quinta-feira, 20 de julho de 2017

Chupeta do papai...

Lembro-me quando eu era pequeno, não me lembro a idade direito, talvez tivesse uns 5 anos ou menos, morava com meu pai. Não me lembro de ter conhecido minha mãe, então meu pai sempre tentava nutrir a falta dela. Eu era pequeno, branquinho, bundinha grande e empinada, cabelos castanhos grandinhos, olhos mel, lábios não muito grandes e o nariz pequeno empinado. Sempre fui muito bonitinho de rosto e corpo. Meu pai beirava os trinta e poucos anos, tinha aparência jovem, olhos castanhos claros, cabelos castanhos, alto, poucos pelos no corpo. Eu nunca havia conseguido dormir sozinho, por causa disso dormia sempre na cama de casal do meu pai. Todas as noites, ele me abraçava e eu me enroscava nele e me aconchegava em seus braços. No meio da noite eu o acordava pedindo para tomar mamadeira. Queria minha "tetê" e então meu pai levantava e me preparava uma mamadeira quentinha. Depois de tomar minha mamadeira demorava de pegar no sono e pedia a chupeta. Meu pai tinha acabado de tirar a chupeta de mim e eu não estava lidando bem com a falta dela. Certa noite depois que meu pai me deu a mamadeira e não conseguia dormir. Meu pai me deixou acordado reclamando, me abraçou e dormiu. Não demorou muito, comecei a sentir algo duro roçando em minha perna vindo de dentro de seu short. Eu era pequeno, mas muito curioso. Querendo saber de onde vinha aquele volume pressionando na minha perna, pus a mão por cima do pênis do meu pai que estava duro como pedra. Como ele dormia, acredito que não tenha percebido minha mãozinha pequena apertando seu monumento. Minha curiosidade aumentou e enfiei a mão por dentro do short de papai e segurei seu pau duro em minhas mãos. Senti sua envergadura da base até em cima, as veias inchadas e a cabeça bem redondinha. Em minha mente infantil e com os pensamentos na minha chupeta, lembrei que papai costumava esconder as coisas de mim. Então me enfiei debaixo do cobertor e abaixei um pouco a frente do short dele e seu pau pulou para fora. Me decepcionei ao ver aquela cabeça não era minha chupeta, mas fiquei olhando de perto e passando a mão. Não demorou muito meu pai acordou e tomou um baita susto me vendo segurar sua rola dura na mão. Ele me puxou debaixo das cobertas e disse que não poderia mexer ali. Tentei falar que pensei que era minha chupeta e ele me disse que a chupeta não estava ali e que já passou da hora de eu estar dormindo. No outro dia não lembro exatamente o que aconteceu, mas fui para a escolhinha e meu pai passava no final da tarde para me pegar. Me pegou no colo, pegou minha lancheira e disse que tinha uma coisa para mim e que me daria em casa. Eu todo animado mal podia esperar que chegasse logo em casa e recebesse meu presente. Quando ele tirou do bolso, vi que era uma chupeta nova. Fiquei super feliz e fui logo tratando de pegar, mas ele não deu. Disse que faríamos um trato. Ele iria me dar a chupeta se eu não mais mamasse mamadeira no meio da noite. Contrafeito, mas com vontade de pegar meu antigo prazer, disse que tudo bem. A noite caiu e fomos deitar, não demorou meu sono chegou e dormimos. Eu com minha nova chupeta, mas sem minha tetê da madrugada. Não demorou muito, acordei com fome e comecei a sacudir papai dizendo que queria mamadeira e ele dizendo que não porque tínhamos feito um trato. Meio choroso me virei na cama e tentei dormir, mas a falta de algo ainda me consumia. Papai se virou para mim e me puxou para junto de si e pude novamente sentir aquele volume de novo encostando em mim. Na minha cabeça daquela vez não tinha erro, era a minha mamadeira que ele escondia dentro do short e eu iria pegá-la e tomá-la, ele querendo ou não. Me enfiei novamente debaixo do cobertor e pus a mão por cima do short de papai e abaixei devagar. Para minha infeliz surpresa não era a mamadeira, mas era algo muito parecido com ela. Seu pau estava quente e cheirava bem, encostei de leve o nariz e cheirei profundamente. Não sabia exatamente o que era aquilo que segurava, mas sentia um prazer proibido e uma vontade de não soltar. Nessa momento larguei minha chupeta e encostei a língua na cabeça daquela jeba, estremeci, e lambi novamente e continuei mais algumas vezes. Nesse momento meu pai se mexeu um pouco e retirei a língua e quase ia soltando seu pau quando ele me segurou e puxou. – O que você está fazendo?! – A pergunta dele foi num grito. No momento eu não sabia o que dizer, não sabia o que estava fazendo era errado, simplesmente fechei a cara e comecei a chorar pelo medo e choque de ser pego fazendo algo que ele já havia dito que não podia. Nesse momento ele vendo que eu tinha ficado muito assustado, me abraçou e começou a fazer “shh, shh” e dizendo que estava tudo bem, que não precisava ficar com medo. Ele então deitou comigo e me embrulhou e começou a passar a mão pelos meus cabelos e tirá-los da testa enquanto eu continuava chorando baixinho. Então disse: – Lu, aquele lá é pipiu do papai. Não pode ficar pegando o pingulim do papai porque não é para brincar... – E vendo que eu não parava de soluçar complementou – Tudo bem, tudo bem, faz o seguinte, pode pegar no pipiu do papai... só para você ver que eu não estou com raiva de você... – daí então ele levou minha mão até sua rola dura e eu segurei meio sem jeito. – Viu? – Ele disse meio que rindo. – Pode soltar agora... Mas eu não queria soltar. Depois de mais alguns segundos ele não disse mais nada, simplesmente me deixou segurando sua piroca. Naquela noite dormi segurando o cacete de papai e só notei na manhã seguinte que ele tirou minha mão de seu pênis mole. A partir daquele dia, quase todas as noites quando papai estava dormindo – eu com minha chupeta na boca e ele com sua pica dura – eu colocava a mão e dormia segurando seu pau em riste. Numa certa noite, papai levantou e foi ao banheiro. Acordei de relance e fiquei imaginando que ele iria me trazer mamadeira. Não demorou nada ele voltou e deitou-se. Pedi minha mamadeira e ele de cara amarrada disse que era para eu esquecer aquela história. Não consegui dormir e fiquei me virando de um lado para o outro até que encostei em meu pai que estava usando uma calça de moletom larga e pude sentir de novo aquele volume que me atraia. Como já estava acostumado a segurar seu pau sem que ele percebesse, pus a mão e decidi e ficar mexendo em seu “pipi”. Ouvi uns gemidos baixinhos vindos dele e parei de mexer por uns instantes, depois continuei e aquele som de respiração áspera voltou. Papai então levou a mão dele até sua calça e a abaixou junto com a cueca. Sua respiração continuava ofegante até que eu o ouvi dizendo: – Lu, você ainda quer a sua tetê? Era óbvio que eu queria minha mamadeira e logo pensei que ele levantaria e acabaria com a minha brincadeira com o seu “bilau”. Então ele disse: – Filho, você sabia que o papai também sabe fazer leite? Ouvindo aquilo fiquei maravilhado, bobo. Perguntei para ele como e ele respondeu: – Lembra quando você lambeu o pinto do papai? Afirmei com a cabeça que sim. – Então, o leitinho do papai sai dali, mas para você conseguir fazer com que ele saia você vai ter que lamber... Você acha que consegue? Eu não pensei muito e me enfiei debaixo das cobertas e cheguei próximo de seu pau que estava uma rocha. Aproximei o nariz e senti aquele mesmo cheiro que havia me ludibriado. Passei a língua envolta da cabeça e meu pai se contorceu. Logo ele tirou o cobertor de cima de mim deixando seu pau vir à tona. Me prostrei na mesma posição e ele disse: – Agora você tem que chupar como se estivesse chupando sua chupeta. Tem que por a cabeça todinha dentro da boca. Quando ele disse isso me lembrei de como era experiente em chupar chupeta, então agarrei o máximo que minha boquinha aguentava da cabeça do pau de papai até metade de seu eixo e chupei. Estava nas nuvens e papai também. Ele colocou a mão em meu cabelo que caia de lado e ficou alisando e dizendo: – Isso Lu, continua, bem assim, chupa a chupetinha do papai, chupa... – E gemia gostoso. Seu pau começou a ficar molhadinho de um líquido que saia da cabeça e o fazia ficar escorregadio e entrar melhor em minha boquinha. Ele então segurou um punhado de meu cabelo e puxava minha cabeça para cima e para baixo, dizendo para eu não deixar seu pau sair da minha boquinha. Já estava conseguindo enfiar pouco mais da metade do ferro de papai em minha boquinha, quando ele diz para eu lamber suas bolas e chupar como se fosse bala. Eu chupava suas bolas e subia pro seu pau. Nesse vai e vem ele me puxou e pediu pra eu deitar em sua barriga com a cabeça virada pro seu pau. Ele puxou meu short do pijama junto a cueca e retirou. Começou a alisar minha bundinha enquanto chupava seu pau. Ele apertava minha bunda, batia de leve e passava o dedo pelo meu buraquinho rosinha virgem. Então pediu que eu sugasse seu pau o máximo de tempo que eu conseguisse e assim o fiz. Não demorou muito ele pediu para ficar em sua frente. Com o pau na minha frente e ajoelhado, ele puxou meu cabelo para longe da testa e passou seu pau todinho pelo meu rostinho. Então pediu que eu abrisse a boca e chupasse. Segurou minha nuca e me fez engasgar algumas vezes. Pediu para eu continuar chupando e aumentou o ritmo empurrando seu pau dentro da minha boca. Entre várias estocas ele foi ficando mais rígido e começou a dizer: – Toma seu leitinho... – do nada, seu pau inchou e inundou minha boca, nariz e queixo de porra. O que caiu para fora ele passou o dedo e colocou dentro da minha boca e mandou eu engolir tudo. O gosto era meio salgado, meio doce e eu achei muito ruim, mas obedeci. Depois desse episódio, levantamos e nos limpamos no banheiro e voltamos para a cama para dormir. Cai na cama e peguei no sono no mesmo instante. No outro dia papai agiu normalmente comigo, como se nada tivesse acontecido. Dali em diante, toda a noite dormia chupando o pau de papai, nem que ele não gozasse, mas adormecia com o seu pau na boca ou na mão. Continua...

segunda-feira, 17 de julho de 2017

picas dos leitores no grupo do whatssap

Paquitinhos abusados

Meu pai bebeu pinga e eu porra part:2

Fiquei o dia inteiro pensando o que fazer porque meu pai sabia que eu tinha chupado ele na noite anterior. Mais logo pensei se ele estivesse bravo nem tinha olhado na minha cara. Me tranquilizei e a noite chegou nem fui a faculdade para esperar meu pai chegar e ver o que acontecia. Enfim chegou eu estava na sala e ele passou por mim e nem olhou pro meu rumo, na hora pensei ele deve estar enfurecido comigo meu deus o que fui fazer. Fui a cozinha arrumar a janta e ele sai de seu quarto apenas de cueca boxer branca e vai em minha direção. Pai- temos que conversar o que foi aquilo ontem? Fiquei quieto e nem mesmo tinha coragem de olhar para ele, começei a suar frio. Entao ele se aproxima de mim e manda eu sentar na cadeira. Ficou em pe na minha frente e folou. Pai- filho o que aconteceu ontem nao era para ter acontecido pois sou seu pai. Nesta hora meu rosto queimava como brasas de vergonha e de medo do que viria vazer comigo entao criei coragem e falei. Eu- pai sei que o que fiz foi erado mais sempre tive vontade de ficar com vc desde minha adolecencia quiz ter vc, sei que é errado desejar o próprio pai mais pensei que o senhor nao ia acordar e entao. Ele me interrompeu. Pai- filho vc e seu irmao sao tudo pra mim desde que sua mãe nos abandonou e sempre quiz a felicidade de vocês entao pensei muito voce ja tem 29 anos ja e bem grande pra saber o que quer da vida e se é isso que voce quer é isso que você vai ter todos os dias. Falando isso ele pegou minha mão e pois em cima de seu pau que ja estava meia bomba. Na hora eu fiquei surpreso pensei que no minimo ele me espulsaria de casa mais fique surpreso com sua reação. Sem tirar a mao do pau dele levantei de dei um beijo em sua boca, senti sua lingua enrolar na minha e entao ja que ele concedeu fui descendo com a lingua ate seus mamilos e dei uma chupada ele soltou um gemido baixinho, fui descendo ate seu umbigo onde tinha aquele caminho de pelo mais conhecido como caminho da felicidade enta cheguei na sua cueca que tinha um pedaço de nervo grande e espesso dentro. Dei uma mordida no seu pau por cima da cueca e senti duro como um aço na hora meu pai deu um gemido alto e me puxou pra e me deu outro beijo ardente e falou. Pai- vamos pro meu quarto filhinho que o papai quer te dar um presente. Saimos da cozinha nos beijendo no corredor antes de chegar no quarto ele para e tira toda a minha roupa me da outro beijo e continuamos andando ate o quardo ele foi atrás de mim me encochando e eu sentindo aque nervo duro que nem ferro rossando na minha bunda ficava imaginando como seria ele todo dentro de mim. Chegamos ao quarto, ele me jogou na cama tirou sua cueca aquele espetaculo de pau grande cabeçudo estava babando. Pai- olha como eu estou filhão vem aqui limpar o bico da sua mamadeira vem!!! Eu sem perder tempo me ajuelhei na cama e comecei a chupar o pau mais so a cabeça tirando todo aquele liquido de macho que tinha e meu pai gemia e eu olhava para ele com aquela cara de puto. Pai-filhão sua boquinha o papai ja experimentou bastante o papai agora que experimentar seu cuzinho vc deixa. Eu so balacei a cabeça concedendo entao deitei na cama e ele ergueu minha perna me deichando na posição de frango assado, logo senti sua lingua no meu cuzinho nossa eu me arrepiava da cabeça as pés ele invadia cada vez mais fundo com sua lingua e eu cada vez mais ficava extasiado entao ele para deixando meu cuzinho lubrificado com sua saliva da uma cuspida no seu pau e encosta na portinha do meu cu e fala. Pai- agora relaxa filhão que o papai vai colocar bem devagar, vou te dar todo o prazer que vc merece. Colocou a cabeça eu estava com tanto tesao que so senti prazer e aos poucos ele foi entrando com aqueles 22cm e eu quase desmaindo de prazer. Quando ele estava todo dentro de mim jogou seu corpo sobre o meu e beijou minha boca, começo um vai e vem delicado mais firme, a cada estocada eu e ele dava um gemico ele continuava me beijando e me acariciando gosei sem ele nem tocar no meu pau, na hora que eu estava gozando meu cu dava aqueles leves apertão no seu pau e ele começou a meter com mais foça e derrepente ele tira o pau de dentro de mim e coloca na minha boca e fala. Pai-toma seu leitinho de novo filhao e gozou muito na minha boca. Mandou eu engulir tudo e eu nao fiz de recatado bebi tudo ainda limpei a cabeça do pau dele com a lingua nos beijamo e caimos exaustos na cama ele me beijou e falou que apartir de agora serei dele pra sempre. Fomos pro banho la tranzamos de novo mais essa conto outro dia. Abraço pessoal espero que gostem e votem para saber se eu devo continuar com essa historia.

