segunda-feira, 29 de agosto de 2011

FUNDENDO COM O COBRADOR DO BUSAO

Nesta semana quando voltava da academia, como de costume peguei um busão para ir para casa, paguei a passagem e notei que o cobrador era o mesmo da noite passada. Na noiite anterior percebi que ele ficou me observando com aquela cara de safado, além do normal, como se estivesse pensando em alguma putaria.
O ônibus, devido ao horário tava vago, tinha umas três pessoas lá pela frente, sentei-me na parte de trás, que fica por trás do cobrador é uma parte mais reservada, eu estava cheio de segundas intensões, mas nenhuma coragem de chegar nele, não tinha ninguém por perto, mas não sabia o que fazer, duas pessoas desceram uma parada depois, e o outro passageiro que restava no ônibus além de mim estava lá na frente junto do motorista, devia ser algum amigo dele já que conversavam bastante.
Para minha surpresa e excitação o cobrador saio de seu lugar e ficou de pé próximo de onde eu estava, ele olhava para frente como se estivesse ansioso com alguma coisa, nessa hora minha imaginação já ia ou extremo. Ele começou a me encarar e puxou uma conversa furada, perguntado onde eu malhava, como era a estrutura, disse que tava querendo malhar também e tudo mais, enquanto agente conversava ele não tirava a mão do pinto, que estava sobre a calça, mexia para um lado, pro outro, não queria deixar de mostrar que tava pica dura.
Ele sentou ao meu lado e segurou em minha mão, fiquei nervoso com tudo aquilo, e ele levou minha mão até o seu mastro, caramba nessa hora gelei, disse que poderia aparecer alguém, ele negou dizendo que naquela hora dificilmente alguém pegaria o ônibus.
Ainda com minha mão sobre a sua calça ele perguntou se eu queria chupar, com um movimento de cabeça disse que sim, ele ficou de pé na minha frente, abriu o ziper o colocou aquela pica para fora, poxa era apetitosa de mais, a cabeça perecia com um cogumelo grande e rosado, seu pau devia ter uns 17cm. Segurou em minha cabeça e eu entendi o recado, coloquei aquele mastro em minha boca, comecei a chupar cada centímetro daquele pênis, ele começou a movimentar mais forte, quase engasgava com aquilo que ocupava minha boca e também tentava invadir minha garganta.
Ele disse que queria me comer, pegou uma camisinha, vestiu em seu pau, sentou ao meu lado e disse que eu deveria sentar em seu colo, baixei minha calça e sentei de frente para ele, de leve e com calma para que o motorista e seu amigo não percebessem. Parecia que não ia conseguir ser penetrado por aquele cara, seu pau era muito grosso, ele colocou cuspi e tentei de novo, cada centímetro de que entrava eu delirava, ví estrelas, foi duro e delicioso, senti que não tinha mais nada para entrar, o pau dele já estava por completo em minha bunda. Para minha surpresa em quanto eu calvogava em
em sua pica ele começou a punhetar e chupar meu pau.
Tentamos outras posições e fizemos o que deu, ele disse que queria gozar em minha boca, saí de cima dele, me abaixei e senti aquele líquido viscoso e quente tocar nos meus lábios. Gozei como nunca, também no rosto dele, como ele tinha pedido. Nos ajeitamos e ele disse que ficaria aguardando ansiosamente por um repeteco.
Não sei se vou ter outra oportunidade, mas estou a aguardar, aquele cobrador com um porte um pouco atlético e uma cara de safado me faz ficar de pau duro toda vez que lembro do que fizemos.
Espero que tenham gostado dessa nova aventura sexual que passei.

domingo, 21 de agosto de 2011

ESTAMOS EM RECESSO


PESSOAL ESTAMOS TENDO PROBLEMAS COM A INTERNET
ESTAREMOS VERIFICANDO O PROBLEMA
POR ISSO ESTAREMSO EM RECESSOR POR 1 MES
QUERO AGRADECER A TODOS PELAS CRITICAS E ELOGIOS

