domingo, 6 de janeiro de 2013

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

ORGIA DE JOGADORES DE BASE

LOLITO DANDO NO PRESIDIO PRA 2 AGENTES

REUNIOES DE EXECULTIVOS

TOCAIA

Na época em que eu dividia meu tempo entre o colégio pela manhã, roubar pomares dos vizinhos à tarde e assistir tv à noite, surgiu um outro atrativo. Certa noite, minha mãe pediu para que eu levasse o lixo para fora. Meio com preguiça, fui. Nossa casa possui um muro baixo, com um pequeno jardim e uma cancela de ferro. É uma casa de esquina. Quando eu abri a porta, vi um negro próximo ao muro que segue a lateral da casa. Ele estava mijando no muro e saiu em seguida. Observei ele deixando a calçada, vestido só de bermuda, corpo forte, arqueado, retinto e liso. Um boné pra trás. Fiquei de pau duro, me odiando por não ter visto a pica dele. A lixeira ficava bem na esquina, na calçada. Se eu tivesse saído um minuto antes, pegaria ele mijando. Nas noites seguintes, me ofereci para levar o lixo pra rua, mesmo nos dias em que não passava o caminhão de coleta. Cuidava o horário, os dias, até que vi o mesmo negão, na mesma posição, mijando no meu muro. Acelerei, passei a cancela de ferro e fui até a lixeira. Ele notou. Olhou pro lado, balançou o pau e guardou na cueca. Eu fiquei parado na lixeira, olhando. Meio hesitante, o negão foi embora como na outra noite. Meu pau ficou duro dentro do short. Na noite seguinte, um pouco antes daquele horário, me escondi nos arbustos do jardim, observando a rua pela cancela de ferro. Um misto de tédio e excitação. Não demorou muito, ouvi o barulho de chinelo arrastando, o negão dobrou a esquina e foi pro muro. Me levantei e me estiquei no muro me apoiando com as mãos e encarando ele. A princípio, ele se assustou um pouco, mas tirou a vara mole pra fora e deu uma risadinha. - Gosta de ver eu mijando, né? Não respondi nada. Fiquei só olhando. Balançou bastante a piça, respingando pra tudo que é lado. Passou os dedos na cabeça da vara e se aproximou do muro. Aproximou a mão rústica do meu rosto e passou os dedos nos meus lábios. Meu pau tava estourando de tesão, coxando o muro. O negão guardou o pau e fez uma proposta. - Vamu dar uma volta? - Tá muito escuro, não dá! - E amanhã de tarde? - Hummm... Pode ser! Que horas? - Passo aqui às duas! - Tá! Fui pra dentro ligeiro, bater uma punheta. Passei a noite excitado, quase não dormi, pensando no negão. No dia seguinte, passei o dia de pau duro na escola. Voltei pra casa, almocei, tomei banho e fui pro muro, bem antes das duas horas. Tava tirando uma folha dum arbusto quando o negão chegou de bicicleta. - Vamu? Abri a cancela e subi no bagageiro da bicicleta. - Aonde a gente vai? - Num lugar bem legal, um matinho aqui perto! Andamos um quilômetro e nos embrenhamos num mato. Tava difícil passar com a bicicleta. Fomos até um muro, cercado de árvores, bem escondido. O negão deitou a bicicleta e tirou o pau pra fora. Era um nervo preto, que eu achei grande mesmo mole. - Vou dar uma mijada! Vem cá ver! Fiquei observando ele mijar. - Quer tomar mijo? Balancei a cabeça negativamente, mas extendi a mão e molhei os dedos com as últimas gotas de urina. Ele riu, satisfeito. Ficamos de pé, de frente, e ele começou a punhetar o pau, que ficou duraço rapidinho. Uma vara empinada pro céu, cabeção roxo. Pegou meu pulso e botou a minha mão no lugar da dele. Tive dificuldade de fechar minha mão naquele mastro. Tava quentinho. Comecei a acariciar toda a extensão e depois dar umas apertadinhas. O caralho se empinava pra cima em sinal de reflexo. - Agora, põe a boquinha! Me ajoelhei na folhagem e abocanhei a cabeça. Que tesão aquela piça na minha boca! Revirei os olhos pra ele, e ele pegou minha cabeça e forçou a entrada. Fui engolindo aos poucos, até sentir os pentelhos na minha boca. Daí ele me segurou pelas orelhas e fudeu minha boca. - Respira pelo nariz! Não tinha