Meu pai bebeu pinga e eu porra

Boa noite este e meu primeiro conto. Me desculpem os erros, bom me chamo max tenho 29 anos moro com meu pai e meu irmao 4 anos mais novo que eu, que estava em um intercâmbio nos estados unidos. O que vou contar aconteceu ontem a noite, cheguei da faculdade meu pai (sergio) estava na poltrona bebado, usava apenas um calção de jogar bola. Cheguei perto e vi que ele estava no mais pesado sono. Entao veio na minha mente porque não. Cheguei mais perto, e chaqualhei ele pra ter certeza que o sono era profundo e como eu pensei ele tava quase como um coma alcoólico. Abachei em sua frente e passei a mão sobre seu calção e senti um imenso volume mole, comecei apertar seu volume e senti ele almentando em minha mão, estava ficando enorme quase saindo do calçao. Resolvi me arriscar mais puxando aquele calçao deichando escapar aquele colosso de 22cm grosso cabeçudo pra fora na hora pensei me dei bem essa noite. Peguei aquele tronco com as duas mãos e com dificuldade coloquei a cabeça grande e em forma de cogumelo. Chupa sentindo aquele sabor de macho que me pois ao mundo o maximo que podia. Enquanto o chupava senti sua respiração ficar ofegante, mais continuei pensei que era uma reação automática do corpo, continuei chupando quando sinto sua mao na minha cabeça forçando para baixo, quase tive um ataque na hora mais ele me chamou de jô "sua ex-namorada" entao vendo que ele tinha bebido tanto que estava delirando resolvi continuar chupei aquele pau por mais uns 10 minutos ate sentir varios jatos quentes de porra na minha garganta nao desperdicei nenhuma gota. Depois subi seu calçao o cobri com um cobertor e corri para o banheiro onde bati a melhor punheta da minha vida. Tomei meu banho e fui deitar. No outro dia acordei e meu pai estava tomando cafe para ir para o trabalho, sentei a mesa meio descofiado e ele me falou. Pai-filho tive um sonho estranho ontem. Eu mesmo com medo perguntei o que ele havia sonhado. Eu- o que o senhor sonhou pai. Ele repondeu. Pai- nada não, nada não , ja vou pro trabalho que estou quase atrasado a noite te conto o sonho to indo at a noite Jô! Meu deus meu pai sabe..... Continua............

Mamando o carinha do LAVA JATO.

Boa noite, eu me chamo José, tenho 23 anos, 1,73 de altura, 73kg, treino musculação, curto uma boa putaria e to sempre a caça. Recentemente abriu um lava jato aqui de perto de casa, um estabelecimento ainda pequeno, mas de ótimo serviço. Por ser perto de casa eu nunca ficava lá esperando, sempre alguém vinha me deixar em casa e após a lavagem eu o levava de volta ao lava jato. Eu já havia mandado lavar umas 3 vezes e sempre era o mesmo cara que me levava em casa e me buscava, um cara de uns 35 anos, casado a qual eu não senti muito interesse, porém sempre que eu ia lá efetuar o pagamento e gerar a guia eu via um carinha que sempre estava de short fino, camiseta e boné, ele me atraia bastante com aquele jeito de moleque tímido. Eu fiquei o observando até que ontem o lava jato estava um pouco vazio devido eu já ter ido a tarde e só tinha ele e outro, ele logo veio falar comigo. MURILO: E ai, patrão. EU: Boa tarde cara, ainda estão recebendo? MURILO: Sim, estamos. É pra ir te deixar, né? EU: Se tiver como, sim. MURILO: Sim, vamos lá. Entramos no carro e seguimos em direção ao meu apartamento. Ele ali sentado ao meu lado parecia ainda mais gostoso, conversamos pouco no caminho, nome, idade, onde morava, esse papo bem básico e eu não parava de observar aquele moreninho magro todo definido das pernas bem torneadas, ele de rosto não era muito bonito, usava aparelho e era bastante simpático. Chegamos ao meu apartamento e eu logo desci, ele me falou que interfonava quando voltasse e então subi ao meu apartamento explodindo de tesão naquele moleque. Eu tava cansado mas ao mesmo tempo cheio de tesão, então resolvi tomar um banho e assistir algo enquanto esperava ele voltar com o carro. O tempo parecia não passar, eu tentei assistir série mas aquela impaciência não passava e muito menos o tesão. Eu ficava pensando se ele que viria devolver o carro e bolando alguma forma de chegar junto nele, fiquei nesses pensamentos até o interfone tocar, vesti uma roupa e desci rapidamente e pra minha alegria era ele. Ele já me esperava do lado de fora do carro, ao entrar no carro já resolvi puxar papo. EU: Hoje foi rápido, hein MURILO: Tu achou foi? É porque já vamos fechar e o movimento agora é pouco. EU: To ligado, tu joga bola é? MURILO: Jogo, porque? EU: Suas pernas é de quem joga mesmo. MURILO: É, eu malho também. EU: É, tu ta com um corpo bacana mesmo, deve comer muita buceta por ai. Ele riu desconfiado com a cabeça baixa. MURILO: Aposto que você também. EU: Que nada mano, to na seca aqui, tava até batendo uma quando você interfonou. MURILO: Eita, atrapalhei então hein EU: Relaxa, quando eu voltar eu termino. MURILO: Nem me fale mah, to em uns grupos aqui no zap cheio de putinha mandando foto da buceta, mas ali no lava jato tem nem como o cara se aliviar. Essa foi a deixa, na mesma hora coloquei a mão no pau dele por cima do short e o caralho do moleque já tava durão e pulsando, ele se assustou mas não me repreendeu. Fiquei ali segurando aquele pau que agora latejava na minha mão. EU: É, dar pra notar que você tá precisando se aliviar mesmo. MURILO: Eu disse. EU: Porra, pauzão você tem hein. MURILO: Gostou foi? EU: Ainda nem vi. Nisso ele tira o pau de dentro do short e fica balançando aquela rola moreninha da cabeça rosa e fica ali me olhando com aquela cara de puto. O pau dele não tinha uns 17 cm, grosso e com a cabeça que mais parecia um cogumelo, ele apenas com seu pau pra fora do short ficava ali me conquistando ora com o pau, ora com aquela cara de puto. MURILO: Quanto é que você tem ai pra mim? EU: Ixi cara, eu não curto esse lance de pagar não oh vei. MURILO: Oh cara, pau tá pulsando aqui vai me deixar assim mesmo? EU: Cara é você que tá querendo me cobrar ai, se quiser curtir de boa, eu topo. MURILO: É que eu to liso mah, queria pelo menos um trocado pra tomar uma hoje. EU: Mah, eu vou ali abastecer o carro e tu desça e me espere no banheiro, vá lá que dá certo. Era um posto pouco movimentado que tem já próximo ao lava jato, eu abasteci e estacionei próximo ao banheiro. Ao entrar vejo ele já na pia e o puxo até o reservado. Ele rapidamente desce seu short junto a cueca e eu já me curvo pra mamar aquele cacete, o caralho tava limpinho que dava até gosto de mamar e tava do jeitinho que eu gosto, extremamente duro e pulsando. Eu fiquei ali devorando aquela rola por alguns minutos e pela cara do guri ele tava se segurando pra não gozar, ele então segura minha cabeça com as duas mãos e começa a foder minha boca com força, eu pensava que ele ia foder minha boca ali até esporrar, mas sou surpreendido por ele tirando uma camisinha de dentro da carteira e vestindo aquele pau completamente babado da minha boca. Eu já entendo o recado e viro de costas pra ele inclinando o meu corpo o máximo que o espaço me permite e empinando minha bunda. Ele dá uma cuspida no pau e fica passando em todo o cacete, enquanto eu cuspo e meto com o dedinho no meu rabo. Aos poucos sinto aquele cacete entrando no meu cú devagar e tenho que controlar meus gemidos. A falta de lubrificação e espaço não permitiam que aquela foda fosse melhor, mas o moleque se esforçava e como o pau dele não deslizava por meu cuzinho eu resolvi então dá umas reboladas e piscadas no pau daquele puto pra ver se conseguia fazer ele gozar. Ficamos ali por alguns minutos e eu já sentia sua respiração bastante ofegante até que escuto em meu ouvido. MURILO: Baixa que eu vou gozar. Eu rapidamente me abaixei enquanto ele se livrava da camisinha e punhetava ali próximo a minha cara. EU: Goza vai MURILO: Vou gozar caralho, aaaaah aaaaah Murilo gozou na minha cara, me dando um banho de porra ali dentro daquele banheiro de posto. Foi impossível não gozar sentindo aquele moleque esporrando na minha cara e melei toda minha mão, com muito papel higiênico consegui limpar meu rosto e mão. Ao sair do reservado estávamos sozinhos no banheiro e então eu o entrego 100 reais. MURILO: Po cara, muito obrigado. Valeu demais. EU: Ei, tu falou que tava afim de tomar umas. Borá beber no meu apartamento mais tarde, topa?? MURILO: Macho é que eu marquei com uma mina ai que eu to saindo de ir pra um motel hoje, eu não devia nem ter gozado kkkkkkkkkkkk Mas tava gostoso demais meter em você e não me aguentei, vai lavar o carro no mesmo horário próximo sábado que a gente desenrola, pode ser? EU: Pode sim, tranquilo. MURILO: Meu patrão eu moro aqui perto, eu vou indo nessa, até depois e valeu mesmo viu. APESAR DE TER SIDO UMA RAPIDINHA, FOI UMA DELICIA E COMO ACONTECEU ONTEM, EU TO AQUI AGUARDANDO O PRÓXIMO SÁBADO PRA VER O QUE VAI ROLAR. GRANDE ABRAÇO E BOA GOZADA, ESPERO QUE CURTAM

sábado, 15 de julho de 2017

sonhos obscenos no whatssap

venha trocar vídeos e fotos com a galera mais obscena do whatssap https://chat.whatsapp.com/CdrGMG1z6R9ApSCpn1ITJJ

Surpreendido durante o sono ..

Vida de pai solteiro não é das mais fáceis,principalmente quando o filho mora contigo .. bem, sou o Fabrício, 38 anos, moreno, alto, malho, tenho um porte físico legal, coxas grossas, pés 44, a mão grande e um pau modéstia parte de 22cm, bem grosso e cabeçudo. Meu filho Marcinho é o oposto. Branquinho, 1,66 de altura, corpo em forma pela academia e uma bunda avantajada e bem empinada mesmo (acredito eu que puxou pro lado da família da mãe) e com 18 anos. Durante sua adolescência identifiquei alguns traços afeminados e aos 17 anos ele se assumiu homossexual. É a vida dele e eu o amo assim mesmo. Sempre foi presente em casa e estudioso. Ele cuida da casa, faz comida, enfim, enquanto tô ralando, ele toma conta de tudo. E temos um convívio tranquilo. Ao se assumir, a única regra imposta por mim era que não viesse nenhum homem aqui pra casa, nem comigo em casa e nem na minha ausência. O que prontamente ele atendeu e sei que respeita fielmente. Depois dos 18 ele passou a sair muito e como não gosto de sair, fico em casa acordado até ele voltar. Normal, preocupação de pai. Numa sexta, ele disse que sairia com um carinha que conhecera mas que não voltaria pra casa. Lá pelas 21h ele saiu, cheiroso e arrumado como sempre e aproveitei pra pegar o endereço de onde ele ia e o telefone da companhia dele (nos dias atuais prefiro não facilitar). Lá pelas 23h pus um pornô na tv da sala e abri algumas cervejas e fui tomando. No filme, uma branquinha bunduda tomava muita pirocada de quatro pra um negão. O pau dele não era tão grande, mas o cuzinho dela piscava e me deixava louco. Acabei batendo uma e gozando bem gostoso e adormeci ali, de cueca e todo melado de porra. Não lembro bem o horário, mas ainda era madrugada, acordei com algo quente no meu pau. Ainda tonto, não tive muita força pra reagir, então, abri os olhos de relance. Meu filho tava ajoelhado engolindo o meu pau com maestria. Nenhuma mulher jamais conseguiu. E ele fazia como se fosse a coisa mais simples.E olha que meu pau é bem grosso. Sem reação, apenas deixei que ele continuasse .. ainda sei entender bem a razão dele estar ali, sem forças pra rejeitar aquela mamada que tava muito gostosa, fiquei surpreso com o que ele fazia.. mas não podia negar, ele tinha talento .. Então, perto de gozar, ele sentiu o pau engrossando e tirou da boca. Quando pensei que ele voltaria a mamar, ele se posicionou na minha frente e tirou a cueca, revelando um rabo branco, grande e liso. E muito cheiroso. Cuspiu em sua mão e de costas pra mim, começou a descer e a engolir cada pedaço do meu pau.. e fiquei surpreso pela facilidade que ele fazia (tendo um cuzinho apertado daquele) e fiquei surpreso pelo que ele dizia: - aquele otário pensa mesmo que eu terminar minha noite sem sentir um pau no meu cuzinho? Não mesmo! olha essa grossura e tamanho de pau? Como não pude sentar nisso antes? E gemia, e sentava, e apertava meu pau .. eu fiquei louco cm aquela cena. Extasiado pela bebida, tomado de tesão, e recebendo uma surpresa daquelas. - ssssss .. que pau grande, que delícia. Quero sentir o gosto do meu cuzinho nesse pau .. E ajoelhou denovo e voltou a mamar meu pau e depois sentou mais .. caralho, que cu era aquele. - aí papai, que delícia de pau .. meu cuzinho agradece .. queria que tivesse acordado p me foder .. isso sim é um pau e não aquele palitinho do cara que sai .. Não aguentando mais, gozei mto. Enchi aquele cu de leite. Gozei como nunca e o puto se deliciou. .. deixou meu pau limpo. Como se não bastasse, me deu um selinho e foi dormir. Caralho, tô até agora sem entender o que foi isso .. que delícia​ de puto! É o meu filho. Tô ficando​ louco?

