO

Sou o Marco Elísio, apelido Lisinho, desde pequeno que moro na mesma região e há muito tempo atrás tinha uma favela, que restou hoje em dia só uma vilinha. De adolescente tinha amigos lá e frequentava muito, pois éramos amigos de futebol e zoação também. Tem uma família em especial que conheço todos e agora a maioria são casados e separados, alguns são pais. Hoje em dia arrendei o lava jato de um posto de gasolina da rede Ypiranga, tipo pago um aluguel ao dono que era amigo da minha família e por intermédio da minha mãe arranjei essa boquinha. Vieram trabalhar comigo dois sobrinhos de um velho amigo da favela. Vi estes meninos crescerem sendo que um deles era mais ligado ao tio e por isso eu o via mais. Ele se chama Theo, parece que era personagem de novela no inicio dos anos 80 e foi a vó que sugeriu o nome. Eu tenho 38 anos, sou casado, já naquela fase chata do casamento. Tenho 1,75m, 79kg, branco, cabelos pretos lisos, penteio a moda antiga, partido no meio. Tenho coxas grossa e uma pequena barriguinha, poucos pelos lisos, nas pernas e um pouquinho no peito. Trabalhamos de bermuda, tipo surfista, ou short grande de tecido sintético, chinelo e camiseta. Theo só usa bermuda de surfista e adora uma camisa de time de futebol, além do time querido dele é lógico. Theo tem 1,80, 82 kg ele é do tipo truncundinho, é mulato de pele clara, cabelos crespos curtos, rosto arredondado, boca bonita, tem um par de coxões e uma bunda arrebitada, sempre destacada naquelas bermudas dele. Pele muito lisa, quase sem pelo nenhum. Ele tem 29 anos, está juntado com uma mulher que faz dele gato e sapato. Mas, ele é doido com a Lourona. Ela tinha ficado grávida, mas perdeu logo no inicio da gestação. Theo é um cara de bom coração, trabalhador, não terminou o ensino médio, fez corpo mole. Muito humilde, não briga com ninguém, a não ser pelo time dele, mesmo assim só com conhecidos. Nós dois somos íntimos, eu o ajudo em tudo que posso e ele também, qualquer coisa que preciso dele, me atende logo. E sempre muito grato por tudo que faço por ele. Ele é o meu único funcionário fixo, os outros que aparecem ficam um tempo, somem e depois voltam de novo e por ai vai. Nós dois falamos muita sacanagem, estamos sempre mostrando vídeos engraçados ou de sacanagem um pro outro que as pessoas nos mandam. Mas, ficava nisso. Outro dia, um primo dele tava lá e se referiu a ele como o “Bundinha”, eu sem querer na brincadeira perguntei: Bundinha? Então, seu primo já morrendo de ri, foi dizendo que quando eles eram pequenos o Theo tinha o apelido de Bundinha, e que ele não gostava de jeito de nenhum que o chamassem assim. E esse apelido era devido a bunda grande que ele tinha. Ri muito também e fui falando que quando ele me enchesse o saco eu iria chama-lo de Zé Bundinha...rsrsrsr. Olha, a bunda dele não é tão grande assim, condiz com o corpo dele. Na verdade, a bunda dele é boa demais. Um bunda arrebitada, que chama atenção. Redonda e bem desenhada. Nunca tinha pensado em dizer uma coisa desta sobre uma bunda de um homem, depois de adulto, mas, tô dizendo agora. E foi esse comentário, “filho da puta” do Nandinho que me despertou isso. De uma hora pra outra comecei a olhar a bunda do meu funcionário e comecei a desejar. Uê? Desejando bunda de macho agora? Eu pensava. Como eu e o Theo passávamos o dia todo juntos e tinha muita palhaçada, um dia fui mais ousado e dei uma tapa na bunda dele, um tapinha. Deu pra sentir que era uma bundinha firme e realmente gostosa. Fui procurando cada vez mais esse tipo de brincadeira ainda mais, quando estávamos a sós. Outros funcionários do posto já comentavam da bunda dele, pedindo pra passar a mão, na boa e na brincadeira e ele dizendo que aquilo era só da mulher dele. Eu e o Theo nos víamos de vez em quando nus, pois tomávamos banho lá no serviço mesmo muitas vezes. Mas, não era de ficar olhando e nem percebia muito o corpo dele. Depois que dei esse tapinha ele só falou: “ohhhh”, intensifiquei a brincadeira. Tapinhas, tapão, só passada de mão e ele parou de reclamar. Comecei a gostar da brincadeira e um dia resolvi passar o pinto na bunda dele. Ele estava com a porta da BMW aberta, inclinado de bunda pra cima, e eu estava em um daqueles dias com sexo na cabeça. Passei e rocei meu pinto por alguns segundo e ele foi levantando e eu saindo fora e ele me xingando. Falando: " tá tarado?, para de brigar com sua mulher e vai e mete nela. Faz seu serviço por lá.” Eu só falei: oh, ao respeito. Isso rindo os dois e até assustei com a fala dele, porque ele não é disso. Depois ele veio rindo e dizendo, que quem não tava fazendo o serviço era ele, que a Lourona tava fazendo jogo duro com ele, que tava foda, ela vivia pondo ele de castigo de sexo. Falei com ele pra comprar um presente para ela, pra ele manter ela na rédea curta, porque mulher você já viu. Eu ficava com pena dele, aquela mulher dele é uma peste e deixava o menino na mão. Mas, como disse, fui picado pelo desejo de aproveitar daquela bundona boa. No outro dia, ficamos muito molhado , ele mais que eu e a bermuda que ele estava era mais justa e marcou não só a bunda, como a rola dele. Como costura da bermuda entrava no rabo, resolvi meter o dedo no rego dele. Ele só falou: “ tá doido, homem? Agora deu pra pro reparo na minha bunda.” Rimos e continuei zoando ele, que realmente ele tinha uma bunda boa que fazia jus aquele apelido. Ele logo respondeu, com um tom mais bravo: “que apelido?” Eu ri e só fiz o movimento labial” Bundinha”...ele: “ come que é?”....e eu rindo e falei baixinho, deixando sair som: Bundinha. Ele falou: aposto que foi aquele viado do Nandin que falou essa besteira, porque ele é o único que de vez em quando solta uma dessas.” Fiquei rindo e falei, oh, se você não se comportar direitinho vou contar pra todo mundo esse seu apelido...Bundinha. E nessa hora ri muito. Ele ria meio sem graça. Fiquei ainda cheirando meu dedo e mostrando pra ele que estava com cheirinho do cuzinho dele e ele ria e fazia cara de bravo, mas voltava a rir e falava que eu era bobo demais. Andei encoxando ele direto, ele nem reclamava mais. Um dia o vi andando na rua na minha frente e fiquei de tesão, pau duro mesmo, ao observar seu rebolado, como aquelas bandas se movimentavam. Eu chegava as vezes e coçava o reguinho dele com o dedo médio e ele só ria ou falava para sô. Tinha dias que parava um pouco atrás dele e passava a mão na bundona gostosa e ele falava já falei que isso ai tem dona. Eu estava jogando uns papinhos bestas em cima dele sobre comer um cuzinho, que isso é uma coisa que pode acontecer entre dois camaradas e ele só ouvia, nunca falava nada contra e nem a favor. Estávamos lavando um Jeep bem barreado e as portas estavam abertas e nós dois trabalhando e conversando, o meu celular tocou e estava do lado que ele estava, fui e atendi e na volta ele estava naquela posição maravilhosa, curvado com a bunda pra cima e atento ao trabalho. Não resisti e deitei em cima dele, encaixando meu pênis bem no rego, claro que estávamos vestidos, mas o abracei e fiz o movimento de vai e vem e gemi como se estivesse comendo ele...ai ai ai ... Até ele reagir e forçar minha saída de cima dele, deu tempo de ficar de pau duro. Ele sentiu minha rola dura na bunda dele. Eu segurei ele forte, porque sabia que ele não ia fazer nenhuma violência, este tipo de atitude não esta na índole dele. Eu aproveitei disso. Ele demonstrando que estava putinho, só disse: “pô, Lisinho, você tá querendo me comer, é?” Eu não poderia perder a oportunidade e confirmei, sim tô querendo sim, libera ai, pro seu camarada. Ai ele falou: “mas, não sou viado não.” Respondi rapidamente, quem disse que isso era coisa de viado? E rimos, e ele olhou pra minha pica, que fez volume na bermuda. Neste dia, nós dois íamos tomar banho lá no final do expediente, eu resolvi ficar peladão, dando uma exibida para ele , para ver se ele me olhava. Funcionou, ele olhou pro meu cacete e eu fiquei pegando e conversando com ele. Meu pau não é muito grande, mas é um bom tamanho, 15 cm, grossura normal, cabeça exposta na mesma proporção do corpo do pinto. A cabeça do meu pênis é roxeada e dura fica mais intenso. Eu como estava mal intencionado fui tendo uma ereção ali na frente dele, como ele viu e ele falou: “ puta merda!, vou correr daqui, você está com esse negocio duro