experiência, mas fiz direitinho. O negão começou a ficar louco de tesão. As pernas trêmulas, com aquele bermudão arreado. Ele tava sem camisa, com um tórax definido, suado e liso. - Tira a roupa! Parei o boquete, e ficamos os dois peladinhos. Daí, ele sentou num tronco de árvore que parecia um banco e balançou o pau. Me apoiei nas coxas dele e engoli a vara de novo. Ele gemeu e em seguida me deu outra ordem. - Levanta um pouco o corpo, deixa eu chegar nessa bundinha! Fiquei chupando meio de lado pra ele alcançar minha bunda. - Ah, que bundinha gostosa! Bem branquinha! Senti a mão áspera dele me acariciando, e pincelando meu cu com os dedos. Tentei não parar de chupar, mas o tesão de ele mexer na minha bunda tava me desconcentrando. Ele levou a mão na bermuda caída no chão e tirou um sachê. Pensei que fosse uma camisinha, mas era lubrificante. Abriu com os dentes e buzuntou a mão. O negão voltou com a mão na minha bunda e lambuzou minhas nádegas e depois o rego. Deu umas batidinhas no cu com o dedo médio e meteu. Senti a primeira falange dentro de mim. Engoli toda a vara dele em sinal de agradecimento. Ele foi desbravando meu rabinho com cuidado, mas não demorou muito todo o dedo médio tava enterrado no meu cu virgem, agora, não tão virgem. - Tu já deu essa bundinha pra alguém? - Ainda não! Ele riu. - Então, te prepara, que hoje tu vai perder o cabaço! Vem sentar no meu pau! Levantei e fiquei de costas pra ele. Ele tava sentado no tronco, de perna aberta. Me apoiei naquelas coxas grossas e abaixei minha bundinha até o pau dele. Com uma das mãos, fiz a mira e sentei na cabeça da vara. Coisa boa sentir aquele cabeção roxo dentro de mim! Ele foi sacana e me segurou pela cintura, fazendo uma leve pressão pra baixo. Aos poucos, fui liberando o rabinho e relaxando os braços, que estavam ristes, apoiados naqueles coxão. Deixei minhas pernas pra fora das dele, e sentei pra valer na piça. Ele gemeu, beijou me pescoço e começou a bombar meu cu, com todo pau dentro. Tava doendo um pouco dei uns gritinhos. - Ai, ai, ai!!! - Peraí, tô quase gozando. Ele me ergueu do colo dele, tirou a vara e terminou punhetando o pau, feito um gorila no cio. - Ah, puta que pariu! Tô gozando! Fiquei admirando aquele rio de porra saindo do cabeção roxo, sentindo a meleca de lubrificando escorrendo perna a baixo. Ele olhou limpou o pau com os dedos e levou até minha cara. - Prova pra ver se tu gosta! Segurei a mão dele e engoli os dois dedos sujos de porra, engolindo até a última gota. - Adorei te comer! Tu não quer gozar? - Quero! Comecei a bater uma bronha pra mim e em seguida senti novamente a falange do dedo médio dele no meu cu. Pedi manhoso: - Meti mais! Ele me obedeceu e enfiou o indicador e o médio inteiros na minha rosca. Daí não aguentei e contraí o cuzinho enquanto gozava. Ele tirou os dedos, deu uma cheirada e me disse pra gente se vestir que ele ia me deixar em casa. - Amanhã, te pego no mesmo horário, tá? - Tá bom! No dia seguinte, depois de bater umas cinco punhetas pensando no meu negão, eu estaria lá, de tocaia.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

SEGURANÇA EXCITADO NO SERVIÇO

SEGURANÇA PATOLANDO GOSTOSO O PAU

VIREI PUTINHA DO FIM DE SEMANA

Meu nome é Eduardo, tenho 20 anos mas a história que vou contar ocorreu quando eu tinha 16. Era fim de ano e toda minha família ia viajar para passar a virada na casa dos meus tios que moram em uma cidade próxima, eu fui o único que optei por ficar em casa até por não gostar da minha tia e também não ser muito fã de viagens. Na sexta-feira , pela manhã meus pais saíram de viagem e eu estava sozinho em casa por um fim de semana inteiro sem nada pra fazer. Tudo estava indo muito bem até as 7:30 da noite, foi nessa hora que meu inferno começou. Eu já tinha jantado e não tinha nada pra fazer então resolvi entrar em um site gay para bater uma punheta, até aí tudo bem, quando eu