Meu vizinho me consolou

Boa noite pessoal, vou contar como meu amigo me consolou depois que eu terminei meu namoro. Bom depois de 5 anos de namoro com uma mulher chamada dani, estávamos noivos, só que o destino sempre muda a vida das pessoas, e ela me deixou, marcou um encontro e me disse que recebeu um convite para ir trabalhar na Austrália, eu relutei não quis aceitar, mas ela foi assim mesmo, eu fiquei na bosta um bom tempo, não fui trabalhar,não saia de casa. Um dia que eu estava recluso, deprimido e na merda em casa,meu amigo bruno bateu na porta, eu atendi e ele entrou, perguntando oque tinha acontecido, que os nossos amigos estavam preocupados, após ele ouvir tudo oque tinha acontecido, ele me ajudou a arrumar a casa, a limpar tudo, ele tomou banho, e eu entrei tomei aquele banho. Sai do banheiro com a toalha branca enrolada, sentei do lado dele no sofá e ele disse, pow bola para frente, levanta da cama, tu é um cara tão legal, sempre te admirei, eu tinha acabado de fazer 33 anos,tenho pele branca, cabelo claro bem apresentável, independente e bem sucedido profissionalmente, não podia me abater por causa dessas coisas, o bruno passou a mão na minha coxa, eu levantei assustado, ele veio para cima e dizendo, vem ca cara relaxa eu vou te consolar, é um lance entre amigos, ninguém vai saber e não vai mudar em nada. Ele me empurrou no sofá eu cai deixando metade da toalha aberta ele veio se aproximando, lambeu minhas bolas e colocou uma na boca, que delicia, depois colocou as duas, foi subindo beijou minha boca e chupando meu peito ele passava a mão, na minha piroca, ele me olho nos olhos e foi descendo, sarrando a boca na minha barriga até chegar na piroca, ele deu um beijo na cabeça da minha rola, e mamou ela, tirou minha toalha, começou a tirar sua roupa, ele tinha um corpo maneiro, e uma bunda enorme durinha, ele é bem moreno, bunda redondinha, cabelo curto, um cara bem bonito, fortinho, e voz grossa, nunca imaginaria que ele daria o cu. Eu me ajeitei no sofá e ele veio sentando, falou para tomar cuidado, mas depois que encaixou a piroca ele sentou com força e eu meti bem gostoso, aquele cuzinho apertadinho, a bunda na minha mão ele quicava e deslizava na rola, ele se virou e começou a sentar invertido, com as mãos apoiadas no chão ele quicava, e segurava a bunda dele,e fazia tipo bola de basquete, ele gemia e pedia para meter mais, eu peguei ele botei de quatro, lambi o cuzinho dele, as bolas e a piroca, meti a pika no cu dele com força e com pressão, ele gemia alto sua rola dura babando, eu segurava pela cintura e metia com força para ele não sair. Gozei dentro do cu dele, sentei cansado no sofá, ele veio e mamou minha gozada, deixando limpinha, foi a até a sua mochila e pegou uma piroca de borracha e disse para eu meter no cu dele, eu peguei a piroca e meti nele ela toda, ele gritou e disse devagar,então eu tirei e meti de volta, ele rebolava, e gemia, dava para ver o rombo que a pika deixava no cu dele, sentei ele no sofá e de frango eu chupei a piroca dele e metia a rola de borracha, ele gozou na minha boca eu cuspi a porra no canto e beijei ele, fomos para o banho ficamos, se abraçando e beijando, meio sem graça me despedi dele.

O tio da minha esposa...

Ola me chamo Rogério tenho 33 anos 1,78 de Altura tenho 78 Kilos sou magrinho corpo meio peludo, 20cm de Pica e sou casado com mulher mas o caso que vou contar não tem nada haver com minha mulher, mas sim com o Tio dela. Um certo dia eu estava em casa e o tio da minha mulher o Paulo que tem 31 anos deve ter uns 1,74 de Altura deve ter uns 90 Kilos pois ele é Gordinho e é casado com mulher também e tem filhos enfim, ele me mandou uma mensagem pedindo para fazer uma limpeza no celular dele pois estava muito lento e então eu disse pra ele passar em casa para eu verificar o que estava acontecendo. Quando Paulo chegou eu peguei o celular e fui até minha sala onde fica meu computador e ele ficou sentado na sala de estar conversando com o pessoal, pluguei o celular no meu computador e comecei a remover um bocado de pastas com joguinhos que ele nem tinha mais no aparelho ai é que começa toda a historia, eis que bate aquela curiosidade alheia de saber o que o Paulo tinha nas pastas de aplicativos e entrei em uma pasta Download e quando olhei não acreditei no que vi, uma coleção de filmes pornô Bissexuais e alguns gays. Na hora peguei e copiei a pasta para o meu computador para mais tarde verificar o conteúdo que Paulo andava assistindo. Finalizei meu serviço e entreguei o aparelho de volta para Paulo e ele foi todo Feliz para casa mas logo em seguida que ele saiu da minha casa peguei meu celular e mandei mensagem para ele dizendo assim: Eae Paulo blz ? o cel ficou legal ? -Opa eae Rogério ficou bom sim cara valeu mesmo, parece até novo kkkk -Que bom kkk mas então deixa eu falar. -Diga.. - Cara achei bacana sua coleção de filmes hein!? -Filmes ? que Filmes ? -Os Filmes que estão no seu celular ! -Ahhhh cara sabe o que é ? é um grupo que eu participo ai tem umas minas que fica mandando. Tenho até que excluir essas porras. -Não Paulo esses vídeos foi você que baixou. -Como assim eu que baixei? É serio pô !!! mandaram no grupo!!! -Sabe porque foi você que baixou ? pelo simples fato dos vídeos estarem na pasta Download. Se alguém tivesse te mandado eles estariam na pasta WhatsApp/Media/WhatsApp Vídeos. Não é de hoje que eu mexo com celular Paulo então não precisa ficar escondendo o jogo. E pra te falar a verdade eu também assisto vídeos assim! Pode ficar tranquilo cara desencana que eu também curto, não vou comentar com ninguém. Ele ficou 5 minutos pra me responder e logo eu pensei ele vai negar até a morte quer ver. -Bom Rogério vc me pegou no pulo kkk cara to até tremendo e suando frio aqui kkkk -Relaxa Paulo eu também assisto depois quando vc puder eu te mando alguns. -Beleza então segredo nosso né ? -Sim sempre!!! A partir desse dia eu e ele começamos a trocar fotos e vídeos pornô e falar umas putarias isso levou um tempo de quase 2 semanas ele também me relata que as coisas não andam boas na cama com a Mulher dele e que ele anda numa seca miserável E um dia estávamos conversando pelo Skype foi quando ele disse: -Mano posso te pediu uma coisa ? mais morre aqui entre a gente -Claro que pode mano tranquilo fala ae ... -Posso ver seu pau ? Na hora eu pensei hahaha eu sabia que ele também curti uma pegação. E respondi pra ele : -Pode sim mas apaga essa porra ae pra ninguém ver hein!!! -Pode deixar que eu apago sim! Ai mandei a foto do meu pau e ele já comentou: -Nossa cara que pauzão que vc tem !!! a Camila passa bem em. -hahaha bom ela nunca reclamou não ... mais e ae vai mostrar o seu também ? -Sim mostro sim vou ligar a cam porque não tenho fotos do meu aqui beleza ? -Demoro... Quando ele abriu a cam deu pra ver o pau dele, deve ter uns 15cm mais é bem grosso. Ai falei pra ele: -Nossa é grosso hein!? -Você achou ? -Sim, achei sim ... -Cara posso te confessar uma coisa? -Claro que pode Paulo, já somos confidentes de putarias kkkkk -Mano imaginei agora seu pau na minha boca e o meu na sua... -Hum, tipo 69? -É!!! nossa to com muito tesão aqui, você já fez alguma vez com outro cara ? -Sim, já sim, com um amigo meu e meu primo. E vc ? -Só uma vez com um Primo meu mais faz muito tempo e só rolou de pegar no pau dele e ele no meu. E vc fez tudo com seu primo e seu amigo ? -Sim, Completo, barba, cabelo e Bigode kkkkkkkkk -Nossa cara que legal. -Pra mim não tem frescura não cara eu curto tudo na cama. -Mano chegou gente aqui, vou ter que sair mas posso passar ai na sua casa mais tarde ? -Claro que pode! -Beleza quando tiver chegando eu te mando mensagem. -Beleza... Paulo chegou por volta de umas 21hs aqui em casa e nesse horário estavam todos acordados Minha Mulher, minha Sogra, minha filha e minha sobrinha na sala assistindo. Eu já estava na minha salinha quando a campainha tocou, minha sogra foi abrir o portão e logo escuto Paulo falando: o Rogério esta ai ? preciso que ele olhe meu celular que esta travando! Ela respondeu : sim esta na sala dele!! Paulo entrou cumprimentou todos e veio até minha sala, meio encabulado de cabeça baixa me cumprimentou e sentou ao meu lado. Eu estava com o computador ligado assistindo filme pornô na hora ele olhou arregalou os olhos e disse nossa senhora !!! Percebi que também ele olhava em direção do meu pau que estava duro e mostrava o volume nas calças e notei que ele estava apalpando o pau dele também . Foi quando perguntei pra ele : -Você se importa se eu colocar o pau pra fora? Porque você chegou no meio da minha Punheta kkkkk -Claro que não kkkkkkkkk , mais será que ninguém vai entrar aqui ? -Relaxa que as portas da cozinha e da sala fazem barulho e da pra saber quando tem alguém vindo pra cá. -Então tá . afinal a casa é sua né!? Fique a vontade. Quando botei o cacete pra fora o Paulo todo surpreso disse: -Minha nossa senhora, que mastro grande que vc tem !!! ao vivo parece ser maior !!! -É nada ... é só impressão sua. Gostou ? o que vc achou dele ? -Nossa grande e gostoso, posso por o meu pra fora também ? -Claro que pode! mas só baixe a calça até o joelho por que se eu escutar alguém vindo da tempo de se vestir. Ele não pensou duas vezes e assim fez baixou a calça até o joelho e sentado do meu lado olhando o filme mas não tirava o olho do meu pau e eu também não parava de olhar o dele E ele me pergunta: -E Ae o que vc achou do meu ? -Cara vc tem um pau grosso e aparentemente parece ser gostoso também. -Tem certeza de que não vai vir ninguém pra cá ? -Relaxa cara... vc acha que eu ia ficar desse jeito se tivesse algum perigo de chegar alguém ? Foi ai que Paulo disse: -Então tá ! E se ajoelhou na minha frente e pegou firme no meu cacete e punhetou e abocanhou Meu Deus !!! que boquete fabuloso. Ele me chupou por uns 5 minutos sem parar e sem tirar da boca. Foi quando ele levantou e disse: -Me chupa também ? Segurei no pau dele que já estava todo babado com aquele pré gozo transparente e o abocanhei de uma vez só na primeira abocanhada já coloquei o pau todo na boca e a língua ainda ficou lambendo o saco dele . Sentia o Paulo tremer de tesão era nítido de que ele estava muito excitado e a cada chupada ele ficava mais ofegante, sentia o pau dele pulsar dentro da minha boca notei que Paulo estav prestes a gozar a qualquer momento. Eis que ouço um barulho na porta da cozinha, paramos imediatamente nos recompomos e fingi estar mostrando programas para celular pra ele. Era minha sogra pra perguntar se queríamos café! Eu disse que queria mas Paulo não quis e se levantou e disse vou ter que ir embora E eu sem entender nada disse: -Calma !!! espera mais um pouco!!! -Não, não já esta tarde e amanhã levanto cedo, Depois a gente conversa. -Ta bom!!! Claro fiquei muito bravo pois só me deixou excitado e saiu fora... Passaram se uns 5 dias e Paulo nem bom dia me mandava mais no Whats. Foi quando resolvi perguntar se eu tinha feito alguma coisa pra ele . -E Ae Paulo beleza ? cara eu te fiz alguma coisa ? por que do nada vc parou de falar comigo? -Fala Rogério blz ? não cara vc não me fez nada não. É que eu fiquei pensando muito sobre o que aconteceu e sinceramente não estou mais afim de fazer essas coisas eu sou assim meio de lua quando da vontade eu vou e faço mas no momento não to pensando mais sobre isso, me desculpe qualquer coisa e fica tranquilo que não é nada com vc. Eu só não to mais na vibe de fazer isso. -Beleza Paulo tranquilo... compreendo sua decisão e respeito também! Só acho que é uma pena né? Pois achei que a gente se daria super bem, eu sempre procurei uma pessoa próxima que curtisse as mesmas coisas que eu pra ter com quem conversar certos tipos de assuntos, mas te entendo e respeito sua decisão pode ficar tranquilo que não vou tocar mais no assunto beleza ? -Beleza Rogério muito obrigado por me compreender e respeitar minha decisão mas eu não to mais nessa vibe já tive muito essa vontade mas hoje em dia não é como era antes. -Beleza Paulo tranquilo abraço cara até mais. -até. Esse fato que acabei de relatar aconteceu em dezembro de 2015. Passaram se uns 3 a 4 meses sem Paulo me mandar mais mensagem e nem eu pra ele e muito menos ele aparecer aqui em casa. Quando penso que não quem aparece mandando mensagem ? hahahahah o próprio Paulo. -Fala Rogério beleza mano? E ae como se ta ? -Opa blz sim! To de boa e vc ? -Tranquilo, deixa te perguntar vc tem algum jogo pra computador ae ? -Tenho sim alguns! -Tem como vc instalar no meu computador ? -Tem, traz o PC que eu coloco. -Blz amanhã eu levo ai pra vc fechou ? -Demoro. Instalei os jogos tudo normal e nem toquei no assunto fiquei de boa E pensei se ele quiser algo agora quem vai ter que procurar vai ser ele. Dois dias depois o cara começa a mandar aqueles bom dia com buceta e peitos Hahaha pensei já começou e deve ta na seca já kkkkkk E assim se passou o resto do ano de 2016 e a gente apenas trocando fotos e vídeos mais sem Conversas paralelas sobre assunto de sexo, apenas fazíamos elogios para as mulheres que apareciam nos vídeos. Aqueles comentários normal do tipo ( nossa que cavala, nossa delicia de buceta de cu e ECT...) enfim... Hoje dia 14 de Julho de 2017 Paulo me manda mensagem assim: -Rogério ta em casa ? -Opa to sim porque ? -Vou dar uma passada ai blz ? -Blz... que horas ? -Assim que a mulher chegar eu passo ai! -Blz me avisa quando estiver vindo. -Blz. As 18hs Paulo mandou mensagem dizendo: -Estou indo. -Blz... E pensei vou deixar o filme no ponto só pra ver o que ele quer, pois ele não disse o que queria... pra que será que ele esta vindo aqui ? Paulo chegou , fui abrir o portão e entramos na minha salinha Quando abri a tela do meu PC ele disse: -Eita, tava dando uma aliviada é ? -É de lei né kkkkk E como eu já estava vendo filmes meu pau já tava meia bomba e subiu rápido e ele notou o volume e não tirava o olho e me perguntou - Será que vai vir alguém pra cá ? -Não e se vier dá pra escutar o barulho das portas. -Você se importa se eu bater uma ? -Não me importo não, fique a vontade mais lembre se... só baixe a calça até o joelho, se aparecer alguém da tempo de se recompor. -Blz Ele foi e baixou a calça já estava de pau duro e começo a punhetar e eu ainda com a calça vestida e ele perguntou : - Não vai bater uma hoje ? to vendo que vc já ta de pica dura... -Vou sim !!! só espero que vc não saia correndo igual da ultima vez!!! -não vou não relaxa... Botei o pau pra fora e ficamos batendo punheta e um olhando pro pau do outro E ele me diz: -É maior tesão ficar vendo outra pessoa se masturbar né? -Sim é sim eu gosto de ver também Notei que ele tava com o pau bem duro e quase babando e me pediu pra me punhetar E falou: -Hoje eu não vou chupar não blz ? -Ta bom ... de boa. E ele começou a bater uma tão gostosa e eu olhando pro pau dele e vendo que ele tava muito excitado e depois de uns 7 minutos de ele me punhetando gostoso eu peguei no pau dele Na hora me deu uma vontade de chupar e perguntei pra ele : Posso chupar ? -Ah se vc quiser claro que pode! Pedi que ele se levantasse e comecei a punheta lo e o pau dele começou a babar ... Na hora meti tudo na boca e chupar gostoso ... as pernas do Paulo tremia e o cacete dele até vibrava dentro da minha boca. Porem não foi nem 4 minutos de boquete e mais uma vez fomos interrompidos ... notei que alguém vinha se aproximando e era as crianças brincando. Nos recompomos e ele me disse que desse vez foi melhor do que a ultima. E que vamos ter que marcar um dia a sós para terminar o que começamos... e no final das contas não disse há que veio aqui em casa kkkkk Espero que consigamos terminar em breve eu volto pra contar se houve final esse caso !!! Abraços e até mais!!

