segunda-feira, 17 de abril de 2023

Fiz meinha com dois moleques, esporramos na pera e o último a gozar teve que comer tudo

Antes de começar, já aviso que não é um conto curtinho. Se você só quer gozar, virar pro lado e dormir, recomendo nem perder tempo lendo. O título já diz tudo que acontece aqui. Tá avisado, sem mimimi. ;) Meu nome é Eric, atualmente tenho 35 anos, sou casado com mulher, me considero heterossexual, mas preciso confessar que já tive uma experiência com outro cara quando era mais novo, na época de adolescente. Comi a primeira bucetinha aos 16 anos de idade, quando tive uma namoradinha de escola, e minha mãe descobriu um ano depois. No início ela reclamou bastante porque pensou mais nas consequências e se preocupou com a possibilidade de eu ser pai cedo demais, só que meu relacionamento foi durando e a coroa acabou optando por conversar com a gente e estabelecer limites: falou sobre o uso de preservativos, anticoncepcional, fez visitas com a minha mina ao ginecologista periodicamente, e por aí vai. Assim, eu completei 17 anos e tinha a liberdade de trepar sem problemas no meu quarto em casa, com o consentimento dos nossos pais e zero segredos entre as famílias minha e da minha namorada. Aos 18 eu já tinha o corpo em desenvolvimento, a barriga chapadinha, mas sem tanquinho ainda, apenas a descidinha famosa que as minas adoravam manjar na minha cintura. Tava ficando braçudinho, o peitoral inchado e marcado nas camisetas sem manga, cabelinho na régua, pele negra, sorriso de cafajeste e calçando 44, apesar de ter apenas 1.75m naquela época. Crescer tava me dando o gostinho da liberdade, comecei a ficar putão demais depois que passei a foder e achei melhor terminar meu namoro pra não fazer a mina sofrer. Paralelo a isso, lembro que jogava futebol e treinava com os moleques da minha rua no muay thai algumas vezes por semana e entre eles tinha o Henry e o Pedro Ivo. - Vai, Eric, arrebenta! Aplica! – foi o Henry que gritou na beira do tatame. - Henry, seu viado, tu tá torcendo pra quem!? – embolado comigo no chão, o Pedro Ivo apelou e tentou forçar a sola do pé na minha cara, mas eu desviei o rosto. – Aff, Eric, aí não vale, porra! - Tá de sacanagem, Pedro Ivo?! Tu que mete o pezão na minha fuça e meu aperto que não vale? Num fode, rapá, hahahahaha! Quero ver sair, cadê?! - Grrrr! – preso na minha chave de perna, o magrelo tentou outra vez pisar no meu rosto, porém continuei desviando e isso o deixou maluco. – VAI SE FODER, MANO! ME SOLTA, ERIC! - PEDE ARREGO, CUZÃO! BAHAHAHAHAHA! - VAI, ERIC! – Henry continuou botando gás no nosso entrave físico. – AMASSA! - CARALHO, HENRY, VAI SE FODER! – invocado, o Pedro Ivo se debateu entre as minhas pernas, não resistiu e bateu três vezes no chão. – Chega, eu quero arrego! Me solta logo, Eric! - Aí sim, porra! Hahahahahah! Meu frango. Assim que eu soltei meu amigo magrinho, ele nem ficou de pé e pulou com tudo pra cima do nosso outro colega que estava na beira do tatame. Acelerado e raivoso, o Pedro Ivo caiu por cima do Henry, eles rolaram no chão do ginásio e começaram a se pegar na maior rivalidade. Melhor dizendo, o Pedro Ivo dominou o Henry com a maior facilidade, colocou o moleque de bruços e deitou por cima dele. - Quem é que manda agora, ein, frutinha?! - Ainn, Pedro Ivo, paran... Você é magrelo, mas pesa, tá? - “Ainn, Pedro Ivo, paran...”. – debochou. – Mas é um viadinho indefeso mesmo, né não? Fala tu, Eric? - Para de zoar o cara, irmão. Deixa o Henry, tu tá ligado que ele não manja de luta que nem a gente. – pedi. – Vai acabar machucando de verdade. - Ah, pronto! Mereço. Agora o maridão vai defender a esposinha, é? Vão tomar no cu vocês dois, seus cuzão! - Pedro Ivo... – fechei a mão, pisei firme no chão e olhei pra ele com cara de puto. - Qual foi, otário? – ele cruzou os braços, andou até onde eu estava e parou na minha frente. – Vai fazer o quê, seu merdinha!? Tá pensando que é quem?! Ainda deitado no tatame, o Henry olhou pra gente, fez cara de assustado e engoliu a seco a tensão explosiva entre nós. Um movimento em falso e a pancadaria ia estourar intensa ali, acho que por isso ele ficou tão perplexo quando viu eu e o Pedro Ivo cara a cara um com o outro. A fervura cresceu, o tempo parou, e aí... - BAHAHAHAHAHAHA! Até parece. – não segurei o riso. - AUHAUHAUHAU! Otário! Ri mesmo, puto! – Pedro Ivo também não. - EHEHEUEEHEH! Vocês são foda, cara. Por um segundo eu achei que ia rolar fight mesmo. – o Henry suspirou. Foi aí que o magrelo olhou pro nosso colega na beira do tatame e pulou novamente pra cima dele, tornando a deitá-lo de bruços e a dominá-lo com o corpo colado. Ainda aplicou um mata-leão de leve, firmando os pés no chão pra se engatar com gosto no físico do Henry. - Tá rindo de quê, viado? Tá pensando que eu acabei contigo, tá? Viaja não, pô. – grunhiu na orelha do novinho. - Aff, Pedro Ivo... Você gosta de ficar em cima de mim, né? Nunca vi isso. - Claro, porra! Tu ainda não se ligou que é meu viadinho? Minha mulinha? Hehehehehehe! – aí usou as mãos na blusa do mais novo pra fingir que eram rédeas. – Se tu é viado, tu tem que me obedecer, Henry, não adianta fugir. Tu não é viado? - Quem falou? - Ué, tô montado na tua bunda e tu não faz nada, caralho. Ó só? – exaltado, Pedro Ivo suspendeu um pouco o corpo suado e dessa vez fez questão de encaixar o volume da pica no morro da bunda do nosso amigo, me deixando muito sem graça pela cena. – E agora, vai sair não? - Hahahahahaha! Você bota o pau na minha bunda e acha que só eu que sou o viado, é sério isso? Tenho que rir da sua cara, moleque, na moral. – Henry não deixou barato e caiu na risada, tirando o magrinho do sério. - Aff, vai tomar no teu cu! Tá vendo porque não dá pra brincar com viado? Não fode, rapá. – aí sim o irritadinho saiu de cima, andou na direção da saída e deu o dedo do meio pra gente antes de sair. – Vejo vocês no futebol mais tarde, otários! - Até. – falei e caminhei até onde o Henry estava deitado no chão. - Valeu, Pedro Ivo. – o novinho também se despediu de longe e acenou. Parei diante dele, estiquei a mão, ele segurou, se apoiou em mim e se pôs