estava no meio da punheta fui surpreendido, Ricardo (um colega de escola) entrou na casa sem avisar e antes que eu pudesse me vestir e fechar o site ele entrou no meu quarto e viu tudo, ele ficou um tempo olhando pra mim com uma cara estranha e do nada falou com uma cara de safado: -Então vc gosta de ver gays fudendo né! Eu como não tinha nenhum argumento acabei confessando pra ele: -Sim, eu vejo de vez em quando mas não sou gay. Ele olhou pra mim com uma cara pior ainda e falou, Então agora você vai fazer tudo o que eu pedir e sem reclamar (ele sabia que eu estava sozinho naquele fim de semana) por que senão eu vou contar tudo pra Ana e pra sua família (Ana era minha namorada, eu sou bi mas nunca tinha contado pra ninguém). Nessa hora o desespero tomou conta de mim eu falei pra ele que faria tudo o que ele pedisse se ele não contasse pra ninguém, quando eu falei isso ele deu um sorriso muito safado e mandou eu trancar a casa e depois voltar pro quarto. Quando cheguei no quarto ele já estava sem roupa em cima da minha cama esperando, antes que eu falasse alguma coisa ele já tinha me puxado e me mandado chupar seu pau, nunca tinha feito aquilo antes mas ele falou que estava bom, eu quase não fazia movimento, ele que puxava meu rosto, a única coisa que eu via era sua barriga se aproximando até eu encostar meu nariz nos pentelhos e depois se afastando além de sentir um gosto salgado de mijo na minha boca, até que uma hora percebi que ele tinha aumentado a velocidade e em certo momento segurou meu rosto com força contra seus pentelhos e gozou na minha boca, só que seu pau estava tão fundo que a porra foi direto pra minha garganta, eu não tive tempo para cuspir, só senti aquela coisa entrando. Quando ele tirou o pau da minha boca deu um gemido gostoso e pra minha surpresa seu pau ainda estava duro e ele me mandou ficar na posição de frango assado e então começou a penetrar no meu cu, eu era virgem e senti uma dor muito grande mas o tesão também era grande então eu não estava ligando muito, ele ficou bombando meu cu por uns 10 minutos e então sem aviso prévio tirou o pau de dentro e gozou nos meus travesseiros, eu perguntei pq ele tinha feito isso e ele respondeu que era pra mim dormir sentindo o gosto e o cheiro da porra dele, ele se vestiu e disse pra mim ir dormir porque de manhã ele ia voltar e pra piorar ele levou uma das chaves da casa. Quando ele saiu eu já estava sem forças só consegui tomar um banho e ir dormir. No sábado bem cedo (era umas 9:30 da manhã) Ricardo chegou, eu ainda estava dormindo então ele entrou no meu quarto me acordou com um tapa na bunda, eu me virei e percebi que ele não estava sozinho, ele tinha trazido Pedro junto com ele (outro dos meus colegas) eu perguntei pra ele pq Pedro estava ali e ele me respondeu que como não ia poder ficar comigo aquele dia tinha trazido Pedro pra cuidar de mim e que era pra mim me preparar porque outros ainda viriam, ele viu que eu não tinha dormido no travesseiro gozado então ele olhou para Pedro e falou: Trate mal ele pq ele é desobediente, Pedro respondeu positivamente e então Ricardo saiu. Logo que Ricardo saiu Pedro já subiu em cima da cama e começou a tirar minhas roupas, eu tentei resistir mas Pedro era muito mais forte que eu e acabei ficando com medo de apanhar, sem nenhum aviso ele cuspiu no meu cu e enfiou o pau inteiro, eu dei um berro abafado pelo travesseiro de dor, então ele falou com uma voz sacana: Tá doendo é, vc vai sentir algo logo logo que vai lubrificar mais pra não doer tanto. Ele ficou estático por um tempo e eu comecei a sentir um líquido dentro de mim, então olhei pra ele e percebi que ele estava mijando dentro do meu cu. Cara, que mijo quente meu, tava ardendo só de sentir aquilo entrar no meu corpo, quando ele terminou de mijar começou a bombar forte no meu cu e gozou muito dentro, depois ele tirou o pau meio mole e melado de