sábado, 13 de abril de 2013

quinta-feira, 11 de abril de 2013

TANTO MEU FILHO ME PROVOCAR,ACABEICOMENDO ELE

Venho aqui relatar á vocês uma coisa que está me consumindo, eu fodi meu próprio filho. Pra começar meu nome é Raul, tenho 56 anos, cabelos castanhos, olhos azuis, um pouco calvo, com um pouquinho de barriga, ainda sou musculoso, poucos pelos no peito e pernas bem grossas, acho importante que saibam como eu sou fisicamente, pois bem, sou fazendeiro, minha propriedade fica no interior de Minas Gerais á umas 3 horas de viajem de Belo Horizonte, lá vivem minha esposa e meu único filho Pedro, eu fico na fazenda durante a semana e volto nas sextas, eu e minha mulher Joana, somos casados a 30 anos, ela como eu nasceu em fazenda, seu pai era um grande proprietário de terras, assim como o meu, nos casamos muito jovens assim que o pai dela morreu, como o irmão também já havia morrido, e nem ela nem a mãe não tinha jeito com o negócio, ela confiou em mim pra tocar a fazenda da família dela, sempre foi assim só nos encontrávamos nos finais de semana, quando eu tinha 33 anos nosso filho Pedro nasceu, nas férias do menino eles dois vinham pra cá, ela insistia que queria morar aqui mas eu não queria privá-lo dos estudos e dos amigos que a capital podia lhe oferecer. Qualquer homem como eu depois de tanto tempo tendo sexo só nos finais de semana começa a sentir falta da sacanagem, as vezes nem nos finais de semana, pois a minha mulher é muito recatada daquele tipo que acha a transa um pecado, então sempre arrumava uma desculpa pra não ter relações comigo, depois de alguns anos de casado não aguentei mais, comecei a frequentar um bordel que tem por aqui, não me orgulho disso, amo minha esposa, mas se eu não desse uma aliviada, não conseguia nem pensar em administrar a fazenda. Essas minhas idas ao puteiro passavam desapercebidas pela minha esposa, mas a uns 6 meses ela descobriu, ela mesmo disse que um capataz me dedurou, não me deixava mais voltar pra casa, nem vinha pra cá, meu filho vez ou outra vinha, passávamos a tarde jogando bola, depois ele ia embora, ele não aguentava ficar aqui, então minha vida se resumiu em trabalhar de segunda a sexta na lavoura, e nos finais de semana ficava sozinho por aqui, assistindo filme,vendo noticias na internet ou lendo livros, como eu não queria me separar da minha esposa, decidi não desapontá-la parei de ir ao bordel, afinal se deduraram uma vez podem dedurar outra, até agora não sei quem foi, mas não posso sair fazendo demissões em massa, o jeito e me masturbar vendo filme porno. Um dia o meu celular tocou, me surpreendi quando vi o número, era minha mulher, achei que iria me perdoar, mas o assunto foi bem mais preocupante, "Alo Raul, fica quieto e me deixa falar que eu não posso ouvir sua voz", decidi não aborrece-la, "eu to te ligando pra falar do Pedro, eu descobri uma coisa, o Pedro é gay !, vi algumas mensagens que ele anda trocando com um cara, eu não quero confrontá-lo, e muito menos que ele se sinta sozinho e envergonhado, ele é nosso filho acima de tudo, e não quero que você o castigue, ele comentou que vai ir passar a semana ai na fazenda, quando ele for não quero que fale uma palavra sobre esse assunto, senão eu nunca mais falo contigo", e simplesmente desligou, eu cai no chão na hora, o meu filho gay ?, não pode ser, nunca tive raiva de viado, por mim cada um sabe o que quer da vida, mas como vou aceitar meu filho dormindo com um bigodudo, fiquei desolado, na minha cabeça, via toda a infância dele feito um filme, o nascimento, ele aprendendo a andar, dizendo "papa", eu dando comida, dando banho, ensinando a jogar futebol, meu menino um gay ?, bonito do jeito que é consegue a mulher que bem querer, não é carinho de pai, é a verdade, na escola até as professoras o elogiavam pela beleza, um rapaz musculoso, alto, de cabelo castanho crespo, olhos verdes, confiante, pra que ser gay o meu Pedrinho ? Não conseguia parar de pensar naquilo, tentava ligar para Joana mas ela desligou o celular, queria saber melhor sobre essa história, não consegui dormir, não consegui fazer nada fiquei sentado em uma poltrona na sacada, anoiteceu amanheceu e eu