ai, entra logo debaixo da água fria e vê se isso abaixa. Ria de nervoso, tava com tesão mesmo, segurava na base e mostrava pra ele e ele rindo e dizendo sai fora...sai pra lá. E eu com aquele papinho bobo pra cima dele, chamando atenção para ele olhar. Neste dia não rolou nada. Fiquei na mão mesmo. Chegou no sábado e cedo chegaram um tanto de carro, estávamos muito apertados de trabalho, pedi pra ele ligar para um dos meninos ir nos ajudar. Ele ligou e chegou outro chegado que estava disponível. Tem uma médica que tem o consultório dela lá perto, ela deixou o carro e só pediu que quando ficasse pronto, por volta de meio dia fomos lá e avisamos, ela demorou mais um pouco e apareceu levando um lanche pra três, só que o nosso ajudante foi embora, por qualquer motivo, nos deixando na mão. De uma manhã de sol o tempo começou a virar, armou uma tempestade, o céu escureceu e quando isso acontece, babau, acabou o trabalho, ninguém leva carro pra lavar. Ai o nosso último carro, que também era de um cliente chegado, que sempre dispensou muita atenção a nós, levou umas cervejinhas para gente, já prevendo que não iriamos trabalhar mais. Eu quis até não cobrar dele, porque ele estava sempre lá com a gente e a chuva só não molhou o carro dele porque ainda estava sobre a área coberta. Ele saiu assim mesmo debaixo de chuva e pagou e falou qualquer coisa trago segunda-feira pra lavar de novo. Eram um pouco mais de duas horas e deu pra ver que aquela chuva só ia diminuir, mas não cessar. Resolvi lavar o lava jato, já que estava precisando. Peguei umas cervejinhas para nós no posto e ficamos esfregando as paredes, retirando o excesso de óleo e começamos a brincar descontraidamente. Joguei água no Theo e ele em mim. Estávamos ensopados, tirei a camiseta e fiquei só de short e o Theo fez o mesmo. Falei com ele assim, encosta essa porta ai, antes que apareça um maluco aqui e atrapalhe nossa limpeza. Theo fechou portão de aço e ainda passou o trinco e só falou, acho que ninguém vai nos incomodar. O Theo é um cara tão simples que qualquer ato que se faça pra ele, ele se torna grato, estava felizão por conta de ter ganhando o lanche e porque eu estava pagando umas cervejinhas. Numa dessas, peguei a mangueira e dei uma esguichada de água nele. Ficou ensopado e rindo e veio pra cima de mim querendo me tomar a mangueira e me ensopou também. Já estava todo molhado e nós dois sem camisas, com os shorts e cuecas molhadas. Nessa brincadeirinha, começamos a nos agarrar e saquei o que estava acontecendo, ou seja, estava rolando uma oportunidade boa ali. Resolvi ir a fundo e tirei meu short, que por sorte eu estava de cueca, porque ás vezes não uso. Fiquei de cueca pra atentar o garoto. Criar um clima de proximidade e estava dando certo, ele não correu de mim e continuamos a brincadeira. Os fundos do lava jato é fechadão, é escuro se não acendermos as luzes. Tem um banheiro pequeno, com vazo e outra porta, que não se fecha com uma ducha. Na primeira parte tem um armário e pia e espelho e uma lixeira. Na ducha tá sem luz, só a do banheiro que acendemos. Como disse, usamos lá individualmente, dá pra um tomar banho e o outro mijar, mas que isso não. É bem pequeno. Tomamos o último gole da cerveja e já estávamos acabando de secar o local. Eu já estava só de cueca mesmo, fui dar um mijão, descarregar a cerveja e ele falou que ia tomar banho. Quando comecei a mijar fui tirando minha cueca e ficando peladão. Theo perto da porta do banheiro, falou que ia tomar banho e foi entrando, passando por trás de mim, já peladão e não é que ele meteu a mão na minha bunda e falou: “oh, bundão!” Olhei pra trás e estava balançando as últimas gotas e fui ficando de pau duro e vi ele peladinho pertinho de mim indo abrir o chuveiro. Na hora saquei que ele queria brincadeira e fui pra cima dele. Meu pau quando fica duro, fica que nem um osso, enrijecido, cabeça pra cima. Ele olhou em direção do meu cacete e foi falando, sai com isso daqui...risos...risos... e ele tava com o pinto duro também. Ele não tem um pinto grande, até é desproporcional para o tamanho dele. Como ele estava de frente, toquei a vara dele com a minha...ele: “opa, opa, opa, que é isso chefia?” Bati a cabeça do meu pau na dele, tudo acontecendo por instinto e ele ria e não saia fora. Também não tinha como, ele estava encurralado dentro daquele pequeno box. Comecei xavecando ele, que era só uma brincadeira, pra ele deixar e fui virando ele de costas para mim e ele falando, não, não , não... e eu que não queria nem saber e sim queria comer ele ali naquela hora. Ele parou de resistir e encostei minha pica duraça no rego dele. Ele encostou as duas mãos na parede e permitiu meu ataque. Só ficava falando: “olha a sacanagem, olha a sacanagem...” eu abracei ele firme e rocei minha pica de baixo pra cima por um tempo. Nós dois já gemíamos baixinho de tesão. Procurei o buraquinho dele com a cabeça dura da minha pica, encontrei e vi que iria encontrar muita resistência, ele contraia o cuzinho. Por instinto fui dando uns beijinhos no pescoço dele, hahahah... coisa impensável para eu fazer isso com outro homem até pouco tempo atrás. Pedia para ele relaxar e forçava e nada. Ele pedia para eu parar, mas eu estava com tesão demais e ele também. Comecei a passar a mão naquela bundona gostosa dele. Era um bunda lisinha, com marca de sunga, deixando aquela parte mais clara em destaque. Enfiei o dedo médio no cuzinho dele e ele soltou um ai, junto com um filho de uma puta, mas ao mesmo tempo não fazia muita força contraria de reação. Eu tirei o dedo e voltei tentar com a minha pica. Peguei o sabonete, no aparador e ensaboei a bunda e o rego e ele foi permitindo. Fiz uma espuma espessa e fina e passei no meu pau também e voltei e apontei para o cuzinho. Achei o anelzinho e fiquei cutucando com a cabeça do meu pau até que senti agarrar na portinha e veio junto um ai mais alto dele e falou: “ doeu, porra”. Fiquei louco nessa hora e forcei mais, sentindo uma pressão na cabeça do meu pau fudida. Estava arrombando um cuzinho de macho que me arrisco a dizer ser virgem. Fiquei loucão e acho que ele também e forcei mais. Ele de repente inclinou mais a bunda de forma que facilitou a penetração. E ele falava: “força não, força não, devagar, mais devagar.” Eu cada vez mais descontrolado de tesão queria entrar naquele cuzinho logo. Parei de forçar por um tempinho e fiquei só com a cabeça na portinha e mordiscava a orelha dele, o pescoço e voltei e dei uma dedada mais forte e saiu um ai, de tesão. Ensaboei mais o meu pau e apontei de novo para o cuzinho, agora segurando o pau com a mão para ser mais certeiro e forcei e passou e só falou: “ ai filho da puta”... e entrou a cabeça toda. Fiquei louco, de tão gostoso que estava a situação. Tornei ficar um pouco parado e ele rebolou na tentativa de tirar meu pau, mas só ajudou a entrar mais e forcei e entrou mais meio pau. Na verdade, como o cuzinho dele não é rasinho, já estava encostando os pentelhos na bunda dele e já estava chegando nos bagos. Ele gemia e resolvi segurar o pau dele, fui batendo pra ele e ele ficou mais tranquilo e comecei um vai e vem bem devagar, porque tava gostoso pra caralho. Eu estava num tesão, que ia gozar a qualquer momento. Comecei a sentir o gozo chegar e soltei a pica dele e ele pegou e continuou a bater e eu a gemer, pois estava gozando dentro daquele rabo gostoso. Esporrei e minhas forças acabaram e ele esporrou também. Fui tirando o pau de dentro dele, ainda estava duro, encostei minhas costas na parede para não cair. Ele virou de frente pra mim, com um pouco de porra na mão e falou: “ seu locão”. Rimos discretamente e ele ficou jogando água na parede, que estava cheia de porra. Começou a se lavar e passava a mão no rego tentando tirar a porra que deixei lá dentro. Sentei no vazo e esperei ele terminar o banho e tomei em seguida. Saímos sem falar nada um com o outro, ele acendeu um cigarro e eu pedi um. Ele me questionou: “você não parou porra?” eu só falei não enche o saco não e me da um ai logo. Ele me deu e acendeu. Perguntei pra ele se tava com fome ele disse que sim. Perguntei quer ir comer uma carninha lá no Xico do churrasco, por minha conta. Ele topou fomos andando e brincando como se nada tivesse acontecido. Isso até outra brincadeira entre nós acontecer novamente. Abraço a todos.