porra e mijo do meu cu e mandou eu limpar com a língua, fiquei muito tempo com aquele pau na boca até que ele mesmo tirou se vestiu e foi pra cozinha. Eu fui atrás e perguntei o que ele estava fazendo, ele disse que estava escolhendo objetos pra enfiar no meu cu e fazendo o meu almoço, ele pegou uma sopa na geladeira colocou em cima da cadeira, pegou vários objetos e começou a enfiar no meu cu, parecia que ele estava adorando fazer aquilo e ver a dor que eu estava passando, ele ficou fazendo isso por muito tempo, deve ter dado mais de uma hora até que ele começou a se punhetar e gozou dentro da sopa que estava na cadeira, depois ele mandou eu fazer o mesmo depois esquentar a sopa e comer, eu fiz o que ele mandou com medo de apanhar e comi a sopa (pra ser sincero nem senti muito o gosto da porra que estava nela) depois disso ele falou que ia me dar um descanso até o outro cara chegar. Nesse momento eu fiquei muito puto e comecei a fazer peguntas pra ele (pq não acreditei que tivesse colegas tão filhos da puta) ele me mandou ficar quieto, falou que ricardo tinha chamado 5 pessoas para me comer e que se eu resistisse além dele contar pra minha família que eu era gay eles 5 ainda iram me bater. Depois disso ele saiu e disse que o outro cara ia chegar as 8:00 da noite e que era pra mim estar bem limpo, eu já estava humilhado e morrendo de medo então tomei um banho e fiquei esperando o cara das 8:00. As 8:00 vi Maurício entrar na minha casa e me mandar ir pro quarto, lá ele me mandou tirar as roupas dele e lamber suas bolas, só que quando eu vi o pau dele não contive a risada, era muito pequeno, ele me olhou com cara de bravo e disse que eu ia sofrer por ter dado risada, ele me mandou ficar de quatro e me puxou pelos cabelos até o banheiro, enfiou o pau mole dele na minha boca e falou: Agora vc vai sentir meu pau endurecer na sua boca e não vou tirar ele até ele ficar uma rocha. Comecei a sentir aquele pau inchar na minha boca até que não cabia mais eu tentei tirar mas ele forçava meu rosto contra a barriga dele, tive que aguentar e quando ele soltou quase vomitei, antes que pudesse respirar direito ele puxou meu rosto de volta, posicionou a cabeça do pau na minha boca e começou a mijar dentro, obviamente transbordou pq eu não engoli, quando ele viu eu todo molhado com o mijo dele ele riu e disse bem debochado: Gostou agora né seu viado, vc está completamente submisso a mim e lavado com mijo de macho. Depois de falar isso ele me levou de volta pro quarto, me colocou de quatro na cama e começou a me comer, ele me comeu muito devagar, acho que queria que durasse para que eu me sentisse totalmente humilhado, depois de muito tempo ele tirou o pau de dentro, apagou a luz, voltou e começou a fuder meu cu com força, com muita força até que ele gozou, era a segunda gozada no cu que eu tinha levado, meu cu já estava totalmente arrombado, eu perguntei se tinha acabado e ele falou que sim mas que nós iriamos dormir daquela forma, eu embaixo e ele em cima com o pau engatado no meu cu, eu como não tinha o que fazer aceitei. No outro dia acordei com ele bombando no meu cu, do nada ele me virou e gozou em toda minha cara, só que ele gozou muito, eu estava totalmente lavado de porra, então ele deu uma risada sacana e foi embora. Eu sabia que ainda faltavam 3 mas eu tentei me recompor e fazer alguma coisa (em vão), as 2 da tarde eu ouvi o portão, só que pra minha surpresa os 3 tinham vieram juntos, eram Bruno, Jean e Paulo, eles praticamente invadiram minha casa, entraram tirando a roupa, derrubando coisas, mandando em tudo, Bruno já chegou direto e começou a bombar na minha boca, nem demorou muito pra gozar e pra minha surpresa ele gozou e foi embora sem mais nem menos, deposi que ele saiu Paulo mandou eu ficar de joelhos e chupar um pouco seu pau, enquanto eu fazia isso ele me xingava de todos as formas, me chamava de