nem me mexi, mas não podia dar bandeira, jamais deixaria um empregado saber disso, não por vergonha, mas isso não lhes dizia respeito, e o Pedro já devia estar chegando da cidade. Por volta do meio dia de sexta os empregados já tinham recebido folga e eu tinha acabado de fazer meu almoço e come-lo quando escuto a buzina no portão da frente, fui olhar e vi Pedro abrindo o portão, ele veio com a caminhonete Hilux zerada que eu havia lhe dado a pouco tempo como presente de formatura, ele se formou em direito, e agora estava estudando para o exame da OAB, desceu do carro, usando óculos escuros, chinelo, bermuda de tactel, e uma camiseta branca de decote V, e com o costumeiro sorriso largo que sempre tinha, "e ai pai", veio me abraçar, quase não tive força para retribuir o carinho, ele logo notou meu jeito, "ta assim por causa da mãe ?", acenei com a cabeça, mentindo para ele, "bom eu vou colocar minha mochila lá dentro, eu vou ficar por aqui esse final de semana, to tirando uma folga dos estudos pra não enlouquecer, tudo bem se eu ficar né ?", "claro meu filho", ele pegou a mala na carroceria e foi levando pra dentro, não tinha ninguém na casa só eu mesmo, ao contrario do resto da propriedade, a sede da fazenda é pequena só tem um quarto, os outros estão cheios de bagunça e eu não tenho disposição para arrumá-los, como os únicos que vem aqui são minha esposa e o meu filho, ele sempre dormiu em um colchão na sala e eu e a Joana no quarto, e quando vinha só ele, nós dois dormíamos juntos na cama de casal, não tenho problema em dividir a cama com meu próprio filho. Pedro deixou a mochila no quarto "eu vou tomar um banho, essa estrada levanta muito pó", deixou os chinelos no canto e foi tirando a roupa pelo corredor, ele estava usando uma cueca daquelas boxer, vermelha, ligou o chuveiro e deixou a porta aberta como o de costume, ele só fecha a porta do banheiro se a mãe estiver em casa sempre foi assim, puxou a mim, quando estamos os três em casa tomo banho de porta aberta mesmo, depois pelado pela casase secando com a toalha, eu estava assistindo tv no quarto, se sentou do meu lado na cama, começou a puxar conversa, eu fui respondendo sem me interessar no assunto, depois ele vestiu uma sunga também vermelha e pediu para irmos pra fora por causa do calor, desde pequeno ele usa sunga enquanto está aqui por causa do calor que faz, de bonito que é até desconcentra as empregadas que ficam em volta olhando, eu também já estava desconfortável com a temperatura, tirei a calça jeans e a camisa que estava usando e coloquei um shorts, não me incomodei de tirar a roupa na frente dele, hétero ou gay ele era meu filho, e eu também não podia mudar meu comportamento, nos sentamos na sacada, continuamos aquele papo chocho. "Vamos jogar futebol pai ?", sempre jogamos, mas dessa vez menti dizendo que estava com dor no joelho, a noite grelhei uns filés pra gente, depois do jantar fomos assistir tv, "estou cansado filho, vou dormir, boa noite", "eu também vou, não tem nada passando na tv mesmo", e foi me seguindo até o quarto, tirei o shorts e me deitei na cama de cueca branca, daquelas estilo sunga, só uso dessas, ele tirou a sunga e colocou uma cueca boxer preta desligou a luz e se deitou do meu lado, eu me deitei de lado virado pra ele, ele ficou de costas pra mim, a luz passava pelo vão da janela e iluminava parcialmente o quarto, podia ver o Pedro inteiro, vi que ele estava dormindo e sem querer olhei pro traseiro dele, e não pude deixar de pensar, porra garoto, enquanto a gente passeava pelo shopping varias vezes a mulherada te cantava elogiava seu traseiro descaradamente, e mesmo assim, você gosta que um viado trasse esse teu rabo, não consigo entender, de tanto tempo que havia ficado sem dormir, capotei logo. Quando acordei no outro dia, Pedro não estava na cama, fui até o banheiro tomei um banho, vesti uma cueca azul, escovei os dentes e fui pra cozinha, quando cheguei lá, Pedro havia posto a mesa do café, estava usando uma sunga vermelha, nos sentamos e comemos, depois do café, fomos pescar, mas aconteceu o mesmo que ontem, ele percebeu que eu estava distante, não conseguia responder suas perguntas