SACANAGEM ENTRE GAROTOS.....

“Para, para com isso.” risos “Cês são bobos demais” “Oh, para sô.” “Vamos brincar um pouquinho.” risos ‘Não, para.” “Para.” risos “O gente, deixa ele, deixa ele” Eram os garotos, na faixa de 15 aos 17 anos, num final de tarde, depois do futebol, no canto do campinho . Estavam lá Dudu, o Tesoura, Edinho, Neto, Alex o frango, Dones e eu, que sou o Anderson. Somos de Brumadinho, uma pequena cidade, na região metropolitana de BH. Não tem muito o que fazer por aqui, se você ainda não trabalha. A gente estuda e ajuda os pais quando é necessário. E jogamos bola quase todos os dias. Tem muitos espaços aqui, com matinhas, grandes áreas abandonadas, linha de trem, construções inacabadas. Aquelas brincadeirinhas de sacanagem estão sempre rolando com os garotos nessa faixa de idade. Eu acabei de fazer 17 anos, tenho 1,75m, peso 69kg, tenho pele bronzeada, cabelos pretos, lisos e não muito curto. Tenho rosto que todos falam que sou bonito. Sou magro e tenho poucos pelos, mas tenho além de no saco, um pouco debaixo do braço e nas pernas. Dudu tem 15 anos, ele era o garoto que ficava falando” não” naquela conversa, porque os meninos estavam brincando que queriam comer ele. Ele é um garoto bonito, ele é branco, fica sempre com as bochechas vermelhas, tem cabelos castanhos cabeleira cheia, tem 1,70m, deve pesar 65 quilos, tem uma coxas grossas e bunda empinadinha. E rolou um boato que o Zé Sergio comeu ele. Os meninos começaram falar que ficaram sabendo e ele desmentia, mas eles já queriam passar a mão na bunda dele. Eu estava mijando numa árvore perto e estava ouvindo o papo, cheguei e notei, que o Dudu tava em apuros, deixei rolar sem entrar na conversa, quando entrei foi para tirar o Dudu de lá. Nós temos um hábito aqui que é de tomar banho em nossas casas entre 5 e 5 e meia da tarde, porque os irmãos que trabalham chegam depois das 6 e querem os banheiros liberados, na casa de quase todos nós acontece isso. E eu falei que era quase 5 e meia e todos saíram apressados para ir para casa. Dudu foi conversando comigo e eu fui pensando que poderia comer o Dudu qualquer dia desses, mas não no meio dos outros caras. Eu perguntei: Dudu, o Zé Sergio, vocês brincaram mesmo? Ele, sem graça, deu um risinho e falou: “Ah, brincamos”... Dudu: “Ele falou que brincava com o Andrezinho’’ Eu já ia fazer outra pergunta, mas não deu tempo, ele saiu correndo. Fui pra casa e não tirei aquilo da cabeça, fiquei imaginando o Zé Sergio comendo o Dudu e o Andrezinho. Queria saber como ele fez isso e meu pinto não baixava, passei o resto da noite escondendo o meu tesão em casa. Dois dias depois encontrei com o Dudu e chamei ele pra ir no pocinho. Ele topou, eram 3 horas da tarde. Chegamos lá tiramos a camiseta e pulamos na água de bermuda. Rimos e nadamos um pouco e eu ficava calado, tava querendo outra coisa. Não tinha ninguém além de nós por lá. Quando comecei descansar na pedra e ele veio para perto já fiquei de pinto duro. Resolvi perguntar pra ele se topava brincar de sacanagem. Dudu riu e falou : “ topo, uai.” Segurei meu pinto por cima da bermuda e fomos os dois saindo de lá , para um lugar mais escondido. Mostrei meu pinto duro pra ele. Ele ficou sério e olhou e pegou. Achei gostoso demais, dai a pouco ele começou a rir. Ele falou: “seu pinto é grande”. Eu ri e gostei dele ter falado isso. Eu já medi meu pinto ele tem 16 cm, reto cabeça vermelha. Eu pedi pra ele abaixar a bermuda e ele desceu só pouco. Ele tava de pinto duro também. Ele tinha um pinto brancão e grosso. Nós encostamos a cabeça do pinto um no outro e eu fui pra trás dele e abaixei a bermuda dele atrás. Ele tinha uma bunda grande, redondinha e branquinha, que ficava com a marca de bermuda de surfista. Fui encostando meu pinto na bunda dele e ele deixou, comecei procurar o cuzinho dele. Ele pegou no meu pau de novo. Ele falou : “tá duro demais’ e eu falei sussurrando : deixa te comer? Ficou de costas pra mim e apoiou as mãos na parede de pedra, fui tentar enfiar e não deu, ele logo reagiu e falou: “passa cuspe, passa cuspe”; Cuspi na minha mão e passei na cabeça da minha pica e fui de novo, achei o cuzinho dele e fui forçando ele gemeu aiaiaiai...fiquei tentando enfiar e tava num tesão danado. Forcei e ele gemeu mais, porque entrou a cabeça. Era um sensação incrível, gostosa demais. Meu pau ardia na entrada daquele cuzinho e forcei mais e entrou mais um pouco e já tava querendo bombar rápido. Dudu começou gemer de dizer: “tá doendo, tá doendo” , eu o abracei, por instinto, meu pau me comandava, era um tesão gostoso demais e tava descontrolado e forçando e ele rebolando tentando tirar meu pinto de dentro dele e foi ficando mais gostoso, a sensação de gozo foi só aumentando e ai, soltei um gemido mais alto e minha porra começou sair direto pro cuzinho dele. Fui gozando gostoso e bambeando as pernas, nunca tinha gozado daquele jeito, fui aliviando a força dos meus braços em torno do Dudu e peguei no pinto dele, na hora que ele estava esporrando também e minha mão ficou toda melecada, tirei logo. Rimos e fui limpar a mão na parede e puxar a bermuda ao mesmo tempo e ele passando a mão no rego e limpando a minha porra da bunda dele. Fizemos a caminhada de volta falando de vídeo game e ele ficou na casa dele e segui pra casa e fui tomar banho bem mais tarde, porque tinha perdido o meu tradicional horário. No outro dia vi o Zé Sergio na escola. Puxei papo com ele, a gente se conhece há muito tempo. Zé Sergio é um cara grandão, ele deve ter mais de 1,80m, e pesar uns 80 também. Ele é branco, cabelos pretos, partido ao meio. Ele é fortão, tem peitoral saliente e costas largas e bem peludo. Ele tem as pernas cabeludas e barba. Tem pernões e bundão, pena que é ruim de bola. Ele faz a barba quase todo dia, ele tá sempre com a barba nascendo. E ele é pauzudo, já vi o pinto dele duro, batendo um punheta coletiva. Lembro que era grossão, brancão de cabeça rosada. Tinha uma coisa curiosa com ele, nós não erámos muito chegados, ele andava mais com os meninos mais novos, essa era uma característica dele. Encontrei com ele sem querer no final da tarde de sexta-feira, ambos a toa e pós banho. Fomos andando e conversando, ai toquei no assunto, perguntei se ele tinha comido o Dudu. Ele deu um sorriso e pediu assim: “ você não conta pra ninguém?”, eu fui logo tratando de jurar que não contaria. Ele confirmou que comeu sim. Já tava de pau duro, alias, nós dois estávamos, paramos numa ponte abandonada, sobre os trilhos da linha de trem. Ninguém vai ali, só nós os meninos é como se fosse um lugar perigoso, mas para nós não era nada. Zé Sergio punha muito a mão no pinto e eu comecei também a por, porque estava num tesão danado. Perguntei o que ele fez e como que o Dudu aguentou aquele cacetão dele. O tesão começou a deixa-lo doido e ele foi contando que comeu o Dudu mais de um vez. Eu falei, pô, a moçada já tá sabendo disso ai, e estão comentando. Ele riu e falou deve ter sido o Andrezinho que contou, porque já brinquei com os dois juntos. Eu falei puta que pariu, de tanto tesão, como foi isso? Ele respondeu: “ ah, Andrezinho foi fácil, né? Ele é primo, então fica muito lá em casa desde pequeno. A gente já brinca tem muito tempo. A primeira vez que rolou nós três estávamos batendo uma lá em casa. Só batendo ai pedi pro Dudu dá pra mim, ele falou que não, mas não tirava o olho do meu pau. Eu esporro mais que os dois juntos e chamei os dois pra ver eu esporrando e eles ficaram olhando e batendo e esporram em seguida.” Estava sozinho no outro dia depois do almoço e chamei o Dudu para jogar videogame, ele topou, passou um pouco comecei a mostrar meu pau pra ele. Pedi para ele pegar e ele pegou e falei que queria comer ele, fui insistindo até que ele abaixou a bermuda e eu o virei de costas pra mim. Falei com ele para tirar a bermuda e subir na minha cama, ele ficou de joelhos e expos a bunda pra mim. Achei tesudo demais, fui tentar enfiar e ele gritou baixo, depois deixou, passei muito cuspe e enfiei. Não enfiei tudo, foi um pouco mais que a cabeça, não entrou tudo da primeira vez, e nem da segunda e nem da