Sacanagem com amigos heteros

Meu nome é Rafael, 24 anos, carioca de pele bronzeada. Não sou sarado, mas tenho um corpo bonito, com músculos naturais e aquela pançinha de cerveja. Sempre curti homens, mas poucas pessoas sabem disso. Na semana passada eu e meus amigos resolvemos fazer um churrasco aqui em casa. Chamamos a galera toda. A galera começou a chegar e, às 14h, já éramos quase 20. A maioria estavam em casais ou tinham namorado ou namorada. E como de costume, tinha muita bebida e pouca carne. Às 20h, já estavam todos muito bêbados. Todo mundo dançando funk, na beira da piscina. Um esfregando no outro. Nos cantos, os casais já estavam se pegando. Quando entrei no meu quarto, meu amigo Leandro estava em pé, com as calças arriada e a Júlia, agachada, chupava seu pau com prazer. Leandro tinha minha idade. Era branquinho, alto, de cabelos castanhos escuros e tinha uns ombros largos, de quem fez muitas barras na pracinha. Quando vi os dois, fiquei sem graça e já ia saindo de fininho, quando o Leandro acenou pra mim, indicando pra eu chegar mais perto. A medida que chegava mais próximo, o Leandro começou a foder a boca da Júlia, segurando com força o seu cabelo. Fazia isso enquanto sorria com uma cara de safado pra mim, mostrando que ele quem mandava ali. Meteu fundo na garganta dela, fazendo ela engasgar e tossir. Foi quando ela percebeu que eu estava ali observando. Já ia levantando, quando o Leandro começou a dizer: - Koé Júlia, não para não. Tô com maior tesão! Ela estava estava relutante, mas deu pra ver na cara dela que ela estava doida pra chupar as duas rolas: a minha e a do Leandro. Então ela olhou pra mim, e começou a mamar o pau dele. Agora chupava com calma, lambendo bem devagar a extensão daquele pau, mas com o olhar vidrado em mim. Aproveitei para admirar a pica do meu amigo. Era bem branquinha, levemente curvada pra cima, eu chutaria uns 17cm, grossura mediana. Meu pau pulsava toda vez que ela tirava aquela pica da boca e expunha a cabeça grande e rosada. Aproveitei pra abaixar minha bermuda e iniciar uma punheta. A safada não aguentou: me puxou pelo pau e abocanhou minha piroca. Revesava as duas picas como se fosse as últimas picas do mundo. Aproveitei a chance para pegar na pica do Leandro e dar na cara dela. Fingi naturalidade, mas percebi que o Leandro ficou um pouco surpreso com minha mão no seu pau. Mas deixou eu continuar pegando. Enquanto ela chupava meu pau, continuei com a mão segurando aquela rola gostosa. Foi nessa hora que escutamos muito barulho vindo na nossa direção e resolvemos parar com aquela putaria. Menos de 5 segundos o quarto foi invadido pela galera gritando. Infelizmente a putaria tinha sido interrompida, mas eu não tirava aquela rola da cabeça. Eu não acreditava que tinha segurado o pau do Leandro na minha mão. Fui pro banheiro e toquei uma punheta rápida pra aliviar. Lá pra 00h, a galera começou a ir embora. Ficamos só eu, Leandro e Marcão. O Marcão também era alto, bem bonito de rosto. Não era sarado, tinha um corpo normal (nem gordo, nem magro). Era moreno, com cabelo lisinho castanho claro. Marcão estava muito bêbado e falava alto e se jogava nos colchões que estava espalhados na sala. Eu e Leandro também sentados nos colchões, matavámos as últimas cervejas. Foi quando o Marcão lembrou que, após a 00h, a MTV virava canal pornô, no gatoNET lá de casa. Quando ele colocou no canal, era uma mina beijando dois caras. Meu pau ficou duro na hora. Olhei pro Leandro e eu tinha certeza que ele estava pensando a mesma coisa que eu: na putaria que havíamos feito hoje mais cedo. Começamos a rir. Marcão quis saber o porquê da gente estar rindo e o Leandro começou encenar. Com o pau pra fora, começou a empurrar minha cabeça no seu pau, como se eu fosse a Júlia. Os dois riam, enquanto eu, embriagado, tentava escapar do Leandro. Quando dei por mim, o Marcão já estava com o pau duro esfregando na minha cara também. Fingi resistência por uns segundos, mas resolvi deixar o cacete do Marcão escorregar pra dentro da minha boca. Seu pau era bem mais grosso e macio que do Leandro. Engasguei, mas ele não deixou eu tirar a boca do cacetão dele. COmo estava querendo, fingi que ele era mais forte. Depois de um tempo já não conseguia mais disfarçar o prazer em chupar aquela piroca. Comecei um vai e vem gostoso com a mão e a boca. Aproveitei para procurar o pau do Leandro. Mas ele já estava afastado, sentado numa cadeira, rindo e segurando o pau. Fiquei com vergonha, mas o Marcão tratou de convidá-lo pra participar. - Caralho, moleque! Tá bom pra cacete esse boquete! Vem aqui provar um pouco. - Vocês estão doidão! De viadagem aí! - Que viadagem o quê. É só fechar o olho. Boca é tudo igual. Chega aí! Leandro ficou parado, sem graça, mas ainda segurando o seu pau duro pra fora da bermuda. Entendi que era uma deixa. Fui até ele, ajoelhei e comecei a mamar ele. Fui colocando a boca devagar, como se ele tivesse rompendo um cuzinho. Ele soltou um gemido gostoso. Então comecei a um vai e vem com a boca. Sentia aquele pré-gozo derramando na minha boca. Que pica maravilhosa. Comecei a acelerar. Sugava aquela pica com vontade. Ele começou a gemer. Olhei pro lado e Marcão batia punheta vendo meu boquete. Acelerei no vai e vem. Leandro tirou o pau da minha boca, bateu um pouco de punheta e gozou na minha cara. Dava gritos de tesão. Um, dois, três, quatro tirou de porra na minha cara. Um machão gozando. Levantei rápido para lavar meu rosto. Quando voltei, o Leandro já tinha ido embora. Fiquei me sentindo mal. Mas o Marcão tratou de me fazer esquecer aquilo. Mal cheguei na sala, e ele já veio encostando aquele pau grosso na minha bundinha. Me abraçou por trás, mordeu meu pescoço e sussurrou "gostoso" no meu ouvido. Fiquei todo arrepiado. Ele me virou pra frente dele e me tascou um beijo de língua bem dado. Sua boca era carnuda e gostosa de beijar. Mau descolou a boca da minha e já me virou de costas de novo, arrancou minha bermuda. Instintivamente, empinei minha bunda e ele caiu de boca. Chupava meu cu como se estivesse beijando na boca. As vezes mordia minhas pregas e a poupa da minha bunda. Davas umas cospidas e enfiava o dedo do meio na portinha do meu cu. Confesso que dei umas gemidas. Ele levantou e senti seu pau entre minhas pernas. Tinha chegado a hora. Sabia que iria levar piroca no cu. Tratei de lubrificar o máximo possível e encaixar aquela tora na portinha. Ele começou a meter devagar, mas doía muito. Fiquei rebolando e empurrando pra entrar. A dor passou assim que entrou tudo. Marcão começou a meter forte em mim. O tesão era tanto que nem sentia mais dor. Ficamos assim por uns 5 minutos até que ele tira o pau e pede pra eu sentar nele. Deita no colchão e eu agacho engolindo a pica grossa dele. Quico o máximo que eu posso, até cansar. Fico de quatro, apontando o rabo pro alto. Ele não perde tempo e começa a meter em mim. Cada vez mais rápido e mais profundo. As vezes ele metia tão forte que eu tinha que me segurar para não cair pra frente. Ele começa a gemer alto, anunciando que iria gozar. Isso me encheu de tesão e só de encostar no meu pau, gozei bastante ao mesmo tempo que ele. Ele dentro do meu cu e eu no colchão. Ele se jogou em cima de mim e ficamos ali deitados por um tempo. No dia seguinte, fingimos que nada aconteceu na frente da galera. Até hoje ainda não vi o Leandro, mas pelo Whatsapp ele está me tratando normalmente. Vamos ver o que vai rolar na próxima festa.