com concentração, limpamos os peixes que pescamos e comemos eles no almoço e no jantar, a noite revezamos o banho no chuveiro ele foi primeiro, depois eu fui, tirei a cueca e entrei no box que já estava encharcado pelo banho do meu filho, enquanto tomava banho não podia conter o tesão que eu já estava acumulando, por causa da descoberta eu ignorei por certo tempo mas aquela falta de sexo veio a cavalo na hora do banho, antes eu teria batido uma punheta gostosa, gozado no box e ido dormir, mas havia deixado a porta aberta para o Pedrinho não notar diferença no meu comportamento, quando baixei a cabeça para enxaguar meu saco, me vi com uma baita ereção, modéstia a parte, tenho um pênis grande, mede uns 22 cm sem mentiras, costumo aparar os meus pelos por todo o corpo então não tenho muitos pentelhos, meu saco é bem grande também, "pai foi mal, mas eu preciso mijar", levei um baita susto, meu filho entrou de supetão no banheiro me virei de costas pra ele na hora, mudei a temperatura para água fria, não sei se ele chegou a ver que eu tava com o caralho duro, disfarcei e fui lavando o cabelo, me virei discretamente pra ver se notava se ele havia visto, ele estava com o pinto pra fora mijando, não pude deixar de notar que ele como eu também tinha aparado os pentelhos deixando eles mais ralos, igual a mim, e por falar nisso, nossos membros são quase iguais, minha ereção ainda não havia baixado, ele ergueu a sunga, lavou as mãos e saiu do banheiro, quando meu pau baixou, eu me sequei voltei pro quarto vesti uma cueca e me deitei, não quis arriscar uma masturbação, ele podia flagrar, esperei outra oportunidade, como ontem deitamos de cueca ambos de lado e o Pedro virado de costas para mim, estávamos cansados então dormimos sem delongas. Eu tenho um sono muito leve, mas Pedro não sabe disso, de repente no meio da noite senti ele roçando a bunda de leve sobre a minha mala, acordei na hora, mas fui discreto pra ele não notar, eu estava com uma mega barraca armada, ele rosava a bunda sobre meu pau ereto, eu não sabia o que fazer, para não me arrepender do que faria na hora da surpresa, decidi fingir que estava dormindo, meu coração batia forte, mas não podia negar que a sensação era boa, um traseiro macio como aquele roçando no meu pau era gostoso, mas eu não parava de pensar no que aquilo representava, decidi dar um basta, respirei fundo, foi o suficiente para Pedro se assustar e recuar, o cansaço falou mais alto e eu peguei no sono de novo. No dia seguinte quando acordei Pedrinho ainda estava dormindo não conseguia parar de pensar no que tinha ocorrido, então me levantei, escovei os dentes, vesti uma calça, um par de tênis e uma camisa, peguei a minha caminhonete e fui circular a fazenda, estava tão nervoso que não consegui me focar na estrada, parei o carro, para não acabar batendo, desci uma ribanceira que dava em um córrego, eu gostava daquele lugar, o córrego tinha água cristalina, dava para ver a fazenda toda daquele ponto, decidi tomar um banho naquela água para pensar melhor, fazia isso direto quando estava sozinho na fazenda, então, desabotoei a camisa, tirei meus tênis, desafivelei a calça, tirei a cueca dobrei tudo e deixei em cima de uma pedra e fui entrando nu naquela água morna, depois de um tempo pensando, decidi, tenho certeza que o Pedro não vai conseguir mentir para a mãe dele por muito tempo, vai acabar abrindo o jogo, e apresentando o tal namorado, vou fingir que fiquei sabendo disso depois, aceitar, afinal não a nada a se fazer a respeito e não quero perder meu filho, e vou tentar esquecer o que aconteceu ontem na cama. Quando finalmente arrumo uma solução para aquela incógnita o silencio é rompido por um barulho de motor, olho para o alto da ribanceira e vejo meu filho, ele desce do carro e vem ao meu encontro, estava usando uma bermuda de tactel, chinelos, e uma camiseta amarrotada pendurada no ombro, chega até a beirada do riacho, "finalmente te achei pai, rodei a fazenda inteira", "fiquei sem sono Pedro, ai decidi vir pra cá e deu vontade de me molhar", "hum, a água tá boa ?", "tá sim filho", "que bom, vou me molhar também", na hora eu gelei, agora lembrando penso, eu