quinta-feira, 25 de julho de 2013

domingo, 21 de julho de 2013

MEDICOS TARADOS E PACIENTE GOSTOSO

AULA DE BIOLOGIA NA SALA DE AULA

SEXO FODASTICO NO PRESIDIO

SOLDADOS TESAO A MIL POR HORA

SEDUTORES NO VESTIARIO DA EMPRESA

O COROINHA DA IGREJA

RODRIGO SIMAS BULGE

COMI O AMIGO DO MEU IRMAO

Olá, meu nome é Bruno. Tenho vinte e dois anos. Sou alto, e um tanto musculoso, por tanto esforço na academia, e todo definido. Tenho uma pele branquinha e cabelo castanho-escuro rebelde que às vezes cai sobre minha testa. Moro em casa com meus dois pais, e um irmão mais novo de dezoito anos, que se chama Pedro. Certo dia, meus pais tiveram que viajar por algumas semanas para São Paulo, a negócio. Então, fiquei em casa com meu irmão. Numa Sexta feira a tarde, cheguei cedo do meu trabalho, e Pedro deixou um recado, dizendo que havia ido passar o final de semana a casa de nosso tio. Depois, subi as escadas, e tomei um banho. Vesti um short fino, sem colocar a cueca, e fiquei sem camisa, assim como gosto. Quando desço para a cozinha a fim de beber um pouco d’água, para depois dormir, a campainha toca. Vou em direção à porta para atender, e me arrependo de não ter vestido uma cueca, pois meu pau está balançado de um lado para o outro, e está um pouco volumoso, pelo fino tecido do short. Quando abro a porta, vejo Felipe, amigo de meu irmão, me encarando um pouco estopetado ao me ver sem camisa, mais logo disfarça o olhar, falando um pouco gaguejando: ― O-o Pedro está? ― Não ― Digo me apoiando na porta. ― Ele foi passar o fim de semana na casa de um dos nossos tios. ― Ah! ― Ele deixa escapar, com os olhos verdes fixos no meu peitoral. E depois erguem para meu rosto. Sinto-me um pouco desconfortável com seu olhar. Ele tem a mesma idade do meu irmão. Só que um pouco meio musculoso também, de pele branquinha, e cabelo loiro curto. ― Quer deixar algum recado?― Pergunto depois de um tempo em silêncio. ― É que... Pedro havia ficado com alguns filmes meu, e eu vim busca-los. Disse a ele que podia ir ao quarto de Pedro e procurar seus filmes, que ele disse que sabia onde ficava. Enquanto ele subia as escadas, fiquei parado na sala, olhando-o enquanto subia, e me peguei olhando para aquela bundinha empinada que ele tem, logo meu pau começou ficar um pouco duro. Quando ele chegou ao final, virou-se e encarou por um segundo meu pau, meio excitado, e com um volume bastante grande que o normal por causa de meu dote de vinte e um centímetros. Logo ele desviou o olhar e segui para o quarto de Pedro. Vou à cozinha e bebo um pouco d’água, e tento não pensar naquela bundinha, para meu pau não crescer mais, já que não tem como disfarçar, já que estou sem cueca. Logo, Felipe, desce as escadas, indo para a cozinha onde estou virado de costas para ele. ― Não achei os filmes, ele deve ter levado. Viro-me para encara-lo, e o flagro mais uma vez seus olhos centrados no meu pau. Droga! Por que será que ele não para de olhar para meu pau! Não consigo disfarçar a excitação, e meu pau começa a ficar duro. ― É ele deve ter levado. ― Digo, tentado fazer com que ele não perceba meu pau duro por baixo do short. Mas acho que foi um pauco tarde demais. ― Pode me dar um pouco d’água? ― Poço. Vou Pegar... ― Digo indo à geladeira. ― Não precisa. ― Diz ele ― Eu mesmo pego. Ele anda até a geladeira, e passa por mim, esfregando sua bunda no meu pau, e sentido o quão duro ele está. Meu cacete fica mais duro ainda com esse movimento. Ele finge não perceber, e não tira a bunda do meu pau, e também não faço nada contra. Ele se abaixa sobre a geladeira, para pegar a jarra, e depois se endireita. ― Não. Não quero água gelada. E vai em direção ao filtro. Bem, ele encostou sua bundo no meu pau, que está inchado de tesão, e o sentiu, e não disse nada. Ele até tem uma bunda gostosa. E mesmo assim já faz tempo que não transo com ninguém. Ele para em frente ao filtro, e procura por um copo. Vou atrás dele, e o encoxo contra o balcão, passando o braço para fingir pegar, um copo na prateleira acima. Ele solta