de pé, usando a outra mão pra limpar a poeira do próprio short. Entre os risos, o ruivo me olhou, não escondeu a graça e foi como se soubesse que eu estava prestes a dizer algo. - Henry... Olha só, cara, eu sei que essa parada não é da minha conta, mas... – nem soube como começar o papo, mas mesmo assim fomos andando em direção ao vestiário. – Será que eu posso te fazer uma pergunta? Com todo respeito, como amigo mesmo. - Hmmm, pera. Já sei. Você também vai perguntar se eu sou viado só porque eu deixo o Pedro Ivo fazer essas brincadeiras comigo, acertei? - Nah, eu seria muito previsível se mandasse uma dessa. Hahahahaha! Te conheço, pô, não preciso disso. – eu estava sem camisa, então tirei o short de treino e fiquei só de cueca na frente dele. – Minha dúvida é outra. - O que você quer perguntar, Eric? – o moleque me viu ficando só de boxer e virou o rosto rápido, como se não quisesse ser visto. - Tu não acha que tá na hora de dar um basta nessas putarias do Pedro Ivo? – fui sincero. – Esse maluco não para de te perturbar e dá pra ver na tua cara que tu não aguenta mais. Por que não manda a real logo? - Eric... – ele pensou um pouco, ficou vermelho e não me respondeu. Algumas respostas vêm no silêncio, nem todas precisam ser verbalizadas. Não precisamos conversar depois disso e o mais importante é que fiquei com essa resposta do Henry na cabeça. A resposta quieta e que também é chave pra entender o porquê de muitas coisas que acontecem na história que eu tô contando agora. Se você gosta de detalhes cruciais, guarde essa informação na mente: o Henry não precisou me dizer que gostava do Pedro Ivo e que amava suas brincadeiras indecentes, por mais ridículas que fossem. E contar da nossa relação na adolescência é falar necessariamente sobre como as zoações bobas do Pedro Ivo com o ruivo mudaram nossos laços pra sempre. Antes de falar das zoações do meu colega, preciso primeiro descrevê-lo. O Pedro Ivo é um dos meus amigos mais antigos e a gente se conhece e se fala até hoje. Naquela época de adolescência ele morava algumas casas depois da minha, era magrinho daqueles definidos, a pele retinta e mais preta que a minha, no mesmo estilo de cabelinho curto e cortado disfarçado. O corpo do Pedro Ivo era mais magro e pontudo nas extremidades, como se ele fosse ossudo: as clavículas, os ombros, a cintura, seus pés e até as mãos eram bem destacados no físico. Além disso, ele era um pouco mais alto que eu e muito mais abusado, marrentinho e foguento. Por exemplo, nas vezes em que conversávamos sobre as minas que pegávamos, ele sempre dizia que já tinha comido várias, mas eu conhecia a maioria delas e sabia que o moleque era muito caozeiro, adorava inventar mentiras. - Ah, para de caô, Pedro Ivo. Aposto que tu só deve ter botado pra mamar e olhe lá, até parece que comeu. – zoei uma certa vez. - Tá me gastando, filho da puta!? Aquela dali eu zoneei, porra! Meti pica até não aguentar mais, deixei as perna dela bamba, pô! – ele insistiu e, irritado como sempre, segurou no volume da pica no short como se quisesse confirmar o que disse. Vi o exato momento em que, acuado no meio de nós, o Henry percebeu a pegada que o Pedro Ivo deu no pau, ficou com o rosto vermelho e não soube pra onde olhar, porém eu não falei nada a respeito. Como disse, algumas coisas não precisavam ser ditas. Foi nessa mesma noite, sozinhos e tomando Ice no chão do meu quarto, que o magrelo sentou na minha cama, esperou o Henry virar de costas e o puxou pra cair em seu colo, com a bunda sentada exatamente no malote. - Vem cá, viado, senta aqui pro teu marido. Hehehehehehe! - Porra, Pedro Ivo! Começou com essa mania, é? - Para que eu sei que tu gosta, putinho! Já não dei o papo que tem que agradar teu macho, ô sua puta? – Pedro Ivo deu dois tapinhas no rosto gordo do ruivo e o mordeu no ombro. – Fffff, isso, assim. Fica comportadinha no meu colo, senão não te dou teu prêmio. Tá vendo, Eric? Viado é assim, nós tem que adestrar igual cachorra mesmo. Heheheeheeh, sssss! O filho da puta ainda mexeu com o quadril pros lados, mesmo sentado na minha cama, dando uma rebolada que fez o Henry gemer e revirar os olhos. Só eu vi essa cena porque estava de frente pra eles, ou seja, eu e o novinho trocamos olhares e novamente eu percebi do que o safado era feito. Tava na cara que ele adorava as zoações, por mais que às vezes tivesse que reagir e fingir que não, porque era assim que mantinha Pedro Ivo o zoando sempre. A gente se olhou, ele lambeu os beiços, riu pra mim e, de uma hora pra outra, fechou a cara e bateu nas mãos do magrelo. - Sai de mim, seu viado do caralho! Depois diz que eu que sou gay, né? Fica aí se roçando em mim, a lá. – apontou pro meio das pernas do Pedro Ivo, viu o volume da rola marcando e segurou o riso cínico. – Tá até de pau duro que eu senti, nem esconde, arrombado! Behehehehehe! - Ih, duvido, irmão! Tá doido!? Isso aqui é porque eu sou pirocudo mesmo, porra, viaja não. – o moleque abusado segurou o malote com a mão, deu uma pegada pesada e ficou rindo. - Pirocudo!? Ah, mas essa eu duvido! Você tem 18 anos de idade, garoto, tá de sacanagem?! – Henry provocou. - 18 de idade e 19 de pica, viado, tu não faz ideia da marreta cabeçuda! HAHAHAHAAHA! - AH, TÁ! ATÉ PARECE, PEDRO IVO! Tá ouvindo isso, Eric!? Vamo gargalhar desse trouxa, HAHAHAUAHA! - Ri mesmo, pô! Tu só vai acreditar no dia que eu botar a chapuleta da minha pica na tua goela e jogar meu leite lá na tua garganta, seu cheira rola do caralho! Tu vai ver só se não vou fazer isso. – o cretino falou e não parava de pegar na bagagem da rola marcada no short fino, toda hora amassando, mexendo, apertando e tudo mais. - Vai se foder, cuzão! Me respeita, tá pensando que eu sou tuas amiguinha piranha, é!? Tomar nesse teu cu, porra! – foi a primeira vez que vi o Henry reagindo agressivamente e tentando dar socos no braço do magrinho, mas mesmo assim eu consegui perceber que era tudo encenação da parte dele, porque o que o safado queria mesmo era que tudo que o Pedro Ivo disse acontecesse. Eu aprendi a ficar mais quieto diante das interações dos dois depois que entendi qual era a