VOLTAREMOS EM SETEMBRO

A PARTI DO DIA 21
COM TUDO QUE VCS GOSTAM

ESPERAM QUE ENDNTAM O MOTIVO DESSA PAUSA

ARRASSEM COM SEUS PAUS PRA FORA

VOLTAREMSO COM NOVIDADES

domingo, 14 de agosto de 2011

MEU PAI ADORAVA ENCHER MEU CU DE LEITE

Olá! Sou Leandro, moro em Belém, tenho 33 anos, sou moreno cor de jambo, malhadinho e não aparento ter a idade que tenho, muitas pessoas dizem que eu aparento ter no máximo 20 anos, e levam um susto quando falo a minha idade, pra mim é excelente, acho que o tempo só me favorece.
Desde criança sempre tive atração pelo meu pai, na verdade eu não sabia explicar o que acontecia pelo meu corpo, nem sabia que na verdade o que eu sentia era tesão. Meu pai é mecânico, dono de uma rede de oficinas em Belém. Adorava ver meu pai chegando da rua e jogando suas roupas pela sala, ficava somente de sunga com aquele corpo definido, barba por fazer, e sempre meio bêbado com aquele jeito de macho, ele sempre me tratou muito bem, não me lembro de ter apanhado dele por qualquer besteira que eu aprontasse e eu era uma verdadeira peste. Acho que esse meu desejo surgiu quando eu tinha uns nove anos de idade, mas somente quando completei 15 anos que a coisa pegou fogo. Nessa idade eu já sabia o que queria. Também nessa época eu já tinha tido relações sexuais com meu primo da mesma idade que tinha mudado recentemente do Rio de Janeiro para Belém e com outros garotos mais velhos e experiêntes.
Como falei antes, meu pai bebia muito, chegava em casa quase todos os dias bêbado, dormia no sofá e num certo domingo quando cheguei o vi deitado na sala de sunga e com pau duro, naquele momento fiquei pirado me deu um tesão alucinante, fiquei maquinando o que eu poderia fazer pois eu não poderia perder aquela oportunidade única, foi então que tive coragem e comecei a passar a mão naquele pau delicioso que estava quase igual a uma pedra, eu tremia de tesão, coloquei o pau dele para fora da sunga e vi que era um cacete lindo e delicioso, ele era vermelho meio torto com a cabeça rosada devia ter uns 19cm, então comecei a passar a língua naquele pau, mas eu estava com medo que ele acordasse, escutei um movimento estranho em casa e fui verificar, era meu irmão pentelho, corri e joguei um lençol em cima do pau do papai, naquele dia deixei a oportunidade escapar de minhas mãos, a partir dai todas as vezes que papai chegava bêbado em casa eu me aproveitava dele, eu já estava mais do que acostumado com aquela situação, já me sentia seguro todas as vezes chupando o pau dele. Tiveram muitas vezes que eu sentava e rebolava muito no pau dele e ele felizmente ele nunca acordava, até que um dia ele chegou muito bêbado e foi deitar. Isso era por volta das 19h e lá por umas 21h e fui acariciar o pau dele, estava como sempre muito duro, até que ele me pegou acariciando o seu cacete, acordou e ficou me olhando, fiquei desesperado e mais do que depressa comecei a disfarçar dizendo que eu estava lhe cobrindo, pois já estava tarde e eu fui para meu quarto, ele não falou nada e fique muito nervoso, vi quando ele levantou e foi tomar banho, retornou e ficou vendo tv. No outro dia as coisas correram normalmente como se nada tivesse acontecido, mas eu estava com muita vergonha e quase não olhava para ele, mas ele me olhava muito, eu queria saber o que ele estava pensando naquele momento, dai as semanas foram passando, nunca mais tinha mexido com ele, pois eu tinha receio que ele acordasse novamente, mas eu tinha percebido que ela raramente chegava em casa bêbado.
Eu tinha um sono muito pesado, e comecei a estranhar que por algumas vezes eu acordava pelas manhãs sempre com meu cuzinho melado de vaselina, até que um dia eu acordei melado de vaselina e meu short estava rasgado entre as pernas, eu imaginei que estava ficando sonambulo novamente, até que um dia eu acabei com o mistério. Acordei pela madrugada sentindo meu pai metendo o dedo no meu cuzinho todo melado de vaselina, quando abri os olhos vi aquele cacetão sendo passado nos meus lábios, não pensei duas vezes e abocanhei aquela vara, eu não sei explicar o tesão que senti na hora, minha respiração ficou mais intensa e meus batimentos cardíacos aumentaram. Papai fodia minha boca com aquele cacete, me colocou de quatro no sofá, melou meu cuzinho e meteu alguns dedos para alargar o meu cuzinho e depois enfiou o seu cacete, fiquei louco. Ele fodeu tanto o meu cuzinho, ele controlava o momento que iria gozar dando uma parada nas estocadas e eu sentia o seu pau pulsando dentro do meu cuzinho, prolongando o tempo e depois começávamos tudo novamente, nessa noite gozamos umas três vezes.
No dia seguinte lá estava eu com o cuzinho todo ardido, mas, dei novamente pra ele. Assim ocorreram as transas por uns três anos, ele sempre me fodia todos os dias e às vezes fazíamos umas cinco vezes ao dia, eu era tarado por ele e ele por mim. Meu pai se tornou meu amante, chegávamos a transar dentro do mato quando viajávamos, transei muitas vezes nas oficinas com ele todo sujo de graxa e cheirando a macho. Minha mãe já estava desconfiada, pois nós nunca fomos tão chegados um com outro, e de repente ele vivia mais comigo do que com meu outro irmão e minha mãe, foi ai que ela ficou juntando as peças e nos deu um flagra, felizmente no momento não estávamos transando mais estávamos começando a nos acariciamos, ela fez um mega escândalo, colocando afirmações. Mas ficou por isso mesmo, ele fez aquele teatro dizendo que era coisa da cabeça DOENTE dela. Então mamãe ficou sempre de olho na gente, já não deixava que eu ficasse sozinho com ele e ficou meio difícil de ficarmos transando, mas sempre dávamos um jeito.
Meu pai chupava e comia meu cuzinho deliciosamente bem, eu adorava quando sentia o seu leite quente pulsando dentro do meu cuzinho. Transei com papai durante uns três anos, ele mamava meu peito e deixava marcas, eu só vivia de camiseta, eu era todo marcado, ele adorava meter no meu cuzinho de frango assado e mamava meu peito ao mesmo tempo, eu adorava ficar de frango assado na ponta da cama com ele, essa era minha posição favorita, adorava sentir o seu leite quente no meu cuzinho.
Mas todo aquele tesão que sentia por ele foi acabando, tinha vezes que eu não queria mais transar com ele, eu sempre fugia das oportunidades, ele começou a me forçar e até mesmo me violentar sexualmente quando estava bêbado. Teve um dia que ele chegou bêbado e eu estava na rede da varanda, ele me abraçou e me deu um beijo de língua muito intenso e começou a chorar dizendo que me amava, era louco por mim, sentia ciúmes pois sabia que estávamos fazendo era errado, mas ele não conseguia se controlar, não conseguia deixar de pensar em mim, pois ele nunca tinha vivido uma experiência com outro homem e pior de tudo com o próprio filho que foi muito esperado o seu nascimento. Foi então que percebi que meu pai era apaixonado por mim, ele falou que eu estava me afastando dele e com certeza estaria me envolvendo com outros garotos, confessou que estava sofrendo muito com minha indiferença. Ele me propôs que fugíssemos e queria pedir o divorcio de minha mãe para morar somente comigo, nesse dia transamos muito, fiquei com maior tesão quando bati uma punheta e ele jorrou leite na minha boca e tomei todinho sem deixar escapar uma gota se quer, ele estava muito excitado e foi nossa última transa com ele.
Meu pai foi um dos melhores amantes que tive, foi com ele que tive as melhores transas e gozadas, foi ele que deu as melhores chupadas no meu cuzinho, os melhores beijos de língua.
Completei meus 18 anos e sai de casa fui morar em outro Estado com meus tios, fiquei um bom tempo sem ver meu pai, só nos falávamos por telefone, mas nunca tocamos no assunto sexo, ele sempre pedia para eu voltar pra casa porque ela não era mais a mesma sem minha presença, meu quarto estava do mesmo jeito que deixei. Nunca mais morei com papai, fui adquirindo minha independência e fui mudando de cidades, depois de um bom tempo acabei voltando para Belém, mas não moramos na mesma casa e nunca mais tivemos nenhum contato sexual. Um dia meu irmão pediu que eu fosse com seu motoboy até a casa do papai para apanhar uns documentos. Chegando lá falei com mamãe e papai nos pegou dentro do quarto do meu irmão, ele ficou com ciúmes, ele pediu que eu o acompanhasse até a cozinha e lá fez mil perguntas sobre o motoboy e afirmei que era apenas o motoboy que trabalhava na loja do meu irmão e estávamos ali somente para retirar umas coisas.
Hoje tenho 33 anos, meu pai é mais velho que eu 17 anos, ele continua gostoso e eu vou vivendo minha vida. Sou muito desejado por muitos homens, mas também não consigo ter um namorado fixo, sou muito acomodado, não me sinto bem fazendo aquelas obrigações de namorados como: ligando, marcando encontros, indo ao cinema ou viajando, eu adoro muito sexo e já fui até garoto de programa, mas quando eu vejo que meus paqueras estão ficando melosos comigo eu cuido de fugir e parto pra outro.