um som rouco de sua garganta, e empina a bundinha mais ainda contra meu pau. Solto o copo sobre o balcão, e o enlaço. Segurando sua cintura, enquanto ele freneticamente move sua bundo sobre minha virilha, sentido meu pau. ― Ahh... ― Deixo escapa de tesão. Ele coloca suas mãos para traz e aperta minha bunda meio grandinha. Ele se vira entre meus braços, e desliza a mão direita para dentro do meu short, e me punhetando, enquanto sua boca passeia entre meu peitoral, beijando-o e lambendo. Sinto o prazer crescendo dentro de mim, e sem hesitar, abaixo-me e tiro meu short. Ele se ajoelha e de uma só vez abocanha meu cacete tão duro de tesão que está babando. Gemo de prazer enquanto ele me chupa, e apoio minhas mão em sua cabeça, fazendo-o movimenta-la em direção ao meu pau, enquanto também movo os quadris. A principio, ele só consegue engolir metade de meu pau. Mas aos poucos vou forçando para ele engoli mais. Mando-o parar antes que eu goze em sua boquinha apertadinha e quente, e ele o faz. Ele se levanta e tira a roupa ficando pelado a minha frente, com seu pau de uns dezesseis centímetros. O seguro, e deixou de costas para mim, um pouco abaixado, e me ajoelho diante daquela bundinha gostosa, lambendo aquele rabinho, lisinho, e apertado. Enfio um dedo, dentro dele, preparando o para receber meu membro grande e grosso, e depois mais um. Ele geme baixinho de tesão. Cuspo mais uma vez no seu cuzinho, e me levanto, e começo a roçar meu pau naquela entradinha, com um pouco de medo no estrago que eu possa fazer. ― Pode meter. Você não vai ser o primeiro a me enrabar. Penso que meu irmão, acho também já o comeu. Encaixo meu pau, na portinha de seu cú, e seguro sua cintura, enquanto lentamente vou penetrando aquele cuzinho apertadinho e quentinho. Felipe grita enquanto eu o penetro, de forma que coloco meu dedo indicador entre seus dentes, enquanto ele geme, e os aperta devagar. Quando meu pau entra a metade naquele buraquinho, enfio o restante com força, entrando até o talo, e fazendo com que Felipe grite mais alto. Fico um tempo parado, para ele se acostumar com minha rola dentro dele, e aos poucos começo a me movimentar lentamente. Ele geme baixinho, assim como eu. Mas em momento algum ele pede para parar. E começo a bombar com mais força, socando meu pau duro dentro daquele cuzinho apertadinho, e o arregaçando. Meu pau entra cada vez mais fundo naquele rabinho, entrando até o talo, fazendo com que minha virilha encoste-se àquela bundinha gostosa. Continuo socando cada vez mais forte, e gemendo de prazer, até ele pedi para mudar de posição. Tiro meu pau de seu cuzinho e me deito no chão da cozinha, segurando meu pau para ficar apontado para cima, enquanto ele se senta. Quando chega ao final, ele começa a cavalgar, e eu a movimentar o quadril em sua direção, até ele não aguentar mais, e desabar sobre mim. Decido fazer mais uma vez o trabalho, e o deixo de quatro no chão. E me posiciono de joelho atrás dele. De uma só vez, soco meu cacete no seu rabinho e começo a bomba-lo rápido. Enquanto ele geme e grita, sibilando meu nome numa voz falhando. Ele se apoia com uma só mão e começa a se masturbar, até gozar no chão. Apoio minha mão na minha bunda para impulsionar mais ainda meu pau para dentro daquele rabinho, enquanto a outra puxava sua cintura em minha direção. Solto um urro com os dentes cerrados, e gozo violentamente gostoso dentro daquele cuzinho. O gozo é tanto, que escorre para fora de seu rabo. Mas não me contendo, e continuo fodendo-o aquele cú, que era gostoso demais, tanto que acabei gozando novamente, e caindo sobre ele com o corpo todo suado. Tiro meu pau de dentro dele, e me deito ao seu lado, e como presente por ele ter me feito gozar duas vezes, dou um beijo demorado em sua boca. Depois disso, nós no levantamos e tomamos um banho junto, e ele ainda me fez outro boquete no banho. De depois disso, algumas semanas depois, ele e sua família se mudaram, e nunca mais se repetiu, mas ainda penso naquele dia, e tenho certeza que ele também.