Meu colega de apartamento me fudeu

Eu contei que um dos caras que moram comigo me pegou fudendo com outro cara na sala. Fomos tomar banho juntos e tocamos uma punheta um pro outro. Eu imaginei que depois daquilo, ele iria querer uma foda pois ja sabia o que eu curtia. Mas aconteceu o oposto. Ele começou a me ignorar, não olhava mais na minha cara e eu acabei deixando-o de lado. Na sexta-feira passada, todos da casa acabaram saindo e eu fiquei só (ou pelo menos achava que estava só). Fiquei na sala mexendo no computador e acabei pegando no sono. No meio da madrugada, acordo no susto com um puta barulhão na porta da sala. Alguém estava tentando abrir e não tava conseguindo. Na hora fiquei morrendo de medo. Mas como percebi que era alguém que não conseguia acertar o buraco da fechadura, acabei abrindo a porta. Dai que o cara que bateu um comigo, chamo-lo de Lucas, caiu em cima de mim, cheirando a pinga. Ele mal respondia o que eu perguntava. Então arranquei todas as roupas dele, e botei em baixo do chuveiro gelado (o cara era bem gostoso, não bombabinho, era magro, mas com uma barriguinha bem sexy). O enxugei e o coloquei pelado mesmo na cama. Resolvi ficar por ali pra ver se ele ficava bem, mas acabei logo em seguida dormindo na cama do outro rapaz que divide quarto com ele. O sol nem tinha aparecido ainda quando alguém me cutuca: - OU, que aconteceu ontem a noite? Por que voce ta aqui e eu to peladao? - era o Lucas, que ainda estava pelado. - Olha, voce chegou bebado, nao respondia. Coloquei voce no chuveiro e depois te trouxe pra cama e eu acabei dormindo aqui. - respondi. - Po cara, valeu, nem sei como retribuir. Ele tava ali em pe, pelado, com o pau quase na minha cara. Olhei pra ele com uma cara de safado e pus o pau do safado na minha boca. Mamei aquele putao como nao mamava ha dias. Ele gemia muito alto. E dizia que nao sabia que minha boca era tao suave daquele jeito. Ele entao me levanta, arranca minha roupas e me leva pra cama dele. Ficamos entao na posicao de 69 e chupamos um ao outro por um bom tempo. O safado logo gozou na minha boca e eu engoli tudo. Ele entao se vira pro meu lado e me taca um beijao na boca, cheio da porra dele. N'ao demorou muito pra ele ficar duro de novo. - Quero te comer igual o cara te comeu aquele dia. - ele disse. Me levantei, ele deu um tapinha na bunda e fomos pra sala. Fiquei apoiado na mesa e ele foi enfiando o pau bem devagarzinho ate tudo ficar la dentro. O cara comecou a me fuder feito um selvagem, metia bem forte em mim. Sentia uma mistura de dor e prazer, mas que tava muito bom. Ele entao pede pra eu ficar ed 4 no sofa e eu como sou uma putinha obediente fui. Ele metia demais, me chamava de putao dele, que ele ia me comer todo dia, que queria meu cuzinho s[o pra ele e eu respondia com gemidinhos. Logo o safado tirou o pau de mim e gozou na minha bunda. Ele entao lambeu toda a porra dele que tava la e deu uma mordidinha. Fomos tomar um banho juntos e naquele dia a gente transou ate eu nao conseguir mais dar de tanta dor que eu comecei a sentir. Consegui finalmente alguem pra me fuder quando eu quiser!!!

Noiado bom de Cu e bom de Boca.

Eu tinha acabado de sair da balada, três da madrugada e eu turvado na cachaça, caminhando em busca de um ponto de moto táxi há cinco quadras da festa vi numa esquina um carinha, sem camiseta e bermudao. Eu) - Pó mano! Sabe onde tem moto táxi aqui? O cara parecia viajado, tinha um baseado na mão e foi apontando na direção... Eu) - Vlw mano! Perdido aqui, primeira vez nesta balada. Todo sorridente ele me oferecia uma puxada. Eu) - Tô de boa Men. Fui meio que saindo até ele me chamar... Carinha) - E aí. Tá afim de curtir um lance? Já tinha sacado qual a dele, mas ficou fitando a direção da minha rola. Eu) - Ah chefe, sei essas parada não. Carinha) - Lá pra frente tem um lote baldio. Topa? Putzzz. Na hora fiquei meio pensativo, mas tirando duas que pequei acabei só né. Eu) - Então, mas você... Carinha) - Eu faço o que tu curtir. Aquele olho bem vermelho, carinha magrinho todo marrento, tatuagem e tal, nem parecia mamador. Chegamos num breo da pega, atrás de um pé de manga ele deu uma tragada e já veio com na mão direto no alvo. Foi abaixando minha calça e sem neura já tirava meu cacete que estava mó duro e caia de boca, viajava na forma que aquele cara todo vida loca me chupava. Segurei no seu cabelo e fui metendo na boca dele, ele engasgava mas engolia sem chorar meus 19 centímetros Eu) - Mas manja em Men. Metia até o talo, garganta profunda e acelerada... Só ouvia o baralho da socada na boca dele, se apoiando na minha perna e de joelhos eu aproveitava. Chupando meu pau ele subia até meu mamilo, lambia e me arrepiava, não sou o cara galã mas tenho estilo, tenho 1.90 de altura, magro, branquelo, cabelo curto e olhos castanhos, algumas espinhas na cara, coisa natural de um rapaz de 19 anos. Naquele momento o carinha já me punhetava e beijava minha boca. Confesso que senti estranho e tal, mas curtia aquela sensação de transar com um desconhecido, sentia o gosto e o cheiro de maconha mais se jeitão gostoso de beijar, pequei no seu corpo e ali mesmo queria comer seu cuzinho, aquela coisa mecânica de dois machos, mas prazerosa. Ele virou e se apoiando na árvore empinava aquela bunda linda, e que bunda... Toda durinha, cheinha. Eu) - Abre aí para toma rola! Me obedecia e abria a passagem para atolar nele, dei uma dedada no seu cu, lambuzei com cuspe e fui direcionando meu caralho pra entrar. Segurei nele e fui enfiando, bem lento para não judiar... ouvia ele receber com gemidos de dor, mas aguentava tudinho, meu pau é grande, mas não tão grosso, parava e continuava até sentir que foi até o talo. Rosto apoiado na árvore e bunda com piroca dentro, era a situação daquele noiado gostosinho, cu bem apertado e prontinho para sentir a pressão. Comecei a acelerar e ouvir seu respirar profundo, meu pau rasgava seu anelzinho todo apertado. Toma! Toma! Bombava sem dó. Ele gemia e com encostar do nosso corpo fazia aquele barulho, era toda minha rola no cu dele, até as bolas. Ele dava uma rebolada e eu dois tapões de prazer, nossa que viagem, comer o cuzinho e dar mó tapa naquele bundão só ouvindo aquele machinho gemer. Cu gostoso demais, quentinho... Nossa! Dava uns embalos na bunda dele, parava e deixava a cabeça bem na entrada das suas pregas e tocava a rola pra dentro, ele sentia a pressão, mas sabia levar rola, assim socava sem dó, batia na bunda dele e metia, a vontade de gozar era muita, mas aquele rabo quente me fazia querer segurar ainda mais meu gozo. Era impossível segurar, então meu pau explodia gozo no toba daquele noiado, ele segurava minhas pernas pra receber cada gota dentro do seu anelzinho, suei de prazer e naquele escuro despejava porra, então retirava meu pau, ele ajoelhava e dava mais um trato no meu cacete, lambia tudo, minhas bolas e toda extensão do meu cacete, engolia com vontade eu meia bomba só gemando com aquele prazer todo. Aquele mano agora me dava um beijo gostoso e eu tocava nele, sentia aquele carinha e então a pausa, ele saia de perto e acendia mais um baseado. Eu) – Sou Marcelo. Carinha) – Eu Sandro. Apertei a mão dele e fiquei de boa ali, observando... Sandro) – Você é muito gostoso hemmm. Repetimos? Eu) – Moro do outro lado da cidade, mas tem celular? Pequei o número dele e já fui para o ponto de moto taxi, satisfeito, pois além de ser mó delicia aquela gozada havia uma chance de agir de novo. FIM

terça-feira, 11 de julho de 2017

Filho da amiga da minha mãe

Eu tinha acabado de fazer 20 anos quando isso aconteceu comigo, então ainda estava numa fase de me descobrir. Minha mãe frequentava uma igreja perto de casa, e era muito amiga de uma mulher por lá. A amiga dela era gentil e engraçada, e vivia me falando que eu ia gostar do filho dela, porque ele também fazia natação e gostava de jogos de video game, como eu. Quando enfim conheci o garoto, me espantei. Ele era da minha altura, pele levemente morena, olhos castanhos e cabelo bem curtinho, quase raspado. Ele tinha uma carinha de neném, mas era meio lerdo. O nome dele era Lucas, e de primeira não senti atração por ele, seja porque estava comprometido naquela época, ou porque realmente não senti nada. Lucas tinha acabado de fazer 18 anos, e logo ficamos amigos. No entanto, só nos víamos uma vez por semana, e sempre no ambiente da igreja, então o papo era bem limitado. Enfim, houve um daqueles acampamentos de igreja e eu fui, levando minha namorada da época comigo. O dia correu bem, até que no meio da tarde o Lucas chegou e me chamou pra nadar. Fomos juntos, e deixamos minha namorada com minha mãe e minha irmã. Nadamos, brincamos e foi muito divertido. Claro que notei aquela bunda suculenta naquela sunga apertada, mas sequer achava que aconteceria algo. Enfim fomos avisados que a hora de voltar para os alojamentos se aproximava, e o Lucas reclamava que os olhos estavam ardendo por causa do cloro e a cabeça doendo. A mãe dele sugeriu que ele fosse tomar banho e pediu que eu fosse junto, pra não deixar ele sozinho. Fui e levei minhas coisas, já para tomar banho também. Chegando lá entramos e ele começou a se despir sem nenhum pudor de mim, e fiz o mesmo. Cada um para o seu box, conversando besteira, notei que ele tinha um dote grosso, mesmo mole, daqueles tipos de pau que são tão grossos que sequer ficam de pé quando eretos. Aquilo ficou na minha cabeça, mas eu não disse nada. Até que ele comentou comigo que tinha notado que eu me depilava. Falei que sim, por causa da natação e porque minha namorada preferia depilado. Ele disse que tinha vontade de se depilar, e comentei que tinha achado legal o dele peludo. Ele ficou sem graça. Terminamos o banho, voltamos para o grupo, jantamos e ficamos cantando até certa hora. Na hora de dividir as barracas, homens para um lado e mulheres para o outro. Acabei dividindo a barraca com ele. Deitamos e nenhum de nós conseguia dormir. Ele começou a me perguntar como era com a minha namorada, como eu fazia pra satisfazer ela, se era muito difícil e etc. Conversávamos bem baixinho e ele me perguntou o que eu achava dele. Eu disse que achava ele legal e atraente. Dai ele me diz que tinha medo do dia que precisasse fazer algo com uma mulher, que tinha medo de decepcionar e que não tinha ninguém pra conversar sobre isso, porque gozava muito rápido e talz. Perguntei a ele se ele queria a minha ajuda, e ele perguntou como. Eu disse a ele que poderia ensinar pra ele, e que ninguém precisava saber de nada. Ele pensou um pouco, mas aceitou. Colocamos nossos paus pra fora e começamos a bater punheta. O olho dele não saía do meu pau. Eu realmente dava dicas de como fazer pra não gozar rápido, mas ele disse que estava difícil, então meti a mão no pau dele e comecei a masturbá-lo. O pau era realmente grosso, e pulsava quente na minha mão. Ele se segurava, pronto pra gozar. Falei pra ele segurar e ele conseguiu. Eu disse a ele que ele tinha passado na primeira parte, que agora vinha a segunda. Dito isso, cai de boca no pau dele, e ele gemeu. Cobri a boca dele e ele assentiu pra mim, concordando em ficar calado. Comecei a trabalhar naquele pau. Era muito grosso, e a cabeça era grande e inchada. Fiz meu melhor pra enlouquecer ele, queria que ele gozasse, mas temia que se acontecesse não faríamos mais nada. Além disso era muito quente e deslizava bem na minha língua. Tive que abrir bem a boca pra entrar, e quando ia fundo sentia minha boca cheia com aquela rola. Ele tinha uns espasmos toda vez que eu engolia todo e eu sentia o gosto de pré gozo na ponta do pau dele. Mamei ele por uns dez minutos, e ele com a mão na boca o tempo todo. Enfim parabenizei ele por segurar tanto tempo, e ele estava bem satisfeito também. Disse a ele que o prêmio por ter segurado era que ele podia treinar mais uma coisa comigo. Então deitei de ladinho, com as costas viradas pra ele, passei aquela saliva lá atrás e comecei a enfiar o pau dele em mim. Na hora que ele percebeu começou a dizer que aquilo era errado, e eu disse pra ele que eu apenas estava educando ele, e que nosso objetivo era puro, então não era errado. Ao mesmo tempo consegui encaixar o pau dele e comecei a me mexer pra frente e pra trás, então não sei se ele concordou em continuar porque acreditou em mim, ou porque estava gostoso. Doeu pra entrar, mas eu me segurei. Era como colocar um desodorante na bunda, de tão grosso. Em pouco tempo ele estava curtindo e começou a meter. Mas era uma metida inexperiente, sem pegada nem ritmo. Olhei pra ele e falei que estava ruim, que daquele jeito ele nunca ia dar prazer a uma mulher. Percebi o quanto aquilo mexeu com ele, então, pra me redimir, falei que ia ensinar pra ele. Virei a bunda dele e meti minha língua lá, bem rápido, pra ele não mudar de ideia. Comecei a botar meu pau nele, e percebi que estava doendo, então perguntei se ele queria parar. Ele disse que não, que queria aprender e que sabia que se não aprendesse naquela noite não aprenderia mais. Então dei meu melhor pra entrar sem dor, e quando estava todo dentro comecei a bombar. A bunda dele era redonda e suculenta, e o cu se contraia cada vez que eu metia. Era apertado e quente, macio e deslizava muito gostoso. Comecei devagar, mas ele olhou pra trás e disse que eu podia ir mais rápido. Ele fazia uma cara de tristeza e ao mesmo tempo de prazer. Eu comecei a sussurrar no ouvido dele que ele tinha que meter daquele jeito, que se a bunda dele fosse uma buceta era assim que ele tinha que comer ela, e ele prestava atenção e segurava o gemido. Depois de um tempo bombando eu perguntei se ele queria que eu tirasse, e ele disse que não, que estava bom e que era pra eu continuar. Fui metendo na bunda dele e senti ele se empinando pra tomar mais pau. Então falei pra ele que não era errado gostar daquilo, se ele também gostasse de mulher. Aquilo pareceu liberar ele, e ele realmente abriu o cu pra mim, começou a se masturbar e seu pau começou a babar. Pedi pra ele não gozar. Tirei meu pau de dentro dele e disse que era hora de ele me mostrar que tinha aprendido. Ele voltou a me penetrar, dessa vez com mais intensidade, bem diferente do começo. Enquanto levava rola de ladinho, falava pra ele sobre ritmo e profundidade, e as estocadas dele começavam a melhorar. Quando o ritmo ficou bom comecei a elogiar, dizendo que estava gostoso, que daquele jeito ele ia dar vários orgasmos para as mulheres, que o pau dele era gostoso e que até eu que era hetero (mentira), estava gostando daquilo. Ele abriu um sorriso de felicidade e perguntou se era pra parar. Falei que não e comecei a me empinar pra ele. Ele disse que ia gozar. Tirou o pau de mim, começamos a nos masturbar e gozamos juntos. Limpamos tudo em uma camisa e ficamos conversando sobre aquilo. Peguei no sono e quando acordei no outro dia ele estava super feliz. Agia como se fossemos melhores amigos, sempre com o braço no meu ombro ou sorrindo pra mim. Gostei daquilo. Mais tarde, quando fomos para a piscina, ele me chamou em um canto e me disse que queria treinar mais vezes. Concordei e marcamos de ele ir dormir na minha casa na mesma semana. Mas isso eu conto outro dia