deles. Na minha opinião, virou questão de tempo ou de oportunidade até o Pedro Ivo de fato comer o Henry ou pelo menos botá-lo pra mamar. Aliás, não sei nem como isso ainda não havia acontecido, pra ser sincero. Ou será que aconteceu e eu que não soube de nada? Já pensou? Não sei dizer... O que sei dizer é que, à medida que estávamos os três juntos, as zoações ficavam cada vez menos com cara de brincadeiras entre amigos, chegando em níveis em que eu até me sentia um voyeur diante de tanta sacanagem mútua. Antes de prosseguir, preciso falar do Henry. O Henry era bem diferente de nós, acho que a única coisa que ele tinha em comum era a faixa etária, já que nem na mesma rua morávamos. Seu corpo era o mais gordo e rechonchudo entre nós. Seus pelos e cabelo eram ruivos alaranjados, os olhos claros, várias sardas no rosto de bobinho, aparelho nos dentes, bigodinho e barbichinha curtos, óculos e carinha de nerdão, apesar de jogar futebol com a gente e de assistir aos nossos treinos de muay thai. Não rotulando, é claro. A grande diferença entre nós três era também outro dos motores dessa história: o fato de eu poder fazer sexo na minha própria casa e eles dois não. Porque a realidade é que, tendo oportunidade, cedo ou tarde o adolescente experimenta o sexo. Não tô falando do sexo com adultos, mas sim da descoberta sexual que acontece na adolescência, tipo nas noites de festinha do pijama, nos papinhos de vestiário masculino e nas trocas de zoações típicas da juventude. Quem nunca ouviu falar das rodas de meinha pra ver quem goza mais? Quem cresceu sem nunca medir ou comparar o pau com os amigos? Nem precisava ser na presença deles, bastava existir a conversinha de “ah, o meu é maior” ou então o “porra, é porque tu ainda não viu o meu”. Levando tudo isso em conta, o fato de eu poder fazer sexo na minha própria casa e eles dois não, acabou tendo total peso no desenrolar da nossa amizade, pois vira e mexe a gente se reunia no meu quarto pra beber Ice e era aí que as brincadeiras entre eles ficavam muito mais intensas. - Argh, agora eu vou deitar aqui, como? – Pedro Ivo ajeitou a rola dentro do short fino, botou de lado, preparou o corpo e deitou por cima do Henry no chão do meu quarto, o ruivo de bruços. – Posso, viado, ou tu vai me expulsar? - Se eu disser que não você vai desistir de roçar esse pau em mim? - Ainda bem que tu já tá ligado que não, behhehehehe! – ainda mexeu o quadril pra ficar com a pica encaixada certinha no rego do nosso colega. - Caralho, tu passa do limite, né, moleque? – gastei o magrelo. – Vai arranjar uma mina pra comer, porra. - Ih, qual foi, paizão?! Tu acha que esse viado não se amarra em sentir minha pica, não? Isso daqui é viado, mermão, é assim que nós trata. Hehehehehehe! Sem dizer nada, o gordinho me olhou e apenas riu, muito confortável e à vontade com a situação. Enfim, continuei na minha, a gente prosseguiu jogando videogame e eles continuaram naquela posição, um nem aí pro outro, muito embora o Pedro Ivo a todo momento parasse pra ajeitar o cacete nos cornos do Henry. Quando o magrinho levantou pela primeira vez pra ir ao banheiro, não teve como esconder a protuberância do chicote estalando no meio das pernas, aí foi mijar e nos deixou a sós por alguns minutos. A primeira coisa que o ruivo fez quando ficamos sozinhos foi me olhar e rir, ciente de que eu realmente era voyeur de tudo aquilo. - Mano, na moral... – comecei, mas ele me interrompeu. - Que foi? - Sério, Henry? Eu te entendo, mas porra... - Entende o quê, Eric? - Cara... Tu vai se fazer de fingido, sério? - Como assim?! – ele arregalou os olhos. – Não tô ligado no que você tá dizendo, sério mesmo, Eric. Me explica, fala. - Ah, é? Então tá bom. – fiquei quieto. – Vou fingir que não tô vendo. - Não tá vendo o quê? - Nada, Henry. Nada não. – calei a boca. O Pedro Ivo voltou do banheiro, ajeitou mais uma vez a rola no short, se preparou pra deitar em seu lugar de sempre, que era por cima do lombo do gordinho, mas foi nesse momento que o ruivo mudou de posição, ficou sentado e isso acabou com os planos que o magrelo tinha que ficar sarrando na portinha do cu dele. Eu quis rir da situação, confesso, mas a cara fechada do Henry me impediu de dar risadas, e o pior é que fiquei confuso e não entendi nada de nada. Será que foi o meu comentário que fez isso? Porque na minha mente já tava explícito que o novinho era viado mesmo e que estava curtindo as sacanagens com o Pedro Ivo, então por que recusou e se fez de difícil ali no meu quarto? - Ih a lá! Vai me deixar na mão, viado? - Tá pensando que eu sou tua putinha, é? - E não é, Henry? Se não é minha puta é o que minha? Amiga? Amiga de cu é rola, porra, tá dizendo não pra mim! - Tô. Sossega. Respeita o quarto do Eric. – e olhou pra mim com os olhos claros. Meio puto, o Pedro Ivo me olhou, não entendeu o que tinha rolado enquanto foi no banheiro, mas eu também dei a mínima e foquei minha atenção no videogame, olhando pra tela da TV e vendo o jogo rolar. - Ah, é? Então tá bom, foda-se. – eis que o magrinho foi no console, desligou no botão, cruzou os braços e encarou a gente. - SURTOU, DOENTE!? - QUAL FOI, ARROMBADO?! - Já que eu não vou sarrar no meu viado, o jeito é tu botar um pornozão aí pra gente ver, Eric. Não vou ficar galudão à toa, não, bora. Liga essa porra aí e mete uma putaria, vai logo. - Tá de sacanagem, Pedro Ivo?! Tu é um filho da puta, sabia? - Pois é, cretino! Mó esforço pra passar de fase e você desliga o bagulho. - Foda-se, foda-se, foda-se muito. – descontente, o próprio marrento começou a mexer nas minhas gavetas e encontrou um DVD de sexo com rabudas. – Ah, é isso mesmo que eu quero! Ignorou a gente, trancou a porta do quarto, coloco o disco no aparelho, abaixou o volume da TV e sentou animado no chão entre nós, esfregando as mãos como se fosse comer a qualquer momento. Demorei alguns minutos até acreditar que aquilo realmente estava acontecendo, quando dei por mim já tava rolando mais de cinco minutos de cena com uma loira cavaluda quicando muito com a xota num caralho GG. - Vai dizer que eu não acertei quando botei esse pornô? Ó pra isso, irmão! - Caralho, mó