terceira.” Eu: Porra! você já comeu ele quantas vezes? Zé Sergio: “Comer mesmo, de enfiar tudo, duas e essas tentativas, foram muitas.” Eu: puta merda, e o Andrezinho também? Zé Sérgio: Andrezinho foi o primeiro cuzinho que comi. Ele dormia lá casa, agente tomava banho junto. Ele é foda, ele fala demais, ele espalha as coisas por ai. Eu: é mesmo, você tem fama que come todo mundo...heheheh. Zé Sérgio: mas, quer saber? Comi muitos mesmo. Eu: porra, Serjão, quem mais você comeu? Já comeu o Alex, não né? Zé Sergio: o Alex, seu amiguinho, não. Eu: O Alex é meu melhor amigo. Zé Sergio: vocês fazem troca-troca? Eu: não, que isso? Eu: vou te contar uma coisa, mas, você tem que jurar que não vai contar pra ninguém também. Ele fez que sim com a cabeça. Eu: eu comi o Dudu, quarta-feira, lá no poço. E achei gostoso pra caralho. Zé Sergio:” aquela bunda do Dudu, ai minha nossa senhora.” Zé Sergio pôs o pau pra fora da bermuda, já batendo uma e eu logo o acompanhei e ele ficou olhando pro meu pau. Estava ficando escuro, o local que estávamos não tinha luz, mas recebia alguma iluminação dos postes em baixo. Eu não olhava o dele diretamente, apesar de ver que, que era bem grande. Estávamos do lado um do outro e cada um chamando a atenção do outro para o pau de cada um. Eu acho meu pau grande, mas o do Zé Sérgio é grande e parece ser mais grosso. Começamos gemer e o gozo foi anunciando que estava chegando e tanto eu como ele gozamos juntos e tentamos segurar nossa porra na palma da mão. Enchemos a mão de esperma. Rimos e limpamos nas pilastras de metal da ponte e levantamos fomos embora. Acabei batendo outra em casa na hora de dormir, aquela situação tinha sido muito tesuda e essa porra de sexo não saia da minha cabeça. Sábado de manhã encontramos todos na quadra, tinha uns três times por lá, tava muito divertido. Zé Sergio me chamou pra jogar vídeo game depois do almoço na casa dele. Duas horas cheguei lá, e começamos a brincar, passou um tempo, chegou Andrezinho e a mãe dele e o Marco também apareceu. Ficamos até ao anoitecer lá jogando e brincando. Quando resolvemos ir embora, fui despedir do Zé Sergio e ele pegou minha mão e levou no pinto dele, por cima da bermuda e tava duro. Tirei logo e tentei descontar, passando a mão na bunda dele, mas foi tudo muito rápido. No banho em casa toquei uma, tava virando um punheteiro diário, eu não era assim, de repente tudo isso acontecendo. No domingo pela manhã, encontrei com o Zé Sergio, ele estava usando calça comprida e ele disse que tinha ido à igreja, porque depois do almoço ele a família iriam na casa de uma tia. Começamos um papo na pracinha de sacanagem, ele falou que bate de quatro a cinco punhetas por dia. E eu , hein?, que nem bobo, achando que tava batendo demais. Zé Sergio me contou mais transas que ele já tinha tido com conhecidos e falou que transou com o primo dele Paulinho, que é um cara de 20 anos e mora na cidade vizinha. Esse Paulinho é um cara grandão também, a família do Zé Sergio tem um tipo físico avantajado. Esse Paulinho deve ter mais de 1,80m e deve pesar uns 90 quilos, branco e peludo também. Eu: que isso, mas aquele cara é mais velho, como isso aconteceu? Zé Sergio: “nós sempre fomos amigos, de muitas brincadeiras, ele de vez em quando passava a mão na minha bunda, me encoxava, pegava minha mão e punha no pinto dele. Quando vou a casa dele, durmo lá, agente toma banho juntos, embora ele seja mais velho do que eu. Ele veio passar três dias aqui, chegou numa sexta e de noite, depois de termos zoado o dia todo fomos dormir. Nós dois mesmo íamos arrumar a cama pra ele. Quando entramos pro quarto ele me pediu para trancar a porta. Eu ia trancar mesmo, né? A gente ia trocar de roupa. Ele me olhava com uma cara engraçada e segurava muito o pau. Vi que tava de pau duro e olhei em direção do pau dele. Ele riu e eu estava sentado na minha cama rindo, quando ele pôs pra fora o cacetão . Ele tinha um pauzão, branco e com a cabeça coberta e tava um cheirão. Ele foi levantando do banco na minha frente, com o pau pra fora e veio na direção do meu rosto. Eu mesmo hipnotizado com aquele cacete, tentei sair fora ele bateu o pau na minha cara. Quando o pau dele passou perto do meu nariz, achei o cheiro muito forte, falei, véi que pinto fedorento. Ele reagiu e falou, ah é? E veio me agarrando com o pau pra fora. Tentei me defender, mas foi em vão. Ele foi falando que eu ia levar pistola a força, eu ria achava que não passava de brincadeira e já tava de pinto duro também. Ele foi me empurrando pra cama e eu deixando e aceitando a brincadeira, ele queria que eu chupasse ele, falei que de jeito nenhum, ai segurei o pau dele e fui arregaçando a cabeça pra fora e vi o queijinho em torno da cabeça do pau dele e falei, véio, num lava o pau não? ele ficou meio sem graça mais não quis nem saber, veio usando a força pra cima de mim. Eu tava num tesão danado, não sabia o que ele queria. Ele queria é me comer, foi puxando minha bermuda e a dele, ficou só de camiseta, era gostoso tá ali na brincadeira, deixei ele tirar minha bermuda e também fiquei só de camiseta. Ele tirou a camiseta dele, ficando peladão. Enfiou o pau no meio das minhas pernas, a sensação foi doida, fui deixando ele gemendo e falando sacanagem, começamos falar mais baixo. Meu pau ficava encostando na barriga peluda dele, tava gostoso. Ele levantou e quis me virar de barriga pra baixo, aceitei e ele deitou logo em cima de mim. Senti seu pau durão na minha bunda, nunca tinha sentido aquilo. Ele mirou o cacete dele para o meu rego, procurou meu cuzinho, vi que a coisa tava ficando feia, tentei reagir mas, não deu, eu estava com tesão demais também. Ele abriu minha bunda com a mão e cuspiu no meu cu, foi estranho aquela sensação ele fazendo tudo muito rápido, tratou de mirar o cacetão na portinha do meu cu e forçar a entrada. Na hora, gemi, ele forçou mais e a cabeça passou. Ele tirou a mão do pau e foi com os braços e mãos para o meu pescoço e ombro e me imobilizou e foi forçando a entrada do pau no meu cu. Fui acalmando e deixando ele agir e ele foi metendo, fui sentindo a invasão do cacete dele, doía, mas ao mesmo tempo eu tava num tesão descontrolado. Eu gostava muito do Paulinho e achava ele um cara bonito. Ele ficou me comendo um tempão, depois foi gemendo descontroladamente, quando estava gozando e soltou sua porra no meu cu. Ele não tirou, ficou um tempão ainda gemendo e deitado em cima de mim. Já estávamos suados e ele saiu de cima de mim e me virei e toquei um punheta e esporrei também. Não arrumamos a cama nem nada, dormimos os dois grandões ali na mesma cama. Passamos o sábado todos de boa, não nos separamos um minuto, eu ficava de tesão o tempo todo. Quando no final da tarde minha mãe mandou a gente tomar banho juntos. Entramos pro chuveiro só no tirar as bermudas os dois estavam de pau durão, em pé. Eu abria o chuveiro e ele me abraçou por traz, virei de frente e a gente riu. Peguei no pau dele e puxei a pele e comecei lavar, passei sabonete e xampu, o pau dele ficava cada vez mais duro na minha mão. Ficamos nessa sacanagem um tempão, entre a água caindo, xampu e sabonete e eu batendo uma pra ele e ele gemendo e pedindo pra eu chupar. Eu nunca tinha chupado e nem dado, né? Ai topei chupar, ajoelhei e pus a cabeça do pau dele na boca e ele segurou logo minha cabeça. Ele não era cabeçudo, era grande, mas engrossava depois da cabeça. Chupei ele, ele gemia e depois fui batendo e ele segurou minha cabeça e esporrou na minha cara. Depois que esporrou eu também gozei, ele me abraçou por traz e fui batendo uma nos braços dele. De repente, sinto a água esquentar pela minha bunda e coxa e ele rindo e saquei que o viadinho estava mijando em mim. Sai dos braços dele e gozei muito. Saímos do chuveiro, com minha mãe reclamando que estávamos demorando muito. Saímos com a toalha amarradas na cintura e escondendo os paus meio duro ainda. Trocamos de roupa e fomos pra rua todos, quando voltamos e entramos no quarto ele já veio me agarrando e eu chupei por iniciativa minha a pistola dele. Mamei muito e ficamos peladões. Ele levantou minha pernas e meteu a língua no