viado, putinha, gay nojento, acho que ele gostava de se sentir o macho dominante, ele me mandou parar de chupar, me empurrou contra a parede e arrombou meu cu de uma só vez sem cuspe nem nada, ele ficou bombando por uns dez minutos e gozou, depois disso chamou Jean (Jean era gordo, excluído, não era amigo de ninguém, era a última pessoa que eu esperava que fosse na minha casa e ninguém gostava dele) Paulo chamou ele e mandou ele fazer de tudo comigo enquanto isso ele dava risada, após muita humilhação e xingamentos, Jean disse que ia gozar, Paulo mandou ele gozar na minha boca, depois que ele gozou, Paulo me forçou a engolir e pra piorar ele ficou sussurrando no meu ouvido: Tá sentindo isso, essa coisa espessa, quente que está descendo na sua garganta, pense que isso saiu do pau do Jean, daquele gordo inútil que ninguém gosta, vc está engolindo a porra dele e ele é seu macho, vc foi dominado por ele e agora está engolindo a porra dele seu viado de merda, após isso ele deu muita risada de mim, devolveu a chave que eu achei que estava com Ricardo e foi embora. Depois desse dia ninguém mais foi na minha casa, meus pais voltaram e acho que até hoje nenhum dos 6 contou que eu era bi pra eles e nem pra Ana felizmente e eu espero que nunca contem. Depois daquele fim de semana nunca mais cheguei a conversar com nenhum deles por muito tempo e nenhum deles me procurou mais, mas eu nunca vou esquecer daquele fim de semana em que eu virei putinha dos meus colegas.

PEGO FAZENDO BANHEIRAO

Fui morar sozinho na região de Jundiaí. Todo o fim de semana voltava para minha cidade natal. Tinha que ir até a rodoviária do Tietê em São Paulo, para poder seguir para minha cidade. Depois de umas semanas fazendo isto percebi que há um banheiro gratuito na rodoviária que os machos vivem fazendo banheirão. Não curto muito isto, mas quando ia usar o banheiro percebia os caras ali parados nos mictórios só secando os outros paus, às vezes com o pau duro. Fazia o que tinha que fazer e não me demorava a sair. Não nego que enquanto mijava, aproveitava e conferia aqueles paus se exibindo. Certo dia, peguei muito trânsito na marginal, não dando tempo de pegar o ônibus das 22h. Até pensei em voltar, pois agora só teria um ônibus que passava por minha cidade, mas fazia muita baldeação e só sairia depois das 1h da madrugada. Acabei ficando. Ali na rodoviária sem ter o que fazer, percebi uns rapazinhos que entravam no banheiro, ficavam uns minutos e saiam, para depois de um tempo entrarem de novo. Achei engraçado, mas logo fui pensando na situação e fui ficando com tesão. Sem pensar muito levantei-me e fui para o banheiro. Já era quase meia noite, a rodoviária meio vazia assim como o banheiro. Parei no mictório, mijei e fiquei ali parado. Vi um rapaz entrar e foi logo para o meu lado, sem cerimônia começou a secar meu pau. Na hora meu pau endureceu e fiquei punhetando. Ele pôs o pau pra fora e se masturbou também. Em pouco tempo seu pau muito grosso começou a pulsar e jogar porra em jatos fortes. Ele guardou o pau e saiu. Percebi que já estava ali há muito tempo, então guardei o pau ainda duro e saí do banheiro. Dei um tempo e voltei. Havia três homens em um mictório, visivelmente se punhetando e se exibindo. Uns mictórios estavam vazios e no último tinha um rapaz de seus 30 anos, magro, com corpo no lugar. Não era bonito mas tinha jeito de macho. Não sabia se ele estava só mijando ou não, mas decidi arriscar, queria ver seu pau, nem que fosse rapidamente durante a mijada. Dei sorte, o cara estava de pau durão, tinha uns 18 cm, bem roliço, com a cabeça toda a mostra. Logo que encostei ele já se exibiu. Fiquei ali babando. Ele deu uma olhada certificando-se que não tinha ninguém entrando, pegou minha mão e pôs no seu pau. Como os três que estavam no outro mictório também estavam de pegação, não me contive e comecei a punhetá-lo, muito nervoso e apreensivo, mas