podia ter dado tantas desculpas, "a água tá fria, você vai se resfriar", "eu já tava saindo", "esse pedaço de rio é perigoso" entre outras tantas, mas na hora só acenei com a cabeça. Quando me dei conta ele já estava tirando a roupa, jogou a camiseta de lado, tirou os chinelos, desabotoou a bermuda, deixou ela em cima da grama, ele abaixou a cueca, se esticou, e pude ver seu corpo todo, ele é o que chamam de saradão, não é um monstro de academia ridículo, mas é bem musculoso, tem pernas bem peludas e grossas como as minhas, tem até uma marca de nascença igual a que eu tenho, uma manchinha marrom na parte interna do braço esquerdo, barba rala, bunda grande e forte, super bronzeado, e quanto ao pinto, ele tem o pinto do mesmo tamanho que o meu, o saco também, ambos grandes, seus pentelhos são mais escuros, ele foi entrando devagar na água, mergulhou e veio nadando na minha direção, me encarando sério. "Pai o que está acontecendo ?", "Como assim ?", "não se fingi de desentendido, você tá estranho desde que eu cheguei, me fala", não podia escapar do confronto, então decidi tentar persuadi-lo, "é por causa da sua mãe, eu sinto muito a falta dela, eu a amo muito e me arrependo amargamente pelo que fiz", "sei, sente falta dela ou do sexo ?", me faltou ar quando ele disse aquilo, até ele percebeu meu tesão acumulado, quando me recompus revidei "olha aqui garoto, você pode ser maior de idade, pode ter se formado, mas deve respeito a mim e a sua mãe", "então pai, me olha nos olhos e diz que é mentira", ele sabia que eu nunca bateria dele, nunca fiz e nunca farei isso, "anda pai, mente pra mim dizendo que ontem quando você tomava banho, não tava de pau duro, morrendo de vontade de gozar, que teu saco já ta doendo de tanta porra que você quer largar, eu mesmo vi, você tá louco pra comer alguém", não conseguia reagir mas criei forças pra sair da água e caminhar até o carro, não ia conseguir mentir de novo, ele estava certo, nem punheta resolveria a vontade que eu tava de fuder, ele veio caminhando atras de mim, abri a porta do carro e fui procurando uma toalha, temi pela próxima frase do Pedro e ela veio certeira, "qual é pai ? ontem eu notei quando eu passei a bunda em você, tua rola tava berrando de tesão dentro da cueca, o que pai, tá afim de me comer ?", naquela hora beirei a um ataque cardíaco, apoiei as mãos na caminhonete, ele se aproximou mais de mim, ambos ainda estávamos completamente nus, e encharcados, ele acertou um tapão com a mão toda na minha bunda gritando "Fala !", juntei forças, levantei a mão e tentei dar um tapa certeiro em seu rosto, mas ele foi mais rápido segurando meu braço, jogou seu peso sobre mim me esmagando contra a caminhonete. Eu não conseguia fazer nem falar nada, ele passou a coxa peluda dele no meio das minhas pernas, e roçava ela contra meu pau e meu saco, sempre foi forte e num abraço conseguia limitar qualquer movimento meu, alias nem precisava, aquele momento por si só já havia tirado todas as minhas forças, seu rosto estava a milímetros do meu, sentia sua respiração forte, seus olhos me encaravam fundo, em poucos segundos meu pau, já estava latejando no meio das pernas dele, sentia seu pau também duro contra minha coxa, ele recuou e pude ver seu pau, exatamente do mesmo tamanho que o meu, mas a pele do pinto dele tinha uma cor mais escura, ele logo se encostou ao meu corpo, e começou a massagear o meu membro, meus braços já estavam soltos, podia tentar impedi-lo, mas o tesão falava mais alto, ele passava a mão no meu saco me masturbava, podia gozar já naquele instante, mas meu filho foi alem, ele se ajoelhou e abocanhou de uma vez o meu pau, arregalei os olhos e olhei para baixo seu olhar me fitava com um desejo que jamais havia visto nem na minha esposa, colocou a mão esquerda na minha bunda e empurrava meu corpo contra ele, com a direita ele se masturbava, não parava de me olhar, e eu não conseguia deixar de olha-lo, ele engolia meu cacete por completo, nunca nenhuma mulher havia conseguido engolir meu pau inteiro por causa do tamanho, ele fazia isso facilmente, chupava lambia beijava a cabeça do meu pau, lambia minha virilha, cheirava meus pentelhos, desceu