meu cu, fiquei doido. E pensei que cara doido, olha o que ele estava fazendo. Ele abriu minhas pernas e mordia minha bunda, meu cu e me linguava, eu não reagia, só gemia. Ai ele mirou a pistola e foi me comer. Doeu demais, porque ele enfiou direto, não agarrando na portinha. Gemi de dor e ele me segurou forte e pedi para ele para. Ele tirou e me virou de bruços e lambeu mais meu cu e deitou em cima de mim e foi enfiando novamente. Desta vez entrou bem mais que na noite anterior e ele ficou bombando devagar até anunciar o gozo, sussurrando vou gozar, vou gozar e gozou dentro de mim. Ele mordia meu pescoço e beijava. Saiu de cima de mim e pegou no meu pau e bateu um pouco, mas eu continuei até gozar. E senti meu rabo melecado de esperma dele. Domingo ele foi embora de volta para Caeté e falou para gente não demorarmos muito para nos ver.” Eu: puta merda, então seu primo Paulinho te comeu? Falei de susto e já com a cabeça do meu pau dentro da cueca toda melada de tanto tesão, com aquela conversa. Zé Sergio resolveu me contar outra história, que fiquei com mais tesão ainda. Ele ficou com Edinho. Edinho era um mulatão, alto, corpo definido, cabelos raspados, jogava bola bem pra caralho. Tinha 17 anos também, ele agora tá mais sumido, porque uma tia virou a cabeça deles e frequentam uma igreja evangélica. Nas punhetinhas coletivas ele mostrava a rolona escura dele, que era cumprida e cabeçuda. Eu: perguntei, não acredito, o Edinho é maior machão, você comeu ele? Zé Sergio riu e começou a me contar. Que eles ficaram sozinhos um dia no campinho e começaram a conversar sobre sacanagem. Foram para dentro da construção abandonada perto da linha de trem e começaram a bater uma. Ele falou que o Edinho tinha uma pistolona preta e grande, que ele ficou impressionado. Eles estavam batendo e Edinho começou querendo colocar a pistola dele na minha mão. Recusei na primeira tentativa, mas na segunda segurei e falei que ele tinha que segurar a minha também. Ele topou e foi batendo pra mim e eu pra ele. Como eu já sabia meter e também já tinha dado, falei com ele se ele não topava um troca-troca. Ele falou que não, mas que me comeria. Eu falei que assim, não topava, ele espertamente, aceitou e roçou a pistolona na minha bunda, depois me deixou roçar a minha na dele. Achei gostoso demais, foi muito tesudo e ele veio de novo roçar a pistolona na bunda. Só que desta vez ele ficou passando pra baixo e pra cima no meu rego e depois mirou no meu cuzinho. Achei gostoso e fui dando moral pra ele, deixando-o continuar. Ele afastou o pau e cuspiu na mão e passou na cabeça do pau e me empurrou pra parede e enfiou. Foi um aiaiai danado, mas foi gostoso, rebolei e tirei o pau dele e foi pedindo deixa, deixa e foi tocando e gozou no meu rego. Eu virei de frente pra ele e esporrei que acertei nos pentelhos dele. Foi muito engraçado. Ficamos três vezes a segunda foi um tempão depois, e foi no quintal lá de casa. Estávamos de brincadeira lá e começou a chover e fomos nos esconder entre as bananeiras e o quartinho. Quando entramos no quartinho, já estávamos de pau duro. Olhando pela janela a chuva e se aparecia alguém. Como a chuva foi ficando mais forte, pusemos os paus fora e começamos a tocar e logo em seguida começamos a tocar um pro outro. Falei agora vai ser minha vez de te comer e ele retrucou, eu nem te comi, você não deixou...e tava bravo. Eu insisti e ele deixou eu ficar pincelando o rego dele. Cuspi na cabeça do pau e tentei enfiar e ele saiu fora, fiquei doido, queria demais comer ele, mas ele não deixava e começou a falar palavrão. Recuei e ele veio pra cima de mim que era a vez dele, virei de costas pra ele. Ele foi esperto, cuspiu na mão, passou no meu cu e na cabeça do pau. Mirou na portinha e forçou a entrada e entrou a cabeça e segurou meu cacete e começou bater pra mim. Em um segundo que relaxei ele enfiou a pistolona dele no meu cu e aiiiii...Aquele cabeção roxo entrou e doeu, mas aguentei. Ele nem demorou para gozar e bateu pra mim e gozei também. Na ultima vez, foi doido, eu realizei muitos desejos, até os escondidos. Nos encontramos e não tínhamos nada pra falar um pro outro, estávamos numa falta de assunto, eu resolvi falar logo o que queria e não deu outra, era o desejo dele também. Chamei ele para ir no quartinho lá no quintal de casa de novo. Chegamos lá demos a habitual sacada se não tinha ninguém nos observando e fomos pegando no pau e pondo pra fora da bermuda. Roçamos uma pistola na outra e começamos a ver de novo quem ia comer quem. Ele foi me falou que era doido par se chupado, que ainda não tinha rolado. Fiquei louco, falei que chuparia, mas ele teria que dar pra mim. Ele retrucou, dizendo que quem dava era viado e que ele não era bicha e não ia rolar. Eu fui tentando convence-lo, dizendo que isso era bobagem, que ele não ligasse nisso não. Ele me perguntou como um ingênuo se eu acha mesmo que isso era bobagem, eu só confirmei. Ele falou e você vai chupar mesmo meu pau? Respondi logo que sim e resolvi dar uma demonstração. Abaixei até a pistola dele e olhei bem de perto e quando fui encostar meus lábios ele precipitou e bateu a cabeça na minha boca. Levantei na hora e ele ficou implorando pra ser chupado que tava com muito tesão. Eu fui abraçando ele por trás e ele deixou e foi falando que se eu não chupasse ele depois que ele me mataria. O Edinho é muito dramático, né? Encostei ele na parede e comecei a pincelar meu pau no rego dele. Cuspi na cabeça e apontei para o cuzinho e ele começou a reclamar, e pedir pra eu ir devagar. Concordei e continuei e fui forçando a entrada e o cuzinho dele era realmente apertado, que bundinha gostosa. Ele tinha uma bunda lisa, eu pedia pra ele relaxar um pouco, senão adiantaria. Ele inclinou mais e eu segurei a rola dele e fui batendo devagar e fui forçando a entrada e ele gemia e eu forçava e entrou a cabeça e ele falava um tanto de palavrão. Eu mexia e como eu punhetava ele, ele também mexia, isso foi me deixando louco, com mais tesão e forcei a entrada, que entrou quase todo o meu pau. Fiquei com o pau preso no cu dele e ele gemia, ai..ai..ai... e minha respiração também estava ofegante. Fui sentindo o gozo chegar e esporrei. Ele quis sair fora, mas segurei ele firme nessa hora, sem punhetá-lo. Gozei gostoso e fiquei sem força nenhuma, sentei num banquinho, bem baixinho que tinha no quartinho. Ele veio querendo que eu o chupasse de imediato, eu segurei ele e falei espera só um pouco, eu vou cumprir com minha palavra. Ele ficou com aquele cabeção roxo perto da minha cara um tempo até que eu abocanhei. Minha boca encheu com um pedaço de carne quente. Tinha um gosto mais salgado. Ele segurou minha cabeça e foi bombando e gemendo. Estava de olhos fechados, só chupava. Ele foi aumentando o ritmo do movimento e os gemidos também e de repente, um jato de porra invadiu minha boca, surgiu um gostão muito estranho no primeiro momento e depois mais e mais um pouco. Fui tentando desvencilhar das mãos dele na minha cabeça e tratei de cuspir. Ele se sentou do meu lado e sussurrou: “foi bom pra caralho.” Essas histórias do Zé Sergio me deixaram cheio de ideias na cabeça. Fui pra casa e bati uma, sem esperança de nada mais acontecer naquele dia. Estava atordoado, era um domingão, sem nada para fazer, só pensando em sexo. Não é que virou e o Zé Sergio voltou mais cedo do encontro familiar e passou lá em casa e me chamando pra jogar vídeo game, que ele estava sozinho na casa dele. Fomos conversando e rindo até a casa. Quando estávamos chegando toquei no assunto de sacanagem e ele me olhou com uma cara de safado e entramos e fomos pro quarto dele e ele já foi me mostrando que estava de pinto duro. Eu também estava, ele pôs o pau pra fora e começou batendo uma. E falou bate ai também. Eu perguntei e o seu pessoal? Ele falou são 5 horas, eles devem sair de lá depois das seis, poderemos brincar aqui um pouco. Pus meu pau pra fora também e ele olhou e falou pra eu pegar no pau dele, eu disse que não que ele que pegasse no meu. Ele não pensou nem um segundo e tacou a mão no meu pau. Ai, eu peguei no dele também. Abaixamos mais as bermudas