tesudo pelo meu primeiro banheirão. Punhetava e apertava aquele pauzão, sempre olhando, é claro, para entrada do banheiro, vigiando se não estava vindo mais alguém. Logo senti a mão dele na minha bunda. Ele apertava, esfregava e enchia a mão. Não demorou muito, escorregou sua mão por dentro de minha bermuda e já foi procurando meu cuzinho com seu dedo. Mal encontrou meu anelzinho, já enfiou fundo. Meu tesão foi a mil, nem me importei com a dorzinha incômoda de ser dedado sem lubrificação nenhuma. Fiquei tão tesudo, que quando senti seu hálito perto de meu ouvido me pedindo para dar meu cuzinho para ele, só balancei a cabeça dizendo que sim. Também não fiz resistência alguma, quando ele foi me arrastando até um reservado. Quando percebi já estava sendo encoxado contra a parede de divisória. A única coisa que fiz, foi pedir para usar camisinha. Deixei ele agir e ele com sua pegada de macho agiu rápido. Puxou minha bermuda com minha cueca, mirou seu pau já encapado e forçou a entrada. Entrou doído, mas prazerosamente. Ele sabia disso, pois tapou minha boca com sua mão, abafando meu gritinho e os meus gemidos consequentes, ritmados pela sequencia de estocadas fortes em meu rabinho. Não demorou muito ele gemeu alto, estocando fundo em meu cu. Gozou gostoso e já fez menção de tirar. Não deixei e pedi para ele continuar dentro de mim. Agarrei meu pau e numa punheta rápida, gozei melando toda a parede. Percebendo meu gozo ele deu umas estocadas firmes, mas logo em seguida puxou seu pau, deixando meu cuzinho todo aberto. Rápido como tudo o que aconteceu, ele tirou sua camisinha cheia de porra, jogou na lixeira, arrumou sua roupa e num jovial “Valeu, cara” ele abriu a porta e saiu apressado. Fechei a porta, ainda sem acreditar no que tinha acontecido e ainda em êxtase pelo tesão inacreditável que sentia por ter sido currado num banheiro público. Ajeitei-me, nem limpei a minha porra que escorria na parede, abri a porta e ia saindo, quando veio o susto. Na frente do reservado estava um daqueles guardinhas da segurança. Roupas pretas, quase dois metros de altura, pele morena, braços cruzados e cara fechada. Quase enfartei, tentei agir como se nada tivesse acontecido e como se ele não tivesse, tentando chegar até as pias. Ele bloqueou meu caminho “Que merda foi essa, viadinho do caralho!” Fiquei pálido, não tinha resposta e estava tremendo. Depois de um tempo de silêncio ele continuou “Porra cara, acha que cê pode ficar dando o rabo aqui no banheiro! Acha que o povo tem que ficar escutando você gemendo na vara. Vai se fuder viado!” Tremia mais que taquara verde. Só pensava no que poderia acontecer. Podia levar um esfrega ali mesmo, já que percebi que não tinha mais ninguém ali dentro ou então seria levado preso e seria um vexame total. Gaguejando, tentei negociar “num... faz... nada... comigo... não... cara... eu... vou... embora... nem... volto... mais aqui... vai... deixa... eu... ir...” “Vê se se manca, viado. Acha que pode vir aqui dá o rabo e sai de fininho. Ainda pedir para aliviar. Se danou viado. Tu vai comigo na segurança e vamo chamar a policia pra fazer o B.O.” Disse já agarrando meu braço e me levando com ele. Desesperado comecei a pedir “Não faz isso não. Eu faço o que você quiser.” Ele numa postura irredutível continuava a me puxar. Então para evitar uma vergonha ainda maior, argumentei quase suplicando “Cara, num precisa me puxar não, eu vou com você. Cara eu vou, num vou tentar fugir, não. Me larga. Por favor.” Estávamos quase na saída do banheiro, quando ele parou e ainda apertando muito forte meu braço, sentenciou “Se tentar correr ou fugir, vai ser pior. Vou botar a segurança toda atrás de você. Tu vai comigo sem um pio” Acenei confirmando, sem condição de qualquer alternativa. Ele me soltou e eu fui seguindo ao seu lado, quase desmaiando de vergonha. Não pensava em mais nada além de imaginar