LEKES DE BERMUNDA

LEKES DE SHORT MOSTRANDO A BARRIGA

O CUNHADO BEBADO,ME COMEU

Minha irmã já namorava faziam 4 meses, e o namorado dela, meu cunhado, já era intimo da família. Todos o chamavam de Junior. Ele tinha 25 anos, era alto, magro porém definido, e de cabeça raspada. Junior sempre fazia brincadeiras, como pegar na minha bunda e dizer "trabalha porque quer hein" ou por vezes perguntava se eu queria ajuda, quando eu ia tomar banho. E eu sempre ria, mas na minha mente, desejava aquele corpo. Até que um dia, minha irmã e Junior chegaram de madrugada, e como de costume ela foi dormir no quarto dela, e Junior veio dormir no meu, na bicama, pois meu pai não gostava que eles dormissem no mesmo quarto. Já estava dormindo quando ouvi meu cunhado entrar, e de longe senti o cheiro de álcool. Ouvi ele deitar na cama de baixo, e resmungar alguma coisa. Adormeci. Acordei com Ju me empurrando de leve, tentando deitar na minha cama. Eu fingi que ainda estava dormindo, e tentava entender o que ele estava fazendo. Junior deitou do meu lado, encostando seu pau duro em minha bunda, e alisava minha coxa. Ouvi ele abrindo seu ziper, e abaixou meu shorts do pijama e minha cueca, e abriu minhas nádegas. Encaixou seu pau na portinha do meu cu, e alisava e tentava me penetrar, e eu continuei quieto como se dormisse. Ju fazia movimentos ritimados, e eu sentia seu pau babando na porta do m eu cuzinho. Ele então forçou, e com a mão posicionou a cabeça de sua rola e forçou. Me penetrou. Eu quis gritar, pois seu pau era grande e grosso, mas me segurei. Apenas travei o cu e gemi baixo. Ju falou no meu ouvido: - shhh.. Dorme bebe. Senti o cheiro de bebida de perto. E começou a fazer movimentos rápidos, apertando minha bunda e fodendo forte com sua rola enorme. Junior começou a foder mais fundo, e mordeu minha orelha. Eu suspirei, ele então enfiou tudo, batendo seu saco na minha bunda, e gozou muito, me inundando de porra. E mesmo após gozar, continuou com o pau duro, e me fodendo, enquanto pegava no meu pau e batia punheta pra mim. Eu continuava a fingir que dormia, ele então se cansou. Enfiou dois dedos no meu cu, percebendo o estrago que havia feito. Deu um beijo em meu pescoço, desceu para a cama dele e dormiu até mais tarde. No outro dia, eu fingi que nada havia acontecido, apesar de sentir meu cu arder o dia todo. Meu cunhado acordou com ressaca, dizendo que nem lembrava como havia chegado em casa. E isso nunca mais se repetiu, mas espero que aconteça outra vez. Adorei experimentar a rola de meu cunhado gostoso.