e ficamos sentados batendo por um tempo, só com interjeições como “nó”, “putz”, “caralho véi.” Ele falou assim, me deixa te comer, eu recusei e falei deixa eu te comer. Ele falou assim, vamos tirar a roupa toda? E já foi tirando a dele, eu falei, e se seu pessoal chegar, cara? Ele respondeu, chega agora não, te falei, pode ficar tranquilo. Ficamos os dois peladões atravessados na cama, tocando uma pro outro. Ele veio de novo com a conversa de me comer e eu falei logo, deixa eu te comer, pô? Ele não falou nada, só se posicionou de joelhos em cima da cama com a bunda virada pra mim. Quando vi aquela bundona, rego peludo e um cuzinho vermelho ao fundo, fiquei doido. Fui passando a mão e tentando enfiar o dedo no cu dele. Ele me parou e falou beija minha bunda, beija minha bunda. Eu fiquei relutante. Ele insistiu, cheguei com a boca perto da bunda dele e foi como um imã, beijei a bunda e beijei o cu, não sabia o que estava fazendo. Ele gemeu forte e eu fui aumentando a força dos meus lábios no rego dele. Até que resolvi ter coragem e coloquei a ponta da língua no cuzinho dele. Até eu arrepiei nessa hora. Vi os pelos do rabo dele se arrepiarem e eu de olhos fechados fui beijando aquele cu como se fosse uma boca devolvendo com a língua. Não aguentava mais de tesão e meu pau já estava todo melado. Apontei para o cu dele. Achei a sensação naquela hora, boa demais, estava ali quase comendo o Zé Sergio, até então, na minha cabeça, um machão, grandão e comedor dos outros garotos. Forcei minha pistola e ele me pediu calma, falou devagar, senão dói. Obedeci, mas estava muito eufórico, a situação exigia, ele falou pra eu cuspir no cu dele e eu o fiz e voltei atentar meter. Consegui entrar com a cabeça, dai em diante, não tive controle mais. Metia num buraco quente e gostoso, macio e apertado e ele forçou a entrada, empurrando a bunda pra traz. Abracei ele por instinto e meu pau foi escorregando pra dentro dele e foi entrando tudo. Fui já mexendo de trás pra frente, com o meu pau todo atolado no cu dele. Nós dois gemíamos e falávamos aiaiaiai...tinha um sensação de gozo o tempo todo, mas não sabia que isso iria melhorar, que estava tendo uma experiência completamente diferente , me sentia poderoso, comendo o machão do Zé Sergio. Senti que meu gozo vinha e foi sem controle, gemi mais alto que deveria, alguém que passasse por perto poderia ouvir. Esporrei gostoso e fui tirando meu pau de dentro dele e ele ainda urrando virou pro chão e deixou a porra dele cair. Estávamos suados e ofegantes e trocamos um olhar diferente entre nós. Ficamos ofegantes um pouco tempo. Peguei minha bermuda e vesti e ele levantou e foi no banheiro. Fui atrás, ele estava limpando a bunda e o cu. Nossa conversa ficou normal logo em seguida. E começamos a jogar vídeo game. Os pais dele só chegaram perto de oito horas, eu aproveitei e fui embora pra casa. Pôxa a vida, como que em uma semana eu comi dois garotos da minha cidade, e estava vendo que estava ficando cada vez melhor. Abraço a todos.

BOQUETE NO BANHO..

Eu e meu primo Robson voltávamos do futsal, loucos para tomar uma nova ducha assim que chegássemos na casa dele, no interior, onde eu estava hospedado nas férias daquele ano. Tínhamos por volta de nossos 18 anos, e o Robson era um carinha branquinho, de cabelos lisos, castanhos, sempre foi muito bonito e de corpo bem legal, praticamente liso - tinha poucos pelos pelo corpo -, e pelo que eu já havia notado durante as duchas no vestiário da quadra, depois das peladas, era dotado de um belo pau, bonito, grossinho, bom comprimento, um tamanho bem chamativo, um pau muito atrativo. As gatas que lerem o conto e os apreciadores de oral em geral vão entender muito bem do que estou dizendo. Sempre gostamos de mulher e nunca nem cogitávamos coisas de bissexualidade, aliás, meu primo era um dos garanhões do colégio, o mulherio praticamente todo aos seus pés, e falávamos muito de buceta, das sacanagens que fazíamos com nossas namoradinhas, amiguinhas, etc. Só que em alguns papos o Robson já havia manifestado sua curiosidade por receber oral de um cara, já que havia ouvido dizer que era maravilhoso, que poucas mulheres sabem chupar um homem como outro homem sabe e tal. Nós dois chegamos até a tomar uma ducha juntos uma vez, por atraso, precisamos cair juntos no banho, e como éramos primos e bem amigos, não vimos nenhum problema. E eu apreciando aquele gato gostoso tomando banho comigo, no mesmo boxe, todo nu, com aquela rola pendurada, muito atrativa, que tanto mexia com a minha imaginação. Mas eu tinha de me conter, não houve contato algum, ele nem devia imaginar que eu estaria instigado para satisfazer a sua fantasia mesmo. Só que a vontade no priminho aqui havia batido e ficado, eu não parava de pensar naquela rola e naquele corpo quando me batia umas vontades de ter algo com um cara. Coincidentemente, depois não rolou mais atraso algum pra cursinho nem qualquer outra oportunidade pra termos que chegar do futsal e nos enfiarmos juntos, correndo, no mesmo boxe, pra uma ducha revigorante. Claro que se rolasse eu já ia investir, porque no fundo eu duvidava que ele reagiria negativamente a uma investida minha, ainda mais que eu queria fazer pra ele o que ele tinha vontade de receber de outro cara mesmo. Quando eu o via se vestindo, saindo da ducha, quando estava se trocando no quarto, enfim, quando podia notar aquele shape perfeito, daquele corpo idem, e aquele lindo atrativo roliço dele pendurado, livre, soltinho, me dava água na boca e um tesão que eu até tentava evitar de sentir, mas era difícil, ainda mais com aquele gato, delicioso, todo lisinho, bem ali na minha frente. Eu imaginava nossos corpos, eu realizando a fantasia dele, mamando ele infinitamente melhor do que a namoradinha que ele tinha na época devia mamar. Eu também sempre fui muito assediado, modéstia à parte muito gato e gostoso também, e sempre tive preferência por mulher. Mas, de vez em quando, com um cara gato e gostoso assim, eu adoro fazer algo gostoso. Eu estava decidido a tomar uma iniciativa assim que rolasse nossa próxima ducha juntos, e foi bem naquele dia, de mais uma volta do futsal. Voltamos para a casa dele, reclamando do calor foda daquele verão, subimos as escadas depressa, entramos já ligando o ar na máxima potência. E eu mal acabava de tomar um pouco d’água e ele já estava tirando a roupa, jogando as peças todas pela casa, indo em direção ao banheiro. Eu matei aquele copo d’água rapidinho e passei pelo corredor, dizendo: - Nossa, tá um puta calor mesmo, cara... E ele: - É, tô louco pra entrar na água de novo. E antes que eu precisasse pensar em alguma estratégia, ele emendou: - Por que você não vem também? Não pega nada, somos primos mesmo, é só uma ducha... Assim você não precisa ficar aí esperando até eu sair, cara. O calor tá foda, cai pra dentro aqui também. Já acelerando um pouco por dentro, nem pensei duas vezes, fui logo concordando, já tirando a minha roupa também: - Pô, valeu! Eu vou mesmo, cara, o calor tá muito foda mesmo, abre bem essa água aí que é o jeito! Ele já lavava o rosto, todo molhado, e seu corpo perfeito, com aquele pinto gostoso, soltinho, balançando bem na minha frente, me fritava o cérebro, me fazendo maquinar um jeito de conseguir o que eu queria. Ele era um cara acostumado a viver no meio do futsal, então esse tipo de ducha era normal pra ele, ver homem pelado, etc. Pra mim também não era nada muito diferente disso, a não ser por minha vontade de ter aquele caralho dele na minha boca. Era só uma fantasia e só com ele, eu não tinha tesão em outro homem, eu só pensava em mulheres, mas aquele cacete do priminho eu tava louco pra experimentar, e nada como um primo já afim pra realizar o desejo. Mas, pensei que talvez ele não fosse nem pensar em nada, talvez não imaginasse despertar interesse em mim quando falava em ser chupado por um cara. Ao mesmo tempo havia a possibilidade, ele havia me convidado pra cair no banho com ele, aquilo era muito suspeito, eu não podia desperdiçar a oportunidade. Então pensei que teria de agir bem rápido, afinal, se não rolasse nada, a ducha acabaria