meu nome no jornal com a notícia de viado dando a bunda no banheiro. Nem sei direito que caminho percorri, mas passamos por uns guichês de empresas de ônibus, viramos à direita e entramos por um corredor com muitas portas. Paramos em frente a uma delas. Só percebi que havia algo de estranho, quando ele antes de abrir a porta, olhou bem em volta. Ele percebendo minha indecisão, agarrou meu braço e foi me empurrando “Entra logo viado!” Tão logo entramos, ele bateu a porta e passou a chave. Ainda me arrastou pela saleta e me forçou a entrar em outra sala aos fundos. Tinha um pequeno sofá, com uns armários e cabides na parede. Havia um porta que dava para um pequeno banheiro. Ali devia ser o lugar onde os seguranças se trocavam e deixavam suas coisas para iniciar ou deixar seus turnos. Ele quase me jogou no sofá “Gosta de gemer num pau? Agora vai gritar na minha vara, vadia!” Foi me agarrando e me colocando de quatro em cima daquele sofá. Já foi puxando minha roupa, deixando minha bundinha a mostra. Ele já foi me sarrando e descambou a me xingar de tudo o que era palavrão. Ele me apertava, me arranhava e dava tapas na bunda. Então tomei uma atitude, se não ele ia me arregaçar e me deixar todo roxo e dolorido, então falando de forma muito autoritária “Assim não! Pára, cara” Ele me deu um outro tapa na bunda “Ih, viado, acha que tem escolha, é? Tu, vai me dá esse rabinho, de qualquer jeito. Num chia, não!” “Eu vou dá. Pode me fuder. Mas desse jeito não rola. Deixa eu curtir também. Come, mas não me machuca não.” Exigi. Ele ainda me deu um tapa na bunda, mandando-me calar a boca, mas foi maneirando, ainda com pegada forte, mas sem violência. Continuou me sarrando e fungando no meu cangote. Mostrando meu contentamento com sua atitude, comecei a rebolar e fui tirando minha camiseta. Ele vibrou com minha atitude e me agarrou, colando todo seu corpo em mim. Senti sua farda contra todo meu corpo. Meu tesão foi as alturas. Que delícia, estava realizando o sonho de todo passivinho, ser dominado por um segurança todo fardado, ainda por cima um morenão de quase dois metros e cara de mal. Finalmente ele se desgrudou de mim e começou a abrir seu cinto. Eu o interrompi “Não, num tira não. Me come assim” Ele me deu um sorrisinho safado. Abriu o zíper de sua calça e puxando a cueca para baixo, libertou seu pau da prisão. Como seu corpo todo grandalhão, seu pau também era enorme. Uns 22 cm, muito rombudo, com pele negra e cabeça quase roxa. Fiz menção de sair de minha posição para poder abocanhar aquele pauzão, mas ele não deixou “Não, não, vadia. Eu quero teu cu.” Já foi me agarrando novamente, sarrando aquele pau na minha bunda. Pedi para ele por a camisinha. Ele reclamou “Que isso viadinho. Deixa eu leitá esse cuzinho.” Comecei a falara que não, mas ele só argumentava “Deixa eu encher seu buraquinho de gala... sem caminha vai entrar gostoso... eu sei que viadinho gosta de senti o rabinho melado de porra... vai, num tá querendo meu leitinho, não... tem bastante porra aqui, para encher teu cuzinho... deixa vai... sem camisinha dá mais tesão... vai, deixa eu te leitar... vai, deixa” Meus não já eram quase sim e minha única reação foi gemer, quando senti seu pau apontar e forçar a entrada. Embora soubesse de todo o risco, estava mesmo louco para sentir meu rabo entupido de leite macho, então deixei rolar. Mesmo já estando meio larguinho por causa da enrabada anterior, o pau entrou rasgando. Era muito maior e mais grosso. Gemi alto, quase um grito. “Isso geme, viado. Chora na minha vara. Geme, geme na minha piroca.” Ele não foi violento, mas não foi gentil. Tão logo meteu seu pau, começou um movimento cadenciado e forte. Continuava a pedir para eu gemer. Atendi. Gemia muito, com uns gritinhos agudos de vez em quando, que percebi fazerem ele delirar. Que tesão, sentir o pau sair e entrar no meu cuzinho. Seu corpo todo grudado em