rabão... – tive que admitir. - Tu ainda não tinha visto essa, não, paizão? - Pior que não. - Aí, tá vendo? Bagulho é doido, heheheheheh! - Mó rabuda do caralho mesmo. – até o Henry falou. - Não é, viado? – Pedro Ivo reagiu minimamente ao comentário. Pensei que o fogo entre eles fosse explodir por causa do filme pornô, mas até que não, cada um ficou na sua e os ânimos se acalmaram. Duramos uns dez minutos de cena, a loira rabuda passou a dar o cu em vez da xereca e aí o Pedro Ivo foi o primeiro a se soltar mais do que deveria. - Qual vai ser, vocês vão ficar muito sem graça se eu botar a pica pra fora e bater um punhetão aqui? – apertou o malote e me olhou, pedindo minha permissão de dono do quarto. - Porra, eu também tô ficando galudo com essa parada, ein? – amassei minha rola no short - E tu, Henry? Vai correr ou vai gamar? Hahahahahaha! - Vou ficar com vergonha, mas- - Ah, vai tomar no cu! Logo tu vai ficar com vergonha? Toma várias sarradas minhas e não fica tímido, agora quer meter essa? Se foder, viado do caralho! Por isso que eu falo que essa geração leite com pera não tá com nada, tem mais é que se ferrar mesmo. Antigamente não era assim. - Ah, pronto! Falou o mais velho de todos, hehhehehe! – o ruivo provocou. - Papo reto, otário! Pelas histórias que eu escuto, antigamente não tinha tanta frescura pra dar uma aliviada com os parceiros. - Aliviada com os parceiros, Pedro Ivo? Que porra é essa, agora tu é viado assumido, é? – foi minha vez de zoar. - Que mané viado assumido, filho da puta! Será que vocês nunca ouviram falar de meinha? Punhetão em grupo? Papo reto!? Silêncio no quarto. Revoltado, o moleque marrento respirou fundo, destrancou a porta, saiu apressado e não pareceu que ia voltar. Eu e Henry nos olhamos, não entendemos nada do que ocorreu, mas logo o Pedro Ivo voltou, tornou a trancar a porta e dessa vez trouxe uma pera pra dentro do meu quarto. - Que merda é essa, moleque? – fiquei curioso. - Isso aqui? – ele mostrou a pera e sorriu cínico. – Isso daqui, meu parceiro, é a prova de que essa geração, como o próprio nome diz, é a mais leite com pera que existe. - Como assim, Pedro Ivo? - Como assim? – repetiu. – Assim, ó. Destemido, o filho da puta fez duas coisas: primeiro, Pedro Ivo colocou a pera na nossa frente e bem no meio entre nós três; depois, o desgraçado simplesmente abaixou o short e exibiu a piroca longa, de espessura média, preta e da cabeça meio rosada. Gargalhando, o pilantra ainda mexeu a cintura pros lados e deixou a cobra rebater nas pernas, nem aí pra mais nada e super à vontade no meu quarto. - Mano, tu fumou, é!? Que porra que tu tá fazendo? - Puta que pariu, Pedro Ivo! – até o Henry reagiu, apesar de não tirar os olhos da chibata do magrelo, tampouco da pentelhada. - Eu procurei biscoito, mas não achei. – ele finalmente começou a explicar. – Antigamente era com biscoito, hoje em dia dá pra fazer com essa pera. A parada é a seguinte: o último a gozar tem que comer. - Só isso? Nada de mais. - Ah, esqueci de falar o principal: todo mundo tem que gozar na pera, e aí sim o último come. Qual vai ser? Eu gelei na mesma hora e o não veio rápido na boca. - Tu só pode tá despirocado das ideias mesmo, mano, né possível. - Ah, para de caô, porra! Tá com medo de uma zoação dessas, Eric? - Zoação, seu otário!? Vem cá, se tu for o último a gozar, tu por acaso vai comer a pera toda esporrada do meu leite!? - Mas é aí que tá, paizão, eu não vou ser o último a gozar. A competição é pra quem confia no próprio taco, pô, só quem se garante. E aí, vão arregar e provar que essa geração é leite com pera? – segurou outra vez a fruta e ficou rindo da ironia do leite. – Behehehehehe, agora eu quero ver quem é homem e quem é rato, Henry. - Duvido, Pedro Ivo! É lógico que eu topo, nunca perderia uma oportunidade de te ver engolindo meu leite, cuzão! Hahahahahaha! – o gordo não deixou barato, abaixou o short e mostrou a rola curta, branca, lisa e grossa - Caralho, isso só pode ser piada, fala sério. – reclamei na mesma hora. - Bora, paizão! Para de frescura que só falta tu. Até o viado do Henry topou a brincadeira, porque geral tá ligado que ele é doido pra comer meu mingau, né não, meu viado? Hahahahahaha! – fez a pergunta e fingiu que ia esbarrar com a pica meia bomba no ruivo. - Até parece! Se prepara, porque hoje você vai sair daqui de barriga cheia. – o novinho avisou e começou a se masturbar na nossa frente, sem medo ou receio. – Sssssss! - Vamo vê então, otário! Ffffff! – Pedro Ivo fez a mesma coisa, agarrou a jeba com a mão e acelerou na punheta babada. – Ooorrrsss! Cadê, Eric, tu vai ficar aí parado mesmo?! Vai ser o último e vai ter que comer nossa porra, seu viadinho do caralho, é isso que tu quer, né? Hahahahahaha, mmmmsss! - Puta que pariu, seu bando de viado... Não acredito que tô topando isso. – apertei meu malote no short, já tava com tesão por causa do pornô mesmo, então abaixei a roupa e botei o documento pra fora também. – Já que é assim... Boa sorte pra quem for tomar meu leite, hehehehehe! Segurei a calabresa, agarrei o freio e comecei a lascar um punhetão bem batido na minha pica gorda. Acho que era um pouco menos longa do que a do Pedro Ivo, porém mais grossa, então não me senti muito pra trás, caguei pras impressões e só pensei que tinha que gozar o mais rápido possível, até porque não tinha a menor intenção de provar sêmen de outro cara, principalmente dos meus amigos. - Sssssss, aaaarrssss! Pior que eu tô uns dias sem tocar uma, vou gozar pra caralho, hehehehee! – o magrelo avisou. - Duvido, moleque! Deve ter nem pentelho, seu merdinha. Mmmmsss! – Henry implicou e também acelerou nas mãozadas. – Hmmmmmfff, delícia! - Tá me gastando, cuzão?! Isso aqui é o quê então? – puto, o marrento passou a mão na pentelhada cheia, segurou o sacão e aumentou a velocidade da masturbação, ficando na ponta dos pés e fazendo aquele barulho de pele estalando. – OOORRSSS, FFFF! - Uurrsssss, aarrffff! Tesão do caralho, ein? – tive que dizer, acho que por estarmos ali na maior adrenalina de fazer algo escondido. - Falei que a competição era boa, cria. Sssssss! - Tô