MARCELO O PINTOR

Já publiquei alguns contos verídicos, mas esse realmente tinha que ser contado. Sou casado, na casa dos 40, bonito, corpo legal, marca de sunga, curto homens tb então, qdo a chance aparece o negócio é não deixar escapar. Algumas semanas atrás, resolvi que deveria pintar minha casa, iniciei fazendo orçamento com três pintores. O primeiro, com preço mais alto parecia muito competente, o segundo, já conhecido, preço baixo, menos dedicado...qdo apareceu o terceiro (marcelo) ele já estava contratado antes mesmo de me passar valores...rs...ele era espetacular, moreno, corpo sarado pelo trabahlo puxado e um sorriso de balançar muito hétero convicto por aí. Conversamos um pouco e acertamos o preço e data para início. Daquele dia em diante o Marcelo não saia mais da minha cabeça (das duas aliás...rs) pensava nele noite e dia, ficava excitado, batia umas e assim me mantinha esperando...o problema é que sabia que não iria rolar, não sei chegar assim, diretamente, curto, mas acho que tenho meu estilo contido e nessas, acabo perdendo as chances...já me dava por conformando antes mesmo do cara iniciar.
Marcelo começou a trabalhar e se revelou um excelente profissional, chegava cedo, saia tarde e o trabalho andava. Um dia (e sempre é um dia...rs...) estava sozinho em casa ao final do dia e ele me perguntou se poderia tomar um banho no chuveiro da área de serviço. Claro, concordei, pensando um milhão de coisas...Ele subiu e iniciou seu banho. Providenciei uma toalha e fui entregar, a porta estava encostada, bati e ele abriu apenas uma fresta para pegar a toalha. E aí perguntei, ta bom esse banho? Poxa, o sr não faz idéia, tava precisando...rimos os dois e saí. Vendo que ele novamente apenas encostara a porta, me abaixei e em silêncio contemplei aquele macho maravilhoso. Ele cantarolava baixo...o cara era algo, um peitoral lindo, um kct que mesmo em repouso era grande e um pouco mais escuro que sua pele, ele exalava cheiro de macho, as linhas duras do rosto mostravam que era autoritário, forte, meu pau estava durasso, molhado...tudo que eu estava precisando...saco pensei...um pouquinho de safadeza resolveria minha vida agora. Acho que me movimentei e devo ter feito algum barulho pq vi ele olhava para a porta e se aproximava. Levantei rapidamente e me virei para uma estante que havia ali perto fingindo pegar um livro, ele abriu um pouco a porta e comentou: - Ah, é o sr! respondi: -Ainda bem que vc escolheu ser pintor, pq com essa voz estaria quebrado. Ele sorriu maliciosamente. me virei e ameacei sair. Ei patrão (algumas vzs ele me chamava assim em tom de brincaderira) quer ver se o banho está bom mesmo? Putz, pensei, fudeu, agora a casa caiu. Olhei para ele e disse: -como assim? Ele sorriu novamente e começou a punhetar. Vem ca patrãozinho que te mostro.
Ai acabou, sozinho em casa, no chuveiro e com um cara desses, não existe fidelidade que resista, tirei a roupa e fui pra cima do macho. Comecei a mamar seus peitos e sentia a pica dura dele batendo na minha, ele forçou minha cabeça para baixo e caí de boca naquele caralho maravilhoso, ele gemia enquanto eu sugava desesperado sentindo um gosto maravilhoso saindo desse cara que tinha me deixado louco tantos dias, lambi as pernas com poucos pelos, desci até os pés, ensaboei ele todo sentindo nossos corpos desliarem um no outro. Ele me subiu e me beijou, senti aquela lingua me invadindo, fiquei doido, meu kct babava meu cu piscava de desejo. Senti as mãos do Marcelo passando por todo o meu corpo e me virando, deixando meu rabo empinado. Q beleza patrão, essa tua marca de sunga me deixa doido, e se abaixou chupando meu cu, a lingua dele me abria, entrava e saia com força, depois vieram os dedos, um, dois, abrindo espaço. Não aguentei e pedi para ele me comer. Ele riu e disse, que estava planejando isso desde o primeiro dia. Vou te comer sim, seu viadinho, mas vai ser la na tua cama. Olhei surpreso com a segurança do cara, mas nessas ele ja fechava o chuveiro e me puxava em direção ao quarto. Cedi, totalmente vencido e com camisinha mais um bom gel, sabia que ia sentir um macho de verdade. Meu cuzinho é apertado, quase não dou, sendo casado não é fácil...ele me jogou na cama e disse para mamar mais o pau dele...dureza pensei sorrindo. Fiz tudo com prazer, vi o marcelo gemendo, curtindo e pedindo pra não parar, então ele me virou com força, cuspiu no meu cuzinho e peguei rápido o gel pq sabia que ele não teria dó... ele não deixou, vc queria um macho? então seu viadinho do caralho é isso que vai ter. Meteu de uma vez. Vi a cama dar voltas, a dor foi insuportável, dei um grito e ele cobriu minha boca. Cala boca safado, agora geme no meu pau e fica de boca fechada, aguenta a vara e não quero ouvir mais nada dessa boca. Ele meteu muito, senti o vai e vem do caralho rebentando minhas pregas, arrombando meu cu...doia pra caralho, mas foi melhorando até que meu kct subiu outra vz. Ele me falava um monte de coisas, me chamava de viado filho da puta, casado babaca, putinha, me perguntava quem mandava agora, me pegando pelo cabelo dizia: -fala, to mandando e eu tinha que admitir que era ele que estava no controle...
Vou gozar, rebola no meu pau viadinho enrustido...tudo isso me deixava doido, nunca imaginei um cara metendo assim, me jogando lá pra baixo e eu adorando isso tudo. Ele tirou o pau do meu rabo, arrancou a camisinha e encheu minha bunda de leite. Sentindo aquele calor escorrendo, comecei a gozar sem tocar no pau, foi delicioso.
Ele suava, gemia e esfregava a rola em mim...vira, limpa esse pau ele falou. Nunca tinha provado porra, mas ele meteu minha cara lá e fui obrigado a limpar...delicioso, limpei tudinho.
Os outro dias que se seguiram foram uma repetição deste, todo dia eu dava um jeito de acabar enrabado pelo Marcelo que estava adorando ser tratado como o dono da casa. Um dia, ele pintava a janela do quarto por dentro, entrei e ele botou o pau pra fora...entendi o recado, encostei na parede abaixo da janela e enquanto ele pintava eu me acabava mamando aquela rola deliciosa...um minuto depois que comecei, a faxineira passou pelo lado de fora e perguntou por mim, ele sorriu educadamente para ela, empurrou o corpo contra a parede, me forçando a engolir todo o kcte e disse que não tinha me visto, mas que avisaria se eu passasse por lá.
Isso tudo faz duas semanas, meu cu ainda lateja de tanto tomar rola, mas seguramente foi o melhor trabalho que alguem já fez pra mim...
naguta@bol.com.br