mim, aquele uniforme arranhando minha pele clara. Seus braços fortes, me agarrando e apertando, sua boca em meu cangote, mordiscando, chamando-me de vadia e pedindo para gemer. Não aguentei mais, agarrei meu pau e mal me toquei já comecei a gozar sobre o sofá. Comecei a piscar meu cu e a rebolar freneticamente, sabia que depois do gozo, aquelas pirocadas fortes, iam começar a incomodar. Mas ele parecia insaciável. Continuou com suas estocadas ainda mais fortes, pois percebeu meus gemidos mais sofridos. Quando pedi para ele gozar, senti um tapa na bunda “Num gosta de pica? Aguenta aí, viado. Vou esfolar muito ainda seu rabicó. E é bom aguentar aí, que nem puta.” Eu gemia, meu cu ardia e meus joelhos já não estavam mais aguentando aquela posição, mas aquele pirocão no meu rabo, forçando minha próstata, já deixava me pau duro novamente e babando. Comecei a me masturbar novamente, estava sendo meio sofrido, mas que tesão era aquele. Não aguentei e gozei pela terceira vez, aquela noite, quase gritando de prazer. Ele percebendo meu gozo, acelerou suas estocadas “Goza, puta, goza. Que eu também vou gozar. Tô gozando, viado. Tô gozando. Toma meu leitinho, toma viado” Senti seu pau crescer no meu rabo e começar a pulsar. Meu cu esquentou por dentro e logo a porra começou a escorrer por minhas pregas, meu rego e minhas pernas. Que gozada era aquela. Ele realmente me entupiu e fez meu cu transbordar. Era muita porra para uma gozada só. Mas ele não parava de esporrar, gemendo e me chamando de viado. Ficou um tempão ali parado, para então tirar seu pau já meio mole. Sua porra saiu junto, escorrendo ainda mais por minha pernas. Chegou a fazer duas pocinhas, onde meus joelhos estavam apoiados. Ele já em pé me deu mais um tapa na bunda “Cuzão gostoso. Gozei pra caralho!” Foi até o banheirinho, pegando uma toalha, jogando-a em mim “Limpa a sujeira que você fez, que a gente precisa ir” Voltou ao banheiro, escutei o barulho de água, percebendo que ele lavava o pau na pia. Eu resignado, apanhei a toalha, limpei minhas pernas, meu reguinho e meu cuzinho que ainda teimava a soltar um resquício de porra. Levantei-me do sofá e notei que também tinha gozado horrores, pois o encosto e parte do assento do sofá estavam lavados de porra. Passei a toalha ali secando toda aquela porra. Ele já estava com roupa alinhada, encostado ao batente da porta do banheiro observando. Quando fui por minhas roupas ele me impediu. “Não, pera aí.!” Foi para trás de mim, se pôs de cócoras, ficando com a cabeça na altura de minha bunda. Agarrou e arreganhou minhas bandas coma as mãos “Todo abertinho e esfolado. Do jeito que eu gosto! Vai embora sem prega, viado!” Disse e começou a meter a língua. Lambia e metia a língua lá dentro. Puta que pariu, que delícia. A linguinha refrescava meu cuzinho ardido. Meu pau subiu. Mais um tapa na bunda “Não é pra fica de pau duro, vadia. A gente tem que ir embora” Levantou-se e mandou me vestir. Assim que me arrumei ele sentenciou “Cara, na boa. Se você ficar de putaria no banheiro de novo, tá ferrado. Deu sorte de eu tá com um tesão da porra, se não tu tava na delegacia agora. Vamos sair daqui e num quero nem um pio sobre isso. Se tu me ferrar eu te ferro também. Entendido?” Concordei com a cabeça. Com um sorrisinho autoritário ele aprovou. Para logo depois ele me perguntar “Que ônibus vai pegar?” Disse-lhe o meu destino e ele me mandou ir direto para a plataforma que ele estaria de olho. Saímos dali e como todo bom putinho obediente, fui direto para a plataforma. Nem tive que esperar muito e embarquei. Fui embora todo ardido, mas vibrava com o que tinha acontecido. Claro que depois, veio a preocupação, exames para descartar qualquer dúvida sobre possibilidade de doenças, mas até hoje fico de pau duro com a lembrança, é evidente que não há como repetir, seria muito arriscado, mas vivo com a fantasia de fazer tudo de novo.