sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020
Dando pela primeira vez num troca troca com meu melhor amigo.
O meu nome é Ravi, eu tenho 18 anos e estou no segundo ano de administração. Não sou muito alto, tenho por volta de 1,70m; eu sou branco, olhos verdes, cabelo castanho claro. Eu tenho um corpo legal, bem em forma, já que faz um tempo comecei a fazer academia, natação e a correr pelas manhãs. Coisas que eu não fazia até os 15 anos porque tinha um problema grave de timidez mas que foi resolvido com terapia, já contei na primeira postagem, na verdade eu nunca sei se devo ficar me descrevendo toda vez que eu for postar algo, então acho que só mais essa vez vai ser suficiente.
Mas continuando a conversa; depois que eu fiquei mais desenrolado acabei me descobrindo bi, eu já tinha transado com uma garota mas com um garoto eu nem imaginava que podia rolar alguma coisa. Eu tinha por volta dos 15/16 anos e superado um monte de complexos quando decidi me abrir pro sexo, e isso rolou com meu melhor amigo então eu penso que tive muita sorte.
Então foi num dia bem comum desses que a gente não espera nada que tudo rolou, foi numa noitada de games na cada do meu amigo Carlos, ou Carlinhos como a gente chama. O Carlinhos sempre foi bem desenrolado pra tudo. Foi um dos primeiros a transar, a conseguir um emprego de office-boy, (embora ele nunca precisou já que a família tem muito boas condições), e sempre foi o cara mais bonito da nossa turma. Ele tem 19 anos (na época ele 17), é um moreno alto, tem um físico bonito que faz questão de sair mostrando já que vive sem camisa, tem um rosto bem masculino do tipo meio quadrado que faz ele parecer um pouco mais maduro do que realmente é e o principal, na minha época de problemas era o único amigo que eu confiava e ficava a vontade pra conversar.
Fazer madrugada de jogos na casa dele é meio que uma coisa nossa, da nossa turma. A gente joga jogos de tabuleiro, game de console, essas coisas. Agora rola um pouco menos mas a dois anos atrás a gente ainda estudando no ensino médio era bem tranquilo de fazer.
Combinamos tudo como sempre mas no dia a maioria da galera arregou, e os que foram decidiram ir pra casa mais cedo, então ficamos eu e ele jogando game até altas horas da madrugada. Os pais dele alguns dias pegam o turno noturno e sempre foram de boa a gente ficar por lá, já que é um tipo de companhia.
Ficamos jogando Fifa por um tempo e depois rolou um lanche, enquanto a gente comia começamos a falar de academia e de garotas, e ele safado do jeito que é, logo estava falando de sexo e das coisas que ele fazia com as garotas que ele pegava. Claro que ele só comenta isso comigo, já que seria muita sacanagem dele sair contando essas coisas por ai, sem contar que ia queimar o filme dele com todo mundo e nunca mais ele pegava ninguém.
Mas voltando ao assunto, no meio da conversa ele comentou sobre eu estar mudando, ficar mais a vontade, e até falou da minha aparência já que eu estava fazendo academia e correndo e na época então estava começando a formar meu corpo.
- Aí Raví, mas me conta, tu já *fudeu?
- Papo é esse, claro que já!
- Sério? E tu nem me contou? E ai como foi?
- Ah, foi bom, meio que eu nem sabia o que fazer direito.
- Huahauha foi no instinto foi?
- Meio que isso. hehehe
- E ela deixou comer o cuzinho?
- Puts nem pensei nisso, na hora eu tava meio nervoso.
- Caralho véi, assim, tu tem que comer um cuzinho, não importa de quem.
- Ow, como assim não importa de quem?
- Tipo não importa se for cara ou garota, tu precisa comer, é a melhor coisa.
E nesse papo ele começa a falar das delicias de comer um cu. Sim foi meio que uma lição de sexo e eu lembro que fiquei lá sentado comendo minha bolacha com suco enquanto ele falava com detalhes dos cus que já comeu. Meu pau estava duro feito pedra de escutar ele contado tudo com detalhes, e claro que o dele também e como eu disse, ele é meio sem noção e veio me mostrar o volume.