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Primeira experiência com um amigo da escola 2.

A bunda do Michel era maravilhosa. Proporcional ao corpo dele. Ele era um cara grande. POrte de jogador-e ele jogava mesmo e muito bem- sua bunda era malhada. Quando estava tocando seu cu, o tesão me invadiu e eu gozei. Mesmo sem tirar o pau de dentro das calças. Mesmo sem tocá-lo. Eu gozei. Ele gozou também enquanto eu masturbava seu pau. E gozou muito. Fiquei impressionado com seus gemidos enquanto eu o punhetava e tocava no seu cu. Quando terminou. Ele ofegou. Respirou. Encontrou forças e se levantou. Enquanto andava até o banheiro eu olhei para a sua bunda. Suada pelo esforço. Os pelos molhados. Sua bunda balançava como uma melodia enquanto ele andava. Coloquei a mão dentro das minhas calças e senti o gozo. Eu também não tinha gozado pouco. Michel tomou banhou. Depois que saiu, conversamos. Não tocamos no assunto. Foi como se nada tivesse acontecido. Não sei se ele notou que eu tinha gozado. Esperei ele ir embora para poder me lavar. Meus pais chegavam lá pelas 18hrs, então, ele foi embora às 17:30hrs. Passei a noite pensando nele. No seu pau gozando, mas principalmente na sua bunda. Eu não conseguia esquecê-la. O toque no seu cu. Era como se eu ainda o sentisse nos meus dedo. Seu cheiro, seu gosto. Bati duas punhetas antes de mim pensando naquilo. Ambas gozei bastante. No outro dia, na escola, achei que tínhamos ido ao limite da nossa amizade. Com certeza, ele não falaria mais comigo. Achei isso. Ele ficaria com medo ou receio de continuar a nossa amizade. O que era uma pena porque eu queria muito vê a bunda dele de novo. E também, ele era meu único amigo na escola. Isso me isolaria por completo. Mas não foi bem assim. Assim que entrou na sala, ele veio falar comigo. Como sempre, me deu um tapa na cabeça e me chamou de nerd. Sorri. Satisfeito. COntinuaríamos amigos. Mesmo que não repetíssimos a dose, eu ainda o teria como amigo. Pra mim, isso era bom. Durante toda a aula não deixei de pensar no que tinha acontecido. Sempre que, de alguma forma, ele se via de costas para mim, eu ficava fitando a bunda dele. Volumosa dentro daquele jeans. Lembrava d'eu a tocando. Sentindo seu gosto. Ficava excitado. Tentava desfarçar a ereção com um livro. Em um momento não aguentei mais. Eu precisa bater uma punheta. Sai da sala e fui ao banheiro. Na hora da aula, os banheiros eram sempre vazios. Os professores nunca deixavam os alunos sairem da sala, nem pra ir ao banheiro, eles sabiam que era só uma desculpa para eles fugirem. Mas eu era um ótimo aluno. Os professores sabiam que se eu pedia pra ir ao banheiro, eu realmente ia ao banheiro. Aproveitei a confiança e pedi licença para a professora. Ele permitiu. Saí. Quando cheguei ao banheiro. Tranquei-me logo e um dos box. Coloquei o pau pra fora e comecei a masturba-lo. Segundos depois, quando eu já estava de olhos fechados, visualizando na minha mente o cu do Michel, alguém bate na porta do Box. Fico nervoso. Será que alguém tinha me visto? Droga,uma bela fama. O nerd punheteiro. Miha vida naquela escola estava acabada. Guardei meu pau e abri a porta. Para minha surpresa, Era Michel sorrindo pra mim. Os professores não deixavam ninguém sair da sala. A não ser que você fosse um aluno bagunceiro e você preferisse tirá-lo da sala do que deixa-lo lhe atrapalhando na aula. Michel. -fazendo o que Eu quase gaguejei ao dizer mijando Ele entrou no box - Que não era muito grande e mal cabia duas pessoas- e fechou a porta. -Eu tou vendo teu pau duro ai. -o que você tá fazendo aqui? -ta batendo punheta desde ontem? -vão nos pegar. -você ta me devendo. -o que? Não entendi. -O combinado era. Eu faria uma coisa pra você e você uma pra mim. Deixei você vê minha bunda em troca de você me bater uma punheta. Você pegou no cu, ou seja, você me deve uma coisa agora. -se você não queria por que não mandou eu parar? -eu tava quase gozando. Não ia interromper por que você tava com o dedo no meu cu. Vocês não imaginam como era excitante escuta-lo falando aquilo -ta bom. Vai mais tarde lá em casa e eu bato outra pra você. -Não. agora. -quer que eu bata uma pra você agora? -Não. Quero que você bata uma punheta -han -isso cara. poe esse pau pra fora. Bate e goza. Quero vê -não. -você me deve. Eu estava muito excitado. Eu queria muito não fazer aquilo, mas eu queria muito fazer aquilo também. Então, mandei minha vergonha pro inferno. Arriei minhas calças e coloquei meu pau duro pra fora. Eu era um cara pequeno, magro, fraco, mas meu pau não como eu. Tenho 20 cm de pau. Michel era um cara grandão. Mas nossos paus eram quase do mesmo tamanho. O dele era mais grosso. Ele pareceu impressionado ao vê. -olha só, quem diria o nerdinho. Comecei a me punhetar. Michel ficava apenas olhando. Não se movia. Não piscava o olho. Apenas olhava enquanto eu me masturbava. E eu olhava para ele. Esperava ele por o pau pra fora também. O box era minusculo. Se ele fizesse isso, com certeza, nossos paus se crizariam. Meu pau estava quase encostando nele. Eu tinha que mira-lo para cima para poder não encostar na barriga dele. continuei. Vez ou outra, Michel dava um sorriso safado. Meu pau começava a babar. Aumentei a velocidade dos movimentos. Fiquei ofegante. -se eu gozar, vou te sujar disse ofegante ele apenas disse -GOZA e eu gozei O gozo melou tanto a mim, quanto a ele. Gozei de mais. Parecia que era litros. Me conti para não gemer alto. Michel apenas sorria. tanto sua farda quanto a minha estavam sujas de gala. Ofegante, eu disse. -o que a gente faz agora? -você eu não sei. Eu tou indo pra casa. Fui suspenso. Eu ainda tinha duas aulas. Eu não podia gazear duas aulas. Eu nunca tinha feito isso. Os professores iriam perceber. E eu não podia voltar pra sala de aula com a farda toda gozada. Fiquei desesperado. -o que eu faço então? -te vira, cara. Quem mandou brincar com o meu cu.Mais tarde a gente se vê na tua casa.. Fwl nerdão Ele foi embora. Simplesmente. seus livros estavam em cima da pia. Ele os pegou e se foi. E eu...Eu estava muito ferrado. Votem no conto, pessoal. Para eu saber se estão gostando e eu poder continuar. Obrigado a todos.

Meu Pai = Tesão Incontrolável - Parte 3

A casa estava brilhando, meu pai e seus amigos estavam na área de trás da casa onde ficava a churrasqueira e era impossível entender o que eles conversavam pois todos falavam alto e ao mesmo tempo, haviam pelo menos quatro homens e três mulheres. A algumas horas atrás quando meu pai tinha chegado, foi como se nada tivesse acontecido, ele me tratou normalmente e parecia aliviado. Os amigos do meu pai eram todos da sua idade e alguns vieram de cidades vizinhas pra se encontrarem, exceto por Marcelo o mais louco de todos, meu pai sempre contava suas histórias. Marcelo foi o único que não concluiu a faculdade mas parecia o mais feliz de todos pois trabalhava com fotografia (o que ele sempre quis), eu o via raramente pelas ruas da cidade, com uma jaqueta jeans que ele sempre usava (inclusive hoje), os cabelos lisos na altura do pescoço, cavanhaque e bigode sempre bem feitos e suas inúmeras tatuagens pelo corpo. O churrasco rolou praticamente a noite toda e cada hora que se ia as vozes ficavam mais e mais altas, talvez por conta da bebida. Eu já estava com sono então decidi ir dormir cedo mesmo sendo sexta feira, me retirei do churrasco e subi pro segundo andar, fui pro meu quarto e coloquei meu samba-canção (que me deixava com uma bunda enorme), tirei minha camisa e fui pro banheiro escovar os dentes. De repente ouvi passos fortes na escada, alguém estava correndo, Marcelo me assustou quando apareceu na porta do banheiro com as mãos no pau, parecia muito apertado pra usar o banheiro; eu ainda estava com a boca cheia de pasta de dente e ele simplesmente entrou no banheiro sem nem pedir licença. - Preciso mijar - disse ele apressado. - Mas eu tô... Ele não me esperou terminar, passou por mim e parou na frente do vaso, arregalei os olhos quando ele pôs o pau pra fora e não se intimidou com a minha presença. - AAAAAAH - ele gemeu tão alto que parecia que estava tendo um orgasmo. Seus olhos estavam fechados e sua cabeça jogada pra trás. Parecia um bom momento pra checar seu pau pensei comigo mesmo; olhei rapidamente, não parecia tão grossa quanto a do meu pai, mas mesmo mole parecia grande. Ele abriu os olhos no exato momento em que eu estava olhando e ele deu um pequeno sorriso, ele demorou muito tempo se aliviando e comecei a entender o desespero pra achar um banheiro. - O lá de baixo tava ocupado? - perguntei cuspindo a espuma e ele fez que sim com a cabeça ainda respirando fundo por ter se aliviado. Ele terminou ao mesmo tempo que eu, mas saiu do banheiro primeiro, quando achei que ele ia descer ele parou no batente da porta virado pra mim. - Escovou os dentes direito? - Marcelo estava visivelmente bêbado. Eu ri e respondi: - Escovei! Tentei sair do banheiro mas ele colocou a mão na frente. - Deixa eu ver! Eu só conseguia rir daquela situação; ele se curvou e aproximou o rosto do meu e começou a cheirar minha boca. Um homem bêbado cheirando minha boca, essa era sem dúvida a situação mais engraçada que já tinha acontecido comigo. - Muito bem - ele disse com a voz embargada - Então agora já pra cama! - Você não é meu pai - eu disse entre as risadas. - Mas sou praticamente irmão dele, isso me faz seu tio, então eu posso te dar umas palmadas. Marcelo me puxou pra fora do banheiro com certa brutalidade e deu um tapa muito forte em minha bunda que começou a arder imediatamente. - AI, você tá louco? - falei fechando a cara - chega de brincadeira Marcelo, você tá bêbado! - Já pra cama! - ele disse falando ainda mais alto e eu decidi que não iria perder meu tempo discutindo com um bêbado, dei minhas costas e fui pro meu quarto. Era impossível dormir com todo aquele barulho, fiquei me revirando na cama por horas esperando a festinha acabar mas nada acontecia. Quase três horas depois o barulho diminuiu, já estava no quarto a tanto tempo que comecei a ter fome; desci até a cozinha e meu pai estava do lado de fora sozinho, abri o armário sobre a pia pra pegar um biscoito quando senti suas mãos envolvendo minha cintura com muita calma e logo depois seu corpo todo estava agarrado ao meu, eu sentia seu pau duro encostando na minha bunda. - O que é isso pai - falei assustado e me virei de frente - alguém pode ver! Com certeza estava bêbado. - Marina foi levar Marcelo em casa e outros dois na rodoviária, os outros foram de táxi - ele fez uma pausa e falou sussurrando - a gente tá sozinho! Ele me beijou de um jeito diferente, sem nenhuma brutalidade como fez mais cedo, acho que a bebida tinha feito ele esquecer toda a raiva pela situação de transar com o próprio filho e só manteve o desejo dele por mim. - Vamos ter que ser rápidos! - ele sussurrou. Tirei sua camisa e ele começou a beijar meu pescoço com vontade; meu pai me virou de costas e me fez debruçar na mesa, coloquei uma das pernas em cima dela e a outra ficou no chão, ele se ajoelhou atrás de mim e começou a chupar meu cu com muita vontade me fazendo gemer e agarrar a toalha de mesa, suas mãos seguravam com força minha bunda abrindo caminho pra sua língua. Meu pai se posicionou atrás de mim e começou a me penetrar, o barulho do seu corpo batendo contra o meu era alto e a mesa a essa altura já tinha começado a ranger, meu rosto estava apoiado na mesa e toda vez que seu pau entrava eu gemia mais e mais alto, meu pai também gemia daquele seu jeito másculo, entredentes, sua voz grossa também ficava mais alta a medida que chegava perto de gozar. Meu pai parou de me penetrar e me mandou ficar de joelhos em sua frente, ele começou a foder minha boca sem me dar nem tempo pra respirar e eu me masturbava, enquanto nos olhavamos percebi que seus olhos começaram a se revirar e ele a gemer alto, ele ia gozar e parecia que queria fazer isso na minha boca, quando menos esperei sua porra quente inundou minha boca, ele tirou o pau e na mesma hora colocou a mão na minha boca; ele queria que eu engolisse e eu obedeci, ele passou a me beijar intensamente e eu gozei espalhando porra em minha barriga e na dele. Infelizmente tivemos que interromper o momento delicioso pois Marina já devia estar chegando, subi, tomei um banho e dormi rápida e tranquilamente. Acordei tarde no outro dia, quando desci meu pai e Marina já estavam tomando café, mas além deles havia outra pessoa à mesa. Marcelo. Ele usava shorts jeans e uma blusa branca. - Bom dia - eles disseram quase todos juntos e eu respondi me sentando à mesa. - Gostou da noite garoto? - Marcelo perguntou. Sorri ao lembrar como tinha sido o final da noite e respondi: - Sim, foi ótima. Mas acho que não posso fazer a mesma pergunta por que vc deve ter esquecido tudo né? Eles riram. - Por que filho? - meu pai perguntou sem entender - Ué, ele tava totalmente bêbado ontem. Marina riu alto. - Claro que não Guilherme, eu e Marcelo fomos os únicos que não beberam álcool, que horas você viu ele bêbado? - AAH quando... - olhei para Marcelo e ele tinha um pequeno sorriso safado no rosto, a essa altura eu já tinha entendido o que ele queria - ...devo ter me confundido. Se Marcelo não estava bêbado por que fez aquela cena lá em cima? Qual era a finalidade? - Mas eu não vim aqui à toa - Marcelo interrompeu meus pensamentos - vim fazer uma proposta... Levantei uma sobrancelha - Que proposta? Meu pai tomou frente e começou a falar: - Marcelo tá precisando de um assistente lá no estúdio, achei que seria legal você trabalhar com ele! Ele olhou pra mim com os cabelos longos jogados no rosto, o sorriso safado permanecia lá e eu já conseguia imaginar o que ele pretendia com isso tudo.