vendo, hehehehe! OOORRFF! – comecei a suar, cresci na largura da vara e o babão também foi saindo e me ajudando a deslizar um pouco mais. Ficamos uns três ou quatro minutos nessa fritação de caralho, cada um no seu, os três de frente um pro outro e formando um triângulo de punheta, com as cabeças quase se colando. Do meu ponto de visão e olhando pra baixo, só dava pra ver nossos paus e nossos pés alinhados, todos em formatos e moldes diferentes. Com o auge do tesão, o avanço da masturbação e o aumento da ereção, chegamos no ponto de bala e foi como se as três rolas tivessem mudado de cara quando isso aconteceu. A do Pedro Ivo, por exemplo, ficou mais torta do que já era, com a chapoca muito inchada e saindo do rosa pro roxo, pra não falar da extensão maior do que antes. A minha não ficou pra trás, bojuda, bombadona e meus pentelhos aparados. Henry também não cedeu e envergou o pau branco, circuncidado e grossinho, apressado pra não ser o último. - UUUURRFFFF, CARALHO! Sssss! Tô batendo tão rápido que a piroca até secou, ó? – Pedro Ivo apontou o caralho na direção do gordinho, sacudiu e pediu ajuda. – Dá uma cuspida aqui pra mim, vai, meu viado? - Tá falando sério? - É só uma cuspida, pô, tem nada de mais. - Hmmm, ok. – abaixou, preparou a saliva e lançou o cuspe certeiro na cabeça da caceta do magrinho, que logo voltou a se masturbar apressado. – Vê se tá bom. - AAARRSSS, PUTA MERDA! Aí sim, garotão, quentinho! Mmmssss! Ver essa intimidade me deixou muito ereto, não posso mentir. Meu caralho parece que dobrou de tamanho, um tesão descomunal tomou conta de mim e, sem eu precisar pedir, o Henry se abaixou na minha frente e fez a mesma coisa que havia feito com o marrento, cuspindo no meio da minha punheta. A quentura foi inegável, o deslizar mais ainda, meus mamilos endureceram na hora e eu cheguei a contorcer os dedos dos pés de tanto prazer. Suei frio, revirei os olhos, fiquei arrepiado e o gozo veio de lá de longe, muito guiado pela sensação lubrificante e calorosa fornecida pela saliva do ruivo. - OOOORRSSSS! Vou leitar, maluco! SSSSS, PUTA MERDA! - Caralho, mané, vai gozar por causa da baba do viado, é!? Hahahahaha! - OOORRFFFF, É AGORA! SSSSS! - Na pera, na pera, filho da puta! – Pedro Ivo mandou. Mirei na fruta na minha frente, segurei o máximo que pude até que TEI! Comecei a lascar e vazar muito jatos de mingau quente, fresco e concentrado, tudo diretamente das minhas bolas, que se agitaram no saco conforme ejaculei. - HMMMMSSSS, CARALHO! Ffffffff! – mais de sete disparos de sêmen cobriram a pera como se fosse um creme de leite condensado. Ou eu deveria dizer leite condensaco? Péssima, né? Enfim, fiquei mortão depois da gozada, caí pra trás na minha cama e, suadaço, fiquei olhando pra fruta na minha frente e analisando o que tinha acabado de fazer, ainda sem acreditar que me livrei do fardo de ter que comer aquela porra e me alimentar da genética dos meus dois colegas. Foi assim que voltei a mim mesmo e reparei que o verdadeiro espetáculo havia começado só agora, com o duelo final entre o Pedro Ivo e o Henry, um batendo punheta de frente pro outro pra ver quem ia terminar primeiro e escapar da missão de comer leite do restante. - SSSSSS, JÁ ERA, VIADO! VOU GOZAR TAMBÉM, HAHAHAHAHA! - Caô!? – o novinho se desesperou nesse momento. – Mentira!? - Agora, porra! Ó o leite que tu vai ter que tomar, ó? OOORRFFF! – mirou na pera, esperou dois segundos e disparou a gala cremosa, líquida, muito esbranquiçada e ao mesmo tempo transparente, totalizando mais de oito balas de sêmen escorrendo por cima da fruta. – AAARRFFFF, QUE DELÍCIA! HEHEHEEHEH! SSSSSS! Foi a primeira vez que vi alguém gozando e gargalhando ao mesmo tempo, esse foi o Pedro Ivo orgulhoso e satisfeito pela ejaculação. E o sorriso no rosto, então? Largo, de uma orelha à outra. Por alguns minutos eu achei que a gente tava fazendo putaria com uma mina ao invés de ser o Henry, porque as caras e bocas de felicidade que o magrinho marrento fez eram as mais sinceras possíveis. Dava pra ver que ele tinha o maior prazer em gerar aquela sacanagem no meu quarto, principalmente no momento de pegar a pera gozada sem medo e levar ao rosto do ruivo. - Bora, abre a boca. – mandou. - Mano, você tá falando sério mesmo!? – o gordinho não acreditou. - LÓGICO! HAHAAHHAUAH! Tu tá ligado na regra, Henry, não vai dar pra trás agora. Anda, abre logo o bocão que eu vou de aviãozinho contigo, hehehehehe! – e fez o avião como se realmente quisesse alimentar nosso amigo. – Tu não foi homem de topar o desafio? Agora tem que ser macho pra cumprir com a tua palavra, porra! Abre a boca, viado! Sem saber como reagir, o Henry olhou pra mim pra ver qual seria a minha reação e esperou por uma fala. Pensei rápido, não consegui discordar do Pedro Ivo e conciliei todas aquelas circunstâncias no que preparei pra dizer. - Bom, não sei se isso te deixa mais aliviado, cria, mas eu como abacaxi pra caralho, então pelo menos o meu leite eu tô ligado que é doce. Experimenta só? – posso ter parecido putão, mas garanto que minha intenção foi deixa-lo mais tranquilo sobre o que estava prestes a fazer, isso sem estragar as regras da meinha. - Cara... – ele pensou antes de tomar sua decisão. – Vocês juram pela nossa amizade que nunca vai sair daqui? - Prometo. – fui sincero. - Eu também! – o marrento até botou a mão no peito pra jurar. - Na boa, se alguém descobrir que eu fiz isso vou ficar mordido com vocês dois, tão ouvindo? Eu nunca fiz esse tipo de coisa na minha vida, vou fazer agora pela primeira vez porque perdi a brincadeira e aceito as regras, ouviram bem? - Sim, sim. Se fosse com a gente, a gente também faria isso, né, Eric? – Pedro Ivo tentou jogar pra cima de mim e riu de deboche, porque sabia bem que nunca faríamos aquilo em nossas vidas. – Fala tu, irmão? - Henry, come logo essa porra e para de enrolar. – dei a ordem e acho que algo dentro de mim precisava muito ver a cena do sem vergonha comendo meu leite. – Bora, enfia essa pera na boca. - Tá falando sério mesmo, Eric? - Eu tô rindo? Ele viu minha cara fechada, respirou fundo, encarou a pera e adivinha só? Um mordidão