BRINCANDO DE ACAMPAMENTOS COM OS AMIGOS

Ola sou o Iran e quando eu tinha 17 anos, estavamos eu o Leo de 19 e o Andre de 18, brincando de acampamento, pois onde nos moravamos tinha um baita terreno cheio de arvores, e resolvemos montar uma barraquinha pra fazer um clube, montamos, e quando foi a noite fomos pra la nos tres, levamos lanterna, frutas, um radinho e um deles tinha celular com tv, e tb levamos revista de mulher pelada, afinal iriamos dormir la, coisa de adolescente, levamos ate um colchao. Depois que tinha dado meia noite, resolvemos brincar, nao lembro do que, mas nessa brincadeira quem errasse tinha qque pagar, ai na primeira rodada o Leo perdeu pro Andre, ai o Andre disse: eu quero que vc pague uma boquete pra mim, e colocou o pau pra fora, ai o Leo disse: nao. E eu ja louco, disse: ah vai, so estamos nos saqui, faz e para de frescura. Ai ele fez, depois eu errei de proposito pra fazer tambem, dado um certo momento, nos começamos a fazer putaria e esquecemos do jogo. E eu nada bobo fui quem mais aproveitei, eu chupa o pau deles, enquanto um chupava meu cu,e o outro chupava meu pau, foi muito bom, depois eles nao se contentando mais, passaram cuspe no meu cu e foram enfiando a pica, doeu um pouco, mas a tesao era mais grande, depois eu fiquei relaxado, e eles aproveitaram, eu cavalga num, depois ficava de 4 pro outro, e ele enfiavam o dedo em mim, ai uma hora eu subi em cima do Leo e ele segurando na minha cintura mandava eu cavalga feito a mulher da revista, ai ele falou pro Andre o qual eu tava chupando a pica: vem ca Andre, enfia nele tambem, vamos arrombar o cu dele, com as duas picas dentro dele, ai o Andre veio por tras bate e mordeu a minha bunda e passou bastante cuspe na rola dele e foi enfiando, e nao e que entrou tudo! Doeu, mas eles colocaram as duas rolas dentro de mim, ai eles disseram: agora vamos encharcar o cu dele de gala, vamos ver quem goza primeiro, ai eles bombaram e o Andre esporrou primeiro, ai ele saiu de tras de mim e botou a rola na minha boca pra eu lamber enquanto o Leo gozava, ai o Leo, me colocou de frango assado, e gozouu dentro de mim, ai eles ficaram brincando de colocar o dedo e sugar a porra que tava no meu cu e eu me masturbando. Ai nessa hora o Jair um vizinho nosso, entrou dentro dessa barraca por um espaçinho que tinha ficado aberto, ai ele disse: continua mulecada, eu nao vou falar nada se vc tb deixarem eu dar um estocadinha, ai eu falei: demorou, estoca e goza, mas nao vai contar nada pra ninguem, se vc falar eu digo pra sua mulher e espalho pro bairro inteiro, ai nos dois fizemos 69 enquanto o Leo e o Andre olhavam, eu mamava a rola dele, que rola grossa, era cheia de veia, grossa, grande, os ovos eram grandes, tavam soltos e a pica dele era toda peluda, ele era peludo, nossa na hora que ele chegou e disse que queria dar uma fodia tb eu adorei, quando ele baixou o short e a cueca e levantou a blusa eu quase gozei so de olhar, eu esfregava minha bunda na cara dele, eu pedia pra ele meter a mao dentro do meu cu, ele cuspia no meu cu, ele tava com tanto tesao que me colocou de 4 segurou meus caabelos e começou a bombar forte, ele dava cada estocada, ai ele gozou e eu senti a porra dele mais do que a dos outros dois. Ai eu mamei a pica dele, e depois o Leo e o Andre gozaram na minha boca. Ai depois o Jair meteu no Leo e no Andre, e gozou em cada um deles, e eles gemiam de dor, pois que pica grande era aquela, e ele ja devia ta acostumando a comer mulher pois ele gozou em mim e depois nos outros dois, cara filha da puta gostoso. E foi isso, depois das duas ele foi embora pra casa dele e nos tres ficamos falando das putarias, fomos dormir as cinco da manha depois de cada um barer uma punheta.