O maluco me chupou no exercito!

Esse é o meu primo relato , então vou me apresentar... Eu tenho 22 anos , 1,84m , 84 kg malho desde dos meus 15 anos. Meu pai é militar aposentado , trabalhou durante 22 anos , então vcs ja devem imaginar como foi minha educação... com 10 anos se eu fizesse alguma merda eu tinha q pagar flexões (eu preferia apanhar). Mas de certo modo isso foi bom , na escola sempre sai com muitas garotas , mas isso fica pra um outro relato. Bom , tudo começou quando eu ia fazer 18 anos , eu pensei que ia poder sair por ai dirigindo e comendo geral , pois bem não foi muito bem assim... meu pai queria q por queria q eu passasse no serviço obrigatório do exercito , eu não queria passar , não por medo mas sim pq queria aproveitar a entrada na maioridade. Nada adiantou , lá fui eu servir nosso glorioso país , meu pai me deu muitas dicas de como me comportar lá , nas primeiras semanas era moleza , os sargentos pegavam no meu pé por saberem q eu era filho de militar , mas como eu já fazia exercicios a maioria das atividades eu tirava de letra. Eu além de me sair bem nesta questão ajudava meus os caras lá em tudo , meio q fiquei "querido" pelos moleques. Lá eu conheci um cara chamado Bruno , Bruno tinha uns 1,78m era loiro , branco e era um cara muito legal. Assim como eu , Bruno gostava de futebol , academia e de putaria , viramos amigos próximos , meio q ele virou meu brother naquela merda. Ele me ajudou muito , eu dava umas ajudas pra ele e ele me ajudava. Um dia fomos dormir no dormitório , devia ter uns 70 caras lá. Antes tomamos um banho e segui as dicas do meu pai (lavei o pau , cu e meu suvaco) sendo q tinhamos 40 segundos pra tomar banho . Fomos pro dormitório , as luzes se apagaram , a gente dormia em beliches e o Bruno dormia do lado da minha cama eu dormia na parte de baixo da beliche e Bruno dormia do meu lado também na parte debaixo da beliche. Todo mundo tava capotado , já q a gente tinha poucas horas pra dormir e todo mundo aproveitava o máximo pra descansar, eu tava quase pegando no sono quando sinto uma mão tocando no meu pau, eu logo segurei o pulso do cara e pra minha surpresa era o Bruno , puxei o braço dele e peguei minha lanterna reduzi o maximo e mirei na cara dele. Como a gente tava no dormitório fui no ouvido dele e cochichei : EU : Caralho, Bruno qual teu problema poha? Pegando no meu pau! - Cochichei no ouvido dele abafando o tom da minha voz com as maos. Bruno : Mano , deixa eu bater uma ai, na moral to na seca faz uns 6 meses Eu : Tu é viado caralho? Querendo pegar no meu pau Bruno : Na brotheragem mano , só uma punhetinha - Ele falou massageando minhas bolas eu retruquei dizendo : Eu : Tira a mão do meu pau porra! Vai dormir cara , daqui a pouco a gente vai ter que acordar! O filha de uma puta cochicha no meu ouvido dizendo isso: Bruno : Deixa eu bater uma punheta nessa rola gostos... eu sei q tu quer mano... eu vi tu no banho... tua rola é uma delicia... deixa eu bater umazinha na moral... - Ele falou isso já me punhetando pelo calção, não aguentei e fiquei de pau duro (eu já n pegava ngm fazia mto tempo) Eu encostei no ouvido dele e falei: Eu: Só uma punhetinha , mas n suja minha farda porra! Lá tava o garoto punhetando minha rola , puta... como era gostoso aquilo... meu pau n é gigantesco , mas tem um tamanho bom, 17 cm , bem grosso e tenho umas bolas grandes A coisa tava gostosa até q o filho da puta começou a chupar meu pau , chupava muito gostoso... mas eu n podia deixar aquela merda , tirei ele do meu pau e falei no ouvido Eu : Porra Bruno , tu ta me tirando ? Era so punheta caralho! Bruno: Você não disse q n queria q sujasse a farda? Deixar eu chupar essa delicia e vc goza na minha boca , eu engulo e limpo seu pau... Eu fiquei puto com aquilo mas n podia negar q tava uma delicia.. então respondi Eu :Tá... Mas n faz barulho porra! vai mama... Como mamava gostoso aquele moleque... nunca senti tesão por homem , mas ele chupava gostoso demais , ele sugou minha cabeça e ficou passando a lingua em volta pra n fazer muito barulho. Eu quase louco gozei demais na boca daquele moleque , o desgraçado ainda limpou meu pau todo.. Depois daquilo fomos dormir .... eis q os dias se passaram... poucos momentos a gente tinha pra conversar, mas quando sobrou um tempo ele encostou em mim e falou : Bruno : Porra, mano! Sobre aquela noite nem sei oq falar... tu é mto brother n quero estragar essa amizade , saca? Eu: Não entendi muito bem não mano , tu é viado ? Bruno: Não cara , curto mulher porra! Eu : Mas tu chupou meu pau cara , vc bebeu minha porra... Bruno : Eu curto mulher, mas tua rola é muito gostosa... Na moral mano! Eu vi você na hora do banho e tive q provar... Eu: Eu acho que tu é viado mano , serião... Mas de boa cara , n tenho problema com isso não! Bruno: Porra mano , não sou viado caralho! Nunca ia dar meu cu , mas eu dou uma chupada e uma punhetada , mas nada além disso mano... Eu achei estranho aquilo , mas não pude negar que gostei da chupada , nunca senti tesão em homem mas chupeta é chupeta se for gostosa o importante é o prazer... Depois de um tempo continuamos amigos normais , de vez em quando ele da uma mamada no meu pau pra iliviar... No próximo conto eu falo um pouco sobre um dia q ele foi em casa...

terça-feira, 4 de julho de 2017

Meu Pai = Tesão Incontrolável - Parte 2

O comportamento de meu pai tinha mudado totalmente, ele mal olhava pra mim e quando o fazia parecia que ia me mutilar, em casa mal nos falavamos e até minha madrasta notou a diferença com o passar dos dias. Eu passava os dias me culpando por ter feito aquilo e consequentemente ter arruinado meu relacionamento com meu pai. Dias depois acordei atrasado pro colégio, passei a noite praticamente em claro pensando em uma solução pro meu problema e acabei perdendo a hora, pelo menos tinha tomado coragem e decidi que conversaria com meu pai no dia seguinte pra tentar esclarecer tudo. Tomei um banho correndo e quando desci as escadas meu pai e Marina (minha madrasta) também estavam de saída, meu pai estava usando um de seus ternos e eu amava vê-lo vestido assim. - Preciso de uma carona pra escola - falei abafado. - Pensei que já tivesse ido Guilherme - disse Marina. - Perdi a hora. Fui até a cozinha, peguei um pacote de biscoito no armário e fui pro carro. - Vou deixar Marina no trabalho e depois te levo na escola - meu pai falou comigo depois de dias, foi seco e nem olhou pra mim, mas pelo menos foi um começo. Minutos depois Marina desceu do carro depois de dar um beijo em meu pai e foi trabalhar. Me sentei no banco da frente e me assustei quando meu pai voltou a falar enquanto fazia o caminho até minha escola. - Melhor passar a dormir cedo, não posso te levar na escola todo dia. - Foi só hoje pai...passei a noite acordado pensando em... Ele me interrompeu: - Espero que vc não fale sobre aquilo - Uma hora vamos precisar conversar Pai... Ele freiou o carro bruscamente me jogando pra frente. - Conversar sobre o que? Eu não sei nem o que falar Guilherme! CONVERSAR SOBRE VOCÊ TER PEGADO NO MEU PAU? - ele começou a gritar e meu rosto ficou vermelho, estava morrendo de vergonha. - Pai.. - Não adianta dizer que foi "sem querer" garoto. - Não foi - falei por impulso e pelo visto o assustei com a sinceridade. Seus olhos se fixaram nos meus e cheguei a me sentir mal, ele me olhava de um jeito que nunca tinha olhado antes. - Por que Guilherme? - Não é meio obvio? - EU SOU SEU PAI, ISSO TÁ ERRADO! - ele voltou a se irritar e desviou o olhar. Meu pai começou a repetir pra si mesmo essa frase, várias vezes, parecia que estava lutando contra algo maior, algo que vinha de dentro, ele jogou sua cabeça pra trás, a encostou no banco e começou a respirar fundo. Por um momento cheguei a pensar que aquela situação tinha mexido com meu pai de um jeito inesperado. Resolvi tirar a prova. Coloquei minha mão na coxa do meu pai e ele não se moveu, ficamos ali parados por um bom tempo até que pra minha surpresa ele colocou sua mão enorme sobre a minha e apertou com força, senti que não era pra me machucar. Ele abriu os olhos e me olhou fixamente, ele parecia desnorteado. - Não vou conseguir mais entrar na escola - falei quebrando o silêncio - já passou do horário, você pode me deixar em casa? Ele fez que sim com a cabeça e ligou o carro. Pouco tempo depois ele estacionou na frente de casa, desci do carro com a cabeça a mil, por que será que ele teve aquela reação? Podia ser um pensamento louco mas cheguei a considerar que ele também queria algo comigo. Limpei minha mente e entrei em casa, não iria me iludir com essas suposições impossíveis. Assim que entrei na sala olhei pela janela, percebi que o carro ainda estava estacionado onde ele tinha me deixado, meu pai ainda estava lá dentro com a cabeça baixa, eu estava começando a ficar com medo de sua reação. De repente ele saiu do carro e bateu a porta com uma brutalidade que me assustou, ele atravessou o jardim e poucos passos depois ele estava dentro de casa, ele parecia apressado, fechou a porta da frente com ainda mais brutalidade e veio pra cima de mim. Ele me empurrou na parede mais próxima e eu tinha certeza de que ele iria me bater, quando me dei conta suas mãos enomes pegaram em minha cintura com força, ele se curvou e sua testa tocou a minha. - Espero não me arrepender de fazer isso - ele sussurrou e seus lábios grossos tocaram os meus. Seu beijo era intenso, quente. Nossos corpos estavam cada vez mais perto e minha mãos subiram até seu pescoço, ele beijava meu pescoço e suas mãos começaram a percorrer todas as partes do meu corpo Ele se encostou na parede e abriu o cinto, eu sabia o que ele queria, me ajoelhei em sua frente e sem enrolação peguei em seu pau (de novo) desta vez estava duro, muito duro e eu cheguei a me assustar com o tamanho, era muito mais grosso e maior do que eu pensava, comecei beijando a cabeça do seu pau mas ele parecia não se satisfazer só com isso, ele segurou a parte de trás da minha cabeça e forçou até que sua pica de 21cm estivesse enterrada em minha garganta, continuou fazendo isso pro muito tempo, ele literalmente fodia minha boca e não se importava comigo engasgando toda vez que ele me fazia engolir. Ele começou a tirar o terno, primeiro a gravata, o paletó e depois a camisa, ver meu pai daquele ângulo era mágico, coloquei minha mão em sua barriga e comecei a acaricia-lo. Meu pai terminou de tirar suas roupas e ficou totalmente pelado, ele se virou de costas pra mim e eu não tinha palavras pra descrever sua bunda, era redonda, enorme. Chupar seu cu era maravilhoso, ele respirava fundo e eu me sentia incrível por poder dar prazer pra ele. Pouco tempo depois ele me mandou levantar, voltamos a nos beijar e enquanto isso ele tirava minhas roupas. O contraste dos nossos corpos era de certa forma engraçado, ele alto, masculino, forte, peludo eu baixo, magro (mas com uma bunda enorme), liso. Ele me pegou no colo, minhas pernas agarraram sua cintura e eu sentia seu pau tocando a minha bunda. Subimos as escadas e fomos pro quarto dele, ele me jogou na cama de bruço e começou a chupar meu cu, eu estava a mil, comecei a gemer alto enquanto sua língua acariciava meu rabo. Logo ele me virou de barriga pra cima, passou a chupar meu pai e enfiou um dedo no meu cu, foi o suficiente pra me fazer gemer ainda mais alto, seu dedo era grosso e ele enfiou de uma vez. Sua barba me fazia arrepiar quando tocava minha pele e eu me contorcia na cama de tanto prazer. Seu corpo enorme se pôs em cima do meu, ele me olhava como se eu fosse sua presa e ele fosse o predador, só conseguia me sentir o cara mais sortudo do mundo. Meu cu estava pronto pra receber aquela pica, ele colocou a cabeçinha na porta e empurrou devagar, mas sem parar; seus olhos não se desgrudavam dos meus, parecia que ele gostava de me ver gemendo e me contorcendo de prazer, seus gemidos começaram como uma respiração ofegante mas depois sua voz grossa tomou conta do ambiente, toda vez que seu pau entrava ele gemia alto o que me deixava ainda mais enlouquecido e sedento por mais. O ritmo foi aumentando e eu me sentia nas nuvens, ele passou a me beijar intensamente e suas mãos estavam nos meus cabelos. Eu poderia ficar alí pelo tempo que meu pai quisesse. Ele começou a me masturbar enquanto me fodia com força, gozei depois de um tempo e os jatos chegaram a acertar meu peito e um pouco no meu rosto, ele não pensou duas vezes e lembeu o que conseguia alcançar com sua língua. Seus olhos se enchiam cada vez mais de desejo e ele aumentou ainda mais o ritmo das estocadas, seus gemidos ficaram mais altos e mais intensos até que ele gozou e inundou meu cu com sua porra; ele continuou fazendo movimentos lentos dentro de mim enquanto nos beijávamos. Eu podia dizer sem dúvidas: essa foi a melhor experiência da minha vida (até agora) Depois da manhã agitada meu pai tomou um banho e voltou pro serviço. De tarde, depois de limpar toda a bagunça no quarto me deitei na sala e recebi uma mensagem do meu pai, me animei pois achei que era algo especial mas não a mensagem dizia: "Arrume a casa, meus amigos da época da faculdade vão aí hoje para um encontro, tinha me esquecido que era hoje" Bufei, odiava ter que limpar a casa, mas depois da manhã de hoje até isso eu faria com um sorriso no rosto. _____________________________ Oi gente, espero que estejam gostando do conto, queria pedir que vocês comentem e dêem sua opinião (e até sugestões se quiserem). Devo colocar um capítulo novo já já, vai ter personagem novo e muita sacanagem!! Bjs