na minha gala escorrendo, com direito a lambida nas gotas grossas que tavam pingando, uma mastigada na parte onde o Pedro Ivo tinha esfregado a cabeça da piroca quando gozou e até uma chupada de dedos melados de sêmen. O Henry falou, falou, falou pra caralho, mas ENCHEU O BOCÃO no meu leite e no leite do saco do magrelo abusado, e fez isso de um jeito tão satisfatório e guloso que eu tinha acabado de gozar e já fiquei galudo de novo. Papo reto, piroca subiu, entortou na frente deles e nenhum dos dois entendeu o que tava acontecendo comigo, só que nem precisaram entender, porque, com poucos minutos daquela cena, o meu parceiro começou a pular de gozação e não calou mais a boca. - IAAAAAA, CARALHO! EU SABIA! SABIA QUE TU GOSTAVA DA FRUTA, HENRY! BAHAHAHAHAHAA! - Vai tomar no cu, seu filho da puta! – o mais novo teve dificuldade pra falar de boca cheia e grudenta. - Geração leite com pera da porra, não tô dizendo!? AUHAUHAUHA! Tu vai lembrar dessa cena pra sempre, viado, papo reto! Tá vendo isso, Eric!? Tá vendo isso, paizão!? – fora de si, ele veio pulando pro meu lado, ganchou no meu pescoço e ficamos juntos admirando o visual do nosso colega se deliciando com a sobremesa feita por nós. O mais impressionante foi ver sua língua ficando branca conforme ele devorava a pera e também as pontes de gala que se formaram entre seus dentes, a língua e o céu da boca, bem como o cheiro forte de água sanitária que se acumulou no rosto e nos lábios brancos do gordinho. E o que dizer da gala sendo mastigada, virando papinha e fazendo espuma? Nada a declarar, só sei que meu caralho ficou em ponto de bala e, quando vi, eu já tava batendo era outra punheta no meio deles, muito envenenado pelo senso de putaria do meu amigo Pedro Ivo e, assim como ele, me sentindo nem aí pra mais nada. - Qual foi, irmão, bora tocar outra e encher logo a cara desse gordo de gala, Eric? - Oh, tão maluco? Só comi pela brincadeira, bando de filho da puta! Tem nada de gozar mais não, isso não tava na regra. - É, mano, sossega o facho. – avisei. - Vamo ter que arranjar outro jeito de dar leite pra esse viado, paizão. – Pedro Ivo sussurrou pra mim e, pela primeira vez, me deu uma amostra de como era realmente cretino, ardiloso e cafajeste nato na hora de pensar em suas peripécias e zoações. Esse episódio foi apelidado carinhosamente por nós como “a noite do leite com pera”. E se até aqui você ainda não entendeu o sentido da putaria toda, então tenho uma boa notícia: a verdadeira história entre mim, o Pedro Ivo e o Henry começa só agora. Tudo que aconteceu até aqui foi pra preparar o terreno e mostrar um pouco das nuances, dos detalhes e das zoações que fizeram parte da nossa amizade naquela época de adolescência, porque essas interações entregam o tipo de relação que estávamos construindo sem saber. Lá no começo eu disse que descobrir que o Henry gostava das sacanagens com o Pedro Ivo mudou minha percepção das coisas, certo? Depois também comentei que o fato de eu ter liberdade pra transar no meu próprio quarto foi outro motor importante pra entender a trama, correto? Então agora vamos direto ao centro gravitacional que junta tudo isso em um único ponto: o senso inveterado que o desgraçado do Pedro Ivo tinha pra putaria. Sério, nunca vi um moleque tão safado e tarado quanto meu parceiro de futebol. Eu tinha 18 anos, tava mais do que ligado que adolescência era cheia de hormônios, feromônios e que dava vontade de trepar toda hora, mas igual ao filho da puta do Pedro Ivo não existia, porque parecia que o arrombado enxergava uma oportunidade de trepar em qualquer buraco que via. Um belo dia, depois que a gente saiu do tatame do muay thai e fomos pro vestiário, tiramos e roupa, entramos no chuveiro e o sem vergonha veio pro meu lado arrumar ideia. Gostei! 0 Não gostei... 0 Responder Arquivo Blog Últimos contos eróticos Temas Mais lidos Autores Autores mais ativos no último mês Fale conosco Regras de uso Regras de publicação Política de privacidade 2000-2022 - Casa dos Contos - Todos os direitos reservados 2023-04-17 11:11:05

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domingo, 16 de abril de 2023

O filho do pastor e o Maconheiro

Moises era filho único do pastor Izaías, com 19 anos já estava na faculdade de medicina, ex-calouro, aluno discreto, que pela família religiosa nunca participou das festas ou se enturmou com a maioria dos alunos da faculdade. Embora nascido e crescido na comunidade o seu o contato com os moradores dali se restringia a igreja, onde ia a todos os cultos acompanhado do seu pai e da sua mãe, o grupo jovem de oração e com Maykon. Esse era o contato que Moises mais escondia dos seus pais e dos outros frequentadores da igreja. Moisés conheceu o Maykon durante o ensino fundamental, estudavam na mesma escola e apesar de um sentar na frente, ser filho do pastor e tirar as melhores notas, enquanto o outro era da turma do fundão que nunca prestava atenção na aula e sempre era mandado para diretoria. Os pré adolescentes na época acabavam se entendendo e conversando durante os intervalos e às vezes até jogando bola no mesmo time durante a aula de educação física. Todos concordavam que Maykon só conseguiu terminar o ensino médio porque fazia todos os trabalhos em grupo junto com Moises. Quer dizer, Moises fazia todos os trabalhos enquanto Maykon ficava conversando, mexendo no celular e quase sempre fumando maconha. Moises adorava conversar com Maykonk, pois a cada nova história que Maykonk contava, Moises descobria um novo mundo que a sua religião escondia. E foi justamente numa dessas ocasiões, com 16 anos na casa do Maykon, quando eles faziam um trabalho de física que Moises experimentou a erva pela primeira vez. Foi incrível como todo sentimento que sempre esteve presente na sua vida de ter que corresponder a algo, toda pressão imposta a ele, toda necessidade de sempre ser o melhor sumiu com a primeira tragada e a partir daí o refúgio de Moises para toda pressão dos pais e manter a ansiedade controlada era fumar um. Com o fim do ensino médio, Moises se distanciou de Maykon. Às vezes se esbarravam pela comunidade