MEU CUNHADO ME AGARROU

Bom galera vou contar a vocês o que a conteceu comigo. Me chamo Br. tenho 20 anos , 1,79 de altura, peso 70 quilos sou malhado e por modestia sou bem apresentavel. Minha irmã é mais velha e sempre teve varios namorados, num de seu casos ela se apaixonou pelo rafa, que era um "deus grego", branco cabelo liso, alto acho que 1,80 e pouco por ai, mais muito bonito msm, até então nunca tinha despertado atração por homem algum e o rafa sempre quando falava comigo eu sentia algo estranho no meu corpo tipo um calor. Bom o tempo foi passando e eu e o rafa começamos a ter mais intimidade um com o outro, conversavamos bastante, saiamos e ele ate tinha uns brincadeiras meio maliciosas comigo, tipo dá uns abraços por tras e tal. Na minha casa minha irmã sempre promovia algumas festinhas para amigos intimos, onde eu particularmente n gostava muito, numa dessas festa o rafa bebeu todas e ficou muito mal msm nem se aguentava em pé. Sendo assim resolvi ajuda-ló levei ele para o banheiro onde vomitou e banhou, na hora do banho eu começei a tirar sua roupa e pensando comigo msm dizia: - Nossa que barriguinha sarada.... Isso na hora da camisa
-Nossa que pernas.... Na ora do short
Mais na hora de tirar a cueca quase enlouqueci,fiquei muito exitado (so de lembra meu pau fica durinho aki), pense num cacete lindoooooo!!!!!!!!!!! não era grande , mais em compensação era muito grosso nossa como era grosso. Então começei a banhar ele e tal..... Mão vai, mão vem fui uma experiencia muito louca. Terminei o banho e coloquei ele na cama. Então isso passou a torna-se um hábto sempre que aqui em casa tinha festas ou bebedeiras eu sempre banha o rafa e colocava ele pra dormir, e no dia seguinte ele sempre me agradecia já que minha irmã alegava não ter paciencia com bêbados.
Ocoreu que em um final de semana o rafa me convidou pra ir beber na casa dele, sendo que poucas vezes fui lá. Chegando lá cerveja vai, cerveja vem, e o rafa começa a puxar unas assuntos estranhos comigo, tipo: Nossa to na pedra!!!!! To louco pra comer um cuzinho gostoso. Nossa achei estranho pois em relação a sexo o rafa era bem reservado. Estamos la e derepente bate uma fome então o rafa pede pra eu fazer um lache pra nois, blz até ai nada demais, quando abro a geladeira e me debruço para ver o q fazer,sinto o rafa me abraçando por traz e roçando seu pau durinho em minha bunda, então eu falo: -Rafa o que é isso? ele me diz: calma cunhadinho... so sente!!!!! e ai ele começa a da uns tapinhas na minha bunda, e eu so ´pedinho pra ele para..... e ele semnpre dizia calma cunhadinho. Quando viro o rafa começa a me beijar e me apertar com força, dizendo: Quero comer seu cuzinho, é essa minha fome vem cá e chupa meu pau!!!! Nossa naquela hora me deu um medo e muito nojo pois o pau dele estava todo melado. Ele começou a forçar o pau na minha boca com muita força que me fazia ter ansia de vomito, e ele dizendo: - Engole caralho meu pau, chupa sua puta vou te deixa todo ardidinho!!!!!! Quando penso que esta tudo acabado o rafa me joga no chão monta encima de min e começa a abaixar meu short, e so sentir aquele pau cabeçudo invadinho meu cuzinho, nossa gritei muito e ele sempre tapando minha boca e enfiando aquela vara com toda força, caraca pense numa dor, na hora não sabia se doia ou se me dava prazer, acabei gozando msm com aquela violencia toda sem nem tocar meu pau. Foi então que ele anunciou q ia gozar quando ele gozou sentir aquela gala quentinha na minha bunda que escoria pelo meu saco. terminando tudo ele mandou eu me vestir e sair da casa dele e ainda me ameaçou que se eu conta-se pra minha irmã ele iria acabar cmg. lembro que naquele dia fiquei todo roxo e com o cu ardido durante dias.( FIQUEI MELADO SO EM RELEBRA ESSE FATO QUE ME OCORREU..BJOS )

sábado, 13 de agosto de 2011

CABINE EROTICA DA LOCADORA


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AMORES PASSIONE


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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

DIGAO CARIOCA

LUIZ CLAUDIO

MAGNO

RENAN MORENINHO

OLIVER GOSTOSINHO

RODRIGO UFF

MRCELO NOVA IGUACU

JULIO CESAR

FRANCIS SAFADINHO

FALCON RJ

CARLOS EDUARDO RJ

CARLOS DE MACEIO

ANDRE NA CAM

POLICIAL WESLEY

MARCELO DO GOIANIA

FLAVIO JEREMIAS DO RIO DE JANEIRO

FLAVIO DE GOIANIA

FELIPE REMADOR

EVANDRO DE GOIANIA

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

PUTARIA NO BANHEIRO

O AMIGO DO MEU PAI ME DESCOBRIU

Olá ,sou o TONINHO, tenho 19 anos e aos 15, meu pai que é carreteiro chegando de viagem me convidou para irmos a casa de um amigo.Um sr.famoso por fazer traíra sem espinho.Lá chegando apresentações feitas o sr.chama JULIO( VERIDICO).Havia umas dez pessoas na casa, começaram á jogar trúco, beber e muito, há tal ponto do meu pai apagar, depois de vomitar muito.Fomos acomodados num quartinho no fundo de um corredor proximo do banheiro.Todos os convidados se foram.
Resolvi tomar um banho ,por estar proximo ao banheiro fui só de cueca, a porta estava semi aberta e ouvindo o chuveiro ligado, fui pé por pé vi o JULIO todo ensaboado esfregando sua rola com tanto carinho que fiquei paralizado não tive força de voltar. Foi até ele perceber e fazer um sinal me chamando,fui tremulo porem desidido ver de perto aquele casete.
-Tira a cueca e vém, não tenha medo .-
-É que eu nunca vi ninguém nú antes.
-Quer pegar um pouquinho.
Exitei por um instante sem saber o que fazer, olhei pro casete e como se ele me chamasse peguei levimente com carinho dando uns apertos, talvez de nervoso com a outra mão fui passando no seu peito sentindo todo o seu vigor.comecei a beijar todo o seu corpo até chegar no seu pau,cobri a cabeça com a minha lingua fiz uma pressão tão forte que ele gemeu alto e forte.
-Calma lindinho vai devagar!
Fui descendo até os bagos fiz o possivel pra colocar tudo na boca , consequi, mais uma vez suguei forte outro gemido gostoso,voltando na cabeça fiquei mamando uns dez minutos.
-Deixa por no seu cuzinho;disse ele.
-Tenho medo de doer,nunca dei só chupei.
-Ponho aos pouco, você vai gostar e não vai doer.
-Si doer você para !
-claro!
Carinhosamente ele foi lisando o meu bumbum,senti algo gostoso percorrer o meu corpo,relachei e pedi.
-Coloca vai .
Senti o meu cu ser invadido gostosamente ,até chegar num lugar lá dentro que parece ser mais apertado ,foi uma dor terrivel tentei sair dando uns passos para frente porem ele não deixou me puxando com tudo de encontro ao seu corpo seus gulhões quase entraram .Dei um grito tão alto que si meu pai não estivesse praticamente morto teria ouvido.JULIO continuou me fudendo ,hora forte ,hora lento ,ao ponto de eu não sentir as minhas pernas .Até que ele disse que ia gozar sente meu cu dilatar mais e jatos fortes e quentes de porra me encher o rabo.Ele si lavou e foi sem se preocupar comigo.
HOJE TENHO MUITA VONTADE DE TENTAR NOVAMENTE POREM TENHO MEDO. POIS SANGREI UMA SEMANA.