logo, ninguém fica um ano tomando ducha, e então eu perderia a oportunidade. Foi aí que eu deixei cair o sabonete e normalmente abaixei para pegá-lo, rapidinho, e assim dei uma esbarrada nas partes dele. Já fiquei mais instigado só de sentir meu braço esbarrar aquele membro perfeito. Conforme bati meu braço nele, pude sentir o peso do instrumento, bem pesadinho, puta tesão. Ele não falou nada, ficou quieto, deve ter achado o esbarrão normal. Ou já estava dando trela também. Então continuei me ensaboando, deixei o sabonete cair mais uma vez, e dessa tive que me virar de costas paro o meu primo pra poder pegá-lo. Assim que abaixei e meu primo viu minha bunda empinada pra ele, deu um passinho pra frente, encostando o pau nela, no que eu já reagi como normalmente faria: - Ô louco, seu viado! Desencana! – dando um soquinho no braço dele, enquanto ele debochava, dizendo: - Ah, primo, só uma passadinha, vai, não resisti... Você ficou virando esse cu pra mim, eu não resisti, tive que dar uma encostadinha pelo menos... Quer dar uma pegadinha aqui? – falou, pegando o pau e dando uma balançada, apontando aquela rola do prazer em minha direção. Notando que de totalmente flácido o pau dele já começava a demonstrar alguma reação, eu mudei o tom de voz, respondendo: - Só uma pegadinha, se você não contar pra ninguém, eu dou. Quer? Mas só uma pegadinha... Até parece, eu estava mesmo era louco pra cair de boca naquela pica, encher minha boca com aquele cepo roliço de carne, perfeito. Ele também já mudou o tom de voz, com aquele pau já começando a endurecer, dizendo: - Claro, não sou louco, fica só entre nós, ninguém nunca vai saber. Só uma pegadinha então, vai... Já fui passando o sabonete nas partes dele, já pegando aquela “aparelhagem” toda com as duas mãos, curtindo bem o saco e o próprio mastro, a essa altura já bem duro, me atraindo ainda mais. Segurava com vontade, era de uma grossura deliciosa, perfeita, um caralho perfeito, assim como o dono dele todo. - Ai, primo, que delícia! Isso, pega, vai... É gostoso, não é?! – ele perguntou exaltado, também com voz de tomado pelo tesão. - É sim, priminho, muito gostoso... Hummmm... - Isso, pega, massageia as bolas, isso... Humm, delícia, bate umazinha vai... - Assim tá bom? - Humm, muito bom, continua... - Que pau gostoso! Muito bom bater uma nele... - Nossa, muito bom, priminho, bem relaxante... Era disso que eu tava precisando mesmo... - Gostoso... - Continua, isso... Tesão! Hmmm... Eu massageava aqueles bagos grandes e gostosos com uma mão, toda voraz, já bem solto porque ele não só havia topado como também apreciava muito a brincadeira, e com a outra eu punhetava aquele cacete gostoso, um pau bonito, de tamanho e espessura perfeitos, no começo batendo de leve, depois mais acelerado. Achei muito boa a sensação de socar punheta pra outro, o cara ficando excitado com a minha pegada de mão, meu jeito de bater, de segurar, de apertar, de fazer o movimento... O Robson demonstrou estar gostando muito mesmo, ainda mais que a simples pegadinha já tinha virado uma puta punheta bem solta, intensa, e eu já arriscava até acariciar o corpo dele, alisando o peito, o tórax, todo liso, definido, procurando dar muito prazer pra ele. Ele foi recíproco, comandava o trajeto da minha mão e vi que gostava muito de uma boa carícia no peitoral, aquele peitoral definido, todo liso, perfeito, e da mão socando aquele pau ideal que ele tinha. E foi nessa intensificação da coisa que ele lançou a cobiçada deixa que eu tanto queria: - Lembra daquela minha fantasia, primo? Por que você não aproveita que já estamos aqui, nesse tesão todo, e não me faz aquele agrado que eu adoraria receber de outro cara, hein?! Sem parar a manipulação daquele saco gostoso e a punheta com a outra mão que eu socava com muito prazer, ora insinuando aproximar minha boca da dele, ora só trabalhando as mãos mesmo, comecei a descer pelo corpo dele, passando minha língua nele todo pela frente, começando pelo pescoço, depois pelo peito, estacionando um pouco nos mamilos, continuando na barriguinha, umas mordiscadas nas coxas e tal, até finalmente ele começar a acariciar meu cabelo, alisar meu rosto, demonstrando já não agüentar conter o tesão, de respiração já meio ofegante, já direcionando aquele instrumento extasiante rumo à minha boca. Agachei em sua frente, com aquela rola já quase sendo enfiada na minha boca, o tesão subindo insanamente, e com um braço o envolvi, tacando a mão na bunda dele, e com a outra peguei aquele pau gostoso e comecei a explorar aquela cabeça macia e carnuda que ele tinha. Caí de boca naquela pica e foi uma sensação maravilhosa. Fui chupando bem a cabecinha enquanto percebia que ele começava a dar uns gemidos de quem realmente estava gostando. O tamanho do pau era perfeito. Conforme fui me soltando e descendo, engolindo ele todo, sentia a boca deliciosamente preenchida, e imediatamente comecei a me entregar mais, era instigante o fato de poder chupá-lo e deixá-lo mais satisfeito do que a própria namorada dele, poder deixar aquele cara gato e gostoso louco pela minha boca, então eu quis fazer o melhor boquete da vida dele. Aquele pau na minha boca me deixava louco. - Hummm, que pau gostoso, primo! – falei, de maneira quase incompreensível, com aquele caralho preenchendo a minha boca, o que vi que o animou ainda mais, porque imediatamente senti a pulsação daquele cacete aumentar, latejando de tesão. Ele começou a gemer um pouco mais forte, se a princípio estava bem contido, depois foi ficando louco, eu fui mamando aquela rola com todo o meu instinto e ele começou a se soltar mais. O lugar era ermo, a casa ficava em um bairro retirado, não havia vizinhos muito próximos, dava pra liberar os gemidos tranquilamente. Só não imaginava fazer um homem gemer assim com meu oral. Ele gemia muito gostoso e isso me instigava a mamar mais e mais, ele estava adorando e eu também, então não víamos problema algum, começamos a nos soltar totalmente. Ele ficou encostado na parede, me puxou mais pra junto dele, com aquele jato d’água caindo sobre nós, eu agachado na frente dele, realizando nossa fantasia com uma vontade incontrolável, ele me deixava muito à vontade. A essa altura eu já começava a fazer como ele pedia, senti vontade de senti-lo mais como homem mesmo, o ativo, e eu sendo seu passivo. Pelo menos meu oral não o deixava calado, ele ficava: - Isso, isso... hummm... Agora a cabecinha, vai... Isso! Ohhh! Tesão!... Agora engole, isso, desce... Tudo, aí... Ohhh, delícia! E eu colocava a cabecinha na boca e a chupava feito uma chupeta, passava a língua, a explorava bem, ao mesmo tempo mexendo no saco dele, aqueles bagos gostosos, não chegava a ser um cara sacudo, mas era um conjunto todo muito atrativo, bonito, gostoso, aquele pau com aquele saco, aquelas bolas. Depois que descia, engolindo, mamando bastante, fazendo aquele cara tesudo gemer de prazer comigo, eu voltava, subia devagar, sugando, e depois ia descendo novamente, devagarinho, depois repetia a dose mas engolindo bruscamente, mamando loucamente, arrancando mais gemidos e carícias dele, que mantinha minha cabeça pressionada contra seu corpo, já fazendo movimentos de vai-e-vem, metendo na minha boca. Por ora eu tirava o pau da boca e ia nas bolas, chupava um por um daqueles bagos grandes e gostosos, e ele já começava a melar um pouco minha boca, mas ainda não estava a ponto de gozar. Ele gostava de tirar o pau da minha boca, dar umas batidinhas com ele nos meus lábios, falando putaria, me chamando de “priminho gostoso”, “meu putinho de boca”, entre outras coisas instigantes, e depois me dar de novo, fazendo eu engolir até encostar os lábios na púbis dele, com aquela cabeça chegando na curva da minha garganta, aquela rola preenchendo minha boca toda, sendo forçada pra frente e pra trás, porque a essa altura ele já fazia o movimento de vai-e-vem mais brusco e forte, totalmente entregue ao tesão. E não parava de me estimular ainda mais: - Isso, meu putinho, mama meu cacete! - Mmmmmm!... - Isso, assim... Nossa, que maravilhoso, continua! Hummmmmmm!... Vai... Isso! Hmmm, tesão... Agora engole de