- Se liga como eu tô só de lembrar! Hhauhauha
- Poxa mas tu comeu caras também?
- Claro, foda é foda, o que vale é gozar.
- Ah, sei lá, mas acho que tá valendo mesmo, pra dar uma gozada.
- É assim que se pensa. Ei Rav, bora bater uma?
A gente já tinha feito isso uma vez, mas não num clima daqueles, tinha algo diferente, hoje eu sei que é aquela coisa de tensão sexual entre dois caras. A gente foi pro quarto dele, ele botou um pornozão qualquer e tirou toda a roupa.
- Vai tira também, para de frescura.
- Tá bom, tá bom.
- Ta mudando mesmo, antes tu era cheio de vergonha.
- Né, to mais de boa com isso.
(eu nunca contei a ninguém que fazia terapia, era uma coisa minha e preferi deixar meus amigos pensarem que eu estava crescendo e perdendo a timidez naturalmente)
O tesão tava a mil, não pelo filme, a gente tava sentando juntos uma perna encostada na outra, a cama dele é encostada na parede então a gente pegou umas almofadas que ele tinha no quarto e ficamos apoiados.
Era muito tranquilo a gente se encostando, eu não perdia o tesão nem ele, e nessas horas a gente vai relaxando e ele botou a perna dele por cima da minha.
Foi meio que natural a gente começar a bater um pro outro, a babinha que escorre dos paus era tanta que a minha mão deslizava no pau dele sem problemas, e a mesma coisa comigo, ele alisava a cabeça do meu pau e minhas bolas. Pra ele era tão de boa como se estivesse tocando no próprio pau. Foi ai que ele se empolgou e foi descendo a mão, alisando meu saco e encostando na minha bunda. Quando ele passou o dedo no meu cu eu meio sem reação fiz a mesma coisa nele, que deixou de boa.
- Ei, Rav (meus amigos meio que tiram o i do meu nome),rola uma troca?
- Sei lá, acho que não curto.
- Assim, se não gostar eu paro, e você faz em mim também.
A verdade era que eu estava curioso pra saber como era ficar com outro garoto, então meio que sem querer mas com uma baita vontade eu aceitei. Me deitei na cama e segurei os joelhos. O Carlos deitou em cima de mim e se apoiou, eu senti uma coisa meladinha pincelar meu cu, era o pau dele. Eu cruzei minhas pernas em volta da cintura dele, se ele fizesse alguma merda eu apertava e a gente caia na porra ali mesmo.
- Vai devagar, esse negócio ai vai me ferrar.
- Calma véi, eu sei fazer, e o teu é maior que o meu.
Se bem que é verdade o dele deve ter uns 16cm e o meu vai meio que aos 17cm, eu acho. Ele foi entrando devagar, na hora deu uma dorzinha, eu reclamei mas dai ele falou que era porque eu não estava relaxado. Então eu segurei o pau dele e eu mesmo fui colocando, bem devagar e pra não doer, cada vez que entrava ele soltava um gemido e eu ia ficando com tesão. A medida que ele ia me penetrando ia chegando mais perto de mim, até que a gente estava abraçado e ali, os dois parados. Meu pau tava pulsando esfregando na barriga dele, ele abraçado comigo sem falar nada, só escutava a respiração dele no meu ouvido.
- Mexe devagar, tá de boa agora.
- Tá, mas fica relaxado que da mais tesão.
Ele começou a fazer movimentos de foda, o pau escorregava e eu sentia entrando e saindo. Não sei se ele já tinha experiência ou foi por sorte, mas cada vez que o pau dele entrava a cabeça encostava em alguma coisa dentro do meu cu que me fazia ficar maluco de tesão. Depois eu descobri que nosso corpo tem a próstata, mas na época eu nem fazia ideia dessas coisas.
Ele acelerou, ficou o tempo todo abraçado comigo me apertando e os rostos colados. Às vezes ele ficava de frente comigo, um nariz quase encostando no outro, como quem queria me beijar ou algo do tipo, mas eu achava estranho e me virava.