OH COISA BOA ES ROLA DE PADASTRO

Quando minha mãe conheceu Gerardo ela era divorciada do meu pai e, coincidentemente, ele também tinha saído de um casamento no qual tinha sido pai de um único filho: Jean Carlos. Minha mãe, no entanto, tinha dois. Após um breve namoro, resolveram que era ora de juntar os trapinhos e, a partir de então, passamos a ter a presença de Gerardo em nossa casa, mas seu filho, apesar do bom relacionamento com todos nós, continuou morando com a mãe. Ele não morava conosco, mas freqüentava nossa casa toda semana pois era muito ligado ao pai.
A diferença de idade é de dois anos, sendo ele o mais velho; e minha irmã é de quatro anos mais nova que eu. A chegada de Gerardo se deu quando eu tinha treze anos e, por conta da viagem que meu pai fez após a separação e, com isso, pala falta que ela fazia, principalmente para mim, ter aquela nova figura masculina entre nós foi muito bem aceita. Passados dois meses eu já tinha com ele um comportamento de pai e filho. Gerardo, diferentemente do meu pai, era muito falante, engraçado e resolvia os problemas na base do diálogo – talvez esse tenha sido o atrativo dele em relação a minha mãe que resolveu pedir a separação por estar cansada do jeito grosseiro do meu pai, com todos nós.
Ir ao estádio em dias de clássico era um compromisso quase religioso para Gerardo, que se animava em levar tanto eu quanto Jean. Na saída, parar numa sorveteria fazia parte do ritual! Em seguida, íamos deixar seu filho em casa e, feito isso, íamos para a nossa – que as essas alturas já estava às escuras e as duas “meninas” no quinto sono.
_ Mulheres!?!
Era o que meu padrasto sempre dizia ao entrarmos em casa, e antes de dar uma gostosa risada.
No dia seguinte, logo que Gerardo saía para o trabalho, era sagrado o interrogatório a que minha mãe me submetia: “Como foi lá?” “Ele ficou sempre perto de vocês?” “E as vadiazinhas não ficaram se enxerindo pro lado dele?” “E depois, foram pra onde?” “Ele não ficou sozinho nem um instante?”.
Eu respondia tudo, mas na certeza de escutar no final: “Ah! Eu pergunto mas não estou nem aí! Até porque, vocês homens, quando o assunto é safadeza, são cúmplices até sob tortura! Não acreditei numa resposta sua!”. Eu só ria e pensava: “Mulheres!”.
Gerardo era professor e trabalhava só pela manhã. Minha mãe era dona de uma boutique e ficava lá o dia todo. Eu e minha irmã estudávamos à tarde, mas Gerardo quase nunca ficava sozinho, pois quase todos os dias Jean recorria ao pai nas dúvidas em Matemática – que a disciplina que ele dava aulas. Quase sempre, quando eu saía para a escola, Jean já tinha chegado, mas ficava esperando o pai acordar da soneca que sempre tirava após o almoço – e que, sob hipótese nenhuma deveria ser interrompida sob pena de ter que agüentar o mau humor dele pelo resto do dia... este era o único motivo que fazia meu padrasto ficar irritado.
_ Só me acorde em caso de incêndio ou se alguém estiver correndo risco de vida! Fora isso, não estou para ninguém... nem para minha mãe! Ela sabe que não gosto de ser acordado! Entendido, garotos?
E isso era respeitado por todo mundo, principalmente depois da única vez que ele foi acordado pela minha irmã e sentimos na pele as conseqüências daquela teimosia. Pense num homem insuportável! Pois agora multiplique por dez! Pronto... era ele!
Já tínhamos alguns anos de convivência e a harmonia entre nós era cem por cento. Jean, apesar de ter concluído o Ensino Médio e não necessitar mais das aulas do pai, ainda conservava o hábito de quase todas as tardes ir a minha casa e esperá-lo acordar, permanecendo lá até depois que eu chegava da escola e batíamos um papo até depois do jornal, quando Gerardo o levava para sua casa.
Foi nessa época que algo curioso aconteceu.
Eu saí para o colégio e Jean já ia chegando – como de costume. Duas quadras caminhadas, lembrei do dinheiro deixado por minha mãe para o pagamento da escola. Eu não estava com muita disposição para voltar, mas como ela tinha feito milhões de recomendações, e se deixasse para o dia seguinte teria juros, foi o jeito voltar. Minha irmã continuou o caminho acompanhada de uma colega e sua mãe, e ainda levou, a contragosto, meu material.
Entrei em casa certo de encontrar Jean vendo TV e ter que agüentar as gozações dele por eu ter precisado voltar em casa e andar aquilo tudo outra vez! Mas ele não estava. “Deve estar no meu quarto mexendo nas minhas coisas! Vou pegá-lo no flagra!” – pensei; mas também não estava! Então eu concluí que ele só poderia ter voltado para a sua casa. Mas, já fora do meu quarto, olhei em direção a porta do quarto do meu padrasto e, não sei o porquê, tive a curiosidade de ir ver se ele estava lá.
E estava mesmo! Deitado ao lado do pai, cochilando também. Mas não foi isso que me chamou a atenção, mas o fato de ter sua mão pousada sobre o volume de se fazia dentro da cueca do seu pai. Fiquei meio espantado, mas saí sem que minha presença fosse percebida. Os dias passaram e esse fato caiu em esquecimento.
Outro dia, novamente após a chegada de Jean, saí para a escola e lá chegando fui avisado que não haveria aula por conta do luto de minha professora decorrente do falecimento de sua mãe. Apesar dos pesares, confesso que voltei para casa aos pulos de alegria! No caminho, já planejava convidar o Jean para irmos ver um campeonato de skate que aconteceria naquela tarde no pátio de um grande shopping da cidade.
Ao chegar em casa, mais uma vez não encontrei Jean na sala, e já fui direto para o quarto do meu padrasto. Já estava com a mão no trinco quando escutei um barulho vindo de dentro do quarto, mas que não parecia se tratar de uma conversa... e sim gemidos e sussurros. Decidi não abrir a porta, mas dar a volta pelo quintal e ver o que se passava ali, por uma janelinha que ficava no banheiro do quarto e que, caso a porta do banheiro estivesse aberta, permitiria a visão de boa parte do quarto. Lembrei que essa janelinha ficava numa altura bem considerável da parede, faltando um palmo para alcançar o forro, portanto, ao passar pela cozinha, lá fui levando uma escada – dessas que são abertas ficando em forma de “V” de ponta cabeça – que minha mãe usava para alcançar alguma coisa que estivesse nos armários mais altos.