até o meu saco, lambia, mordiscava, ia engolindo bola por bola, acariciava, apertava minha bunda. Quando notou que eu já não aguentava mais segurar e que iria gozar, ele se levantou, nem em filme pornô havia visto uma ereção tão vigorosa quanto a que ele tinha, ele agarrou minha cabeça, deixei a minha boca fechada, ele apertava a barriga contra meu pau duro, ele lambia meu rosto todo, beijava meus lábios cerrados, eu estava com os olhos fechado, quando involuntariamente abri a boca, ele sem pestanejar meteu a linguá dentro da minha boca, meu tesão era sobre-humano, ele começou a falar "me come vai pai, traça meu rabo, come meu cu, com força, me fode anda, soca tua rola em mim com força, você tá louco pra gozar, goza dentro de mim vai", ele foi de leve me sentando no banco traseiro da caminhonete, depois ele se sentou em cima de mim se segurou no "puta merda" da caminhonete, forçou a cu contra meu pau que já estava lubrificado com a sua saliva, até ser penetrado, senti que seu cu já havia sido fodido, mas ainda era muito apertado, meu tesão aumentou ainda mais, logo ele vibrava feito um doido em cima do meu pau, rebolava, dava metidas rápidas, e gritava e gemia como ninguém havia feito antes em cima da minha pica, "soca nesse cu, paizão gostoso, ai que pau, que pau, tesudo do caralho, ai que rola, dura, me rasga, arromba o meu cuzinho, me rasga, arregaça o cu desse seu filhinho", ele sentava no meu cacete com tanta força e tão rápido que já estava machucando meu pinto. Logo eu não aguentei gozei um jato de porra que saiu forte feito um tiro no cu do meu filho inundei ele de esperma, neste momento Pedro revirou os olhos, "esporrou né safado ?, agora é minha vez", dito isso ele sentou por completo em cima de mim, eu me deitei no assento da caminhonete, Pedro começou uma punheta, ele urrava de prazer, logo gozou tanto quanto eu em cima do meu peito, se inclinou e começou a lamber toda a porra que havia deixado até me limpar por completo, quando ele saiu de cima de mim, notei o meu pau com o gozo ainda escorrendo até as bolas, e o cu do meu filho também estava todo melado, ao ver meu pau daquele jeito, Pedro se pós a lamber e chupar até limpá-lo inteiro, quando terminou eu recobrei forças e me levantei minha ereção ainda não havia cessado, "ainda tá com tesão né pai ?", não podia negar, ele então pegou a minha mão me levou até a frente do carro se debruçou sobre o capô, "pode comer, esse cuzinho é todo seu paizão", antes de pensar com o minimo de razão que havia me restado, quando me dei conta já havia lhe penetrado novamente, apoiei meus pés no para-choque e comecei uma sessão de metidas naquele rabo, "isso pai com força, assim paizão seu cavalo pauzudo fode com tudo", coloquei as mãos no vidro do carro e atendi ao seu pedido, soquei a rola nele o mais forte que pude como nunca fiz em mulher nenhuma nem nas putas do bordel, não demorou e eu fiquei com vontade de gozar, tirei o pau do cu dele e finalizei o orgasmo, esporrando com tudo nas costas dele, meu esperma reluzia nas costas bronzeadas e quentes do Pedrinho. Depois dele me chupar mais algumas vezes fomos tomar banho no rio, nem nos preocupamos em nos vestir, entramos no carro pelados mesmo, voltamos para sede, e transamos inúmeras vezes na minha cama, o Pedro é muito safado, sabe como dar prazer para um homem, "porra pai, teu tesão não acaba não é ?", "cala a boca seu putão, quando o fim de semana acabar você não vai nem conseguir sentar", meu filho está sempre disposto a dar, nunca me nega uma trepada, ele me confessou que não ia contar para a mãe dele que é gay, contei a ele que eu e a Joana já sabíamos da verdade e que o aceitávamos, depois ele contou que o final de semana aqui era só um pretexto para me dizer que era gay, pois confia mais em mim do que na mãe, mas acabou que pode realizar o desejo que tem desde a infância dar para mim, antes de ir ele pegou minha cueca e disse que queria se masturbar toda noite sentindo o cheiro do meu saco, e disse que a partir de agora, toda a vez que tiver tempo vai vir para cá para eu dar um trato nele. Já deixou avisado que volta na semana que vem ; )

terça-feira, 9 de abril de 2013