sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020
Provocando um macho da obra
Estava noutra cidade e ficaria nela por poucos dias. A casa era de meu tio que nunca havia visitado e ele precisava de alguém para ficar de olho na obra enquanto viajava com a esposa. Como estava de férias, topei e fui. A obra era pequena, tratava-se de uma reforma na área de churrasco. A casa era grande, muros altos, cerca elétrica, piscina e bem confortável. Cheguei, peguei as chaves, recebi as orientações e basicamente não tinha nenhuma atividade para me preocupar além de conferir a obra.
No dia seguinte, bem cedo, por volta das 7 horas, o pedreiro apareceu, se chamava José. Um homem de cerca de 40 anos, mãos calejadas, pele escura, braços fortes, barriguinha de chope e uma cara misteriosa, um pouco fechada. Perguntou se eu era o sobrinho e puxou um assunto bem aleatório, logo vi que apesar de semblante fechado, ele gostava muito de conversar. Pegou suas coisas no carro, pediu ajuda e fomos para lá. Durante o dia fui oferecendo água, bebida, comida e etc e num momento José disse que tinha delicadeza para cuidar das coisas na casa. O comentário soou um pouco mal para mim, porque no fundo ele quis deixar a entender que fazia coisa de mulher apenas, tudo porque me esquivei de algumas tarefas que ele sugeriu que eu fizesse na obra.
Na hora fiquei um pouco irritado e fui pra casa. Até fiquei pensando em como ele poderia ser otário. Lavando as coisas na pia eu observei ele na obra e José apenas olhava pra mim e sorria balançando a cabeça negativamente. Depois fui limpar o chão de uma parte e, novamente ele reagia como quem tivesse confirmando a opinião. No fim do dia, ele agradeceu a preocupação em levar as coisas e cuidar da casa, disse que era uma ótima empregadinha e riu debochando de mim mais uma vez. Fiquei puto e passei a noite com muita raiva daquele machismo piegas e idiota. No entanto, relendo o dia, de fato estava sendo uma "empregadinha" (apesar de saber que tarefa doméstica não é endereçada exclusivamente às mulheres) e decidi dar o braço a torcer.
Acordei bem cedo, arrumei um shortinho mais curtinho de minha tia, uma calcinha fio dental e usei, pus uma camiseta normal que tinha e esperei ele chegar. Dessa vez, após interfonar e dizer quem era, apenas abri o portão de longe e fiquei quieto. Acho que ele percebeu que as brincadeirinhas tinham me deixado chateado. Tanto que depois de colocar as coisas no fundo veio até a cozinha a minha procura e, olhando para o chão disse que tinha só brincado comigo, que não queria ter me magoado e assim que levantou o olhar me viu de costas para ele com a bunda empinada sentado num tamborete tomando café e falando que tudo bem.
Senti seu olhar colar na minha bunda e ele voltou a "brincar" dizendo que eu realmente era uma mulherzinha pois homem não tinha um rabo daqueles. Respondi me levantando: "E se eu realmente gostar de ser mulherzinha?", ele então baixou as calças dizendo: "Se for, gosta disso aqui". Assim que vi seu pau ser colocado pra fora abaixei minha cabeça com as pernas retas chupando ele de pé. Ele logo começou a pegar na minha bunda com aquelas mãos grandes dizendo que parecia não uma mulherzinha, mas uma putinha. Deu alguns tapas e ficou bem instigado.
Ia me ajoelhar para chupar melhor, mas ele me pegou firme e me empurrou contra a pia de costas para ele. Roçou a vara na minha bunda por cima do shortinho e mandou lavar as vasilhas enquanto ele fizesse a inspeção. Tirou o shortinho de minha tia e ao me ver de calcinha fio dental me deu vários tapas, alguns doloridos até. Pôs a calcinha de lado, chupou o próprio dedo e depois de deixar bem molhado meteu o dedo em mim com força, eu gemi e deixei o copo cair na pia, não quebrou, mas ele riu dizendo para ter mais atenção. Minha pele havia ficado arrepiada e tinha doído.
Ele então brincou com meu buraquinho com o dedo e em seguida posicionou o pau atrás de mim, me inclinou um pouco sobre a pia e meteu de uma vez. Gritei e briguei para ir mais devagar. José então falou que puta tinha que agasalhar sua rola sem reclamar e começou a bombar de imediato. Doía demais e eu fazia cara de dor, gemia alto e pedia para parar. Mandava eu me acostumar e eu seguia falando. Então ele parou de meter, me virou de frente pra ele, deu um tapa na minha cara e falou pra eu parar de gemer e gritar, que bichinha leva rola calada. Me assustei e arregalei os olhos, ele voltou a me por como antes e seguiu sua metida. Agora tentava abafar meus gemidos e sentia ele me arrombar sem dó.
Ele ia aproveitando cada socada firme no meu cú falando que a obra agora teria um rabo gostoso pra fuder. Seguia dando tapas fortes na minha bunda, sentia ela fervendo. Até que acelerou, tirou o pau e me empurrou para ficar agachado. Esporrou tudo na minha cara mandando limpar a sua pica e esvaziar as bolas. Depois subiu as calças e foi pra obra mandando levar uma água pra ele depois vestido de putinha. Passei os dias na casa do tio quase que me relacionando com aquele macho que seguia fincando a pica sem dó em meu cú ao ponto de me deixar vazio e arrombado.
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