De repente ele parou de se mexer e foi saindo devagar. Eu entendi que era a minha vez mas não entendi porque ele tinha parado.
- Já gozou?
- Não, se eu gozar perco o tesão, vem agora é tua vez.
Ele deitou do mesmo jeito que eu, eu tava doido pra experimentar como era foder um cuzinho. Só fui imitando os passos dele, deitei nele e abracei, os rostos colados já que ele tinha feito isso. Ele segurou meu pau, deu umas alisadas da cabeça até perto das minhas bolas até ele ficar todo bem melecado, ficou passando a cabeça bem na portinha, fez isso algumas vezes e eu achei que era pra eu gozar sem meter mas ele também gemia. O safado sabia mesmo das coisas, encostou meu pau e foi penetrando, ele segurava pra eu não me apressar, mas foi bem mais rápido do que comigo. Logo eu já estava total dentro dele e comecei a me movimentar. Ele segurava minha bunda e apertava, meio que ia coordenando meus movimentos se posso dizer assim.
Depois de um certo tempo o tesão já estava descontrolado, eu metia mais rápido e apertava ele com força, escutar ele gemendo no meu ouvido só aumentava meu tesão, ele novamente sempre dava um jeito de ficar de frente pra mim, nariz com nariz. Ele é meu amigo, e na hora eu estava levando aquilo tão na boa que vi tudo muito natural, como amigos jogando game ou algo do tipo, só que era sexo. Não pensei duas vezes e comecei a beijar ele, isso eu sabia fazer bem. Senti que o corpo dele se enrijeceu quando eu comecei a chupar a língua dele, ele meio que parecia sem ar. O Carlos tava curtindo muito aquilo, eu sentia o pau dele babando, então coloquei a mão no meio da gente e segurei o pau dele com força.
A velocidade das minhas metidas era a mesma que eu batia uma com ele, e continuava beijando ele já que tava gostoso o lance de um chupar a língua do outro.
- Ei, eu to quase e tu? (eu lembro que falei meio sem fôlego)
- Vai, eu também, bora junto.
Eu acelerei e com as batidas das minhas bolas na bunda dele, e com o pau dele na minha mão, eu dei a maior gozada da minha vida. Eu continuei metendo e a gente se tremia juntos, foi um banho de porra, eu sentia meu leite escorrer de dentro da bunda dele a cada estocada, e sentia o pau dele pulsando e escorrendo muita porra pela minha mão.
Quando a gente terminou, meio que caímos um do lado do outro, a cama era pequena então a gente ficou juntos meio abraçados.
- Caralho Ravi, que foda, foi muito bom, e ai gostou?
- Nossa, cê é doido, meu pau ainda tá meio pulsando.
- Huahuaha bom né?
- Foda de mais.
E foi com esse papo que a gente tomou banho, vestimos as roupas e fomos pra sala assistir seriados da Flix como se tivesse terminado uma partida de game. Foi tudo natural, e ainda rola algumas vezes, só quando acontece da gente ficar com o mesmo tesão, ao mesmo tempo. Com o tempo eu mudei mais um pouco e aprendi mais um pouco também. A gente está mais a vontade um com o outro, rola experimentar coisas na hora da nossa brincadeira, e a gente até ri dessas maluquices. E sim continuamos melhores amigos. Claro que rolou mais coisas na minha vida como eu contei no primeiro post aqui, transei com garotas mas isso eu deixo pra contar depois nos relatos héteros. Por aqui vou contando meus lances com outros garotos. Tem mais alguns pra contar, assim que eu estiver de boa pra escrever vou contado aqui.
PS: Se tiver algum erro eu vou corrigindo, sempre passa uma coisa ou outra.
PSII: Algumas coisas eu escrevi do jeito que a gente fala normalmente. (é a gente é meio maloqueiro mesmo)
PS III: Dicas são bem vindas, só não vai rolar escrever contos mas quem sabe depois. 👍
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