quando Moises chegava mais tarde da faculdade. No entanto, a rotina de Moises era a faculdade todo dia e o tempo que ele tinha livre era reservado ao culto e ao grupo de oração. Eles não brigaram, não discutiram, nem se estranharam, na verdade o que aproximava eles era realmente a escola, as aulas, ficarem trancados por horas ouvindo professores falar e terem que fazer trabalhos e isso acabou com o fim do ensino médio. Maykon começou a trabalhar e Moises estava na faculdade, mas ainda tinham o contato um do outro no whatsapp e ainda havia um mínimo elo de ligação entre eles, afinal para poder manter a ansiedade controlada Moises precisava da erva, e como que um filho de pastor vai conseguir comprar um baseado? E a resposta era: Moises sempre pegava com Maykon. No começo ele pegava uma vez por semana depois começou a fazer estágio, ganhar o seu próprio dinheiro e aí conseguia comprar uma quantidade maior. Agora praticamente comprava uma vez por mês. Nesse ponto temos a grande, quase faraônica obra da nova igreja. Obra essa que nunca acabava, servindo como um verdadeiro depósito para a erva que Moises comprava, afinal o filho do pastor não poderia levar maconha para dentro de casa. A mesma eterna obra inacabada da igreja no terreno ao lado da sua casa que servia para armazenar também era o local preferido de Moises para poder fumar e Maykon sabia disso. Era junho, final do segundo período de Moises na faculdade, o mês em que Maykon estava trabalhando no turno da noite, substituindo as férias de um dos funcionários, o mesmo mês que Maykonk descobriu que sua namorada estava lhe metendo chifre com seu vizinho, Kauã. Tudo em um único mês. Na semana anterior às provas finais Moises não estava mais conseguindo controlar as crises de ansiedades, a pressão e o medo de falhar eram cada vez maior. Não havia outra alternativa, naquela noite ele resolveu dar uma visitada na construção da nova igreja, mas para sua surpresa não havia nada ali, ele jurava que ainda tinha uma ponta e possivelmente até um fininho, mas não achou nada. No desespero de conseguir se controlar eram quase nove da noite quando ele pegou o celular e mandou uma mensagem para o seu mais secreto contato, o antigo colega de escola. - Opa! Tá acordado? - Fala Zé ruela. Claro, sou vida boa igual tu não. Pego no trampo daqui a pouco. O que manda uma hora dessa? - Minha erva acabou. Você tem ai? - Tá de comédia né? Essa hora que você vem me falar? Tem como eu passar na boca para pegar para você agora não maninho. Tô cobrindo as férias de um arrombado lá no trampo, tô fazendo 24 direto. Só depois de amanhã. - Coé, tenho prova amanhã e não consigo estudar. - Vacilão! Ja te falei que não sou teu aviãozinho particular não porra. Vou aliviar porque tu é meu cria. Tenho um meu bolado aqui, tá na construção da igreja? - Tô! - Já chego aí, vai ficar me devendo uma. - Desconta dos 50 mil trabalhos que eu fiz para você. Em menos de 15 minutos um barulho na construção da igreja, alguém estava entrando, passando entre as tábuas, pisando talvez em alguns rolos de arame e então lá surgiu Maykon bem na frente de Moises. Já fazia mais de um ano que os dois não fumavam juntos. Era por volta de umas nove horas de uma noite quente abafada quando Maykon com o corpo suado de quem estava jogando bola, com short fino de nylon, com a camisa jogada no ombro e boné virado para trás acendeu o baseado deu a primeira tragada segurando a fumaça nos pulmões e estendendo a mão para alto, oferecendo fininho entre os dedos para Moises. Enquanto um soltava fumaça o outro puxava com plenos pulmões, finalmente o THC estava na corrente sanguínea, fazendo seu papel e aliviando as tensões e pressões que família, amigos, colegas, irmãos da igreja colocavam sobre ele. No outro, o THC se misturava a endorfina recém liberada na altinha que estava jogando e relaxava ao mesmo tempo que uma descarga intensa de testosterona era liberada, as semanas de trabalho noturno, juntamente com a abstinência de sexo e as substâncias fizeram as veias dilatar e o membro se encher de sangue rapidamente, o tesão bateu. Moises sentia que agora sim poderia finalmente voltar para casa e estudar para prova do dia seguinte ao mesmo tempo que do outro lado da pequena sala de tijolos aparentes que provavelmente serviria como um banheiro na futura da igreja estava o maloqueiro já sentado a pilha de sacos de cimento cobertos por uma lona preta, com o risco na sobrancelha característico, olhos fechados, corpo mole jogado totalmente ao efeito da erva forte que acabava de consumir em profundas tragadas seguidas, com a pernas do short caída mostrando o interior das coxas peludas para o filho do pastor que estava em pé escorado na parede bem a sua frente frente. - Tudo que eu mais queria agora era dar uma boa gozada! - Falou Maykon sentindo o efeito da erva e vendo Moises dar mais uma tragada para voltar para casa ao mesmo tempo que encarava o vão entre as pernas do seu short. - Fica a vontade mané, mas gozar em uma futura igreja deve contar como uns 29 pecados. Os dois se encararam seriamente, ambos com os olhos vermelhos e estreitos começaram a rir desenfreadamente. Uma longa e descontrolada crise de risos. Quando o riso finalmente foi diminuindo Maykon já amassava seu pau corpulento por cima do short e da cueca falsificada. O volume já não podia mais ser escondido, era explícito, principalmente para o olhar vermelho e atento de Moises. Ao ver a cena, Moises simplesmente virou o rosto olhando para a parede e fez movimentos como se fosse sair mais rápido possível daquele local, mas as palavras de Maykon o impediram. - Vai mesmo voltar para casa com esses olhos vermelhos, com esse cheiro de marola e dando risada de tudo? Seus coroas vão sacar que o filhinho é maconheiro. Moises entrou em mais um curta crise de riso. Dessa vez além do efeito da planta incinerada, havia também o pavor causado por aquelas palavras e a simples possibilidade delas estarem certa e seus pais pudessem descobrir que ele tinha acabado de fazer. Profundamente assustado, Moises não conseguiu segurar a risada, mesmo desesperado ele ria e isso