novo, aí, assim...oh, isso...mmmm... A cena seguia: Aquele tesão de cara todo nu, molhado, em pé, encostado na parede, me dando o cacete pra eu mamar, enquanto eu, agachado na frente dele, me sentia completamente extasiado com aquela rola deliciosa na boca, ele querendo usar minha boca daquele jeito, gostando da brincadeira como estava. O chupei como se fosse sua puta e ele meu macho, mas nada de viadagem, coisa afeminada, não curtimos esse tipo de coisa. Era um primo gato e delicioso devorando o cacete do outro. Um bom sexo entre dois primos, uma fantasia sendo realizada, rolava instigação, gemidos, falávamos putaria, mas nada afeminado, tudo como dois caras gostosos, que geralmente preferem mulheres, fariam em uma experiência homossexual. - Vai, primo! Isso, delícia! Nossa, vou querer sempre! – falou, comendo a minha boca todo empolgado. - Não vou negar nunca – falei também tomado pelo tesão, tirando o pau um pouco da boca e logo voltando nele, mamando vorazmente. Nós dois estávamos com cara de puro êxtase, aquilo estava muito gostoso mesmo. Ele gemia e segurava minha cabeça, alisava meu rosto, enquanto eu, agachado, mamava seu cacete com toda a vontade do mundo, deslizando minhas mãos mão por todo o seu corpo, não conseguindo conter o tesão. Comecei a sentir uma puta vontade de gozar, era muito tesão, e continuei trabalhando aquela pica com a minha boca carnuda e sexy enquanto ao mesmo tempo me masturbava, já começando a lançar o primeiro jato de porra, que chegou a espirrar na perna dele. Ele nem ligou, eu acabei de gozar e não pude parar de ficar agachado mamando, ele não queria, pedia mais, e como eu também estava gostando muito daquilo, não havia porque parar, era só relaxar e gozar gostoso, curtindo cada instante. Como continuei mamando feito uma putinha, o tesão começou a ficar insuportável também pra ele: - Humm, já que vou gozar, priminho, vem vindo... - Goza, tesão! Quero seu leite quente, todo na minha boca! – eu falava, entre outras putarias pra estimular aquele gostoso a jorrar seu leite espesso e abundante pra mim. - Nossa, assim você me mata! – falou, continuando a gemer deliciosamente e a bombar cada vez mais rapidinho a minha boquinha. - Quero tudo na minha boquinha, seu leite gostoso, meu macho! – disparei tão empolgado, nem percebendo que já falava coisas um pouco além do que pretendia. - Meu priminho putinho gostoso, você chupa melhor do que mulher! Que boca! Hummm! - Sabe que eu também curto mulher, mas você eu chuparia sempre que quisesse, tesão... - Então considere isso combinado, se quiser. - Já está, tesão. Agora vem, vem na minha boca então, vem, tesudo! Aí paramos o breve dialogo em meio às bombadas na minha boquinha então já realizada, e ficamos mais alguns segundos em silêncio, naquele oral inesquecível, só curtindo, sem falar uma palavra. Ele só não agüentava e falava quando subia a vontade de gozar, e eu senti um pouco na minha boca, mas ainda não havia vindo o jato, a gozada mesmo. Eu estava gemendo de tesão também, com aquele cara me dando uma das coisas mais gostosas que já pude ter na minha boca, quando ele voltou a abrir a boca dele: - Ahhh, agora vem, priminho! Vou gozar! Ahhh! - Mmmmm! – me deu um tesão desgraçado sentir aquele membro pulsando dentro da minha boca, em vias de jorrar leite de cacete nela. - Ohhh... Agora vai! Hummm!... Ahh... Vou gozar.. Vou gozar... Vou go...go...ahhhh...go-zei! Ele mal pronunciou a segunda silaba da palavrinha mágica e eu já sentia o canal daquele cacete pulsando todo preenchido, conduzindo um rio daquela porra quente, grossa, de sabor indescritível, dentro da minha boquinha que rapidamente se enchia. Quanto leite! Eu fiquei meio indeciso, não sabia se ia querer deixar ele gozar na minha boca, e se depois eu ia cuspir ou não, essas coisas, mas mesmo assim me esforcei e fiquei mamando até a última gota, eu queria fazer completo, queria que fosse marcante pra ele. - Hmmmm, isso priminho, chupa tudinho, toma tudo, vai, até o fim, e limpa o pau todinho, vai... – ele falava, com voz de louco, enlouquecido por minha mamada. E realmente foi muito tesão sentir aquele pau derrubado dentro da minha boca, já um pouco flácido, depois daquela gozada vigorosa. Continuei curtindo, terminando de limpá-lo, chupando. - Nossa, que puta gozada, priminho! Nossa, que delícia! Adorei! – ele mandou, esboçando um sorriso de contentamento, já lavando o pinto, que já dava uma amolecida - Encheu minha boca de porra, seu tesudo! Puta pau gostoso que você tem... – falei, com o meu ainda duro de tesão. - Olha, é bom você gostar mesmo, priminho, porque depois dessa eu vou querer sempre que der certo. - E eu espero que sempre dê certo, gostoso, sempre... - Você chupou como ninguém! Foi a melhor mamada que ganhei na minha vida, tesudo! - Você não viu nada ainda... – lancei, esperando a reação. - Tem mais, é? – ele respondeu, meio que colocando a mão na minha bunda. - Acho que se for em um momento em que eu estiver bem excitado te chupando, tipo como rolou agora, e você me pedir, eu acabo deixando... - Hummm, então vamos precisar de muitas duchas juntos, priminho... - Com certeza! – falei, já aproveitando pra aumentar o grau de intimidade, tomando a iniciativa de lavá-lo, deslizando minhas mãos por todo aquele corpo de homem irrecusável. Nunca pensei que poderia fazer tudo que fiz aquele dia, nem que iria chegar a sentir prazer dando banho em um cara depois de satisfazê-lo sexualmente, mas estava muito gostoso, cheguei a ter pensamentos assim mas procurei esquecê-los e curti o máximo possível. E foi muito bom. Foi uma só gozada, algo rápido, de repente, numa ducha entre primos, e precisamos sair logo porque tínhamos compromisso. Mas era só a primeira de muitas outras brincadeiras que faríamos juntos daquele dia em diante.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

TENENTE E SEUS SOLDADOS PUTOS

OS SAFADINHOS DO BAIRRO

PAGANDO APOSTA..

Isso aconteceu no dia do meu aniversário de 20 anos. Eu estava sozinho em casa e um amigo chegou pra me parabenizar, nos cumprimentamos e eu perguntei se ele tinha trazido um presente pra mim.. falei zoando sem esperar nada de mais, aí Gilson falou o teu presente ta aqui dentro da minha cueca e sorriu!. Eu então perguntei novamente; o presente é gostoso? ele sempre afirmando que sim, perguntei se o presente era grande? ele disse que sim e que conforme eu tratasse o presente ficaria maior ainda. Nessa hora eu já não tinha dúvida que ia rolar alguma coisa, pois bem, eu continuei instigando e perguntei se o presente cabia na minha boca? ele então ja louco de tesão tirou o pau pra fora e disse vem logo provar. Então ele se sentou na mesa grande de madeira que temos na sala de jantar, baixou as calças até o pé e me chamou pra se sentar na mesa e saborear. Confessso que já havia transado com outro cara antes, ma já fazia muuuito tempo, quando eu era um adolescente ainda, mas ainda lembrava como fazia. Então me sentei a mesa na cadeira da cabeceira da mesa e ele sentado pe pernas abertas com o pau duro bem na altura da minha boca. Segurei o pau dele que pulsava de tesão... comecei a punheta-lo bem devagar só apreciando e depois notei que já saia aquele liquido do lubrificante seu pau, eu pegava com o dedo e lambia e olhava pra ele deixando com mais tesão ainda. Finalmente antes de começar a chupar olhei mais uma vez nos olhos dele e pedi que gozasse na minha boca, agora sim, comecei lambendo desde a base do pau dele até a cabeça, fiz isso varias vezes antes de colocar todo na minha boca,.., fiz um boquete bem devagar que durou um tempão e até que ouvi ele hurrar e me disse que ia gozar, então comecei a chupar mais rápido e sentir vários jatos de porra na minha boca, eu continuei chupando e engolindo tudo, quando senti o pau dele limpo e ja sem a rigidez do começo eu finalmente parei. Não pude deixar de falar que adorei o presente. Depois ele se vistiu e saimos pra jogar sinuca e tomar umas cervejas. Dias depois é claro que marcamos outro encontro, dessa vez foi na casa dele aí sim foi completo, mas essa história eu conto depois. abraço a todos.!

TRANSANDO COM O CHEFE...