Subi e logo vi que a porta do banheiro estava aberta, mas não completamente. Mas depois de encontrar uma posição melhor, fui surpreendido por uma cena que, tamanho o choque, me desequilibrei e quase fui ao chão! Jean chupava a rola de Gerardo que se contorcia de tanto prazer.
Desci, imediatamente, e me sentei ali mesmo... incrédulo! Precisava ver novamente para acreditar... e desta vez o choque foi maior: Gerardo estava começando a meter a pomba no cu de Jean que, pela expressão facial, não sentia nenhuma dor, mas deliciava-se com as bombadas fortes que logo foram dadas pelo pai, que tinha um cacete grande e grosso, mas entrava e saía com facilidade do cuzinho de Jean.
Ver aquilo me deixou assustado, surpreso... mas também excitado. E não demorou para, trepado naquela escada, sacar meu pau para fora e tocar uma bela punheta, que me levou ao gozo quase ao mesmo tempo que Gerardo. Saí voado de lá e deixei passar um tempo para “chegar” da escola.
No entanto, a partir daquele dia minha vida virou um tormento! Bastava eu olhar para o meu padrasto e voltava a cena à minha cabeça e, em meio às lembranças, minha pomba ficava tinindo. Por conta disto, o que jamais pensei que pudesse acontecer... aconteceu: passei a desejar aquele homem que antes eu via como um pai!
Os dias se passavam e eu ficava mais louco para fazer o mesmo que Jean fazia.
Numa certa tarde, chegou a hora de ir à escola e Jean não apareceu. Demorei para sair, mas nada dele chegar. Fui a escola, mas no portão, parei conversando com uns colegas e assim que minha irmã entrou, inventei uma desculpa para os colegas e voltei para casa.
Fui até a porta do quarto do meu padrasto e olhei pelo buraco da fechadura, e constatei que Jean não estava lá. Tirei a farda, entrei no quarto e deitei do lado de Gerardo, tal como Jean fazia. Tremendo de medo, coloquei minha mão sobre sua rola e logo senti a dele sobre a minha fazendo pressão, enquanto ele suspirava, mas ainda de olhos fechados.
Fiquei sem ação, olhando para o rosto dele que mantinha os olhos fechados, e falou baixinho:
_ Oh pica boa essa do teu pai, heim! Não passa um dia sem mamar nela!
E foi aí que ele meteu a mão dentro da cueca e ofereceu aquele cacete lindo para ser chupado...
_ Toma... Chupa bem gostoso, chupa!
Não tinha volta! Segurei aquela pica com gosto e meti na boca... mas, quando Gerardo levou as mãos à minha cabeça, percebeu a diferença e deu um pulo... em pânico!
_ Rapaz! O que você está fazendo? Que é isso?!
E eu, na maior tranqüilidade respondi:
_ Só estou fazendo o que o Jean faz todas as tardes. Como ele não veio hoje, resolvi substituí-lo!
_ Mas... Mas... Como você sabe disso? Ele falou?
_ Não... Eu vi faz uns dias...
Aí, ele sorriu e começou a alisar a rola, que já ficava durona novamente... e falou:
_ Viu, foi? Viu e ficou com vontade de brincar com o padrasto...
_ Fiquei... Louco, louco... Vem logo pra cá!
_ Vou! Ora se vou! Pegue aqui minha chibata e chupe com vontade... Chupe!
Eu nem conseguia acreditar no que estava acontecendo! Aquela lapa de moreno se aproximando da cama, segurando firme aquele cacete duro feito um aço, com uma cabeça que brilhava de tão babada que estava, sendo apontada em minha direção... E o mais impressionante: eu indo em direção à borda da cama, de quatro, com a bunda arrebitada e a boca pingando de vontade de chupar a pica que meu padrasto oferecia! Eu?! Logo eu, que jamais havia tido nenhuma vontade de trepar com outro cara! Nem comendo! E agora me via ali... com o cu piscando tamanho era o desejo de sentir aquela pica me invadindo e arrebentando minhas pregas!
Gerardo ficou fora da cama e eu, em cima, segurei aquela rolona e enfiei na boca, fazendo-o virar a cabeça para trás, de olhos fechados, e urrar:
_ Uhhhhhhhhhhh...! Que beleza! Ahhhhhhhhhh...! Ahhh...! Chupa meu caralho... Chupa, tesão! Ahhhhh...! Assim! Ahhhhhhhhhhhhhh...!
A princípio, eu tive dificuldade de chupar. Gerardo tinha uma rola bem grossa, o que a fazia parecer grande... mas quando vi de perto e segurei, percebi que o tamanho era superior a minha, mas pouca coisa... agora, quanto à grossura... dava duas da minha! E foi por essa razão que tive que ir chupando aos poucos... mas progressivamente. Era minha primeira vez, mas como já tinha sido chupado por uma garota da escola, sabia dos cuidados para não machucar com os dentes e que, quando metida mais para dentro, dava vontade de vomitar. Isso aconteceu quando ela me chupava...
Fui chupando, chupando, chupando... e adorando aquilo! Quando dei por mim, já engolia a pomba inteira e sem ter ânsia nenhuma. Ela ficava atolada e meu padrasto segurava minha cabeça. Quando retirava, vinha bem salivada... pingando mesmo. E ele segurava e balançava a rola... e, algumas vezes, batia com ela em meu rosto! Era excitante demais ver a cara dele ao fazer isso!
_ Issssssssssss...! Safado! Tava doido para chupar a pomba do padrasto, tava! Toma! Merece apanhar! Toma! Issssssssssssss...! Toma na cara, safado da porra! Isssssss...! Vai, chupa mais! Ahhhhhhhhhhhh...! Ahhhhhhhhhhhh...! Engole todinha! Issssssssssss...! Assim! Uhhhh...!
_ Hummm...! Tava! Hummm...! Doidinho pra chupar essa rola gostosa! Hummm...! Bate na minha cara com essa chibata, bate! Ohhhhhh...! Ai! Ai! Bate! Ai! Ai! Deita aqui... Quero chupar essa saco agora! Vem, deita! Meu padrasto gostoso e safadão!
_ Isso! Lambe minhas bolas! Ahhhhhhhh...! Deixa eu olhar essa sua cara safada! Ahhhhhh...! Põe meus ovos na boca! Isso! Isso! Ahhhhhhh...! Delícia! Ahhhhhhhhhhh...!