aliviava ainda mais e deixava muito mais possível sobreviver a sua realidade. - Pode pelo menos fechar essas pernas e suspende esse short então seu pervertido? - Coé o filho do pastor tá com medo de manjar a rola do pai aqui? - Vai se fuder Maykon! - Pega a visão então… Maykon era cria do Morro, provocativo, sabia como testar limites e com Moises era mais fácil do que ele estava acostumado. Vendo a falta de resposta de Moises e seu olhar desesperado procurando um ponto de fuga visual, ele abaixou o short junto com cueca até a altura do joelho liberando assim o seu membro que bateu automaticamente na sua barriga, trincada, chapada que brilhava pelo suor já seco. Ao mesmo tempo que libertou um matagal de penteados negros que iam do umbigo até as coxas. Do outro lado do pequeno cômodo Moises simplesmente não conseguia entender o que estava acontecendo, sua mente mandava ele parar de olhar mas seus olhos simplesmente não obedeciam. Cada centímetro do corpo do maloqueiro, cada gesto, cada pulsada e o balançar daquele pau batendo na barriga de Maykon fazia ele olhar ainda mais, sem perder nenhum movimento, mesmo não querendo. Percebendo o olhar interessado do filho do pastor, Maykon naturalmente segurou a rola e iniciou movimentado para cima e para baixo, fazendo com que a cabeça saísse do meio da pele mais escura que sua corpo queimado de sol. Moises não tinha nenhuma reação e estava completamente paralisado ao mesmo tempo que sabia que deveria sair dali, mas não conseguia se mexer. Ali parado escorado na parede ele observava a glande vermelha e grande da rola de Maykon ser exibida a cada movimento para baixo e se esconder novamente quando a mão subia. Na sua cabeça ainda pensava no risco de chegar em casa e ser notado pelos pais, mas mesmo assim o que mais lhe impedia de correr dali era simplesmente a vontade subconsciente e o desejo de continuar assistindo aquela cena, mais uma vez Maykon apresentava um novo mundo ao filho do pastor. Quando finalmente Moises tomou coragem e forças para se virar e sair dali, foi justamente no momento em que Maykon levou a mão até a boca enchendo de saliva grossa e viscosa e levou até a cabeça da pica, fazendo uma lubrificação intensa. Moises não podia sair dali, ele tinha que assistir aquilo até o final e ver até aonde isso iria. Os lábios de Moises abriram e sua boca ficou entreaberta ao mesmo tempo em que sua mão esquerda e em direção ao meio de suas pernas tocando seu membro já duro embaixo da calça jeans. Maykon vendo a cena não conseguiu esconder o riso de seus lábios, um sorriso malicioso, quase debochado. O amigo filho do pastor estava ali na sua frente com a mão entre as pernas segurando membro duro e com a boca entreaberta, enquanto ele, suado, cansado do futebol que acabava de jogar e ainda sob efeito da erva acelerava na punheta e sentia seu tesão aumentado por saber que o filhinho do pastor estava assistindo e desejando ele no meio da futura igreja. - Tesão da porra rapá. Não tá sabendo da fita? A vadia da minha ex quando eu ia trampar ela ia para casa do pela saco do Kauã, mamar a rola do arrombado. Fiquei sabendo que ela te meteu galha com o vacilão. - Geral tinha me avisado, mas só botei fé no dia que a vadia chegou lá em casa com a ppk toda melada. Devia tá sentando no viado até sem camisinha se duvidar, se pegasse barriga capaz de ainda dizer que era meu a disgraçada. Enquanto contava Maykon socava com mais raiva a punheta e a frustração fazia com que sua respiração fosse ficando cada vez mais pesada, como se fosse pequeno urros ao mesmo tempo que acelerava o seu movimento e contraia seu corpo para que Moisés pudesse apreciar. Ele realmente estava puto e se exibindo e gostava do jeito com que o companheiro de erva o olhava, o cobiçava e o desejava. Por sua vez Moises continuava ali parado sem nenhuma reação, na verdade havia uma reação a reação eram os movimentos que sua mão fazia por cima da calça apertando cada vez mais a cabeça do seu membro embaixo da calça jeans. Era quase uma mini masturbação, era quase um estímulo aquela cena que estava diante dele. Maykon, com a mão livre levantada até a cabeça fazendo com que as axilas peludas ficassem à amostra para o amigo. Moises percebeu que deveria parar com os movimentos por cima da calça jeans Pois então além de se preocupar com os olhos vermelhos também deveria ter que se preocupar com toda a porra que molhando sua cueca. Em um movimento repentino Maykon simplesmente virou seu corpo para o lado fazendo com que todos seus músculos se contraem e o seu pau começasse a jorrar jatos de leite branco pelo chão recém terminado cheio de pó foram exatamente 4 jatos viscosos grossos de uma porra espessa que caía enquanto ele gemia quase em sussuro e todos os membros músculos do seu corpo se contraiam. Moises ainda continuava ali parado apenas olhando, tentando entender como tudo aquilo estava acontecendo. Ao mesmo tempo em que Maykon levantava respirando fundo e guardava o seu membro ainda molhado dentro da cueca e logo em seguida fechava bermuda. Maykon ainda balançou rapidamente a mão no ar tentando se livrar do resto de porra que tinha entre os seus dedos. - Coé precisava mesmo fazer isso aqui? - Moises perguntou saindo do transe que estava e tentando demostrar algum tipo de indignação. - Eu estava com tesão, queria que fizesse o que? E até você também ficou porque tô manjando esse teu pau duro aí. - Falou Maykonk atravessando o pequeno cômodo e chegando muito perto de Moises enquanto cheirava a própria mão. - Vou vazar pq esse cheiro de macetado vai acabar me deixando com vontade de socar outra. - Disse Maykonk levanto a mão ainda suja de porra ao rosto de Moises. Tão perto que chegou a sujar seu nariz com os resquícios de porra que havia ali. - Vai se fuder Maykon! - Moisés xingou mas só ouviu o riso do amigo Logo sumindo na construção. Moisés ficou ali sem entender o que havia acontecido, parado olhando os jatos brancos de porra no chão, esperando o efeito do tesão e da erva passar para poder ir para casa.

papi pueblo 🔥

assim mata papai..

De olho na mala...

mamadeiras cheias 🍶

Paquitinhos hot 2023