Meu Pai = Tesão Incontrolável - Parte 1

Aos dezesseis anos comecei a sentir algo muito estranho por meu pai, a vida toda eu o tinha como um herói mas a pouco mais de um ano passei a ter alguns desejos que mantenho escondido, todas as vezes que ele sai do banho fico observando seu corpo ainda molhado e o volume que seu pau faz na toalha; quando ele volta cansado do trabalho eu só queria poder estar com ele, mas não como filho...queria algo mais. Em minha casa moravamos eu meu pai e sua namorada, minha madrasta, a mulher que eu mais invejava no mundo, principalmente quando eu ouvia seus gemidos no meio da noite, só conseguia imaginar como meu pai estava fodendo ela com vontade, queria poder ver e sentir ele de todas as formas possíveis e desfrutar do prazer que ele obviamente proporcionava a ela. Em um fim de semana qualquer meu avô ligou pra minha casa nos chamando pra passar o dia em sua fazenda, eu tinha ido lá pouquíssimas vezes, não gostava de bichos nem de todos aqueles insetos, mas meu pai sempre se animava pra ir e é claro que eu ia junto. Meu pai era um homem que atraía olhares na maioria dos lugares, era branco, tinha 1,92 de altura, uma barba volumosa, cabelo raspado, tinhas braços enormes e pelos espalhados pelo corpo, principalmente pelo seu peitoral enorme e sua barriga que não era definida mas tbm não era grande. Na noite anterior que íamos para a fazenda eu acordei de madrugada com o barulho do quarto ao lado, minha madrasta gemia alto como sempre e eu já estava indo a loucura só de imaginar o que meu pai estava fazendo com ela, vez ou outra eu também ouvia seus gemidos, sua voz grossa me provocava arrepios, eu não conseguia me controlar. Me levantei e fui pelo corredor até a porta do quarto deles que estava entreaberta mes olhos se fixaram em meu pai, seu corpo suado sobre o dela fazia movimentos que me deixava fascinado, ele bufava, sua respiração forte, ele sempre ia aumentando o ritmo da penetração. Eu queria aquilo, sem dúvidas. Me retirei rapidamente e voltei pro meu quarto pra tentar dormir. No outro dia bem cedo chegamos a fazenda do meu avô, o lugar estava cheio de parentes que eu não via a um bom tempo, todos tomaram café juntos e os mais diversos assuntos surgiram até que um primo deu a ideia: - Nós podíamos cavalgar hoje. - Aah eu não sei andar a cavalo - eu me pronunciei de imediato e todos ficaram chocados. Todos ali estavam acostumados com a fazenda, menos eu, não gostava nem um pouco, então não tinha interesse. - Como assim não sabe? - meu pai pareceu surpreso - Um filho meu não sabe cavalgar? Todos riram. - Vou te ensinar hoje - ele disse se levantando da mesa do café - na verdade, agora. Ele me puxou da mesa com ele ele fomos até o celeiro que ficava bem afastado, só nós dois. Meu pai me mandou subir no cavalo, eu estava morrendo de medo, eu praticamente tremia lá em cima e quase caí várias vezes. - Nossa, é pior do que eu pensava - ele disse rindo - parece quando te ensinei a andar de bicicleta. Eu ri, mas de nervoso, com medo de cair do cavalo e foi exatamente o que aconteceu, o bicho nem tinha andado mas eu me desequilibrei e antes que eu fosse pro chão meu pai me pegou, meu rosto acertou seu peitoral e ele me agarrou com seus braços enormes, seu cheiro e suas mãos fortes me deixaram desconcertado. - De novo - ele disse. - Não adianta pai, não é pra mim. - Fazenda tá no nosso sangue, é óbvio que é pra você - ele disse rindo e me fazendo subir no cavalo outra vez. Meu pai era muito orgulhoso daquilo tudo e amava ir pra fazenda, ele tinha crescido alí e zelava muito por suas raízes, tanto que ele estava vestido praticamente como um cowboy, todas as vezes que vinha pra cá era assim, calça jeans apertada, uma bota de couro cobrindo a canela, uma blusa de botões de manga comprida e as vezes um chapéu, hoje ele não está a usando. Ele usava essas roupas mais como uma brincadeira, mas eu sabia que ele gostava de verdade. - Pra ter certeza de que não vai cair eu vou te ajudar - ele disse e quando me dei conta meu pai estava sentado no mesmo cavalo que eu, atrás de mim, nossos corpos se encaixaram de uma maneira deliciosa e ele pegou as rédeas. Ele guiou o cavalo pra fora do celeiro e quando estávamos em espaço aberto ele perguntou: - Tá pronto? - Não - respondi rindo. - Você vai sentir o que é ser cowboy de verdade - ele brincou e o cavalo começou a ir cada vez mais rápido. Era uma sensação maravilhosa, cavalgar, e ainda melhor tendo meu pai tão perto de mim, seus braços ficaram em volta da minha cintura o tempo todo, eu sentia seu peitoral contra minhas costas e de vez em quando o volume em sua calça jeans tocava minha bunda, o que era inevitável naquele pequeno espaço. Cavalgamos por muito tempo e percebi que estávamos em um lugar da fazenda que eu nunca tinha ido, ficava depois de uma pequena mata, era um pequeno rio, meu pai parou e desceu do cavalo, logo após me ajudou a descer. - Eu costumava tomar banho aqui quando era criança - ele disse tirando sua blusa e eu não conseguia tirar os olhos de seu abdômen - acho que você precisa também, pra entrar em contato com a fazenda. Meu pai continuou a tirar peça por peça e quando percebi ele estava só de cueca, o volume era enorme, e eu tenho certeza que meu rosto estava vermelho, ele andou em direção ao rio e quando chegou bem na margem tirou a cueca e colocou sobre as outras roupas, só consegui ver sua bunda enorme e então ele entrou na água totalmente pelado. - Tá esperando o que? - ele gritou de dentro d'água. Eu só fiz o mesmo, tirei minha roupa mas fiquei com a cueca, e entrei na água. Meu pai parecia extremamente feliz, me jogava água e ficava brincando o tempo todo, estávamos muito próximos, brincamos de lutinha e toda oportunidade que eu tinha de fazer meu corpo ficar perto do seu eu aproveitava. Depois fiquei nas costas dele por um bom tempo e meu pensamentos foram longe demais, estava começando a me excitar e não podia deixar ele perceber, meu pensamentos estavam a mil, minha vontades estavam a flor da pele e não conseguia mais me controlar, beijei seu pescoço, ele pareceu se assustar mas não disse nada, então beijei outra vez. - O que foi Gui? - ele perguntou desconcertado. Minha mãos desceram de seus ombros até sua cintura, continuei beijando seu pescoço e quando me dei conta eu tinha segurado seu pau, mesmo mole parecia grande. Meu pai tirou minhas mãos do corpo dele e me empurrou pra longe, sua cara era de raiva e indignação. - Que porra é essa Guilherme? - fiquei sem reação, não tinha conseguido me controlar, seu tom de voz era quase um soco no estômago, ele nunca tinha falado daquele jeito comigo. - EU SOU SEU PAI, NO QUE VOCÊ TA PENSANDO GAROTO? - ele gritou saindo da água e eu o segui. Vestimos nossas roupas e ele não parava de brigar comigo. - Foi sem querer - eu disse muito baixo. - COMO VOCÊ PEGA NO PAU DO SEU PAI SEM QUERER? VOCÊ TAVA BEIJANDO MEU PESCOÇO, O QUE VOCÊ PENSOU QUE TAVA FAZENDO? Eu realmente comecei a ficar assustado, meu pai estava surtando e eu estava com vontade de chorar, não conseguia falar nada em minha defesa, não havia nada a se falar também. Ele usou a camisa pra se secar, vestiu a cueca e a calça, colocou as botas, e subiu no cavalo sem camisa. Ele começou a ir embora e estava me deixando pra trás. - PAI - eu gritei assustado - VOCÊ VAI ME DEIXAR AQUI? - Vai andando - ele disse completamente irritado - usa o tempo pra pensar na merda que você fez garoto! O cavalo começou a ir rápido até que eu os perdi de vista. Eu não conseguia esboçar reação, nem chorar a esse ponto, não sabia o que pensar, só me sentei no chão ao lado do rio. Fiquei tanto tempo ali parado que o sol acabou me secando, eu vesti minhas roupas e fui andando de volta. Demoramos uns dez minutos pra chegar aqui mesmo com uns dos cavalos mais rápidos, então eu iria demorar bastante pra chegar andando. Depois de quase vinte minutos eu avistei o celeiro de longe, meu pés já doíam muito por conta do chão da pequena mata, era completamente desnivelado e tropecei algumas vezes. Mais dez minutos e eu estava de volta ao celeiro, o cavalo que nós tínhamos ido já estava de volta em seu lugar e meu pai estava sentado em uma pilha de feno, quando me viu entrar ele se levantou e veio até mim rapidamente, ele me empurrou contra a parede de madeira com um brutalidade que até então eu desconhecia, seu rosto ficou tão perto do meu que era possível sentir seu hálito e sua respiração em meu rosto. Suas mãos seguravam meus ombros com tanta força que chegava a doer. - NUNCA MAIS - ele fez silêncio e depois repetiu quase gritando - NUNCA MAIS FAÇA ISSO DE NOVO. Dessa vez ele apertou ainda mais meu ombros e me bateu na parede novamente: - VOCÊ ME OUVIU - ele gritou. - Ouvi - respondi com os olhos marejados e na mesma hora ele me soltou e saiu do celeiro. Eu não sabia o que fazer, pra onde ir, não sabia se teria coragem de encarar ele depois disso. Voltei pra casa principal da fazenda e passei o dia no quarto, dei a desculpa de que estava passando mal pra não ter mais que socializar. Eu estava profundamente arrependido de ter feito aquilo, isso mudaria minha relação com meu pai definitivamente, eu estava assustado, pois sabia que essa história não acabaria assim.