_ Hummm...! Que gostoso! Hummm...! Hummm...! Saco gostoso! Hummm...! Hummm...!
E depois de chupar muito aquela rola e aquele saco, meu padrasto pediu pra eu ficar de quatro mas com a bunda virada pra ele. Ele abriu com força deixando meu cu bem exposto... senti até um friozinho nas minhas preguinhas... e depois, ele fez uma coisa que me proporcionou a sensação mais gostoso que tinha sentido até então: começou a pincelar meu cu! Foi demais! Esse foi o momento que me descontrolei... Gemia, rebolava a bunda e pedia mais!
_ Hummm...! Ai, Gerardo! Ai... Que delícia! Hummm...! Hummm...! Não para! Não para! Hummm...! Ai! Que coisa doida! Hummm...! Hummm...!
_ Tá gostoso, safado... Tá? Issssssssss...! Diz! Isssssssssss...! Tá gostoso?
_ Ai! Hummm...! Hummm...! Tá! Hummm...! Muito gostoso! Muito! Hummm...!
_ Safado! Gosta duma linguinha pincelando o cuzinho, né? Pois vamos ver se você gosta disso! Fica de frente!
Atendi o pedido do meu padrasto, e ele levantou minhas pernas... mas de uma maneira que minha bunda ficou para o alto. Pediu, então que eu arreganhasse minha bunda e, olhando para minha cara, deixou a língua bem esticada e começou a meter no meu cu! Incrível! Superou as pinceladas!
_ Hummmmm...! Gerardo, que coisa deliciosa! Hummm...! Mete! Mete! Hummm...! Mete mais fundo! Hummm...! Hummm...! Ai! Ai! Hummm...!
E quando eu já não suportava de tanto tesão, pedi:
_ Ai! Ai! Delícia! Mete a rola, mete! Hummm...! Soca essa rola no meu cu! Hummm...!
_ Oh cuzinho gostoso duma porra! Apertadinho... quentinho... e doido por pica! Chega morde minha língua! Issssssss...! Vou matar a fome dele!
_ Vem... Mata a fome do meu cuzinho! Hummm...!
_ Esse cuzinho já engoliu pomba. Já?
_ Não... Você vai tirar meu cabaço! Padrasto safado! Vem... com jeitinho!
_ Não me diga isso! Isss...! Minha rola chega lateja e baba só de saber que vou estrear esse cuzinho! Oh... maravilha! Fique relaxado, viu? Tirar cabaço é comigo mesmo! Se der uma dorzinha, tente não contrair o cu. Faça força pra fora... Num minutinho essa dorzinha passa, e minha rola vai ser pouca para ele! Pode confiar! Relaxe... Isso! Relaxe! Hummm...! Hummm...!
_ Aiiii...!
_ Relaxe! Ohhh...! Isso! Tá vendo, já meti a cabeça! Force pra fora! Assim... Ohhh...! Que beleza ver minha pomba entrando! Ohhhhhhhhh...! Bom... É assim mesmo! Olha aí... Tá vendo? Soquei até o talo!
_ Hummmmmm...! Isssssss...! Todinha?
_ Todinha! Esse cu é guloso... só deixou o saco pra fora! Agora eu vou mexer... Aí você vai dizendo como quer... Ohhh...! Ohhh...! Uhhhhhhhh...! Uhhhhhhhh...! Isssssssss...! Cuzinho gostoso! Isssssssssss...!
_ Ai... Como é bom! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Como é gostoso! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Dá uma socada forte! Aiii...! Hummm...! Outra! Aiii...! Hummm...! Hummm...! Hummm...!
_ Tá gostoso o cacete do padrasto, tá?
_ Uma delícia! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Mete forte! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Bomba no meu cuzinho, bomba pra valer! Aiii...!
_ Assim? Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! É assim? Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…!
_ Ai! É... É...! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Mais! Mais! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Mais! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…!
_ Aguenta! Aguenta! Ahr...! Ahr...! Ahr...! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr…! Ahr...! Ahr...! Ahr...! Vou gozar, caralho! Ahr...! Ahr...! Ahr...!
_ Ai! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Mais forte! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…! Goza, goza! Hum…! Hum…! Hum…! Enche meu cu de gala! Hum…! Hum…! Hum…! Hum…!
_ Tô gozando! Ohhhhhhhhhhhhhh…! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh…! Ahhhhhhhhhhhhhhh…! Isso! Goza comigo, goza!
_ Isssssssssssssssss…! Uhhhhhhhhhhh…! Uhhhhhhhhhhhhh…! Que delícia!
[Risos]
_ E aí… gostou, enteadinho safado?
_ Muito massa! Não pensei que fosse tão bom!
_ Ah se eu, ao menos, sonhasse que você tinha vontade de dar esse cuzinho!
_ Mas eu nem pensava nisso! Só pintou a vontade quando vi o Jean chupando sua rola e lhe dando o cu. Só aí eu fiquei com isso na cabeça! Fiquei curioso quando vi as caras de vocês sentindo prazer...
_ Mas quis só matar a curiosidade? Não vai mais querer me dar esse cuzinho?
_ Ah... Só não vou dar todo dia, porque sei que não tem como... nem sempre vamos ter oportunidade... e mesmo que tivéssemos, dar conta de três, você não agüentaria! [Risos]
_ E quem disse que são três?
_ Eu, o Jean e minha mãe... Não?
_ Se tivéssemos começado antes, sim... Mas o Jean vai amanhã para Brasília. Arranjou um trabalho por lá! Não sabia?
_ Não!
Agarrei a rola dele...
_ Então... só eu vou ser seu safadinho?
_ [Risos] Só! Agora, só sentirei prazer no seu cuzinho... sua mãe não gosta! [Risos]
[Risos]
_ Vanos lá pro banheiro! Aguenta mais umas roladas nesse cuzinho?
_ Ainda pergunta? Ele já está piscando!
[Risos]
_ E eu que já estava imaginando ficar sem comer um cuzinho! Ganhei outro “zero quilômetro”! Bora! Minha rola já está no ponto! Bora, safado! Oh coisa boa é rola de padrasto... Hummm!

PINTORES PARRUDOS


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MELHOR MANEIRA DE ACORDAR UM AMIGO


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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

SUNGAS E SEUS RECHEIO SABOROSOS





PAUZUDO MALHADO



PICA DE UM LEKE GOSTOSINHO





NEYMAR AOS 15 ANOS DE SUNGA COM AMIGOS NA PRAIA

LEANDRO CRUZ DONO DO BLOG DE CUECA BRANCA





PESSOAL ESTE DA FOTO SOU EU
DONO DO SONHOS OBSCENOS

CARLOS- BOPE MILITAR DE SAMPA

PEDRO MEDICO NA CAM

ELCIO GOSTOSINHO NA CAM

CLARCK NA CAM

BOMBEIRO DE SAMPA NA CAM

ALEXANDRE BH

MINEIRO GOSTOSO

SOLDADO BATENDO PUNHETA NO QUARTEL

BAMBAM GOSTOSO